9 jogos sem perder, e depois o Austria Klagenfurt. No estádio ninguém fingia que ia durar para sempre; também ninguém esperava que acabasse aqui.
Plantel02/11/2026
Palavras no treino do Kapfenberg sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Paul Komposch está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Aos 23 anos é cantado por pessoas com o dobro da idade, um carinho que um reforço demora anos a merecer e que um miúdo da casa recebe por aparecer. É também a coisa mais difícil de corresponder no futebol.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Richard Strebinger, e o treinador deixou.
«Há uma distância, e fingir que não há não ajuda ninguém.» Nenhuma das partes se mexeu, e o calendário trabalha para uma delas apenas.
O banco02/11/2026
A vista do banco
“Vamos analisar, vamos aprender com isto, e vamos outra vez.” As três frases que todos os treinadores guardam para uma derrota por 0‑1, ditas por Peter Arnautovic a uma sala que já as tinha ouvido.
Em resumo
DireçãoOs salários levam 93% do que Kapfenberg recebem
4 jogos, nenhum golo e um centro de treinos que já tentou tudo. Vai acabar — as secas acabam sempre — mas ninguém no Kapfenberg sabe dizer em que semana.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Kapfenberg coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel26/10/2026
Paul Komposch desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Disseram uma coisa a Samba Konaté e depois aconteceu. Neste meio, isso passa por notável, e o balneário reparou mais depressa do que qualquer adepto podia.
“Um ponto é um ponto e fico com ele, mas devíamos ter levado os três.” Peter Arnautovic depois do empate por 0‑0, e a frase que todos os treinadores do país disseram a certa altura deste fim de semana.
Aos 22 anos faz esta época coisas que não conseguia fazer na época passada, e fá-las todas as semanas. A forma vai e vem; isto já ficou tempo suficiente para se lhe chamar outra coisa.
Albin Berisha e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
3 jogos, nenhum golo e um centro de treinos que já tentou tudo. Vai acabar — as secas acabam sempre — mas ninguém no Kapfenberg sabe dizer em que semana.
Plantel19/10/2026
David Korherr desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Plantel19/10/2026
No Kapfenberg ainda são estranhos uns para os outros
11 reforços numa só janela. Cada um pode ser uma melhoria e a equipa pode ainda assim ser pior durante uns tempos, que é a parte de uma reconstrução de que os veredictos nunca falam.
“Um ponto é um ponto e fico com ele, mas devíamos ter levado os três.” Peter Arnautovic depois do empate por 0‑0, e a frase que todos os treinadores do país disseram a certa altura deste fim de semana.
A única versão de ficar de fora contra a qual um jogador não pode argumentar, e a que pior aceita. Outro tem estado melhor e a ficha de jogo di-lo, em público, todas as semanas até mudar.
Aos 20 anos faz esta época coisas que não conseguia fazer na época passada, e fá-las todas as semanas. A forma vai e vem; isto já ficou tempo suficiente para se lhe chamar outra coisa.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Robin Littig e o Kapfenberg acertam mais 4 anos.
Plantel12/10/2026
Palavras no treino do Kapfenberg sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Paul Komposch está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para David Puntigam, e o treinador deixou.
Todos os plantéis têm um jogo destes para alguém, todas as épocas. Este é o de Paul Komposch: o clube que o conheceu primeiro, os adeptos que vão decidir no primeiro minuto se aplaudem, e o Kapfenberg a precisar que ele jogue como se nada disso importasse.
Uma conversa no gabinete do treinador, e um compromisso que saiu dela. Promessas assim são baratas de fazer e caras de quebrar, e David Korherr apontou a data.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Marco Kadlec assinar alguma coisa — um contrato no Kapfenberg ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
Não é uma fase — é um salto a sério, mantido durante meses. Aos 20 anos faz a este nível coisas que não fazia no início da época, e a equipa técnica dir-lhe-á exatamente quais.
Albin Berisha esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Já são 6 jogos sem perder. Uns foram conquistados, outros sobrevividos, mas está a formar-se um hábito — e hábitos são a coisa mais difícil de defrontar no futebol.
Plantel05/10/2026
Paul Komposch desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Há um número a partir do qual uma massa salarial deixa de ser ambiciosa e passa a ser a razão de mais nada ser possível, e este clube chegou lá. Não sobra nada para um reforço, para uma bancada ou para uma tarde de chuva.
Toda a gente no Kapfenberg viu antes de alguém o dizer, que é como isto vai sempre. Aos 36 o declínio é real e mensurável — 3 pontos — e só falta saber como o clube trata alguém a quem deve muitíssimo.
