Já são 4 vitórias seguidas, e a pergunta deixou de ser se a série acaba para passar a ser quem a acaba. Confiança assim não se compra; ganha-se exatamente desta maneira.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Vincenzo Grifo e o SC Freiburg acertam mais 2 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Uma média de 7.12 numa equipa principal para a qual lhe sobram vários anos de juventude. SC Freiburg têm alguma coisa, e a esta altura o escalão inteiro já reparou.
A dinâmica não se compra e perde-se depressa; neste momento o SC Freiburg tem 3 vitórias seguidas dela.
Emprestados01/05/2028
Os golos continuam a chegar do exílio de Yuito Suzuki
17 golos em 32 jogos no Dynamo Dresden — números que viajam para casa mais depressa do que ele. No SC Freiburg alguém atualiza uma folha de cálculo todas as segundas, e cada semana lê-se melhor.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
200 jogos com esta camisola, através de treinadores, descidas e tudo o resto. Uma entrega assim está a desaparecer do futebol, e a bancada sabe o que está a ver.
Disseram uma coisa a Saïd El Mala e depois aconteceu. Neste meio, isso passa por notável, e o balneário reparou mais depressa do que qualquer adepto podia.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do SC Freiburg, e não vai ser retirado.
Há golos que ganham jogos e golos que os tiram a alguém. Vincenzo Grifo marcou ao minuto 85, o RB Leipzig já pensava na viagem de regresso, e o SC Freiburg levou tudo.
O mais difícil de ter 21 anos numa equipa principal é que ninguém perdoa nada. Saïd El Mala não precisou: 7.72, e parecia o homem mais à vontade no relvado.
Aos 35 devia estar a gerir os seus minutos. Em vez disso foi avaliado com 7.98 e pareceu, durante noventa minutos, exatamente o jogador de que toda a gente se lembra.
200 jogos com esta camisola, através de treinadores, descidas e tudo o resto. Uma entrega assim está a desaparecer do futebol, e a bancada sabe o que está a ver.
Colete de aquecimento, noventa minutos a ver, e um aperto de mão no fim que não enganou ninguém. Os jogos grandes dizem em quem o treinador confia; este disse-o a Lucas Höler.
Outro tem estado melhor, o treinador disse-o com uma ficha de jogo, e não há discussão possível. Vai recuperar a camisola da única maneira que ela se recupera.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Maximilian Eggestein produziu-o, e o 8.50 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
Julian Hettwer esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
O banco17/04/2028
O treinador ainda não acabou de esquecer o erro de Noah Atubolu
Em público está ultrapassado para toda a gente. Não está para quem faz a equipa, e o único sítio onde isso se vê é uma ficha de jogo. Vai ter outra oportunidade: vai tê-la num jogo que importe menos.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Disseram uma coisa a Berkay Yılmaz e depois aconteceu. Neste meio, isso passa por notável, e o balneário reparou mais depressa do que qualquer adepto podia.
Posição 3, 52 pontos, e o resultado que todos procuram primeiro agora é o deles. A palavra continua a não se dizer à volta do estádio — e é assim que se sabe que todos a pensam.
Uma média de 7.06 numa idade em que quase todos os da sua geração ainda jogam nos juniores. O SC Freiburg sabe o que tem, e a esta altura já toda a gente sabe.
A única versão de ficar de fora contra a qual um jogador não pode argumentar, e a que pior aceita. Outro tem estado melhor e a ficha de jogo di-lo, em público, todas as semanas até mudar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Julian Hettwer estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“Fiz tudo o que me pediram nos treinos e ao sábado não mudou nada.” A queixa mais conhecida do futebol, e uma a que o SC Freiburg terá de responder com minutos ou com uma transferência.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Vincenzo Grifo produziu-o, e o 8.23 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
Notas dos jogadores03/04/2028
Saïd El Mala, 21 anos, joga como se cá estivesse há anos — 8.57
Um 8.57 significa uma coisa ao lado do nome de um jogador de vinte e nove anos e algo completamente diferente ao lado do de um de 21. Ninguém no estádio precisou que lhe explicassem.
«Tenho ambições e gostava que o clube as partilhasse.» Ninguém pediu para sair nem foi mandado embora — mas um jogador escolhe essa frase com cuidado, e uma administração ouve-a exactamente como foi pensada.
Matthias Ginter esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Há um calor muito próprio que um estádio guarda para um jovem de 22 anos que sente como seu. Keisuke Goto tem-no agora, e tudo o que fizer no resto do tempo aqui será medido contra a boa vontade que lhe deram de graça.
Segue-se o Bayern Munich, e as duas equipas para que a divisão olha encontram-se. A quem ganhar dirão que nada está decidido no mesmo fôlego em que lhe dão os parabéns.
Florent Muslija e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Maximilian Eggestein. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Christian Günter treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Uma conversa no gabinete do treinador, e um compromisso que saiu dela. Promessas assim são baratas de fazer e caras de quebrar, e Yannik Engelhardt apontou a data.
Os números não ficam secretos num balneário. Não está a pedir mais do que vale; está a perguntar porque é que alguém ao lado dele vale mais, e o SC Freiburg não tem uma boa resposta.
Segue-se, fora, o Mainz 05, 18.º classificado. Os adeptos que vão falarão disso a semana inteira, e os que ficam vão espreitar o telemóvel perto do apito final.
O mais difícil de ter 21 anos numa equipa principal é que ninguém perdoa nada. Saïd El Mala não precisou: 8.49, e parecia o homem mais à vontade no relvado.
Aos 34 devia estar a gerir os seus minutos. Em vez disso foi avaliado com 8.30 e pareceu, durante noventa minutos, exatamente o jogador de que toda a gente se lembra.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
A primeira derrota em 5 jogos. O treinador dirá que tinha de chegar; o balneário dirá que não tinha de chegar contra o Bayer Leverkusen; os adeptos dirão as duas coisas, por essa ordem, a semana inteira.
Stefan Bajić esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Já são 4 vitórias seguidas, e a pergunta deixou de ser se a série acaba para passar a ser quem a acaba. Confiança assim não se compra; ganha-se exatamente desta maneira.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Yannik Engelhardt e o SC Freiburg acertam mais 4 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Uma média de 7.00 numa equipa principal para a qual lhe sobram vários anos de juventude. SC Freiburg têm alguma coisa, e a esta altura o escalão inteiro já reparou.
Segue-se o Bayer Leverkusen, e as duas equipas para que a divisão olha encontram-se. A quem ganhar dirão que nada está decidido no mesmo fôlego em que lhe dão os parabéns.
Disseram uma coisa a Saïd El Mala e depois aconteceu. Neste meio, isso passa por notável, e o balneário reparou mais depressa do que qualquer adepto podia.
O mais difícil de ter 21 anos numa equipa principal é que ninguém perdoa nada. Saïd El Mala não precisou: 8.38, e parecia o homem mais à vontade no relvado.
«Tenho ambições e gostava que o clube as partilhasse.» Ninguém pediu para sair nem foi mandado embora — mas um jogador escolhe essa frase com cuidado, e uma administração ouve-a exactamente como foi pensada.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Philipp Lienhart e o SC Freiburg acertam mais 3 anos.
Já são 3 vitórias seguidas, e a pergunta deixou de ser se a série acaba para passar a ser quem a acaba. Confiança assim não se compra; ganha-se exatamente desta maneira.
Noah Atubolu e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Não dá grande título e é a razão por que os jogadores acreditam na promessa seguinte. O SC Freiburg disse a Vincenzo Grifo que algo iria acontecer e aconteceu, o que nesta indústria já passa por notável.
A história da ambição ao contrário, e a que ninguém conta: um futebolista que quer um estádio mais pequeno, menos câmaras e uma bancada que não se vira. Não é fraqueza, e raramente é noticiada como outra coisa.
Em resumo
MercadoNoah Weißhaupt está livre para procurar outro sítio
4‑1. É por noites destas que os clubes passam décadas a tentar qualificar-se para esta competição, e elas chegam talvez duas vezes nesse período. Quem esteve no estádio vai descrevê-la mal durante anos.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Lucas Höler produziu-o, e o 8.69 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
Notas dos jogadores28/02/2028
Saïd El Mala, 21 anos, joga como se cá estivesse há anos — 8.07
Um 8.07 significa uma coisa ao lado do nome de um jogador de vinte e nove anos e algo completamente diferente ao lado do de um de 21. Ninguém no estádio precisou que lhe explicassem.
As bancadas28/02/2028
Os adeptos revoltam-se com a venda de Gonzalo Plata por $40.0M
Vai para o Brann, o clube tem $40.0M que não tinha na sexta-feira, e os programas de rádio já decidiram como se sentem quanto a isso. Vender bem e vender alguém que amavam não são a mesma competência.
7.97, 1 na ficha e a comédia muito própria de um jogador da linha defensiva a festejar como quem faz isto todas as semanas. Não faz, e é exatamente por isso que o estádio reagiu como reagiu.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Berkay Yılmaz e o SC Freiburg acertam mais 5 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Há tardes em que um guarda-redes é a defesa inteira. 7 defesas, várias do género que ninguém espera ver feitas, e dez jogadores de campo que lhe devem uma bebida.
Dribles concretizados: 22. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
Irakli Yegoian e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do SC Freiburg, e não vai ser retirado.
O relógio fez o que o Borussia Mönchengladbach não quis fazer, e acabou com aquilo. Os adeptos que seguiram a contagem decrescente vão passar o próximo mercado a fazê-lo outra vez.
Matthias Ginter e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
3 jogos, nenhum golo e um centro de treinos que já tentou tudo. Vai acabar — as secas acabam sempre — mas ninguém no SC Freiburg sabe dizer em que semana.
O SC Freiburg perguntou e o VfL Wolfsburg disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
O negócio com o Borussia Mönchengladbach está feito em todos os sentidos menos no que o põe em campo. Nesta fase nada corre mal, exceto nas vezes em que corre.
339 jogos ao longo de 10 épocas com uma só camisola. Carreiras assim já não se constroem de propósito, e o SC Freiburg sabe exatamente o que tem.
