A proposta seguiu esta semana para o AZ, e a resposta é deles. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
O Feyenoord e o AZ acertaram em $1.5M. O resto pertence ao jogador e ao empresário, e um adepto que já viu uma destas sabe que ainda não é altura de comprar a camisola.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Feyenoord podem fingir não ter ouvido.
Não é uma fase — é um salto a sério, mantido durante meses. Aos 23 anos faz a este nível coisas que não fazia no início da época, e a equipa técnica dir-lhe-á exatamente quais.
«Tenho ambições e gostava que o clube as partilhasse.» Ninguém pediu para sair nem foi mandado embora — mas um jogador escolhe essa frase com cuidado, e uma administração ouve-a exactamente como foi pensada.
Mika Mármol esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
As carreiras devem estagnar e depois cair, e quem ignora isso é sempre quem estava a ouvir no treino. 3 pontos, ao longo de meses, numa idade em que a direção costuma ser só uma.
Em resumo
PlantelUma zanga por causa do esforço no Feyenoord
O bancoSem Steijn tornou-se um homem de confiança do treinador
Rayan Atikallah esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
24 jogos, 0 golos e uma opção de plantel que chegou sem verba associada. A pergunta interessante no Feyenoord já não é se joga, mas quem desloca.
Plantel31/05/2027
Palavras no treino do Feyenoord sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Nacho Ferri está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Ninguém o confirma e as fichas de jogo confirmam-no todas as semanas. Um erro comprou-lhe um período como segunda opção que já é mais longo do que o erro merecia.
Plantel31/05/2027
5 caras novas e o Feyenoord ainda se está a conhecer
Um plantel reconstruído num único mercado paga-o numa moeda que ninguém orça. O futebol não é pior do que a soma dos jogadores: é pior do que a soma dos jogadores que já jogaram juntos.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
“Quero jogar por troféus enquanto as pernas mo permitirem.” Nada nessa frase é um pedido de transferência, e ninguém no Feyenoord a ouviu como outra coisa.
Raheem Sterling e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
“Vejo todos os jogos do Feyenoord daqui. Isso diz tudo sobre onde está a minha cabeça.” O empréstimo no Heerenveen segue o seu curso, mas o coração nunca fez a viagem.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Mika Mármol está nela.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Mika Mármol assinar alguma coisa — um contrato no Feyenoord ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
Uma conversa no gabinete do treinador, e um compromisso que saiu dela. Promessas assim são baratas de fazer e caras de quebrar, e Mannou Berger apontou a data.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Feyenoord, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Em resumo
MercadoIsmail Ka colocado na lista de transferências
O apuramento está feito e na próxima época os holofotes acendem-se para algo maior. Um palco para os jogadores, oxigénio para as contas e um passaporte para os restantes.
Raheem Sterling esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel17/05/2027
Palavras no treino do Feyenoord sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Nacho Ferri está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Raheem Sterling está nela.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Mannou Berger, e o treinador deixou.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Jakub Moder assinar alguma coisa — um contrato no Feyenoord ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Feyenoord, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
«Disseram-me qual seria o meu papel e assinei por causa disso. Não aconteceu.» Uma queixa com data marcada é a mais difícil de resolver.
Plantel10/05/2027
Nacho Ferri desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Sem Steijn está nela.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Sem Steijn assinar alguma coisa — um contrato no Feyenoord ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Feyenoord, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
6 golos em 12 jogos no Zwolle — números que viajam para casa mais depressa do que ele. No Feyenoord alguém atualiza uma folha de cálculo todas as segundas, e cada semana lê-se melhor.
Jerry St. Juste e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Em resumo
PlantelPalavras no treino do Feyenoord sobre quem trabalha
200 vezes com estas cores, com qualquer tempo e sob quatro ou cinco treinadores diferentes. Este tipo de serviço está a desaparecer do futebol sem fazer barulho.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Bart Nieuwkoop estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
O banco26/04/2027
A vista do banco
“Controlámos o jogo. Houve períodos de que não gostei e vamos vê-los, mas o grupo mostrou-me alguma coisa.” Quincy Malen, sobre uma vitória por 3‑0 que já ia a desmontar a caminho da sala de imprensa.
