101 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Imotski perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 31 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Não é uma fase — é um salto a sério, mantido durante meses. Aos 21 anos faz a este nível coisas que não fazia no início da época, e a equipa técnica dir-lhe-á exatamente quais.
108 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Imotski perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 38 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Jhan Mena e o Imotski acertam mais 2 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
115 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Imotski perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 45 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
122 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Imotski perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 52 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Imotski coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Em resumo
PlantelDemasiada mudança demasiado depressa no Imotski
129 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Imotski perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 59 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Plantel15/06/2043
Uma lesão muscular afasta Carlos Angulo durante 14 dias
Ninguém faz um documentário sobre um isquiotibial e toda a gente nisto o teme. No Imotski vão ter cuidado com a data de regresso, porque a segunda é sempre pior do que a primeira.
136 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Imotski perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 66 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Martin Palaščák e o Imotski acertam mais 1 anos.
47 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Imotski perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Imotski falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Plantel01/06/2043
O veredicto de uma época sobre Kamil Kaminski: o melhor da sua idade
O Imotski tem um jogador de 21 anos que a divisão acabou de eleger o seu melhor jovem. O próximo problema do clube é que agora toda a gente também sabe.
Há futebolistas que fazem uma boa temporada e futebolistas por quem uma temporada é recordada; aos segundos leem-lhes o nome num salão no verão. No Imotski estarão discretamente encantados e, em privado, nervosos.
Tem 19 anos, e os relatórios dos observadores concordam na única linha que importa: o teto. Contratações assim são bilhetes de lotaria preenchidos por profissionais.
Ivan Furmanov tem 37 e já não tem nada a provar. O que lhe resta é saber onde se colocar, quando baixar o ritmo e o que dizer ao intervalo, e nada disso aparece num gráfico físico.
54 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Imotski perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Imotski falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Ilias Splinter lesiona os ligamentos do joelho — 90 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 90 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Imotski falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
MercadoContinua sem haver assinatura de David Bosak
876Edição
O Arauto de Imotski
11/05/2043
Do nosso correspondente de futebolInquietação
Plantel11/05/2043
Ilias Splinter lesiona os ligamentos do joelho — 97 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 97 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Imotski falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Erik Duris e o Imotski acertam mais 1 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Em resumo
PlantelErik Duris procura uma última época em casa
875Edição
O Arauto de Imotski
04/05/2043
Do nosso correspondente de futebolInquietação
Plantel04/05/2043
Ilias Splinter lesiona os ligamentos do joelho — 104 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 104 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Imotski falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
O comunicado da direção tinha três frases e uma delas mencionava resultados. Josip Tadic treina há tempo suficiente para traduzir: ganhar depressa, ou o próximo comunicado será mais curto.
Nada foi anunciado e toda a gente percebe o que significa. Uma direção que convoca todo o departamento de futebol numa terça de manhã é uma direção que deixou de acreditar que o problema se resolve sozinho.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Ilias Splinter e o Imotski acertam mais 2 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Ilias Splinter lesiona os ligamentos do joelho — 111 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 111 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Imotski falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Ilias Splinter lesiona os ligamentos do joelho — 118 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 118 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Imotski falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Ilias Splinter lesiona os ligamentos do joelho — 125 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 125 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Imotski falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Martin Palaščák e o Imotski acertam mais 1 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Ilias Splinter lesiona os ligamentos do joelho — 132 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 132 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Imotski falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Ilias Splinter lesiona os ligamentos do joelho — 139 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 139 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Jonathan Soye Ndime está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Armand Wangen esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
117 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Imotski perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
«Aqui ninguém está acima de levar um raspanete.» Não se disse nenhum nome, mas o balneário sabe contar, e quem estava a ouvir também.
Plantel23/03/2043
Uma lesão muscular afasta Armand Wangen durante 15 dias
Ninguém faz um documentário sobre um isquiotibial e toda a gente nisto o teme. No Imotski vão ter cuidado com a data de regresso, porque a segunda é sempre pior do que a primeira.
Vito Vuksan lesiona os ligamentos do joelho — 16 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 16 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Jonathan Soye Ndime está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Armand Wangen esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Vito Vuksan lesiona os ligamentos do joelho — 23 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 23 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Imotski, e não vai ser retirado.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Victor Solopov e o Imotski acertam mais 2 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
O Istra 1961 vai continuar a utilizá-lo até junho e não receberá nada por ele depois. Milan Petkovic pré-acordou a mudança para o Imotski, e os únicos que perdem nesse arranjo são os que deixaram o contrato correr.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Mato Pjaca lesiona os ligamentos do joelho — 15 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 15 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Ninguém faz um documentário sobre um isquiotibial e toda a gente nisto o teme. No Imotski vão ter cuidado com a data de regresso, porque a segunda é sempre pior do que a primeira.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Victor Solopov e o Imotski acertam mais 2 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Em resumo
PlantelPalavras no treino do Imotski sobre quem trabalha
Mato Pjaca lesiona os ligamentos do joelho — 22 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 22 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Oskari Väistö esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Os clubes prometem constantemente e o jornal costuma só saber quando falham. Esta foi cumprida, e o balneário notou-o mais depressa do que qualquer adepto.
