O comunicado da direção tinha três frases e uma delas mencionava resultados. Emmanouil Georgiadis treina há tempo suficiente para traduzir: ganhar depressa, ou o próximo comunicado será mais curto.
Jogo08/02/2027
Para o Ilioupoli, cada ponto é agora uma discussão
Posição 8 e 18 pontos, e nesta parte da cidade a classificação lê-se de baixo para cima. O calendário deixou de ser um programa e passou a ser uma contagem decrescente.
As condições foram oferecidas e recusadas. Se foi o salário, a função ou a cidade, no AEK ninguém diz, e no Ilioupoli ninguém gosta de estar a adivinhar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Michalis Kouiroukidis estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Dimitris Kalamvokis, e o treinador deixou.
Todo o plantel tem homens contratados por um treinador concreto e homens que foram simplesmente herdados. Ilias Kyritsis está no primeiro grupo, e quem o quis aqui já não está no edifício.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Os adeptos organizam-se contra a direção do Ilioupoli
Um ambiente mau espera-se que passe. Um grupo de pessoas a reunir-se depois do jogo para decidir o que fazer não passa à espera, e toda a gente no clube sabe em que fase isto está.
Direção01/02/2027
O silêncio lá de cima começa a ouvir-se em Ilioupoli
Ninguém na direção disse nada contra o treinador — e é esse o problema: também já não dizem nada a favor.
O negócio com o Asteras está feito em todos os sentidos menos no que o põe em campo. Nesta fase nada corre mal, exceto nas vezes em que corre.
Plantel01/02/2027
Palavras no treino do Ilioupoli sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Michalis Kouiroukidis está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Giorgos Maidanos e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Em resumo
O bancoA saída do treinador deixa Ilias Kyritsis exposto
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Ilioupoli coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel25/01/2027
Palavras no treino do Ilioupoli sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Hakim Sahabo está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O AEL Larisa fica com o seu homem, e o Ilioupoli volta a uma lista com um nome riscado.
Todos os clubes de futebol pagam aos jogadores a maior parte do que recebem. Pagar-lhes quase tudo é outro arranjo, e acabou da mesma maneira todas as vezes que alguém tentou.
Uma sondagem ao Asteras para um empréstimo: cobertura, ou uma vista de olhos a alguém que o clube ainda não pode comprar. De qualquer maneira, a resposta chega dentro de uma semana.
Uma sondagem ao Asteras para um empréstimo: cobertura, ou uma vista de olhos a alguém que o clube ainda não pode comprar. De qualquer maneira, a resposta chega dentro de uma semana.
Perguntou-se ao Levadiakos se o emprestaria. Os empréstimos acertam-se depressa ou não se acertam, e este será uma coisa ou outra até ao fim de semana.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Marios Kostoulas treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
O último jogo do campeonato está jogado e a tabela parou de mexer: 18 pontos. O verão começa na segunda-feira, e com ele a discussão sobre o que tudo isto quis dizer.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Ilioupoli coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Michalis Kouiroukidis estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Colete de aquecimento, noventa minutos a ver, e um aperto de mão no fim que não enganou ninguém. Os jogos grandes dizem em quem o treinador confia; este disse-o a Alexandros Maskanakis.
O Ilioupoli já telefonou ao Asteras. Sem verba, uma parte do salário, e uma camisola a mais na posição em que o plantel esteve mais curto a época inteira.
O Ilioupoli já telefonou ao Olympiacos. Sem verba, uma parte do salário, e uma camisola a mais na posição em que o plantel esteve mais curto a época inteira.
Para o Ilioupoli, cada ponto é agora uma discussão
Posição 8 e 18 pontos, e nesta parte da cidade a classificação lê-se de baixo para cima. O calendário deixou de ser um programa e passou a ser uma contagem decrescente.
Os clubes tinham acordado e o jogador não. Uma nega, e pública: o AEK fica com ele, e os adeptos daqui ficam a perguntar-se o que lhe terão dito sobre esta casa.