Em resumo
O bancoMika Mármol tornou-se um homem de confiança do treinador
EmprestadosOs golos continuam a chegar do exílio de Aymen Sliti
Uma média de 7.37 na época, com 16 golos a sustentá-la. Os adversários começaram a planear jogos a pensar nele, que é o elogio mais sincero que o futebol faz.
Jogo17/04/2027
Ninguém quer jogar contra o Feyenoord neste momento
3 vitórias seguidas mudam a forma como o adversário aquece: mais calado, mais olhares de esguelha. As séries acabam, toda a gente o sabe — mas neste balneário ninguém conta com isso.
Mika Mármol e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Avaliado com 8.50. Há carreiras inteiras sem uma única tarde assim, e ele acabou de ter uma à frente de todo o Feyenoord.
Notas dos jogadores19/04/2027
Sem Steijn jogou uma tarde diferente da de toda a gente
8.32. Há exibições que um adepto descreve a quem não esteve lá e não consegue transmitir; esta foi uma, e o número também não ajuda.
Plantel19/04/2027
Palavras no treino do Feyenoord sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Nacho Ferri está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Tenho ambições e gostava que o clube as partilhasse.» Ninguém pediu para sair nem foi mandado embora — mas um jogador escolhe essa frase com cuidado, e uma administração ouve-a exactamente como foi pensada.
Dribles concretizados: 19. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
200 vezes com estas cores, com qualquer tempo e sob quatro ou cinco treinadores diferentes. Este tipo de serviço está a desaparecer do futebol sem fazer barulho.
Uma média de 7.27 na época, com 5 golos a sustentá-la. Os adversários começaram a planear jogos a pensar nele, que é o elogio mais sincero que o futebol faz.
O banco12/04/2027
Sem Steijn tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Feyenoord dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
“Merecemos. Pedi-lhes uma reação e tive-a, e agora quero o mesmo outra vez no sábado.” Quincy Malen sobre uma tarde de 1‑0 que lhe agradou mais do que estava disposto a mostrar.
«Quero ganhar coisas e gostava de o fazer aqui.» Não se exigiu nada nem se ameaçou nada, mas uma direção como a de Feyenoord ouve uma frase destas exatamente como foi construída.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Feyenoord coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Uma média de 7.24 na época, com 12 golos a sustentá-la. Os adversários começaram a planear jogos a pensar nele, que é o elogio mais sincero que o futebol faz.
Tem 22 anos e o estádio já canta o nome dele, coisa que acontece aos miúdos da terra e quase nunca aos reforços. Tudo a partir daqui se mede contra um carinho que não fez nada para merecer, a não ser ser daqui.
O Willem II obrigou o Feyenoord a suar, mas no fim o marcador dizia 2‑0 e a tabela não pergunta como.
Plantel05/04/2027
Palavras no treino do Feyenoord sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Nacho Ferri está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Vejo todos os jogos do Feyenoord daqui. Isso diz tudo sobre onde está a minha cabeça.” O empréstimo no Vitesse segue o seu curso, mas o coração nunca fez a viagem.
Raheem Sterling esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Não é uma fase — é um salto a sério, mantido durante meses. Aos 20 anos faz a este nível coisas que não fazia no início da época, e a equipa técnica dir-lhe-á exatamente quais.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Nacho Ferri estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Sem Steijn. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
Segue-se o Willem II, e há um homem no balneário do Feyenoord que conhece o centro de treinos deles melhor do que o seu. A receção vai dizer-lhe o que pensavam dele.
0‑1 frente ao PSV, e a estrada acaba aqui. As eliminações da taça são mortes rápidas — sem segunda mão, sem próxima semana, só o campeonato daqui até maio.
Uma média de 7.34 na época, com 15 golos a sustentá-la. Os adversários começaram a planear jogos a pensar nele, que é o elogio mais sincero que o futebol faz.
200 jogos com esta camisola, através de treinadores, descidas e tudo o resto. Uma entrega assim está a desaparecer do futebol, e a bancada sabe o que está a ver.
Uma média de 7.32 na época, com 14 golos a sustentá-la. Os adversários começaram a planear jogos a pensar nele, que é o elogio mais sincero que o futebol faz.
