Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 48 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Tai Žnuderl será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Dinamo Zagreb as despedidas começaram em silêncio.
Plantel19/03/2029
Palavras no treino do Dinamo Zagreb sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Gabriel Vidović está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Tai Žnuderl e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
«Agradeço os jogos, mas não me fiz futebolista para ser a peça sobresselente de alguém.» Quer estar em Dinamo Zagreb, e 0 jogos em 9 dizem que merece ser ouvido.
Emprestados19/03/2029
O empréstimo de Léo Jardim mede-se pelo que não acontece
10 balizas a zeros em 18 jogos no NK Osijek. É o ofício inteiro de um guarda-redes bem cumprido, e está a ser cumprido muito longe do clube que o detém.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Bradley Barcola está nela.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Tai Žnuderl treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
57 dias de fora para Ondrej Duda depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Dinamo Zagreb vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
44 pontos, e o resto da divisão a olhar para cima. Todas as equipas que acabam em primeiro passam a época a fingir que não pensam nisso, e esta começou a fingir.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Dinamo Zagreb ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Não há pior forma de perder um futebolista. Marin Delić pré-acordou a saída, o que significa que cada jogo daqui até junho é feito por um homem que o clube já não pode vender, e alguém lá em cima vai ter de explicar como se chegou aqui.
Grischa Prömel e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
“Vejo todos os jogos do Dinamo Zagreb daqui. Isso diz tudo sobre onde está a minha cabeça.” O empréstimo no NK Osijek segue o seu curso, mas o coração nunca fez a viagem.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Mojmír Chytil está nela.
67 dias de fora para Ondrej Duda depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Dinamo Zagreb vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O Dinamo Zagreb pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.
A proposta do Tromso por Luka Ivanušec foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Plantel05/03/2029
Grischa Prömel sofre uma lesão muscular — 19 dias de fora
A lesão que volta sempre, de que se regressa sempre à pressa e que em silêncio custa mais carreiras do que as dramáticas. 19 dias é a estimativa; o número honesto depende de haver paciência.
«Quero ganhar coisas e gostava de o fazer aqui.» Não se exigiu nada nem se ameaçou nada, mas uma direção como a de Dinamo Zagreb ouve uma frase destas exatamente como foi construída.
22 jogos no Trnje e os golos não param. No Dinamo Zagreb acompanham isto mais de perto do que o clube que o tem gostaria.
Plantel05/03/2029
Gabriel Vidović desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«94 internacionalizações são mais do que alguma vez esperei, e está na hora de serem de outro.» Aos 34 acabou com a selecção e está longe de acabar com o Dinamo Zagreb.
74 dias de fora para Ondrej Duda depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Dinamo Zagreb vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Plantel26/02/2029
Gabriel Vidović desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«Não fui para ficar a ver. Quero voltar ao Dinamo Zagreb e lutar pelo meu lugar.» 0 jogos em 5 no Karlovac 1919 dizem o resto.
O banco26/02/2029
Grischa Prömel tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Dinamo Zagreb dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Dinamo Zagreb, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Luka Ivanušec. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Dinamo Zagreb falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Tai Žnuderl será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Dinamo Zagreb as despedidas começaram em silêncio.
“Tentei. Tentei mesmo, e todos os dias acordo no sítio errado.” No Dinamo Zagreb ninguém consegue treinar isso para fora de um homem, e ninguém lá finge que consegue.
18 jogos no NK Osijek e os golos deixaram de entrar. O Dinamo Zagreb emprestou um guarda-redes e vê a época de outro clube melhorar todas as semanas.
O banco19/02/2029
Bradley Barcola tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Dinamo Zagreb dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Não está a ser deixado de fora. Simplesmente não há, no sistema que o Dinamo Zagreb joga, sítio onde pôr um homem que faz o que ele faz, o que é mais difícil de ouvir do que qualquer ficha de jogo.
Em resumo
Emprestados9 golos por empréstimo para Lovre Kulušić
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Dinamo Zagreb falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
“Sei o que as pessoas vão dizer. Sei o que quero, e é aqui.” O Jarun Zagreb tinha a verba acordada e a camisola pronta; não tinha o jogador, e agora não o vai ter.
A proposta do Primorje por Niko Galešić foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Plantel12/02/2029
Uma transferência que Ondrej Duda teria feito de graça
Há uma versão de cada carreira em que o jogador acaba onde escolheu e não onde o escolheram. Ondrej Duda está a viver essa versão no Dinamo Zagreb, e costuma notar-se no primeiro mês.
«Tenho ambições e gostava que o clube as partilhasse.» Ninguém pediu para sair nem foi mandado embora — mas um jogador escolhe essa frase com cuidado, e uma administração ouve-a exactamente como foi pensada.
Mohamed Ali Ben Romdhane e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Vitória por 0‑0 sobre o Jadran Luka Ploce, um lugar na ronda seguinte e a aritmética silenciosa que todos os adeptos fazem a caminho de casa: quantos faltam até uma final?
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 20 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
“Sei o que as pessoas vão dizer. Sei o que quero, e é aqui.” O Jarun Zagreb tinha a verba acordada e a camisola pronta; não tinha o jogador, e agora não o vai ter.
O Dinamo Zagreb ficou sem tempo com o Bournemouth. Os papéis estavam abertos quando o prazo passou, e uma transferência que estava quase feita é agora uma transferência que nunca aconteceu.
A proposta ficou muito aquém e em Dinamo Zagreb não precisaram de pensar muito. Ninguém neste negócio lê uma primeira recusa como um fim.
Direção05/02/2029
O Dinamo Zagreb fecha o mercado com um plantel feito por si
2 entradas e 9 saídas, e nenhuma mudança durante meses. O treinador tem o que tem, os adeptos têm a sua opinião sobre isso, e a tabela terá a última palavra.
Em resumo
Alvos de mercadoPorta fechada: Dženis Burnić fica onde está
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Dinamo Zagreb vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
A proposta seguiu esta semana para o Bournemouth, e a resposta é deles. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Vai jogar aqui até ao verão e depois sair pela porta de graça, tendo já assinado noutro lado. Os adeptos aguentam a primeira parte desta frase; é com a segunda que vão ter dificuldade.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Dinamo Zagreb coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
“Ouvi, pensei, e fico. É essa a história toda.” Os clubes tinham acordado uma verba. Luka Ivanušec não tinha acordado ir, e afinal era essa a parte que contava.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Dinamo Zagreb já se começa a dizer o nome dele no passado.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Dinamo Zagreb, e não vai ser retirado.
Grischa Prömel e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
$530.0K era o máximo que o clube pagaria, e o NK Varazdin pedia mais. Negócios destes ressuscitam na última semana do mercado mais ou menos metade das vezes, e todos os envolvidos o sabem.
Plantel22/01/2029
Yannick Touré consegue a transferência que sempre quis
Perguntam tantas vezes aos futebolistas pelo clube da infância que ninguém ouve a resposta. Yannick Touré acabou de assinar pelo Dinamo Zagreb e, por uma vez, a resposta importava.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Gabriel Vidović estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Em resumo
Emprestados10 golos por empréstimo para Mislav Ćutuk
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Dinamo Zagreb perdeu-o em tudo menos nos papéis.
O Lokomotiva Zagreb paga $6.5M, e o negócio está fechado. O número lê-se bem num balanço; se se lê bem dentro de campo é pergunta para a próxima época.
A proposta do NK Osijek por Robert Mudražija foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
O valor aprovado não chegava. A direção foi consultada de novo e subiu a sua própria proposta para $700.0K — um clube que quer Vid Novak ao ponto de perguntar duas vezes.
Vai jogar aqui até ao verão e depois sair pela porta de graça, tendo já assinado noutro lado. Os adeptos aguentam a primeira parte desta frase; é com a segunda que vão ter dificuldade.
Plantel15/01/2029
Vid Novak consegue a transferência que sempre quis
Perguntam tantas vezes aos futebolistas pelo clube da infância que ninguém ouve a resposta. Vid Novak acabou de assinar pelo Dinamo Zagreb e, por uma vez, a resposta importava.
Em resumo
PlantelGabriel Vidović desentende-se com um colega por causa das exigências
Emprestados10 balizas a zeros por empréstimo para Léo Jardim
O bancoBradley Barcola tornou-se um homem de confiança do treinador
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Dinamo Zagreb perdeu-o em tudo menos nos papéis.
$3.8M era o máximo que o clube pagaria, e o NK Osijek pedia mais. Negócios destes ressuscitam na última semana do mercado mais ou menos metade das vezes, e todos os envolvidos o sabem.
O Dinamo Zagreb foi ao NK Osijek com uma proposta, e os adeptos foram à internet com uma opinião sobre ela. Se alguma das duas muda alguma coisa, decide o clube vendedor.
As regras permitem-no e dói na mesma. Nikolas Šimić acertou condições com o HNK Rijeka para o verão e, até lá, veste esta camisola como quem já escolheu a seguinte.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Gabriel Vidović e o Dinamo Zagreb acertam mais 5 anos.
Um prémio individual é coisa estranha num desporto de equipa, e os melhores não se discutem. Teve o tipo de ano que acaba com o seu nome lido em voz alta, e o Dinamo Zagreb beneficiou disso.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Dinamo Zagreb podem fingir não ter ouvido.
Não há pior forma de perder um futebolista. Robert Mudražija pré-acordou a saída, o que significa que cada jogo daqui até junho é feito por um homem que o clube já não pode vender, e alguém lá em cima vai ter de explicar como se chegou aqui.
«Quero ganhar coisas e gostava de o fazer aqui.» Não se exigiu nada nem se ameaçou nada, mas uma direção como a de Dinamo Zagreb ouve uma frase destas exatamente como foi construída.
Não dá grande título e é a razão por que os jogadores acreditam na promessa seguinte. O Dinamo Zagreb disse a Matteo Pérez Vinlöf que algo iria acontecer e aconteceu, o que nesta indústria já passa por notável.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Plantel01/01/2029
Palavras no treino do Dinamo Zagreb sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Vuk Vlahović está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Quando isto acontece nada se anuncia, e toda a gente sabe. É uma parte maior do plano do Dinamo Zagreb do que era há um mês, e o centro de treinos percebeu-o antes de a ficha de jogo o dizer.
Mohamed Ali Ben Romdhane e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel25/12/2028
Palavras no treino do Dinamo Zagreb sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Gabriel Vidović está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Os clubes prometem constantemente e o jornal costuma só saber quando falham. Esta foi cumprida, e o balneário notou-o mais depressa do que qualquer adepto.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Fran Topić, e o treinador deixou.
4 golos em 19 jogos no Fehervar — números que viajam para casa mais depressa do que ele. No Dinamo Zagreb alguém atualiza uma folha de cálculo todas as segundas, e cada semana lê-se melhor.