Michalis Kouiroukidis e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel11/01/2027
Palavras no treino do Ilioupoli sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Ousmane Sountoura está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Uma sondagem ao Panetolikos para um empréstimo: cobertura, ou uma vista de olhos a alguém que o clube ainda não pode comprar. De qualquer maneira, a resposta chega dentro de uma semana.
O Ilioupoli já telefonou ao AEL Larisa. Sem verba, uma parte do salário, e uma camisola a mais na posição em que o plantel esteve mais curto a época inteira.
Uma sondagem ao AEL Larisa para um empréstimo: cobertura, ou uma vista de olhos a alguém que o clube ainda não pode comprar. De qualquer maneira, a resposta chega dentro de uma semana.
O banco11/01/2027
O veredicto do treinador
“Estou frustrado, sinceramente. Fizemos o suficiente para ganhar e não ganhámos.” Emmanouil Georgiadis não o escondia depois do 0‑0, e no balneário do Ilioupoli também ninguém o escondia.
As bancadas esperaram por um golo que nunca chegou. O Kalamata defendeu com muita gente e levou aquilo que veio buscar, e as duas equipas podiam ainda estar a jogar sem incomodar o marcador.
1‑4 para o Chania, e foi exatamente tão mau como o número sugere. Há derrotas que se discutem e derrotas pelas quais se pede desculpa; esta foi do segundo tipo.
As bancadas04/01/2027
Os adeptos organizam-se contra a direção do Ilioupoli
Um ambiente mau espera-se que passe. Um grupo de pessoas a reunir-se depois do jogo para decidir o que fazer não passa à espera, e toda a gente no clube sabe em que fase isto está.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Ilioupoli podem fingir não ter ouvido.
Michalis Kouiroukidis e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel04/01/2027
Palavras no treino do Ilioupoli sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Hakim Sahabo está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Iván Ortigoza e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Todos os clubes de futebol pagam aos jogadores a maior parte do que recebem. Pagar-lhes quase tudo é outro arranjo, e acabou da mesma maneira todas as vezes que alguém tentou.
100 jogos com esta camisola, através de treinadores, descidas e tudo o resto. Uma entrega assim está a desaparecer do futebol, e a bancada sabe o que está a ver.
“O mérito é dos jogadores. Hoje o meu trabalho foi fácil.” Não foi, e toda a gente na sala o sabia; depois do 1‑0, Emmanouil Georgiadis podia dar-se ao luxo de ser generoso.
Hakim Sahabo e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel21/12/2026
Palavras no treino do Ilioupoli sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Michalis Kouiroukidis está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
3 jogos, nenhum golo e um centro de treinos que já tentou tudo. Vai acabar — as secas acabam sempre — mas ninguém no Ilioupoli sabe dizer em que semana.
O banco21/12/2026
O veredicto do treinador
“Estou frustrado, sinceramente. Fizemos o suficiente para ganhar e não ganhámos.” Emmanouil Georgiadis não o escondia depois do 0‑0, e no balneário do Ilioupoli também ninguém o escondia.
“O treinador não usou muitas palavras, e não precisou delas.” Dimitris Politis tem a sua resposta do Ilioupoli; o que fizer com ela é a história da próxima janela.
Noventa minutos, zero golos, e a discussão começou antes de o parque de estacionamento esvaziar: um ponto somado ou dois deitados fora contra o Athens Kallithea? Na quinta-feira ainda vai haver quem discuta.
Todos os plantéis têm um jogo destes para alguém, todas as épocas. Este é o de Michalis Kouiroukidis: o clube que o conheceu primeiro, os adeptos que vão decidir no primeiro minuto se aplaudem, e o Ilioupoli a precisar que ele jogue como se nada disso importasse.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Ilioupoli sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
Para o Ilioupoli, cada ponto é agora uma discussão
Posição 9 e 13 pontos, e nesta parte da cidade a classificação lê-se de baixo para cima. O calendário deixou de ser um programa e passou a ser uma contagem decrescente.
