«Aqui ninguém está acima de levar um raspanete.» Não se disse nenhum nome, mas o balneário sabe contar, e quem estava a ouvir também.
Plantel29/03/2027
Jeremy Márquez desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Ariel Castro esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Ninguém no Cruz Azul dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Agustín Palavecino. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
Segue-se o Monterrey, e há um homem no balneário do Cruz Azul que conhece o centro de treinos deles melhor do que o seu. A receção vai dizer-lhe o que pensavam dele.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Jeremy Márquez estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
“Não é o fim do mundo e não chega. As duas coisas são verdade.” O treinador, depois de um empate por 0‑0, disse a coisa honesta e foi dizê-la outra vez lá dentro.
Derrota por 0‑1, e justa. O treinador foi curto nas palavras no final, o que provavelmente foi sensato.
O banco15/03/2027
A vista do banco
“Vamos analisar, vamos aprender com isto, e vamos outra vez.” As três frases que todos os treinadores guardam para uma derrota por 0‑1, ditas por Jorge Romo a uma sala que já as tinha ouvido.
Emiliano Castañeda e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Os clubes prometem constantemente e o jornal costuma só saber quando falham. Esta foi cumprida, e o balneário notou-o mais depressa do que qualquer adepto.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Carlos Rodríguez está nela.
Segue-se a equipa do topo da tabela, e a medida honesta de onde esta equipa realmente está. Qualquer um ganha ao clube que tem abaixo; a pergunta é o que acontece contra o Pumas UNAM.
Ninguém o confirma e as fichas de jogo confirmam-no todas as semanas. Um erro comprou-lhe um período como segunda opção que já é mais longo do que o erro merecia.
Um amarelo de que ninguém precisava, numa noite em que o jogo já estava ganho. Cruz Azul perdem um jogador pelo motivo mais evitável que existe.
Plantel15/03/2027
Palavras no treino do Cruz Azul sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Víctor Tabaoda está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Cruz Azul ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Dribles concretizados: 22. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
Emi Ochoa esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Quatro ou cinco jornadas de regularidade, medidas contra todos os da divisão que fazem o seu trabalho. Carlos Rodríguez sai dessa comparação dentro da equipa, e o Cruz Azul beneficiou de cada uma dessas tardes.
O banco08/03/2027
Gonzalo Piovi tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Cruz Azul dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
“Um ponto é um ponto e fico com ele, mas devíamos ter levado os três.” Jorge Romo depois do empate por 0‑0, e a frase que todos os treinadores do país disseram a certa altura deste fim de semana.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Cruz Azul coisas que levam mais de uma semana a retirar.
«Agradeço os jogos, mas não me fiz futebolista para ser a peça sobresselente de alguém.» Quer estar em Cruz Azul, e 18 jogos em 28 dizem que merece ser ouvido.
«Foram honestos comigo, e prefiro saber.» Jeremy Márquez foi informado de que não entra nos planos do treinador do Cruz Azul.
O banco01/03/2027
O veredicto do treinador
“Não me vou entusiasmar, e também não os deixo entusiasmar a eles. Foi um bom dia. Virão outros mais difíceis.” Jorge Romo foi breve depois da vitória por 1‑0, que é o que os treinadores fazem quando estão contentes.
Ninguém no Cruz Azul dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
É a ambição mais legítima do desporto e a mais difícil de satisfazer para a maioria dos clubes. Carlos Rodríguez quer futebol continental; se o Cruz Azul o consegue oferecer é uma pergunta sobre as próximas duas épocas, não sobre ele.
Dribles concretizados: 20. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Andrés Gudiño, e o treinador deixou.
Emi Ochoa e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Cruz Azul coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Atlas fica com o seu homem, e o Cruz Azul volta a uma lista com um nome riscado.
“Merecemos. Pedi-lhes uma reação e tive-a, e agora quero o mesmo outra vez no sábado.” Jorge Romo sobre uma tarde de 1‑0 que lhe agradou mais do que estava disposto a mostrar.
Ninguém no Cruz Azul dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Ninguém o confirma e as fichas de jogo confirmam-no todas as semanas. Um erro comprou-lhe um período como segunda opção que já é mais longo do que o erro merecia.
