Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Vadim Gapeev será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Chaika M as despedidas começaram em silêncio.
Perguntou pelo seu futuro e recebeu uma resposta com minutos lá dentro. O treinador fez uma promessa num edifício onde as promessas não se esquecem, e o relógio já começou a contar.
Uma cara nova na posição dele e uma camisola que julgava sua de repente em discussão. O Chaika M não prometeu nada, que é o que os clubes prometem nesta fase.
“Fiz tudo o que me pediram nos treinos e ao sábado não mudou nada.” A queixa mais conhecida do futebol, e uma a que o Chaika M terá de responder com minutos ou com uma transferência.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Ivan Ivanov. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Chaika M, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Um treinador perdoa um mau sábado muito mais depressa do que uma má terça, porque um explica-se e o outro escolheu-o. Os relatos desta semana não foram bons.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Ivan Ivanov. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
«Não vim para aqui aquecer à frente das pessoas.» O contrato acaba um dia, sabe contar as semanas, e o Chaika M terá de lhe dar um motivo para ficar ou uma saída.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Chaika M, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Não se vê o fim da espera do Chaika M por uma vitória
Já são 35 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Chaika M tem de arrancar um resultado de algum lado.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Chaika M ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Avaliado com 7.45. Pergunte a qualquer pessoa à saída do estádio o que decidiu aquilo e receberá um nome, que é o único prémio que alguma vez contou a sério.
“Não é o fim do mundo e não chega. As duas coisas são verdade.” O treinador, depois de um empate por 0‑0, disse a coisa honesta e foi dizê-la outra vez lá dentro.
As bancadas esperaram por um golo que nunca chegou. O PSK Pervorechenskoe defendeu com muita gente e levou aquilo que veio buscar, e as duas equipas podiam ainda estar a jogar sem incomodar o marcador.
«Se nos vão ganhar, que não seja porque alguém aqui não se quis chatear.» Levantou-se e disse-o à frente de todos, e isso é algo que um grupo recorda de um homem durante anos.
Segue-se, fora, o Kyzyltash, 14.º classificado. Os adeptos que vão falarão disso a semana inteira, e os que ficam vão espreitar o telemóvel perto do apito final.
Em resumo
PlantelVadim Gapeev no melhor onze da divisão — 6.45
Não se vê o fim da espera do Chaika M por uma vitória
Já são 34 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Chaika M tem de arrancar um resultado de algum lado.
Posição 20 e 2 pontos, e nesta parte da cidade a classificação lê-se de baixo para cima. O calendário deixou de ser um programa e passou a ser uma contagem decrescente.
O painel dos descontos já estava levantado, a vitória já estava dada, e então o Neftyanik marcou. Não há pior minuto para sofrer, e o estádio esvaziou-se no silêncio que se segue a um desses.
“Um ponto é um ponto e fico com ele, mas devíamos ter levado os três.” Nil Sokolov depois do empate por 1‑1, e a frase que todos os treinadores do país disseram a certa altura deste fim de semana.
4 jogos, nenhum golo e um centro de treinos que já tentou tudo. Vai acabar — as secas acabam sempre — mas ninguém no Chaika M sabe dizer em que semana.
Aos 21 anos é cantado por pessoas com o dobro da idade, um carinho que um reforço demora anos a merecer e que um miúdo da casa recebe por aparecer. É também a coisa mais difícil de corresponder no futebol.
“Um ponto é um ponto e fico com ele, mas devíamos ter levado os três.” Nil Sokolov depois do empate por 0‑0, e a frase que todos os treinadores do país disseram a certa altura deste fim de semana.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Chaika M, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Chaika M sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
Não se vê o fim da espera do Chaika M por uma vitória
Já são 32 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Chaika M tem de arrancar um resultado de algum lado.
Um 0‑11 imposto pelo Angusht é o tipo de resultado que esvazia o estádio muito antes do apito final.
Jogo03/04/2027
Ninguém conseguiu parar de marcar
11 golos. Os dois bancos passaram a segunda parte a olhar um para o outro mais do que para o relvado. Os puristas vão queixar-se do Chaika M e do Angusht por igual; os restantes divertiram-se imenso.
3 jogos, nenhum golo e um centro de treinos que já tentou tudo. Vai acabar — as secas acabam sempre — mas ninguém no Chaika M sabe dizer em que semana.
