Há tardes em que um guarda-redes é a defesa inteira. 10 defesas, várias do género que ninguém espera ver feitas, e dez jogadores de campo que lhe devem uma bebida.
A versão geral desta queixa é que um jogador quer mais. A versão concreta dá-lhe nome: quer entrar sob os holofotes contra clubes de outros países, e deixou de fingir o contrário.
Brandon Petersen e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Nota de 6.81 em 15 ações nas duas áreas. Médios assim são descritos como pouco vistosos por quem nunca tentou jogar contra um.
Plantel24/09/2029
Rushwin Dortley desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Recuperou e depois fez alguma coisa com isso, que são dois trabalhos e a razão de o marcador ter o aspeto que tem. 10 ações combinadas e uma nota de 7.33, e nenhuma delas entrará num resumo.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Kaizer Chiefs coisas que levam mais de uma semana a retirar.
13 golos e uma média de 7.32 na época. Uma forma destas nota-se muito para lá desta cidade.
Plantel17/09/2029
Rushwin Dortley desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Todas as séries acabam numa tarde que alguém tinha dado como rotina. Esta durou 6 jogos, o suficiente para uma cidade ter deixado de contar, e pouco o suficiente para se lembrar exatamente de quem a parou.
O golo que pôs o SuperSport United na frente ainda passava nos ecrãs do corredor quando o Kaizer Chiefs empatou, 2 minutos depois. Uma vantagem vale o que se fizer com ela.
Vitória por 1‑0 sobre o Jomo Cosmos, um lugar na ronda seguinte e a aritmética silenciosa que todos os adeptos fazem a caminho de casa: quantos faltam até uma final?
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Kaizer Chiefs coisas que levam mais de uma semana a retirar.
O Mamelodi Sundowns vai continuar a utilizá-lo até junho e não receberá nada por ele depois. Grant Kekana pré-acordou a mudança para o Kaizer Chiefs, e os únicos que perdem nesse arranjo são os que deixaram o contrato correr.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Etiosa Ighodaro. 2‑1 sobre o Bidvest Wits, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
Tem 23 anos e o estádio já canta o nome dele, coisa que acontece aos miúdos da terra e quase nunca aos reforços. Tudo a partir daqui se mede contra um carinho que não fez nada para merecer, a não ser ser daqui.
A dinâmica não se compra e perde-se depressa; neste momento o Kaizer Chiefs tem 4 vitórias seguidas dela.
Direção03/09/2029
O prazo passa com 7 contratações e 3 saídas
Está feito o negócio no Kaizer Chiefs até o mercado voltar a abrir. Se chegou, responde-se aos sábados e não numa coluna, e o primeiro sábado está perto.
«Tenho ambições e gostava que o clube as partilhasse.» Ninguém pediu para sair nem foi mandado embora — mas um jogador escolhe essa frase com cuidado, e uma administração ouve-a exactamente como foi pensada.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Thabiso Monyane e o Kaizer Chiefs acertam mais 4 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Sizwe Mhlangu será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Kaizer Chiefs as despedidas começaram em silêncio.
Brandon Petersen e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Em resumo
PlantelRushwin Dortley desentende-se com um colega por causa das exigências
Alvos de mercadoPorta fechada: David Abimbola fica onde está
«Tenho ambições e gostava que o clube as partilhasse.» Ninguém pediu para sair nem foi mandado embora — mas um jogador escolhe essa frase com cuidado, e uma administração ouve-a exactamente como foi pensada.
Já são 3 vitórias seguidas, e a pergunta deixou de ser se a série acaba para passar a ser quem a acaba. Confiança assim não se compra; ganha-se exatamente desta maneira.
Brandon Petersen e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
As carreiras devem estagnar e depois cair, e quem ignora isso é sempre quem estava a ouvir no treino. 4 pontos, ao longo de meses, numa idade em que a direção costuma ser só uma.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Kaizer Chiefs, e não vai ser retirado.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Musa Magagula será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Kaizer Chiefs as despedidas começaram em silêncio.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Kaizer Chiefs coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Stockport County fica com o seu homem, e o Kaizer Chiefs volta a uma lista com um nome riscado.
Palavras no treino do Kaizer Chiefs sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Inácio Miguel está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
O Chippa United vai querer esquecer isto depressa: 4‑0, todos os duelos perdidos e uma viagem longa para casa. O Kaizer Chiefs foi impiedoso como as boas equipas sabem ser.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Kaizer Chiefs já se começa a dizer o nome dele no passado.
Brandon Petersen esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Uma exibição de 9.88 não aparece com frequência e, quando aparece, o resto da equipa passa a cenário. Esteve magnífico.
Plantel13/08/2029
Palavras no treino do Kaizer Chiefs sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Rushwin Dortley está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Há um calor muito próprio que um estádio guarda para um jovem de 23 anos que sente como seu. Mfundo Vilakazi tem-no agora, e tudo o que fizer no resto do tempo aqui será medido contra a boa vontade que lhe deram de graça.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Kaizer Chiefs perdeu-o em tudo menos nos papéis.
“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O Kaizer Chiefs pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.
A proposta do Chippa United por Musa Magagula foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Brandon Petersen e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
6 miúdos sobem, e algures no edifício as pessoas que os treinaram aos doze anos estão a ter, em silêncio, a melhor manhã do seu ano de trabalho. Nada disto aparece num resultado, e é para isto que a formação existe.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Rushwin Dortley estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
A formação existe exatamente para esta manhã. Ramahlwe Ngcobo passou por todos os escalões do clube e tem agora um número de equipa principal; os mais orgulhosos do edifício serão os que o treinaram aos doze anos.
A formação existe exatamente para esta manhã. Gift Tau passou por todos os escalões do clube e tem agora um número de equipa principal; os mais orgulhosos do edifício serão os que o treinaram aos doze anos.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Kaizer Chiefs perdeu-o em tudo menos nos papéis.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Kaizer Chiefs falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Não é uma fase — é um salto a sério, mantido durante meses. Aos 21 anos faz a este nível coisas que não fazia no início da época, e a equipa técnica dir-lhe-á exatamente quais.
Brandon Petersen e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Etiosa Ighodaro está nela.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Kaizer Chiefs, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Verba acordada, salário acordado, e o Platinum Stars à espera com uma camisola. No Kaizer Chiefs ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
Plantel23/07/2029
21 dias de fora para Sanele Radebe depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Kaizer Chiefs vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Kaizer Chiefs, e não vai ser retirado.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Nkosingiphile Ngcobo e o Kaizer Chiefs acertam mais 4 anos.
Não é uma fase — é um salto a sério, mantido durante meses. Aos 21 anos faz a este nível coisas que não fazia no início da época, e a equipa técnica dir-lhe-á exatamente quais.
Sibongiseni Mthethwa e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Ninguém no Kaizer Chiefs dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Verba acordada, salário acordado, e o Kariobangi Sharks à espera com uma camisola. No Kaizer Chiefs ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Kaizer Chiefs falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
O Kaizer Chiefs ofereceu $2.0M; o Mamelodi Sundowns disse que nem perto. Ao treinador dirão que o dinheiro continua lá para o jogador certo, que é o que se diz aos treinadores.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Kaizer Chiefs, e não vai ser retirado.
“Quero jogar por troféus enquanto as pernas mo permitirem.” Nada nessa frase é um pedido de transferência, e ninguém no Kaizer Chiefs a ouviu como outra coisa.
As condições foram oferecidas e recusadas. Se foi o salário, a função ou a cidade, no Stockport County ninguém diz, e no Kaizer Chiefs ninguém gosta de estar a adivinhar.
Aos 23 anos faz esta época coisas que não conseguia fazer na época passada, e fá-las todas as semanas. A forma vai e vem; isto já ficou tempo suficiente para se lhe chamar outra coisa.
Brandon Petersen esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Aos 34 a evolução devia ter acabado. Não acabou: 3 pontos acima da marca do início do ano, o que acontece aos jogadores que levam a sério as partes aborrecidas do ofício.
