Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 24 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Plantel09/02/2032
Patrick Ciurria lesiona os ligamentos do joelho — 15 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 15 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Basel já se começa a dizer o nome dele no passado.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Basel ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Basel, e não vai ser retirado.
«Tenho ambições e gostava que o clube as partilhasse.» Ninguém pediu para sair nem foi mandado embora — mas um jogador escolhe essa frase com cuidado, e uma administração ouve-a exactamente como foi pensada.
Perguntam tantas vezes aos futebolistas pelo clube da infância que ninguém ouve a resposta. Leonardo Candellone acabou de assinar pelo Basel e, por uma vez, a resposta importava.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Basel, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Em resumo
O bancoLincoln tornou-se um homem de confiança do treinador
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Basel falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
22 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Basel perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Basel já se começa a dizer o nome dele no passado.
Posição 3, 34 pontos, e o resultado que todos procuram primeiro agora é o deles. A palavra continua a não se dizer à volta do estádio — e é assim que se sabe que todos a pensam.
O prazo passou e o plantel é o plantel. Chegaram 6, saíram 8, e tudo o resto que se imprimiu sobre este clube no último mês foi um rumor que ficou rumor.
«Quero ganhar coisas e gostava de o fazer aqui.» Não se exigiu nada nem se ameaçou nada, mas uma direção como a de Basel ouve uma frase destas exatamente como foi construída.
O aperto de mão com o Wolfsberger AC está dado; o do jogador ainda não. Seguem-se as condições pessoais, e é nas condições pessoais que morrem mais negócios do que alguém imprime.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Basel falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
29 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Basel perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
É a ambição mais legítima do desporto e a mais difícil de satisfazer para a maioria dos clubes. Julian von Moos quer futebol continental; se o Basel o consegue oferecer é uma pergunta sobre as próximas duas épocas, não sobre ele.
Todos os futebolistas têm uma resposta para a pergunta sobre o clube da infância, e a maioria nunca chega a agir sobre ela. Marius Adamonis agiu, no Basel, e o primeiro mês vai mostrar o que isso faz a um homem.
45 dias de fora para Jonas Omlin depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Basel vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
36 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Basel perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Plantel19/01/2032
Uma transferência que Timothy Fayulu teria feito de graça
Há uma versão de cada carreira em que o jogador acaba onde escolheu e não onde o escolheram. Timothy Fayulu está a viver essa versão no Basel, e costuma notar-se no primeiro mês.
As regras permitem-no e dói na mesma. Patrick Ciurria acertou condições com o Luzern para o verão e, até lá, veste esta camisola como quem já escolheu a seguinte.
A versão geral desta queixa é que um jogador quer mais. A versão concreta dá-lhe nome: quer entrar sob os holofotes contra clubes de outros países, e deixou de fingir o contrário.
Gabriele Zappa esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
52 dias de fora para Jonas Omlin depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Basel vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
43 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Basel perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Basel ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Perguntam tantas vezes aos futebolistas pelo clube da infância que ninguém ouve a resposta. Corsin Konietzke acabou de assinar pelo Basel e, por uma vez, a resposta importava.
As regras permitem-no e dói na mesma. Sergi Domínguez acertou condições com o Zurich para o verão e, até lá, veste esta camisola como quem já escolheu a seguinte.
«Tenho ambições e gostava que o clube as partilhasse.» Ninguém pediu para sair nem foi mandado embora — mas um jogador escolhe essa frase com cuidado, e uma administração ouve-a exactamente como foi pensada.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Basel coisas que levam mais de uma semana a retirar.
A papelada fica pronta muito antes do jogador. Filippo Delli Carri acertou vir quando o contrato atual terminar, o que significa que o Basel substituiu um orçamento de verão por um telefonema.
Alvos de mercadoUm empréstimo de Maurice Malone está em marcha
284Edição
O Correio de Basel
05/01/2032
Do nosso correspondente de futebolEstável
Plantel05/01/2032
59 dias de fora para Jonas Omlin depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Basel vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
45 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Basel perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
O Young Boys aceitou o dinheiro. O que o Basel ainda não tem é o homem, e entre aqui e a fotografia há uma conversa sobre salários que os dois lados temem.
A proposta seguiu esta semana para o Lugano, e a resposta é deles. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Verba acordada, salário acordado, e o Vaduz à espera com uma camisola. No Basel ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Basel, e não vai ser retirado.
Há futebolistas que fazem uma boa temporada e futebolistas por quem uma temporada é recordada; aos segundos leem-lhes o nome num salão no verão. No Basel estarão discretamente encantados e, em privado, nervosos.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Basel falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Plantel29/12/2031
Kimberly Ezekwem lesiona os ligamentos do joelho — 52 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 52 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Basel coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Lincoln está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Não dá grande título e é a razão por que os jogadores acreditam na promessa seguinte. O Basel disse a Christian Früchtl que algo iria acontecer e aconteceu, o que nesta indústria já passa por notável.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Rui Silva treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Nada por escrito e nada em público: uma palavra sobre minutos, dada cara a cara no Basel. As fichas de jogo do próximo mês dirão se valia a pena tê-la.
Faltam 6 meses, e ambos os lados sabem o que isso significa: cada semana sem assinatura baixa o valor que o Basel pode pedir e sobe o salário que Oscar Naasei pode exigir.
73 dias de fora para Jonas Omlin depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Basel vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
59 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Basel perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Angel Yondjo será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Basel as despedidas começaram em silêncio.
Mercado22/12/2031
O Basel pode não conseguir dar a Lincoln o que ele quer
É a ambição mais legítima do desporto e a mais difícil de satisfazer para a maioria dos clubes. Lincoln quer futebol continental; se o Basel o consegue oferecer é uma pergunta sobre as próximas duas épocas, não sobre ele.
Yuto Ozeki e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Lincoln está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Fotis Pseftis, e o treinador deixou.
O banco22/12/2031
Gabriele Zappa tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Basel dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Basel falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
66 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Basel perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Basel ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Todos os futebolistas têm uma resposta para a pergunta sobre o clube da infância, e a maioria nunca chega a agir sobre ela. Pau Casadesús agiu, no Basel, e o primeiro mês vai mostrar o que isso faz a um homem.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Basel coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Não acontece nada durante meses e depois ele simplesmente chega, a custo zero, tendo assinado um pré-contrato enquanto ainda jogava por outro. É a forma menos dramática de contratar um futebolista e muitas vezes a mais esperta.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Os dérbis fazem nomes, e Yuto Ozeki fez o seu contra o Young Boys. 2‑0, o orgulho está seguro — e a outra metade da cidade vai estar farta de ouvir falar dele já na terça-feira.
Plantel08/12/2031
87 dias de fora para Jonas Omlin depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Basel vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
73 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Basel perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Marcar a qualquer outro é um golo. Marcar-lhes a eles é uma história que leva o nome de quem marcou durante uma década, e os adeptos do Basel já começaram a contá-la.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Lincoln está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Oscar Naasei e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 94 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
80 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Basel perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
“Quero jogar por troféus enquanto as pernas mo permitirem.” Nada nessa frase é um pedido de transferência, e ninguém no Basel a ouviu como outra coisa.
«Dei tudo a isto, mas a minha família não está aqui — e eu também não, na verdade.» A um futebolista corrige-se a má fase. Disto nunca ninguém foi corrigido, e no Basel sabem-no.
É a ambição mais legítima do desporto e a mais difícil de satisfazer para a maioria dos clubes. Oscar Naasei quer futebol continental; se o Basel o consegue oferecer é uma pergunta sobre as próximas duas épocas, não sobre ele.
