29 pontos, e o resto da divisão a olhar para cima. Todas as equipas que acabam em primeiro passam a época a fingir que não pensam nisso, e esta começou a fingir.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Hammarby falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
«Não fui para ficar a ver. Quero voltar ao Hammarby e lutar pelo meu lugar.» 0 jogos em 5 no IFK Norrkoping dizem o resto.
O banco22/03/2027
Warner Hahn tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Hammarby dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Victor Eriksson. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
Um ano depois, a cidade não se abriu, a língua não chegou, e o almoço come-se sozinho mais vezes do que alguém no Hammarby admitiria. Nota-se aos sábados.
Uma cara nova na sua posição e, de repente, Élohim Kaboré tem de reconquistar o que julgava seu. O Hammarby não prometeu nada — nesta fase raramente promete.
3 golos em 20 jogos no DAC Dunajska Streda — números que viajam para casa mais depressa do que ele. No Hammarby alguém atualiza uma folha de cálculo todas as segundas, e cada semana lê-se melhor.
Em resumo
EmprestadosOs golos continuam a chegar do exílio de Suwaibou Kebbeh
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 32 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Young Boys fica com o seu homem, e o Hammarby volta a uma lista com um nome riscado.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Hammarby, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Treina a sério, diz o que há a dizer e volta para um apartamento vazio. No Hammarby ninguém fez nada de mal, e é justamente isso que torna tudo tão difícil de resolver.
Os números não ficam em segredo num vestiário e nunca ficaram. Não pede mais do que vale: pergunta por que o do lado vale mais, e no Hammarby essa pergunta é mais difícil de responder.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Hammarby sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 41 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Hammarby já se começa a dizer o nome dele no passado.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Nahir Besara e o Hammarby acertam mais 2 anos.
A verba é $170.0K, o contrato está assinado, e a discussão sobre se ele vale o preço pode começar. O IF Elfsborg negociou duro; o tempo dirá quem ganhou.
«Dei tudo a isto, mas a minha família não está aqui — e eu também não, na verdade.» A um futebolista corrige-se a má fase. Disto nunca ninguém foi corrigido, e no Hammarby sabem-no.
O Hammarby perguntou e o Newcastle United disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Victor Lind está nela.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Jakob Jensen, e o treinador deixou.
Os adeptos revoltam-se com a venda de Montader Madjed por $2.7M
Vai para o Halmstad, o clube tem $2.7M que não tinha na sexta-feira, e os programas de rádio já decidiram como se sentem quanto a isso. Vender bem e vender alguém que amavam não são a mesma competência.
Alvos de mercado01/03/2027
Os exames médicos acabam com o negócio de Tim Erlandsson
Estava tudo acordado com o IF Elfsborg, e então o médico falou. O Hammarby desistiu de uma contratação por conselho de alguém que nunca o viu jogar, que é exatamente como deve funcionar.
«Dei tudo a isto, mas a minha família não está aqui — e eu também não, na verdade.» A um futebolista corrige-se a má fase. Disto nunca ninguém foi corrigido, e no Hammarby sabem-no.
Continua sem haver proposta em cima da mesa, e o contrato de Frederik Winther continua a encolher. Na língua dos gabinetes, um silêncio tão longo deixa de ser esquecimento e passa a ser resposta.
Ninguém no Hammarby dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
O Hammarby perguntou e o Legia disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
O banco22/02/2027
Warner Hahn tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Hammarby dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Victor Eriksson. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
A proposta do Malmo FF por Victor Lind foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O GIF Sundsvall fica com o seu homem, e o Hammarby volta a uma lista com um nome riscado.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Oscar Steinke Brånby e o Hammarby acertam mais 5 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
O banco15/02/2027
Nahir Besara tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Hammarby dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Essayas Lwampindy Bofua, e o treinador deixou.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Élohim Kaboré treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Hammarby perdeu-o em tudo menos nos papéis.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Halmstad fica com o seu homem, e o Hammarby volta a uma lista com um nome riscado.
Nahir Besara e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Frederik Winther, e o treinador deixou.
«Disseram-mo com clareza, e prefiro assim.» O treinador de Hammarby foi explícito quanto à situação de Hampus Skoglund, o que é mais do que muitos recebem.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Frederik Winther está nela.