«Quero ganhar coisas e gostava de o fazer aqui.» Não se exigiu nada nem se ameaçou nada, mas uma direção como a de Feyenoord ouve uma frase destas exatamente como foi construída.
Jerry St. Juste e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Mika Mármol, e o treinador deixou.
O jogo à volta do qual se organiza o calendário. A forma vai pela janela, a tabela não se consulta, e durante noventa minutos o Feyenoord será julgado por uma única coisa.
Um ponto arrancado aos 88 minutos vale exatamente um ponto e consideravelmente mais do que isso para um balneário. Esta equipa não para, e essa reputação vale mais do que o resultado.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Raheem Sterling produziu-o, e o 8.54 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
«Tenho ambições e gostava que o clube as partilhasse.» Ninguém pediu para sair nem foi mandado embora — mas um jogador escolhe essa frase com cuidado, e uma administração ouve-a exactamente como foi pensada.
Aos 22 anos é cantado por pessoas com o dobro da idade, um carinho que um reforço demora anos a merecer e que um miúdo da casa recebe por aparecer. É também a coisa mais difícil de corresponder no futebol.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Nacho Ferri estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
«Agradeço os jogos, mas não me fiz futebolista para ser a peça sobresselente de alguém.» Quer estar em Feyenoord, e 0 jogos em 5 dizem que merece ser ouvido.
O banco08/03/2027
Raheem Sterling tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Feyenoord dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
«Tenho ambições e gostava que o clube as partilhasse.» Ninguém pediu para sair nem foi mandado embora — mas um jogador escolhe essa frase com cuidado, e uma administração ouve-a exactamente como foi pensada.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Feyenoord coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Uma média de 7.27 na época, com 12 golos a sustentá-la. Os adversários começaram a planear jogos a pensar nele, que é o elogio mais sincero que o futebol faz.
«Agradeço os jogos, mas não me fiz futebolista para ser a peça sobresselente de alguém.» Quer estar em Feyenoord, e 2 jogos em 6 dizem que merece ser ouvido.
Foi preciso Anis Hadj Moussa marcar para trazer alguma coisa para casa: 2‑2 com o Utrecht, e metade do balneário vai chamar-lhe um ponto ganho.
O banco01/03/2027
Mika Mármol tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Feyenoord dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Mika Mármol e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Há um calor muito próprio que um estádio guarda para um jovem de 23 anos que sente como seu. Luciano Valente tem-no agora, e tudo o que fizer no resto do tempo aqui será medido contra a boa vontade que lhe deram de graça.
Há tardes em que um guarda-redes é a defesa inteira. 10 defesas, várias do género que ninguém espera ver feitas, e dez jogadores de campo que lhe devem uma bebida.
Jakub Moder esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
“Quero jogar por troféus enquanto as pernas mo permitirem.” Nada nessa frase é um pedido de transferência, e ninguém no Feyenoord a ouviu como outra coisa.
Dribles concretizados: 18. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
Plantel15/02/2027
Nacho Ferri desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Hoje não fomos suficientemente bons e não vou enfeitar isto.” Quincy Malen depois do 0‑1, no tom de quem sabe qual é a pergunta seguinte e não tenciona responder-lhe.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Sem Steijn está nela.
Em resumo
EmprestadosOs golos continuam a chegar do exílio de Aymen Sliti
Um negócio que à hora de almoço estava a um telefonema de fechar estava morto à meia-noite. O Feyenoord vai tentar outra vez quando o mercado abrir; nessa altura o Como pode já não estar a vender.
«Tenho ambições e gostava que o clube as partilhasse.» Ninguém pediu para sair nem foi mandado embora — mas um jogador escolhe essa frase com cuidado, e uma administração ouve-a exactamente como foi pensada.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Feyenoord coisas que levam mais de uma semana a retirar.
A primeira derrota em 5 jogos. O treinador dirá que tinha de chegar; o balneário dirá que não tinha de chegar contra o Heerenveen; os adeptos dirão as duas coisas, por essa ordem, a semana inteira.