Segue-se o Shakhter Donetsk, e as duas equipas sabem fazer a conta. Ganhar, e a tabela fica com outro aspeto; perder, e fica com o aspeto que toda a gente temia.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Vadim Gapeev será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Chaika M as despedidas começaram em silêncio.
14.º lugar para os anfitriões, uma viagem longa para a bancada visitante, e um jogo que vai parecer banal no papel até ao momento em que deixar de o ser.
Dois ou mais sofridos em cada um dos últimos 31 jogos. Não é um erro a repetir-se, o que seria mais fácil de corrigir; é um diferente todas as semanas.
Há tardes em que um guarda-redes é a defesa inteira. 18 defesas, várias do género que ninguém espera ver feitas, e dez jogadores de campo que lhe devem uma bebida.
Não é uma fase — é um salto a sério, mantido durante meses. Aos 19 anos faz a este nível coisas que não fazia no início da época, e a equipa técnica dir-lhe-á exatamente quais.
Jogo20/03/2027
Ninguém conseguiu parar de marcar
8 golos. Os dois bancos passaram a segunda parte a olhar um para o outro mais do que para o relvado. Os puristas vão queixar-se do Chaika M e do Nart por igual; os restantes divertiram-se imenso.
A porta ficou fechada muito depois do apito final. O que ali se disse é com eles; se resultou, decide-se no sábado.
O banco22/03/2027
O veredicto do treinador
“A culpa é minha. Sou eu que escolho a equipa e escolhi mal.” Os treinadores dizem isto quando o sentem e quando precisam que se veja que o dizem, e depois do 0‑8 Nil Sokolov saiu da sala antes que alguém pudesse perguntar qual dos dois casos era.
Não se vê o fim da espera do Chaika M por uma vitória
Já são 30 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Chaika M tem de arrancar um resultado de algum lado.
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 18 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
Defender era opcional e ninguém exerceu a opção. 6 golos entre o Chaika M e o Astrakhan, e nem um dos que pagaram bilhete vai pedir o dinheiro de volta.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Ivan Sorochinskiy, e o treinador deixou.
O treinador prendeu-os no balneário e disse o que tinha a dizer. Espera-se resposta no sábado e, se não vier, as perguntas sobem um andar.
O banco15/03/2027
A vista do banco
“Vamos analisar, vamos aprender com isto, e vamos outra vez.” As três frases que todos os treinadores guardam para uma derrota por 0‑6, ditas por Nil Sokolov a uma sala que já as tinha ouvido.
Ninguém o confirma e as fichas de jogo confirmam-no todas as semanas. Um erro comprou-lhe um período como segunda opção que já é mais longo do que o erro merecia.
Em resumo
Notas dos jogadoresUm momento caríssimo de Ivan Ivanov
Não se vê o fim da espera do Chaika M por uma vitória
Já são 29 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Chaika M tem de arrancar um resultado de algum lado.
Há um calor muito próprio que um estádio guarda para um jovem de 20 anos que sente como seu. Ivan Sorochinskiy tem-no agora, e tudo o que fizer no resto do tempo aqui será medido contra a boa vontade que lhe deram de graça.
O golo que pôs o Dinamo Stavropol na frente ainda passava nos ecrãs do corredor quando o Chaika M empatou, 3 minutos depois. Uma vantagem vale o que se fizer com ela.
“Hoje não fomos suficientemente bons e não vou enfeitar isto.” Nil Sokolov depois do 1‑4, no tom de quem sabe qual é a pergunta seguinte e não tenciona responder-lhe.
28 jogos, nenhum golo e um centro de treinos que já tentou tudo. Vai acabar — as secas acabam sempre — mas ninguém no Chaika M sabe dizer em que semana.
Há tardes em que um guarda-redes é a defesa inteira. 16 defesas, várias do género que ninguém espera ver feitas, e dez jogadores de campo que lhe devem uma bebida.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Vadim Gapeev será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Chaika M as despedidas começaram em silêncio.
“Hoje não fomos suficientemente bons e não vou enfeitar isto.” Nil Sokolov depois do 0‑9, no tom de quem sabe qual é a pergunta seguinte e não tenciona responder-lhe.
As ocasiões aparecem e algo acontece entre criá-las e finalizá-las. Já vão 27 jogos, e a inquietação nas bancadas chega um pouco mais cedo a cada semana.
Dois ou mais sofridos em cada um dos últimos 27 jogos. Não é um erro a repetir-se, o que seria mais fácil de corrigir; é um diferente todas as semanas.