5 jogos, nenhum golo e um centro de treinos que já tentou tudo. Vai acabar — as secas acabam sempre — mas ninguém no Cruz Azul sabe dizer em que semana.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Cruz Azul ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
É a ambição mais legítima do desporto e a mais difícil de satisfazer para a maioria dos clubes. Agustín Palavecino quer futebol continental; se o Cruz Azul o consegue oferecer é uma pergunta sobre as próximas duas épocas, não sobre ele.
As condições foram oferecidas e recusadas. Se foi o salário, a função ou a cidade, no Santos Laguna ninguém diz, e no Cruz Azul ninguém gosta de estar a adivinhar.
O Cruz Azul perguntou e o Toluca disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
O AS Roma pagou $10.4M e o Cruz Azul aceitou, o que é a história toda numa frase. A versão longa fala do orçamento salarial e vai ser contada a época inteira.
Jogo30/01/2027
O Cruz Azul torna a sua casa um sítio difícil de visitar
13 sem derrota no seu relvado. O campo não mudou; a bancada sim — mais barulhenta mais cedo e mais rápida a perceber quando o adversário preferia estar noutro lado.
Omar Campos foi-se, as contas têm $10.4M a mais, e os adeptos ficaram com a sensação de que também lhes venderam alguma coisa. Um bom negócio e uma boa decisão nem sempre são a mesma coisa.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Cruz Azul, e não vai ser retirado.
Direção01/02/2027
O prazo passa com 3 contratações e 3 saídas
Está feito o negócio no Cruz Azul até o mercado voltar a abrir. Se chegou, responde-se aos sábados e não numa coluna, e o primeiro sábado está perto.
A proposta do Puebla por Emi Ochoa foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
«Tenho ambições e gostava que o clube as partilhasse.» Ninguém pediu para sair nem foi mandado embora — mas um jogador escolhe essa frase com cuidado, e uma administração ouve-a exactamente como foi pensada.
Tudo acordado com o Santos Laguna, tudo acordado com o jogador; só falta convencer um médico. A fotografia está a um dia ou dois.
Jogo30/01/2027
Não se vê o fim da espera do Cruz Azul por uma vitória
Já são 4 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Cruz Azul tem de arrancar um resultado de algum lado.
A proposta do Pumas UNAM por Jorge Rodarte foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
3 jogos sem golo. Os avançados deixam de levantar a cabeça, os médios dão o toque a mais, e cada remate que passa por cima é seguido de um lamento que se acumula desde o último golo.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Club America fica com o seu homem, e o Cruz Azul volta a uma lista com um nome riscado.
200 jogos com a camisola. Ninguém se propõe construir um registo assim; acontece a um certo tipo de jogador num certo tipo de clube, e esta cidade sabe o que tem.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Cruz Azul coisas que levam mais de uma semana a retirar.
O banco25/01/2027
O veredicto do treinador
“A culpa é minha. Sou eu que escolho a equipa e escolhi mal.” Os treinadores dizem isto quando o sentem e quando precisam que se veja que o dizem, e depois do 0‑1 Jorge Romo saiu da sala antes que alguém pudesse perguntar qual dos dois casos era.
Verba acordada, salário acordado, e o Puebla à espera com uma camisola. No Cruz Azul ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
12 jogos sem perder em casa. As equipas visitantes chegam já a falar do ambiente, o que costuma ser sinal de que perderam meio jogo antes do pontapé de saída.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
O banco18/01/2027
O veredicto do treinador
“Estou frustrado, sinceramente. Fizemos o suficiente para ganhar e não ganhámos.” Jorge Romo não o escondia depois do 0‑0, e no balneário do Cruz Azul também ninguém o escondia.
Dribles concretizados: 31. Havia sempre um defesa à frente dele, e nunca houve um defesa à frente dele por muito tempo.
Mercado11/01/2027
Tão perto: a transferência de José Paradela morre em cima da hora
O valor estava acertado e o voo já tinha sido visto — e então o telefone deixou de tocar. O Fluminense seguiu em frente, José Paradela apresenta-se de volta no Cruz Azul, e todos fingem que segunda-feira é só uma segunda-feira.
Os centrais têm licença para subir duas vezes por época e são julgados pelo que fazem quando lá chegam. Jesús Orozco Chiquete marcou, foi avaliado com 7.78 e voltou antes de alguém dar pela falta.
A proposta ficou longe e foi recusada quase sem discussão. Se a segunda for recusada com a mesma rapidez já é outra conversa.