Emprestados25/12/2028
Os golos continuam a chegar do exílio de Lovre Kulušić
4 golos em 11 jogos no Hrvatski Dragovoljac — números que viajam para casa mais depressa do que ele. No Dinamo Zagreb alguém atualiza uma folha de cálculo todas as segundas, e cada semana lê-se melhor.
“Não assinei para ver. Ninguém assina.” A queixa mais antiga do futebol, e o Dinamo Zagreb vai ter de lhe responder com minutos ou com uma transferência.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Dinamo Zagreb sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
Em resumo
O bancoVuk Vlahović pede uma conversa com o treinador
Grischa Prömel e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
“Quero jogar por troféus enquanto as pernas mo permitirem.” Nada nessa frase é um pedido de transferência, e ninguém no Dinamo Zagreb a ouviu como outra coisa.
«Há manhãs em que acordas e tudo o que conheces continua longíssimo.» Não é o futebol e nunca foi: o Dinamo Zagreb lida com um homem que quer outro país.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Bradley Barcola está nela.
«Disseram-mo com clareza, e prefiro assim.» O treinador de Dinamo Zagreb foi explícito quanto à situação de Tai Žnuderl, o que é mais do que muitos recebem.
Os jogos da taça esperam que alguém os agarre, e Mislav Oršić agarrou este contra o Dugo Selo. 4‑1 no fim, e no sorteio da próxima ronda está o nome do Dinamo Zagreb.
O último jogo do campeonato está jogado e a tabela parou de mexer: 44 pontos. O verão começa na segunda-feira, e com ele a discussão sobre o que tudo isto quis dizer.
1.º lugar com 44 pontos, e as filas na bilheteira são a parte de uma luta pela subida que nunca aparece numa tabela. A cidade decidiu que esta é a sério.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Alfonso Barco será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Dinamo Zagreb as despedidas começaram em silêncio.
«Quero ganhar coisas e gostava de o fazer aqui.» Não se exigiu nada nem se ameaçou nada, mas uma direção como a de Dinamo Zagreb ouve uma frase destas exatamente como foi construída.
9 jogos sem perder em casa. As equipas visitantes chegam já a falar do ambiente, o que costuma ser sinal de que perderam meio jogo antes do pontapé de saída.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Anton Matković. 2‑1 sobre o Cibalia, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
PlantelPalavras no treino do Dinamo Zagreb sobre quem trabalha
Notas dos jogadoresMojmír Chytil em notas de excelência
123Edição
A Gazeta de Dinamo Zagreb
04/12/2028
Do nosso correspondente de futebolOtimismo
Notas dos jogadores04/12/2028
Um golo de defesa dá a vitória ao Dinamo Zagreb — 7.57
1 para Grischa Prömel, avaliado com 7.57, e o nome de um central na parte da crónica a que normalmente só chega por engano. No balneário não o vão deixar esquecer durante um mês.
“Quero jogar por troféus enquanto as pernas mo permitirem.” Nada nessa frase é um pedido de transferência, e ninguém no Dinamo Zagreb a ouviu como outra coisa.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Dinamo Zagreb coisas que levam mais de uma semana a retirar.
A primeira derrota em 7 jogos. O treinador dirá que tinha de chegar; o balneário dirá que não tinha de chegar contra o NK Osijek; os adeptos dirão as duas coisas, por essa ordem, a semana inteira.
Derrota por 1‑2, e justa. O treinador foi curto nas palavras no final, o que provavelmente foi sensato.
Plantel04/12/2028
Palavras no treino do Dinamo Zagreb sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Gabriel Vidović está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Recuperou e depois fez alguma coisa com isso, que são dois trabalhos e a razão de o marcador ter o aspeto que tem. 9 ações combinadas e uma nota de 6.82, e nenhuma delas entrará num resumo.
Uma média de 7.36 na época, com 21 golos a sustentá-la. Os adversários começaram a planear jogos a pensar nele, que é o elogio mais sincero que o futebol faz.
8 golos. Os dois bancos passaram a segunda parte a olhar um para o outro mais do que para o relvado. Os puristas vão queixar-se do Dinamo Zagreb e do Slaven Belupo por igual; os restantes divertiram-se imenso.
Aos 22 anos é cantado por pessoas com o dobro da idade, um carinho que um reforço demora anos a merecer e que um miúdo da casa recebe por aparecer. É também a coisa mais difícil de corresponder no futebol.
«Disseram-me coisas antes de eu assinar. Não as vou repetir, mas lembro-me de todas.» Dinamo Zagreb nada responderam, o que também é uma resposta.
Plantel20/11/2028
Gabriel Vidović desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Matteo Pérez Vinlöf está nela.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Tai Žnuderl, e o treinador deixou.
Um fim de semana, avaliado contra o de todos os outros. Mojmír Chytil ficou por cima, e para a maioria dos futebolistas um prémio semanal é o único troféu que uma carreira produz.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Matteo Pérez Vinlöf assinar alguma coisa — um contrato no Dinamo Zagreb ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
Segue-se o Slaven Belupo, e há um homem no balneário do Dinamo Zagreb que conhece o centro de treinos deles melhor do que o seu. A receção vai dizer-lhe o que pensavam dele.
2 golos, e o segundo foi o que fechou o jogo. Nota de 8.48, e com mais sorte ao primeiro poste teria tido um terceiro.
Jogo11/11/2028
Ninguém quer jogar contra o Dinamo Zagreb neste momento
6 vitórias seguidas mudam a forma como o adversário aquece: mais calado, mais olhares de esguelha. As séries acabam, toda a gente o sabe — mas neste balneário ninguém conta com isso.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Dinamo Zagreb ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Uma média de 7.32 na época, com 16 golos a sustentá-la. Os adversários começaram a planear jogos a pensar nele, que é o elogio mais sincero que o futebol faz.
Há um calor muito próprio que um estádio guarda para um jovem de 22 anos que sente como seu. Matteo Pérez Vinlöf tem-no agora, e tudo o que fizer no resto do tempo aqui será medido contra a boa vontade que lhe deram de graça.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Gabriel Vidović estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Já são 5 vitórias seguidas, e a pergunta deixou de ser se a série acaba para passar a ser quem a acaba. Confiança assim não se compra; ganha-se exatamente desta maneira.
“Quero jogar por troféus enquanto as pernas mo permitirem.” Nada nessa frase é um pedido de transferência, e ninguém no Dinamo Zagreb a ouviu como outra coisa.
Mohamed Ali Ben Romdhane esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Todos suspeitavam que havia esta versão dele lá dentro, e aqui está a prova. 8.36, e nem uma objeção no estádio.
Plantel06/11/2028
Patrik Horvat sofre uma lesão muscular — 14 dias de fora
A lesão que volta sempre, de que se regressa sempre à pressa e que em silêncio custa mais carreiras do que as dramáticas. 14 dias é a estimativa; o número honesto depende de haver paciência.
«Nunca quis estar noutro sítio. Ainda há trabalho por acabar aqui.» Tai Žnuderl compromete-se com o Dinamo Zagreb por mais 4 anos.
O banco06/11/2028
Bradley Barcola tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Dinamo Zagreb dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Os dérbis fazem nomes, e Mojmír Chytil fez o seu contra o Hajduk Split. 2‑0, o orgulho está seguro — e a outra metade da cidade vai estar farta de ouvir falar dele já na terça-feira.
Já são 4 vitórias seguidas, e a pergunta deixou de ser se a série acaba para passar a ser quem a acaba. Confiança assim não se compra; ganha-se exatamente desta maneira.
Há golos, e depois há golos àquele adversário em concreto. Os adeptos do Dinamo Zagreb têm um ano de conversa garantida e sabem muito bem de quem é o nome.
Grischa Prömel e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Gabriel Vidović estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Não dá grande título e é a razão por que os jogadores acreditam na promessa seguinte. O Dinamo Zagreb disse a Grischa Prömel que algo iria acontecer e aconteceu, o que nesta indústria já passa por notável.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
O HNK Rijeka vai querer esquecer isto depressa: 3‑0, todos os duelos perdidos e uma viagem longa para casa. O Dinamo Zagreb foi impiedoso como as boas equipas sabem ser.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Gabriel Vidović produziu-o, e o 8.42 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
2 golos, e o segundo foi o que fechou o jogo. Nota de 8.37, e com mais sorte ao primeiro poste teria tido um terceiro.
Notas dos jogadores23/10/2028
Marko Zebić, 21 anos, joga como se cá estivesse há anos — 8.27
Um 8.27 significa uma coisa ao lado do nome de um jogador de vinte e nove anos e algo completamente diferente ao lado do de um de 21. Ninguém no estádio precisou que lhe explicassem.
29 pontos, um lugar lá em cima e um estádio que começou a divertir-se. Ninguém vai dizer a palavra em voz alta, o que é o sinal mais seguro de que toda a gente está a pensar nela.
Grischa Prömel esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
«Há manhãs em que acordas e tudo o que conheces continua longíssimo.» Não é o futebol e nunca foi: o Dinamo Zagreb lida com um homem que quer outro país.
Não dá grande título e é a razão por que os jogadores acreditam na promessa seguinte. O Dinamo Zagreb disse a Noa Mikić que algo iria acontecer e aconteceu, o que nesta indústria já passa por notável.
«Há uma distância, e fingir que não há não ajuda ninguém.» Nenhuma das partes se mexeu, e o calendário trabalha para uma delas apenas.
O banco16/10/2028
Mojmír Chytil tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Dinamo Zagreb dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
O Lokomotiva Zagreb vai querer esquecer isto depressa: 4‑1, todos os duelos perdidos e uma viagem longa para casa. O Dinamo Zagreb foi impiedoso como as boas equipas sabem ser.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Mojmír Chytil produziu-o, e o 9.46 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
Já são 8 jogos sem perder. Uns foram conquistados, outros sobrevividos, mas está a formar-se um hábito — e hábitos são a coisa mais difícil de defrontar no futebol.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Dinamo Zagreb ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
“Quero jogar por troféus enquanto as pernas mo permitirem.” Nada nessa frase é um pedido de transferência, e ninguém no Dinamo Zagreb a ouviu como outra coisa.
2 golos em vinte minutos com Mojmír Chytil no meio de tudo, e o Lokomotiva Zagreb sem conseguir chegar à bola tempo suficiente para mudar seja o que for. Há jogos que se ganham antes da primeira bebida.
Nota 8.36 — daquelas que um cronista aponta duas vezes para ter a certeza. Saiu-lhe tudo o que tentou, e o que não tentou não valia a pena.
Plantel09/10/2028
6 jogadores do Dinamo Zagreb ao serviço das seleções
O centro de treinos fica sossegado durante quinze dias. 6 homens partiram para serem jogadores de outros, e o treinador fica com os que ninguém chamou.
A série sem derrotas chega aos 7 jogos. Uns foram vitórias e outros fugas, mas uma equipa que se recusa a perder é uma equipa de que os outros balneários falam.
«Quero ganhar coisas e gostava de o fazer aqui.» Não se exigiu nada nem se ameaçou nada, mas uma direção como a de Dinamo Zagreb ouve uma frase destas exatamente como foi construída.
