Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Braga falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
108 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Braga perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Ousmane Diomande esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Braga ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Tomás Araújo está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Braga falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
115 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Braga perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Carlos Carvalho será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Braga as despedidas começaram em silêncio.
A proposta do Viktoria Plzen por Oliver Bennett foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Braga coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Em resumo
PlantelTomás Araújo desentende-se com um colega por causa das exigências
MercadoA conversa sobre Ricardo Neto está a chegar
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Braga falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
122 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Braga perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Ousmane Diomande esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
«Quero ganhar coisas e gostava de o fazer aqui.» Não se exigiu nada nem se ameaçou nada, mas uma direção como a de Braga ouve uma frase destas exatamente como foi construída.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Carlos Forbs assinar alguma coisa — um contrato no Braga ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
Em resumo
PlantelRodrigo Gonçalves desentende-se com um colega por causa das exigências
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Braga falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
129 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Braga perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
«Quero ganhar coisas e gostava de o fazer aqui.» Não se exigiu nada nem se ameaçou nada, mas uma direção como a de Braga ouve uma frase destas exatamente como foi construída.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Ousmane Diomande e o Braga acertam mais 2 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Braga falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
136 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Braga perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Ousmane Diomande esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Estava tudo acordado até deixar de estar, e Kristi Montgomery regressa a Braga com um verão para esquecer. Nenhum dos clubes diz quem se levantou da mesa.
Em resumo
PlantelPalavras no treino do Braga sobre quem trabalha
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 84 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
143 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Braga perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Plantel22/06/2043
Uma transferência que Diogo Cunha teria feito de graça
Há uma versão de cada carreira em que o jogador acaba onde escolheu e não onde o escolheram. Diogo Cunha está a viver essa versão no Braga, e costuma notar-se no primeiro mês.
A proposta do Porto por Ricardo Neto foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Braga, e não vai ser retirado.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Braga coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 91 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
150 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Braga perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Perguntam tantas vezes aos futebolistas pelo clube da infância que ninguém ouve a resposta. Alexandre Borges acabou de assinar pelo Braga e, por uma vez, a resposta importava.
Ousmane Diomande esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Qualquer balneário sabe ler uma contratação destas. Alexandre Borges não veio esperar indefinidamente, e o homem cujo lugar ele foi comprado para ocupar sabe-o melhor do que ninguém.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 98 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
157 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Braga perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
O negócio mais incómodo que um clube faz é contratar a resposta de amanhã enquanto a de hoje ainda está no edifício. Raúl Domínguez vem do Ural exatamente para isso, e da passagem de testemunho ninguém falará em público.
Perguntam tantas vezes aos futebolistas pelo clube da infância que ninguém ouve a resposta. Raúl Domínguez acabou de assinar pelo Braga e, por uma vez, a resposta importava.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 106 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Braga, e não vai ser retirado.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Braga coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Braga ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Ninguém no Braga dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Hugo Castro está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Braga falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Plantel25/05/2043
Tiago Dias lesiona os ligamentos do joelho — 28 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 28 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
O apuramento está feito e na próxima época os holofotes acendem-se para algo maior. Um palco para os jogadores, oxigénio para as contas e um passaporte para os restantes.
Ousmane Diomande esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 122 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Braga coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Ousmane Diomande esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Antonio Tavares está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Braga coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Braga ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Filippo Mané está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Ousmane Diomande esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Eduardo Tavares será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Braga as despedidas começaram em silêncio.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Tomás Araújo está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 15 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Braga coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Braga falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Diogo Ferreira será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Braga as despedidas começaram em silêncio.
Ousmane Diomande esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
«Quero ganhar coisas e gostava de o fazer aqui.» Não se exigiu nada nem se ameaçou nada, mas uma direção como a de Braga ouve uma frase destas exatamente como foi construída.
Plantel13/04/2043
Lukáš Horníček desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 33 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
A lesão que volta sempre, de que se regressa sempre à pressa e que em silêncio custa mais carreiras do que as dramáticas. 14 dias é a estimativa; o número honesto depende de haver paciência.
«Tenho ambições e gostava que o clube as partilhasse.» Ninguém pediu para sair nem foi mandado embora — mas um jogador escolhe essa frase com cuidado, e uma administração ouve-a exactamente como foi pensada.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Braga ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Alexandre Pinto assinar alguma coisa — um contrato no Braga ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
O acordo com o Santa Clara tem 43 dias restantes, com 3 utilizações para pesar. Três portas: ficar com ele, vendê-lo, emprestá-lo outra vez — e nenhuma fica aberta muito tempo.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 40 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
1‑5 frente ao Porto, e a estrada acaba aqui. As eliminações da taça são mortes rápidas — sem segunda mão, sem próxima semana, só o campeonato daqui até maio.
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 7 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
As bancadas30/03/2043
O Braga é desmontado pelo Porto — e a cidade quer respostas
Acabou 1-5. Uma eliminação na taça é uma desilusão; isto foi um desmantelamento público, e a diferença mede-se em quantas pessoas ainda falarão nisso em agosto.
Ousmane Diomande esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 47 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Lukáš Horníček esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Braga ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Plantel23/03/2043
Tomás Araújo desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Francisco Goncalves, e o treinador deixou.
3 golos em 32 jogos no Pacos de Ferreira — números que viajam para casa mais depressa do que ele. No Braga alguém atualiza uma folha de cálculo todas as segundas, e cada semana lê-se melhor.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 54 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Braga coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Em resumo
PlantelPalavras no treino do Braga sobre quem trabalha
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Braga falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
19 golos e uma média de 7.27 na época têm esse efeito. O espaço que ele costumava encontrar desapareceu; continua a marcar na mesma, que é a marca dos verdadeiros.
Lukáš Horníček esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Diego Rodrigues e o Braga acertam mais 2 anos.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Leonardo Miranda será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Braga as despedidas começaram em silêncio.
14 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Braga perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 70 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Braga coisas que levam mais de uma semana a retirar.
