A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Cherepovets coisas que levam mais de uma semana a retirar.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Nikita Chernyshov e o Cherepovets acertam mais 3 anos.
Em resumo
PlantelYelisey Snegirev tornou-se um homem de confiança do treinador
Não se vê o fim da espera do Cherepovets por uma vitória
Já são 16 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Cherepovets tem de arrancar um resultado de algum lado.
O que se dizia à porta fechada passou a dizer-se diante de um microfone. Em Cherepovets toda a gente sabe fazer a conta, incluindo o homem a quem se dirige.
Nada foi anunciado e toda a gente percebe o que significa. Uma direção que convoca todo o departamento de futebol numa terça de manhã é uma direção que deixou de acreditar que o problema se resolve sozinho.
4 jogos sem golo. Os avançados deixam de levantar a cabeça, os médios dão o toque a mais, e cada remate que passa por cima é seguido de um lamento que se acumula desde o último golo.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Cherepovets coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Não se vê o fim da espera do Cherepovets por uma vitória
Já são 15 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Cherepovets tem de arrancar um resultado de algum lado.
Adeptos que cantam quando corre mal são adeptos. Adeptos que se juntam à saída são um problema, e dentro do edifício toda a gente sabe qual das duas coisas isto é agora.
Kirill Kulkov esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
3 jogos, nenhum golo e um centro de treinos que já tentou tudo. Vai acabar — as secas acabam sempre — mas ninguém no Cherepovets sabe dizer em que semana.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Lá em cima ninguém disse nada, que é a coisa mais barulhenta que podiam fazer. Os resultados compram silêncio neste ofício; a conta do Cherepovets está a esgotar-se.
Miron Belyaev esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel24/01/2028
Palavras no treino do Cherepovets sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Dmitry Serebryakov está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Semyon Abramov esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Notas dos jogadoresMiron Belyaev encarou-os todo o jogo
76Edição
O Arauto de Cherepovets
10/01/2028
Do nosso correspondente de futebolCrise
Jogo08/01/2028
Não se vê o fim da espera do Cherepovets por uma vitória
Já são 12 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Cherepovets tem de arrancar um resultado de algum lado.
Yelisey Snegirev marcou, e pouco mais correu bem: 1‑2 para o Tver, e um caminho silencioso até ao balneário.
Plantel10/01/2028
Palavras no treino do Cherepovets sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Dmitry Serebryakov está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
A raiva no Cherepovets transborda para fora do estádio
Deixou de ser um ambiente nas bancadas e passou a ser algo organizado. As direções podem ignorar um mau ambiente durante muito tempo; esta fase não a conseguem ignorar por muito.
Jogo03/01/2028
Para o Cherepovets, cada ponto é agora uma discussão
Posição 14 e 12 pontos, e nesta parte da cidade a classificação lê-se de baixo para cima. O calendário deixou de ser um programa e passou a ser uma contagem decrescente.
O que se dizia à porta fechada passou a dizer-se diante de um microfone. Em Cherepovets toda a gente sabe fazer a conta, incluindo o homem a quem se dirige.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» David Berezov e o Cherepovets acertam mais 4 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Plantel03/01/2028
Palavras no treino do Cherepovets sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Dmitry Serebryakov está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Não se vê o fim da espera do Cherepovets por uma vitória
Já são 11 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Cherepovets tem de arrancar um resultado de algum lado.
Lá em cima ninguém disse nada, que é a coisa mais barulhenta que podiam fazer. Os resultados compram silêncio neste ofício; a conta do Cherepovets está a esgotar-se.
4 jogos sem golo. Os avançados deixam de levantar a cabeça, os médios dão o toque a mais, e cada remate que passa por cima é seguido de um lamento que se acumula desde o último golo.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Cherepovets coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Cherepovets, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Cherepovets coisas que levam mais de uma semana a retirar.
A lesão que volta sempre, de que se regressa sempre à pressa e que em silêncio custa mais carreiras do que as dramáticas. 14 dias é a estimativa; o número honesto depende de haver paciência.
As ocasiões aparecem e algo acontece entre criá-las e finalizá-las. Já vão 3 jogos, e a inquietação nas bancadas chega um pouco mais cedo a cada semana.
Plantel20/12/2027
Palavras no treino do Cherepovets sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Dmitry Serebryakov está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Dmitry Serebryakov e o Cherepovets acertam mais 3 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Kirill Kulkov esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Notas dos jogadoresKirill Kulkov encarou-os todo o jogo
71Edição
O Arauto de Cherepovets
06/12/2027
Do nosso correspondente de futebolCrise
As bancadas06/12/2027
A raiva no Cherepovets transborda para fora do estádio
Deixou de ser um ambiente nas bancadas e passou a ser algo organizado. As direções podem ignorar um mau ambiente durante muito tempo; esta fase não a conseguem ignorar por muito.
