Um desempate por grandes penalidades fica na memória pelo fim, e este acaba em Bruce Bvuma: 2 travadas, e uma bancada que vai descrever cada uma delas nos próximos vinte anos.
O Polokwane City está fora e o Kaizer Chiefs segue em frente, com um 0‑0 como palavra final. O quadro abre-se um pouco, e toda a gente se permite espreitá-lo.
Posição 3, 31 pontos, e o resultado que todos procuram primeiro agora é o deles. A palavra continua a não se dizer à volta do estádio — e é assim que se sabe que todos a pensam.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Martin Expérience, e o treinador deixou.
A jogar fora da posição, substituído à hora de jogo, obrigado a ser alguém que não é — os detalhes variam e o humor não. O Kaizer Chiefs tem um jogador a fazer o seu trabalho sob protesto.
«Disseram-me coisas antes de eu assinar. Não as vou repetir, mas lembro-me de todas.» Kaizer Chiefs nada responderam, o que também é uma resposta.
Direção30/11/2026
Em Kaizer Chiefs, 256% das receitas vão para salários
Todos os clubes de futebol pagam aos jogadores a maior parte do que recebem. Pagar-lhes quase tudo é outro arranjo, e acabou da mesma maneira todas as vezes que alguém tentou.
Uma média de 7.20 na época, com 3 golos a sustentá-la. Os adversários começaram a planear jogos a pensar nele, que é o elogio mais sincero que o futebol faz.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Takalani Mazhamba, e o treinador deixou.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Mduduzi Shabalala assinar alguma coisa — um contrato no Kaizer Chiefs ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Thabiso Monyane treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Mfundo Vilakazi e o Kaizer Chiefs acertam mais 5 anos.
Posição 3, 23 pontos, e o resultado que todos procuram primeiro agora é o deles. A palavra continua a não se dizer à volta do estádio — e é assim que se sabe que todos a pensam.
Já são 4 vitórias seguidas, e a pergunta deixou de ser se a série acaba para passar a ser quem a acaba. Confiança assim não se compra; ganha-se exatamente desta maneira.
Em Kaizer Chiefs, 256% das receitas vão para salários
Todos os clubes de futebol pagam aos jogadores a maior parte do que recebem. Pagar-lhes quase tudo é outro arranjo, e acabou da mesma maneira todas as vezes que alguém tentou.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Festejou como quem andava com aquilo às costas há meses, porque andava. Kaizer Chiefs têm o reforço desbloqueado e uma pergunta a menos em cada conferência.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Thabo Mokwena assinar alguma coisa — um contrato no Kaizer Chiefs ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
Ninguém quer jogar contra o Kaizer Chiefs neste momento
3 vitórias seguidas mudam a forma como o adversário aquece: mais calado, mais olhares de esguelha. As séries acabam, toda a gente o sabe — mas neste balneário ninguém conta com isso.
«Agradeço os jogos, mas não me fiz futebolista para ser a peça sobresselente de alguém.» Quer estar em Kaizer Chiefs, e 1 jogos em 9 dizem que merece ser ouvido.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Mduduzi Shabalala assinar alguma coisa — um contrato no Kaizer Chiefs ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Kaizer Chiefs, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O Kaizer Chiefs pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Kaizer Chiefs, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Um 1‑0 sobre o Maritzburg United, conquistado e não oferecido, e o tipo de tarde que manda toda a gente para casa a falar da próxima semana em vez desta.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Há um número a partir do qual uma massa salarial deixa de ser ambiciosa e passa a ser a razão de mais nada ser possível, e este clube chegou lá. Não sobra nada para um reforço, para uma bancada ou para uma tarde de chuva.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Reeve Frosler, e o treinador deixou.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Kaizer Chiefs, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Não se vê o fim da espera do Kaizer Chiefs por uma vitória
Já são 7 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Kaizer Chiefs tem de arrancar um resultado de algum lado.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Martin Expérience e o Kaizer Chiefs acertam mais 4 anos.