“Pela primeira vez em anos jogo porque alguém me quer na equipa.” O Pacos de Ferreira assenta-lhe bem; a conversa incómoda pertence ao Braga, e o verão vai forçá-la.
21 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Braga perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Braga falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Lukáš Horníček esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Duarte Sousa será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Braga as despedidas começaram em silêncio.
3 golos em 28 jogos no Pacos de Ferreira — números que viajam para casa mais depressa do que ele. No Braga alguém atualiza uma folha de cálculo todas as segundas, e cada semana lê-se melhor.
28 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Braga perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Braga falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
18 golos e uma média de 7.31 na época têm esse efeito. O espaço que ele costumava encontrar desapareceu; continua a marcar na mesma, que é a marca dos verdadeiros.
35 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Braga perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Braga falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Thomas Jones produziu-o, e o 7.97 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
Perguntam tantas vezes aos futebolistas pelo clube da infância que ninguém ouve a resposta. Francisco Goncalves acabou de assinar pelo Braga e, por uma vez, a resposta importava.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Braga, e não vai ser retirado.
A proposta do Académico de Viseu por Manuel Correia foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
«Tenho ambições e gostava que o clube as partilhasse.» Ninguém pediu para sair nem foi mandado embora — mas um jogador escolhe essa frase com cuidado, e uma administração ouve-a exactamente como foi pensada.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 100 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
A proposta do Moreirense por Diogo Ferreira foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Braga, e não vai ser retirado.
370 jogos ao longo de 10 épocas e uma só camisola. Já ninguém constrói uma carreira assim de propósito; acontece a certo tipo de jogador em certo tipo de clube.
Ousmane Diomande esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
“Quero jogar por troféus enquanto as pernas mo permitirem.” Nada nessa frase é um pedido de transferência, e ninguém no Braga a ouviu como outra coisa.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Tomás Araújo está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
A direção respondeu com dinheiro em vez de incentivo, que é a única resposta que um treinador quer ouvir. Gastá-lo bem passa a ser problema exclusivamente dele.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 107 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
O Benfica pagou $15.5M e o Braga aceitou, o que é a história toda numa frase. A versão longa fala do orçamento salarial e vai ser contada a época inteira.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Ousmane Diomande produziu-o, e o 8.24 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
Aos 38 devia estar a gerir os seus minutos. Em vez disso foi avaliado com 8.00 e pareceu, durante noventa minutos, exatamente o jogador de que toda a gente se lembra.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Braga coisas que levam mais de uma semana a retirar.
17 golos e uma média de 7.35 na época têm esse efeito. O espaço que ele costumava encontrar desapareceu; continua a marcar na mesma, que é a marca dos verdadeiros.
Em resumo
JogoNinguém quer jogar contra o Braga neste momento
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Braga falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
O painel já tinha subido, os protestos já tinham começado, e então a bola entrou ao minuto 92. O Nacional vai rever cada segundo do tempo extra durante uma semana.
Posição 3, 38 pontos, e o resultado que todos procuram primeiro agora é o deles. A palavra continua a não se dizer à volta do estádio — e é assim que se sabe que todos a pensam.
Ousmane Diomande esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Duarte Sousa será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Braga as despedidas começaram em silêncio.
As regras permitem-no e dói na mesma. Duarte Sousa acertou condições com o Casa Pia para o verão e, até lá, veste esta camisola como quem já escolheu a seguinte.
Em resumo
PlantelPalavras no treino do Braga sobre quem trabalha
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Braga falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Aos 38 devia estar a gerir os seus minutos. Em vez disso foi avaliado com 8.90 e pareceu, durante noventa minutos, exatamente o jogador de que toda a gente se lembra.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Braga coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Lukáš Horníček está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Quero ganhar coisas e gostava de o fazer aqui.» Não se exigiu nada nem se ameaçou nada, mas uma direção como a de Braga ouve uma frase destas exatamente como foi construída.
9 jogos sem perder em casa. As equipas visitantes chegam já a falar do ambiente, o que costuma ser sinal de que perderam meio jogo antes do pontapé de saída.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 130 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Há futebolistas que fazem uma boa temporada e futebolistas por quem uma temporada é recordada; aos segundos leem-lhes o nome num salão no verão. No Braga estarão discretamente encantados e, em privado, nervosos.
Há uma idade a partir da qual toda a boa tarde é descrita como uma recordação do passado, o que é injusto e também exato. 8.16 aos 38, e ninguém no campo esteve melhor.
“Quero jogar por troféus enquanto as pernas mo permitirem.” Nada nessa frase é um pedido de transferência, e ninguém no Braga a ouviu como outra coisa.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Eduardo Tavares será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Braga as despedidas começaram em silêncio.
Em resumo
Notas dos jogadoresNinguém conseguiu chegar a Kevin Doku
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 137 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
A série sem derrotas chega aos 10 jogos. Uns foram vitórias e outros fugas, mas uma equipa que se recusa a perder é uma equipa de que os outros balneários falam.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Braga coisas que levam mais de uma semana a retirar.
As regras permitem-no e dói na mesma. Felipe Karabulut acertou condições com o Moreirense para o verão e, até lá, veste esta camisola como quem já escolheu a seguinte.
Uma média de 7.26 na época, com 14 golos a sustentá-la. Os adversários começaram a planear jogos a pensar nele, que é o elogio mais sincero que o futebol faz.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Filippo Mané está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Vitória por 4‑4 sobre o Chaves, um lugar na ronda seguinte e a aritmética silenciosa que todos os adeptos fazem a caminho de casa: quantos faltam até uma final?
O Sporting CP vai querer esquecer isto depressa: 3‑0, todos os duelos perdidos e uma viagem longa para casa. O Braga foi impiedoso como as boas equipas sabem ser.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Hugo Castro produziu-o, e o 8.95 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
Um desempate por grandes penalidades fica na memória pelo fim, e este acaba em Diogo Ferreira: 1 travadas, e uma bancada que vai descrever cada uma delas nos próximos vinte anos.
