624 jogos ao longo de 18 épocas e uma só camisola. Já ninguém constrói uma carreira assim de propósito; acontece a certo tipo de jogador em certo tipo de clube.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 21 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Givairo Read esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Anton Gaaei e o Feyenoord acertam mais 2 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Feyenoord, e não vai ser retirado.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 32 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Feyenoord coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Valentin Joseph será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Feyenoord as despedidas começaram em silêncio.
Plantel27/07/2043
Bas Gakpo desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 41 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Feyenoord, e não vai ser retirado.
Givairo Read esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Arnaut Brobbey será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Feyenoord as despedidas começaram em silêncio.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Feyenoord falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
A proposta do De Graafschap por Justin Simons foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
«Quero ganhar coisas e gostava de o fazer aqui.» Não se exigiu nada nem se ameaçou nada, mas uma direção como a de Feyenoord ouve uma frase destas exatamente como foi construída.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Feyenoord coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel13/07/2043
Palavras no treino do Feyenoord sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Shaqueel van Persie está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Quero jogar por troféus enquanto as pernas mo permitirem.” Nada nessa frase é um pedido de transferência, e ninguém no Feyenoord a ouviu como outra coisa.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Givairo Read e o Feyenoord acertam mais 2 anos.
Givairo Read esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Toda a gente deixou de fingir: o Excelsior vai fazer a chamada por Justin Simons esta semana. O Feyenoord tem um número em mente, e o número não é tímido.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Feyenoord coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Ambas as partes esperam falar nos próximos dias. O Feyenoord vai pedir um valor, e tudo o que vier depois é aritmética.
Plantel29/06/2043
5 caras novas e o Feyenoord ainda se está a conhecer
Um plantel reconstruído num único mercado paga-o numa moeda que ninguém orça. O futebol não é pior do que a soma dos jogadores: é pior do que a soma dos jogadores que já jogaram juntos.
Ninguém no Feyenoord dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Jeroen Dost e o Feyenoord acertam mais 4 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
O Olimpia pagou $17.2M e o Feyenoord aceitou, o que é a história toda numa frase. A versão longa fala do orçamento salarial e vai ser contada a época inteira.
Givairo Read esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Não há pior forma de perder um futebolista. Frederick Reuter pré-acordou a saída, o que significa que cada jogo daqui até junho é feito por um homem que o clube já não pode vender, e alguém lá em cima vai ter de explicar como se chegou aqui.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Ninguém no clube vai dizer em voz alta para quem é esta contratação, que é exatamente como se percebe para quem é. Bas Gakpo chegou para ficar com uma camisola que alguém ainda veste.
O Galatasaray pagou $15.2M e o Feyenoord aceitou, o que é a história toda numa frase. A versão longa fala do orçamento salarial e vai ser contada a época inteira.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Feyenoord coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Frederick Reuter será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Feyenoord as despedidas começaram em silêncio.
O negócio que levaria Arnaut Brobbey para o Heerenveen caiu na fase final e ele reapresenta-se no Feyenoord com um verão para esquecer e uma época inteira para jogar. Ninguém diz quem se levantou da mesa.
Plantel15/06/2043
Palavras no treino do Feyenoord sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Shaqueel van Persie está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Anton Gaaei, e o treinador deixou.
O telefone voltou a tocar por causa de Justin Strootman, e desta vez do outro lado está o Olimpia. No Feyenoord ouvem com educação e não prometem nada.
«Quero ganhar coisas e gostava de o fazer aqui.» Não se exigiu nada nem se ameaçou nada, mas uma direção como a de Feyenoord ouve uma frase destas exatamente como foi construída.
Givairo Read esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Matthew Amoah Jr. e o Feyenoord acertam mais 2 anos.
«Tenho ambições e gostava que o clube as partilhasse.» Ninguém pediu para sair nem foi mandado embora — mas um jogador escolhe essa frase com cuidado, e uma administração ouve-a exactamente como foi pensada.
Givairo Read esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Pierre-Emile Olsen e o Feyenoord acertam mais 4 anos.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Feyenoord coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Não há pior forma de perder um futebolista. Valentin Joseph pré-acordou a saída, o que significa que cada jogo daqui até junho é feito por um homem que o clube já não pode vender, e alguém lá em cima vai ter de explicar como se chegou aqui.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Driss Laaouina e o Feyenoord acertam mais 2 anos.
Em resumo
PlantelThijs Kraaijeveld tornou-se um homem de confiança do treinador
PlantelAlejo Sarco desentende-se com um colega por causa das exigências
A qualificação está garantida, e para a época que vem as grandes noites de holofotes são continentais. Para os jogadores é um palco; para as contas, uma tábua de salvação; para os adeptos, passaportes.
Plantel18/05/2043
O veredicto de uma época sobre Owen De Roon: o melhor da sua idade
O Feyenoord tem um jogador de 20 anos que a divisão acabou de eleger o seu melhor jovem. O próximo problema do clube é que agora toda a gente também sabe.
Givairo Read esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Feyenoord ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Memphis Aké, e o treinador deixou.
Em resumo
MercadoA história de Givairo Read recusa-se a morrer
20 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Feyenoord perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Luciano Valente esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Em resumo
PlantelGivairo Read tornou-se um homem de confiança do treinador
PlantelAlejo Sarco desentende-se com um colega por causa das exigências
27 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Feyenoord perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
53 jogos ao longo de 16 épocas e uma só camisola. Já ninguém constrói uma carreira assim de propósito; acontece a certo tipo de jogador em certo tipo de clube.
Aymen Sliti lesiona os ligamentos do joelho — 37 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 37 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Feyenoord coisas que levam mais de uma semana a retirar.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Feyenoord, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Em resumo
PlantelPalavras no treino do Feyenoord sobre quem trabalha
Aymen Sliti lesiona os ligamentos do joelho — 44 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 44 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Givairo Read esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Em resumo
PlantelGeorginio Klaassen desentende-se com um colega por causa das exigências
MercadoA história de Givairo Read recusa-se a morrer
54 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Feyenoord perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Feyenoord ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
«Tenho ambições e gostava que o clube as partilhasse.» Ninguém pediu para sair nem foi mandado embora — mas um jogador escolhe essa frase com cuidado, e uma administração ouve-a exactamente como foi pensada.
