Exames médicos, uma assinatura, uma camisola levantada à frente de um painel de patrocinadores. O Confiança fez a parte difícil com o São Paulo, e a parte que falta é a única que os adeptos veem.
Gabriel Soares esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
O Confiança ofereceu $12.0K; o Fluminense disse que nem perto. Ao treinador dirão que o dinheiro continua lá para o jogador certo, que é o que se diz aos treinadores.
Gustavo Hobold era o nome em todos os programas de rádio, e o clube foi buscá-lo por $14.0K. Durante uma semana a direção não faz nada de errado, e é uma semana que a maioria das direções nunca tem.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Mirassol fica com o seu homem, e o Confiança volta a uma lista com um nome riscado.
Plantel28/12/2026
8 caras novas e o Confiança ainda se está a conhecer
Um plantel reconstruído num único mercado paga-o numa moeda que ninguém orça. O futebol não é pior do que a soma dos jogadores: é pior do que a soma dos jogadores que já jogaram juntos.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Antônio e o Confiança acertam mais 4 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Tem 20 anos, e os relatórios dos observadores concordam na única linha que importa: o teto. Contratações assim são bilhetes de lotaria preenchidos por profissionais.
O valor aprovado não chegava. A direção foi consultada de novo e subiu a sua própria proposta para $15.0K — um clube que quer Daniel Bolt ao ponto de perguntar duas vezes.
Aos 22 anos faz esta época coisas que não conseguia fazer na época passada, e fá-las todas as semanas. A forma vai e vem; isto já ficou tempo suficiente para se lhe chamar outra coisa.
Bernardo e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
O Confiança foi ao Londrina com uma proposta, e os adeptos foram à internet com uma opinião sobre ela. Se alguma das duas muda alguma coisa, decide o clube vendedor.
O Confiança ofereceu $13.0K; o Sport Recife disse que nem perto. Ao treinador dirão que o dinheiro continua lá para o jogador certo, que é o que se diz aos treinadores.
Antônio era o nome em todos os programas de rádio, e o clube foi buscá-lo por $160.0K. Durante uma semana a direção não faz nada de errado, e é uma semana que a maioria das direções nunca tem.
Plantel21/12/2026
Palavras no treino do Confiança sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Luiz Henrique está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
A lesão mais comum do futebol e aquela de que mais se volta à pressa. O Confiança vai falar em 17 dias e vai ter cuidado, porque a segunda é sempre pior do que a primeira.
O Confiança e o Náutico acertaram em $160.0K. O resto pertence ao jogador e ao empresário, e um adepto que já viu uma destas sabe que ainda não é altura de comprar a camisola.
A proposta seguiu esta semana para o Sport Recife, e a resposta é deles. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Às direções dizem-lhes durante anos o que fazem mal e não ouvem nada nos dias em que acertam. Este é um desses dias: Vinícius Mingotti do Operário Ferroviário por $6.6M, e uma bilheteira a ter uma manhã excelente.
Plantel14/12/2026
Palavras no treino do Confiança sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Luiz Henrique está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Os clubes gastam fortunas à procura de jogadores e de vez em quando encontram um ao fundo do corredor. Lucas Carvalho é isso, e a receção na sua primeira aparição será de outra natureza que a de qualquer reforço.
Os clubes gastam fortunas à procura de jogadores e de vez em quando encontram um ao fundo do corredor. Éder Cunha é isso, e a receção na sua primeira aparição será de outra natureza que a de qualquer reforço.
Há um nível em que um futebolista deixa de ser posto à prova e passa apenas a ser contido, e ele chegou lá há algum tempo. No Confiança sabem-no, e também todos os que o veem.
O Confiança e o Operário Ferroviário acertaram em $6.6M. O resto pertence ao jogador e ao empresário, e um adepto que já viu uma destas sabe que ainda não é altura de comprar a camisola.
O Confiança perguntou e o Cruzeiro disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Neto Paraíba e o Confiança acertam mais 1 anos.
