Deixou de ser um ambiente nas bancadas e passou a ser algo organizado. As direções podem ignorar um mau ambiente durante muito tempo; esta fase não a conseguem ignorar por muito.
A série chega a 13 e as perguntas em torno do Fylkir já não são delicadas.
Plantel03/08/2043
Vidar Skulason lesiona os ligamentos do joelho — 79 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 79 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
A direcção disse em público o que já dizia em privado. Os resultados daqui até à próxima reunião decidem tudo, e no clube toda a gente sabe fazer as contas.
Nada foi anunciado e toda a gente percebe o que significa. Uma direção que convoca todo o departamento de futebol numa terça de manhã é uma direção que deixou de acreditar que o problema se resolve sozinho.
Já são 12 jogos sem vencer, e o estádio ganhou aquele silêncio especial de quem espera o pior. Um 1-0 feio curava quase tudo; é isso que enlouquece.
Plantel27/07/2043
Vidar Skulason lesiona os ligamentos do joelho — 86 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 86 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Fylkir coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Jóhannes Kristinn Bjarnason está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Não vim para aqui aquecer à frente das pessoas.» O contrato acaba um dia, sabe contar as semanas, e o Fylkir terá de lhe dar um motivo para ficar ou uma saída.
A série chega a 11 e as perguntas em torno do Fylkir já não são delicadas.
Plantel20/07/2043
Vidar Skulason lesiona os ligamentos do joelho — 93 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 93 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Guðmar Gauti Sævarsson esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Notas dos jogadoresNinguém conseguiu chegar a Noah Correa
885Edição
O Correio de Fylkir
13/07/2043
Do nosso correspondente de futebolCrise
Plantel13/07/2043
Vidar Skulason lesiona os ligamentos do joelho — 100 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 100 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Jóhannes Kristinn Bjarnason esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Deixou de ser um ambiente nas bancadas e passou a ser algo organizado. As direções podem ignorar um mau ambiente durante muito tempo; esta fase não a conseguem ignorar por muito.
O comunicado da direção tinha três frases e uma delas mencionava resultados. Ari Hermannsson treina há tempo suficiente para traduzir: ganhar depressa, ou o próximo comunicado será mais curto.
Nada foi anunciado e toda a gente percebe o que significa. Uma direção que convoca todo o departamento de futebol numa terça de manhã é uma direção que deixou de acreditar que o problema se resolve sozinho.
Lá em cima ninguém disse nada, que é a coisa mais barulhenta que podiam fazer. Os resultados compram silêncio neste ofício; a conta do Fylkir está a esgotar-se.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Fylkir, e não vai ser retirado.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Fylkir coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Hilmar Þór Kjærnested Helgason esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
6 golos. Os dois bancos passaram a segunda parte a olhar um para o outro mais do que para o relvado. Os puristas vão queixar-se do Fylkir e do Vikingur por igual; os restantes divertiram-se imenso.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Jóhannes Kristinn Bjarnason está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Jóel Baldursson, e o treinador deixou.
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 9 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
Jogo20/06/2043
Não se vê o fim da espera do Fylkir por uma vitória
Já são 7 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Fylkir tem de arrancar um resultado de algum lado.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Fylkir coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Hilmar Þór Kjærnested Helgason esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Jóhannes Kristinn Bjarnason está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
As ocasiões aparecem e algo acontece entre criá-las e finalizá-las. Já vão 3 jogos, e a inquietação nas bancadas chega um pouco mais cedo a cada semana.
Deixou de ser um ambiente nas bancadas e passou a ser algo organizado. As direções podem ignorar um mau ambiente durante muito tempo; esta fase não a conseguem ignorar por muito.
O que se dizia à porta fechada passou a dizer-se diante de um microfone. Em Fylkir toda a gente sabe fazer a conta, incluindo o homem a quem se dirige.
0‑3 para o Keflavik, e foi exatamente tão mau como o número sugere. Há derrotas que se discutem e derrotas pelas quais se pede desculpa; esta foi do segundo tipo.
Nada foi anunciado e toda a gente percebe o que significa. Uma direção que convoca todo o departamento de futebol numa terça de manhã é uma direção que deixou de acreditar que o problema se resolve sozinho.
336 jogos ao longo de 17 épocas e uma só camisola. Já ninguém constrói uma carreira assim de propósito; acontece a certo tipo de jogador em certo tipo de clube.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Fylkir, e não vai ser retirado.
