19 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Foggia perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Verba acordada, salário acordado, e o AS Roma à espera com uma camisola. No Foggia ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Foggia ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
A perseguição a Rocco Dente terminou com $300.0K a mudar de mãos e o Bari sem razões para dizer que não. Os adeptos julgarão o valor da única maneira que conta: aos sábados.
O Foggia ofereceu $92.0K; o Perugia disse que nem perto. Ao treinador dirão que o dinheiro continua lá para o jogador certo, que é o que se diz aos treinadores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Maxime Giron estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Nicolas Accoroni e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
26 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Foggia perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Os salários ultrapassaram as receitas e a contabilidade começou a aparecer em reuniões a que antes mandava desculpas. Numa época destas, a ambição vem em segundo.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Giuseppe Panico está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Andrea Trainotti e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Rosindo Zanni, e o treinador deixou.
A enfermaria confirma 45 dias de paragem para Jason Young, e um plano construído à volta dele tem de ser refeito.
O banco10/06/2030
Milán Demeter tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Foggia dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
33 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Foggia perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Foggia, e não vai ser retirado.
A proposta do Casarano por Gianluca Saro foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
As regras permitem-no e dói na mesma. Andrea Trainotti acertou condições com o Palermo para o verão e, até lá, veste esta camisola como quem já escolheu a seguinte.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Giuseppe Panico estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
40 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Foggia perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Maxime Giron estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Foggia coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Há um número a partir do qual uma massa salarial deixa de ser ambiciosa e passa a ser a razão de mais nada ser possível, e este clube chegou lá. Não sobra nada para um reforço, para uma bancada ou para uma tarde de chuva.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Foggia, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
O banco27/05/2030
Bautista Lodolo tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Foggia dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Brandon Morán assinar alguma coisa — um contrato no Foggia ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
47 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Foggia perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Foggia ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Giuseppe Panico está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Andrea Trainotti esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Andrea Trainotti, e o treinador deixou.
Ninguém no Foggia dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Federico Zuccon. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
54 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Foggia perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Foggia ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Giuseppe Panico estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Foggia coisas que levam mais de uma semana a retirar.
O banco13/05/2030
Milán Demeter tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Foggia dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Os salários ultrapassaram as receitas e a contabilidade começou a aparecer em reuniões a que antes mandava desculpas. Numa época destas, a ambição vem em segundo.
61 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Foggia perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Foggia ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O Foggia pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.
Plantel06/05/2030
Maxime Giron desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
«Dei tudo a isto, mas a minha família não está aqui — e eu também não, na verdade.» A um futebolista corrige-se a má fase. Disto nunca ninguém foi corrigido, e no Foggia sabem-no.
Flavio Citrano e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Em resumo
O bancoLuca Nocerino tornou-se um homem de confiança do treinador
MercadoContinua sem haver assinatura de Gianluca Saro
68 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Foggia perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Brandon Morán produziu-o, e o 8.87 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Foggia ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Brandon Morán. 4‑2 sobre o Casarano, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Giuseppe Panico está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Há um número a partir do qual uma massa salarial deixa de ser ambiciosa e passa a ser a razão de mais nada ser possível, e este clube chegou lá. Não sobra nada para um reforço, para uma bancada ou para uma tarde de chuva.
Nicolas Accoroni e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
75 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Foggia perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 7 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Giuseppe Panico está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Tentei. Tentei mesmo, e todos os dias acordo no sítio errado.” No Foggia ninguém consegue treinar isso para fora de um homem, e ninguém lá finge que consegue.
Derrota por 0‑2, e justa. O treinador foi curto nas palavras no final, o que provavelmente foi sensato.
O banco22/04/2030
A vista do banco
“Vamos analisar, vamos aprender com isto, e vamos outra vez.” As três frases que todos os treinadores guardam para uma derrota por 0‑2, ditas por Sultan Al-Qahtani a uma sala que já as tinha ouvido.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Em resumo
O bancoNeste momento há alguém melhor do que Cosmas Abuta
82 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Foggia perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Uma média de 7.46 na época, com 27 golos a sustentá-la. Os adversários começaram a planear jogos a pensar nele, que é o elogio mais sincero que o futebol faz.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Foggia ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Maxime Giron está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Foggia coisas que levam mais de uma semana a retirar.
“É isto que quero todas as semanas. Não o resultado, a maneira como o fizeram.” O treinador, depois do 1‑0, já a falar do próximo.
O banco15/04/2030
Milán Demeter tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Foggia dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
89 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Foggia perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Uma média de 7.44 na época, com 26 golos a sustentá-la. Os adversários começaram a planear jogos a pensar nele, que é o elogio mais sincero que o futebol faz.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Luca Nocerino será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Foggia as despedidas começaram em silêncio.
Notas dos jogadores08/04/2030
Rosindo Zanni, 21 anos, joga como se cá estivesse há anos — 8.89
Um 8.89 significa uma coisa ao lado do nome de um jogador de vinte e nove anos e algo completamente diferente ao lado do de um de 21. Ninguém no estádio precisou que lhe explicassem.
96 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Foggia perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Foggia ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Giuseppe Panico está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Foggia coisas que levam mais de uma semana a retirar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Todos os clubes de futebol pagam aos jogadores a maior parte do que recebem. Pagar-lhes quase tudo é outro arranjo, e acabou da mesma maneira todas as vezes que alguém tentou.
“O treinador não usou muitas palavras, e não precisou delas.” Mauricio Carrizo tem a sua resposta do Foggia; o que fizer com ela é a história da próxima janela.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
MercadoContinua sem haver assinatura de Gianluca Saro
191Edição
A Crónica de Foggia
25/03/2030
Do nosso correspondente de futebolInquietação
Plantel25/03/2030
Federico Zuccon lesiona os ligamentos do joelho — 103 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 103 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Foggia ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Maxime Giron está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Cosmas Abuta e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
O painel dos descontos já estava levantado, a vitória já estava dada, e então o Cavese marcou. Não há pior minuto para sofrer, e o estádio esvaziou-se no silêncio que se segue a um desses.
110 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Foggia perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
O mais difícil de ter 21 anos numa equipa principal é que ninguém perdoa nada. Rosindo Zanni não precisou: 9.08, e parecia o homem mais à vontade no relvado.
20 golos e uma média de 7.38 na época têm esse efeito. O espaço que ele costumava encontrar desapareceu; continua a marcar na mesma, que é a marca dos verdadeiros.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Maxime Giron está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Aos 21 anos é cantado por pessoas com o dobro da idade, um carinho que um reforço demora anos a merecer e que um miúdo da casa recebe por aparecer. É também a coisa mais difícil de corresponder no futebol.
117 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Foggia perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 11 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
O painel já tinha subido, os protestos já tinham começado, e então a bola entrou ao minuto 93. O Monopoli vai rever cada segundo do tempo extra durante uma semana.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Foggia ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Giuseppe Panico está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
15 golos em 30 jogos no Monopoli — números que viajam para casa mais depressa do que ele. No Foggia alguém atualiza uma folha de cálculo todas as segundas, e cada semana lê-se melhor.