Direção07/02/2028
Fecha o mercado: 4 entradas, 8 saídas no SC Freiburg
O prazo passou e o plantel é o plantel. Chegaram 4, saíram 8, e tudo o resto que se imprimiu sobre este clube no último mês foi um rumor que ficou rumor.
Todas as séries acabam numa tarde que alguém tinha dado como rotina. Esta durou 10 jogos, o suficiente para uma cidade ter deixado de contar, e pouco o suficiente para se lembrar exatamente de quem a parou.
Florent Muslija e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
$5.5M em cima da mesa do Borussia Mönchengladbach. O treinador queria-o, a direção acertou um número, e as únicas vozes que faltam ouvir são as do outro clube.
Já são 10 jogos sem perder. Uns foram conquistados, outros sobrevividos, mas está a formar-se um hábito — e hábitos são a coisa mais difícil de defrontar no futebol.
13 jogos sem perder em casa. As equipas visitantes chegam já a falar do ambiente, o que costuma ser sinal de que perderam meio jogo antes do pontapé de saída.
Dribles concretizados: 21. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
A verba é $4.1M, o contrato está assinado, e a discussão sobre se ele vale o preço pode começar. O Köln negociou duro; o tempo dirá quem ganhou.
Notas dos jogadores24/01/2028
Saïd El Mala, 21 anos, joga como se cá estivesse há anos — 8.09
Um 8.09 significa uma coisa ao lado do nome de um jogador de vinte e nove anos e algo completamente diferente ao lado do de um de 21. Ninguém no estádio precisou que lhe explicassem.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Julian Hettwer esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Matthias Ginter está nela.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que SC Freiburg podem fingir não ter ouvido.
Há golos que ganham jogos e golos que os tiram a alguém. Saïd El Mala marcou ao minuto 89, o St. Pauli já pensava na viagem de regresso, e o SC Freiburg levou tudo.
O mais difícil de ter 21 anos numa equipa principal é que ninguém perdoa nada. Saïd El Mala não precisou: 8.13, e parecia o homem mais à vontade no relvado.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no SC Freiburg coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Há um calor muito próprio que um estádio guarda para um jovem de 21 anos que sente como seu. Saïd El Mala tem-no agora, e tudo o que fizer no resto do tempo aqui será medido contra a boa vontade que lhe deram de graça.
Dribles concretizados: 19. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
A proposta do Fiorentina por Gonzalo Plata foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do SC Freiburg, e não vai ser retirado.
Jogo08/01/2028
O SC Freiburg torna a sua casa um sítio difícil de visitar
12 sem derrota no seu relvado. O campo não mudou; a bancada sim — mais barulhenta mais cedo e mais rápida a perceber quando o adversário preferia estar noutro lado.
O valor aprovado não chegava. A direção foi consultada de novo e subiu a sua própria proposta para $4.3M — um clube que quer Aster Vranckx ao ponto de perguntar duas vezes.
Já são 7 jogos sem perder. Uns foram conquistados, outros sobrevividos, mas está a formar-se um hábito — e hábitos são a coisa mais difícil de defrontar no futebol.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Adam Daghim estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Em resumo
Alvos de mercadoPorta fechada: Pablo Barrios fica onde está
O TSG Hoffenheim está fora e o SC Freiburg segue em frente, com um 4‑0 como palavra final. O quadro abre-se um pouco, e toda a gente se permite espreitá-lo.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que SC Freiburg podem fingir não ter ouvido.
«Quero ganhar coisas e gostava de o fazer aqui.» Não se exigiu nada nem se ameaçou nada, mas uma direção como a de SC Freiburg ouve uma frase destas exatamente como foi construída.
11 jogos sem perder em casa. As equipas visitantes chegam já a falar do ambiente, o que costuma ser sinal de que perderam meio jogo antes do pontapé de saída.
A série sem derrotas chega aos 6 jogos. Uns foram vitórias e outros fugas, mas uma equipa que se recusa a perder é uma equipa de que os outros balneários falam.
Em resumo
JogoAo fim de 5 jogos, o SC Freiburg volta a perder
Emprestados13 golos por empréstimo para Yuito Suzuki
Notas dos jogadoresO jogo passou por Irakli Yegoian — 6.87
O painel já tinha subido, os protestos já tinham começado, e então a bola entrou ao minuto 91. O Union Berlin vai rever cada segundo do tempo extra durante uma semana.
Posição 3, 28 pontos, e o resultado que todos procuram primeiro agora é o deles. A palavra continua a não se dizer à volta do estádio — e é assim que se sabe que todos a pensam.
Já são 4 vitórias seguidas, e a pergunta deixou de ser se a série acaba para passar a ser quem a acaba. Confiança assim não se compra; ganha-se exatamente desta maneira.
A versão geral desta queixa é que um jogador quer mais. A versão concreta dá-lhe nome: quer entrar sob os holofotes contra clubes de outros países, e deixou de fingir o contrário.
Matthias Ginter e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
10 jogos sem perder em casa. As equipas visitantes chegam já a falar do ambiente, o que costuma ser sinal de que perderam meio jogo antes do pontapé de saída.
Plantel27/12/2027
Adam Daghim desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
A dinâmica não se compra e perde-se depressa; neste momento o SC Freiburg tem 3 vitórias seguidas dela.
Plantel20/12/2027
Adam Daghim desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no SC Freiburg coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Vincenzo Grifo. 1‑0 sobre o RB Leipzig, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
14 jogos longe de casa e 11 golos de colheita. Cada um deles torna a conversa do próximo verão um pouco mais cara.
O banco20/12/2027
Matthias Ginter tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no SC Freiburg dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
O banco20/12/2027
A vista do banco
“Controlámos o jogo. Houve períodos de que não gostei e vamos vê-los, mas o grupo mostrou-me alguma coisa.” Thomas Friedrich, sobre uma vitória por 1‑0 que já ia a desmontar a caminho da sala de imprensa.
3‑0 frente ao Lausanne-Sport, numa noite que vai ser revista neste clube durante uma geração. As reputações europeias fazem-se em noites soltas, e esta foi a noite.
Noventa minutos de muito pouco e depois tudo de uma vez. O golo chegou aos 87, e o Borussia Mönchengladbach passou o resto do jogo a reclamar com o árbitro em vez de perseguir a bola.
9 jogos sem perder em casa. As equipas visitantes chegam já a falar do ambiente, o que costuma ser sinal de que perderam meio jogo antes do pontapé de saída.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Mio Backhaus, e o treinador deixou.
Soube como os outros, uma hora antes, por uma folha colada na parede. Ninguém em SC Freiburg fingiu que fosse outra coisa que não uma decisão sobre ele.
Defender era opcional e ninguém exerceu a opção. 6 golos entre o SC Freiburg e o Bayern Munich, e nem um dos que pagaram bilhete vai pedir o dinheiro de volta.
Derrota por 2‑4, e justa. O treinador foi curto nas palavras no final, o que provavelmente foi sensato.
Plantel06/12/2027
Palavras no treino do SC Freiburg sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Adam Daghim está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Maximilian Eggestein, e o treinador deixou.
Há um calor muito próprio que um estádio guarda para um jovem de 22 anos que sente como seu. Adam Daghim tem-no agora, e tudo o que fizer no resto do tempo aqui será medido contra a boa vontade que lhe deram de graça.
200 jogos com esta camisola, através de treinadores, descidas e tudo o resto. Uma entrega assim está a desaparecer do futebol, e a bancada sabe o que está a ver.
Faltavam 88 minutos e o Mainz 05 tinha o ponto praticamente guardado. O futebol raramente lê o ambiente, e o SC Freiburg não parou para dar explicações.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Vincenzo Grifo produziu-o, e o 8.19 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no SC Freiburg coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Vincenzo Grifo. 3‑2 sobre o Mainz 05, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Plantel29/11/2027
Adam Daghim desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Os jogos da taça esperam que alguém os agarre, e Eren Dinkçi agarrou este contra o St. Pauli. 2‑0 no fim, e no sorteio da próxima ronda está o nome do SC Freiburg.
Há uma idade a partir da qual toda a boa tarde é descrita como uma recordação do passado, o que é injusto e também exato. 7.96 aos 34, e ninguém no campo esteve melhor.
Há um calor muito próprio que um estádio guarda para um jovem de 22 anos que sente como seu. Keisuke Goto tem-no agora, e tudo o que fizer no resto do tempo aqui será medido contra a boa vontade que lhe deram de graça.
Um 2‑0 sobre o Bayer Leverkusen, conquistado e não oferecido, e o tipo de tarde que manda toda a gente para casa a falar da próxima semana em vez desta.
Não é uma queixa nem uma exigência: quer jogar futebol europeu, e deixou de o esconder. Se o SC Freiburg lho pode dar é uma pergunta sobre o clube, não sobre ele.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Adam Daghim estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
«Disseram-mo com clareza, e prefiro assim.» O treinador de SC Freiburg foi explícito quanto à situação de Philipp Treu, o que é mais do que muitos recebem.
«Há manhãs em que acordas e tudo o que conheces continua longíssimo.» Não é o futebol e nunca foi: o SC Freiburg lida com um homem que quer outro país.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Maximilian Eggestein. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
Treina a sério, diz o que há a dizer e volta para um apartamento vazio. No SC Freiburg ninguém fez nada de mal, e é justamente isso que torna tudo tão difícil de resolver.
0‑0 frente ao Benfica, sob os holofotes, contra gente que não fala a mesma língua que a bancada. É nestas noites que um clube mede a sua década, e nunca são tantas quantas se espera.
Um defesa no marcador, coisa rara o suficiente para que toda a gente no estádio se lembre de quem marcou o canto. 1 para ele e uma nota de 7.95 para o resto.
Matthias Ginter esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
A versão geral desta queixa é que um jogador quer mais. A versão concreta dá-lhe nome: quer entrar sob os holofotes contra clubes de outros países, e deixou de fingir o contrário.
Há um calor muito próprio que um estádio guarda para um jovem de 22 anos que sente como seu. Adam Daghim tem-no agora, e tudo o que fizer no resto do tempo aqui será medido contra a boa vontade que lhe deram de graça.