O que se dizia à porta fechada passou a dizer-se diante de um microfone. Em Cherepovets toda a gente sabe fazer a conta, incluindo o homem a quem se dirige.
Dmitry Serebryakov esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Nikita Pichugin e o Cherepovets acertam mais 2 anos.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Cherepovets, e não vai ser retirado.
Semyon Abramov esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Yegor Kostryukhin, e o treinador deixou.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Cherepovets, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Derrota por 0‑3 com o Spartak Moscow 2, e derrota em tudo o que conta. O inquérito começa no relvado de treino segunda-feira de manhã.
Jogo20/11/2027
Não se vê o fim da espera do Cherepovets por uma vitória
Já são 6 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Cherepovets tem de arrancar um resultado de algum lado.
Plantel22/11/2027
Palavras no treino do Cherepovets sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Dmitry Serebryakov está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Bogdan Ruppel, e o treinador deixou.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Em resumo
PlantelKirill Kulkov descontente com a função que lhe dão
Notas dos jogadoresKirill Kulkov encarou-os todo o jogo
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Cherepovets coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Notas dos jogadoresNinguém conseguiu chegar a Kirill Kulkov
67Edição
O Arauto de Cherepovets
08/11/2027
Do nosso correspondente de futebolCrise
As bancadas08/11/2027
A raiva no Cherepovets transborda para fora do estádio
Deixou de ser um ambiente nas bancadas e passou a ser algo organizado. As direções podem ignorar um mau ambiente durante muito tempo; esta fase não a conseguem ignorar por muito.
A direcção disse em público o que já dizia em privado. Os resultados daqui até à próxima reunião decidem tudo, e no clube toda a gente sabe fazer as contas.
4 jogos, nenhum golo e um centro de treinos que já tentou tudo. Vai acabar — as secas acabam sempre — mas ninguém no Cherepovets sabe dizer em que semana.
Miron Belyaev esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel08/11/2027
Palavras no treino do Cherepovets sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Dmitry Serebryakov está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Semyon Abramov esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
As ocasiões aparecem e algo acontece entre criá-las e finalizá-las. Já vão 3 jogos, e a inquietação nas bancadas chega um pouco mais cedo a cada semana.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Noventa minutos, zero golos, e a discussão começou antes de o parque de estacionamento esvaziar: um ponto somado ou dois deitados fora contra o Kolomna? Na quinta-feira ainda vai haver quem discuta.
Dmitry Serebryakov esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Dmitry Serebryakov, e o treinador deixou.
Em resumo
Notas dos jogadoresKirill Kulkov encarou-os todo o jogo
PlantelPalavras no treino do Cherepovets sobre quem trabalha
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 8 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Cherepovets coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Em resumo
PlantelDmitry Serebryakov desentende-se com um colega por causa das exigências
A raiva no Cherepovets transborda para fora do estádio
Deixou de ser um ambiente nas bancadas e passou a ser algo organizado. As direções podem ignorar um mau ambiente durante muito tempo; esta fase não a conseguem ignorar por muito.
Jogo11/10/2027
Para o Cherepovets, cada ponto é agora uma discussão
Posição 13 e 10 pontos, e nesta parte da cidade a classificação lê-se de baixo para cima. O calendário deixou de ser um programa e passou a ser uma contagem decrescente.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Cherepovets coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel11/10/2027
Palavras no treino do Cherepovets sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Dmitry Serebryakov está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Há um calor muito próprio que um estádio guarda para um jovem de 23 anos que sente como seu. Kirill Kulkov tem-no agora, e tudo o que fizer no resto do tempo aqui será medido contra a boa vontade que lhe deram de graça.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Yelisey Snegirev. 2‑0 sobre o Luki-Energiya, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
A direcção disse em público o que já dizia em privado. Os resultados daqui até à próxima reunião decidem tudo, e no clube toda a gente sabe fazer as contas.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Cherepovets podem fingir não ter ouvido.
Os dirigentes deixaram de mostrar afeto público ao treinador. No futebol, isso costuma ser a fase anterior ao comunicado curto.
Jogo02/10/2027
Não se vê o fim da espera do Cherepovets por uma vitória
Já são 4 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Cherepovets tem de arrancar um resultado de algum lado.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Andrey Pyrkin e o Cherepovets acertam mais 1 anos.
