Posição 9 e 5 pontos, e nesta parte da cidade a classificação lê-se de baixo para cima. O calendário deixou de ser um programa e passou a ser uma contagem decrescente.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Ferro Carril Oeste, e não vai ser retirado.
Leonel Szalich e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Juan Molina, e o treinador deixou.
Aos 16 anos foi melhor do que todos da sua idade na divisão durante quatro semanas seguidas, o que é mais difícil do que uma boa tarde. O Ferro Carril Oeste vai tentar não fazer disso um caso.
Metade do calendário jogado, 9.º lugar, 5 pontos somados. Multiplicar por dois é a conta que todos os adeptos já fizeram e a única que ninguém no clube fará em voz alta.
Quatro ou cinco fins de semana de regularidade, medidos contra todos os outros da divisão. Um elogio mais discreto do que um prémio, e mais fiável.
O banco07/04/2036
O veredicto do treinador
“Estou frustrado, sinceramente. Fizemos o suficiente para ganhar e não ganhámos.” George Foster não o escondia depois do 0‑0, e no balneário do Ferro Carril Oeste também ninguém o escondia.
Leonel Szalich e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Os clubes prometem constantemente e o jornal costuma só saber quando falham. Esta foi cumprida, e o balneário notou-o mais depressa do que qualquer adepto.
Chueco tem 16 anos e, por um fim de semana, foi o melhor de todos os da sua idade na divisão. Ninguém devia construir uma carreira sobre isso, e toda a gente o faz em silêncio.
Ninguém confirmará isto e nada mais explica as escolhas do último mês. Um erro caro compra a um jogador um período de suplência que dura sempre mais do que o erro.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Gino Olguín. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
Uma conversa no gabinete do treinador, e um compromisso que saiu dela. Promessas assim são baratas de fazer e caras de quebrar, e Carlos Arias apontou a data.
O Arsenal vai querer esquecer isto depressa: 4‑1, todos os duelos perdidos e uma viagem longa para casa. O Ferro Carril Oeste foi impiedoso como as boas equipas sabem ser.
“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O Ferro Carril Oeste pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Gonzalo Larghi produziu-o, e o 8.86 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Ferro Carril Oeste podem fingir não ter ouvido.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Ferro Carril Oeste coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Tem 23 anos e o estádio já canta o nome dele, coisa que acontece aos miúdos da terra e quase nunca aos reforços. Tudo a partir daqui se mede contra um carinho que não fez nada para merecer, a não ser ser daqui.
2 golos em vinte minutos com Gonzalo Larghi no meio de tudo, e o Arsenal sem conseguir chegar à bola tempo suficiente para mudar seja o que for. Há jogos que se ganham antes da primeira bebida.
Em resumo
Notas dos jogadoresSimón Guajardo em notas de excelência
Já são 9 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Ferro Carril Oeste tem de arrancar um resultado de algum lado.
Leonel Szalich esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
“Os adeptos têm todo o direito de estar zangados. Eu também estou. Vamos corrigir isto.” 1‑4, um treinador a dizer as coisas necessárias, e um balneário que ouviu outra versão delas.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Chuequito estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Posição 9 e 1 pontos, e nesta parte da cidade a classificação lê-se de baixo para cima. O calendário deixou de ser um programa e passou a ser uma contagem decrescente.
Já são 8 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Ferro Carril Oeste tem de arrancar um resultado de algum lado.
Notas dos jogadores10/03/2036
Chueco, 16 anos, joga como se cá estivesse há anos — 7.94
Um 7.94 significa uma coisa ao lado do nome de um jogador de vinte e nove anos e algo completamente diferente ao lado do de um de 16. Ninguém no estádio precisou que lhe explicassem.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Ferro Carril Oeste, e não vai ser retirado.
Leonel Szalich e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
“Hoje não fomos suficientemente bons e não vou enfeitar isto.” George Foster depois do 1‑2, no tom de quem sabe qual é a pergunta seguinte e não tenciona responder-lhe.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Chuequito, e o treinador deixou.
«Disseram-me coisas antes de eu assinar. Não as vou repetir, mas lembro-me de todas.» Ferro Carril Oeste nada responderam, o que também é uma resposta.
6 jogos, nenhum golo e um centro de treinos que já tentou tudo. Vai acabar — as secas acabam sempre — mas ninguém no Ferro Carril Oeste sabe dizer em que semana.
Leonel Szalich e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
“Um ponto é um ponto e fico com ele, mas devíamos ter levado os três.” George Foster depois do empate por 0‑0, e a frase que todos os treinadores do país disseram a certa altura deste fim de semana.
16 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Ferro Carril Oeste perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
As ocasiões aparecem e algo acontece entre criá-las e finalizá-las. Já vão 5 jogos, e a inquietação nas bancadas chega um pouco mais cedo a cada semana.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Ferro Carril Oeste coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Cada toque pesado, cada frase dissecada, cada erro repetido. Há jogadores que crescem com isso; há outros que acabam com isso, sem alarido; e só depois se sabe quais.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Pelado, e o treinador deixou.
Em resumo
Notas dos jogadoresUma tarde que Simón Guajardo vai querer de volta
MercadoA conversa sobre Gino Olguín não desaparece
499Edição
A Sentinela de Ferro Carril Oeste
18/02/2036
Do nosso correspondente de futebolCrise
Plantel18/02/2036
Juan Molina lesiona os ligamentos do joelho — 25 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 25 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Há tardes em que um guarda-redes é a defesa inteira. 9 defesas, várias do género que ninguém espera ver feitas, e dez jogadores de campo que lhe devem uma bebida.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Ferro Carril Oeste, e não vai ser retirado.
Já são 4 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Ferro Carril Oeste tem de arrancar um resultado de algum lado.
4 jogos sem golo. Os avançados deixam de levantar a cabeça, os médios dão o toque a mais, e cada remate que passa por cima é seguido de um lamento que se acumula desde o último golo.
Leonel Szalich esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
34 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Ferro Carril Oeste perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Leonel Szalich e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
As ocasiões aparecem e algo acontece entre criá-las e finalizá-las. Já vão 3 jogos, e a inquietação nas bancadas chega um pouco mais cedo a cada semana.
“Hoje não fomos suficientemente bons e não vou enfeitar isto.” George Foster depois do 0‑1, no tom de quem sabe qual é a pergunta seguinte e não tenciona responder-lhe.
Ninguém confirmará isto e nada mais explica as escolhas do último mês. Um erro caro compra a um jogador um período de suplência que dura sempre mais do que o erro.
