«Dei tudo a isto, mas a minha família não está aqui — e eu também não, na verdade.» A um futebolista corrige-se a má fase. Disto nunca ninguém foi corrigido, e no IFK Goteborg sabem-no.
Plantel27/12/2032
Palavras no treino do IFK Goteborg sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Bernard Faye está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Andreas Redkin, e o treinador deixou.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Viktor Andersson treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Uma conversa no gabinete do treinador, e um compromisso que saiu dela. Promessas assim são baratas de fazer e caras de quebrar, e Jesper Karlsson apontou a data.
«Dei tudo aqui e preciso de um desafio novo.» O pedido é formal, e a relação nunca mais vai ser exatamente a mesma.
Plantel20/12/2032
Uma lesão muscular afasta Jay Idzes durante 15 dias
Ninguém faz um documentário sobre um isquiotibial e toda a gente nisto o teme. No IFK Goteborg vão ter cuidado com a data de regresso, porque a segunda é sempre pior do que a primeira.
Plantel20/12/2032
Palavras no treino do IFK Goteborg sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Teun Koopmeiners está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no IFK Goteborg coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O IFK Goteborg sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
Nada por escrito e nada em público: uma palavra sobre minutos, dada cara a cara no IFK Goteborg. As fichas de jogo do próximo mês dirão se valia a pena tê-la.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Teun Koopmeiners e o IFK Goteborg acertam mais 3 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Já são 3 vitórias seguidas, e a pergunta deixou de ser se a série acaba para passar a ser quem a acaba. Confiança assim não se compra; ganha-se exatamente desta maneira.
Teun Koopmeiners e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
3 triunfos consecutivos como visitante. As equipas que ganham fora costumam saber defender e contra-atacar, e a tabela começou a refletir o que essas viagens renderam.
Teun Koopmeiners esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel06/12/2032
Palavras no treino do IFK Goteborg sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Bernard Faye está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Jesper Karlsson está nela.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Gísli Gottskálk Þórðarson, e o treinador deixou.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Billy van Duijl assinar alguma coisa — um contrato no IFK Goteborg ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em IFK Goteborg, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
5‑1 frente ao Egnatia Rrogozhinë, e uma exibição que vai mudar a forma como o resto da competição fala deste clube. No futebol continental as reputações constroem-se em noites soltas, e esta foi uma.
Há uma idade a partir da qual toda a boa tarde é descrita como uma recordação do passado, o que é injusto e também exato. 8.12 aos 33, e ninguém no campo esteve melhor.
Notas dos jogadores29/11/2032
Um golo de defesa dá a vitória ao IFK Goteborg — 7.95
1 para Jakub Kałuziński, avaliado com 7.95, e o nome de um central na parte da crónica a que normalmente só chega por engano. No balneário não o vão deixar esquecer durante um mês.
«Quero ganhar coisas e gostava de o fazer aqui.» Não se exigiu nada nem se ameaçou nada, mas uma direção como a de IFK Goteborg ouve uma frase destas exatamente como foi construída.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no IFK Goteborg falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no IFK Goteborg coisas que levam mais de uma semana a retirar.
35 dias, diz o departamento médico, e os departamentos médicos são otimistas por profissão. A ficha de jogo vai parecer errada sem ele.
Plantel22/11/2032
No IFK Goteborg ainda são estranhos uns para os outros
6 reforços numa só janela. Cada um pode ser uma melhoria e a equipa pode ainda assim ser pior durante uns tempos, que é a parte de uma reconstrução de que os veredictos nunca falam.
Ninguém no IFK Goteborg dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Os clubes prometem constantemente e o jornal costuma só saber quando falham. Esta foi cumprida, e o balneário notou-o mais depressa do que qualquer adepto.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Amel Mujanić treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
A qualificação está garantida, e para a época que vem as grandes noites de holofotes são continentais. Para os jogadores é um palco; para as contas, uma tábua de salvação; para os adeptos, passaportes.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no IFK Goteborg falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Há futebolistas que fazem uma boa temporada e futebolistas por quem uma temporada é recordada; aos segundos leem-lhes o nome num salão no verão. No IFK Goteborg estarão discretamente encantados e, em privado, nervosos.
Algumas transferências precisam de uma campanha de imprensa. Esta precisava de uma camisola com o número antigo. Jesper Karlsson volta a ser jogador do IFK Goteborg, e a cidade tem a sua história do verão.
Algumas transferências precisam de uma campanha de imprensa. Esta precisava de uma camisola com o número antigo. Assolo Mohamed volta a ser jogador do IFK Goteborg, e a cidade tem a sua história do verão.
O Djurgarden vai continuar a utilizá-lo até junho e não receberá nada por ele depois. Nassef Chourak pré-acordou a mudança para o IFK Goteborg, e os únicos que perdem nesse arranjo são os que deixaram o contrato correr.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no IFK Goteborg coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 39 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
O último jogo do campeonato está jogado e a tabela parou de mexer: 63 pontos. O verão começa na segunda-feira, e com ele a discussão sobre o que tudo isto quis dizer.
Uma média de 7.22 na época, com 17 golos a sustentá-la. Os adversários começaram a planear jogos a pensar nele, que é o elogio mais sincero que o futebol faz.
10 jogos sem perder em casa. As equipas visitantes chegam já a falar do ambiente, o que costuma ser sinal de que perderam meio jogo antes do pontapé de saída.
Plantel08/11/2032
Teun Koopmeiners desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no IFK Goteborg coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 47 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No IFK Goteborg ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
«Quero ganhar coisas e gostava de o fazer aqui.» Não se exigiu nada nem se ameaçou nada, mas uma direção como a de IFK Goteborg ouve uma frase destas exatamente como foi construída.
16 golos e uma média de 7.21 na época têm esse efeito. O espaço que ele costumava encontrar desapareceu; continua a marcar na mesma, que é a marca dos verdadeiros.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Teun Koopmeiners estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Alejandro Pozo esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 56 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
A série sem derrotas chega aos 9 jogos. Uns foram vitórias e outros fugas, mas uma equipa que se recusa a perder é uma equipa de que os outros balneários falam.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no IFK Goteborg coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no IFK Goteborg falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Aos 34 devia estar a gerir os seus minutos. Em vez disso foi avaliado com 8.07 e pareceu, durante noventa minutos, exatamente o jogador de que toda a gente se lembra.
“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O IFK Goteborg pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.
Jogo16/10/2032
Aconteça o que acontecer, o IFK Goteborg não perde
Já são 7 jogos sem perder. Uns foram conquistados, outros sobrevividos, mas está a formar-se um hábito — e hábitos são a coisa mais difícil de defrontar no futebol.
Plantel18/10/2032
Teun Koopmeiners desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no IFK Goteborg coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Um ponto arrancado aos 90 minutos vale exatamente um ponto e consideravelmente mais do que isso para um balneário. Esta equipa não para, e essa reputação vale mais do que o resultado.
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O IFK Goteborg vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Teun Koopmeiners e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
“Quero jogar por troféus enquanto as pernas mo permitirem.” Nada nessa frase é um pedido de transferência, e ninguém no IFK Goteborg a ouviu como outra coisa.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Viktor Andersson, e o treinador deixou.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e José Gragera estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Antevisão11/10/2032
Os vizinhos são o próximo adversário do IFK Goteborg
Nada na semana que aí vem é normal. O Malmo FF no sábado, uma cidade que já começou a falar disso, e um balneário a quem não é preciso explicar o que significa.
Plantel11/10/2032
Demasiada mudança demasiado depressa no IFK Goteborg
12 contratações em três meses. Cada uma pode ser uma melhoria e a equipa pode ser pior durante um tempo na mesma, que é a parte de uma reconstrução que nunca aparece nos balanços de mercado.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Jay Idzes está nela.
“Continuamos a reunir-nos, e continuamos a sair da sala com os mesmos números com que entrámos.” Mais uma ronda de conversas no IFK Goteborg, mais uma semana sem a assinatura de Amel Mujanić.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no IFK Goteborg falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Teun Koopmeiners produziu-o, e o 8.35 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No IFK Goteborg ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Há uma idade a partir da qual toda a boa tarde é descrita como uma recordação do passado, o que é injusto e também exato. 8.11 aos 33, e ninguém no campo esteve melhor.
Teun Koopmeiners e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Dribles concretizados: 22. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
Terminou 3‑2, e a tarde foi de Teun Koopmeiners: marcou quando era preciso, e é a razão de os pontos ficarem com o IFK Goteborg.
Jogo03/10/2032
Aconteça o que acontecer, o IFK Goteborg não perde
Já são 6 jogos sem perder. Uns foram conquistados, outros sobrevividos, mas está a formar-se um hábito — e hábitos são a coisa mais difícil de defrontar no futebol.
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O IFK Goteborg vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Plantel27/09/2032
Palavras no treino do IFK Goteborg sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Teun Koopmeiners está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Bruno Onyemaechi e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
A história da ambição ao contrário, a que ninguém conta: um futebolista a pedir um palco mais pequeno, menos câmaras e uma bancada que não se vire. Não é fraqueza e é quase sempre contada como se fosse.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
“Um ponto é um ponto e fico com ele, mas devíamos ter levado os três.” Mattias Berg depois do empate por 0‑0, e a frase que todos os treinadores do país disseram a certa altura deste fim de semana.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no IFK Goteborg falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
3‑2 frente ao Egnatia Rrogozhinë, sob os holofotes, contra gente que não fala a mesma língua que a bancada. É nestas noites que um clube mede a sua década, e nunca são tantas quantas se espera.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Teun Koopmeiners produziu-o, e o 8.13 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
Posição 3, 51 pontos, e o resultado que todos procuram primeiro agora é o deles. A palavra continua a não se dizer à volta do estádio — e é assim que se sabe que todos a pensam.
