Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 19 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
Defender era opcional e ninguém exerceu a opção. 9 golos entre o Jong PSV e o Den Bosch, e nem um dos que pagaram bilhete vai pedir o dinheiro de volta.
“Os adeptos têm todo o direito de estar zangados. Eu também estou. Vamos corrigir isto.” 0‑9, um treinador a dizer as coisas necessárias, e um balneário que ouviu outra versão delas.
Quatro ou cinco jornadas de regularidade, medidas contra todos os da divisão que fazem o seu trabalho. Mikkel Bro Hansen sai dessa comparação dentro da equipa, e o Jong PSV beneficiou de cada uma dessas tardes.
Dribles concretizados: 21. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
Cabeceamentos, cortes, desarmes, interceções: 19 no total, e nem um golo às suas costas. Daquelas exibições que nunca entram nos melhores momentos e ganham jogos.
O banco01/03/2027
O veredicto do treinador
“Estou frustrado, sinceramente. Fizemos o suficiente para ganhar e não ganhámos.” Guus Janssen não o escondia depois do 0‑0, e no balneário do Jong PSV também ninguém o escondia.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Mikkel Bro Hansen treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Nem contrato novo nem número novo: um lugar novo na cabeça do treinador, que é a única promoção no futebol que conta de verdade. Madi Monamay subiu nela.
Noventa minutos, zero golos, e a discussão começou antes de o parque de estacionamento esvaziar: um ponto somado ou dois deitados fora contra o Helmond Sport? Na quinta-feira ainda vai haver quem discuta.
Dois ou mais sofridos em cada um dos últimos 13 jogos. Não é um erro a repetir-se, o que seria mais fácil de corrigir; é um diferente todas as semanas.
Mikkel Bro Hansen e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Defender era opcional e ninguém exerceu a opção. 8 golos entre o Jong PSV e o ADO Den Haag, e nem um dos que pagaram bilhete vai pedir o dinheiro de volta.
Aos 22 anos é cantado por pessoas com o dobro da idade, um carinho que um reforço demora anos a merecer e que um miúdo da casa recebe por aparecer. É também a coisa mais difícil de corresponder no futebol.
Dribles concretizados: 40. Cada vez que recebia, alguém tinha de decidir, e todas as vezes a decisão foi a errada.
Jogo13/02/2027
Não se vê o fim da espera do Jong PSV por uma vitória
Já são 12 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Jong PSV tem de arrancar um resultado de algum lado.
7 jogos, nenhum golo e um centro de treinos que já tentou tudo. Vai acabar — as secas acabam sempre — mas ninguém no Jong PSV sabe dizer em que semana.
6 jogos, nenhum golo e um centro de treinos que já tentou tudo. Vai acabar — as secas acabam sempre — mas ninguém no Jong PSV sabe dizer em que semana.
4 jogos sem golo. Os avançados deixam de levantar a cabeça, os médios dão o toque a mais, e cada remate que passa por cima é seguido de um lamento que se acumula desde o último golo.
“Hoje não fomos suficientemente bons e não vou enfeitar isto.” Guus Janssen depois do 0‑3, no tom de quem sabe qual é a pergunta seguinte e não tenciona responder-lhe.
“Não assinei para ver. Ninguém assina.” A queixa mais antiga do futebol, e o Jong PSV vai ter de lhe responder com minutos ou com uma transferência.
O banco01/02/2027
Fabio Kluit tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Jong PSV dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
“Não peço a ninguém que seja melhor do que é. Peço a todos que sejam tão bons como são, todas as semanas.” Dito em voz alta, à frente de todos, e o balneário do Jong PSV ficou diferente depois.
Em resumo
Notas dos jogadoresPeter Quispel passa por eles um de cada vez
8 jogos, dois ou mais sofridos em todos eles. Equipas que criam tanto podem viver com isso durante algum tempo. Ninguém vive com isso para sempre.
Jogo23/01/2027
Ninguém conseguiu parar de marcar
8 golos. Os dois bancos passaram a segunda parte a olhar um para o outro mais do que para o relvado. Os puristas vão queixar-se do Jong PSV e do Cambuur por igual; os restantes divertiram-se imenso.
3 jogos sem golo. Os avançados deixam de levantar a cabeça, os médios dão o toque a mais, e cada remate que passa por cima é seguido de um lamento que se acumula desde o último golo.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 25 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
0‑16 para o Dordrecht, e foi exatamente tão mau como o número sugere. Há derrotas que se discutem e derrotas pelas quais se pede desculpa; esta foi do segundo tipo.
Posição 18 e 10 pontos, e nesta parte da cidade a classificação lê-se de baixo para cima. O calendário deixou de ser um programa e passou a ser uma contagem decrescente.