A lista é um documento discreto com um significado ruidoso. Montader Madjed pode falar com quem perguntar, e no clube toda a gente sabe o que isso quer dizer.
Um ano depois, a cidade não se abriu, a língua não chegou, e o almoço come-se sozinho mais vezes do que alguém no Hammarby admitiria. Nota-se aos sábados.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Hammarby perdeu-o em tudo menos nos papéis.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Markus Karlsson e o Hammarby acertam mais 5 anos.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Warner Hahn está nela.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Hammarby, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
O interesse é real o suficiente para ter chegado aos jornais. O Hammarby nada diz, o que em pleno mercado também é uma resposta.
O banco18/01/2027
Nahir Besara tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Hammarby dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Hammarby, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Markus Karlsson assinar alguma coisa — um contrato no Hammarby ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
3 golos em 20 jogos no DAC Dunajska Streda — números que viajam para casa mais depressa do que ele. No Hammarby alguém atualiza uma folha de cálculo todas as segundas, e cada semana lê-se melhor.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
«Não vim para aqui aquecer à frente das pessoas.» O contrato acaba um dia, sabe contar as semanas, e o Hammarby terá de lhe dar um motivo para ficar ou uma saída.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Frederik Winther está nela.
Os números não ficam secretos num balneário. Não está a pedir mais do que vale; está a perguntar porque é que alguém ao lado dele vale mais, e o Hammarby não tem uma boa resposta.
Uma cara nova na posição dele e uma camisola que julgava sua de repente em discussão. O Hammarby não prometeu nada, que é o que os clubes prometem nesta fase.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Paulos Abraham assinar alguma coisa — um contrato no Hammarby ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
29 pontos, e o resto da divisão a olhar para cima. Todas as equipas que acabam em primeiro passam a época a fingir que não pensam nisso, e esta começou a fingir.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Warner Hahn está nela.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Victor Eriksson. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
Tesfaldet Tekie fez a conta e não gosta do resultado. Nada corrói um grupo mais depressa, e nenhum clube resolveu isto explicando a um futebolista a estrutura salarial.
Uma conversa no gabinete do treinador, e um compromisso que saiu dela. Promessas assim são baratas de fazer e caras de quebrar, e Montader Madjed apontou a data.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Tesfaldet Tekie será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Hammarby as despedidas começaram em silêncio.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Hammarby coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Tesfaldet Tekie treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Markus Karlsson assinar alguma coisa — um contrato no Hammarby ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
«Não vim para aqui aquecer à frente das pessoas.» O contrato acaba um dia, sabe contar as semanas, e o Hammarby terá de lhe dar um motivo para ficar ou uma saída.
3 golos em 18 jogos no DAC Dunajska Streda — números que viajam para casa mais depressa do que ele. No Hammarby alguém atualiza uma folha de cálculo todas as segundas, e cada semana lê-se melhor.
Dribles concretizados: 42. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
0‑1 frente ao AZ, e uma noite que mediu a distância mais do que os noventa minutos. Nada nela foi uma vergonha, e nada nela esteve perto.
O banco14/12/2026
O veredicto do treinador
“A culpa é minha. Sou eu que escolho a equipa e escolhi mal.” Os treinadores dizem isto quando o sentem e quando precisam que se veja que o dizem, e depois do 0‑1 Anton Svanberg saiu da sala antes que alguém pudesse perguntar qual dos dois casos era.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
«Não vim para aqui aquecer à frente das pessoas.» O contrato acaba um dia, sabe contar as semanas, e o Hammarby terá de lhe dar um motivo para ficar ou uma saída.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Aqui não há queixa possível e todos os envolvidos sabem, o que não encurta o caminho até ao banco. A forma é a única moeda do futebol sobre a qual não se pode pedir emprestado.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Oliver Hagen será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Hammarby as despedidas começaram em silêncio.
«Nunca quis estar noutro sítio. Ainda há trabalho por acabar aqui.» Warner Hahn compromete-se com o Hammarby por mais 2 anos.
Plantel07/12/2026
Godwin Aguda consegue a transferência que sempre quis
Perguntam tantas vezes aos futebolistas pelo clube da infância que ninguém ouve a resposta. Godwin Aguda acabou de assinar pelo Hammarby e, por uma vez, a resposta importava.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Noah Persson, e o treinador deixou.
