Takashi Inui e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel12/10/2026
Ryosuke Yamanaka desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Todos os plantéis têm um jogo destes para alguém, todas as épocas. Este é o de Hirotaka Tameda: o clube que o conheceu primeiro, os adeptos que vão decidir no primeiro minuto se aplaudem, e o Jubilo Iwata a precisar que ele jogue como se nada disso importasse.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Nada por escrito e nada em público: uma palavra sobre minutos, dada cara a cara no Jubilo Iwata. As fichas de jogo do próximo mês dirão se valia a pena tê-la.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Ryoga Sato. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
«Dei tudo a isto, mas a minha família não está aqui — e eu também não, na verdade.» A um futebolista corrige-se a má fase. Disto nunca ninguém foi corrigido, e no Jubilo Iwata sabem-no.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Jubilo Iwata coisas que levam mais de uma semana a retirar.
As ocasiões aparecem e algo acontece entre criá-las e finalizá-las. Já vão 3 jogos, e a inquietação nas bancadas chega um pouco mais cedo a cada semana.
Dribles concretizados: 19. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
Derrota por 0‑1, e justa. O treinador foi curto nas palavras no final, o que provavelmente foi sensato.
Plantel05/10/2026
Jan Van Den Bergh desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«Nunca quis estar noutro sítio. Ainda há trabalho por acabar aqui.» Ryosuke Yamanaka compromete-se com o Jubilo Iwata por mais 3 anos.
Direção05/10/2026
Em Jubilo Iwata, 116% das receitas vão para salários
Todos os clubes de futebol pagam aos jogadores a maior parte do que recebem. Pagar-lhes quase tudo é outro arranjo, e acabou da mesma maneira todas as vezes que alguém tentou.
Takashi Inui esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel28/09/2026
Palavras no treino do Jubilo Iwata sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Daiki Kaneko está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Dribles concretizados: 16. Cada vez que recebia, alguém tinha de decidir, e todas as vezes a decisão foi a errada.
Plantel28/09/2026
9 caras novas e o Jubilo Iwata ainda se está a conhecer
Um plantel reconstruído num único mercado paga-o numa moeda que ninguém orça. O futebol não é pior do que a soma dos jogadores: é pior do que a soma dos jogadores que já jogaram juntos.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Ryo Watanabe, e o treinador deixou.
“Um ponto é um ponto e fico com ele, mas devíamos ter levado os três.” Sho Tanaka depois do empate por 0‑0, e a frase que todos os treinadores do país disseram a certa altura deste fim de semana.
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 7 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Ryosuke Yamanaka estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
«Não fui para ficar a ver. Quero voltar ao Jubilo Iwata e lutar pelo meu lugar.» 0 jogos em 5 no Kashiwa Reysol dizem o resto.
O banco21/09/2026
O veredicto do treinador
“A culpa é minha. Sou eu que escolho a equipa e escolhi mal.” Os treinadores dizem isto quando o sentem e quando precisam que se veja que o dizem, e depois do 0‑1 Sho Tanaka saiu da sala antes que alguém pudesse perguntar qual dos dois casos era.
Vestiu a outra camisola. No sábado joga contra o Sanfrecce Hiroshima com esta, e tudo o que disser esta semana sobre ser um jogo como os outros será mentira.
Há golos que ganham jogos e golos que os tiram a alguém. Takashi Inui marcou ao minuto 87, o Albirex Niigata já pensava na viagem de regresso, e o Jubilo Iwata levou tudo.
6 jogos sem vencer é o tipo de série que muda a forma como uma cidade fala do seu clube, e o Albirex Niigata foi a tarde em que parou. Um resultado não resolve nada, e um resultado faz tudo parecer diferente.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Takashi Inui. 2‑1 sobre o Albirex Niigata, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
Plantel14/09/2026
Jan Van Den Bergh desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Shion Inoue e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
O banco14/09/2026
A vista do banco
“Controlámos o jogo. Houve períodos de que não gostei e vamos vê-los, mas o grupo mostrou-me alguma coisa.” Sho Tanaka, sobre uma vitória por 2‑1 que já ia a desmontar a caminho da sala de imprensa.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Kosuke Yamazaki treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Yuri Lara esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Daiki Kaneko estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Quando isto acontece nada se anuncia, e toda a gente sabe. É uma parte maior do plano do Jubilo Iwata do que era há um mês, e o centro de treinos percebeu-o antes de a ficha de jogo o dizer.
