O aperto de mão com o Deportivo Pasto está dado; o do jogador ainda não. Seguem-se as condições pessoais, e é nas condições pessoais que morrem mais negócios do que alguém imprime.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Wilfrido De La Rosa, e o treinador deixou.
O treinador reorganizou as ideias e Carlos Henao saiu delas mais abaixo. Vão dizer-lhe que é temporário, e os jogadores que já ouviram isso antes vão desviar o olhar.
“Vejo todos os jogos do Jaguares daqui. Isso diz tudo sobre onde está a minha cabeça.” O empréstimo no Rotor segue o seu curso, mas o coração nunca fez a viagem.
Uma sondagem ao Boca Juniors para um empréstimo: cobertura, ou uma vista de olhos a alguém que o clube ainda não pode comprar. De qualquer maneira, a resposta chega dentro de uma semana.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Jaguares, e não vai ser retirado.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Romario Murcia será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Jaguares as despedidas começaram em silêncio.
Cristian Iguarán e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
O Jaguares perguntou e o Santa Fe disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Uma sondagem ao Boca Juniors para um empréstimo: cobertura, ou uma vista de olhos a alguém que o clube ainda não pode comprar. De qualquer maneira, a resposta chega dentro de uma semana.
Em resumo
Alvos de mercadoUm empréstimo de Vicente Poggi está em marcha
O Aguilas Doradas vai querer esquecer isto depressa: 4‑0, todos os duelos perdidos e uma viagem longa para casa. O Jaguares foi impiedoso como as boas equipas sabem ser.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Jaguares, e não vai ser retirado.
Há uma idade a partir da qual toda a boa tarde é descrita como uma recordação do passado, o que é injusto e também exato. 7.82 aos 35, e ninguém no campo esteve melhor.
Cristian Iguarán e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Royscer Colpa, e o treinador deixou.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Jaguares, e não vai ser retirado.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Alejandro Restrepo será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Jaguares as despedidas começaram em silêncio.
Cristian Iguarán esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Tem 23 anos e o estádio já canta o nome dele, coisa que acontece aos miúdos da terra e quase nunca aos reforços. Tudo a partir daqui se mede contra um carinho que não fez nada para merecer, a não ser ser daqui.
1 para Mateo Seoane, avaliado com 7.67, e o nome de um central na parte da crónica a que normalmente só chega por engano. No balneário não o vão deixar esquecer durante um mês.
Duván Riascos e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Andrés Rentería, e o treinador deixou.
Em resumo
Notas dos jogadoresJuan Pablo Gallego jogou uma tarde diferente da de toda a gente
Não se vê o fim da espera do Jaguares por uma vitória
Já são 11 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Jaguares tem de arrancar um resultado de algum lado.
É a ambição mais legítima do desporto e a mais difícil de satisfazer para a maioria dos clubes. Axel Batista quer futebol continental; se o Jaguares o consegue oferecer é uma pergunta sobre as próximas duas épocas, não sobre ele.
Sofrer é uma coisa; a resposta é o que fala de um balneário. Yairo Moreno pôs o Jaguares de novo em igualdade em 4 minutos, e o Deportivo Cali nunca chegou a jogar com vantagem.
“Os adeptos têm todo o direito de estar zangados. Eu também estou. Vamos corrigir isto.” 1‑2, um treinador a dizer as coisas necessárias, e um balneário que ouviu outra versão delas.
16 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Jaguares perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Luis Escorcia e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Duván Riascos, e o treinador deixou.
“Podia falar de decisões e podia falar de sorte. Não vou. Perdemos.” O treinador, o 0‑3, e uma conferência de imprensa que durou quatro minutos.
Plantel22/05/2028
Víctor Brid desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Notas dos jogadoresAxel Batista encarou-os todo o jogo
94Edição
A Gazeta de Jaguares
15/05/2028
Do nosso correspondente de futebolInquietação
Plantel15/05/2028
Juan Romero lesiona os ligamentos do joelho — 23 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 23 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Jogo13/05/2028
Não se vê o fim da espera do Jaguares por uma vitória
Já são 9 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Jaguares tem de arrancar um resultado de algum lado.
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 8 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Diego Martínez, e o treinador deixou.
O painel dos descontos já estava levantado, a vitória já estava dada, e então o Atletico Nacional marcou. Não há pior minuto para sofrer, e o estádio esvaziou-se no silêncio que se segue a um desses.
Foi preciso Andrés Rentería marcar para trazer alguma coisa para casa: 3‑3 com o Atletico Nacional, e metade do balneário vai chamar-lhe um ponto ganho.
Em resumo
O bancoMeio satisfeito: Sergio Arias sobre o empate
31 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Jaguares perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Jaguares coisas que levam mais de uma semana a retirar.
A versão geral desta queixa é que um jogador quer mais. A versão concreta dá-lhe nome: quer entrar sob os holofotes contra clubes de outros países, e deixou de fingir o contrário.
«Agradeço os jogos, mas não me fiz futebolista para ser a peça sobresselente de alguém.» Quer estar em Jaguares, e 3 jogos em 9 dizem que merece ser ouvido.
Juan Romero lesiona os ligamentos do joelho — 39 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 39 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Cristian Iguarán e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
«Agradeço os jogos, mas não me fiz futebolista para ser a peça sobresselente de alguém.» Quer estar em Jaguares, e 6 jogos em 18 dizem que merece ser ouvido.
Cristian Iguarán e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Há um calor muito próprio que um estádio guarda para um jovem de 22 anos que sente como seu. Cristian Iguarán tem-no agora, e tudo o que fizer no resto do tempo aqui será medido contra a boa vontade que lhe deram de graça.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Carlos Henao, e o treinador deixou.
Foi preciso Cristian Iguarán marcar para trazer alguma coisa para casa: 1‑1 com o Deportivo Pereira, e metade do balneário vai chamar-lhe um ponto ganho.
“Não é o fim do mundo e não chega. As duas coisas são verdade.” O treinador, depois de um empate por 1‑1, disse a coisa honesta e foi dizê-la outra vez lá dentro.
Segue-se a equipa do topo da tabela, e a medida honesta de onde esta equipa realmente está. Qualquer um ganha ao clube que tem abaixo; a pergunta é o que acontece contra o Deportivo Pasto.
Posição 3, 21 pontos, e o resultado que todos procuram primeiro agora é o deles. A palavra continua a não se dizer à volta do estádio — e é assim que se sabe que todos a pensam.
Jogo15/04/2028
Não se vê o fim da espera do Jaguares por uma vitória
Já são 5 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Jaguares tem de arrancar um resultado de algum lado.
«Não fui para ficar a ver. Quero voltar ao Jaguares e lutar pelo meu lugar.» 2 jogos em 9 no Orebro dizem o resto.
Plantel17/04/2028
Palavras no treino do Jaguares sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Víctor Brid está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
O banco17/04/2028
A vista do banco
“Não perdemos. Há semanas em que é só isso que se consegue, e prefiro ter o ponto a não o ter.” Sergio Arias escolheu a versão do copo meio cheio do 0‑0; os adeptos saíram com a outra.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Em resumo
MercadoHernán Labraga está livre para procurar outro sítio
PlantelO melhor da divisão no último fim de semana foi um jogador do Jaguares
Luis Escorcia esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Carlos Henao treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Plantel10/04/2028
Palavras no treino do Jaguares sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Víctor Brid está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Não é o fim do mundo e não chega. As duas coisas são verdade.” O treinador, depois de um empate por 2‑2, disse a coisa honesta e foi dizê-la outra vez lá dentro.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Jaguares ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
As regras permitem-no e dói na mesma. Romario Murcia acertou condições com o Real Cartagena para o verão e, até lá, veste esta camisola como quem já escolheu a seguinte.
«Disseram-mo com clareza, e prefiro assim.» O treinador de Jaguares foi explícito quanto à situação de Duván Riascos, o que é mais do que muitos recebem.
O prémio é pouca coisa com um significado pesado: durante quatro semanas ninguém neste escalão fez melhor o seu trabalho. Jaguares têm o troféu numa prateleira e o jogador na equipa.