O treinador reorganizou as ideias e Noah Persson saiu delas mais abaixo. Vão dizer-lhe que é temporário, e os jogadores que já ouviram isso antes vão desviar o olhar.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Não está a ser deixado de fora. Simplesmente não há, no sistema que o Hammarby joga, sítio onde pôr um homem que faz o que ele faz, o que é mais difícil de ouvir do que qualquer ficha de jogo.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Élohim Kaboré treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Um novo parceiro, uma assinatura e uma fotografia de que ninguém se vai lembrar. Paga quinze dias de salários, o que é mais do que a maioria dos títulos desta página pode dizer de si própria.
0‑2 frente ao Pogon. O futebol continental não perdoa aquilo que uma liga interna deixa passar, e esta foi uma noite passada a descobrir quais dessas coisas o clube ainda arrasta.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Hammarby ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Warner Hahn, e o treinador deixou.
O banco30/11/2026
O veredicto do treinador
“A culpa é minha. Sou eu que escolho a equipa e escolhi mal.” Os treinadores dizem isto quando o sentem e quando precisam que se veja que o dizem, e depois do 0‑2 Anton Svanberg saiu da sala antes que alguém pudesse perguntar qual dos dois casos era.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Warner Hahn está nela.
Uma cara nova na sua posição e, de repente, Nahir Besara tem de reconquistar o que julgava seu. O Hammarby não prometeu nada — nesta fase raramente promete.
Entre clubes está tudo fechado e o que falta são papéis e uma fotografia. Em Hammarby já falam dele no passado.
O banco23/11/2026
Victor Eriksson tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Hammarby dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Montader Madjed treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Markus Karlsson assinar alguma coisa — um contrato no Hammarby ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
A lista é um documento discreto com um significado ruidoso. Samuel Ramos pode falar com quem perguntar, e no clube toda a gente sabe o que isso quer dizer.
Um prémio individual é coisa estranha num desporto de equipa, e os melhores não se discutem. Teve o tipo de ano que acaba com o seu nome lido em voz alta, e o Hammarby beneficiou disso.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Montader Madjed, e o treinador deixou.
Os clubes prometem constantemente e o jornal costuma só saber quando falham. Esta foi cumprida, e o balneário notou-o mais depressa do que qualquer adepto.
O banco16/11/2026
Nahir Besara tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Hammarby dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Faltam 2 meses, e ambos os lados sabem o que isso significa: cada semana sem assinatura baixa o valor que o Hammarby pode pedir e sobe o salário que Tesfaldet Tekie pode exigir.
Dribles concretizados: 42. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
Há uma idade a partir da qual toda a boa tarde é descrita como uma recordação do passado, o que é injusto e também exato. 7.87 aos 33, e ninguém no campo esteve melhor.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Oliver Hagen será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Hammarby as despedidas começaram em silêncio.
Aos 22 anos é cantado por pessoas com o dobro da idade, um carinho que um reforço demora anos a merecer e que um miúdo da casa recebe por aparecer. É também a coisa mais difícil de corresponder no futebol.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Antonio Čolak. 1‑0 sobre o IFK Goteborg, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
“Vejo todos os jogos do Hammarby daqui. Isso diz tudo sobre onde está a minha cabeça.” O empréstimo no VPS segue o seu curso, mas o coração nunca fez a viagem.
Cabeceamentos, cortes, desarmes, interceções: 16 no total, e nem um golo às suas costas. Daquelas exibições que nunca entram nos melhores momentos e ganham jogos.
0‑1 frente ao Malmo FF, e a estrada acaba aqui. As eliminações da taça são mortes rápidas — sem segunda mão, sem próxima semana, só o campeonato daqui até maio.
26 pontos, e o resto da divisão a olhar para cima. Todas as equipas que acabam em primeiro passam a época a fingir que não pensam nisso, e esta começou a fingir.
Nahir Besara esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
“Continuamos a reunir-nos, e continuamos a sair da sala com os mesmos números com que entrámos.” Mais uma ronda de conversas no Hammarby, mais uma semana sem a assinatura de Tesfaldet Tekie.
“Fiz tudo o que me pediram nos treinos e ao sábado não mudou nada.” A queixa mais conhecida do futebol, e uma a que o Hammarby terá de responder com minutos ou com uma transferência.
