Kaiki esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Não dá grande título e é a razão por que os jogadores acreditam na promessa seguinte. O Como disse a Mattia Liberali que algo iria acontecer e aconteceu, o que nesta indústria já passa por notável.
O banco29/03/2027
Willy Kambwala tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Como dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Como sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Como, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Verba acordada, salário acordado, e o GIF Sundsvall à espera com uma camisola. No Como ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Román Herrera está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Os adeptos têm todo o direito de estar zangados. Eu também estou. Vamos corrigir isto.” 0‑5, um treinador a dizer as coisas necessárias, e um balneário que ouviu outra versão delas.
Se a responsabilidade foi do guarda-redes ou dos dez à frente dele é a discussão que vai encher as conversas da cidade esta semana. E 5 defesas não a resolvem para nenhum dos lados.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Mattia Liberali está nela.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Lucas Da Cunha. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
Já são 7 jogos sem perder. Uns foram conquistados, outros sobrevividos, mas está a formar-se um hábito — e hábitos são a coisa mais difícil de defrontar no futebol.
A perder, e batido em qualquer leitura honesta, até ao minuto 92. O Torino tinha os pontos no bolso e um canto do estádio ainda acreditava, que é geralmente quando acontece.
Emprestados15/03/2027
Os golos continuam a chegar do exílio de Nicolas Kühn
11 golos em 24 jogos no Borussia Mönchengladbach — números que viajam para casa mais depressa do que ele. No Como alguém atualiza uma folha de cálculo todas as segundas, e cada semana lê-se melhor.
Nikola Čavlina e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Román Herrera está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
5 reforços numa só janela. Cada um pode ser uma melhoria e a equipa pode ainda assim ser pior durante uns tempos, que é a parte de uma reconstrução de que os veredictos nunca falam.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Romaric Etonde, e o treinador deixou.
16 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Como perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Uma média de 7.40 na época, com 20 golos a sustentá-la. Os adversários começaram a planear jogos a pensar nele, que é o elogio mais sincero que o futebol faz.
Já são 6 jogos sem perder. Uns foram conquistados, outros sobrevividos, mas está a formar-se um hábito — e hábitos são a coisa mais difícil de defrontar no futebol.
«Dei tudo a isto, mas a minha família não está aqui — e eu também não, na verdade.» A um futebolista corrige-se a má fase. Disto nunca ninguém foi corrigido, e no Como sabem-no.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Moise Kean. 2‑1 sobre o Hellas Verona, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
Tem 22 anos e o estádio já canta o nome dele, coisa que acontece aos miúdos da terra e quase nunca aos reforços. Tudo a partir daqui se mede contra um carinho que não fez nada para merecer, a não ser ser daqui.
Em resumo
Notas dos jogadoresNoventa minutos de Moise Kean no seu melhor
23 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Como perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Mattia Liberali será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Como as despedidas começaram em silêncio.
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 6 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
A perder, e batido em qualquer leitura honesta, até ao minuto 92. O Sassuolo tinha os pontos no bolso e um canto do estádio ainda acreditava, que é geralmente quando acontece.
16 tentativas, nenhuma lá dentro. Esteve nos sítios certos a tarde toda, que é a parte difícil, e fez mal a parte fácil: com isso um treinador consegue viver.
33 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Como perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Como falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Uma média de 7.38 na época, com 19 golos a sustentá-la. Os adversários começaram a planear jogos a pensar nele, que é o elogio mais sincero que o futebol faz.
Os clubes tinham acordado e o jogador não. Uma nega, e pública: o River Plate fica com ele, e os adeptos daqui ficam a perguntar-se o que lhe terão dito sobre esta casa.
Joaquín Zappacosta esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
O painel dos descontos já estava levantado, a vitória já estava dada, e então o Atalanta marcou. Não há pior minuto para sofrer, e o estádio esvaziou-se no silêncio que se segue a um desses.
Dribles concretizados: 14. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Como vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Um defesa no marcador, coisa rara o suficiente para que toda a gente no estádio se lembre de quem marcou o canto. 1 para ele e uma nota de 7.88 para o resto.