Uma mudança no banco não é uma história, são vinte e cinco. Esta é a de Semyon Abramov: era o jogador de alguém e agora tem de ser o de outra pessoa, a começar do zero.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Em resumo
Notas dos jogadoresKirill Kulkov encarou-os todo o jogo
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Vladislav Shabunya e o Cherepovets acertam mais 3 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Plantel27/09/2027
Palavras no treino do Cherepovets sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Dmitry Serebryakov está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Vladislav Shabunya esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Cherepovets coisas que levam mais de uma semana a retirar.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Artem Popkov e o Cherepovets acertam mais 3 anos.
A raiva no Cherepovets transborda para fora do estádio
Deixou de ser um ambiente nas bancadas e passou a ser algo organizado. As direções podem ignorar um mau ambiente durante muito tempo; esta fase não a conseguem ignorar por muito.
Um 0‑3 imposto pelo Dinamo Vologda é o tipo de resultado que esvazia o estádio muito antes do apito final.
Jogo13/09/2027
Para o Cherepovets, cada ponto é agora uma discussão
Posição 13 e 6 pontos, e nesta parte da cidade a classificação lê-se de baixo para cima. O calendário deixou de ser um programa e passou a ser uma contagem decrescente.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Cherepovets coisas que levam mais de uma semana a retirar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Nikita Paderin e o Cherepovets acertam mais 3 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Plantel13/09/2027
Semyon Abramov tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Cherepovets dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Kirill Kulkov esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Em resumo
PlantelDmitry Serebryakov desentende-se com um colega por causa das exigências
O mais difícil de ter 19 anos numa equipa principal é que ninguém perdoa nada. Yelisey Snegirev não precisou: 8.08, e parecia o homem mais à vontade no relvado.
Terminou 2‑1, e a tarde foi de Yelisey Snegirev: marcou quando era preciso, e é a razão de os pontos ficarem com o Cherepovets.
Plantel30/08/2027
Palavras no treino do Cherepovets sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Dmitry Serebryakov está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Vladislav Shabunya esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Aos 23 anos é cantado por pessoas com o dobro da idade, um carinho que um reforço demora anos a merecer e que um miúdo da casa recebe por aparecer. É também a coisa mais difícil de corresponder no futebol.
O Amkar segue em frente e o Cherepovets vai para casa, com um 1‑4 a decidir tudo. O balneário vai agora dizer que a prioridade é o campeonato, porque é isso que os balneários dizem.
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 8 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
As bancadas23/08/2027
O Cherepovets é desmontado pelo Amkar — e a cidade quer respostas
Acabou 1-4. Uma eliminação na taça é uma desilusão; isto foi um desmantelamento público, e a diferença mede-se em quantas pessoas ainda falarão nisso em agosto.
Semyon Abramov esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Notas dos jogadoresNinguém conseguiu chegar a Kirill Kulkov
55Edição
O Arauto de Cherepovets
16/08/2027
Do nosso correspondente de futebolCrise
As bancadas16/08/2027
A raiva no Cherepovets transborda para fora do estádio
Deixou de ser um ambiente nas bancadas e passou a ser algo organizado. As direções podem ignorar um mau ambiente durante muito tempo; esta fase não a conseguem ignorar por muito.
4 jogos, nenhum golo e um centro de treinos que já tentou tudo. Vai acabar — as secas acabam sempre — mas ninguém no Cherepovets sabe dizer em que semana.
4 jogos, dois ou mais sofridos em todos eles. Equipas que criam tanto podem viver com isso durante algum tempo. Ninguém vive com isso para sempre.
Plantel16/08/2027
Palavras no treino do Cherepovets sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Dmitry Serebryakov está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Kirill Kulkov, e o treinador deixou.
16 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Cherepovets perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Cherepovets, e não vai ser retirado.
3 jogos, nenhum golo e um centro de treinos que já tentou tudo. Vai acabar — as secas acabam sempre — mas ninguém no Cherepovets sabe dizer em que semana.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Cherepovets coisas que levam mais de uma semana a retirar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Yegor Kostryukhin, e o treinador deixou.
Contrato liquidado, apertos de mão, nenhuma verba a mudar de mãos. Vsevolod Pershin deixa o Cherepovets pela porta discreta, e a folha salarial respira um pouco melhor.
Vitaliy Pushkin lesiona os ligamentos do joelho — 24 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 24 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Dmitry Serebryakov esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Vitaliy Pushkin lesiona os ligamentos do joelho — 31 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 31 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Semyon Abramov esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Semyon Abramov, e o treinador deixou.
«Disseram-mo com clareza, e prefiro assim.» O treinador de Cherepovets foi explícito quanto à situação de Vasily Yevdokimov, o que é mais do que muitos recebem.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Anton Balashov. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
A raiva no Cherepovets transborda para fora do estádio
Deixou de ser um ambiente nas bancadas e passou a ser algo organizado. As direções podem ignorar um mau ambiente durante muito tempo; esta fase não a conseguem ignorar por muito.