125 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Foggia perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Dois ou mais sofridos em cada um dos últimos 10 jogos. Não é um erro a repetir-se, o que seria mais fácil de corrigir; é um diferente todas as semanas.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Gianluca Saro será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Foggia as despedidas começaram em silêncio.
Plantel04/03/2030
Maxime Giron desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Foggia coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Nenhum clube fica com muito do que ganha; a maior parte vai para os jogadores. Ficar quase sem nada é um arranjo diferente, e sempre que alguém o experimentou terminou da mesma forma.
“Tentei. Tentei mesmo, e todos os dias acordo no sítio errado.” No Foggia ninguém consegue treinar isso para fora de um homem, e ninguém lá finge que consegue.
Federico Zuccon lesiona os ligamentos do joelho — 132 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 132 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 7 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Foggia ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Notas dos jogadores25/02/2030
Maxime Giron, 35 anos, faz recuar o relógio — 8.02
Há uma idade a partir da qual toda a boa tarde é descrita como uma recordação do passado, o que é injusto e também exato. 8.02 aos 35, e ninguém no campo esteve melhor.
9 jogos sem vencer é o tipo de série que muda a forma como uma cidade fala do seu clube, e o Altamura foi a tarde em que parou. Um resultado não resolve nada, e um resultado faz tudo parecer diferente.
139 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Foggia perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Jogo16/02/2030
Não se vê o fim da espera do Foggia por uma vitória
Já são 9 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Foggia tem de arrancar um resultado de algum lado.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Giuseppe Panico produziu-o, e o 8.77 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Giuseppe Panico está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Tentei. Tentei mesmo, e todos os dias acordo no sítio errado.” No Foggia ninguém consegue treinar isso para fora de um homem, e ninguém lá finge que consegue.
146 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Foggia perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Maxime Giron estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Foggia ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Foggia, e não vai ser retirado.
Jogo02/02/2030
Não se vê o fim da espera do Foggia por uma vitória
Já são 6 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Foggia tem de arrancar um resultado de algum lado.
«Disseram-me coisas antes de eu assinar. Não as vou repetir, mas lembro-me de todas.» Foggia nada responderam, o que também é uma resposta.
Direção04/02/2030
O Foggia fecha o mercado com um plantel feito por si
3 entradas e 4 saídas, e nenhuma mudança durante meses. O treinador tem o que tem, os adeptos têm a sua opinião sobre isso, e a tabela terá a última palavra.
As regras permitem-no e dói na mesma. Cristiano Potenza acertou condições com o Cosenza para o verão e, até lá, veste esta camisola como quem já escolheu a seguinte.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Foggia já se começa a dizer o nome dele no passado.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Foggia, e não vai ser retirado.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Foggia ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Exames médicos, uma assinatura, uma camisola levantada à frente de um painel de patrocinadores. O Foggia fez a parte difícil com o Sorrento, e a parte que falta é a única que os adeptos veem.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Giuseppe Panico estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Genoa fica com o seu homem, e o Foggia volta a uma lista com um nome riscado.
Há um número a partir do qual uma massa salarial deixa de ser ambiciosa e passa a ser a razão de mais nada ser possível, e este clube chegou lá. Não sobra nada para um reforço, para uma bancada ou para uma tarde de chuva.
Há tardes em que um guarda-redes é a defesa inteira. 10 defesas, várias do género que ninguém espera ver feitas, e dez jogadores de campo que lhe devem uma bebida.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Giuseppe Panico produziu-o, e o 8.85 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
Nicolas Accoroni e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Empate aos 94 minutos, depois de uma tarde que o Foggia tinha praticamente arrumada. O Siracusa vai chamar-lhe um ponto ganho; o balneário da casa vai chamar-lhe dois oferecidos, e ambos têm razão.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Foggia já se começa a dizer o nome dele no passado.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Foggia ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
A série sem derrotas chega aos 8 jogos. Uns foram vitórias e outros fugas, mas uma equipa que se recusa a perder é uma equipa de que os outros balneários falam.
Não há pior forma de perder um futebolista. Mauricio Carrizo pré-acordou a saída, o que significa que cada jogo daqui até junho é feito por um homem que o clube já não pode vender, e alguém lá em cima vai ter de explicar como se chegou aqui.
Todas as séries acabam numa tarde que alguém tinha dado como rotina. Esta durou 7 jogos, o suficiente para uma cidade ter deixado de contar, e pouco o suficiente para se lembrar exatamente de quem a parou.
Plantel14/01/2030
Giuseppe Panico desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Arezzo fica com o seu homem, e o Foggia volta a uma lista com um nome riscado.
Já são 7 vitórias seguidas, e a pergunta deixou de ser se a série acaba para passar a ser quem a acaba. Confiança assim não se compra; ganha-se exatamente desta maneira.
O telefone voltou a tocar por causa de Bautista Lodolo, e desta vez do outro lado está o Virtus Verona. No Foggia ouvem com educação e não prometem nada.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Giuseppe Panico estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
O Foggia perguntou e o Sorrento disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Cosmas Abuta esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
6 vitórias seguidas mudam a forma como o adversário aquece: mais calado, mais olhares de esguelha. As séries acabam, toda a gente o sabe — mas neste balneário ninguém conta com isso.
Aos 21 anos é cantado por pessoas com o dobro da idade, um carinho que um reforço demora anos a merecer e que um miúdo da casa recebe por aparecer. É também a coisa mais difícil de corresponder no futebol.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Milán Demeter estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Luca Nocerino produziu-o, e o 8.98 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
A dinâmica não se compra e perde-se depressa; neste momento o Foggia tem 5 vitórias seguidas dela.
Notas dos jogadores24/12/2029
Maxime Giron, 35 anos, faz recuar o relógio — 8.20
Há uma idade a partir da qual toda a boa tarde é descrita como uma recordação do passado, o que é injusto e também exato. 8.20 aos 35, e ninguém no campo esteve melhor.
Um marcado e um servido, que é uma tarde diferente de um bis e mais fácil de passar ao lado. Nota de 7.96 e participação em 3 golos dos seus.
Plantel24/12/2029
Giuseppe Panico desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«Dei tudo a isto, mas a minha família não está aqui — e eu também não, na verdade.» A um futebolista corrige-se a má fase. Disto nunca ninguém foi corrigido, e no Foggia sabem-no.
A dinâmica não se compra e perde-se depressa; neste momento o Foggia tem 3 vitórias seguidas dela.