Aymen Sliti lesiona os ligamentos do joelho — 64 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 64 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
«Quero ganhar coisas e gostava de o fazer aqui.» Não se exigiu nada nem se ameaçou nada, mas uma direção como a de Feyenoord ouve uma frase destas exatamente como foi construída.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Alejo Sarco será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Feyenoord as despedidas começaram em silêncio.
Givairo Read esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Aymen Sliti lesiona os ligamentos do joelho — 73 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 73 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Alejo Sarco produziu-o, e o 8.40 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
Aos 34 devia estar a gerir os seus minutos. Em vez disso foi avaliado com 7.95 e pareceu, durante noventa minutos, exatamente o jogador de que toda a gente se lembra.
Cabeceamentos, cortes, desarmes, interceções: 26 no total, e nem um golo às suas costas. Daquelas exibições que nunca entram nos melhores momentos e ganham jogos.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Feyenoord coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Aos 22 anos é cantado por pessoas com o dobro da idade, um carinho que um reforço demora anos a merecer e que um miúdo da casa recebe por aparecer. É também a coisa mais difícil de corresponder no futebol.
81 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Feyenoord perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Aos 34 devia estar a gerir os seus minutos. Em vez disso foi avaliado com 8.20 e pareceu, durante noventa minutos, exatamente o jogador de que toda a gente se lembra.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Feyenoord coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Ninguém no Feyenoord dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Givairo Read assinar alguma coisa — um contrato no Feyenoord ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
Faltam 2 meses, e ambos os lados sabem o que isso significa: cada semana sem assinatura baixa o valor que o Feyenoord pode pedir e sobe o salário que Michał Gurgul pode exigir.
Aymen Sliti lesiona os ligamentos do joelho — 89 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 89 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 8 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Michał Gurgul será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Feyenoord as despedidas começaram em silêncio.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Feyenoord coisas que levam mais de uma semana a retirar.
As regras permitem-no e dói na mesma. Michał Gurgul acertou condições com o Heerenveen para o verão e, até lá, veste esta camisola como quem já escolheu a seguinte.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Aymen Sliti, e o treinador deixou.
97 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Feyenoord perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Shaqueel van Persie e o Feyenoord acertam mais 2 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Givairo Read esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
A série sem derrotas chega aos 7 jogos. Uns foram vitórias e outros fugas, mas uma equipa que se recusa a perder é uma equipa de que os outros balneários falam.
Uma média de 7.22 na época, com 16 golos a sustentá-la. Os adversários começaram a planear jogos a pensar nele, que é o elogio mais sincero que o futebol faz.
13 vezes se meteu no caminho. Escreve-se sobre os centrais quando erram e ignoram-se quando não erram, por isso uma tarde destas tem de ser dita em voz alta: é ele a razão de o marcador dizer o que diz.
Aymen Sliti lesiona os ligamentos do joelho — 105 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 105 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 7 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Feyenoord coisas que levam mais de uma semana a retirar.
4 triunfos consecutivos como visitante. As equipas que ganham fora costumam saber defender e contra-atacar, e a tabela começou a refletir o que essas viagens renderam.
Já são 6 jogos sem perder. Uns foram conquistados, outros sobrevividos, mas está a formar-se um hábito — e hábitos são a coisa mais difícil de defrontar no futebol.
113 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Feyenoord perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
2 golos de vantagem e depois uma rendição lenta de tudo o que fora ganho. Georginio Klaassen não será o apontado, mas ninguém no Feyenoord escapa à conversa que se segue a um colapso destes.
Thijs Kraaijeveld esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Givairo Read assinar alguma coisa — um contrato no Feyenoord ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
Faltam 3 meses, e ambos os lados sabem o que isso significa: cada semana sem assinatura baixa o valor que o Feyenoord pode pedir e sobe o salário que Michał Gurgul pode exigir.
O De Graafschap vai querer esquecer isto depressa: 4‑0, todos os duelos perdidos e uma viagem longa para casa. O Feyenoord foi impiedoso como as boas equipas sabem ser.
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 8 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Feyenoord coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Aos 20 anos é cantado por pessoas com o dobro da idade, um carinho que um reforço demora anos a merecer e que um miúdo da casa recebe por aparecer. É também a coisa mais difícil de corresponder no futebol.
Há uma impotência muito própria em sofrer 2 vezes antes do minuto vinte. O De Graafschap tentou reorganizar-se, o Feyenoord não deixou, e o resultado estava escrito muito antes de ser confirmado.
Aos 34 devia estar a gerir os seus minutos. Em vez disso foi avaliado com 7.92 e pareceu, durante noventa minutos, exatamente o jogador de que toda a gente se lembra.
Givairo Read esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Kelvin Neijenhuis e o Feyenoord acertam mais 2 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Os clubes prometem constantemente e o jornal costuma só saber quando falham. Esta foi cumprida, e o balneário notou-o mais depressa do que qualquer adepto.
Há uma idade a partir da qual toda a boa tarde é descrita como uma recordação do passado, o que é injusto e também exato. 7.98 aos 34, e ninguém no campo esteve melhor.
Luciano Valente esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Kelvin Neijenhuis e o Feyenoord acertam mais 2 anos.
Plantel02/02/2043
Palavras no treino do Feyenoord sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Shaqueel van Persie está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Há uma idade a partir da qual toda a boa tarde é descrita como uma recordação do passado, o que é injusto e também exato. 8.47 aos 36, e ninguém no campo esteve melhor.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Feyenoord podem fingir não ter ouvido.
A proposta do ADO Den Haag por Owen De Roon foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
7.39, 1 na ficha e a comédia muito própria de um jogador da linha defensiva a festejar como quem faz isto todas as semanas. Não faz, e é exatamente por isso que o estádio reagiu como reagiu.
Givairo Read esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Arnaut Brobbey será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Feyenoord as despedidas começaram em silêncio.