Em resumo
PlantelPalavras no treino do Imotski sobre quem trabalha
864Edição
O Arauto de Imotski
16/02/2043
Do nosso correspondente de futebolInquietação
Plantel16/02/2043
Mato Pjaca lesiona os ligamentos do joelho — 29 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 29 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Armand Wangen esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Mato Pjaca lesiona os ligamentos do joelho — 36 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 36 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Oskari Väistö e o Imotski acertam mais 2 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Imotski coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Martin Palaščák tem 34 e já não tem nada a provar. O que lhe resta é saber onde se colocar, quando baixar o ritmo e o que dizer ao intervalo, e nada disso aparece num gráfico físico.
Contrato liquidado, apertos de mão, nenhuma verba a mudar de mãos. Guðmundur Baldvin Nökkvason deixa o Imotski pela porta discreta, e a folha salarial respira um pouco melhor.
MercadoMatej Livaja colocado na lista de transferências
862Edição
O Arauto de Imotski
02/02/2043
Do nosso correspondente de futebolInquietação
Plantel02/02/2043
Mato Pjaca lesiona os ligamentos do joelho — 43 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 43 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
A direcção disse em público o que já dizia em privado. Os resultados daqui até à próxima reunião decidem tudo, e no clube toda a gente sabe fazer as contas.
Vito Vuksan lesiona os ligamentos do joelho — 65 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 65 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
As bancadas26/01/2043
A raiva no Imotski transborda para fora do estádio
Deixou de ser um ambiente nas bancadas e passou a ser algo organizado. As direções podem ignorar um mau ambiente durante muito tempo; esta fase não a conseguem ignorar por muito.
Vito Vuksan lesiona os ligamentos do joelho — 72 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 72 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Plantel19/01/2043
Uma transferência que Antonio Pjaca teria feito de graça
Há uma versão de cada carreira em que o jogador acaba onde escolheu e não onde o escolheram. Antonio Pjaca está a viver essa versão no Imotski, e costuma notar-se no primeiro mês.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Imotski coisas que levam mais de uma semana a retirar.
MercadoArmand Wangen colocado na lista de transferências
859Edição
O Arauto de Imotski
12/01/2043
Do nosso correspondente de futebolEstável
Plantel12/01/2043
Vito Vuksan lesiona os ligamentos do joelho — 79 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 79 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
A lesão que volta sempre, de que se regressa sempre à pressa e que em silêncio custa mais carreiras do que as dramáticas. 16 dias é a estimativa; o número honesto depende de haver paciência.
Guðmundur Baldvin Nökkvason esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Vito Vuksan lesiona os ligamentos do joelho — 86 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 86 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Um prémio individual é coisa estranha num desporto de equipa, e os melhores não se discutem. Teve o tipo de ano que acaba com o seu nome lido em voz alta, e o Imotski beneficiou disso.
Vito Vuksan lesiona os ligamentos do joelho — 93 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 93 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
As bancadas29/12/2042
A raiva no Imotski transborda para fora do estádio
Deixou de ser um ambiente nas bancadas e passou a ser algo organizado. As direções podem ignorar um mau ambiente durante muito tempo; esta fase não a conseguem ignorar por muito.
Guðmundur Baldvin Nökkvason esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Em resumo
PlantelJonathan Soye Ndime desentende-se com um colega por causa das exigências
PlantelFran Petkovic pede uma conversa com o treinador
856Edição
O Arauto de Imotski
22/12/2042
Do nosso correspondente de futebolEstável
Plantel22/12/2042
Vito Vuksan lesiona os ligamentos do joelho — 100 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 100 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Imotski coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Jonathan Soye Ndime está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Vito Vuksan lesiona os ligamentos do joelho — 107 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 107 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» David Bosak e o Imotski acertam mais 1 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Imotski coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Em resumo
PlantelPalavras no treino do Imotski sobre quem trabalha
Vito Vuksan lesiona os ligamentos do joelho — 114 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 114 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
17 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Imotski perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
As bancadas01/12/2042
A raiva no Imotski transborda para fora do estádio
Deixou de ser um ambiente nas bancadas e passou a ser algo organizado. As direções podem ignorar um mau ambiente durante muito tempo; esta fase não a conseguem ignorar por muito.