O banco03/04/2028
O veredicto do treinador
“A culpa é minha. Sou eu que escolho a equipa e escolhi mal.” Os treinadores dizem isto quando o sentem e quando precisam que se veja que o dizem, e depois do 1‑3 Sergio Arias saiu da sala antes que alguém pudesse perguntar qual dos dois casos era.
Quatro ou cinco jornadas de regularidade, medidas contra todos os da divisão que fazem o seu trabalho. Andrés Rentería sai dessa comparação dentro da equipa, e o Jaguares beneficiou de cada uma dessas tardes.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 20 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
É a ambição mais legítima do desporto e a mais difícil de satisfazer para a maioria dos clubes. Axel Batista quer futebol continental; se o Jaguares o consegue oferecer é uma pergunta sobre as próximas duas épocas, não sobre ele.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Víctor Brid estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
«Não vim para aqui aquecer à frente das pessoas.» O contrato acaba um dia, sabe contar as semanas, e o Jaguares terá de lhe dar um motivo para ficar ou uma saída.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Wilfrido De La Rosa. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
Todos os plantéis têm um jogo destes para alguém, todas as épocas. Este é o de Nicolás Giraldo: o clube que o conheceu primeiro, os adeptos que vão decidir no primeiro minuto se aplaudem, e o Jaguares a precisar que ele jogue como se nada disso importasse.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Hernán Labraga está nela.
Nada por escrito e nada em público: uma palavra sobre minutos, dada cara a cara no Jaguares. As fichas de jogo do próximo mês dirão se valia a pena tê-la.
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Jaguares vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Jaguares ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Não há pior forma de perder um futebolista. Alejandro Restrepo pré-acordou a saída, o que significa que cada jogo daqui até junho é feito por um homem que o clube já não pode vender, e alguém lá em cima vai ter de explicar como se chegou aqui.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Jaguares coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Disseram uma coisa a Cristian Iguarán e depois aconteceu. Neste meio, isso passa por notável, e o balneário reparou mais depressa do que qualquer adepto podia.
«Agradeço os jogos, mas não me fiz futebolista para ser a peça sobresselente de alguém.» Quer estar em Jaguares, e 0 jogos em 5 dizem que merece ser ouvido.
Plantel20/03/2028
Víctor Brid desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Jaguares falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Aos 35 devia estar a gerir os seus minutos. Em vez disso foi avaliado com 7.99 e pareceu, durante noventa minutos, exatamente o jogador de que toda a gente se lembra.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Jaguares coisas que levam mais de uma semana a retirar.
8 contratações em três meses. Cada uma pode ser uma melhoria e a equipa pode ser pior durante um tempo na mesma, que é a parte de uma reconstrução que nunca aparece nos balanços de mercado.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Jaguares falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Um defesa no marcador, coisa rara o suficiente para que toda a gente no estádio se lembre de quem marcou o canto. 1 para ele e uma nota de 7.58 para o resto.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Juan Pablo Gallego e o Jaguares acertam mais 4 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Cristian Iguarán e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Aos 35 anos, 3 pontos abaixo de onde esteve, e um corpo que começou a cobrar juros. Acontece a todos, e continua a ser o parágrafo mais difícil desta página.
Não é uma queixa nem uma exigência: quer jogar futebol europeu, e deixou de o esconder. Se o Jaguares lho pode dar é uma pergunta sobre o clube, não sobre ele.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 52 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
0‑1 frente ao La Equidad, e a estrada acaba aqui. As eliminações da taça são mortes rápidas — sem segunda mão, sem próxima semana, só o campeonato daqui até maio.
Não há forma mais cruel de perder um jogo. O Jaguares marcou aos 90, o pontapé de saída mal chegou a acontecer, e a bancada visitante ainda estava de pé quando soou o apito.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Esteban Beltrán. 3‑2 sobre o Deportes Tolima, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
Duván Riascos esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 59 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Jogo19/02/2028
Ninguém quer jogar contra o Jaguares neste momento
3 vitórias seguidas mudam a forma como o adversário aquece: mais calado, mais olhares de esguelha. As séries acabam, toda a gente o sabe — mas neste balneário ninguém conta com isso.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Jaguares ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Jaguares coisas que levam mais de uma semana a retirar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Nota 8.09 — daquelas que um cronista aponta duas vezes para ter a certeza. Saiu-lhe tudo o que tentou, e o que não tentou não valia a pena.
O banco21/02/2028
O veredicto do treinador
“Não me vou entusiasmar, e também não os deixo entusiasmar a eles. Foi um bom dia. Virão outros mais difíceis.” Sergio Arias foi breve depois da vitória por 1‑0, que é o que os treinadores fazem quando estão contentes.
O banco21/02/2028
Esteban Beltrán tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Jaguares dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Jaguares vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 10 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
A proposta do Ethnikos Achnas por Thiago Caballero foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Já são 6 jogos sem perder. Uns foram conquistados, outros sobrevividos, mas está a formar-se um hábito — e hábitos são a coisa mais difícil de defrontar no futebol.
Luis Escorcia esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Jaguares falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Os centrais têm licença para subir duas vezes por época e são julgados pelo que fazem quando lá chegam. Mateo Seoane marcou, foi avaliado com 7.59 e voltou antes de alguém dar pela falta.
A proposta do PK-35 por Jean Galindo foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Dribles concretizados: 20. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
Aos 22 anos é cantado por pessoas com o dobro da idade, um carinho que um reforço demora anos a merecer e que um miúdo da casa recebe por aparecer. É também a coisa mais difícil de corresponder no futebol.
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Jaguares vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Luis Escorcia e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Um ponto arrancado aos 93 minutos vale exatamente um ponto e consideravelmente mais do que isso para um balneário. Esta equipa não para, e essa reputação vale mais do que o resultado.
7.86, e nenhuma discussão séria de quem lá esteve. O Jaguares tinha onze homens em campo e um deles decidiu como aquilo correu.
Plantel31/01/2028
9 caras novas e o Jaguares ainda se está a conhecer
Um plantel reconstruído num único mercado paga-o numa moeda que ninguém orça. O futebol não é pior do que a soma dos jogadores: é pior do que a soma dos jogadores que já jogaram juntos.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
“Não é o fim do mundo e não chega. As duas coisas são verdade.” O treinador, depois de um empate por 2‑2, disse a coisa honesta e foi dizê-la outra vez lá dentro.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Jaguares falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Andrés Rentería produziu-o, e o 8.75 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
É a ambição mais legítima do desporto e a mais difícil de satisfazer para a maioria dos clubes. Axel Batista quer futebol continental; se o Jaguares o consegue oferecer é uma pergunta sobre as próximas duas épocas, não sobre ele.
Didier Bueno e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
5 miúdos sobem, e algures no edifício as pessoas que os treinaram aos doze anos estão a ter, em silêncio, a melhor manhã do seu ano de trabalho. Nada disto aparece num resultado, e é para isto que a formação existe.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 98 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Thiago Caballero será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Jaguares as despedidas começaram em silêncio.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Jaguares coisas que levam mais de uma semana a retirar.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Johan Hinestroza treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Thiago Caballero está nela.
Nada por escrito e nada em público: uma palavra sobre minutos, dada cara a cara no Jaguares. As fichas de jogo do próximo mês dirão se valia a pena tê-la.
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Jaguares vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Estava tudo acordado até deixar de estar, e Jean Galindo regressa a Jaguares com um verão para esquecer. Nenhum dos clubes diz quem se levantou da mesa.
O Jaguares perguntou e o Aguilas Doradas disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Jaguares coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Não está a ser deixado de fora. Simplesmente não há, no sistema que o Jaguares joga, sítio onde pôr um homem que faz o que ele faz, o que é mais difícil de ouvir do que qualquer ficha de jogo.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Andrés Rentería treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
O banco10/01/2028
Esteban Beltrán tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Jaguares dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Mateo Seoane chegou com um passado num clube maior do que este, e o balneário tratou-o em conformidade. Os mais novos veem-no treinar; os mais velhos veem se aquilo dura.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Jaguares falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Jaguares perdeu-o em tudo menos nos papéis.
