9.º lugar com 49 pontos. Todas as épocas são uma história e esta é a última linha dela, e agora o clube tem três meses para decidir de que fala a próxima.
Dribles concretizados: 29. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Kashiwa Reysol, e não vai ser retirado.
Yusuke Segawa esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel11/10/2027
Koki Kumasaka desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Wataru Harada, e o treinador deixou.
Em resumo
DireçãoOs salários levam 85% do que Kashiwa Reysol recebem
Dribles concretizados: 46. Cada vez que recebia, alguém tinha de decidir, e todas as vezes a decisão foi a errada.
Jogo02/10/2027
O Kashiwa Reysol torna a sua casa um sítio difícil de visitar
17 sem derrota no seu relvado. O campo não mudou; a bancada sim — mais barulhenta mais cedo e mais rápida a perceber quando o adversário preferia estar noutro lado.
Já são 10 jogos sem perder. Uns foram conquistados, outros sobrevividos, mas está a formar-se um hábito — e hábitos são a coisa mais difícil de defrontar no futebol.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Yusuke Segawa e o Kashiwa Reysol acertam mais 2 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Plantel04/10/2027
Koki Kumasaka desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«Todos os verões é outro clube, outros colegas, mais um treinador para convencer. Já dei o que tinha a dar. Agora quero fazer a pré-época no Kashiwa Reysol e ser visto a sério.» Até ao fim do empréstimo continua a ser jogador do Kawasaki Frontale, mas a discussão é com o clube que o detém.
«Foram honestos comigo, e prefiro saber.» Yoshio Koizumi foi informado de que não entra nos planos do treinador do Kashiwa Reysol.
Plantel04/10/2027
Uma lesão muscular afasta Tomoaki Okubo durante 14 dias
Ninguém faz um documentário sobre um isquiotibial e toda a gente nisto o teme. No Kashiwa Reysol vão ter cuidado com a data de regresso, porque a segunda é sempre pior do que a primeira.
Já são 9 jogos sem perder. Uns foram conquistados, outros sobrevividos, mas está a formar-se um hábito — e hábitos são a coisa mais difícil de defrontar no futebol.
Plantel27/09/2027
Koki Kumasaka desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Koya Yuruki e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Um 1‑0 sobre o Shonan Bellmare, conquistado e não oferecido, e o tipo de tarde que manda toda a gente para casa a falar da próxima semana em vez desta.
Soube como os outros, uma hora antes, por uma folha colada na parede. Ninguém em Kashiwa Reysol fingiu que fosse outra coisa que não uma decisão sobre ele.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
O banco27/09/2027
O veredicto do treinador
“Não me vou entusiasmar, e também não os deixo entusiasmar a eles. Foi um bom dia. Virão outros mais difíceis.” Hidemasa Ueda foi breve depois da vitória por 1‑0, que é o que os treinadores fazem quando estão contentes.
Aqui não há queixa possível e todos os envolvidos sabem, o que não encurta o caminho até ao banco. A forma é a única moeda do futebol sobre a qual não se pode pedir emprestado.
Dribles concretizados: 39. Cada vez que recebia, alguém tinha de decidir, e todas as vezes a decisão foi a errada.
Jogo18/09/2027
O Kashiwa Reysol torna a sua casa um sítio difícil de visitar
16 sem derrota no seu relvado. O campo não mudou; a bancada sim — mais barulhenta mais cedo e mais rápida a perceber quando o adversário preferia estar noutro lado.
Há tardes em que um guarda-redes é a defesa inteira. 7 defesas, várias do género que ninguém espera ver feitas, e dez jogadores de campo que lhe devem uma bebida.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Kashiwa Reysol, e não vai ser retirado.
Já são 8 jogos sem perder. Uns foram conquistados, outros sobrevividos, mas está a formar-se um hábito — e hábitos são a coisa mais difícil de defrontar no futebol.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Kashiwa Reysol coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel20/09/2027
Palavras no treino do Kashiwa Reysol sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Koki Kumasaka está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Dribles concretizados: 31. Havia sempre um defesa à frente dele, e nunca houve um defesa à frente dele por muito tempo.
Jogo11/09/2027
O Kashiwa Reysol torna a sua casa um sítio difícil de visitar
15 sem derrota no seu relvado. O campo não mudou; a bancada sim — mais barulhenta mais cedo e mais rápida a perceber quando o adversário preferia estar noutro lado.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Kashiwa Reysol coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel13/09/2027
Palavras no treino do Kashiwa Reysol sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Kohei Tezuka está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Continuamos a reunir-nos, e continuamos a sair da sala com os mesmos números com que entrámos.” Mais uma ronda de conversas no Kashiwa Reysol, mais uma semana sem a assinatura de Seiya Baba.
“Há coisas de que gostei e coisas que vamos repetir na terça-feira até saírem bem.” 0‑0, e um treinador que já tinha decidido como seria a terça-feira.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Seiya Baba está nela.
«Disseram-mo com clareza, e prefiro assim.» O treinador de Kashiwa Reysol foi explícito quanto à situação de Tomás Hernández, o que é mais do que muitos recebem.
“Quero jogar por troféus enquanto as pernas mo permitirem.” Nada nessa frase é um pedido de transferência, e ninguém no Kashiwa Reysol a ouviu como outra coisa.
Já são 6 jogos sem perder. Uns foram conquistados, outros sobrevividos, mas está a formar-se um hábito — e hábitos são a coisa mais difícil de defrontar no futebol.
Plantel06/09/2027
Koki Kumasaka desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«Há manhãs em que acordas e tudo o que conheces continua longíssimo.» Não é o futebol e nunca foi: o Kashiwa Reysol lida com um homem que quer outro país.
