Sina Asadbeigi lesiona os ligamentos do joelho — 26 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 26 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Foolad falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Os clubes tinham acordado e o jogador não. Uma nega, e pública: o Malavan fica com ele, e os adeptos daqui ficam a perguntar-se o que lhe terão dito sobre esta casa.
Aos 23 anos faz esta época coisas que não conseguia fazer na época passada, e fá-las todas as semanas. A forma vai e vem; isto já ficou tempo suficiente para se lhe chamar outra coisa.
“Continuamos a reunir-nos, e continuamos a sair da sala com os mesmos números com que entrámos.” Mais uma ronda de conversas no Foolad, mais uma semana sem a assinatura de Hamed Lak.
Nenhum deles será visto por quem quer que seja fora do centro de treinos durante três anos, a maioria nunca jogará um jogo sénior, e um deles pode mudar o clube. É toda a proposta, e é por isso que as academias existem.
33 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Foolad perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 117 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Foolad, e não vai ser retirado.
Verba acordada, salário acordado, e o Esteghlal Khuzestan à espera com uma camisola. No Foolad ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
A camisola ainda lhe serve. Mohammad Reza Keshavarzi está de volta ao Foolad, e metade do estádio ainda o lembra com estas cores. Há contratações que é preciso vender à cidade; esta vendeu-se sozinha.
Alireza Nazi parte para o Tractor num negócio de $270.0K. Os contabilistas estão satisfeitos; os adeptos, menos.
As bancadas25/06/2029
O Foolad gasta $580.0K na contratação que a cidade queria
É a sequência mais rara do futebol: os adeptos pedem uma coisa e o clube vai e fá-la. $580.0K por Mohammad Reza Keshavarzi, e durante uma semana ninguém se queixa de nada.
Nenhum futebolista custou tanto a este clube, e o número será recitado sempre que ele falhar um passe nos próximos dois anos.
Plantel18/06/2029
Sina Asadbeigi lesiona os ligamentos do joelho — 40 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 40 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Foolad falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
“Sei o que as pessoas vão dizer. Sei o que quero, e é aqui.” O Zob Ahan tinha a verba acordada e a camisola pronta; não tinha o jogador, e agora não o vai ter.
Verba acordada, salário acordado, e o Tractor à espera com uma camisola. No Foolad ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
Ramin Rezaeian esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
PlantelPalavras no treino do Foolad sobre quem trabalha
150Edição
O Correio de Foolad
11/06/2029
Do nosso correspondente de futebolInquietação
Plantel11/06/2029
Sina Asadbeigi lesiona os ligamentos do joelho — 50 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 50 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Foolad falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Foolad perdeu-o em tudo menos nos papéis.
Os clubes tinham acordado e o jogador não. Uma nega, e pública: o Malavan fica com ele, e os adeptos daqui ficam a perguntar-se o que lhe terão dito sobre esta casa.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Foolad coisas que levam mais de uma semana a retirar.
A camisola ainda lhe serve. Mohammad Ghoreishi está de volta ao Foolad, e metade do estádio ainda o lembra com estas cores. Há contratações que é preciso vender à cidade; esta vendeu-se sozinha.
O Foolad perguntou e o Persepolis disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
O Foolad ofereceu $190.0K; o Esteghlal disse que nem perto. Ao treinador dirão que o dinheiro continua lá para o jogador certo, que é o que se diz aos treinadores.
58 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Foolad perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 140 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
$4.5M era o máximo que o clube pagaria, e o Esteghlal pedia mais. Negócios destes ressuscitam na última semana do mercado mais ou menos metade das vezes, e todos os envolvidos o sabem.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Marko Johansson e o Foolad acertam mais 3 anos.
Hamed Lak esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
“O treinador não usou muitas palavras, e não precisou delas.” Abouazar Safarzadeh tem a sua resposta do Foolad; o que fizer com ela é a história da próxima janela.
66 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Foolad perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Plantel28/05/2029
147 dias de fora para Sasan Ansari depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Foolad vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Hamed Lak e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
«Aqui ninguém está acima de levar um raspanete.» Não se disse nenhum nome, mas o balneário sabe contar, e quem estava a ouvir também.
O banco28/05/2029
Saleh Hardani tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Foolad dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Matheus Costa treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Sina Asadbeigi lesiona os ligamentos do joelho — 73 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 73 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Foolad falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Ninguém no Foolad dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Faltam 2 meses, e ambos os lados sabem o que isso significa: cada semana sem assinatura baixa o valor que o Foolad pode pedir e sobe o salário que Hamed Lak pode exigir.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Sina Asadbeigi assinar alguma coisa — um contrato no Foolad ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
Milad Sarlak lesiona os ligamentos do joelho — 20 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 20 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Foolad falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Hamed Lak será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Foolad as despedidas começaram em silêncio.
Hamed Lak esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Os números não ficam secretos num balneário. Não está a pedir mais do que vale; está a perguntar porque é que alguém ao lado dele vale mais, e o Foolad não tem uma boa resposta.
28 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Foolad perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 169 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Ramin Rezaeian e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Mohammad Reza Soleimani, e o treinador deixou.
«Outra época, outro emblema, outro balneário para convencer. Gostava de uma pré-época em Foolad em que alguém olhasse mesmo para mim.» Pertence a Tractor até ao fim do empréstimo; a discussão é com o clube que o detém.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Uma conversa no gabinete do treinador, e um compromisso que saiu dela. Promessas assim são baratas de fazer e caras de quebrar, e Sasan Ansari apontou a data.
Em resumo
EmprestadosAproxima-se a hora de decidir sobre Ehsan Mohammadi
35 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Foolad perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Hamed Lak e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Disseram uma coisa a Gustavo Blanco Leschuk e depois aconteceu. Neste meio, isso passa por notável, e o balneário reparou mais depressa do que qualquer adepto podia.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Saleh Hardani está nela.
Uma conversa no gabinete do treinador, e um compromisso que saiu dela. Promessas assim são baratas de fazer e caras de quebrar, e Matheus Costa apontou a data.
O acordo com o Esteghlal Khuzestan tem 30 dias restantes, com 23 utilizações para pesar. Três portas: ficar com ele, vendê-lo, emprestá-lo outra vez — e nenhuma fica aberta muito tempo.
43 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Foolad perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Hamed Lak treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Sina Asadbeigi assinar alguma coisa — um contrato no Foolad ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
51 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Foolad perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Hamed Lak será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Foolad as despedidas começaram em silêncio.
Mohammad Daneshgar esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Ramin Rezaeian está nela.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Hamed Lak treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Perguntou pelo seu futuro e recebeu uma resposta com minutos lá dentro. O treinador fez uma promessa num edifício onde as promessas não se esquecem, e o relógio já começou a contar.
O acordo com o Siah Jamegan tem 44 dias restantes, com 20 utilizações para pesar. Três portas: ficar com ele, vendê-lo, emprestá-lo outra vez — e nenhuma fica aberta muito tempo.
122 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Foolad perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Foolad coisas que levam mais de uma semana a retirar.
O banco09/04/2029
Mehdi Torabi tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Foolad dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Ninguém faz um título sobre um explicador. Também não é preciso explicar a ninguém o que acontece a um reforço que passa dois anos a ser o homem com quem ninguém pode falar ao almoço.
130 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Foolad perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Hamed Lak e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Ninguém faz um documentário sobre um isquiotibial e toda a gente nisto o teme. No Foolad vão ter cuidado com a data de regresso, porque a segunda é sempre pior do que a primeira.
Quatro ou cinco jornadas de regularidade, medidas contra todos os da divisão que fazem o seu trabalho. Morteza Beiranvand sai dessa comparação dentro da equipa, e o Foolad beneficiou de cada uma dessas tardes.