Jogo09/01/2027
O Cruz Azul torna a sua casa um sítio difícil de visitar
11 sem derrota no seu relvado. O campo não mudou; a bancada sim — mais barulhenta mais cedo e mais rápida a perceber quando o adversário preferia estar noutro lado.
Tem 22 anos e o estádio já canta o nome dele, coisa que acontece aos miúdos da terra e quase nunca aos reforços. Tudo a partir daqui se mede contra um carinho que não fez nada para merecer, a não ser ser daqui.
Dribles concretizados: 32. Cada vez que recebia, alguém tinha de decidir, e todas as vezes a decisão foi a errada.
Jogo02/01/2027
Nicolás Ibáñez ganha-o quando o apito já devia ter soado
Minuto 92. Nicolás Ibáñez encontrou a finalização num tempo que só existia por causa das paragens anteriores, e o Morelia passou do ponto ao nada num só movimento.
Um prémio individual é coisa estranha num desporto de equipa, e os melhores não se discutem. Teve o tipo de ano que acaba com o seu nome lido em voz alta, e o Cruz Azul beneficiou disso.
10 jogos sem perder em casa. As equipas visitantes chegam já a falar do ambiente, o que costuma ser sinal de que perderam meio jogo antes do pontapé de saída.
Toda a gente deixou de fingir: o Fluminense vai fazer a chamada por José Paradela esta semana. O Cruz Azul tem um número em mente, e o número não é tímido.
Gabriel Fernández e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Em resumo
Alvos de mercadoPorta fechada: Luis Romo fica onde está
16 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Cruz Azul perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Não é uma queixa nem uma exigência: quer jogar futebol europeu, e deixou de o esconder. Se o Cruz Azul lho pode dar é uma pergunta sobre o clube, não sobre ele.
Agustín Palavecino esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Dribles concretizados: 16. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Jorge Rodarte, e o treinador deixou.
Disseram uma coisa a Jorge Rodarte e depois aconteceu. Neste meio, isso passa por notável, e o balneário reparou mais depressa do que qualquer adepto podia.
Em resumo
PlantelUma zanga por causa do esforço no Cruz Azul
24 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Cruz Azul perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
9 jogos sem perder em casa. As equipas visitantes chegam já a falar do ambiente, o que costuma ser sinal de que perderam meio jogo antes do pontapé de saída.
Há uma impotência muito própria em sofrer 2 vezes antes do minuto vinte. O Puebla tentou reorganizar-se, o Cruz Azul não deixou, e o resultado estava escrito muito antes de ser confirmado.
Minuto 91. Gabriel Fernández encontrou a finalização num tempo que só existia por causa das paragens anteriores, e o Tijuana passou do ponto ao nada num só movimento.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Cruz Azul coisas que levam mais de uma semana a retirar.
O banco14/12/2026
A vista do banco
“Controlámos o jogo. Houve períodos de que não gostei e vamos vê-los, mas o grupo mostrou-me alguma coisa.” Jorge Romo, sobre uma vitória por 1‑0 que já ia a desmontar a caminho da sala de imprensa.
Em resumo
O bancoO treinador ainda não acabou de esquecer o erro de Christian Ebere
MercadoAmaury Morales está livre para procurar outro sítio
Ariel Castro esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Um mês é longo o suficiente para ninguém entrar por acaso. Karol Velázquez está no melhor onze da divisão, o que é um elogio mais discreto do que um prémio e mais fiável.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Andrés Gudiño está nela.
Dribles concretizados: 14. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
“Há coisas de que gostei e coisas que vamos repetir na terça-feira até saírem bem.” 0‑0, e um treinador que já tinha decidido como seria a terça-feira.
Nem contrato novo nem número novo: um lugar novo na cabeça do treinador, que é a única promoção no futebol que conta de verdade. Jesús Orozco Chiquete subiu nela.
Plantel07/12/2026
Palavras no treino do Cruz Azul sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Víctor Tabaoda está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de José Paradela. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
As bancadas esperaram por um golo que nunca chegou. O Club America defendeu com muita gente e levou aquilo que veio buscar, e as duas equipas podiam ainda estar a jogar sem incomodar o marcador.
Posição 3, 31 pontos, e o resultado que todos procuram primeiro agora é o deles. A palavra continua a não se dizer à volta do estádio — e é assim que se sabe que todos a pensam.