Gabriele Zappa e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Notas dos jogadores01/12/2031
Darian Maleš jogou uma tarde diferente da de toda a gente
8.06. Há exibições que um adepto descreve a quem não esteve lá e não consegue transmitir; esta foi uma, e o número também não ajuda.
Segue-se o Young Boys, o que significa uma semana que começa na segunda-feira. Tudo o resto nesta página estará esquecido até sábado; este jogo não se esquece durante um ano.
101 dias de fora para Jonas Omlin depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Basel vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Plantel24/11/2031
Kimberly Ezekwem lesiona os ligamentos do joelho — 87 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 87 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Basel ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Não é uma queixa nem uma exigência: quer jogar futebol europeu, e deixou de o esconder. Se o Basel lho pode dar é uma pergunta sobre o clube, não sobre ele.
Oscar Naasei esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Basel falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Plantel17/11/2031
Kimberly Ezekwem lesiona os ligamentos do joelho — 94 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 94 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Basel ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
A versão geral desta queixa é que um jogador quer mais. A versão concreta dá-lhe nome: quer entrar sob os holofotes contra clubes de outros países, e deixou de fingir o contrário.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Lincoln estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Basel coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
115 dias de fora para Jonas Omlin depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Basel vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Plantel10/11/2031
Kimberly Ezekwem lesiona os ligamentos do joelho — 101 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 101 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Dribles concretizados: 33. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
Já são 9 jogos sem perder. Uns foram conquistados, outros sobrevividos, mas está a formar-se um hábito — e hábitos são a coisa mais difícil de defrontar no futebol.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Alessandro Gabrielloni será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Basel as despedidas começaram em silêncio.
Yuto Ozeki esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
“Quero jogar por troféus enquanto as pernas mo permitirem.” Nada nessa frase é um pedido de transferência, e ninguém no Basel a ouviu como outra coisa.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Lincoln estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Basel falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
108 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Basel perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
A série sem derrotas chega aos 8 jogos. Uns foram vitórias e outros fugas, mas uma equipa que se recusa a perder é uma equipa de que os outros balneários falam.
«Tenho ambições e gostava que o clube as partilhasse.» Ninguém pediu para sair nem foi mandado embora — mas um jogador escolhe essa frase com cuidado, e uma administração ouve-a exactamente como foi pensada.
Notas dos jogadoresGabriele Zappa jogou uma tarde diferente da de toda a gente
274Edição
O Correio de Basel
27/10/2031
Do nosso correspondente de futebolEstável
Plantel27/10/2031
129 dias de fora para Jonas Omlin depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Basel vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
115 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Basel perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Posição 3, 23 pontos, e o resultado que todos procuram primeiro agora é o deles. A palavra continua a não se dizer à volta do estádio — e é assim que se sabe que todos a pensam.
Ser difícil de bater não é o mesmo que ganhar, mas 7 jogos sem derrota são uma base que o Basel não tinha no outono.
Plantel27/10/2031
Lincoln desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Oscar Naasei esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
122 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Basel perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Yuto Ozeki produziu-o, e o 8.56 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Basel ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Ísak Jóhannesson e o Basel acertam mais 5 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Em resumo
PlantelLincoln desentende-se com um colega por causa das exigências
Kimberly Ezekwem lesiona os ligamentos do joelho — 129 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 129 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Não é uma queixa nem uma exigência: quer jogar futebol europeu, e deixou de o esconder. Se o Basel lho pode dar é uma pergunta sobre o clube, não sobre ele.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Basel ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Lincoln esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
“Quero jogar por troféus enquanto as pernas mo permitirem.” Nada nessa frase é um pedido de transferência, e ninguém no Basel a ouviu como outra coisa.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Ísak Jóhannesson e o Basel acertam mais 5 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Mark Harris está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
O banco13/10/2031
Yuto Ozeki tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Basel dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Um dérbi nunca é só futebol, mas o futebol ajudou: 3‑0, e a bancada visitante esvaziou cedo. O direito de mandar bocas fica renovado por mais uma época.
136 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Basel perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
«Quero ganhar coisas e gostava de o fazer aqui.» Não se exigiu nada nem se ameaçou nada, mas uma direção como a de Basel ouve uma frase destas exatamente como foi construída.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Christian Früchtl e o Basel acertam mais 4 anos.
Plantel06/10/2031
Lincoln desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Harry Amass está nela.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Angel Yondjo será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Basel as despedidas começaram em silêncio.
«Nunca quis estar noutro sítio. Ainda há trabalho por acabar aqui.» Lincoln compromete-se com o Basel por mais 4 anos.
Plantel29/09/2031
Lincoln desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Oscar Naasei esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Não é uma queixa nem uma exigência: quer jogar futebol europeu, e deixou de o esconder. Se o Basel lho pode dar é uma pergunta sobre o clube, não sobre ele.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Basel ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Vai jogar aqui até ao verão e depois sair pela porta de graça, tendo já assinado noutro lado. Os adeptos aguentam a primeira parte desta frase; é com a segunda que vão ter dificuldade.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Basel coisas que levam mais de uma semana a retirar.
A versão geral desta queixa é que um jogador quer mais. A versão concreta dá-lhe nome: quer entrar sob os holofotes contra clubes de outros países, e deixou de fingir o contrário.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Mario Perlingieri está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Metade do calendário jogado, 5.º lugar, 13 pontos somados. Multiplicar por dois é a conta que todos os adeptos já fizeram e a única que ninguém no clube fará em voz alta.
Um plantel reconstruído num único mercado paga-o numa moeda que ninguém orça. O futebol não é pior do que a soma dos jogadores: é pior do que a soma dos jogadores que já jogaram juntos.
Em resumo
Notas dos jogadoresNinguém em campo chegou perto de Elias Pihlström
O bancoMeio satisfeito: Nico Elvedi sobre o empate
O bancoSrđan Hrstić tornou-se um homem de confiança do treinador
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Basel já se começa a dizer o nome dele no passado.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Alessandro Gabrielloni será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Basel as despedidas começaram em silêncio.
Jonas Omlin e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
É a ambição mais legítima do desporto e a mais difícil de satisfazer para a maioria dos clubes. Ísak Jóhannesson quer futebol continental; se o Basel o consegue oferecer é uma pergunta sobre as próximas duas épocas, não sobre ele.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Lincoln estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Ibrahim Salah e o Basel acertam mais 5 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Notas dos jogadores15/09/2031
Elias Pihlström jogou uma tarde diferente da de toda a gente
8.32. Há exibições que um adepto descreve a quem não esteve lá e não consegue transmitir; esta foi uma, e o número também não ajuda.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Basel já se começa a dizer o nome dele no passado.
«Nunca quis estar noutro sítio. Ainda há trabalho por acabar aqui.» Jonas Omlin compromete-se com o Basel por mais 2 anos.
Plantel08/09/2031
Mass Sise consegue a transferência que sempre quis
Perguntam tantas vezes aos futebolistas pelo clube da infância que ninguém ouve a resposta. Mass Sise acabou de assinar pelo Basel e, por uma vez, a resposta importava.
Plantel08/09/2031
Lincoln desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Não acontece nada durante meses e depois ele simplesmente chega, a custo zero, tendo assinado um pré-contrato enquanto ainda jogava por outro. É a forma menos dramática de contratar um futebolista e muitas vezes a mais esperta.
Disseram uma coisa a Julian von Moos e depois aconteceu. Neste meio, isso passa por notável, e o balneário reparou mais depressa do que qualquer adepto podia.
Em resumo
O bancoDarian Maleš tornou-se um homem de confiança do treinador
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Darian Maleš produziu-o, e o 8.43 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
A proposta ficou longe e foi recusada quase sem discussão. Se a segunda for recusada com a mesma rapidez já é outra conversa.