Há tardes em que um guarda-redes é a defesa inteira. 17 defesas, várias do género que ninguém espera ver feitas, e dez jogadores de campo que lhe devem uma bebida.
20.º lugar, 0 pontos e um calendário com menos jogos do que desculpas. As contas ainda não são cruéis, mas deixaram de ser simpáticas.
Jogo20/02/2027
Ninguém conseguiu parar de marcar
11 golos. Os dois bancos passaram a segunda parte a olhar um para o outro mais do que para o relvado. Os puristas vão queixar-se do Chaika M e do Rubin Yalta por igual; os restantes divertiram-se imenso.
O banco22/02/2027
O veredicto do treinador
“A culpa é minha. Sou eu que escolho a equipa e escolhi mal.” Os treinadores dizem isto quando o sentem e quando precisam que se veja que o dizem, e depois do 0‑11 Nil Sokolov saiu da sala antes que alguém pudesse perguntar qual dos dois casos era.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Yury Petin treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Em resumo
Notas dos jogadoresNinguém conseguiu chegar a Yury Petin
Não se vê o fim da espera do Chaika M por uma vitória
Já são 26 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Chaika M tem de arrancar um resultado de algum lado.
26 jogos sem golo. Os avançados deixam de levantar a cabeça, os médios dão o toque a mais, e cada remate que passa por cima é seguido de um lamento que se acumula desde o último golo.
Defender era opcional e ninguém exerceu a opção. 11 golos entre o Chaika M e o Sevastopol, e nem um dos que pagaram bilhete vai pedir o dinheiro de volta.
“Hoje não fomos suficientemente bons e não vou enfeitar isto.” Nil Sokolov depois do 0‑11, no tom de quem sabe qual é a pergunta seguinte e não tenciona responder-lhe.
Não se vê o fim da espera do Chaika M por uma vitória
Já são 25 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Chaika M tem de arrancar um resultado de algum lado.
25 jogos sem golo. Os avançados deixam de levantar a cabeça, os médios dão o toque a mais, e cada remate que passa por cima é seguido de um lamento que se acumula desde o último golo.
Derrota por 0‑7 com o Pobeda, e derrota em tudo o que conta. O inquérito começa no relvado de treino segunda-feira de manhã.
Jogo06/02/2027
Ninguém conseguiu parar de marcar
7 golos. Os dois bancos passaram a segunda parte a olhar um para o outro mais do que para o relvado. Os puristas vão queixar-se do Chaika M e do Pobeda por igual; os restantes divertiram-se imenso.
“Hoje não fomos suficientemente bons e não vou enfeitar isto.” Nil Sokolov depois do 0‑7, no tom de quem sabe qual é a pergunta seguinte e não tenciona responder-lhe.
O banco08/02/2027
O treinador ainda não acabou de esquecer o erro de Ivan Ivanov
Em público está ultrapassado para toda a gente. Não está para quem faz a equipa, e o único sítio onde isso se vê é uma ficha de jogo. Vai ter outra oportunidade: vai tê-la num jogo que importe menos.
Não se vê o fim da espera do Chaika M por uma vitória
Já são 24 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Chaika M tem de arrancar um resultado de algum lado.
24 jogos sem golo. Os avançados deixam de levantar a cabeça, os médios dão o toque a mais, e cada remate que passa por cima é seguido de um lamento que se acumula desde o último golo.
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 16 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Chaika M ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Jogo30/01/2027
Ninguém conseguiu parar de marcar
6 golos. Os dois bancos passaram a segunda parte a olhar um para o outro mais do que para o relvado. Os puristas vão queixar-se do Chaika M e do Zarya Lugansk por igual; os restantes divertiram-se imenso.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Não se vê o fim da espera do Chaika M por uma vitória
Já são 23 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Chaika M tem de arrancar um resultado de algum lado.
23 jogos sem golo. Os avançados deixam de levantar a cabeça, os médios dão o toque a mais, e cada remate que passa por cima é seguido de um lamento que se acumula desde o último golo.
Posição 20 e 0 pontos, e nesta parte da cidade a classificação lê-se de baixo para cima. O calendário deixou de ser um programa e passou a ser uma contagem decrescente.
Defender era opcional e ninguém exerceu a opção. 9 golos entre o Chaika M e o Spartak Nalchik, e nem um dos que pagaram bilhete vai pedir o dinheiro de volta.
