“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Kifisia, e não vai ser retirado.
Exames médicos, uma assinatura, uma camisola levantada à frente de um painel de patrocinadores. O Kifisia fez a parte difícil com o Aris Thessaloniki, e a parte que falta é a única que os adeptos veem.
Não é uma fase — é um salto a sério, mantido durante meses. Aos 21 anos faz a este nível coisas que não fazia no início da época, e a equipa técnica dir-lhe-á exatamente quais.
Aos 33 a evolução devia ter acabado. Não acabou: 3 pontos acima da marca do início do ano, o que acontece aos jogadores que levam a sério as partes aborrecidas do ofício.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Dimitris Theodoridis está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Perguntou-se ao OFK Beograd se o emprestaria. Os empréstimos acertam-se depressa ou não se acertam, e este será uma coisa ou outra até ao fim de semana.
MercadoJohnson Nsumoh colocado na lista de transferências
O bancoO treinador crava a sua bandeira em Yasser Larouci
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55Edição
O Correio de Kifisia
16/08/2027
Do nosso correspondente de futebolInquietação
As bancadas16/08/2027
A raiva no Kifisia transborda para fora do estádio
Deixou de ser um ambiente nas bancadas e passou a ser algo organizado. As direções podem ignorar um mau ambiente durante muito tempo; esta fase não a conseguem ignorar por muito.
O Panathinaikos pagou $6.4M e o Kifisia aceitou, o que é a história toda numa frase. A versão longa fala do orçamento salarial e vai ser contada a época inteira.
Moisés Ramírez foi-se, as contas têm $6.4M a mais, e os adeptos ficaram com a sensação de que também lhes venderam alguma coisa. Um bom negócio e uma boa decisão nem sempre são a mesma coisa.
O Aris Thessaloniki aceitou o dinheiro. O que o Kifisia ainda não tem é o homem, e entre aqui e a fotografia há uma conversa sobre salários que os dois lados temem.
A proposta do Levadiakos por Luciano Maidana foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Aos 21 anos faz esta época coisas que não conseguia fazer na época passada, e fá-las todas as semanas. A forma vai e vem; isto já ficou tempo suficiente para se lhe chamar outra coisa.
As carreiras devem estagnar e depois cair, e quem ignora isso é sempre quem estava a ouvir no treino. 3 pontos, ao longo de meses, numa idade em que a direção costuma ser só uma.
O aperto de mão com o Aris Thessaloniki está dado; o do jogador ainda não. Seguem-se as condições pessoais, e é nas condições pessoais que morrem mais negócios do que alguém imprime.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Dimitris Theodoridis e o Kifisia acertam mais 3 anos.
Tiago Manso esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
As carreiras devem estagnar e depois cair, e quem ignora isso é sempre quem estava a ouvir no treino. 3 pontos, ao longo de meses, numa idade em que a direção costuma ser só uma.
O Kifisia perguntou e o Javor-Matis disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
O Kifisia já telefonou ao Panetolikos. Sem verba, uma parte do salário, e uma camisola a mais na posição em que o plantel esteve mais curto a época inteira.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Kifisia, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Kifisia já se começa a dizer o nome dele no passado.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Kifisia, e não vai ser retirado.
Direção02/08/2027
O silêncio lá de cima começa a ouvir-se em Kifisia
Ninguém na direção disse nada contra o treinador — e é esse o problema: também já não dizem nada a favor.
A proposta do AEL Larisa por Kostas Roukounakis foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Jorge Pombo esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Perguntou-se ao Javor-Matis se o emprestaria. Os empréstimos acertam-se depressa ou não se acertam, e este será uma coisa ou outra até ao fim de semana.
Todos os desenhos têm posições e este não tem a dele. O Kifisia vai mudar o desenho, mudar-lhe a função ou mudar-lhe o clube, e ele está à espera de saber qual.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Enzo Romero, e o treinador deixou.
17 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Kifisia perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Tiago Manso e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Jorge Pombo está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Plantel26/07/2027
5 caras novas e o Kifisia ainda se está a conhecer
Um plantel reconstruído num único mercado paga-o numa moeda que ninguém orça. O futebol não é pior do que a soma dos jogadores: é pior do que a soma dos jogadores que já jogaram juntos.
Os clubes prometem constantemente e o jornal costuma só saber quando falham. Esta foi cumprida, e o balneário notou-o mais depressa do que qualquer adepto.