Um erro na defesa é um momento; um erro na baliza é um golo. Bruce Bvuma sabe-o, a bancada percebeu-o de imediato, e não havia mais ninguém atrás dele para o transformar noutra coisa.
“Vejo todos os jogos do Kaizer Chiefs daqui. Isso diz tudo sobre onde está a minha cabeça.” O empréstimo no Gor Mahia segue o seu curso, mas o coração nunca fez a viagem.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Pule Mmodi treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Mduduzi Shabalala assinar alguma coisa — um contrato no Kaizer Chiefs ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Flávio Silva, e o treinador deixou.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Pule Mmodi treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Uma cara nova na sua posição e, de repente, Zitha Kwinika tem de reconquistar o que julgava seu. O Kaizer Chiefs não prometeu nada — nesta fase raramente promete.
Vitória por 1‑1 sobre o Black Aces, e pela primeira vez em muito tempo o sorteio da próxima ronda vê-se com algum interesse.
Jogo12/09/2026
Não se vê o fim da espera do Kaizer Chiefs por uma vitória
Já são 5 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Kaizer Chiefs tem de arrancar um resultado de algum lado.
Foi preciso Etiosa Ighodaro marcar para trazer alguma coisa para casa: 1‑1 com o SuperSport United, e metade do balneário vai chamar-lhe um ponto ganho.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Kaizer Chiefs, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
A lista é um documento discreto com um significado ruidoso. George Matlou pode falar com quem perguntar, e no clube toda a gente sabe o que isso quer dizer.
O Kaizer Chiefs abriu a porta e ninguém a atravessou. Por isso Gopolang Taunyane fica — listado, treinado e disponível — enquanto ambos os lados riscam os dias até janeiro no mesmo calendário.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Kaizer Chiefs, e não vai ser retirado.
Há um número a partir do qual uma massa salarial deixa de ser ambiciosa e passa a ser a razão de mais nada ser possível, e este clube chegou lá. Não sobra nada para um reforço, para uma bancada ou para uma tarde de chuva.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
O telefone voltou a tocar por causa de Neo Bohloko, e desta vez do outro lado está o Ajax Cape Town. No Kaizer Chiefs ouvem com educação e não prometem nada.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Kaizer Chiefs podem fingir não ter ouvido.
A proposta do Jomo Cosmos por Thabo Mokwena foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Toda a gente deixou de fingir: o Jomo Cosmos vai fazer a chamada por Ashley Du Preez esta semana. O Kaizer Chiefs tem um número em mente, e o número não é tímido.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Mduduzi Shabalala assinar alguma coisa — um contrato no Kaizer Chiefs ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
O telefone voltou a tocar por causa de Ashley Du Preez, e desta vez do outro lado está o Jomo Cosmos. No Kaizer Chiefs ouvem com educação e não prometem nada.
As bancadas esperaram por um golo que nunca chegou. O Free State Stars defendeu com muita gente e levou aquilo que veio buscar, e as duas equipas podiam ainda estar a jogar sem incomodar o marcador.
Deslocado, substituído antes da hora, a correr o que é dos outros: Gastón Sirino está farto de ser útil e gostava de ser titular. Em Kaizer Chiefs sabem, e sabem há semanas.
Em resumo
PlantelConnor Jales pede uma conversa com o treinador
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 7 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Sibongiseni Mthethwa, e o treinador deixou.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Festejou como quem andava com aquilo às costas há meses, porque andava. Kaizer Chiefs têm o reforço desbloqueado e uma pergunta a menos em cada conferência.
Festejou como quem andava com aquilo às costas há meses, porque andava. Kaizer Chiefs têm o reforço desbloqueado e uma pergunta a menos em cada conferência.
A proposta do Black Aces por Nkanyiso Shinga foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Kaizer Chiefs, e não vai ser retirado.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Brandon Petersen e o Kaizer Chiefs acertam mais 2 anos.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Mfundo Vilakazi treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.