24 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Imotski perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 6 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Imotski coisas que levam mais de uma semana a retirar.
31 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Imotski perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Oskari Väistö esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
38 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Imotski perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 13 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Imotski coisas que levam mais de uma semana a retirar.
45 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Imotski perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
As bancadas03/11/2042
A raiva no Imotski transborda para fora do estádio
Deixou de ser um ambiente nas bancadas e passou a ser algo organizado. As direções podem ignorar um mau ambiente durante muito tempo; esta fase não a conseguem ignorar por muito.
O comunicado da direção tinha três frases e uma delas mencionava resultados. Josip Tadic treina há tempo suficiente para traduzir: ganhar depressa, ou o próximo comunicado será mais curto.
Nada foi anunciado e toda a gente percebe o que significa. Uma direção que convoca todo o departamento de futebol numa terça de manhã é uma direção que deixou de acreditar que o problema se resolve sozinho.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Darijo Knezevic produziu-o, e o 8.66 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
280 jogos ao longo de 15 épocas e uma só camisola. Já ninguém constrói uma carreira assim de propósito; acontece a certo tipo de jogador em certo tipo de clube.
3 vitórias seguidas mudam a forma como o adversário aquece: mais calado, mais olhares de esguelha. As séries acabam, toda a gente o sabe — mas neste balneário ninguém conta com isso.
52 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Imotski perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Jonathan Soye Ndime está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Armand Wangen esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
12 vezes se meteu no caminho. Escreve-se sobre os centrais quando erram e ignoram-se quando não erram, por isso uma tarde destas tem de ser dita em voz alta: é ele a razão de o marcador dizer o que diz.
9 vezes se meteu no caminho. Escreve-se sobre os centrais quando erram e ignoram-se quando não erram, por isso uma tarde destas tem de ser dita em voz alta: é ele a razão de o marcador dizer o que diz.
Oskari Väistö esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Efstathios Giannaras. 1‑0 sobre o Hrvatski Dragovoljac, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Alexander Reid está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
A única versão de ficar de fora contra a qual um jogador não pode argumentar, e a que pior aceita. Outro tem estado melhor e a ficha de jogo di-lo, em público, todas as semanas até mudar.
Há uma idade a partir da qual toda a boa tarde é descrita como uma recordação do passado, o que é injusto e também exato. 7.90 aos 37, e ninguém no campo esteve melhor.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Imotski coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Fran Petkovic tem 20 anos, e o Imotski contratou-o pelo jogador que virá a ser, não pelo que já é. A equipa principal pode esperar; o sentido de um negócio destes são os anos que compra.
Plantel13/10/2042
Alexander Reid desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Aqui não há queixa possível e todos os envolvidos sabem, o que não encurta o caminho até ao banco. A forma é a única moeda do futebol sobre a qual não se pode pedir emprestado.
Notas dos jogadoresMario Modric encarou-os todo o jogo
845Edição
O Arauto de Imotski
06/10/2042
Do nosso correspondente de futebolInquietação
As bancadas06/10/2042
A raiva no Imotski transborda para fora do estádio
Deixou de ser um ambiente nas bancadas e passou a ser algo organizado. As direções podem ignorar um mau ambiente durante muito tempo; esta fase não a conseguem ignorar por muito.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Ilias Splinter e o Imotski acertam mais 2 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Guðmundur Baldvin Nökkvason esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 8 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Imotski coisas que levam mais de uma semana a retirar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
A lesão que volta sempre, de que se regressa sempre à pressa e que em silêncio custa mais carreiras do que as dramáticas. 18 dias é a estimativa; o número honesto depende de haver paciência.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Imotski coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Andrej Srna lesiona os ligamentos do joelho — 14 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 14 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 9 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
Guðmundur Baldvin Nökkvason esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Adeptos que cantam quando corre mal são adeptos. Adeptos que se juntam à saída são um problema, e dentro do edifício toda a gente sabe qual das duas coisas isto é agora.
Plantel08/09/2042
Andrej Srna lesiona os ligamentos do joelho — 21 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 21 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Estava tudo acordado até deixar de estar, e Joseph Murray regressa a Imotski com um verão para esquecer. Nenhum dos clubes diz quem se levantou da mesa.
Dribles concretizados: 22. Cada vez que recebia, alguém tinha de decidir, e todas as vezes a decisão foi a errada.
