Yohan Roche e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel30/11/2026
Ionuţ Rădescu desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Direção30/11/2026
Em CSC Șelimbăr, 156% das receitas vão para salários
Todos os clubes de futebol pagam aos jogadores a maior parte do que recebem. Pagar-lhes quase tudo é outro arranjo, e acabou da mesma maneira todas as vezes que alguém tentou.
“Hoje não fomos suficientemente bons e não vou enfeitar isto.” Cosmin Cicaldau depois do 0‑1, no tom de quem sabe qual é a pergunta seguinte e não tenciona responder-lhe.
Dribles concretizados: 13. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
Um amarelo a mais e Richard Odada fica de fora. O CSC Șelimbăr perde-o pelo tipo de motivo evitável que faz a semana de um treinador render menos.
O banco30/11/2026
Patrick Vuc tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no CSC Șelimbăr dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Ionuţ Ailenei assinar alguma coisa — um contrato no CSC Șelimbăr ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
14 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O CSC Șelimbăr perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Jogo21/11/2026
Ninguém quer jogar contra o CSC Șelimbăr neste momento
3 vitórias seguidas mudam a forma como o adversário aquece: mais calado, mais olhares de esguelha. As séries acabam, toda a gente o sabe — mas neste balneário ninguém conta com isso.
Yohan Roche e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Yohan Roche. 1‑0 sobre o Gloria Bistrița, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
200 jogos com a camisola. Ninguém se propõe construir um registo assim; acontece a um certo tipo de jogador num certo tipo de clube, e esta cidade sabe o que tem.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Petrişor Petrescu estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Ninguém o confirma e as fichas de jogo confirmam-no todas as semanas. Um erro comprou-lhe um período como segunda opção que já é mais longo do que o erro merecia.
Ştefan Veştemean lesiona os ligamentos do joelho — 21 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 21 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no CSC Șelimbăr coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em CSC Șelimbăr, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Ştefan Veştemean lesiona os ligamentos do joelho — 30 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 30 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no CSC Șelimbăr coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Palavras no treino do CSC Șelimbăr sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Ionuţ Rădescu está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Há manhãs em que acordas e tudo o que conheces continua longíssimo.» Não é o futebol e nunca foi: o CSC Șelimbăr lida com um homem que quer outro país.
37 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O CSC Șelimbăr perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Dribles concretizados: 21. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
Plantel02/11/2026
Ionuţ Rădescu desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Direção02/11/2026
Em CSC Șelimbăr, 156% das receitas vão para salários
Todos os clubes de futebol pagam aos jogadores a maior parte do que recebem. Pagar-lhes quase tudo é outro arranjo, e acabou da mesma maneira todas as vezes que alguém tentou.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Mykola Kovtaliuk. 2‑0 sobre o FC Bacău, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
Um mês é longo o suficiente para ninguém entrar por acaso. Ionuţ Ban está no melhor onze da divisão, o que é um elogio mais discreto do que um prémio e mais fiável.
“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O CSC Șelimbăr pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.
Yohan Roche e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
3 jogos, nenhum golo e um centro de treinos que já tentou tudo. Vai acabar — as secas acabam sempre — mas ninguém no CSC Șelimbăr sabe dizer em que semana.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Richard Odada, e o treinador deixou.
Plantel26/10/2026
Demasiada mudança demasiado depressa no CSC Șelimbăr
15 contratações em três meses. Cada uma pode ser uma melhoria e a equipa pode ser pior durante um tempo na mesma, que é a parte de uma reconstrução que nunca aparece nos balanços de mercado.
“Os adeptos têm todo o direito de estar zangados. Eu também estou. Vamos corrigir isto.” 0‑1, um treinador a dizer as coisas necessárias, e um balneário que ouviu outra versão delas.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Ionuţ Ailenei está nela.
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 8 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no CSC Șelimbăr coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel19/10/2026
Palavras no treino do CSC Șelimbăr sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Ionuţ Rădescu está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Yohan Roche esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
«Dei tudo a isto, mas a minha família não está aqui — e eu também não, na verdade.» A um futebolista corrige-se a má fase. Disto nunca ninguém foi corrigido, e no CSC Șelimbăr sabem-no.
Aos 33 anos, 3 pontos abaixo de onde esteve, e um corpo que começou a cobrar juros. Acontece a todos, e continua a ser o parágrafo mais difícil desta página.