Plantel17/12/2029
Giuseppe Panico desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Tentei. Tentei mesmo, e todos os dias acordo no sítio errado.” No Foggia ninguém consegue treinar isso para fora de um homem, e ninguém lá finge que consegue.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Federico Zuccon produziu-o, e o 8.42 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 7 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Federico Zuccon. 2‑0 sobre o Sorrento, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
Plantel10/12/2029
Milán Demeter desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Dribles concretizados: 16. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
Flavio Citrano e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Minuto 92. Giuseppe Panico encontrou a finalização num tempo que só existia por causa das paragens anteriores, e o Monopoli passou do ponto ao nada num só movimento.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Giuseppe Panico produziu-o, e o 8.76 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Gianluca Saro será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Foggia as despedidas começaram em silêncio.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Giuseppe Panico está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Giuseppe Panico. 2‑1 sobre o Monopoli, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
Nicolas Accoroni esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Nenhum clube fica com muito do que ganha; a maior parte vai para os jogadores. Ficar quase sem nada é um arranjo diferente, e sempre que alguém o experimentou terminou da mesma forma.
Há tardes em que um guarda-redes é a defesa inteira. 8 defesas, várias do género que ninguém espera ver feitas, e dez jogadores de campo que lhe devem uma bebida.
«Dei tudo aqui e preciso de um desafio novo.» O pedido é formal, e a relação nunca mais vai ser exatamente a mesma.
Plantel26/11/2029
Giuseppe Panico desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Nicolas Accoroni e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
«Aqui ninguém está acima de levar um raspanete.» Não se disse nenhum nome, mas o balneário sabe contar, e quem estava a ouvir também.
O banco26/11/2029
O veredicto do treinador
“A culpa é minha. Sou eu que escolho a equipa e escolhi mal.” Os treinadores dizem isto quando o sentem e quando precisam que se veja que o dizem, e depois do 0‑2 Sultan Al-Qahtani saiu da sala antes que alguém pudesse perguntar qual dos dois casos era.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Milán Demeter desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Foggia, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Os clubes prometem constantemente e o jornal costuma só saber quando falham. Esta foi cumprida, e o balneário notou-o mais depressa do que qualquer adepto.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Giuseppe Panico assinar alguma coisa — um contrato no Foggia ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
0‑1 frente ao Udinese, e a estrada acaba aqui. As eliminações da taça são mortes rápidas — sem segunda mão, sem próxima semana, só o campeonato daqui até maio.
8 jogos sem vencer é o tipo de série que muda a forma como uma cidade fala do seu clube, e o Altamura foi a tarde em que parou. Um resultado não resolve nada, e um resultado faz tudo parecer diferente.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Giuseppe Panico está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Há um calor muito próprio que um estádio guarda para um jovem de 20 anos que sente como seu. Rosindo Zanni tem-no agora, e tudo o que fizer no resto do tempo aqui será medido contra a boa vontade que lhe deram de graça.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Gianluca Saro será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Foggia as despedidas começaram em silêncio.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Giuseppe Panico está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Andrea Trainotti e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Leonardo Stanzani, e o treinador deixou.
Todos os clubes de futebol pagam aos jogadores a maior parte do que recebem. Pagar-lhes quase tudo é outro arranjo, e acabou da mesma maneira todas as vezes que alguém tentou.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Rosindo Zanni, e o treinador deixou.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Milán Demeter está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Cosmas Abuta e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
«Há manhãs em que acordas e tudo o que conheces continua longíssimo.» Não é o futebol e nunca foi: o Foggia lida com um homem que quer outro país.
O banco29/10/2029
O veredicto do treinador
“A culpa é minha. Sou eu que escolho a equipa e escolhi mal.” Os treinadores dizem isto quando o sentem e quando precisam que se veja que o dizem, e depois do 0‑3 Sultan Al-Qahtani saiu da sala antes que alguém pudesse perguntar qual dos dois casos era.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Giuseppe Panico estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“Os adeptos têm todo o direito de estar zangados. Eu também estou. Vamos corrigir isto.” 1‑2, um treinador a dizer as coisas necessárias, e um balneário que ouviu outra versão delas.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Foggia coisas que levam mais de uma semana a retirar.
O Benevento chega como líder. Uma equipa no topo perde mais ou menos uma vez por mês, e o clube que o consegue ganha uma semana de que se lembra durante um ano.
Em resumo
Notas dos jogadoresNinguém conseguiu chegar a Giuseppe Panico
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Giuseppe Panico está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Foggia coisas que levam mais de uma semana a retirar.
«Dei tudo a isto, mas a minha família não está aqui — e eu também não, na verdade.» A um futebolista corrige-se a má fase. Disto nunca ninguém foi corrigido, e no Foggia sabem-no.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Luca Nocerino está nela.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
“Continuamos a reunir-nos, e continuamos a sair da sala com os mesmos números com que entrámos.” Mais uma ronda de conversas no Foggia, mais uma semana sem a assinatura de Gianluca Saro.
Um ano depois, a cidade não se abriu, a língua não chegou, e o almoço come-se sozinho mais vezes do que alguém no Foggia admitiria. Nota-se aos sábados.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Gianluca Saro será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Foggia as despedidas começaram em silêncio.
Nicolas Accoroni esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
8 jogos sem perder em casa. As equipas visitantes chegam já a falar do ambiente, o que costuma ser sinal de que perderam meio jogo antes do pontapé de saída.
Plantel08/10/2029
Milán Demeter desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Todos os clubes de futebol pagam aos jogadores a maior parte do que recebem. Pagar-lhes quase tudo é outro arranjo, e acabou da mesma maneira todas as vezes que alguém tentou.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Gianluca Saro, e o treinador deixou.
1‑4 para o Crotone, e foi exatamente tão mau como o número sugere. Há derrotas que se discutem e derrotas pelas quais se pede desculpa; esta foi do segundo tipo.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Giuseppe Panico estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Nicolas Accoroni e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
“Hoje não fomos suficientemente bons e não vou enfeitar isto.” Sultan Al-Qahtani depois do 1‑4, no tom de quem sabe qual é a pergunta seguinte e não tenciona responder-lhe.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Tiago Rivao produziu-o, e o 8.43 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
Há exatamente uma destas por carreira e normalmente não corre assim. 0 no marcador, 7.29 ao lado do nome e uma bancada que nunca o tinha visto a cantá-lo no final.
Um 7.70 significa uma coisa ao lado do nome de um jogador de vinte e nove anos e algo completamente diferente ao lado do de um de 20. Ninguém no estádio precisou que lhe explicassem.
Giuseppe Panico desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Há um calor muito próprio que um estádio guarda para um jovem de 23 anos que sente como seu. Bautista Lodolo tem-no agora, e tudo o que fizer no resto do tempo aqui será medido contra a boa vontade que lhe deram de graça.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Foggia coisas que levam mais de uma semana a retirar.
7.99, 1 na ficha e a comédia muito própria de um jogador da linha defensiva a festejar como quem faz isto todas as semanas. Não faz, e é exatamente por isso que o estádio reagiu como reagiu.
Derrota por 1‑3, e justa. O treinador foi curto nas palavras no final, o que provavelmente foi sensato.
Plantel17/09/2029
Milán Demeter desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Andrea Trainotti e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
“Vejo todos os jogos do Foggia daqui. Isso diz tudo sobre onde está a minha cabeça.” O empréstimo no Monopoli segue o seu curso, mas o coração nunca fez a viagem.