Segue-se o PSV, o que significa uma semana que começa na segunda-feira. Tudo o resto nesta página estará esquecido até sábado; este jogo não se esquece durante um ano.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Tobias van den Elshout e o Feyenoord acertam mais 5 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
O banco08/02/2027
O treinador ainda não acabou de esquecer o erro de Mika Mármol
Em público está ultrapassado para toda a gente. Não está para quem faz a equipa, e o único sítio onde isso se vê é uma ficha de jogo. Vai ter outra oportunidade: vai tê-la num jogo que importe menos.
O aperto de mão com o Como está dado; o do jogador ainda não. Seguem-se as condições pessoais, e é nas condições pessoais que morrem mais negócios do que alguém imprime.
A perseguição a David van der Werff terminou com $4.2M a mudar de mãos e o Groningen sem razões para dizer que não. Os adeptos julgarão o valor da única maneira que conta: aos sábados.
A dinâmica não se compra e perde-se depressa; neste momento o Feyenoord tem 5 vitórias seguidas dela.
Direção01/02/2027
O Feyenoord fecha o mercado com um plantel feito por si
3 entradas e 7 saídas, e nenhuma mudança durante meses. O treinador tem o que tem, os adeptos têm a sua opinião sobre isso, e a tabela terá a última palavra.
Perguntam tantas vezes aos futebolistas pelo clube da infância que ninguém ouve a resposta. David van der Werff acabou de assinar pelo Feyenoord e, por uma vez, a resposta importava.
“Quero jogar por troféus enquanto as pernas mo permitirem.” Nada nessa frase é um pedido de transferência, e ninguém no Feyenoord a ouviu como outra coisa.
11 jogos sem perder em casa. As equipas visitantes chegam já a falar do ambiente, o que costuma ser sinal de que perderam meio jogo antes do pontapé de saída.
Raheem Sterling esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Dribles concretizados: 22. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
O Groningen aceitou o dinheiro. O que o Feyenoord ainda não tem é o homem, e entre aqui e a fotografia há uma conversa sobre salários que os dois lados temem.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Feyenoord podem fingir não ter ouvido.
O Feyenoord ofereceu $6.8M; o AZ disse que nem perto. Ao treinador dirão que o dinheiro continua lá para o jogador certo, que é o que se diz aos treinadores.
A dinâmica não se compra e perde-se depressa; neste momento o Feyenoord tem 4 vitórias seguidas dela.
Plantel25/01/2027
Uma transferência que Noé Lebreton teria feito de graça
Há uma versão de cada carreira em que o jogador acaba onde escolheu e não onde o escolheram. Noé Lebreton está a viver essa versão no Feyenoord, e costuma notar-se no primeiro mês.
Jerry St. Juste e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Os jogos da taça esperam que alguém os agarre, e Raheem Sterling agarrou este contra o Heerenveen. 1‑0 no fim, e no sorteio da próxima ronda está o nome do Feyenoord.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Feyenoord já se começa a dizer o nome dele no passado.
O Feyenoord foi ao AZ com uma proposta, e os adeptos foram à internet com uma opinião sobre ela. Se alguma das duas muda alguma coisa, decide o clube vendedor.
A perseguição a Thom van Bergen terminou com $1.1M a mudar de mãos e o Groningen sem razões para dizer que não. Os adeptos julgarão o valor da única maneira que conta: aos sábados.
O valor aprovado não chegava. A direção foi consultada de novo e subiu a sua própria proposta para $4.8M — um clube que quer Ryan Thomas ao ponto de perguntar duas vezes.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Feyenoord já se começa a dizer o nome dele no passado.
O Feyenoord e o Groningen acertaram em $1.1M. O resto pertence ao jogador e ao empresário, e um adepto que já viu uma destas sabe que ainda não é altura de comprar a camisola.
O Feyenoord foi ao NEC com uma proposta, e os adeptos foram à internet com uma opinião sobre ela. Se alguma das duas muda alguma coisa, decide o clube vendedor.
O valor aprovado não chegava. A direção foi consultada de novo e subiu a sua própria proposta para $4.8M — um clube que quer Marko Farji ao ponto de perguntar duas vezes.