Jogo06/06/2043
Não se vê o fim da espera do Fylkir por uma vitória
Já são 5 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Fylkir tem de arrancar um resultado de algum lado.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Fylkir falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Fylkir coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Fylkir falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Jóhannes Kristinn Bjarnason esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
18 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Fylkir perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Notas dos jogadores18/05/2043
Kasper Olsen não podia pedir mais na estreia — 7.90
As estreias sobrevivem-se, não se desfrutam. Esta desfrutou-se: 7.90, 1 golos, e um treinador a quem já perguntam se ele é titular outra vez para a semana.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Fylkir falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Há uma idade a partir da qual toda a boa tarde é descrita como uma recordação do passado, o que é injusto e também exato. 8.37 aos 35, e ninguém no campo esteve melhor.
Um médio mede-se por saber se a equipa funciona quando ele está em campo, algo quase impossível de ver e completamente óbvio em retrospetiva. 17 ações, 6.94, e um treinador que não o vai substituir tão cedo.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Fylkir coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Adeptos que cantam quando corre mal são adeptos. Adeptos que se juntam à saída são um problema, e dentro do edifício toda a gente sabe qual das duas coisas isto é agora.
25 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Fylkir perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Fylkir falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Jóhannes Kristinn Bjarnason esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Há um calor muito próprio que um estádio guarda para um jovem de 22 anos que sente como seu. Johann Finnbogason tem-no agora, e tudo o que fizer no resto do tempo aqui será medido contra a boa vontade que lhe deram de graça.
Avaliado com 7.95. Pergunte a qualquer pessoa à saída do estádio o que decidiu aquilo e receberá um nome, que é o único prémio que alguma vez contou a sério.
32 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Fylkir perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
O comunicado da direção tinha três frases e uma delas mencionava resultados. Ari Hermannsson treina há tempo suficiente para traduzir: ganhar depressa, ou o próximo comunicado será mais curto.
Nada foi anunciado e toda a gente percebe o que significa. Uma direção que convoca todo o departamento de futebol numa terça de manhã é uma direção que deixou de acreditar que o problema se resolve sozinho.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Fylkir falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
11 miúdos sobem, e algures no edifício as pessoas que os treinaram aos doze anos estão a ter, em silêncio, a melhor manhã do seu ano de trabalho. Nada disto aparece num resultado, e é para isto que a formação existe.
39 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Fylkir perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Fylkir falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Jóhannes Kristinn Bjarnason esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
46 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Fylkir perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Posição 12 e 16 pontos, e nesta parte da cidade a classificação lê-se de baixo para cima. O calendário deixou de ser um programa e passou a ser uma contagem decrescente.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Fylkir falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Adeptos que cantam quando corre mal são adeptos. Adeptos que se juntam à saída são um problema, e dentro do edifício toda a gente sabe qual das duas coisas isto é agora.
53 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Fylkir perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Fylkir, e não vai ser retirado.
Jóhannes Kristinn Bjarnason esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
A papelada fica pronta muito antes do jogador. Dagur Hermannsson acertou vir quando o contrato atual terminar, o que significa que o Fylkir substituiu um orçamento de verão por um telefonema.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Milan Mazuch tem 20 anos, e o Fylkir contratou-o pelo jogador que virá a ser, não pelo que já é. A equipa principal pode esperar; o sentido de um negócio destes são os anos que compra.
60 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Fylkir perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
O que se dizia à porta fechada passou a dizer-se diante de um microfone. Em Fylkir toda a gente sabe fazer a conta, incluindo o homem a quem se dirige.
Nada foi anunciado e toda a gente percebe o que significa. Uma direção que convoca todo o departamento de futebol numa terça de manhã é uma direção que deixou de acreditar que o problema se resolve sozinho.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Guðmar Gauti Sævarsson e o Fylkir acertam mais 2 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Fylkir coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Olafur Gudmundsson está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
67 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Fylkir perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Jóhannes Kristinn Bjarnason esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
74 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Fylkir perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Adeptos que cantam quando corre mal são adeptos. Adeptos que se juntam à saída são um problema, e dentro do edifício toda a gente sabe qual das duas coisas isto é agora.
81 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Fylkir perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
88 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Fylkir perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Fylkir coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Em resumo
PlantelPalavras no treino do Fylkir sobre quem trabalha
95 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Fylkir perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
O que se dizia à porta fechada passou a dizer-se diante de um microfone. Em Fylkir toda a gente sabe fazer a conta, incluindo o homem a quem se dirige.