Vestiu a outra camisola. No sábado joga contra o Albirex Niigata com esta, e tudo o que disser esta semana sobre ser um jogo como os outros será mentira.
Continua sem haver proposta em cima da mesa, e o contrato de Ryosuke Yamanaka continua a encolher. Na língua dos gabinetes, um silêncio tão longo deixa de ser esquecimento e passa a ser resposta.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Koto Abe está nela.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Jubilo Iwata, e não vai ser retirado.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Jubilo Iwata coisas que levam mais de uma semana a retirar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Ryosuke Yamanaka estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Plantel31/08/2026
Demasiada mudança demasiado depressa no Jubilo Iwata
9 contratações em três meses. Cada uma pode ser uma melhoria e a equipa pode ser pior durante um tempo na mesma, que é a parte de uma reconstrução que nunca aparece nos balanços de mercado.
Em resumo
O bancoO veredicto do treinador
Notas dos jogadoresKoki Ogawa passa por eles um de cada vez
Takashi Inui tinha feito a sua parte na construção de um colchão de 2 golos. O que veio depois foi coletivo, e ao Sagan Tosu deixaram voltar a um jogo que estava arrumado.
Aos 38 devia estar a gerir os seus minutos. Em vez disso foi avaliado com 8.26 e pareceu, durante noventa minutos, exatamente o jogador de que toda a gente se lembra.
Jogo22/08/2026
Não se vê o fim da espera do Jubilo Iwata por uma vitória
Já são 5 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Jubilo Iwata tem de arrancar um resultado de algum lado.
7.68, 1 na ficha e a comédia muito própria de um jogador da linha defensiva a festejar como quem faz isto todas as semanas. Não faz, e é exatamente por isso que o estádio reagiu como reagiu.
Direção24/08/2026
O prazo passa com 16 contratações e 4 saídas
Está feito o negócio no Jubilo Iwata até o mercado voltar a abrir. Se chegou, responde-se aos sábados e não numa coluna, e o primeiro sábado está perto.
A proposta do Nagoya Grampus por Katsunori Ueebisu foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
O valor aprovado não chegava. A direção foi consultada de novo e subiu a sua própria proposta para $120.0K — um clube que quer Hiroki Abe ao ponto de perguntar duas vezes.
Takashi Inui e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
A proposta seguiu esta semana para o Urawa Reds, e a resposta é deles. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
O Omiya Ardija pagou $72.0K e o Jubilo Iwata aceitou, o que é a história toda numa frase. A versão longa fala do orçamento salarial e vai ser contada a época inteira.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Daiki Kaneko estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Jubilo Iwata perdeu-o em tudo menos nos papéis.
“Ouvi, pensei, e fico. É essa a história toda.” Os clubes tinham acordado uma verba. Tokumo Kawai não tinha acordado ir, e afinal era essa a parte que contava.
Chega um momento em que um clube apoia a sua ambição ou admite que não a tem. O Jubilo Iwata pagou $750.0K por Kohei Tezuka, que é a forma mais barulhenta de dizer qual das duas escolheu.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Takuma Ominami e o Jubilo Iwata acertam mais 3 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Takashi Inui esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
O Jubilo Iwata perguntou e o Urawa Reds disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Não há verba, não há apresentação, não há empresário na escadaria. Sho Hasebe está neste clube desde miúdo e faz agora parte, formalmente, do plantel principal — o que, para um leitor local, vale mais do que qualquer contratação.
O Jubilo Iwata foi ao Kashiwa Reysol com uma proposta, e os adeptos foram à internet com uma opinião sobre ela. Se alguma das duas muda alguma coisa, decide o clube vendedor.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Takashi Inui e o Jubilo Iwata acertam mais 2 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Jubilo Iwata coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel03/08/2026
Palavras no treino do Jubilo Iwata sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Jan Van Den Bergh está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Dribles concretizados: 17. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
Direção03/08/2026
Ninguém saiu depressa do balneário de Jubilo Iwata
A porta ficou fechada muito depois do apito final. O que ali se disse é com eles; se resultou, decide-se no sábado.
Continua sem haver proposta em cima da mesa, e o contrato de Yuri Lara continua a encolher. Na língua dos gabinetes, um silêncio tão longo deixa de ser esquecimento e passa a ser resposta.
“Continuamos a reunir-nos, e continuamos a sair da sala com os mesmos números com que entrámos.” Mais uma ronda de conversas no Jubilo Iwata, mais uma semana sem a assinatura de Hirotaka Tameda.