19 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Kashiwa Reysol perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
14 jogos sem perder em casa. As equipas visitantes chegam já a falar do ambiente, o que costuma ser sinal de que perderam meio jogo antes do pontapé de saída.
Yusuke Segawa e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Koki Kumasaka estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Yuto Yamada, e o treinador deixou.
“Não é o fim do mundo e não chega. As duas coisas são verdade.” O treinador, depois de um empate por 1‑1, disse a coisa honesta e foi dizê-la outra vez lá dentro.
Koya Yuruki lesiona os ligamentos do joelho — 27 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 27 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Kashiwa Reysol, e não vai ser retirado.
“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O Kashiwa Reysol pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.
Dribles concretizados: 25. Pelo minuto setenta aparece no rosto de um lateral um desespero muito próprio, e ali estava ele.
Direção23/08/2027
Fecha o mercado: 8 entradas, 12 saídas no Kashiwa Reysol
O prazo passou e o plantel é o plantel. Chegaram 8, saíram 12, e tudo o resto que se imprimiu sobre este clube no último mês foi um rumor que ficou rumor.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Kashiwa Reysol coisas que levam mais de uma semana a retirar.
“Tentei. Tentei mesmo, e todos os dias acordo no sítio errado.” No Kashiwa Reysol ninguém consegue treinar isso para fora de um homem, e ninguém lá finge que consegue.
34 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Kashiwa Reysol perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Hayato Tanaka foi-se, as contas têm $4.7M a mais, e os adeptos ficaram com a sensação de que também lhes venderam alguma coisa. Um bom negócio e uma boa decisão nem sempre são a mesma coisa.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Kashiwa Reysol podem fingir não ter ouvido.
A proposta do Urawa Reds por Takuya Shimamura foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Plantel16/08/2027
Koki Kumasaka desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
41 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Kashiwa Reysol perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Kashiwa Reysol podem fingir não ter ouvido.
Todos os futebolistas têm uma resposta para a pergunta sobre o clube da infância, e a maioria nunca chega a agir sobre ela. Kohei Tezuka agiu, no Kashiwa Reysol, e o primeiro mês vai mostrar o que isso faz a um homem.
Dribles concretizados: 24. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
Mercado09/08/2027
Como se nunca tivesse saído: Kohei Tezuka regressa
Algumas transferências precisam de uma campanha de imprensa. Esta precisava de uma camisola com o número antigo. Kohei Tezuka volta a ser jogador do Kashiwa Reysol, e a cidade tem a sua história do verão.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Koki Kumasaka estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
«Disseram-mo com clareza, e prefiro assim.» O treinador de Kashiwa Reysol foi explícito quanto à situação de Taiyo Koga, o que é mais do que muitos recebem.
49 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Kashiwa Reysol perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Kashiwa Reysol perdeu-o em tudo menos nos papéis.
10 épocas e 201 jogos, todos aqui. Carreiras assim não se desenham; acontecem a um certo tipo de homem num certo tipo de clube, e esta cidade tem um.
Jogo31/07/2027
O Kashiwa Reysol torna a sua casa um sítio difícil de visitar
12 sem derrota no seu relvado. O campo não mudou; a bancada sim — mais barulhenta mais cedo e mais rápida a perceber quando o adversário preferia estar noutro lado.
O telefone voltou a tocar por causa de Hayato Tanaka, e desta vez do outro lado está o Gamba Osaka. No Kashiwa Reysol ouvem com educação e não prometem nada.
Yusuke Segawa e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
PlantelPalavras no treino do Kashiwa Reysol sobre quem trabalha
52Edição
A Crónica de Kashiwa Reysol
26/07/2027
Do nosso correspondente de futebolCrise
Plantel26/07/2027
Koya Yuruki lesiona os ligamentos do joelho — 60 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 60 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Kashiwa Reysol, e não vai ser retirado.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Kashiwa Reysol coisas que levam mais de uma semana a retirar.
$65.0K era o máximo que o clube pagaria, e o Gamba Osaka pedia mais. Negócios destes ressuscitam na última semana do mercado mais ou menos metade das vezes, e todos os envolvidos o sabem.
Plantel26/07/2027
Palavras no treino do Kashiwa Reysol sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Koki Kumasaka está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Koya Yuruki lesiona os ligamentos do joelho — 69 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 69 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Kashiwa Reysol podem fingir não ter ouvido.
11 jogos sem perder em casa. As equipas visitantes chegam já a falar do ambiente, o que costuma ser sinal de que perderam meio jogo antes do pontapé de saída.
Yusuke Segawa esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Dribles concretizados: 21. Havia sempre um defesa à frente dele, e nunca houve um defesa à frente dele por muito tempo.
Plantel19/07/2027
Palavras no treino do Kashiwa Reysol sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Koki Kumasaka está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Não é o fim do mundo e não chega. As duas coisas são verdade.” O treinador, depois de um empate por 0‑0, disse a coisa honesta e foi dizê-la outra vez lá dentro.
Não dá grande título e é a razão por que os jogadores acreditam na promessa seguinte. O Kashiwa Reysol disse a Masaki Watai que algo iria acontecer e aconteceu, o que nesta indústria já passa por notável.
79 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Kashiwa Reysol perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Minuto 86, meio estádio já a caminho da saída, e Nobuteru Nakagawa decidiu que ninguém ia a lado nenhum. O Nagoya Grampus não teve tempo para responder.
“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O Kashiwa Reysol pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.