Há uma idade a partir da qual toda a boa tarde é descrita como uma recordação do passado, o que é injusto e também exato. 8.40 aos 38, e ninguém no campo esteve melhor.
Já são 9 jogos sem perder. Uns foram conquistados, outros sobrevividos, mas está a formar-se um hábito — e hábitos são a coisa mais difícil de defrontar no futebol.
Um defesa no marcador, coisa rara o suficiente para que toda a gente no estádio se lembre de quem marcou o canto. 1 para ele e uma nota de 7.25 para o resto.
Rivas Manuhutu lesiona os ligamentos do joelho — 17 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 17 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Aos 38 devia estar a gerir os seus minutos. Em vez disso foi avaliado com 8.46 e pareceu, durante noventa minutos, exatamente o jogador de que toda a gente se lembra.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Braga coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Lukáš Horníček está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Kevin Doku. 5‑4 sobre o Moreirense, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
Rivas Manuhutu lesiona os ligamentos do joelho — 24 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 24 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Ousmane Diomande esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Braga ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Já são 6 jogos sem perder. Uns foram conquistados, outros sobrevividos, mas está a formar-se um hábito — e hábitos são a coisa mais difícil de defrontar no futebol.
Rivas Manuhutu lesiona os ligamentos do joelho — 33 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 33 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Diego Rodrigues tinha feito a sua parte na construção de um colchão de 2 golos. O que veio depois foi coletivo, e ao Tondela deixaram voltar a um jogo que estava arrumado.
428 jogos ao longo de 17 épocas e uma só camisola. Já ninguém constrói uma carreira assim de propósito; acontece a certo tipo de jogador em certo tipo de clube.
Há uma idade a partir da qual toda a boa tarde é descrita como uma recordação do passado, o que é injusto e também exato. 7.97 aos 38, e ninguém no campo esteve melhor.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Braga coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Rivas Manuhutu lesiona os ligamentos do joelho — 40 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 40 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Aos 36 devia estar a gerir os seus minutos. Em vez disso foi avaliado com 8.32 e pareceu, durante noventa minutos, exatamente o jogador de que toda a gente se lembra.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Paul Barnes será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Braga as despedidas começaram em silêncio.
Ousmane Diomande esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel24/11/2042
Lukáš Horníček desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
As bancadasA imprensa encontrou o seu homem em Gonçalo Sousa
851Edição
O Diário de Braga
17/11/2042
Do nosso correspondente de futebolEstável
Plantel17/11/2042
Rivas Manuhutu lesiona os ligamentos do joelho — 47 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 47 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Braga coisas que levam mais de uma semana a retirar.
55 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Braga perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Ousmane Diomande esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
«Quero ganhar coisas e gostava de o fazer aqui.» Não se exigiu nada nem se ameaçou nada, mas uma direção como a de Braga ouve uma frase destas exatamente como foi construída.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Braga ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Plantel10/11/2042
Filippo Mané desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Rivas Manuhutu lesiona os ligamentos do joelho — 63 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 63 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Os jogos da taça esperam que alguém os agarre, e Emil Andersen agarrou este contra o Portimonense. 3‑1 no fim, e no sorteio da próxima ronda está o nome do Braga.
Há uma idade a partir da qual toda a boa tarde é descrita como uma recordação do passado, o que é injusto e também exato. 8.39 aos 38, e ninguém no campo esteve melhor.
«Tenho ambições e gostava que o clube as partilhasse.» Ninguém pediu para sair nem foi mandado embora — mas um jogador escolhe essa frase com cuidado, e uma administração ouve-a exactamente como foi pensada.
1 para Paul Barnes, avaliado com 7.62, e o nome de um central na parte da crónica a que normalmente só chega por engano. No balneário não o vão deixar esquecer durante um mês.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Braga coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Tomás Araújo lesiona os ligamentos do joelho — 17 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 17 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Paul Barnes será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Braga as despedidas começaram em silêncio.
Ousmane Diomande esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel27/10/2042
Lukáš Horníček desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Ninguém confirmará isto e nada mais explica as escolhas do último mês. Um erro caro compra a um jogador um período de suplência que dura sempre mais do que o erro.
Culpa de ninguém e inteiramente sua: um golo que entra na ficha com o seu nome sem que nada nele fosse intencional. O Braga merecia melhor, e ele também.
Notas dos jogadoresHugo Castro tinha sempre o passe
847Edição
O Diário de Braga
20/10/2042
Do nosso correspondente de futebolCrise
Plantel20/10/2042
Tomás Araújo lesiona os ligamentos do joelho — 24 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 24 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Os centrais têm licença para subir duas vezes por época e são julgados pelo que fazem quando lá chegam. Ousmane Diomande marcou, foi avaliado com 7.42 e voltou antes de alguém dar pela falta.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Braga coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Filippo Mané está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
32 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Braga perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Há uma idade a partir da qual toda a boa tarde é descrita como uma recordação do passado, o que é injusto e também exato. 7.98 aos 38, e ninguém no campo esteve melhor.
Ousmane Diomande esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
“Quero jogar por troféus enquanto as pernas mo permitirem.” Nada nessa frase é um pedido de transferência, e ninguém no Braga a ouviu como outra coisa.
Plantel13/10/2042
Lukáš Horníček desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
39 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Braga perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
«Tenho ambições e gostava que o clube as partilhasse.» Ninguém pediu para sair nem foi mandado embora — mas um jogador escolhe essa frase com cuidado, e uma administração ouve-a exactamente como foi pensada.
