“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Tommaso Maggioni e o Juve Stabia acertam mais 4 anos.
«Dei tudo a isto, mas a minha família não está aqui — e eu também não, na verdade.» A um futebolista corrige-se a má fase. Disto nunca ninguém foi corrigido, e no Juve Stabia sabem-no.
É sentimental, é completamente sincero e é o princípio de uma saída que ninguém anunciou. O clube pode ser elegante quanto a isso ou pode fingir que não ouviu.
Jonathan Hereñú e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Wilfredo Olivera, e o treinador deixou.
Giuseppe Sibilli e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Marco Varnier, e o treinador deixou.
A música estava desligada e os duches correram até tarde. O que se disse naquele balneário fica lá, mas o sábado publicará a ata.
O banco30/11/2026
A vista do banco
“Vamos analisar, vamos aprender com isto, e vamos outra vez.” As três frases que todos os treinadores guardam para uma derrota por 0‑1, ditas por Sebastiano Baraldi a uma sala que já as tinha ouvido.
Segue-se o Pescara, e há um homem no balneário do Juve Stabia que conhece o centro de treinos deles melhor do que o seu. A receção vai dizer-lhe o que pensavam dele.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Leonardo Candellone assinar alguma coisa — um contrato no Juve Stabia ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
Ninguém no Juve Stabia sugere que esteja em má fase. O treinador quis simplesmente outras qualidades para noventa minutos concretos, e contra isso um jogador não pode treinar nada.
Já são 6 jogos sem perder. Uns foram conquistados, outros sobrevividos, mas está a formar-se um hábito — e hábitos são a coisa mais difícil de defrontar no futebol.
Giuseppe Sibilli e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel23/11/2026
No Juve Stabia ainda são estranhos uns para os outros
7 reforços numa só janela. Cada um pode ser uma melhoria e a equipa pode ainda assim ser pior durante uns tempos, que é a parte de uma reconstrução de que os veredictos nunca falam.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Plantel23/11/2026
Mahmoud Wahid desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Um ponto é um ponto e fico com ele, mas devíamos ter levado os três.” Sebastiano Baraldi depois do empate por 0‑0, e a frase que todos os treinadores do país disseram a certa altura deste fim de semana.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Juve Stabia ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Juve Stabia coisas que levam mais de uma semana a retirar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Plantel16/11/2026
Palavras no treino do Juve Stabia sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Mahmoud Wahid está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Fabio Maistro treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Não dá grande título e é a razão por que os jogadores acreditam na promessa seguinte. O Juve Stabia disse a Federico Artioli que algo iria acontecer e aconteceu, o que nesta indústria já passa por notável.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Juve Stabia sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
Todos os plantéis têm um jogo destes para alguém, todas as épocas. Este é o de Pietro Boer: o clube que o conheceu primeiro, os adeptos que vão decidir no primeiro minuto se aplaudem, e o Juve Stabia a precisar que ele jogue como se nada disso importasse.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Thomas Battistella está nela.
O painel já tinha subido, os protestos já tinham começado, e então a bola entrou ao minuto 111. O Mantova vai rever cada segundo do tempo extra durante uma semana.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Thomas Battistella produziu-o, e o 8.41 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
Christian Pierobon esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Há um calor muito próprio que um estádio guarda para um jovem de 18 anos que sente como seu. Antonio Valentino tem-no agora, e tudo o que fizer no resto do tempo aqui será medido contra a boa vontade que lhe deram de graça.
Dribles concretizados: 14. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Fabio Maistro treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Quatro ou cinco jornadas de regularidade, medidas contra todos os da divisão que fazem o seu trabalho. Marco Bellich sai dessa comparação dentro da equipa, e o Juve Stabia beneficiou de cada uma dessas tardes.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Souza, e o treinador deixou.
O sistema mudou e a posição dele não. Um futebolista pode melhorar a forma; não pode melhorar o sistema do treinador, e o problema é todo esse.
Plantel02/11/2026
Mahmoud Wahid desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Não é o fim do mundo e não chega. As duas coisas são verdade.” O treinador, depois de um empate por 0‑0, disse a coisa honesta e foi dizê-la outra vez lá dentro.
As bancadas esperaram por um golo que nunca chegou. O Südtirol defendeu com muita gente e levou aquilo que veio buscar, e as duas equipas podiam ainda estar a jogar sem incomodar o marcador.
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 7 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
«Dei tudo a isto, mas a minha família não está aqui — e eu também não, na verdade.» A um futebolista corrige-se a má fase. Disto nunca ninguém foi corrigido, e no Juve Stabia sabem-no.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Giuseppe Sibilli, e o treinador deixou.
Alguns jogos decidem-se num instante; este decidiu-se num homem. 7.92 na ficha, e os adeptos do Juve Stabia saíram a repetir um nome.