Aos 21 anos foi melhor do que todos da sua idade na divisão durante quatro semanas seguidas, o que é mais difícil do que uma boa tarde. O Dinamo Zagreb vai tentar não fazer disso um caso.
Empate aos 89 minutos, depois de uma tarde que o Dinamo Zagreb tinha praticamente arrumada. O Orijent 1919 vai chamar-lhe um ponto ganho; o balneário da casa vai chamar-lhe dois oferecidos, e ambos têm razão.
Os clubes prometem constantemente e o jornal costuma só saber quando falham. Esta foi cumprida, e o balneário notou-o mais depressa do que qualquer adepto.
Plantel02/10/2028
Gabriel Vidović desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Já são 5 vitórias seguidas, e a pergunta deixou de ser se a série acaba para passar a ser quem a acaba. Confiança assim não se compra; ganha-se exatamente desta maneira.
Aos 22 anos é cantado por pessoas com o dobro da idade, um carinho que um reforço demora anos a merecer e que um miúdo da casa recebe por aparecer. É também a coisa mais difícil de corresponder no futebol.
Há uma impotência muito própria em sofrer 3 vezes antes do minuto vinte. O Cibalia tentou reorganizar-se, o Dinamo Zagreb não deixou, e o resultado estava escrito muito antes de ser confirmado.
Há uma idade a partir da qual toda a boa tarde é descrita como uma recordação do passado, o que é injusto e também exato. 7.83 aos 33, e ninguém no campo esteve melhor.
Já são 4 vitórias seguidas, e a pergunta deixou de ser se a série acaba para passar a ser quem a acaba. Confiança assim não se compra; ganha-se exatamente desta maneira.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Dinamo Zagreb ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Dinamo Zagreb coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Notas dos jogadores18/09/2028
Bradley Barcola jogou uma tarde diferente da de toda a gente
8.53. Há exibições que um adepto descreve a quem não esteve lá e não consegue transmitir; esta foi uma, e o número também não ajuda.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Dinamo Zagreb perdeu-o em tudo menos nos papéis.
Grischa Prömel e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
«Quero ganhar coisas e gostava de o fazer aqui.» Não se exigiu nada nem se ameaçou nada, mas uma direção como a de Dinamo Zagreb ouve uma frase destas exatamente como foi construída.
Duas equipas do topo da tabela, uma tarde, e um mês de conversa decidido em noventa minutos. O Dinamo Zagreb não vai usar a palavra título esta semana e não vai deixar de a pensar.
Plantel11/09/2028
Gabriel Vidović desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Em resumo
O bancoBradley Barcola tornou-se um homem de confiança do treinador
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Dinamo Zagreb já se começa a dizer o nome dele no passado.
“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O Dinamo Zagreb pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Bradley Barcola produziu-o, e o 8.48 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
“Sei o que as pessoas vão dizer. Sei o que quero, e é aqui.” O Nyíregyháza tinha a verba acordada e a camisola pronta; não tinha o jogador, e agora não o vai ter.
Há uma idade a partir da qual toda a boa tarde é descrita como uma recordação do passado, o que é injusto e também exato. 8.08 aos 33, e ninguém no campo esteve melhor.
A proposta do Kifisia por Lukas Kačavenda foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Direção04/09/2028
O Dinamo Zagreb fecha o mercado com um plantel feito por si
14 entradas e 40 saídas, e nenhuma mudança durante meses. O treinador tem o que tem, os adeptos têm a sua opinião sobre isso, e a tabela terá a última palavra.
“Quero jogar por troféus enquanto as pernas mo permitirem.” Nada nessa frase é um pedido de transferência, e ninguém no Dinamo Zagreb a ouviu como outra coisa.
Posição 2, 13 pontos, e o resultado que todos procuram primeiro agora é o deles. A palavra continua a não se dizer à volta do estádio — e é assim que se sabe que todos a pensam.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Dinamo Zagreb já se começa a dizer o nome dele no passado.
“Sei o que as pessoas vão dizer. Sei o que quero, e é aqui.” O Debrecen tinha a verba acordada e a camisola pronta; não tinha o jogador, e agora não o vai ter.
A proposta do Aluminij por Niko Galešić foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Grischa Prömel esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Mais um nome na lista: o Kifisia fez a pergunta que todo o futebol anda a fazer sobre Lukas Kačavenda. A resposta do Dinamo Zagreb não mudou — para já.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Bradley Barcola. 2‑1 sobre o Istra 1961, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
2 golos antes de o estádio acabar de chegar. O Istra 1961 passou o resto da tarde a jogar um jogo já decidido, e toda a gente nas bancadas sabia disso.
Em resumo
Notas dos jogadoresAnton Matković em notas de excelência
O HNK Gorica vai querer esquecer isto depressa: 3‑0, todos os duelos perdidos e uma viagem longa para casa. O Dinamo Zagreb foi impiedoso como as boas equipas sabem ser.
Verba acordada, salário acordado, e o HNK Rijeka à espera com uma camisola. No Dinamo Zagreb ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
“Não era o certo para mim. Não vou explicar porquê a ninguém, a não ser às pessoas a quem devo uma explicação.” Um negócio acordado entre dois clubes, e um jogador que se recusou a fazer parte dele.
A proposta do NK Celje por Noa Mikić foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Tem 22 anos e o estádio já canta o nome dele, coisa que acontece aos miúdos da terra e quase nunca aos reforços. Tudo a partir daqui se mede contra um carinho que não fez nada para merecer, a não ser ser daqui.
Josip Mišić e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Em resumo
PlantelUma zanga por causa do esforço no Dinamo Zagreb
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Dinamo Zagreb já se começa a dizer o nome dele no passado.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Dinamo Zagreb, e não vai ser retirado.
«Dei tudo a isto, mas a minha família não está aqui — e eu também não, na verdade.» A um futebolista corrige-se a má fase. Disto nunca ninguém foi corrigido, e no Dinamo Zagreb sabem-no.
Empate aos 86 minutos, depois de uma tarde que o Dinamo Zagreb tinha praticamente arrumada. O Hajduk Split vai chamar-lhe um ponto ganho; o balneário da casa vai chamar-lhe dois oferecidos, e ambos têm razão.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Dinamo Zagreb já se começa a dizer o nome dele no passado.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Dinamo Zagreb, e não vai ser retirado.
A proposta do HNK Gorica por Mohamed Abo Fani foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Segue-se o Hajduk Split, o que significa uma semana que começa na segunda-feira. Tudo o resto nesta página estará esquecido até sábado; este jogo não se esquece durante um ano.
“Não era o certo para mim. Não vou explicar porquê a ninguém, a não ser às pessoas a quem devo uma explicação.” Um negócio acordado entre dois clubes, e um jogador que se recusou a fazer parte dele.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Dinamo Zagreb perdeu-o em tudo menos nos papéis.
Um defesa no marcador, coisa rara o suficiente para que toda a gente no estádio se lembre de quem marcou o canto. 1 para ele e uma nota de 7.67 para o resto.
«Tenho ambições e gostava que o clube as partilhasse.» Ninguém pediu para sair nem foi mandado embora — mas um jogador escolhe essa frase com cuidado, e uma administração ouve-a exactamente como foi pensada.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Dinamo Zagreb coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Já são 14 vitórias seguidas, e a pergunta deixou de ser se a série acaba para passar a ser quem a acaba. Confiança assim não se compra; ganha-se exatamente desta maneira.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Dinamo Zagreb perdeu-o em tudo menos nos papéis.
“Ouvi, pensei, e fico. É essa a história toda.” Os clubes tinham acordado uma verba. Lukas Kačavenda não tinha acordado ir, e afinal era essa a parte que contava.
Grischa Prömel e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Direção24/07/2028
5 jogadores da formação sobem à equipa principal do Dinamo Zagreb
Números de equipa principal entregues a miúdos que os treinadores conhecem desde os doze anos. A maioria não vai lá chegar, e todos já fizeram a parte difícil.
Aos 22 anos é cantado por pessoas com o dobro da idade, um carinho que um reforço demora anos a merecer e que um miúdo da casa recebe por aparecer. É também a coisa mais difícil de corresponder no futebol.
Verba acordada, salário acordado, e o Jarun Zagreb à espera com uma camisola. No Dinamo Zagreb ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Dinamo Zagreb podem fingir não ter ouvido.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Samy Mmaee será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Dinamo Zagreb as despedidas começaram em silêncio.
Mohamed Ali Ben Romdhane e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel17/07/2028
Noa Mikić desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
37 internacionalizações, um mês de futebol, e uma medalha que nunca vai sair de uma gaveta. Deve estar de volta ao Dinamo Zagreb daqui a quinze dias e ninguém vai falar nisso, que é uma forma de falar nisso.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Dinamo Zagreb perdeu-o em tudo menos nos papéis.
“Ouvi, pensei, e fico. É essa a história toda.” Os clubes tinham acordado uma verba. Juan José Córdoba não tinha acordado ir, e afinal era essa a parte que contava.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Dinamo Zagreb, e não vai ser retirado.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Dinamo Zagreb coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Noa Mikić estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
46 pontos, e o resto da divisão a olhar para cima. Todas as equipas que acabam em primeiro passam a época a fingir que não pensam nisso, e esta começou a fingir.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Dinamo Zagreb podem fingir não ter ouvido.
“Não era o certo para mim. Não vou explicar porquê a ninguém, a não ser às pessoas a quem devo uma explicação.” Um negócio acordado entre dois clubes, e um jogador que se recusou a fazer parte dele.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Dinamo Zagreb perdeu-o em tudo menos nos papéis.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Florian Kastenmeier e o Dinamo Zagreb acertam mais 3 anos.
Samy Mmaee esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel03/07/2028
No Dinamo Zagreb ainda são estranhos uns para os outros
20 reforços numa só janela. Cada um pode ser uma melhoria e a equipa pode ainda assim ser pior durante uns tempos, que é a parte de uma reconstrução de que os veredictos nunca falam.
Nenhum deles será visto por quem quer que seja fora do centro de treinos durante três anos, a maioria nunca jogará um jogo sénior, e um deles pode mudar o clube. É toda a proposta, e é por isso que as academias existem.
Verba acordada, salário acordado, e o Slaven Belupo à espera com uma camisola. No Dinamo Zagreb ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
“Sei o que as pessoas vão dizer. Sei o que quero, e é aqui.” O Hrvace tinha a verba acordada e a camisola pronta; não tinha o jogador, e agora não o vai ter.
O Dinamo Zagreb perguntou e o Estudiantes disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Gabriel Vidović estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Mohamed Ali Ben Romdhane está nela.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Dinamo Zagreb já se começa a dizer o nome dele no passado.
“Ouvi, pensei, e fico. É essa a história toda.” Os clubes tinham acordado uma verba. Juan José Córdoba não tinha acordado ir, e afinal era essa a parte que contava.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Cruzeiro fica com o seu homem, e o Dinamo Zagreb volta a uma lista com um nome riscado.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Dinamo Zagreb, e não vai ser retirado.