Jóhannes Kristinn Bjarnason esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel02/03/2043
Ragnar Smarason desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
102 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Fylkir perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Posição 12 e 16 pontos, e nesta parte da cidade a classificação lê-se de baixo para cima. O calendário deixou de ser um programa e passou a ser uma contagem decrescente.
Adeptos que cantam quando corre mal são adeptos. Adeptos que se juntam à saída são um problema, e dentro do edifício toda a gente sabe qual das duas coisas isto é agora.
109 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Fylkir perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Jóhannes Kristinn Bjarnason esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Fylkir coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Ninguém no Fylkir dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
A direcção disse em público o que já dizia em privado. Os resultados daqui até à próxima reunião decidem tudo, e no clube toda a gente sabe fazer as contas.
Jóhannes Kristinn Bjarnason esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel02/02/2043
Ragnar Smarason desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Ninguém no Fylkir dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
“O treinador não usou muitas palavras, e não precisou delas.” Andri Thorsteinsson tem a sua resposta do Fylkir; o que fizer com ela é a história da próxima janela.
Posição 12 e 16 pontos, e nesta parte da cidade a classificação lê-se de baixo para cima. O calendário deixou de ser um programa e passou a ser uma contagem decrescente.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Fylkir coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Em resumo
PlantelPalavras no treino do Fylkir sobre quem trabalha
Adeptos que cantam quando corre mal são adeptos. Adeptos que se juntam à saída são um problema, e dentro do edifício toda a gente sabe qual das duas coisas isto é agora.
Jóhannes Kristinn Bjarnason esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Fylkir coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Ninguém no Fylkir dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
O comunicado da direção tinha três frases e uma delas mencionava resultados. Ari Hermannsson treina há tempo suficiente para traduzir: ganhar depressa, ou o próximo comunicado será mais curto.
Jóhannes Kristinn Bjarnason esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
«Disseram-mo com clareza, e prefiro assim.» O treinador de Fylkir foi explícito quanto à situação de Holmar Halldorsson, o que é mais do que muitos recebem.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Fylkir, e não vai ser retirado.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Fylkir coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Adeptos que cantam quando corre mal são adeptos. Adeptos que se juntam à saída são um problema, e dentro do edifício toda a gente sabe qual das duas coisas isto é agora.
Jóhannes Kristinn Bjarnason esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Em resumo
PlantelRagnar Smarason desentende-se com um colega por causa das exigências
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Fylkir coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Ragnar Smarason está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
A direcção disse em público o que já dizia em privado. Os resultados daqui até à próxima reunião decidem tudo, e no clube toda a gente sabe fazer as contas.
329 jogos ao longo de 17 épocas e uma só camisola. Já ninguém constrói uma carreira assim de propósito; acontece a certo tipo de jogador em certo tipo de clube.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Jóel Baldursson e o Fylkir acertam mais 2 anos.
Jóhannes Kristinn Bjarnason esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Adeptos que cantam quando corre mal são adeptos. Adeptos que se juntam à saída são um problema, e dentro do edifício toda a gente sabe qual das duas coisas isto é agora.
Jóhannes Kristinn Bjarnason esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Em resumo
PlantelRagnar Smarason desentende-se com um colega por causa das exigências
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Fylkir coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel17/11/2042
Jóel Baldursson tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Fylkir dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Fylkir, e não vai ser retirado.
Jóhannes Kristinn Bjarnason esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Em resumo
PlantelBjorn Gunnarsson sofre uma lesão muscular — 18 dias de fora
O comunicado da direção tinha três frases e uma delas mencionava resultados. Ari Hermannsson treina há tempo suficiente para traduzir: ganhar depressa, ou o próximo comunicado será mais curto.
Nada foi anunciado e toda a gente percebe o que significa. Uma direção que convoca todo o departamento de futebol numa terça de manhã é uma direção que deixou de acreditar que o problema se resolve sozinho.
Adeptos que cantam quando corre mal são adeptos. Adeptos que se juntam à saída são um problema, e dentro do edifício toda a gente sabe qual das duas coisas isto é agora.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Fylkir coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel20/10/2042
Patryk Drygiel sofre uma lesão muscular — 15 dias de fora
A lesão que volta sempre, de que se regressa sempre à pressa e que em silêncio custa mais carreiras do que as dramáticas. 15 dias é a estimativa; o número honesto depende de haver paciência.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Vidar Halldorsson e o Fylkir acertam mais 2 anos.