Palavras no treino do SC Freiburg sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Adam Daghim está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Plantel08/11/2027
6 jogadores do SC Freiburg ao serviço das seleções
O centro de treinos fica sossegado durante quinze dias. 6 homens partiram para serem jogadores de outros, e o treinador fica com os que ninguém chamou.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Derry Scherhant, e o treinador deixou.
É a ambição mais legítima do desporto e a mais difícil de satisfazer para a maioria dos clubes. Gonzalo Plata quer futebol continental; se o SC Freiburg o consegue oferecer é uma pergunta sobre as próximas duas épocas, não sobre ele.
Matthias Ginter e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Notas dos jogadores01/11/2027
Niklas Beste jogou uma tarde diferente da de toda a gente
8.13. Há exibições que um adepto descreve a quem não esteve lá e não consegue transmitir; esta foi uma, e o número também não ajuda.
Os clubes prometem constantemente e o jornal costuma só saber quando falham. Esta foi cumprida, e o balneário notou-o mais depressa do que qualquer adepto.
O banco01/11/2027
Vincenzo Grifo tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no SC Freiburg dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
A despromoção que um clube nunca anuncia e um balneário nota sempre. Eren Dinkçi está mais longe da equipa do que estava, e a razão só lhe será dada quando perguntar.
Outro tem estado melhor, o treinador disse-o com uma ficha de jogo, e não há discussão possível. Vai recuperar a camisola da única maneira que ela se recupera.
“Um ponto é um ponto e fico com ele, mas devíamos ter levado os três.” Thomas Friedrich depois do empate por 1‑1, e a frase que todos os treinadores do país disseram a certa altura deste fim de semana.
Em resumo
MercadoA história de Gonzalo Plata recusa-se a morrer
2‑0 frente ao Benfica, sob os holofotes, contra gente que não fala a mesma língua que a bancada. É nestas noites que um clube mede a sua década, e nunca são tantas quantas se espera.
Aos 34 devia estar a gerir os seus minutos. Em vez disso foi avaliado com 8.05 e pareceu, durante noventa minutos, exatamente o jogador de que toda a gente se lembra.
O Hertha BSC levou os pontos após um 0‑1 que será difícil de explicar nas bancadas.
Plantel25/10/2027
Adam Daghim desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Soube como os outros, uma hora antes, por uma folha colada na parede. Ninguém em SC Freiburg fingiu que fosse outra coisa que não uma decisão sobre ele.
Os clubes prometem constantemente e o jornal costuma só saber quando falham. Esta foi cumprida, e o balneário notou-o mais depressa do que qualquer adepto.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Philipp Lienhart. 2‑0 sobre o TSG Hoffenheim, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
Plantel18/10/2027
Palavras no treino do SC Freiburg sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Adam Daghim está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Thomas Wolf esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
O banco18/10/2027
O veredicto do treinador
“Não me vou entusiasmar, e também não os deixo entusiasmar a eles. Foi um bom dia. Virão outros mais difíceis.” Thomas Friedrich foi breve depois da vitória por 2‑0, que é o que os treinadores fazem quando estão contentes.
Noah Atubolu e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
«Tenho ambições e gostava que o clube as partilhasse.» Ninguém pediu para sair nem foi mandado embora — mas um jogador escolhe essa frase com cuidado, e uma administração ouve-a exactamente como foi pensada.
«Agradeço os jogos, mas não me fiz futebolista para ser a peça sobresselente de alguém.» Quer estar em SC Freiburg, e 5 jogos em 17 dizem que merece ser ouvido.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
O banco11/10/2027
O treinador ainda não acabou de esquecer o erro de Yannik Engelhardt
Em público está ultrapassado para toda a gente. Não está para quem faz a equipa, e o único sítio onde isso se vê é uma ficha de jogo. Vai ter outra oportunidade: vai tê-la num jogo que importe menos.
1‑0 frente ao Lausanne-Sport, sob os holofotes, contra gente que não fala a mesma língua que a bancada. É nestas noites que um clube mede a sua década, e nunca são tantas quantas se espera.
«Quero ganhar coisas e gostava de o fazer aqui.» Não se exigiu nada nem se ameaçou nada, mas uma direção como a de SC Freiburg ouve uma frase destas exatamente como foi construída.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Matthias Ginter e o SC Freiburg acertam mais 2 anos.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
0‑2 para o Borussia Dortmund, e nenhuma queixa que valha a pena imprimir. A exibição não pediu mais do que aquilo que recebeu.
Plantel04/10/2027
Palavras no treino do SC Freiburg sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Adam Daghim está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“O treinador não usou muitas palavras, e não precisou delas.” Robin Hack tem a sua resposta do SC Freiburg; o que fizer com ela é a história da próxima janela.
Com 5 jogadores ao serviço das seleções, os treinos são pequenos e o treinador até consegue ouvir-se. É a única pausa da época, e nunca sabe bem a uma.
Noahkai Banks esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Tem 22 anos e o estádio já canta o nome dele, coisa que acontece aos miúdos da terra e quase nunca aos reforços. Tudo a partir daqui se mede contra um carinho que não fez nada para merecer, a não ser ser daqui.
Terminou 1‑0, e a tarde foi de Keisuke Goto: marcou quando era preciso, e é a razão de os pontos ficarem com o SC Freiburg.
Plantel27/09/2027
Palavras no treino do SC Freiburg sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Adam Daghim está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
7.80, e nenhuma discussão séria de quem lá esteve. O SC Freiburg tinha onze homens em campo e um deles decidiu como aquilo correu.
O banco27/09/2027
A vista do banco
“Controlámos o jogo. Houve períodos de que não gostei e vamos vê-los, mas o grupo mostrou-me alguma coisa.” Thomas Friedrich, sobre uma vitória por 1‑0 que já ia a desmontar a caminho da sala de imprensa.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Keisuke Goto está nela.
Uma noite europeia para esquecer para o SC Freiburg
1‑4. O AZ joga este futebol todos os anos, e notou-se em todas as zonas do campo. A lição é cara e, para um clube nesta fase, provavelmente necessária.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no SC Freiburg coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Um jogador que contava ser titular assistiu de fora. O treinador vai chamar-lhe uma decisão pela equipa; Mio Backhaus chama-lhe outra coisa em privado.
O painel dos descontos já estava levantado, a vitória já estava dada, e então o Köln marcou. Não há pior minuto para sofrer, e o estádio esvaziou-se no silêncio que se segue a um desses.
“Quero jogar por troféus enquanto as pernas mo permitirem.” Nada nessa frase é um pedido de transferência, e ninguém no SC Freiburg a ouviu como outra coisa.
Florent Muslija e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
A abordagem foi feita e a resposta veio numa frase. Não há número em cima da mesa porque não havia número que chegasse.
Plantel13/09/2027
Adam Daghim desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Já vão 4 jogos num desenho que o treinador não usava há um mês. Mudar de formação é fácil e mantê-la não é; por isso a segunda parte é a que diz alguma coisa.
Aqui não há queixa possível e todos os envolvidos sabem, o que não encurta o caminho até ao banco. A forma é a única moeda do futebol sobre a qual não se pode pedir emprestado.
“Há coisas de que gostei e coisas que vamos repetir na terça-feira até saírem bem.” 0‑0, e um treinador que já tinha decidido como seria a terça-feira.
O banco13/09/2027
Adam Daghim tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no SC Freiburg dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que SC Freiburg podem fingir não ter ouvido.
Direção06/09/2027
O prazo passa com 12 contratações e 16 saídas
Está feito o negócio no SC Freiburg até o mercado voltar a abrir. Se chegou, responde-se aos sábados e não numa coluna, e o primeiro sábado está perto.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no SC Freiburg coisas que levam mais de uma semana a retirar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
«Nunca quis estar noutro sítio. Ainda há trabalho por acabar aqui.» Michael Lang compromete-se com o SC Freiburg por mais 4 anos.
Plantel06/09/2027
Demasiada mudança demasiado depressa no SC Freiburg
10 contratações em três meses. Cada uma pode ser uma melhoria e a equipa pode ser pior durante um tempo na mesma, que é a parte de uma reconstrução que nunca aparece nos balanços de mercado.
Há uma idade a partir da qual toda a boa tarde é descrita como uma recordação do passado, o que é injusto e também exato. 7.95 aos 34, e ninguém no campo esteve melhor.
As condições foram oferecidas e recusadas. Se foi o salário, a função ou a cidade, no Shrewsbury Town ninguém diz, e no SC Freiburg ninguém gosta de estar a adivinhar.
A proposta do Corvinul Hunedoara por Michael Lang foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
«Há manhãs em que acordas e tudo o que conheces continua longíssimo.» Não é o futebol e nunca foi: o SC Freiburg lida com um homem que quer outro país.
Direção30/08/2027
5 jogadores da formação recebem número de equipa principal no SC Freiburg
A manhã em que o percurso deixa de ser um folheto e passa a ser uma ficha de jogo. A maioria não estará cá daqui a três anos; todos já fizeram a parte difícil, que era chegar a hoje.
Noahkai Banks esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Os clubes gastam fortunas à procura de jogadores e de vez em quando encontram um ao fundo do corredor. Marc Berger é isso, e a receção na sua primeira aparição será de outra natureza que a de qualquer reforço.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que SC Freiburg podem fingir não ter ouvido.
Não é uma fase — é um salto a sério, mantido durante meses. Aos 20 anos faz a este nível coisas que não fazia no início da época, e a equipa técnica dir-lhe-á exatamente quais.
O SC Freiburg já telefonou ao Shrewsbury Town. Sem verba, uma parte do salário, e uma camisola a mais na posição em que o plantel esteve mais curto a época inteira.
O nome de Philipp Lienhart não para de aparecer nas páginas desportivas alheias. O SC Freiburg nada diz, o que já diz muito.
O banco23/08/2027
Anthony Jung tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no SC Freiburg dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Todos os plantéis têm um jogo destes para alguém, todas as épocas. Este é o de Philipp Treu: o clube que o conheceu primeiro, os adeptos que vão decidir no primeiro minuto se aplaudem, e o SC Freiburg a precisar que ele jogue como se nada disso importasse.