O banco02/04/2029
Saleh Hardani tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Foolad dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
137 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Foolad perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Não acontece nada durante meses e depois ele simplesmente chega, a custo zero, tendo assinado um pré-contrato enquanto ainda jogava por outro. É a forma menos dramática de contratar um futebolista e muitas vezes a mais esperta.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Foolad, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Faltam 4 meses, e ambos os lados sabem o que isso significa: cada semana sem assinatura baixa o valor que o Foolad pode pedir e sobe o salário que Hamed Lak pode exigir.
Uma conversa no gabinete do treinador, e um compromisso que saiu dela. Promessas assim são baratas de fazer e caras de quebrar, e Amir Hossein Jalalivand apontou a data.
Sina Asadbeigi lesiona os ligamentos do joelho — 145 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 145 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Vai jogar aqui até ao verão e depois sair pela porta de graça, tendo já assinado noutro lado. Os adeptos aguentam a primeira parte desta frase; é com a segunda que vão ter dificuldade.
Hamed Lak esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Dribles concretizados: 18. Cada vez que recebia, alguém tinha de decidir, e todas as vezes a decisão foi a errada.
O banco19/03/2029
Ramin Rezaeian tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Foolad dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
O banco19/03/2029
A vista do banco
“Não perdemos. Há semanas em que é só isso que se consegue, e prefiro ter o ponto a não o ter.” Vahid Dejagah escolheu a versão do copo meio cheio do 0‑0; os adeptos saíram com a outra.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Foolad coisas que levam mais de uma semana a retirar.
“Continuamos a reunir-nos, e continuamos a sair da sala com os mesmos números com que entrámos.” Mais uma ronda de conversas no Foolad, mais uma semana sem a assinatura de Mohammad Karimi.
Ninguém o confirma e as fichas de jogo confirmam-no todas as semanas. Um erro comprou-lhe um período como segunda opção que já é mais longo do que o erro merecia.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Hamed Lak e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Marko Johansson, e o treinador deixou.
200 vezes com estas cores, com qualquer tempo e sob quatro ou cinco treinadores diferentes. Este tipo de serviço está a desaparecer do futebol sem fazer barulho.
“Hoje não fomos suficientemente bons e não vou enfeitar isto.” Vahid Dejagah depois do 1‑3, no tom de quem sabe qual é a pergunta seguinte e não tenciona responder-lhe.
Em resumo
O bancoNeste momento há alguém melhor do que Hamed Lak
MercadoMohammad Mohammadi regressa de um empréstimo que não lhe ensinou nada
A lesão mais comum do futebol e aquela de que mais se volta à pressa. O Foolad vai falar em 18 dias e vai ter cuidado, porque a segunda é sempre pior do que a primeira.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Foolad coisas que levam mais de uma semana a retirar.
As ocasiões aparecem e algo acontece entre criá-las e finalizá-las. Já vão 4 jogos, e a inquietação nas bancadas chega um pouco mais cedo a cada semana.
Ninguém o confirma e as fichas de jogo confirmam-no todas as semanas. Um erro comprou-lhe um período como segunda opção que já é mais longo do que o erro merecia.
Ninguém no Foolad dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Hamed Lak esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
3 jogos sem golo. Os avançados deixam de levantar a cabeça, os médios dão o toque a mais, e cada remate que passa por cima é seguido de um lamento que se acumula desde o último golo.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
“Um ponto é um ponto e fico com ele, mas devíamos ter levado os três.” Vahid Dejagah depois do empate por 0‑0, e a frase que todos os treinadores do país disseram a certa altura deste fim de semana.
A única versão de ficar de fora contra a qual um jogador não pode argumentar, e a que pior aceita. Outro tem estado melhor e a ficha de jogo di-lo, em público, todas as semanas até mudar.
Segue-se o Esteghlal Khuzestan, e há um homem no balneário do Foolad que conhece o centro de treinos deles melhor do que o seu. A receção vai dizer-lhe o que pensavam dele.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Foolad coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Dribles concretizados: 21. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
O Zob Ahan levou os pontos após um 0‑2 que será difícil de explicar nas bancadas.
O banco12/02/2029
O treinador ainda não acabou de esquecer o erro de Mohammad Karimi
Em público está ultrapassado para toda a gente. Não está para quem faz a equipa, e o único sítio onde isso se vê é uma ficha de jogo. Vai ter outra oportunidade: vai tê-la num jogo que importe menos.
“Hoje não fomos suficientemente bons e não vou enfeitar isto.” Vahid Dejagah depois do 0‑2, no tom de quem sabe qual é a pergunta seguinte e não tenciona responder-lhe.
A única versão de ficar de fora contra a qual um jogador não pode argumentar, e a que pior aceita. Outro tem estado melhor e a ficha de jogo di-lo, em público, todas as semanas até mudar.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Mehdi Torabi está nela.
Ali Hassani foi-se, as contas têm $1.2M a mais, e os adeptos ficaram com a sensação de que também lhes venderam alguma coisa. Um bom negócio e uma boa decisão nem sempre são a mesma coisa.
Direção05/02/2029
O Foolad fecha o mercado com um plantel feito por si
3 entradas e 5 saídas, e nenhuma mudança durante meses. O treinador tem o que tem, os adeptos têm a sua opinião sobre isso, e a tabela terá a última palavra.
O Persepolis pagou $1.2M e o Foolad aceitou, o que é a história toda numa frase. A versão longa fala do orçamento salarial e vai ser contada a época inteira.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Mohammad Reza Soleimani e o Foolad acertam mais 2 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Hamed Lak e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
$230.0K era o máximo que o clube pagaria, e o Saipa pedia mais. Negócios destes ressuscitam na última semana do mercado mais ou menos metade das vezes, e todos os envolvidos o sabem.
O Foolad perguntou e o Esteghlal Khuzestan disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
12 ações combinadas e 7.21. O trabalho dele aparece sob a forma de outros parecerem bons, e a única maneira fiável de o notar é ver o que acontece nas tardes em que ele falta.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Mehdi Torabi produziu-o, e o 8.34 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
13 jogos sem perder em casa. As equipas visitantes chegam já a falar do ambiente, o que costuma ser sinal de que perderam meio jogo antes do pontapé de saída.
Dribles concretizados: 22. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
O Padideh queria mais do que $36.0K e a direção não foi por aí. Levantou-se da mesa, por agora, o que em pleno mercado quer dizer até alguém pestanejar.
13 golos e uma média de 7.23 na época têm esse efeito. O espaço que ele costumava encontrar desapareceu; continua a marcar na mesma, que é a marca dos verdadeiros.
Hamed Lak esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Saiu miúdo e regressa a saber ainda onde fica a bancada dos visitantes. A maioria dos reforços tem de ser explicada à cidade; a este bastou uma fotografia.
Às direções dizem-lhes durante anos o que fazem mal e não ouvem nada nos dias em que acertam. Este é um desses dias: Ghaem Eslamikhah do Malavan por $480.0K, e uma bilheteira a ter uma manhã excelente.
O Sepahan levou os pontos após um 0‑1 que será difícil de explicar nas bancadas.
Plantel22/01/2029
Sina Asadbeigi desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
0‑3 para o Esteghlal, e foi exatamente tão mau como o número sugere. Há derrotas que se discutem e derrotas pelas quais se pede desculpa; esta foi do segundo tipo.
Os contabilistas vão chamar-lhe bom negócio e terão razão, o que não é o assunto de ninguém fora da administração. Hossein Kazeminia era uma das razões por que as pessoas vinham, e $770.0K não substitui isso sozinho.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Foolad coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Esteghlal Khuzestan fica com o seu homem, e o Foolad volta a uma lista com um nome riscado.
«Agradeço os jogos, mas não me fiz futebolista para ser a peça sobresselente de alguém.» Quer estar em Foolad, e 0 jogos em 30 dizem que merece ser ouvido.
Plantel15/01/2029
Sina Asadbeigi desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Foolad perdeu-o em tudo menos nos papéis.
A série sem derrotas chega aos 9 jogos. Uns foram vitórias e outros fugas, mas uma equipa que se recusa a perder é uma equipa de que os outros balneários falam.