Em resumo
PlantelJóel Baldursson tornou-se um homem de confiança do treinador
Jóhannes Kristinn Bjarnason esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Há um nível em que um futebolista deixa de ser posto à prova e passa apenas a ser contido, e ele chegou lá há algum tempo. No Fylkir sabem-no, e também todos os que o veem.
17 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Fylkir perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
A direcção disse em público o que já dizia em privado. Os resultados daqui até à próxima reunião decidem tudo, e no clube toda a gente sabe fazer as contas.
Plantel06/10/2042
O veredicto de uma época sobre Ragnar Smarason: o melhor da sua idade
O Fylkir tem um jogador de 20 anos que a divisão acabou de eleger o seu melhor jovem. O próximo problema do clube é que agora toda a gente também sabe.
Nada foi anunciado e toda a gente percebe o que significa. Uma direção que convoca todo o departamento de futebol numa terça de manhã é uma direção que deixou de acreditar que o problema se resolve sozinho.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Hilmar Þór Kjærnested Helgason e o Fylkir acertam mais 2 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Fylkir coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Adeptos que cantam quando corre mal são adeptos. Adeptos que se juntam à saída são um problema, e dentro do edifício toda a gente sabe qual das duas coisas isto é agora.
24 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Fylkir perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
A série chega a 9 e as perguntas em torno do Fylkir já não são delicadas.
Notas dos jogadores29/09/2042
Ragnar Smarason, 20 anos, joga como se cá estivesse há anos — 9.45
Um 9.45 significa uma coisa ao lado do nome de um jogador de vinte e nove anos e algo completamente diferente ao lado do de um de 20. Ninguém no estádio precisou que lhe explicassem.
Jóhannes Kristinn Bjarnason esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 31 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
2 golos de vantagem e depois uma rendição lenta de tudo o que fora ganho. Guðmar Gauti Sævarsson não será o apontado, mas ninguém no Fylkir escapa à conversa que se segue a um colapso destes.
Jóhannes Kristinn Bjarnason esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
A lesão que volta sempre, de que se regressa sempre à pressa e que em silêncio custa mais carreiras do que as dramáticas. 14 dias é a estimativa; o número honesto depende de haver paciência.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Arnar Númi Gíslason está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 38 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
O mais difícil de ter 20 anos numa equipa principal é que ninguém perdoa nada. Ragnar Smarason não precisou: 7.71, e parecia o homem mais à vontade no relvado.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Fylkir coisas que levam mais de uma semana a retirar.
10 ações combinadas e 6.65. O trabalho dele aparece sob a forma de outros parecerem bons, e a única maneira fiável de o notar é ver o que acontece nas tardes em que ele falta.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Ragnar Smarason está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 45 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
O que se dizia à porta fechada passou a dizer-se diante de um microfone. Em Fylkir toda a gente sabe fazer a conta, incluindo o homem a quem se dirige.
O mais difícil de ter 21 anos numa equipa principal é que ninguém perdoa nada. Johann Finnbogason não precisou: 7.76, e parecia o homem mais à vontade no relvado.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Guðmar Gauti Sævarsson e o Fylkir acertam mais 2 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Em resumo
Notas dos jogadoresMaxim Sidelnikov marcou um e fez outro — 7.78
Deixou de ser um ambiente nas bancadas e passou a ser algo organizado. As direções podem ignorar um mau ambiente durante muito tempo; esta fase não a conseguem ignorar por muito.
Lá em cima ninguém disse nada, que é a coisa mais barulhenta que podiam fazer. Os resultados compram silêncio neste ofício; a conta do Fylkir está a esgotar-se.
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 52 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 20 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Há uma idade a partir da qual toda a boa tarde é descrita como uma recordação do passado, o que é injusto e também exato. 8.08 aos 37, e ninguém no campo esteve melhor.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Fylkir coisas que levam mais de uma semana a retirar.
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 59 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 27 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Jogo23/08/2042
Não se vê o fim da espera do Fylkir por uma vitória
Já são 4 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Fylkir tem de arrancar um resultado de algum lado.
Jóhannes Kristinn Bjarnason esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel25/08/2042
Ragnar Smarason desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
12 vezes se meteu no caminho. Escreve-se sobre os centrais quando erram e ignoram-se quando não erram, por isso uma tarde destas tem de ser dita em voz alta: é ele a razão de o marcador dizer o que diz.