Em resumo
O bancoO treinador faz uma promessa a Lukas Kübler
Noahkai Banks e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
O SC Freiburg perguntou e o Greuther Fürth disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
«Agradeço os jogos, mas não me fiz futebolista para ser a peça sobresselente de alguém.» Quer estar em SC Freiburg, e 0 jogos em 9 dizem que merece ser ouvido.
Nada foi anunciado, porque estas coisas nunca são. A ficha de jogo simplesmente deixou de se parecer com o que era há 2 jogos, e não voltou a parecer-se. Todos os adeptos repararam na mesma semana e a nenhum foi dito.
O banco16/08/2027
Adam Daghim tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no SC Freiburg dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Maximilian Eggestein assinar alguma coisa — um contrato no SC Freiburg ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
Nada por escrito e nada em público: uma palavra sobre minutos, dada cara a cara no SC Freiburg. As fichas de jogo do próximo mês dirão se valia a pena tê-la.
Duas horas por semana com um professor, que é a coisa menos glamorosa do SC Freiburg e a que decide se um reforço estrangeiro ainda cá está daqui a dois anos.
Em resumo
O bancoO treinador crava a sua bandeira em Keisuke Goto
DireçãoA formação do SC Freiburg continua a produzir
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do SC Freiburg, e não vai ser retirado.
É a ambição mais legítima do desporto e a mais difícil de satisfazer para a maioria dos clubes. Robin Hack quer futebol continental; se o SC Freiburg o consegue oferecer é uma pergunta sobre as próximas duas épocas, não sobre ele.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no SC Freiburg coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Hannover 96 fica com o seu homem, e o SC Freiburg volta a uma lista com um nome riscado.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Vincenzo Grifo. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Florian Müller está nela.
Um ano depois, a cidade não se abriu, a língua não chegou, e o almoço come-se sozinho mais vezes do que alguém no SC Freiburg admitiria. Nota-se aos sábados.
309 jogos ao longo de 11 épocas e uma só camisola. Já ninguém constrói uma carreira assim de propósito; acontece a certo tipo de jogador em certo tipo de clube.
A versão geral desta queixa é que um jogador quer mais. A versão concreta dá-lhe nome: quer entrar sob os holofotes contra clubes de outros países, e deixou de fingir o contrário.
Matthias Ginter e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Lukas Kübler, e o treinador deixou.
Os clubes prometem constantemente e o jornal costuma só saber quando falham. Esta foi cumprida, e o balneário notou-o mais depressa do que qualquer adepto.
Plantel02/08/2027
Demasiada mudança demasiado depressa no SC Freiburg
10 contratações em três meses. Cada uma pode ser uma melhoria e a equipa pode ser pior durante um tempo na mesma, que é a parte de uma reconstrução que nunca aparece nos balanços de mercado.
É a ambição mais legítima do desporto e a mais difícil de satisfazer para a maioria dos clubes. Yannik Engelhardt quer futebol continental; se o SC Freiburg o consegue oferecer é uma pergunta sobre as próximas duas épocas, não sobre ele.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O RB Leipzig fica com o seu homem, e o SC Freiburg volta a uma lista com um nome riscado.
Julian Hettwer e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Anthony Jung está nela.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em SC Freiburg, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
A versão geral desta queixa é que um jogador quer mais. A versão concreta dá-lhe nome: quer entrar sob os holofotes contra clubes de outros países, e deixou de fingir o contrário.
Noahkai Banks e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
O SC Freiburg fez saber ao mercado que Florent Muslija está disponível. O anúncio não traz preço, mas toda a gente do ramo sabe mais ou menos o que lá diz.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Maximilian Eggestein assinar alguma coisa — um contrato no SC Freiburg ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
«Tenho ambições e gostava que o clube as partilhasse.» Ninguém pediu para sair nem foi mandado embora — mas um jogador escolhe essa frase com cuidado, e uma administração ouve-a exactamente como foi pensada.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no SC Freiburg coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O RB Leipzig fica com o seu homem, e o SC Freiburg volta a uma lista com um nome riscado.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Lucas Höler, e o treinador deixou.
“O treinador não usou muitas palavras, e não precisou delas.” Max Rosenfelder tem a sua resposta do SC Freiburg; o que fizer com ela é a história da próxima janela.
O banco12/07/2027
Igor Matanović tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no SC Freiburg dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do SC Freiburg, e não vai ser retirado.
O SV Elversberg pagou $3.2M e o SC Freiburg aceitou, o que é a história toda numa frase. A versão longa fala do orçamento salarial e vai ser contada a época inteira.
Noah Atubolu esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Keisuke Goto e o SC Freiburg acertam mais 4 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
A despromoção que um clube nunca anuncia e um balneário nota sempre. Keisuke Goto está mais longe da equipa do que estava, e a razão só lhe será dada quando perguntar.
Não dá grande título e é a razão por que os jogadores acreditam na promessa seguinte. O SC Freiburg disse a Igor Matanović que algo iria acontecer e aconteceu, o que nesta indústria já passa por notável.
Em resumo
PlantelDemasiada mudança demasiado depressa no SC Freiburg
Alvos de mercadoUm empréstimo de Aaron Keller está em marcha
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do SC Freiburg, e não vai ser retirado.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Köln fica com o seu homem, e o SC Freiburg volta a uma lista com um nome riscado.
Tem 20 anos e ninguém em SC Freiburg o contratou para esta época. Negócios destes julgam-se daqui a quatro anos, por gente que talvez já não esteja na casa.
O nome de Philipp Lienhart não para de aparecer nas páginas desportivas alheias. O SC Freiburg nada diz, o que já diz muito.
O banco28/06/2027
Max Rosenfelder tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no SC Freiburg dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Perguntou pelo seu futuro e recebeu uma resposta com minutos lá dentro. O treinador fez uma promessa num edifício onde as promessas não se esquecem, e o relógio já começou a contar.
“Ouvi, pensei, e fico. É essa a história toda.” Os clubes tinham acordado uma verba. Igor Matanović não tinha acordado ir, e afinal era essa a parte que contava.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que SC Freiburg podem fingir não ter ouvido.
A versão geral desta queixa é que um jogador quer mais. A versão concreta dá-lhe nome: quer entrar sob os holofotes contra clubes de outros países, e deixou de fingir o contrário.
Noahkai Banks e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
O SC Freiburg perguntou e o VfL Wolfsburg disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Nada foi anunciado, porque estas coisas nunca são. A ficha de jogo simplesmente deixou de se parecer com o que era há 2 jogos, e não voltou a parecer-se. Todos os adeptos repararam na mesma semana e a nenhum foi dito.
O banco21/06/2027
Adam Daghim tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no SC Freiburg dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Emprestados21/06/2027
8 balizas a zeros por empréstimo para Noah Atubolu
33 jogos no Eintracht Frankfurt e os golos deixaram de entrar. O SC Freiburg emprestou um guarda-redes e vê a época de outro clube melhorar todas as semanas.
Em resumo
As bancadasOs rumores sobre Igor Matanović chegam às bancadas
Matthias Ginter e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Derry Scherhant e o SC Freiburg acertam mais 5 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Greuther Fürth fica com o seu homem, e o SC Freiburg volta a uma lista com um nome riscado.
13 golos em 33 jogos no Fortuna Düsseldorf — números que viajam para casa mais depressa do que ele. No SC Freiburg alguém atualiza uma folha de cálculo todas as segundas, e cada semana lê-se melhor.
4 jogadores do SC Freiburg ao serviço das seleções
O centro de treinos fica sossegado durante quinze dias. 4 homens partiram para serem jogadores de outros, e o treinador fica com os que ninguém chamou.
O telefone voltou a tocar por causa de Yuito Suzuki, e desta vez do outro lado está o Dynamo Dresden. No SC Freiburg ouvem com educação e não prometem nada.
Não é uma queixa nem uma exigência: quer jogar futebol europeu, e deixou de o esconder. Se o SC Freiburg lho pode dar é uma pergunta sobre o clube, não sobre ele.
“Quero jogar por troféus enquanto as pernas mo permitirem.” Nada nessa frase é um pedido de transferência, e ninguém no SC Freiburg a ouviu como outra coisa.
Plantel07/06/2027
Yuito Suzuki desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
O SC Freiburg perguntou e o Al-Ahli disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Jordy Makengo e o SC Freiburg acertam mais 4 anos.
Julian Hettwer esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
A versão geral desta queixa é que um jogador quer mais. A versão concreta dá-lhe nome: quer entrar sob os holofotes contra clubes de outros países, e deixou de fingir o contrário.
Julian Hettwer e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em SC Freiburg, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Saiu para defender uma baliza todas as semanas e voltou com 0 jogos, 0 deles sem sofrer. Alguém no SC Freiburg defendeu este empréstimo no verão passado; agora não o defende ninguém.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O SC Freiburg sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
Uma conversa no gabinete do treinador, e um compromisso que saiu dela. Promessas assim são baratas de fazer e caras de quebrar, e Lukas Kübler apontou a data.
A lista é um documento discreto com um significado ruidoso. Jannik Huth pode falar com quem perguntar, e no clube toda a gente sabe o que isso quer dizer.
O apuramento está feito e na próxima época os holofotes acendem-se para algo maior. Um palco para os jogadores, oxigénio para as contas e um passaporte para os restantes.
É a ambição mais legítima do desporto e a mais difícil de satisfazer para a maioria dos clubes. Yannik Engelhardt quer futebol continental; se o SC Freiburg o consegue oferecer é uma pergunta sobre as próximas duas épocas, não sobre ele.
Plantel24/05/2027
Palavras no treino do SC Freiburg sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Yuito Suzuki está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
«Disseram-mo com clareza, e prefiro assim.» O treinador de SC Freiburg foi explícito quanto à situação de Niklas Beste, o que é mais do que muitos recebem.
“Fiz tudo o que me pediram nos treinos e ao sábado não mudou nada.” A queixa mais conhecida do futebol, e uma a que o SC Freiburg terá de responder com minutos ou com uma transferência.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Emprestados24/05/2027
O empréstimo de Noah Atubolu mede-se pelo que não acontece
8 balizas a zeros em 33 jogos no Eintracht Frankfurt. É o ofício inteiro de um guarda-redes bem cumprido, e está a ser cumprido muito longe do clube que o detém.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em SC Freiburg, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
O apuramento está feito e na próxima época os holofotes acendem-se para algo maior. Um palco para os jogadores, oxigénio para as contas e um passaporte para os restantes.