Plantel11/02/2036
Chuequito desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
43 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Ferro Carril Oeste perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
«Disseram-me coisas antes de eu assinar. Não as vou repetir, mas lembro-me de todas.» Ferro Carril Oeste nada responderam, o que também é uma resposta.
Leonel Szalich e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Números de equipa principal entregues a miúdos que os treinadores conhecem desde os doze anos. A maioria não vai lá chegar, e todos já fizeram a parte difícil.
A formação existe exatamente para esta manhã. Juan Manuel Miranda passou por todos os escalões do clube e tem agora um número de equipa principal; os mais orgulhosos do edifício serão os que o treinaram aos doze anos.
Não há verba, não há apresentação, não há empresário na escadaria. Benjamín Marino está neste clube desde miúdo e faz agora parte, formalmente, do plantel principal — o que, para um leitor local, vale mais do que qualquer contratação.
A formação existe exatamente para esta manhã. Martín Campos passou por todos os escalões do clube e tem agora um número de equipa principal; os mais orgulhosos do edifício serão os que o treinaram aos doze anos.
Não há verba, não há apresentação, não há empresário na escadaria. Enzo Figueroa está neste clube desde miúdo e faz agora parte, formalmente, do plantel principal — o que, para um leitor local, vale mais do que qualquer contratação.
52 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Ferro Carril Oeste perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Ferro Carril Oeste coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Em resumo
MercadoA conversa sobre Gino Olguín não desaparece
60 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Ferro Carril Oeste perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Ferro Carril Oeste podem fingir não ter ouvido.
Leonel Szalich esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Juan Molina lesiona os ligamentos do joelho — 67 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 67 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Leonel Szalich e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Os clubes gastam fortunas à procura de jogadores e de vez em quando encontram um ao fundo do corredor. Lobo é isso, e a receção na sua primeira aparição será de outra natureza que a de qualquer reforço.
Não há verba, não há apresentação, não há empresário na escadaria. Luis Muñoz está neste clube desde miúdo e faz agora parte, formalmente, do plantel principal — o que, para um leitor local, vale mais do que qualquer contratação.
Os clubes gastam fortunas à procura de jogadores e de vez em quando encontram um ao fundo do corredor. Petiso é isso, e a receção na sua primeira aparição será de outra natureza que a de qualquer reforço.
Um negócio que à hora de almoço estava a um telefonema de fechar estava morto à meia-noite. O Ferro Carril Oeste vai tentar outra vez quando o mercado abrir; nessa altura o Racing Club pode já não estar a vender.
Juan Molina lesiona os ligamentos do joelho — 74 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 74 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Exames médicos, uma assinatura, uma camisola levantada à frente de um painel de patrocinadores. O Ferro Carril Oeste fez a parte difícil com o Defensa y Justicia, e a parte que falta é a única que os adeptos veem.
Leonel Szalich e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
O Ferro Carril Oeste perguntou e o Rosario Central disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Um negócio que à hora de almoço estava a um telefonema de fechar estava morto à meia-noite. O Ferro Carril Oeste vai tentar outra vez quando o mercado abrir; nessa altura o Independiente pode já não estar a vender.
Aos 20 anos, há meses que nada mexe. Não para trás, o que ao menos daria uma conversa — simplesmente para lado nenhum, e alguém no clube tem de decidir de quem é a culpa.
Tem 20 anos, e os relatórios dos observadores concordam na única linha que importa: o teto. Contratações assim são bilhetes de lotaria preenchidos por profissionais.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Leonel Szalich assinar alguma coisa — um contrato no Ferro Carril Oeste ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
Juan Molina lesiona os ligamentos do joelho — 81 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 81 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Ferro Carril Oeste coisas que levam mais de uma semana a retirar.
O Ferro Carril Oeste foi ao Racing Club com uma proposta, e os adeptos foram à internet com uma opinião sobre ela. Se alguma das duas muda alguma coisa, decide o clube vendedor.
90 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Ferro Carril Oeste perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Ferro Carril Oeste, e não vai ser retirado.
Os clubes tinham acordado e o jogador não. Uma nega, e pública: o Defensa y Justicia fica com ele, e os adeptos daqui ficam a perguntar-se o que lhe terão dito sobre esta casa.
Leonel Szalich esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
O Sportivo Italiano queria mais do que $74.0K e a direção não foi por aí. Levantou-se da mesa, por agora, o que em pleno mercado quer dizer até alguém pestanejar.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Ferro Carril Oeste, e não vai ser retirado.
$74.0K em cima da mesa do Sportivo Italiano. O treinador queria-o, a direção acertou um número, e as únicas vozes que faltam ouvir são as do outro clube.
Leonel Szalich e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
O Ferro Carril Oeste perguntou e o Rosario Central disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Uma sondagem ao Defensa y Justicia para um empréstimo: cobertura, ou uma vista de olhos a alguém que o clube ainda não pode comprar. De qualquer maneira, a resposta chega dentro de uma semana.
$300.0K põem os clubes de acordo sobre Enzo De Luca
O Rosario Central aceitou o dinheiro. O que o Ferro Carril Oeste ainda não tem é o homem, e entre aqui e a fotografia há uma conversa sobre salários que os dois lados temem.
Exames médicos, uma assinatura, uma camisola levantada à frente de um painel de patrocinadores. O Ferro Carril Oeste fez a parte difícil com o River Plate, e a parte que falta é a única que os adeptos veem.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Racing Club fica com o seu homem, e o Ferro Carril Oeste volta a uma lista com um nome riscado.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Leonel Szalich assinar alguma coisa — um contrato no Ferro Carril Oeste ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Ferro Carril Oeste coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Vélez fica com o seu homem, e o Ferro Carril Oeste volta a uma lista com um nome riscado.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Ferro Carril Oeste sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
O período de inscrições está aberto e o telefone já começou. Daqui até ao fecho, este clube vai ser associado a quarenta jogadores e contratar três, que é a proporção do costume.
Leonel Szalich esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Leonel Szalich e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Leonel Szalich e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Leonel Szalich assinar alguma coisa — um contrato no Ferro Carril Oeste ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Ferro Carril Oeste coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Ferro Carril Oeste sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
Leonel Szalich esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Sebastián Pereyra treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Leonel Szalich e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Leonel Szalich assinar alguma coisa — um contrato no Ferro Carril Oeste ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Ferro Carril Oeste, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Ferro Carril Oeste coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Ferro Carril Oeste sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
A equipa técnica deu a Carlos Alberto Colombo algo à parte. Se é uma fraqueza a ser corrigida ou uma virtude a ser afiada, ninguém de fora saberá até aparecer num sábado.