“Podia falar de decisões e podia falar de sorte. Não vou. Perdemos.” O treinador, o 1‑3, e uma conferência de imprensa que durou quatro minutos.
O banco17/09/2029
Luca Nocerino tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Foggia dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Foggia ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Plantel10/09/2029
Uma transferência que Hesham Shaaban teria feito de graça
Há uma versão de cada carreira em que o jogador acaba onde escolheu e não onde o escolheram. Hesham Shaaban está a viver essa versão no Foggia, e costuma notar-se no primeiro mês.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Giuseppe Panico estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
As carreiras devem estagnar e depois cair, e quem ignora isso é sempre quem estava a ouvir no treino. 3 pontos, ao longo de meses, numa idade em que a direção costuma ser só uma.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Hellas Verona fica com o seu homem, e o Foggia volta a uma lista com um nome riscado.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Foggia coisas que levam mais de uma semana a retirar.
O banco10/09/2029
Milán Demeter tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Foggia dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Foggia sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Mauricio Carrizo treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Em resumo
MercadoO mercado disse que não: Luca Nocerino fica onde está
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Giuseppe Panico está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Sorrento fica com o seu homem, e o Foggia volta a uma lista com um nome riscado.
O Foggia ofereceu $61.0K; o Lecco disse que nem perto. Ao treinador dirão que o dinheiro continua lá para o jogador certo, que é o que se diz aos treinadores.
6 miúdos sobem, e algures no edifício as pessoas que os treinaram aos doze anos estão a ter, em silêncio, a melhor manhã do seu ano de trabalho. Nada disto aparece num resultado, e é para isto que a formação existe.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Riccardo Brosco está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
O Foggia perguntou e o Lecco disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Nicolas Accoroni e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Os clubes gastam fortunas à procura de jogadores e de vez em quando encontram um ao fundo do corredor. Gianluca Serra é isso, e a receção na sua primeira aparição será de outra natureza que a de qualquer reforço.
Não há verba, não há apresentação, não há empresário na escadaria. Giorgio Marini está neste clube desde miúdo e faz agora parte, formalmente, do plantel principal — o que, para um leitor local, vale mais do que qualquer contratação.
A formação existe exatamente para esta manhã. Romano Baraldi passou por todos os escalões do clube e tem agora um número de equipa principal; os mais orgulhosos do edifício serão os que o treinaram aos doze anos.
Exames médicos, uma assinatura, uma camisola levantada à frente de um painel de patrocinadores. O Foggia fez a parte difícil com o Lecco, e a parte que falta é a única que os adeptos veem.
A camisola ainda lhe serve. Petr Schick está de volta ao Foggia, e metade do estádio ainda o lembra com estas cores. Há contratações que é preciso vender à cidade; esta vendeu-se sozinha.
O Foggia ofereceu $46.0K; o Cittadella disse que nem perto. Ao treinador dirão que o dinheiro continua lá para o jogador certo, que é o que se diz aos treinadores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Giuseppe Panico estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Plantel20/08/2029
Maxime Giron melhorou aos 34, o que ninguém esperava
As carreiras devem estagnar e depois cair, e quem ignora isso é sempre quem estava a ouvir no treino. 3 pontos, ao longo de meses, numa idade em que a direção costuma ser só uma.
O Foggia perguntou e o Lecce disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Foggia coisas que levam mais de uma semana a retirar.
“Tentei. Tentei mesmo, e todos os dias acordo no sítio errado.” No Foggia ninguém consegue treinar isso para fora de um homem, e ninguém lá finge que consegue.
As carreiras devem estagnar e depois cair, e quem ignora isso é sempre quem estava a ouvir no treino. 3 pontos, ao longo de meses, numa idade em que a direção costuma ser só uma.
O Foggia perguntou e o Udinese disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
A formação existe exatamente para esta manhã. Domenico Bertolini passou por todos os escalões do clube e tem agora um número de equipa principal; os mais orgulhosos do edifício serão os que o treinaram aos doze anos.
Exames médicos, uma assinatura, uma camisola levantada à frente de um painel de patrocinadores. O Foggia fez a parte difícil com o Pescara, e a parte que falta é a única que os adeptos veem.
Não é uma fase — é um salto a sério, mantido durante meses. Aos 23 anos faz a este nível coisas que não fazia no início da época, e a equipa técnica dir-lhe-á exatamente quais.
Plantel06/08/2029
Riccardo Brosco desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Andrea Trainotti esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Tem 16 anos e ninguém em Foggia o contratou para esta época. Negócios destes julgam-se daqui a quatro anos, por gente que talvez já não esteja na casa.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Foggia, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
O banco06/08/2029
Jānis Grīnbergs tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Foggia dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Foggia já se começa a dizer o nome dele no passado.
Exames médicos, uma assinatura, uma camisola levantada à frente de um painel de patrocinadores. O Foggia fez a parte difícil com o Salernitana, e a parte que falta é a única que os adeptos veem.
Não é uma fase — é um salto a sério, mantido durante meses. Aos 23 anos faz a este nível coisas que não fazia no início da época, e a equipa técnica dir-lhe-á exatamente quais.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Riccardo Brosco estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Foggia coisas que levam mais de uma semana a retirar.
“Tentei. Tentei mesmo, e todos os dias acordo no sítio errado.” No Foggia ninguém consegue treinar isso para fora de um homem, e ninguém lá finge que consegue.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Trapani fica com o seu homem, e o Foggia volta a uma lista com um nome riscado.
Plantel23/07/2029
Milán Demeter desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
7 reforços numa só janela. Cada um pode ser uma melhoria e a equipa pode ainda assim ser pior durante uns tempos, que é a parte de uma reconstrução de que os veredictos nunca falam.
O Foggia já telefonou ao Udinese. Sem verba, uma parte do salário, e uma camisola a mais na posição em que o plantel esteve mais curto a época inteira.
O Foggia já telefonou ao Trapani. Sem verba, uma parte do salário, e uma camisola a mais na posição em que o plantel esteve mais curto a época inteira.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Luca Nocerino está nela.
O Cosenza queria mais do que $140.0K e a direção não foi por aí. Levantou-se da mesa, por agora, o que em pleno mercado quer dizer até alguém pestanejar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Riccardo Brosco está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Disseram uma coisa a Mamadou Coulibaly e depois aconteceu. Neste meio, isso passa por notável, e o balneário reparou mais depressa do que qualquer adepto podia.
Uma sondagem ao Udinese para um empréstimo: cobertura, ou uma vista de olhos a alguém que o clube ainda não pode comprar. De qualquer maneira, a resposta chega dentro de uma semana.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Daniel Gomes será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Foggia as despedidas começaram em silêncio.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Riccardo Brosco e o Foggia acertam mais 2 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
O Foggia ofereceu $160.0K; o Venezia disse que nem perto. Ao treinador dirão que o dinheiro continua lá para o jogador certo, que é o que se diz aos treinadores.