6 golos. Os dois bancos passaram a segunda parte a olhar um para o outro mais do que para o relvado. Os puristas vão queixar-se do Como e do Cagliari por igual; os restantes divertiram-se imenso.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Moise Kean. 2‑0 sobre o Cremonese, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 37 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
25 jogos longe de casa e 20 golos de colheita. Cada um deles torna a conversa do próximo verão um pouco mais cara.
Plantel08/02/2027
Román Herrera consegue a transferência que sempre quis
Perguntam tantas vezes aos futebolistas pelo clube da infância que ninguém ouve a resposta. Román Herrera acabou de assinar pelo Como e, por uma vez, a resposta importava.
Uma média de 7.27 na época, com 14 golos a sustentá-la. Os adversários começaram a planear jogos a pensar nele, que é o elogio mais sincero que o futebol faz.
0‑9 para o Juventus, e foi exatamente tão mau como o número sugere. Há derrotas que se discutem e derrotas pelas quais se pede desculpa; esta foi do segundo tipo.
“Sei o que as pessoas vão dizer. Sei o que quero, e é aqui.” O Racing Genk tinha a verba acordada e a camisola pronta; não tinha o jogador, e agora não o vai ter.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Como ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
O Como perguntou e o Palermo disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
O prazo passou e o plantel é o plantel. Chegaram 3, saíram 6, e tudo o resto que se imprimiu sobre este clube no último mês foi um rumor que ficou rumor.
Os clubes tinham acordado e o jogador não. Uma nega, e pública: o SuperSport United fica com ele, e os adeptos daqui ficam a perguntar-se o que lhe terão dito sobre esta casa.
«Tenho ambições e gostava que o clube as partilhasse.» Ninguém pediu para sair nem foi mandado embora — mas um jogador escolhe essa frase com cuidado, e uma administração ouve-a exactamente como foi pensada.
O FC Nantes pagou $36.0M e o Como aceitou, o que é a história toda numa frase. A versão longa fala do orçamento salarial e vai ser contada a época inteira.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Moise Kean produziu-o, e o 8.88 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
O Como perguntou e o Mattersburg disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 6 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
As condições foram oferecidas e recusadas. Se foi o salário, a função ou a cidade, no River Plate ninguém diz, e no Como ninguém gosta de estar a adivinhar.
A série sem derrotas chega aos 6 jogos. Uns foram vitórias e outros fugas, mas uma equipa que se recusa a perder é uma equipa de que os outros balneários falam.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Como perdeu-o em tudo menos nos papéis.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Como podem fingir não ter ouvido.
Emprestados18/01/2027
Os golos continuam a chegar do exílio de Álvaro Morata
16 golos em 21 jogos no Leganés — números que viajam para casa mais depressa do que ele. No Como alguém atualiza uma folha de cálculo todas as segundas, e cada semana lê-se melhor.
O Como perguntou e o Gimnasia La Plata disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Verba acordada, salário acordado, e o Monaco à espera com uma camisola. No Como ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
O mais difícil de ter 21 anos numa equipa principal é que ninguém perdoa nada. Assane Diao não precisou: 8.05, e parecia o homem mais à vontade no relvado.
Os contabilistas vão chamar-lhe bom negócio e terão razão, o que não é o assunto de ninguém fora da administração. Nico Paz era uma das razões por que as pessoas vinham, e $65.6M não substitui isso sozinho.
3 vitórias seguidas mudam a forma como o adversário aquece: mais calado, mais olhares de esguelha. As séries acabam, toda a gente o sabe — mas neste balneário ninguém conta com isso.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Zenit fica com o seu homem, e o Como volta a uma lista com um nome riscado.
A proposta do Napoli por Nico Paz foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Todos os futebolistas têm uma resposta para a pergunta sobre o clube da infância, e a maioria nunca chega a agir sobre ela. Joaquín Zappacosta agiu, no Como, e o primeiro mês vai mostrar o que isso faz a um homem.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Cesena fica com o seu homem, e o Como volta a uma lista com um nome riscado.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Moise Kean. 2‑1 sobre o Pisa, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
1 para Lucas Da Cunha, avaliado com 7.92, e o nome de um central na parte da crónica a que normalmente só chega por engano. No balneário não o vão deixar esquecer durante um mês.