Jogo16/01/2027
Não se vê o fim da espera do Jong PSV por uma vitória
Já são 7 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Jong PSV tem de arrancar um resultado de algum lado.
Houve um erro e acabou lá dentro. Os defesas são julgados pela pior coisa que fizeram e não pelos oitenta e nove minutos à volta: é injusto e é também o ofício.
Jogo16/01/2027
Ninguém conseguiu parar de marcar
16 golos. Os dois bancos passaram a segunda parte a olhar um para o outro mais do que para o relvado. Os puristas vão queixar-se do Jong PSV e do Dordrecht por igual; os restantes divertiram-se imenso.
“Podia falar de decisões e podia falar de sorte. Não vou. Perdemos.” O treinador, o 0‑16, e uma conferência de imprensa que durou quatro minutos.
O banco18/01/2027
O treinador ainda não acabou de esquecer o erro de Peter Quispel
Em público está ultrapassado para toda a gente. Não está para quem faz a equipa, e o único sítio onde isso se vê é uma ficha de jogo. Vai ter outra oportunidade: vai tê-la num jogo que importe menos.
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 23 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
0‑9 para o Emmen, e foi exatamente tão mau como o número sugere. Há derrotas que se discutem e derrotas pelas quais se pede desculpa; esta foi do segundo tipo.
A porta ficou fechada muito depois do apito final. O que ali se disse é com eles; se resultou, decide-se no sábado.
O banco11/01/2027
O treinador ainda não acabou de esquecer o erro de Sam Lammers
Em público está ultrapassado para toda a gente. Não está para quem faz a equipa, e o único sítio onde isso se vê é uma ficha de jogo. Vai ter outra oportunidade: vai tê-la num jogo que importe menos.
“Hoje não fomos suficientemente bons e não vou enfeitar isto.” Guus Janssen depois do 0‑9, no tom de quem sabe qual é a pergunta seguinte e não tenciona responder-lhe.
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 12 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
Sam Lammers tinha feito a sua parte na construção de um colchão de 2 golos. O que veio depois foi coletivo, e ao Jong Utrecht deixaram voltar a um jogo que estava arrumado.
O mais difícil de ter 21 anos numa equipa principal é que ninguém perdoa nada. Peter Quispel não precisou: 7.79, e parecia o homem mais à vontade no relvado.
Há futebolistas que fazem uma boa temporada e futebolistas por quem uma temporada é recordada; aos segundos leem-lhes o nome num salão no verão. No Jong PSV estarão discretamente encantados e, em privado, nervosos.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Em resumo
JogoA meio da época: o Jong PSV está no 18.º lugar
0‑6 para o MVV Maastricht, e foi exatamente tão mau como o número sugere. Há derrotas que se discutem e derrotas pelas quais se pede desculpa; esta foi do segundo tipo.
A série chega a 4 e as perguntas em torno do Jong PSV já não são delicadas.
Jogo26/12/2026
Ninguém conseguiu parar de marcar
6 golos. Os dois bancos passaram a segunda parte a olhar um para o outro mais do que para o relvado. Os puristas vão queixar-se do Jong PSV e do MVV Maastricht por igual; os restantes divertiram-se imenso.
Peter Quispel esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
O banco28/12/2026
A vista do banco
“Vamos analisar, vamos aprender com isto, e vamos outra vez.” As três frases que todos os treinadores guardam para uma derrota por 0‑6, ditas por Guus Janssen a uma sala que já as tinha ouvido.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Peter Quispel está nela.
Dribles concretizados: 10. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
Posição 18 e 9 pontos, e nesta parte da cidade a classificação lê-se de baixo para cima. O calendário deixou de ser um programa e passou a ser uma contagem decrescente.
Defender era opcional e ninguém exerceu a opção. 7 golos entre o Jong PSV e o RKC Waalwijk, e nem um dos que pagaram bilhete vai pedir o dinheiro de volta.
“Os adeptos têm todo o direito de estar zangados. Eu também estou. Vamos corrigir isto.” 0‑3, um treinador a dizer as coisas necessárias, e um balneário que ouviu outra versão delas.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Derrota por 0‑15 com o Vitesse, e derrota em tudo o que conta. O inquérito começa no relvado de treino segunda-feira de manhã.
Jogo05/12/2026
Ninguém conseguiu parar de marcar
15 golos. Os dois bancos passaram a segunda parte a olhar um para o outro mais do que para o relvado. Os puristas vão queixar-se do Jong PSV e do Vitesse por igual; os restantes divertiram-se imenso.
O prémio é pouca coisa com um significado pesado: durante quatro semanas ninguém neste escalão fez melhor o seu trabalho. Jong PSV têm o troféu numa prateleira e o jogador na equipa.