Yusuke Segawa e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Jogo10/07/2027
O Kashiwa Reysol torna a sua casa um sítio difícil de visitar
10 sem derrota no seu relvado. O campo não mudou; a bancada sim — mais barulhenta mais cedo e mais rápida a perceber quando o adversário preferia estar noutro lado.
5 jogos sem vencer, e depois isto, frente ao Nagoya Grampus. O alívio é um barulho estranho num estádio de futebol, e foi o único que se ouviu no fim.
Plantel12/07/2027
Palavras no treino do Kashiwa Reysol sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Hayato Tanaka está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
89 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Kashiwa Reysol perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Yusuke Segawa e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel05/07/2027
Palavras no treino do Kashiwa Reysol sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Koki Kumasaka está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Três empréstimos em três anos. A certa altura um clube tem de decidir se sou jogador ou ativo.” A passagem pelo Kawasaki Frontale continua; o recado viaja para casa.
O painel dos descontos já estava levantado, a vitória já estava dada, e então o Urawa Reds marcou. Não há pior minuto para sofrer, e o estádio esvaziou-se no silêncio que se segue a um desses.
7 chegadas, uma média de idades que ninguém chamaria plantel, e pais a quem mostram um edifício onde os filhos passarão mais tempo do que em casa. A prospeção já aconteceu; hoje é só papelada.
97 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Kashiwa Reysol perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Dribles concretizados: 21. Havia sempre um defesa à frente dele, e nunca houve um defesa à frente dele por muito tempo.
Plantel28/06/2027
Koki Kumasaka desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
200 jogos com a camisola. Ninguém se propõe construir um registo assim; acontece a um certo tipo de jogador num certo tipo de clube, e esta cidade sabe o que tem.
“Há coisas de que gostei e coisas que vamos repetir na terça-feira até saírem bem.” 0‑0, e um treinador que já tinha decidido como seria a terça-feira.
Não dá grande título e é a razão por que os jogadores acreditam na promessa seguinte. O Kashiwa Reysol disse a Lazar Romanic que algo iria acontecer e aconteceu, o que nesta indústria já passa por notável.
105 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Kashiwa Reysol perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Koya Yuruki esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Dribles concretizados: 19. Pelo minuto setenta aparece no rosto de um lateral um desespero muito próprio, e ali estava ele.
Plantel21/06/2027
Palavras no treino do Kashiwa Reysol sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Hayato Tanaka está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
A música estava desligada e os duches correram até tarde. O que se disse naquele balneário fica lá, mas o sábado publicará a ata.
O banco21/06/2027
A vista do banco
“Vamos analisar, vamos aprender com isto, e vamos outra vez.” As três frases que todos os treinadores guardam para uma derrota por 0‑4, ditas por Hidemasa Ueda a uma sala que já as tinha ouvido.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
O banco21/06/2027
O treinador ainda não acabou de esquecer o erro de Wataru Harada
Em público está ultrapassado para toda a gente. Não está para quem faz a equipa, e o único sítio onde isso se vê é uma ficha de jogo. Vai ter outra oportunidade: vai tê-la num jogo que importe menos.
114 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Kashiwa Reysol perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Yoshio Koizumi produziu-o, e o 8.39 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Kashiwa Reysol podem fingir não ter ouvido.
Dribles concretizados: 22. Cada vez que recebia, alguém tinha de decidir, e todas as vezes a decisão foi a errada.
Plantel14/06/2027
Koki Kumasaka desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
8 jogos sem perder em casa. As equipas visitantes chegam já a falar do ambiente, o que costuma ser sinal de que perderam meio jogo antes do pontapé de saída.
Koya Yuruki lesiona os ligamentos do joelho — 121 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 121 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 6 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
“Quero jogar por troféus enquanto as pernas mo permitirem.” Nada nessa frase é um pedido de transferência, e ninguém no Kashiwa Reysol a ouviu como outra coisa.
Derrota por 0‑1, e justa. O treinador foi curto nas palavras no final, o que provavelmente foi sensato.
O banco07/06/2027
A vista do banco
“Vamos analisar, vamos aprender com isto, e vamos outra vez.” As três frases que todos os treinadores guardam para uma derrota por 0‑1, ditas por Hidemasa Ueda a uma sala que já as tinha ouvido.
128 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Kashiwa Reysol perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Dribles concretizados: 38. Havia sempre um defesa à frente dele, e nunca houve um defesa à frente dele por muito tempo.
Plantel31/05/2027
17 dias de fora para Taiyo Koga depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Kashiwa Reysol vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
O FC Tokyo segue em frente e o Kashiwa Reysol vai para casa, com um 0‑3 a decidir tudo. O balneário vai agora dizer que a prioridade é o campeonato, porque é isso que os balneários dizem.
“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O Kashiwa Reysol pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.
Acabou 0-3. Uma eliminação na taça é uma desilusão; isto foi um desmantelamento público, e a diferença mede-se em quantas pessoas ainda falarão nisso em agosto.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Kashiwa Reysol coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Notas dos jogadores31/05/2027
Mao Hosoya jogou uma tarde diferente da de toda a gente
9.73. Há exibições que um adepto descreve a quem não esteve lá e não consegue transmitir; esta foi uma, e o número também não ajuda.
135 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Kashiwa Reysol perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 25 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Yusuke Segawa esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Koki Kumasaka estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Wataru Harada, e o treinador deixou.
“Hoje não fomos suficientemente bons e não vou enfeitar isto.” Hidemasa Ueda depois do 0‑1, no tom de quem sabe qual é a pergunta seguinte e não tenciona responder-lhe.
A única versão de ficar de fora contra a qual um jogador não pode argumentar, e a que pior aceita. Outro tem estado melhor e a ficha de jogo di-lo, em público, todas as semanas até mudar.