Plantel19/07/2027
Vitaliy Pushkin lesiona os ligamentos do joelho — 38 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 38 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Há exatamente uma destas por carreira e normalmente não corre assim. 1 no marcador, 8.03 ao lado do nome e uma bancada que nunca o tinha visto a cantá-lo no final.
Dmitry Serebryakov esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Direção19/07/2027
4 jogadores da formação recebem número de equipa principal no Cherepovets
A manhã em que o percurso deixa de ser um folheto e passa a ser uma ficha de jogo. A maioria não estará cá daqui a três anos; todos já fizeram a parte difícil, que era chegar a hoje.
Toda a gente deixou de fingir: o Chertanovo vai fazer a chamada por Anton Balashov esta semana. O Cherepovets tem um número em mente, e o número não é tímido.
Há um calor muito próprio que um estádio guarda para um jovem de 23 anos que sente como seu. Kirill Kulkov tem-no agora, e tudo o que fizer no resto do tempo aqui será medido contra a boa vontade que lhe deram de graça.
A formação existe exatamente para esta manhã. Arseny Spiridonov passou por todos os escalões do clube e tem agora um número de equipa principal; os mais orgulhosos do edifício serão os que o treinaram aos doze anos.
Não há verba, não há apresentação, não há empresário na escadaria. Evgeniy Demidov está neste clube desde miúdo e faz agora parte, formalmente, do plantel principal — o que, para um leitor local, vale mais do que qualquer contratação.
Vitaliy Pushkin lesiona os ligamentos do joelho — 45 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 45 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Cherepovets coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Em resumo
PlantelArtem Popkov desentende-se com um colega por causa das exigências
53 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Cherepovets perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
O que se dizia à porta fechada passou a dizer-se diante de um microfone. Em Cherepovets toda a gente sabe fazer a conta, incluindo o homem a quem se dirige.
Nada foi anunciado e toda a gente percebe o que significa. Uma direção que convoca todo o departamento de futebol numa terça de manhã é uma direção que deixou de acreditar que o problema se resolve sozinho.
A proposta do Dinamo Barnaul por Anton Balashov foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Cherepovets coisas que levam mais de uma semana a retirar.
“Continuamos a reunir-nos, e continuamos a sair da sala com os mesmos números com que entrámos.” Mais uma ronda de conversas no Cherepovets, mais uma semana sem a assinatura de Bogdan Ruppel.
Em resumo
PlantelPalavras no treino do Cherepovets sobre quem trabalha
Vitaliy Pushkin lesiona os ligamentos do joelho — 61 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 61 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Não é uma fase — é um salto a sério, mantido durante meses. Aos 21 anos faz a este nível coisas que não fazia no início da época, e a equipa técnica dir-lhe-á exatamente quais.
Em resumo
PlantelNikita Pichugin sofre uma lesão muscular — 14 dias de fora
PlantelVladislav Shabunya desentende-se com um colega por causa das exigências
A raiva no Cherepovets transborda para fora do estádio
Deixou de ser um ambiente nas bancadas e passou a ser algo organizado. As direções podem ignorar um mau ambiente durante muito tempo; esta fase não a conseguem ignorar por muito.
Lá em cima ninguém disse nada, que é a coisa mais barulhenta que podiam fazer. Os resultados compram silêncio neste ofício; a conta do Cherepovets está a esgotar-se.
Plantel21/06/2027
Vitaliy Pushkin lesiona os ligamentos do joelho — 68 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 68 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
PlantelPalavras no treino do Cherepovets sobre quem trabalha
46Edição
O Arauto de Cherepovets
14/06/2027
Do nosso correspondente de futebolCrise
Plantel14/06/2027
Vitaliy Pushkin lesiona os ligamentos do joelho — 75 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 75 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Não é uma fase — é um salto a sério, mantido durante meses. Aos 22 anos faz a este nível coisas que não fazia no início da época, e a equipa técnica dir-lhe-á exatamente quais.
Vitaliy Pushkin lesiona os ligamentos do joelho — 82 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 82 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
O comunicado da direção tinha três frases e uma delas mencionava resultados. Fyodor Kerzhakov treina há tempo suficiente para traduzir: ganhar depressa, ou o próximo comunicado será mais curto.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Cherepovets coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Kirill Kulkov esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel31/05/2027
Artem Popkov desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
A raiva no Cherepovets transborda para fora do estádio
Deixou de ser um ambiente nas bancadas e passou a ser algo organizado. As direções podem ignorar um mau ambiente durante muito tempo; esta fase não a conseguem ignorar por muito.
