O Everton foi ao Arsenal com uma proposta, e os adeptos foram à internet com uma opinião sobre ela. Se alguma das duas muda alguma coisa, decide o clube vendedor.
A verba é $9.4M, o contrato está assinado, e a discussão sobre se ele vale o preço pode começar. O Derby County negociou duro; o tempo dirá quem ganhou.
O valor aprovado não chegava. A direção foi consultada de novo e subiu a sua própria proposta para $44.7M — um clube que quer Mikel Merino ao ponto de perguntar duas vezes.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Everton coisas que levam mais de uma semana a retirar.
O centro de treinos fica sossegado durante quinze dias. 5 homens partiram para serem jogadores de outros, e o treinador fica com os que ninguém chamou.
Todos os desenhos têm posições e este não tem a dele. O Everton vai mudar o desenho, mudar-lhe a função ou mudar-lhe o clube, e ele está à espera de saber qual.
O Al-Nassr não queria vender e o número é a razão por que o fez. $28.6M por João Félix, e a expectativa que chega com ele não é suavizada por nenhum período de adaptação.
O Everton e o Derby County acertaram em $9.4M. O resto pertence ao jogador e ao empresário, e um adepto que já viu uma destas sabe que ainda não é altura de comprar a camisola.
O Everton perguntou e o Slavia Prague disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Plantel24/08/2026
Uma transferência que João Félix teria feito de graça
Há uma versão de cada carreira em que o jogador acaba onde escolheu e não onde o escolheram. João Félix está a viver essa versão no Everton, e costuma notar-se no primeiro mês.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Everton, e não vai ser retirado.
João Félix esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
O telefone voltou a tocar por causa de Braiden Graham, e desta vez do outro lado está o Grimsby Town. No Everton ouvem com educação e não prometem nada.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Ainsley Maitland-Niles está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Os contabilistas vão chamar-lhe bom negócio e terão razão, o que não é o assunto de ninguém fora da administração. Iliman N'Diaye era uma das razões por que as pessoas vinham, e $52.2M não substitui isso sozinho.
A abordagem foi feita e a resposta veio numa frase. Não há número em cima da mesa porque não havia número que chegasse.
Direção17/08/2026
4 jogadores da formação recebem número de equipa principal no Everton
A manhã em que o percurso deixa de ser um folheto e passa a ser uma ficha de jogo. A maioria não estará cá daqui a três anos; todos já fizeram a parte difícil, que era chegar a hoje.
A formação existe exatamente para esta manhã. Mark Fisher passou por todos os escalões do clube e tem agora um número de equipa principal; os mais orgulhosos do edifício serão os que o treinaram aos doze anos.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Ainsley Maitland-Niles está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Michael Keane e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Em resumo
AntevisãoOs vizinhos são o próximo adversário do Everton
O Everton foi ao Stoke City com uma proposta, e os adeptos foram à internet com uma opinião sobre ela. Se alguma das duas muda alguma coisa, decide o clube vendedor.
O valor aprovado não chegava. A direção foi consultada de novo e subiu a sua própria proposta para $7.3M — um clube que quer Róbert Boženík ao ponto de perguntar duas vezes.
«Tenho ambições e gostava que o clube as partilhasse.» Ninguém pediu para sair nem foi mandado embora — mas um jogador escolhe essa frase com cuidado, e uma administração ouve-a exactamente como foi pensada.
Carlos Alcaraz esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel10/08/2026
6 caras novas e o Everton ainda se está a conhecer
Um plantel reconstruído num único mercado paga-o numa moeda que ninguém orça. O futebol não é pior do que a soma dos jogadores: é pior do que a soma dos jogadores que já jogaram juntos.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Manchester City fica com o seu homem, e o Everton volta a uma lista com um nome riscado.
412 jogos ao longo de 18 épocas e uma só camisola. Já ninguém constrói uma carreira assim de propósito; acontece a certo tipo de jogador em certo tipo de clube.
«Tenho ambições e gostava que o clube as partilhasse.» Ninguém pediu para sair nem foi mandado embora — mas um jogador escolhe essa frase com cuidado, e uma administração ouve-a exactamente como foi pensada.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Everton coisas que levam mais de uma semana a retirar.
A versão geral desta queixa é que um jogador quer mais. A versão concreta dá-lhe nome: quer entrar sob os holofotes contra clubes de outros países, e deixou de fingir o contrário.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Carlos Alcaraz e o Everton acertam mais 4 anos.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“O treinador não usou muitas palavras, e não precisou delas.” Seamus Coleman tem a sua resposta do Everton; o que fizer com ela é a história da próxima janela.
Em resumo
O bancoJake O'Brien pede uma conversa com o treinador