Plantel08/09/2042
Uma lesão muscular afasta David Bosak durante 18 dias
Ninguém faz um documentário sobre um isquiotibial e toda a gente nisto o teme. No Imotski vão ter cuidado com a data de regresso, porque a segunda é sempre pior do que a primeira.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Imotski coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Victor Solopov. 1‑0 sobre o NK Varazdin, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
Avaliado com 7.74. Pergunte a qualquer pessoa à saída do estádio o que decidiu aquilo e receberá um nome, que é o único prémio que alguma vez contou a sério.
Andrej Srna lesiona os ligamentos do joelho — 28 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 28 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Oskari Väistö esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Acabou 1‑1, e de certa forma sempre pareceu que ia acabar assim. Uma daquelas tardes em que a tabela mexe menos do que os nervos.
Plantel01/09/2042
Àlex Iglesias desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
O Segesta segue em frente e o Imotski vai para casa, com um 0‑5 a decidir tudo. O balneário vai agora dizer que a prioridade é o campeonato, porque é isso que os balneários dizem.
As bancadas25/08/2042
Uma goleada na taça no Segesta deixa o Imotski a explicar-se
0-5, e muito antes do fim a bancada visitante tinha passado do incentivo para algo bastante mais afiado. Ninguém liga para um programa de rádio por perder por pouco.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Imotski ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Imotski coisas que levam mais de uma semana a retirar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Oskari Väistö, e o treinador deixou.
Se a responsabilidade foi do guarda-redes ou dos dez à frente dele é a discussão que vai encher as conversas da cidade esta semana. E 3 defesas não a resolvem para nenhum dos lados.
Guðmundur Baldvin Nökkvason esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Adeptos que cantam quando corre mal são adeptos. Adeptos que se juntam à saída são um problema, e dentro do edifício toda a gente sabe qual das duas coisas isto é agora.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Imotski coisas que levam mais de uma semana a retirar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Cabeceamentos, cortes, desarmes, interceções: 16 no total, e nem um golo às suas costas. Daquelas exibições que nunca entram nos melhores momentos e ganham jogos.
O comunicado da direção tinha três frases e uma delas mencionava resultados. Josip Tadic treina há tempo suficiente para traduzir: ganhar depressa, ou o próximo comunicado será mais curto.
Nada foi anunciado e toda a gente percebe o que significa. Uma direção que convoca todo o departamento de futebol numa terça de manhã é uma direção que deixou de acreditar que o problema se resolve sozinho.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Marcel Weimann e o Imotski acertam mais 3 anos.
Guðmundur Baldvin Nökkvason esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
«Disseram-mo com clareza, e prefiro assim.» O treinador de Imotski foi explícito quanto à situação de Victor Solopov, o que é mais do que muitos recebem.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Imotski coisas que levam mais de uma semana a retirar.
8 contratações em três meses. Cada uma pode ser uma melhoria e a equipa pode ser pior durante um tempo na mesma, que é a parte de uma reconstrução que nunca aparece nos balanços de mercado.
Os clubes prometem constantemente e o jornal costuma só saber quando falham. Esta foi cumprida, e o balneário notou-o mais depressa do que qualquer adepto.
14 ações defensivas e uma baliza a zero no fim delas. A tarde de um defesa só se pode contar pelo que não aconteceu, e é por isso que ninguém faz um resumo com ela e qualquer treinador da divisão a assinava.
Noventa minutos, zero golos, e a discussão começou antes de o parque de estacionamento esvaziar: um ponto somado ou dois deitados fora contra o Rudes? Na quinta-feira ainda vai haver quem discuta.
9 ações defensivas e uma baliza a zero no fim delas. A tarde de um defesa só se pode contar pelo que não aconteceu, e é por isso que ninguém faz um resumo com ela e qualquer treinador da divisão a assinava.
MercadoO empresário de Joseph Murray atiça uma saída
834Edição
O Arauto de Imotski
21/07/2042
Do nosso correspondente de futebolInquietação
Direção21/07/2042
8 jogadores da formação recebem número de equipa principal no Imotski
A manhã em que o percurso deixa de ser um folheto e passa a ser uma ficha de jogo. A maioria não estará cá daqui a três anos; todos já fizeram a parte difícil, que era chegar a hoje.
Guðmundur Baldvin Nökkvason esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
A formação existe exatamente para esta manhã. Martin Vrsaljko passou por todos os escalões do clube e tem agora um número de equipa principal; os mais orgulhosos do edifício serão os que o treinaram aos doze anos.
A formação existe exatamente para esta manhã. Marin Srna passou por todos os escalões do clube e tem agora um número de equipa principal; os mais orgulhosos do edifício serão os que o treinaram aos doze anos.