O Zwolle aceitou o dinheiro. O que o Feyenoord ainda não tem é o homem, e entre aqui e a fotografia há uma conversa sobre salários que os dois lados temem.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Feyenoord podem fingir não ter ouvido.
O telefone voltou a tocar por causa de Tsuyoshi Watanabe, e desta vez do outro lado está o Utrecht. No Feyenoord ouvem com educação e não prometem nada.
A proposta seguiu esta semana para o AZ, e a resposta é deles. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
“Quero jogar por troféus enquanto as pernas mo permitirem.” Nada nessa frase é um pedido de transferência, e ninguém no Feyenoord a ouviu como outra coisa.
Não é uma fase — é um salto a sério, mantido durante meses. Aos 23 anos faz a este nível coisas que não fazia no início da época, e a equipa técnica dir-lhe-á exatamente quais.
Jakub Moder e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Zwolle fica com o seu homem, e o Feyenoord volta a uma lista com um nome riscado.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Feyenoord coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel28/12/2026
Palavras no treino do Feyenoord sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Jerry St. Juste está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Sem Steijn está nela.
Há golos que ganham jogos e golos que os tiram a alguém. Anis Hadj Moussa marcou ao minuto 88, o NEC já pensava na viagem de regresso, e o Feyenoord levou tudo.
Tsuyoshi Watanabe e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Dribles concretizados: 21. Pelo minuto setenta aparece no rosto de um lateral um desespero muito próprio, e ali estava ele.
Plantel21/12/2026
Palavras no treino do Feyenoord sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Jerry St. Juste está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Feyenoord coisas que levam mais de uma semana a retirar.
«Tenho ambições e gostava que o clube as partilhasse.» Ninguém pediu para sair nem foi mandado embora — mas um jogador escolhe essa frase com cuidado, e uma administração ouve-a exactamente como foi pensada.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Jordan Bos e o Feyenoord acertam mais 4 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
«Aqui ninguém está acima de levar um raspanete.» Não se disse nenhum nome, mas o balneário sabe contar, e quem estava a ouvir também.
Plantel14/12/2026
Palavras no treino do Feyenoord sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Nacho Ferri está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Não dá grande título e é a razão por que os jogadores acreditam na promessa seguinte. O Feyenoord disse a Jordan Bos que algo iria acontecer e aconteceu, o que nesta indústria já passa por notável.
Tsuyoshi Watanabe esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
«Tenho ambições e gostava que o clube as partilhasse.» Ninguém pediu para sair nem foi mandado embora — mas um jogador escolhe essa frase com cuidado, e uma administração ouve-a exactamente como foi pensada.
«Nunca quis estar noutro sítio. Ainda há trabalho por acabar aqui.» Jerry St. Juste compromete-se com o Feyenoord por mais 4 anos.
Plantel07/12/2026
Palavras no treino do Feyenoord sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Jerry St. Juste está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
A direção respondeu com dinheiro em vez de incentivo, que é a única resposta que um treinador quer ouvir. Gastá-lo bem passa a ser problema exclusivamente dele.
«Agradeço os jogos, mas não me fiz futebolista para ser a peça sobresselente de alguém.» Quer estar em Feyenoord, e 6 jogos em 13 dizem que merece ser ouvido.
Quatro ou cinco jornadas de regularidade, medidas contra todos os da divisão que fazem o seu trabalho. Jerry St. Juste sai dessa comparação dentro da equipa, e o Feyenoord beneficiou de cada uma dessas tardes.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Anis Hadj Moussa produziu-o, e o 9.49 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
Tsuyoshi Watanabe e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Aos 22 anos é cantado por pessoas com o dobro da idade, um carinho que um reforço demora anos a merecer e que um miúdo da casa recebe por aparecer. É também a coisa mais difícil de corresponder no futebol.
“Tentei. Tentei mesmo, e todos os dias acordo no sítio errado.” No Feyenoord ninguém consegue treinar isso para fora de um homem, e ninguém lá finge que consegue.
Notas dos jogadores30/11/2026
Sem Steijn jogou uma tarde diferente da de toda a gente
8.22. Há exibições que um adepto descreve a quem não esteve lá e não consegue transmitir; esta foi uma, e o número também não ajuda.