A versão geral desta queixa é que um jogador quer mais. A versão concreta dá-lhe nome: quer entrar sob os holofotes contra clubes de outros países, e deixou de fingir o contrário.
Plantel17/05/2027
Palavras no treino do SC Freiburg sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Yuito Suzuki está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Há uma idade a partir da qual toda a boa tarde é descrita como uma recordação do passado, o que é injusto e também exato. 8.35 aos 34, e ninguém no campo esteve melhor.
É a ambição mais legítima do desporto e a mais difícil de satisfazer para a maioria dos clubes. Yuito Suzuki quer futebol continental; se o SC Freiburg o consegue oferecer é uma pergunta sobre as próximas duas épocas, não sobre ele.
Julian Hettwer esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
O banco10/05/2027
A vista do banco
“Controlámos o jogo. Houve períodos de que não gostei e vamos vê-los, mas o grupo mostrou-me alguma coisa.” Thomas Friedrich, sobre uma vitória por 2‑1 que já ia a desmontar a caminho da sala de imprensa.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Igor Matanović está nela.
Noventa minutos concretos pediam outro tipo de jogador, e o treinador escolheu um. Não está em má forma e não está na equipa, e as duas coisas são verdade.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Lucas Höler treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Palavras no treino do SC Freiburg sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Yuito Suzuki está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
A primeira derrota em 4 jogos. O treinador dirá que tinha de chegar; o balneário dirá que não tinha de chegar contra o Heidenheim; os adeptos dirão as duas coisas, por essa ordem, a semana inteira.
Soube como os outros, uma hora antes, por uma folha colada na parede. Ninguém em SC Freiburg fingiu que fosse outra coisa que não uma decisão sobre ele.
Não dá grande título e é a razão por que os jogadores acreditam na promessa seguinte. O SC Freiburg disse a Maximilian Eggestein que algo iria acontecer e aconteceu, o que nesta indústria já passa por notável.
“Hoje não fomos suficientemente bons e não vou enfeitar isto.” Thomas Friedrich depois do 1‑2, no tom de quem sabe qual é a pergunta seguinte e não tenciona responder-lhe.
Há uma idade a partir da qual toda a boa tarde é descrita como uma recordação do passado, o que é injusto e também exato. 8.39 aos 34, e ninguém no campo esteve melhor.
Matthias Ginter esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel26/04/2027
Yuito Suzuki desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
12 golos em 30 jogos no Fortuna Düsseldorf — números que viajam para casa mais depressa do que ele. No SC Freiburg alguém atualiza uma folha de cálculo todas as segundas, e cada semana lê-se melhor.
O banco26/04/2027
A vista do banco
“Controlámos o jogo. Houve períodos de que não gostei e vamos vê-los, mas o grupo mostrou-me alguma coisa.” Thomas Friedrich, sobre uma vitória por 3‑0 que já ia a desmontar a caminho da sala de imprensa.
Em resumo
EmprestadosO empréstimo de Noah Atubolu mede-se pelo que não acontece
Faltavam 87 minutos e o Eintracht Frankfurt tinha o ponto praticamente guardado. O futebol raramente lê o ambiente, e o SC Freiburg não parou para dar explicações.
Jogo17/04/2027
Ninguém quer jogar contra o SC Freiburg neste momento
3 vitórias seguidas mudam a forma como o adversário aquece: mais calado, mais olhares de esguelha. As séries acabam, toda a gente o sabe — mas neste balneário ninguém conta com isso.
Julian Hettwer e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
“O mérito é dos jogadores. Hoje o meu trabalho foi fácil.” Não foi, e toda a gente na sala o sabia; depois do 1‑0, Thomas Friedrich podia dar-se ao luxo de ser generoso.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em SC Freiburg, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Em resumo
O bancoAdam Daghim tornou-se um homem de confiança do treinador
Notas dos jogadoresA tarde passou toda por Adam Daghim
Aos 33 devia estar a gerir os seus minutos. Em vez disso foi avaliado com 8.34 e pareceu, durante noventa minutos, exatamente o jogador de que toda a gente se lembra.
É a ambição mais legítima do desporto e a mais difícil de satisfazer para a maioria dos clubes. Robin Hack quer futebol continental; se o SC Freiburg o consegue oferecer é uma pergunta sobre as próximas duas épocas, não sobre ele.
Plantel12/04/2027
Palavras no treino do SC Freiburg sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Yuito Suzuki está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Disseram uma coisa a Adam Daghim e depois aconteceu. Neste meio, isso passa por notável, e o balneário reparou mais depressa do que qualquer adepto podia.
O banco12/04/2027
A vista do banco
“Controlámos o jogo. Houve períodos de que não gostei e vamos vê-los, mas o grupo mostrou-me alguma coisa.” Thomas Friedrich, sobre uma vitória por 2‑0 que já ia a desmontar a caminho da sala de imprensa.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
«Disseram-mo com clareza, e prefiro assim.» O treinador de SC Freiburg foi explícito quanto à situação de Kimberly Ezekwem, o que é mais do que muitos recebem.
Em resumo
PlantelO melhor da divisão no último fim de semana foi um jogador do SC Freiburg
3‑2 frente ao Bayer Leverkusen, e a estrada acaba aqui. As eliminações da taça são mortes rápidas — sem segunda mão, sem próxima semana, só o campeonato daqui até maio.
O mais difícil de ter 21 anos numa equipa principal é que ninguém perdoa nada. Adam Daghim não precisou: 7.69, e parecia o homem mais à vontade no relvado.
É a ambição mais legítima do desporto e a mais difícil de satisfazer para a maioria dos clubes. Igor Matanović quer futebol continental; se o SC Freiburg o consegue oferecer é uma pergunta sobre as próximas duas épocas, não sobre ele.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Igor Matanović e o SC Freiburg acertam mais 5 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Yuito Suzuki estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
É a ambição mais legítima do desporto e a mais difícil de satisfazer para a maioria dos clubes. Gonzalo Plata quer futebol continental; se o SC Freiburg o consegue oferecer é uma pergunta sobre as próximas duas épocas, não sobre ele.
Plantel29/03/2027
Philipp Treu sofre uma lesão muscular — 14 dias de fora
A lesão que volta sempre, de que se regressa sempre à pressa e que em silêncio custa mais carreiras do que as dramáticas. 14 dias é a estimativa; o número honesto depende de haver paciência.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no SC Freiburg coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Anthony Jung está nela.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O SC Freiburg sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
Uma conversa no gabinete do treinador, e um compromisso que saiu dela. Promessas assim são baratas de fazer e caras de quebrar, e Yuito Suzuki apontou a data.
Emprestados29/03/2027
5 balizas a zeros por empréstimo para Noah Atubolu
27 jogos no Eintracht Frankfurt e os golos deixaram de entrar. O SC Freiburg emprestou um guarda-redes e vê a época de outro clube melhorar todas as semanas.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em SC Freiburg, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
O encolher de ombros desapareceu, a língua vai chegando, e discute nos treinos como alguém que conta estar aqui no próximo ano. Metade do valor de um reforço é isto, e nada disso aparece na verba.
É a ambição mais legítima do desporto e a mais difícil de satisfazer para a maioria dos clubes. Yannik Engelhardt quer futebol continental; se o SC Freiburg o consegue oferecer é uma pergunta sobre as próximas duas épocas, não sobre ele.
Plantel22/03/2027
Yuito Suzuki desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Fiz tudo o que me pediram nos treinos e ao sábado não mudou nada.” A queixa mais conhecida do futebol, e uma a que o SC Freiburg terá de responder com minutos ou com uma transferência.
O banco22/03/2027
O treinador ainda não acabou de esquecer o erro de Mio Backhaus
Em público está ultrapassado para toda a gente. Não está para quem faz a equipa, e o único sítio onde isso se vê é uma ficha de jogo. Vai ter outra oportunidade: vai tê-la num jogo que importe menos.
Não é uma queixa nem uma exigência: quer jogar futebol europeu, e deixou de o esconder. Se o SC Freiburg lho pode dar é uma pergunta sobre o clube, não sobre ele.
Plantel15/03/2027
Palavras no treino do SC Freiburg sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Yuito Suzuki está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
“Tentei. Tentei mesmo, e todos os dias acordo no sítio errado.” No SC Freiburg ninguém consegue treinar isso para fora de um homem, e ninguém lá finge que consegue.
Julian Hettwer e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
O banco15/03/2027
O treinador ainda não acabou de esquecer o erro de Philipp Lienhart
Em público está ultrapassado para toda a gente. Não está para quem faz a equipa, e o único sítio onde isso se vê é uma ficha de jogo. Vai ter outra oportunidade: vai tê-la num jogo que importe menos.
“Os adeptos têm todo o direito de estar zangados. Eu também estou. Vamos corrigir isto.” 1‑2, um treinador a dizer as coisas necessárias, e um balneário que ouviu outra versão delas.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Igor Matanović produziu-o, e o 8.95 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
Não é uma queixa nem uma exigência: quer jogar futebol europeu, e deixou de o esconder. Se o SC Freiburg lho pode dar é uma pergunta sobre o clube, não sobre ele.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Matthias Ginter e o SC Freiburg acertam mais 2 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
«Há manhãs em que acordas e tudo o que conheces continua longíssimo.» Não é o futebol e nunca foi: o SC Freiburg lida com um homem que quer outro país.
Matthias Ginter e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Colete de aquecimento, noventa minutos a ver, e um aperto de mão no fim que não enganou ninguém. Os jogos grandes dizem em quem o treinador confia; este disse-o a Yuito Suzuki.
«Há manhãs em que acordas e tudo o que conheces continua longíssimo.» Não é o futebol e nunca foi: o SC Freiburg lida com um homem que quer outro país.
Matthias Ginter e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Yuito Suzuki estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
As ocasiões aparecem e algo acontece entre criá-las e finalizá-las. Já vão 3 jogos, e a inquietação nas bancadas chega um pouco mais cedo a cada semana.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Yuito Suzuki treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Aqui não há queixa possível e todos os envolvidos sabem, o que não encurta o caminho até ao banco. A forma é a única moeda do futebol sobre a qual não se pode pedir emprestado.