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 66 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
2 golos de vantagem e depois uma rendição lenta de tudo o que fora ganho. Ragnar Smarason não será o apontado, mas ninguém no Fylkir escapa à conversa que se segue a um colapso destes.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 34 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Ragnar Smarason produziu-o, e o 8.70 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 6 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
1 para Hordur Thorsteinsson, avaliado com 6.99, e o nome de um central na parte da crónica a que normalmente só chega por engano. No balneário não o vão deixar esquecer durante um mês.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Fylkir coisas que levam mais de uma semana a retirar.
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 73 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Posição 11 e 11 pontos, e nesta parte da cidade a classificação lê-se de baixo para cima. O calendário deixou de ser um programa e passou a ser uma contagem decrescente.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 41 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Jóhannes Kristinn Bjarnason esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
É o nome de todas as colunas e de todos os programas, e isso pesa em qualquer idade. Há futebolistas que crescem ali dentro e outros que se apagam sem ruído.
Deixou de ser um ambiente nas bancadas e passou a ser algo organizado. As direções podem ignorar um mau ambiente durante muito tempo; esta fase não a conseguem ignorar por muito.
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 80 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
O comunicado da direção tinha três frases e uma delas mencionava resultados. Ari Hermannsson treina há tempo suficiente para traduzir: ganhar depressa, ou o próximo comunicado será mais curto.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 48 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Nada foi anunciado e toda a gente percebe o que significa. Uma direção que convoca todo o departamento de futebol numa terça de manhã é uma direção que deixou de acreditar que o problema se resolve sozinho.
O mais difícil de ter 21 anos numa equipa principal é que ninguém perdoa nada. Johann Finnbogason não precisou: 7.66, e parecia o homem mais à vontade no relvado.
1 para Jóel Baldursson, avaliado com 7.78, e o nome de um central na parte da crónica a que normalmente só chega por engano. No balneário não o vão deixar esquecer durante um mês.
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 87 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 55 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
O mais difícil de ter 20 anos numa equipa principal é que ninguém perdoa nada. Ragnar Smarason não precisou: 7.84, e parecia o homem mais à vontade no relvado.
Jóhannes Kristinn Bjarnason esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Aos 21 anos é cantado por pessoas com o dobro da idade, um carinho que um reforço demora anos a merecer e que um miúdo da casa recebe por aparecer. É também a coisa mais difícil de corresponder no futebol.
15 vezes se meteu no caminho. Escreve-se sobre os centrais quando erram e ignoram-se quando não erram, por isso uma tarde destas tem de ser dita em voz alta: é ele a razão de o marcador dizer o que diz.
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 94 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 62 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Aos 35 devia estar a gerir os seus minutos. Em vez disso foi avaliado com 7.85 e pareceu, durante noventa minutos, exatamente o jogador de que toda a gente se lembra.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Fylkir coisas que levam mais de uma semana a retirar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Mikael Gunnarsson lesiona os ligamentos do joelho — 101 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 101 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 69 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Posição 11 e 7 pontos, e nesta parte da cidade a classificação lê-se de baixo para cima. O calendário deixou de ser um programa e passou a ser uma contagem decrescente.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Fylkir, e não vai ser retirado.
Jóhannes Kristinn Bjarnason esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Deixou de ser um ambiente nas bancadas e passou a ser algo organizado. As direções podem ignorar um mau ambiente durante muito tempo; esta fase não a conseguem ignorar por muito.
A direcção disse em público o que já dizia em privado. Os resultados daqui até à próxima reunião decidem tudo, e no clube toda a gente sabe fazer as contas.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 76 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Nada foi anunciado e toda a gente percebe o que significa. Uma direção que convoca todo o departamento de futebol numa terça de manhã é uma direção que deixou de acreditar que o problema se resolve sozinho.
73 jogos ao longo de 16 épocas e uma só camisola. Já ninguém constrói uma carreira assim de propósito; acontece a certo tipo de jogador em certo tipo de clube.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Guðmar Gauti Sævarsson produziu-o, e o 8.26 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 83 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Jogo28/06/2042
Não se vê o fim da espera do Fylkir por uma vitória
Já são 8 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Fylkir tem de arrancar um resultado de algum lado.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 90 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Jogo21/06/2042
Não se vê o fim da espera do Fylkir por uma vitória
Já são 7 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Fylkir tem de arrancar um resultado de algum lado.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Fylkir, e não vai ser retirado.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Fylkir coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Acabou 1‑1, e de certa forma sempre pareceu que ia acabar assim. Uma daquelas tardes em que a tabela mexe menos do que os nervos.