Não acontece nada durante meses e depois ele simplesmente chega, a custo zero, tendo assinado um pré-contrato enquanto ainda jogava por outro. É a forma menos dramática de contratar um futebolista e muitas vezes a mais esperta.
Mattia Bergamini e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Rosindo Zanni tem 20 anos, e o Foggia contratou-o pelo jogador que virá a ser, não pelo que já é. A equipa principal pode esperar; o sentido de um negócio destes são os anos que compra.
Todos os futebolistas têm uma resposta para a pergunta sobre o clube da infância, e a maioria nunca chega a agir sobre ela. Nicolas Accoroni agiu, no Foggia, e o primeiro mês vai mostrar o que isso faz a um homem.
O Foggia e o Virtus Verona acertaram em $150.0K. O resto pertence ao jogador e ao empresário, e um adepto que já viu uma destas sabe que ainda não é altura de comprar a camisola.
Aos 23 anos faz esta época coisas que não conseguia fazer na época passada, e fá-las todas as semanas. A forma vai e vem; isto já ficou tempo suficiente para se lhe chamar outra coisa.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Riccardo Brosco e o Foggia acertam mais 2 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Não acontece nada durante meses e depois ele simplesmente chega, a custo zero, tendo assinado um pré-contrato enquanto ainda jogava por outro. É a forma menos dramática de contratar um futebolista e muitas vezes a mais esperta.
Nicolas Accoroni e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Foggia podem fingir não ter ouvido.
Plantel25/06/2029
Riccardo Brosco desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
“Tentei. Tentei mesmo, e todos os dias acordo no sítio errado.” No Foggia ninguém consegue treinar isso para fora de um homem, e ninguém lá finge que consegue.
Todos os clubes de futebol pagam aos jogadores a maior parte do que recebem. Pagar-lhes quase tudo é outro arranjo, e acabou da mesma maneira todas as vezes que alguém tentou.
O Foggia já telefonou ao AC Milan. Sem verba, uma parte do salário, e uma camisola a mais na posição em que o plantel esteve mais curto a época inteira.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Foggia, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Verba acordada, salário acordado, e o Como à espera com uma camisola. No Foggia ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
O Foggia perguntou e o Atalanta disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Riccardo Brosco estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
«Dei tudo a isto, mas a minha família não está aqui — e eu também não, na verdade.» A um futebolista corrige-se a má fase. Disto nunca ninguém foi corrigido, e no Foggia sabem-no.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Gianluca Saro, e o treinador deixou.
Andrea Trainotti e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Ninguém confirmará isto e nada mais explica as escolhas do último mês. Um erro caro compra a um jogador um período de suplência que dura sempre mais do que o erro.
Ninguém no Foggia dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Luca Nocerino treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Foggia falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Foggia ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Não há pior forma de perder um futebolista. Daniel Gomes pré-acordou a saída, o que significa que cada jogo daqui até junho é feito por um homem que o clube já não pode vender, e alguém lá em cima vai ter de explicar como se chegou aqui.
«Dei tudo a isto, mas a minha família não está aqui — e eu também não, na verdade.» A um futebolista corrige-se a má fase. Disto nunca ninguém foi corrigido, e no Foggia sabem-no.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Milán Demeter está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Andrea Trainotti esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 27 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Riccardo Brosco está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Uma sondagem ao Vicenza para um empréstimo: cobertura, ou uma vista de olhos a alguém que o clube ainda não pode comprar. De qualquer maneira, a resposta chega dentro de uma semana.
34 dias de fora para Luigi Mormile depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Foggia vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Há um número a partir do qual uma massa salarial deixa de ser ambiciosa e passa a ser a razão de mais nada ser possível, e este clube chegou lá. Não sobra nada para um reforço, para uma bancada ou para uma tarde de chuva.
Conor Spelman e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Luca Nocerino está nela.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Tiago Rivao, e o treinador deixou.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Foggia sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Foggia, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Contrato liquidado, apertos de mão, nenhuma verba a mudar de mãos. Pablo Ortiz deixa o Foggia pela porta discreta, e a folha salarial respira um pouco melhor.
41 dias de fora para Luigi Mormile depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Foggia vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Foggia coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Milán Demeter está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Ninguém o confirma e as fichas de jogo confirmam-no todas as semanas. Um erro comprou-lhe um período como segunda opção que já é mais longo do que o erro merecia.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Antonio Sabbatani está nela.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Andrea Trainotti treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Contrato liquidado, apertos de mão, nenhuma verba a mudar de mãos. Mathis Champion deixa o Foggia pela porta discreta, e a folha salarial respira um pouco melhor.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 48 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Riccardo Brosco está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Paco Esteban esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Milán Demeter, e o treinador deixou.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Federico Zuccon assinar alguma coisa — um contrato no Foggia ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
Perguntou pelo seu futuro e recebeu uma resposta com minutos lá dentro. O treinador fez uma promessa num edifício onde as promessas não se esquecem, e o relógio já começou a contar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Riccardo Brosco estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Foggia coisas que levam mais de uma semana a retirar.
«Disseram-mo com clareza, e prefiro assim.» O treinador de Foggia foi explícito quanto à situação de Luca Nocerino, o que é mais do que muitos recebem.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Foggia, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Em resumo
MercadoA conversa sobre Gianluca Saro não desaparece
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Foggia, e não vai ser retirado.
Marius Savidan esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Mamadou Coulibaly, e o treinador deixou.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Bautista Lodolo estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Todos os clubes de futebol pagam aos jogadores a maior parte do que recebem. Pagar-lhes quase tudo é outro arranjo, e acabou da mesma maneira todas as vezes que alguém tentou.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Foggia, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Foggia coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel23/04/2029
Riccardo Brosco desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
A primeira derrota em 6 jogos. O treinador dirá que tinha de chegar; o balneário dirá que não tinha de chegar contra o Casarano; os adeptos dirão as duas coisas, por essa ordem, a semana inteira.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Dribles concretizados: 16. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
“Hoje não fomos suficientemente bons e não vou enfeitar isto.” Sultan Al-Qahtani depois do 0‑2, no tom de quem sabe qual é a pergunta seguinte e não tenciona responder-lhe.
Em resumo
O bancoO treinador ainda não acabou de esquecer o erro de Paco Esteban
6 vitórias seguidas mudam a forma como o adversário aquece: mais calado, mais olhares de esguelha. As séries acabam, toda a gente o sabe — mas neste balneário ninguém conta com isso.
O mais difícil de ter 21 anos numa equipa principal é que ninguém perdoa nada. Briajan Gjyla não precisou: 7.86, e parecia o homem mais à vontade no relvado.
Tem 21 anos, média de 7.04, e os profissionais mais velhos começaram a dar-lhe a bola nos minutos difíceis. Essa última parte é o verdadeiro relatório de observação.
Plantel16/04/2029
Riccardo Brosco desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Tentei. Tentei mesmo, e todos os dias acordo no sítio errado.” No Foggia ninguém consegue treinar isso para fora de um homem, e ninguém lá finge que consegue.