Direção24/05/2027
O silêncio lá de cima começa a ouvir-se em Cherepovets
Ninguém na direção disse nada contra o treinador — e é esse o problema: também já não dizem nada a favor.
Dmitry Serebryakov esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Em resumo
PlantelPalavras no treino do Cherepovets sobre quem trabalha
Semyon Abramov esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Ninguém faz um documentário sobre um isquiotibial e toda a gente nisto o teme. No Cherepovets vão ter cuidado com a data de regresso, porque a segunda é sempre pior do que a primeira.
«Aqui ninguém está acima de levar um raspanete.» Não se disse nenhum nome, mas o balneário sabe contar, e quem estava a ouvir também.
Plantel10/05/2027
Palavras no treino do Cherepovets sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Artem Popkov está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Em resumo
PlantelSemyon Abramov tornou-se um homem de confiança do treinador
O que se dizia à porta fechada passou a dizer-se diante de um microfone. Em Cherepovets toda a gente sabe fazer a conta, incluindo o homem a quem se dirige.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Stepan Asharin, e o treinador deixou.
“Continuamos a reunir-nos, e continuamos a sair da sala com os mesmos números com que entrámos.” Mais uma ronda de conversas no Cherepovets, mais uma semana sem a assinatura de Bogdan Ruppel.
Plantel03/05/2027
Artem Popkov desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Vladimir Zubkov esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Em resumo
PlantelSemyon Abramov perde o treinador que acreditava nele
A raiva no Cherepovets transborda para fora do estádio
Deixou de ser um ambiente nas bancadas e passou a ser algo organizado. As direções podem ignorar um mau ambiente durante muito tempo; esta fase não a conseguem ignorar por muito.
Lá em cima ninguém disse nada, que é a coisa mais barulhenta que podiam fazer. Os resultados compram silêncio neste ofício; a conta do Cherepovets está a esgotar-se.
Dmitry Serebryakov esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Cherepovets, e não vai ser retirado.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Bogdan Ruppel e o Cherepovets acertam mais 3 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Cherepovets coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Kirill Kulkov esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel12/04/2027
Artem Popkov desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
O comunicado da direção tinha três frases e uma delas mencionava resultados. Fyodor Kerzhakov treina há tempo suficiente para traduzir: ganhar depressa, ou o próximo comunicado será mais curto.
Dmitry Serebryakov esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Dmitry Serebryakov treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Adeptos que cantam quando corre mal são adeptos. Adeptos que se juntam à saída são um problema, e dentro do edifício toda a gente sabe qual das duas coisas isto é agora.
Direção29/03/2027
O silêncio lá de cima começa a ouvir-se em Cherepovets
Ninguém na direção disse nada contra o treinador — e é esse o problema: também já não dizem nada a favor.
Semyon Abramov esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Em resumo
PlantelArtem Popkov desentende-se com um colega por causa das exigências
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Cherepovets podem fingir não ter ouvido.
«Disseram-me qual seria o meu papel e assinei por causa disso. Não aconteceu.» Uma queixa com data marcada é a mais difícil de resolver.
Plantel22/03/2027
Palavras no treino do Cherepovets sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Artem Popkov está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Bogdan Ruppel, e o treinador deixou.
Vladimir Zubkov esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
O comunicado da direção tinha três frases e uma delas mencionava resultados. Fyodor Kerzhakov treina há tempo suficiente para traduzir: ganhar depressa, ou o próximo comunicado será mais curto.
Dmitry Serebryakov esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel08/03/2027
Palavras no treino do Cherepovets sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Artem Popkov está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Todo o plantel tem homens contratados por um treinador concreto e homens que foram simplesmente herdados. Semyon Abramov está no primeiro grupo, e quem o quis aqui já não está no edifício.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Cherepovets sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
Adeptos que cantam quando corre mal são adeptos. Adeptos que se juntam à saída são um problema, e dentro do edifício toda a gente sabe qual das duas coisas isto é agora.
Direção01/03/2027
O silêncio lá de cima começa a ouvir-se em Cherepovets
Ninguém na direção disse nada contra o treinador — e é esse o problema: também já não dizem nada a favor.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Cherepovets podem fingir não ter ouvido.
Semyon Abramov esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Kirill Kulkov, e o treinador deixou.
“Continuamos a reunir-nos, e continuamos a sair da sala com os mesmos números com que entrámos.” Mais uma ronda de conversas no Cherepovets, mais uma semana sem a assinatura de Bogdan Ruppel.