Os adeptos organizam-se contra a direção do Kifisia
Um ambiente mau espera-se que passe. Um grupo de pessoas a reunir-se depois do jogo para decidir o que fazer não passa à espera, e toda a gente no clube sabe em que fase isto está.
24 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Kifisia perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Kifisia, e não vai ser retirado.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Jorge Pombo está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Aos 38 a evolução devia ter acabado. Não acabou: 3 pontos acima da marca do início do ano, o que acontece aos jogadores que levam a sério as partes aborrecidas do ofício.
O Aris Thessaloniki aceitou o dinheiro. O que o Kifisia ainda não tem é o homem, e entre aqui e a fotografia há uma conversa sobre salários que os dois lados temem.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Kifisia, e não vai ser retirado.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Kifisia coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Aos 31 a evolução devia ter acabado. Não acabou: 3 pontos acima da marca do início do ano, o que acontece aos jogadores que levam a sério as partes aborrecidas do ofício.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Dimitris Theodoridis está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
O Kifisia perguntou e o Ajax disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Os clubes gastam fortunas à procura de jogadores e de vez em quando encontram um ao fundo do corredor. Christos Siovas é isso, e a receção na sua primeira aparição será de outra natureza que a de qualquer reforço.
“Sei o que as pessoas vão dizer. Sei o que quero, e é aqui.” O Mladost Lucani tinha a verba acordada e a camisola pronta; não tinha o jogador, e agora não o vai ter.
Lá em cima ninguém disse nada, que é a coisa mais barulhenta que podiam fazer. Os resultados compram silêncio neste ofício; a conta do Kifisia está a esgotar-se.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Jorge Pombo estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Luciano Maidana e o Kifisia acertam mais 3 anos.
Johnson Eboh esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Aos 22 anos faz esta época coisas que não conseguia fazer na época passada, e fá-las todas as semanas. A forma vai e vem; isto já ficou tempo suficiente para se lhe chamar outra coisa.
Tiago Manso e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Aos 29 a evolução devia ter acabado. Não acabou: 3 pontos acima da marca do início do ano, o que acontece aos jogadores que levam a sério as partes aborrecidas do ofício.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Jorge Pombo está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
O Kifisia perguntou e o River Plate disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
O Kifisia já telefonou ao Bayern Munich. Sem verba, uma parte do salário, e uma camisola a mais na posição em que o plantel esteve mais curto a época inteira.
A raiva no Kifisia transborda para fora do estádio
Deixou de ser um ambiente nas bancadas e passou a ser algo organizado. As direções podem ignorar um mau ambiente durante muito tempo; esta fase não a conseguem ignorar por muito.
Jorge Pombo e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Dimitris Theodoridis está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Em resumo
Alvos de mercadoPorta fechada: Zois Karargyris fica onde está
Tiago Manso esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
O Volos NPS paga $210.0K, e o negócio está fechado. O número lê-se bem num balanço; se se lê bem dentro de campo é pergunta para a próxima época.
Plantel14/06/2027
Jorge Pombo desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
5 reforços numa só janela. Cada um pode ser uma melhoria e a equipa pode ainda assim ser pior durante uns tempos, que é a parte de uma reconstrução de que os veredictos nunca falam.
Lá em cima ninguém disse nada, que é a coisa mais barulhenta que podiam fazer. Os resultados compram silêncio neste ofício; a conta do Kifisia está a esgotar-se.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Kifisia coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Jorge Pombo estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
A lesão mais comum do futebol e aquela de que mais se volta à pressa. O Kifisia vai falar em 18 dias e vai ter cuidado, porque a segunda é sempre pior do que a primeira.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Tomás Nóbrega e o Kifisia acertam mais 3 anos.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Johnson Nsumoh, e o treinador deixou.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Aleks Petkov está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Tomás Nóbrega tem 19 anos, e o Kifisia contratou-o pelo jogador que virá a ser, não pelo que já é. A equipa principal pode esperar; o sentido de um negócio destes são os anos que compra.
4 jogos e 0 golos não são uma época fora, são um ano perdido. Está de volta ao Kifisia sem ter avançado um passo, e todos os envolvidos vão explicar por que razão a culpa não foi deles.
Adeptos que cantam quando corre mal são adeptos. Adeptos que se juntam à saída são um problema, e dentro do edifício toda a gente sabe qual das duas coisas isto é agora.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Kifisia, e não vai ser retirado.