Quatro ou cinco jornadas de regularidade, medidas contra todos os da divisão que fazem o seu trabalho. Frederik Winther sai dessa comparação dentro da equipa, e o Hammarby beneficiou de cada uma dessas tardes.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Dribles concretizados: 35. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
O painel já tinha subido, os protestos já tinham começado, e então a bola entrou ao minuto 93. O Atvidaberg vai rever cada segundo do tempo extra durante uma semana.
O Helsingborg vai continuar a utilizá-lo até junho e não receberá nada por ele depois. Max Svensson pré-acordou a mudança para o Hammarby, e os únicos que perdem nesse arranjo são os que deixaram o contrato correr.
400 jogos com a camisola. Ninguém se propõe construir um registo assim; acontece a um certo tipo de jogador num certo tipo de clube, e esta cidade sabe o que tem.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Antonio Čolak. 1‑0 sobre o Atvidaberg, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
Não dá grande título e é a razão por que os jogadores acreditam na promessa seguinte. O Hammarby disse a Antonio Čolak que algo iria acontecer e aconteceu, o que nesta indústria já passa por notável.
Posição 3, 22 pontos, e o resultado que todos procuram primeiro agora é o deles. A palavra continua a não se dizer à volta do estádio — e é assim que se sabe que todos a pensam.
Aos 18 anos faz esta época coisas que não conseguia fazer na época passada, e fá-las todas as semanas. A forma vai e vem; isto já ficou tempo suficiente para se lhe chamar outra coisa.
Tem 23 anos e o estádio já canta o nome dele, coisa que acontece aos miúdos da terra e quase nunca aos reforços. Tudo a partir daqui se mede contra um carinho que não fez nada para merecer, a não ser ser daqui.
Uma nota de 7.96, e ninguém no estádio a contestaria. Esteve em tudo o que importava e em quase tudo o que não.
Plantel19/10/2026
No Hammarby ainda são estranhos uns para os outros
6 reforços numa só janela. Cada um pode ser uma melhoria e a equipa pode ainda assim ser pior durante uns tempos, que é a parte de uma reconstrução de que os veredictos nunca falam.
“Merecemos. Pedi-lhes uma reação e tive-a, e agora quero o mesmo outra vez no sábado.” Anton Svanberg sobre uma tarde de 1‑0 que lhe agradou mais do que estava disposto a mostrar.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Nahir Besara está nela.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Hammarby ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Não há pior forma de perder um futebolista. Oliver Hagen pré-acordou a saída, o que significa que cada jogo daqui até junho é feito por um homem que o clube já não pode vender, e alguém lá em cima vai ter de explicar como se chegou aqui.
O Kalmar FF vai continuar a utilizá-lo até junho e não receberá nada por ele depois. Abdussalam Magashy pré-acordou a mudança para o Hammarby, e os únicos que perdem nesse arranjo são os que deixaram o contrato correr.
“O treinador não usou muitas palavras, e não precisou delas.” Montader Madjed tem a sua resposta do Hammarby; o que fizer com ela é a história da próxima janela.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Montader Madjed, e o treinador deixou.
O banco12/10/2026
Victor Eriksson tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Hammarby dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Hammarby sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Hammarby, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Uma conversa no gabinete do treinador, e um compromisso que saiu dela. Promessas assim são baratas de fazer e caras de quebrar, e Eivind Willumsen apontou a data.
0‑0 frente ao AZ, sob os holofotes, contra gente que não fala a mesma língua que a bancada. É nestas noites que um clube mede a sua década, e nunca são tantas quantas se espera.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Hammarby ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
“Fiz tudo o que me pediram nos treinos e ao sábado não mudou nada.” A queixa mais conhecida do futebol, e uma a que o Hammarby terá de responder com minutos ou com uma transferência.
Um mês é longo o suficiente para ninguém entrar por acaso. Victor Lind está no melhor onze da divisão, o que é um elogio mais discreto do que um prémio e mais fiável.
O banco05/10/2026
Warner Hahn tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Hammarby dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Waylon Renecke, e o treinador deixou.