Há um nível em que um futebolista deixa de ser posto à prova e passa apenas a ser contido, e ele chegou lá há algum tempo. No Dinamo Zagreb sabem-no, e também todos os que o veem.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Gabriel Vidović estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Mojmír Chytil está nela.
Chega um momento em que um clube apoia a sua ambição ou admite que não a tem. O Dinamo Zagreb pagou $64.9M por Bradley Barcola, que é a forma mais barulhenta de dizer qual das duas escolheu.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Dinamo Zagreb perdeu-o em tudo menos nos papéis.
“Sei o que as pessoas vão dizer. Sei o que quero, e é aqui.” O Puskas Akademia tinha a verba acordada e a camisola pronta; não tinha o jogador, e agora não o vai ter.
Todos os futebolistas têm uma resposta para a pergunta sobre o clube da infância, e a maioria nunca chega a agir sobre ela. Bradley Barcola agiu, no Dinamo Zagreb, e o primeiro mês vai mostrar o que isso faz a um homem.
“Tentei. Tentei mesmo, e todos os dias acordo no sítio errado.” No Dinamo Zagreb ninguém consegue treinar isso para fora de um homem, e ninguém lá finge que consegue.
As bancadas12/06/2028
O Dinamo Zagreb gasta $64.9M na contratação que a cidade queria
É a sequência mais rara do futebol: os adeptos pedem uma coisa e o clube vai e fá-la. $64.9M por Bradley Barcola, e durante uma semana ninguém se queixa de nada.
Mohamed Ali Ben Romdhane esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Em resumo
PlantelMohamed Abo Fani desentende-se com um colega por causa das exigências
A proposta seguiu esta semana para o Manchester City, e a resposta é deles. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
46 pontos, e o resto da divisão a olhar para cima. Todas as equipas que acabam em primeiro passam a época a fingir que não pensam nisso, e esta começou a fingir.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Dinamo Zagreb perdeu-o em tudo menos nos papéis.
O telefone voltou a tocar por causa de Léo Jardim, e desta vez do outro lado está o Istra 1961. No Dinamo Zagreb ouvem com educação e não prometem nada.
Grischa Prömel esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel05/06/2028
Mohamed Abo Fani desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
A despromoção que um clube nunca anuncia e um balneário nota sempre. Mojmír Chytil está mais longe da equipa do que estava, e a razão só lhe será dada quando perguntar.
Em resumo
PlantelNo Dinamo Zagreb ainda são estranhos uns para os outros
A dinâmica não se compra e perde-se depressa; neste momento o Dinamo Zagreb tem 13 vitórias seguidas dela.
Jogo24/05/2028
O Dinamo Zagreb torna a sua casa um sítio difícil de visitar
18 sem derrota no seu relvado. O campo não mudou; a bancada sim — mais barulhenta mais cedo e mais rápida a perceber quando o adversário preferia estar noutro lado.
Vitória por 5‑0 sobre o NK Osijek, um lugar na ronda seguinte e a aritmética silenciosa que todos os adeptos fazem a caminho de casa: quantos faltam até uma final?
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Dinamo Zagreb, e não vai ser retirado.
Um prémio individual é coisa estranha num desporto de equipa, e os melhores não se discutem. Teve o tipo de ano que acaba com o seu nome lido em voz alta, e o Dinamo Zagreb beneficiou disso.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Josip Mišić estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Grischa Prömel e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel22/05/2028
Mohamed Abo Fani desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Ninguém no Dinamo Zagreb dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Dinamo Zagreb sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Dinamo Zagreb, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Samy Mmaee será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Dinamo Zagreb as despedidas começaram em silêncio.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Mohamed Abo Fani estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Dinamo Zagreb coisas que levam mais de uma semana a retirar.
«Agradeço os jogos, mas não me fiz futebolista para ser a peça sobresselente de alguém.» Quer estar em Dinamo Zagreb, e 0 jogos em 17 dizem que merece ser ouvido.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Dion Beljo está nela.
Um ano depois, a cidade não se abriu, a língua não chegou, e o almoço come-se sozinho mais vezes do que alguém no Dinamo Zagreb admitiria. Nota-se aos sábados.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Dinamo Zagreb ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
“Vejo todos os jogos do Dinamo Zagreb daqui. Isso diz tudo sobre onde está a minha cabeça.” O empréstimo no Cibalia segue o seu curso, mas o coração nunca fez a viagem.
21 jogos longe de casa e 10 golos de colheita. Cada um deles torna a conversa do próximo verão um pouco mais cara.
O banco08/05/2028
Grischa Prömel tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Dinamo Zagreb dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Florian Kastenmeier treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Dinamo Zagreb sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
Em resumo
EmprestadosOs golos continuam a chegar do exílio de Sven Šunta
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Dinamo Zagreb, e não vai ser retirado.
“Quero jogar por troféus enquanto as pernas mo permitirem.” Nada nessa frase é um pedido de transferência, e ninguém no Dinamo Zagreb a ouviu como outra coisa.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Mohamed Abo Fani estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Os clubes prometem constantemente e o jornal costuma só saber quando falham. Esta foi cumprida, e o balneário notou-o mais depressa do que qualquer adepto.
«Há uma distância, e fingir que não há não ajuda ninguém.» Nenhuma das partes se mexeu, e o calendário trabalha para uma delas apenas.
O banco01/05/2028
Mateo Lisica tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Dinamo Zagreb dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Mohamed Abo Fani estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Alfonso Barco esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
“Vejo todos os jogos do Dinamo Zagreb daqui. Isso diz tudo sobre onde está a minha cabeça.” O empréstimo no NK Varazdin segue o seu curso, mas o coração nunca fez a viagem.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Mohamed Abo Fani está nela.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Dinamo Zagreb sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Dinamo Zagreb ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Dinamo Zagreb coisas que levam mais de uma semana a retirar.
«Não fui para ficar a ver. Quero voltar ao Dinamo Zagreb e lutar pelo meu lugar.» 0 jogos em 13 no NK Domzale dizem o resto.
O banco17/04/2028
Dion Beljo tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Dinamo Zagreb dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
6 golos em 22 jogos no Sesvete — números que viajam para casa mais depressa do que ele. No Dinamo Zagreb alguém atualiza uma folha de cálculo todas as segundas, e cada semana lê-se melhor.
46 pontos, e o resto da divisão a olhar para cima. Todas as equipas que acabam em primeiro passam a época a fingir que não pensam nisso, e esta começou a fingir.
Tai Žnuderl esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
«Dei tudo a isto, mas a minha família não está aqui — e eu também não, na verdade.» A um futebolista corrige-se a má fase. Disto nunca ninguém foi corrigido, e no Dinamo Zagreb sabem-no.
Plantel10/04/2028
Palavras no treino do Dinamo Zagreb sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Mohamed Abo Fani está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Vejo todos os jogos do Dinamo Zagreb daqui. Isso diz tudo sobre onde está a minha cabeça.” O empréstimo no Cibalia segue o seu curso, mas o coração nunca fez a viagem.
21 jogos longe de casa e 10 golos de colheita. Cada um deles torna a conversa do próximo verão um pouco mais cara.
O banco10/04/2028
Grischa Prömel tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Dinamo Zagreb dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Os jogos da taça esperam que alguém os agarre, e Dion Beljo agarrou este contra o HNK Gorica. 1‑0 no fim, e no sorteio da próxima ronda está o nome do Dinamo Zagreb.
17 jogos sem perder em casa. As equipas visitantes chegam já a falar do ambiente, o que costuma ser sinal de que perderam meio jogo antes do pontapé de saída.
Grischa Prömel e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
«Quero ganhar coisas e gostava de o fazer aqui.» Não se exigiu nada nem se ameaçou nada, mas uma direção como a de Dinamo Zagreb ouve uma frase destas exatamente como foi construída.
Uma média de 7.37 na época, com 10 golos a sustentá-la. Os adversários começaram a planear jogos a pensar nele, que é o elogio mais sincero que o futebol faz.
Jogo29/03/2028
Mais uma trazida de fora
3 seguidas na estrada para o Dinamo Zagreb. Os autocarros saem cedo, chegam de noite a estádios pouco simpáticos, e voltam sempre com três pontos.
Samy Mmaee e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Mate Vukas e o Dinamo Zagreb acertam mais 3 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Mateo Lisica está nela.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Dinamo Zagreb sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Mate Vukas, e o treinador deixou.
5 golos em 22 jogos no ZTE — números que viajam para casa mais depressa do que ele. No Dinamo Zagreb alguém atualiza uma folha de cálculo todas as segundas, e cada semana lê-se melhor.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Samy Mmaee será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Dinamo Zagreb as despedidas começaram em silêncio.
Plantel20/03/2028
Mohamed Abo Fani desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Dinamo Zagreb coisas que levam mais de uma semana a retirar.
«Agradeço os jogos, mas não me fiz futebolista para ser a peça sobresselente de alguém.» Quer estar em Dinamo Zagreb, e 0 jogos em 9 dizem que merece ser ouvido.
4 convocatórias são um elogio ao plantel e uma dor de cabeça para quem o dirige. Vai recebê-los de volta daqui a quinze dias, cansados e em vários estados de conservação.
Ninguém no Dinamo Zagreb dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Paul Bismarck Tabinas será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Dinamo Zagreb as despedidas começaram em silêncio.
«Quero ganhar coisas e gostava de o fazer aqui.» Não se exigiu nada nem se ameaçou nada, mas uma direção como a de Dinamo Zagreb ouve uma frase destas exatamente como foi construída.
Plantel13/03/2028
Mohamed Abo Fani desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Samy Mmaee esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
“Vejo todos os jogos do Dinamo Zagreb daqui. Isso diz tudo sobre onde está a minha cabeça.” O empréstimo no Bukhara segue o seu curso, mas o coração nunca fez a viagem.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Dinamo Zagreb podem fingir não ter ouvido.
“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O Dinamo Zagreb pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.
Plantel06/03/2028
Uma lesão muscular afasta Grischa Prömel durante 16 dias
Ninguém faz um documentário sobre um isquiotibial e toda a gente nisto o teme. No Dinamo Zagreb vão ter cuidado com a data de regresso, porque a segunda é sempre pior do que a primeira.
«Quero ganhar coisas e gostava de o fazer aqui.» Não se exigiu nada nem se ameaçou nada, mas uma direção como a de Dinamo Zagreb ouve uma frase destas exatamente como foi construída.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Dinamo Zagreb coisas que levam mais de uma semana a retirar.
“Vejo todos os jogos do Dinamo Zagreb daqui. Isso diz tudo sobre onde está a minha cabeça.” O empréstimo no Kustosija segue o seu curso, mas o coração nunca fez a viagem.
10 golos em 29 jogos no Lucko — números que viajam para casa mais depressa do que ele. No Dinamo Zagreb alguém atualiza uma folha de cálculo todas as segundas, e cada semana lê-se melhor.