Bernardo esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Dribles concretizados: 28. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Neto Paraíba e o Confiança acertam mais 1 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Plantel30/11/2026
Luiz Henrique desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Um ponto é um ponto e fico com ele, mas devíamos ter levado os três.” Éder Figueiredo depois do empate por 1‑1, e a frase que todos os treinadores do país disseram a certa altura deste fim de semana.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Confiança coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel23/11/2026
Palavras no treino do Confiança sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Luiz Henrique está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Juninho, e o treinador deixou.
Plantel23/11/2026
No Confiança ainda são estranhos uns para os outros
13 reforços numa só janela. Cada um pode ser uma melhoria e a equipa pode ainda assim ser pior durante uns tempos, que é a parte de uma reconstrução de que os veredictos nunca falam.
O banco23/11/2026
A vista do banco
“Vamos analisar, vamos aprender com isto, e vamos outra vez.” As três frases que todos os treinadores guardam para uma derrota por 0‑2, ditas por Éder Figueiredo a uma sala que já as tinha ouvido.
A ficha de jogo di-lo em público todas as semanas até mudar. A única versão de ficar de fora que um futebolista não consegue contestar, e a que lhe custa mais.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Confiança coisas que levam mais de uma semana a retirar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Andrey Quintino, e o treinador deixou.
Não se vê o fim da espera do Confiança por uma vitória
Já são 8 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Confiança tem de arrancar um resultado de algum lado.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Confiança podem fingir não ter ouvido.
Plantel09/11/2026
Palavras no treino do Confiança sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Luiz Henrique está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Keven e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
A formação existe exatamente para esta manhã. Leonardo Farias passou por todos os escalões do clube e tem agora um número de equipa principal; os mais orgulhosos do edifício serão os que o treinaram aos doze anos.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Keven, e o treinador deixou.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Confiança, e não vai ser retirado.
1‑3 para o Náutico, e nenhuma queixa que valha a pena imprimir. A exibição não pediu mais do que aquilo que recebeu.
Plantel02/11/2026
Luiz Henrique desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Walter Cabrera e o Confiança acertam mais 1 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Todos os desenhos têm posições e este não tem a dele. O Confiança vai mudar o desenho, mudar-lhe a função ou mudar-lhe o clube, e ele está à espera de saber qual.
Perguntam tantas vezes aos futebolistas pelo clube da infância que ninguém ouve a resposta. Bruninho acabou de assinar pelo Confiança e, por uma vez, a resposta importava.
Bernardo e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
19 contratações em três meses. Cada uma pode ser uma melhoria e a equipa pode ser pior durante um tempo na mesma, que é a parte de uma reconstrução que nunca aparece nos balanços de mercado.
“Hoje não fomos suficientemente bons e não vou enfeitar isto.” Éder Figueiredo depois do 0‑1, no tom de quem sabe qual é a pergunta seguinte e não tenciona responder-lhe.
Não está a ser deixado de fora. Simplesmente não há, no sistema que o Confiança joga, sítio onde pôr um homem que faz o que ele faz, o que é mais difícil de ouvir do que qualquer ficha de jogo.
“Continuamos a reunir-nos, e continuamos a sair da sala com os mesmos números com que entrámos.” Mais uma ronda de conversas no Confiança, mais uma semana sem a assinatura de Gabriel Souza.
A ficha de jogo di-lo em público todas as semanas até mudar. A única versão de ficar de fora que um futebolista não consegue contestar, e a que lhe custa mais.
Um golo de defesa dá a vitória ao Confiança — 7.89
1 para Fabrício Bigode, avaliado com 7.89, e o nome de um central na parte da crónica a que normalmente só chega por engano. No balneário não o vão deixar esquecer durante um mês.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Confiança coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Toda a gente o viu antes de alguém o dizer. Aos 34 anos, os números dizem 3 pontos abaixo do que foi, e a pergunta para o Confiança é como lidar com um homem a quem deve muito.
O Ituano levou os pontos após um 1‑3 que será difícil de explicar nas bancadas.
Plantel19/10/2026
Palavras no treino do Confiança sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Luiz Henrique está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Celso Duarte, e o treinador deixou.