A versão geral desta queixa é que um jogador quer mais. A versão concreta dá-lhe nome: quer entrar sob os holofotes contra clubes de outros países, e deixou de fingir o contrário.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Cruz Azul coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Jogo28/11/2026
O Cruz Azul torna a sua casa um sítio difícil de visitar
8 sem derrota no seu relvado. O campo não mudou; a bancada sim — mais barulhenta mais cedo e mais rápida a perceber quando o adversário preferia estar noutro lado.
“Tentei. Tentei mesmo, e todos os dias acordo no sítio errado.” No Cruz Azul ninguém consegue treinar isso para fora de um homem, e ninguém lá finge que consegue.
Nada na semana que aí vem é normal. O Club America no sábado, uma cidade que já começou a falar disso, e um balneário a quem não é preciso explicar o que significa.
Dribles concretizados: 15. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
Gabriel Fernández esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
3 jogos, nenhum golo e um centro de treinos que já tentou tudo. Vai acabar — as secas acabam sempre — mas ninguém no Cruz Azul sabe dizer em que semana.
“Os adeptos têm todo o direito de estar zangados. Eu também estou. Vamos corrigir isto.” 0‑1, um treinador a dizer as coisas necessárias, e um balneário que ouviu outra versão delas.
Gabriel Fernández e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Duas equipas do topo da tabela, uma tarde, e um mês de conversa decidido em noventa minutos. O Cruz Azul não vai usar a palavra título esta semana e não vai deixar de a pensar.
Ninguém o confirma e as fichas de jogo confirmam-no todas as semanas. Um erro comprou-lhe um período como segunda opção que já é mais longo do que o erro merecia.
Plantel16/11/2026
Víctor Tabaoda desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Agustín Palavecino assinar alguma coisa — um contrato no Cruz Azul ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
Já são 9 jogos sem perder. Uns foram conquistados, outros sobrevividos, mas está a formar-se um hábito — e hábitos são a coisa mais difícil de defrontar no futebol.
Ninguém confirmará isto e nada mais explica as escolhas do último mês. Um erro caro compra a um jogador um período de suplência que dura sempre mais do que o erro.
O banco09/11/2026
A vista do banco
“Não perdemos. Há semanas em que é só isso que se consegue, e prefiro ter o ponto a não o ter.” Jorge Romo escolheu a versão do copo meio cheio do 0‑0; os adeptos saíram com a outra.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Víctor Tabaoda estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de José Paradela. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
Em resumo
JogoPonto ganho ou dois perdidos para o Cruz Azul?
Vitória por 2‑1 sobre o Tijuana, um lugar na ronda seguinte e a aritmética silenciosa que todos os adeptos fazem a caminho de casa: quantos faltam até uma final?
Não há forma mais cruel de perder um jogo. O Cruz Azul marcou aos 115, o pontapé de saída mal chegou a acontecer, e a bancada visitante ainda estava de pé quando soou o apito.
O mais difícil de ter 21 anos numa equipa principal é que ninguém perdoa nada. Luka Romero não precisou: 7.88, e parecia o homem mais à vontade no relvado.
«Quero ganhar coisas e gostava de o fazer aqui.» Não se exigiu nada nem se ameaçou nada, mas uma direção como a de Cruz Azul ouve uma frase destas exatamente como foi construída.
Há um calor muito próprio que um estádio guarda para um jovem de 21 anos que sente como seu. Cristopher Benítez tem-no agora, e tudo o que fizer no resto do tempo aqui será medido contra a boa vontade que lhe deram de graça.
Dribles concretizados: 19. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
Posição 2, 26 pontos, e o resultado que todos procuram primeiro agora é o deles. A palavra continua a não se dizer à volta do estádio — e é assim que se sabe que todos a pensam.
«Dei tudo aqui e preciso de um desafio novo.» O pedido é formal, e a relação nunca mais vai ser exatamente a mesma.
Jogo24/10/2026
Ninguém quer jogar contra o Cruz Azul neste momento
4 vitórias seguidas mudam a forma como o adversário aquece: mais calado, mais olhares de esguelha. As séries acabam, toda a gente o sabe — mas neste balneário ninguém conta com isso.
100 jogos com esta camisola, através de treinadores, descidas e tudo o resto. Uma entrega assim está a desaparecer do futebol, e a bancada sabe o que está a ver.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Jeremy Márquez, e o treinador deixou.