Mohammad Daneshgar e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Saidavzalxon Ahrorov e o Foolad acertam mais 4 anos.
O Foolad perguntou e o Malavan disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
«Agradeço os jogos, mas não me fiz futebolista para ser a peça sobresselente de alguém.» Quer estar em Foolad, e 5 jogos em 25 dizem que merece ser ouvido.
Já são 6 vitórias seguidas, e a pergunta deixou de ser se a série acaba para passar a ser quem a acaba. Confiança assim não se compra; ganha-se exatamente desta maneira.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Foolad coisas que levam mais de uma semana a retirar.
13 golos e uma média de 7.28 na época têm esse efeito. O espaço que ele costumava encontrar desapareceu; continua a marcar na mesma, que é a marca dos verdadeiros.
«Agradeço os jogos, mas não me fiz futebolista para ser a peça sobresselente de alguém.» Quer estar em Foolad, e 5 jogos em 27 dizem que merece ser ouvido.
5 vitórias seguidas mudam a forma como o adversário aquece: mais calado, mais olhares de esguelha. As séries acabam, toda a gente o sabe — mas neste balneário ninguém conta com isso.
Há tardes em que um guarda-redes é a defesa inteira. 6 defesas, várias do género que ninguém espera ver feitas, e dez jogadores de campo que lhe devem uma bebida.
11 jogos sem perder em casa. As equipas visitantes chegam já a falar do ambiente, o que costuma ser sinal de que perderam meio jogo antes do pontapé de saída.
Hamed Lak esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
O Persepolis vai continuar a utilizá-lo até junho e não receberá nada por ele depois. Mohammad Hossein Momeni pré-acordou a mudança para o Foolad, e os únicos que perdem nesse arranjo são os que deixaram o contrato correr.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Milad Sarlak. 2‑1 sobre o Persepolis, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Sina Asadbeigi estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Já são 4 vitórias seguidas, e a pergunta deixou de ser se a série acaba para passar a ser quem a acaba. Confiança assim não se compra; ganha-se exatamente desta maneira.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Foolad coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Saeid Saharkhizan. 2‑0 sobre o Rah Ahan, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
Uma média de 7.22 na época, com 12 golos a sustentá-la. Os adversários começaram a planear jogos a pensar nele, que é o elogio mais sincero que o futebol faz.
3 triunfos consecutivos como visitante. As equipas que ganham fora costumam saber defender e contra-atacar, e a tabela começou a refletir o que essas viagens renderam.
“É isto que quero todas as semanas. Não o resultado, a maneira como o fizeram.” O treinador, depois do 2‑0, já a falar do próximo.
O banco18/12/2028
Mehdi Torabi tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Foolad dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Aos 38 devia estar a gerir os seus minutos. Em vez disso foi avaliado com 8.10 e pareceu, durante noventa minutos, exatamente o jogador de que toda a gente se lembra.
Já são 3 vitórias seguidas, e a pergunta deixou de ser se a série acaba para passar a ser quem a acaba. Confiança assim não se compra; ganha-se exatamente desta maneira.
Hamed Lak e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
10 jogos sem perder em casa. As equipas visitantes chegam já a falar do ambiente, o que costuma ser sinal de que perderam meio jogo antes do pontapé de saída.
“Tentei. Tentei mesmo, e todos os dias acordo no sítio errado.” No Foolad ninguém consegue treinar isso para fora de um homem, e ninguém lá finge que consegue.
Em resumo
Notas dos jogadoresSaleh Hardani jogou uma tarde diferente da de toda a gente
PlantelPalavras no treino do Foolad sobre quem trabalha
Notas dos jogadoresOs dois trabalhos feitos por Mehdi Torabi — 7.32
Vitória por 3‑2 sobre o Tractor, um lugar na ronda seguinte e a aritmética silenciosa que todos os adeptos fazem a caminho de casa: quantos faltam até uma final?
Minuto 105. Saeid Saharkhizan encontrou a finalização num tempo que só existia por causa das paragens anteriores, e o Tractor passou do ponto ao nada num só movimento.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Foolad, e não vai ser retirado.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Ramin Rezaeian e o Foolad acertam mais 2 anos.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Foolad coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Hamed Lak esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Dribles concretizados: 21. Pelo minuto setenta aparece no rosto de um lateral um desespero muito próprio, e ali estava ele.
Jogo25/11/2028
O Foolad torna a sua casa um sítio difícil de visitar
9 sem derrota no seu relvado. O campo não mudou; a bancada sim — mais barulhenta mais cedo e mais rápida a perceber quando o adversário preferia estar noutro lado.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Morteza Ghoddos e o Foolad acertam mais 3 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Aqui não há queixa possível e todos os envolvidos sabem, o que não encurta o caminho até ao banco. A forma é a única moeda do futebol sobre a qual não se pode pedir emprestado.
“Um ponto é um ponto e fico com ele, mas devíamos ter levado os três.” Vahid Dejagah depois do empate por 0‑0, e a frase que todos os treinadores do país disseram a certa altura deste fim de semana.
As bancadas esperaram por um golo que nunca chegou. O Saipa defendeu com muita gente e levou aquilo que veio buscar, e as duas equipas podiam ainda estar a jogar sem incomodar o marcador.
Ninguém no Foolad dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Foolad coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Sina Asadbeigi está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Segue-se o Saipa, e há um homem no balneário do Foolad que conhece o centro de treinos deles melhor do que o seu. A receção vai dizer-lhe o que pensavam dele.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Foolad sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
Uma conversa no gabinete do treinador, e um compromisso que saiu dela. Promessas assim são baratas de fazer e caras de quebrar, e Vouria Ebrahimi apontou a data.
Hamed Lak e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Saeid Saharkhizan. 2‑1 sobre o Naft Tehran, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
«Agradeço os jogos, mas não me fiz futebolista para ser a peça sobresselente de alguém.» Quer estar em Foolad, e 5 jogos em 20 dizem que merece ser ouvido.
Jogo11/11/2028
O Foolad torna a sua casa um sítio difícil de visitar
8 sem derrota no seu relvado. O campo não mudou; a bancada sim — mais barulhenta mais cedo e mais rápida a perceber quando o adversário preferia estar noutro lado.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Sina Asadbeigi está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
A ficha de jogo di-lo em público todas as semanas até mudar. A única versão de ficar de fora que um futebolista não consegue contestar, e a que lhe custa mais.
Há um número a partir do qual uma massa salarial deixa de ser ambiciosa e passa a ser a razão de mais nada ser possível, e este clube chegou lá. Não sobra nada para um reforço, para uma bancada ou para uma tarde de chuva.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Foolad coisas que levam mais de uma semana a retirar.
“Vejo todos os jogos do Foolad daqui. Isso diz tudo sobre onde está a minha cabeça.” O empréstimo no Tractor segue o seu curso, mas o coração nunca fez a viagem.
100 jogos com a camisola. Ninguém se propõe construir um registo assim; acontece a um certo tipo de jogador num certo tipo de clube, e esta cidade sabe o que tem.
A despromoção que um clube nunca anuncia e um balneário nota sempre. Sasan Ansari está mais longe da equipa do que estava, e a razão só lhe será dada quando perguntar.
“Continuamos a reunir-nos, e continuamos a sair da sala com os mesmos números com que entrámos.” Mais uma ronda de conversas no Foolad, mais uma semana sem a assinatura de Hamed Lak.
“Três empréstimos em três anos. A certa altura um clube tem de decidir se sou jogador ou ativo.” A passagem pelo Tractor continua; o recado viaja para casa.
Hamed Lak esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Sina Asadbeigi está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Aqui não há queixa possível e todos os envolvidos sabem, o que não encurta o caminho até ao banco. A forma é a única moeda do futebol sobre a qual não se pode pedir emprestado.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Em resumo
O bancoSasan Ansari pede uma conversa com o treinador
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Foolad coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Sina Asadbeigi estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Ninguém o confirma e as fichas de jogo confirmam-no todas as semanas. Um erro comprou-lhe um período como segunda opção que já é mais longo do que o erro merecia.