15 golos e uma média de 7.24 na época têm esse efeito. O espaço que ele costumava encontrar desapareceu; continua a marcar na mesma, que é a marca dos verdadeiros.
A proposta do RB Leipzig por Georginio Klaassen foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Feyenoord coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel19/01/2043
Palavras no treino do Feyenoord sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Shaqueel van Persie está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Shaqueel van Persie, e o treinador deixou.
Uma média de 7.21 na época, com 14 golos a sustentá-la. Os adversários começaram a planear jogos a pensar nele, que é o elogio mais sincero que o futebol faz.
Os jogos da taça esperam que alguém os agarre, e Memphis Blind agarrou este contra o Twente. 4‑3 no fim, e no sorteio da próxima ronda está o nome do Feyenoord.
Jogo07/01/2043
Memphis Blind ganha-o quando o apito já devia ter soado
Minuto 91. Memphis Blind encontrou a finalização num tempo que só existia por causa das paragens anteriores, e o Twente passou do ponto ao nada num só movimento.
«Tenho ambições e gostava que o clube as partilhasse.» Ninguém pediu para sair nem foi mandado embora — mas um jogador escolhe essa frase com cuidado, e uma administração ouve-a exactamente como foi pensada.
Um defesa no marcador, coisa rara o suficiente para que toda a gente no estádio se lembre de quem marcou o canto. 1 para ele e uma nota de 7.99 para o resto.
Givairo Read esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
613 jogos ao longo de 18 épocas e uma só camisola. Já ninguém constrói uma carreira assim de propósito; acontece a certo tipo de jogador em certo tipo de clube.
Aos 36 devia estar a gerir os seus minutos. Em vez disso foi avaliado com 8.41 e pareceu, durante noventa minutos, exatamente o jogador de que toda a gente se lembra.
«Tenho ambições e gostava que o clube as partilhasse.» Ninguém pediu para sair nem foi mandado embora — mas um jogador escolhe essa frase com cuidado, e uma administração ouve-a exactamente como foi pensada.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Luciano Valente e o Feyenoord acertam mais 2 anos.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Feyenoord coisas que levam mais de uma semana a retirar.
10 jogos sem perder em casa. As equipas visitantes chegam já a falar do ambiente, o que costuma ser sinal de que perderam meio jogo antes do pontapé de saída.
16 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Feyenoord perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 6 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
Aos 34 devia estar a gerir os seus minutos. Em vez disso foi avaliado com 7.98 e pareceu, durante noventa minutos, exatamente o jogador de que toda a gente se lembra.
Givairo Read esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Sem Verdonk lesiona os ligamentos do joelho — 24 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 24 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Não há forma mais cruel de perder um jogo. O Feyenoord marcou aos 92, o pontapé de saída mal chegou a acontecer, e a bancada visitante ainda estava de pé quando soou o apito.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Feyenoord coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Feyenoord ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Plantel22/12/2042
Palavras no treino do Feyenoord sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Shaqueel van Persie está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
32 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Feyenoord perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Feyenoord coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Ninguém no Feyenoord dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Sem Verdonk lesiona os ligamentos do joelho — 40 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 40 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
350 jogos ao longo de 17 épocas e uma só camisola. Já ninguém constrói uma carreira assim de propósito; acontece a certo tipo de jogador em certo tipo de clube.
Já são 9 jogos sem perder. Uns foram conquistados, outros sobrevividos, mas está a formar-se um hábito — e hábitos são a coisa mais difícil de defrontar no futebol.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Givairo Read e o Feyenoord acertam mais 2 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Jogo06/12/2042
O Feyenoord torna a sua casa um sítio difícil de visitar
8 sem derrota no seu relvado. O campo não mudou; a bancada sim — mais barulhenta mais cedo e mais rápida a perceber quando o adversário preferia estar noutro lado.
A direção respondeu com dinheiro em vez de incentivo, que é a única resposta que um treinador quer ouvir. Gastá-lo bem passa a ser problema exclusivamente dele.
Direção$13.0M por ano a mais nas contas de Feyenoord
853Edição
A Gazeta de Feyenoord
01/12/2042
Do nosso correspondente de futebolTriunfo
Plantel01/12/2042
Sem Verdonk lesiona os ligamentos do joelho — 49 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 49 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Aos 36 devia estar a gerir os seus minutos. Em vez disso foi avaliado com 7.88 e pareceu, durante noventa minutos, exatamente o jogador de que toda a gente se lembra.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Feyenoord podem fingir não ter ouvido.
«Quero ganhar coisas e gostava de o fazer aqui.» Não se exigiu nada nem se ameaçou nada, mas uma direção como a de Feyenoord ouve uma frase destas exatamente como foi construída.
Givairo Read esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Em resumo
PlantelShaqueel van Persie desentende-se com um colega por causa das exigências
Sem Verdonk lesiona os ligamentos do joelho — 58 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 58 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Dois golos e um 8.88 a acompanhar. Os avançados são julgados por tardes como esta e recordados por muito menos delas do que se imagina.
Jogo22/11/2042
Ninguém quer jogar contra o Feyenoord neste momento
5 vitórias seguidas mudam a forma como o adversário aquece: mais calado, mais olhares de esguelha. As séries acabam, toda a gente o sabe — mas neste balneário ninguém conta com isso.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Feyenoord coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Kelvin Neijenhuis. 2‑1 sobre o NEC, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
2 golos em vinte minutos com Kelvin Neijenhuis no meio de tudo, e o NEC sem conseguir chegar à bola tempo suficiente para mudar seja o que for. Há jogos que se ganham antes da primeira bebida.
Plantel24/11/2042
Givairo Read tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Feyenoord dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Plantel24/11/2042
Palavras no treino do Feyenoord sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Georginio Klaassen está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Feyenoord falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Plantel17/11/2042
Sem Verdonk lesiona os ligamentos do joelho — 65 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 65 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Os jogos da taça esperam que alguém os agarre, e Daley Brobbey agarrou este contra o ADO Den Haag. 3‑2 no fim, e no sorteio da próxima ronda está o nome do Feyenoord.