Em resumo
O bancoYudai Konishi tornou-se um homem de confiança do treinador
MercadoA história de Mao Hosoya recusa-se a morrer
143 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Kashiwa Reysol perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Plantel17/05/2027
33 dias de fora para Taiyo Koga depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Kashiwa Reysol vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Dribles concretizados: 21. Pelo minuto setenta aparece no rosto de um lateral um desespero muito próprio, e ali estava ele.
Plantel17/05/2027
Koki Kumasaka desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Os adeptos têm todo o direito de estar zangados. Eu também estou. Vamos corrigir isto.” 0‑2, um treinador a dizer as coisas necessárias, e um balneário que ouviu outra versão delas.
150 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Kashiwa Reysol perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Plantel10/05/2027
40 dias de fora para Taiyo Koga depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Kashiwa Reysol vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
O painel já tinha subido, os protestos já tinham começado, e então a bola entrou ao minuto 96. O Sanfrecce Hiroshima vai rever cada segundo do tempo extra durante uma semana.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Kashiwa Reysol podem fingir não ter ouvido.
Palavras no treino do Kashiwa Reysol sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Hayato Tanaka está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“O treinador não usou muitas palavras, e não precisou delas.” Wataru Harada tem a sua resposta do Kashiwa Reysol; o que fizer com ela é a história da próxima janela.
O banco10/05/2027
O veredicto do treinador
“Não me vou entusiasmar, e também não os deixo entusiasmar a eles. Foi um bom dia. Virão outros mais difíceis.” Hidemasa Ueda foi breve depois da vitória por 2‑1, que é o que os treinadores fazem quando estão contentes.
48 dias de fora para Taiyo Koga depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Kashiwa Reysol vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Dribles concretizados: 21. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
Plantel03/05/2027
Koki Kumasaka desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Kashiwa Reysol coisas que levam mais de uma semana a retirar.
“Hoje não fomos suficientemente bons e não vou enfeitar isto.” Hidemasa Ueda depois do 0‑1, no tom de quem sabe qual é a pergunta seguinte e não tenciona responder-lhe.
Outro tem estado melhor, o treinador disse-o com uma ficha de jogo, e não há discussão possível. Vai recuperar a camisola da única maneira que ela se recupera.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Seiya Baba está nela.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 57 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
7.96, 1 na ficha e a comédia muito própria de um jogador da linha defensiva a festejar como quem faz isto todas as semanas. Não faz, e é exatamente por isso que o estádio reagiu como reagiu.
Já são 8 jogos sem perder. Uns foram conquistados, outros sobrevividos, mas está a formar-se um hábito — e hábitos são a coisa mais difícil de defrontar no futebol.
Yusuke Segawa esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel26/04/2027
Palavras no treino do Kashiwa Reysol sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Koki Kumasaka está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
5 jogos sem vencer, e depois isto, frente ao Albirex Niigata. O alívio é um barulho estranho num estádio de futebol, e foi o único que se ouviu no fim.
Há uma impotência muito própria em sofrer 2 vezes antes do minuto vinte. O Albirex Niigata tentou reorganizar-se, o Kashiwa Reysol não deixou, e o resultado estava escrito muito antes de ser confirmado.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 65 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Kashiwa Reysol podem fingir não ter ouvido.
Já são 7 jogos sem perder. Uns foram conquistados, outros sobrevividos, mas está a formar-se um hábito — e hábitos são a coisa mais difícil de defrontar no futebol.
Yusuke Segawa esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel19/04/2027
Palavras no treino do Kashiwa Reysol sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Hayato Tanaka está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Lazar Romanic, e o treinador deixou.
MercadoA história de Mao Hosoya recusa-se a morrer
37Edição
A Crónica de Kashiwa Reysol
12/04/2027
Do nosso correspondente de futebolInquietação
Plantel12/04/2027
72 dias de fora para Taiyo Koga depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Kashiwa Reysol vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Kashiwa Reysol, e não vai ser retirado.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Kashiwa Reysol coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Dribles concretizados: 22. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
Já são 6 jogos sem perder. Uns foram conquistados, outros sobrevividos, mas está a formar-se um hábito — e hábitos são a coisa mais difícil de defrontar no futebol.
Plantel12/04/2027
Palavras no treino do Kashiwa Reysol sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Koki Kumasaka está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
3 jogos, nenhum golo e um centro de treinos que já tentou tudo. Vai acabar — as secas acabam sempre — mas ninguém no Kashiwa Reysol sabe dizer em que semana.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Kashiwa Reysol podem fingir não ter ouvido.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Koki Kumasaka estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
100 vezes com estas cores, com qualquer tempo e sob quatro ou cinco treinadores diferentes. Este tipo de serviço está a desaparecer do futebol sem fazer barulho.
«Disseram-mo com clareza, e prefiro assim.» O treinador de Kashiwa Reysol foi explícito quanto à situação de Hayato Nakama, o que é mais do que muitos recebem.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Hayato Tanaka estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Wataru Harada, e o treinador deixou.
“Não é o fim do mundo e não chega. As duas coisas são verdade.” O treinador, depois de um empate por 0‑0, disse a coisa honesta e foi dizê-la outra vez lá dentro.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Kashiwa Reysol, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Vestiu a outra camisola. No sábado joga contra o Ventforet Kofu com esta, e tudo o que disser esta semana sobre ser um jogo como os outros será mentira.
Dribles concretizados: 24. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Hayato Tanaka estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
A ficha de jogo di-lo em público todas as semanas até mudar. A única versão de ficar de fora que um futebolista não consegue contestar, e a que lhe custa mais.