Vai jogar aqui até ao verão e depois sair pela porta de graça, tendo já assinado noutro lado. Os adeptos aguentam a primeira parte desta frase; é com a segunda que vão ter dificuldade.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Jorge Pombo está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Luciano Maidana, e o treinador deixou.
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 15 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Plantel17/05/2027
Jorge Pombo desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Kifisia coisas que levam mais de uma semana a retirar.
“Vejo todos os jogos do Kifisia daqui. Isso diz tudo sobre onde está a minha cabeça.” O empréstimo no Hapoel Kiryat Shmona segue o seu curso, mas o coração nunca fez a viagem.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Kifisia, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
«Não vim para aqui aquecer à frente das pessoas.» O contrato acaba um dia, sabe contar as semanas, e o Kifisia terá de lhe dar um motivo para ficar ou uma saída.
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 22 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Jorge Pombo esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Aleks Petkov estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
«Dei tudo a isto, mas a minha família não está aqui — e eu também não, na verdade.» A um futebolista corrige-se a má fase. Disto nunca ninguém foi corrigido, e no Kifisia sabem-no.
Ninguém confirmará isto e nada mais explica as escolhas do último mês. Um erro caro compra a um jogador um período de suplência que dura sempre mais do que o erro.
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 29 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Tiago Manso e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel03/05/2027
Jorge Pombo desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Giorgos Zygouras, e o treinador deixou.
Uma conversa no gabinete do treinador, e um compromisso que saiu dela. Promessas assim são baratas de fazer e caras de quebrar, e Alexandros Pothas apontou a data.
Os adeptos organizam-se contra a direção do Kifisia
Um ambiente mau espera-se que passe. Um grupo de pessoas a reunir-se depois do jogo para decidir o que fazer não passa à espera, e toda a gente no clube sabe em que fase isto está.
36 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Kifisia perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Kifisia, e não vai ser retirado.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Jorge Pombo estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
A formação existe exatamente para esta manhã. Evangelos Vlachodimos passou por todos os escalões do clube e tem agora um número de equipa principal; os mais orgulhosos do edifício serão os que o treinaram aos doze anos.
Não há verba, não há apresentação, não há empresário na escadaria. Georgios Alexiou está neste clube desde miúdo e faz agora parte, formalmente, do plantel principal — o que, para um leitor local, vale mais do que qualquer contratação.
Os clubes gastam fortunas à procura de jogadores e de vez em quando encontram um ao fundo do corredor. Panagiotis Manolas é isso, e a receção na sua primeira aparição será de outra natureza que a de qualquer reforço.
Jorge Pombo e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Há uma versão de cada carreira em que o jogador acaba onde escolheu e não onde o escolheram. Edoardo Contiero está a viver essa versão no Kifisia, e costuma notar-se no primeiro mês.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Aleks Petkov está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Agradeço os jogos, mas não me fiz futebolista para ser a peça sobresselente de alguém.» Quer estar em Kifisia, e 3 jogos em 13 dizem que merece ser ouvido.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Os melhores negócios são aqueles em que os contabilistas nem reparam. Edoardo Contiero chega ao Kifisia com o ordenado como único custo e algo a provar como única cláusula.
Perguntou pelo seu futuro e recebeu uma resposta com minutos lá dentro. O treinador fez uma promessa num edifício onde as promessas não se esquecem, e o relógio já começou a contar.
Tiago Manso e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Jorge Pombo estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Ninguém confirmará isto e nada mais explica as escolhas do último mês. Um erro caro compra a um jogador um período de suplência que dura sempre mais do que o erro.
Yasser Larouci anda nisto há tempo suficiente para saber como se sente uma primavera que corre mal, e está a senti-lo. Um vestiário com medo joga como um vestiário com medo.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Kifisia, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Posição 12 e 18 pontos, e nesta parte da cidade a classificação lê-se de baixo para cima. O calendário deixou de ser um programa e passou a ser uma contagem decrescente.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Kifisia, e não vai ser retirado.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Kifisia coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Jorge Pombo estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
A despromoção que um clube nunca anuncia e um balneário nota sempre. Ignacio Ten López está mais longe da equipa do que estava, e a razão só lhe será dada quando perguntar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Enzo Romero, e o treinador deixou.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Apostolis Christopoulos treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Uma conversa no gabinete do treinador, e um compromisso que saiu dela. Promessas assim são baratas de fazer e caras de quebrar, e Ignacio Ten López apontou a data.