Juan Molina lesiona os ligamentos do joelho — 17 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 17 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
“Observei este plantel. Há nele mais do que a tabela diz.” Primeira conferência de imprensa, primeira promessa — George Foster fez a que todos os treinadores novos fazem, e agora vem a parte em que ela é verificada.
Leonel Szalich esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Em resumo
O bancoGino Olguín joga como quem tem algo a provar
27 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Ferro Carril Oeste perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Ferro Carril Oeste, e não vai ser retirado.
Leonel Szalich e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Juan Molina lesiona os ligamentos do joelho — 34 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 34 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Ferro Carril Oeste coisas que levam mais de uma semana a retirar.
A indemnização ficou acertada numa semana e o clube perde um treinador que não tinha qualquer intenção de perder. O Ferro Carril Oeste recomeça, e recomeça atrasado.
41 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Ferro Carril Oeste perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Não é uma nomeação interina — é uma instituição com o gabinete técnico vazio. Esta semana as sessões serão dirigidas por alguém desconhecido, e a pergunta de como um clube chega a este estado será feita à direção e ficará sem resposta.
Leonel Szalich e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Juan Molina lesiona os ligamentos do joelho — 48 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 48 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
O Ferro Carril Oeste não queria esta conversa e está a tê-la na mesma. Um treinador cobiçado lá fora é um treinador cuja próxima renovação acabou de ficar mais cara.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Ferro Carril Oeste podem fingir não ter ouvido.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Gonzalo Larghi e o Ferro Carril Oeste acertam mais 1 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
“Continuamos a reunir-nos, e continuamos a sair da sala com os mesmos números com que entrámos.” Mais uma ronda de conversas no Ferro Carril Oeste, mais uma semana sem a assinatura de Gonzalo Larghi.
55 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Ferro Carril Oeste perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Ferro Carril Oeste podem fingir não ter ouvido.
Leonel Szalich esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Leonardo Aguirre e o Ferro Carril Oeste acertam mais 2 anos.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Juan Molina lesiona os ligamentos do joelho — 62 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 62 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Ferro Carril Oeste coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Ninguém no Ferro Carril Oeste dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
69 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Ferro Carril Oeste perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Leonel Szalich e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Chueco e o Ferro Carril Oeste acertam mais 3 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Alejandro Ojeda, e o treinador deixou.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Gino Olguín. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
Juan Molina lesiona os ligamentos do joelho — 76 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 76 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
269 jogos ao longo de 10 épocas com uma só camisola. Carreiras assim já não se constroem de propósito, e o Ferro Carril Oeste sabe exatamente o que tem.
Plantel06/08/2035
Uma lesão muscular afasta Gino Olguín durante 17 dias
Ninguém faz um documentário sobre um isquiotibial e toda a gente nisto o teme. No Ferro Carril Oeste vão ter cuidado com a data de regresso, porque a segunda é sempre pior do que a primeira.
Juan Molina lesiona os ligamentos do joelho — 83 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 83 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Gustavo Colombo e o Ferro Carril Oeste acertam mais 3 anos.
Leonel Szalich esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
O Ferro Carril Oeste perguntou e o Racing Club disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Um negócio que à hora de almoço estava a um telefonema de fechar estava morto à meia-noite. O Ferro Carril Oeste vai tentar outra vez quando o mercado abrir; nessa altura o Sarmiento pode já não estar a vender.
O banco30/07/2035
Enzo Pérez tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Ferro Carril Oeste dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Juan Molina lesiona os ligamentos do joelho — 90 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 90 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
1 entradas e 6 saídas, e nenhuma mudança durante meses. O treinador tem o que tem, os adeptos têm a sua opinião sobre isso, e a tabela terá a última palavra.
Exames médicos, uma assinatura, uma camisola levantada à frente de um painel de patrocinadores. O Ferro Carril Oeste fez a parte difícil com o Sarmiento, e a parte que falta é a única que os adeptos veem.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Ferro Carril Oeste coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Rosario Central fica com o seu homem, e o Ferro Carril Oeste volta a uma lista com um nome riscado.
Ninguém no Ferro Carril Oeste dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Uma cara nova na posição dele e uma camisola que julgava sua de repente em discussão. O Ferro Carril Oeste não prometeu nada, que é o que os clubes prometem nesta fase.
97 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Ferro Carril Oeste perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Alvos de mercado16/07/2035
Verba fechada, faltam as condições de Ramiro Sordo
O Ferro Carril Oeste e o River Plate acertaram em $270.0K. O resto pertence ao jogador e ao empresário, e um adepto que já viu uma destas sabe que ainda não é altura de comprar a camisola.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Ferro Carril Oeste podem fingir não ter ouvido.
Leonel Szalich e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Uma sondagem ao Lanús para um empréstimo: cobertura, ou uma vista de olhos a alguém que o clube ainda não pode comprar. De qualquer maneira, a resposta chega dentro de uma semana.
Uma sondagem ao Independiente para um empréstimo: cobertura, ou uma vista de olhos a alguém que o clube ainda não pode comprar. De qualquer maneira, a resposta chega dentro de uma semana.
«Disseram-me coisas antes de eu assinar. Não as vou repetir, mas lembro-me de todas.» Ferro Carril Oeste nada responderam, o que também é uma resposta.
A proposta seguiu esta semana para o Sarmiento, e a resposta é deles. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Leonel Szalich e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
O Ferro Carril Oeste perguntou e o Independiente disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Ferro Carril Oeste podem fingir não ter ouvido.
Leonel Szalich esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
O Ferro Carril Oeste perguntou e o Racing Club disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
“Continuamos a reunir-nos, e continuamos a sair da sala com os mesmos números com que entrámos.” Mais uma ronda de conversas no Ferro Carril Oeste, mais uma semana sem a assinatura de Gonzalo Larghi.
Uma sondagem ao Barracas Central para um empréstimo: cobertura, ou uma vista de olhos a alguém que o clube ainda não pode comprar. De qualquer maneira, a resposta chega dentro de uma semana.
Em resumo
Alvos de mercadoUm empréstimo de Franco Suárez está em marcha
O Ferro Carril Oeste tinha feito tudo menos convencer o próprio. Fica no Newell's Old Boys, e o treinador volta à estaca zero com o dinheiro ainda no banco.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Ferro Carril Oeste coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O River Plate fica com o seu homem, e o Ferro Carril Oeste volta a uma lista com um nome riscado.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Alejandro Muñoz, e o treinador deixou.