Nico Paz esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
6 jogos sem vencer é o tipo de série que muda a forma como uma cidade fala do seu clube, e o AS Roma foi a tarde em que parou. Um resultado não resolve nada, e um resultado faz tudo parecer diferente.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Nico Paz. 2‑1 sobre o AS Roma, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
As bancadas28/12/2026
Os adeptos do Como encontraram um ídolo em Nico Paz
Há um calor muito próprio que um estádio guarda para um jovem de 22 anos que sente como seu. Nico Paz tem-no agora, e tudo o que fizer no resto do tempo aqui será medido contra a boa vontade que lhe deram de graça.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Como coisas que levam mais de uma semana a retirar.
200 jogos com a camisola. Ninguém se propõe construir um registo assim; acontece a um certo tipo de jogador num certo tipo de clube, e esta cidade sabe o que tem.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
16 jogos no Leganés e os golos não param. No Como acompanham isto mais de perto do que o clube que o tem gostaria.
O banco21/12/2026
O veredicto do treinador
“Estou frustrado, sinceramente. Fizemos o suficiente para ganhar e não ganhámos.” Renato Orlando não o escondia depois do 0‑0, e no balneário do Como também ninguém o escondia.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Como coisas que levam mais de uma semana a retirar.
“Vejo todos os jogos do Como daqui. Isso diz tudo sobre onde está a minha cabeça.” O empréstimo no Athletic Bilbao segue o seu curso, mas o coração nunca fez a viagem.
Um ponto arrancado aos 94 minutos vale exatamente um ponto e consideravelmente mais do que isso para um balneário. Esta equipa não para, e essa reputação vale mais do que o resultado.
Acabou 2‑2, e de certa forma sempre pareceu que ia acabar assim. Uma daquelas tardes em que a tabela mexe menos do que os nervos.
O banco14/12/2026
O veredicto do treinador
“Estou frustrado, sinceramente. Fizemos o suficiente para ganhar e não ganhámos.” Renato Orlando não o escondia depois do 2‑2, e no balneário do Como também ninguém o escondia.
Em resumo
Emprestados8 golos por empréstimo para Nicolas Kühn
Dribles concretizados: 27. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Robert Sánchez, e o treinador deixou.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Como coisas que levam mais de uma semana a retirar.
O Inter chega como líder. Uma equipa no topo perde mais ou menos uma vez por mês, e o clube que o consegue ganha uma semana de que se lembra durante um ano.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Como sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
Emprestados30/11/2026
Os golos continuam a chegar do exílio de Nicolas Kühn
7 golos em 11 jogos no Borussia Mönchengladbach — números que viajam para casa mais depressa do que ele. No Como alguém atualiza uma folha de cálculo todas as segundas, e cada semana lê-se melhor.
O banco30/11/2026
Kaiki tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Como dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Noventa minutos de muito pouco e depois tudo de uma vez. O golo chegou aos 86, e o Napoli passou o resto do jogo a reclamar com o árbitro em vez de perseguir a bola.
Tem 22 anos e o estádio já canta o nome dele, coisa que acontece aos miúdos da terra e quase nunca aos reforços. Tudo a partir daqui se mede contra um carinho que não fez nada para merecer, a não ser ser daqui.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Nico Paz. 1‑0 sobre o Napoli, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
Jean Butez esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
“Merecemos. Pedi-lhes uma reação e tive-a, e agora quero o mesmo outra vez no sábado.” Renato Orlando sobre uma tarde de 1‑0 que lhe agradou mais do que estava disposto a mostrar.
Em resumo
As bancadasToda a gente tem uma opinião sobre Robert Sánchez
Não é uma queixa nem uma exigência: quer jogar futebol europeu, e deixou de o esconder. Se o Como lho pode dar é uma pergunta sobre o clube, não sobre ele.