O banco05/10/2026
O veredicto do treinador
“Estou frustrado, sinceramente. Fizemos o suficiente para ganhar e não ganhámos.” Peter Arnautovic não o escondia depois do 0‑0, e no balneário do Kapfenberg também ninguém o escondia.
Outro tem estado melhor, o treinador disse-o com uma ficha de jogo, e não há discussão possível. Vai recuperar a camisola da única maneira que ela se recupera.
Ninguém no Kapfenberg dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Não é uma fase — é um salto a sério, mantido durante meses. Aos 17 anos faz a este nível coisas que não fazia no início da época, e a equipa técnica dir-lhe-á exatamente quais.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Kapfenberg coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel28/09/2026
Palavras no treino do Kapfenberg sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. David Korherr está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Não é o fim do mundo e não chega. As duas coisas são verdade.” O treinador, depois de um empate por 0‑0, disse a coisa honesta e foi dizê-la outra vez lá dentro.
A ficha de jogo di-lo em público todas as semanas até mudar. A única versão de ficar de fora que um futebolista não consegue contestar, e a que lhe custa mais.
Um fim de semana, avaliado contra o de todos os outros. Albin Berisha ficou por cima, e para a maioria dos futebolistas um prémio semanal é o único troféu que uma carreira produz.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Albin Berisha produziu-o, e o 9.24 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
Um médio mede-se por saber se a equipa funciona quando ele está em campo, algo quase impossível de ver e completamente óbvio em retrospetiva. 15 ações, 7.92, e um treinador que não o vai substituir tão cedo.
Plantel21/09/2026
Palavras no treino do Kapfenberg sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Paul Komposch está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Albin Berisha. 3‑1 sobre o Young Violets, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Kapfenberg coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel21/09/2026
No Kapfenberg ainda são estranhos uns para os outros
10 reforços numa só janela. Cada um pode ser uma melhoria e a equipa pode ainda assim ser pior durante uns tempos, que é a parte de uma reconstrução de que os veredictos nunca falam.
“Merecemos. Pedi-lhes uma reação e tive-a, e agora quero o mesmo outra vez no sábado.” Peter Arnautovic sobre uma tarde de 3‑1 que lhe agradou mais do que estava disposto a mostrar.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Kapfenberg podem fingir não ter ouvido.
Plantel14/09/2026
Palavras no treino do Kapfenberg sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Paul Komposch está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Pardubice fica com o seu homem, e o Kapfenberg volta a uma lista com um nome riscado.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Nick Scharkowski, e o treinador deixou.
“Um ponto é um ponto e fico com ele, mas devíamos ter levado os três.” Peter Arnautovic depois do empate por 1‑1, e a frase que todos os treinadores do país disseram a certa altura deste fim de semana.
«Dei tudo aqui e preciso de um desafio novo.» O pedido é formal, e a relação nunca mais vai ser exatamente a mesma.
Direção07/09/2026
O Kapfenberg fecha o mercado com um plantel feito por si
17 entradas e 2 saídas, e nenhuma mudança durante meses. O treinador tem o que tem, os adeptos têm a sua opinião sobre isso, e a tabela terá a última palavra.
A proposta do Vihren por Nikola Sarcević foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
O valor aprovado não chegava. A direção foi consultada de novo e subiu a sua própria proposta para $70.0K — um clube que quer Armin Haider ao ponto de perguntar duas vezes.
Estava tudo acordado até deixar de estar, e Marco Kadlec regressa a Kapfenberg com um verão para esquecer. Nenhum dos clubes diz quem se levantou da mesa.
Albin Berisha esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
A abordagem foi feita e a resposta veio numa frase. Não há número em cima da mesa porque não havia número que chegasse.
Plantel07/09/2026
David Korherr desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Vitória por 2‑0 sobre o Schwarz-Weiß Bregenz, um lugar na ronda seguinte e a aritmética silenciosa que todos os adeptos fazem a caminho de casa: quantos faltam até uma final?
Notas dos jogadores31/08/2026
Uma estreia que Samba Konaté não vai esquecer — 7.70
Há exatamente uma destas por carreira e normalmente não corre assim. 1 no marcador, 7.70 ao lado do nome e uma bancada que nunca o tinha visto a cantá-lo no final.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Kapfenberg, e não vai ser retirado.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Paul Komposch estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O LASK fica com o seu homem, e o Kapfenberg volta a uma lista com um nome riscado.