Plantel30/11/2026
Palavras no treino do Feyenoord sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Jerry St. Juste está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Dribles concretizados: 27. Havia sempre um defesa à frente dele, e nunca houve um defesa à frente dele por muito tempo.
Notas dos jogadores23/11/2026
Yoram Boerhout, 21 anos, joga como se cá estivesse há anos — 7.76
Um 7.76 significa uma coisa ao lado do nome de um jogador de vinte e nove anos e algo completamente diferente ao lado do de um de 21. Ninguém no estádio precisou que lhe explicassem.
Aos 21 anos é cantado por pessoas com o dobro da idade, um carinho que um reforço demora anos a merecer e que um miúdo da casa recebe por aparecer. É também a coisa mais difícil de corresponder no futebol.
A primeira derrota em 5 jogos. O treinador dirá que tinha de chegar; o balneário dirá que não tinha de chegar contra o Ajax; os adeptos dirão as duas coisas, por essa ordem, a semana inteira.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Nacho Ferri e o Feyenoord acertam mais 4 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Feyenoord coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Segue-se o Ajax, o que significa uma semana que começa na segunda-feira. Tudo o resto nesta página estará esquecido até sábado; este jogo não se esquece durante um ano.
Plantel16/11/2026
Palavras no treino do Feyenoord sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Jerry St. Juste está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Os números não ficam em segredo num vestiário e nunca ficaram. Não pede mais do que vale: pergunta por que o do lado vale mais, e no Feyenoord essa pergunta é mais difícil de responder.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Jakub Moder. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Feyenoord, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Em resumo
Emprestados4 golos por empréstimo para Aymen Sliti
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Anis Hadj Moussa produziu-o, e o 9.66 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
«Quero ganhar coisas e gostava de o fazer aqui.» Não se exigiu nada nem se ameaçou nada, mas uma direção como a de Feyenoord ouve uma frase destas exatamente como foi construída.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Feyenoord coisas que levam mais de uma semana a retirar.
6 golos. Os dois bancos passaram a segunda parte a olhar um para o outro mais do que para o relvado. Os puristas vão queixar-se do Feyenoord e do De Graafschap por igual; os restantes divertiram-se imenso.
«Quero ganhar coisas e gostava de o fazer aqui.» Não se exigiu nada nem se ameaçou nada, mas uma direção como a de Feyenoord ouve uma frase destas exatamente como foi construída.
Jogo31/10/2026
Ninguém quer jogar contra o Feyenoord neste momento
3 vitórias seguidas mudam a forma como o adversário aquece: mais calado, mais olhares de esguelha. As séries acabam, toda a gente o sabe — mas neste balneário ninguém conta com isso.
Tsuyoshi Watanabe e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Todos suspeitavam que havia esta versão dele lá dentro, e aqui está a prova. 8.19, e nem uma objeção no estádio.
Plantel02/11/2026
Nacho Ferri desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Quatro ou cinco jornadas de regularidade, medidas contra todos os da divisão que fazem o seu trabalho. Sem Steijn sai dessa comparação dentro da equipa, e o Feyenoord beneficiou de cada uma dessas tardes.
Tsuyoshi Watanabe e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Há um calor muito próprio que um estádio guarda para um jovem de 22 anos que sente como seu. Nacho Ferri tem-no agora, e tudo o que fizer no resto do tempo aqui será medido contra a boa vontade que lhe deram de graça.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Jerry St. Juste estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Mika Mármol. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Sem Steijn produziu-o, e o 8.46 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Feyenoord coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Defender era opcional e ninguém exerceu a opção. 7 golos entre o Feyenoord e o ADO Den Haag, e nem um dos que pagaram bilhete vai pedir o dinheiro de volta.
Tem 23 anos e o estádio já canta o nome dele, coisa que acontece aos miúdos da terra e quase nunca aos reforços. Tudo a partir daqui se mede contra um carinho que não fez nada para merecer, a não ser ser daqui.
Notas dos jogadores19/10/2026
Raheem Sterling jogou uma tarde diferente da de toda a gente
8.39. Há exibições que um adepto descreve a quem não esteve lá e não consegue transmitir; esta foi uma, e o número também não ajuda.