Plantel23/06/2042
Jóel Baldursson tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Fylkir dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 97 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Posição 10 e 5 pontos, e nesta parte da cidade a classificação lê-se de baixo para cima. O calendário deixou de ser um programa e passou a ser uma contagem decrescente.
Jóhannes Kristinn Bjarnason esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Deixou de ser um ambiente nas bancadas e passou a ser algo organizado. As direções podem ignorar um mau ambiente durante muito tempo; esta fase não a conseguem ignorar por muito.
O Vikingur fechou tudo por 1‑2. A época reduz-se ao campeonato, e no estádio já se sabia muito antes do apito final.
Notas dos jogadores09/06/2042
Ragnar Smarason, 20 anos, joga como se cá estivesse há anos — 7.72
Um 7.72 significa uma coisa ao lado do nome de um jogador de vinte e nove anos e algo completamente diferente ao lado do de um de 20. Ninguém no estádio precisou que lhe explicassem.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Jóhannes Kristinn Bjarnason e o Fylkir acertam mais 2 anos.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Fylkir coisas que levam mais de uma semana a retirar.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
O que se dizia à porta fechada passou a dizer-se diante de um microfone. Em Fylkir toda a gente sabe fazer a conta, incluindo o homem a quem se dirige.
Há um silêncio muito próprio: o de um estádio a ver dissolver-se uma posição vencedora. O KR continuou a vir porque nada o travou, e ao Fylkir vão perguntar pela última meia hora a semana inteira.
405 jogos ao longo de 16 épocas e uma só camisola. Já ninguém constrói uma carreira assim de propósito; acontece a certo tipo de jogador em certo tipo de clube.
O mais difícil de ter 20 anos numa equipa principal é que ninguém perdoa nada. Ragnar Smarason não precisou: 8.42, e parecia o homem mais à vontade no relvado.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Jóhannes Kristinn Bjarnason e o Fylkir acertam mais 2 anos.
Jóhannes Kristinn Bjarnason esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Aos 20 anos é cantado por pessoas com o dobro da idade, um carinho que um reforço demora anos a merecer e que um miúdo da casa recebe por aparecer. É também a coisa mais difícil de corresponder no futebol.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Fylkir coisas que levam mais de uma semana a retirar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Kristinn Ingason, e o treinador deixou.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
O mais difícil de ter 21 anos numa equipa principal é que ninguém perdoa nada. Johann Finnbogason não precisou: 7.61, e parecia o homem mais à vontade no relvado.
Jóhannes Kristinn Bjarnason esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Hilmar Þór Kjærnested Helgason, e o treinador deixou.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Arnar Númi Gíslason está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Foi preciso Guðmar Gauti Sævarsson marcar para trazer alguma coisa para casa: 2‑2 com o Breidablik, e metade do balneário vai chamar-lhe um ponto ganho.
Deixou de ser um ambiente nas bancadas e passou a ser algo organizado. As direções podem ignorar um mau ambiente durante muito tempo; esta fase não a conseguem ignorar por muito.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Fylkir coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Há um calor muito próprio que um estádio guarda para um jovem de 21 anos que sente como seu. Johann Finnbogason tem-no agora, e tudo o que fizer no resto do tempo aqui será medido contra a boa vontade que lhe deram de graça.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Birkir Bodvarsson e o Fylkir acertam mais 3 anos.
Ninguém no Fylkir dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
A direcção disse em público o que já dizia em privado. Os resultados daqui até à próxima reunião decidem tudo, e no clube toda a gente sabe fazer as contas.
320 jogos ao longo de 16 épocas e uma só camisola. Já ninguém constrói uma carreira assim de propósito; acontece a certo tipo de jogador em certo tipo de clube.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Fylkir falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Jóhannes Kristinn Bjarnason esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Direção05/05/2042
9 jogadores da formação recebem número de equipa principal no Fylkir
A manhã em que o percurso deixa de ser um folheto e passa a ser uma ficha de jogo. A maioria não estará cá daqui a três anos; todos já fizeram a parte difícil, que era chegar a hoje.
A formação existe exatamente para esta manhã. Ragnar Finnbogason passou por todos os escalões do clube e tem agora um número de equipa principal; os mais orgulhosos do edifício serão os que o treinaram aos doze anos.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Fylkir falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Fylkir, e não vai ser retirado.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Fylkir coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Em resumo
PlantelJóel Baldursson tornou-se um homem de confiança do treinador
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Fylkir falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Fylkir, e não vai ser retirado.