Os adeptos organizam-se contra a direção do Kifisia
Um ambiente mau espera-se que passe. Um grupo de pessoas a reunir-se depois do jogo para decidir o que fazer não passa à espera, e toda a gente no clube sabe em que fase isto está.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Giannis Kousoulos está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Tiago Manso e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel22/03/2027
Jorge Pombo desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Giannis Kousoulos, e o treinador deixou.
“Vejo todos os jogos do Kifisia daqui. Isso diz tudo sobre onde está a minha cabeça.” O empréstimo no Hapoel Kiryat Shmona segue o seu curso, mas o coração nunca fez a viagem.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Tentei. Tentei mesmo, e todos os dias acordo no sítio errado.” No Kifisia ninguém consegue treinar isso para fora de um homem, e ninguém lá finge que consegue.
O banco15/03/2027
O treinador ainda não acabou de esquecer o erro de Angelo Sagal
Em público está ultrapassado para toda a gente. Não está para quem faz a equipa, e o único sítio onde isso se vê é uma ficha de jogo. Vai ter outra oportunidade: vai tê-la num jogo que importe menos.
Posição 12 e 18 pontos, e nesta parte da cidade a classificação lê-se de baixo para cima. O calendário deixou de ser um programa e passou a ser uma contagem decrescente.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Jorge Pombo e o Kifisia acertam mais 2 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Jorge Pombo esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Giannis Kousoulos está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Kifisia, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
MercadoAlberto Botía colocado na lista de transferências
31Edição
O Correio de Kifisia
01/03/2027
Do nosso correspondente de futebolInquietação
As bancadas01/03/2027
Os adeptos organizam-se contra a direção do Kifisia
Um ambiente mau espera-se que passe. Um grupo de pessoas a reunir-se depois do jogo para decidir o que fazer não passa à espera, e toda a gente no clube sabe em que fase isto está.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Kifisia, e não vai ser retirado.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Kifisia coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Angelo Sagal estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Enzo Romero, e o treinador deixou.
«Disseram-mo com clareza, e prefiro assim.» O treinador de Kifisia foi explícito quanto à situação de Alexandros Anagnostopoulos, o que é mais do que muitos recebem.
Perguntou pelo seu futuro e recebeu uma resposta com minutos lá dentro. O treinador fez uma promessa num edifício onde as promessas não se esquecem, e o relógio já começou a contar.
O último jogo do campeonato está jogado e a tabela parou de mexer: 18 pontos. O verão começa na segunda-feira, e com ele a discussão sobre o que tudo isto quis dizer.
Jorge Pombo e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Dimitris Theodoridis estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“Hoje não fomos suficientemente bons e não vou enfeitar isto.” Emmanouil Bakasetas depois do 1‑2, no tom de quem sabe qual é a pergunta seguinte e não tenciona responder-lhe.
0‑1 para o Olympiacos, e nenhuma queixa que valha a pena imprimir. A exibição não pediu mais do que aquilo que recebeu.
Plantel15/02/2027
Aleks Petkov desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para David Simón, e o treinador deixou.
Notas dos jogadoresAngelo Sagal vai rever aquele lance muitas vezes
28Edição
O Correio de Kifisia
08/02/2027
Do nosso correspondente de futebolCrise
Plantel08/02/2027
Rubén Pérez lesiona os ligamentos do joelho — 20 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 20 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
O valor estava acertado e o voo já tinha sido visto — e então o telefone deixou de tocar. O Volos NPS seguiu em frente, Apostolis Christopoulos apresenta-se de volta no Kifisia, e todos fingem que segunda-feira é só uma segunda-feira.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Jorge Pombo está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Kifisia coisas que levam mais de uma semana a retirar.
27 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Kifisia perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
O prazo passou e o plantel é o plantel. Chegaram 3, saíram 2, e tudo o resto que se imprimiu sobre este clube no último mês foi um rumor que ficou rumor.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Kifisia coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Rubén Pérez lesiona os ligamentos do joelho — 35 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 35 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Kifisia, e não vai ser retirado.
Jorge Pombo e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
A abordagem foi feita e a resposta veio numa frase. Não há número em cima da mesa porque não havia número que chegasse.
Plantel25/01/2027
Ignacio Ten López desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
44 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Kifisia perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Kifisia, e não vai ser retirado.