O banco23/10/2028
A vista do banco
“Vamos analisar, vamos aprender com isto, e vamos outra vez.” As três frases que todos os treinadores guardam para uma derrota por 0‑1, ditas por Vahid Dejagah a uma sala que já as tinha ouvido.
1 erro, um golo e uma noite à frente dos mesmos três segundos. Vai vê-lo hoje, amanhã e provavelmente em fevereiro, e quem já jogou sabe em que fotograma ele para.
Hamed Lak e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Saleh Hardani está nela.
Segue-se o Zob Ahan, e há um homem no balneário do Foolad que conhece o centro de treinos deles melhor do que o seu. A receção vai dizer-lhe o que pensavam dele.
Perguntou pelo seu futuro e recebeu uma resposta com minutos lá dentro. O treinador fez uma promessa num edifício onde as promessas não se esquecem, e o relógio já começou a contar.
Os números não ficam em segredo num vestiário e nunca ficaram. Não pede mais do que vale: pergunta por que o do lado vale mais, e no Foolad essa pergunta é mais difícil de responder.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Sina Asadbeigi. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
A lista é um documento discreto com um significado ruidoso. Mohammad Alinejad pode falar com quem perguntar, e no clube toda a gente sabe o que isso quer dizer.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Saeid Saharkhizan produziu-o, e o 8.84 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Milad Sarlak e o Foolad acertam mais 2 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Saeid Saharkhizan. 2‑0 sobre o Saba, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Sina Asadbeigi estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Sina Asadbeigi, e o treinador deixou.
“Continuamos a reunir-nos, e continuamos a sair da sala com os mesmos números com que entrámos.” Mais uma ronda de conversas no Foolad, mais uma semana sem a assinatura de Mohammad Reza Soleimani.
Ramin Rezaeian e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Dribles concretizados: 21. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
10 ações combinadas e 6.77. O trabalho dele aparece sob a forma de outros parecerem bons, e a única maneira fiável de o notar é ver o que acontece nas tardes em que ele falta.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Foolad coisas que levam mais de uma semana a retirar.
A única versão de ficar de fora contra a qual um jogador não pode argumentar, e a que pior aceita. Outro tem estado melhor e a ficha de jogo di-lo, em público, todas as semanas até mudar.
“O mérito é dos jogadores. Hoje o meu trabalho foi fácil.” Não foi, e toda a gente na sala o sabia; depois do 1‑0, Vahid Dejagah podia dar-se ao luxo de ser generoso.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Todos os plantéis têm um jogo destes para alguém, todas as épocas. Este é o de Milad Sarlak: o clube que o conheceu primeiro, os adeptos que vão decidir no primeiro minuto se aplaudem, e o Foolad a precisar que ele jogue como se nada disso importasse.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Saidavzalxon Ahrorov treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Em resumo
Notas dos jogadoresSasan Ansari muda tudo do banco
Há um silêncio muito próprio: o de um estádio a ver dissolver-se uma posição vencedora. O Esteghlal continuou a vir porque nada o travou, e ao Foolad vão perguntar pela última meia hora a semana inteira.
Hamed Lak e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Há um calor muito próprio que um estádio guarda para um jovem de 23 anos que sente como seu. Muhammadali Usmonov tem-no agora, e tudo o que fizer no resto do tempo aqui será medido contra a boa vontade que lhe deram de graça.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Sina Asadbeigi estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Hamed Lak esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
“Vejo todos os jogos do Foolad daqui. Isso diz tudo sobre onde está a minha cabeça.” O empréstimo no Esteghlal Khuzestan segue o seu curso, mas o coração nunca fez a viagem.
Plantel11/09/2028
Sina Asadbeigi desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Foolad, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
O Esteghlal chega como líder. Uma equipa no topo perde mais ou menos uma vez por mês, e o clube que o consegue ganha uma semana de que se lembra durante um ano.
O Esteghlal Ahvaz queria mais do que $1.6M e a direção não foi por aí. Levantou-se da mesa, por agora, o que em pleno mercado quer dizer até alguém pestanejar.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Foolad coisas que levam mais de uma semana a retirar.
A perder, e batido em qualquer leitura honesta, até ao minuto 85. O Gostaresh Foulad tinha os pontos no bolso e um canto do estádio ainda acreditava, que é geralmente quando acontece.
Aos 33 devia estar a gerir os seus minutos. Em vez disso foi avaliado com 8.39 e pareceu, durante noventa minutos, exatamente o jogador de que toda a gente se lembra.
O valor aprovado não chegava. A direção foi consultada de novo e subiu a sua própria proposta para $1.6M — um clube que quer Mahan Beheshti ao ponto de perguntar duas vezes.
Hamed Lak e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Não é uma fase — é um salto a sério, mantido durante meses. Aos 16 anos faz a este nível coisas que não fazia no início da época, e a equipa técnica dir-lhe-á exatamente quais.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Mehdi Torabi. 2‑1 sobre o Siah Jamegan, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
Não é uma fase — é um salto a sério, mantido durante meses. Aos 23 anos faz a este nível coisas que não fazia no início da época, e a equipa técnica dir-lhe-á exatamente quais.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Foolad coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel21/08/2028
Mehdi Torabi melhorou aos 33, o que ninguém esperava
As carreiras devem estagnar e depois cair, e quem ignora isso é sempre quem estava a ouvir no treino. 3 pontos, ao longo de meses, numa idade em que a direção costuma ser só uma.
Dribles concretizados: 19. Havia sempre um defesa à frente dele, e nunca houve um defesa à frente dele por muito tempo.
Plantel21/08/2028
Sina Asadbeigi desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Hoje não fomos suficientemente bons e não vou enfeitar isto.” Vahid Dejagah depois do 1‑2, no tom de quem sabe qual é a pergunta seguinte e não tenciona responder-lhe.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Hamed Lak treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Aos 33 devia estar a gerir os seus minutos. Em vez disso foi avaliado com 7.89 e pareceu, durante noventa minutos, exatamente o jogador de que toda a gente se lembra.
Mohammad Daneshgar esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
As carreiras devem estagnar e depois cair, e quem ignora isso é sempre quem estava a ouvir no treino. 3 pontos, ao longo de meses, numa idade em que a direção costuma ser só uma.
Ninguém confirmará isto e nada mais explica as escolhas do último mês. Um erro caro compra a um jogador um período de suplência que dura sempre mais do que o erro.
Em resumo
O bancoA vista do banco
Notas dos jogadoresMehdi Torabi encarou-os todo o jogo
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Abouazar Safarzadeh e o Foolad acertam mais 4 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Aos 34 a evolução devia ter acabado. Não acabou: 3 pontos acima da marca do início do ano, o que acontece aos jogadores que levam a sério as partes aborrecidas do ofício.
Direção07/08/2028
5 jogadores da formação recebem número de equipa principal no Foolad
A manhã em que o percurso deixa de ser um folheto e passa a ser uma ficha de jogo. A maioria não estará cá daqui a três anos; todos já fizeram a parte difícil, que era chegar a hoje.
Os clubes gastam fortunas à procura de jogadores e de vez em quando encontram um ao fundo do corredor. Majid Ebrahimi é isso, e a receção na sua primeira aparição será de outra natureza que a de qualquer reforço.
Uma lesão muscular afasta Sasan Ansari durante 16 dias
Ninguém faz um documentário sobre um isquiotibial e toda a gente nisto o teme. No Foolad vão ter cuidado com a data de regresso, porque a segunda é sempre pior do que a primeira.
Não é uma fase — é um salto a sério, mantido durante meses. Aos 23 anos faz a este nível coisas que não fazia no início da época, e a equipa técnica dir-lhe-á exatamente quais.