Em resumo
PlantelArtem Popkov desentende-se com um colega por causa das exigências
PlantelSemyon Abramov perde o treinador que acreditava nele
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Cherepovets podem fingir não ter ouvido.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Cherepovets coisas que levam mais de uma semana a retirar.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Cherepovets, e não vai ser retirado.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Cherepovets coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel15/02/2027
Artem Popkov desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Cherepovets coisas que levam mais de uma semana a retirar.
«Aqui ninguém está acima de levar um raspanete.» Não se disse nenhum nome, mas o balneário sabe contar, e quem estava a ouvir também.
Plantel08/02/2027
Palavras no treino do Cherepovets sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Vladislav Shabunya está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Adeptos que cantam quando corre mal são adeptos. Adeptos que se juntam à saída são um problema, e dentro do edifício toda a gente sabe qual das duas coisas isto é agora.
Lá em cima ninguém disse nada, que é a coisa mais barulhenta que podiam fazer. Os resultados compram silêncio neste ofício; a conta do Cherepovets está a esgotar-se.
Semyon Abramov esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Cherepovets podem fingir não ter ouvido.
Há um calor muito próprio que um estádio guarda para um jovem de 23 anos que sente como seu. Kirill Kulkov tem-no agora, e tudo o que fizer no resto do tempo aqui será medido contra a boa vontade que lhe deram de graça.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Yegor Kostryukhin, e o treinador deixou.
Plantel25/01/2027
Palavras no treino do Cherepovets sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Artem Popkov está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Cherepovets coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 6 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Cherepovets coisas que levam mais de uma semana a retirar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Em resumo
PlantelArtem Popkov desentende-se com um colega por causa das exigências
Notas dos jogadoresNinguém conseguiu chegar a Kirill Kulkov
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Cherepovets, e não vai ser retirado.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Cherepovets coisas que levam mais de uma semana a retirar.
A forma vai e vem; esta não foi. Vsevolod Pershin tem 22 anos, e a versão que treina agora não teria entrado na equipa em que estava há um ano.
Plantel11/01/2027
Palavras no treino do Cherepovets sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Vladislav Shabunya está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Noventa minutos, zero golos, e a discussão começou antes de o parque de estacionamento esvaziar: um ponto somado ou dois deitados fora contra o Tver? Na quinta-feira ainda vai haver quem discuta.
Em resumo
Notas dos jogadoresKirill Kulkov encarou-os todo o jogo
Kirill Kulkov esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
«Dei tudo aqui e preciso de um desafio novo.» O pedido é formal, e a relação nunca mais vai ser exatamente a mesma.
Jogo26/12/2026
Não se vê o fim da espera do Cherepovets por uma vitória
Já são 6 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Cherepovets tem de arrancar um resultado de algum lado.
Dmitry Serebryakov esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Semyon Abramov esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
3 jogos, nenhum golo e um centro de treinos que já tentou tudo. Vai acabar — as secas acabam sempre — mas ninguém no Cherepovets sabe dizer em que semana.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Dmitry Serebryakov, e o treinador deixou.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Vladislav Shabunya e o Cherepovets acertam mais 3 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Cherepovets, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Ninguém vende um lugar anual com uma contratação destas. Qualquer treinador que tenha passado um mau outubro quer uma assim, e o Cherepovets foi buscar a sua cedo.
Para o Cherepovets, cada ponto é agora uma discussão
Posição 14 e 15 pontos, e nesta parte da cidade a classificação lê-se de baixo para cima. O calendário deixou de ser um programa e passou a ser uma contagem decrescente.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Miron Belyaev, e o treinador deixou.
Bogdan Ruppel tem 20 anos, e o Cherepovets contratou-o pelo jogador que virá a ser, não pelo que já é. A equipa principal pode esperar; o sentido de um negócio destes são os anos que compra.
Tem 20 anos, e os relatórios dos observadores concordam na única linha que importa: o teto. Contratações assim são bilhetes de lotaria preenchidos por profissionais.
Tem 20 anos e ninguém em Cherepovets o contratou para esta época. Negócios destes julgam-se daqui a quatro anos, por gente que talvez já não esteja na casa.
Plantel14/12/2026
Palavras no treino do Cherepovets sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Mikhail Karamyshev está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” David Berezov e o Cherepovets acertam mais 2 anos.
Semyon Abramov esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Ilja Antsiferov esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
A música estava desligada e os duches correram até tarde. O que se disse naquele balneário fica lá, mas o sábado publicará a ata.
Plantel30/11/2026
Semyon Abramov tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Cherepovets dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Aqui não há queixa possível e todos os envolvidos sabem, o que não encurta o caminho até ao banco. A forma é a única moeda do futebol sobre a qual não se pode pedir emprestado.