Todos os futebolistas têm uma resposta para a pergunta sobre o clube da infância, e a maioria nunca chega a agir sobre ela. Johnson Nsumoh agiu, no Kifisia, e o primeiro mês vai mostrar o que isso faz a um homem.
Tiago Manso e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Jorge Pombo estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
51 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Kifisia perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Kifisia já se começa a dizer o nome dele no passado.
O AEL Larisa vai querer esquecer isto depressa: 3‑0, todos os duelos perdidos e uma viagem longa para casa. O Kifisia foi impiedoso como as boas equipas sabem ser.
Posição 12 e 15 pontos, e nesta parte da cidade a classificação lê-se de baixo para cima. O calendário deixou de ser um programa e passou a ser uma contagem decrescente.
Jorge Pombo esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Dimitris Theodoridis está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
58 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Kifisia perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Kifisia coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Patronato fica com o seu homem, e o Kifisia volta a uma lista com um nome riscado.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Ignacio Ten López está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Em resumo
MercadoLevadiakos estão prestes a pegar no telefone
Alvos de mercadoUm empréstimo de Ian Vera está em marcha
65 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Kifisia perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Jorge Pombo e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Angelo Sagal está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
O banco28/12/2026
A vista do banco
“Vamos analisar, vamos aprender com isto, e vamos outra vez.” As três frases que todos os treinadores guardam para uma derrota por 0‑2, ditas por Emmanouil Bakasetas a uma sala que já as tinha ouvido.
O banco28/12/2026
O treinador ainda não acabou de esquecer o erro de Lazare Amani
Em público está ultrapassado para toda a gente. Não está para quem faz a equipa, e o único sítio onde isso se vê é uma ficha de jogo. Vai ter outra oportunidade: vai tê-la num jogo que importe menos.
72 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Kifisia perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Kifisia, e não vai ser retirado.
«Disseram-me qual seria o meu papel e assinei por causa disso. Não aconteceu.» Uma queixa com data marcada é a mais difícil de resolver.
Notas dos jogadores21/12/2026
Angelo Sagal, 33 anos, faz recuar o relógio — 7.99
Há uma idade a partir da qual toda a boa tarde é descrita como uma recordação do passado, o que é injusto e também exato. 7.99 aos 33, e ninguém no campo esteve melhor.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Kifisia coisas que levam mais de uma semana a retirar.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Já são 17 jogos sem vencer, e o estádio ganhou aquele silêncio especial de quem espera o pior. Um 1-0 feio curava quase tudo; é isso que enlouquece.
Plantel14/12/2026
Rubén Pérez lesiona os ligamentos do joelho — 80 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 80 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Jorge Pombo esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Os clubes gastam fortunas à procura de jogadores e de vez em quando encontram um ao fundo do corredor. Theodoros Kourbelis é isso, e a receção na sua primeira aparição será de outra natureza que a de qualquer reforço.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Ignacio Ten López está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Já são 16 jogos sem vencer, e o estádio ganhou aquele silêncio especial de quem espera o pior. Um 1-0 feio curava quase tudo; é isso que enlouquece.
Plantel07/12/2026
Rubén Pérez lesiona os ligamentos do joelho — 89 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 89 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
As ocasiões aparecem e algo acontece entre criá-las e finalizá-las. Já vão 4 jogos, e a inquietação nas bancadas chega um pouco mais cedo a cada semana.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Kifisia coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Angelo Sagal estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Segue-se o Atromitos, e as duas equipas sabem fazer a conta. Ganhar, e a tabela fica com outro aspeto; perder, e fica com o aspeto que toda a gente temia.
Já são 15 jogos sem vencer, e o estádio ganhou aquele silêncio especial de quem espera o pior. Um 1-0 feio curava quase tudo; é isso que enlouquece.
Plantel30/11/2026
Rubén Pérez lesiona os ligamentos do joelho — 97 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 97 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Kifisia, e não vai ser retirado.
Jorge Pombo e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
3 jogos sem golo. Os avançados deixam de levantar a cabeça, os médios dão o toque a mais, e cada remate que passa por cima é seguido de um lamento que se acumula desde o último golo.
Derrota por 0‑1, e justa. O treinador foi curto nas palavras no final, o que provavelmente foi sensato.