Dribles concretizados: 27. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
Aos 33 devia estar a gerir os seus minutos. Em vez disso foi avaliado com 7.92 e pareceu, durante noventa minutos, exatamente o jogador de que toda a gente se lembra.
A dinâmica não se compra e perde-se depressa; neste momento o IFK Goteborg tem 3 vitórias seguidas dela.
Plantel20/09/2032
Teun Koopmeiners desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Há uma idade a partir da qual toda a boa tarde é descrita como uma recordação do passado, o que é injusto e também exato. 8.12 aos 35, e ninguém no campo esteve melhor.
7.95, 1 na ficha e a comédia muito própria de um jogador da linha defensiva a festejar como quem faz isto todas as semanas. Não faz, e é exatamente por isso que o estádio reagiu como reagiu.
15 golos e uma média de 7.21 na época têm esse efeito. O espaço que ele costumava encontrar desapareceu; continua a marcar na mesma, que é a marca dos verdadeiros.
Bruno Onyemaechi esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e José Gragera estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para José Gragera, e o treinador deixou.
«Quero ganhar coisas e gostava de o fazer aqui.» Não se exigiu nada nem se ameaçou nada, mas uma direção como a de IFK Goteborg ouve uma frase destas exatamente como foi construída.
Plantel06/09/2032
Palavras no treino do IFK Goteborg sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Teun Koopmeiners está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no IFK Goteborg coisas que levam mais de uma semana a retirar.
O Orebro vai continuar a utilizá-lo até junho e não receberá nada por ele depois. Martin Sjølstad pré-acordou a mudança para o IFK Goteborg, e os únicos que perdem nesse arranjo são os que deixaram o contrato correr.
Faz aos sábados coisas a que ninguém à sua volta consegue responder: durante uma temporada é lisonjeiro e depois é um problema. O IFK Goteborg não o segura a fingir o contrário.
«Há manhãs em que acordas e tudo o que conheces continua longíssimo.» Não é o futebol e nunca foi: o IFK Goteborg lida com um homem que quer outro país.
“O treinador não usou muitas palavras, e não precisou delas.” Edoardo Soleri tem a sua resposta do IFK Goteborg; o que fizer com ela é a história da próxima janela.
Dribles concretizados: 29. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
Perguntam tantas vezes aos futebolistas pelo clube da infância que ninguém ouve a resposta. Pontus Eriksson acabou de assinar pelo IFK Goteborg e, por uma vez, a resposta importava.
Um negócio que à hora de almoço estava a um telefonema de fechar estava morto à meia-noite. O IFK Goteborg vai tentar outra vez quando o mercado abrir; nessa altura o AIK pode já não estar a vender.
A papelada fica pronta muito antes do jogador. Rodrigues acertou vir quando o contrato atual terminar, o que significa que o IFK Goteborg substituiu um orçamento de verão por um telefonema.
14 golos e uma média de 7.20 na época têm esse efeito. O espaço que ele costumava encontrar desapareceu; continua a marcar na mesma, que é a marca dos verdadeiros.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Bodo/Glimt fica com o seu homem, e o IFK Goteborg volta a uma lista com um nome riscado.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e José Gragera estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Posição 3, 45 pontos, e o resultado que todos procuram primeiro agora é o deles. A palavra continua a não se dizer à volta do estádio — e é assim que se sabe que todos a pensam.
O IFK Goteborg ofereceu $2.9M; o IF Elfsborg disse que nem perto. Ao treinador dirão que o dinheiro continua lá para o jogador certo, que é o que se diz aos treinadores.
Exames médicos, uma assinatura, uma camisola levantada à frente de um painel de patrocinadores. O IFK Goteborg fez a parte difícil com o AIK, e a parte que falta é a única que os adeptos veem.
Entre clubes está tudo fechado e o que falta são papéis e uma fotografia. Em IFK Goteborg já falam dele no passado.
Direção23/08/2032
O IFK Goteborg fecha o mercado com um plantel feito por si
34 entradas e 28 saídas, e nenhuma mudança durante meses. O treinador tem o que tem, os adeptos têm a sua opinião sobre isso, e a tabela terá a última palavra.
O negócio que levaria Bernard Faye para o Orebro caiu na fase final e ele reapresenta-se no IFK Goteborg com um verão para esquecer e uma época inteira para jogar. Ninguém diz quem se levantou da mesa.
Jogo21/08/2032
Aconteça o que acontecer, o IFK Goteborg não perde
Já são 7 jogos sem perder. Uns foram conquistados, outros sobrevividos, mas está a formar-se um hábito — e hábitos são a coisa mais difícil de defrontar no futebol.
“Quero jogar por troféus enquanto as pernas mo permitirem.” Nada nessa frase é um pedido de transferência, e ninguém no IFK Goteborg a ouviu como outra coisa.
Não acontece nada durante meses e depois ele simplesmente chega, a custo zero, tendo assinado um pré-contrato enquanto ainda jogava por outro. É a forma menos dramática de contratar um futebolista e muitas vezes a mais esperta.
Em resumo
Alvos de mercadoPorta fechada: Diego García fica onde está
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que IFK Goteborg podem fingir não ter ouvido.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Jesper Löfgren será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no IFK Goteborg as despedidas começaram em silêncio.
Todos os futebolistas têm uma resposta para a pergunta sobre o clube da infância, e a maioria nunca chega a agir sobre ela. Yehor Abramov agiu, no IFK Goteborg, e o primeiro mês vai mostrar o que isso faz a um homem.
Jogo14/08/2032
Aconteça o que acontecer, o IFK Goteborg não perde
Já são 6 jogos sem perder. Uns foram conquistados, outros sobrevividos, mas está a formar-se um hábito — e hábitos são a coisa mais difícil de defrontar no futebol.
Uma média de 7.20 na época, com 13 golos a sustentá-la. Os adversários começaram a planear jogos a pensar nele, que é o elogio mais sincero que o futebol faz.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do IFK Goteborg, e não vai ser retirado.
Há uma idade a partir da qual toda a boa tarde é descrita como uma recordação do passado, o que é injusto e também exato. 8.24 aos 33, e ninguém no campo esteve melhor.
Não há pior forma de perder um futebolista. José Gragera pré-acordou a saída, o que significa que cada jogo daqui até junho é feito por um homem que o clube já não pode vender, e alguém lá em cima vai ter de explicar como se chegou aqui.
Saiu miúdo e regressa a saber ainda onde fica a bancada dos visitantes. A maioria dos reforços tem de ser explicada à cidade; a este bastou uma fotografia.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no IFK Goteborg coisas que levam mais de uma semana a retirar.
A papelada fica pronta muito antes do jogador. David Edvardsson acertou vir quando o contrato atual terminar, o que significa que o IFK Goteborg substituiu um orçamento de verão por um telefonema.
Em resumo
JogoMais uma trazida de fora
Notas dos jogadoresDivine Teah jogou uma tarde diferente da de toda a gente
PlantelPalavras no treino do IFK Goteborg sobre quem trabalha
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O IFK Goteborg perdeu-o em tudo menos nos papéis.
O IFK Goteborg e o AIK acertaram em $1.3M. O resto pertence ao jogador e ao empresário, e um adepto que já viu uma destas sabe que ainda não é altura de comprar a camisola.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que IFK Goteborg podem fingir não ter ouvido.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Noah Tolf será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no IFK Goteborg as despedidas começaram em silêncio.
Jay Idzes e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
«Quero ganhar coisas e gostava de o fazer aqui.» Não se exigiu nada nem se ameaçou nada, mas uma direção como a de IFK Goteborg ouve uma frase destas exatamente como foi construída.
O Kalmar FF vai continuar a utilizá-lo até junho e não receberá nada por ele depois. Faroukou Cissé pré-acordou a mudança para o IFK Goteborg, e os únicos que perdem nesse arranjo são os que deixaram o contrato correr.
Verba acordada, salário acordado, e o GIF Sundsvall à espera com uma camisola. No IFK Goteborg ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No IFK Goteborg ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
$1.7M era o máximo que o clube pagaria, e o IF Elfsborg pedia mais. Negócios destes ressuscitam na última semana do mercado mais ou menos metade das vezes, e todos os envolvidos o sabem.
O valor aprovado não chegava. A direção foi consultada de novo e subiu a sua própria proposta para $104.8K — um clube que quer Louie Bradbury ao ponto de perguntar duas vezes.
Já são 3 vitórias seguidas, e a pergunta deixou de ser se a série acaba para passar a ser quem a acaba. Confiança assim não se compra; ganha-se exatamente desta maneira.
Arnór Sigurðsson esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
A papelada fica pronta muito antes do jogador. Antony Angileri acertou vir quando o contrato atual terminar, o que significa que o IFK Goteborg substituiu um orçamento de verão por um telefonema.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No IFK Goteborg ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
O IFK Goteborg foi ao Hammarby com uma proposta, e os adeptos foram à internet com uma opinião sobre ela. Se alguma das duas muda alguma coisa, decide o clube vendedor.