Deixou de ser um ambiente nas bancadas e passou a ser algo organizado. As direções podem ignorar um mau ambiente durante muito tempo; esta fase não a conseguem ignorar por muito.
20 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Fylkir perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Mercado14/04/2042
Tão perto: a transferência de Rurik Fridjonsson morre em cima da hora
O valor estava acertado e o voo já tinha sido visto — e então o telefone deixou de tocar. O IBV seguiu em frente, Rurik Fridjonsson apresenta-se de volta no Fylkir, e todos fingem que segunda-feira é só uma segunda-feira.
27 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Fylkir perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
A direcção disse em público o que já dizia em privado. Os resultados daqui até à próxima reunião decidem tudo, e no clube toda a gente sabe fazer as contas.
34 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Fylkir perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Fylkir, e não vai ser retirado.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Fylkir ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
41 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Fylkir perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Fylkir, e não vai ser retirado.
Deixou de ser um ambiente nas bancadas e passou a ser algo organizado. As direções podem ignorar um mau ambiente durante muito tempo; esta fase não a conseguem ignorar por muito.
48 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Fylkir perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Fylkir coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Em resumo
PlantelArnar Númi Gíslason desentende-se com um colega por causa das exigências
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Fylkir falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Fylkir, e não vai ser retirado.
O que se dizia à porta fechada passou a dizer-se diante de um microfone. Em Fylkir toda a gente sabe fazer a conta, incluindo o homem a quem se dirige.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Fylkir falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Nada foi anunciado e toda a gente percebe o que significa. Uma direção que convoca todo o departamento de futebol numa terça de manhã é uma direção que deixou de acreditar que o problema se resolve sozinho.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Rurik Fridjonsson será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Fylkir as despedidas começaram em silêncio.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Hilmar Þór Kjærnested Helgason e o Fylkir acertam mais 2 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Fylkir coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Em resumo
PlantelArnar Númi Gíslason desentende-se com um colega por causa das exigências
Posição 12 e 3 pontos, e nesta parte da cidade a classificação lê-se de baixo para cima. O calendário deixou de ser um programa e passou a ser uma contagem decrescente.
20 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Fylkir perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Fylkir falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Deixou de ser um ambiente nas bancadas e passou a ser algo organizado. As direções podem ignorar um mau ambiente durante muito tempo; esta fase não a conseguem ignorar por muito.
27 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Fylkir perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Fylkir falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
34 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Fylkir perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Fylkir falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
41 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Fylkir perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
A direcção disse em público o que já dizia em privado. Os resultados daqui até à próxima reunião decidem tudo, e no clube toda a gente sabe fazer as contas.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Fylkir falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Nada foi anunciado e toda a gente percebe o que significa. Uma direção que convoca todo o departamento de futebol numa terça de manhã é uma direção que deixou de acreditar que o problema se resolve sozinho.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Guðmar Gauti Sævarsson e o Fylkir acertam mais 2 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
48 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Fylkir perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Fylkir falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Deixou de ser um ambiente nas bancadas e passou a ser algo organizado. As direções podem ignorar um mau ambiente durante muito tempo; esta fase não a conseguem ignorar por muito.
55 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Fylkir perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Fylkir falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
62 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Fylkir perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Lá em cima ninguém disse nada, que é a coisa mais barulhenta que podiam fazer. Os resultados compram silêncio neste ofício; a conta do Fylkir está a esgotar-se.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Fylkir falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 69 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 82 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
A direcção disse em público o que já dizia em privado. Os resultados daqui até à próxima reunião decidem tudo, e no clube toda a gente sabe fazer as contas.
Jóhannes Kristinn Bjarnason esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Jon Gunnarsson e o Fylkir acertam mais 4 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 76 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Posição 12 e 3 pontos, e nesta parte da cidade a classificação lê-se de baixo para cima. O calendário deixou de ser um programa e passou a ser uma contagem decrescente.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 89 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Adeptos que cantam quando corre mal são adeptos. Adeptos que se juntam à saída são um problema, e dentro do edifício toda a gente sabe qual das duas coisas isto é agora.