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Ilioupoli vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Hakim Sahabo estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Sergio Chica e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
“Há coisas de que gostei e coisas que vamos repetir na terça-feira até saírem bem.” 0‑0, e um treinador que já tinha decidido como seria a terça-feira.
Noventa minutos, zero golos, e a discussão começou antes de o parque de estacionamento esvaziar: um ponto somado ou dois deitados fora contra o Panargiakos? Na quinta-feira ainda vai haver quem discuta.
Todos os plantéis têm um jogo destes para alguém, todas as épocas. Este é o de Michalis Kouiroukidis: o clube que o conheceu primeiro, os adeptos que vão decidir no primeiro minuto se aplaudem, e o Ilioupoli a precisar que ele jogue como se nada disso importasse.
Em resumo
O bancoDarryl Geurts quer um papel a sério nesta equipa
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Ilioupoli falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Hakim Sahabo esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Michalis Kouiroukidis estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Segue-se o Panargiakos, e as duas equipas sabem fazer a conta. Ganhar, e a tabela fica com outro aspeto; perder, e fica com o aspeto que toda a gente temia.
Um mês é longo o suficiente para ninguém entrar por acaso. Judah Garcia está no melhor onze da divisão, o que é um elogio mais discreto do que um prémio e mais fiável.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Em resumo
O bancoJudah Garcia tornou-se um homem de confiança do treinador
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Michalis Kouiroukidis produziu-o, e o 8.82 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Ilioupoli vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Ilioupoli coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Há um número a partir do qual uma massa salarial deixa de ser ambiciosa e passa a ser a razão de mais nada ser possível, e este clube chegou lá. Não sobra nada para um reforço, para uma bancada ou para uma tarde de chuva.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Ousmane Sountoura estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“O mérito é dos jogadores. Hoje o meu trabalho foi fácil.” Não foi, e toda a gente na sala o sabia; depois do 2‑1, Emmanouil Georgiadis podia dar-se ao luxo de ser generoso.
Os clubes prometem constantemente e o jornal costuma só saber quando falham. Esta foi cumprida, e o balneário notou-o mais depressa do que qualquer adepto.
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Ilioupoli vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Michalis Kouiroukidis esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Hakim Sahabo estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Tem 22 anos e o estádio já canta o nome dele, coisa que acontece aos miúdos da terra e quase nunca aos reforços. Tudo a partir daqui se mede contra um carinho que não fez nada para merecer, a não ser ser daqui.
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Ilioupoli vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Iván Ortigoza esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Sergio Chica, e o treinador deixou.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Ilioupoli, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 57 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Michalis Kouiroukidis e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Metade do calendário jogado, 9.º lugar, 8 pontos somados. Multiplicar por dois é a conta que todos os adeptos já fizeram e a única que ninguém no clube fará em voz alta.
Plantel09/11/2026
Ousmane Sountoura desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Há coisas de que gostei e coisas que vamos repetir na terça-feira até saírem bem.” 0‑0, e um treinador que já tinha decidido como seria a terça-feira.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Palavras no treino do Ilioupoli sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Hakim Sahabo está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Há um número a partir do qual uma massa salarial deixa de ser ambiciosa e passa a ser a razão de mais nada ser possível, e este clube chegou lá. Não sobra nada para um reforço, para uma bancada ou para uma tarde de chuva.
Miltos Innos esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Um mês é longo o suficiente para ninguém entrar por acaso. Roger Tamba está no melhor onze da divisão, o que é um elogio mais discreto do que um prémio e mais fiável.
Dribles concretizados: 14. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
“Um ponto é um ponto e fico com ele, mas devíamos ter levado os três.” Emmanouil Georgiadis depois do empate por 1‑1, e a frase que todos os treinadores do país disseram a certa altura deste fim de semana.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para João Cardoso, e o treinador deixou.
7 jogos sem vencer é o tipo de série que muda a forma como uma cidade fala do seu clube, e o Chania foi a tarde em que parou. Um resultado não resolve nada, e um resultado faz tudo parecer diferente.