Os clubes prometem constantemente e o jornal costuma só saber quando falham. Esta foi cumprida, e o balneário notou-o mais depressa do que qualquer adepto.
Grischa Prömel e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel28/02/2028
Mohamed Abo Fani desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Vejo todos os jogos do Dinamo Zagreb daqui. Isso diz tudo sobre onde está a minha cabeça.” O empréstimo no NK Varazdin segue o seu curso, mas o coração nunca fez a viagem.
O banco28/02/2028
Mateo Lisica tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Dinamo Zagreb dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Dinamo Zagreb sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
Emprestados28/02/2028
Os golos continuam a chegar do exílio de Patrik Horvat
6 golos em 23 jogos no Uljanik Pula — números que viajam para casa mais depressa do que ele. No Dinamo Zagreb alguém atualiza uma folha de cálculo todas as segundas, e cada semana lê-se melhor.
5 golos em 22 jogos no ZTE — números que viajam para casa mais depressa do que ele. No Dinamo Zagreb alguém atualiza uma folha de cálculo todas as segundas, e cada semana lê-se melhor.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Samy Mmaee será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Dinamo Zagreb as despedidas começaram em silêncio.
A versão geral desta queixa é que um jogador quer mais. A versão concreta dá-lhe nome: quer entrar sob os holofotes contra clubes de outros países, e deixou de fingir o contrário.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Mohamed Abo Fani estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Mohamed Ali Ben Romdhane esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Florian Kastenmeier, e o treinador deixou.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Dino Škojc e o Dinamo Zagreb acertam mais 4 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
«Agradeço os jogos, mas não me fiz futebolista para ser a peça sobresselente de alguém.» Quer estar em Dinamo Zagreb, e 0 jogos em 5 dizem que merece ser ouvido.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Mohamed Abo Fani está nela.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Dinamo Zagreb ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Mohamed Abo Fani e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Os clubes gastam fortunas à procura de jogadores e de vez em quando encontram um ao fundo do corredor. Mate Vukas é isso, e a receção na sua primeira aparição será de outra natureza que a de qualquer reforço.
A formação existe exatamente para esta manhã. Bruno Modric passou por todos os escalões do clube e tem agora um número de equipa principal; os mais orgulhosos do edifício serão os que o treinaram aos doze anos.
Não há verba, não há apresentação, não há empresário na escadaria. Dario Tadic está neste clube desde miúdo e faz agora parte, formalmente, do plantel principal — o que, para um leitor local, vale mais do que qualquer contratação.
10 golos em 21 jogos no Hartberg — números que viajam para casa mais depressa do que ele. No Dinamo Zagreb alguém atualiza uma folha de cálculo todas as segundas, e cada semana lê-se melhor.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Dion Beljo está nela.
EmprestadosOs golos continuam a chegar do exílio de Sven Šunta
80Edição
A Gazeta de Dinamo Zagreb
07/02/2028
Do nosso correspondente de futebolTriunfo
Jogo02/02/2028
Ninguém quer jogar contra o Dinamo Zagreb neste momento
11 vitórias seguidas mudam a forma como o adversário aquece: mais calado, mais olhares de esguelha. As séries acabam, toda a gente o sabe — mas neste balneário ninguém conta com isso.
Vitória por 4‑1 sobre o NK Varazdin, e pela primeira vez em muito tempo o sorteio da próxima ronda vê-se com algum interesse.
Jogo02/02/2028
O Dinamo Zagreb torna a sua casa um sítio difícil de visitar
16 sem derrota no seu relvado. O campo não mudou; a bancada sim — mais barulhenta mais cedo e mais rápida a perceber quando o adversário preferia estar noutro lado.
Verba acordada, salário acordado, e o BSK Bijelo Brdo à espera com uma camisola. No Dinamo Zagreb ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
1.º lugar com 46 pontos, e as filas na bilheteira são a parte de uma luta pela subida que nunca aparece numa tabela. A cidade decidiu que esta é a sério.
O mais difícil de ter 20 anos numa equipa principal é que ninguém perdoa nada. Kaloyan Bozhkov não precisou: 7.86, e parecia o homem mais à vontade no relvado.
Direção07/02/2028
Fecha o mercado: 0 entradas, 14 saídas no Dinamo Zagreb
O prazo passou e o plantel é o plantel. Chegaram 0, saíram 14, e tudo o resto que se imprimiu sobre este clube no último mês foi um rumor que ficou rumor.
“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O Dinamo Zagreb pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Dinamo Zagreb podem fingir não ter ouvido.
“Ouvi, pensei, e fico. É essa a história toda.” Os clubes tinham acordado uma verba. Lukas Kačavenda não tinha acordado ir, e afinal era essa a parte que contava.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Gabriel Vidović e o Dinamo Zagreb acertam mais 4 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Mohamed Abo Fani estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Mislav Oršić e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Mateo Lisica está nela.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Dinamo Zagreb podem fingir não ter ouvido.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Dinamo Zagreb já se começa a dizer o nome dele no passado.
O Dinamo Zagreb perguntou e o Bahia disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Samy Mmaee será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Dinamo Zagreb as despedidas começaram em silêncio.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Dinamo Zagreb coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Os clubes tinham acordado e o jogador não. Uma nega, e pública: o CSKA Moscow fica com ele, e os adeptos daqui ficam a perguntar-se o que lhe terão dito sobre esta casa.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Dinamo Zagreb já se começa a dizer o nome dele no passado.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Mohamed Abo Fani estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Alfonso Barco e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
«Agradeço os jogos, mas não me fiz futebolista para ser a peça sobresselente de alguém.» Quer estar em Dinamo Zagreb, e 5 jogos em 19 dizem que merece ser ouvido.
10 golos em 21 jogos no Hartberg — números que viajam para casa mais depressa do que ele. No Dinamo Zagreb alguém atualiza uma folha de cálculo todas as segundas, e cada semana lê-se melhor.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Verba acordada, salário acordado, e o BSK Bijelo Brdo à espera com uma camisola. No Dinamo Zagreb ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
“Sei o que as pessoas vão dizer. Sei o que quero, e é aqui.” O Fehervar tinha a verba acordada e a camisola pronta; não tinha o jogador, e agora não o vai ter.
O valor aprovado não chegava. A direção foi consultada de novo e subiu a sua própria proposta para $82.3M — um clube que quer Alexey Miranchuk ao ponto de perguntar duas vezes.
As regras permitem-no e dói na mesma. Gabriel Proleta acertou condições com o Hrvace para o verão e, até lá, veste esta camisola como quem já escolheu a seguinte.
Grischa Prömel e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Mohamed Abo Fani estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Dinamo Zagreb podem fingir não ter ouvido.
Há futebolistas que fazem uma boa temporada e futebolistas por quem uma temporada é recordada; aos segundos leem-lhes o nome num salão no verão. No Dinamo Zagreb estarão discretamente encantados e, em privado, nervosos.
«Quero ganhar coisas e gostava de o fazer aqui.» Não se exigiu nada nem se ameaçou nada, mas uma direção como a de Dinamo Zagreb ouve uma frase destas exatamente como foi construída.
“O treinador não usou muitas palavras, e não precisou delas.” Sergi Domínguez tem a sua resposta do Dinamo Zagreb; o que fizer com ela é a história da próxima janela.
O treinador reorganizou as ideias e Florian Kastenmeier saiu delas mais abaixo. Vão dizer-lhe que é temporário, e os jogadores que já ouviram isso antes vão desviar o olhar.
Quatro ou cinco jornadas de regularidade, medidas contra todos os da divisão que fazem o seu trabalho. Mohamed Ali Ben Romdhane sai dessa comparação dentro da equipa, e o Dinamo Zagreb beneficiou de cada uma dessas tardes.
Os clubes prometem constantemente e o jornal costuma só saber quando falham. Esta foi cumprida, e o balneário notou-o mais depressa do que qualquer adepto.
Em resumo
O bancoMateo Lisica tornou-se um homem de confiança do treinador
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Dinamo Zagreb coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel27/12/2027
Mohamed Abo Fani desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Ninguém no Dinamo Zagreb dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Mohamed Abo Fani assinar alguma coisa — um contrato no Dinamo Zagreb ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
Uma conversa no gabinete do treinador, e um compromisso que saiu dela. Promessas assim são baratas de fazer e caras de quebrar, e Florian Kastenmeier apontou a data.
3 golos em 19 jogos no ZTE — números que viajam para casa mais depressa do que ele. No Dinamo Zagreb alguém atualiza uma folha de cálculo todas as segundas, e cada semana lê-se melhor.
46 pontos, e o resto da divisão a olhar para cima. Todas as equipas que acabam em primeiro passam a época a fingir que não pensam nisso, e esta começou a fingir.
«Tenho ambições e gostava que o clube as partilhasse.» Ninguém pediu para sair nem foi mandado embora — mas um jogador escolhe essa frase com cuidado, e uma administração ouve-a exactamente como foi pensada.
A versão geral desta queixa é que um jogador quer mais. A versão concreta dá-lhe nome: quer entrar sob os holofotes contra clubes de outros países, e deixou de fingir o contrário.
Plantel20/12/2027
Palavras no treino do Dinamo Zagreb sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Mohamed Abo Fani está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Dinamo Zagreb coisas que levam mais de uma semana a retirar.
«Não fui para ficar a ver. Quero voltar ao Dinamo Zagreb e lutar pelo meu lugar.» 5 jogos em 15 no Bukhara dizem o resto.
O banco20/12/2027
Dion Beljo tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Dinamo Zagreb dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
7 golos em 17 jogos no Hartberg — números que viajam para casa mais depressa do que ele. No Dinamo Zagreb alguém atualiza uma folha de cálculo todas as segundas, e cada semana lê-se melhor.
Já são 10 vitórias seguidas, e a pergunta deixou de ser se a série acaba para passar a ser quem a acaba. Confiança assim não se compra; ganha-se exatamente desta maneira.
1.º lugar com 46 pontos. Todas as épocas são uma história e esta é a última linha dela, e agora o clube tem três meses para decidir de que fala a próxima.
Jogo11/12/2027
O Dinamo Zagreb torna a sua casa um sítio difícil de visitar
15 sem derrota no seu relvado. O campo não mudou; a bancada sim — mais barulhenta mais cedo e mais rápida a perceber quando o adversário preferia estar noutro lado.
Notas dos jogadores13/12/2027
Tin Miljak, 21 anos, joga como se cá estivesse há anos — 8.45
Um 8.45 significa uma coisa ao lado do nome de um jogador de vinte e nove anos e algo completamente diferente ao lado do de um de 21. Ninguém no estádio precisou que lhe explicassem.
«Tenho ambições e gostava que o clube as partilhasse.» Ninguém pediu para sair nem foi mandado embora — mas um jogador escolhe essa frase com cuidado, e uma administração ouve-a exactamente como foi pensada.