Hamed Lak e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Aos 25 a evolução devia ter acabado. Não acabou: 3 pontos acima da marca do início do ano, o que acontece aos jogadores que levam a sério as partes aborrecidas do ofício.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Mohammad Alinejad, e o treinador deixou.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Sina Asadbeigi. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
Aos 23 anos faz esta época coisas que não conseguia fazer na época passada, e fá-las todas as semanas. A forma vai e vem; isto já ficou tempo suficiente para se lhe chamar outra coisa.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Foolad coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel24/07/2028
Mehdi Torabi melhorou aos 33, o que ninguém esperava
As carreiras devem estagnar e depois cair, e quem ignora isso é sempre quem estava a ouvir no treino. 3 pontos, ao longo de meses, numa idade em que a direção costuma ser só uma.
Às direções dizem-lhes durante anos o que fazem mal e não ouvem nada nos dias em que acertam. Este é um desses dias: Mohammad Hossein Zavari do Esteghlal Khuzestan por $2.0M, e uma bilheteira a ter uma manhã excelente.
7 reforços numa só janela. Cada um pode ser uma melhoria e a equipa pode ainda assim ser pior durante uns tempos, que é a parte de uma reconstrução de que os veredictos nunca falam.
Nada por escrito e nada em público: uma palavra sobre minutos, dada cara a cara no Foolad. As fichas de jogo do próximo mês dirão se valia a pena tê-la.
Em resumo
O bancoAli Hassani pede uma conversa com o treinador
O Foolad e o Esteghlal Khuzestan acertaram em $2.0M. O resto pertence ao jogador e ao empresário, e um adepto que já viu uma destas sabe que ainda não é altura de comprar a camisola.
Aos 21 anos faz esta época coisas que não conseguia fazer na época passada, e fá-las todas as semanas. A forma vai e vem; isto já ficou tempo suficiente para se lhe chamar outra coisa.
Hamed Lak esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel17/07/2028
Mohammad Karimi desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Ouvi, pensei, e fico. É essa a história toda.” Os clubes tinham acordado uma verba. Arash Akbarzadeh não tinha acordado ir, e afinal era essa a parte que contava.
O aperto de mão com o Sepahan está dado; o do jogador ainda não. Seguem-se as condições pessoais, e é nas condições pessoais que morrem mais negócios do que alguém imprime.
A proposta do Sepahan por Ali Hassani foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
O Foolad ofereceu $230.0K; o Malavan disse que nem perto. Ao treinador dirão que o dinheiro continua lá para o jogador certo, que é o que se diz aos treinadores.
O interesse é real o suficiente para ter chegado aos jornais. O Foolad nada diz, o que em pleno mercado também é uma resposta.
Plantel10/07/2028
Sina Asadbeigi desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Foolad falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Hamed Lak e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Nenhum deles será visto por quem quer que seja fora do centro de treinos durante três anos, a maioria nunca jogará um jogo sénior, e um deles pode mudar o clube. É toda a proposta, e é por isso que as academias existem.
Onde jogava antes fala por ele quase todo o tempo no Foolad. O balneário respeita-o, os miúdos estudam-no, e a única coisa capaz de o furar é um mau mês.
Perguntou pelo seu futuro e recebeu uma resposta com minutos lá dentro. O treinador fez uma promessa num edifício onde as promessas não se esquecem, e o relógio já começou a contar.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Sina Asadbeigi. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Foolad falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Foolad coisas que levam mais de uma semana a retirar.
$150.0K era o máximo que o clube pagaria, e o Persepolis pedia mais. Negócios destes ressuscitam na última semana do mercado mais ou menos metade das vezes, e todos os envolvidos o sabem.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Mohammad Karimi estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Foolad sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Foolad vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Gostaresh Foulad fica com o seu homem, e o Foolad volta a uma lista com um nome riscado.
Hamed Lak esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
$71.0K era o máximo que o clube pagaria, e o Esteghlal pedia mais. Negócios destes ressuscitam na última semana do mercado mais ou menos metade das vezes, e todos os envolvidos o sabem.
Vouria Ebrahimi era o nome em todos os programas de rádio, e o clube foi buscá-lo por $1.4M. Durante uma semana a direção não faz nada de errado, e é uma semana que a maioria das direções nunca tem.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Mohammad Karimi estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Foolad vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
O Foolad e o Saipa acertaram em $1.4M. O resto pertence ao jogador e ao empresário, e um adepto que já viu uma destas sabe que ainda não é altura de comprar a camisola.
A proposta do Sepahan por Ali Hassani foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
A perseguição a Marko Johansson terminou com $1.6M a mudar de mãos e o Tractor sem razões para dizer que não. Os adeptos julgarão o valor da única maneira que conta: aos sábados.
$1.3M era o máximo que o clube pagaria, e o Malavan pedia mais. Negócios destes ressuscitam na última semana do mercado mais ou menos metade das vezes, e todos os envolvidos o sabem.
Saeid Saharkhizan era o nome em todos os programas de rádio, e o clube foi buscá-lo por $6.2M. Durante uma semana a direção não faz nada de errado, e é uma semana que a maioria das direções nunca tem.
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Foolad vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
O Tractor aceitou o dinheiro. O que o Foolad ainda não tem é o homem, e entre aqui e a fotografia há uma conversa sobre salários que os dois lados temem.
O Foolad foi ao Esteghlal com uma proposta, e os adeptos foram à internet com uma opinião sobre ela. Se alguma das duas muda alguma coisa, decide o clube vendedor.
Há futebolistas que fazem uma boa temporada e futebolistas por quem uma temporada é recordada; aos segundos leem-lhes o nome num salão no verão. No Foolad estarão discretamente encantados e, em privado, nervosos.
Mohammad Daneshgar e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
O único prémio que mais ninguém no relvado pode ganhar vai para Hamed Lak, com 18 balizas a zeros ao longo da época. Há guarda-redes que esperam uma carreira inteira por uma época assim.
Mais um nome na lista: o Gostaresh Foulad fez a pergunta que todo o futebol anda a fazer sobre Erfan Najjari. A resposta do Foolad não mudou — para já.
Em resumo
MercadoUm ano fora bem aproveitado por Ali Hassani
MercadoAli Hassani está livre para procurar outro sítio
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Foolad vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Ramin Rezaeian e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Perguntou pelo seu futuro e recebeu uma resposta com minutos lá dentro. O treinador fez uma promessa num edifício onde as promessas não se esquecem, e o relógio já começou a contar.
O homem mais afiado por lá a semana inteira, segundo todos os relatos. É a linha mais discreta desta página, e costuma sair na semana anterior ao início de uma série de jogos de alguém na equipa.
40 pontos no 11.º lugar: demasiados para descer, poucos para ir a algum lado. A descrição honesta de uma época assim é um encolher de ombros, e os adeptos já o deram.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 65 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Erfan Najjari será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Foolad as despedidas começaram em silêncio.
Hamed Lak esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Perguntou pelo seu futuro e recebeu uma resposta com minutos lá dentro. O treinador fez uma promessa num edifício onde as promessas não se esquecem, e o relógio já começou a contar.
“Continuamos a reunir-nos, e continuamos a sair da sala com os mesmos números com que entrámos.” Mais uma ronda de conversas no Foolad, mais uma semana sem a assinatura de Erfan Najjari.
«Não vim para aqui aquecer à frente das pessoas.» O contrato acaba um dia, sabe contar as semanas, e o Foolad terá de lhe dar um motivo para ficar ou uma saída.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Mohammad Mohammadi treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 72 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
«Agradeço os jogos, mas não me fiz futebolista para ser a peça sobresselente de alguém.» Quer estar em Foolad, e 6 jogos em 36 dizem que merece ser ouvido.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Abouazar Safarzadeh fez a conta e não gosta do resultado. Nada corrói um grupo mais depressa, e nenhum clube resolveu isto explicando a um futebolista a estrutura salarial.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 79 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Ramin Rezaeian e o Foolad acertam mais 2 anos.