O Roda vai querer esquecer isto depressa: 3‑0, todos os duelos perdidos e uma viagem longa para casa. O Feyenoord foi impiedoso como as boas equipas sabem ser.
Jogo12/11/2042
Daley Brobbey ganha-o quando o apito já devia ter soado
Minuto 109. Daley Brobbey encontrou a finalização num tempo que só existia por causa das paragens anteriores, e o ADO Den Haag passou do ponto ao nada num só movimento.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 27 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Plantel10/11/2042
Sem Verdonk lesiona os ligamentos do joelho — 72 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 72 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Há uma idade a partir da qual toda a boa tarde é descrita como uma recordação do passado, o que é injusto e também exato. 8.26 aos 36, e ninguém no campo esteve melhor.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Feyenoord coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Feyenoord falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Plantel03/11/2042
Sem Verdonk lesiona os ligamentos do joelho — 81 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 81 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Há uma idade a partir da qual toda a boa tarde é descrita como uma recordação do passado, o que é injusto e também exato. 8.16 aos 35, e ninguém no campo esteve melhor.
Givairo Read esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
21 vezes se meteu no caminho. Escreve-se sobre os centrais quando erram e ignoram-se quando não erram, por isso uma tarde destas tem de ser dita em voz alta: é ele a razão de o marcador dizer o que diz.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Shaqueel van Persie. 1‑0 sobre o Willem II, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Owen De Roon e o Feyenoord acertam mais 5 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Feyenoord falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Plantel27/10/2042
Sem Verdonk lesiona os ligamentos do joelho — 90 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 90 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Aos 35 devia estar a gerir os seus minutos. Em vez disso foi avaliado com 7.82 e pareceu, durante noventa minutos, exatamente o jogador de que toda a gente se lembra.
Luciano Valente esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Entre clubes está tudo fechado e o que falta são papéis e uma fotografia. Em Feyenoord já falam dele no passado.
Plantel27/10/2042
Palavras no treino do Feyenoord sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Shaqueel van Persie está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
O golo que pôs o Ajax na frente ainda passava nos ecrãs do corredor quando o Feyenoord empatou, 3 minutos depois. Uma vantagem vale o que se fizer com ela.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 52 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
98 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Feyenoord perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Há uma idade a partir da qual toda a boa tarde é descrita como uma recordação do passado, o que é injusto e também exato. 7.94 aos 35, e ninguém no campo esteve melhor.
Givairo Read esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 63 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
«Tenho ambições e gostava que o clube as partilhasse.» Ninguém pediu para sair nem foi mandado embora — mas um jogador escolhe essa frase com cuidado, e uma administração ouve-a exactamente como foi pensada.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Feyenoord coisas que levam mais de uma semana a retirar.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Memphis Aké e o Feyenoord acertam mais 4 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Feyenoord falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Matthew Amoah Jr. produziu-o, e o 8.30 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
Aos 34 devia estar a gerir os seus minutos. Em vez disso foi avaliado com 8.56 e pareceu, durante noventa minutos, exatamente o jogador de que toda a gente se lembra.
«Tenho ambições e gostava que o clube as partilhasse.» Ninguém pediu para sair nem foi mandado embora — mas um jogador escolhe essa frase com cuidado, e uma administração ouve-a exactamente como foi pensada.
Givairo Read esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
6 golos. Os dois bancos passaram a segunda parte a olhar um para o outro mais do que para o relvado. Os puristas vão queixar-se do Feyenoord e do Utrecht por igual; os restantes divertiram-se imenso.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Daley Brobbey, e o treinador deixou.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 83 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 16 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Kelvin Neijenhuis produziu-o, e o 9.00 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Quincy Strootman será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Feyenoord as despedidas começaram em silêncio.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Feyenoord coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel29/09/2042
Palavras no treino do Feyenoord sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Shaqueel van Persie está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Michał Gurgul. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Feyenoord falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
23 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Feyenoord perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 8 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Feyenoord coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 98 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
32 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Feyenoord perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Givairo Read esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Arnaut Brobbey será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Feyenoord as despedidas começaram em silêncio.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Feyenoord sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
Mercado15/09/2042
O mercado disse que não: Michał Gurgul fica onde está
O Feyenoord abriu a porta e ninguém a atravessou. Por isso Michał Gurgul fica — listado, treinado e disponível — enquanto ambos os lados riscam os dias até janeiro no mesmo calendário.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 107 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
41 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Feyenoord perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Luciano Valente esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Shaqueel van Persie. 2‑1 sobre o Vitesse, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
Toda a gente deixou de fingir: o Roda vai fazer a chamada por Matthew Amoah Jr. esta semana. O Feyenoord tem um número em mente, e o número não é tímido.
“O treinador não usou muitas palavras, e não precisou delas.” Guus Babel tem a sua resposta do Feyenoord; o que fizer com ela é a história da próxima janela.
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 51 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
235 jogos ao longo de 16 épocas e uma só camisola. Já ninguém constrói uma carreira assim de propósito; acontece a certo tipo de jogador em certo tipo de clube.
Jogo30/08/2042
Não se vê o fim da espera do Feyenoord por uma vitória
Já são 6 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Feyenoord tem de arrancar um resultado de algum lado.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Feyenoord coisas que levam mais de uma semana a retirar.
“Quero jogar por troféus enquanto as pernas mo permitirem.” Nada nessa frase é um pedido de transferência, e ninguém no Feyenoord a ouviu como outra coisa.
Justin Strootman lesiona os ligamentos do joelho — 18 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 18 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
A proposta ficou muito aquém e em Feyenoord não precisaram de pensar muito. Ninguém neste negócio lê uma primeira recusa como um fim.
Notas dos jogadores25/08/2042
Givairo Read, 36 anos, faz recuar o relógio — 8.07
Há uma idade a partir da qual toda a boa tarde é descrita como uma recordação do passado, o que é injusto e também exato. 8.07 aos 36, e ninguém no campo esteve melhor.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Feyenoord coisas que levam mais de uma semana a retirar.