Aos 38 devia estar a gerir os seus minutos. Em vez disso foi avaliado com 7.84 e pareceu, durante noventa minutos, exatamente o jogador de que toda a gente se lembra.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Braga coisas que levam mais de uma semana a retirar.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Flávio Gonçalves e o Braga acertam mais 2 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Ousmane Diomande. 2‑1 sobre o Nacional, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Lukáš Horníček assinar alguma coisa — um contrato no Braga ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
46 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Braga perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Braga ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Braga coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel29/09/2042
Filippo Mané desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Notas dos jogadoresFranculino tinha sempre o passe
843Edição
O Diário de Braga
22/09/2042
Do nosso correspondente de futebolEstável
Plantel22/09/2042
Tomás Araújo lesiona os ligamentos do joelho — 53 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 53 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Braga coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. João Capucho será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Braga as despedidas começaram em silêncio.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Antonio Tavares está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Vejo todos os jogos do Braga daqui. Isso diz tudo sobre onde está a minha cabeça.” O empréstimo no Santa Clara segue o seu curso, mas o coração nunca fez a viagem.
6 tentativas, nenhuma lá dentro. Esteve nos sítios certos a tarde toda, que é a parte difícil, e fez mal a parte fácil: com isso um treinador consegue viver.
Em resumo
Notas dos jogadoresNinguém conseguiu chegar a Gonçalo Sousa
Tomás Araújo lesiona os ligamentos do joelho — 60 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 60 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Lukáš Horníček esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Estava tudo acordado até deixar de estar, e Izei Hernández regressa a Braga com um verão para esquecer. Nenhum dos clubes diz quem se levantou da mesa.
Tomás Araújo lesiona os ligamentos do joelho — 69 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 69 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Aos 38 devia estar a gerir os seus minutos. Em vez disso foi avaliado com 8.13 e pareceu, durante noventa minutos, exatamente o jogador de que toda a gente se lembra.
Estava tudo acordado até deixar de estar, e Diogo Ferreira regressa a Braga com um verão para esquecer. Nenhum dos clubes diz quem se levantou da mesa.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Braga coisas que levam mais de uma semana a retirar.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Filippo Mané e o Braga acertam mais 2 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Braga ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Gonçalo Sousa. 2‑1 sobre o Sporting CP, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
79 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Braga perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Braga coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Mais um nome na lista: o Alverca fez a pergunta que todo o futebol anda a fazer sobre Paul Barnes. A resposta do Braga não mudou — para já.
Plantel01/09/2042
Antonio Tavares desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
86 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Braga perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Braga, e não vai ser retirado.
Ousmane Diomande esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
A proposta ficou longe e foi recusada quase sem discussão. Se a segunda for recusada com a mesma rapidez já é outra conversa.
Plantel25/08/2042
Lukáš Horníček desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Vejo todos os jogos do Braga daqui. Isso diz tudo sobre onde está a minha cabeça.” O empréstimo no Santa Clara segue o seu curso, mas o coração nunca fez a viagem.
93 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Braga perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Lukáš Horníček esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
O Braga mexeu-se antes que outro pudesse: novo contrato para Luis Reis, acertado em silêncio e anunciado em voz alta. As direções renovam com treinadores por muitas razões; a boa é aquela com que esta se parece.
As regras permitem-no e dói na mesma. João Capucho acertou condições com o Moreirense para o verão e, até lá, veste esta camisola como quem já escolheu a seguinte.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Filippo Mané está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
9 miúdos sobem, e algures no edifício as pessoas que os treinaram aos doze anos estão a ter, em silêncio, a melhor manhã do seu ano de trabalho. Nada disto aparece num resultado, e é para isto que a formação existe.
102 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Braga perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Ousmane Diomande esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
A proposta ficou muito aquém e em Braga não precisaram de pensar muito. Ninguém neste negócio lê uma primeira recusa como um fim.
Plantel11/08/2042
Lukáš Horníček desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Mais um nome na lista: o Vitoria Guimaraes fez a pergunta que todo o futebol anda a fazer sobre Izei Hernández. A resposta do Braga não mudou — para já.
Tomás Araújo lesiona os ligamentos do joelho — 110 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 110 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Braga coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Lukáš Horníček está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
118 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Braga perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Ousmane Diomande esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Entre clubes está tudo fechado e o que falta são papéis e uma fotografia. Em Braga já falam dele no passado.
Plantel28/07/2042
Filippo Mané desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
“Vejo todos os jogos do Braga daqui. Isso diz tudo sobre onde está a minha cabeça.” O empréstimo no Santa Clara segue o seu curso, mas o coração nunca fez a viagem.
125 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Braga perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Braga coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Lukáš Horníček está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
132 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Braga perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Ousmane Diomande esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Braga, e não vai ser retirado.
“Quero jogar por troféus enquanto as pernas mo permitirem.” Nada nessa frase é um pedido de transferência, e ninguém no Braga a ouviu como outra coisa.
139 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Braga perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
“Quero jogar por troféus enquanto as pernas mo permitirem.” Nada nessa frase é um pedido de transferência, e ninguém no Braga a ouviu como outra coisa.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Braga, e não vai ser retirado.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Braga coisas que levam mais de uma semana a retirar.
146 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Braga perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Braga, e não vai ser retirado.
A proposta do Penafiel por Manuel Nascimento foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Ousmane Diomande esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Jack Austin será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Braga as despedidas começaram em silêncio.
Não é uma fase — é um salto a sério, mantido durante meses. Aos 21 anos faz a este nível coisas que não fazia no início da época, e a equipa técnica dir-lhe-á exatamente quais.
Em resumo
PlantelRodrigo Gonçalves desentende-se com um colega por causa das exigências
Posição 3, 56 pontos, e o resultado que todos procuram primeiro agora é o deles. A palavra continua a não se dizer à volta do estádio — e é assim que se sabe que todos a pensam.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Braga coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Braga ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Filippo Mané está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Ousmane Diomande esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel16/06/2042
Filippo Mané desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Em resumo
MercadoSanta Clara estão prestes a pegar no telefone
Perguntam tantas vezes aos futebolistas pelo clube da infância que ninguém ouve a resposta. Antonio Tavares acabou de assinar pelo Braga e, por uma vez, a resposta importava.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Braga coisas que levam mais de uma semana a retirar.