O banco25/01/2027
A vista do banco
“Vamos analisar, vamos aprender com isto, e vamos outra vez.” As três frases que todos os treinadores guardam para uma derrota por 0‑9, ditas por Nil Sokolov a uma sala que já as tinha ouvido.
“Não peço a ninguém que seja melhor do que é. Peço a todos que sejam tão bons como são, todas as semanas.” Dito em voz alta, à frente de todos, e o balneário do Chaika M ficou diferente depois.
22 jogos, nenhum golo e um centro de treinos que já tentou tudo. Vai acabar — as secas acabam sempre — mas ninguém no Chaika M sabe dizer em que semana.
Derrota por 0‑7 com o Druzhba, e derrota em tudo o que conta. O inquérito começa no relvado de treino segunda-feira de manhã.
Jogo16/01/2027
Ninguém conseguiu parar de marcar
7 golos. Os dois bancos passaram a segunda parte a olhar um para o outro mais do que para o relvado. Os puristas vão queixar-se do Chaika M e do Druzhba por igual; os restantes divertiram-se imenso.
«De fora não vem ninguém salvar-nos.» Foi curto, foi incómodo e, segundo todos, o vestiário do Chaika M ficou depois mais calado do que em toda a temporada.
PlantelOs relatórios de treino sobre Yury Petin não são bons
24Edição
O Diário de Chaika M
11/01/2027
Do nosso correspondente de futebolCrise
Jogo09/01/2027
Não se vê o fim da espera do Chaika M por uma vitória
Já são 21 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Chaika M tem de arrancar um resultado de algum lado.
21 jogos sem golo. Os avançados deixam de levantar a cabeça, os médios dão o toque a mais, e cada remate que passa por cima é seguido de um lamento que se acumula desde o último golo.
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 18 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
Derrota por 0‑9 com o Rostov 2, e derrota em tudo o que conta. O inquérito começa no relvado de treino segunda-feira de manhã.
Jogo09/01/2027
Ninguém conseguiu parar de marcar
9 golos. Os dois bancos passaram a segunda parte a olhar um para o outro mais do que para o relvado. Os puristas vão queixar-se do Chaika M e do Rostov 2 por igual; os restantes divertiram-se imenso.
«Aqui ninguém está acima de levar um raspanete.» Não se disse nenhum nome, mas o balneário sabe contar, e quem estava a ouvir também.
O banco11/01/2027
A vista do banco
“Vamos analisar, vamos aprender com isto, e vamos outra vez.” As três frases que todos os treinadores guardam para uma derrota por 0‑9, ditas por Nil Sokolov a uma sala que já as tinha ouvido.
Plantel11/01/2027
Palavras no treino do Chaika M sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Yury Petin está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Em resumo
PlantelAlguém anda atrás da camisola de Ivan Ivanov
20 jogos, nenhum golo e um centro de treinos que já tentou tudo. Vai acabar — as secas acabam sempre — mas ninguém no Chaika M sabe dizer em que semana.
Não é uma fase — é um salto a sério, mantido durante meses. Aos 19 anos faz a este nível coisas que não fazia no início da época, e a equipa técnica dir-lhe-á exatamente quais.
Defender era opcional e ninguém exerceu a opção. 12 golos entre o Chaika M e o Dinamo Makhachkala 2, e nem um dos que pagaram bilhete vai pedir o dinheiro de volta.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Em resumo
DireçãoNinguém saiu depressa do balneário de Chaika M
As ocasiões aparecem e algo acontece entre criá-las e finalizá-las. Já vão 19 jogos, e a inquietação nas bancadas chega um pouco mais cedo a cada semana.
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 18 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
Dois ou mais sofridos em cada um dos últimos 19 jogos. Não é um erro a repetir-se, o que seria mais fácil de corrigir; é um diferente todas as semanas.
0‑7 para o Legion, e foi exatamente tão mau como o número sugere. Há derrotas que se discutem e derrotas pelas quais se pede desculpa; esta foi do segundo tipo.
“Hoje não fomos suficientemente bons e não vou enfeitar isto.” Nil Sokolov depois do 0‑7, no tom de quem sabe qual é a pergunta seguinte e não tenciona responder-lhe.
As ocasiões aparecem e algo acontece entre criá-las e finalizá-las. Já vão 18 jogos, e a inquietação nas bancadas chega um pouco mais cedo a cada semana.
Dois ou mais sofridos em cada um dos últimos 18 jogos. Não é um erro a repetir-se, o que seria mais fácil de corrigir; é um diferente todas as semanas.