O banco22/03/2027
O veredicto do treinador
“Estou frustrado, sinceramente. Fizemos o suficiente para ganhar e não ganhámos.” Hidemasa Ueda não o escondia depois do 1‑1, e no balneário do Kashiwa Reysol também ninguém o escondia.
«Disseram-mo com clareza, e prefiro assim.» O treinador de Kashiwa Reysol foi explícito quanto à situação de Masaki Watai, o que é mais do que muitos recebem.
Todos os plantéis têm um jogo destes para alguém, todas as épocas. Este é o de Yudai Konishi: o clube que o conheceu primeiro, os adeptos que vão decidir no primeiro minuto se aplaudem, e o Kashiwa Reysol a precisar que ele jogue como se nada disso importasse.
Dribles concretizados: 26. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O Kashiwa Reysol pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.
1 para Nobuteru Nakagawa, avaliado com 7.60, e o nome de um central na parte da crónica a que normalmente só chega por engano. No balneário não o vão deixar esquecer durante um mês.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Kashiwa Reysol coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Palavras no treino do Kashiwa Reysol sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Hayato Tanaka está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Disseram-mo com clareza, e prefiro assim.» O treinador de Kashiwa Reysol foi explícito quanto à situação de Nobuteru Nakagawa, o que é mais do que muitos recebem.
O banco15/03/2027
O veredicto do treinador
“Não me vou entusiasmar, e também não os deixo entusiasmar a eles. Foi um bom dia. Virão outros mais difíceis.” Hidemasa Ueda foi breve depois da vitória por 1‑0, que é o que os treinadores fazem quando estão contentes.
Não dá grande título e é a razão por que os jogadores acreditam na promessa seguinte. O Kashiwa Reysol disse a Keita Endo que algo iria acontecer e aconteceu, o que nesta indústria já passa por notável.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Kashiwa Reysol podem fingir não ter ouvido.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Yusuke Segawa e o Kashiwa Reysol acertam mais 2 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Yusuke Segawa e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel08/03/2027
Palavras no treino do Kashiwa Reysol sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Hayato Tanaka está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
O banco08/03/2027
O veredicto do treinador
“Estou frustrado, sinceramente. Fizemos o suficiente para ganhar e não ganhámos.” Hidemasa Ueda não o escondia depois do 0‑0, e no balneário do Kashiwa Reysol também ninguém o escondia.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Seiya Baba está nela.
Em resumo
O bancoYota Komi pede uma conversa com o treinador
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Kashiwa Reysol, e não vai ser retirado.
Dribles concretizados: 25. Pelo minuto setenta aparece no rosto de um lateral um desespero muito próprio, e ali estava ele.
Direção01/03/2027
O Kashiwa Reysol fecha o mercado com um plantel feito por si
5 entradas e 4 saídas, e nenhuma mudança durante meses. O treinador tem o que tem, os adeptos têm a sua opinião sobre isso, e a tabela terá a última palavra.
Yusuke Segawa e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel01/03/2027
Palavras no treino do Kashiwa Reysol sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Hayato Tanaka está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Há manhãs em que acordas e tudo o que conheces continua longíssimo.» Não é o futebol e nunca foi: o Kashiwa Reysol lida com um homem que quer outro país.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Kashiwa Reysol, e não vai ser retirado.
“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O Kashiwa Reysol pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.
Shumpei Naruse foi-se, as contas têm $1.5M a mais, e os adeptos ficaram com a sensação de que também lhes venderam alguma coisa. Um bom negócio e uma boa decisão nem sempre são a mesma coisa.
O Avispa Fukuoka pagou $1.5M e o Kashiwa Reysol aceitou, o que é a história toda numa frase. A versão longa fala do orçamento salarial e vai ser contada a época inteira.
Yusuke Segawa esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
3 miúdos sobem, e algures no edifício as pessoas que os treinaram aos doze anos estão a ter, em silêncio, a melhor manhã do seu ano de trabalho. Nada disto aparece num resultado, e é para isto que a formação existe.
A formação existe exatamente para esta manhã. Maya Nakamura passou por todos os escalões do clube e tem agora um número de equipa principal; os mais orgulhosos do edifício serão os que o treinaram aos doze anos.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Kashiwa Reysol podem fingir não ter ouvido.
Taiyo Koga esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel15/02/2027
Hayato Tanaka desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Plantel15/02/2027
5 caras novas e o Kashiwa Reysol ainda se está a conhecer
Um plantel reconstruído num único mercado paga-o numa moeda que ninguém orça. O futebol não é pior do que a soma dos jogadores: é pior do que a soma dos jogadores que já jogaram juntos.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Keita Endo, e o treinador deixou.
O sistema mudou e a posição dele não. Um futebolista pode melhorar a forma; não pode melhorar o sistema do treinador, e o problema é todo esse.
O banco15/02/2027
Yudai Konishi tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Kashiwa Reysol dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Koki Kumasaka. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
Nada por escrito e nada em público: uma palavra sobre minutos, dada cara a cara no Kashiwa Reysol. As fichas de jogo do próximo mês dirão se valia a pena tê-la.
Kenshin Yuba foi-se, as contas têm $1.1M a mais, e os adeptos ficaram com a sensação de que também lhes venderam alguma coisa. Um bom negócio e uma boa decisão nem sempre são a mesma coisa.
O Kawasaki Frontale pagou $1.1M e o Kashiwa Reysol aceitou, o que é a história toda numa frase. A versão longa fala do orçamento salarial e vai ser contada a época inteira.