Hakim Sahabo e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Michalis Kouiroukidis estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
15 contratações em três meses. Cada uma pode ser uma melhoria e a equipa pode ser pior durante um tempo na mesma, que é a parte de uma reconstrução que nunca aparece nos balanços de mercado.
Avaliado com 7.49. Pergunte a qualquer pessoa à saída do estádio o que decidiu aquilo e receberá um nome, que é o único prémio que alguma vez contou a sério.
Participação em 2 golos, de um jogador que passou noventa minutos a fazer aquilo que um treinador quer mesmo: estar onde a bola ia acabar. 7.93 ao lado do nome.
Plantel19/10/2026
Palavras no treino do Ilioupoli sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Michalis Kouiroukidis está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Ilias Kyritsis, e o treinador deixou.
Um ponto arrancado aos 94 minutos vale exatamente um ponto e consideravelmente mais do que isso para um balneário. Esta equipa não para, e essa reputação vale mais do que o resultado.
Giorgos Maidanos e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Os clubes prometem constantemente e o jornal costuma só saber quando falham. Esta foi cumprida, e o balneário notou-o mais depressa do que qualquer adepto.
Michalis Kouiroukidis e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel12/10/2026
Hakim Sahabo desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Ninguém confirmará isto e nada mais explica as escolhas do último mês. Um erro caro compra a um jogador um período de suplência que dura sempre mais do que o erro.
O banco12/10/2026
Judah Garcia tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Ilioupoli dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
0‑3 para o Athens Kallithea, e foi exatamente tão mau como o número sugere. Há derrotas que se discutem e derrotas pelas quais se pede desculpa; esta foi do segundo tipo.
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Ilioupoli vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Iván Ortigoza e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel05/10/2026
Hakim Sahabo desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Todos os clubes de futebol pagam aos jogadores a maior parte do que recebem. Pagar-lhes quase tudo é outro arranjo, e acabou da mesma maneira todas as vezes que alguém tentou.
1‑7 frente ao Panathinaikos, e a estrada acaba aqui. As eliminações da taça são mortes rápidas — sem segunda mão, sem próxima semana, só o campeonato daqui até maio.
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 8 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 31 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Acabou 1-7. Uma eliminação na taça é uma desilusão; isto foi um desmantelamento público, e a diferença mede-se em quantas pessoas ainda falarão nisso em agosto.
Michalis Kouiroukidis esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
8 golos num jogo, Themis Patrinos na ficha e um resultado que vai parecer uma gralha. Os neutros não podiam pedir mais ao Ilioupoli nem ao Panathinaikos.
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Ilioupoli vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Michalis Kouiroukidis e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel21/09/2026
Palavras no treino do Ilioupoli sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Hakim Sahabo está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
100 jogos com esta camisola, através de treinadores, descidas e tudo o resto. Uma entrega assim está a desaparecer do futebol, e a bancada sabe o que está a ver.
A porta ficou fechada muito depois do apito final. O que ali se disse é com eles; se resultou, decide-se no sábado.
O banco21/09/2026
A vista do banco
“Vamos analisar, vamos aprender com isto, e vamos outra vez.” As três frases que todos os treinadores guardam para uma derrota por 1‑4, ditas por Emmanouil Georgiadis a uma sala que já as tinha ouvido.
Ninguém confirmará isto e nada mais explica as escolhas do último mês. Um erro caro compra a um jogador um período de suplência que dura sempre mais do que o erro.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Ilioupoli falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Dois golos e um 8.60 a acompanhar. Os avançados são julgados por tardes como esta e recordados por muito menos delas do que se imagina.
Plantel14/09/2026
Hakim Sahabo desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Ilias Kyritsis, e o treinador deixou.
Dribles concretizados: 18. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
Minuto 94, frente ao Hellas Syros, e um golo que soube a vitória a toda a gente que ficou. Foi um empate. Ninguém à saída do estádio o vai descrever assim.