Não há verba, não há apresentação, não há empresário na escadaria. Fran Kovacevic está neste clube desde miúdo e faz agora parte, formalmente, do plantel principal — o que, para um leitor local, vale mais do que qualquer contratação.
A formação existe exatamente para esta manhã. Fran Lovren passou por todos os escalões do clube e tem agora um número de equipa principal; os mais orgulhosos do edifício serão os que o treinaram aos doze anos.
Em resumo
DireçãoA direcção do Imotski volta atrás com a palavra
PlantelPalavras no treino do Imotski sobre quem trabalha
PlantelMartí León tornou-se um homem de confiança do treinador
Adeptos que cantam quando corre mal são adeptos. Adeptos que se juntam à saída são um problema, e dentro do edifício toda a gente sabe qual das duas coisas isto é agora.
Direção14/07/2042
O silêncio lá de cima começa a ouvir-se em Imotski
Ninguém na direção disse nada contra o treinador — e é esse o problema: também já não dizem nada a favor.
14 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Imotski perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
21 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Imotski perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
«Nunca quis estar noutro sítio. Ainda há trabalho por acabar aqui.» Oskari Väistö compromete-se com o Imotski por mais 2 anos.
Plantel07/07/2042
Àlex Iglesias consegue a transferência que sempre quis
Perguntam tantas vezes aos futebolistas pelo clube da infância que ninguém ouve a resposta. Àlex Iglesias acabou de assinar pelo Imotski e, por uma vez, a resposta importava.
Não acontece nada durante meses e depois ele simplesmente chega, a custo zero, tendo assinado um pré-contrato enquanto ainda jogava por outro. É a forma menos dramática de contratar um futebolista e muitas vezes a mais esperta.
Tem 20 anos, e os relatórios dos observadores concordam na única linha que importa: o teto. Contratações assim são bilhetes de lotaria preenchidos por profissionais.
28 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Imotski perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Imotski coisas que levam mais de uma semana a retirar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Victor Solopov, e o treinador deixou.
Em resumo
Plantel7 caras novas e o Imotski ainda se está a conhecer
35 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Imotski perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Imotski, e não vai ser retirado.
A proposta do Hrvatski Dragovoljac por Joseph Murray foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Oskari Väistö esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Armand Wangen e o Imotski acertam mais 1 anos.
Armand Wangen tem 35 e já não tem nada a provar. O que lhe resta é saber onde se colocar, quando baixar o ritmo e o que dizer ao intervalo, e nada disso aparece num gráfico físico.
Em resumo
PlantelMartí León tornou-se um homem de confiança do treinador
Adeptos que cantam quando corre mal são adeptos. Adeptos que se juntam à saída são um problema, e dentro do edifício toda a gente sabe qual das duas coisas isto é agora.
Direção16/06/2042
O silêncio lá de cima começa a ouvir-se em Imotski
Ninguém na direção disse nada contra o treinador — e é esse o problema: também já não dizem nada a favor.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Imotski coisas que levam mais de uma semana a retirar.
A lesão que volta sempre, de que se regressa sempre à pressa e que em silêncio custa mais carreiras do que as dramáticas. 17 dias é a estimativa; o número honesto depende de haver paciência.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Mario Modric, e o treinador deixou.
Há uma versão de cada carreira em que o jogador acaba onde escolheu e não onde o escolheram. Kristijan Grbic está a viver essa versão no Imotski, e costuma notar-se no primeiro mês.
Guðmundur Baldvin Nökkvason esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Faltam 1 meses, e ambos os lados sabem o que isso significa: cada semana sem assinatura baixa o valor que o Imotski pode pedir e sobe o salário que Samad Kurbanov pode exigir.
As regras permitem-no e dói na mesma. Tigran Haroyan acertou condições com o HNK Gorica para o verão e, até lá, veste esta camisola como quem já escolheu a seguinte.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Imotski coisas que levam mais de uma semana a retirar.
«Disseram-mo com clareza, e prefiro assim.» O treinador de Imotski foi explícito quanto à situação de Ezequiel Santa Cruz, o que é mais do que muitos recebem.
Plantel02/06/2042
5 caras novas e o Imotski ainda se está a conhecer
Um plantel reconstruído num único mercado paga-o numa moeda que ninguém orça. O futebol não é pior do que a soma dos jogadores: é pior do que a soma dos jogadores que já jogaram juntos.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Tigran Haroyan será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Imotski as despedidas começaram em silêncio.
Oskari Väistö esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Tem 20 anos, e os relatórios dos observadores concordam na única linha que importa: o teto. Contratações assim são bilhetes de lotaria preenchidos por profissionais.
Não dá grande título e é a razão por que os jogadores acreditam na promessa seguinte. O Imotski disse a Gabriel Carvalho que algo iria acontecer e aconteceu, o que nesta indústria já passa por notável.