Tsuyoshi Watanabe esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Nacho Ferri estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Plantel12/10/2026
No Feyenoord ainda são estranhos uns para os outros
9 reforços numa só janela. Cada um pode ser uma melhoria e a equipa pode ainda assim ser pior durante uns tempos, que é a parte de uma reconstrução de que os veredictos nunca falam.
Os clubes prometem constantemente e o jornal costuma só saber quando falham. Esta foi cumprida, e o balneário notou-o mais depressa do que qualquer adepto.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Todos os plantéis têm um jogo destes para alguém, todas as épocas. Este é o de Sem Steijn: o clube que o conheceu primeiro, os adeptos que vão decidir no primeiro minuto se aplaudem, e o Feyenoord a precisar que ele jogue como se nada disso importasse.
Os números não ficam secretos num balneário. Não está a pedir mais do que vale; está a perguntar porque é que alguém ao lado dele vale mais, e o Feyenoord não tem uma boa resposta.
Perguntou pelo seu futuro e recebeu uma resposta com minutos lá dentro. O treinador fez uma promessa num edifício onde as promessas não se esquecem, e o relógio já começou a contar.
Tsuyoshi Watanabe e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
“Quero jogar por troféus enquanto as pernas mo permitirem.” Nada nessa frase é um pedido de transferência, e ninguém no Feyenoord a ouviu como outra coisa.
Dribles concretizados: 18. Pelo minuto setenta aparece no rosto de um lateral um desespero muito próprio, e ali estava ele.
Plantel05/10/2026
Palavras no treino do Feyenoord sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Jerry St. Juste está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
O banco05/10/2026
A vista do banco
“Vamos analisar, vamos aprender com isto, e vamos outra vez.” As três frases que todos os treinadores guardam para uma derrota por 0‑1, ditas por Quincy Malen a uma sala que já as tinha ouvido.
4 convocatórias são um elogio ao plantel e uma dor de cabeça para quem o dirige. Vai recebê-los de volta daqui a quinze dias, cansados e em vários estados de conservação.
Um negócio que à hora de almoço estava a um telefonema de fechar estava morto à meia-noite. O Feyenoord vai tentar outra vez quando o mercado abrir; nessa altura o Vitesse pode já não estar a vender.
Tsuyoshi Watanabe e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Há um calor muito próprio que um estádio guarda para um jovem de 21 anos que sente como seu. Nacho Ferri tem-no agora, e tudo o que fizer no resto do tempo aqui será medido contra a boa vontade que lhe deram de graça.
«Dei tudo a isto, mas a minha família não está aqui — e eu também não, na verdade.» A um futebolista corrige-se a má fase. Disto nunca ninguém foi corrigido, e no Feyenoord sabem-no.
Notas dos jogadores28/09/2026
Sem Steijn jogou uma tarde diferente da de toda a gente
8.33. Há exibições que um adepto descreve a quem não esteve lá e não consegue transmitir; esta foi uma, e o número também não ajuda.
O relógio fez o que o Heerenveen não quis fazer, e acabou com aquilo. Os adeptos que seguiram a contagem decrescente vão passar o próximo mercado a fazê-lo outra vez.
Mika Mármol esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Há um calor muito próprio que um estádio guarda para um jovem de 22 anos que sente como seu. Luciano Valente tem-no agora, e tudo o que fizer no resto do tempo aqui será medido contra a boa vontade que lhe deram de graça.
Um negócio que à hora de almoço estava a um telefonema de fechar estava morto à meia-noite. O Feyenoord vai tentar outra vez quando o mercado abrir; nessa altura o Heerenveen pode já não estar a vender.
Tsuyoshi Watanabe esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
“Quero jogar por troféus enquanto as pernas mo permitirem.” Nada nessa frase é um pedido de transferência, e ninguém no Feyenoord a ouviu como outra coisa.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Jerry St. Juste estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Plantel14/09/2026
9 caras novas e o Feyenoord ainda se está a conhecer
Um plantel reconstruído num único mercado paga-o numa moeda que ninguém orça. O futebol não é pior do que a soma dos jogadores: é pior do que a soma dos jogadores que já jogaram juntos.