Mohammad Daneshgar e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Nada por escrito e nada em público: uma palavra sobre minutos, dada cara a cara no Foolad. As fichas de jogo do próximo mês dirão se valia a pena tê-la.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Foolad falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Foolad coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Uma conversa no gabinete do treinador, e um compromisso que saiu dela. Promessas assim são baratas de fazer e caras de quebrar, e Sasan Ansari apontou a data.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Foolad, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Foolad falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Hamed Lak esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Foolad, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Nada por escrito e nada em público: uma palavra sobre minutos, dada cara a cara no Foolad. As fichas de jogo do próximo mês dirão se valia a pena tê-la.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Foolad ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
«Agradeço os jogos, mas não me fiz futebolista para ser a peça sobresselente de alguém.» Quer estar em Foolad, e 6 jogos em 32 dizem que merece ser ouvido.
Hamed Lak e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Perguntou pelo seu futuro e recebeu uma resposta com minutos lá dentro. O treinador fez uma promessa num edifício onde as promessas não se esquecem, e o relógio já começou a contar.
Ramin Rezaeian e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
5 contratações em três meses. Cada uma pode ser uma melhoria e a equipa pode ser pior durante um tempo na mesma, que é a parte de uma reconstrução que nunca aparece nos balanços de mercado.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Hamed Lak esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
«Disseram-mo com clareza, e prefiro assim.» O treinador de Foolad foi explícito quanto à situação de Hossein Kazeminia, o que é mais do que muitos recebem.
Nada por escrito e nada em público: uma palavra sobre minutos, dada cara a cara no Foolad. As fichas de jogo do próximo mês dirão se valia a pena tê-la.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Muhammadali Usmonov treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
O último jogo do campeonato está jogado e a tabela parou de mexer: 40 pontos. O verão começa na segunda-feira, e com ele a discussão sobre o que tudo isto quis dizer.
Mohammad Daneshgar e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Um médio mede-se por saber se a equipa funciona quando ele está em campo, algo quase impossível de ver e completamente óbvio em retrospetiva. 15 ações, 7.79, e um treinador que não o vai substituir tão cedo.
“Vejo todos os jogos do Foolad daqui. Isso diz tudo sobre onde está a minha cabeça.” O empréstimo no Naft Tehran segue o seu curso, mas o coração nunca fez a viagem.
O banco20/03/2028
O veredicto do treinador
“A culpa é minha. Sou eu que escolho a equipa e escolhi mal.” Os treinadores dizem isto quando o sentem e quando precisam que se veja que o dizem, e depois do 1‑2 Vahid Dejagah saiu da sala antes que alguém pudesse perguntar qual dos dois casos era.
Dribles concretizados: 14. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
Em resumo
O bancoO treinador faz uma promessa a Sasan Ansari
Dribles concretizados: 28. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
Hamed Lak e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
O banco13/03/2028
O veredicto do treinador
“Estou frustrado, sinceramente. Fizemos o suficiente para ganhar e não ganhámos.” Vahid Dejagah não o escondia depois do 0‑0, e no balneário do Foolad também ninguém o escondia.
Abouazar Safarzadeh fez a conta e não gosta do resultado. Nada corrói um grupo mais depressa, e nenhum clube resolveu isto explicando a um futebolista a estrutura salarial.
Thievy Bifouma ganha-o quando o apito já devia ter soado
Minuto 91. Thievy Bifouma encontrou a finalização num tempo que só existia por causa das paragens anteriores, e o Naft Tehran passou do ponto ao nada num só movimento.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Milad Sarlak e o Foolad acertam mais 2 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Foolad coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel06/03/2028
Milad Sarlak desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Thievy Bifouma. 1‑0 sobre o Naft Tehran, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
Hamed Lak esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel28/02/2028
Milad Sarlak desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Ninguém no Foolad sugere que esteja em má fase. O treinador quis simplesmente outras qualidades para noventa minutos concretos, e contra isso um jogador não pode treinar nada.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Mohammad Mohammadi será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Foolad as despedidas começaram em silêncio.
“Vejo todos os jogos do Foolad daqui. Isso diz tudo sobre onde está a minha cabeça.” O empréstimo no Naft Tehran segue o seu curso, mas o coração nunca fez a viagem.
Dribles concretizados: 15. Pelo minuto setenta aparece no rosto de um lateral um desespero muito próprio, e ali estava ele.
O banco21/02/2028
Neste momento há alguém melhor do que Sasan Ansari
A ficha de jogo di-lo em público todas as semanas até mudar. A única versão de ficar de fora que um futebolista não consegue contestar, e a que lhe custa mais.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Omid Alishah, e o treinador deixou.
A proposta do Siah Jamegan por Erfan Najjari foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Ramin Rezaeian esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Milad Sarlak estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Sepahan fica com o seu homem, e o Foolad volta a uma lista com um nome riscado.
Dribles concretizados: 17. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
“Vejo todos os jogos do Foolad daqui. Isso diz tudo sobre onde está a minha cabeça.” O empréstimo no Esteghlal Khuzestan segue o seu curso, mas o coração nunca fez a viagem.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Foolad perdeu-o em tudo menos nos papéis.
Direção07/02/2028
O Foolad fecha o mercado com um plantel feito por si
3 entradas e 3 saídas, e nenhuma mudança durante meses. O treinador tem o que tem, os adeptos têm a sua opinião sobre isso, e a tabela terá a última palavra.
Jogo05/02/2028
Não se vê o fim da espera do Foolad por uma vitória
Já são 4 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Foolad tem de arrancar um resultado de algum lado.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Foolad coisas que levam mais de uma semana a retirar.
4 jogos sem golo. Os avançados deixam de levantar a cabeça, os médios dão o toque a mais, e cada remate que passa por cima é seguido de um lamento que se acumula desde o último golo.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Milad Sarlak estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Zob Ahan fica com o seu homem, e o Foolad volta a uma lista com um nome riscado.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Foolad perdeu-o em tudo menos nos papéis.
Mohammad Daneshgar esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Foolad ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Milad Sarlak estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Hamed Lak, e o treinador deixou.
“Os adeptos têm todo o direito de estar zangados. Eu também estou. Vamos corrigir isto.” 0‑1, um treinador a dizer as coisas necessárias, e um balneário que ouviu outra versão delas.
Em resumo
Notas dos jogadoresThievy Bifouma passa por eles um de cada vez
Hamed Lak e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel17/01/2028
Milad Sarlak desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«Agradeço os jogos, mas não me fiz futebolista para ser a peça sobresselente de alguém.» Quer estar em Foolad, e 5 jogos em 19 dizem que merece ser ouvido.
Outro tem estado melhor, o treinador disse-o com uma ficha de jogo, e não há discussão possível. Vai recuperar a camisola da única maneira que ela se recupera.
Verba acordada, salário acordado, e o Rah Ahan à espera com uma camisola. No Foolad ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Foolad podem fingir não ter ouvido.
Notas dos jogadores10/01/2028
Mehdi Torabi, 33 anos, faz recuar o relógio — 7.92
Há uma idade a partir da qual toda a boa tarde é descrita como uma recordação do passado, o que é injusto e também exato. 7.92 aos 33, e ninguém no campo esteve melhor.
Já são 7 jogos sem perder. Uns foram conquistados, outros sobrevividos, mas está a formar-se um hábito — e hábitos são a coisa mais difícil de defrontar no futebol.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Foolad coisas que levam mais de uma semana a retirar.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Zob Ahan fica com o seu homem, e o Foolad volta a uma lista com um nome riscado.
“Vejo todos os jogos do Foolad daqui. Isso diz tudo sobre onde está a minha cabeça.” O empréstimo no Esteghlal Khuzestan segue o seu curso, mas o coração nunca fez a viagem.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Abouazar Safarzadeh. 2‑0 sobre o Gostaresh Foulad, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Foolad, e não vai ser retirado.
Um prémio individual é coisa estranha num desporto de equipa, e os melhores não se discutem. Teve o tipo de ano que acaba com o seu nome lido em voz alta, e o Foolad beneficiou disso.