Adeptos que cantam quando corre mal são adeptos. Adeptos que se juntam à saída são um problema, e dentro do edifício toda a gente sabe qual das duas coisas isto é agora.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Vito Vuksan e o Imotski acertam mais 1 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Faltam 3 meses, e ambos os lados sabem o que isso significa: cada semana sem assinatura baixa o valor que o Imotski pode pedir e sobe o salário que David Bosak pode exigir.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 15 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Guðmundur Baldvin Nökkvason esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Em resumo
PlantelMartí León tornou-se um homem de confiança do treinador
MercadoJoseph Murray colocado na lista de transferências
10.º lugar, 8 pontos e um calendário com menos jogos do que desculpas. As contas ainda não são cruéis, mas deixaram de ser simpáticas.
Plantel05/05/2042
Vito Vuksan lesiona os ligamentos do joelho — 18 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 18 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
A direcção disse em público o que já dizia em privado. Os resultados daqui até à próxima reunião decidem tudo, e no clube toda a gente sabe fazer as contas.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 22 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Imotski, e não vai ser retirado.
“O treinador não usou muitas palavras, e não precisou delas.” Martí León tem a sua resposta do Imotski; o que fizer com ela é a história da próxima janela.
Vito Vuksan lesiona os ligamentos do joelho — 25 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 25 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 29 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Guðmundur Baldvin Nökkvason esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Adeptos que cantam quando corre mal são adeptos. Adeptos que se juntam à saída são um problema, e dentro do edifício toda a gente sabe qual das duas coisas isto é agora.
Plantel21/04/2042
Vito Vuksan lesiona os ligamentos do joelho — 32 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 32 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Lá em cima ninguém disse nada, que é a coisa mais barulhenta que podiam fazer. Os resultados compram silêncio neste ofício; a conta do Imotski está a esgotar-se.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 36 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Imotski coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Vito Vuksan lesiona os ligamentos do joelho — 39 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 39 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 43 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Guðmundur Baldvin Nökkvason esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Posição 10 e 8 pontos, e nesta parte da cidade a classificação lê-se de baixo para cima. O calendário deixou de ser um programa e passou a ser uma contagem decrescente.
Plantel07/04/2042
Vito Vuksan lesiona os ligamentos do joelho — 46 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 46 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 50 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Imotski coisas que levam mais de uma semana a retirar.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Keagan Mokoena e o Imotski acertam mais 2 anos.
Vito Vuksan lesiona os ligamentos do joelho — 53 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 53 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 57 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Guðmundur Baldvin Nökkvason esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Adeptos que cantam quando corre mal são adeptos. Adeptos que se juntam à saída são um problema, e dentro do edifício toda a gente sabe qual das duas coisas isto é agora.
Plantel24/03/2042
Vito Vuksan lesiona os ligamentos do joelho — 60 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 60 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Direção24/03/2042
O silêncio lá de cima começa a ouvir-se em Imotski
Ninguém na direção disse nada contra o treinador — e é esse o problema: também já não dizem nada a favor.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 64 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Imotski, e não vai ser retirado.
«Dei tudo a isto, mas a minha família não está aqui — e eu também não, na verdade.» A um futebolista corrige-se a má fase. Disto nunca ninguém foi corrigido, e no Imotski sabem-no.
MercadoContinua sem haver assinatura de David Bosak
816Edição
O Arauto de Imotski
17/03/2042
Do nosso correspondente de futebolCrise
Plantel17/03/2042
Vito Vuksan lesiona os ligamentos do joelho — 67 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 67 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 71 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
20 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Imotski perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Posição 10 e 8 pontos, e nesta parte da cidade a classificação lê-se de baixo para cima. O calendário deixou de ser um programa e passou a ser uma contagem decrescente.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 78 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Imotski, e não vai ser retirado.
Toda a carreira longa chega à semana em que o jogador começa a pensar na última. Gostaria que fosse no clube que o pôs pela primeira vez num campo, e no Imotski já sabem disso.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Imotski coisas que levam mais de uma semana a retirar.
27 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Imotski perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 85 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Adeptos que cantam quando corre mal são adeptos. Adeptos que se juntam à saída são um problema, e dentro do edifício toda a gente sabe qual das duas coisas isto é agora.
34 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Imotski perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 92 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Imotski, e não vai ser retirado.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Imotski coisas que levam mais de uma semana a retirar.
41 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Imotski perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 99 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Oskari Väistö esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
48 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Imotski perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 106 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Imotski coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
55 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Imotski perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 113 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
A direcção disse em público o que já dizia em privado. Os resultados daqui até à próxima reunião decidem tudo, e no clube toda a gente sabe fazer as contas.