21 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Feyenoord perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
O Heerenveen aceitou o dinheiro. O que o Feyenoord ainda não tem é o homem, e entre aqui e a fotografia há uma conversa sobre salários que os dois lados temem.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Feyenoord podem fingir não ter ouvido.
O Feyenoord perguntou e o Heerenveen disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
O negócio que levaria Jerry St. Juste para o Panathinaikos caiu na fase final e ele reapresenta-se no Feyenoord com um verão para esquecer e uma época inteira para jogar. Ninguém diz quem se levantou da mesa.
Direção07/09/2026
Fecha o mercado: 3 entradas, 13 saídas no Feyenoord
O prazo passou e o plantel é o plantel. Chegaram 3, saíram 13, e tudo o resto que se imprimiu sobre este clube no último mês foi um rumor que ficou rumor.
O valor aprovado não chegava. A direção foi consultada de novo e subiu a sua própria proposta para $7.0M — um clube que quer Ringo Meerveld ao ponto de perguntar duas vezes.
30 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Feyenoord perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Porto fica com o seu homem, e o Feyenoord volta a uma lista com um nome riscado.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Feyenoord podem fingir não ter ouvido.
Perguntam tantas vezes aos futebolistas pelo clube da infância que ninguém ouve a resposta. Stan Henderikx acabou de assinar pelo Feyenoord e, por uma vez, a resposta importava.
Notas dos jogadoresRaheem Sterling jogou uma tarde diferente da de toda a gente
4Edição
A Gazeta de Feyenoord
24/08/2026
Do nosso correspondente de futebolInquietação
Plantel24/08/2026
Sem Verdonk lesiona os ligamentos do joelho — 39 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 39 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Perguntam tantas vezes aos futebolistas pelo clube da infância que ninguém ouve a resposta. Kevin Gadellaa acabou de assinar pelo Feyenoord e, por uma vez, a resposta importava.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Feyenoord coisas que levam mais de uma semana a retirar.
O nome de Kevin Gadellaa apareceu em conversas de que o Feyenoord não fez parte. Nada formal, nada assinado — mas também nada de acidental.
Plantel24/08/2026
Palavras no treino do Feyenoord sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Jerry St. Juste está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
46 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Feyenoord perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
O Excelsior pagou $9.2M e o Feyenoord aceitou, o que é a história toda numa frase. A versão longa fala do orçamento salarial e vai ser contada a época inteira.
A proposta seguiu esta semana para o NEC, e a resposta é deles. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Exames médicos, uma assinatura, uma camisola levantada à frente de um painel de patrocinadores. O Feyenoord fez a parte difícil com o Utrecht, e a parte que falta é a única que os adeptos veem.
$2.3M era o máximo que o clube pagaria, e o AZ pedia mais. Negócios destes ressuscitam na última semana do mercado mais ou menos metade das vezes, e todos os envolvidos o sabem.
O valor aprovado não chegava. A direção foi consultada de novo e subiu a sua própria proposta para $3.7M — um clube que quer Gonzalo Crettaz ao ponto de perguntar duas vezes.
Em resumo
PlantelUma transferência que Rayan Atikallah teria feito de graça
Verba fechada, faltam as condições de Andres Gomez
O Feyenoord e o Cortulua acertaram em $18.3M. O resto pertence ao jogador e ao empresário, e um adepto que já viu uma destas sabe que ainda não é altura de comprar a camisola.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Feyenoord perdeu-o em tudo menos nos papéis.
O Feyenoord perguntou e o Sarpsborg 08 disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
“Quero jogar por troféus enquanto as pernas mo permitirem.” Nada nessa frase é um pedido de transferência, e ninguém no Feyenoord a ouviu como outra coisa.
“Quero jogar por troféus enquanto as pernas mo permitirem.” Nada nessa frase é um pedido de transferência, e ninguém no Feyenoord a ouviu como outra coisa.
«Dei tudo a isto, mas a minha família não está aqui — e eu também não, na verdade.» A um futebolista corrige-se a má fase. Disto nunca ninguém foi corrigido, e no Feyenoord sabem-no.