O banco30/11/2026
A vista do banco
“Vamos analisar, vamos aprender com isto, e vamos outra vez.” As três frases que todos os treinadores guardam para uma derrota por 0‑1, ditas por Emmanouil Bakasetas a uma sala que já as tinha ouvido.
104 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Kifisia perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Derrota por 0‑2, e justa. O treinador foi curto nas palavras no final, o que provavelmente foi sensato.
Plantel23/11/2026
Ignacio Ten López desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
112 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Kifisia perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
0‑3 para o Olympiacos, e foi exatamente tão mau como o número sugere. Há derrotas que se discutem e derrotas pelas quais se pede desculpa; esta foi do segundo tipo.
Jorge Pombo esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Angelo Sagal estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Não se vê o fim da espera do Kifisia por uma vitória
Já são 12 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Kifisia tem de arrancar um resultado de algum lado.
Plantel09/11/2026
Rubén Pérez lesiona os ligamentos do joelho — 119 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 119 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Um defesa no marcador, coisa rara o suficiente para que toda a gente no estádio se lembre de quem marcou o canto. 1 para ele e uma nota de 7.95 para o resto.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Kifisia coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Angelo Sagal está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Os clubes gastam fortunas à procura de jogadores e de vez em quando encontram um ao fundo do corredor. Ioannis Giakoumakis é isso, e a receção na sua primeira aparição será de outra natureza que a de qualquer reforço.
Os clubes gastam fortunas à procura de jogadores e de vez em quando encontram um ao fundo do corredor. Anastasios Papagiannopoulos é isso, e a receção na sua primeira aparição será de outra natureza que a de qualquer reforço.
126 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Kifisia perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Jogo31/10/2026
Não se vê o fim da espera do Kifisia por uma vitória
Já são 11 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Kifisia tem de arrancar um resultado de algum lado.
Aos 33 devia estar a gerir os seus minutos. Em vez disso foi avaliado com 7.80 e pareceu, durante noventa minutos, exatamente o jogador de que toda a gente se lembra.
Angelo Sagal esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Ignacio Ten López está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
“Um ponto é um ponto e fico com ele, mas devíamos ter levado os três.” Emmanouil Bakasetas depois do empate por 1‑1, e a frase que todos os treinadores do país disseram a certa altura deste fim de semana.
Em resumo
PlantelAngelo Sagal estreia-se finalmente a marcar
O bancoChé Nunnely pede uma conversa com o treinador
As ocasiões aparecem e algo acontece entre criá-las e finalizá-las. Já vão 10 jogos, e a inquietação nas bancadas chega um pouco mais cedo a cada semana.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Kifisia, e não vai ser retirado.
Jorge Pombo e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel26/10/2026
Angelo Sagal desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
11 reforços numa só janela. Cada um pode ser uma melhoria e a equipa pode ainda assim ser pior durante uns tempos, que é a parte de uma reconstrução de que os veredictos nunca falam.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Imam Jagne, e o treinador deixou.
“Um ponto é um ponto e fico com ele, mas devíamos ter levado os três.” Emmanouil Bakasetas depois do empate por 0‑0, e a frase que todos os treinadores do país disseram a certa altura deste fim de semana.
9 jogos sem golo. Os avançados deixam de levantar a cabeça, os médios dão o toque a mais, e cada remate que passa por cima é seguido de um lamento que se acumula desde o último golo.
Jorge Pombo esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Dimitris Theodoridis está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
O banco19/10/2026
A vista do banco
“Não perdemos. Há semanas em que é só isso que se consegue, e prefiro ter o ponto a não o ter.” Emmanouil Bakasetas escolheu a versão do copo meio cheio do 0‑0; os adeptos saíram com a outra.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Kifisia coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Não há verba, não há apresentação, não há empresário na escadaria. Petros Siopis está neste clube desde miúdo e faz agora parte, formalmente, do plantel principal — o que, para um leitor local, vale mais do que qualquer contratação.
A formação existe exatamente para esta manhã. Evangelos Papanikolaou passou por todos os escalões do clube e tem agora um número de equipa principal; os mais orgulhosos do edifício serão os que o treinaram aos doze anos.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Dimitris Theodoridis, e o treinador deixou.
Derrota por 0‑1, e justa. O treinador foi curto nas palavras no final, o que provavelmente foi sensato.