Em resumo
O bancoLuke Le Roux tornou-se um homem de confiança do treinador
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 37 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Verba acordada, salário acordado, e o Free State Stars à espera com uma camisola. No Kaizer Chiefs ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
A proposta seguiu esta semana para o Mamelodi Sundowns, e a resposta é deles. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
«Tenho ambições e gostava que o clube as partilhasse.» Ninguém pediu para sair nem foi mandado embora — mas um jogador escolhe essa frase com cuidado, e uma administração ouve-a exactamente como foi pensada.
As condições foram oferecidas e recusadas. Se foi o salário, a função ou a cidade, no Mamelodi Sundowns ninguém diz, e no Kaizer Chiefs ninguém gosta de estar a adivinhar.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Brandon Petersen e o Kaizer Chiefs acertam mais 2 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Brandon Petersen e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Kaizer Chiefs falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Verba acordada, salário acordado, e o Platinum Stars à espera com uma camisola. No Kaizer Chiefs ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Brandon Petersen e o Kaizer Chiefs acertam mais 2 anos.
Não é uma fase — é um salto a sério, mantido durante meses. Aos 23 anos faz a este nível coisas que não fazia no início da época, e a equipa técnica dir-lhe-á exatamente quais.
Brandon Petersen e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Uma sondagem ao Stockport County para um empréstimo: cobertura, ou uma vista de olhos a alguém que o clube ainda não pode comprar. De qualquer maneira, a resposta chega dentro de uma semana.
7 chegadas, uma média de idades que ninguém chamaria plantel, e pais a quem mostram um edifício onde os filhos passarão mais tempo do que em casa. A prospeção já aconteceu; hoje é só papelada.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Ayabulela Maxwele, e o treinador deixou.
Posição 2, 72 pontos, e o resultado que todos procuram primeiro agora é o deles. A palavra continua a não se dizer à volta do estádio — e é assim que se sabe que todos a pensam.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 54 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Kaizer Chiefs já se começa a dizer o nome dele no passado.
A proposta seguiu esta semana para o Mamelodi Sundowns, e a resposta é deles. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Aos 21 anos faz esta época coisas que não conseguia fazer na época passada, e fá-las todas as semanas. A forma vai e vem; isto já ficou tempo suficiente para se lhe chamar outra coisa.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Musa Magagula será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Kaizer Chiefs as despedidas começaram em silêncio.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Kaizer Chiefs coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Kaizer Chiefs já se começa a dizer o nome dele no passado.
O Kaizer Chiefs ofereceu $1.8M; o Mamelodi Sundowns disse que nem perto. Ao treinador dirão que o dinheiro continua lá para o jogador certo, que é o que se diz aos treinadores.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Kaizer Chiefs podem fingir não ter ouvido.
Brandon Petersen esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Sheffield Wednesday fica com o seu homem, e o Kaizer Chiefs volta a uma lista com um nome riscado.
Plantel18/06/2029
Inácio Miguel desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Kaizer Chiefs perdeu-o em tudo menos nos papéis.
$1.8M em cima da mesa do Mamelodi Sundowns. O treinador queria-o, a direção acertou um número, e as únicas vozes que faltam ouvir são as do outro clube.
As condições foram oferecidas e recusadas. Se foi o salário, a função ou a cidade, no Sheffield Wednesday ninguém diz, e no Kaizer Chiefs ninguém gosta de estar a adivinhar.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Mfundo Vilakazi e o Kaizer Chiefs acertam mais 5 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Aos 21 anos faz esta época coisas que não conseguia fazer na época passada, e fá-las todas as semanas. A forma vai e vem; isto já ficou tempo suficiente para se lhe chamar outra coisa.
Brandon Petersen e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Rushwin Dortley estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Kaizer Chiefs coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel04/06/2029
Palavras no treino do Kaizer Chiefs sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Rushwin Dortley está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Perguntou-se ao Sheffield Wednesday se o emprestaria. Os empréstimos acertam-se depressa ou não se acertam, e este será uma coisa ou outra até ao fim de semana.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Etiosa Ighodaro está nela.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Kaizer Chiefs, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
«Quero ganhar coisas e gostava de o fazer aqui.» Não se exigiu nada nem se ameaçou nada, mas uma direção como a de Kaizer Chiefs ouve uma frase destas exatamente como foi construída.
Brandon Petersen esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Inácio Miguel estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Kaizer Chiefs sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
A qualificação está garantida, e para a época que vem as grandes noites de holofotes são continentais. Para os jogadores é um palco; para as contas, uma tábua de salvação; para os adeptos, passaportes.
0-3, e muito antes do fim a bancada visitante tinha passado do incentivo para algo bastante mais afiado. Ninguém liga para um programa de rádio por perder por pouco.
Há futebolistas que fazem uma boa temporada e futebolistas por quem uma temporada é recordada; aos segundos leem-lhes o nome num salão no verão. No Kaizer Chiefs estarão discretamente encantados e, em privado, nervosos.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Kaizer Chiefs podem fingir não ter ouvido.
«Quero ganhar coisas e gostava de o fazer aqui.» Não se exigiu nada nem se ameaçou nada, mas uma direção como a de Kaizer Chiefs ouve uma frase destas exatamente como foi construída.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Kaizer Chiefs coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Todos os futebolistas têm uma resposta para a pergunta sobre o clube da infância, e a maioria nunca chega a agir sobre ela. Sanele Radebe agiu, no Kaizer Chiefs, e o primeiro mês vai mostrar o que isso faz a um homem.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Kaizer Chiefs ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Brandon Petersen e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel14/05/2029
Rushwin Dortley desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
O banco14/05/2029
Mfundo Vilakazi tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Kaizer Chiefs dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Nada por escrito e nada em público: uma palavra sobre minutos, dada cara a cara no Kaizer Chiefs. As fichas de jogo do próximo mês dirão se valia a pena tê-la.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Lebohang Maboe e o Kaizer Chiefs acertam mais 2 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Brandon Petersen e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Inácio Miguel estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
O treinador reorganizou as ideias e Khulekani Kubheka saiu delas mais abaixo. Vão dizer-lhe que é temporário, e os jogadores que já ouviram isso antes vão desviar o olhar.
As notícias comerciais não têm cânticos e é com elas que se paga tudo o resto. A direção vai chamar-lhe parceria; a contabilidade vai chamar-lhe a diferença entre este plantel e um mais pequeno.
Perguntou pelo seu futuro e recebeu uma resposta com minutos lá dentro. O treinador fez uma promessa num edifício onde as promessas não se esquecem, e o relógio já começou a contar.
Brandon Petersen esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel30/04/2029
Palavras no treino do Kaizer Chiefs sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Rushwin Dortley está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Ziyanda Mchunu e o Kaizer Chiefs acertam mais 4 anos.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Brandon Petersen está nela.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Kaizer Chiefs sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O Kaizer Chiefs pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Kaizer Chiefs podem fingir não ter ouvido.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Kaizer Chiefs coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel23/04/2029
Rushwin Dortley desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
O banco23/04/2029
Luke Le Roux tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Kaizer Chiefs dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Kaizer Chiefs, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Rushwin Dortley e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Inácio Miguel estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Gopolang Taunyane e o Kaizer Chiefs acertam mais 5 anos.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O Kaizer Chiefs pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.
Brandon Petersen e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel09/04/2029
Palavras no treino do Kaizer Chiefs sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Rushwin Dortley está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Aqui ninguém está acima de levar um raspanete.» Não se disse nenhum nome, mas o balneário sabe contar, e quem estava a ouvir também.
O banco09/04/2029
Etiosa Ighodaro tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Kaizer Chiefs dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Kaizer Chiefs, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Gopolang Taunyane fez a conta e não gosta do resultado. Nada corrói um grupo mais depressa, e nenhum clube resolveu isto explicando a um futebolista a estrutura salarial.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Kaizer Chiefs podem fingir não ter ouvido.