“Hoje não fomos suficientemente bons e não vou enfeitar isto.” Guus Janssen depois do 0‑15, no tom de quem sabe qual é a pergunta seguinte e não tenciona responder-lhe.
Quatro ou cinco jornadas de regularidade, medidas contra todos os da divisão que fazem o seu trabalho. Sam Lammers sai dessa comparação dentro da equipa, e o Jong PSV beneficiou de cada uma dessas tardes.
Os dérbis fazem nomes, e Sam Lammers fez o seu contra o Jong Ajax. 94‑0, o orgulho está seguro — e a outra metade da cidade vai estar farta de ouvir falar dele já na terça-feira.
“O mérito é dos jogadores. Hoje o meu trabalho foi fácil.” Não foi, e toda a gente na sala o sabia; depois do 94‑0, Guus Janssen podia dar-se ao luxo de ser generoso.
Há tardes em que um guarda-redes é a defesa inteira. 32 defesas, várias do género que ninguém espera ver feitas, e dez jogadores de campo que lhe devem uma bebida.
Defender era opcional e ninguém exerceu a opção. 18 golos entre o Jong PSV e o De Graafschap, e nem um dos que pagaram bilhete vai pedir o dinheiro de volta.
O jogo à volta do qual se organiza o calendário. A forma vai pela janela, a tabela não se consulta, e durante noventa minutos o Jong PSV será julgado por uma única coisa.
Em resumo
DireçãoNinguém saiu depressa do balneário de Jong PSV
O bancoA vista do banco
Notas dos jogadoresSam Lammers passa por eles um de cada vez
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Jong PSV, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Está no 14.º lugar e vai estar à espera. É fora de casa que uma época mostra o seu verdadeiro carácter, e esta equipa tem alguma coisa a provar sobre o seu.
Dois ou mais sofridos em cada um dos últimos 10 jogos. Não é um erro a repetir-se, o que seria mais fácil de corrigir; é um diferente todas as semanas.
Defender era opcional e ninguém exerceu a opção. 14 golos entre o Jong PSV e o Den Bosch, e nem um dos que pagaram bilhete vai pedir o dinheiro de volta.
“Os adeptos têm todo o direito de estar zangados. Eu também estou. Vamos corrigir isto.” 0‑14, um treinador a dizer as coisas necessárias, e um balneário que ouviu outra versão delas.
8 jogos sem vencer é o tipo de série que muda a forma como uma cidade fala do seu clube, e o Helmond Sport foi a tarde em que parou. Um resultado não resolve nada, e um resultado faz tudo parecer diferente.
O Helmond Sport segurou a vantagem 4 minutos, que não chega para a desfrutar. O Jong PSV respondeu antes de o festejo terminar, e com isso mudou a forma da tarde.
Há tardes em que um guarda-redes é a defesa inteira. 35 defesas, várias do género que ninguém espera ver feitas, e dez jogadores de campo que lhe devem uma bebida.
15 golos. Os dois bancos passaram a segunda parte a olhar um para o outro mais do que para o relvado. Os puristas vão queixar-se do Jong PSV e do ADO Den Haag por igual; os restantes divertiram-se imenso.
A próxima visita é de uma equipa no 4.º lugar. O resultado não fará a época de ninguém e pode, em silêncio, estragar a forma de uma, e é por isso que o treinador vê vídeo desde domingo.
Há tardes em que um guarda-redes é a defesa inteira. 27 defesas, várias do género que ninguém espera ver feitas, e dez jogadores de campo que lhe devem uma bebida.
6 jogos, dois ou mais sofridos em todos eles. Equipas que criam tanto podem viver com isso durante algum tempo. Ninguém vive com isso para sempre.
Jogo26/09/2026
Ninguém conseguiu parar de marcar
13 golos. Os dois bancos passaram a segunda parte a olhar um para o outro mais do que para o relvado. Os puristas vão queixar-se do Jong PSV e do VVV-Venlo por igual; os restantes divertiram-se imenso.
O treinador prendeu-os no balneário e disse o que tinha a dizer. Espera-se resposta no sábado e, se não vier, as perguntas sobem um andar.
O banco28/09/2026
O veredicto do treinador
“A culpa é minha. Sou eu que escolho a equipa e escolhi mal.” Os treinadores dizem isto quando o sentem e quando precisam que se veja que o dizem, e depois do 0‑13 Guus Janssen saiu da sala antes que alguém pudesse perguntar qual dos dois casos era.