Perguntou-se ao Independiente se o emprestaria. Os empréstimos acertam-se depressa ou não se acertam, e este será uma coisa ou outra até ao fim de semana.
O Ferro Carril Oeste já telefonou ao Unión de Santa Fe. Sem verba, uma parte do salário, e uma camisola a mais na posição em que o plantel esteve mais curto a época inteira.
Ninguém no Ferro Carril Oeste dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Ferro Carril Oeste podem fingir não ter ouvido.
Os clubes tinham acordado e o jogador não. Uma nega, e pública: o Racing Club fica com ele, e os adeptos daqui ficam a perguntar-se o que lhe terão dito sobre esta casa.
Leonel Szalich e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
O Ferro Carril Oeste perguntou e o Estudiantes disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Perguntou-se ao Defensa y Justicia se o emprestaria. Os empréstimos acertam-se depressa ou não se acertam, e este será uma coisa ou outra até ao fim de semana.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Leonel Szalich está nela.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Gino Olguín. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Valentín Sánchez treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
7.º lugar com 23 pontos. Todas as épocas são uma história e esta é a última linha dela, e agora o clube tem três meses para decidir de que fala a próxima.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Ferro Carril Oeste podem fingir não ter ouvido.
Leonel Szalich e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Rosario Central fica com o seu homem, e o Ferro Carril Oeste volta a uma lista com um nome riscado.
100 vezes com estas cores, com qualquer tempo e sob quatro ou cinco treinadores diferentes. Este tipo de serviço está a desaparecer do futebol sem fazer barulho.
O banco11/06/2035
A vista do banco
“Vamos analisar, vamos aprender com isto, e vamos outra vez.” As três frases que todos os treinadores guardam para uma derrota por 0‑1, ditas por Interim Coach a uma sala que já as tinha ouvido.
19 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Ferro Carril Oeste perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Alejandro Muñoz será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Ferro Carril Oeste as despedidas começaram em silêncio.
Há tardes em que um guarda-redes é a defesa inteira. 6 defesas, várias do género que ninguém espera ver feitas, e dez jogadores de campo que lhe devem uma bebida.
Leonel Szalich esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Talleres fica com o seu homem, e o Ferro Carril Oeste volta a uma lista com um nome riscado.
26 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Ferro Carril Oeste perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Notas dos jogadores28/05/2035
José Luis Ponce, 18 anos, joga como se cá estivesse há anos — 7.69
Um 7.69 significa uma coisa ao lado do nome de um jogador de vinte e nove anos e algo completamente diferente ao lado do de um de 18. Ninguém no estádio precisou que lhe explicassem.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Ferro Carril Oeste coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Empate aos 85 minutos, depois de uma tarde que o Ferro Carril Oeste tinha praticamente arrumada. O All Boys vai chamar-lhe um ponto ganho; o balneário da casa vai chamar-lhe dois oferecidos, e ambos têm razão.
Dribles concretizados: 16. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
Colete de aquecimento, noventa minutos a ver, e um aperto de mão no fim que não enganou ninguém. Os jogos grandes dizem em quem o treinador confia; este disse-o a Sebastián Pereyra.
“Não é o fim do mundo e não chega. As duas coisas são verdade.” O treinador, depois de um empate por 1‑1, disse a coisa honesta e foi dizê-la outra vez lá dentro.
Em resumo
O bancoLeonardo Aguirre tornou-se um homem de confiança do treinador
Leonel Szalich e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
“Podia falar de decisões e podia falar de sorte. Não vou. Perdemos.” O treinador, o 0‑2, e uma conferência de imprensa que durou quatro minutos.
O banco21/05/2035
Leonel Szalich tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Ferro Carril Oeste dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
«Disseram-mo com clareza, e prefiro assim.» O treinador de Ferro Carril Oeste foi explícito quanto à situação de Juan Rey, o que é mais do que muitos recebem.
7 tentativas, nenhuma lá dentro. Esteve nos sítios certos a tarde toda, que é a parte difícil, e fez mal a parte fácil: com isso um treinador consegue viver.
6.º lugar, 19 pontos, e uma reta final que decide se a próxima época tem noites de quinta-feira. Ninguém lhe chama ainda uma corrida, que é o que se diz durante uma.
Em resumo
Notas dos jogadoresSimón Guajardo encarou-os todo o jogo
Notas dos jogadoresJuan Molina tinha sempre o passe
459Edição
A Sentinela de Ferro Carril Oeste
14/05/2035
Do nosso correspondente de futebolOtimismo
Notas dos jogadores14/05/2035
Chuequito, 21 anos, joga como se cá estivesse há anos — 7.72
Um 7.72 significa uma coisa ao lado do nome de um jogador de vinte e nove anos e algo completamente diferente ao lado do de um de 21. Ninguém no estádio precisou que lhe explicassem.
Leonel Szalich e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Tem 21 anos e o estádio já canta o nome dele, coisa que acontece aos miúdos da terra e quase nunca aos reforços. Tudo a partir daqui se mede contra um carinho que não fez nada para merecer, a não ser ser daqui.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Dribles concretizados: 16. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Gino Olguín assinar alguma coisa — um contrato no Ferro Carril Oeste ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
O banco14/05/2035
Chueco tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Ferro Carril Oeste dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Há tardes em que um guarda-redes é a defesa inteira. 9 defesas, várias do género que ninguém espera ver feitas, e dez jogadores de campo que lhe devem uma bebida.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Ferro Carril Oeste ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Leonel Szalich esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Aos 18 anos passou um mês a ser melhor do que todos os da sua idade na liga, o que é diferente e mais difícil do que uma boa tarde. No Ferro Carril Oeste vão esforçar-se muito por não fazer disto um caso.
“Os adeptos têm todo o direito de estar zangados. Eu também estou. Vamos corrigir isto.” 1‑3, um treinador a dizer as coisas necessárias, e um balneário que ouviu outra versão delas.
Um mês é longo o suficiente para ninguém entrar por acaso. Alejandro Muñoz está no melhor onze da divisão, o que é um elogio mais discreto do que um prémio e mais fiável.
Há uma idade a partir da qual toda a boa tarde é descrita como uma recordação do passado, o que é injusto e também exato. 7.94 aos 33, e ninguém no campo esteve melhor.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Ferro Carril Oeste coisas que levam mais de uma semana a retirar.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Gael Luna e o Ferro Carril Oeste acertam mais 3 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
1‑1, e os dois balneários vão falar de dois pontos perdidos. Um empate que fez muitas perguntas e não respondeu a nenhuma.