A verba é $61.0K, o contrato está assinado, e a discussão sobre se ele vale o preço pode começar. O Deportivo Pereira negociou duro; o tempo dirá quem ganhou.
Um negócio que à hora de almoço estava a um telefonema de fechar estava morto à meia-noite. O Jaguares vai tentar outra vez quando o mercado abrir; nessa altura o Cortulua pode já não estar a vender.
Em resumo
PlantelNo Jaguares ainda são estranhos uns para os outros
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 120 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
A verba é $190.0K, o contrato está assinado, e a discussão sobre se ele vale o preço pode começar. O Union Magdalena negociou duro; o tempo dirá quem ganhou.
O Jaguares foi ao Cortulua com uma proposta, e os adeptos foram à internet com uma opinião sobre ela. Se alguma das duas muda alguma coisa, decide o clube vendedor.
Luis Escorcia esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Exames médicos, uma assinatura, uma camisola levantada à frente de um painel de patrocinadores. O Jaguares fez a parte difícil com o Union Magdalena, e a parte que falta é a única que os adeptos veem.
David Martínez e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
O Jaguares perguntou e o Westerlo disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
«Prefiro dizer-lho na cara do que ler no jornal.» A reunião foi pedida pelo jogador, e isso diz quase tudo.
O banco20/12/2027
O treinador ainda não acabou de esquecer o erro de Carlos Cantillo
Em público está ultrapassado para toda a gente. Não está para quem faz a equipa, e o único sítio onde isso se vê é uma ficha de jogo. Vai ter outra oportunidade: vai tê-la num jogo que importe menos.
«Disseram-mo com clareza, e prefiro assim.» O treinador de Jaguares foi explícito quanto à situação de Jonathan Lovera, o que é mais do que muitos recebem.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Jaguares sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
Em resumo
O bancoDuván Rodríguez tornou-se um homem de confiança do treinador
Verba acordada, salário acordado, e o Leones à espera com uma camisola. No Jaguares ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Jaguares, e não vai ser retirado.
Acontece a todos e continua a ser o parágrafo mais difícil que um jornal local tem de escrever. 39 anos, 3 pontos abaixo do que era, e um corpo que começou a cobrar juros sobre uma carreira.
O Jaguares ofereceu $92.0K; o Depor disse que nem perto. Ao treinador dirão que o dinheiro continua lá para o jogador certo, que é o que se diz aos treinadores.
O Jaguares perguntou e o Junior disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Luis Escorcia e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Uma sondagem ao Santos para um empréstimo: cobertura, ou uma vista de olhos a alguém que o clube ainda não pode comprar. De qualquer maneira, a resposta chega dentro de uma semana.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Cristian Álvarez, e o treinador deixou.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Thiago Caballero está nela.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Carlos Cantillo será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Jaguares as despedidas começaram em silêncio.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Jaguares, e não vai ser retirado.
O valor aprovado não chegava. A direção foi consultada de novo e subiu a sua própria proposta para $100.0K — um clube que quer Juan Diego Perdomo ao ponto de perguntar duas vezes.
David Martínez esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
A proposta seguiu esta semana para o Depor, e a resposta é deles. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
O telefone voltou a tocar por causa de Thiago Caballero, e desta vez do outro lado está o Angostura. No Jaguares ouvem com educação e não prometem nada.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Carlos Cantillo, e o treinador deixou.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Esteban Beltrán está nela.
“O treinador não usou muitas palavras, e não precisou delas.” Andrés Rentería tem a sua resposta do Jaguares; o que fizer com ela é a história da próxima janela.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Jaguares coisas que levam mais de uma semana a retirar.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Andrés Rentería treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Hernán Labraga está nela.
Não é uma queixa nem uma exigência: quer jogar futebol europeu, e deixou de o esconder. Se o Jaguares lho pode dar é uma pergunta sobre o clube, não sobre ele.
A papelada fica pronta muito antes do jogador. Sebastián Buitrago acertou vir quando o contrato atual terminar, o que significa que o Jaguares substituiu um orçamento de verão por um telefonema.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Andrés Rentería, e o treinador deixou.
Félix Uculmana esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
O banco22/11/2027
O treinador ainda não acabou de esquecer o erro de Carlos Cantillo
Em público está ultrapassado para toda a gente. Não está para quem faz a equipa, e o único sítio onde isso se vê é uma ficha de jogo. Vai ter outra oportunidade: vai tê-la num jogo que importe menos.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Jaguares sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
O banco22/11/2027
Duván Rodríguez tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Jaguares dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Perguntou pelo seu futuro e recebeu uma resposta com minutos lá dentro. O treinador fez uma promessa num edifício onde as promessas não se esquecem, e o relógio já começou a contar.
Uma lesão muscular afasta Diego Sánchez durante 17 dias
Ninguém faz um documentário sobre um isquiotibial e toda a gente nisto o teme. No Jaguares vão ter cuidado com a data de regresso, porque a segunda é sempre pior do que a primeira.
Hernán Labraga e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Juan David Guillén treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Royscer Colpa lesiona os ligamentos do joelho — 19 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 19 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
David Martínez esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Esteban Beltrán está nela.
4 balizas a zeros em 22 jogos no Alianza Petrolera. É o ofício inteiro de um guarda-redes bem cumprido, e está a ser cumprido muito longe do clube que o detém.
“Jogo enquanto o corpo deixar e paro no dia em que não deixar.” Tem 33 anos e 250 jogos atrás de si, e o clube tem de planear para uma decisão que ainda não está tomada.
A lista é um documento discreto com um significado ruidoso. Juan Deusa pode falar com quem perguntar, e no clube toda a gente sabe o que isso quer dizer.
Royscer Colpa lesiona os ligamentos do joelho — 26 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 26 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
17.º lugar com 41 pontos. Todas as épocas são uma história e esta é a última linha dela, e agora o clube tem três meses para decidir de que fala a próxima.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Jaguares, e não vai ser retirado.
David Martínez e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Carlos Henao treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
“Não é o fim do mundo e não chega. As duas coisas são verdade.” O treinador, depois de um empate por 0‑0, disse a coisa honesta e foi dizê-la outra vez lá dentro.
Royscer Colpa lesiona os ligamentos do joelho — 34 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 34 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 7 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Wilfrido De La Rosa, e o treinador deixou.
Duván Riascos e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
O banco25/10/2027
A vista do banco
“Controlámos o jogo. Houve períodos de que não gostei e vamos vê-los, mas o grupo mostrou-me alguma coisa.” Sergio Arias, sobre uma vitória por 2‑0 que já ia a desmontar a caminho da sala de imprensa.
O banco25/10/2027
O treinador ainda não acabou de esquecer o erro de Carlos Cantillo
Em público está ultrapassado para toda a gente. Não está para quem faz a equipa, e o único sítio onde isso se vê é uma ficha de jogo. Vai ter outra oportunidade: vai tê-la num jogo que importe menos.
Royscer Colpa lesiona os ligamentos do joelho — 42 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 42 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Félix Uculmana e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
“Hoje não fomos suficientemente bons e não vou enfeitar isto.” Sergio Arias depois do 2‑3, no tom de quem sabe qual é a pergunta seguinte e não tenciona responder-lhe.
«Disseram-mo com clareza, e prefiro assim.» O treinador de Jaguares foi explícito quanto à situação de Hernán Labraga, o que é mais do que muitos recebem.
Segue-se o Deportivo Cali, e há um homem no balneário do Jaguares que conhece o centro de treinos deles melhor do que o seu. A receção vai dizer-lhe o que pensavam dele.
Em resumo
O bancoThiago Caballero tornou-se um homem de confiança do treinador
Royscer Colpa lesiona os ligamentos do joelho — 50 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 50 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Jaguares ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Félix Uculmana e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Os clubes prometem constantemente e o jornal costuma só saber quando falham. Esta foi cumprida, e o balneário notou-o mais depressa do que qualquer adepto.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Esteban Beltrán está nela.