Direção01/09/2031
O Basel fecha o mercado com um plantel feito por si
53 entradas e 25 saídas, e nenhuma mudança durante meses. O treinador tem o que tem, os adeptos têm a sua opinião sobre isso, e a tabela terá a última palavra.
“Quero jogar por troféus enquanto as pernas mo permitirem.” Nada nessa frase é um pedido de transferência, e ninguém no Basel a ouviu como outra coisa.
Oscar Naasei esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
O telefone voltou a tocar por causa de Angel Yondjo, e desta vez do outro lado está o Lugano. No Basel ouvem com educação e não prometem nada.
Plantel01/09/2031
Mario Perlingieri desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Basel já se começa a dizer o nome dele no passado.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Basel, e não vai ser retirado.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Basel ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Basel coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel25/08/2031
Lincoln desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Verba acordada, salário acordado, e o Vaduz à espera com uma camisola. No Basel ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
Dois golos e um 8.51 a acompanhar. Os avançados são julgados por tardes como esta e recordados por muito menos delas do que se imagina.
Plantel18/08/2031
Lincoln desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Oscar Naasei e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
“Merecemos. Pedi-lhes uma reação e tive-a, e agora quero o mesmo outra vez no sábado.” Nico Elvedi sobre uma tarde de 3‑1 que lhe agradou mais do que estava disposto a mostrar.
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 7 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
Não é uma queixa nem uma exigência: quer jogar futebol europeu, e deixou de o esconder. Se o Basel lho pode dar é uma pergunta sobre o clube, não sobre ele.
“Quero jogar por troféus enquanto as pernas mo permitirem.” Nada nessa frase é um pedido de transferência, e ninguém no Basel a ouviu como outra coisa.
As carreiras devem estagnar e depois cair, e quem ignora isso é sempre quem estava a ouvir no treino. 3 pontos, ao longo de meses, numa idade em que a direção costuma ser só uma.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Mario Perlingieri está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Disseram-mo com clareza, e prefiro assim.» O treinador de Basel foi explícito quanto à situação de Cristiano Biraghi, o que é mais do que muitos recebem.
Em resumo
O bancoO treinador ainda não acabou de esquecer o erro de Ísak Jóhannesson
MercadoA conversa sobre Angel Yondjo está a chegar
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Julian von Moos produziu-o, e o 8.43 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Basel perdeu-o em tudo menos nos papéis.
«Quero ganhar coisas e gostava de o fazer aqui.» Não se exigiu nada nem se ameaçou nada, mas uma direção como a de Basel ouve uma frase destas exatamente como foi construída.
Jonas Omlin esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Aos 19 anos faz esta época coisas que não conseguia fazer na época passada, e fá-las todas as semanas. A forma vai e vem; isto já ficou tempo suficiente para se lhe chamar outra coisa.
Plantel04/08/2031
Lincoln desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Basel coisas que levam mais de uma semana a retirar.
A versão geral desta queixa é que um jogador quer mais. A versão concreta dá-lhe nome: quer entrar sob os holofotes contra clubes de outros países, e deixou de fingir o contrário.
Todos os futebolistas têm uma resposta para a pergunta sobre o clube da infância, e a maioria nunca chega a agir sobre ela. Sammy Braybrooke agiu, no Basel, e o primeiro mês vai mostrar o que isso faz a um homem.
Verba acordada, salário acordado, e o Vaduz à espera com uma camisola. No Basel ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Basel, e não vai ser retirado.
Aos 17 anos faz esta época coisas que não conseguia fazer na época passada, e fá-las todas as semanas. A forma vai e vem; isto já ficou tempo suficiente para se lhe chamar outra coisa.
A versão geral desta queixa é que um jogador quer mais. A versão concreta dá-lhe nome: quer entrar sob os holofotes contra clubes de outros países, e deixou de fingir o contrário.
Direção21/07/2031
18 jogadores da formação recebem número de equipa principal no Basel
A manhã em que o percurso deixa de ser um folheto e passa a ser uma ficha de jogo. A maioria não estará cá daqui a três anos; todos já fizeram a parte difícil, que era chegar a hoje.
Oscar Naasei e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel21/07/2031
Mario Perlingieri desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Basel já se começa a dizer o nome dele no passado.
“Sei o que as pessoas vão dizer. Sei o que quero, e é aqui.” O Vaduz tinha a verba acordada e a camisola pronta; não tinha o jogador, e agora não o vai ter.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Basel, e não vai ser retirado.
Mario Perlingieri esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
«Quero ganhar coisas e gostava de o fazer aqui.» Não se exigiu nada nem se ameaçou nada, mas uma direção como a de Basel ouve uma frase destas exatamente como foi construída.
Não é uma fase — é um salto a sério, mantido durante meses. Aos 19 anos faz a este nível coisas que não fazia no início da época, e a equipa técnica dir-lhe-á exatamente quais.
Plantel14/07/2031
Lincoln desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Harry Amass treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Basel vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Verba acordada, salário acordado, e o Vaduz à espera com uma camisola. No Basel ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Basel, e não vai ser retirado.
Todos os futebolistas têm uma resposta para a pergunta sobre o clube da infância, e a maioria nunca chega a agir sobre ela. Fotis Pseftis agiu, no Basel, e o primeiro mês vai mostrar o que isso faz a um homem.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Basel coisas que levam mais de uma semana a retirar.
“Quero jogar por troféus enquanto as pernas mo permitirem.” Nada nessa frase é um pedido de transferência, e ninguém no Basel a ouviu como outra coisa.
12 chegadas, uma média de idades que ninguém chamaria plantel, e pais a quem mostram um edifício onde os filhos passarão mais tempo do que em casa. A prospeção já aconteceu; hoje é só papelada.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Basel, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Basel falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Há uma versão de cada carreira em que o jogador acaba onde escolheu e não onde o escolheram. Sergi Domínguez está a viver essa versão no Basel, e costuma notar-se no primeiro mês.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Zurich fica com o seu homem, e o Basel volta a uma lista com um nome riscado.
Franco González e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel30/06/2031
Mario Perlingieri desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“O treinador não usou muitas palavras, e não precisou delas.” Alessandro Romano tem a sua resposta do Basel; o que fizer com ela é a história da próxima janela.
O banco30/06/2031
Ibrahim Salah tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Basel dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Em resumo
O bancoDarian Maleš pede uma conversa com o treinador
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 34 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Basel já se começa a dizer o nome dele no passado.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Basel, e não vai ser retirado.
Todos os futebolistas têm uma resposta para a pergunta sobre o clube da infância, e a maioria nunca chega a agir sobre ela. Patrick Ciurria agiu, no Basel, e o primeiro mês vai mostrar o que isso faz a um homem.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Lincoln estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Thun fica com o seu homem, e o Basel volta a uma lista com um nome riscado.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 41 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Verba acordada, salário acordado, e o Thun à espera com uma camisola. No Basel ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Basel, e não vai ser retirado.
Não é uma queixa nem uma exigência: quer jogar futebol europeu, e deixou de o esconder. Se o Basel lho pode dar é uma pergunta sobre o clube, não sobre ele.
O Basel ofereceu $850.0K; o Lugano disse que nem perto. Ao treinador dirão que o dinheiro continua lá para o jogador certo, que é o que se diz aos treinadores.
Jonas Omlin esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Todos os futebolistas têm uma resposta para a pergunta sobre o clube da infância, e a maioria nunca chega a agir sobre ela. Ísak Jóhannesson agiu, no Basel, e o primeiro mês vai mostrar o que isso faz a um homem.