«Tenho ambições e gostava que o clube as partilhasse.» Ninguém pediu para sair nem foi mandado embora — mas um jogador escolhe essa frase com cuidado, e uma administração ouve-a exactamente como foi pensada.
Brandon Petersen esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel02/04/2029
Rushwin Dortley desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Khulekani Kubheka e o Kaizer Chiefs acertam mais 3 anos.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Kaizer Chiefs sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
Emprestados02/04/2029
Os golos continuam a chegar do exílio de Connor Jales
6 golos em 27 jogos no Maritzburg United — números que viajam para casa mais depressa do que ele. No Kaizer Chiefs alguém atualiza uma folha de cálculo todas as segundas, e cada semana lê-se melhor.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Kaizer Chiefs coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel26/03/2029
Luke Le Roux desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
O banco26/03/2029
Luke Le Roux tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Kaizer Chiefs dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Kaizer Chiefs ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Brandon Petersen e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel19/03/2029
Palavras no treino do Kaizer Chiefs sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Rushwin Dortley está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Kaizer Chiefs, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Uma conversa no gabinete do treinador, e um compromisso que saiu dela. Promessas assim são baratas de fazer e caras de quebrar, e Khulekani Kubheka apontou a data.
Brandon Petersen e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel12/03/2029
Palavras no treino do Kaizer Chiefs sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Rushwin Dortley está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Perguntou pelo seu futuro e recebeu uma resposta com minutos lá dentro. O treinador fez uma promessa num edifício onde as promessas não se esquecem, e o relógio já começou a contar.
Brandon Petersen esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Luke Le Roux estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Quatro semanas em que ninguém na divisão fez melhor o seu trabalho. O prémio vai para uma prateleira e o jogador volta para a equipa, que é a ordem que o Kaizer Chiefs prefere.
Ninguém no Kaizer Chiefs dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Kaizer Chiefs sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
Uma média de 7.70 na época, com 29 golos a sustentá-la. Os adversários começaram a planear jogos a pensar nele, que é o elogio mais sincero que o futebol faz.
Vitória por 6‑1 sobre o Bidvest Wits, um lugar na ronda seguinte e a aritmética silenciosa que todos os adeptos fazem a caminho de casa: quantos faltam até uma final?
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Mfundo Vilakazi produziu-o, e o 9.73 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
O último jogo do campeonato está jogado e a tabela parou de mexer: 72 pontos. O verão começa na segunda-feira, e com ele a discussão sobre o que tudo isto quis dizer.
Notas dos jogadores26/02/2029
Um golo de defesa dá a vitória ao Kaizer Chiefs — 7.67
1 para Gopolang Taunyane, avaliado com 7.67, e o nome de um central na parte da crónica a que normalmente só chega por engano. No balneário não o vão deixar esquecer durante um mês.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Kaizer Chiefs, e não vai ser retirado.
Todas as séries acabam numa tarde que alguém tinha dado como rotina. Esta durou 8 jogos, o suficiente para uma cidade ter deixado de contar, e pouco o suficiente para se lembrar exatamente de quem a parou.
28 golos e uma média de 7.67 na época têm esse efeito. O espaço que ele costumava encontrar desapareceu; continua a marcar na mesma, que é a marca dos verdadeiros.
O Orlando Pirates vai querer esquecer isto depressa: 5‑0, todos os duelos perdidos e uma viagem longa para casa. O Kaizer Chiefs foi impiedoso como as boas equipas sabem ser.
Já são 7 vitórias seguidas, e a pergunta deixou de ser se a série acaba para passar a ser quem a acaba. Confiança assim não se compra; ganha-se exatamente desta maneira.
Brandon Petersen e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Jogo17/02/2029
Mais uma trazida de fora
4 seguidas na estrada para o Kaizer Chiefs. Os autocarros saem cedo, chegam de noite a estádios pouco simpáticos, e voltam sempre com três pontos.
Uma exibição de 9.53 não aparece com frequência e, quando aparece, o resto da equipa passa a cenário. Esteve magnífico.
Plantel19/02/2029
Rushwin Dortley desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
25 golos e uma média de 7.62 na época têm esse efeito. O espaço que ele costumava encontrar desapareceu; continua a marcar na mesma, que é a marca dos verdadeiros.
Já são 6 vitórias seguidas, e a pergunta deixou de ser se a série acaba para passar a ser quem a acaba. Confiança assim não se compra; ganha-se exatamente desta maneira.
7.88, 1 na ficha e a comédia muito própria de um jogador da linha defensiva a festejar como quem faz isto todas as semanas. Não faz, e é exatamente por isso que o estádio reagiu como reagiu.
11 jogos sem perder em casa. As equipas visitantes chegam já a falar do ambiente, o que costuma ser sinal de que perderam meio jogo antes do pontapé de saída.
«Quero ganhar coisas e gostava de o fazer aqui.» Não se exigiu nada nem se ameaçou nada, mas uma direção como a de Kaizer Chiefs ouve uma frase destas exatamente como foi construída.
Os clubes tinham acordado e o jogador não. Uma nega, e pública: o Sheffield Wednesday fica com ele, e os adeptos daqui ficam a perguntar-se o que lhe terão dito sobre esta casa.
Uma média de 7.63 na época, com 21 golos a sustentá-la. Os adversários começaram a planear jogos a pensar nele, que é o elogio mais sincero que o futebol faz.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Kaizer Chiefs perdeu-o em tudo menos nos papéis.
Jogo03/02/2029
Ninguém quer jogar contra o Kaizer Chiefs neste momento
5 vitórias seguidas mudam a forma como o adversário aquece: mais calado, mais olhares de esguelha. As séries acabam, toda a gente o sabe — mas neste balneário ninguém conta com isso.
167 jogos ao longo de 11 épocas com estas cores. Carreiras assim já não se constroem, e o Kaizer Chiefs sabe bem o que tem.
Direção05/02/2029
O prazo passa com 0 contratações e 1 saídas
Está feito o negócio no Kaizer Chiefs até o mercado voltar a abrir. Se chegou, responde-se aos sábados e não numa coluna, e o primeiro sábado está perto.
Brandon Petersen esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
O negócio que levaria Musa Magagula para o Free State Stars caiu na fase final e ele reapresenta-se no Kaizer Chiefs com um verão para esquecer e uma época inteira para jogar. Ninguém diz quem se levantou da mesa.
Uma média de 7.60 na época, com 20 golos a sustentá-la. Os adversários começaram a planear jogos a pensar nele, que é o elogio mais sincero que o futebol faz.
Já são 4 vitórias seguidas, e a pergunta deixou de ser se a série acaba para passar a ser quem a acaba. Confiança assim não se compra; ganha-se exatamente desta maneira.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Kaizer Chiefs coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Jogo27/01/2029
O Kaizer Chiefs torna a sua casa um sítio difícil de visitar
10 sem derrota no seu relvado. O campo não mudou; a bancada sim — mais barulhenta mais cedo e mais rápida a perceber quando o adversário preferia estar noutro lado.
Plantel29/01/2029
Palavras no treino do Kaizer Chiefs sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Rushwin Dortley está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
O Kaizer Chiefs perguntou e o Orlando Pirates disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Uma média de 7.57 na época, com 19 golos a sustentá-la. Os adversários começaram a planear jogos a pensar nele, que é o elogio mais sincero que o futebol faz.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Kaizer Chiefs perdeu-o em tudo menos nos papéis.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Kaizer Chiefs podem fingir não ter ouvido.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Muhammad Bower será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Kaizer Chiefs as despedidas começaram em silêncio.
Jogo20/01/2029
Ninguém quer jogar contra o Kaizer Chiefs neste momento
3 vitórias seguidas mudam a forma como o adversário aquece: mais calado, mais olhares de esguelha. As séries acabam, toda a gente o sabe — mas neste balneário ninguém conta com isso.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Mamelodi Sundowns fica com o seu homem, e o Kaizer Chiefs volta a uma lista com um nome riscado.