Todos os plantéis têm um jogo destes para alguém, todas as épocas. Este é o de Didier Bueno: o clube que o conheceu primeiro, os adeptos que vão decidir no primeiro minuto se aplaudem, e o Jaguares a precisar que ele jogue como se nada disso importasse.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Jaguares, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Em resumo
EmprestadosO empréstimo de Franklin Mosquera mede-se pelo que não acontece
Royscer Colpa lesiona os ligamentos do joelho — 58 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 58 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 10 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Jaguares, e não vai ser retirado.
Um defesa no marcador, coisa rara o suficiente para que toda a gente no estádio se lembre de quem marcou o canto. 1 para ele e uma nota de 7.98 para o resto.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Wilfrido De La Rosa e o Jaguares acertam mais 2 anos.
Royscer Colpa lesiona os ligamentos do joelho — 65 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 65 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Disseram uma coisa a Gastón González e depois aconteceu. Neste meio, isso passa por notável, e o balneário reparou mais depressa do que qualquer adepto podia.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Jaguares coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Ninguém confirmará isto e nada mais explica as escolhas do último mês. Um erro caro compra a um jogador um período de suplência que dura sempre mais do que o erro.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Romario Murcia, e o treinador deixou.
6 remates, uma contagem que parece uma boa tarde até se olhar para a outra coluna. Os avançados sobrevivem a semanas destas partindo do princípio de que as ocasiões continuam; o dia em que param torna-se um problema.
72 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Jaguares perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Jogo18/09/2027
Não se vê o fim da espera do Jaguares por uma vitória
Já são 6 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Jaguares tem de arrancar um resultado de algum lado.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Jaguares coisas que levam mais de uma semana a retirar.
É a ambição mais legítima do desporto e a mais difícil de satisfazer para a maioria dos clubes. Axel Batista quer futebol continental; se o Jaguares o consegue oferecer é uma pergunta sobre as próximas duas épocas, não sobre ele.
Toda a gente o viu antes de alguém o dizer. Aos 35 anos, os números dizem 3 pontos abaixo do que foi, e a pergunta para o Jaguares é como lidar com um homem a quem deve muito.
79 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Jaguares perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Carlos Cantillo será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Jaguares as despedidas começaram em silêncio.
David Martínez esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
86 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Jaguares perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Duván Riascos e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
A despromoção que um clube nunca anuncia e um balneário nota sempre. Roberto Riascos está mais longe da equipa do que estava, e a razão só lhe será dada quando perguntar.
«Aqui ninguém está acima de levar um raspanete.» Não se disse nenhum nome, mas o balneário sabe contar, e quem estava a ouvir também.
O banco06/09/2027
Esteban Beltrán tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Jaguares dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
EmprestadosO empréstimo de Franklin Mosquera mede-se pelo que não acontece
57Edição
A Gazeta de Jaguares
30/08/2027
Do nosso correspondente de futebolCrise
Plantel30/08/2027
Royscer Colpa lesiona os ligamentos do joelho — 93 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 93 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Félix Uculmana esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Um jogador que contava ser titular assistiu de fora. O treinador vai chamar-lhe uma decisão pela equipa; Carlos Henao chama-lhe outra coisa em privado.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Jean Galindo, e o treinador deixou.
Dribles concretizados: 16. Havia sempre um defesa à frente dele, e nunca houve um defesa à frente dele por muito tempo.
O banco30/08/2027
O veredicto do treinador
“A culpa é minha. Sou eu que escolho a equipa e escolhi mal.” Os treinadores dizem isto quando o sentem e quando precisam que se veja que o dizem, e depois do 0‑2 Sergio Arias saiu da sala antes que alguém pudesse perguntar qual dos dois casos era.
Aqui não há queixa possível e todos os envolvidos sabem, o que não encurta o caminho até ao banco. A forma é a única moeda do futebol sobre a qual não se pode pedir emprestado.
A proposta do Paredes por Jean Galindo foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Jaguares, e não vai ser retirado.
Há uma idade a partir da qual toda a boa tarde é descrita como uma recordação do passado, o que é injusto e também exato. 7.84 aos 34, e ninguém no campo esteve melhor.
Duván Riascos esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
“Os adeptos têm todo o direito de estar zangados. Eu também estou. Vamos corrigir isto.” 1‑3, um treinador a dizer as coisas necessárias, e um balneário que ouviu outra versão delas.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Roberto Riascos treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Jaguares coisas que levam mais de uma semana a retirar.
«Disseram-mo com clareza, e prefiro assim.» O treinador de Jaguares foi explícito quanto à situação de Jean Galindo, o que é mais do que muitos recebem.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Dribles concretizados: 14. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
O banco16/08/2027
O veredicto do treinador
“Estou frustrado, sinceramente. Fizemos o suficiente para ganhar e não ganhámos.” Sergio Arias não o escondia depois do 0‑0, e no balneário do Jaguares também ninguém o escondia.
Ninguém confirmará isto e nada mais explica as escolhas do último mês. Um erro caro compra a um jogador um período de suplência que dura sempre mais do que o erro.
A ficha de jogo di-lo em público todas as semanas até mudar. A única versão de ficar de fora que um futebolista não consegue contestar, e a que lhe custa mais.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Carlos Henao, e o treinador deixou.
Um jogador que contava ser titular assistiu de fora. O treinador vai chamar-lhe uma decisão pela equipa; Roberto Riascos chama-lhe outra coisa em privado.
Romario Murcia esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Cabeceamentos, cortes, desarmes, interceções: 16 no total, e nem um golo às suas costas. Daquelas exibições que nunca entram nos melhores momentos e ganham jogos.
“Fiz tudo o que me pediram nos treinos e ao sábado não mudou nada.” A queixa mais conhecida do futebol, e uma a que o Jaguares terá de responder com minutos ou com uma transferência.
«Foram honestos comigo, e prefiro saber.» Ánderson Mojica foi informado de que não entra nos planos do treinador do Jaguares.
O banco09/08/2027
O veredicto do treinador
“Estou frustrado, sinceramente. Fizemos o suficiente para ganhar e não ganhámos.” Sergio Arias não o escondia depois do 0‑0, e no balneário do Jaguares também ninguém o escondia.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Esteban Beltrán está nela.
Há uma idade a partir da qual toda a boa tarde é descrita como uma recordação do passado, o que é injusto e também exato. 8.50 aos 34, e ninguém no campo esteve melhor.
Os centrais têm licença para subir duas vezes por época e são julgados pelo que fazem quando lá chegam. Royscer Colpa marcou, foi avaliado com 7.82 e voltou antes de alguém dar pela falta.
David Martínez e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
6 golos. Os dois bancos passaram a segunda parte a olhar um para o outro mais do que para o relvado. Os puristas vão queixar-se do Jaguares e do Santa Fe por igual; os restantes divertiram-se imenso.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Deportes Tolima fica com o seu homem, e o Jaguares volta a uma lista com um nome riscado.
O prazo passou e o plantel é o plantel. Chegaram 3, saíram 3, e tudo o resto que se imprimiu sobre este clube no último mês foi um rumor que ficou rumor.
Duván Riascos esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
O Jaguares ficou sem tempo com o Deportivo Pereira. Os papéis estavam abertos quando o prazo passou, e uma transferência que estava quase feita é agora uma transferência que nunca aconteceu.
O banco26/07/2027
O veredicto do treinador
“A culpa é minha. Sou eu que escolho a equipa e escolhi mal.” Os treinadores dizem isto quando o sentem e quando precisam que se veja que o dizem, e depois do 1‑3 Sergio Arias saiu da sala antes que alguém pudesse perguntar qual dos dois casos era.