Há um calor muito próprio que um estádio guarda para um jovem de 20 anos que sente como seu. Ivan Sorochinskiy tem-no agora, e tudo o que fizer no resto do tempo aqui será medido contra a boa vontade que lhe deram de graça.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Chaika M, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
17 jogos, nenhum golo e um centro de treinos que já tentou tudo. Vai acabar — as secas acabam sempre — mas ninguém no Chaika M sabe dizer em que semana.
Derrota por 0‑7 com o Kyzyltash, e derrota em tudo o que conta. O inquérito começa no relvado de treino segunda-feira de manhã.
Jogo12/12/2026
Ninguém conseguiu parar de marcar
7 golos. Os dois bancos passaram a segunda parte a olhar um para o outro mais do que para o relvado. Os puristas vão queixar-se do Chaika M e do Kyzyltash por igual; os restantes divertiram-se imenso.
“Os adeptos têm todo o direito de estar zangados. Eu também estou. Vamos corrigir isto.” 0‑7, um treinador a dizer as coisas necessárias, e um balneário que ouviu outra versão delas.
Uma cara nova na posição dele e uma camisola que julgava sua de repente em discussão. O Chaika M não prometeu nada, que é o que os clubes prometem nesta fase.
“Não peço a ninguém que seja melhor do que é. Peço a todos que sejam tão bons como são, todas as semanas.” Dito em voz alta, à frente de todos, e o balneário do Chaika M ficou diferente depois.
16 jogos, nenhum golo e um centro de treinos que já tentou tudo. Vai acabar — as secas acabam sempre — mas ninguém no Chaika M sabe dizer em que semana.
0‑3 para o PSK Pervorechenskoe, e foi exatamente tão mau como o número sugere. Há derrotas que se discutem e derrotas pelas quais se pede desculpa; esta foi do segundo tipo.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Chaika M ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
“Fiz tudo o que me pediram nos treinos e ao sábado não mudou nada.” A queixa mais conhecida do futebol, e uma a que o Chaika M terá de responder com minutos ou com uma transferência.
Há tardes em que um guarda-redes é a defesa inteira. 18 defesas, várias do género que ninguém espera ver feitas, e dez jogadores de campo que lhe devem uma bebida.
15 jogos, nenhum golo e um centro de treinos que já tentou tudo. Vai acabar — as secas acabam sempre — mas ninguém no Chaika M sabe dizer em que semana.
Houve 21 defesas pelo meio e pelo menos três que não tinham nada que ser defesas. Os dez jogadores de campo devem-lhe um copo, e sabem-no.
Jogo21/11/2026
Não se vê o fim da espera do Chaika M por uma vitória
Já são 14 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Chaika M tem de arrancar um resultado de algum lado.
14 jogos sem golo. Os avançados deixam de levantar a cabeça, os médios dão o toque a mais, e cada remate que passa por cima é seguido de um lamento que se acumula desde o último golo.
Tem 20 anos e o estádio já canta o nome dele, coisa que acontece aos miúdos da terra e quase nunca aos reforços. Tudo a partir daqui se mede contra um carinho que não fez nada para merecer, a não ser ser daqui.
“Hoje não fomos suficientemente bons e não vou enfeitar isto.” Nil Sokolov depois do 0‑4, no tom de quem sabe qual é a pergunta seguinte e não tenciona responder-lhe.
Ninguém confirmará isto e nada mais explica as escolhas do último mês. Um erro caro compra a um jogador um período de suplência que dura sempre mais do que o erro.
19.º lugar para os anfitriões, uma viagem longa para a bancada visitante, e um jogo que vai parecer banal no papel até ao momento em que deixar de o ser.
As ocasiões aparecem e algo acontece entre criá-las e finalizá-las. Já vão 13 jogos, e a inquietação nas bancadas chega um pouco mais cedo a cada semana.
Dois ou mais sofridos em cada um dos últimos 13 jogos. Não é um erro a repetir-se, o que seria mais fácil de corrigir; é um diferente todas as semanas.
Defender era opcional e ninguém exerceu a opção. 8 golos entre o Chaika M e o Angusht, e nem um dos que pagaram bilhete vai pedir o dinheiro de volta.
O banco09/11/2026
A vista do banco
“Vamos analisar, vamos aprender com isto, e vamos outra vez.” As três frases que todos os treinadores guardam para uma derrota por 0‑8, ditas por Nil Sokolov a uma sala que já as tinha ouvido.