0‑3 para o Spartak Moscow 2, e foi exatamente tão mau como o número sugere. Há derrotas que se discutem e derrotas pelas quais se pede desculpa; esta foi do segundo tipo.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Cherepovets, e não vai ser retirado.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Cherepovets ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Cherepovets coisas que levam mais de uma semana a retirar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Cherepovets ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Stepan Asharin esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Savely Kunavin e o Cherepovets acertam mais 3 anos.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Cherepovets podem fingir não ter ouvido.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Elnur Khalygov será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Cherepovets as despedidas começaram em silêncio.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Cherepovets coisas que levam mais de uma semana a retirar.
“Continuamos a reunir-nos, e continuamos a sair da sala com os mesmos números com que entrámos.” Mais uma ronda de conversas no Cherepovets, mais uma semana sem a assinatura de Elnur Khalygov.
Em público está ultrapassado para toda a gente. Não está para quem faz a equipa, e o único sítio onde isso se vê é uma ficha de jogo. Vai ter outra oportunidade: vai tê-la num jogo que importe menos.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Cherepovets ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Alguns jogos decidem-se num instante; este decidiu-se num homem. 7.43 na ficha, e os adeptos do Cherepovets saíram a repetir um nome.
Plantel02/11/2026
Semyon Abramov tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Cherepovets dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Aqui não há queixa possível e todos os envolvidos sabem, o que não encurta o caminho até ao banco. A forma é a única moeda do futebol sobre a qual não se pode pedir emprestado.
Derrota por 0‑3 com o Chertanovo, e derrota em tudo o que conta. O inquérito começa no relvado de treino segunda-feira de manhã.
Jogo26/10/2026
Para o Cherepovets, cada ponto é agora uma discussão
Posição 14 e 9 pontos, e nesta parte da cidade a classificação lê-se de baixo para cima. O calendário deixou de ser um programa e passou a ser uma contagem decrescente.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Ilja Antsiferov será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Cherepovets as despedidas começaram em silêncio.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Cherepovets, e não vai ser retirado.
3 jogos, nenhum golo e um centro de treinos que já tentou tudo. Vai acabar — as secas acabam sempre — mas ninguém no Cherepovets sabe dizer em que semana.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Mikhail Karamyshev, e o treinador deixou.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Cherepovets ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Cherepovets coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Não é uma fase — é um salto a sério, mantido durante meses. Aos 21 anos faz a este nível coisas que não fazia no início da época, e a equipa técnica dir-lhe-á exatamente quais.
Notas dos jogadoresElnur Khalygov encarou-os todo o jogo
11Edição
O Arauto de Cherepovets
12/10/2026
Do nosso correspondente de futebolCrise
Jogo10/10/2026
Não se vê o fim da espera do Cherepovets por uma vitória
Já são 9 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Cherepovets tem de arrancar um resultado de algum lado.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Cherepovets coisas que levam mais de uma semana a retirar.
A única versão de ficar de fora contra a qual um jogador não pode argumentar, e a que pior aceita. Outro tem estado melhor e a ficha de jogo di-lo, em público, todas as semanas até mudar.
Faltam 2 meses, e ambos os lados sabem o que isso significa: cada semana sem assinatura baixa o valor que o Cherepovets pode pedir e sobe o salário que Elnur Khalygov pode exigir.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. David Berezov será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Cherepovets as despedidas começaram em silêncio.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Cherepovets, e não vai ser retirado.
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 7 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
Ilja Antsiferov esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Yegor Kostryukhin e o Cherepovets acertam mais 1 anos.
Plantel05/10/2026
Semyon Abramov tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Cherepovets dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Entre clubes está tudo fechado e o que falta são papéis e uma fotografia. Em Cherepovets já falam dele no passado.
Jogo26/09/2026
Não se vê o fim da espera do Cherepovets por uma vitória
Já são 7 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Cherepovets tem de arrancar um resultado de algum lado.
Há um calor muito próprio que um estádio guarda para um jovem de 22 anos que sente como seu. Kirill Kulkov tem-no agora, e tudo o que fizer no resto do tempo aqui será medido contra a boa vontade que lhe deram de graça.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Cherepovets coisas que levam mais de uma semana a retirar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Cherepovets ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Ilja Antsiferov esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Miron Belyaev, e o treinador deixou.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Cherepovets ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Já são 6 jogos sem vencer, e o estádio ganhou aquele silêncio especial de quem espera o pior. Um 1-0 feio curava quase tudo; é isso que enlouquece.