A proposta do Universidad Catolica por Paul Barnes foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Franculino e o Braga acertam mais 2 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Ousmane Diomande esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel02/06/2042
Filippo Mané desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
A qualificação está garantida, e para a época que vem as grandes noites de holofotes são continentais. Para os jogadores é um palco; para as contas, uma tábua de salvação; para os adeptos, passaportes.
Um prémio individual é coisa estranha num desporto de equipa, e os melhores não se discutem. Teve o tipo de ano que acaba com o seu nome lido em voz alta, e o Braga beneficiou disso.
Lukáš Horníček esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Não há pior forma de perder um futebolista. Yanel Zeze pré-acordou a saída, o que significa que cada jogo daqui até junho é feito por um homem que o clube já não pode vender, e alguém lá em cima vai ter de explicar como se chegou aqui.
Perguntam tantas vezes aos futebolistas pelo clube da infância que ninguém ouve a resposta. Kristi Montgomery acabou de assinar pelo Braga e, por uma vez, a resposta importava.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Filippo Mané está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Não acontece nada durante meses e depois ele simplesmente chega, a custo zero, tendo assinado um pré-contrato enquanto ainda jogava por outro. É a forma menos dramática de contratar um futebolista e muitas vezes a mais esperta.
O apuramento está feito e na próxima época os holofotes acendem-se para algo maior. Um palco para os jogadores, oxigénio para as contas e um passaporte para os restantes.
Ousmane Diomande esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Tomás Araújo está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Braga coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Bright Arrey-Mbi está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Ousmane Diomande e o Braga acertam mais 2 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Ousmane Diomande esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Em resumo
PlantelFilippo Mané desentende-se com um colega por causa das exigências
Posição 3, 56 pontos, e o resultado que todos procuram primeiro agora é o deles. A palavra continua a não se dizer à volta do estádio — e é assim que se sabe que todos a pensam.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Braga coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Em resumo
PlantelPalavras no treino do Braga sobre quem trabalha
Ousmane Diomande esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel21/04/2042
Bright Arrey-Mbi desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Braga coisas que levam mais de uma semana a retirar.
“Quero jogar por troféus enquanto as pernas mo permitirem.” Nada nessa frase é um pedido de transferência, e ninguém no Braga a ouviu como outra coisa.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Rodrigo Quintiães será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Braga as despedidas começaram em silêncio.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Filippo Mané está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Plantel14/04/2042
Franculino tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Braga dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Lukáš Horníček assinar alguma coisa — um contrato no Braga ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
425 jogos ao longo de 20 épocas e uma só camisola. Já ninguém constrói uma carreira assim de propósito; acontece a certo tipo de jogador em certo tipo de clube.
“Quero jogar por troféus enquanto as pernas mo permitirem.” Nada nessa frase é um pedido de transferência, e ninguém no Braga a ouviu como outra coisa.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Paul Barnes será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Braga as despedidas começaram em silêncio.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 14 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 6 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Braga coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Braga falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Ousmane Diomande esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Braga falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Os centrais têm licença para subir duas vezes por época e são julgados pelo que fazem quando lá chegam. Jean-Baptiste Gorby marcou, foi avaliado com 7.42 e voltou antes de alguém dar pela falta.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Braga coisas que levam mais de uma semana a retirar.
8 golos. Os dois bancos passaram a segunda parte a olhar um para o outro mais do que para o relvado. Os puristas vão queixar-se do Braga e do Monaco por igual; os restantes divertiram-se imenso.
29 golos e uma média de 7.55 na época têm esse efeito. O espaço que ele costumava encontrar desapareceu; continua a marcar na mesma, que é a marca dos verdadeiros.
Aos 37 devia estar a gerir os seus minutos. Em vez disso foi avaliado com 10.00 e pareceu, durante noventa minutos, exatamente o jogador de que toda a gente se lembra.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 37 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Braga ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Ousmane Diomande esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Cabeceamentos, cortes, desarmes, interceções: 18 no total, e nem um golo às suas costas. Daquelas exibições que nunca entram nos melhores momentos e ganham jogos.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 44 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Braga coisas que levam mais de uma semana a retirar.
A direcção pôs dinheiro em cima da mesa em vez de uma palavra de incentivo. O que lhe acontece a partir de agora é problema de outro, e trabalho de outro.
1‑3 frente ao Monaco. O futebol continental não perdoa aquilo que uma liga interna deixa passar, e esta foi uma noite passada a descobrir quais dessas coisas o clube ainda arrasta.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 51 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Aos 38 devia estar a gerir os seus minutos. Em vez disso foi avaliado com 8.19 e pareceu, durante noventa minutos, exatamente o jogador de que toda a gente se lembra.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Braga coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Braga ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Plantel24/02/2042
Bright Arrey-Mbi desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
2 golos de vantagem e depois uma rendição lenta de tudo o que fora ganho. Flávio Gonçalves não será o apontado, mas ninguém no Braga escapa à conversa que se segue a um colapso destes.
24 golos e uma média de 7.47 na época têm esse efeito. O espaço que ele costumava encontrar desapareceu; continua a marcar na mesma, que é a marca dos verdadeiros.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Braga falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Aos 37 devia estar a gerir os seus minutos. Em vez disso foi avaliado com 8.25 e pareceu, durante noventa minutos, exatamente o jogador de que toda a gente se lembra.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Braga coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Lukáš Horníček está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Já são 7 jogos sem perder. Uns foram conquistados, outros sobrevividos, mas está a formar-se um hábito — e hábitos são a coisa mais difícil de defrontar no futebol.
“Vejo todos os jogos do Braga daqui. Isso diz tudo sobre onde está a minha cabeça.” O empréstimo no Santa Clara segue o seu curso, mas o coração nunca fez a viagem.
Os jogos da taça esperam que alguém os agarre, e Hugo Castro agarrou este contra o Farense. 4‑0 no fim, e no sorteio da próxima ronda está o nome do Braga.
23 golos e uma média de 7.45 na época têm esse efeito. O espaço que ele costumava encontrar desapareceu; continua a marcar na mesma, que é a marca dos verdadeiros.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Paul Barnes será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Braga as despedidas começaram em silêncio.