O IFK Goteborg foi ao AIK com uma proposta, e os adeptos foram à internet com uma opinião sobre ela. Se alguma das duas muda alguma coisa, decide o clube vendedor.
José Gragera esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
A papelada fica pronta muito antes do jogador. Oscar Johansson Schellhas acertou vir quando o contrato atual terminar, o que significa que o IFK Goteborg substituiu um orçamento de verão por um telefonema.
O IF Elfsborg segue em frente e o IFK Goteborg vai para casa, com um 0‑1 a decidir tudo. O balneário vai agora dizer que a prioridade é o campeonato, porque é isso que os balneários dizem.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Oliver Hagen será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no IFK Goteborg as despedidas começaram em silêncio.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Oliver Hagen estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
David Seger e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Dribles concretizados: 17. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
Metade do calendário jogado, 4.º lugar, 31 pontos somados. Multiplicar por dois é a conta que todos os adeptos já fizeram e a única que ninguém no clube fará em voz alta.
Ninguém o confirma e as fichas de jogo confirmam-no todas as semanas. Um erro comprou-lhe um período como segunda opção que já é mais longo do que o erro merecia.
Em resumo
PlantelAs defesas já dobram a marcação a Divine Teah
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Jay Idzes e o IFK Goteborg acertam mais 3 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
As regras permitem-no e dói na mesma. Carl Selfvén acertou condições com o AIK para o verão e, até lá, veste esta camisola como quem já escolheu a seguinte.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Oliver Hagen estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
«Tenho ambições e gostava que o clube as partilhasse.» Ninguém pediu para sair nem foi mandado embora — mas um jogador escolhe essa frase com cuidado, e uma administração ouve-a exactamente como foi pensada.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Amel Mujanić, e o treinador deixou.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Jayden Siecker e o IFK Goteborg acertam mais 3 anos.
“Tentei. Tentei mesmo, e todos os dias acordo no sítio errado.” No IFK Goteborg ninguém consegue treinar isso para fora de um homem, e ninguém lá finge que consegue.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. David Seger será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no IFK Goteborg as despedidas começaram em silêncio.
Ser difícil de bater não é o mesmo que ganhar, mas 6 jogos sem derrota são uma base que o IFK Goteborg não tinha no outono.
Plantel21/06/2032
Oliver Hagen desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Amel Mujanić e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Todas as séries acabam numa tarde que alguém tinha dado como rotina. Esta durou 4 jogos, o suficiente para uma cidade ter deixado de contar, e pouco o suficiente para se lembrar exatamente de quem a parou.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Edoardo Soleri, e o treinador deixou.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Oliver Hagen será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no IFK Goteborg as despedidas começaram em silêncio.
Aos 33 devia estar a gerir os seus minutos. Em vez disso foi avaliado com 7.84 e pareceu, durante noventa minutos, exatamente o jogador de que toda a gente se lembra.
Já são 4 vitórias seguidas, e a pergunta deixou de ser se a série acaba para passar a ser quem a acaba. Confiança assim não se compra; ganha-se exatamente desta maneira.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Oliver Hagen estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
David Seger e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
O Djurgarden vai querer esquecer isto depressa: 3‑0, todos os duelos perdidos e uma viagem longa para casa. O IFK Goteborg foi impiedoso como as boas equipas sabem ser.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Noah Tolf será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no IFK Goteborg as despedidas começaram em silêncio.
«Quero ganhar coisas e gostava de o fazer aqui.» Não se exigiu nada nem se ameaçou nada, mas uma direção como a de IFK Goteborg ouve uma frase destas exatamente como foi construída.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no IFK Goteborg coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Notas dos jogadores07/06/2032
Élohim Kaboré jogou uma tarde diferente da de toda a gente
9.06. Há exibições que um adepto descreve a quem não esteve lá e não consegue transmitir; esta foi uma, e o número também não ajuda.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Élohim Kaboré produziu-o, e o 9.44 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No IFK Goteborg ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Oliver Hagen estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Uma exibição de 8.01 não aparece com frequência e, quando aparece, o resto da equipa passa a cenário. Esteve magnífico.
O banco31/05/2032
A vista do banco
“Controlámos o jogo. Houve períodos de que não gostei e vamos vê-los, mas o grupo mostrou-me alguma coisa.” Mattias Berg, sobre uma vitória por 3‑1 que já ia a desmontar a caminho da sala de imprensa.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No IFK Goteborg ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Oliver Hagen estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Dribles concretizados: 17. Havia sempre um defesa à frente dele, e nunca houve um defesa à frente dele por muito tempo.
O banco24/05/2032
Jay Idzes tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no IFK Goteborg dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que IFK Goteborg podem fingir não ter ouvido.
Fabio Depaoli esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
«Tenho ambições e gostava que o clube as partilhasse.» Ninguém pediu para sair nem foi mandado embora — mas um jogador escolhe essa frase com cuidado, e uma administração ouve-a exactamente como foi pensada.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Fabio Depaoli, e o treinador deixou.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Divine Teah está nela.
Outro tem estado melhor, o treinador disse-o com uma ficha de jogo, e não há discussão possível. Vai recuperar a camisola da única maneira que ela se recupera.
“Um ponto é um ponto e fico com ele, mas devíamos ter levado os três.” Mattias Berg depois do empate por 0‑0, e a frase que todos os treinadores do país disseram a certa altura deste fim de semana.
Em resumo
MercadoPape Sy está livre para procurar outro sítio
O Falkenberg está fora e o IFK Goteborg segue em frente, com um 1‑0 como palavra final. O quadro abre-se um pouco, e toda a gente se permite espreitá-lo.
Aos 37 anos, todas as boas tardes são chamadas de regresso ao passado, e esta foi: 7.92, e ninguém melhor em campo.
Plantel10/05/2032
Oliver Hagen desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Tem 22 anos e o estádio já canta o nome dele, coisa que acontece aos miúdos da terra e quase nunca aos reforços. Tudo a partir daqui se mede contra um carinho que não fez nada para merecer, a não ser ser daqui.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Viktor Andersson, e o treinador deixou.
Plantel10/05/2032
No IFK Goteborg ainda são estranhos uns para os outros
10 reforços numa só janela. Cada um pode ser uma melhoria e a equipa pode ainda assim ser pior durante uns tempos, que é a parte de uma reconstrução de que os veredictos nunca falam.
Em resumo
O bancoO veredicto do treinador
O bancoOliver Hagen tornou-se um homem de confiança do treinador
“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O IFK Goteborg pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.
Plantel03/05/2032
Palavras no treino do IFK Goteborg sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Oliver Hagen está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no IFK Goteborg coisas que levam mais de uma semana a retirar.
“O treinador não usou muitas palavras, e não precisou delas.” Noah Tolf tem a sua resposta do IFK Goteborg; o que fizer com ela é a história da próxima janela.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. David Seger será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no IFK Goteborg as despedidas começaram em silêncio.
Jay Idzes esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
«Há manhãs em que acordas e tudo o que conheces continua longíssimo.» Não é o futebol e nunca foi: o IFK Goteborg lida com um homem que quer outro país.
O banco26/04/2032
Jay Idzes tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no IFK Goteborg dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
“O mérito é dos jogadores. Hoje o meu trabalho foi fácil.” Não foi, e toda a gente na sala o sabia; depois do 2‑0, Mattias Berg podia dar-se ao luxo de ser generoso.
Jakub Kałuziński esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Dribles concretizados: 22. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
A camisola ainda lhe serve. Hussein Carneil está de volta ao IFK Goteborg, e metade do estádio ainda o lembra com estas cores. Há contratações que é preciso vender à cidade; esta vendeu-se sozinha.
Plantel19/04/2032
Palavras no treino do IFK Goteborg sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Oliver Hagen está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Não acontece nada durante meses e depois ele simplesmente chega, a custo zero, tendo assinado um pré-contrato enquanto ainda jogava por outro. É a forma menos dramática de contratar um futebolista e muitas vezes a mais esperta.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O FC Midtjylland fica com o seu homem, e o IFK Goteborg volta a uma lista com um nome riscado.
“Tentei. Tentei mesmo, e todos os dias acordo no sítio errado.” No IFK Goteborg ninguém consegue treinar isso para fora de um homem, e ninguém lá finge que consegue.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Noah Tolf será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no IFK Goteborg as despedidas começaram em silêncio.
Mercado12/04/2032
Tão perto: a transferência de Pape Sy morre em cima da hora
O valor estava acertado e o voo já tinha sido visto — e então o telefone deixou de tocar. O BK Hacken seguiu em frente, Pape Sy apresenta-se de volta no IFK Goteborg, e todos fingem que segunda-feira é só uma segunda-feira.
Dribles concretizados: 23. Havia sempre um defesa à frente dele, e nunca houve um defesa à frente dele por muito tempo.
Plantel12/04/2032
Oliver Hagen desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
José Gragera e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Bodo/Glimt fica com o seu homem, e o IFK Goteborg volta a uma lista com um nome riscado.
Plantel11 caras novas e o IFK Goteborg ainda se está a conhecer
297Edição
O Arauto de IFK Goteborg
05/04/2032
Do nosso correspondente de futebolEstável
Jogo03/04/2032
O IFK Goteborg torna a sua casa um sítio difícil de visitar
19 sem derrota no seu relvado. O campo não mudou; a bancada sim — mais barulhenta mais cedo e mais rápida a perceber quando o adversário preferia estar noutro lado.