Ninguém quer jogar contra o Cruz Azul neste momento
3 vitórias seguidas mudam a forma como o adversário aquece: mais calado, mais olhares de esguelha. As séries acabam, toda a gente o sabe — mas neste balneário ninguém conta com isso.
Dribles concretizados: 21. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
Tem 21 anos e o estádio já canta o nome dele, coisa que acontece aos miúdos da terra e quase nunca aos reforços. Tudo a partir daqui se mede contra um carinho que não fez nada para merecer, a não ser ser daqui.
Emiliano Castañeda esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
“Merecemos. Pedi-lhes uma reação e tive-a, e agora quero o mesmo outra vez no sábado.” Jorge Romo sobre uma tarde de 1‑0 que lhe agradou mais do que estava disposto a mostrar.
Plantel19/10/2026
Víctor Tabaoda desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Aqui não há queixa possível e todos os envolvidos sabem, o que não encurta o caminho até ao banco. A forma é a única moeda do futebol sobre a qual não se pode pedir emprestado.
Gabriel Fernández e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Emi Ochoa, e o treinador deixou.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Agustín Palavecino. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
Nada por escrito e nada em público: uma palavra sobre minutos, dada cara a cara no Cruz Azul. As fichas de jogo do próximo mês dirão se valia a pena tê-la.
12.º lugar para os anfitriões, uma viagem longa para a bancada visitante, e um jogo que vai parecer banal no papel até ao momento em que deixar de o ser.
Em resumo
PlantelOs selecionadores não conseguiram deixar José Paradela de fora
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Cruz Azul coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Dribles concretizados: 19. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
«Dei tudo a isto, mas a minha família não está aqui — e eu também não, na verdade.» A um futebolista corrige-se a má fase. Disto nunca ninguém foi corrigido, e no Cruz Azul sabem-no.
Um mês é longo o suficiente para ninguém entrar por acaso. Willer Ditta está no melhor onze da divisão, o que é um elogio mais discreto do que um prémio e mais fiável.
“O mérito é dos jogadores. Hoje o meu trabalho foi fácil.” Não foi, e toda a gente na sala o sabia; depois do 3‑1, Jorge Romo podia dar-se ao luxo de ser generoso.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. José Paradela produziu-o, e o 8.29 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Cruz Azul podem fingir não ter ouvido.
A versão geral desta queixa é que um jogador quer mais. A versão concreta dá-lhe nome: quer entrar sob os holofotes contra clubes de outros países, e deixou de fingir o contrário.
Gabriel Fernández esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
“Merecemos. Pedi-lhes uma reação e tive-a, e agora quero o mesmo outra vez no sábado.” Jorge Romo sobre uma tarde de 3‑0 que lhe agradou mais do que estava disposto a mostrar.
14 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Cruz Azul perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
José Paradela e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
As ocasiões aparecem e algo acontece entre criá-las e finalizá-las. Já vão 3 jogos, e a inquietação nas bancadas chega um pouco mais cedo a cada semana.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Jeremy Márquez, e o treinador deixou.
O banco21/09/2026
O veredicto do treinador
“Estou frustrado, sinceramente. Fizemos o suficiente para ganhar e não ganhámos.” Jorge Romo não o escondia depois do 0‑0, e no balneário do Cruz Azul também ninguém o escondia.
A lista é um documento discreto com um significado ruidoso. Omar Campos pode falar com quem perguntar, e no clube toda a gente sabe o que isso quer dizer.
Gonzalo Piovi fez a conta e não gosta do resultado. Nada corrói um grupo mais depressa, e nenhum clube resolveu isto explicando a um futebolista a estrutura salarial.
21 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Cruz Azul perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Não é uma fase — é um salto a sério, mantido durante meses. Aos 20 anos faz a este nível coisas que não fazia no início da época, e a equipa técnica dir-lhe-á exatamente quais.
O Cruz Azul perguntou e o Tijuana disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Andrés Montaño e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Avaliado com 7.09. Pergunte a qualquer pessoa à saída do estádio o que decidiu aquilo e receberá um nome, que é o único prémio que alguma vez contou a sério.
“Há coisas de que gostei e coisas que vamos repetir na terça-feira até saírem bem.” 0‑0, e um treinador que já tinha decidido como seria a terça-feira.
Nicolás Ramírez lesiona os ligamentos do joelho — 28 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 28 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
«Dei tudo aqui e preciso de um desafio novo.» O pedido é formal, e a relação nunca mais vai ser exatamente a mesma.