Plantel26/10/2026
Demasiada mudança demasiado depressa no Juve Stabia
19 contratações em três meses. Cada uma pode ser uma melhoria e a equipa pode ser pior durante um tempo na mesma, que é a parte de uma reconstrução que nunca aparece nos balanços de mercado.
O banco26/10/2026
A vista do banco
“Controlámos o jogo. Houve períodos de que não gostei e vamos vê-los, mas o grupo mostrou-me alguma coisa.” Sebastiano Baraldi, sobre uma vitória por 1‑0 que já ia a desmontar a caminho da sala de imprensa.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Juve Stabia coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Juve Stabia ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Não é uma fase — é um salto a sério, mantido durante meses. Aos 20 anos faz a este nível coisas que não fazia no início da época, e a equipa técnica dir-lhe-á exatamente quais.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Antonio Di Nardo. 1‑0 sobre o Catanzaro, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
Aos 36 anos, 3 pontos abaixo de onde esteve, e um corpo que começou a cobrar juros. Acontece a todos, e continua a ser o parágrafo mais difícil desta página.
Jonathan Hereñú e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
A forma vai e vem; esta não foi. Justin Kumi tem 22 anos, e a versão que treina agora não teria entrado na equipa em que estava há um ano.
Plantel12/10/2026
Nermin Karić sofre uma lesão muscular — 14 dias de fora
A lesão que volta sempre, de que se regressa sempre à pressa e que em silêncio custa mais carreiras do que as dramáticas. 14 dias é a estimativa; o número honesto depende de haver paciência.
Giuseppe Sibilli esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Toda a gente no Juve Stabia viu antes de alguém o dizer, que é como isto vai sempre. Aos 36 o declínio é real e mensurável — 3 pontos — e só falta saber como o clube trata alguém a quem deve muitíssimo.
Giuseppe Sibilli e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Acontece a todos e continua a ser o parágrafo mais difícil que um jornal local tem de escrever. 35 anos, 3 pontos abaixo do que era, e um corpo que começou a cobrar juros sobre uma carreira.
«Aqui ninguém está acima de levar um raspanete.» Não se disse nenhum nome, mas o balneário sabe contar, e quem estava a ouvir também.
Direção05/10/2026
Os salários engolem 97% das receitas do Juve Stabia
Nenhum clube fica com muito do que ganha; a maior parte vai para os jogadores. Ficar quase sem nada é um arranjo diferente, e sempre que alguém o experimentou terminou da mesma forma.
Giuseppe Sibilli e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
8.14. Há exibições que um adepto descreve a quem não esteve lá e não consegue transmitir; esta foi uma, e o número também não ajuda.
Plantel28/09/2026
14 caras novas e o Juve Stabia ainda se está a conhecer
Um plantel reconstruído num único mercado paga-o numa moeda que ninguém orça. O futebol não é pior do que a soma dos jogadores: é pior do que a soma dos jogadores que já jogaram juntos.
Dribles concretizados: 15. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
O banco28/09/2026
A vista do banco
“Controlámos o jogo. Houve períodos de que não gostei e vamos vê-los, mas o grupo mostrou-me alguma coisa.” Sebastiano Baraldi, sobre uma vitória por 1‑0 que já ia a desmontar a caminho da sala de imprensa.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Leonardo Candellone. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Juve Stabia falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Juve Stabia ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Juve Stabia coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Cabeceamentos, cortes, desarmes, interceções: 21 no total, e nem um golo às suas costas. Daquelas exibições que nunca entram nos melhores momentos e ganham jogos.
As ocasiões aparecem e algo acontece entre criá-las e finalizá-las. Já vão 3 jogos, e a inquietação nas bancadas chega um pouco mais cedo a cada semana.
A lista é um documento discreto com um significado ruidoso. Fabio Maistro pode falar com quem perguntar, e no clube toda a gente sabe o que isso quer dizer.
“Há coisas de que gostei e coisas que vamos repetir na terça-feira até saírem bem.” 0‑0, e um treinador que já tinha decidido como seria a terça-feira.
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Juve Stabia vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Juve Stabia, e não vai ser retirado.
O Juve Stabia perguntou e o River Plate disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Leonardo Candellone, e o treinador deixou.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Fabio Maistro treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
O banco14/09/2026
O veredicto do treinador
“Estou frustrado, sinceramente. Fizemos o suficiente para ganhar e não ganhámos.” Sebastiano Baraldi não o escondia depois do 0‑0, e no balneário do Juve Stabia também ninguém o escondia.
Noventa minutos, zero golos, e a discussão começou antes de o parque de estacionamento esvaziar: um ponto somado ou dois deitados fora contra o Reggiana? Na quinta-feira ainda vai haver quem discuta.