2 golos de vantagem e depois uma rendição lenta de tudo o que fora ganho. Élohim Kaboré não será o apontado, mas ninguém no IFK Goteborg escapa à conversa que se segue a um colapso destes.
Dribles concretizados: 26. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do IFK Goteborg, e não vai ser retirado.
Direção05/04/2032
O prazo passa com 23 contratações e 15 saídas
Está feito o negócio no IFK Goteborg até o mercado voltar a abrir. Se chegou, responde-se aos sábados e não numa coluna, e o primeiro sábado está perto.
O IFK Goteborg mexeu-se antes que outro pudesse: novo contrato para Mattias Berg, acertado em silêncio e anunciado em voz alta. As direções renovam com treinadores por muitas razões; a boa é aquela com que esta se parece.
Exames médicos, uma assinatura, uma camisola levantada à frente de um painel de patrocinadores. O IFK Goteborg fez a parte difícil com o Palermo, e a parte que falta é a única que os adeptos veem.
O negócio que levaria Jakob Jäger Röding para o Kalmar FF caiu na fase final e ele reapresenta-se no IFK Goteborg com um verão para esquecer e uma época inteira para jogar. Ninguém diz quem se levantou da mesa.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do IFK Goteborg já se começa a dizer o nome dele no passado.
Alvos de mercado29/03/2032
Verba fechada, faltam as condições de Celso Sidney
O IFK Goteborg e o Gefle acertaram em $2.7M. O resto pertence ao jogador e ao empresário, e um adepto que já viu uma destas sabe que ainda não é altura de comprar a camisola.
A proposta do Djurgarden por Jesper Löfgren foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Vai jogar aqui até ao verão e depois sair pela porta de graça, tendo já assinado noutro lado. Os adeptos aguentam a primeira parte desta frase; é com a segunda que vão ter dificuldade.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no IFK Goteborg coisas que levam mais de uma semana a retirar.
«Quero ganhar coisas e gostava de o fazer aqui.» Não se exigiu nada nem se ameaçou nada, mas uma direção como a de IFK Goteborg ouve uma frase destas exatamente como foi construída.
Plantel29/03/2032
Uma transferência que Jan Vokřínek teria feito de graça
Há uma versão de cada carreira em que o jogador acaba onde escolheu e não onde o escolheram. Jan Vokřínek está a viver essa versão no IFK Goteborg, e costuma notar-se no primeiro mês.
Plantel29/03/2032
Oliver Hagen desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Oliver Hagen será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no IFK Goteborg as despedidas começaram em silêncio.
Verba acordada, salário acordado, e o Hammarby à espera com uma camisola. No IFK Goteborg ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
Os clubes tinham acordado e o jogador não. Uma nega, e pública: o Astra fica com ele, e os adeptos daqui ficam a perguntar-se o que lhe terão dito sobre esta casa.
Vai jogar aqui até ao verão e depois sair pela porta de graça, tendo já assinado noutro lado. Os adeptos aguentam a primeira parte desta frase; é com a segunda que vão ter dificuldade.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Oliver Hagen estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
O IFK Goteborg já telefonou ao FC Midtjylland. Sem verba, uma parte do salário, e uma camisola a mais na posição em que o plantel esteve mais curto a época inteira.
Carl Berg esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do IFK Goteborg já se começa a dizer o nome dele no passado.
O valor aprovado não chegava. A direção foi consultada de novo e subiu a sua própria proposta para $713.0K — um clube que quer Louie Bradbury ao ponto de perguntar duas vezes.
Vai jogar aqui até ao verão e depois sair pela porta de graça, tendo já assinado noutro lado. Os adeptos aguentam a primeira parte desta frase; é com a segunda que vão ter dificuldade.
O IFK Goteborg ofereceu $660.0K; o AIK disse que nem perto. Ao treinador dirão que o dinheiro continua lá para o jogador certo, que é o que se diz aos treinadores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Genesis Antwi estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no IFK Goteborg coisas que levam mais de uma semana a retirar.
“Continuamos a reunir-nos, e continuamos a sair da sala com os mesmos números com que entrámos.” Mais uma ronda de conversas no IFK Goteborg, mais uma semana sem a assinatura de Jay Idzes.
Em resumo
PlantelNo IFK Goteborg ainda são estranhos uns para os outros
MercadoJesper Löfgren está livre para procurar outro sítio
O bancoJesper Karlsson tornou-se um homem de confiança do treinador
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No IFK Goteborg ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do IFK Goteborg já se começa a dizer o nome dele no passado.
$3.8M era o máximo que o clube pagaria, e o IF Elfsborg pedia mais. Negócios destes ressuscitam na última semana do mercado mais ou menos metade das vezes, e todos os envolvidos o sabem.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que IFK Goteborg podem fingir não ter ouvido.
Jay Idzes e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
«Quero ganhar coisas e gostava de o fazer aqui.» Não se exigiu nada nem se ameaçou nada, mas uma direção como a de IFK Goteborg ouve uma frase destas exatamente como foi construída.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Oliver Hagen estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No IFK Goteborg ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Perguntam tantas vezes aos futebolistas pelo clube da infância que ninguém ouve a resposta. Jayden Siecker acabou de assinar pelo IFK Goteborg e, por uma vez, a resposta importava.
«Quero ganhar coisas e gostava de o fazer aqui.» Não se exigiu nada nem se ameaçou nada, mas uma direção como a de IFK Goteborg ouve uma frase destas exatamente como foi construída.
Plantel01/03/2032
Palavras no treino do IFK Goteborg sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Oliver Hagen está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Não acontece nada durante meses e depois ele simplesmente chega, a custo zero, tendo assinado um pré-contrato enquanto ainda jogava por outro. É a forma menos dramática de contratar um futebolista e muitas vezes a mais esperta.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O IFK Goteborg perdeu-o em tudo menos nos papéis.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No IFK Goteborg ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Não há pior forma de perder um futebolista. Jordan Bos pré-acordou a saída, o que significa que cada jogo daqui até junho é feito por um homem que o clube já não pode vender, e alguém lá em cima vai ter de explicar como se chegou aqui.
Jordan Bos e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Todos os futebolistas têm uma resposta para a pergunta sobre o clube da infância, e a maioria nunca chega a agir sobre ela. Rami Lougmani agiu, no IFK Goteborg, e o primeiro mês vai mostrar o que isso faz a um homem.
O IFK Norrkoping queria mais do que $29.0K e a direção não foi por aí. Levantou-se da mesa, por agora, o que em pleno mercado quer dizer até alguém pestanejar.
Karl Lustig parte para o Falkenberg num negócio de $160.0K. Os contabilistas estão satisfeitos; os adeptos, menos.
Plantel23/02/2032
Palavras no treino do IFK Goteborg sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Genesis Antwi está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
A papelada fica pronta muito antes do jogador. Jakub Kolář acertou vir quando o contrato atual terminar, o que significa que o IFK Goteborg substituiu um orçamento de verão por um telefonema.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do IFK Goteborg já se começa a dizer o nome dele no passado.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do IFK Goteborg, e não vai ser retirado.
Os clubes tinham acordado e o jogador não. Uma nega, e pública: o Bodo/Glimt fica com ele, e os adeptos daqui ficam a perguntar-se o que lhe terão dito sobre esta casa.
Não há pior forma de perder um futebolista. Björn Hedlöf pré-acordou a saída, o que significa que cada jogo daqui até junho é feito por um homem que o clube já não pode vender, e alguém lá em cima vai ter de explicar como se chegou aqui.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no IFK Goteborg coisas que levam mais de uma semana a retirar.
«Tenho ambições e gostava que o clube as partilhasse.» Ninguém pediu para sair nem foi mandado embora — mas um jogador escolhe essa frase com cuidado, e uma administração ouve-a exactamente como foi pensada.
O IFK Goteborg ofereceu $140.0K; o Djurgarden disse que nem perto. Ao treinador dirão que o dinheiro continua lá para o jogador certo, que é o que se diz aos treinadores.
Mais um nome na lista: o Hammarby fez a pergunta que todo o futebol anda a fazer sobre Jesper Löfgren. A resposta do IFK Goteborg não mudou — para já.
Plantel16/02/2032
Oliver Hagen desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O IFK Goteborg perdeu-o em tudo menos nos papéis.
O Gefle aceitou o dinheiro. O que o IFK Goteborg ainda não tem é o homem, e entre aqui e a fotografia há uma conversa sobre salários que os dois lados temem.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No IFK Goteborg ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que IFK Goteborg podem fingir não ter ouvido.
$3.8M era o máximo que o clube pagaria, e o IF Elfsborg pedia mais. Negócios destes ressuscitam na última semana do mercado mais ou menos metade das vezes, e todos os envolvidos o sabem.
Jordan Bos esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Divine Teah e o IFK Goteborg acertam mais 4 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Plantel09/02/2032
Oliver Hagen desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que IFK Goteborg podem fingir não ter ouvido.
É a ambição mais legítima do desporto e a mais difícil de satisfazer para a maioria dos clubes. Jordan Bos quer futebol continental; se o IFK Goteborg o consegue oferecer é uma pergunta sobre as próximas duas épocas, não sobre ele.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No IFK Goteborg ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Divine Teah e o IFK Goteborg acertam mais 4 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Plantel02/02/2032
Palavras no treino do IFK Goteborg sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Genesis Antwi está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para David Seger, e o treinador deixou.