“Ouvi, pensei, e fico. É essa a história toda.” Os clubes tinham acordado uma verba. Jáder Maza não tinha acordado ir, e afinal era essa a parte que contava.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Carlos Cantillo será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Jaguares as despedidas começaram em silêncio.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Millonarios fica com o seu homem, e o Jaguares volta a uma lista com um nome riscado.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Jaguares coisas que levam mais de uma semana a retirar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Esteban Beltrán, e o treinador deixou.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Jaguares ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
O Jaguares perguntou e o Millonarios disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Jaguares coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Dribles concretizados: 16. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
Uma sondagem ao Boca Juniors para um empréstimo: cobertura, ou uma vista de olhos a alguém que o clube ainda não pode comprar. De qualquer maneira, a resposta chega dentro de uma semana.
«Disseram-mo com clareza, e prefiro assim.» O treinador de Jaguares foi explícito quanto à situação de Carlos Cantillo, o que é mais do que muitos recebem.
O Envigado aceitou o dinheiro. O que o Jaguares ainda não tem é o homem, e entre aqui e a fotografia há uma conversa sobre salários que os dois lados temem.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Jaguares, e não vai ser retirado.
O Jaguares perguntou e o Deportes Tolima disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Nenhum deles será visto por quem quer que seja fora do centro de treinos durante três anos, a maioria nunca jogará um jogo sénior, e um deles pode mudar o clube. É toda a proposta, e é por isso que as academias existem.
Verba acordada, salário acordado, e o Depor à espera com uma camisola. No Jaguares ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
Duván Riascos esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Aos 34 anos, 3 pontos abaixo de onde esteve, e um corpo que começou a cobrar juros. Acontece a todos, e continua a ser o parágrafo mais difícil desta página.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
O banco28/06/2027
O veredicto do treinador
“A culpa é minha. Sou eu que escolho a equipa e escolhi mal.” Os treinadores dizem isto quando o sentem e quando precisam que se veja que o dizem, e depois do 0‑1 Sergio Arias saiu da sala antes que alguém pudesse perguntar qual dos dois casos era.
O Jaguares fez saber ao mercado que Andrés Rentería está disponível. O anúncio não traz preço, mas toda a gente do ramo sabe mais ou menos o que lá diz.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Jaguares, e não vai ser retirado.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Esteban Beltrán produziu-o, e o 8.30 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Jaguares ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Toda a gente o viu antes de alguém o dizer. Aos 36 anos, os números dizem 3 pontos abaixo do que foi, e a pergunta para o Jaguares é como lidar com um homem a quem deve muito.
O Deportivo Pereira queria mais do que $51.0K e a direção não foi por aí. Levantou-se da mesa, por agora, o que em pleno mercado quer dizer até alguém pestanejar.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Deportes Tolima fica com o seu homem, e o Jaguares volta a uma lista com um nome riscado.
A perseguição a Juan David Guillén terminou com $210.0K a mudar de mãos e o Real Santander sem razões para dizer que não. Os adeptos julgarão o valor da única maneira que conta: aos sábados.
O Jaguares ofereceu $370.0K; o Barranquilla disse que nem perto. Ao treinador dirão que o dinheiro continua lá para o jogador certo, que é o que se diz aos treinadores.
O Jaguares perguntou e o Millonarios disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Duván Riascos e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Andrés Rentería, e o treinador deixou.
0‑3 para o Junior, e foi exatamente tão mau como o número sugere. Há derrotas que se discutem e derrotas pelas quais se pede desculpa; esta foi do segundo tipo.
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 8 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Jaguares, e não vai ser retirado.
O valor aprovado não chegava. A direção foi consultada de novo e subiu a sua própria proposta para $400.0K — um clube que quer Javier Ortíz ao ponto de perguntar duas vezes.
O Jaguares foi ao Barranquilla com uma proposta, e os adeptos foram à internet com uma opinião sobre ela. Se alguma das duas muda alguma coisa, decide o clube vendedor.
$47.0K em cima da mesa do Deportivo Pereira. O treinador queria-o, a direção acertou um número, e as únicas vozes que faltam ouvir são as do outro clube.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Nicolás Giraldo, e o treinador deixou.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Jaguares, e não vai ser retirado.
Jogo29/05/2027
Não se vê o fim da espera do Jaguares por uma vitória
Já são 5 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Jaguares tem de arrancar um resultado de algum lado.
Duván Riascos esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Diego Martínez, e o treinador deixou.
“O treinador não usou muitas palavras, e não precisou delas.” Faber Gil tem a sua resposta do Jaguares; o que fizer com ela é a história da próxima janela.
“Há coisas de que gostei e coisas que vamos repetir na terça-feira até saírem bem.” 2‑2, e um treinador que já tinha decidido como seria a terça-feira.
Félix Uculmana e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Jonathan Lovera e o Jaguares acertam mais 3 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
O banco24/05/2027
O veredicto do treinador
“A culpa é minha. Sou eu que escolho a equipa e escolhi mal.” Os treinadores dizem isto quando o sentem e quando precisam que se veja que o dizem, e depois do 1‑2 Sergio Arias saiu da sala antes que alguém pudesse perguntar qual dos dois casos era.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 15 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Duván Riascos e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Andrés Rentería, e o treinador deixou.
Ninguém o confirma e as fichas de jogo confirmam-no todas as semanas. Um erro comprou-lhe um período como segunda opção que já é mais longo do que o erro merecia.
“Não é o fim do mundo e não chega. As duas coisas são verdade.” O treinador, depois de um empate por 1‑1, disse a coisa honesta e foi dizê-la outra vez lá dentro.
O Millonarios segue em frente e o Jaguares vai para casa, com um 1‑4 a decidir tudo. O balneário vai agora dizer que a prioridade é o campeonato, porque é isso que os balneários dizem.
«Dei tudo aqui e preciso de um desafio novo.» O pedido é formal, e a relação nunca mais vai ser exatamente a mesma.
Plantel10/05/2027
22 dias de fora para Jesus Muriel depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Jaguares vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Acabou 1-4. Uma eliminação na taça é uma desilusão; isto foi um desmantelamento público, e a diferença mede-se em quantas pessoas ainda falarão nisso em agosto.
Notas dos jogadores10/05/2027
Thiago Caballero, 18 anos, joga como se cá estivesse há anos — 7.65
Um 7.65 significa uma coisa ao lado do nome de um jogador de vinte e nove anos e algo completamente diferente ao lado do de um de 18. Ninguém no estádio precisou que lhe explicassem.
Um defesa no marcador, coisa rara o suficiente para que toda a gente no estádio se lembre de quem marcou o canto. 1 para ele e uma nota de 7.87 para o resto.
29 dias de fora para Jesus Muriel depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Jaguares vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Há tardes em que um guarda-redes é a defesa inteira. 7 defesas, várias do género que ninguém espera ver feitas, e dez jogadores de campo que lhe devem uma bebida.
Há uma idade a partir da qual toda a boa tarde é descrita como uma recordação do passado, o que é injusto e também exato. 7.90 aos 34, e ninguém no campo esteve melhor.
Jogo01/05/2027
Ninguém quer jogar contra o Jaguares neste momento
3 vitórias seguidas mudam a forma como o adversário aquece: mais calado, mais olhares de esguelha. As séries acabam, toda a gente o sabe — mas neste balneário ninguém conta com isso.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Roberto Riascos, e o treinador deixou.
Não é uma queixa nem uma exigência: quer jogar futebol europeu, e deixou de o esconder. Se o Jaguares lho pode dar é uma pergunta sobre o clube, não sobre ele.
Romario Murcia e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Um mês é longo o suficiente para ninguém entrar por acaso. Esteban Beltrán está no melhor onze da divisão, o que é um elogio mais discreto do que um prémio e mais fiável.
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 9 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 37 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Há uma idade a partir da qual toda a boa tarde é descrita como uma recordação do passado, o que é injusto e também exato. 7.92 aos 34, e ninguém no campo esteve melhor.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Jaguares ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Jaguares coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 44 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Jaguares coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Há um calor muito próprio que um estádio guarda para um jovem de 20 anos que sente como seu. Jean Galindo tem-no agora, e tudo o que fizer no resto do tempo aqui será medido contra a boa vontade que lhe deram de graça.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
“O mérito é dos jogadores. Hoje o meu trabalho foi fácil.” Não foi, e toda a gente na sala o sabia; depois do 2‑1, Sergio Arias podia dar-se ao luxo de ser generoso.