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Juve Stabia vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Juve Stabia, e não vai ser retirado.
O Juve Stabia perguntou e o Spezia disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Direção07/09/2026
Fecha o mercado: 13 entradas, 0 saídas no Juve Stabia
O prazo passou e o plantel é o plantel. Chegaram 13, saíram 0, e tudo o resto que se imprimiu sobre este clube no último mês foi um rumor que ficou rumor.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Juve Stabia, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Segue-se o Reggiana, e há um homem no balneário do Juve Stabia que conhece o centro de treinos deles melhor do que o seu. A receção vai dizer-lhe o que pensavam dele.
Em resumo
MercadoO mercado disse que não: Fabio Maistro fica onde está
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 42 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Juve Stabia podem fingir não ter ouvido.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Inter fica com o seu homem, e o Juve Stabia volta a uma lista com um nome riscado.
Tem 20 anos e ninguém em Juve Stabia o contratou para esta época. Negócios destes julgam-se daqui a quatro anos, por gente que talvez já não esteja na casa.
Plantel31/08/2026
14 caras novas e o Juve Stabia ainda se está a conhecer
Um plantel reconstruído num único mercado paga-o numa moeda que ninguém orça. O futebol não é pior do que a soma dos jogadores: é pior do que a soma dos jogadores que já jogaram juntos.
Dribles concretizados: 14. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
“Há coisas de que gostei e coisas que vamos repetir na terça-feira até saírem bem.” 0‑0, e um treinador que já tinha decidido como seria a terça-feira.
Outro tem estado melhor, o treinador disse-o com uma ficha de jogo, e não há discussão possível. Vai recuperar a camisola da única maneira que ela se recupera.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Juve Stabia falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Juve Stabia coisas que levam mais de uma semana a retirar.
$390.0K era o máximo que o clube pagaria, e o Sassuolo pedia mais. Negócios destes ressuscitam na última semana do mercado mais ou menos metade das vezes, e todos os envolvidos o sabem.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 57 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
O valor aprovado não chegava. A direção foi consultada de novo e subiu a sua própria proposta para $405.0K — um clube que quer Fali Candé ao ponto de perguntar duas vezes.
A proposta seguiu esta semana para o Sassuolo, e a resposta é deles. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Giuseppe Sibilli esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
O Juve Stabia já telefonou ao Chamois Niortais. Sem verba, uma parte do salário, e uma camisola a mais na posição em que o plantel esteve mais curto a época inteira.
Verba acordada, salário acordado, e o Pianese à espera com uma camisola. No Juve Stabia ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Marco Bellich e o Juve Stabia acertam mais 4 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Giuseppe Sibilli e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Salford City fica com o seu homem, e o Juve Stabia volta a uma lista com um nome riscado.
Os clubes gastam fortunas à procura de jogadores e de vez em quando encontram um ao fundo do corredor. Mirko Vignali é isso, e a receção na sua primeira aparição será de outra natureza que a de qualquer reforço.
Não há verba, não há apresentação, não há empresário na escadaria. Umberto Cecconi está neste clube desde miúdo e faz agora parte, formalmente, do plantel principal — o que, para um leitor local, vale mais do que qualquer contratação.
Não há verba, não há apresentação, não há empresário na escadaria. Manuel Tedesco está neste clube desde miúdo e faz agora parte, formalmente, do plantel principal — o que, para um leitor local, vale mais do que qualquer contratação.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Leonardo Candellone e o Juve Stabia acertam mais 4 anos.
Giuseppe Sibilli e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
O telefone voltou a tocar por causa de Alessandro Signorini, e desta vez do outro lado está o Pianese. No Juve Stabia ouvem com educação e não prometem nada.
“Continuamos a reunir-nos, e continuamos a sair da sala com os mesmos números com que entrámos.” Mais uma ronda de conversas no Juve Stabia, mais uma semana sem a assinatura de Christian Pierobon.
Continua sem haver proposta em cima da mesa, e o contrato de Leonardo Candellone continua a encolher. Na língua dos gabinetes, um silêncio tão longo deixa de ser esquecimento e passa a ser resposta.
Plantel03/08/2026
Demasiada mudança demasiado depressa no Juve Stabia
11 contratações em três meses. Cada uma pode ser uma melhoria e a equipa pode ser pior durante um tempo na mesma, que é a parte de uma reconstrução que nunca aparece nos balanços de mercado.
Uma sondagem ao Salford City para um empréstimo: cobertura, ou uma vista de olhos a alguém que o clube ainda não pode comprar. De qualquer maneira, a resposta chega dentro de uma semana.
Perguntou-se ao Chamois Niortais se o emprestaria. Os empréstimos acertam-se depressa ou não se acertam, e este será uma coisa ou outra até ao fim de semana.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Marco Bellich treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.