O banco30/04/2035
O veredicto do treinador
“Estou frustrado, sinceramente. Fizemos o suficiente para ganhar e não ganhámos.” Interim Coach não o escondia depois do 1‑1, e no balneário do Ferro Carril Oeste também ninguém o escondia.
O Comunicaciones chega como líder. Uma equipa no topo perde mais ou menos uma vez por mês, e o clube que o consegue ganha uma semana de que se lembra durante um ano.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Gael Luna, e o treinador deixou.
Em resumo
O bancoLeonardo Aguirre tornou-se um homem de confiança do treinador
Chuequito, 21 anos, joga como se cá estivesse há anos — 7.93
Um 7.93 significa uma coisa ao lado do nome de um jogador de vinte e nove anos e algo completamente diferente ao lado do de um de 21. Ninguém no estádio precisou que lhe explicassem.
Leonel Szalich e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
“O mérito é dos jogadores. Hoje o meu trabalho foi fácil.” Não foi, e toda a gente na sala o sabia; depois do 2‑0, Interim Coach podia dar-se ao luxo de ser generoso.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Leonel Szalich assinar alguma coisa — um contrato no Ferro Carril Oeste ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
12 vezes se meteu no caminho. Escreve-se sobre os centrais quando erram e ignoram-se quando não erram, por isso uma tarde destas tem de ser dita em voz alta: é ele a razão de o marcador dizer o que diz.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Gonzalo Larghi produziu-o, e o 8.81 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
Aos 35 devia estar a gerir os seus minutos. Em vez disso foi avaliado com 7.83 e pareceu, durante noventa minutos, exatamente o jogador de que toda a gente se lembra.
Leonel Szalich e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Aos 21 anos é cantado por pessoas com o dobro da idade, um carinho que um reforço demora anos a merecer e que um miúdo da casa recebe por aparecer. É também a coisa mais difícil de corresponder no futebol.
5 jogos sem vencer é o tipo de série que muda a forma como uma cidade fala do seu clube, e o Madryn foi a tarde em que parou. Um resultado não resolve nada, e um resultado faz tudo parecer diferente.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. José Luis Ponce produziu-o, e o 8.08 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
Leonel Szalich esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Valentín Sánchez e o Ferro Carril Oeste acertam mais 4 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Aos 18 anos é cantado por pessoas com o dobro da idade, um carinho que um reforço demora anos a merecer e que um miúdo da casa recebe por aparecer. É também a coisa mais difícil de corresponder no futebol.
Minuto 92, frente ao San Martín, e um golo que soube a vitória a toda a gente que ficou. Foi um empate. Ninguém à saída do estádio o vai descrever assim.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Ferro Carril Oeste coisas que levam mais de uma semana a retirar.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Valentín Sánchez e o Ferro Carril Oeste acertam mais 4 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Alejandro Muñoz está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Alejandro Rodríguez, e o treinador deixou.
“Continuamos a reunir-nos, e continuamos a sair da sala com os mesmos números com que entrámos.” Mais uma ronda de conversas no Ferro Carril Oeste, mais uma semana sem a assinatura de Gonzalo Larghi.
“O treinador não usou muitas palavras, e não precisou delas.” José Luis Ponce tem a sua resposta do Ferro Carril Oeste; o que fizer com ela é a história da próxima janela.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Ferro Carril Oeste, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Já são 4 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Ferro Carril Oeste tem de arrancar um resultado de algum lado.
Leonel Szalich e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
O Arsenal levou os pontos após um 0‑1 que será difícil de explicar nas bancadas.
Plantel26/03/2035
Alejandro Muñoz desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Os adeptos têm todo o direito de estar zangados. Eu também estou. Vamos corrigir isto.” 0‑1, um treinador a dizer as coisas necessárias, e um balneário que ouviu outra versão delas.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Leonel Szalich está nela.
Dribles concretizados: 13. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
Leonel Szalich e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Dribles concretizados: 18. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
Notas dos jogadores19/03/2035
Simón Guajardo jogou uma tarde diferente da de toda a gente
8.04. Há exibições que um adepto descreve a quem não esteve lá e não consegue transmitir; esta foi uma, e o número também não ajuda.
“O treinador não usou muitas palavras, e não precisou delas.” Valentín Medina tem a sua resposta do Ferro Carril Oeste; o que fizer com ela é a história da próxima janela.
Em resumo
MercadoA história de Gino Olguín recusa-se a morrer
O bancoLeonardo Aguirre tornou-se um homem de confiança do treinador
O Colón segue em frente e o Ferro Carril Oeste vai para casa, com um 0‑0 a decidir tudo. O balneário vai agora dizer que a prioridade é o campeonato, porque é isso que os balneários dizem.
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 8 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
Leonel Szalich esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Alejandro Muñoz está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
100 vezes com estas cores, com qualquer tempo e sob quatro ou cinco treinadores diferentes. Este tipo de serviço está a desaparecer do futebol sem fazer barulho.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Gino Olguín produziu-o, e o 8.41 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Ferro Carril Oeste coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Tem 16 anos e o estádio já canta o nome dele, coisa que acontece aos miúdos da terra e quase nunca aos reforços. Tudo a partir daqui se mede contra um carinho que não fez nada para merecer, a não ser ser daqui.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Alejandro Muñoz estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
O treinador reorganizou as ideias e Leonardo Aguirre saiu delas mais abaixo. Vão dizer-lhe que é temporário, e os jogadores que já ouviram isso antes vão desviar o olhar.
“O mérito é dos jogadores. Hoje o meu trabalho foi fácil.” Não foi, e toda a gente na sala o sabia; depois do 2‑1, Interim Coach podia dar-se ao luxo de ser generoso.
Plantel05/03/2035
O melhor da divisão no último fim de semana foi um jogador do Ferro Carril Oeste
É uma honra pequena e não é coisa nenhuma: alguém viu todos os jogos da divisão e decidiu que Gino Olguín foi o melhor de qualquer um deles.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Ferro Carril Oeste, e não vai ser retirado.
Leonel Szalich e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Alejandro Rodríguez, e o treinador deixou.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Leonel Szalich está nela.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Leonel Szalich assinar alguma coisa — um contrato no Ferro Carril Oeste ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
Leonel Szalich e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
6 jogos sem vencer é o tipo de série que muda a forma como uma cidade fala do seu clube, e o Patronato foi a tarde em que parou. Um resultado não resolve nada, e um resultado faz tudo parecer diferente.