26 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Feyenoord perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Givairo Read esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
35 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Feyenoord perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Feyenoord coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Direção11/08/2042
9 jogadores da formação recebem número de equipa principal no Feyenoord
A manhã em que o percurso deixa de ser um folheto e passa a ser uma ficha de jogo. A maioria não estará cá daqui a três anos; todos já fizeram a parte difícil, que era chegar a hoje.
Os clubes gastam fortunas à procura de jogadores e de vez em quando encontram um ao fundo do corredor. Donny Lang é isso, e a receção na sua primeira aparição será de outra natureza que a de qualquer reforço.
Não há verba, não há apresentação, não há empresário na escadaria. Robin Malen está neste clube desde miúdo e faz agora parte, formalmente, do plantel principal — o que, para um leitor local, vale mais do que qualquer contratação.
Não há verba, não há apresentação, não há empresário na escadaria. Calvin Dost está neste clube desde miúdo e faz agora parte, formalmente, do plantel principal — o que, para um leitor local, vale mais do que qualquer contratação.
As obras estão aprovadas para uma lotação de 147507. É daquelas decisões pelas quais um clube é julgado vinte anos depois, e por gente que não estava lá quando foi tomada.
Em resumo
DireçãoNinguém saiu depressa do balneário de Feyenoord
46 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Feyenoord perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
A proposta do Willem II por Matthew Amoah Jr. foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Givairo Read esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Justin Strootman lesiona os ligamentos do joelho — 54 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 54 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Feyenoord coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel28/07/2042
Palavras no treino do Feyenoord sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Shaqueel van Persie está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
62 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Feyenoord perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Feyenoord coisas que levam mais de uma semana a retirar.
71 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Feyenoord perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
“Quero jogar por troféus enquanto as pernas mo permitirem.” Nada nessa frase é um pedido de transferência, e ninguém no Feyenoord a ouviu como outra coisa.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Feyenoord podem fingir não ter ouvido.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Feyenoord coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Justin Strootman lesiona os ligamentos do joelho — 81 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 81 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
“Quero jogar por troféus enquanto as pernas mo permitirem.” Nada nessa frase é um pedido de transferência, e ninguém no Feyenoord a ouviu como outra coisa.
Givairo Read esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Kelvin Neijenhuis e o Feyenoord acertam mais 2 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Justin Strootman lesiona os ligamentos do joelho — 88 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 88 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Feyenoord coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Justin Strootman lesiona os ligamentos do joelho — 97 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 97 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Thijs Kraaijeveld esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Feyenoord sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
105 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Feyenoord perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Feyenoord coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel16/06/2042
Palavras no treino do Feyenoord sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Shaqueel van Persie está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Ambas as partes esperam falar nos próximos dias. O Feyenoord vai pedir um valor, e tudo o que vier depois é aritmética.
Plantel16/06/2042
Givairo Read tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Feyenoord dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
114 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Feyenoord perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Givairo Read esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
«Quero ganhar coisas e gostava de o fazer aqui.» Não se exigiu nada nem se ameaçou nada, mas uma direção como a de Feyenoord ouve uma frase destas exatamente como foi construída.
O telefone voltou a tocar por causa de Memphis Aké, e desta vez do outro lado está o De Graafschap. No Feyenoord ouvem com educação e não prometem nada.
123 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Feyenoord perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Feyenoord podem fingir não ter ouvido.
«Tenho ambições e gostava que o clube as partilhasse.» Ninguém pediu para sair nem foi mandado embora — mas um jogador escolhe essa frase com cuidado, e uma administração ouve-a exactamente como foi pensada.
Luciano Valente esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Givairo Read esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Saiu miúdo e regressa a saber ainda onde fica a bancada dos visitantes. A maioria dos reforços tem de ser explicada à cidade; a este bastou uma fotografia.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Shaqueel van Persie, e o treinador deixou.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Anis Aheddouch e o Feyenoord acertam mais 2 anos.
O apuramento está feito e na próxima época os holofotes acendem-se para algo maior. Um palco para os jogadores, oxigénio para as contas e um passaporte para os restantes.
Há futebolistas que fazem uma boa temporada e futebolistas por quem uma temporada é recordada; aos segundos leem-lhes o nome num salão no verão. No Feyenoord estarão discretamente encantados e, em privado, nervosos.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Feyenoord coisas que levam mais de uma semana a retirar.
A papelada fica pronta muito antes do jogador. Billy van Duijl acertou vir quando o contrato atual terminar, o que significa que o Feyenoord substituiu um orçamento de verão por um telefonema.
Plantel19/05/2042
Givairo Read tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Feyenoord dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Plantel19/05/2042
Palavras no treino do Feyenoord sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Georginio Klaassen está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Hakeem Agboluaje lesiona os ligamentos do joelho — 19 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 19 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Jonmi Magunagoitia esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
MercadoA história de Givairo Read recusa-se a morrer
823Edição
A Gazeta de Feyenoord
05/05/2042
Do nosso correspondente de futebolInquietação
Plantel05/05/2042
Hakeem Agboluaje lesiona os ligamentos do joelho — 26 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 26 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
446 jogos ao longo de 16 épocas e uma só camisola. Já ninguém constrói uma carreira assim de propósito; acontece a certo tipo de jogador em certo tipo de clube.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Jonmi Magunagoitia e o Feyenoord acertam mais 2 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
“Pela primeira vez em anos jogo porque alguém me quer na equipa.” O Vitesse assenta-lhe bem; a conversa incómoda pertence ao Feyenoord, e o verão vai forçá-la.
Hakeem Agboluaje lesiona os ligamentos do joelho — 35 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 35 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Jonmi Magunagoitia esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
EmprestadosAproxima-se a hora de decidir sobre Virgil Lang
821Edição
A Gazeta de Feyenoord
21/04/2042
Do nosso correspondente de futebolInquietação
Plantel21/04/2042
Hakeem Agboluaje lesiona os ligamentos do joelho — 44 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 44 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Feyenoord coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel21/04/2042
Palavras no treino do Feyenoord sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Shaqueel van Persie está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Em resumo
PlantelGivairo Read tornou-se um homem de confiança do treinador
Hakeem Agboluaje lesiona os ligamentos do joelho — 51 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 51 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
“Quero jogar por troféus enquanto as pernas mo permitirem.” Nada nessa frase é um pedido de transferência, e ninguém no Feyenoord a ouviu como outra coisa.