Trevoh Chalobah esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Nikola Čavlina, e o treinador deixou.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Como sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
O banco16/11/2026
Romaric Etonde tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Como dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Uma conversa no gabinete do treinador, e um compromisso que saiu dela. Promessas assim são baratas de fazer e caras de quebrar, e Maxence Caqueret apontou a data.
Os jogos da taça esperam que alguém os agarre, e Romaric Etonde agarrou este contra o Arezzo. 2‑0 no fim, e no sorteio da próxima ronda está o nome do Como.
Notas dos jogadores09/11/2026
Romaric Etonde, 21 anos, joga como se cá estivesse há anos — 8.36
Um 8.36 significa uma coisa ao lado do nome de um jogador de vinte e nove anos e algo completamente diferente ao lado do de um de 21. Ninguém no estádio precisou que lhe explicassem.
«Tenho ambições e gostava que o clube as partilhasse.» Ninguém pediu para sair nem foi mandado embora — mas um jogador escolhe essa frase com cuidado, e uma administração ouve-a exactamente como foi pensada.
Aos 21 anos é cantado por pessoas com o dobro da idade, um carinho que um reforço demora anos a merecer e que um miúdo da casa recebe por aparecer. É também a coisa mais difícil de corresponder no futebol.
Todos os futebolistas têm uma resposta para a pergunta sobre o clube da infância, e a maioria nunca chega a agir sobre ela. Romaric Etonde agiu, no Como, e o primeiro mês vai mostrar o que isso faz a um homem.
Nico Paz esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Há um calor muito próprio que um estádio guarda para um jovem de 21 anos que sente como seu. Assane Diao tem-no agora, e tudo o que fizer no resto do tempo aqui será medido contra a boa vontade que lhe deram de graça.
Dribles concretizados: 26. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
Alasana Yirajang e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Aos 22 anos é cantado por pessoas com o dobro da idade, um carinho que um reforço demora anos a merecer e que um miúdo da casa recebe por aparecer. É também a coisa mais difícil de corresponder no futebol.
“O mérito é dos jogadores. Hoje o meu trabalho foi fácil.” Não foi, e toda a gente na sala o sabia; depois do 2‑0, Renato Orlando podia dar-se ao luxo de ser generoso.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Aos 22 anos faz esta época coisas que não conseguia fazer na época passada, e fá-las todas as semanas. A forma vai e vem; isto já ficou tempo suficiente para se lhe chamar outra coisa.
Dribles concretizados: 24. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
9 ações combinadas e 7.13. O trabalho dele aparece sob a forma de outros parecerem bons, e a única maneira fiável de o notar é ver o que acontece nas tardes em que ele falta.
Nikola Čavlina esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
“Hoje não fomos suficientemente bons e não vou enfeitar isto.” Renato Orlando depois do 0‑3, no tom de quem sabe qual é a pergunta seguinte e não tenciona responder-lhe.
Emprestados19/10/2026
Os golos continuam a chegar do exílio de Álvaro Morata
9 golos em 7 jogos no Leganés — números que viajam para casa mais depressa do que ele. No Como alguém atualiza uma folha de cálculo todas as segundas, e cada semana lê-se melhor.
Kaiki esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Um plantel reconstruído num único mercado paga-o numa moeda que ninguém orça. O futebol não é pior do que a soma dos jogadores: é pior do que a soma dos jogadores que já jogaram juntos.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Nico Paz. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
Uma conversa no gabinete do treinador, e um compromisso que saiu dela. Promessas assim são baratas de fazer e caras de quebrar, e Jean Butez apontou a data.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Nikola Čavlina treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
A língua chegou, o encolher de ombros foi-se, e discute nos treinos como um homem que conta estar cá para o ano. Nada disto aparece num valor de transferência, e tudo isto aparece no relvado.
O mais difícil de ter 21 anos numa equipa principal é que ninguém perdoa nada. Assane Diao não precisou: 8.59, e parecia o homem mais à vontade no relvado.