Brandon Petersen e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Luke Le Roux estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Já são 18 jogos sem perder. Uns foram conquistados, outros sobrevividos, mas está a formar-se um hábito — e hábitos são a coisa mais difícil de defrontar no futebol.
18 golos e uma média de 7.55 na época têm esse efeito. O espaço que ele costumava encontrar desapareceu; continua a marcar na mesma, que é a marca dos verdadeiros.
O Mamelodi Sundowns queria mais do que $1.7M e a direção não foi por aí. Levantou-se da mesa, por agora, o que em pleno mercado quer dizer até alguém pestanejar.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Kaizer Chiefs, e não vai ser retirado.
O Kaizer Chiefs tinha feito tudo menos convencer o próprio. Fica no Sheffield Wednesday, e o treinador volta à estaca zero com o dinheiro ainda no banco.
Brandon Petersen e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Já são 17 jogos sem perder. Uns foram conquistados, outros sobrevividos, mas está a formar-se um hábito — e hábitos são a coisa mais difícil de defrontar no futebol.
Posição 2, 54 pontos, e o resultado que todos procuram primeiro agora é o deles. A palavra continua a não se dizer à volta do estádio — e é assim que se sabe que todos a pensam.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Kaizer Chiefs já se começa a dizer o nome dele no passado.
O Kaizer Chiefs foi ao Mamelodi Sundowns com uma proposta, e os adeptos foram à internet com uma opinião sobre ela. Se alguma das duas muda alguma coisa, decide o clube vendedor.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Kaizer Chiefs, e não vai ser retirado.
O negócio com o Sheffield Wednesday está feito em todos os sentidos menos no que o põe em campo. Nesta fase nada corre mal, exceto nas vezes em que corre.
Sibongiseni Mthethwa e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Em resumo
PlantelUma zanga por causa do esforço no Kaizer Chiefs
A série sem derrotas chega aos 16 jogos. Uns foram vitórias e outros fugas, mas uma equipa que se recusa a perder é uma equipa de que os outros balneários falam.
O tipo de ano que acaba com um nome a ser lido num salão. O Kaizer Chiefs aproveitou-o todas as semanas e tem agora o problema de todos os outros saberem.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Kaizer Chiefs podem fingir não ter ouvido.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Kaizer Chiefs coisas que levam mais de uma semana a retirar.
A única versão de ficar de fora contra a qual um jogador não pode argumentar, e a que pior aceita. Outro tem estado melhor e a ficha de jogo di-lo, em público, todas as semanas até mudar.
Uma média de 7.43 na época, com 16 golos a sustentá-la. Os adversários começaram a planear jogos a pensar nele, que é o elogio mais sincero que o futebol faz.
«Tenho ambições e gostava que o clube as partilhasse.» Ninguém pediu para sair nem foi mandado embora — mas um jogador escolhe essa frase com cuidado, e uma administração ouve-a exactamente como foi pensada.
Já são 3 vitórias seguidas, e a pergunta deixou de ser se a série acaba para passar a ser quem a acaba. Confiança assim não se compra; ganha-se exatamente desta maneira.
Brandon Petersen e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel25/12/2028
Rushwin Dortley desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Tem 23 anos e o estádio já canta o nome dele, coisa que acontece aos miúdos da terra e quase nunca aos reforços. Tudo a partir daqui se mede contra um carinho que não fez nada para merecer, a não ser ser daqui.
Jogo23/12/2028
O Kaizer Chiefs torna a sua casa um sítio difícil de visitar
8 sem derrota no seu relvado. O campo não mudou; a bancada sim — mais barulhenta mais cedo e mais rápida a perceber quando o adversário preferia estar noutro lado.
Já são 14 jogos sem perder. Uns foram conquistados, outros sobrevividos, mas está a formar-se um hábito — e hábitos são a coisa mais difícil de defrontar no futebol.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Thabiso Monyane produziu-o, e o 8.21 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
Brandon Petersen e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel18/12/2028
Rushwin Dortley desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Khulekani Kubheka, e o treinador deixou.
“Merecemos. Pedi-lhes uma reação e tive-a, e agora quero o mesmo outra vez no sábado.” Erick Vilakazi sobre uma tarde de 3‑0 que lhe agradou mais do que estava disposto a mostrar.
A série sem derrotas chega aos 13 jogos. Uns foram vitórias e outros fugas, mas uma equipa que se recusa a perder é uma equipa de que os outros balneários falam.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Mfundo Vilakazi produziu-o, e o 8.65 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
Brandon Petersen esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Luke Le Roux estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Sibongiseni Mthethwa, e o treinador deixou.
Em resumo
Notas dos jogadoresNoventa minutos de Asanele Velebayi no seu melhor
A série sem derrotas chega aos 12 jogos. Uns foram vitórias e outros fugas, mas uma equipa que se recusa a perder é uma equipa de que os outros balneários falam.
O mais difícil de ter 20 anos numa equipa principal é que ninguém perdoa nada. Shaun Els não precisou: 8.04, e parecia o homem mais à vontade no relvado.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Brandon Petersen e o Kaizer Chiefs acertam mais 2 anos.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Kaizer Chiefs coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel04/12/2028
Rushwin Dortley desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Já são 10 vitórias seguidas, e a pergunta deixou de ser se a série acaba para passar a ser quem a acaba. Confiança assim não se compra; ganha-se exatamente desta maneira.
Brandon Petersen e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
12 golos e uma média de 7.33 na época têm esse efeito. O espaço que ele costumava encontrar desapareceu; continua a marcar na mesma, que é a marca dos verdadeiros.
Plantel27/11/2028
Rushwin Dortley desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Mfundo Vilakazi. 3‑1 sobre o Platinum Stars, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
Aos 23 anos é cantado por pessoas com o dobro da idade, um carinho que um reforço demora anos a merecer e que um miúdo da casa recebe por aparecer. É também a coisa mais difícil de corresponder no futebol.
Thabiso Monyane esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Todos suspeitavam que havia esta versão dele lá dentro, e aqui está a prova. 10.00, e nem uma objeção no estádio.
Plantel20/11/2028
Luke Le Roux desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Já são 8 vitórias seguidas, e a pergunta deixou de ser se a série acaba para passar a ser quem a acaba. Confiança assim não se compra; ganha-se exatamente desta maneira.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Rushwin Dortley e o Kaizer Chiefs acertam mais 4 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Brandon Petersen esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Jogo11/11/2028
Mais uma trazida de fora
4 seguidas na estrada para o Kaizer Chiefs. Os autocarros saem cedo, chegam de noite a estádios pouco simpáticos, e voltam sempre com três pontos.
11 golos e uma média de 7.34 na época têm esse efeito. O espaço que ele costumava encontrar desapareceu; continua a marcar na mesma, que é a marca dos verdadeiros.
Já são 7 vitórias seguidas, e a pergunta deixou de ser se a série acaba para passar a ser quem a acaba. Confiança assim não se compra; ganha-se exatamente desta maneira.
«Tenho ambições e gostava que o clube as partilhasse.» Ninguém pediu para sair nem foi mandado embora — mas um jogador escolhe essa frase com cuidado, e uma administração ouve-a exactamente como foi pensada.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Kaizer Chiefs coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel06/11/2028
Rushwin Dortley desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Khulekani Kubheka, e o treinador deixou.
2 golos, e o segundo foi o que fechou o jogo. Nota de 8.28, e com mais sorte ao primeiro poste teria tido um terceiro.
Jogo28/10/2028
Ninguém quer jogar contra o Kaizer Chiefs neste momento
6 vitórias seguidas mudam a forma como o adversário aquece: mais calado, mais olhares de esguelha. As séries acabam, toda a gente o sabe — mas neste balneário ninguém conta com isso.
Brandon Petersen e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Defender era opcional e ninguém exerceu a opção. 10 golos entre o Kaizer Chiefs e o Jomo Cosmos, e nem um dos que pagaram bilhete vai pedir o dinheiro de volta.