Aos 22 anos é cantado por pessoas com o dobro da idade, um carinho que um reforço demora anos a merecer e que um miúdo da casa recebe por aparecer. É também a coisa mais difícil de corresponder no futebol.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Leonardo Aguirre estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
O banco19/02/2035
O veredicto do treinador
“Não me vou entusiasmar, e também não os deixo entusiasmar a eles. Foi um bom dia. Virão outros mais difíceis.” Interim Coach foi breve depois da vitória por 2‑0, que é o que os treinadores fazem quando estão contentes.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Gino Olguín assinar alguma coisa — um contrato no Ferro Carril Oeste ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
Leonel Szalich esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Leonardo Aguirre e o Ferro Carril Oeste acertam mais 3 anos.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Leonardo Aguirre estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“Hoje não fomos suficientemente bons e não vou enfeitar isto.” Interim Coach depois do 0‑2, no tom de quem sabe qual é a pergunta seguinte e não tenciona responder-lhe.
Em resumo
Notas dos jogadoresSimón Guajardo encarou-os todo o jogo
«Disseram-me coisas antes de eu assinar. Não as vou repetir, mas lembro-me de todas.» Ferro Carril Oeste nada responderam, o que também é uma resposta.
Há tardes em que um guarda-redes é a defesa inteira. 6 defesas, várias do género que ninguém espera ver feitas, e dez jogadores de campo que lhe devem uma bebida.
Aos 34 devia estar a gerir os seus minutos. Em vez disso foi avaliado com 8.13 e pareceu, durante noventa minutos, exatamente o jogador de que toda a gente se lembra.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Ferro Carril Oeste coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Números de equipa principal entregues a miúdos que os treinadores conhecem desde os doze anos. A maioria não vai lá chegar, e todos já fizeram a parte difícil.
Os clubes gastam fortunas à procura de jogadores e de vez em quando encontram um ao fundo do corredor. Fernando Méndez é isso, e a receção na sua primeira aparição será de outra natureza que a de qualquer reforço.
Os clubes gastam fortunas à procura de jogadores e de vez em quando encontram um ao fundo do corredor. Valentino Suárez é isso, e a receção na sua primeira aparição será de outra natureza que a de qualquer reforço.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Ferro Carril Oeste, e não vai ser retirado.
Leonel Szalich e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
A formação existe exatamente para esta manhã. Benicio Ferrari passou por todos os escalões do clube e tem agora um número de equipa principal; os mais orgulhosos do edifício serão os que o treinaram aos doze anos.
A formação existe exatamente para esta manhã. Martín Romero passou por todos os escalões do clube e tem agora um número de equipa principal; os mais orgulhosos do edifício serão os que o treinaram aos doze anos.
Não há verba, não há apresentação, não há empresário na escadaria. Carlos Alberto Colombo está neste clube desde miúdo e faz agora parte, formalmente, do plantel principal — o que, para um leitor local, vale mais do que qualquer contratação.
Plantel29/01/2035
Leonardo Aguirre desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Gabriel Navarro e o Ferro Carril Oeste acertam mais 3 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Leonel Szalich está nela.
Leonel Szalich e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Leonardo Aguirre está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Ferro Carril Oeste ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Ferro Carril Oeste, e não vai ser retirado.
Leonel Szalich esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
O relógio fez o que o Godoy Cruz não quis fazer, e acabou com aquilo. Os adeptos que seguiram a contagem decrescente vão passar o próximo mercado a fazê-lo outra vez.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Chueco está nela.
Em resumo
As bancadasOs adeptos dizem o que pensam sobre Leonel Szalich
MercadoO mercado disse que não: Joaquín Romano fica onde está
MercadoA bancada continua a encher-se por Leonel Szalich
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Ferro Carril Oeste já se começa a dizer o nome dele no passado.
Leonel Szalich esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
O Ferro Carril Oeste ficou sem tempo com o Argentinos Juniors. Os papéis estavam abertos quando o prazo passou, e uma transferência que estava quase feita é agora uma transferência que nunca aconteceu.
Todos os desenhos têm posições e este não tem a dele. O Ferro Carril Oeste vai mudar o desenho, mudar-lhe a função ou mudar-lhe o clube, e ele está à espera de saber qual.
“Continuamos a reunir-nos, e continuamos a sair da sala com os mesmos números com que entrámos.” Mais uma ronda de conversas no Ferro Carril Oeste, mais uma semana sem a assinatura de Gonzalo Larghi.
Perguntou pelo seu futuro e recebeu uma resposta com minutos lá dentro. O treinador fez uma promessa num edifício onde as promessas não se esquecem, e o relógio já começou a contar.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 14 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
O Godoy Cruz aceitou o dinheiro. O que o Ferro Carril Oeste ainda não tem é o homem, e entre aqui e a fotografia há uma conversa sobre salários que os dois lados temem.
Leonel Szalich e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
$400.00 era o máximo que o clube pagaria, e o Estudiantes pedia mais. Negócios destes ressuscitam na última semana do mercado mais ou menos metade das vezes, e todos os envolvidos o sabem.
A abordagem foi feita e a resposta veio numa frase. Não há número em cima da mesa porque não havia número que chegasse.
O banco01/01/2035
Leonel Szalich tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Ferro Carril Oeste dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
O Ferro Carril Oeste passou o mercado a tentar colocar Alejandro Muñoz e não apareceu ninguém. Treina com um plantel que já lhe disse que não conta com ele, e ambas as partes esperam agora pela próxima janela.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Ferro Carril Oeste falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
O Ferro Carril Oeste e o River Plate acertaram em $140.0K. O resto pertence ao jogador e ao empresário, e um adepto que já viu uma destas sabe que ainda não é altura de comprar a camisola.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Ferro Carril Oeste, e não vai ser retirado.
Leonel Szalich e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
$11.0K era o máximo que o clube pagaria, e o Instituto pedia mais. Negócios destes ressuscitam na última semana do mercado mais ou menos metade das vezes, e todos os envolvidos o sabem.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O All Boys fica com o seu homem, e o Ferro Carril Oeste volta a uma lista com um nome riscado.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
28 dias de fora para Gino Olguín depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Ferro Carril Oeste vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Exames médicos, uma assinatura, uma camisola levantada à frente de um painel de patrocinadores. O Ferro Carril Oeste fez a parte difícil com o Godoy Cruz, e a parte que falta é a única que os adeptos veem.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Ferro Carril Oeste coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Racing Club fica com o seu homem, e o Ferro Carril Oeste volta a uma lista com um nome riscado.