Aos 21 anos é cantado por pessoas com o dobro da idade, um carinho que um reforço demora anos a merecer e que um miúdo da casa recebe por aparecer. É também a coisa mais difícil de corresponder no futebol.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Stripfing fica com o seu homem, e o Kapfenberg volta a uma lista com um nome riscado.
A proposta do FAC Wien por Vinko Čolić foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Albin Berisha e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Paul Komposch estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
O Stripfing levou os pontos após um 0‑1 que será difícil de explicar nas bancadas.
Plantel24/08/2026
11 caras novas e o Kapfenberg ainda se está a conhecer
Um plantel reconstruído num único mercado paga-o numa moeda que ninguém orça. O futebol não é pior do que a soma dos jogadores: é pior do que a soma dos jogadores que já jogaram juntos.
“Hoje não fomos suficientemente bons e não vou enfeitar isto.” Peter Arnautovic depois do 0‑1, no tom de quem sabe qual é a pergunta seguinte e não tenciona responder-lhe.
O Kapfenberg ofereceu $2.6M; o LASK disse que nem perto. Ao treinador dirão que o dinheiro continua lá para o jogador certo, que é o que se diz aos treinadores.
O valor aprovado não chegava. A direção foi consultada de novo e subiu a sua própria proposta para $2.7M — um clube que quer Petter Nosa Dahl ao ponto de perguntar duas vezes.
A proposta seguiu esta semana para o Austria Salzburg, e a resposta é deles. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
As bancadas17/08/2026
O Kapfenberg gasta $330.0K na contratação que a cidade queria
É a sequência mais rara do futebol: os adeptos pedem uma coisa e o clube vai e fá-la. $330.0K por Nikola Sarcević, e durante uma semana ninguém se queixa de nada.
Tem 22 anos e o estádio já canta o nome dele, coisa que acontece aos miúdos da terra e quase nunca aos reforços. Tudo a partir daqui se mede contra um carinho que não fez nada para merecer, a não ser ser daqui.
Notas dos jogadoresRobin Littig jogou uma tarde diferente da de toda a gente
2Edição
O Arauto de Kapfenberg
10/08/2026
Do nosso correspondente de futebolCrise
Plantel10/08/2026
Paul Komposch consegue a transferência que sempre quis
Perguntam tantas vezes aos futebolistas pelo clube da infância que ninguém ouve a resposta. Paul Komposch acabou de assinar pelo Kapfenberg e, por uma vez, a resposta importava.
O Kapfenberg foi ao LASK com uma proposta, e os adeptos foram à internet com uma opinião sobre ela. Se alguma das duas muda alguma coisa, decide o clube vendedor.
O negócio com o Red Bull Salzburg está feito em todos os sentidos menos no que o põe em campo. Nesta fase nada corre mal, exceto nas vezes em que corre.
O valor aprovado não chegava. A direção foi consultada de novo e subiu a sua própria proposta para $2.7M — um clube que quer Andrés Andrade ao ponto de perguntar duas vezes.
As condições foram oferecidas e recusadas. Se foi o salário, a função ou a cidade, no Eintracht Braunschweig ninguém diz, e no Kapfenberg ninguém gosta de estar a adivinhar.
Plantel10/08/2026
Paul Komposch desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Mais um nome na lista: o Austria Salzburg fez a pergunta que todo o futebol anda a fazer sobre Lamine Touré. A resposta do Kapfenberg não mudou — para já.
Os clubes gastam fortunas à procura de jogadores e de vez em quando encontram um ao fundo do corredor. Thomas Lazaro é isso, e a receção na sua primeira aparição será de outra natureza que a de qualquer reforço.
Perguntam tantas vezes aos futebolistas pelo clube da infância que ninguém ouve a resposta. Alexander Briedl acabou de assinar pelo Kapfenberg e, por uma vez, a resposta importava.
O Kapfenberg foi ao Rapid Wien com uma proposta, e os adeptos foram à internet com uma opinião sobre ela. Se alguma das duas muda alguma coisa, decide o clube vendedor.
O Kapfenberg foi ao Red Bull Salzburg com uma proposta, e os adeptos foram à internet com uma opinião sobre ela. Se alguma das duas muda alguma coisa, decide o clube vendedor.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Albin Berisha e o Kapfenberg acertam mais 4 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Albin Berisha esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Aos 23 anos é cantado por pessoas com o dobro da idade, um carinho que um reforço demora anos a merecer e que um miúdo da casa recebe por aparecer. É também a coisa mais difícil de corresponder no futebol.
Plantel03/08/2026
Bleron Krasniqi desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.