Ousmane Diomande esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Vai jogar aqui até ao verão e depois sair pela porta de graça, tendo já assinado noutro lado. Os adeptos aguentam a primeira parte desta frase; é com a segunda que vão ter dificuldade.
Em resumo
PlantelLukáš Horníček desentende-se com um colega por causa das exigências
Notas dos jogadoresUm daqueles dias de Hugo Castro
551 jogos ao longo de 21 épocas e uma só camisola. Já ninguém constrói uma carreira assim de propósito; acontece a certo tipo de jogador em certo tipo de clube.
Uma média de 7.38 na época, com 21 golos a sustentá-la. Os adversários começaram a planear jogos a pensar nele, que é o elogio mais sincero que o futebol faz.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Braga coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Ninguém no clube vai dizer em voz alta para quem é esta contratação, que é exatamente como se percebe para quem é. António Luís chegou para ficar com uma camisola que alguém ainda veste.
19 golos e uma média de 7.32 na época têm esse efeito. O espaço que ele costumava encontrar desapareceu; continua a marcar na mesma, que é a marca dos verdadeiros.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Braga coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Entre clubes está tudo fechado e o que falta são papéis e uma fotografia. Em Braga já falam dele no passado.
Plantel27/01/2042
Bright Arrey-Mbi desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Franculino. 2‑1 sobre o Famalicao, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
Aos 37 devia estar a gerir os seus minutos. Em vez disso foi avaliado com 8.15 e pareceu, durante noventa minutos, exatamente o jogador de que toda a gente se lembra.
Lukáš Horníček esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
A proposta do AVS por Johan Solstad-Nøis foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Filippo Mané está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Plantel20/01/2042
Uma transferência que Gonçalinho teria feito de graça
Há uma versão de cada carreira em que o jogador acaba onde escolheu e não onde o escolheram. Gonçalinho está a viver essa versão no Braga, e costuma notar-se no primeiro mês.
Gonçalinho tem 33 e já não tem nada a provar. O que lhe resta é saber onde se colocar, quando baixar o ritmo e o que dizer ao intervalo, e nada disso aparece num gráfico físico.
Em resumo
Notas dos jogadoresNinguém conseguiu chegar a Diego Rodrigues
As bancadasToda a gente tem uma opinião sobre Gonçalinho
807Edição
O Diário de Braga
13/01/2042
Do nosso correspondente de futebolOtimismo
Jogo11/01/2042
O Braga torna a sua casa um sítio difícil de visitar
32 sem derrota no seu relvado. O campo não mudou; a bancada sim — mais barulhenta mais cedo e mais rápida a perceber quando o adversário preferia estar noutro lado.
Há uma idade a partir da qual toda a boa tarde é descrita como uma recordação do passado, o que é injusto e também exato. 8.06 aos 38, e ninguém no campo esteve melhor.
Ousmane Diomande esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Não há pior forma de perder um futebolista. Cabral Camará pré-acordou a saída, o que significa que cada jogo daqui até junho é feito por um homem que o clube já não pode vender, e alguém lá em cima vai ter de explicar como se chegou aqui.
Plantel13/01/2042
Lukáš Horníček desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Uma média de 7.22 na época, com 16 golos a sustentá-la. Os adversários começaram a planear jogos a pensar nele, que é o elogio mais sincero que o futebol faz.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Carlos Forbs, e o treinador deixou.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Franculino produziu-o, e o 8.60 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
Há futebolistas que fazem uma boa temporada e futebolistas por quem uma temporada é recordada; aos segundos leem-lhes o nome num salão no verão. No Braga estarão discretamente encantados e, em privado, nervosos.
«Quero ganhar coisas e gostava de o fazer aqui.» Não se exigiu nada nem se ameaçou nada, mas uma direção como a de Braga ouve uma frase destas exatamente como foi construída.
31 jogos sem perder em casa. As equipas visitantes chegam já a falar do ambiente, o que costuma ser sinal de que perderam meio jogo antes do pontapé de saída.
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 6 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
Ninguém faz um documentário sobre um isquiotibial e toda a gente nisto o teme. No Braga vão ter cuidado com a data de regresso, porque a segunda é sempre pior do que a primeira.
Lukáš Horníček esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Diogo Simoes será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Braga as despedidas começaram em silêncio.
O Braga torna a sua casa um sítio difícil de visitar
30 sem derrota no seu relvado. O campo não mudou; a bancada sim — mais barulhenta mais cedo e mais rápida a perceber quando o adversário preferia estar noutro lado.
Já são 22 jogos sem perder. Uns foram conquistados, outros sobrevividos, mas está a formar-se um hábito — e hábitos são a coisa mais difícil de defrontar no futebol.
Os jogos da taça esperam que alguém os agarre, e Joseph Evans agarrou este contra o Chaves. 3‑0 no fim, e no sorteio da próxima ronda está o nome do Braga.
Ousmane Diomande esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel23/12/2041
Lukáš Horníček desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Cabral Camará será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Braga as despedidas começaram em silêncio.
20 vezes se meteu no caminho. Escreve-se sobre os centrais quando erram e ignoram-se quando não erram, por isso uma tarde destas tem de ser dita em voz alta: é ele a razão de o marcador dizer o que diz.
Em resumo
Notas dos jogadoresHugo Castro em notas de excelência
Notas dos jogadoresJoseph Evans jogou uma tarde diferente da de toda a gente
A série sem derrotas chega aos 20 jogos. Uns foram vitórias e outros fugas, mas uma equipa que se recusa a perder é uma equipa de que os outros balneários falam.
3‑2 frente ao Antalyaspor, sob os holofotes, contra gente que não fala a mesma língua que a bancada. É nestas noites que um clube mede a sua década, e nunca são tantas quantas se espera.