1 para Luis Milla, avaliado com 7.89, e o nome de um central na parte da crónica a que normalmente só chega por engano. No balneário não o vão deixar esquecer durante um mês.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Nico Paz. 3‑1 sobre o Cagliari, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
Aos 21 anos é cantado por pessoas com o dobro da idade, um carinho que um reforço demora anos a merecer e que um miúdo da casa recebe por aparecer. É também a coisa mais difícil de corresponder no futebol.
Notas dos jogadores05/10/2026
Nico Paz jogou uma tarde diferente da de toda a gente
8.73. Há exibições que um adepto descreve a quem não esteve lá e não consegue transmitir; esta foi uma, e o número também não ajuda.
Trevoh Chalobah e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Há um calor muito próprio que um estádio guarda para um jovem de 23 anos que sente como seu. Martin Baturina tem-no agora, e tudo o que fizer no resto do tempo aqui será medido contra a boa vontade que lhe deram de graça.
“O mérito é dos jogadores. Hoje o meu trabalho foi fácil.” Não foi, e toda a gente na sala o sabia; depois do 1‑0, Renato Orlando podia dar-se ao luxo de ser generoso.
Cada toque pesado, cada frase dissecada, cada erro repetido. Há jogadores que crescem com isso; há outros que acabam com isso, sem alarido; e só depois se sabe quais.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Assane Diao treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Trevoh Chalobah esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
A forma vai e vem; esta não foi. Adrian Lahdo tem 18 anos, e a versão que treina agora não teria entrado na equipa em que estava há um ano.
As bancadas21/09/2026
Os adeptos do Como encontraram um ídolo em Nico Paz
Há um calor muito próprio que um estádio guarda para um jovem de 22 anos que sente como seu. Nico Paz tem-no agora, e tudo o que fizer no resto do tempo aqui será medido contra a boa vontade que lhe deram de graça.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Moise Kean. 1‑0 sobre o Genoa, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
Recuperou e depois fez alguma coisa com isso, que são dois trabalhos e a razão de o marcador ter o aspeto que tem. 11 ações combinadas e uma nota de 6.88, e nenhuma delas entrará num resumo.
Dribles concretizados: 16. Cada vez que recebia, alguém tinha de decidir, e todas as vezes a decisão foi a errada.
O banco21/09/2026
A vista do banco
“Controlámos o jogo. Houve períodos de que não gostei e vamos vê-los, mas o grupo mostrou-me alguma coisa.” Renato Orlando, sobre uma vitória por 1‑0 que já ia a desmontar a caminho da sala de imprensa.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Como, e não vai ser retirado.
Não é uma fase — é um salto a sério, mantido durante meses. Aos 19 anos faz a este nível coisas que não fazia no início da época, e a equipa técnica dir-lhe-á exatamente quais.
Um plantel reconstruído num único mercado paga-o numa moeda que ninguém orça. O futebol não é pior do que a soma dos jogadores: é pior do que a soma dos jogadores que já jogaram juntos.
“Hoje não fomos suficientemente bons e não vou enfeitar isto.” Renato Orlando depois do 0‑3, no tom de quem sabe qual é a pergunta seguinte e não tenciona responder-lhe.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Como podem fingir não ter ouvido.
Direção07/09/2026
O Como fecha o mercado com um plantel feito por si
4 entradas e 8 saídas, e nenhuma mudança durante meses. O treinador tem o que tem, os adeptos têm a sua opinião sobre isso, e a tabela terá a última palavra.
Assane Diao esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Aos 22 anos passou um mês a ser melhor do que todos os da sua idade na liga, o que é diferente e mais difícil do que uma boa tarde. No Como vão esforçar-se muito por não fazer disto um caso.
Ersi Bode tem 20 anos, e o Como contratou-o pelo jogador que virá a ser, não pelo que já é. A equipa principal pode esperar; o sentido de um negócio destes são os anos que compra.
Um mês é longo o suficiente para ninguém entrar por acaso. Moise Kean está no melhor onze da divisão, o que é um elogio mais discreto do que um prémio e mais fiável.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Como sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
O Juventus pagou $19.3M e o Como aceitou, o que é a história toda numa frase. A versão longa fala do orçamento salarial e vai ser contada a época inteira.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Como perdeu-o em tudo menos nos papéis.