Há uma idade a partir da qual toda a boa tarde é descrita como uma recordação do passado, o que é injusto e também exato. 7.94 aos 36, e ninguém no campo esteve melhor.
Ramin Rezaeian e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
A série sem derrotas chega aos 6 jogos. Uns foram vitórias e outros fugas, mas uma equipa que se recusa a perder é uma equipa de que os outros balneários falam.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Abolfazl Razzaghpour estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Ramin Rezaeian esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Matheus Costa, e o treinador deixou.
Dribles concretizados: 14. Cada vez que recebia, alguém tinha de decidir, e todas as vezes a decisão foi a errada.
O banco27/12/2027
O veredicto do treinador
“Estou frustrado, sinceramente. Fizemos o suficiente para ganhar e não ganhámos.” Vahid Dejagah não o escondia depois do 0‑0, e no balneário do Foolad também ninguém o escondia.
Ninguém no Foolad sugere que esteja em má fase. O treinador quis simplesmente outras qualidades para noventa minutos concretos, e contra isso um jogador não pode treinar nada.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Foolad, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Noventa minutos de muito pouco e depois tudo de uma vez. O golo chegou aos 85, e o Rah Ahan passou o resto do jogo a reclamar com o árbitro em vez de perseguir a bola.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Abolfazl Razzaghpour está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Aos 23 anos é cantado por pessoas com o dobro da idade, um carinho que um reforço demora anos a merecer e que um miúdo da casa recebe por aparecer. É também a coisa mais difícil de corresponder no futebol.
A carreira de um guarda-redes conta-se pelos jogos em que ninguém lhe marcou, e Hamed Lak tem agora 25 deles em 431 partidas. Nada naquele número foi sorte.
Mohammad Daneshgar esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Pejman Gholizadeh, e o treinador deixou.
«Prefiro dizer-lho na cara do que ler no jornal.» A reunião foi pedida pelo jogador, e isso diz quase tudo.
O banco13/12/2027
A vista do banco
“Não perdemos. Há semanas em que é só isso que se consegue, e prefiro ter o ponto a não o ter.” Vahid Dejagah escolheu a versão do copo meio cheio do 0‑0; os adeptos saíram com a outra.
Segue-se o Rah Ahan, e há um homem no balneário do Foolad que conhece o centro de treinos deles melhor do que o seu. A receção vai dizer-lhe o que pensavam dele.
Mehdi Torabi, 33 anos, faz recuar o relógio — 8.35
Há uma idade a partir da qual toda a boa tarde é descrita como uma recordação do passado, o que é injusto e também exato. 8.35 aos 33, e ninguém no campo esteve melhor.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Foolad coisas que levam mais de uma semana a retirar.
«Não fui para ficar a ver. Quero voltar ao Foolad e lutar pelo meu lugar.» 1 jogos em 25 no Esteghlal Khuzestan dizem o resto.
O banco06/12/2027
A vista do banco
“Controlámos o jogo. Houve períodos de que não gostei e vamos vê-los, mas o grupo mostrou-me alguma coisa.” Vahid Dejagah, sobre uma vitória por 1‑0 que já ia a desmontar a caminho da sala de imprensa.
Mohammad Reza Soleimani e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Abolfazl Razzaghpour estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Outro tem estado melhor, o treinador disse-o com uma ficha de jogo, e não há discussão possível. Vai recuperar a camisola da única maneira que ela se recupera.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
“Não é o fim do mundo e não chega. As duas coisas são verdade.” O treinador, depois de um empate por 0‑0, disse a coisa honesta e foi dizê-la outra vez lá dentro.
Todos os plantéis têm um jogo destes para alguém, todas as épocas. Este é o de Mehdi Torabi: o clube que o conheceu primeiro, os adeptos que vão decidir no primeiro minuto se aplaudem, e o Foolad a precisar que ele jogue como se nada disso importasse.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«Agradeço os jogos, mas não me fiz futebolista para ser a peça sobresselente de alguém.» Quer estar em Foolad, e 2 jogos em 11 dizem que merece ser ouvido.
O banco22/11/2027
A vista do banco
“Vamos analisar, vamos aprender com isto, e vamos outra vez.” As três frases que todos os treinadores guardam para uma derrota por 1‑2, ditas por Vahid Dejagah a uma sala que já as tinha ouvido.
Uma conversa no gabinete do treinador, e um compromisso que saiu dela. Promessas assim são baratas de fazer e caras de quebrar, e Sasan Ansari apontou a data.
Ramin Rezaeian e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
“Vejo todos os jogos do Foolad daqui. Isso diz tudo sobre onde está a minha cabeça.” O empréstimo no Saba segue o seu curso, mas o coração nunca fez a viagem.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Segue-se o Naft Tehran, e há um homem no balneário do Foolad que conhece o centro de treinos deles melhor do que o seu. A receção vai dizer-lhe o que pensavam dele.
Um ano depois, a cidade não se abriu, a língua não chegou, e o almoço come-se sozinho mais vezes do que alguém no Foolad admitiria. Nota-se aos sábados.
Perguntou pelo seu futuro e recebeu uma resposta com minutos lá dentro. O treinador fez uma promessa num edifício onde as promessas não se esquecem, e o relógio já começou a contar.
A próxima visita é de uma equipa no 12.º lugar. O resultado não fará a época de ninguém e pode, em silêncio, estragar a forma de uma, e é por isso que o treinador vê vídeo desde domingo.
Ramin Rezaeian e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Abolfazl Razzaghpour está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Aqui não há queixa possível e todos os envolvidos sabem, o que não encurta o caminho até ao banco. A forma é a única moeda do futebol sobre a qual não se pode pedir emprestado.
Foi preciso Mehdi Torabi marcar para trazer alguma coisa para casa: 1‑1 com o Esteghlal Khuzestan, e metade do balneário vai chamar-lhe um ponto ganho.
Hamed Lak e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Abolfazl Razzaghpour está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Vejo todos os jogos do Foolad daqui. Isso diz tudo sobre onde está a minha cabeça.” O empréstimo no Rah Ahan segue o seu curso, mas o coração nunca fez a viagem.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
0‑1 para o Padideh, e nenhuma queixa que valha a pena imprimir. A exibição não pediu mais do que aquilo que recebeu.
O banco01/11/2027
O veredicto do treinador
“A culpa é minha. Sou eu que escolho a equipa e escolhi mal.” Os treinadores dizem isto quando o sentem e quando precisam que se veja que o dizem, e depois do 0‑1 Vahid Dejagah saiu da sala antes que alguém pudesse perguntar qual dos dois casos era.
Outro tem estado melhor, o treinador disse-o com uma ficha de jogo, e não há discussão possível. Vai recuperar a camisola da única maneira que ela se recupera.
Mohammad Daneshgar e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Milad Sarlak estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
«Agradeço os jogos, mas não me fiz futebolista para ser a peça sobresselente de alguém.» Quer estar em Foolad, e 2 jogos em 7 dizem que merece ser ouvido.
Uma nota de 7.50, e ninguém no estádio a contestaria. Esteve em tudo o que importava e em quase tudo o que não.
O banco25/10/2027
Neste momento há alguém melhor do que Sasan Ansari
A ficha de jogo di-lo em público todas as semanas até mudar. A única versão de ficar de fora que um futebolista não consegue contestar, e a que lhe custa mais.
Os clubes prometem constantemente e o jornal costuma só saber quando falham. Esta foi cumprida, e o balneário notou-o mais depressa do que qualquer adepto.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Alireza Amirkhani, e o treinador deixou.
Hamed Lak esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Abolfazl Razzaghpour está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Aos 21 anos é cantado por pessoas com o dobro da idade, um carinho que um reforço demora anos a merecer e que um miúdo da casa recebe por aparecer. É também a coisa mais difícil de corresponder no futebol.
«Agradeço os jogos, mas não me fiz futebolista para ser a peça sobresselente de alguém.» Quer estar em Foolad, e 5 jogos em 17 dizem que merece ser ouvido.