Duván Riascos esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
A perder, e batido em qualquer leitura honesta, até ao minuto 89. O Aguilas Doradas tinha os pontos no bolso e um canto do estádio ainda acreditava, que é geralmente quando acontece.
“O treinador não usou muitas palavras, e não precisou delas.” Cristian Álvarez tem a sua resposta do Jaguares; o que fizer com ela é a história da próxima janela.
Ninguém confirmará isto e nada mais explica as escolhas do último mês. Um erro caro compra a um jogador um período de suplência que dura sempre mais do que o erro.
Há tardes em que um guarda-redes é a defesa inteira. 8 defesas, várias do género que ninguém espera ver feitas, e dez jogadores de campo que lhe devem uma bebida.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Andrés Rentería, e o treinador deixou.
Toda a gente o viu antes de alguém o dizer. Aos 36 anos, os números dizem 3 pontos abaixo do que foi, e a pergunta para o Jaguares é como lidar com um homem a quem deve muito.
2 golos antes de o estádio acabar de chegar. O America de Cali passou o resto da tarde a jogar um jogo já decidido, e toda a gente nas bancadas sabia disso.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Jaguares, e não vai ser retirado.
Toda a gente no Jaguares viu antes de alguém o dizer, que é como isto vai sempre. Aos 36 o declínio é real e mensurável — 3 pontos — e só falta saber como o clube trata alguém a quem deve muitíssimo.
Duván Riascos e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Vestiu a outra camisola. No sábado joga contra o America de Cali com esta, e tudo o que disser esta semana sobre ser um jogo como os outros será mentira.
Nada por escrito e nada em público: uma palavra sobre minutos, dada cara a cara no Jaguares. As fichas de jogo do próximo mês dirão se valia a pena tê-la.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Jaguares coisas que levam mais de uma semana a retirar.
O golo que pôs o Once Caldas na frente ainda passava nos ecrãs do corredor quando o Jaguares empatou, 1 minutos depois. Uma vantagem vale o que se fizer com ela.
“Hoje não fomos suficientemente bons e não vou enfeitar isto.” Sergio Arias depois do 2‑3, no tom de quem sabe qual é a pergunta seguinte e não tenciona responder-lhe.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Luis Jiménez, e o treinador deixou.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Jaguares, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
A única versão de ficar de fora contra a qual um jogador não pode argumentar, e a que pior aceita. Outro tem estado melhor e a ficha de jogo di-lo, em público, todas as semanas até mudar.
Há uma idade a partir da qual toda a boa tarde é descrita como uma recordação do passado, o que é injusto e também exato. 7.94 aos 34, e ninguém no campo esteve melhor.
7.95, 1 na ficha e a comédia muito própria de um jogador da linha defensiva a festejar como quem faz isto todas as semanas. Não faz, e é exatamente por isso que o estádio reagiu como reagiu.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Didier Bueno, e o treinador deixou.
Romario Murcia e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
O banco15/03/2027
A vista do banco
“Controlámos o jogo. Houve períodos de que não gostei e vamos vê-los, mas o grupo mostrou-me alguma coisa.” Sergio Arias, sobre uma vitória por 2‑1 que já ia a desmontar a caminho da sala de imprensa.
Há uma idade a partir da qual toda a boa tarde é descrita como uma recordação do passado, o que é injusto e também exato. 7.82 aos 34, e ninguém no campo esteve melhor.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Wilfrido De La Rosa e o Jaguares acertam mais 2 anos.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Faber Gil, e o treinador deixou.
“Merecemos. Pedi-lhes uma reação e tive-a, e agora quero o mesmo outra vez no sábado.” Sergio Arias sobre uma tarde de 2‑1 que lhe agradou mais do que estava disposto a mostrar.
Segue-se a equipa do topo da tabela, e a medida honesta de onde esta equipa realmente está. Qualquer um ganha ao clube que tem abaixo; a pergunta é o que acontece contra o Santa Fe.
Noventa minutos concretos pediam outro tipo de jogador, e o treinador escolheu um. Não está em má forma e não está na equipa, e as duas coisas são verdade.
Em resumo
O bancoMarlon Sierra tornou-se um homem de confiança do treinador
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 11 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
Vitória por 2‑1 sobre o Real Cartagena, um lugar na ronda seguinte e a aritmética silenciosa que todos os adeptos fazem a caminho de casa: quantos faltam até uma final?
Duván Riascos e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Aos 22 anos é cantado por pessoas com o dobro da idade, um carinho que um reforço demora anos a merecer e que um miúdo da casa recebe por aparecer. É também a coisa mais difícil de corresponder no futebol.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Roberto Riascos, e o treinador deixou.
4 jogos, nenhum golo e um centro de treinos que já tentou tudo. Vai acabar — as secas acabam sempre — mas ninguém no Jaguares sabe dizer em que semana.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Jaguares coisas que levam mais de uma semana a retirar.
12 ações combinadas e 6.93. O trabalho dele aparece sob a forma de outros parecerem bons, e a única maneira fiável de o notar é ver o que acontece nas tardes em que ele falta.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Royscer Colpa, e o treinador deixou.
O banco22/02/2027
A vista do banco
“Vamos analisar, vamos aprender com isto, e vamos outra vez.” As três frases que todos os treinadores guardam para uma derrota por 0‑2, ditas por Sergio Arias a uma sala que já as tinha ouvido.
Plantel22/02/2027
No Jaguares ainda são estranhos uns para os outros
5 reforços numa só janela. Cada um pode ser uma melhoria e a equipa pode ainda assim ser pior durante uns tempos, que é a parte de uma reconstrução de que os veredictos nunca falam.
3 jogos sem golo. Os avançados deixam de levantar a cabeça, os médios dão o toque a mais, e cada remate que passa por cima é seguido de um lamento que se acumula desde o último golo.
Félix Uculmana e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
«Aqui ninguém está acima de levar um raspanete.» Não se disse nenhum nome, mas o balneário sabe contar, e quem estava a ouvir também.
O banco15/02/2027
A vista do banco
“Não perdemos. Há semanas em que é só isso que se consegue, e prefiro ter o ponto a não o ter.” Sergio Arias escolheu a versão do copo meio cheio do 0‑0; os adeptos saíram com a outra.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Jaguares, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Vestiu a outra camisola. No sábado joga contra o Deportivo Pasto com esta, e tudo o que disser esta semana sobre ser um jogo como os outros será mentira.
Em resumo
Notas dos jogadoresNinguém conseguiu chegar a Yairo Moreno
Há tardes em que um guarda-redes é a defesa inteira. 10 defesas, várias do género que ninguém espera ver feitas, e dez jogadores de campo que lhe devem uma bebida.
Noventa minutos concretos pediam outro tipo de jogador, e o treinador escolheu um. Não está em má forma e não está na equipa, e as duas coisas são verdade.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Jaguares sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Carlos Cantillo será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Jaguares as despedidas começaram em silêncio.
Duván Riascos e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Roberto Riascos, e o treinador deixou.
A despromoção que um clube nunca anuncia e um balneário nota sempre. Royscer Colpa está mais longe da equipa do que estava, e a razão só lhe será dada quando perguntar.
“Hoje não fomos suficientemente bons e não vou enfeitar isto.” Sergio Arias depois do 0‑1, no tom de quem sabe qual é a pergunta seguinte e não tenciona responder-lhe.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Andrés Rentería treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
A única versão de ficar de fora contra a qual um jogador não pode argumentar, e a que pior aceita. Outro tem estado melhor e a ficha de jogo di-lo, em público, todas as semanas até mudar.
A proposta do Ypsonas por Jean Galindo foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
4 miúdos sobem, e algures no edifício as pessoas que os treinaram aos doze anos estão a ter, em silêncio, a melhor manhã do seu ano de trabalho. Nada disto aparece num resultado, e é para isto que a formação existe.