Tem 23 anos e o estádio já canta o nome dele, coisa que acontece aos miúdos da terra e quase nunca aos reforços. Tudo a partir daqui se mede contra um carinho que não fez nada para merecer, a não ser ser daqui.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Mohamed Ali Ben Romdhane. 2‑0 sobre o Cibalia, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Dinamo Zagreb podem fingir não ter ouvido.
“Quero jogar por troféus enquanto as pernas mo permitirem.” Nada nessa frase é um pedido de transferência, e ninguém no Dinamo Zagreb a ouviu como outra coisa.
«Há manhãs em que acordas e tudo o que conheces continua longíssimo.» Não é o futebol e nunca foi: o Dinamo Zagreb lida com um homem que quer outro país.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Mohamed Abo Fani estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
6‑0, e a margem não enganou ninguém — aguentava mais um golo ou dois sem protesto. É por tardes assim que as pessoas continuam a vir.
Jogo27/11/2027
Ninguém quer jogar contra o Dinamo Zagreb neste momento
7 vitórias seguidas mudam a forma como o adversário aquece: mais calado, mais olhares de esguelha. As séries acabam, toda a gente o sabe — mas neste balneário ninguém conta com isso.
Aos 19 anos faz esta época coisas que não conseguia fazer na época passada, e fá-las todas as semanas. A forma vai e vem; isto já ficou tempo suficiente para se lhe chamar outra coisa.
6 golos. Os dois bancos passaram a segunda parte a olhar um para o outro mais do que para o relvado. Os puristas vão queixar-se do Dinamo Zagreb e do NK Varazdin por igual; os restantes divertiram-se imenso.
Há um calor muito próprio que um estádio guarda para um jovem de 22 anos que sente como seu. Sergi Domínguez tem-no agora, e tudo o que fizer no resto do tempo aqui será medido contra a boa vontade que lhe deram de graça.
Uma média de 7.33 na época, com 9 golos a sustentá-la. Os adversários começaram a planear jogos a pensar nele, que é o elogio mais sincero que o futebol faz.
Em resumo
Notas dos jogadoresUm daqueles dias de Mateo Lisica
Notas dos jogadoresNoventa minutos de Luka Ivanušec no seu melhor
Já são 6 vitórias seguidas, e a pergunta deixou de ser se a série acaba para passar a ser quem a acaba. Confiança assim não se compra; ganha-se exatamente desta maneira.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Dinamo Zagreb coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Um jogador que contava ser titular assistiu de fora. O treinador vai chamar-lhe uma decisão pela equipa; Gabriel Vidović chama-lhe outra coisa em privado.
“O mérito é dos jogadores. Hoje o meu trabalho foi fácil.” Não foi, e toda a gente na sala o sabia; depois do 1‑0, Mato Kramaric podia dar-se ao luxo de ser generoso.
«Disseram-me coisas antes de eu assinar. Não as vou repetir, mas lembro-me de todas.» Dinamo Zagreb nada responderam, o que também é uma resposta.
Plantel15/11/2027
Palavras no treino do Dinamo Zagreb sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Mohamed Abo Fani está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Mohamed Ali Ben Romdhane e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Duas equipas do topo da tabela, uma tarde, e um mês de conversa decidido em noventa minutos. O Dinamo Zagreb não vai usar a palavra título esta semana e não vai deixar de a pensar.
O banco15/11/2027
Dion Beljo tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Dinamo Zagreb dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Dion Beljo assinar alguma coisa — um contrato no Dinamo Zagreb ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
Segue-se o Lokomotiva Zagreb, e há um homem no balneário do Dinamo Zagreb que conhece o centro de treinos deles melhor do que o seu. A receção vai dizer-lhe o que pensavam dele.
Treina a sério, diz o que há a dizer e volta para um apartamento vazio. No Dinamo Zagreb ninguém fez nada de mal, e é justamente isso que torna tudo tão difícil de resolver.
Uma conversa no gabinete do treinador, e um compromisso que saiu dela. Promessas assim são baratas de fazer e caras de quebrar, e Florian Kastenmeier apontou a data.
Já são 5 vitórias seguidas, e a pergunta deixou de ser se a série acaba para passar a ser quem a acaba. Confiança assim não se compra; ganha-se exatamente desta maneira.
O mais difícil de ter 21 anos numa equipa principal é que ninguém perdoa nada. Matteo Pérez Vinlöf não precisou: 7.64, e parecia o homem mais à vontade no relvado.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Dinamo Zagreb ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
12 jogos sem perder em casa. As equipas visitantes chegam já a falar do ambiente, o que costuma ser sinal de que perderam meio jogo antes do pontapé de saída.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Dinamo Zagreb coisas que levam mais de uma semana a retirar.
3‑1 frente ao Hajduk Split, e os cânticos continuaram muito depois do apito. As classificações vêm e vão; dias assim contam-se aos jantares de família durante anos.
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 6 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
Jogo30/10/2027
Ninguém quer jogar contra o Dinamo Zagreb neste momento
4 vitórias seguidas mudam a forma como o adversário aquece: mais calado, mais olhares de esguelha. As séries acabam, toda a gente o sabe — mas neste balneário ninguém conta com isso.
Contra qualquer outro seriam três pontos e pouco mais. Contra eles, e com o nome dele no golo, é um ano de conversa garantida para o Dinamo Zagreb e uma história que vai sobreviver ao contrato dele.
Mohamed Abo Fani e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
«Tenho ambições e gostava que o clube as partilhasse.» Ninguém pediu para sair nem foi mandado embora — mas um jogador escolhe essa frase com cuidado, e uma administração ouve-a exactamente como foi pensada.
Tem 23 anos e o estádio já canta o nome dele, coisa que acontece aos miúdos da terra e quase nunca aos reforços. Tudo a partir daqui se mede contra um carinho que não fez nada para merecer, a não ser ser daqui.
200 jogos com a camisola. Ninguém se propõe construir um registo assim; acontece a um certo tipo de jogador num certo tipo de clube, e esta cidade sabe o que tem.
O painel já tinha subido, os protestos já tinham começado, e então a bola entrou ao minuto 92. O HNK Rijeka vai rever cada segundo do tempo extra durante uma semana.
28 pontos, e o resto da divisão a olhar para cima. Todas as equipas que acabam em primeiro passam a época a fingir que não pensam nisso, e esta começou a fingir.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Mojmír Chytil produziu-o, e o 8.92 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
Jogo23/10/2027
Ninguém quer jogar contra o Dinamo Zagreb neste momento
3 vitórias seguidas mudam a forma como o adversário aquece: mais calado, mais olhares de esguelha. As séries acabam, toda a gente o sabe — mas neste balneário ninguém conta com isso.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Mohamed Abo Fani estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Mojmír Chytil. 2‑1 sobre o HNK Rijeka, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Dinamo Zagreb coisas que levam mais de uma semana a retirar.
O jogo à volta do qual se organiza o calendário. A forma vai pela janela, a tabela não se consulta, e durante noventa minutos o Dinamo Zagreb será julgado por uma única coisa.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Mislav Oršić, e o treinador deixou.
Em resumo
O bancoA vista do banco
O bancoMateo Lisica tornou-se um homem de confiança do treinador
Já são 20 jogos sem perder. Uns foram conquistados, outros sobrevividos, mas está a formar-se um hábito — e hábitos são a coisa mais difícil de defrontar no futebol.
O Djakovo Croatia está fora e o Dinamo Zagreb segue em frente, com um 4‑3 como palavra final. O quadro abre-se um pouco, e toda a gente se permite espreitá-lo.
3 golos num só jogo. O primeiro foi bem apontado, o segundo com fome, e ao terceiro a bancada já só esperava que a bola lhe chegasse.
Notas dos jogadores18/10/2027
Tin Miljak, 21 anos, joga como se cá estivesse há anos — 8.36
Um 8.36 significa uma coisa ao lado do nome de um jogador de vinte e nove anos e algo completamente diferente ao lado do de um de 21. Ninguém no estádio precisou que lhe explicassem.
10 jogos sem perder em casa. As equipas visitantes chegam já a falar do ambiente, o que costuma ser sinal de que perderam meio jogo antes do pontapé de saída.
A versão geral desta queixa é que um jogador quer mais. A versão concreta dá-lhe nome: quer entrar sob os holofotes contra clubes de outros países, e deixou de fingir o contrário.
Defender era opcional e ninguém exerceu a opção. 7 golos entre o Dinamo Zagreb e o Djakovo Croatia, e nem um dos que pagaram bilhete vai pedir o dinheiro de volta.
Plantel18/10/2027
Mohamed Abo Fani desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Há um calor muito próprio que um estádio guarda para um jovem de 23 anos que sente como seu. Mirko Sušak tem-no agora, e tudo o que fizer no resto do tempo aqui será medido contra a boa vontade que lhe deram de graça.
“Quero jogar por troféus enquanto as pernas mo permitirem.” Nada nessa frase é um pedido de transferência, e ninguém no Dinamo Zagreb a ouviu como outra coisa.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Dinamo Zagreb coisas que levam mais de uma semana a retirar.
O banco11/10/2027
Luka Ivanušec tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Dinamo Zagreb dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Dion Beljo. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
Todos os plantéis têm um jogo destes para alguém, todas as épocas. Este é o de Josip Brundić: o clube que o conheceu primeiro, os adeptos que vão decidir no primeiro minuto se aplaudem, e o Dinamo Zagreb a precisar que ele jogue como se nada disso importasse.
Nada por escrito e nada em público: uma palavra sobre minutos, dada cara a cara no Dinamo Zagreb. As fichas de jogo do próximo mês dirão se valia a pena tê-la.
«Não vim para aqui aquecer à frente das pessoas.» O contrato acaba um dia, sabe contar as semanas, e o Dinamo Zagreb terá de lhe dar um motivo para ficar ou uma saída.
A série sem derrotas chega aos 18 jogos. Uns foram vitórias e outros fugas, mas uma equipa que se recusa a perder é uma equipa de que os outros balneários falam.
«Quero ganhar coisas e gostava de o fazer aqui.» Não se exigiu nada nem se ameaçou nada, mas uma direção como a de Dinamo Zagreb ouve uma frase destas exatamente como foi construída.
Grischa Prömel esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
«Dei tudo a isto, mas a minha família não está aqui — e eu também não, na verdade.» A um futebolista corrige-se a má fase. Disto nunca ninguém foi corrigido, e no Dinamo Zagreb sabem-no.
Plantel04/10/2027
Palavras no treino do Dinamo Zagreb sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Mohamed Abo Fani está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Em resumo
O bancoMeio satisfeito: Mato Kramaric sobre o empate
Mohamed Ali Ben Romdhane esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Mohamed Abo Fani estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
A série sem derrotas chega aos 16 jogos. Uns foram vitórias e outros fugas, mas uma equipa que se recusa a perder é uma equipa de que os outros balneários falam.
Não é uma fase — é um salto a sério, mantido durante meses. Aos 19 anos faz a este nível coisas que não fazia no início da época, e a equipa técnica dir-lhe-á exatamente quais.