O IFK Goteborg já telefonou ao Palermo. Sem verba, uma parte do salário, e uma camisola a mais na posição em que o plantel esteve mais curto a época inteira.
Carl Berg esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Élohim Kaboré está nela.
Oliver Hagen desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Noah Tolf e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Jordan Bos assinar alguma coisa — um contrato no IFK Goteborg ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em IFK Goteborg, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Uma conversa no gabinete do treinador, e um compromisso que saiu dela. Promessas assim são baratas de fazer e caras de quebrar, e Genesis Antwi apontou a data.
A coisa menos glamorosa que um reforço estrangeiro faz e a que decide a maioria deles. Um jogador que percebe o grito que vem atrás dele é outro futebolista diferente daquele que não percebe.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No IFK Goteborg ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no IFK Goteborg coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel19/01/2032
Palavras no treino do IFK Goteborg sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Oliver Hagen está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Jordan Bos treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
O banco19/01/2032
Jesper Karlsson tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no IFK Goteborg dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Divine Teah assinar alguma coisa — um contrato no IFK Goteborg ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
“Continuamos a reunir-nos, e continuamos a sair da sala com os mesmos números com que entrámos.” Mais uma ronda de conversas no IFK Goteborg, mais uma semana sem a assinatura de Carl Selfvén.
Posição 3, 69 pontos, e o resultado que todos procuram primeiro agora é o deles. A palavra continua a não se dizer à volta do estádio — e é assim que se sabe que todos a pensam.
Jordan Bos esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel12/01/2032
Palavras no treino do IFK Goteborg sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Genesis Antwi está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Prefiro dizer-lho na cara do que ler no jornal.» A reunião foi pedida pelo jogador, e isso diz quase tudo.
O banco12/01/2032
Jordan Bos tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no IFK Goteborg dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Um prémio individual é coisa estranha num desporto de equipa, e os melhores não se discutem. Teve o tipo de ano que acaba com o seu nome lido em voz alta, e o IFK Goteborg beneficiou disso.
«Tenho ambições e gostava que o clube as partilhasse.» Ninguém pediu para sair nem foi mandado embora — mas um jogador escolhe essa frase com cuidado, e uma administração ouve-a exactamente como foi pensada.
“Tentei. Tentei mesmo, e todos os dias acordo no sítio errado.” No IFK Goteborg ninguém consegue treinar isso para fora de um homem, e ninguém lá finge que consegue.
Plantel05/01/2032
Oliver Hagen desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no IFK Goteborg coisas que levam mais de uma semana a retirar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Élohim Kaboré está nela.
Jordan Bos e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Oliver Hagen estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Jay Idzes está nela.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Björn Hedlöf, e o treinador deixou.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Edoardo Soleri treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Uma conversa no gabinete do treinador, e um compromisso que saiu dela. Promessas assim são baratas de fazer e caras de quebrar, e Viktor Andersson apontou a data.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. David Kruse será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no IFK Goteborg as despedidas começaram em silêncio.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Genesis Antwi estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no IFK Goteborg coisas que levam mais de uma semana a retirar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Arnór Sigurðsson, e o treinador deixou.
O banco22/12/2031
Jesper Karlsson tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no IFK Goteborg dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Divine Teah assinar alguma coisa — um contrato no IFK Goteborg ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
Perguntou pelo seu futuro e recebeu uma resposta com minutos lá dentro. O treinador fez uma promessa num edifício onde as promessas não se esquecem, e o relógio já começou a contar.
«Disseram-me coisas antes de eu assinar. Não as vou repetir, mas lembro-me de todas.» IFK Goteborg nada responderam, o que também é uma resposta.
Plantel15/12/2031
Palavras no treino do IFK Goteborg sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Oliver Hagen está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Linus Hiljemark e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
“Tentei. Tentei mesmo, e todos os dias acordo no sítio errado.” No IFK Goteborg ninguém consegue treinar isso para fora de um homem, e ninguém lá finge que consegue.
«Tenho ambições e gostava que o clube as partilhasse.» Ninguém pediu para sair nem foi mandado embora — mas um jogador escolhe essa frase com cuidado, e uma administração ouve-a exactamente como foi pensada.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Oliver Hagen estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“Continuamos a reunir-nos, e continuamos a sair da sala com os mesmos números com que entrámos.” Mais uma ronda de conversas no IFK Goteborg, mais uma semana sem a assinatura de Genesis Antwi.
«Aqui ninguém está acima de levar um raspanete.» Não se disse nenhum nome, mas o balneário sabe contar, e quem estava a ouvir também.
O banco08/12/2031
Élohim Kaboré tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no IFK Goteborg dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Um ano depois, a cidade não se abriu, a língua não chegou, e o almoço come-se sozinho mais vezes do que alguém no IFK Goteborg admitiria. Nota-se aos sábados.
Não é uma queixa nem uma exigência: quer jogar futebol europeu, e deixou de o esconder. Se o IFK Goteborg lho pode dar é uma pergunta sobre o clube, não sobre ele.
Jordan Bos e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
«Quero ganhar coisas e gostava de o fazer aqui.» Não se exigiu nada nem se ameaçou nada, mas uma direção como a de IFK Goteborg ouve uma frase destas exatamente como foi construída.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Genesis Antwi estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Genesis Antwi, e o treinador deixou.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
A despromoção que um clube nunca anuncia e um balneário nota sempre. Bernard Faye está mais longe da equipa do que estava, e a razão só lhe será dada quando perguntar.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No IFK Goteborg ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no IFK Goteborg coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Oliver Hagen estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Jesper Karlsson está nela.
«Disseram-mo com clareza, e prefiro assim.» O treinador de IFK Goteborg foi explícito quanto à situação de David Köhler, o que é mais do que muitos recebem.
“Continuamos a reunir-nos, e continuamos a sair da sala com os mesmos números com que entrámos.” Mais uma ronda de conversas no IFK Goteborg, mais uma semana sem a assinatura de Carl Björk.
Está feito, e ainda com jogos por disputar. A próxima época vai ter noites de holofotes contra clubes de outros países, e as contas ganham uma linha que no ano passado não tinham.
Posição 3, 69 pontos, e o resultado que todos procuram primeiro agora é o deles. A palavra continua a não se dizer à volta do estádio — e é assim que se sabe que todos a pensam.
Um prémio individual é coisa estranha num desporto de equipa, e os melhores não se discutem. Teve o tipo de ano que acaba com o seu nome lido em voz alta, e o IFK Goteborg beneficiou disso.
“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O IFK Goteborg pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.
As regras permitem-no e dói na mesma. Genesis Antwi acertou condições com o Hammarby para o verão e, até lá, veste esta camisola como quem já escolheu a seguinte.
Plantel17/11/2031
Palavras no treino do IFK Goteborg sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Oliver Hagen está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
A papelada fica pronta muito antes do jogador. Pablo Tomeo acertou vir quando o contrato atual terminar, o que significa que o IFK Goteborg substituiu um orçamento de verão por um telefonema.
O apuramento está feito e na próxima época os holofotes acendem-se para algo maior. Um palco para os jogadores, oxigénio para as contas e um passaporte para os restantes.
O último jogo do campeonato está jogado e a tabela parou de mexer: 69 pontos. O verão começa na segunda-feira, e com ele a discussão sobre o que tudo isto quis dizer.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Jakob Jäger Röding será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no IFK Goteborg as despedidas começaram em silêncio.
Jordan Bos e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel10/11/2031
Genesis Antwi desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«Dei tudo a isto, mas a minha família não está aqui — e eu também não, na verdade.» A um futebolista corrige-se a má fase. Disto nunca ninguém foi corrigido, e no IFK Goteborg sabem-no.
Dribles concretizados: 23. Cada vez que recebia, alguém tinha de decidir, e todas as vezes a decisão foi a errada.
Plantel03/11/2031
Oliver Hagen desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Bernard Faye e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
«Estamos muito longe um do outro, e fingir o contrário não ajuda ninguém.» Nada se moveu, e o calendário não joga a favor do clube.
O banco03/11/2031
A vista do banco
“Vamos analisar, vamos aprender com isto, e vamos outra vez.” As três frases que todos os treinadores guardam para uma derrota por 0‑1, ditas por Mattias Berg a uma sala que já as tinha ouvido.
O banco03/11/2031
Jay Idzes tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no IFK Goteborg dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Há golos que ganham jogos e golos que os tiram a alguém. Élohim Kaboré marcou ao minuto 86, o IFK Norrkoping já pensava na viagem de regresso, e o IFK Goteborg levou tudo.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. David Kruse será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no IFK Goteborg as despedidas começaram em silêncio.
Participação em 2 golos, de um jogador que passou noventa minutos a fazer aquilo que um treinador quer mesmo: estar onde a bola ia acabar. 7.75 ao lado do nome.
A série sem derrotas chega aos 6 jogos. Uns foram vitórias e outros fugas, mas uma equipa que se recusa a perder é uma equipa de que os outros balneários falam.
Plantel27/10/2031
Palavras no treino do IFK Goteborg sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Oliver Hagen está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
O IFK Goteborg torna a sua casa um sítio difícil de visitar
18 sem derrota no seu relvado. O campo não mudou; a bancada sim — mais barulhenta mais cedo e mais rápida a perceber quando o adversário preferia estar noutro lado.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que IFK Goteborg podem fingir não ter ouvido.