Aos 38 devia estar a gerir os seus minutos. Em vez disso foi avaliado com 8.02 e pareceu, durante noventa minutos, exatamente o jogador de que toda a gente se lembra.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Braga coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Nota de 7.67. Há um tipo de avançado cujo valor só aparece quando se conta aquilo em que participou em vez daquilo que finalizou, e este é o dia em que esse argumento se demonstra sozinho.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Bright Arrey-Mbi está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
28 jogos sem perder em casa. As equipas visitantes chegam já a falar do ambiente, o que costuma ser sinal de que perderam meio jogo antes do pontapé de saída.
A série sem derrotas chega aos 18 jogos. Uns foram vitórias e outros fugas, mas uma equipa que se recusa a perder é uma equipa de que os outros balneários falam.
Aos 36 devia estar a gerir os seus minutos. Em vez disso foi avaliado com 7.85 e pareceu, durante noventa minutos, exatamente o jogador de que toda a gente se lembra.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Braga coisas que levam mais de uma semana a retirar.
«Nunca quis estar noutro sítio. Ainda há trabalho por acabar aqui.» Bright Arrey-Mbi compromete-se com o Braga por mais 2 anos.
Plantel09/12/2041
Filippo Mané desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Plantel09/12/2041
O treinador ainda não acabou de esquecer o erro de Lukáš Horníček
Em público está ultrapassado para toda a gente. Não está para quem faz a equipa, e o único sítio onde isso se vê é uma ficha de jogo. Vai ter outra oportunidade: vai tê-la num jogo que importe menos.
O Braga torna a sua casa um sítio difícil de visitar
27 sem derrota no seu relvado. O campo não mudou; a bancada sim — mais barulhenta mais cedo e mais rápida a perceber quando o adversário preferia estar noutro lado.
A série sem derrotas chega aos 17 jogos. Uns foram vitórias e outros fugas, mas uma equipa que se recusa a perder é uma equipa de que os outros balneários falam.
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 6 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
Aos 38 devia estar a gerir os seus minutos. Em vez disso foi avaliado com 8.28 e pareceu, durante noventa minutos, exatamente o jogador de que toda a gente se lembra.
Lukáš Horníček esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Bright Arrey-Mbi e o Braga acertam mais 2 anos.
“Quero jogar por troféus enquanto as pernas mo permitirem.” Nada nessa frase é um pedido de transferência, e ninguém no Braga a ouviu como outra coisa.
Uma média de 7.35 na época, com 14 golos a sustentá-la. Os adversários começaram a planear jogos a pensar nele, que é o elogio mais sincero que o futebol faz.
26 jogos sem perder em casa. As equipas visitantes chegam já a falar do ambiente, o que costuma ser sinal de que perderam meio jogo antes do pontapé de saída.
Aos 38 devia estar a gerir os seus minutos. Em vez disso foi avaliado com 8.13 e pareceu, durante noventa minutos, exatamente o jogador de que toda a gente se lembra.
Ousmane Diomande esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Jogo23/11/2041
Mais uma trazida de fora
5 seguidas na estrada para o Braga. Os autocarros saem cedo, chegam de noite a estádios pouco simpáticos, e voltam sempre com três pontos.
Plantel25/11/2041
Lukáš Horníček desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Braga ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Tomás Araújo, e o treinador deixou.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Braga coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Lukáš Horníček está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
«Agradeço os jogos, mas não me fiz futebolista para ser a peça sobresselente de alguém.» Quer estar em Braga, e 3 jogos em 22 dizem que merece ser ouvido.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Bright Arrey-Mbi treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Lukáš Horníček assinar alguma coisa — um contrato no Braga ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
2‑2 frente ao Eintracht Frankfurt, e uma exibição que será descrita durante o resto da época a quem não esteve lá. Viktor Švec está no centro dessa descrição.
A série sem derrotas chega aos 14 jogos. Uns foram vitórias e outros fugas, mas uma equipa que se recusa a perder é uma equipa de que os outros balneários falam.
Viktor Švec tinha feito a sua parte na construção de um colchão de 2 golos. O que veio depois foi coletivo, e ao Eintracht Frankfurt deixaram voltar a um jogo que estava arrumado.
Posição 2, 28 pontos, e o resultado que todos procuram primeiro agora é o deles. A palavra continua a não se dizer à volta do estádio — e é assim que se sabe que todos a pensam.
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 6 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
Aos 37 devia estar a gerir os seus minutos. Em vez disso foi avaliado com 8.30 e pareceu, durante noventa minutos, exatamente o jogador de que toda a gente se lembra.
23 jogos sem perder em casa. As equipas visitantes chegam já a falar do ambiente, o que costuma ser sinal de que perderam meio jogo antes do pontapé de saída.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Franculino produziu-o, e o 9.09 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
Já são 12 jogos sem perder. Uns foram conquistados, outros sobrevividos, mas está a formar-se um hábito — e hábitos são a coisa mais difícil de defrontar no futebol.
411 jogos ao longo de 16 épocas e uma só camisola. Já ninguém constrói uma carreira assim de propósito; acontece a certo tipo de jogador em certo tipo de clube.
Lukáš Horníček esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Uma média de 7.38 na época, com 14 golos a sustentá-la. Os adversários começaram a planear jogos a pensar nele, que é o elogio mais sincero que o futebol faz.
1‑0 frente ao Eintracht Frankfurt, sob os holofotes, contra gente que não fala a mesma língua que a bancada. É nestas noites que um clube mede a sua década, e nunca são tantas quantas se espera.
Já são 4 vitórias seguidas, e a pergunta deixou de ser se a série acaba para passar a ser quem a acaba. Confiança assim não se compra; ganha-se exatamente desta maneira.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Braga coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Braga ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
21 jogos sem perder em casa. As equipas visitantes chegam já a falar do ambiente, o que costuma ser sinal de que perderam meio jogo antes do pontapé de saída.
Há uma idade a partir da qual toda a boa tarde é descrita como uma recordação do passado, o que é injusto e também exato. 8.16 aos 33, e ninguém no campo esteve melhor.