“Um ponto é um ponto e fico com ele, mas devíamos ter levado os três.” Emmanouil Georgiadis depois do empate por 2‑2, e a frase que todos os treinadores do país disseram a certa altura deste fim de semana.
Antevisão14/09/2026
O Ilioupoli mede-se com a equipa que todos perseguem
O Olympiacos B chega como líder. Uma equipa no topo perde mais ou menos uma vez por mês, e o clube que o consegue ganha uma semana de que se lembra durante um ano.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 57 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
«Dei tudo aqui e preciso de um desafio novo.» O pedido é formal, e a relação nunca mais vai ser exatamente a mesma.
Direção07/09/2026
Fecha o mercado: 19 entradas, 0 saídas no Ilioupoli
O prazo passou e o plantel é o plantel. Chegaram 19, saíram 0, e tudo o resto que se imprimiu sobre este clube no último mês foi um rumor que ficou rumor.
As condições foram oferecidas e recusadas. Se foi o salário, a função ou a cidade, no OFI ninguém diz, e no Ilioupoli ninguém gosta de estar a adivinhar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Michalis Kouiroukidis estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“Fiz tudo o que me pediram nos treinos e ao sábado não mudou nada.” A queixa mais conhecida do futebol, e uma a que o Ilioupoli terá de responder com minutos ou com uma transferência.
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Ilioupoli vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Giorgos Maidanos esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
15 contratações em três meses. Cada uma pode ser uma melhoria e a equipa pode ser pior durante um tempo na mesma, que é a parte de uma reconstrução que nunca aparece nos balanços de mercado.
Uma sondagem ao Crvena Zvezda para um empréstimo: cobertura, ou uma vista de olhos a alguém que o clube ainda não pode comprar. De qualquer maneira, a resposta chega dentro de uma semana.
Em resumo
PlantelUma zanga por causa do esforço no Ilioupoli
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Michalis Kouiroukidis estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Alexandros Maskanakis e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Perguntou-se ao Panathinaikos se o emprestaria. Os empréstimos acertam-se depressa ou não se acertam, e este será uma coisa ou outra até ao fim de semana.
É o negócio menos glamoroso que um clube faz e a razão por que as épocas não desabam em fevereiro. João Cardoso está cá para as semanas em que há três lesionados e alguém tem de jogar na mesma.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Exames médicos, uma assinatura, uma camisola levantada à frente de um painel de patrocinadores. O Ilioupoli fez a parte difícil com o PAS Giannina, e a parte que falta é a única que os adeptos veem.
Michalis Kouiroukidis e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Miltos Innos estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Perguntou-se ao Panathinaikos se o emprestaria. Os empréstimos acertam-se depressa ou não se acertam, e este será uma coisa ou outra até ao fim de semana.
Faz aos sábados coisas a que ninguém à sua volta consegue responder: durante uma temporada é lisonjeiro e depois é um problema. O Ilioupoli não o segura a fingir o contrário.
Michalis Kouiroukidis esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Não há verba, não há apresentação, não há empresário na escadaria. Grigorios Mandalos está neste clube desde miúdo e faz agora parte, formalmente, do plantel principal — o que, para um leitor local, vale mais do que qualquer contratação.
Não há verba, não há apresentação, não há empresário na escadaria. Lazaros Alexiou está neste clube desde miúdo e faz agora parte, formalmente, do plantel principal — o que, para um leitor local, vale mais do que qualquer contratação.
Não há verba, não há apresentação, não há empresário na escadaria. Evangelos Papastathopulos está neste clube desde miúdo e faz agora parte, formalmente, do plantel principal — o que, para um leitor local, vale mais do que qualquer contratação.
A formação existe exatamente para esta manhã. Panagiotis Pelkas passou por todos os escalões do clube e tem agora um número de equipa principal; os mais orgulhosos do edifício serão os que o treinaram aos doze anos.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Michalis Kouiroukidis e o Ilioupoli acertam mais 3 anos.
Iván Ortigoza e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Michalis Kouiroukidis estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.