Plantel30/10/2028
Luke Le Roux desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Há um calor muito próprio que um estádio guarda para um jovem de 22 anos que sente como seu. Mfundo Vilakazi tem-no agora, e tudo o que fizer no resto do tempo aqui será medido contra a boa vontade que lhe deram de graça.
Brandon Petersen e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel23/10/2028
Palavras no treino do Kaizer Chiefs sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Rushwin Dortley está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Avaliado com 7.92. Pergunte a qualquer pessoa à saída do estádio o que decidiu aquilo e receberá um nome, que é o único prémio que alguma vez contou a sério.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Etiosa Ighodaro produziu-o, e o 9.49 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
Já são 4 vitórias seguidas, e a pergunta deixou de ser se a série acaba para passar a ser quem a acaba. Confiança assim não se compra; ganha-se exatamente desta maneira.
Brandon Petersen esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel16/10/2028
Palavras no treino do Kaizer Chiefs sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Rushwin Dortley está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
9 golos e uma média de 7.23 na época têm esse efeito. O espaço que ele costumava encontrar desapareceu; continua a marcar na mesma, que é a marca dos verdadeiros.
O banco16/10/2028
O veredicto do treinador
“Não me vou entusiasmar, e também não os deixo entusiasmar a eles. Foi um bom dia. Virão outros mais difíceis.” Erick Vilakazi foi breve depois da vitória por 3‑0, que é o que os treinadores fazem quando estão contentes.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Lebohang Maboe e o Kaizer Chiefs acertam mais 2 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Kaizer Chiefs coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Dribles concretizados: 21. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Etiosa Ighodaro. 2‑0 sobre o Maritzburg United, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
Plantel09/10/2028
Palavras no treino do Kaizer Chiefs sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Inácio Miguel está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Lebohang Maboe e o Kaizer Chiefs acertam mais 2 anos.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Kaizer Chiefs coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Aos 20 anos faz esta época coisas que não conseguia fazer na época passada, e fá-las todas as semanas. A forma vai e vem; isto já ficou tempo suficiente para se lhe chamar outra coisa.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Rushwin Dortley estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Notas dos jogadores02/10/2028
Mfundo Vilakazi jogou uma tarde diferente da de toda a gente
8.87. Há exibições que um adepto descreve a quem não esteve lá e não consegue transmitir; esta foi uma, e o número também não ajuda.
Há um calor muito próprio que um estádio guarda para um jovem de 22 anos que sente como seu. Mfundo Vilakazi tem-no agora, e tudo o que fizer no resto do tempo aqui será medido contra a boa vontade que lhe deram de graça.
Em resumo
Notas dos jogadoresUm daqueles dias de Luke Le Roux
Brandon Petersen e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Rushwin Dortley estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“O mérito é dos jogadores. Hoje o meu trabalho foi fácil.” Não foi, e toda a gente na sala o sabia; depois do 2‑0, Erick Vilakazi podia dar-se ao luxo de ser generoso.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Rushwin Dortley está nela.
Mfundo Vilakazi tinha feito a sua parte na construção de um colchão de 2 golos. O que veio depois foi coletivo, e ao Mamelodi Sundowns deixaram voltar a um jogo que estava arrumado.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Mfundo Vilakazi produziu-o, e o 8.66 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
«Tenho ambições e gostava que o clube as partilhasse.» Ninguém pediu para sair nem foi mandado embora — mas um jogador escolhe essa frase com cuidado, e uma administração ouve-a exactamente como foi pensada.
Brandon Petersen esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
O Mamelodi Sundowns levou os pontos após um 3‑4 que será difícil de explicar nas bancadas.
Plantel18/09/2028
Palavras no treino do Kaizer Chiefs sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Luke Le Roux está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Brandon Petersen e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
7 golos. Os dois bancos passaram a segunda parte a olhar um para o outro mais do que para o relvado. Os puristas vão queixar-se do Kaizer Chiefs e do SuperSport United por igual; os restantes divertiram-se imenso.
Defender era opcional e ninguém exerceu a opção. 6 golos entre o Kaizer Chiefs e o Jomo Cosmos, e nem um dos que pagaram bilhete vai pedir o dinheiro de volta.
Em resumo
PlantelPalavras no treino do Kaizer Chiefs sobre quem trabalha
Notas dos jogadoresAsanele Velebayi jogou uma tarde diferente da de toda a gente
Está feito o negócio no Kaizer Chiefs até o mercado voltar a abrir. Se chegou, responde-se aos sábados e não numa coluna, e o primeiro sábado está perto.
Jogo02/09/2028
O Kaizer Chiefs torna a sua casa um sítio difícil de visitar
11 sem derrota no seu relvado. O campo não mudou; a bancada sim — mais barulhenta mais cedo e mais rápida a perceber quando o adversário preferia estar noutro lado.
Estava tudo acordado até deixar de estar, e Fiacre Ntwari regressa a Kaizer Chiefs com um verão para esquecer. Nenhum dos clubes diz quem se levantou da mesa.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Kaizer Chiefs coisas que levam mais de uma semana a retirar.
A abordagem foi feita e a resposta veio numa frase. Não há número em cima da mesa porque não havia número que chegasse.
Plantel04/09/2028
Luke Le Roux desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Há um calor muito próprio que um estádio guarda para um jovem de 22 anos que sente como seu. Mfundo Vilakazi tem-no agora, e tudo o que fizer no resto do tempo aqui será medido contra a boa vontade que lhe deram de graça.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Rushwin Dortley, e o treinador deixou.
Em resumo
Notas dos jogadoresNoventa minutos de Etiosa Ighodaro no seu melhor
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Kaizer Chiefs já se começa a dizer o nome dele no passado.
Brandon Petersen esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel28/08/2028
Luke Le Roux desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
O Kaizer Chiefs perguntou e o Sheffield Wednesday disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Aos 32 a evolução devia ter acabado. Não acabou: 3 pontos acima da marca do início do ano, o que acontece aos jogadores que levam a sério as partes aborrecidas do ofício.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Verba acordada, salário acordado, e o Maritzburg United à espera com uma camisola. No Kaizer Chiefs ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
Aos 22 anos faz esta época coisas que não conseguia fazer na época passada, e fá-las todas as semanas. A forma vai e vem; isto já ficou tempo suficiente para se lhe chamar outra coisa.
Brandon Petersen e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Dribles concretizados: 21. Cada vez que recebia, alguém tinha de decidir, e todas as vezes a decisão foi a errada.
Plantel21/08/2028
Palavras no treino do Kaizer Chiefs sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Thabiso Monyane está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
O Kaizer Chiefs perguntou e o Mamelodi Sundowns disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Aos 20 anos faz esta época coisas que não conseguia fazer na época passada, e fá-las todas as semanas. A forma vai e vem; isto já ficou tempo suficiente para se lhe chamar outra coisa.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Kaizer Chiefs coisas que levam mais de uma semana a retirar.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Bradley Cross e o Kaizer Chiefs acertam mais 3 anos.
A proposta do Platinum Stars por Shaun Els foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Alvos de mercado07/08/2028
Verba fechada, faltam as condições de Lebo Mothiba
O Kaizer Chiefs e o Mamelodi Sundowns acertaram em $690.0K. O resto pertence ao jogador e ao empresário, e um adepto que já viu uma destas sabe que ainda não é altura de comprar a camisola.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Kaizer Chiefs podem fingir não ter ouvido.
O Kaizer Chiefs mexeu-se antes que outro pudesse: novo contrato para Erick Vilakazi, acertado em silêncio e anunciado em voz alta. As direções renovam com treinadores por muitas razões; a boa é aquela com que esta se parece.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Kaizer Chiefs coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel07/08/2028
Luke Le Roux melhorou aos 28, o que ninguém esperava
As carreiras devem estagnar e depois cair, e quem ignora isso é sempre quem estava a ouvir no treino. 4 pontos, ao longo de meses, numa idade em que a direção costuma ser só uma.