Notas dos jogadores14/09/2026
Elnur Khalygov, 21 anos, joga como se cá estivesse há anos — 7.73
Um 7.73 significa uma coisa ao lado do nome de um jogador de vinte e nove anos e algo completamente diferente ao lado do de um de 21. Ninguém no estádio precisou que lhe explicassem.
“Continuamos a reunir-nos, e continuamos a sair da sala com os mesmos números com que entrámos.” Mais uma ronda de conversas no Cherepovets, mais uma semana sem a assinatura de David Berezov.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Cherepovets, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Cherepovets ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Cherepovets, e não vai ser retirado.
Vai jogar aqui até ao verão e depois sair pela porta de graça, tendo já assinado noutro lado. Os adeptos aguentam a primeira parte desta frase; é com a segunda que vão ter dificuldade.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Yegor Kostryukhin, e o treinador deixou.
“Continuamos a reunir-nos, e continuamos a sair da sala com os mesmos números com que entrámos.” Mais uma ronda de conversas no Cherepovets, mais uma semana sem a assinatura de Ilja Antsiferov.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Cherepovets coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Quatro ou cinco jornadas de regularidade, medidas contra todos os da divisão que fazem o seu trabalho. Anton Balashov sai dessa comparação dentro da equipa, e o Cherepovets beneficiou de cada uma dessas tardes.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Ilja Antsiferov será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Cherepovets as despedidas começaram em silêncio.
A proposta do Rodina M por Kirill Kulkov foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Semyon Abramov esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Vladimir Zubkov e o Cherepovets acertam mais 3 anos.
A única versão de ficar de fora contra a qual um jogador não pode argumentar, e a que pior aceita. Outro tem estado melhor e a ficha de jogo di-lo, em público, todas as semanas até mudar.
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 12 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
A proposta do Legion por Dmitry Serebryakov foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Cherepovets podem fingir não ter ouvido.
Vai jogar aqui até ao verão e depois sair pela porta de graça, tendo já assinado noutro lado. Os adeptos aguentam a primeira parte desta frase; é com a segunda que vão ter dificuldade.
Ilja Antsiferov esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Ilja Antsiferov, e o treinador deixou.
Festejou como quem andava com aquilo às costas há meses, porque andava. Cherepovets têm o reforço desbloqueado e uma pergunta a menos em cada conferência.
Vai jogar aqui até ao verão e depois sair pela porta de graça, tendo já assinado noutro lado. Os adeptos aguentam a primeira parte desta frase; é com a segunda que vão ter dificuldade.
O Salyut não queria vender e o número é a razão por que o fez. $54.0K por Semyon Abramov, e a expectativa que chega com ele não é suavizada por nenhum período de adaptação.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Cherepovets coisas que levam mais de uma semana a retirar.
As bancadas17/08/2026
O Cherepovets gasta $54.0K na contratação que a cidade queria
É a sequência mais rara do futebol: os adeptos pedem uma coisa e o clube vai e fá-la. $54.0K por Semyon Abramov, e durante uma semana ninguém se queixa de nada.
Tem 20 anos, e os relatórios dos observadores concordam na única linha que importa: o teto. Contratações assim são bilhetes de lotaria preenchidos por profissionais.
A única versão de ficar de fora contra a qual um jogador não pode argumentar, e a que pior aceita. Outro tem estado melhor e a ficha de jogo di-lo, em público, todas as semanas até mudar.
A proposta do KDV Tomsk por Ilja Antsiferov foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Elnur Khalygov será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Cherepovets as despedidas começaram em silêncio.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Elnur Khalygov produziu-o, e o 8.04 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
Vai jogar aqui até ao verão e depois sair pela porta de graça, tendo já assinado noutro lado. Os adeptos aguentam a primeira parte desta frase; é com a segunda que vão ter dificuldade.
Há um calor muito próprio que um estádio guarda para um jovem de 22 anos que sente como seu. Kirill Kulkov tem-no agora, e tudo o que fizer no resto do tempo aqui será medido contra a boa vontade que lhe deram de graça.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Cherepovets coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Os clubes gastam fortunas à procura de jogadores e de vez em quando encontram um ao fundo do corredor. Yuri Fomin é isso, e a receção na sua primeira aparição será de outra natureza que a de qualquer reforço.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Cherepovets podem fingir não ter ouvido.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Andrey Pyrkin e o Cherepovets acertam mais 2 anos.
Ilja Antsiferov esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
“O treinador não usou muitas palavras, e não precisou delas.” Yegor Kostryukhin tem a sua resposta do Cherepovets; o que fizer com ela é a história da próxima janela.
Continua sem haver proposta em cima da mesa, e o contrato de Anton Balashov continua a encolher. Na língua dos gabinetes, um silêncio tão longo deixa de ser esquecimento e passa a ser resposta.