O Young Boys vai continuar a utilizá-lo até junho e não receberá nada por ele depois. Jordan Beyer pré-acordou a mudança para o Basel, e os únicos que perdem nesse arranjo são os que deixaram o contrato correr.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 48 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Alvos de mercado09/06/2031
Verba fechada, faltam as condições de Kjell Wätjen
O Basel e o Sion acertaram em $6.1M. O resto pertence ao jogador e ao empresário, e um adepto que já viu uma destas sabe que ainda não é altura de comprar a camisola.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Basel já se começa a dizer o nome dele no passado.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Yvandro Borges Sanches será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Basel as despedidas começaram em silêncio.
Todos os futebolistas têm uma resposta para a pergunta sobre o clube da infância, e a maioria nunca chega a agir sobre ela. Christian Früchtl agiu, no Basel, e o primeiro mês vai mostrar o que isso faz a um homem.
O Basel perguntou e o Grasshopper disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
A proposta seguiu esta semana para o Lugano, e a resposta é deles. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
As regras permitem-no e dói na mesma. Jasper Moon acertou condições com o Grasshopper para o verão e, até lá, veste esta camisola como quem já escolheu a seguinte.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 55 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Basel, e não vai ser retirado.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Franco González será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Basel as despedidas começaram em silêncio.
“Quero jogar por troféus enquanto as pernas mo permitirem.” Nada nessa frase é um pedido de transferência, e ninguém no Basel a ouviu como outra coisa.
Não há pior forma de perder um futebolista. Franco González pré-acordou a saída, o que significa que cada jogo daqui até junho é feito por um homem que o clube já não pode vender, e alguém lá em cima vai ter de explicar como se chegou aqui.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Lincoln estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Todos os desenhos têm posições e este não tem a dele. O Basel vai mudar o desenho, mudar-lhe a função ou mudar-lhe o clube, e ele está à espera de saber qual.
O treinador reorganizou as ideias e Srđan Hrstić saiu delas mais abaixo. Vão dizer-lhe que é temporário, e os jogadores que já ouviram isso antes vão desviar o olhar.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 62 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Um prémio individual é coisa estranha num desporto de equipa, e os melhores não se discutem. Teve o tipo de ano que acaba com o seu nome lido em voz alta, e o Basel beneficiou disso.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Basel ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Plantel26/05/2031
Uma transferência que Lincoln teria feito de graça
Há uma versão de cada carreira em que o jogador acaba onde escolheu e não onde o escolheram. Lincoln está a viver essa versão no Basel, e costuma notar-se no primeiro mês.
«Dei tudo a isto, mas a minha família não está aqui — e eu também não, na verdade.» A um futebolista corrige-se a má fase. Disto nunca ninguém foi corrigido, e no Basel sabem-no.
A papelada fica pronta muito antes do jogador. Evan Watts acertou vir quando o contrato atual terminar, o que significa que o Basel substituiu um orçamento de verão por um telefonema.
Em resumo
O bancoGonçalo Nogueira tornou-se um homem de confiança do treinador
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 69 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Basel, e não vai ser retirado.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Axel Guessand será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Basel as despedidas começaram em silêncio.
Plantel19/05/2031
Ibrahim Salah desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
O banco19/05/2031
Reda Khadra tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Basel dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Basel, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
“Continuamos a reunir-nos, e continuamos a sair da sala com os mesmos números com que entrámos.” Mais uma ronda de conversas no Basel, mais uma semana sem a assinatura de Fabio Moreno Fell.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Basel falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Basel ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Benji Siegrist estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Basel coisas que levam mais de uma semana a retirar.
O banco12/05/2031
Srđan Hrstić tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Basel dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
“Continuamos a reunir-nos, e continuamos a sair da sala com os mesmos números com que entrámos.” Mais uma ronda de conversas no Basel, mais uma semana sem a assinatura de Gregory Wüthrich.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 83 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Basel ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
«Tenho ambições e gostava que o clube as partilhasse.» Ninguém pediu para sair nem foi mandado embora — mas um jogador escolhe essa frase com cuidado, e uma administração ouve-a exactamente como foi pensada.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Ibrahim Salah está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Disseram uma coisa a Reda Khadra e depois aconteceu. Neste meio, isso passa por notável, e o balneário reparou mais depressa do que qualquer adepto podia.
Franco González e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 90 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Alessandro Romano será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Basel as despedidas começaram em silêncio.
Yvandro Borges Sanches e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Ibrahim Salah está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Basel, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 97 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Basel, e não vai ser retirado.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Basel ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Plantel21/04/2031
Benji Siegrist desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Xherdan Shaqiri esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
“Continuamos a reunir-nos, e continuamos a sair da sala com os mesmos números com que entrámos.” Mais uma ronda de conversas no Basel, mais uma semana sem a assinatura de Rui Silva.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Reda Khadra está nela.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 104 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Basel ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Ibrahim Salah estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Basel coisas que levam mais de uma semana a retirar.
“Continuamos a reunir-nos, e continuamos a sair da sala com os mesmos números com que entrámos.” Mais uma ronda de conversas no Basel, mais uma semana sem a assinatura de Gonçalo Nogueira.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Srđan Hrstić está nela.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Srđan Hrstić treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Basel falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
«Tenho ambições e gostava que o clube as partilhasse.» Ninguém pediu para sair nem foi mandado embora — mas um jogador escolhe essa frase com cuidado, e uma administração ouve-a exactamente como foi pensada.
Os clubes gastam fortunas à procura de jogadores e de vez em quando encontram um ao fundo do corredor. Steven Elvedi é isso, e a receção na sua primeira aparição será de outra natureza que a de qualquer reforço.
Plantel07/04/2031
Ibrahim Salah desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Salifou Diarrassouba e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Não dá grande título e é a razão por que os jogadores acreditam na promessa seguinte. O Basel disse a Anto Grgic que algo iria acontecer e aconteceu, o que nesta indústria já passa por notável.
Em resumo
PlantelDemasiada mudança demasiado depressa no Basel
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Basel vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Basel ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
«Dei tudo a isto, mas a minha família não está aqui — e eu também não, na verdade.» A um futebolista corrige-se a má fase. Disto nunca ninguém foi corrigido, e no Basel sabem-no.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Basel coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Salifou Diarrassouba estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Entre clubes está tudo fechado e o que falta são papéis e uma fotografia. Em Basel já falam dele no passado.
Plantel24/03/2031
Ibrahim Salah desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Leart Kabashi e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Basel, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
1‑2 frente ao Olympique de Marseille. O futebol continental não perdoa aquilo que uma liga interna deixa passar, e esta foi uma noite passada a descobrir quais dessas coisas o clube ainda arrasta.
«Aqui ninguém está acima de levar um raspanete.» Não se disse nenhum nome, mas o balneário sabe contar, e quem estava a ouvir também.
Plantel17/03/2031
Ibrahim Salah desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Cyrill May será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Basel as despedidas começaram em silêncio.
Ibrahim Salah esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Benji Siegrist estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Um plantel reconstruído num único mercado paga-o numa moeda que ninguém orça. O futebol não é pior do que a soma dos jogadores: é pior do que a soma dos jogadores que já jogaram juntos.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Anto Grgic está nela.
Loris Mvogo lesiona os ligamentos do joelho — 16 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 16 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
43 pontos, e o resto da divisão a olhar para cima. Todas as equipas que acabam em primeiro passam a época a fingir que não pensam nisso, e esta começou a fingir.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Basel, e não vai ser retirado.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Alessandro Romano será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Basel as despedidas começaram em silêncio.
“Quero jogar por troféus enquanto as pernas mo permitirem.” Nada nessa frase é um pedido de transferência, e ninguém no Basel a ouviu como outra coisa.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Ibrahim Salah estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Basel coisas que levam mais de uma semana a retirar.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Edimilson Freuler e o Basel acertam mais 4 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
0‑4. Há um nível que se joga todas as semanas, e é jogado por clubes que o fazem há cinquenta anos; uma noite destas é o que se sente ao chegar lá sem o ter feito.