Em resumo
Direção5 jogadores da formação recebem número de equipa principal no Kaizer Chiefs
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Kaizer Chiefs já se começa a dizer o nome dele no passado.
O aperto de mão com o Mamelodi Sundowns está dado; o do jogador ainda não. Seguem-se as condições pessoais, e é nas condições pessoais que morrem mais negócios do que alguém imprime.
Aos 22 anos faz esta época coisas que não conseguia fazer na época passada, e fá-las todas as semanas. A forma vai e vem; isto já ficou tempo suficiente para se lhe chamar outra coisa.
«Tenho ambições e gostava que o clube as partilhasse.» Ninguém pediu para sair nem foi mandado embora — mas um jogador escolhe essa frase com cuidado, e uma administração ouve-a exactamente como foi pensada.
Brandon Petersen esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Aos 26 a evolução devia ter acabado. Não acabou: 4 pontos acima da marca do início do ano, o que acontece aos jogadores que levam a sério as partes aborrecidas do ofício.
Plantel31/07/2028
Palavras no treino do Kaizer Chiefs sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Thabiso Monyane está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Verba acordada, salário acordado, e o Jomo Cosmos à espera com uma camisola. No Kaizer Chiefs ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Asanele Velebayi e o Kaizer Chiefs acertam mais 4 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Brandon Petersen e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
O Kaizer Chiefs já telefonou ao Stockport County. Sem verba, uma parte do salário, e uma camisola a mais na posição em que o plantel esteve mais curto a época inteira.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Mamelodi Sundowns fica com o seu homem, e o Kaizer Chiefs volta a uma lista com um nome riscado.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Kaizer Chiefs ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Exames médicos, uma assinatura, uma camisola levantada à frente de um painel de patrocinadores. O Kaizer Chiefs fez a parte difícil com o NK Maribor, e a parte que falta é a única que os adeptos veem.
Brandon Petersen e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Não é uma fase — é um salto a sério, mantido durante meses. Aos 20 anos faz a este nível coisas que não fazia no início da época, e a equipa técnica dir-lhe-á exatamente quais.
Aos 28 anos a evolução devia estar terminada, e não está: 3 pontos melhor do que há um ano. Acontece aos que levam a sério as partes aborrecidas.
Plantel17/07/2028
Luke Le Roux desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Mais um nome na lista: o Jomo Cosmos fez a pergunta que todo o futebol anda a fazer sobre Edson Castillo. A resposta do Kaizer Chiefs não mudou — para já.
“Vejo todos os jogos do Kaizer Chiefs daqui. Isso diz tudo sobre onde está a minha cabeça.” O empréstimo no Maritzburg United segue o seu curso, mas o coração nunca fez a viagem.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Kaizer Chiefs perdeu-o em tudo menos nos papéis.
Alvos de mercado10/07/2028
Verba fechada, faltam as condições de Lebo Mothiba
O Kaizer Chiefs e o Mamelodi Sundowns acertaram em $740.0K. O resto pertence ao jogador e ao empresário, e um adepto que já viu uma destas sabe que ainda não é altura de comprar a camisola.
A proposta do Maritzburg United por Shaun Els foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Kaizer Chiefs coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel10/07/2028
Luke Le Roux melhorou aos 28, o que ninguém esperava
As carreiras devem estagnar e depois cair, e quem ignora isso é sempre quem estava a ouvir no treino. 3 pontos, ao longo de meses, numa idade em que a direção costuma ser só uma.
Aos 21 anos faz esta época coisas que não conseguia fazer na época passada, e fá-las todas as semanas. A forma vai e vem; isto já ficou tempo suficiente para se lhe chamar outra coisa.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Thabiso Monyane estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Toda a gente deixou de fingir: o Jomo Cosmos vai fazer a chamada por Edson Castillo esta semana. O Kaizer Chiefs tem um número em mente, e o número não é tímido.
Brandon Petersen esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
O telefone voltou a tocar por causa de Shaun Els, e desta vez do outro lado está o Asante Kotoko. No Kaizer Chiefs ouvem com educação e não prometem nada.
Plantel03/07/2028
Luke Le Roux desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Perguntou-se ao Stockport County se o emprestaria. Os empréstimos acertam-se depressa ou não se acertam, e este será uma coisa ou outra até ao fim de semana.
Assinaram hoje, ninguém os vai ver durante anos, e um deles pode um dia ser a razão de o clube existir. É este todo o argumento a favor de uma formação, e é um bom argumento.
A despromoção que um clube nunca anuncia e um balneário nota sempre. Falakhe Tshanini está mais longe da equipa do que estava, e a razão só lhe será dada quando perguntar.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que George Matlou está nela.
Verba acordada, salário acordado, e o Jomo Cosmos à espera com uma camisola. No Kaizer Chiefs ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Kaizer Chiefs ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Aos 20 anos faz esta época coisas que não conseguia fazer na época passada, e fá-las todas as semanas. A forma vai e vem; isto já ficou tempo suficiente para se lhe chamar outra coisa.
Thabiso Monyane esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel26/06/2028
Palavras no treino do Kaizer Chiefs sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Luke Le Roux está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
O banco26/06/2028
Rushwin Dortley tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Kaizer Chiefs dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 16 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Brandon Petersen e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel19/06/2028
Thabiso Monyane desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Plantel19/06/2028
Demasiada mudança demasiado depressa no Kaizer Chiefs
6 contratações em três meses. Cada uma pode ser uma melhoria e a equipa pode ser pior durante um tempo na mesma, que é a parte de uma reconstrução que nunca aparece nos balanços de mercado.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Brandon Petersen está nela.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Kaizer Chiefs sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Kaizer Chiefs perdeu-o em tudo menos nos papéis.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Kaizer Chiefs falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
“Ouvi, pensei, e fico. É essa a história toda.” Os clubes tinham acordado uma verba. Edson Castillo não tinha acordado ir, e afinal era essa a parte que contava.
O negócio com o Mamelodi Sundowns está feito em todos os sentidos menos no que o põe em campo. Nesta fase nada corre mal, exceto nas vezes em que corre.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Kaizer Chiefs coisas que levam mais de uma semana a retirar.
$130.0K era o máximo que o clube pagaria, e o Mamelodi Sundowns pedia mais. Negócios destes ressuscitam na última semana do mercado mais ou menos metade das vezes, e todos os envolvidos o sabem.
Plantel12/06/2028
Uma transferência que Mpho Khethang teria feito de graça
Há uma versão de cada carreira em que o jogador acaba onde escolheu e não onde o escolheram. Mpho Khethang está a viver essa versão no Kaizer Chiefs, e costuma notar-se no primeiro mês.
Em resumo
As bancadasO Kaizer Chiefs gasta $1.2M na contratação que a cidade queria
PlantelPalavras no treino do Kaizer Chiefs sobre quem trabalha
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Kaizer Chiefs já se começa a dizer o nome dele no passado.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Kaizer Chiefs falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Posição 3, 62 pontos, e o resultado que todos procuram primeiro agora é o deles. A palavra continua a não se dizer à volta do estádio — e é assim que se sabe que todos a pensam.
O Bloemfontein Celtic aceitou o dinheiro. O que o Kaizer Chiefs ainda não tem é o homem, e entre aqui e a fotografia há uma conversa sobre salários que os dois lados temem.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Kaizer Chiefs, e não vai ser retirado.
O Kaizer Chiefs foi ao Platinum Stars com uma proposta, e os adeptos foram à internet com uma opinião sobre ela. Se alguma das duas muda alguma coisa, decide o clube vendedor.
O Kaizer Chiefs perguntou e o Mamelodi Sundowns disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
37 dias de fora para Bongani Tau depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Kaizer Chiefs vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Fiacre Ntwari será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Kaizer Chiefs as despedidas começaram em silêncio.