Tem 21 anos e o estádio já canta o nome dele, coisa que acontece aos miúdos da terra e quase nunca aos reforços. Tudo a partir daqui se mede contra um carinho que não fez nada para merecer, a não ser ser daqui.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Bautista Lodolo estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Em resumo
O bancoNão há lugar para Gianluca Saro no jogo grande
Marius Savidan esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Riccardo Brosco estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Bautista Lodolo, e o treinador deixou.
Há um número a partir do qual uma massa salarial deixa de ser ambiciosa e passa a ser a razão de mais nada ser possível, e este clube chegou lá. Não sobra nada para um reforço, para uma bancada ou para uma tarde de chuva.
Disseram uma coisa a Hamza Haoudi e depois aconteceu. Neste meio, isso passa por notável, e o balneário reparou mais depressa do que qualquer adepto podia.
Quatro ou cinco fins de semana de regularidade, medidos contra todos os outros da divisão. Um elogio mais discreto do que um prémio, e mais fiável.
O banco02/04/2029
Briajan Gjyla tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Foggia dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
4 vitórias seguidas mudam a forma como o adversário aquece: mais calado, mais olhares de esguelha. As séries acabam, toda a gente o sabe — mas neste balneário ninguém conta com isso.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Riccardo Brosco estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Paco Esteban, e o treinador deixou.
Em resumo
Notas dos jogadoresNinguém conseguiu chegar a Jānis Grīnbergs
3 vitórias seguidas mudam a forma como o adversário aquece: mais calado, mais olhares de esguelha. As séries acabam, toda a gente o sabe — mas neste balneário ninguém conta com isso.
Paco Esteban esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Aos 22 anos é cantado por pessoas com o dobro da idade, um carinho que um reforço demora anos a merecer e que um miúdo da casa recebe por aparecer. É também a coisa mais difícil de corresponder no futebol.
Marius Savidan e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel12/03/2029
Riccardo Brosco desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Tem 21 anos e o estádio já canta o nome dele, coisa que acontece aos miúdos da terra e quase nunca aos reforços. Tudo a partir daqui se mede contra um carinho que não fez nada para merecer, a não ser ser daqui.
200 jogos com esta camisola, através de treinadores, descidas e tudo o resto. Uma entrega assim está a desaparecer do futebol, e a bancada sabe o que está a ver.
Dribles concretizados: 18. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
O mais difícil de ter 21 anos numa equipa principal é que ninguém perdoa nada. Briajan Gjyla não precisou: 7.65, e parecia o homem mais à vontade no relvado.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Giuseppe Panico e o Foggia acertam mais 4 anos.
Marius Savidan esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Riccardo Brosco estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Todos os clubes de futebol pagam aos jogadores a maior parte do que recebem. Pagar-lhes quase tudo é outro arranjo, e acabou da mesma maneira todas as vezes que alguém tentou.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Foggia, e não vai ser retirado.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Foggia ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Uma exibição de 8.26 não aparece com frequência e, quando aparece, o resto da equipa passa a cenário. Esteve magnífico.
Plantel26/02/2029
Bautista Lodolo desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
As regras permitem-no e dói na mesma. Andrea Smeraldi acertou condições com o Potenza para o verão e, até lá, veste esta camisola como quem já escolheu a seguinte.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Riccardo Brosco está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Tentei. Tentei mesmo, e todos os dias acordo no sítio errado.” No Foggia ninguém consegue treinar isso para fora de um homem, e ninguém lá finge que consegue.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
O banco19/02/2029
A vista do banco
“Vamos analisar, vamos aprender com isto, e vamos outra vez.” As três frases que todos os treinadores guardam para uma derrota por 0‑1, ditas por Sultan Al-Qahtani a uma sala que já as tinha ouvido.
Dribles concretizados: 15. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
Vai jogar aqui até ao verão e depois sair pela porta de graça, tendo já assinado noutro lado. Os adeptos aguentam a primeira parte desta frase; é com a segunda que vão ter dificuldade.
Marius Savidan e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Riccardo Brosco está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
O prazo passou e o plantel é o plantel. Chegaram 4, saíram 3, e tudo o resto que se imprimiu sobre este clube no último mês foi um rumor que ficou rumor.
Paco Esteban e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Notas dos jogadores05/02/2029
Giuseppe Panico jogou uma tarde diferente da de toda a gente
8.21. Há exibições que um adepto descreve a quem não esteve lá e não consegue transmitir; esta foi uma, e o número também não ajuda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Bautista Lodolo está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Todos os clubes de futebol pagam aos jogadores a maior parte do que recebem. Pagar-lhes quase tudo é outro arranjo, e acabou da mesma maneira todas as vezes que alguém tentou.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Foggia ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
O Parma queria mais do que $210.0K e a direção não foi por aí. Levantou-se da mesa, por agora, o que em pleno mercado quer dizer até alguém pestanejar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Riccardo Brosco estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Andrea Trainotti e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Foggia, e não vai ser retirado.
A proposta seguiu esta semana para o Parma, e a resposta é deles. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Marius Savidan e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Tem 21 anos, média de 7.03, e os profissionais mais velhos começaram a dar-lhe a bola nos minutos difíceis. Essa última parte é o verdadeiro relatório de observação.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Riccardo Brosco está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
O Foggia perguntou e o Vicenza disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
As regras permitem-no e dói na mesma. Jason Morgan acertou condições com o Pro Vercelli para o verão e, até lá, veste esta camisola como quem já escolheu a seguinte.
Marius Savidan e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Bautista Lodolo estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Marius Savidan produziu-o, e o 8.64 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
As regras permitem-no e dói na mesma. Gabriele Nicolai acertou condições com o Pisa para o verão e, até lá, veste esta camisola como quem já escolheu a seguinte.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Bautista Lodolo e o Foggia acertam mais 4 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Plantel08/01/2029
Riccardo Brosco desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Lumezzane fica com o seu homem, e o Foggia volta a uma lista com um nome riscado.
Aos 21 anos é cantado por pessoas com o dobro da idade, um carinho que um reforço demora anos a merecer e que um miúdo da casa recebe por aparecer. É também a coisa mais difícil de corresponder no futebol.
Há uma impotência muito própria em sofrer 2 vezes antes do minuto vinte. O Potenza tentou reorganizar-se, o Foggia não deixou, e o resultado estava escrito muito antes de ser confirmado.
Em resumo
Notas dos jogadoresNoventa minutos de Hamza Haoudi no seu melhor
PlantelMarius Savidan é o melhor jovem do mês na divisão
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Foggia vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Entre clubes está tudo fechado e o que falta são papéis e uma fotografia. Em Foggia já falam dele no passado.
Notas dos jogadores01/01/2029
Briajan Gjyla, 21 anos, joga como se cá estivesse há anos — 7.68
Um 7.68 significa uma coisa ao lado do nome de um jogador de vinte e nove anos e algo completamente diferente ao lado do de um de 21. Ninguém no estádio precisou que lhe explicassem.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Hamza Haoudi, e o treinador deixou.