“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O IFK Goteborg pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.
Entre clubes está tudo fechado e o que falta são papéis e uma fotografia. Em IFK Goteborg já falam dele no passado.
Plantel20/10/2031
Palavras no treino do IFK Goteborg sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Genesis Antwi está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Noah Tolf esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
8 golos e uma média de 7.22 na época têm esse efeito. O espaço que ele costumava encontrar desapareceu; continua a marcar na mesma, que é a marca dos verdadeiros.
Em resumo
PlantelNo IFK Goteborg ainda são estranhos uns para os outros
“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O IFK Goteborg pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Jakob Jäger Röding será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no IFK Goteborg as despedidas começaram em silêncio.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Oliver Hagen estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
O jogo à volta do qual se organiza o calendário. A forma vai pela janela, a tabela não se consulta, e durante noventa minutos o IFK Goteborg será julgado por uma única coisa.
«Há manhãs em que acordas e tudo o que conheces continua longíssimo.» Não é o futebol e nunca foi: o IFK Goteborg lida com um homem que quer outro país.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. George McCormick será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no IFK Goteborg as despedidas começaram em silêncio.
Jordan Bos e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel06/10/2031
Oliver Hagen desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
O treinador reorganizou as ideias e Jesper Löfgren saiu delas mais abaixo. Vão dizer-lhe que é temporário, e os jogadores que já ouviram isso antes vão desviar o olhar.
Já são 3 vitórias seguidas, e a pergunta deixou de ser se a série acaba para passar a ser quem a acaba. Confiança assim não se compra; ganha-se exatamente desta maneira.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no IFK Goteborg coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel29/09/2031
Palavras no treino do IFK Goteborg sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Genesis Antwi está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Jordan Bos esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No IFK Goteborg ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Plantel22/09/2031
Palavras no treino do IFK Goteborg sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Oliver Hagen está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Jesper Löfgren, e o treinador deixou.
8 golos e uma média de 7.22 na época têm esse efeito. O espaço que ele costumava encontrar desapareceu; continua a marcar na mesma, que é a marca dos verdadeiros.
0‑2 frente ao Malmo FF, e a estrada acaba aqui. As eliminações da taça são mortes rápidas — sem segunda mão, sem próxima semana, só o campeonato daqui até maio.
16 jogos sem perder em casa. As equipas visitantes chegam já a falar do ambiente, o que costuma ser sinal de que perderam meio jogo antes do pontapé de saída.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do IFK Goteborg, e não vai ser retirado.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Jakob Jäger Röding será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no IFK Goteborg as despedidas começaram em silêncio.
Plantel15/09/2031
Oliver Hagen desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que IFK Goteborg podem fingir não ter ouvido.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No IFK Goteborg ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Plantel08/09/2031
Palavras no treino do IFK Goteborg sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Genesis Antwi está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
George McCormick e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Plantel08/09/2031
5 caras novas e o IFK Goteborg ainda se está a conhecer
Um plantel reconstruído num único mercado paga-o numa moeda que ninguém orça. O futebol não é pior do que a soma dos jogadores: é pior do que a soma dos jogadores que já jogaram juntos.
O banco08/09/2031
Jay Idzes tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no IFK Goteborg dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
“Continuamos a reunir-nos, e continuamos a sair da sala com os mesmos números com que entrámos.” Mais uma ronda de conversas no IFK Goteborg, mais uma semana sem a assinatura de Edoardo Soleri.
O banco08/09/2031
O treinador ainda não acabou de esquecer o erro de George McCormick
Em público está ultrapassado para toda a gente. Não está para quem faz a equipa, e o único sítio onde isso se vê é uma ficha de jogo. Vai ter outra oportunidade: vai tê-la num jogo que importe menos.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do IFK Goteborg, e não vai ser retirado.
Todas as séries acabam numa tarde que alguém tinha dado como rotina. Esta durou 10 jogos, o suficiente para uma cidade ter deixado de contar, e pouco o suficiente para se lembrar exatamente de quem a parou.
«Há manhãs em que acordas e tudo o que conheces continua longíssimo.» Não é o futebol e nunca foi: o IFK Goteborg lida com um homem que quer outro país.
«Tenho ambições e gostava que o clube as partilhasse.» Ninguém pediu para sair nem foi mandado embora — mas um jogador escolhe essa frase com cuidado, e uma administração ouve-a exactamente como foi pensada.
Plantel01/09/2031
Palavras no treino do IFK Goteborg sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Oliver Hagen está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no IFK Goteborg coisas que levam mais de uma semana a retirar.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O IFK Goteborg perdeu-o em tudo menos nos papéis.
A série sem derrotas chega aos 10 jogos. Uns foram vitórias e outros fugas, mas uma equipa que se recusa a perder é uma equipa de que os outros balneários falam.
A primeira derrota em 9 jogos. O treinador dirá que tinha de chegar; o balneário dirá que não tinha de chegar contra o AIK; os adeptos dirão as duas coisas, por essa ordem, a semana inteira.
Jordan Bos esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
O Hammarby queria mais do que $700.0K e a direção não foi por aí. Levantou-se da mesa, por agora, o que em pleno mercado quer dizer até alguém pestanejar.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Alessandro Di Munno será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no IFK Goteborg as despedidas começaram em silêncio.
Plantel25/08/2031
Palavras no treino do IFK Goteborg sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Oliver Hagen está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Já são 9 vitórias seguidas, e a pergunta deixou de ser se a série acaba para passar a ser quem a acaba. Confiança assim não se compra; ganha-se exatamente desta maneira.
O Kalmar FF vai querer esquecer isto depressa: 4‑1, todos os duelos perdidos e uma viagem longa para casa. O IFK Goteborg foi impiedoso como as boas equipas sabem ser.
Verba acordada, salário acordado, e o AIK à espera com uma camisola. No IFK Goteborg ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
15 jogos sem perder em casa. As equipas visitantes chegam já a falar do ambiente, o que costuma ser sinal de que perderam meio jogo antes do pontapé de saída.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Jesper Karlsson produziu-o, e o 8.47 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O IFK Goteborg pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.
O IFK Goteborg e o Hammarby acertaram em $360.0K. O resto pertence ao jogador e ao empresário, e um adepto que já viu uma destas sabe que ainda não é altura de comprar a camisola.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que IFK Goteborg podem fingir não ter ouvido.
Em resumo
DireçãoO IFK Goteborg fecha o mercado com um plantel feito por si
Já são 8 vitórias seguidas, e a pergunta deixou de ser se a série acaba para passar a ser quem a acaba. Confiança assim não se compra; ganha-se exatamente desta maneira.
Jogo09/08/2031
Imam Jagne ganha-o quando o apito já devia ter soado
Minuto 95. Imam Jagne encontrou a finalização num tempo que só existia por causa das paragens anteriores, e o Atvidaberg passou do ponto ao nada num só movimento.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que IFK Goteborg podem fingir não ter ouvido.
Há uma idade a partir da qual toda a boa tarde é descrita como uma recordação do passado, o que é injusto e também exato. 8.02 aos 33, e ninguém no campo esteve melhor.
“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O IFK Goteborg pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No IFK Goteborg ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Jordan Bos e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que IFK Goteborg podem fingir não ter ouvido.
Já são 7 vitórias seguidas, e a pergunta deixou de ser se a série acaba para passar a ser quem a acaba. Confiança assim não se compra; ganha-se exatamente desta maneira.
Verba acordada, salário acordado, e o BK Hacken à espera com uma camisola. No IFK Goteborg ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
14 jogos sem perder em casa. As equipas visitantes chegam já a falar do ambiente, o que costuma ser sinal de que perderam meio jogo antes do pontapé de saída.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. George McCormick será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no IFK Goteborg as despedidas começaram em silêncio.
Não há pior forma de perder um futebolista. Alessandro Di Munno pré-acordou a saída, o que significa que cada jogo daqui até junho é feito por um homem que o clube já não pode vender, e alguém lá em cima vai ter de explicar como se chegou aqui.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no IFK Goteborg coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Em resumo
Notas dos jogadoresNinguém conseguiu chegar a Camil Jebara
Verba acordada, salário acordado, e o Hammarby à espera com uma camisola. No IFK Goteborg ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
O Falkenberg vai querer esquecer isto depressa: 3‑0, todos os duelos perdidos e uma viagem longa para casa. O IFK Goteborg foi impiedoso como as boas equipas sabem ser.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do IFK Goteborg, e não vai ser retirado.
2 golos, e o segundo foi o que fechou o jogo. Nota de 8.50, e com mais sorte ao primeiro poste teria tido um terceiro.
Jogo26/07/2031
Ninguém quer jogar contra o IFK Goteborg neste momento
6 vitórias seguidas mudam a forma como o adversário aquece: mais calado, mais olhares de esguelha. As séries acabam, toda a gente o sabe — mas neste balneário ninguém conta com isso.
Os clubes tinham acordado e o jogador não. Uma nega, e pública: o Ludogorets fica com ele, e os adeptos daqui ficam a perguntar-se o que lhe terão dito sobre esta casa.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no IFK Goteborg coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Em resumo
Notas dos jogadoresCamil Jebara passa por eles um de cada vez
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do IFK Goteborg já se começa a dizer o nome dele no passado.
O Gefle vai querer esquecer isto depressa: 3‑0, todos os duelos perdidos e uma viagem longa para casa. O IFK Goteborg foi impiedoso como as boas equipas sabem ser.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que IFK Goteborg podem fingir não ter ouvido.