Mohamed Ali Ben Romdhane e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Defender era opcional e ninguém exerceu a opção. 6 golos entre o Dinamo Zagreb e o NK Osijek, e nem um dos que pagaram bilhete vai pedir o dinheiro de volta.
“Quero jogar por troféus enquanto as pernas mo permitirem.” Nada nessa frase é um pedido de transferência, e ninguém no Dinamo Zagreb a ouviu como outra coisa.
Há um calor muito próprio que um estádio guarda para um jovem de 23 anos que sente como seu. Gabriel Vidović tem-no agora, e tudo o que fizer no resto do tempo aqui será medido contra a boa vontade que lhe deram de graça.
A série sem derrotas chega aos 15 jogos. Uns foram vitórias e outros fugas, mas uma equipa que se recusa a perder é uma equipa de que os outros balneários falam.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Paul Bismarck Tabinas será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Dinamo Zagreb as despedidas começaram em silêncio.
«Quero ganhar coisas e gostava de o fazer aqui.» Não se exigiu nada nem se ameaçou nada, mas uma direção como a de Dinamo Zagreb ouve uma frase destas exatamente como foi construída.
Plantel13/09/2027
Mohamed Abo Fani desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Dion Beljo, e o treinador deixou.
Segue-se o NK Osijek, e as duas equipas para que a divisão olha encontram-se. A quem ganhar dirão que nada está decidido no mesmo fôlego em que lhe dão os parabéns.
Toda a gente deixou de fingir: o Paksi vai fazer a chamada por Lukas Kačavenda esta semana. O Dinamo Zagreb tem um número em mente, e o número não é tímido.
“Sei o que as pessoas vão dizer. Sei o que quero, e é aqui.” O Uskok tinha a verba acordada e a camisola pronta; não tinha o jogador, e agora não o vai ter.
Direção06/09/2027
O prazo passa com 13 contratações e 42 saídas
Está feito o negócio no Dinamo Zagreb até o mercado voltar a abrir. Se chegou, responde-se aos sábados e não numa coluna, e o primeiro sábado está perto.
«Quero ganhar coisas e gostava de o fazer aqui.» Não se exigiu nada nem se ameaçou nada, mas uma direção como a de Dinamo Zagreb ouve uma frase destas exatamente como foi construída.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Mohamed Abo Fani estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Mislav Oršić esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Há um nível em que um futebolista deixa de ser posto à prova e passa apenas a ser contido, e ele chegou lá há algum tempo. No Dinamo Zagreb sabem-no, e também todos os que o veem.
“Continuamos a reunir-nos, e continuamos a sair da sala com os mesmos números com que entrámos.” Mais uma ronda de conversas no Dinamo Zagreb, mais uma semana sem a assinatura de Florian Kastenmeier.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Dinamo Zagreb podem fingir não ter ouvido.
“Sei o que as pessoas vão dizer. Sei o que quero, e é aqui.” O Blau-Weiß Linz tinha a verba acordada e a camisola pronta; não tinha o jogador, e agora não o vai ter.
Chega um momento em que um clube apoia a sua ambição ou admite que não a tem. O Dinamo Zagreb pagou $3.4M por Florian Kastenmeier, que é a forma mais barulhenta de dizer qual das duas escolheu.
Todos os futebolistas têm uma resposta para a pergunta sobre o clube da infância, e a maioria nunca chega a agir sobre ela. Florian Kastenmeier agiu, no Dinamo Zagreb, e o primeiro mês vai mostrar o que isso faz a um homem.
Às direções dizem-lhes durante anos o que fazem mal e não ouvem nada nos dias em que acertam. Este é um desses dias: Mojmír Chytil do Bournemouth por $31.8M, e uma bilheteira a ter uma manhã excelente.
O Bournemouth aceitou o dinheiro. O que o Dinamo Zagreb ainda não tem é o homem, e entre aqui e a fotografia há uma conversa sobre salários que os dois lados temem.
O HNK Gorica vai querer esquecer isto depressa: 4‑1, todos os duelos perdidos e uma viagem longa para casa. O Dinamo Zagreb foi impiedoso como as boas equipas sabem ser.
A série sem derrotas chega aos 13 jogos. Uns foram vitórias e outros fugas, mas uma equipa que se recusa a perder é uma equipa de que os outros balneários falam.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Dinamo Zagreb perdeu-o em tudo menos nos papéis.
A proposta do Paksi por Kirill Kravtsov foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Léo Jardim esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
“Quero jogar por troféus enquanto as pernas mo permitirem.” Nada nessa frase é um pedido de transferência, e ninguém no Dinamo Zagreb a ouviu como outra coisa.
Plantel23/08/2027
Palavras no treino do Dinamo Zagreb sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Mohamed Abo Fani está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Em resumo
Notas dos jogadoresLuka Ivanušec jogou uma tarde diferente da de toda a gente
A proposta do IF Elfsborg por Moris Valinčić foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Já são 12 jogos sem perder. Uns foram conquistados, outros sobrevividos, mas está a formar-se um hábito — e hábitos são a coisa mais difícil de defrontar no futebol.
“Não era o certo para mim. Não vou explicar porquê a ninguém, a não ser às pessoas a quem devo uma explicação.” Um negócio acordado entre dois clubes, e um jogador que se recusou a fazer parte dele.
Isto não é profundidade de plantel e ninguém finge que seja. Pagaram-se $4.4M porque Grischa Prömel é simplesmente melhor do que o que já cá estava, e o clube decidiu deixar de esperar.
Todos os futebolistas têm uma resposta para a pergunta sobre o clube da infância, e a maioria nunca chega a agir sobre ela. Grischa Prömel agiu, no Dinamo Zagreb, e o primeiro mês vai mostrar o que isso faz a um homem.
A proposta seguiu esta semana para o Zurich, e a resposta é deles. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
A versão geral desta queixa é que um jogador quer mais. A versão concreta dá-lhe nome: quer entrar sob os holofotes contra clubes de outros países, e deixou de fingir o contrário.
Mohamed Ali Ben Romdhane e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Grischa Prömel e o Dinamo Zagreb acertam mais 4 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Em resumo
PlantelUma zanga por causa do esforço no Dinamo Zagreb
O aperto de mão com o CSKA Moscow está dado; o do jogador ainda não. Seguem-se as condições pessoais, e é nas condições pessoais que morrem mais negócios do que alguém imprime.
Verba acordada, salário acordado, e o Opatija à espera com uma camisola. No Dinamo Zagreb ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
“Ouvi, pensei, e fico. É essa a história toda.” Os clubes tinham acordado uma verba. Nikola Čavlina não tinha acordado ir, e afinal era essa a parte que contava.
A proposta do Vasas por Lukas Kačavenda foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
«Há manhãs em que acordas e tudo o que conheces continua longíssimo.» Não é o futebol e nunca foi: o Dinamo Zagreb lida com um homem que quer outro país.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Dinamo Zagreb coisas que levam mais de uma semana a retirar.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Luka Ivanušec e o Dinamo Zagreb acertam mais 5 anos.
Um 7.84 significa uma coisa ao lado do nome de um jogador de vinte e nove anos e algo completamente diferente ao lado do de um de 21. Ninguém no estádio precisou que lhe explicassem.
A proposta do Nyíregyháza por Stjepan Radeljić foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
«Tenho ambições e gostava que o clube as partilhasse.» Ninguém pediu para sair nem foi mandado embora — mas um jogador escolhe essa frase com cuidado, e uma administração ouve-a exactamente como foi pensada.
Jogo31/07/2027
Ninguém quer jogar contra o Dinamo Zagreb neste momento
3 vitórias seguidas mudam a forma como o adversário aquece: mais calado, mais olhares de esguelha. As séries acabam, toda a gente o sabe — mas neste balneário ninguém conta com isso.
Mohamed Ali Ben Romdhane esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Mohamed Abo Fani estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Dion Beljo. 3‑1 sobre o Slaven Belupo, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Mohamed Abo Fani, e o treinador deixou.
“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O Dinamo Zagreb pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.
O Dinamo Zagreb ofereceu $11.0M; o Al Ain disse que nem perto. Ao treinador dirão que o dinheiro continua lá para o jogador certo, que é o que se diz aos treinadores.
“Ouvi, pensei, e fico. É essa a história toda.” Os clubes tinham acordado uma verba. Lukas Kačavenda não tinha acordado ir, e afinal era essa a parte que contava.
Notas dos jogadores26/07/2027
Mislav Oršić, 34 anos, faz recuar o relógio — 8.22
Há uma idade a partir da qual toda a boa tarde é descrita como uma recordação do passado, o que é injusto e também exato. 8.22 aos 34, e ninguém no campo esteve melhor.
Ser difícil de bater não é o mesmo que ganhar, mas 9 jogos sem derrota são uma base que o Dinamo Zagreb não tinha no outono.
Notas dos jogadores26/07/2027
Um golo de defesa dá a vitória ao Dinamo Zagreb — 7.63
1 para Mohamed Ali Ben Romdhane, avaliado com 7.63, e o nome de um central na parte da crónica a que normalmente só chega por engano. No balneário não o vão deixar esquecer durante um mês.
Nota de 7.99. Há um tipo de avançado cujo valor só aparece quando se conta aquilo em que participou em vez daquilo que finalizou, e este é o dia em que esse argumento se demonstra sozinho.
6 miúdos sobem, e algures no edifício as pessoas que os treinaram aos doze anos estão a ter, em silêncio, a melhor manhã do seu ano de trabalho. Nada disto aparece num resultado, e é para isto que a formação existe.
Em resumo
PlantelUma zanga por causa do esforço no Dinamo Zagreb
A proposta seguiu esta semana para o Al Ain, e a resposta é deles. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
“Sei o que as pessoas vão dizer. Sei o que quero, e é aqui.” O NK Domzale tinha a verba acordada e a camisola pronta; não tinha o jogador, e agora não o vai ter.
O Istra 1961 pagou $420.0K e o Dinamo Zagreb aceitou, o que é a história toda numa frase. A versão longa fala do orçamento salarial e vai ser contada a época inteira.
Karlo Zulfić parte para o NK Osijek num negócio de $140.0K. Os contabilistas estão satisfeitos; os adeptos, menos.
Plantel19/07/2027
Palavras no treino do Dinamo Zagreb sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Stjepan Radeljić está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Ninguém o confirma e as fichas de jogo confirmam-no todas as semanas. Um erro comprou-lhe um período como segunda opção que já é mais longo do que o erro merecia.
Plantel19/07/2027
Demasiada mudança demasiado depressa no Dinamo Zagreb
13 contratações em três meses. Cada uma pode ser uma melhoria e a equipa pode ser pior durante um tempo na mesma, que é a parte de uma reconstrução que nunca aparece nos balanços de mercado.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Dinamo Zagreb perdeu-o em tudo menos nos papéis.