Há tardes em que um guarda-redes é a defesa inteira. 20 defesas, várias do género que ninguém espera ver feitas, e dez jogadores de campo que lhe devem uma bebida.
As ocasiões aparecem e algo acontece entre criá-las e finalizá-las. Já vão 12 jogos, e a inquietação nas bancadas chega um pouco mais cedo a cada semana.
Dois ou mais sofridos em cada um dos últimos 12 jogos. Não é um erro a repetir-se, o que seria mais fácil de corrigir; é um diferente todas as semanas.
0‑6 para o Nart, e foi exatamente tão mau como o número sugere. Há derrotas que se discutem e derrotas pelas quais se pede desculpa; esta foi do segundo tipo.
0 pontos e um calendário a esgotar-se. As contas ainda não são cruéis, mas já não são simpáticas.
Jogo31/10/2026
Ninguém conseguiu parar de marcar
6 golos. Os dois bancos passaram a segunda parte a olhar um para o outro mais do que para o relvado. Os puristas vão queixar-se do Chaika M e do Nart por igual; os restantes divertiram-se imenso.
A porta ficou fechada muito depois do apito final. O que ali se disse é com eles; se resultou, decide-se no sábado.
O banco02/11/2026
A vista do banco
“Vamos analisar, vamos aprender com isto, e vamos outra vez.” As três frases que todos os treinadores guardam para uma derrota por 0‑6, ditas por Nil Sokolov a uma sala que já as tinha ouvido.
Em resumo
O bancoVadim Gapeev pede uma conversa com o treinador
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 14 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
As ocasiões aparecem e algo acontece entre criá-las e finalizá-las. Já vão 11 jogos, e a inquietação nas bancadas chega um pouco mais cedo a cada semana.
Dois ou mais sofridos em cada um dos últimos 11 jogos. Não é um erro a repetir-se, o que seria mais fácil de corrigir; é um diferente todas as semanas.
Defender era opcional e ninguém exerceu a opção. 10 golos entre o Chaika M e o Astrakhan, e nem um dos que pagaram bilhete vai pedir o dinheiro de volta.
“Hoje não fomos suficientemente bons e não vou enfeitar isto.” Nil Sokolov depois do 0‑10, no tom de quem sabe qual é a pergunta seguinte e não tenciona responder-lhe.
Houve um erro e acabou lá dentro. Os defesas são julgados pela pior coisa que fizeram e não pelos oitenta e nove minutos à volta: é injusto e é também o ofício.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Ivan Ivanov, e o treinador deixou.
10 jogos, nenhum golo e um centro de treinos que já tentou tudo. Vai acabar — as secas acabam sempre — mas ninguém no Chaika M sabe dizer em que semana.
0‑5 para o Dinamo Stavropol, e foi exatamente tão mau como o número sugere. Há derrotas que se discutem e derrotas pelas quais se pede desculpa; esta foi do segundo tipo.
“Os adeptos têm todo o direito de estar zangados. Eu também estou. Vamos corrigir isto.” 0‑5, um treinador a dizer as coisas necessárias, e um balneário que ouviu outra versão delas.
Aos 20 anos conquistou um lugar em vez de o receber, e outro tem de arranjar alguma coisa para dizer sobre isso. O Chaika M tem uma decisão que se tomou sozinha.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Vadim Gapeev será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Chaika M as despedidas começaram em silêncio.
Aos 19 anos faz esta época coisas que não conseguia fazer na época passada, e fá-las todas as semanas. A forma vai e vem; isto já ficou tempo suficiente para se lhe chamar outra coisa.
Vadim Gapeev e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Há tardes em que um guarda-redes é a defesa inteira. 11 defesas, várias do género que ninguém espera ver feitas, e dez jogadores de campo que lhe devem uma bebida.
As ocasiões aparecem e algo acontece entre criá-las e finalizá-las. Já vão 9 jogos, e a inquietação nas bancadas chega um pouco mais cedo a cada semana.
Dois ou mais sofridos em cada um dos últimos 9 jogos. Não é um erro a repetir-se, o que seria mais fácil de corrigir; é um diferente todas as semanas.
Jogo03/10/2026
Ninguém conseguiu parar de marcar
9 golos. Os dois bancos passaram a segunda parte a olhar um para o outro mais do que para o relvado. Os puristas vão queixar-se do Chaika M e do Sochi 2 por igual; os restantes divertiram-se imenso.