A dinâmica não se compra e perde-se depressa; neste momento o IFK Goteborg tem 5 vitórias seguidas dela.
Jogo19/07/2031
O IFK Goteborg torna a sua casa um sítio difícil de visitar
13 sem derrota no seu relvado. O campo não mudou; a bancada sim — mais barulhenta mais cedo e mais rápida a perceber quando o adversário preferia estar noutro lado.
Aos 33 devia estar a gerir os seus minutos. Em vez disso foi avaliado com 8.40 e pareceu, durante noventa minutos, exatamente o jogador de que toda a gente se lembra.
«Disseram-me coisas antes de eu assinar. Não as vou repetir, mas lembro-me de todas.» IFK Goteborg nada responderam, o que também é uma resposta.
Plantel21/07/2031
Genesis Antwi desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Imam Jagne produziu-o, e o 8.42 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
«Dei tudo aqui e preciso de um desafio novo.» O pedido é formal, e a relação nunca mais vai ser exatamente a mesma.
Jogo12/07/2031
Ninguém quer jogar contra o IFK Goteborg neste momento
4 vitórias seguidas mudam a forma como o adversário aquece: mais calado, mais olhares de esguelha. As séries acabam, toda a gente o sabe — mas neste balneário ninguém conta com isso.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Nikita Bogatyrev será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no IFK Goteborg as despedidas começaram em silêncio.
Plantel14/07/2031
Genesis Antwi desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Noah Tolf e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Os jogos da taça esperam que alguém os agarre, e Divine Teah agarrou este contra o Djurgarden. 1‑0 no fim, e no sorteio da próxima ronda está o nome do IFK Goteborg.
O painel já tinha subido, os protestos já tinham começado, e então a bola entrou ao minuto 119. O Djurgarden vai rever cada segundo do tempo extra durante uma semana.
“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O IFK Goteborg pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. George McCormick será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no IFK Goteborg as despedidas começaram em silêncio.
Jogo05/07/2031
Ninguém quer jogar contra o IFK Goteborg neste momento
3 vitórias seguidas mudam a forma como o adversário aquece: mais calado, mais olhares de esguelha. As séries acabam, toda a gente o sabe — mas neste balneário ninguém conta com isso.
Jordan Bos e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Hampus Skoglund estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No IFK Goteborg ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Imam Jagne produziu-o, e o 8.54 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
“Tentei. Tentei mesmo, e todos os dias acordo no sítio errado.” No IFK Goteborg ninguém consegue treinar isso para fora de um homem, e ninguém lá finge que consegue.
Jordan Bos e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Jogo28/06/2031
O IFK Goteborg torna a sua casa um sítio difícil de visitar
10 sem derrota no seu relvado. O campo não mudou; a bancada sim — mais barulhenta mais cedo e mais rápida a perceber quando o adversário preferia estar noutro lado.
Plantel30/06/2031
Hampus Skoglund desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Em resumo
Notas dos jogadoresUm daqueles dias de Élohim Kaboré
Jordan Bos esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Alejandro Pozo e o IFK Goteborg acertam mais 4 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Genesis Antwi estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
4 jogos sem perder, e depois o Malmo FF. No estádio ninguém fingia que ia durar para sempre; também ninguém esperava que acabasse aqui.
O banco23/06/2031
A vista do banco
“Vamos analisar, vamos aprender com isto, e vamos outra vez.” As três frases que todos os treinadores guardam para uma derrota por 0‑1, ditas por Mattias Berg a uma sala que já as tinha ouvido.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Stefano Cella, e o treinador deixou.
Ninguém quer jogar contra o IFK Goteborg neste momento
4 vitórias seguidas mudam a forma como o adversário aquece: mais calado, mais olhares de esguelha. As séries acabam, toda a gente o sabe — mas neste balneário ninguém conta com isso.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do IFK Goteborg, e não vai ser retirado.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No IFK Goteborg ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no IFK Goteborg coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel16/06/2031
Hampus Skoglund desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do IFK Goteborg, e não vai ser retirado.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. George McCormick será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no IFK Goteborg as despedidas começaram em silêncio.
Hampus Skoglund e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel09/06/2031
Genesis Antwi desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Nils Zätterström será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no IFK Goteborg as despedidas começaram em silêncio.
Jogo31/05/2031
Aconteça o que acontecer, o IFK Goteborg não perde
Já são 11 jogos sem perder. Uns foram conquistados, outros sobrevividos, mas está a formar-se um hábito — e hábitos são a coisa mais difícil de defrontar no futebol.
As regras permitem-no e dói na mesma. George McCormick acertou condições com o BK Hacken para o verão e, até lá, veste esta camisola como quem já escolheu a seguinte.
“Quero jogar por troféus enquanto as pernas mo permitirem.” Nada nessa frase é um pedido de transferência, e ninguém no IFK Goteborg a ouviu como outra coisa.
Plantel02/06/2031
Genesis Antwi desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Jogo31/05/2031
O IFK Goteborg torna a sua casa um sítio difícil de visitar
8 sem derrota no seu relvado. O campo não mudou; a bancada sim — mais barulhenta mais cedo e mais rápida a perceber quando o adversário preferia estar noutro lado.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que IFK Goteborg podem fingir não ter ouvido.
É a ambição mais legítima do desporto e a mais difícil de satisfazer para a maioria dos clubes. Jordan Bos quer futebol continental; se o IFK Goteborg o consegue oferecer é uma pergunta sobre as próximas duas épocas, não sobre ele.
Jordan Bos esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel26/05/2031
Palavras no treino do IFK Goteborg sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Hampus Skoglund está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Chidozie Awaziem, e o treinador deixou.
“Merecemos. Pedi-lhes uma reação e tive-a, e agora quero o mesmo outra vez no sábado.” Mattias Berg sobre uma tarde de 1‑0 que lhe agradou mais do que estava disposto a mostrar.
A série sem derrotas chega aos 9 jogos. Uns foram vitórias e outros fugas, mas uma equipa que se recusa a perder é uma equipa de que os outros balneários falam.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no IFK Goteborg coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Hampus Skoglund estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Dribles concretizados: 15. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Plantel19/05/2031
No IFK Goteborg ainda são estranhos uns para os outros
5 reforços numa só janela. Cada um pode ser uma melhoria e a equipa pode ainda assim ser pior durante uns tempos, que é a parte de uma reconstrução de que os veredictos nunca falam.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
A única versão de ficar de fora contra a qual um jogador não pode argumentar, e a que pior aceita. Outro tem estado melhor e a ficha de jogo di-lo, em público, todas as semanas até mudar.
Em resumo
O bancoMeio satisfeito: Mattias Berg sobre o empate
Há golos que ganham jogos e golos que os tiram a alguém. Bernard Faye marcou ao minuto 86, o GIF Sundsvall já pensava na viagem de regresso, e o IFK Goteborg levou tudo.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do IFK Goteborg, e não vai ser retirado.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Jakob Jäger Röding será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no IFK Goteborg as despedidas começaram em silêncio.
Jordan Bos e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Dribles concretizados: 21. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
Plantel12/05/2031
Genesis Antwi desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Nils Zätterström será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no IFK Goteborg as despedidas começaram em silêncio.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que IFK Goteborg podem fingir não ter ouvido.
“Tentei. Tentei mesmo, e todos os dias acordo no sítio errado.” No IFK Goteborg ninguém consegue treinar isso para fora de um homem, e ninguém lá finge que consegue.
A série sem derrotas chega aos 6 jogos. Uns foram vitórias e outros fugas, mas uma equipa que se recusa a perder é uma equipa de que os outros balneários falam.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Rareş Burnete. 2‑0 sobre o Kalmar FF, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
Plantel05/05/2031
Chidozie Awaziem desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Jordan Bos esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
6 golos num jogo, Rareş Burnete na ficha e um resultado que vai parecer uma gralha. Os neutros não podiam pedir mais ao IFK Goteborg nem ao Atvidaberg.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Hampus Skoglund estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
O banco28/04/2031
A vista do banco
“Controlámos o jogo. Houve períodos de que não gostei e vamos vê-los, mas o grupo mostrou-me alguma coisa.” Mattias Berg, sobre uma vitória por 6‑0 que já ia a desmontar a caminho da sala de imprensa.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Rareş Burnete produziu-o, e o 8.88 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do IFK Goteborg, e não vai ser retirado.
Plantel21/04/2031
Palavras no treino do IFK Goteborg sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Hampus Skoglund está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Viktor Andersson, e o treinador deixou.
Empate aos 94 minutos, depois de uma tarde que o IFK Goteborg tinha praticamente arrumada. O BK Hacken vai chamar-lhe um ponto ganho; o balneário da casa vai chamar-lhe dois oferecidos, e ambos têm razão.
Plantel21/04/2031
No IFK Goteborg ainda são estranhos uns para os outros
12 reforços numa só janela. Cada um pode ser uma melhoria e a equipa pode ainda assim ser pior durante uns tempos, que é a parte de uma reconstrução de que os veredictos nunca falam.