“Ouvi, pensei, e fico. É essa a história toda.” Os clubes tinham acordado uma verba. Nikola Čavlina não tinha acordado ir, e afinal era essa a parte que contava.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Dinamo Zagreb, e não vai ser retirado.
A proposta ficou longe e foi recusada quase sem discussão. Se a segunda for recusada com a mesma rapidez já é outra conversa.
Plantel12/07/2027
Mohamed Abo Fani desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Lukas Kačavenda e o Dinamo Zagreb acertam mais 4 anos.
Samy Mmaee esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Dinamo Zagreb, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
“Sei o que as pessoas vão dizer. Sei o que quero, e é aqui.” O Varteks tinha a verba acordada e a camisola pronta; não tinha o jogador, e agora não o vai ter.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Dinamo Zagreb podem fingir não ter ouvido.
A proposta do Slovacko por Nikola Čavlina foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Mohamed Abo Fani estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Nikola Čavlina e o Dinamo Zagreb acertam mais 4 anos.
Nenhum deles será visto por quem quer que seja fora do centro de treinos durante três anos, a maioria nunca jogará um jogo sénior, e um deles pode mudar o clube. É toda a proposta, e é por isso que as academias existem.
A proposta do Cibalia por Robert Mudražija foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
«Tenho ambições e gostava que o clube as partilhasse.» Ninguém pediu para sair nem foi mandado embora — mas um jogador escolhe essa frase com cuidado, e uma administração ouve-a exactamente como foi pensada.
Aos 18 anos faz esta época coisas que não conseguia fazer na época passada, e fá-las todas as semanas. A forma vai e vem; isto já ficou tempo suficiente para se lhe chamar outra coisa.
Ninguém no Dinamo Zagreb dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Um ano depois, a cidade não se abriu, a língua não chegou, e o almoço come-se sozinho mais vezes do que alguém no Dinamo Zagreb admitiria. Nota-se aos sábados.
Verba acordada, salário acordado, e o Dubrava à espera com uma camisola. No Dinamo Zagreb ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
“Não era o certo para mim. Não vou explicar porquê a ninguém, a não ser às pessoas a quem devo uma explicação.” Um negócio acordado entre dois clubes, e um jogador que se recusou a fazer parte dele.
O Dinamo Zagreb perguntou e o NK Osijek disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
A proposta do Latina por Ivan Filipović foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Não é uma queixa nem uma exigência: quer jogar futebol europeu, e deixou de o esconder. Se o Dinamo Zagreb lho pode dar é uma pergunta sobre o clube, não sobre ele.
A forma vai e vem; esta não foi. Anton Matković tem 21 anos, e a versão que treina agora não teria entrado na equipa em que estava há um ano.
Plantel21/06/2027
Mohamed Abo Fani desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Mohamed Ali Ben Romdhane e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Emprestados21/06/2027
13 balizas a zeros por empréstimo para Antonio Rajić
29 jogos no Kustosija e os golos deixaram de entrar. O Dinamo Zagreb emprestou um guarda-redes e vê a época de outro clube melhorar todas as semanas.
Chega um momento em que um clube apoia a sua ambição ou admite que não a tem. O Dinamo Zagreb pagou $9.4M por Mohamed Ali Ben Romdhane, que é a forma mais barulhenta de dizer qual das duas escolheu.
“Sei o que as pessoas vão dizer. Sei o que quero, e é aqui.” O Hartberg tinha a verba acordada e a camisola pronta; não tinha o jogador, e agora não o vai ter.
Todos os futebolistas têm uma resposta para a pergunta sobre o clube da infância, e a maioria nunca chega a agir sobre ela. Mohamed Ali Ben Romdhane agiu, no Dinamo Zagreb, e o primeiro mês vai mostrar o que isso faz a um homem.
O Dinamo Zagreb perguntou e o Fiorentina disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
$3.1M era o máximo que o clube pagaria, e o NK Osijek pedia mais. Negócios destes ressuscitam na última semana do mercado mais ou menos metade das vezes, e todos os envolvidos o sabem.
O Karlovac 1919 pagou $3.3M e o Dinamo Zagreb aceitou, o que é a história toda numa frase. A versão longa fala do orçamento salarial e vai ser contada a época inteira.
Mohamed Abo Fani e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Em resumo
As bancadasA cidade pediu, e o Dinamo Zagreb pagou $9.4M
Verba acordada, salário acordado, e o Karlovac 1919 à espera com uma camisola. No Dinamo Zagreb ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
O Dinamo Zagreb foi ao HNK Rijeka com uma proposta, e os adeptos foram à internet com uma opinião sobre ela. Se alguma das duas muda alguma coisa, decide o clube vendedor.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O HNK Rijeka fica com o seu homem, e o Dinamo Zagreb volta a uma lista com um nome riscado.
A proposta do Altach por Luka Stojković foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
«Tenho ambições e gostava que o clube as partilhasse.» Ninguém pediu para sair nem foi mandado embora — mas um jogador escolhe essa frase com cuidado, e uma administração ouve-a exactamente como foi pensada.
O valor aprovado não chegava. A direção foi consultada de novo e subiu a sua própria proposta para $3.3M — um clube que quer Luka Vrbančić ao ponto de perguntar duas vezes.
O Istra 1961 pagou $1.4M e o Dinamo Zagreb aceitou, o que é a história toda numa frase. A versão longa fala do orçamento salarial e vai ser contada a época inteira.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Raúl Torrente e o Dinamo Zagreb acertam mais 4 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Um prémio individual é coisa estranha num desporto de equipa, e os melhores não se discutem. Teve o tipo de ano que acaba com o seu nome lido em voz alta, e o Dinamo Zagreb beneficiou disso.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Dion Beljo e o Dinamo Zagreb acertam mais 5 anos.
Luka Stojković e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
25 jogos e 10 golos longe daqui, e um homem que o treinador não tinha no verão passado. O empréstimo fez o que os empréstimos devem fazer e quase nunca fazem.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Matteo Pérez Vinlöf está nela.
A lista é um documento discreto com um significado ruidoso. Bruno Goda pode falar com quem perguntar, e no clube toda a gente sabe o que isso quer dizer.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Niko Galešić treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
O empréstimo de Antonio Rajić mede-se pelo que não acontece
13 balizas a zeros em 29 jogos no Kustosija. É o ofício inteiro de um guarda-redes bem cumprido, e está a ser cumprido muito longe do clube que o detém.
O banco24/05/2027
O treinador ainda não acabou de esquecer o erro de Dion Beljo
Em público está ultrapassado para toda a gente. Não está para quem faz a equipa, e o único sítio onde isso se vê é uma ficha de jogo. Vai ter outra oportunidade: vai tê-la num jogo que importe menos.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Matteo Pérez Vinlöf treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
O banco24/05/2027
Mislav Oršić tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Dinamo Zagreb dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
7 golos em 27 jogos no Salernitana — números que viajam para casa mais depressa do que ele. No Dinamo Zagreb alguém atualiza uma folha de cálculo todas as segundas, e cada semana lê-se melhor.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Mateo Lisica. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
Perguntou pelo seu futuro e recebeu uma resposta com minutos lá dentro. O treinador fez uma promessa num edifício onde as promessas não se esquecem, e o relógio já começou a contar.
Os números não ficam secretos num balneário. Não está a pedir mais do que vale; está a perguntar porque é que alguém ao lado dele vale mais, e o Dinamo Zagreb não tem uma boa resposta.
Duas horas por semana com um professor, que é a coisa menos glamorosa do Dinamo Zagreb e a que decide se um reforço estrangeiro ainda cá está daqui a dois anos.
36 pontos, e o resto da divisão a olhar para cima. Todas as equipas que acabam em primeiro passam a época a fingir que não pensam nisso, e esta começou a fingir.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Krešimir Radoš será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Dinamo Zagreb as despedidas começaram em silêncio.
«Agradeço os jogos, mas não me fiz futebolista para ser a peça sobresselente de alguém.» Quer estar em Dinamo Zagreb, e 11 jogos em 37 dizem que merece ser ouvido.
19 jogos longe de casa e 9 golos de colheita. Cada um deles torna a conversa do próximo verão um pouco mais cara.
O banco17/05/2027
Moris Valinčić tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Dinamo Zagreb dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Mohamed Abo Fani assinar alguma coisa — um contrato no Dinamo Zagreb ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
3 golos em 14 jogos no Radomlje — números que viajam para casa mais depressa do que ele. No Dinamo Zagreb alguém atualiza uma folha de cálculo todas as segundas, e cada semana lê-se melhor.
Nada por escrito e nada em público: uma palavra sobre minutos, dada cara a cara no Dinamo Zagreb. As fichas de jogo do próximo mês dirão se valia a pena tê-la.
A língua vai chegando e já há com quem falar no balneário. Um jogador que se sente em casa joga como tal, e isso nunca aparece num relatório de observação.
“Quero jogar por troféus enquanto as pernas mo permitirem.” Nada nessa frase é um pedido de transferência, e ninguém no Dinamo Zagreb a ouviu como outra coisa.
O banco10/05/2027
Mateo Lisica tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Dinamo Zagreb dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Nada por escrito e nada em público: uma palavra sobre minutos, dada cara a cara no Dinamo Zagreb. As fichas de jogo do próximo mês dirão se valia a pena tê-la.
A língua vai chegando e já há com quem falar no balneário. Um jogador que se sente em casa joga como tal, e isso nunca aparece num relatório de observação.
“Vejo todos os jogos do Dinamo Zagreb daqui. Isso diz tudo sobre onde está a minha cabeça.” O empréstimo no NK Domzale segue o seu curso, mas o coração nunca fez a viagem.
10 golos em 25 jogos no AE Kition — números que viajam para casa mais depressa do que ele. No Dinamo Zagreb alguém atualiza uma folha de cálculo todas as segundas, e cada semana lê-se melhor.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Matteo Pérez Vinlöf. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
“Pela primeira vez em anos jogo porque alguém me quer na equipa.” O Lucko assenta-lhe bem; a conversa incómoda pertence ao Dinamo Zagreb, e o verão vai forçá-la.
Emprestados03/05/2027
Os golos continuam a chegar do exílio de Josip Brundić
5 golos em 26 jogos no Uljanik Pula — números que viajam para casa mais depressa do que ele. No Dinamo Zagreb alguém atualiza uma folha de cálculo todas as segundas, e cada semana lê-se melhor.
«Tenho ambições e gostava que o clube as partilhasse.» Ninguém pediu para sair nem foi mandado embora — mas um jogador escolhe essa frase com cuidado, e uma administração ouve-a exactamente como foi pensada.
Ninguém confirmará isto e nada mais explica as escolhas do último mês. Um erro caro compra a um jogador um período de suplência que dura sempre mais do que o erro.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Mislav Oršić está nela.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Mateo Lisica. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
Perguntou pelo seu futuro e recebeu uma resposta com minutos lá dentro. O treinador fez uma promessa num edifício onde as promessas não se esquecem, e o relógio já começou a contar.