PlantelShaqueel van Persie desentende-se com um colega por causa das exigências
MercadoA história de Givairo Read recusa-se a morrer
819Edição
A Gazeta de Feyenoord
07/04/2042
Do nosso correspondente de futebolInquietação
Plantel07/04/2042
Hakeem Agboluaje lesiona os ligamentos do joelho — 60 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 60 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
“Quero jogar por troféus enquanto as pernas mo permitirem.” Nada nessa frase é um pedido de transferência, e ninguém no Feyenoord a ouviu como outra coisa.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Feyenoord coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Hakeem Agboluaje lesiona os ligamentos do joelho — 69 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 69 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Mattéo Egli tinha feito a sua parte na construção de um colchão de 2 golos. O que veio depois foi coletivo, e ao Zwolle deixaram voltar a um jogo que estava arrumado.
Jonmi Magunagoitia esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Feyenoord ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
É o nome de todas as colunas e de todos os programas, e isso pesa em qualquer idade. Há futebolistas que crescem ali dentro e outros que se apagam sem ruído.
77 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Feyenoord perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Georginio Klaassen tinha feito a sua parte na construção de um colchão de 2 golos. O que veio depois foi coletivo, e ao NEC deixaram voltar a um jogo que estava arrumado.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Feyenoord coisas que levam mais de uma semana a retirar.
2‑3 para o NEC, e nenhuma queixa que valha a pena imprimir. A exibição não pediu mais do que aquilo que recebeu.
Plantel24/03/2042
Palavras no treino do Feyenoord sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Shaqueel van Persie está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Hakeem Agboluaje lesiona os ligamentos do joelho — 85 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 85 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
O PSV segue em frente e o Feyenoord vai para casa, com um 0‑3 a decidir tudo. O balneário vai agora dizer que a prioridade é o campeonato, porque é isso que os balneários dizem.
Houve 7 defesas pelo meio e pelo menos três que não tinham nada que ser defesas. Os dez jogadores de campo devem-lhe um copo, e sabem-no.
As bancadas17/03/2042
Uma goleada na taça no PSV deixa o Feyenoord a explicar-se
0-3, e muito antes do fim a bancada visitante tinha passado do incentivo para algo bastante mais afiado. Ninguém liga para um programa de rádio por perder por pouco.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Feyenoord coisas que levam mais de uma semana a retirar.
11 golos e uma média de 7.22 na época têm esse efeito. O espaço que ele costumava encontrar desapareceu; continua a marcar na mesma, que é a marca dos verdadeiros.
Hakeem Agboluaje lesiona os ligamentos do joelho — 92 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 92 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Feyenoord falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Aos 35 devia estar a gerir os seus minutos. Em vez disso foi avaliado com 7.92 e pareceu, durante noventa minutos, exatamente o jogador de que toda a gente se lembra.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Feyenoord coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel10/03/2042
Palavras no treino do Feyenoord sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Shaqueel van Persie está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
102 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Feyenoord perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 27 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Jonmi Magunagoitia esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Jeroen Dost será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Feyenoord as despedidas começaram em silêncio.
15 vezes se meteu no caminho. Escreve-se sobre os centrais quando erram e ignoram-se quando não erram, por isso uma tarde destas tem de ser dita em voz alta: é ele a razão de o marcador dizer o que diz.
Perder por 2‑3 é uma coisa; perder com o Ajax num dérbi é uma ferida que leva meses a sarar.
Plantel24/02/2042
Hakeem Agboluaje lesiona os ligamentos do joelho — 110 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 110 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Feyenoord falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Aos 35 devia estar a gerir os seus minutos. Em vez disso foi avaliado com 8.16 e pareceu, durante noventa minutos, exatamente o jogador de que toda a gente se lembra.
7.30, 1 na ficha e a comédia muito própria de um jogador da linha defensiva a festejar como quem faz isto todas as semanas. Não faz, e é exatamente por isso que o estádio reagiu como reagiu.
Hakeem Agboluaje lesiona os ligamentos do joelho — 117 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 117 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Feyenoord falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Há uma idade a partir da qual toda a boa tarde é descrita como uma recordação do passado, o que é injusto e também exato. 7.94 aos 33, e ninguém no campo esteve melhor.
Jonmi Magunagoitia esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
As regras permitem-no e dói na mesma. Jeroen Dost acertou condições com o Utrecht para o verão e, até lá, veste esta camisola como quem já escolheu a seguinte.
4 triunfos consecutivos como visitante. As equipas que ganham fora costumam saber defender e contra-atacar, e a tabela começou a refletir o que essas viagens renderam.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Matthew Amoah Jr.. 2‑0 sobre o De Graafschap, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 52 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
“Quero jogar por troféus enquanto as pernas mo permitirem.” Nada nessa frase é um pedido de transferência, e ninguém no Feyenoord a ouviu como outra coisa.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Feyenoord coisas que levam mais de uma semana a retirar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Anton Gaaei, e o treinador deixou.
O golo que pôs o Groningen na frente ainda passava nos ecrãs do corredor quando o Feyenoord empatou, 1 minutos depois. Uma vantagem vale o que se fizer com ela.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 59 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
30 jogos ao longo de 16 épocas e uma só camisola. Já ninguém constrói uma carreira assim de propósito; acontece a certo tipo de jogador em certo tipo de clube.
Há uma idade a partir da qual toda a boa tarde é descrita como uma recordação do passado, o que é injusto e também exato. 8.34 aos 35, e ninguém no campo esteve melhor.
«Tenho ambições e gostava que o clube as partilhasse.» Ninguém pediu para sair nem foi mandado embora — mas um jogador escolhe essa frase com cuidado, e uma administração ouve-a exactamente como foi pensada.
Jonmi Magunagoitia esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
18 dias, diz o departamento médico, e os departamentos médicos são otimistas por profissão. A ficha de jogo vai parecer errada sem ele.