O Falkenberg vai querer esquecer isto depressa: 5‑0, todos os duelos perdidos e uma viagem longa para casa. O IFK Goteborg foi impiedoso como as boas equipas sabem ser.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No IFK Goteborg ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Não há pior forma de perder um futebolista. Emil Fasth pré-acordou a saída, o que significa que cada jogo daqui até junho é feito por um homem que o clube já não pode vender, e alguém lá em cima vai ter de explicar como se chegou aqui.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no IFK Goteborg coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Há uma impotência muito própria em sofrer 2 vezes antes do minuto vinte. O Falkenberg tentou reorganizar-se, o IFK Goteborg não deixou, e o resultado estava escrito muito antes de ser confirmado.
Uma exibição de 8.44 não aparece com frequência e, quando aparece, o resto da equipa passa a cenário. Esteve magnífico.
Plantel14/04/2031
Palavras no treino do IFK Goteborg sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Bruno Onyemaechi está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Nils Zätterström será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no IFK Goteborg as despedidas começaram em silêncio.
«Disseram-me coisas antes de eu assinar. Não as vou repetir, mas lembro-me de todas.» IFK Goteborg nada responderam, o que também é uma resposta.
Direção07/04/2031
Fecha o mercado: 24 entradas, 16 saídas no IFK Goteborg
O prazo passou e o plantel é o plantel. Chegaram 24, saíram 16, e tudo o resto que se imprimiu sobre este clube no último mês foi um rumor que ficou rumor.
«Quero ganhar coisas e gostava de o fazer aqui.» Não se exigiu nada nem se ameaçou nada, mas uma direção como a de IFK Goteborg ouve uma frase destas exatamente como foi construída.
O IFK Goteborg mexeu-se antes que outro pudesse: novo contrato para Mattias Berg, acertado em silêncio e anunciado em voz alta. As direções renovam com treinadores por muitas razões; a boa é aquela com que esta se parece.
Jogo05/04/2031
Não se vê o fim da espera do IFK Goteborg por uma vitória
Já são 4 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no IFK Goteborg tem de arrancar um resultado de algum lado.
12 miúdos sobem, e algures no edifício as pessoas que os treinaram aos doze anos estão a ter, em silêncio, a melhor manhã do seu ano de trabalho. Nada disto aparece num resultado, e é para isto que a formação existe.
Verba acordada, salário acordado, e o Orebro à espera com uma camisola. No IFK Goteborg ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Carmelo Limonelli será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no IFK Goteborg as despedidas começaram em silêncio.
O GIF Sundsvall queria mais do que $750.0K e a direção não foi por aí. Levantou-se da mesa, por agora, o que em pleno mercado quer dizer até alguém pestanejar.
Plantel31/03/2031
Palavras no treino do IFK Goteborg sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Hampus Skoglund está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
O IFK Goteborg perguntou e o Helsingborg disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Faz todos os sábados coisas a que ninguém à volta dele consegue responder. É lisonjeiro durante uma época e um problema a partir daí, e o IFK Goteborg sabe em que fase está.
Verba acordada, salário acordado, e o GIF Sundsvall à espera com uma camisola. No IFK Goteborg ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No IFK Goteborg ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do IFK Goteborg, e não vai ser retirado.
Exames médicos, uma assinatura, uma camisola levantada à frente de um painel de patrocinadores. O IFK Goteborg fez a parte difícil com o Sporting CP, e a parte que falta é a única que os adeptos veem.
O Hammarby queria mais do que $640.0K e a direção não foi por aí. Levantou-se da mesa, por agora, o que em pleno mercado quer dizer até alguém pestanejar.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Betis fica com o seu homem, e o IFK Goteborg volta a uma lista com um nome riscado.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Camil Jebara estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“Ouvi, pensei, e fico. É essa a história toda.” Os clubes tinham acordado uma verba. David Kruse não tinha acordado ir, e afinal era essa a parte que contava.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que IFK Goteborg podem fingir não ter ouvido.
O Helsingborg queria mais do que $720.0K e a direção não foi por aí. Levantou-se da mesa, por agora, o que em pleno mercado quer dizer até alguém pestanejar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Hampus Skoglund estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Bruno Onyemaechi esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Não acontece nada durante meses e depois ele simplesmente chega, a custo zero, tendo assinado um pré-contrato enquanto ainda jogava por outro. É a forma menos dramática de contratar um futebolista e muitas vezes a mais esperta.
O IFK Goteborg perguntou e o Panathinaikos disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Nils Zätterström será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no IFK Goteborg as despedidas começaram em silêncio.
Verba acordada, salário acordado, e o GIF Sundsvall à espera com uma camisola. No IFK Goteborg ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do IFK Goteborg, e não vai ser retirado.
As regras permitem-no e dói na mesma. Nils Zätterström acertou condições com o Hammarby para o verão e, até lá, veste esta camisola como quem já escolheu a seguinte.
O IFK Goteborg ofereceu $810.0K; o BK Hacken disse que nem perto. Ao treinador dirão que o dinheiro continua lá para o jogador certo, que é o que se diz aos treinadores.
Alejandro Pozo esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel10/03/2031
Uma transferência que Stefano Cella teria feito de graça
Há uma versão de cada carreira em que o jogador acaba onde escolheu e não onde o escolheram. Stefano Cella está a viver essa versão no IFK Goteborg, e costuma notar-se no primeiro mês.
Plantel10/03/2031
Hampus Skoglund desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do IFK Goteborg, e não vai ser retirado.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Carmelo Limonelli será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no IFK Goteborg as despedidas começaram em silêncio.
O Helsingborg queria mais do que $950.0K e a direção não foi por aí. Levantou-se da mesa, por agora, o que em pleno mercado quer dizer até alguém pestanejar.
As condições foram oferecidas e recusadas. Se foi o salário, a função ou a cidade, no Sporting CP ninguém diz, e no IFK Goteborg ninguém gosta de estar a adivinhar.
Não há pior forma de perder um futebolista. Carmelo Limonelli pré-acordou a saída, o que significa que cada jogo daqui até junho é feito por um homem que o clube já não pode vender, e alguém lá em cima vai ter de explicar como se chegou aqui.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Imam Jagne e o IFK Goteborg acertam mais 4 anos.
Jay Idzes e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
“Quero jogar por troféus enquanto as pernas mo permitirem.” Nada nessa frase é um pedido de transferência, e ninguém no IFK Goteborg a ouviu como outra coisa.
Posição 3, 65 pontos, e o resultado que todos procuram primeiro agora é o deles. A palavra continua a não se dizer à volta do estádio — e é assim que se sabe que todos a pensam.
Exames médicos, uma assinatura, uma camisola levantada à frente de um painel de patrocinadores. O IFK Goteborg fez a parte difícil com o Sporting CP, e a parte que falta é a única que os adeptos veem.
Plantel24/02/2031
Hampus Skoglund desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Não acontece nada durante meses e depois ele simplesmente chega, a custo zero, tendo assinado um pré-contrato enquanto ainda jogava por outro. É a forma menos dramática de contratar um futebolista e muitas vezes a mais esperta.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no IFK Goteborg coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Marco Lund será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no IFK Goteborg as despedidas começaram em silêncio.
Os clubes tinham acordado e o jogador não. Uma nega, e pública: o Bodo/Glimt fica com ele, e os adeptos daqui ficam a perguntar-se o que lhe terão dito sobre esta casa.
As regras permitem-no e dói na mesma. Marco Lund acertou condições com o AIK para o verão e, até lá, veste esta camisola como quem já escolheu a seguinte.
O nome de David Kruse apareceu em conversas de que o IFK Goteborg não fez parte. Nada formal, nada assinado — mas também nada de acidental.
Plantel17/02/2031
Hampus Skoglund desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
O AIK vai continuar a utilizá-lo até junho e não receberá nada por ele depois. Edoardo Soleri pré-acordou a mudança para o IFK Goteborg, e os únicos que perdem nesse arranjo são os que deixaram o contrato correr.
George McCormick e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Em resumo
O bancoJay Idzes tornou-se um homem de confiança do treinador
As regras permitem-no e dói na mesma. Leo Anger acertou condições com o IF Elfsborg para o verão e, até lá, veste esta camisola como quem já escolheu a seguinte.
A perseguição a Melker Nilsson terminou com $190.0K a mudar de mãos e o IFK Norrkoping sem razões para dizer que não. Os adeptos julgarão o valor da única maneira que conta: aos sábados.
Não acontece nada durante meses e depois ele simplesmente chega, a custo zero, tendo assinado um pré-contrato enquanto ainda jogava por outro. É a forma menos dramática de contratar um futebolista e muitas vezes a mais esperta.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no IFK Goteborg coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Nassef Chourak estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
O IFK Goteborg ofereceu $2.2M; o Helsingborg disse que nem perto. Ao treinador dirão que o dinheiro continua lá para o jogador certo, que é o que se diz aos treinadores.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que IFK Goteborg podem fingir não ter ouvido.
A proposta seguiu esta semana para o Hammarby, e a resposta é deles. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
$190.0K em cima da mesa do IFK Norrkoping. O treinador queria-o, a direção acertou um número, e as únicas vozes que faltam ouvir são as do outro clube.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Hampus Skoglund estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
O Hammarby vai continuar a utilizá-lo até junho e não receberá nada por ele depois. Rassa Rahmani pré-acordou a mudança para o IFK Goteborg, e os únicos que perdem nesse arranjo são os que deixaram o contrato correr.
Tarik Ibrahimagic esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
“Continuamos a reunir-nos, e continuamos a sair da sala com os mesmos números com que entrámos.” Mais uma ronda de conversas no IFK Goteborg, mais uma semana sem a assinatura de Nils Zätterström.