Direção07/09/2026
O Cruz Azul fecha o mercado com um plantel feito por si
12 entradas e 6 saídas, e nenhuma mudança durante meses. O treinador tem o que tem, os adeptos têm a sua opinião sobre isso, e a tabela terá a última palavra.
A proposta do Pumas UNAM por Luka Romero foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O FC Copenhagen fica com o seu homem, e o Cruz Azul volta a uma lista com um nome riscado.
Ninguém faz um documentário sobre um isquiotibial e toda a gente nisto o teme. No Cruz Azul vão ter cuidado com a data de regresso, porque a segunda é sempre pior do que a primeira.
Alejandro González e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Perguntou pelo seu futuro e recebeu uma resposta com minutos lá dentro. O treinador fez uma promessa num edifício onde as promessas não se esquecem, e o relógio já começou a contar.
MercadoJeyson Durán colocado na lista de transferências
AntevisãoConforto de casa à vista para o Cruz Azul
5Edição
A Gazeta de Cruz Azul
31/08/2026
Do nosso correspondente de futebolOtimismo
Plantel31/08/2026
Nicolás Ramírez lesiona os ligamentos do joelho — 38 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 38 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Cruz Azul podem fingir não ter ouvido.
100 vezes com estas cores, com qualquer tempo e sob quatro ou cinco treinadores diferentes. Este tipo de serviço está a desaparecer do futebol sem fazer barulho.
Todas as séries acabam numa tarde que alguém tinha dado como rotina. Esta durou 4 jogos, o suficiente para uma cidade ter deixado de contar, e pouco o suficiente para se lembrar exatamente de quem a parou.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Andrés Gudiño, e o treinador deixou.
“Hoje não fomos suficientemente bons e não vou enfeitar isto.” Jorge Romo depois do 0‑2, no tom de quem sabe qual é a pergunta seguinte e não tenciona responder-lhe.
Josué Díaz e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
33 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Cruz Azul perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
O Spezia pagou $8.1M e o Cruz Azul aceitou, o que é a história toda numa frase. A versão longa fala do orçamento salarial e vai ser contada a época inteira.
Erik Lira foi-se, as contas têm $8.1M a mais, e os adeptos ficaram com a sensação de que também lhes venderam alguma coisa. Um bom negócio e uma boa decisão nem sempre são a mesma coisa.
Já são 4 vitórias seguidas, e a pergunta deixou de ser se a série acaba para passar a ser quem a acaba. Confiança assim não se compra; ganha-se exatamente desta maneira.
O Cruz Azul perguntou e o Monterrey disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Karol Velázquez esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
42 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Cruz Azul perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
A proposta do Tigres por Erik Lira foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Já são 3 vitórias seguidas, e a pergunta deixou de ser se a série acaba para passar a ser quem a acaba. Confiança assim não se compra; ganha-se exatamente desta maneira.
Gabriel Fernández e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
O Cruz Azul perguntou e o Atlas disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Agustín Palavecino. 2‑0 sobre o Morelia, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
A proposta do Spezia por Nicolás Ibáñez foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Gabriel Fernández esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
A formação existe exatamente para esta manhã. Jonathan Gallardo passou por todos os escalões do clube e tem agora um número de equipa principal; os mais orgulhosos do edifício serão os que o treinaram aos doze anos.
Os clubes gastam fortunas à procura de jogadores e de vez em quando encontram um ao fundo do corredor. Uriel Lozano é isso, e a receção na sua primeira aparição será de outra natureza que a de qualquer reforço.
Em resumo
Alvos de mercadoUm empréstimo de Rivaldo Lozano está em marcha
O painel já tinha subido, os protestos já tinham começado, e então a bola entrou ao minuto 94. O Puebla vai rever cada segundo do tempo extra durante uma semana.
“Quero jogar por troféus enquanto as pernas mo permitirem.” Nada nessa frase é um pedido de transferência, e ninguém no Cruz Azul a ouviu como outra coisa.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Willer Ditta e o Cruz Azul acertam mais 4 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
José Paradela esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
É a ambição mais legítima do desporto e a mais difícil de satisfazer para a maioria dos clubes. Agustín Palavecino quer futebol continental; se o Cruz Azul o consegue oferecer é uma pergunta sobre as próximas duas épocas, não sobre ele.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Al Wasl fica com o seu homem, e o Cruz Azul volta a uma lista com um nome riscado.