A única versão de ficar de fora contra a qual um jogador não pode argumentar, e a que pior aceita. Outro tem estado melhor e a ficha de jogo di-lo, em público, todas as semanas até mudar.
“O mérito é dos jogadores. Hoje o meu trabalho foi fácil.” Não foi, e toda a gente na sala o sabia; depois do 2‑0, Vahid Dejagah podia dar-se ao luxo de ser generoso.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Foolad coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Abolfazl Razzaghpour está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Agradeço os jogos, mas não me fiz futebolista para ser a peça sobresselente de alguém.» Quer estar em Foolad, e 1 jogos em 17 dizem que merece ser ouvido.
«Disseram-mo com clareza, e prefiro assim.» O treinador de Foolad foi explícito quanto à situação de Alireza Amirkhani, o que é mais do que muitos recebem.
Segue-se o Saba, e há um homem no balneário do Foolad que conhece o centro de treinos deles melhor do que o seu. A receção vai dizer-lhe o que pensavam dele.
Abouazar Safarzadeh fez a conta e não gosta do resultado. Nada corrói um grupo mais depressa, e nenhum clube resolveu isto explicando a um futebolista a estrutura salarial.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Mohammad Alinejad treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Ramin Rezaeian e o Foolad acertam mais 2 anos.
Hamed Lak e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Dribles concretizados: 19. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
Os clubes prometem constantemente e o jornal costuma só saber quando falham. Esta foi cumprida, e o balneário notou-o mais depressa do que qualquer adepto.
1‑1, e os dois balneários vão falar de dois pontos perdidos. Um empate que fez muitas perguntas e não respondeu a nenhuma.
O banco04/10/2027
A vista do banco
“Não perdemos. Há semanas em que é só isso que se consegue, e prefiro ter o ponto a não o ter.” Vahid Dejagah escolheu a versão do copo meio cheio do 1‑1; os adeptos saíram com a outra.
Quando isto acontece nada se anuncia, e toda a gente sabe. É uma parte maior do plano do Foolad do que era há um mês, e o centro de treinos percebeu-o antes de a ficha de jogo o dizer.
Hamed Lak fez a conta e não gosta do resultado. Nada corrói um grupo mais depressa, e nenhum clube resolveu isto explicando a um futebolista a estrutura salarial.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Foolad coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Abolfazl Razzaghpour está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Dribles concretizados: 20. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
A perder, e batido em qualquer leitura honesta, até ao minuto 88. O Sepahan tinha os pontos no bolso e um canto do estádio ainda acreditava, que é geralmente quando acontece.
Acabou 1‑1, e de certa forma sempre pareceu que ia acabar assim. Uma daquelas tardes em que a tabela mexe menos do que os nervos.
O banco27/09/2027
O veredicto do treinador
“Estou frustrado, sinceramente. Fizemos o suficiente para ganhar e não ganhámos.” Vahid Dejagah não o escondia depois do 1‑1, e no balneário do Foolad também ninguém o escondia.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Saleh Hardani treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
O bancoO treinador faz uma promessa a Sasan Ansari
Notas dos jogadoresSasan Ansari muda tudo do banco
60Edição
O Correio de Foolad
20/09/2027
Do nosso correspondente de futebolEstável
Plantel20/09/2027
19 dias de fora para Ghasem Latifi depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Foolad vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Hamed Lak esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Abolfazl Razzaghpour estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Plantel20/09/2027
Erfan Najjari melhorou aos 24, o que ninguém esperava
As carreiras devem estagnar e depois cair, e quem ignora isso é sempre quem estava a ouvir no treino. 3 pontos, ao longo de meses, numa idade em que a direção costuma ser só uma.
O Foolad fez saber ao mercado que Abolfazl Razzaghpour está disponível. O anúncio não traz preço, mas toda a gente do ramo sabe mais ou menos o que lá diz.
O banco20/09/2027
O veredicto do treinador
“Estou frustrado, sinceramente. Fizemos o suficiente para ganhar e não ganhámos.” Vahid Dejagah não o escondia depois do 0‑0, e no balneário do Foolad também ninguém o escondia.
Noventa minutos, zero golos, e a discussão começou antes de o parque de estacionamento esvaziar: um ponto somado ou dois deitados fora contra o Esteghlal? Na quinta-feira ainda vai haver quem discuta.
O Malavan fechou tudo por 0‑1. A época reduz-se ao campeonato, e no estádio já se sabia muito antes do apito final.
Plantel13/09/2027
26 dias de fora para Ghasem Latifi depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Foolad vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Foolad coisas que levam mais de uma semana a retirar.
«Agradeço os jogos, mas não me fiz futebolista para ser a peça sobresselente de alguém.» Quer estar em Foolad, e 1 jogos em 13 dizem que merece ser ouvido.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Mohammad Daneshgar, e o treinador deixou.
Um 1‑0 sobre o Gostaresh Foulad, conquistado e não oferecido, e o tipo de tarde que manda toda a gente para casa a falar da próxima semana em vez desta.
33 dias de fora para Ghasem Latifi depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Foolad vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
200 jogos ao longo de 14 épocas e uma só camisola. Já ninguém constrói uma carreira assim de propósito; acontece a certo tipo de jogador em certo tipo de clube.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Foolad, e não vai ser retirado.
O prazo passou e o plantel é o plantel. Chegaram 14, saíram 19, e tudo o resto que se imprimiu sobre este clube no último mês foi um rumor que ficou rumor.
Mohammad Daneshgar e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Abolfazl Razzaghpour está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Uma conversa no gabinete do treinador, e um compromisso que saiu dela. Promessas assim são baratas de fazer e caras de quebrar, e Sasan Ansari apontou a data.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Foolad, e não vai ser retirado.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Foolad falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Vai para o Zob Ahan, o clube tem $1.9M que não tinha na sexta-feira, e os programas de rádio já decidiram como se sentem quanto a isso. Vender bem e vender alguém que amavam não são a mesma competência.
A perseguição a Pejman Gholizadeh terminou com $870.0K a mudar de mãos e o Siah Jamegan sem razões para dizer que não. Os adeptos julgarão o valor da única maneira que conta: aos sábados.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Foolad falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Exames médicos, uma assinatura, uma camisola levantada à frente de um painel de patrocinadores. O Foolad fez a parte difícil com o Persepolis, e a parte que falta é a única que os adeptos veem.
A camisola ainda lhe serve. Mohammad Alinejad está de volta ao Foolad, e metade do estádio ainda o lembra com estas cores. Há contratações que é preciso vender à cidade; esta vendeu-se sozinha.
Mohammad Reza Soleimani esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
“Vejo todos os jogos do Foolad daqui. Isso diz tudo sobre onde está a minha cabeça.” O empréstimo no Saba segue o seu curso, mas o coração nunca fez a viagem.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Foolad falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Há uma idade a partir da qual toda a boa tarde é descrita como uma recordação do passado, o que é injusto e também exato. 9.41 aos 35, e ninguém no campo esteve melhor.
O aperto de mão com o Malavan está dado; o do jogador ainda não. Seguem-se as condições pessoais, e é nas condições pessoais que morrem mais negócios do que alguém imprime.
9 jogos sem vencer é o tipo de série que muda a forma como uma cidade fala do seu clube, e o Rah Ahan foi a tarde em que parou. Um resultado não resolve nada, e um resultado faz tudo parecer diferente.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Foolad coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Já são 9 jogos sem vencer, e o estádio ganhou aquele silêncio especial de quem espera o pior. Um 1-0 feio curava quase tudo; é isso que enlouquece.
Plantel09/08/2027
65 dias de fora para Ghasem Latifi depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Foolad vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Hamed Lak e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
O Foolad ofereceu $57.0K; o Malavan disse que nem perto. Ao treinador dirão que o dinheiro continua lá para o jogador certo, que é o que se diz aos treinadores.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Persepolis fica com o seu homem, e o Foolad volta a uma lista com um nome riscado.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Mehdi Khezri e o Foolad acertam mais 4 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.