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 83 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 96 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 90 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Lá em cima ninguém disse nada, que é a coisa mais barulhenta que podiam fazer. Os resultados compram silêncio neste ofício; a conta do Fylkir está a esgotar-se.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 103 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 110 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Jóhannes Kristinn Bjarnason esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 117 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
O que se dizia à porta fechada passou a dizer-se diante de um microfone. Em Fylkir toda a gente sabe fazer a conta, incluindo o homem a quem se dirige.
Nada foi anunciado e toda a gente percebe o que significa. Uma direção que convoca todo o departamento de futebol numa terça de manhã é uma direção que deixou de acreditar que o problema se resolve sozinho.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Fylkir, e não vai ser retirado.
Adeptos que cantam quando corre mal são adeptos. Adeptos que se juntam à saída são um problema, e dentro do edifício toda a gente sabe qual das duas coisas isto é agora.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 124 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Lá em cima ninguém disse nada, que é a coisa mais barulhenta que podiam fazer. Os resultados compram silêncio neste ofício; a conta do Fylkir está a esgotar-se.
Plantel18/11/2041
Johann Magnusson lesiona os ligamentos do joelho — 16 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 16 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 41 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
PlantelArnar Númi Gíslason desentende-se com um colega por causa das exigências
798Edição
O Correio de Fylkir
11/11/2041
Do nosso correspondente de futebolCrise
Plantel11/11/2041
Johann Magnusson lesiona os ligamentos do joelho — 23 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 23 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 48 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Jóhannes Kristinn Bjarnason esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Em resumo
PlantelPalavras no treino do Fylkir sobre quem trabalha
12.º lugar, 3 pontos e um calendário com menos jogos do que desculpas. As contas ainda não são cruéis, mas deixaram de ser simpáticas.
Plantel04/11/2041
Johann Magnusson lesiona os ligamentos do joelho — 30 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 30 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
O que se dizia à porta fechada passou a dizer-se diante de um microfone. Em Fylkir toda a gente sabe fazer a conta, incluindo o homem a quem se dirige.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 55 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Nada foi anunciado e toda a gente percebe o que significa. Uma direção que convoca todo o departamento de futebol numa terça de manhã é uma direção que deixou de acreditar que o problema se resolve sozinho.
307 jogos ao longo de 16 épocas e uma só camisola. Já ninguém constrói uma carreira assim de propósito; acontece a certo tipo de jogador em certo tipo de clube.
Adeptos que cantam quando corre mal são adeptos. Adeptos que se juntam à saída são um problema, e dentro do edifício toda a gente sabe qual das duas coisas isto é agora.
Plantel28/10/2041
Johann Magnusson lesiona os ligamentos do joelho — 37 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 37 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 62 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Ninguém na direção disse nada contra o treinador — e é esse o problema: também já não dizem nada a favor.
Plantel21/10/2041
Johann Magnusson lesiona os ligamentos do joelho — 44 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 44 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 69 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Johann Magnusson lesiona os ligamentos do joelho — 51 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 51 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 76 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Jóhannes Kristinn Bjarnason esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Posição 12 e 3 pontos, e nesta parte da cidade a classificação lê-se de baixo para cima. O calendário deixou de ser um programa e passou a ser uma contagem decrescente.
A direcção disse em público o que já dizia em privado. Os resultados daqui até à próxima reunião decidem tudo, e no clube toda a gente sabe fazer as contas.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 83 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Nada foi anunciado e toda a gente percebe o que significa. Uma direção que convoca todo o departamento de futebol numa terça de manhã é uma direção que deixou de acreditar que o problema se resolve sozinho.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Jóel Baldursson e o Fylkir acertam mais 2 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Fylkir coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Adeptos que cantam quando corre mal são adeptos. Adeptos que se juntam à saída são um problema, e dentro do edifício toda a gente sabe qual das duas coisas isto é agora.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 90 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Jóhannes Kristinn Bjarnason esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
É o nome de todas as colunas e de todos os programas, e isso pesa em qualquer idade. Há futebolistas que crescem ali dentro e outros que se apagam sem ruído.
Aqui não há queixa possível e todos os envolvidos sabem, o que não encurta o caminho até ao banco. A forma é a única moeda do futebol sobre a qual não se pode pedir emprestado.
Lá em cima ninguém disse nada, que é a coisa mais barulhenta que podiam fazer. Os resultados compram silêncio neste ofício; a conta do Fylkir está a esgotar-se.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 97 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Fylkir, e não vai ser retirado.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Fylkir coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 104 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Jóhannes Kristinn Bjarnason esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
20 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Fylkir perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 111 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.