Não há forma mais cruel de perder um jogo. O Hammarby marcou aos 90, o pontapé de saída mal chegou a acontecer, e a bancada visitante ainda estava de pé quando soou o apito.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Hammarby ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Carl Gustafsson treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
0‑3 frente ao Pogon. A leitura honesta não é que os jogadores estiveram mal: é que a distância entre este clube e aquele se mede hoje em coisas que o dinheiro leva anos a comprar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Warner Hahn, e o treinador deixou.
Há um calor muito próprio que um estádio guarda para um jovem de 22 anos que sente como seu. Markus Karlsson tem-no agora, e tudo o que fizer no resto do tempo aqui será medido contra a boa vontade que lhe deram de graça.
Dribles concretizados: 16. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
Plantel21/09/2026
6 caras novas e o Hammarby ainda se está a conhecer
Um plantel reconstruído num único mercado paga-o numa moeda que ninguém orça. O futebol não é pior do que a soma dos jogadores: é pior do que a soma dos jogadores que já jogaram juntos.
Colete de aquecimento, noventa minutos a ver, e um aperto de mão no fim que não enganou ninguém. Os jogos grandes dizem em quem o treinador confia; este disse-o a Carl Gustafsson.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Nahir Besara está nela.
Os jogos da taça esperam que alguém os agarre, e Antonio Čolak agarrou este contra o IFK Goteborg. 1‑0 no fim, e no sorteio da próxima ronda está o nome do Hammarby.
Jogo12/09/2026
Victor Lind ganha-o quando o apito já devia ter soado
Minuto 94. Victor Lind encontrou a finalização num tempo que só existia por causa das paragens anteriores, e o IF Elfsborg passou do ponto ao nada num só movimento.
Um 7.69 significa uma coisa ao lado do nome de um jogador de vinte e nove anos e algo completamente diferente ao lado do de um de 21. Ninguém no estádio precisou que lhe explicassem.
Já são 9 jogos sem perder. Uns foram conquistados, outros sobrevividos, mas está a formar-se um hábito — e hábitos são a coisa mais difícil de defrontar no futebol.
Tem 19 anos e o estádio já canta o nome dele, coisa que acontece aos miúdos da terra e quase nunca aos reforços. Tudo a partir daqui se mede contra um carinho que não fez nada para merecer, a não ser ser daqui.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Hammarby ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Quatro ou cinco jornadas de regularidade, medidas contra todos os da divisão que fazem o seu trabalho. Frederik Winther sai dessa comparação dentro da equipa, e o Hammarby beneficiou de cada uma dessas tardes.
Ninguém no Hammarby dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Victor Lind. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
Um ano depois, a cidade não se abriu, a língua não chegou, e o almoço come-se sozinho mais vezes do que alguém no Hammarby admitiria. Nota-se aos sábados.
Segue-se, fora, o IF Elfsborg, 7.º classificado. Os adeptos que vão falarão disso a semana inteira, e os que ficam vão espreitar o telemóvel perto do apito final.
Dribles concretizados: 50. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
20 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Hammarby perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Hammarby ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
A proposta do Sheffield Wednesday por Élohim Kaboré foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
A série sem derrotas chega aos 7 jogos. Uns foram vitórias e outros fugas, mas uma equipa que se recusa a perder é uma equipa de que os outros balneários falam.
A papelada fica pronta muito antes do jogador. Godwin Aguda acertou vir quando o contrato atual terminar, o que significa que o Hammarby substituiu um orçamento de verão por um telefonema.
A abordagem foi feita e a resposta veio numa frase. Não há número em cima da mesa porque não havia número que chegasse.
O banco31/08/2026
O veredicto do treinador
“Estou frustrado, sinceramente. Fizemos o suficiente para ganhar e não ganhámos.” Anton Svanberg não o escondia depois do 0‑0, e no balneário do Hammarby também ninguém o escondia.
27 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Hammarby perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Os jogos da taça esperam que alguém os agarre, e Montader Madjed agarrou este contra o Helsingborg. 1‑0 no fim, e no sorteio da próxima ronda está o nome do Hammarby.
Notas dos jogadores24/08/2026
Montader Madjed, 21 anos, joga como se cá estivesse há anos — 8.11
Um 8.11 significa uma coisa ao lado do nome de um jogador de vinte e nove anos e algo completamente diferente ao lado do de um de 21. Ninguém no estádio precisou que lhe explicassem.