Não dá grande título e é a razão por que os jogadores acreditam na promessa seguinte. O CSC Șelimbăr disse a Luca Banu que algo iria acontecer e aconteceu, o que nesta indústria já passa por notável.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Mykola Kovtaliuk. 2‑1 sobre o CSC Dumbrăvița, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
Direção05/10/2026
Os salários engolem 167% das receitas do CSC Șelimbăr
Nenhum clube fica com muito do que ganha; a maior parte vai para os jogadores. Ficar quase sem nada é um arranjo diferente, e sempre que alguém o experimentou terminou da mesma forma.
Dribles concretizados: 19. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Alguém lhe passou à frente. Não é ficar de fora, e é pior do que isso, porque ficar de fora é sobre um sábado e isto é sobre o lugar que ocupa.
O banco05/10/2026
A vista do banco
“Controlámos o jogo. Houve períodos de que não gostei e vamos vê-los, mas o grupo mostrou-me alguma coisa.” Cosmin Cicaldau, sobre uma vitória por 2‑1 que já ia a desmontar a caminho da sala de imprensa.
Nem contrato novo nem número novo: um lugar novo na cabeça do treinador, que é a única promoção no futebol que conta de verdade. David Barbu subiu nela.
Yohan Roche e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Avaliado com 7.45. Pergunte a qualquer pessoa à saída do estádio o que decidiu aquilo e receberá um nome, que é o único prémio que alguma vez contou a sério.
“Não é o fim do mundo e não chega. As duas coisas são verdade.” O treinador, depois de um empate por 0‑0, disse a coisa honesta e foi dizê-la outra vez lá dentro.
O banco28/09/2026
Patrick Vuc tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no CSC Șelimbăr dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Noventa minutos, zero golos, e a discussão começou antes de o parque de estacionamento esvaziar: um ponto somado ou dois deitados fora contra o Politehnica Iași? Na quinta-feira ainda vai haver quem discuta.
Ionuţ Ailenei esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Há um calor muito próprio que um estádio guarda para um jovem de 22 anos que sente como seu. Patrick Vuc tem-no agora, e tudo o que fizer no resto do tempo aqui será medido contra a boa vontade que lhe deram de graça.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Kamil Wiktorski, e o treinador deixou.
Acabou 1‑1, e de certa forma sempre pareceu que ia acabar assim. Uma daquelas tardes em que a tabela mexe menos do que os nervos.
O banco21/09/2026
O veredicto do treinador
“Estou frustrado, sinceramente. Fizemos o suficiente para ganhar e não ganhámos.” Cosmin Cicaldau não o escondia depois do 1‑1, e no balneário do CSC Șelimbăr também ninguém o escondia.
“Não assinei para ver. Ninguém assina.” A queixa mais antiga do futebol, e o CSC Șelimbăr vai ter de lhe responder com minutos ou com uma transferência.
6 tentativas, nenhuma lá dentro. Esteve nos sítios certos a tarde toda, que é a parte difícil, e fez mal a parte fácil: com isso um treinador consegue viver.
Em resumo
MercadoA conversa sobre Ionuţ Ailenei não desaparece
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 6 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
“Continuamos a reunir-nos, e continuamos a sair da sala com os mesmos números com que entrámos.” Mais uma ronda de conversas no CSC Șelimbăr, mais uma semana sem a assinatura de Yohan Roche.
Plantel14/09/2026
15 caras novas e o CSC Șelimbăr ainda se está a conhecer
Um plantel reconstruído num único mercado paga-o numa moeda que ninguém orça. O futebol não é pior do que a soma dos jogadores: é pior do que a soma dos jogadores que já jogaram juntos.
“Os adeptos têm todo o direito de estar zangados. Eu também estou. Vamos corrigir isto.” 0‑2, um treinador a dizer as coisas necessárias, e um balneário que ouviu outra versão delas.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Cosmin Bucuroiu, e o treinador deixou.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Ionuţ Rădescu treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Não está a ser deixado de fora. Simplesmente não há, no sistema que o CSC Șelimbăr joga, sítio onde pôr um homem que faz o que ele faz, o que é mais difícil de ouvir do que qualquer ficha de jogo.
«Dei tudo aqui e preciso de um desafio novo.» O pedido é formal, e a relação nunca mais vai ser exatamente a mesma.
Direção07/09/2026
O CSC Șelimbăr fecha o mercado com um plantel feito por si
25 entradas e 0 saídas, e nenhuma mudança durante meses. O treinador tem o que tem, os adeptos têm a sua opinião sobre isso, e a tabela terá a última palavra.
O treinador reorganizou as ideias e Kamil Wiktorski saiu delas mais abaixo. Vão dizer-lhe que é temporário, e os jogadores que já ouviram isso antes vão desviar o olhar.
“Continuamos a reunir-nos, e continuamos a sair da sala com os mesmos números com que entrámos.” Mais uma ronda de conversas no CSC Șelimbăr, mais uma semana sem a assinatura de Ionuţ Rădescu.