Luiz Henrique desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Não há verba, não há apresentação, não há empresário na escadaria. Henrique Neves está neste clube desde miúdo e faz agora parte, formalmente, do plantel principal — o que, para um leitor local, vale mais do que qualquer contratação.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Éder Munive e o Confiança acertam mais 2 anos.
Gabriel Soares esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
As ocasiões aparecem e algo acontece entre criá-las e finalizá-las. Já vão 3 jogos, e a inquietação nas bancadas chega um pouco mais cedo a cada semana.
Aos 36 anos, 3 pontos abaixo de onde esteve, e um corpo que começou a cobrar juros. Acontece a todos, e continua a ser o parágrafo mais difícil desta página.
Há uma versão de cada carreira em que o jogador acaba onde escolheu e não onde o escolheram. Hítalo está a viver essa versão no Confiança, e costuma notar-se no primeiro mês.
Plantel28/09/2026
Luiz Henrique desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Wanderson e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
«Há uma distância, e fingir que não há não ajuda ninguém.» Nenhuma das partes se mexeu, e o calendário trabalha para uma delas apenas.
O banco28/09/2026
O veredicto do treinador
“Estou frustrado, sinceramente. Fizemos o suficiente para ganhar e não ganhámos.” Éder Figueiredo não o escondia depois do 0‑0, e no balneário do Confiança também ninguém o escondia.
Noventa minutos, zero golos, e a discussão começou antes de o parque de estacionamento esvaziar: um ponto somado ou dois deitados fora contra o Brusque? Na quinta-feira ainda vai haver quem discuta.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Andrey Quintino está nela.
MercadoO Confiança faz compras onde não custa nada
8Edição
O Arauto de Confiança
21/09/2026
Do nosso correspondente de futebolCrise
Plantel21/09/2026
Uma transferência que Wanderson teria feito de graça
Há uma versão de cada carreira em que o jogador acaba onde escolheu e não onde o escolheram. Wanderson está a viver essa versão no Confiança, e costuma notar-se no primeiro mês.
Gabriel Soares e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
O Guarani levou os pontos após um 0‑2 que será difícil de explicar nas bancadas.
Plantel21/09/2026
No Confiança ainda são estranhos uns para os outros
11 reforços numa só janela. Cada um pode ser uma melhoria e a equipa pode ainda assim ser pior durante uns tempos, que é a parte de uma reconstrução de que os veredictos nunca falam.
“Hoje não fomos suficientemente bons e não vou enfeitar isto.” Éder Figueiredo depois do 0‑2, no tom de quem sabe qual é a pergunta seguinte e não tenciona responder-lhe.
Não está a ser deixado de fora. Simplesmente não há, no sistema que o Confiança joga, sítio onde pôr um homem que faz o que ele faz, o que é mais difícil de ouvir do que qualquer ficha de jogo.
Culpa de ninguém e inteiramente sua: um golo que entra na ficha com o seu nome sem que nada nele fosse intencional. O Confiança merecia melhor, e ele também.
“Continuamos a reunir-nos, e continuamos a sair da sala com os mesmos números com que entrámos.” Mais uma ronda de conversas no Confiança, mais uma semana sem a assinatura de Erick Daniel.
Os centrais têm licença para subir duas vezes por época e são julgados pelo que fazem quando lá chegam. Fabrício Bigode marcou, foi avaliado com 7.91 e voltou antes de alguém dar pela falta.
Tem 16 anos e o estádio já canta o nome dele, coisa que acontece aos miúdos da terra e quase nunca aos reforços. Tudo a partir daqui se mede contra um carinho que não fez nada para merecer, a não ser ser daqui.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Fabrício Bigode. 2‑0 sobre o Tombense, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
Os clubes gastam fortunas à procura de jogadores e de vez em quando encontram um ao fundo do corredor. Diego Costa é isso, e a receção na sua primeira aparição será de outra natureza que a de qualquer reforço.
Todos os plantéis têm um jogo destes para alguém, todas as épocas. Este é o de Fabrício Bigode: o clube que o conheceu primeiro, os adeptos que vão decidir no primeiro minuto se aplaudem, e o Confiança a precisar que ele jogue como se nada disso importasse.