A série sem derrotas chega aos 6 jogos. Uns foram vitórias e outros fugas, mas uma equipa que se recusa a perder é uma equipa de que os outros balneários falam.
Tem 21 anos e o estádio já canta o nome dele, coisa que acontece aos miúdos da terra e quase nunca aos reforços. Tudo a partir daqui se mede contra um carinho que não fez nada para merecer, a não ser ser daqui.
A primeira derrota em 5 jogos. O treinador dirá que tinha de chegar; o balneário dirá que não tinha de chegar contra o Malmo FF; os adeptos dirão as duas coisas, por essa ordem, a semana inteira.
Em resumo
Notas dos jogadoresNinguém em campo chegou perto de Victor Eriksson
PlantelNo Hammarby ainda são estranhos uns para os outros
36 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Hammarby perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Vitória por 2‑1 sobre o GIF Sundsvall, um lugar na ronda seguinte e a aritmética silenciosa que todos os adeptos fazem a caminho de casa: quantos faltam até uma final?
O painel já tinha subido, os protestos já tinham começado, e então a bola entrou ao minuto 112. O GIF Sundsvall vai rever cada segundo do tempo extra durante uma semana.
Dribles concretizados: 29. Pelo minuto setenta aparece no rosto de um lateral um desespero muito próprio, e ali estava ele.
Notas dos jogadores17/08/2026
Samuel Ramos, 18 anos, joga como se cá estivesse há anos — 8.02
Um 8.02 significa uma coisa ao lado do nome de um jogador de vinte e nove anos e algo completamente diferente ao lado do de um de 18. Ninguém no estádio precisou que lhe explicassem.
Os centrais têm licença para subir duas vezes por época e são julgados pelo que fazem quando lá chegam. Tesfaldet Tekie marcou, foi avaliado com 7.99 e voltou antes de alguém dar pela falta.
Direção17/08/2026
O Hammarby fecha o mercado com um plantel feito por si
2 entradas e 5 saídas, e nenhuma mudança durante meses. O treinador tem o que tem, os adeptos têm a sua opinião sobre isso, e a tabela terá a última palavra.
43 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Hammarby perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
“Ouvi, pensei, e fico. É essa a história toda.” Os clubes tinham acordado uma verba. Élohim Kaboré não tinha acordado ir, e afinal era essa a parte que contava.
Verba acordada, salário acordado, e o VPS à espera com uma camisola. No Hammarby ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
Dribles concretizados: 31. Cada vez que recebia, alguém tinha de decidir, e todas as vezes a decisão foi a errada.
Notas dos jogadores10/08/2026
Nahir Besara, 35 anos, faz recuar o relógio — 8.34
Há uma idade a partir da qual toda a boa tarde é descrita como uma recordação do passado, o que é injusto e também exato. 8.34 aos 35, e ninguém no campo esteve melhor.
Os centrais têm licença para subir duas vezes por época e são julgados pelo que fazem quando lá chegam. Tesfaldet Tekie marcou, foi avaliado com 7.85 e voltou antes de alguém dar pela falta.
Perguntam tantas vezes aos futebolistas pelo clube da infância que ninguém ouve a resposta. Carl Gustafsson acabou de assinar pelo Hammarby e, por uma vez, a resposta importava.
As condições foram oferecidas e recusadas. Se foi o salário, a função ou a cidade, no FC Midtjylland ninguém diz, e no Hammarby ninguém gosta de estar a adivinhar.
O Hammarby perguntou e o Espanyol disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Nahir Besara e o Hammarby acertam mais 2 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Aos 23 anos é cantado por pessoas com o dobro da idade, um carinho que um reforço demora anos a merecer e que um miúdo da casa recebe por aparecer. É também a coisa mais difícil de corresponder no futebol.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Nikola Vasić. 1‑0 sobre o GIF Sundsvall, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
“Continuamos a reunir-nos, e continuamos a sair da sala com os mesmos números com que entrámos.” Mais uma ronda de conversas no Hammarby, mais uma semana sem a assinatura de Warner Hahn.
Avaliado com 7.92. Pergunte a qualquer pessoa à saída do estádio o que decidiu aquilo e receberá um nome, que é o único prémio que alguma vez contou a sério.
Dribles concretizados: 15. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.