23 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Basel perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
1‑3 frente ao Grasshopper, e a estrada acaba aqui. As eliminações da taça são mortes rápidas — sem segunda mão, sem próxima semana, só o campeonato daqui até maio.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Basel ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Leart Kabashi e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
30 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Basel perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Yvandro Borges Sanches será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Basel as despedidas começaram em silêncio.
Plantel17/02/2031
Jonas Omlin sofre uma lesão muscular — 14 dias de fora
A lesão que volta sempre, de que se regressa sempre à pressa e que em silêncio custa mais carreiras do que as dramáticas. 14 dias é a estimativa; o número honesto depende de haver paciência.
Os clubes gastam fortunas à procura de jogadores e de vez em quando encontram um ao fundo do corredor. Ivo Freuler é isso, e a receção na sua primeira aparição será de outra natureza que a de qualquer reforço.
Os clubes gastam fortunas à procura de jogadores e de vez em quando encontram um ao fundo do corredor. Cedric Kobel é isso, e a receção na sua primeira aparição será de outra natureza que a de qualquer reforço.
A formação existe exatamente para esta manhã. Edimilson Freuler passou por todos os escalões do clube e tem agora um número de equipa principal; os mais orgulhosos do edifício serão os que o treinaram aos doze anos.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Benji Siegrist está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Franco González e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
37 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Basel perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Basel, e não vai ser retirado.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Basel ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
O relógio fez o que o Sion não quis fazer, e acabou com aquilo. Os adeptos que seguiram a contagem decrescente vão passar o próximo mercado a fazê-lo outra vez.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
O sistema mudou e a posição dele não. Um futebolista pode melhorar a forma; não pode melhorar o sistema do treinador, e o problema é todo esse.
Plantel10/02/2031
Ibrahim Salah desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Franco González e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Em resumo
O bancoAnto Grgic tornou-se um homem de confiança do treinador
44 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Basel perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
43 pontos, e o resto da divisão a olhar para cima. Todas as equipas que acabam em primeiro passam a época a fingir que não pensam nisso, e esta começou a fingir.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Basel ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
$6.7M era o máximo que o clube pagaria, e o Grasshopper pedia mais. Negócios destes ressuscitam na última semana do mercado mais ou menos metade das vezes, e todos os envolvidos o sabem.
«Tenho ambições e gostava que o clube as partilhasse.» Ninguém pediu para sair nem foi mandado embora — mas um jogador escolhe essa frase com cuidado, e uma administração ouve-a exactamente como foi pensada.
Exames médicos, uma assinatura, uma camisola levantada à frente de um painel de patrocinadores. O Basel fez a parte difícil com o Vegalta Sendai, e a parte que falta é a única que os adeptos veem.
A proposta seguiu esta semana para o Grasshopper, e a resposta é deles. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
«Disseram-me coisas antes de eu assinar. Não as vou repetir, mas lembro-me de todas.» Basel nada responderam, o que também é uma resposta.
Plantel27/01/2031
Ognjen Lukić consegue a transferência que sempre quis
Perguntam tantas vezes aos futebolistas pelo clube da infância que ninguém ouve a resposta. Ognjen Lukić acabou de assinar pelo Basel e, por uma vez, a resposta importava.
O valor aprovado não chegava. A direção foi consultada de novo e subiu a sua própria proposta para $7.0M — um clube que quer Kieran Morrison ao ponto de perguntar duas vezes.
As regras permitem-no e dói na mesma. Axel Guessand acertou condições com o Zurich para o verão e, até lá, veste esta camisola como quem já escolheu a seguinte.
O Lugano queria mais do que $300.0K e a direção não foi por aí. Levantou-se da mesa, por agora, o que em pleno mercado quer dizer até alguém pestanejar.
O Lugano vai continuar a utilizá-lo até junho e não receberá nada por ele depois. Gregory Wüthrich pré-acordou a mudança para o Basel, e os únicos que perdem nesse arranjo são os que deixaram o contrato correr.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Yvandro Borges Sanches será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Basel as despedidas começaram em silêncio.
O Lugano aceitou o dinheiro. O que o Basel ainda não tem é o homem, e entre aqui e a fotografia há uma conversa sobre salários que os dois lados temem.
$1.4M era o máximo que o clube pagaria, e o Young Boys pedia mais. Negócios destes ressuscitam na última semana do mercado mais ou menos metade das vezes, e todos os envolvidos o sabem.
Vai jogar aqui até ao verão e depois sair pela porta de graça, tendo já assinado noutro lado. Os adeptos aguentam a primeira parte desta frase; é com a segunda que vão ter dificuldade.
Perguntam tantas vezes aos futebolistas pelo clube da infância que ninguém ouve a resposta. Fabio Moreno Fell acabou de assinar pelo Basel e, por uma vez, a resposta importava.
A papelada fica pronta muito antes do jogador. Nicolò Casale acertou vir quando o contrato atual terminar, o que significa que o Basel substituiu um orçamento de verão por um telefonema.
Plantel20/01/2031
Ibrahim Salah desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Julian von Moos e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
A proposta do Napoli por Maurits Kjærgaard foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Isto não é profundidade de plantel e ninguém finge que seja. Pagaram-se $3.8M porque Rui Silva é simplesmente melhor do que o que já cá estava, e o clube decidiu deixar de esperar.
O Basel e o Sion acertaram em $670.0K. O resto pertence ao jogador e ao empresário, e um adepto que já viu uma destas sabe que ainda não é altura de comprar a camisola.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Basel ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
O valor aprovado não chegava. A direção foi consultada de novo e subiu a sua própria proposta para $315.0K — um clube que quer Théo Collin ao ponto de perguntar duas vezes.
Não há pior forma de perder um futebolista. Paris Elmensdorp pré-acordou a saída, o que significa que cada jogo daqui até junho é feito por um homem que o clube já não pode vender, e alguém lá em cima vai ter de explicar como se chegou aqui.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 14 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
43 pontos, e o resto da divisão a olhar para cima. Todas as equipas que acabam em primeiro passam a época a fingir que não pensam nisso, e esta começou a fingir.
Exames médicos, uma assinatura, uma camisola levantada à frente de um painel de patrocinadores. O Basel fez a parte difícil com o Lugano, e a parte que falta é a única que os adeptos veem.
O St. Gallen aceitou o dinheiro. O que o Basel ainda não tem é o homem, e entre aqui e a fotografia há uma conversa sobre salários que os dois lados temem.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Grasshopper fica com o seu homem, e o Basel volta a uma lista com um nome riscado.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Basel ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 21 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Hannes Delcroix estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Os clubes prometem constantemente e o jornal costuma só saber quando falham. Esta foi cumprida, e o balneário notou-o mais depressa do que qualquer adepto.
Franco González esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Hannes Delcroix está nela.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 28 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Basel coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Ibrahim Salah estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Ibrahim Salah, e o treinador deixou.
Ninguém no Basel dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Não dá grande título e é a razão por que os jogadores acreditam na promessa seguinte. O Basel disse a Luc Dabrowski que algo iria acontecer e aconteceu, o que nesta indústria já passa por notável.
Faltam 1 meses, e ambos os lados sabem o que isso significa: cada semana sem assinatura baixa o valor que o Basel pode pedir e sobe o salário que Herba Guirassy pode exigir.
2‑2 frente ao AZ, sob os holofotes, contra gente que não fala a mesma língua que a bancada. É nestas noites que um clube mede a sua década, e nunca são tantas quantas se espera.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 35 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Basel ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Plantel16/12/2030
Uma transferência que Kimi Løkkevik teria feito de graça
Há uma versão de cada carreira em que o jogador acaba onde escolheu e não onde o escolheram. Kimi Løkkevik está a viver essa versão no Basel, e costuma notar-se no primeiro mês.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Hannes Delcroix está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Ninguém no clube vai dizer em voz alta para quem é esta contratação, que é exatamente como se percebe para quem é. Kimi Løkkevik chegou para ficar com uma camisola que alguém ainda veste.