Brandon Petersen e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel29/05/2028
Thabiso Monyane desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Etiosa Ighodaro, e o treinador deixou.
O banco29/05/2028
Rushwin Dortley tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Kaizer Chiefs dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Brandon Petersen e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel22/05/2028
Luke Le Roux desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Perguntou pelo seu futuro e recebeu uma resposta com minutos lá dentro. O treinador fez uma promessa num edifício onde as promessas não se esquecem, e o relógio já começou a contar.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Kaizer Chiefs podem fingir não ter ouvido.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Connor Jales será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Kaizer Chiefs as despedidas começaram em silêncio.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Kaizer Chiefs coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel15/05/2028
Palavras no treino do Kaizer Chiefs sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Luke Le Roux está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que George Matlou está nela.
Os números não ficam secretos num balneário. Não está a pedir mais do que vale; está a perguntar porque é que alguém ao lado dele vale mais, e o Kaizer Chiefs não tem uma boa resposta.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e George Matlou treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Gopolang Taunyane. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Kaizer Chiefs ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Brandon Petersen e o Kaizer Chiefs acertam mais 2 anos.
Brandon Petersen esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel08/05/2028
Thabiso Monyane desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Vejo todos os jogos do Kaizer Chiefs daqui. Isso diz tudo sobre onde está a minha cabeça.” O empréstimo no Orlando Pirates segue o seu curso, mas o coração nunca fez a viagem.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Kaizer Chiefs, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Connor Jales está nela.
Os números não ficam secretos num balneário. Não está a pedir mais do que vale; está a perguntar porque é que alguém ao lado dele vale mais, e o Kaizer Chiefs não tem uma boa resposta.
Brandon Petersen e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Luke Le Roux estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Etiosa Ighodaro. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
Brandon Petersen e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel24/04/2028
Palavras no treino do Kaizer Chiefs sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Luke Le Roux está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Ninguém no Kaizer Chiefs dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Uma conversa no gabinete do treinador, e um compromisso que saiu dela. Promessas assim são baratas de fazer e caras de quebrar, e Pule Mmodi apontou a data.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Kaizer Chiefs, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Kaizer Chiefs ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Kaizer Chiefs coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel17/04/2028
Palavras no treino do Kaizer Chiefs sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Thabiso Monyane está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Lebohang Dhlamini e o Kaizer Chiefs acertam mais 4 anos.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que George Matlou está nela.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Gopolang Taunyane. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
Brandon Petersen esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel10/04/2028
Palavras no treino do Kaizer Chiefs sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Luke Le Roux está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Connor Jales está nela.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Kaizer Chiefs, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Perguntou pelo seu futuro e recebeu uma resposta com minutos lá dentro. O treinador fez uma promessa num edifício onde as promessas não se esquecem, e o relógio já começou a contar.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Kaizer Chiefs ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Brandon Petersen e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Luke Le Roux estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
«Disseram-mo com clareza, e prefiro assim.» O treinador de Kaizer Chiefs foi explícito quanto à situação de Makhehleni Makhaula, o que é mais do que muitos recebem.
O banco03/04/2028
Rushwin Dortley tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Kaizer Chiefs dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Etiosa Ighodaro. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
“Jogo enquanto o corpo deixar e paro no dia em que não deixar.” Tem 38 anos e 220 jogos atrás de si, e o clube tem de planear para uma decisão que ainda não está tomada.
Brandon Petersen e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel27/03/2028
Thabiso Monyane desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Inácio Miguel, e o treinador deixou.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Kaizer Chiefs ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Kaizer Chiefs coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel20/03/2028
Palavras no treino do Kaizer Chiefs sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Luke Le Roux está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Prefiro dizer-lho na cara do que ler no jornal.» A reunião foi pedida pelo jogador, e isso diz quase tudo.
O banco20/03/2028
George Matlou tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Kaizer Chiefs dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Uma convocatória elogia o jogador e o clube que o formou na mesma frase. O Kaizer Chiefs gostava de o receber inteiro e sabe que não vai ser consultado.
Nada por escrito e nada em público: uma palavra sobre minutos, dada cara a cara no Kaizer Chiefs. As fichas de jogo do próximo mês dirão se valia a pena tê-la.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Kaizer Chiefs, e não vai ser retirado.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Donay Jansen será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Kaizer Chiefs as despedidas começaram em silêncio.
Brandon Petersen esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel13/03/2028
Palavras no treino do Kaizer Chiefs sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Inácio Miguel está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Plantel13/03/2028
No Kaizer Chiefs ainda são estranhos uns para os outros
5 reforços numa só janela. Cada um pode ser uma melhoria e a equipa pode ainda assim ser pior durante uns tempos, que é a parte de uma reconstrução de que os veredictos nunca falam.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Os números não ficam secretos num balneário. Não está a pedir mais do que vale; está a perguntar porque é que alguém ao lado dele vale mais, e o Kaizer Chiefs não tem uma boa resposta.
Perguntou pelo seu futuro e recebeu uma resposta com minutos lá dentro. O treinador fez uma promessa num edifício onde as promessas não se esquecem, e o relógio já começou a contar.
140 jogos ao longo de 10 épocas e uma só camisola. Já ninguém constrói uma carreira assim de propósito; acontece a certo tipo de jogador em certo tipo de clube.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Fiacre Ntwari será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Kaizer Chiefs as despedidas começaram em silêncio.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Lebohang Maboe e o Kaizer Chiefs acertam mais 2 anos.
Brandon Petersen e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Thabiso Monyane estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
«Aqui ninguém está acima de levar um raspanete.» Não se disse nenhum nome, mas o balneário sabe contar, e quem estava a ouvir também.
O banco06/03/2028
Rushwin Dortley tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Kaizer Chiefs dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
“O treinador não usou muitas palavras, e não precisou delas.” Fiacre Ntwari tem a sua resposta do Kaizer Chiefs; o que fizer com ela é a história da próxima janela.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Etiosa Ighodaro. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
O último jogo do campeonato está jogado e a tabela parou de mexer: 62 pontos. O verão começa na segunda-feira, e com ele a discussão sobre o que tudo isto quis dizer.
Dribles concretizados: 27. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Kaizer Chiefs, e não vai ser retirado.
Brandon Petersen e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel28/02/2028
Luke Le Roux desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Uma média de 7.20 na época, com 12 golos a sustentá-la. Os adversários começaram a planear jogos a pensar nele, que é o elogio mais sincero que o futebol faz.
8 jogos sem perder em casa. As equipas visitantes chegam já a falar do ambiente, o que costuma ser sinal de que perderam meio jogo antes do pontapé de saída.
Minuto 94, frente ao Ajax Cape Town, e um golo que soube a vitória a toda a gente que ficou. Foi um empate. Ninguém à saída do estádio o vai descrever assim.
Todas as séries acabam numa tarde que alguém tinha dado como rotina. Esta durou 15 jogos, o suficiente para uma cidade ter deixado de contar, e pouco o suficiente para se lembrar exatamente de quem a parou.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Kaizer Chiefs ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Estava tudo acordado até deixar de estar, e Edson Castillo regressa a Kaizer Chiefs com um verão para esquecer. Nenhum dos clubes diz quem se levantou da mesa.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Kaizer Chiefs coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Luke Le Roux estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Inácio Miguel, e o treinador deixou.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Kaizer Chiefs já se começa a dizer o nome dele no passado.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Kaizer Chiefs podem fingir não ter ouvido.
Uma média de 7.46 na época, com 16 golos a sustentá-la. Os adversários começaram a planear jogos a pensar nele, que é o elogio mais sincero que o futebol faz.
Brandon Petersen esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel14/02/2028
Sizwe Mhlangu consegue a transferência que sempre quis
Perguntam tantas vezes aos futebolistas pelo clube da infância que ninguém ouve a resposta. Sizwe Mhlangu acabou de assinar pelo Kaizer Chiefs e, por uma vez, a resposta importava.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Thabiso Monyane estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
«Disseram-me qual seria o meu papel e assinei por causa disso. Não aconteceu.» Uma queixa com data marcada é a mais difícil de resolver.