O Como perguntou e o Arezzo disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Notas dos jogadores31/08/2026
Moise Kean jogou uma tarde diferente da de toda a gente
9.89. Há exibições que um adepto descreve a quem não esteve lá e não consegue transmitir; esta foi uma, e o número também não ajuda.
O Cremonese pagou $9.8M e o Como aceitou, o que é a história toda numa frase. A versão longa fala do orçamento salarial e vai ser contada a época inteira.
O mais difícil de ter 21 anos numa equipa principal é que ninguém perdoa nada. Nico Paz não precisou: 8.70, e parecia o homem mais à vontade no relvado.
7.94, 1 na ficha e a comédia muito própria de um jogador da linha defensiva a festejar como quem faz isto todas as semanas. Não faz, e é exatamente por isso que o estádio reagiu como reagiu.
O Como perguntou e o Reggiana disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
O valor aprovado não chegava. A direção foi consultada de novo e subiu a sua própria proposta para $7.3M — um clube que quer Andrija Novaković ao ponto de perguntar duas vezes.
O Como ofereceu $750.0K; o Cremonese disse que nem perto. Ao treinador dirão que o dinheiro continua lá para o jogador certo, que é o que se diz aos treinadores.
Direção24/08/2026
1 jogadores da formação recebem número de equipa principal no Como
A manhã em que o percurso deixa de ser um folheto e passa a ser uma ficha de jogo. A maioria não estará cá daqui a três anos; todos já fizeram a parte difícil, que era chegar a hoje.
O Inter pagou $22.7M e o Como aceitou, o que é a história toda numa frase. A versão longa fala do orçamento salarial e vai ser contada a época inteira.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Como já se começa a dizer o nome dele no passado.
O Juventus pagou $14.3M e o Como aceitou, o que é a história toda numa frase. A versão longa fala do orçamento salarial e vai ser contada a época inteira.
A proposta do Juventus por Assane Diao foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Pisa fica com o seu homem, e o Como volta a uma lista com um nome riscado.
A proposta seguiu esta semana para o Reggiana, e a resposta é deles. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
$820.0K era o máximo que o clube pagaria, e o Sassuolo pedia mais. Negócios destes ressuscitam na última semana do mercado mais ou menos metade das vezes, e todos os envolvidos o sabem.
Perguntam tantas vezes aos futebolistas pelo clube da infância que ninguém ouve a resposta. Alasana Yirajang acabou de assinar pelo Como e, por uma vez, a resposta importava.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Nico Paz, e o treinador deixou.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Como já se começa a dizer o nome dele no passado.
O aperto de mão com o Slovan Bratislava está dado; o do jogador ainda não. Seguem-se as condições pessoais, e é nas condições pessoais que morrem mais negócios do que alguém imprime.
O Como foi ao Pisa com uma proposta, e os adeptos foram à internet com uma opinião sobre ela. Se alguma das duas muda alguma coisa, decide o clube vendedor.
A proposta do Spezia por Máximo Perrone foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
«Quero ganhar coisas e gostava de o fazer aqui.» Não se exigiu nada nem se ameaçou nada, mas uma direção como a de Como ouve uma frase destas exatamente como foi construída.
O valor aprovado não chegava. A direção foi consultada de novo e subiu a sua própria proposta para $860.0K — um clube que quer Filippo Romagna ao ponto de perguntar duas vezes.
A proposta do Espanyol por Nico Paz foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
«Tenho ambições e gostava que o clube as partilhasse.» Ninguém pediu para sair nem foi mandado embora — mas um jogador escolhe essa frase com cuidado, e uma administração ouve-a exactamente como foi pensada.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Luis Milla e o Como acertam mais 3 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Trevoh Chalobah e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Jean Butez estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Luis Milla assinar alguma coisa — um contrato no Como ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
Treina a sério, diz o que há a dizer e volta para um apartamento vazio. No Como ninguém fez nada de mal, e é justamente isso que torna tudo tão difícil de resolver.
Em resumo
As bancadasOs adeptos dizem o que pensam sobre Tasos Douvikas