O bancoNão há lugar para Darian Maleš no jogo grande
228Edição
O Correio de Basel
09/12/2030
Do nosso correspondente de futebolOtimismo
Jogo07/12/2030
O Basel torna a sua casa um sítio difícil de visitar
32 sem derrota no seu relvado. O campo não mudou; a bancada sim — mais barulhenta mais cedo e mais rápida a perceber quando o adversário preferia estar noutro lado.
Um dérbi nunca é só futebol, mas o futebol ajudou: 2‑1, e a bancada visitante esvaziou cedo. O direito de mandar bocas fica renovado por mais uma época.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 42 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Contra qualquer outro seriam três pontos e pouco mais. Contra eles, e com o nome dele no golo, é um ano de conversa garantida para o Basel e uma história que vai sobreviver ao contrato dele.
11 golos e uma média de 7.42 na época têm esse efeito. O espaço que ele costumava encontrar desapareceu; continua a marcar na mesma, que é a marca dos verdadeiros.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Darian Maleš e o Basel acertam mais 4 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 49 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Hannes Delcroix e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Darian Maleš e o Basel acertam mais 4 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
31 jogos sem perder em casa. As equipas visitantes chegam já a falar do ambiente, o que costuma ser sinal de que perderam meio jogo antes do pontapé de saída.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Basel falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Não há forma mais cruel de perder um jogo. O Basel marcou aos 90, o pontapé de saída mal chegou a acontecer, e a bancada visitante ainda estava de pé quando soou o apito.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Basel ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Plantel25/11/2030
Hannes Delcroix desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
A série sem derrotas chega aos 6 jogos. Uns foram vitórias e outros fugas, mas uma equipa que se recusa a perder é uma equipa de que os outros balneários falam.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Basel falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Entre clubes está tudo fechado e o que falta são papéis e uma fotografia. Em Basel já falam dele no passado.
Plantel18/11/2030
Hannes Delcroix desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Basel coisas que levam mais de uma semana a retirar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Ninguém no Basel dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Os clubes prometem constantemente e o jornal costuma só saber quando falham. Esta foi cumprida, e o balneário notou-o mais depressa do que qualquer adepto.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Basel, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
O Basel torna a sua casa um sítio difícil de visitar
29 sem derrota no seu relvado. O campo não mudou; a bancada sim — mais barulhenta mais cedo e mais rápida a perceber quando o adversário preferia estar noutro lado.
Dribles concretizados: 50. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
Plantel11/11/2030
70 dias de fora para Benji Siegrist depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Basel vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
2‑0 frente ao KV Oostende, e uma exibição que será descrita durante o resto da época a quem não esteve lá. Maurits Kjærgaard está no centro dessa descrição.
Hannes Delcroix e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
28 jogos sem perder em casa. As equipas visitantes chegam já a falar do ambiente, o que costuma ser sinal de que perderam meio jogo antes do pontapé de saída.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 77 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Srđan Hrstić produziu-o, e o 9.26 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
«Tenho ambições e gostava que o clube as partilhasse.» Ninguém pediu para sair nem foi mandado embora — mas um jogador escolhe essa frase com cuidado, e uma administração ouve-a exactamente como foi pensada.
9 golos. Os dois bancos passaram a segunda parte a olhar um para o outro mais do que para o relvado. Os puristas vão queixar-se do Basel e do Vaduz por igual; os restantes divertiram-se imenso.
Plantel04/11/2030
Hannes Delcroix desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
27 jogos sem perder em casa. As equipas visitantes chegam já a falar do ambiente, o que costuma ser sinal de que perderam meio jogo antes do pontapé de saída.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Basel falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
O Lugano vai querer esquecer isto depressa: 3‑0, todos os duelos perdidos e uma viagem longa para casa. O Basel foi impiedoso como as boas equipas sabem ser.
Dribles concretizados: 26. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
Entre clubes está tudo fechado e o que falta são papéis e uma fotografia. Em Basel já falam dele no passado.
Plantel28/10/2030
Hannes Delcroix desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
91 dias de fora para Benji Siegrist depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Basel vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Basel ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
4 vitórias seguidas mudam a forma como o adversário aquece: mais calado, mais olhares de esguelha. As séries acabam, toda a gente o sabe — mas neste balneário ninguém conta com isso.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Basel coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Ibrahim Salah estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
100 vezes com estas cores, com qualquer tempo e sob quatro ou cinco treinadores diferentes. Este tipo de serviço está a desaparecer do futebol sem fazer barulho.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Basel falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
26 pontos, e o resto da divisão a olhar para cima. Todas as equipas que acabam em primeiro passam a época a fingir que não pensam nisso, e esta começou a fingir.
Gonçalo Nogueira e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Hannes Delcroix está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Tentei. Tentei mesmo, e todos os dias acordo no sítio errado.” No Basel ninguém consegue treinar isso para fora de um homem, e ninguém lá finge que consegue.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
MercadoA história de Ibrahim Salah recusa-se a morrer
219Edição
O Correio de Basel
07/10/2030
Do nosso correspondente de futebolTriunfo
Jogo06/10/2030
O Basel torna a sua casa um sítio difícil de visitar
26 sem derrota no seu relvado. O campo não mudou; a bancada sim — mais barulhenta mais cedo e mais rápida a perceber quando o adversário preferia estar noutro lado.
Um dérbi nunca é só futebol, mas o futebol ajudou: 1‑0, e a bancada visitante esvaziou cedo. O direito de mandar bocas fica renovado por mais uma época.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 105 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Contra qualquer outro seriam três pontos e pouco mais. Contra eles, e com o nome dele no golo, é um ano de conversa garantida para o Basel e uma história que vai sobreviver ao contrato dele.
3 vitórias seguidas mudam a forma como o adversário aquece: mais calado, mais olhares de esguelha. As séries acabam, toda a gente o sabe — mas neste balneário ninguém conta com isso.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Basel coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Basel falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Já são 9 jogos sem perder. Uns foram conquistados, outros sobrevividos, mas está a formar-se um hábito — e hábitos são a coisa mais difícil de defrontar no futebol.
Hannes Delcroix esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Basel ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Ibrahim Salah estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Basel falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Já são 8 jogos sem perder. Uns foram conquistados, outros sobrevividos, mas está a formar-se um hábito — e hábitos são a coisa mais difícil de defrontar no futebol.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Hannes Delcroix está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Notas dos jogadores23/09/2030
Ilyas Chouaref jogou uma tarde diferente da de toda a gente
8.58. Há exibições que um adepto descreve a quem não esteve lá e não consegue transmitir; esta foi uma, e o número também não ajuda.
23 jogos sem perder em casa. As equipas visitantes chegam já a falar do ambiente, o que costuma ser sinal de que perderam meio jogo antes do pontapé de saída.
19 pontos, e o resto da divisão a olhar para cima. Todas as equipas que acabam em primeiro passam a época a fingir que não pensam nisso, e esta começou a fingir.
Ser difícil de bater não é o mesmo que ganhar, mas 6 jogos sem derrota são uma base que o Basel não tinha no outono.
Plantel16/09/2030
Hannes Delcroix desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Tem 22 anos e o estádio já canta o nome dele, coisa que acontece aos miúdos da terra e quase nunca aos reforços. Tudo a partir daqui se mede contra um carinho que não fez nada para merecer, a não ser ser daqui.
Segue-se o Young Boys, o que significa uma semana que começa na segunda-feira. Tudo o resto nesta página estará esquecido até sábado; este jogo não se esquece durante um ano.