0‑3 frente ao RB Leipzig, e nenhuma queixa que sobreviva ao replay. O treinador falou de carácter no final; a bancada usou palavras mais curtas.
Plantel22/02/2027
Yuito Suzuki desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Philipp Treu, e o treinador deixou.
Julian Hettwer e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
“Hoje não fomos suficientemente bons e não vou enfeitar isto.” Thomas Friedrich depois do 0‑3, no tom de quem sabe qual é a pergunta seguinte e não tenciona responder-lhe.
A história da ambição ao contrário, e a que ninguém conta: um futebolista que quer um estádio mais pequeno, menos câmaras e uma bancada que não se vira. Não é fraqueza, e raramente é noticiada como outra coisa.
Em resumo
O bancoYuito Suzuki pede uma conversa com o treinador
Vitória por 3‑0 sobre o Hertha BSC, um lugar na ronda seguinte e a aritmética silenciosa que todos os adeptos fazem a caminho de casa: quantos faltam até uma final?
O SC Freiburg perguntou e o Hamburger SV disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Há um calor muito próprio que um estádio guarda para um jovem de 23 anos que sente como seu. Julian Hettwer tem-no agora, e tudo o que fizer no resto do tempo aqui será medido contra a boa vontade que lhe deram de graça.
Julian Hettwer e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Avaliado com 7.81. Pergunte a qualquer pessoa à saída do estádio o que decidiu aquilo e receberá um nome, que é o único prémio que alguma vez contou a sério.
O banco15/02/2027
A vista do banco
“Vamos analisar, vamos aprender com isto, e vamos outra vez.” As três frases que todos os treinadores guardam para uma derrota por 0‑1, ditas por Thomas Friedrich a uma sala que já as tinha ouvido.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Igor Matanović está nela.
Em resumo
EmprestadosOs golos continuam a chegar do exílio de Florent Muslija
Há tardes em que um guarda-redes é a defesa inteira. 6 defesas, várias do género que ninguém espera ver feitas, e dez jogadores de campo que lhe devem uma bebida.
É a ambição mais legítima do desporto e a mais difícil de satisfazer para a maioria dos clubes. Igor Matanović quer futebol continental; se o SC Freiburg o consegue oferecer é uma pergunta sobre as próximas duas épocas, não sobre ele.
Plantel08/02/2027
Palavras no treino do SC Freiburg sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Yuito Suzuki está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Derrota por 0‑1, e justa. O treinador foi curto nas palavras no final, o que provavelmente foi sensato.
O banco08/02/2027
O veredicto do treinador
“A culpa é minha. Sou eu que escolho a equipa e escolhi mal.” Os treinadores dizem isto quando o sentem e quando precisam que se veja que o dizem, e depois do 0‑1 Thomas Friedrich saiu da sala antes que alguém pudesse perguntar qual dos dois casos era.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Max Rosenfelder, e o treinador deixou.
Quatro ou cinco jornadas de regularidade, medidas contra todos os da divisão que fazem o seu trabalho. Adam Daghim sai dessa comparação dentro da equipa, e o SC Freiburg beneficiou de cada uma dessas tardes.
Já vão 2 jogos num desenho que o treinador não usava há um mês. Mudar de formação é fácil e mantê-la não é; por isso a segunda parte é a que diz alguma coisa.
O Mainz 05 vai querer esquecer isto depressa: 3‑0, todos os duelos perdidos e uma viagem longa para casa. O SC Freiburg foi impiedoso como as boas equipas sabem ser.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que SC Freiburg podem fingir não ter ouvido.
Direção01/02/2027
O SC Freiburg fecha o mercado com um plantel feito por si
4 entradas e 4 saídas, e nenhuma mudança durante meses. O treinador tem o que tem, os adeptos têm a sua opinião sobre isso, e a tabela terá a última palavra.
É a ambição mais legítima do desporto e a mais difícil de satisfazer para a maioria dos clubes. Gonzalo Plata quer futebol continental; se o SC Freiburg o consegue oferecer é uma pergunta sobre as próximas duas épocas, não sobre ele.
«Quero ganhar coisas e gostava de o fazer aqui.» Não se exigiu nada nem se ameaçou nada, mas uma direção como a de SC Freiburg ouve uma frase destas exatamente como foi construída.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Yuito Suzuki estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do SC Freiburg, e não vai ser retirado.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O SC Freiburg perdeu-o em tudo menos nos papéis.
O Borussia Dortmund pagou $13.6M e o SC Freiburg aceitou, o que é a história toda numa frase. A versão longa fala do orçamento salarial e vai ser contada a época inteira.
Cyriaque Irié foi-se, as contas têm $13.6M a mais, e os adeptos ficaram com a sensação de que também lhes venderam alguma coisa. Um bom negócio e uma boa decisão nem sempre são a mesma coisa.
Os centrais têm licença para subir duas vezes por época e são julgados pelo que fazem quando lá chegam. Maximilian Eggestein marcou, foi avaliado com 7.78 e voltou antes de alguém dar pela falta.
O SC Freiburg perguntou e o Holstein Kiel disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Um ponto arrancado aos 86 minutos vale exatamente um ponto e consideravelmente mais do que isso para um balneário. Esta equipa não para, e essa reputação vale mais do que o resultado.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O SC Freiburg perdeu-o em tudo menos nos papéis.
A perseguição a Robin Hack terminou com $8.0M a mudar de mãos e o Borussia Mönchengladbach sem razões para dizer que não. Os adeptos julgarão o valor da única maneira que conta: aos sábados.
A perseguição a Julian Hettwer terminou com $4.7M a mudar de mãos e o Fortuna Düsseldorf sem razões para dizer que não. Os adeptos julgarão o valor da única maneira que conta: aos sábados.
O Eintracht Frankfurt pagou $3.5M e o SC Freiburg aceitou, o que é a história toda numa frase. A versão longa fala do orçamento salarial e vai ser contada a época inteira.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no SC Freiburg coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Perguntam tantas vezes aos futebolistas pelo clube da infância que ninguém ouve a resposta. Julian Hettwer acabou de assinar pelo SC Freiburg e, por uma vez, a resposta importava.
Plantel18/01/2027
Palavras no treino do SC Freiburg sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Yuito Suzuki está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
O aperto de mão com o Borussia Mönchengladbach está dado; o do jogador ainda não. Seguem-se as condições pessoais, e é nas condições pessoais que morrem mais negócios do que alguém imprime.
A verba é $10.0M, o contrato está assinado, e a discussão sobre se ele vale o preço pode começar. O TSG Hoffenheim negociou duro; o tempo dirá quem ganhou.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O SC Freiburg perdeu-o em tudo menos nos papéis.
Dois golos e um 8.29 a acompanhar. Os avançados são julgados por tardes como esta e recordados por muito menos delas do que se imagina.
Notas dos jogadores11/01/2027
Cyriaque Irié, 21 anos, joga como se cá estivesse há anos — 8.47
Um 8.47 significa uma coisa ao lado do nome de um jogador de vinte e nove anos e algo completamente diferente ao lado do de um de 21. Ninguém no estádio precisou que lhe explicassem.
O SC Freiburg foi ao Dinamo Moscow com uma proposta, e os adeptos foram à internet com uma opinião sobre ela. Se alguma das duas muda alguma coisa, decide o clube vendedor.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Al-Ahli fica com o seu homem, e o SC Freiburg volta a uma lista com um nome riscado.
O SC Freiburg foi ao TSG Hoffenheim com uma proposta, e os adeptos foram à internet com uma opinião sobre ela. Se alguma das duas muda alguma coisa, decide o clube vendedor.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do SC Freiburg, e não vai ser retirado.
É a ambição mais legítima do desporto e a mais difícil de satisfazer para a maioria dos clubes. Yuito Suzuki quer futebol continental; se o SC Freiburg o consegue oferecer é uma pergunta sobre as próximas duas épocas, não sobre ele.
Aos 21 anos faz esta época coisas que não conseguia fazer na época passada, e fá-las todas as semanas. A forma vai e vem; isto já ficou tempo suficiente para se lhe chamar outra coisa.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Em resumo
Notas dos jogadoresMaximilian Eggestein jogou uma tarde diferente da de toda a gente
Dribles concretizados: 16. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Max Rosenfelder, e o treinador deixou.
O banco28/12/2026
O veredicto do treinador
“Não me vou entusiasmar, e também não os deixo entusiasmar a eles. Foi um bom dia. Virão outros mais difíceis.” Thomas Friedrich foi breve depois da vitória por 1‑0, que é o que os treinadores fazem quando estão contentes.
Ninguém no SC Freiburg sugere que esteja em má fase. O treinador quis simplesmente outras qualidades para noventa minutos concretos, e contra isso um jogador não pode treinar nada.
“Hoje não fomos suficientemente bons e não vou enfeitar isto.” Thomas Friedrich depois do 0‑1, no tom de quem sabe qual é a pergunta seguinte e não tenciona responder-lhe.
A ficha de jogo di-lo em público todas as semanas até mudar. A única versão de ficar de fora que um futebolista não consegue contestar, e a que lhe custa mais.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Max Rosenfelder está nela.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O SC Freiburg sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
Todos os plantéis têm um jogo destes para alguém, todas as épocas. Este é o de Niklas Beste: o clube que o conheceu primeiro, os adeptos que vão decidir no primeiro minuto se aplaudem, e o SC Freiburg a precisar que ele jogue como se nada disso importasse.
Noventa minutos concretos pediam outro tipo de jogador, e o treinador escolheu um. Não está em má forma e não está na equipa, e as duas coisas são verdade.
“Não peço a ninguém que seja melhor do que é. Peço a todos que sejam tão bons como são, todas as semanas.” Dito em voz alta, à frente de todos, e o balneário do SC Freiburg ficou diferente depois.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Rihito Yamamoto e o SC Freiburg acertam mais 4 anos.
“Não é o fim do mundo e não chega. As duas coisas são verdade.” O treinador, depois de um empate por 1‑1, disse a coisa honesta e foi dizê-la outra vez lá dentro.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Florian Müller, e o treinador deixou.