Mercado03/02/2042
Tão perto: a transferência de Cody Bergwijn morre em cima da hora
O valor estava acertado e o voo já tinha sido visto — e então o telefone deixou de tocar. O Cambuur seguiu em frente, Cody Bergwijn apresenta-se de volta no Feyenoord, e todos fingem que segunda-feira é só uma segunda-feira.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Jeroen Dost será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Feyenoord as despedidas começaram em silêncio.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 66 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Noventa minutos de muito pouco e depois tudo de uma vez. O golo chegou aos 87, e o ADO Den Haag passou o resto do jogo a reclamar com o árbitro em vez de perseguir a bola.
Anton Gaaei esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Feyenoord ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Plantel27/01/2042
Palavras no treino do Feyenoord sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Shaqueel van Persie está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Feyenoord falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Há uma idade a partir da qual toda a boa tarde é descrita como uma recordação do passado, o que é injusto e também exato. 8.16 aos 34, e ninguém no campo esteve melhor.
Jonmi Magunagoitia esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Jonmi Magunagoitia, e o treinador deixou.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Toda a gente deixou de fingir: o Roda vai fazer a chamada por Matthew Amoah Jr. esta semana. O Feyenoord tem um número em mente, e o número não é tímido.
Em resumo
MercadoA história de Givairo Read recusa-se a morrer
Vitória por 2‑0 sobre o Twente, um lugar na ronda seguinte e a aritmética silenciosa que todos os adeptos fazem a caminho de casa: quantos faltam até uma final?
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 6 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
Há uma idade a partir da qual toda a boa tarde é descrita como uma recordação do passado, o que é injusto e também exato. 7.95 aos 33, e ninguém no campo esteve melhor.
«Quero ganhar coisas e gostava de o fazer aqui.» Não se exigiu nada nem se ameaçou nada, mas uma direção como a de Feyenoord ouve uma frase destas exatamente como foi construída.
A proposta do Cambuur por Georginio Klaassen foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Feyenoord coisas que levam mais de uma semana a retirar.
10 jogos sem perder em casa. As equipas visitantes chegam já a falar do ambiente, o que costuma ser sinal de que perderam meio jogo antes do pontapé de saída.
Há futebolistas que fazem uma boa temporada e futebolistas por quem uma temporada é recordada; aos segundos leem-lhes o nome num salão no verão. No Feyenoord estarão discretamente encantados e, em privado, nervosos.
A proposta do Heerenveen por Matthew Amoah Jr. foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
“Quero jogar por troféus enquanto as pernas mo permitirem.” Nada nessa frase é um pedido de transferência, e ninguém no Feyenoord a ouviu como outra coisa.
Notas dos jogadores06/01/2042
Givairo Read, 35 anos, faz recuar o relógio — 7.82
Há uma idade a partir da qual toda a boa tarde é descrita como uma recordação do passado, o que é injusto e também exato. 7.82 aos 35, e ninguém no campo esteve melhor.
Luciano Valente esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Shaqueel van Persie e o Feyenoord acertam mais 2 anos.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Feyenoord ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
9 jogos sem perder em casa. As equipas visitantes chegam já a falar do ambiente, o que costuma ser sinal de que perderam meio jogo antes do pontapé de saída.
Em resumo
PlantelPalavras no treino do Feyenoord sobre quem trabalha
Jonmi Magunagoitia esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Bernt Klaverboer e o Feyenoord acertam mais 2 anos.
Posição 3, 37 pontos, e o resultado que todos procuram primeiro agora é o deles. A palavra continua a não se dizer à volta do estádio — e é assim que se sabe que todos a pensam.
Há uma idade a partir da qual toda a boa tarde é descrita como uma recordação do passado, o que é injusto e também exato. 8.19 aos 35, e ninguém no campo esteve melhor.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Feyenoord coisas que levam mais de uma semana a retirar.
6 golos. Os dois bancos passaram a segunda parte a olhar um para o outro mais do que para o relvado. Os puristas vão queixar-se do Feyenoord e do Cambuur por igual; os restantes divertiram-se imenso.
Jonmi Magunagoitia esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
É o nome de todas as colunas e de todos os programas, e isso pesa em qualquer idade. Há futebolistas que crescem ali dentro e outros que se apagam sem ruído.
Aqui não há queixa possível e todos os envolvidos sabem, o que não encurta o caminho até ao banco. A forma é a única moeda do futebol sobre a qual não se pode pedir emprestado.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Virgil Lang produziu-o, e o 8.29 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
Aos 35 devia estar a gerir os seus minutos. Em vez disso foi avaliado com 7.88 e pareceu, durante noventa minutos, exatamente o jogador de que toda a gente se lembra.
Anton Gaaei esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Feyenoord ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
«Nunca quis estar noutro sítio. Ainda há trabalho por acabar aqui.» Kelvin Neijenhuis compromete-se com o Feyenoord por mais 2 anos.
Plantel09/12/2041
Uma transferência que Mattéo Egli teria feito de graça
Há uma versão de cada carreira em que o jogador acaba onde escolheu e não onde o escolheram. Mattéo Egli está a viver essa versão no Feyenoord, e costuma notar-se no primeiro mês.
Plantel09/12/2041
Palavras no treino do Feyenoord sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Shaqueel van Persie está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
O PSV vai continuar a utilizá-lo até junho e não receberá nada por ele depois. Jeroen Blind pré-acordou a mudança para o Feyenoord, e os únicos que perdem nesse arranjo são os que deixaram o contrato correr.
Aos 33 devia estar a gerir os seus minutos. Em vez disso foi avaliado com 8.05 e pareceu, durante noventa minutos, exatamente o jogador de que toda a gente se lembra.
Jonmi Magunagoitia esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Jonmi Magunagoitia, e o treinador deixou.
A direcção pôs dinheiro em cima da mesa em vez de uma palavra de incentivo. O que lhe acontece a partir de agora é problema de outro, e trabalho de outro.