Em resumo
O bancoReda Khadra tornou-se um homem de confiança do treinador
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Basel perdeu-o em tudo menos nos papéis.
Hannes Delcroix e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Ibrahim Salah está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
“Tentei. Tentei mesmo, e todos os dias acordo no sítio errado.” No Basel ninguém consegue treinar isso para fora de um homem, e ninguém lá finge que consegue.
Há um número a partir do qual uma massa salarial deixa de ser ambiciosa e passa a ser a razão de mais nada ser possível, e este clube chegou lá. Não sobra nada para um reforço, para uma bancada ou para uma tarde de chuva.
Ninguém no Basel dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
O prazo passou e o plantel é o plantel. Chegaram 22, saíram 20, e tudo o resto que se imprimiu sobre este clube no último mês foi um rumor que ficou rumor.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Hannes Delcroix está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
3 triunfos consecutivos como visitante. As equipas que ganham fora costumam saber defender e contra-atacar, e a tabela começou a refletir o que essas viagens renderam.
Notas dos jogadores02/09/2030
Reda Khadra jogou uma tarde diferente da de toda a gente
8.36. Há exibições que um adepto descreve a quem não esteve lá e não consegue transmitir; esta foi uma, e o número também não ajuda.
Notas dos jogadores02/09/2030
Giacomo Koloto jogou uma tarde diferente da de toda a gente
8.21. Há exibições que um adepto descreve a quem não esteve lá e não consegue transmitir; esta foi uma, e o número também não ajuda.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Basel coisas que levam mais de uma semana a retirar.
O Basel torna a sua casa um sítio difícil de visitar
22 sem derrota no seu relvado. O campo não mudou; a bancada sim — mais barulhenta mais cedo e mais rápida a perceber quando o adversário preferia estar noutro lado.
Verba acordada, salário acordado, e o Sion à espera com uma camisola. No Basel ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
Dribles concretizados: 31. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Hannes Delcroix está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
100 vezes com estas cores, com qualquer tempo e sob quatro ou cinco treinadores diferentes. Este tipo de serviço está a desaparecer do futebol sem fazer barulho.
Aos 33 devia estar a gerir os seus minutos. Em vez disso foi avaliado com 8.25 e pareceu, durante noventa minutos, exatamente o jogador de que toda a gente se lembra.
Jonas Omlin esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Aos 22 anos é cantado por pessoas com o dobro da idade, um carinho que um reforço demora anos a merecer e que um miúdo da casa recebe por aparecer. É também a coisa mais difícil de corresponder no futebol.
Plantel19/08/2030
Ibrahim Salah desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Sei o que as pessoas vão dizer. Sei o que quero, e é aqui.” O Sion tinha a verba acordada e a camisola pronta; não tinha o jogador, e agora não o vai ter.
“Quero jogar por troféus enquanto as pernas mo permitirem.” Nada nessa frase é um pedido de transferência, e ninguém no Basel a ouviu como outra coisa.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Hannes Delcroix está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“O treinador não usou muitas palavras, e não precisou delas.” Ilyas Chouaref tem a sua resposta do Basel; o que fizer com ela é a história da próxima janela.
Artem Sokol e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Em resumo
O bancoMaurits Kjærgaard tornou-se um homem de confiança do treinador
O Basel torna a sua casa um sítio difícil de visitar
21 sem derrota no seu relvado. O campo não mudou; a bancada sim — mais barulhenta mais cedo e mais rápida a perceber quando o adversário preferia estar noutro lado.
“Quero jogar por troféus enquanto as pernas mo permitirem.” Nada nessa frase é um pedido de transferência, e ninguém no Basel a ouviu como outra coisa.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Christ Okou será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Basel as despedidas começaram em silêncio.
Não é uma fase — é um salto a sério, mantido durante meses. Aos 18 anos faz a este nível coisas que não fazia no início da época, e a equipa técnica dir-lhe-á exatamente quais.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Hannes Delcroix estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Há um calor muito próprio que um estádio guarda para um jovem de 23 anos que sente como seu. Marvin Akahomen tem-no agora, e tudo o que fizer no resto do tempo aqui será medido contra a boa vontade que lhe deram de graça.
Em resumo
Notas dos jogadoresNoventa minutos de Giacomo Koloto no seu melhor
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Basel perdeu-o em tudo menos nos papéis.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Basel coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel29/07/2030
Ibrahim Salah desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
É a ambição mais legítima do desporto e a mais difícil de satisfazer para a maioria dos clubes. Franco González quer futebol continental; se o Basel o consegue oferecer é uma pergunta sobre as próximas duas épocas, não sobre ele.
Em resumo
PlantelNo Basel ainda são estranhos uns para os outros
14 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Basel perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Maurits Kjærgaard e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Aos 23 anos faz esta época coisas que não conseguia fazer na época passada, e fá-las todas as semanas. A forma vai e vem; isto já ficou tempo suficiente para se lhe chamar outra coisa.
4 miúdos sobem, e algures no edifício as pessoas que os treinaram aos doze anos estão a ter, em silêncio, a melhor manhã do seu ano de trabalho. Nada disto aparece num resultado, e é para isto que a formação existe.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Hannes Delcroix estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Há um calor muito próprio que um estádio guarda para um jovem de 22 anos que sente como seu. Giacomo Koloto tem-no agora, e tudo o que fizer no resto do tempo aqui será medido contra a boa vontade que lhe deram de graça.
21 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Basel perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
A proposta do Luzern por Giacomo Koloto foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
As regras permitem-no e dói na mesma. Artem Sokol acertou condições com o Grasshopper para o verão e, até lá, veste esta camisola como quem já escolheu a seguinte.
Plantel15/07/2030
Hannes Delcroix desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Um clube do seu país fez a pergunta, e ele nunca fingiu que não queria que lha fizessem. O Basel tem pela frente uma conversa que não vai ganhar com dinheiro.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 28 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
O Basel perguntou e o Grasshopper disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Vai jogar aqui até ao verão e depois sair pela porta de graça, tendo já assinado noutro lado. Os adeptos aguentam a primeira parte desta frase; é com a segunda que vão ter dificuldade.
Jonas Omlin e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Basel ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Algumas transferências precisam de uma campanha de imprensa. Esta precisava de uma camisola com o número antigo. Benji Siegrist volta a ser jogador do Basel, e a cidade tem a sua história do verão.
Aos 18 anos faz esta época coisas que não conseguia fazer na época passada, e fá-las todas as semanas. A forma vai e vem; isto já ficou tempo suficiente para se lhe chamar outra coisa.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Basel já se começa a dizer o nome dele no passado.
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 35 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
O aperto de mão com o Sion está dado; o do jogador ainda não. Seguem-se as condições pessoais, e é nas condições pessoais que morrem mais negócios do que alguém imprime.
44 pontos, e o resto da divisão a olhar para cima. Todas as equipas que acabam em primeiro passam a época a fingir que não pensam nisso, e esta começou a fingir.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Basel, e não vai ser retirado.
Todos os futebolistas têm uma resposta para a pergunta sobre o clube da infância, e a maioria nunca chega a agir sobre ela. Srđan Hrstić agiu, no Basel, e o primeiro mês vai mostrar o que isso faz a um homem.
A verba é $690.0K, o contrato está assinado, e a discussão sobre se ele vale o preço pode começar. O Grasshopper negociou duro; o tempo dirá quem ganhou.
Não é uma fase — é um salto a sério, mantido durante meses. Aos 22 anos faz a este nível coisas que não fazia no início da época, e a equipa técnica dir-lhe-á exatamente quais.
42 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Basel perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
“Ouvi, pensei, e fico. É essa a história toda.” Os clubes tinham acordado uma verba. Giacomo Koloto não tinha acordado ir, e afinal era essa a parte que contava.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Basel, e não vai ser retirado.