A única versão de ficar de fora contra a qual um jogador não pode argumentar, e a que pior aceita. Outro tem estado melhor e a ficha de jogo di-lo, em público, todas as semanas até mudar.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Philipp Lienhart assinar alguma coisa — um contrato no SC Freiburg ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
Vestiu a outra camisola. No sábado joga contra o Borussia Dortmund com esta, e tudo o que disser esta semana sobre ser um jogo como os outros será mentira.
O desenho queria outro perfil frente a este adversário, o que é uma resposta futebolística a sério e nenhum consolo para o visado. Não fez nada de errado e não jogou.
Cyriaque Irié, 21 anos, joga como se cá estivesse há anos — 8.27
Um 8.27 significa uma coisa ao lado do nome de um jogador de vinte e nove anos e algo completamente diferente ao lado do de um de 21. Ninguém no estádio precisou que lhe explicassem.
Há um calor muito próprio que um estádio guarda para um jovem de 21 anos que sente como seu. Cyriaque Irié tem-no agora, e tudo o que fizer no resto do tempo aqui será medido contra a boa vontade que lhe deram de graça.
“Merecemos. Pedi-lhes uma reação e tive-a, e agora quero o mesmo outra vez no sábado.” Thomas Friedrich sobre uma tarde de 1‑0 que lhe agradou mais do que estava disposto a mostrar.
14 ações defensivas e uma baliza a zero no fim delas. A tarde de um defesa só se pode contar pelo que não aconteceu, e é por isso que ninguém faz um resumo com ela e qualquer treinador da divisão a assinava.
Aqui não há queixa possível e todos os envolvidos sabem, o que não encurta o caminho até ao banco. A forma é a única moeda do futebol sobre a qual não se pode pedir emprestado.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O SC Freiburg sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
Aos 33 devia estar a gerir os seus minutos. Em vez disso foi avaliado com 7.97 e pareceu, durante noventa minutos, exatamente o jogador de que toda a gente se lembra.
“Tentei. Tentei mesmo, e todos os dias acordo no sítio errado.” No SC Freiburg ninguém consegue treinar isso para fora de um homem, e ninguém lá finge que consegue.
Foi preciso Vincenzo Grifo marcar para trazer alguma coisa para casa: 1‑1 com o Bayer Leverkusen, e metade do balneário vai chamar-lhe um ponto ganho.
O banco30/11/2026
O veredicto do treinador
“Estou frustrado, sinceramente. Fizemos o suficiente para ganhar e não ganhámos.” Thomas Friedrich não o escondia depois do 1‑1, e no balneário do SC Freiburg também ninguém o escondia.
Um amarelo a mais e Vincenzo Grifo fica de fora. O SC Freiburg perde-o pelo tipo de motivo evitável que faz a semana de um treinador render menos.
Emprestados30/11/2026
Os golos continuam a chegar do exílio de Keisuke Goto
8 golos em 13 jogos no Sint-Truiden — números que viajam para casa mais depressa do que ele. No SC Freiburg alguém atualiza uma folha de cálculo todas as segundas, e cada semana lê-se melhor.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
O Kaiserslautern está fora e o SC Freiburg segue em frente, com um 1‑0 como palavra final. O quadro abre-se um pouco, e toda a gente se permite espreitá-lo.
É a ambição mais legítima do desporto e a mais difícil de satisfazer para a maioria dos clubes. Igor Matanović quer futebol continental; se o SC Freiburg o consegue oferecer é uma pergunta sobre as próximas duas épocas, não sobre ele.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
O banco23/11/2026
A vista do banco
“Vamos analisar, vamos aprender com isto, e vamos outra vez.” As três frases que todos os treinadores guardam para uma derrota por 0‑1, ditas por Thomas Friedrich a uma sala que já as tinha ouvido.
O desenho queria outro perfil frente a este adversário, o que é uma resposta futebolística a sério e nenhum consolo para o visado. Não fez nada de errado e não jogou.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O SC Freiburg sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
A versão geral desta queixa é que um jogador quer mais. A versão concreta dá-lhe nome: quer entrar sob os holofotes contra clubes de outros países, e deixou de fingir o contrário.
“O treinador não usou muitas palavras, e não precisou delas.” Niklas Beste tem a sua resposta do SC Freiburg; o que fizer com ela é a história da próxima janela.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Niklas Beste treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Philipp Lienhart assinar alguma coisa — um contrato no SC Freiburg ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
Perguntou pelo seu futuro e recebeu uma resposta com minutos lá dentro. O treinador fez uma promessa num edifício onde as promessas não se esquecem, e o relógio já começou a contar.
Não é uma queixa nem uma exigência: quer jogar futebol europeu, e deixou de o esconder. Se o SC Freiburg lho pode dar é uma pergunta sobre o clube, não sobre ele.
Com 4 jogadores ao serviço das seleções, os treinos são pequenos e o treinador até consegue ouvir-se. É a única pausa da época, e nunca sabe bem a uma.
O banco09/11/2026
A vista do banco
“Não perdemos. Há semanas em que é só isso que se consegue, e prefiro ter o ponto a não o ter.” Thomas Friedrich escolheu a versão do copo meio cheio do 0‑0; os adeptos saíram com a outra.
Aqui não há queixa possível e todos os envolvidos sabem, o que não encurta o caminho até ao banco. A forma é a única moeda do futebol sobre a qual não se pode pedir emprestado.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em SC Freiburg, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
As bancadas esperaram por um golo que nunca chegou. O VfB Stuttgart defendeu com muita gente e levou aquilo que veio buscar, e as duas equipas podiam ainda estar a jogar sem incomodar o marcador.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O SC Freiburg sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
Ninguém no SC Freiburg sugere que esteja em má fase. O treinador quis simplesmente outras qualidades para noventa minutos concretos, e contra isso um jogador não pode treinar nada.
Uma paragem ao serviço da seleção, e uma camisola do SC Freiburg que por uns dias também faz de anúncio. Uma convocatória elogia o jogador e o clube que o formou na mesma frase.
«Tenho ambições e gostava que o clube as partilhasse.» Ninguém pediu para sair nem foi mandado embora — mas um jogador escolhe essa frase com cuidado, e uma administração ouve-a exactamente como foi pensada.
Aos 21 anos é cantado por pessoas com o dobro da idade, um carinho que um reforço demora anos a merecer e que um miúdo da casa recebe por aparecer. É também a coisa mais difícil de corresponder no futebol.
Os clubes prometem constantemente e o jornal costuma só saber quando falham. Esta foi cumprida, e o balneário notou-o mais depressa do que qualquer adepto.
Quatro ou cinco jornadas de regularidade, medidas contra todos os da divisão que fazem o seu trabalho. Christian Günter sai dessa comparação dentro da equipa, e o SC Freiburg beneficiou de cada uma dessas tardes.
“O mérito é dos jogadores. Hoje o meu trabalho foi fácil.” Não foi, e toda a gente na sala o sabia; depois do 1‑0, Thomas Friedrich podia dar-se ao luxo de ser generoso.
O TSG Hoffenheim levou os pontos após um 0‑1 que será difícil de explicar nas bancadas.
O banco26/10/2026
A vista do banco
“Vamos analisar, vamos aprender com isto, e vamos outra vez.” As três frases que todos os treinadores guardam para uma derrota por 0‑1, ditas por Thomas Friedrich a uma sala que já as tinha ouvido.
A ficha de jogo di-lo em público todas as semanas até mudar. A única versão de ficar de fora que um futebolista não consegue contestar, e a que lhe custa mais.
Noventa minutos concretos pediam outro tipo de jogador, e o treinador escolheu um. Não está em má forma e não está na equipa, e as duas coisas são verdade.
“Não peço a ninguém que seja melhor do que é. Peço a todos que sejam tão bons como são, todas as semanas.” Dito em voz alta, à frente de todos, e o balneário do SC Freiburg ficou diferente depois.
Não é uma fase — é um salto a sério, mantido durante meses. Aos 20 anos faz a este nível coisas que não fazia no início da época, e a equipa técnica dir-lhe-á exatamente quais.
“Hoje não fomos suficientemente bons e não vou enfeitar isto.” Thomas Friedrich depois do 0‑1, no tom de quem sabe qual é a pergunta seguinte e não tenciona responder-lhe.
A única versão de ficar de fora contra a qual um jogador não pode argumentar, e a que pior aceita. Outro tem estado melhor e a ficha de jogo di-lo, em público, todas as semanas até mudar.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Philipp Lienhart assinar alguma coisa — um contrato no SC Freiburg ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
Segue-se o TSG Hoffenheim, e há um homem no balneário do SC Freiburg que conhece o centro de treinos deles melhor do que o seu. A receção vai dizer-lhe o que pensavam dele.
Ninguém no SC Freiburg sugere que esteja em má fase. O treinador quis simplesmente outras qualidades para noventa minutos concretos, e contra isso um jogador não pode treinar nada.
Nada por escrito e nada em público: uma palavra sobre minutos, dada cara a cara no SC Freiburg. As fichas de jogo do próximo mês dirão se valia a pena tê-la.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Florian Müller, e o treinador deixou.
Todos os plantéis têm um jogo destes para alguém, todas as épocas. Este é o de Philipp Treu: o clube que o conheceu primeiro, os adeptos que vão decidir no primeiro minuto se aplaudem, e o SC Freiburg a precisar que ele jogue como se nada disso importasse.
Perguntou pelo seu futuro e recebeu uma resposta com minutos lá dentro. O treinador fez uma promessa num edifício onde as promessas não se esquecem, e o relógio já começou a contar.
A lista é um documento discreto com um significado ruidoso. Daniel-Kofi Kyereh pode falar com quem perguntar, e no clube toda a gente sabe o que isso quer dizer.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Florian Müller assinar alguma coisa — um contrato no SC Freiburg ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
Há uma idade a partir da qual toda a boa tarde é descrita como uma recordação do passado, o que é injusto e também exato. 8.44 aos 33, e ninguém no campo esteve melhor.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Vincenzo Grifo. 4‑3 sobre o Borussia Mönchengladbach, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
Tem 23 anos e o estádio já canta o nome dele, coisa que acontece aos miúdos da terra e quase nunca aos reforços. Tudo a partir daqui se mede contra um carinho que não fez nada para merecer, a não ser ser daqui.