Yusuke Segawa e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Todos os futebolistas têm uma resposta para a pergunta sobre o clube da infância, e a maioria nunca chega a agir sobre ela. Tomás Hernández agiu, no Kashiwa Reysol, e o primeiro mês vai mostrar o que isso faz a um homem.
O Urawa Reds pagou $170.0K e o Kashiwa Reysol aceitou, o que é a história toda numa frase. A versão longa fala do orçamento salarial e vai ser contada a época inteira.
Plantel08/02/2027
Koki Kumasaka desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
O Kashiwa Reysol perguntou e o Radnicki 1923 disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Tomás Hernández e o Kashiwa Reysol acertam mais 4 anos.
Yusuke Segawa e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel01/02/2027
Koki Kumasaka desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Perguntou-se ao Radnicki 1923 se o emprestaria. Os empréstimos acertam-se depressa ou não se acertam, e este será uma coisa ou outra até ao fim de semana.
Quando isto acontece nada se anuncia, e toda a gente sabe. É uma parte maior do plano do Kashiwa Reysol do que era há um mês, e o centro de treinos percebeu-o antes de a ficha de jogo o dizer.
«Aqui ninguém está acima de levar um raspanete.» Não se disse nenhum nome, mas o balneário sabe contar, e quem estava a ouvir também.
O banco01/02/2027
Seiya Baba tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Kashiwa Reysol dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Koya Yuruki esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel25/01/2027
Hayato Tanaka desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Kashiwa Reysol, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Yota Komi assinar alguma coisa — um contrato no Kashiwa Reysol ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Kashiwa Reysol coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel18/01/2027
Koki Kumasaka desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Nobuteru Nakagawa, e o treinador deixou.
O Kashiwa Reysol fez saber ao mercado que Nobuteru Nakagawa está disponível. O anúncio não traz preço, mas toda a gente do ramo sabe mais ou menos o que lá diz.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Yota Komi treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Koki Kumasaka. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
Nada por escrito e nada em público: uma palavra sobre minutos, dada cara a cara no Kashiwa Reysol. As fichas de jogo do próximo mês dirão se valia a pena tê-la.
Yusuke Segawa e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel11/01/2027
Palavras no treino do Kashiwa Reysol sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Koki Kumasaka está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
O Kashiwa Reysol perguntou e o Slovan Bratislava disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
“O treinador não usou muitas palavras, e não precisou delas.” Taiyo Koga tem a sua resposta do Kashiwa Reysol; o que fizer com ela é a história da próxima janela.
Perguntou-se ao Slovan Bratislava se o emprestaria. Os empréstimos acertam-se depressa ou não se acertam, e este será uma coisa ou outra até ao fim de semana.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Kashiwa Reysol, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Hayato Tanaka estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Seiya Baba, e o treinador deixou.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Seiya Baba está nela.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Kashiwa Reysol coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel28/12/2026
Palavras no treino do Kashiwa Reysol sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Koki Kumasaka está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Há um número a partir do qual uma massa salarial deixa de ser ambiciosa e passa a ser a razão de mais nada ser possível, e este clube chegou lá. Não sobra nada para um reforço, para uma bancada ou para uma tarde de chuva.
Perguntou pelo seu futuro e recebeu uma resposta com minutos lá dentro. O treinador fez uma promessa num edifício onde as promessas não se esquecem, e o relógio já começou a contar.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Yota Komi assinar alguma coisa — um contrato no Kashiwa Reysol ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Hayato Nakama treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Palavras no treino do Kashiwa Reysol sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Koki Kumasaka está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Hayato Tanaka e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Yudai Konishi está nela.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Koki Kumasaka. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
Perguntou pelo seu futuro e recebeu uma resposta com minutos lá dentro. O treinador fez uma promessa num edifício onde as promessas não se esquecem, e o relógio já começou a contar.
Hayato Tanaka desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Masato Yuzawa esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Keita Endo, e o treinador deixou.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Kenta Matsumoto está nela.
Koki Kumasaka desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Seiya Baba está nela.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Yota Komi treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Yusuke Segawa esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Koki Kumasaka estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Todos os clubes de futebol pagam aos jogadores a maior parte do que recebem. Pagar-lhes quase tudo é outro arranjo, e acabou da mesma maneira todas as vezes que alguém tentou.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Yota Komi assinar alguma coisa — um contrato no Kashiwa Reysol ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
Uma conversa no gabinete do treinador, e um compromisso que saiu dela. Promessas assim são baratas de fazer e caras de quebrar, e Keita Endo apontou a data.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Kashiwa Reysol coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Yudai Konishi está nela.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Kashiwa Reysol, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Koki Kumasaka. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
Perguntou pelo seu futuro e recebeu uma resposta com minutos lá dentro. O treinador fez uma promessa num edifício onde as promessas não se esquecem, e o relógio já começou a contar.
Em resumo
PlantelTaiyo Koga treina como quem tem algo a provar
Yusuke Segawa e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Koki Kumasaka estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Hayato Nakama, e o treinador deixou.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Kenta Matsumoto está nela.
Taiyo Koga e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel09/11/2026
Palavras no treino do Kashiwa Reysol sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Koki Kumasaka está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Seiya Baba está nela.
Uma conversa no gabinete do treinador, e um compromisso que saiu dela. Promessas assim são baratas de fazer e caras de quebrar, e Yota Komi apontou a data.
Em resumo
O bancoLazar Romanic pede uma conversa com o treinador
Todos os clubes de futebol pagam aos jogadores a maior parte do que recebem. Pagar-lhes quase tudo é outro arranjo, e acabou da mesma maneira todas as vezes que alguém tentou.