Festejou como quem andava com aquilo às costas há meses, porque andava. Confiança têm o reforço desbloqueado e uma pergunta a menos em cada conferência.
17 dias de fora para Luiz Henrique depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Confiança vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
25 dias de fora para Luiz Henrique depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Confiança vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Um defesa no marcador, coisa rara o suficiente para que toda a gente no estádio se lembre de quem marcou o canto. 1 para ele e uma nota de 7.80 para o resto.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Confiança coisas que levam mais de uma semana a retirar.
“Hoje não fomos suficientemente bons e não vou enfeitar isto.” Éder Figueiredo depois do 1‑3, no tom de quem sabe qual é a pergunta seguinte e não tenciona responder-lhe.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para João Fernandes, e o treinador deixou.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Noventa minutos concretos pediam outro tipo de jogador, e o treinador escolheu um. Não está em má forma e não está na equipa, e as duas coisas são verdade.
Em resumo
Notas dos jogadoresAndrei passa por eles um de cada vez
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Confiança falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Dribles concretizados: 25. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
Gabriel Soares e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
A perder, e batido em qualquer leitura honesta, até ao minuto 86. O Maringá tinha os pontos no bolso e um canto do estádio ainda acreditava, que é geralmente quando acontece.
Não está a ser deixado de fora. Simplesmente não há, no sistema que o Confiança joga, sítio onde pôr um homem que faz o que ele faz, o que é mais difícil de ouvir do que qualquer ficha de jogo.
1‑4 frente ao Cianorte, e a estrada acaba aqui. As eliminações da taça são mortes rápidas — sem segunda mão, sem próxima semana, só o campeonato daqui até maio.
1-4, e muito antes do fim a bancada visitante tinha passado do incentivo para algo bastante mais afiado. Ninguém liga para um programa de rádio por perder por pouco.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Neto Paraíba e o Confiança acertam mais 1 anos.
Plantel17/08/2026
Luiz Henrique desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
O América Mineiro vai continuar a utilizá-lo até junho e não receberá nada por ele depois. Jhonatan Lima pré-acordou a mudança para o Confiança, e os únicos que perdem nesse arranjo são os que deixaram o contrato correr.
Dribles concretizados: 29. Pelo minuto setenta aparece no rosto de um lateral um desespero muito próprio, e ali estava ele.
As bancadas10/08/2026
As bancadas já chegaram ao limite
«Andamos atrás de vocês por todo o lado e recebemos isto.» 7 dos 16 jogadores do plantel principal ouviram-no ao sair, e quem não ouviu é porque não jogou.
A papelada fica pronta muito antes do jogador. Léo Agostinho acertou vir quando o contrato atual terminar, o que significa que o Confiança substituiu um orçamento de verão por um telefonema.
A formação existe exatamente para esta manhã. Carlos Borges passou por todos os escalões do clube e tem agora um número de equipa principal; os mais orgulhosos do edifício serão os que o treinaram aos doze anos.
Não há verba, não há apresentação, não há empresário na escadaria. Carlos Pacheco está neste clube desde miúdo e faz agora parte, formalmente, do plantel principal — o que, para um leitor local, vale mais do que qualquer contratação.
Dribles concretizados: 14. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
Uma decisão que não decide nada em campo e decide tudo no balneário. O treinador disse, sem o dizer, que voz quer que se ouça quando a dele não está lá.
Contrato liquidado, apertos de mão, nenhuma verba a mudar de mãos. Bruno Silva deixa o Confiança pela porta discreta, e a folha salarial respira um pouco melhor.
Contrato liquidado, apertos de mão, nenhuma verba a mudar de mãos. Weriton deixa o Confiança pela porta discreta, e a folha salarial respira um pouco melhor.
Contrato liquidado, apertos de mão, nenhuma verba a mudar de mãos. Rafael Pascoal deixa o Confiança pela porta discreta, e a folha salarial respira um pouco melhor.
Contrato liquidado, apertos de mão, nenhuma verba a mudar de mãos. Eduardo deixa o Confiança pela porta discreta, e a folha salarial respira um pouco melhor.