Lukáš Horníček esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Já são 8 jogos sem perder. Uns foram conquistados, outros sobrevividos, mas está a formar-se um hábito — e hábitos são a coisa mais difícil de defrontar no futebol.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Bright Arrey-Mbi está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Braga coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Já são 7 jogos sem perder. Uns foram conquistados, outros sobrevividos, mas está a formar-se um hábito — e hábitos são a coisa mais difícil de defrontar no futebol.
Plantel14/10/2041
Bright Arrey-Mbi desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Plantel14/10/2041
Uma transferência que Žan-Luk Leban teria feito de graça
Há uma versão de cada carreira em que o jogador acaba onde escolheu e não onde o escolheram. Žan-Luk Leban está a viver essa versão no Braga, e costuma notar-se no primeiro mês.
20 jogos sem perder em casa. As equipas visitantes chegam já a falar do ambiente, o que costuma ser sinal de que perderam meio jogo antes do pontapé de saída.
2‑2 frente ao Antalyaspor, e uma exibição que será descrita durante o resto da época a quem não esteve lá. Oliver Bennett está no centro dessa descrição.
«Tenho ambições e gostava que o clube as partilhasse.» Ninguém pediu para sair nem foi mandado embora — mas um jogador escolhe essa frase com cuidado, e uma administração ouve-a exactamente como foi pensada.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Braga coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Braga ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Aos 37 devia estar a gerir os seus minutos. Em vez disso foi avaliado com 9.96 e pareceu, durante noventa minutos, exatamente o jogador de que toda a gente se lembra.
Ousmane Diomande esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
3 vitórias seguidas mudam a forma como o adversário aquece: mais calado, mais olhares de esguelha. As séries acabam, toda a gente o sabe — mas neste balneário ninguém conta com isso.
Plantel30/09/2041
Lukáš Horníček desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
2 golos em vinte minutos com Franculino no meio de tudo, e o Casa Pia sem conseguir chegar à bola tempo suficiente para mudar seja o que for. Há jogos que se ganham antes da primeira bebida.
10 golos e uma média de 7.20 na época têm esse efeito. O espaço que ele costumava encontrar desapareceu; continua a marcar na mesma, que é a marca dos verdadeiros.
5‑3 frente ao Molde, sob os holofotes, contra gente que não fala a mesma língua que a bancada. É nestas noites que um clube mede a sua década, e nunca são tantas quantas se espera.
Jogo21/09/2041
O Braga torna a sua casa um sítio difícil de visitar
18 sem derrota no seu relvado. O campo não mudou; a bancada sim — mais barulhenta mais cedo e mais rápida a perceber quando o adversário preferia estar noutro lado.
Aos 37 devia estar a gerir os seus minutos. Em vez disso foi avaliado com 9.91 e pareceu, durante noventa minutos, exatamente o jogador de que toda a gente se lembra.
Lukáš Horníček esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel23/09/2041
Filippo Mané sofre uma lesão muscular — 15 dias de fora
A lesão que volta sempre, de que se regressa sempre à pressa e que em silêncio custa mais carreiras do que as dramáticas. 15 dias é a estimativa; o número honesto depende de haver paciência.
25 vezes se meteu no caminho. Escreve-se sobre os centrais quando erram e ignoram-se quando não erram, por isso uma tarde destas tem de ser dita em voz alta: é ele a razão de o marcador dizer o que diz.
8 golos. Os dois bancos passaram a segunda parte a olhar um para o outro mais do que para o relvado. Os puristas vão queixar-se do Braga e do Molde por igual; os restantes divertiram-se imenso.
Ousmane Diomande esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel16/09/2041
Lukáš Horníček desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Plantel16/09/2041
Carlos Moya consegue a transferência que sempre quis
Perguntam tantas vezes aos futebolistas pelo clube da infância que ninguém ouve a resposta. Carlos Moya acabou de assinar pelo Braga e, por uma vez, a resposta importava.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Qualquer balneário sabe ler uma contratação destas. Carlos Moya não veio esperar indefinidamente, e o homem cujo lugar ele foi comprado para ocupar sabe-o melhor do que ninguém.
Noventa minutos, zero golos, e a discussão começou antes de o parque de estacionamento esvaziar: um ponto somado ou dois deitados fora contra o Benfica? Na quinta-feira ainda vai haver quem discuta.
Aos 37 devia estar a gerir os seus minutos. Em vez disso foi avaliado com 7.93 e pareceu, durante noventa minutos, exatamente o jogador de que toda a gente se lembra.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Braga coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Lukáš Horníček está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Quero jogar por troféus enquanto as pernas mo permitirem.” Nada nessa frase é um pedido de transferência, e ninguém no Braga a ouviu como outra coisa.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Diogo Simoes será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Braga as despedidas começaram em silêncio.
Plantel09/09/2041
Uma transferência que Martin Turk teria feito de graça
Há uma versão de cada carreira em que o jogador acaba onde escolheu e não onde o escolheram. Martin Turk está a viver essa versão no Braga, e costuma notar-se no primeiro mês.
A papelada fica pronta muito antes do jogador. Francisco Chissumba acertou vir quando o contrato atual terminar, o que significa que o Braga substituiu um orçamento de verão por um telefonema.
530 jogos ao longo de 21 épocas e uma só camisola. Já ninguém constrói uma carreira assim de propósito; acontece a certo tipo de jogador em certo tipo de clube.
A série sem derrotas chega aos 13 jogos. Uns foram vitórias e outros fugas, mas uma equipa que se recusa a perder é uma equipa de que os outros balneários falam.
Aos 37 devia estar a gerir os seus minutos. Em vez disso foi avaliado com 10.00 e pareceu, durante noventa minutos, exatamente o jogador de que toda a gente se lembra.
1 para Rivas Manuhutu, avaliado com 7.57, e o nome de um central na parte da crónica a que normalmente só chega por engano. No balneário não o vão deixar esquecer durante um mês.
O negócio que levaria Felipe Karabulut para o Estoril Praia caiu na fase final e ele reapresenta-se no Braga com um verão para esquecer e uma época inteira para jogar. Ninguém diz quem se levantou da mesa.