Não há verba, não há apresentação, não há empresário na escadaria. Alfredo Valencia está neste clube desde miúdo e faz agora parte, formalmente, do plantel principal — o que, para um leitor local, vale mais do que qualquer contratação.
Os clubes gastam fortunas à procura de jogadores e de vez em quando encontram um ao fundo do corredor. Rafael Gomez é isso, e a receção na sua primeira aparição será de outra natureza que a de qualquer reforço.
Os clubes gastam fortunas à procura de jogadores e de vez em quando encontram um ao fundo do corredor. Jesus Martinez é isso, e a receção na sua primeira aparição será de outra natureza que a de qualquer reforço.
Duván Riascos esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Palmeiras fica com o seu homem, e o Jaguares volta a uma lista com um nome riscado.
«Não vim para aqui aquecer à frente das pessoas.» O contrato acaba um dia, sabe contar as semanas, e o Jaguares terá de lhe dar um motivo para ficar ou uma saída.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Jaguares sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Jaguares, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Em resumo
O bancoDuván Rodríguez tornou-se um homem de confiança do treinador
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Carlos Cantillo será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Jaguares as despedidas começaram em silêncio.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Patriotas fica com o seu homem, e o Jaguares volta a uma lista com um nome riscado.
Duván Riascos e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Marlon Sierra e o Jaguares acertam mais 2 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Jean Galindo, e o treinador deixou.
A despromoção que um clube nunca anuncia e um balneário nota sempre. Luis Becerra está mais longe da equipa do que estava, e a razão só lhe será dada quando perguntar.
A proposta do Atletico Nacional por Esteban Beltrán foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
O Atletico Nacional queria mais do que $420.0K e a direção não foi por aí. Levantou-se da mesa, por agora, o que em pleno mercado quer dizer até alguém pestanejar.
A proposta seguiu esta semana para o Atletico Nacional, e a resposta é deles. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Félix Uculmana e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
A versão geral desta queixa é que um jogador quer mais. A versão concreta dá-lhe nome: quer entrar sob os holofotes contra clubes de outros países, e deixou de fingir o contrário.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
9 contratações em três meses. Cada uma pode ser uma melhoria e a equipa pode ser pior durante um tempo na mesma, que é a parte de uma reconstrução que nunca aparece nos balanços de mercado.
O negócio com o Newell's Old Boys está feito em todos os sentidos menos no que o põe em campo. Nesta fase nada corre mal, exceto nas vezes em que corre.
O Jaguares foi ao Atletico Nacional com uma proposta, e os adeptos foram à internet com uma opinião sobre ela. Se alguma das duas muda alguma coisa, decide o clube vendedor.
O Jaguares ofereceu $620.0K; o Patriotas disse que nem perto. Ao treinador dirão que o dinheiro continua lá para o jogador certo, que é o que se diz aos treinadores.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O River Plate fica com o seu homem, e o Jaguares volta a uma lista com um nome riscado.
Duván Riascos esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Jaguares já se começa a dizer o nome dele no passado.
O Jaguares foi ao Patriotas com uma proposta, e os adeptos foram à internet com uma opinião sobre ela. Se alguma das duas muda alguma coisa, decide o clube vendedor.
O Jaguares já telefonou ao Newell's Old Boys. Sem verba, uma parte do salário, e uma camisola a mais na posição em que o plantel esteve mais curto a época inteira.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Jaguares, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
«Disseram-mo com clareza, e prefiro assim.» O treinador de Jaguares foi explícito quanto à situação de Duván Rodríguez, o que é mais do que muitos recebem.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Jaguares já se começa a dizer o nome dele no passado.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Olimpia fica com o seu homem, e o Jaguares volta a uma lista com um nome riscado.
Romario Murcia esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
O Jaguares já telefonou ao Talleres. Sem verba, uma parte do salário, e uma camisola a mais na posição em que o plantel esteve mais curto a época inteira.
Uma sondagem ao Fluminense para um empréstimo: cobertura, ou uma vista de olhos a alguém que o clube ainda não pode comprar. De qualquer maneira, a resposta chega dentro de uma semana.
“O treinador não usou muitas palavras, e não precisou delas.” Darwin López tem a sua resposta do Jaguares; o que fizer com ela é a história da próxima janela.
Toda a gente deixou de fingir: o Leones vai fazer a chamada por Franklin Mosquera esta semana. O Jaguares tem um número em mente, e o número não é tímido.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Jaguares coisas que levam mais de uma semana a retirar.
8 contratações em três meses. Cada uma pode ser uma melhoria e a equipa pode ser pior durante um tempo na mesma, que é a parte de uma reconstrução que nunca aparece nos balanços de mercado.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Erik Vásquez e o Jaguares acertam mais 3 anos.
Todos os desenhos têm posições e este não tem a dele. O Jaguares vai mudar o desenho, mudar-lhe a função ou mudar-lhe o clube, e ele está à espera de saber qual.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Jaguares, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
A lesão que volta sempre, de que se regressa sempre à pressa e que em silêncio custa mais carreiras do que as dramáticas. 15 dias é a estimativa; o número honesto depende de haver paciência.
Duván Riascos esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Diego Sánchez e o Jaguares acertam mais 2 anos.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Johan Hinestroza treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Nada por escrito e nada em público: uma palavra sobre minutos, dada cara a cara no Jaguares. As fichas de jogo do próximo mês dirão se valia a pena tê-la.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Julián Figueroa e o Jaguares acertam mais 2 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Julián Figueroa tem 33 e já não tem nada a provar. O que lhe resta é saber onde se colocar, quando baixar o ritmo e o que dizer ao intervalo, e nada disso aparece num gráfico físico.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Jaguares, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Os números não ficam em segredo num vestiário e nunca ficaram. Não pede mais do que vale: pergunta por que o do lado vale mais, e no Jaguares essa pergunta é mais difícil de responder.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Santiago Cubides será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Jaguares as despedidas começaram em silêncio.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Félix Uculmana e o Jaguares acertam mais 2 anos.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Jaguares coisas que levam mais de uma semana a retirar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Alguém viu todos os jogos da divisão no fim de semana e decidiu que ele foi o melhor que havia em qualquer deles. Uma honra pequena, e a maioria das carreiras acaba sem uma.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Roberto Riascos produziu-o, e o 9.29 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
14 ações combinadas e 7.50. O trabalho dele aparece sob a forma de outros parecerem bons, e a única maneira fiável de o notar é ver o que acontece nas tardes em que ele falta.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Jaguares coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Há um calor muito próprio que um estádio guarda para um jovem de 23 anos que sente como seu. Duván Riascos tem-no agora, e tudo o que fizer no resto do tempo aqui será medido contra a boa vontade que lhe deram de graça.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Plantel02/11/2026
No Jaguares ainda são estranhos uns para os outros
6 reforços numa só janela. Cada um pode ser uma melhoria e a equipa pode ainda assim ser pior durante uns tempos, que é a parte de uma reconstrução de que os veredictos nunca falam.
Um mês é longo o suficiente para ninguém entrar por acaso. Roberto Riascos está no melhor onze da divisão, o que é um elogio mais discreto do que um prémio e mais fiável.
Recuperou e depois fez alguma coisa com isso, que são dois trabalhos e a razão de o marcador ter o aspeto que tem. 14 ações combinadas e uma nota de 7.15, e nenhuma delas entrará num resumo.
Derrota por 0‑1, e justa. O treinador foi curto nas palavras no final, o que provavelmente foi sensato.
O banco26/10/2026
O veredicto do treinador
“A culpa é minha. Sou eu que escolho a equipa e escolhi mal.” Os treinadores dizem isto quando o sentem e quando precisam que se veja que o dizem, e depois do 0‑1 Sergio Arias saiu da sala antes que alguém pudesse perguntar qual dos dois casos era.
Alguém viu todos os jogos da divisão no fim de semana e decidiu que ele foi o melhor que havia em qualquer deles. Uma honra pequena, e a maioria das carreiras acaba sem uma.