200 jogos com esta camisola, através de treinadores, descidas e tudo o resto. Uma entrega assim está a desaparecer do futebol, e a bancada sabe o que está a ver.
“O treinador não usou muitas palavras, e não precisou delas.” Filippo Berra tem a sua resposta do Foggia; o que fizer com ela é a história da próxima janela.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 24 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Marius Savidan e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
A série sem derrotas chega aos 6 jogos. Uns foram vitórias e outros fugas, mas uma equipa que se recusa a perder é uma equipa de que os outros balneários falam.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Bautista Lodolo está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
A perder, e batido em qualquer leitura honesta, até ao minuto 89. O Trapani tinha os pontos no bolso e um canto do estádio ainda acreditava, que é geralmente quando acontece.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Foggia falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
O mais difícil de ter 20 anos numa equipa principal é que ninguém perdoa nada. Brandon Morán não precisou: 7.69, e parecia o homem mais à vontade no relvado.
Já são 3 vitórias seguidas, e a pergunta deixou de ser se a série acaba para passar a ser quem a acaba. Confiança assim não se compra; ganha-se exatamente desta maneira.
Plantel18/12/2028
Riccardo Brosco desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Tentei. Tentei mesmo, e todos os dias acordo no sítio errado.” No Foggia ninguém consegue treinar isso para fora de um homem, e ninguém lá finge que consegue.
Tem 20 anos e o estádio já canta o nome dele, coisa que acontece aos miúdos da terra e quase nunca aos reforços. Tudo a partir daqui se mede contra um carinho que não fez nada para merecer, a não ser ser daqui.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Foggia falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Raras vezes este jogo viu exibição assim: 3‑0 frente ao Giugliano, e podiam ter sido mais.
Jogo05/12/2028
Briajan Gjyla ganha-o quando o apito já devia ter soado
Minuto 93. Briajan Gjyla encontrou a finalização num tempo que só existia por causa das paragens anteriores, e o Cavese passou do ponto ao nada num só movimento.
2 golos, e o segundo foi o que fechou o jogo. Nota de 9.15, e com mais sorte ao primeiro poste teria tido um terceiro.
Plantel11/12/2028
Riccardo Brosco desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«Dei tudo a isto, mas a minha família não está aqui — e eu também não, na verdade.» A um futebolista corrige-se a má fase. Disto nunca ninguém foi corrigido, e no Foggia sabem-no.
Aos 21 anos é cantado por pessoas com o dobro da idade, um carinho que um reforço demora anos a merecer e que um miúdo da casa recebe por aparecer. É também a coisa mais difícil de corresponder no futebol.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Foggia falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
“Tentei. Tentei mesmo, e todos os dias acordo no sítio errado.” No Foggia ninguém consegue treinar isso para fora de um homem, e ninguém lá finge que consegue.
Aos 21 anos é cantado por pessoas com o dobro da idade, um carinho que um reforço demora anos a merecer e que um miúdo da casa recebe por aparecer. É também a coisa mais difícil de corresponder no futebol.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Gianluca Saro, e o treinador deixou.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Giuseppe Panico produziu-o, e o 8.95 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
Marius Savidan e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Riccardo Brosco está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Giuseppe Panico. 2‑0 sobre o Monopoli, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Dribles concretizados: 18. Havia sempre um defesa à frente dele, e nunca houve um defesa à frente dele por muito tempo.
O banco27/11/2028
A vista do banco
“Controlámos o jogo. Houve períodos de que não gostei e vamos vê-los, mas o grupo mostrou-me alguma coisa.” Sultan Al-Qahtani, sobre uma vitória por 2‑0 que já ia a desmontar a caminho da sala de imprensa.
«Dei tudo a isto, mas a minha família não está aqui — e eu também não, na verdade.» A um futebolista corrige-se a má fase. Disto nunca ninguém foi corrigido, e no Foggia sabem-no.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Riccardo Brosco está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Foggia, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Foggia sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Bautista Lodolo está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Till Winkelmann, e o treinador deixou.
“Os adeptos têm todo o direito de estar zangados. Eu também estou. Vamos corrigir isto.” 0‑1, um treinador a dizer as coisas necessárias, e um balneário que ouviu outra versão delas.
Conor Spelman e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Ninguém o confirma e as fichas de jogo confirmam-no todas as semanas. Um erro comprou-lhe um período como segunda opção que já é mais longo do que o erro merecia.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Antonio Sabbatani está nela.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Giuseppe Panico será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Foggia as despedidas começaram em silêncio.
Dribles concretizados: 25. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Foggia coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Em resumo
PlantelRiccardo Brosco desentende-se com um colega por causa das exigências
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Foggia, e não vai ser retirado.
«Disseram-me coisas antes de eu assinar. Não as vou repetir, mas lembro-me de todas.» Foggia nada responderam, o que também é uma resposta.
Plantel30/10/2028
Riccardo Brosco desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Há um calor muito próprio que um estádio guarda para um jovem de 21 anos que sente como seu. Briajan Gjyla tem-no agora, e tudo o que fizer no resto do tempo aqui será medido contra a boa vontade que lhe deram de graça.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Tiago Rivao, e o treinador deixou.
“Tentei. Tentei mesmo, e todos os dias acordo no sítio errado.” No Foggia ninguém consegue treinar isso para fora de um homem, e ninguém lá finge que consegue.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Bautista Lodolo estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Dribles concretizados: 16. Cada vez que recebia, alguém tinha de decidir, e todas as vezes a decisão foi a errada.
O banco23/10/2028
O veredicto do treinador
“A culpa é minha. Sou eu que escolho a equipa e escolhi mal.” Os treinadores dizem isto quando o sentem e quando precisam que se veja que o dizem, e depois do 0‑1 Sultan Al-Qahtani saiu da sala antes que alguém pudesse perguntar qual dos dois casos era.
A ficha de jogo di-lo em público todas as semanas até mudar. A única versão de ficar de fora que um futebolista não consegue contestar, e a que lhe custa mais.
Riccardo Brosco desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Gabriele Morelli está nela.
Segue-se o Salernitana, e há um homem no balneário do Foggia que conhece o centro de treinos deles melhor do que o seu. A receção vai dizer-lhe o que pensavam dele.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Gianluca Saro. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Leonardo Stanzani treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Os números não ficam secretos num balneário. Não está a pedir mais do que vale; está a perguntar porque é que alguém ao lado dele vale mais, e o Foggia não tem uma boa resposta.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Foggia ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Há tardes em que um guarda-redes é a defesa inteira. 6 defesas, várias do género que ninguém espera ver feitas, e dez jogadores de campo que lhe devem uma bebida.
Jogo07/10/2028
Não se vê o fim da espera do Foggia por uma vitória
Já são 4 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Foggia tem de arrancar um resultado de algum lado.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Foggia coisas que levam mais de uma semana a retirar.
«Nunca quis estar noutro sítio. Ainda há trabalho por acabar aqui.» Maxime Giron compromete-se com o Foggia por mais 2 anos.