Não está a ser deixado de fora. Simplesmente não há, no sistema que o CSC Șelimbăr joga, sítio onde pôr um homem que faz o que ele faz, o que é mais difícil de ouvir do que qualquer ficha de jogo.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Ionuţ Rădescu treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Ianis Mihart, e o treinador deixou.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do CSC Șelimbăr, e não vai ser retirado.
Exames médicos, uma assinatura, uma camisola levantada à frente de um painel de patrocinadores. O CSC Șelimbăr fez a parte difícil com o Dinamo Minsk, e a parte que falta é a única que os adeptos veem.
Yohan Roche e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Jelgava fica com o seu homem, e o CSC Șelimbăr volta a uma lista com um nome riscado.
Uma sondagem ao Universitatea Craiova para um empréstimo: cobertura, ou uma vista de olhos a alguém que o clube ainda não pode comprar. De qualquer maneira, a resposta chega dentro de uma semana.
O Câmpulung Muscel está fora e o CSC Șelimbăr segue em frente, com um 2‑2 como palavra final. O quadro abre-se um pouco, e toda a gente se permite espreitá-lo.
O Concordia Chiajna vai querer esquecer isto depressa: 3‑0, todos os duelos perdidos e uma viagem longa para casa. O CSC Șelimbăr foi impiedoso como as boas equipas sabem ser.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Mykola Kovtaliuk produziu-o, e o 8.90 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
7.39, 1 na ficha e a comédia muito própria de um jogador da linha defensiva a festejar como quem faz isto todas as semanas. Não faz, e é exatamente por isso que o estádio reagiu como reagiu.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no CSC Șelimbăr coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Às direções dizem-lhes durante anos o que fazem mal e não ouvem nada nos dias em que acertam. Este é um desses dias: Mykola Kovtaliuk do Botosani por $970.0K, e uma bilheteira a ter uma manhã excelente.
Em resumo
Alvos de mercadoPorta fechada: Milcho Angelov fica onde está
Todos os futebolistas têm uma resposta para a pergunta sobre o clube da infância, e a maioria nunca chega a agir sobre ela. Richard Odada agiu, no CSC Șelimbăr, e o primeiro mês vai mostrar o que isso faz a um homem.
O CSC Șelimbăr e o FK Csíkszereda acertaram em $180.0K. O resto pertence ao jogador e ao empresário, e um adepto que já viu uma destas sabe que ainda não é altura de comprar a camisola.
A proposta seguiu esta semana para o Botosani, e a resposta é deles. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
O valor aprovado não chegava. A direção foi consultada de novo e subiu a sua própria proposta para $200.2K — um clube que quer Zoltán Bödő ao ponto de perguntar duas vezes.
Os clubes tinham acordado e o jogador não. Uma nega, e pública: o Lokomotiv Plovdiv fica com ele, e os adeptos daqui ficam a perguntar-se o que lhe terão dito sobre esta casa.
Yohan Roche esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Ionuţ Ailenei, e o treinador deixou.
Yohan Roche e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel10/08/2026
Palavras no treino do CSC Șelimbăr sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Ionuţ Rădescu está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Aos 22 anos é cantado por pessoas com o dobro da idade, um carinho que um reforço demora anos a merecer e que um miúdo da casa recebe por aparecer. É também a coisa mais difícil de corresponder no futebol.
Os clubes gastam fortunas à procura de jogadores e de vez em quando encontram um ao fundo do corredor. Claudiu Cicaldau é isso, e a receção na sua primeira aparição será de outra natureza que a de qualquer reforço.
Não há verba, não há apresentação, não há empresário na escadaria. Daniel Bancu está neste clube desde miúdo e faz agora parte, formalmente, do plantel principal — o que, para um leitor local, vale mais do que qualquer contratação.
Os clubes gastam fortunas à procura de jogadores e de vez em quando encontram um ao fundo do corredor. Alexandru Burca é isso, e a receção na sua primeira aparição será de outra natureza que a de qualquer reforço.
Os clubes gastam fortunas à procura de jogadores e de vez em quando encontram um ao fundo do corredor. Adrian Mihaila é isso, e a receção na sua primeira aparição será de outra natureza que a de qualquer reforço.
Todos os futebolistas têm uma resposta para a pergunta sobre o clube da infância, e a maioria nunca chega a agir sobre ela. Cristian Costin agiu, no CSC Șelimbăr, e o primeiro mês vai mostrar o que isso faz a um homem.
O CSC Șelimbăr perguntou e o Dinamo Bucharest disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Ionuţ Ailenei e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.