O desenho queria outro perfil frente a este adversário, o que é uma resposta futebolística a sério e nenhum consolo para o visado. Não fez nada de errado e não jogou.
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 9 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
O painel já tinha subido, os protestos já tinham começado, e então a bola entrou ao minuto 91. O Independiente Medellin vai rever cada segundo do tempo extra durante uma semana.
Aos 33 devia estar a gerir os seus minutos. Em vez disso foi avaliado com 8.60 e pareceu, durante noventa minutos, exatamente o jogador de que toda a gente se lembra.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Roberto Riascos. 3‑2 sobre o Independiente Medellin, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Andrés Rentería, e o treinador deixou.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Jaguares coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Santiago Cubides será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Jaguares as despedidas começaram em silêncio.
Duván Riascos e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Jáder Maza, e o treinador deixou.
Segue-se o Independiente Medellin, e há um homem no balneário do Jaguares que conhece o centro de treinos deles melhor do que o seu. A receção vai dizer-lhe o que pensavam dele.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Duván Rodríguez está nela.
Nada por escrito e nada em público: uma palavra sobre minutos, dada cara a cara no Jaguares. As fichas de jogo do próximo mês dirão se valia a pena tê-la.
O encolher de ombros desapareceu, a língua vai chegando, e discute nos treinos como alguém que conta estar aqui no próximo ano. Metade do valor de um reforço é isto, e nada disso aparece na verba.
Há tardes em que um guarda-redes é a defesa inteira. 11 defesas, várias do género que ninguém espera ver feitas, e dez jogadores de campo que lhe devem uma bebida.
2‑5 para o Atletico Nacional, e foi exatamente tão mau como o número sugere. Há derrotas que se discutem e derrotas pelas quais se pede desculpa; esta foi do segundo tipo.
1 para Cristian Álvarez, avaliado com 7.46, e o nome de um central na parte da crónica a que normalmente só chega por engano. No balneário não o vão deixar esquecer durante um mês.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Jaguares coisas que levam mais de uma semana a retirar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Wilfrido De La Rosa produziu-o, e o 8.89 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 6 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
6 golos. Os dois bancos passaram a segunda parte a olhar um para o outro mais do que para o relvado. Os puristas vão queixar-se do Jaguares e do Union Magdalena por igual; os restantes divertiram-se imenso.
Duván Riascos esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Duván Rodríguez e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
“Hoje não fomos suficientemente bons e não vou enfeitar isto.” Sergio Arias depois do 0‑3, no tom de quem sabe qual é a pergunta seguinte e não tenciona responder-lhe.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Faber Gil treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Todos os plantéis têm um jogo destes para alguém, todas as épocas. Este é o de Royscer Colpa: o clube que o conheceu primeiro, os adeptos que vão decidir no primeiro minuto se aplaudem, e o Jaguares a precisar que ele jogue como se nada disso importasse.
Dribles concretizados: 16. Havia sempre um defesa à frente dele, e nunca houve um defesa à frente dele por muito tempo.
O banco14/09/2026
O veredicto do treinador
“A culpa é minha. Sou eu que escolho a equipa e escolhi mal.” Os treinadores dizem isto quando o sentem e quando precisam que se veja que o dizem, e depois do 1‑4 Sergio Arias saiu da sala antes que alguém pudesse perguntar qual dos dois casos era.
Batido 4 vezes, com 3 defesas por companhia. Os guarda-redes carregam estes resultados no currículo seja de quem for a culpa, e essa é a injustiça silenciosa do ofício.
O desenho queria outro perfil frente a este adversário, o que é uma resposta futebolística a sério e nenhum consolo para o visado. Não fez nada de errado e não jogou.
Todos os plantéis têm um jogo destes para alguém, todas as épocas. Este é o de Diego Martínez: o clube que o conheceu primeiro, os adeptos que vão decidir no primeiro minuto se aplaudem, e o Jaguares a precisar que ele jogue como se nada disso importasse.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
20 contratações em três meses. Cada uma pode ser uma melhoria e a equipa pode ser pior durante um tempo na mesma, que é a parte de uma reconstrução que nunca aparece nos balanços de mercado.
“Fiz tudo o que me pediram nos treinos e ao sábado não mudou nada.” A queixa mais conhecida do futebol, e uma a que o Jaguares terá de responder com minutos ou com uma transferência.
Segue-se o Deportivo Pereira, e há um homem no balneário do Jaguares que conhece o centro de treinos deles melhor do que o seu. A receção vai dizer-lhe o que pensavam dele.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Jaguares, e não vai ser retirado.
Os centrais têm licença para subir duas vezes por época e são julgados pelo que fazem quando lá chegam. Cristian Álvarez marcou, foi avaliado com 7.64 e voltou antes de alguém dar pela falta.
Dribles concretizados: 17. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
“O mérito é dos jogadores. Hoje o meu trabalho foi fácil.” Não foi, e toda a gente na sala o sabia; depois do 1‑0, Sergio Arias podia dar-se ao luxo de ser generoso.
Romario Murcia e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
O desenho queria outro perfil frente a este adversário, o que é uma resposta futebolística a sério e nenhum consolo para o visado. Não fez nada de errado e não jogou.
6 golos num jogo, Roberto Riascos na ficha e um resultado que vai parecer uma gralha. Os neutros não podiam pedir mais ao Jaguares nem ao Aguilas Doradas.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
O banco24/08/2026
O treinador ainda não acabou de esquecer o erro de Diego Martínez
Em público está ultrapassado para toda a gente. Não está para quem faz a equipa, e o único sítio onde isso se vê é uma ficha de jogo. Vai ter outra oportunidade: vai tê-la num jogo que importe menos.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Santiago Cubides será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Jaguares as despedidas começaram em silêncio.
Não há pior forma de perder um futebolista. Santiago Cubides pré-acordou a saída, o que significa que cada jogo daqui até junho é feito por um homem que o clube já não pode vender, e alguém lá em cima vai ter de explicar como se chegou aqui.
Duván Riascos e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
0‑2 para o America de Cali, e nenhuma queixa que valha a pena imprimir. A exibição não pediu mais do que aquilo que recebeu.
O banco17/08/2026
O veredicto do treinador
“A culpa é minha. Sou eu que escolho a equipa e escolhi mal.” Os treinadores dizem isto quando o sentem e quando precisam que se veja que o dizem, e depois do 0‑2 Sergio Arias saiu da sala antes que alguém pudesse perguntar qual dos dois casos era.
Não está a ser deixado de fora. Simplesmente não há, no sistema que o Jaguares joga, sítio onde pôr um homem que faz o que ele faz, o que é mais difícil de ouvir do que qualquer ficha de jogo.
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 8 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
Dois golos e um 7.87 a acompanhar. Os avançados são julgados por tardes como esta e recordados por muito menos delas do que se imagina.
Plantel10/08/2026
Uma transferência que Duván Riascos teria feito de graça
Há uma versão de cada carreira em que o jogador acaba onde escolheu e não onde o escolheram. Duván Riascos está a viver essa versão no Jaguares, e costuma notar-se no primeiro mês.
Duván Riascos esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Cristian Álvarez. 2‑0 sobre o Once Caldas, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
Não há verba, não há apresentação, não há empresário na escadaria. Javier Sinisterra está neste clube desde miúdo e faz agora parte, formalmente, do plantel principal — o que, para um leitor local, vale mais do que qualquer contratação.
Os clubes gastam fortunas à procura de jogadores e de vez em quando encontram um ao fundo do corredor. Wilmar Uribe é isso, e a receção na sua primeira aparição será de outra natureza que a de qualquer reforço.
Os clubes gastam fortunas à procura de jogadores e de vez em quando encontram um ao fundo do corredor. Jesus Muriel é isso, e a receção na sua primeira aparição será de outra natureza que a de qualquer reforço.
A formação existe exatamente para esta manhã. Pablo Lemos passou por todos os escalões do clube e tem agora um número de equipa principal; os mais orgulhosos do edifício serão os que o treinaram aos doze anos.