Plantel09/10/2028
Riccardo Brosco desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Ninguém o confirma e as fichas de jogo confirmam-no todas as semanas. Um erro comprou-lhe um período como segunda opção que já é mais longo do que o erro merecia.
18 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Foggia perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Foggia, e não vai ser retirado.
O Catania levou os pontos após um 0‑1 que será difícil de explicar nas bancadas.
Plantel02/10/2028
Bautista Lodolo desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 25 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Vitória por 5‑0 sobre o Picerno, um lugar na ronda seguinte e a aritmética silenciosa que todos os adeptos fazem a caminho de casa: quantos faltam até uma final?
As estreias sobrevivem-se, não se desfrutam. Esta desfrutou-se: 7.96, 0 golos, e um treinador a quem já perguntam se ele é titular outra vez para a semana.
7 golos. Os dois bancos passaram a segunda parte a olhar um para o outro mais do que para o relvado. Os puristas vão queixar-se do Foggia e do Crotone por igual; os restantes divertiram-se imenso.
Plantel25/09/2028
Riccardo Brosco desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
32 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Foggia perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Jogo16/09/2028
Não se vê o fim da espera do Foggia por uma vitória
Já são 10 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Foggia tem de arrancar um resultado de algum lado.
Marius Savidan esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Riccardo Brosco estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
100 vezes com estas cores, com qualquer tempo e sob quatro ou cinco treinadores diferentes. Este tipo de serviço está a desaparecer do futebol sem fazer barulho.
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 39 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Foggia ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Plantel11/09/2028
Bautista Lodolo desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Todos os clubes de futebol pagam aos jogadores a maior parte do que recebem. Pagar-lhes quase tudo é outro arranjo, e acabou da mesma maneira todas as vezes que alguém tentou.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Foggia, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Não está a ser deixado de fora. Simplesmente não há, no sistema que o Foggia joga, sítio onde pôr um homem que faz o que ele faz, o que é mais difícil de ouvir do que qualquer ficha de jogo.
46 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Foggia perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Jogo02/09/2028
Não se vê o fim da espera do Foggia por uma vitória
Já são 9 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Foggia tem de arrancar um resultado de algum lado.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Foggia, e não vai ser retirado.
O prazo passou e o plantel é o plantel. Chegaram 27, saíram 18, e tudo o resto que se imprimiu sobre este clube no último mês foi um rumor que ficou rumor.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Andrea Trainotti e o Foggia acertam mais 2 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
$16.0K era o máximo que o clube pagaria, e o Gubbio pedia mais. Negócios destes ressuscitam na última semana do mercado mais ou menos metade das vezes, e todos os envolvidos o sabem.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Riccardo Brosco estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Plantel04/09/2028
10 caras novas e o Foggia ainda se está a conhecer
Um plantel reconstruído num único mercado paga-o numa moeda que ninguém orça. O futebol não é pior do que a soma dos jogadores: é pior do que a soma dos jogadores que já jogaram juntos.
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 53 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
A forma vai e vem; esta não foi. Bautista Lodolo tem 22 anos, e a versão que treina agora não teria entrado na equipa em que estava há um ano.
Plantel28/08/2028
Maxime Giron melhorou aos 33, o que ninguém esperava
As carreiras devem estagnar e depois cair, e quem ignora isso é sempre quem estava a ouvir no treino. 3 pontos, ao longo de meses, numa idade em que a direção costuma ser só uma.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Forli fica com o seu homem, e o Foggia volta a uma lista com um nome riscado.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 60 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Não é uma fase — é um salto a sério, mantido durante meses. Aos 21 anos faz a este nível coisas que não fazia no início da época, e a equipa técnica dir-lhe-á exatamente quais.
Andrea Trainotti esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Direção21/08/2028
5 jogadores da formação sobem à equipa principal do Foggia
Números de equipa principal entregues a miúdos que os treinadores conhecem desde os doze anos. A maioria não vai lá chegar, e todos já fizeram a parte difícil.
A formação existe exatamente para esta manhã. Lorenzo Troisi passou por todos os escalões do clube e tem agora um número de equipa principal; os mais orgulhosos do edifício serão os que o treinaram aos doze anos.
A formação existe exatamente para esta manhã. Armando Silvestri passou por todos os escalões do clube e tem agora um número de equipa principal; os mais orgulhosos do edifício serão os que o treinaram aos doze anos.
Os clubes gastam fortunas à procura de jogadores e de vez em quando encontram um ao fundo do corredor. Pietro Palmieri é isso, e a receção na sua primeira aparição será de outra natureza que a de qualquer reforço.
Em resumo
DireçãoUma promessa que a direção de Foggia não cumpriu
67 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Foggia perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Verba acordada, salário acordado, e o Campobasso à espera com uma camisola. No Foggia ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
Não é uma fase — é um salto a sério, mantido durante meses. Aos 21 anos faz a este nível coisas que não fazia no início da época, e a equipa técnica dir-lhe-á exatamente quais.
«Dei tudo a isto, mas a minha família não está aqui — e eu também não, na verdade.» A um futebolista corrige-se a má fase. Disto nunca ninguém foi corrigido, e no Foggia sabem-no.
Aos 37 a evolução devia ter acabado. Não acabou: 3 pontos acima da marca do início do ano, o que acontece aos jogadores que levam a sério as partes aborrecidas do ofício.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Milán Demeter está nela.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Mamadou Coulibaly assinar alguma coisa — um contrato no Foggia ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
74 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Foggia perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Aos 23 anos faz esta época coisas que não conseguia fazer na época passada, e fá-las todas as semanas. A forma vai e vem; isto já ficou tempo suficiente para se lhe chamar outra coisa.
«Dei tudo a isto, mas a minha família não está aqui — e eu também não, na verdade.» A um futebolista corrige-se a má fase. Disto nunca ninguém foi corrigido, e no Foggia sabem-no.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Foggia, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Em resumo
MercadoA história de Gianluca Saro recusa-se a morrer
81 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Foggia perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Marius Savidan esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Forli fica com o seu homem, e o Foggia volta a uma lista com um nome riscado.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Perguntou pelo seu futuro e recebeu uma resposta com minutos lá dentro. O treinador fez uma promessa num edifício onde as promessas não se esquecem, e o relógio já começou a contar.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Foggia, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 88 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Não é uma fase — é um salto a sério, mantido durante meses. Aos 21 anos faz a este nível coisas que não fazia no início da época, e a equipa técnica dir-lhe-á exatamente quais.
O Foggia perguntou e o Latina disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Andrea Trainotti, e o treinador deixou.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Bautista Lodolo está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Uma sondagem ao Lazio para um empréstimo: cobertura, ou uma vista de olhos a alguém que o clube ainda não pode comprar. De qualquer maneira, a resposta chega dentro de uma semana.
Uma audição de uma época inteira: o passe continua a ser do Lazio, mas a camisola e os minutos são do Foggia. Um empréstimo é uma aposta que ambos os clubes acreditam estar a ganhar.