4 convocatórias são um elogio ao plantel e uma dor de cabeça para quem o dirige. Vai recebê-los de volta daqui a quinze dias, cansados e em vários estados de conservação.
Quatro ou cinco jornadas de regularidade, medidas contra todos os da divisão que fazem o seu trabalho. Cyriaque Irié sai dessa comparação dentro da equipa, e o SC Freiburg beneficiou de cada uma dessas tardes.
“Merecemos. Pedi-lhes uma reação e tive-a, e agora quero o mesmo outra vez no sábado.” Thomas Friedrich sobre uma tarde de 4‑3 que lhe agradou mais do que estava disposto a mostrar.
É o nome de todas as colunas e de todos os programas, e isso pesa em qualquer idade. Há futebolistas que crescem ali dentro e outros que se apagam sem ruído.
Não se vê o fim da espera do SC Freiburg por uma vitória
Já são 4 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no SC Freiburg tem de arrancar um resultado de algum lado.
«Há manhãs em que acordas e tudo o que conheces continua longíssimo.» Não é o futebol e nunca foi: o SC Freiburg lida com um homem que quer outro país.
Ninguém o confirma e as fichas de jogo confirmam-no todas as semanas. Um erro comprou-lhe um período como segunda opção que já é mais longo do que o erro merecia.
Um erro de guarda-redes não tem defesa atrás que o limpe. Soube-o antes de a bola passar a linha, o estádio soube-o um segundo depois, e esta noite não há nada que alguém possa dizer.
“Os adeptos têm todo o direito de estar zangados. Eu também estou. Vamos corrigir isto.” 0‑1, um treinador a dizer as coisas necessárias, e um balneário que ouviu outra versão delas.
A ficha de jogo di-lo em público todas as semanas até mudar. A única versão de ficar de fora que um futebolista não consegue contestar, e a que lhe custa mais.
Vestiu a outra camisola. No sábado joga contra o Borussia Mönchengladbach com esta, e tudo o que disser esta semana sobre ser um jogo como os outros será mentira.
Em resumo
O bancoO treinador faz uma promessa a Lukas Kübler
Recuperou e depois fez alguma coisa com isso, que são dois trabalhos e a razão de o marcador ter o aspeto que tem. 16 ações combinadas e uma nota de 7.23, e nenhuma delas entrará num resumo.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
A única versão de ficar de fora contra a qual um jogador não pode argumentar, e a que pior aceita. Outro tem estado melhor e a ficha de jogo di-lo, em público, todas as semanas até mudar.
O banco21/09/2026
O veredicto do treinador
“Estou frustrado, sinceramente. Fizemos o suficiente para ganhar e não ganhámos.” Thomas Friedrich não o escondia depois do 1‑1, e no balneário do SC Freiburg também ninguém o escondia.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Philipp Lienhart assinar alguma coisa — um contrato no SC Freiburg ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
Dribles concretizados: 12. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
Segue-se o Bayern Munich, e há um homem no balneário do SC Freiburg que conhece o centro de treinos deles melhor do que o seu. A receção vai dizer-lhe o que pensavam dele.
O SC Freiburg ficou sem tempo com o Hannover 96. Os papéis estavam abertos quando o prazo passou, e uma transferência que estava quase feita é agora uma transferência que nunca aconteceu.
“Não é o fim do mundo e não chega. As duas coisas são verdade.” O treinador, depois de um empate por 0‑0, disse a coisa honesta e foi dizê-la outra vez lá dentro.
Ninguém no SC Freiburg sugere que esteja em má fase. O treinador quis simplesmente outras qualidades para noventa minutos concretos, e contra isso um jogador não pode treinar nada.
11 vezes se meteu no caminho. Escreve-se sobre os centrais quando erram e ignoram-se quando não erram, por isso uma tarde destas tem de ser dita em voz alta: é ele a razão de o marcador dizer o que diz.
Christian Günter fez a conta e não gosta do resultado. Nada corrói um grupo mais depressa, e nenhum clube resolveu isto explicando a um futebolista a estrutura salarial.
“Não era o certo para mim. Não vou explicar porquê a ninguém, a não ser às pessoas a quem devo uma explicação.” Um negócio acordado entre dois clubes, e um jogador que se recusou a fazer parte dele.
Um negócio que à hora de almoço estava a um telefonema de fechar estava morto à meia-noite. O SC Freiburg vai tentar outra vez quando o mercado abrir; nessa altura o Kaiserslautern pode já não estar a vender.
Direção07/09/2026
O SC Freiburg fecha o mercado com um plantel feito por si
14 entradas e 0 saídas, e nenhuma mudança durante meses. O treinador tem o que tem, os adeptos têm a sua opinião sobre isso, e a tabela terá a última palavra.
O valor aprovado não chegava. A direção foi consultada de novo e subiu a sua própria proposta para $6.0M — um clube que quer Noahkai Banks ao ponto de perguntar duas vezes.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O VfL Bochum fica com o seu homem, e o SC Freiburg volta a uma lista com um nome riscado.
Quando isto acontece nada se anuncia, e toda a gente sabe. É uma parte maior do plano do SC Freiburg do que era há um mês, e o centro de treinos percebeu-o antes de a ficha de jogo o dizer.
Segue-se o St. Pauli, e há um homem no balneário do SC Freiburg que conhece o centro de treinos deles melhor do que o seu. A receção vai dizer-lhe o que pensavam dele.
O SC Freiburg perguntou e o Young Boys disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do SC Freiburg, e não vai ser retirado.
O valor aprovado não chegava. A direção foi consultada de novo e subiu a sua própria proposta para $14.0M — um clube que quer Aljoscha Kemlein ao ponto de perguntar duas vezes.
Dribles concretizados: 19. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
Ambas as partes esperam falar nos próximos dias. O SC Freiburg vai pedir um valor, e tudo o que vier depois é aritmética.
O banco31/08/2026
A vista do banco
“Não perdemos. Há semanas em que é só isso que se consegue, e prefiro ter o ponto a não o ter.” Thomas Friedrich escolheu a versão do copo meio cheio do 0‑0; os adeptos saíram com a outra.
Noventa minutos concretos pediam outro tipo de jogador, e o treinador escolheu um. Não está em má forma e não está na equipa, e as duas coisas são verdade.
O SC Freiburg ofereceu $52.9M; o Porto disse que nem perto. Ao treinador dirão que o dinheiro continua lá para o jogador certo, que é o que se diz aos treinadores.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O RB Leipzig fica com o seu homem, e o SC Freiburg volta a uma lista com um nome riscado.
“Ouvi, pensei, e fico. É essa a história toda.” Os clubes tinham acordado uma verba. Bruno Ogbus não tinha acordado ir, e afinal era essa a parte que contava.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do SC Freiburg, e não vai ser retirado.
Direção24/08/2026
O SC Freiburg chumba o plano para o centro de treinos
É a forma mais silenciosa de um clube dizer quais são as suas ambições. Pediu-se o dinheiro, negou-se o dinheiro, e quem trabalha ali todos os dias já sabe exatamente com o que conta.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Philipp Lienhart assinar alguma coisa — um contrato no SC Freiburg ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
Todos os plantéis têm um jogo destes para alguém, todas as épocas. Este é o de Maximilian Eggestein: o clube que o conheceu primeiro, os adeptos que vão decidir no primeiro minuto se aplaudem, e o SC Freiburg a precisar que ele jogue como se nada disso importasse.
A proposta seguiu esta semana para o Porto, e a resposta é deles. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Nottingham Forest fica com o seu homem, e o SC Freiburg volta a uma lista com um nome riscado.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 18 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
O valor aprovado não chegava. A direção foi consultada de novo e subiu a sua própria proposta para $47.2M — um clube que quer Christoph Baumgartner ao ponto de perguntar duas vezes.
Os números não ficam em segredo num vestiário e nunca ficaram. Não pede mais do que vale: pergunta por que o do lado vale mais, e no SC Freiburg essa pergunta é mais difícil de responder.
O SC Freiburg ofereceu $57.8M; o Leeds United disse que nem perto. Ao treinador dirão que o dinheiro continua lá para o jogador certo, que é o que se diz aos treinadores.
O SC Freiburg perguntou e o Eintracht Frankfurt disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no SC Freiburg falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
O valor aprovado não chegava. A direção foi consultada de novo e subiu a sua própria proposta para $4.7M — um clube que quer Cajetan Lenz ao ponto de perguntar duas vezes.
Não há verba, não há apresentação, não há empresário na escadaria. Uwe Mayer está neste clube desde miúdo e faz agora parte, formalmente, do plantel principal — o que, para um leitor local, vale mais do que qualquer contratação.
A formação existe exatamente para esta manhã. Christoph Schumacher passou por todos os escalões do clube e tem agora um número de equipa principal; os mais orgulhosos do edifício serão os que o treinaram aos doze anos.
Os clubes gastam fortunas à procura de jogadores e de vez em quando encontram um ao fundo do corredor. Alexander Heinrich é isso, e a receção na sua primeira aparição será de outra natureza que a de qualquer reforço.
Em resumo
O bancoYuito Suzuki pede uma conversa com o treinador
O SC Freiburg foi ao Leeds United com uma proposta, e os adeptos foram à internet com uma opinião sobre ela. Se alguma das duas muda alguma coisa, decide o clube vendedor.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Matthias Ginter e o SC Freiburg acertam mais 2 anos.
«Tenho ambições e gostava que o clube as partilhasse.» Ninguém pediu para sair nem foi mandado embora — mas um jogador escolhe essa frase com cuidado, e uma administração ouve-a exactamente como foi pensada.
Faltam 24 meses e lá de cima só silêncio — sem proposta, sem conversas, nada a que os representantes possam responder. Os clubes que deixam o calendário negociar por eles acabam quase sempre a negociar com o calendário.
«Dei tudo a isto, mas a minha família não está aqui — e eu também não, na verdade.» A um futebolista corrige-se a má fase. Disto nunca ninguém foi corrigido, e no SC Freiburg sabem-no.