Um mês é longo o suficiente para ninguém entrar por acaso. Mao Hosoya está no melhor onze da divisão, o que é um elogio mais discreto do que um prémio e mais fiável.
Perguntou pelo seu futuro e recebeu uma resposta com minutos lá dentro. O treinador fez uma promessa num edifício onde as promessas não se esquecem, e o relógio já começou a contar.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Yota Komi assinar alguma coisa — um contrato no Kashiwa Reysol ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Yudai Konishi treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
A equipa técnica deu a Kenshin Yuba algo à parte. Se é uma fraqueza a ser corrigida ou uma virtude a ser afiada, ninguém de fora saberá até aparecer num sábado.
Koki Kumasaka desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Sachiro Toshima e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
«Disseram-mo com clareza, e prefiro assim.» O treinador de Kashiwa Reysol foi explícito quanto à situação de Kengo Nagai, o que é mais do que muitos recebem.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Koki Kumasaka. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
Perguntou pelo seu futuro e recebeu uma resposta com minutos lá dentro. O treinador fez uma promessa num edifício onde as promessas não se esquecem, e o relógio já começou a contar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Koki Kumasaka estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Koya Yuruki e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Kashiwa Reysol, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Mao Hosoya produziu-o, e o 9.07 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Seiya Baba e o Kashiwa Reysol acertam mais 3 anos.
“Tentei. Tentei mesmo, e todos os dias acordo no sítio errado.” No Kashiwa Reysol ninguém consegue treinar isso para fora de um homem, e ninguém lá finge que consegue.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
“O mérito é dos jogadores. Hoje o meu trabalho foi fácil.” Não foi, e toda a gente na sala o sabia; depois do 2‑0, Hidemasa Ueda podia dar-se ao luxo de ser generoso.
A ficha de jogo di-lo em público todas as semanas até mudar. A única versão de ficar de fora que um futebolista não consegue contestar, e a que lhe custa mais.
Yusuke Segawa esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Koki Kumasaka estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Nenhum clube fica com muito do que ganha; a maior parte vai para os jogadores. Ficar quase sem nada é um arranjo diferente, e sempre que alguém o experimentou terminou da mesma forma.
O FC Tokyo levou os pontos após um 0‑1 que será difícil de explicar nas bancadas.
Plantel05/10/2026
No Kashiwa Reysol ainda são estranhos uns para os outros
8 reforços numa só janela. Cada um pode ser uma melhoria e a equipa pode ainda assim ser pior durante uns tempos, que é a parte de uma reconstrução de que os veredictos nunca falam.
O banco05/10/2026
A vista do banco
“Vamos analisar, vamos aprender com isto, e vamos outra vez.” As três frases que todos os treinadores guardam para uma derrota por 0‑1, ditas por Hidemasa Ueda a uma sala que já as tinha ouvido.
Um mês é longo o suficiente para ninguém entrar por acaso. Hayato Tanaka está no melhor onze da divisão, o que é um elogio mais discreto do que um prémio e mais fiável.
A ficha de jogo di-lo em público todas as semanas até mudar. A única versão de ficar de fora que um futebolista não consegue contestar, e a que lhe custa mais.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Kashiwa Reysol coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel28/09/2026
Palavras no treino do Kashiwa Reysol sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Koki Kumasaka está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Avaliado com 7.88. Pergunte a qualquer pessoa à saída do estádio o que decidiu aquilo e receberá um nome, que é o único prémio que alguma vez contou a sério.
“O mérito é dos jogadores. Hoje o meu trabalho foi fácil.” Não foi, e toda a gente na sala o sabia; depois do 1‑0, Hidemasa Ueda podia dar-se ao luxo de ser generoso.
Outro tem estado melhor, o treinador disse-o com uma ficha de jogo, e não há discussão possível. Vai recuperar a camisola da única maneira que ela se recupera.
Os centrais têm licença para subir duas vezes por época e são julgados pelo que fazem quando lá chegam. Koki Kumasaka marcou, foi avaliado com 7.92 e voltou antes de alguém dar pela falta.
“Controlámos o jogo. Houve períodos de que não gostei e vamos vê-los, mas o grupo mostrou-me alguma coisa.” Hidemasa Ueda, sobre uma vitória por 1‑0 que já ia a desmontar a caminho da sala de imprensa.
Aqui não há queixa possível e todos os envolvidos sabem, o que não encurta o caminho até ao banco. A forma é a única moeda do futebol sobre a qual não se pode pedir emprestado.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Tomoaki Okubo, e o treinador deixou.
Festejou como quem andava com aquilo às costas há meses, porque andava. Kashiwa Reysol têm o reforço desbloqueado e uma pergunta a menos em cada conferência.
«Disseram-mo com clareza, e prefiro assim.» O treinador de Kashiwa Reysol foi explícito quanto à situação de Kenshin Yuba, o que é mais do que muitos recebem.
Dribles concretizados: 22. Pelo minuto setenta aparece no rosto de um lateral um desespero muito próprio, e ali estava ele.
Plantel14/09/2026
Koki Kumasaka desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Yoshio Koizumi. 1‑0 sobre o Avispa Fukuoka, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
“O mérito é dos jogadores. Hoje o meu trabalho foi fácil.” Não foi, e toda a gente na sala o sabia; depois do 1‑0, Hidemasa Ueda podia dar-se ao luxo de ser generoso.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Kashiwa Reysol, e não vai ser retirado.
As ocasiões aparecem e algo acontece entre criá-las e finalizá-las. Já vão 7 jogos, e a inquietação nas bancadas chega um pouco mais cedo a cada semana.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Koki Kumasaka estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Koya Yuruki esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Dribles concretizados: 19. Havia sempre um defesa à frente dele, e nunca houve um defesa à frente dele por muito tempo.