Há tardes em que um guarda-redes é a defesa inteira. 20 defesas, várias do género que ninguém espera ver feitas, e dez jogadores de campo que lhe devem uma bebida.
0‑11 para o Rubin Yalta, e foi exatamente tão mau como o número sugere. Há derrotas que se discutem e derrotas pelas quais se pede desculpa; esta foi do segundo tipo.
As ocasiões aparecem e algo acontece entre criá-las e finalizá-las. Já vão 8 jogos, e a inquietação nas bancadas chega um pouco mais cedo a cada semana.
Defender era opcional e ninguém exerceu a opção. 11 golos entre o Chaika M e o Rubin Yalta, e nem um dos que pagaram bilhete vai pedir o dinheiro de volta.
“Hoje não fomos suficientemente bons e não vou enfeitar isto.” Nil Sokolov depois do 0‑11, no tom de quem sabe qual é a pergunta seguinte e não tenciona responder-lhe.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Ivan Sorochinskiy treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
0‑14 para o Sevastopol, e foi exatamente tão mau como o número sugere. Há derrotas que se discutem e derrotas pelas quais se pede desculpa; esta foi do segundo tipo.
7 jogos, nenhum golo e um centro de treinos que já tentou tudo. Vai acabar — as secas acabam sempre — mas ninguém no Chaika M sabe dizer em que semana.
7 jogos, dois ou mais sofridos em todos eles. Equipas que criam tanto podem viver com isso durante algum tempo. Ninguém vive com isso para sempre.
Jogo19/09/2026
Ninguém conseguiu parar de marcar
14 golos. Os dois bancos passaram a segunda parte a olhar um para o outro mais do que para o relvado. Os puristas vão queixar-se do Chaika M e do Sevastopol por igual; os restantes divertiram-se imenso.
Há tardes em que um guarda-redes é a defesa inteira. 31 defesas, várias do género que ninguém espera ver feitas, e dez jogadores de campo que lhe devem uma bebida.
6 jogos, nenhum golo e um centro de treinos que já tentou tudo. Vai acabar — as secas acabam sempre — mas ninguém no Chaika M sabe dizer em que semana.
Quando isto acontece nada se anuncia, e toda a gente sabe. É uma parte maior do plano do Chaika M do que era há um mês, e o centro de treinos percebeu-o antes de a ficha de jogo o dizer.
0‑50 para o Zarya Lugansk, e foi exatamente tão mau como o número sugere. Há derrotas que se discutem e derrotas pelas quais se pede desculpa; esta foi do segundo tipo.
5 jogos, nenhum golo e um centro de treinos que já tentou tudo. Vai acabar — as secas acabam sempre — mas ninguém no Chaika M sabe dizer em que semana.
4 jogos sem golo. Os avançados deixam de levantar a cabeça, os médios dão o toque a mais, e cada remate que passa por cima é seguido de um lamento que se acumula desde o último golo.
Derrota por 0‑93 com o Druzhba, e derrota em tudo o que conta. O inquérito começa no relvado de treino segunda-feira de manhã.
Jogo15/08/2026
Ninguém conseguiu parar de marcar
93 golos. Os dois bancos passaram a segunda parte a olhar um para o outro mais do que para o relvado. Os puristas vão queixar-se do Chaika M e do Druzhba por igual; os restantes divertiram-se imenso.
3 jogos sem golo. Os avançados deixam de levantar a cabeça, os médios dão o toque a mais, e cada remate que passa por cima é seguido de um lamento que se acumula desde o último golo.
Defender era opcional e ninguém exerceu a opção. 88 golos entre o Chaika M e o Rostov 2, e nem um dos que pagaram bilhete vai pedir o dinheiro de volta.
Um 0‑93 imposto pelo Dinamo Makhachkala 2 é o tipo de resultado que esvazia o estádio muito antes do apito final.
Jogo01/08/2026
Ninguém conseguiu parar de marcar
93 golos. Os dois bancos passaram a segunda parte a olhar um para o outro mais do que para o relvado. Os puristas vão queixar-se do Chaika M e do Dinamo Makhachkala 2 por igual; os restantes divertiram-se imenso.
“Hoje não fomos suficientemente bons e não vou enfeitar isto.” Nil Sokolov depois do 0‑93, no tom de quem sabe qual é a pergunta seguinte e não tenciona responder-lhe.