Perguntou-se ao Estudiantes se o emprestaria. Os empréstimos acertam-se depressa ou não se acertam, e este será uma coisa ou outra até ao fim de semana.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Joaquín Romano, e o treinador deixou.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 35 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Ferro Carril Oeste perdeu-o em tudo menos nos papéis.
Exames médicos, uma assinatura, uma camisola levantada à frente de um painel de patrocinadores. O Ferro Carril Oeste fez a parte difícil com o Belgrano, e a parte que falta é a única que os adeptos veem.
Leonel Szalich esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
O Ferro Carril Oeste perguntou e o Boca Juniors disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Ferro Carril Oeste falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Ferro Carril Oeste podem fingir não ter ouvido.
Leonel Szalich e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
O Ferro Carril Oeste já telefonou ao Estudiantes. Sem verba, uma parte do salário, e uma camisola a mais na posição em que o plantel esteve mais curto a época inteira.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Matías Kabalín. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
49 dias de fora para Gino Olguín depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Ferro Carril Oeste vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Leonel Szalich e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
O banco27/11/2034
Valentín Medina tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Ferro Carril Oeste dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Ferro Carril Oeste falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Ferro Carril Oeste coisas que levam mais de uma semana a retirar.
63 dias de fora para Gino Olguín depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Ferro Carril Oeste vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Leonel Szalich esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Toda a gente o viu antes de alguém o dizer. Aos 36 anos, os números dizem 3 pontos abaixo do que foi, e a pergunta para o Ferro Carril Oeste é como lidar com um homem a quem deve muito.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Ferro Carril Oeste falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Leonel Szalich e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Enzo Pérez e o Ferro Carril Oeste acertam mais 3 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
O banco06/11/2034
Leonel Szalich tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Ferro Carril Oeste dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Matías Kabalín. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 77 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Leonel Szalich e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
17 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Ferro Carril Oeste perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 84 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Ferro Carril Oeste coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Chueco está nela.
24 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Ferro Carril Oeste perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 91 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Leonel Szalich esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
31 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Ferro Carril Oeste perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Plantel09/10/2034
98 dias de fora para Gino Olguín depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Ferro Carril Oeste vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Leonel Szalich e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Chuequito e o Ferro Carril Oeste acertam mais 3 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
O banco09/10/2034
Leonel Szalich tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Ferro Carril Oeste dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Matías Kabalín. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
105 dias de fora para Gino Olguín depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Ferro Carril Oeste vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Leonel Szalich e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Ferro Carril Oeste vão explicá-lo como uma decisão de equipa, e talvez seja. Um balneário nunca leu isso assim, nem uma vez.
O banco02/10/2034
Valentín Medina tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Ferro Carril Oeste dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Ferro Carril Oeste, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 112 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Ferro Carril Oeste coisas que levam mais de uma semana a retirar.
O nome de Leonel Szalich não para de aparecer nas páginas desportivas alheias. O Ferro Carril Oeste nada diz, o que já diz muito.
O banco25/09/2034
Chueco tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Ferro Carril Oeste dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Leonel Szalich esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Leonel Szalich e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Matías Kabalín. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Matías Kabalín e o Ferro Carril Oeste acertam mais 2 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Leonel Szalich e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Ferro Carril Oeste coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Leonel Szalich esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Leonardo Aguirre estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Leonel Szalich e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel14/08/2034
Leonardo Aguirre desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
O banco14/08/2034
Leonel Szalich tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Ferro Carril Oeste dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Matías Kabalín. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Ferro Carril Oeste podem fingir não ter ouvido.
Leonel Szalich e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Um negócio que à hora de almoço estava a um telefonema de fechar estava morto à meia-noite. O Ferro Carril Oeste vai tentar outra vez quando o mercado abrir; nessa altura o Atlético Tucumán pode já não estar a vender.
Quando isto acontece nada se anuncia, e toda a gente sabe. É uma parte maior do plano do Ferro Carril Oeste do que era há um mês, e o centro de treinos percebeu-o antes de a ficha de jogo o dizer.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
O banco07/08/2034
Valentín Medina tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Ferro Carril Oeste dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Joaquín Romano treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
“Não assinei para ver. Ninguém assina.” A queixa mais antiga do futebol, e o Ferro Carril Oeste vai ter de lhe responder com minutos ou com uma transferência.
42 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Ferro Carril Oeste perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Ferro Carril Oeste podem fingir não ter ouvido.
«Disseram-me coisas antes de eu assinar. Não as vou repetir, mas lembro-me de todas.» Ferro Carril Oeste nada responderam, o que também é uma resposta.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Ferro Carril Oeste coisas que levam mais de uma semana a retirar.
O Ferro Carril Oeste ofereceu $200.00; o Temperley disse que nem perto. Ao treinador dirão que o dinheiro continua lá para o jogador certo, que é o que se diz aos treinadores.
Um negócio que à hora de almoço estava a um telefonema de fechar estava morto à meia-noite. O Ferro Carril Oeste vai tentar outra vez quando o mercado abrir; nessa altura o Racing Club pode já não estar a vender.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Leonardo Aguirre estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
O nome de Leonel Szalich não para de aparecer nas páginas desportivas alheias. O Ferro Carril Oeste nada diz, o que já diz muito.
O banco31/07/2034
Chueco tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Ferro Carril Oeste dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
49 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Ferro Carril Oeste perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Ferro Carril Oeste podem fingir não ter ouvido.
0 entradas e 6 saídas, e nenhuma mudança durante meses. O treinador tem o que tem, os adeptos têm a sua opinião sobre isso, e a tabela terá a última palavra.
As condições foram oferecidas e recusadas. Se foi o salário, a função ou a cidade, no San Telmo ninguém diz, e no Ferro Carril Oeste ninguém gosta de estar a adivinhar.
Leonel Szalich esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
O Ferro Carril Oeste foi ao Temperley com uma proposta, e os adeptos foram à internet com uma opinião sobre ela. Se alguma das duas muda alguma coisa, decide o clube vendedor.
O Ferro Carril Oeste perguntou e o Talleres disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Cristian Matosas lesiona os ligamentos do joelho — 56 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 56 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
O aperto de mão com o Atlético Tucumán está dado; o do jogador ainda não. Seguem-se as condições pessoais, e é nas condições pessoais que morrem mais negócios do que alguém imprime.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Ferro Carril Oeste podem fingir não ter ouvido.
Leonel Szalich e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Platense fica com o seu homem, e o Ferro Carril Oeste volta a uma lista com um nome riscado.