Plantel07/09/2026
9 caras novas e o Kashiwa Reysol ainda se está a conhecer
Um plantel reconstruído num único mercado paga-o numa moeda que ninguém orça. O futebol não é pior do que a soma dos jogadores: é pior do que a soma dos jogadores que já jogaram juntos.
O banco07/09/2026
O veredicto do treinador
“A culpa é minha. Sou eu que escolho a equipa e escolhi mal.” Os treinadores dizem isto quando o sentem e quando precisam que se veja que o dizem, e depois do 0‑2 Hidemasa Ueda saiu da sala antes que alguém pudesse perguntar qual dos dois casos era.
6 jogos, nenhum golo e um centro de treinos que já tentou tudo. Vai acabar — as secas acabam sempre — mas ninguém no Kashiwa Reysol sabe dizer em que semana.
Hayato Tanaka e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Sanfrecce Hiroshima fica com o seu homem, e o Kashiwa Reysol volta a uma lista com um nome riscado.
O Yokohama F. Marinos levou os pontos após um 0‑1 que será difícil de explicar nas bancadas.
O banco31/08/2026
A vista do banco
“Vamos analisar, vamos aprender com isto, e vamos outra vez.” As três frases que todos os treinadores guardam para uma derrota por 0‑1, ditas por Hidemasa Ueda a uma sala que já as tinha ouvido.
Aqui não há queixa possível e todos os envolvidos sabem, o que não encurta o caminho até ao banco. A forma é a única moeda do futebol sobre a qual não se pode pedir emprestado.
Em resumo
O bancoYudai Konishi tornou-se um homem de confiança do treinador
O bancoYota Komi pede uma conversa com o treinador
O FC Tokyo segue em frente e o Kashiwa Reysol vai para casa, com um 0‑0 a decidir tudo. O balneário vai agora dizer que a prioridade é o campeonato, porque é isso que os balneários dizem.
Jogo22/08/2026
Não se vê o fim da espera do Kashiwa Reysol por uma vitória
Já são 5 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Kashiwa Reysol tem de arrancar um resultado de algum lado.
$2.1M era o máximo que o clube pagaria, e o FC Tokyo pedia mais. Negócios destes ressuscitam na última semana do mercado mais ou menos metade das vezes, e todos os envolvidos o sabem.
Direção24/08/2026
Fecha o mercado: 16 entradas, 6 saídas no Kashiwa Reysol
O prazo passou e o plantel é o plantel. Chegaram 16, saíram 6, e tudo o resto que se imprimiu sobre este clube no último mês foi um rumor que ficou rumor.
5 jogos sem golo. Os avançados deixam de levantar a cabeça, os médios dão o toque a mais, e cada remate que passa por cima é seguido de um lamento que se acumula desde o último golo.
Dribles concretizados: 23. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
Yusuke Segawa e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
O Kashiwa Reysol foi ao FC Tokyo com uma proposta, e os adeptos foram à internet com uma opinião sobre ela. Se alguma das duas muda alguma coisa, decide o clube vendedor.
O Kashiwa Reysol perguntou e o Avispa Fukuoka disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
O valor aprovado não chegava. A direção foi consultada de novo e subiu a sua própria proposta para $227.5K — um clube que quer Taichi Yamasaki ao ponto de perguntar duas vezes.
3 jogos sem golo. Os avançados deixam de levantar a cabeça, os médios dão o toque a mais, e cada remate que passa por cima é seguido de um lamento que se acumula desde o último golo.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Koki Kumasaka estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Chega um momento em que um clube apoia a sua ambição ou admite que não a tem. O Kashiwa Reysol pagou $1.2M por Lazar Romanic, que é a forma mais barulhenta de dizer qual das duas escolheu.
$1.3M era o máximo que o clube pagaria, e o Yokohama F. Marinos pedia mais. Negócios destes ressuscitam na última semana do mercado mais ou menos metade das vezes, e todos os envolvidos o sabem.
«Quero ganhar coisas e gostava de o fazer aqui.» Não se exigiu nada nem se ameaçou nada, mas uma direção como a de Kashiwa Reysol ouve uma frase destas exatamente como foi construída.
O valor aprovado não chegava. A direção foi consultada de novo e subiu a sua própria proposta para $1.4M — um clube que quer Taiki Watanabe ao ponto de perguntar duas vezes.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Kashiwa Reysol coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Lazar Romanic era o nome em todos os programas de rádio, e o clube foi buscá-lo por $1.2M. Durante uma semana a direção não faz nada de errado, e é uma semana que a maioria das direções nunca tem.
Mais um nome na lista: o Sagan Tosu fez a pergunta que todo o futebol anda a fazer sobre Tomoya Inukai. A resposta do Kashiwa Reysol não mudou — para já.
O Kashiwa Reysol foi ao Kawasaki Frontale com uma proposta, e os adeptos foram à internet com uma opinião sobre ela. Se alguma das duas muda alguma coisa, decide o clube vendedor.
«Tenho ambições e gostava que o clube as partilhasse.» Ninguém pediu para sair nem foi mandado embora — mas um jogador escolhe essa frase com cuidado, e uma administração ouve-a exactamente como foi pensada.
Yusuke Segawa esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel03/08/2026
Koki Kumasaka desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Uma sondagem ao Jubilo Iwata para um empréstimo: cobertura, ou uma vista de olhos a alguém que o clube ainda não pode comprar. De qualquer maneira, a resposta chega dentro de uma semana.