“Não peço a ninguém que seja melhor do que é. Peço a todos que sejam tão bons como são, todas as semanas.” Dito em voz alta, à frente de todos, e o balneário do Jong PSV ficou diferente depois.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Tijn Smolenaars treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Há tardes em que um guarda-redes é a defesa inteira. 9 defesas, várias do género que ninguém espera ver feitas, e dez jogadores de campo que lhe devem uma bebida.
6 golos. Os dois bancos passaram a segunda parte a olhar um para o outro mais do que para o relvado. Os puristas vão queixar-se do Jong PSV e do Willem II por igual; os restantes divertiram-se imenso.
2‑4 para o Willem II, e nenhuma queixa que valha a pena imprimir. A exibição não pediu mais do que aquilo que recebeu.
O banco21/09/2026
O veredicto do treinador
“A culpa é minha. Sou eu que escolho a equipa e escolhi mal.” Os treinadores dizem isto quando o sentem e quando precisam que se veja que o dizem, e depois do 2‑4 Guus Janssen saiu da sala antes que alguém pudesse perguntar qual dos dois casos era.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Sam Lammers. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
Aos 29 anos conquistou um lugar em vez de o receber, e outro tem de arranjar alguma coisa para dizer sobre isso. O Jong PSV tem uma decisão que se tomou sozinha.
Há tardes em que um guarda-redes é a defesa inteira. 21 defesas, várias do género que ninguém espera ver feitas, e dez jogadores de campo que lhe devem uma bebida.
As ocasiões aparecem e algo acontece entre criá-las e finalizá-las. Já vão 4 jogos, e a inquietação nas bancadas chega um pouco mais cedo a cada semana.
Jogo12/09/2026
Ninguém conseguiu parar de marcar
9 golos. Os dois bancos passaram a segunda parte a olhar um para o outro mais do que para o relvado. Os puristas vão queixar-se do Jong PSV e do Jong AZ por igual; os restantes divertiram-se imenso.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
A música estava desligada e os duches correram até tarde. O que se disse naquele balneário fica lá, mas o sábado publicará a ata.
O banco14/09/2026
A vista do banco
“Vamos analisar, vamos aprender com isto, e vamos outra vez.” As três frases que todos os treinadores guardam para uma derrota por 0‑9, ditas por Guus Janssen a uma sala que já as tinha ouvido.
Em resumo
Notas dos jogadoresNinguém conseguiu chegar a Sam Lammers
“Não era o certo para mim. Não vou explicar porquê a ninguém, a não ser às pessoas a quem devo uma explicação.” Um negócio acordado entre dois clubes, e um jogador que se recusou a fazer parte dele.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Jong PSV, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Nem contrato novo nem número novo: um lugar novo na cabeça do treinador, que é a única promoção no futebol que conta de verdade. Sam Lammers subiu nela.
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 29 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
Defender era opcional e ninguém exerceu a opção. 16 golos entre o Jong PSV e o Cambuur, e nem um dos que pagaram bilhete vai pedir o dinheiro de volta.
As ocasiões aparecem e algo acontece entre criá-las e finalizá-las. Já vão 3 jogos, e a inquietação nas bancadas chega um pouco mais cedo a cada semana.
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 8 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Jong PSV perdeu-o em tudo menos nos papéis.
Defender era opcional e ninguém exerceu a opção. 6 golos entre o Jong PSV e o Dordrecht, e nem um dos que pagaram bilhete vai pedir o dinheiro de volta.
“Os adeptos têm todo o direito de estar zangados. Eu também estou. Vamos corrigir isto.” 0‑6, um treinador a dizer as coisas necessárias, e um balneário que ouviu outra versão delas.
Dribles concretizados: 14. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
A lista é um documento discreto com um significado ruidoso. Tijn Smolenaars pode falar com quem perguntar, e no clube toda a gente sabe o que isso quer dizer.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Tijn Smolenaars. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 20 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
Derrota por 0‑15 com o Emmen, e derrota em tudo o que conta. O inquérito começa no relvado de treino segunda-feira de manhã.
Jogo15/08/2026
Ninguém conseguiu parar de marcar
15 golos. Os dois bancos passaram a segunda parte a olhar um para o outro mais do que para o relvado. Os puristas vão queixar-se do Jong PSV e do Emmen por igual; os restantes divertiram-se imenso.
Em resumo
DireçãoNinguém saiu depressa do balneário de Jong PSV
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Sami Ouaissa e o Jong PSV acertam mais 5 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Sami Ouaissa, e o treinador deixou.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Jong PSV coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Continua sem haver proposta em cima da mesa, e o contrato de Sam Lammers continua a encolher. Na língua dos gabinetes, um silêncio tão longo deixa de ser esquecimento e passa a ser resposta.
Em resumo
O bancoSami Ouaissa pede uma conversa com o treinador
PlantelSami Ouaissa já sabe quanto ganha o do lado