Direção07/02/2028
O Kaizer Chiefs fecha o mercado com um plantel feito por si
3 entradas e 3 saídas, e nenhuma mudança durante meses. O treinador tem o que tem, os adeptos têm a sua opinião sobre isso, e a tabela terá a última palavra.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Kaizer Chiefs ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
O negócio com o Peterborough United está feito em todos os sentidos menos no que o põe em campo. Nesta fase nada corre mal, exceto nas vezes em que corre.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Kaizer Chiefs perdeu-o em tudo menos nos papéis.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Kaizer Chiefs podem fingir não ter ouvido.
Brandon Petersen e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel31/01/2028
Palavras no treino do Kaizer Chiefs sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Luke Le Roux está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
A série sem derrotas chega aos 12 jogos. Uns foram vitórias e outros fugas, mas uma equipa que se recusa a perder é uma equipa de que os outros balneários falam.
Verba acordada, salário acordado, e o Jomo Cosmos à espera com uma camisola. No Kaizer Chiefs ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Kaizer Chiefs coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Thabiso Monyane estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Um jogador que contava ser titular assistiu de fora. O treinador vai chamar-lhe uma decisão pela equipa; Luke Le Roux chama-lhe outra coisa em privado.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Kaizer Chiefs perdeu-o em tudo menos nos papéis.
Já são 11 jogos sem perder. Uns foram conquistados, outros sobrevividos, mas está a formar-se um hábito — e hábitos são a coisa mais difícil de defrontar no futebol.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Kaizer Chiefs ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Brandon Petersen esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Em resumo
PlantelUma zanga por causa do esforço no Kaizer Chiefs
Alvos de mercadoPorta fechada: Lwanda Mbanjwa fica onde está
Verba acordada, salário acordado, e o Jomo Cosmos à espera com uma camisola. No Kaizer Chiefs ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
A proposta do Mamelodi Sundowns por Mfundo Vilakazi foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Há uma idade a partir da qual toda a boa tarde é descrita como uma recordação do passado, o que é injusto e também exato. 8.21 aos 33, e ninguém no campo esteve melhor.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Kaizer Chiefs, e não vai ser retirado.
O negócio com o Doncaster Rovers está feito em todos os sentidos menos no que o põe em campo. Nesta fase nada corre mal, exceto nas vezes em que corre.
Brandon Petersen e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Defender era opcional e ninguém exerceu a opção. 6 golos entre o Kaizer Chiefs e o Polokwane City, e nem um dos que pagaram bilhete vai pedir o dinheiro de volta.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Kaizer Chiefs podem fingir não ter ouvido.
Brandon Petersen e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Há tardes em que um guarda-redes é a defesa inteira. 7 defesas, várias do género que ninguém espera ver feitas, e dez jogadores de campo que lhe devem uma bebida.
“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O Kaizer Chiefs pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.
A série sem derrotas chega aos 8 jogos. Uns foram vitórias e outros fugas, mas uma equipa que se recusa a perder é uma equipa de que os outros balneários falam.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Given Msimango será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Kaizer Chiefs as despedidas começaram em silêncio.
Brandon Petersen esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel27/12/2027
Palavras no treino do Kaizer Chiefs sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Luke Le Roux está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Segue-se o Mamelodi Sundowns, e as duas equipas para que a divisão olha encontram-se. A quem ganhar dirão que nada está decidido no mesmo fôlego em que lhe dão os parabéns.
Aqui não há queixa possível e todos os envolvidos sabem, o que não encurta o caminho até ao banco. A forma é a única moeda do futebol sobre a qual não se pode pedir emprestado.
Posição 2, 45 pontos, e o resultado que todos procuram primeiro agora é o deles. A palavra continua a não se dizer à volta do estádio — e é assim que se sabe que todos a pensam.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Mfundo Vilakazi produziu-o, e o 8.72 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
Dribles concretizados: 27. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Connor Jales será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Kaizer Chiefs as despedidas começaram em silêncio.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Kaizer Chiefs coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel20/12/2027
Luke Le Roux desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Tem 22 anos e o estádio já canta o nome dele, coisa que acontece aos miúdos da terra e quase nunca aos reforços. Tudo a partir daqui se mede contra um carinho que não fez nada para merecer, a não ser ser daqui.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Kaizer Chiefs ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Não há pior forma de perder um futebolista. Donay Jansen pré-acordou a saída, o que significa que cada jogo daqui até junho é feito por um homem que o clube já não pode vender, e alguém lá em cima vai ter de explicar como se chegou aqui.
Brandon Petersen e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
A série sem derrotas chega aos 6 jogos. Uns foram vitórias e outros fugas, mas uma equipa que se recusa a perder é uma equipa de que os outros balneários falam.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Thabiso Monyane estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Uma média de 7.26 na época, com 11 golos a sustentá-la. Os adversários começaram a planear jogos a pensar nele, que é o elogio mais sincero que o futebol faz.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Pule Mmodi, e o treinador deixou.
Dribles concretizados: 32. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
Há uma idade a partir da qual toda a boa tarde é descrita como uma recordação do passado, o que é injusto e também exato. 8.65 aos 33, e ninguém no campo esteve melhor.
Brandon Petersen e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Há uma idade a partir da qual toda a boa tarde é descrita como uma recordação do passado, o que é injusto e também exato. 7.81 aos 33, e ninguém no campo esteve melhor.
7.97, 1 na ficha e a comédia muito própria de um jogador da linha defensiva a festejar como quem faz isto todas as semanas. Não faz, e é exatamente por isso que o estádio reagiu como reagiu.
Brandon Petersen esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Uma média de 7.33 na época, com 10 golos a sustentá-la. Os adversários começaram a planear jogos a pensar nele, que é o elogio mais sincero que o futebol faz.
Os clubes prometem constantemente e o jornal costuma só saber quando falham. Esta foi cumprida, e o balneário notou-o mais depressa do que qualquer adepto.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Kaizer Chiefs coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel22/11/2027
Thabiso Monyane desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
9 golos e uma média de 7.29 na época têm esse efeito. O espaço que ele costumava encontrar desapareceu; continua a marcar na mesma, que é a marca dos verdadeiros.
Brandon Petersen e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel15/11/2027
Luke Le Roux desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Uma média de 7.23 na época, com 10 golos a sustentá-la. Os adversários começaram a planear jogos a pensar nele, que é o elogio mais sincero que o futebol faz.
Metade do calendário jogado, 3.º lugar, 30 pontos somados. Multiplicar por dois é a conta que todos os adeptos já fizeram e a única que ninguém no clube fará em voz alta.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Rushwin Dortley está nela.
Em resumo
O bancoPule Mmodi pede uma conversa com o treinador
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Shaun Els será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Kaizer Chiefs as despedidas começaram em silêncio.
Brandon Petersen e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Derrota por 2‑3, e justa. O treinador foi curto nas palavras no final, o que provavelmente foi sensato.
Plantel08/11/2027
Luke Le Roux desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Etiosa Ighodaro produziu-o, e o 9.30 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
Jogo30/10/2027
Ninguém quer jogar contra o Kaizer Chiefs neste momento
5 vitórias seguidas mudam a forma como o adversário aquece: mais calado, mais olhares de esguelha. As séries acabam, toda a gente o sabe — mas neste balneário ninguém conta com isso.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Kaizer Chiefs ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Brandon Petersen esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
22 ações defensivas e uma baliza a zero no fim delas. A tarde de um defesa só se pode contar pelo que não aconteceu, e é por isso que ninguém faz um resumo com ela e qualquer treinador da divisão a assinava.
Jogo30/10/2027
Mais uma trazida de fora
4 seguidas na estrada para o Kaizer Chiefs. Os autocarros saem cedo, chegam de noite a estádios pouco simpáticos, e voltam sempre com três pontos.
Plantel01/11/2027
Thabiso Monyane desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.