Aos 35 devia estar a gerir os seus minutos. Em vez disso foi avaliado com 8.00 e pareceu, durante noventa minutos, exatamente o jogador de que toda a gente se lembra.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Feyenoord coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel25/11/2041
Palavras no treino do Feyenoord sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Shaqueel van Persie está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Kelvin Neijenhuis, e o treinador deixou.
A única versão de ficar de fora contra a qual um jogador não pode argumentar, e a que pior aceita. Outro tem estado melhor e a ficha de jogo di-lo, em público, todas as semanas até mudar.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Justin Strootman. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
Posição 3, 30 pontos, e o resultado que todos procuram primeiro agora é o deles. A palavra continua a não se dizer à volta do estádio — e é assim que se sabe que todos a pensam.
Aos 35 devia estar a gerir os seus minutos. Em vez disso foi avaliado com 8.25 e pareceu, durante noventa minutos, exatamente o jogador de que toda a gente se lembra.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Feyenoord coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Já são 3 vitórias seguidas, e a pergunta deixou de ser se a série acaba para passar a ser quem a acaba. Confiança assim não se compra; ganha-se exatamente desta maneira.
Em resumo
PlantelShaqueel van Persie desentende-se com um colega por causa das exigências
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 8 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
Há uma idade a partir da qual toda a boa tarde é descrita como uma recordação do passado, o que é injusto e também exato. 8.37 aos 35, e ninguém no campo esteve melhor.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Feyenoord coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Ações defensivas: 19, e a baliza a zero no final. As melhores tardes de um central parecem não ter nada dentro, e é exatamente esse o ponto.
Plantel11/11/2041
Jaydon Banel desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Plantel11/11/2041
Givairo Read tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Feyenoord dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Matthew Amoah Jr. tinha feito a sua parte na construção de um colchão de 2 golos. O que veio depois foi coletivo, e ao Willem II deixaram voltar a um jogo que estava arrumado.
Há uma idade a partir da qual toda a boa tarde é descrita como uma recordação do passado, o que é injusto e também exato. 8.06 aos 33, e ninguém no campo esteve melhor.
Jonmi Magunagoitia esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Feyenoord coisas que levam mais de uma semana a retirar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Plantel28/10/2041
Palavras no treino do Feyenoord sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Shaqueel van Persie está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
A história da ambição ao contrário, a que ninguém conta: um futebolista a pedir um palco mais pequeno, menos câmaras e uma bancada que não se vire. Não é fraqueza e é quase sempre contada como se fosse.
Aos 34 devia estar a gerir os seus minutos. Em vez disso foi avaliado com 7.96 e pareceu, durante noventa minutos, exatamente o jogador de que toda a gente se lembra.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Feyenoord coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Palavras no treino do Feyenoord sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Jaydon Banel está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Aqui não há queixa possível e todos os envolvidos sabem, o que não encurta o caminho até ao banco. A forma é a única moeda do futebol sobre a qual não se pode pedir emprestado.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Justin Strootman assinar alguma coisa — um contrato no Feyenoord ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
Aos 34 devia estar a gerir os seus minutos. Em vez disso foi avaliado com 8.13 e pareceu, durante noventa minutos, exatamente o jogador de que toda a gente se lembra.
«Quero ganhar coisas e gostava de o fazer aqui.» Não se exigiu nada nem se ameaçou nada, mas uma direção como a de Feyenoord ouve uma frase destas exatamente como foi construída.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Feyenoord coisas que levam mais de uma semana a retirar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
6 golos num jogo, Shaqueel van Persie na ficha e um resultado que vai parecer uma gralha. Os neutros não podiam pedir mais ao Feyenoord nem ao Groningen.
Plantel14/10/2041
Palavras no treino do Feyenoord sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Shaqueel van Persie está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
A única versão de ficar de fora contra a qual um jogador não pode argumentar, e a que pior aceita. Outro tem estado melhor e a ficha de jogo di-lo, em público, todas as semanas até mudar.
314 jogos ao longo de 16 épocas e uma só camisola. Já ninguém constrói uma carreira assim de propósito; acontece a certo tipo de jogador em certo tipo de clube.
Aos 35 devia estar a gerir os seus minutos. Em vez disso foi avaliado com 8.06 e pareceu, durante noventa minutos, exatamente o jogador de que toda a gente se lembra.
“Quero jogar por troféus enquanto as pernas mo permitirem.” Nada nessa frase é um pedido de transferência, e ninguém no Feyenoord a ouviu como outra coisa.
Jonmi Magunagoitia esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Feyenoord ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Aqui não há queixa possível e todos os envolvidos sabem, o que não encurta o caminho até ao banco. A forma é a única moeda do futebol sobre a qual não se pode pedir emprestado.
Aos 34 devia estar a gerir os seus minutos. Em vez disso foi avaliado com 8.21 e pareceu, durante noventa minutos, exatamente o jogador de que toda a gente se lembra.
Luciano Valente esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Senne Vugts. 3‑1 sobre o ADO Den Haag, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Ninguém confirmará isto e nada mais explica as escolhas do último mês. Um erro caro compra a um jogador um período de suplência que dura sempre mais do que o erro.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Feyenoord sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
Jonmi Magunagoitia esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Há uma idade a partir da qual toda a boa tarde é descrita como uma recordação do passado, o que é injusto e também exato. 7.81 aos 33, e ninguém no campo esteve melhor.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Feyenoord coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Feyenoord ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Dribles concretizados: 21. Pelo minuto setenta aparece no rosto de um lateral um desespero muito próprio, e ali estava ele.
Plantel16/09/2041
Palavras no treino do Feyenoord sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Shaqueel van Persie está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Shaqueel van Persie, e o treinador deixou.
Há um silêncio muito próprio: o de um estádio a ver dissolver-se uma posição vencedora. O Vitesse continuou a vir porque nada o travou, e ao Feyenoord vão perguntar pela última meia hora a semana inteira.
Jonmi Magunagoitia esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Daley Hateboer será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Feyenoord as despedidas começaram em silêncio.
Saiu miúdo e regressa a saber ainda onde fica a bancada dos visitantes. A maioria dos reforços tem de ser explicada à cidade; a este bastou uma fotografia.