Nada foi anunciado e toda a gente percebe o que significa. Uma direção que convoca todo o departamento de futebol numa terça de manhã é uma direção que deixou de acreditar que o problema se resolve sozinho.
Estava tudo acordado até deixar de estar, e Samad Kurbanov regressa a Imotski com um verão para esquecer. Nenhum dos clubes diz quem se levantou da mesa.
Guðmundur Baldvin Nökkvason esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Vito Vuksan lesiona os ligamentos do joelho — 116 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 116 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Adeptos que cantam quando corre mal são adeptos. Adeptos que se juntam à saída são um problema, e dentro do edifício toda a gente sabe qual das duas coisas isto é agora.
Lá em cima ninguém disse nada, que é a coisa mais barulhenta que podiam fazer. Os resultados compram silêncio neste ofício; a conta do Imotski está a esgotar-se.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Imotski coisas que levam mais de uma semana a retirar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Marcel Weimann, e o treinador deixou.
Vito Vuksan lesiona os ligamentos do joelho — 123 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 123 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Imotski, e não vai ser retirado.
Guðmundur Baldvin Nökkvason esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Imotski, e não vai ser retirado.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Imotski coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Cristian Jimenez está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Começou-se a ver a tabela antes de os jogos acabarem, e esse é sempre o sinal. No Imotski ninguém diz a palavra em voz alta, e todos no edifício estão a pensá-la.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Imotski coisas que levam mais de uma semana a retirar.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Victor Solopov e o Imotski acertam mais 2 anos.
Em resumo
PlantelUma lesão muscular afasta Samad Kurbanov durante 15 dias
A raiva no Imotski transborda para fora do estádio
Deixou de ser um ambiente nas bancadas e passou a ser algo organizado. As direções podem ignorar um mau ambiente durante muito tempo; esta fase não a conseguem ignorar por muito.
Lá em cima ninguém disse nada, que é a coisa mais barulhenta que podiam fazer. Os resultados compram silêncio neste ofício; a conta do Imotski está a esgotar-se.
Oskari Väistö esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Imotski coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Gabrijel Podhraški está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Posição 10 e 8 pontos, e nesta parte da cidade a classificação lê-se de baixo para cima. O calendário deixou de ser um programa e passou a ser uma contagem decrescente.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Imotski ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Guðmundur Baldvin Nökkvason esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
«Dei tudo a isto, mas a minha família não está aqui — e eu também não, na verdade.» A um futebolista corrige-se a má fase. Disto nunca ninguém foi corrigido, e no Imotski sabem-no.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Imotski, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Em resumo
PlantelMartí León tornou-se um homem de confiança do treinador
MercadoA conversa sobre Joseph Murray não desaparece
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Oskari Väistö e o Imotski acertam mais 2 anos.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Imotski coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel09/12/2041
Joshua Green consegue a transferência que sempre quis
Perguntam tantas vezes aos futebolistas pelo clube da infância que ninguém ouve a resposta. Joshua Green acabou de assinar pelo Imotski e, por uma vez, a resposta importava.
O Hrvatski Dragovoljac vai continuar a utilizá-lo até junho e não receberá nada por ele depois. Mislav Corluka pré-acordou a mudança para o Imotski, e os únicos que perdem nesse arranjo são os que deixaram o contrato correr.
A raiva no Imotski transborda para fora do estádio
Deixou de ser um ambiente nas bancadas e passou a ser algo organizado. As direções podem ignorar um mau ambiente durante muito tempo; esta fase não a conseguem ignorar por muito.
Lá em cima ninguém disse nada, que é a coisa mais barulhenta que podiam fazer. Os resultados compram silêncio neste ofício; a conta do Imotski está a esgotar-se.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Oskari Väistö e o Imotski acertam mais 2 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Guðmundur Baldvin Nökkvason esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Imotski coisas que levam mais de uma semana a retirar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
A lista é um documento discreto com um significado ruidoso. Jon González pode falar com quem perguntar, e no clube toda a gente sabe o que isso quer dizer.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Gabrijel Podhraški será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Imotski as despedidas começaram em silêncio.
«Dei tudo a isto, mas a minha família não está aqui — e eu também não, na verdade.» A um futebolista corrige-se a má fase. Disto nunca ninguém foi corrigido, e no Imotski sabem-no.
Guðmundur Baldvin Nökkvason esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Há uma idade a partir da qual toda a boa tarde é descrita como uma recordação do passado, o que é injusto e também exato. 7.80 aos 33, e ninguém no campo esteve melhor.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Imotski coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Gabrijel Podhraški está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Foi preciso Tomás Aristegui marcar para trazer alguma coisa para casa: 2‑2 com o Lokomotiva Zagreb, e metade do balneário vai chamar-lhe um ponto ganho.