Perguntou-se ao Racing Club se o emprestaria. Os empréstimos acertam-se depressa ou não se acertam, e este será uma coisa ou outra até ao fim de semana.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Cristian Matosas lesiona os ligamentos do joelho — 63 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 63 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Ferro Carril Oeste, e não vai ser retirado.
Há tardes em que um guarda-redes é a defesa inteira. 8 defesas, várias do género que ninguém espera ver feitas, e dez jogadores de campo que lhe devem uma bebida.
O Rosario Central aceitou o dinheiro. O que o Ferro Carril Oeste ainda não tem é o homem, e entre aqui e a fotografia há uma conversa sobre salários que os dois lados temem.
Leonel Szalich e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
O Ferro Carril Oeste perguntou e o Villa Dálmine disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Alejandro Muñoz estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Alejandro Muñoz, e o treinador deixou.
70 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Ferro Carril Oeste perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Ferro Carril Oeste, e não vai ser retirado.
O Ferro Carril Oeste e o Banfield acertaram em $2.0K. O resto pertence ao jogador e ao empresário, e um adepto que já viu uma destas sabe que ainda não é altura de comprar a camisola.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Ferro Carril Oeste coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Godoy Cruz fica com o seu homem, e o Ferro Carril Oeste volta a uma lista com um nome riscado.
14 defesas, e um resultado a que os dez à frente dele não tinham direito. Nos guarda-redes só se repara nos dias maus; este foi dos outros.
Plantel26/06/2034
Cristian Matosas lesiona os ligamentos do joelho — 77 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 77 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Ferro Carril Oeste, e não vai ser retirado.
«Disseram-me coisas antes de eu assinar. Não as vou repetir, mas lembro-me de todas.» Ferro Carril Oeste nada responderam, o que também é uma resposta.
Os clubes tinham acordado e o jogador não. Uma nega, e pública: o San Telmo fica com ele, e os adeptos daqui ficam a perguntar-se o que lhe terão dito sobre esta casa.
Leonel Szalich esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Defender era opcional e ninguém exerceu a opção. 6 golos entre o Ferro Carril Oeste e o Nueva Chicago, e nem um dos que pagaram bilhete vai pedir o dinheiro de volta.
O Ferro Carril Oeste perguntou e o Instituto disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
14 defesas, e um resultado a que os dez à frente dele não tinham direito. Nos guarda-redes só se repara nos dias maus; este foi dos outros.
Plantel19/06/2034
Cristian Matosas lesiona os ligamentos do joelho — 84 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 84 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Ferro Carril Oeste podem fingir não ter ouvido.
O Ferro Carril Oeste e o Platense acertaram em $4.0K. O resto pertence ao jogador e ao empresário, e um adepto que já viu uma destas sabe que ainda não é altura de comprar a camisola.
Leonel Szalich e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
200 jogos com a camisola. Ninguém se propõe construir um registo assim; acontece a um certo tipo de jogador num certo tipo de clube, e esta cidade sabe o que tem.
91 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Ferro Carril Oeste perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Ferro Carril Oeste, e não vai ser retirado.
“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O Ferro Carril Oeste pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.
Há uma idade a partir da qual toda a boa tarde é descrita como uma recordação do passado, o que é injusto e também exato. 8.30 aos 34, e ninguém no campo esteve melhor.
O Ferro Carril Oeste e o San Telmo acertaram em $16.0K. O resto pertence ao jogador e ao empresário, e um adepto que já viu uma destas sabe que ainda não é altura de comprar a camisola.
Leonel Szalich e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
98 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Ferro Carril Oeste perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Ferro Carril Oeste podem fingir não ter ouvido.
Notas dos jogadores05/06/2034
Chuequito, 20 anos, joga como se cá estivesse há anos — 7.89
Um 7.89 significa uma coisa ao lado do nome de um jogador de vinte e nove anos e algo completamente diferente ao lado do de um de 20. Ninguém no estádio precisou que lhe explicassem.
Aos 34 devia estar a gerir os seus minutos. Em vez disso foi avaliado com 8.32 e pareceu, durante noventa minutos, exatamente o jogador de que toda a gente se lembra.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Ferro Carril Oeste coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Tem 20 anos e o estádio já canta o nome dele, coisa que acontece aos miúdos da terra e quase nunca aos reforços. Tudo a partir daqui se mede contra um carinho que não fez nada para merecer, a não ser ser daqui.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Leonardo Aguirre estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
105 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Ferro Carril Oeste perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Leonel Szalich esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
O Patronato levou os pontos após um 1‑2 que será difícil de explicar nas bancadas.
Plantel29/05/2034
Alejandro Muñoz desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Joaquín Romano, e o treinador deixou.
112 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Ferro Carril Oeste perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Leonel Szalich e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Leonardo Aguirre estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Alejandro Muñoz, e o treinador deixou.
Acabou 1‑1, e de certa forma sempre pareceu que ia acabar assim. Uma daquelas tardes em que a tabela mexe menos do que os nervos.
O banco22/05/2034
Leonel Szalich tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Ferro Carril Oeste dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
O banco22/05/2034
A vista do banco
“Não perdemos. Há semanas em que é só isso que se consegue, e prefiro ter o ponto a não o ter.” Interim Coach escolheu a versão do copo meio cheio do 1‑1; os adeptos saíram com a outra.
“Não assinei para ver. Ninguém assina.” A queixa mais antiga do futebol, e o Ferro Carril Oeste vai ter de lhe responder com minutos ou com uma transferência.
Em resumo
Notas dos jogadoresJuan Molina tinha sempre o passe
MercadoA história de Gino Olguín recusa-se a morrer
Notas dos jogadoresA única coisa que Gino Olguín não conseguiu
119 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Ferro Carril Oeste perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Ferro Carril Oeste podem fingir não ter ouvido.
Há uma idade a partir da qual toda a boa tarde é descrita como uma recordação do passado, o que é injusto e também exato. 8.12 aos 34, e ninguém no campo esteve melhor.
Leonel Szalich e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Um erro na defesa é um momento; um erro na baliza é um golo. Leonel Szalich sabe-o, a bancada percebeu-o de imediato, e não havia mais ninguém atrás dele para o transformar noutra coisa.
O banco15/05/2034
A vista do banco
“Vamos analisar, vamos aprender com isto, e vamos outra vez.” As três frases que todos os treinadores guardam para uma derrota por 1‑2, ditas por Interim Coach a uma sala que já as tinha ouvido.
Em resumo
O bancoO treinador ainda não acabou de esquecer o erro de Leonel Szalich