O Basel e o Trapani acertaram em $3.3M. O resto pertence ao jogador e ao empresário, e um adepto que já viu uma destas sabe que ainda não é altura de comprar a camisola.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Basel ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Todos os futebolistas têm uma resposta para a pergunta sobre o clube da infância, e a maioria nunca chega a agir sobre ela. Gonçalo Nogueira agiu, no Basel, e o primeiro mês vai mostrar o que isso faz a um homem.
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 49 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Plantel17/06/2030
Uma transferência que Darian Maleš teria feito de graça
Há uma versão de cada carreira em que o jogador acaba onde escolheu e não onde o escolheram. Darian Maleš está a viver essa versão no Basel, e costuma notar-se no primeiro mês.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Basel ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Hannes Delcroix e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
A camisola ainda lhe serve. Darian Maleš está de volta ao Basel, e metade do estádio ainda o lembra com estas cores. Há contratações que é preciso vender à cidade; esta vendeu-se sozinha.
O Basel perguntou e o Luzern disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Ibrahim Salah está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 56 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
O Basel foi ao Grasshopper com uma proposta, e os adeptos foram à internet com uma opinião sobre ela. Se alguma das duas muda alguma coisa, decide o clube vendedor.
O valor aprovado não chegava. A direção foi consultada de novo e subiu a sua própria proposta para $675.0K — um clube que quer Salifou Diarrassouba ao ponto de perguntar duas vezes.
Vai jogar aqui até ao verão e depois sair pela porta de graça, tendo já assinado noutro lado. Os adeptos aguentam a primeira parte desta frase; é com a segunda que vão ter dificuldade.
O Basel perguntou e o Luzern disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Plantel10/06/2030
Cyrill May consegue a transferência que sempre quis
Perguntam tantas vezes aos futebolistas pelo clube da infância que ninguém ouve a resposta. Cyrill May acabou de assinar pelo Basel e, por uma vez, a resposta importava.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Hannes Delcroix estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
63 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Basel perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Não há pior forma de perder um futebolista. Jason Meerstadt pré-acordou a saída, o que significa que cada jogo daqui até junho é feito por um homem que o clube já não pode vender, e alguém lá em cima vai ter de explicar como se chegou aqui.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Basel coisas que levam mais de uma semana a retirar.
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 70 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
19 jogos sem perder em casa. As equipas visitantes chegam já a falar do ambiente, o que costuma ser sinal de que perderam meio jogo antes do pontapé de saída.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Basel ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Há futebolistas que fazem uma boa temporada e futebolistas por quem uma temporada é recordada; aos segundos leem-lhes o nome num salão no verão. No Basel estarão discretamente encantados e, em privado, nervosos.
Vai jogar aqui até ao verão e depois sair pela porta de graça, tendo já assinado noutro lado. Os adeptos aguentam a primeira parte desta frase; é com a segunda que vão ter dificuldade.
77 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Basel perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Basel ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Basel coisas que levam mais de uma semana a retirar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Ibrahim Salah está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
O banco20/05/2030
Anto Grgic tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Basel dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Faltam 1 meses, e ambos os lados sabem o que isso significa: cada semana sem assinatura baixa o valor que o Basel pode pedir e sobe o salário que Santiago González pode exigir.
84 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Basel perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Basel ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
«Quero ganhar coisas e gostava de o fazer aqui.» Não se exigiu nada nem se ameaçou nada, mas uma direção como a de Basel ouve uma frase destas exatamente como foi construída.
Jonas Omlin e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Ninguém no Basel dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 91 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
44 pontos, e o resto da divisão a olhar para cima. Todas as equipas que acabam em primeiro passam a época a fingir que não pensam nisso, e esta começou a fingir.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Andrej Bačanin será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Basel as despedidas começaram em silêncio.
“Quero jogar por troféus enquanto as pernas mo permitirem.” Nada nessa frase é um pedido de transferência, e ninguém no Basel a ouviu como outra coisa.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Basel coisas que levam mais de uma semana a retirar.
«Nunca quis estar noutro sítio. Ainda há trabalho por acabar aqui.» Kimberly Ezekwem compromete-se com o Basel por mais 4 anos.
Plantel06/05/2030
Ibrahim Salah desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
98 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Basel perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Marc Gutbub será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Basel as despedidas começaram em silêncio.
Hannes Delcroix e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel29/04/2030
Ibrahim Salah desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Uma conversa no gabinete do treinador, e um compromisso que saiu dela. Promessas assim são baratas de fazer e caras de quebrar, e Santiago González apontou a data.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Herba Guirassy assinar alguma coisa — um contrato no Basel ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
MercadoContinua sem haver assinatura de Nicolas Haas
EmprestadosAproxima-se a hora de decidir sobre Kaio Eduardo
195Edição
O Correio de Basel
22/04/2030
Do nosso correspondente de futebolOtimismo
Plantel22/04/2030
Cristiano Biraghi lesiona os ligamentos do joelho — 105 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 105 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Basel ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Jean-Manuel Mbom e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
O banco22/04/2030
Anto Grgic tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Basel dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Nada por escrito e nada em público: uma palavra sobre minutos, dada cara a cara no Basel. As fichas de jogo do próximo mês dirão se valia a pena tê-la.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Basel, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Leart Kabashi. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
112 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Basel perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Basel, e não vai ser retirado.
Hannes Delcroix esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Ibrahim Salah está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Ninguém no Basel dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Faltam 2 meses, e ambos os lados sabem o que isso significa: cada semana sem assinatura baixa o valor que o Basel pode pedir e sobe o salário que Santiago González pode exigir.
Em resumo
MercadoA conversa sobre Ibrahim Salah não desaparece
O bancoBujar Pllana pede uma conversa com o treinador
193Edição
O Correio de Basel
08/04/2030
Do nosso correspondente de futebolOtimismo
Plantel08/04/2030
Cristiano Biraghi lesiona os ligamentos do joelho — 119 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 119 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
44 pontos, e o resto da divisão a olhar para cima. Todas as equipas que acabam em primeiro passam a época a fingir que não pensam nisso, e esta começou a fingir.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Ibrahim Salah estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Basel, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Cristiano Biraghi lesiona os ligamentos do joelho — 126 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 126 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
“Ouvi, pensei, e fico. É essa a história toda.” Os clubes tinham acordado uma verba. Herba Guirassy não tinha acordado ir, e afinal era essa a parte que contava.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Basel ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Jonas Omlin esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Os clubes prometem constantemente e o jornal costuma só saber quando falham. Esta foi cumprida, e o balneário notou-o mais depressa do que qualquer adepto.
«Foram honestos comigo, e prefiro saber.» Marc Gutbub foi informado de que não entra nos planos do treinador do Basel.
O banco01/04/2030
Reda Khadra tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Basel dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Basel ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Basel coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Ibrahim Salah está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Anto Grgic está nela.
“Fiz tudo o que me pediram nos treinos e ao sábado não mudou nada.” A queixa mais conhecida do futebol, e uma a que o Basel terá de responder com minutos ou com uma transferência.
Uma paragem ao serviço da seleção, e uma camisola do Basel que por uns dias também faz de anúncio. Uma convocatória elogia o jogador e o clube que o formou na mesma frase.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Basel ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
“Quero jogar por troféus enquanto as pernas mo permitirem.” Nada nessa frase é um pedido de transferência, e ninguém no Basel a ouviu como outra coisa.
Hannes Delcroix esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel18/03/2030
Ibrahim Salah desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Maurits Kjærgaard está nela.
Perguntou pelo seu futuro e recebeu uma resposta com minutos lá dentro. O treinador fez uma promessa num edifício onde as promessas não se esquecem, e o relógio já começou a contar.