Não se vê o fim da espera do Imotski por uma vitória
Já são 15 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Imotski tem de arrancar um resultado de algum lado.
As bancadas04/11/2041
A raiva no Imotski transborda para fora do estádio
Deixou de ser um ambiente nas bancadas e passou a ser algo organizado. As direções podem ignorar um mau ambiente durante muito tempo; esta fase não a conseguem ignorar por muito.
O que se dizia à porta fechada passou a dizer-se diante de um microfone. Em Imotski toda a gente sabe fazer a conta, incluindo o homem a quem se dirige.
Nada foi anunciado e toda a gente percebe o que significa. Uma direção que convoca todo o departamento de futebol numa terça de manhã é uma direção que deixou de acreditar que o problema se resolve sozinho.
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 7 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Federico Colombo e o Imotski acertam mais 2 anos.
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 10 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
0‑3 para o Dinamo Zagreb, e foi exatamente tão mau como o número sugere. Há derrotas que se discutem e derrotas pelas quais se pede desculpa; esta foi do segundo tipo.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Imotski coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Gabrijel Podhraški está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Tomás Aristegui, e o treinador deixou.
Aris Ara tem 35 e já não tem nada a provar. O que lhe resta é saber onde se colocar, quando baixar o ritmo e o que dizer ao intervalo, e nada disso aparece num gráfico físico.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Imotski ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Imotski, e não vai ser retirado.
Jhan Mena esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
A papelada fica pronta muito antes do jogador. Oliver Clark acertou vir quando o contrato atual terminar, o que significa que o Imotski substituiu um orçamento de verão por um telefonema.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Goga Kvilitaia será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Imotski as despedidas começaram em silêncio.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Imotski coisas que levam mais de uma semana a retirar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
259 jogos ao longo de 14 épocas e uma só camisola. Já ninguém constrói uma carreira assim de propósito; acontece a certo tipo de jogador em certo tipo de clube.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Imotski ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Avaliado com 7.41. Pergunte a qualquer pessoa à saída do estádio o que decidiu aquilo e receberá um nome, que é o único prémio que alguma vez contou a sério.
19 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Imotski perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Imotski, e não vai ser retirado.
26 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Imotski perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Imotski, e não vai ser retirado.
Oskari Väistö esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
33 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Imotski perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Imotski ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
11 ações combinadas e 6.74. O trabalho dele aparece sob a forma de outros parecerem bons, e a única maneira fiável de o notar é ver o que acontece nas tardes em que ele falta.
40 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Imotski perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Jogo07/09/2041
Não se vê o fim da espera do Imotski por uma vitória
Já são 7 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Imotski tem de arrancar um resultado de algum lado.
Os centrais têm licença para subir duas vezes por época e são julgados pelo que fazem quando lá chegam. Guðmundur Baldvin Nökkvason marcou, foi avaliado com 7.39 e voltou antes de alguém dar pela falta.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Ivan Sergienko será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Imotski as despedidas começaram em silêncio.
Não há pior forma de perder um futebolista. Ivan Sergienko pré-acordou a saída, o que significa que cada jogo daqui até junho é feito por um homem que o clube já não pode vender, e alguém lá em cima vai ter de explicar como se chegou aqui.
Guðmundur Baldvin Nökkvason esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
47 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Imotski perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
A proposta do Sesvete por Gabrijel Podhraški foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Imotski coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Quincy Dumfries está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Imotski passaram um mês a tentar colocá-lo e ninguém devolveu a chamada. Treina com um plantel que já lhe disse onde está, e ambos começam a contagem para o seguinte.
54 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Imotski perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Imotski, e não vai ser retirado.
Jogo24/08/2041
Não se vê o fim da espera do Imotski por uma vitória
Já são 5 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Imotski tem de arrancar um resultado de algum lado.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«Dei tudo a isto, mas a minha família não está aqui — e eu também não, na verdade.» A um futebolista corrige-se a má fase. Disto nunca ninguém foi corrigido, e no Imotski sabem-no.
61 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Imotski perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Imotski, e não vai ser retirado.
As regras permitem-no e dói na mesma. Goga Kvilitaia acertou condições com o Lucko para o verão e, até lá, veste esta camisola como quem já escolheu a seguinte.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» David Bosak e o Imotski acertam mais 1 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Em resumo
PlantelPalavras no treino do Imotski sobre quem trabalha
Notas dos jogadoresNinguém conseguiu chegar a Darijo Knezevic