Plantel12/10/2026
Ignacio Ten López desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Jorge Pombo e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel05/10/2026
Angelo Sagal desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Giannis Doiranlis e o Kifisia acertam mais 3 anos.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Nenhum clube fica com muito do que ganha; a maior parte vai para os jogadores. Ficar quase sem nada é um arranjo diferente, e sempre que alguém o experimentou terminou da mesma forma.
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 14 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Dimitris Theodoridis estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Benny, e o treinador deixou.
Em resumo
Notas dos jogadoresO jogo passou por Miguel Tavares — 6.57
Plantel11 caras novas e o Kifisia ainda se está a conhecer
As ocasiões aparecem e algo acontece entre criá-las e finalizá-las. Já vão 4 jogos, e a inquietação nas bancadas chega um pouco mais cedo a cada semana.
Jorge Pombo esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Dribles concretizados: 19. Pelo minuto setenta aparece no rosto de um lateral um desespero muito próprio, e ali estava ele.
Plantel21/09/2026
Ignacio Ten López desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
O banco21/09/2026
O veredicto do treinador
“A culpa é minha. Sou eu que escolho a equipa e escolhi mal.” Os treinadores dizem isto quando o sentem e quando precisam que se veja que o dizem, e depois do 0‑2 Emmanouil Bakasetas saiu da sala antes que alguém pudesse perguntar qual dos dois casos era.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Dribles concretizados: 29. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
Plantel14/09/2026
Angelo Sagal desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
3 jogos sem golo. Os avançados deixam de levantar a cabeça, os médios dão o toque a mais, e cada remate que passa por cima é seguido de um lamento que se acumula desde o último golo.
Ignacio Ten López e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Não há verba, não há apresentação, não há empresário na escadaria. Stavros Limnios está neste clube desde miúdo e faz agora parte, formalmente, do plantel principal — o que, para um leitor local, vale mais do que qualquer contratação.
Os clubes gastam fortunas à procura de jogadores e de vez em quando encontram um ao fundo do corredor. Ioannis Siopis é isso, e a receção na sua primeira aparição será de outra natureza que a de qualquer reforço.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Gerson Sousa e o Kifisia acertam mais 3 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
O prazo passou e o plantel é o plantel. Chegaram 16, saíram 5, e tudo o resto que se imprimiu sobre este clube no último mês foi um rumor que ficou rumor.
Jorge Pombo e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
O treinador reorganizou as ideias e Yasser Larouci saiu delas mais abaixo. Vão dizer-lhe que é temporário, e os jogadores que já ouviram isso antes vão desviar o olhar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Luciano Maidana estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
O banco07/09/2026
O veredicto do treinador
“Estou frustrado, sinceramente. Fizemos o suficiente para ganhar e não ganhámos.” Emmanouil Bakasetas não o escondia depois do 0‑0, e no balneário do Kifisia também ninguém o escondia.
As bancadas esperaram por um golo que nunca chegou. O AEK defendeu com muita gente e levou aquilo que veio buscar, e as duas equipas podiam ainda estar a jogar sem incomodar o marcador.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Kifisia, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
A proposta do Obolon por Amine Messoussa foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
11 contratações em três meses. Cada uma pode ser uma melhoria e a equipa pode ser pior durante um tempo na mesma, que é a parte de uma reconstrução que nunca aparece nos balanços de mercado.
“Hoje não fomos suficientemente bons e não vou enfeitar isto.” Emmanouil Bakasetas depois do 0‑2, no tom de quem sabe qual é a pergunta seguinte e não tenciona responder-lhe.
É a forma mais silenciosa de um clube dizer quais são as suas ambições. Pediu-se o dinheiro, negou-se o dinheiro, e quem trabalha ali todos os dias já sabe exatamente com o que conta.
Jorge Pombo esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
A lesão mais comum do futebol e aquela de que mais se volta à pressa. O Kifisia vai falar em 15 dias e vai ter cuidado, porque a segunda é sempre pior do que a primeira.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Angelo Sagal está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Kifisia coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Coventry City fica com o seu homem, e o Kifisia volta a uma lista com um nome riscado.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Imam Jagne está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Não está a ser deixado de fora. Simplesmente não há, no sistema que o Kifisia joga, sítio onde pôr um homem que faz o que ele faz, o que é mais difícil de ouvir do que qualquer ficha de jogo.
O Kifisia já telefonou ao Estudiantes. Sem verba, uma parte do salário, e uma camisola a mais na posição em que o plantel esteve mais curto a época inteira.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Dimitris Theodoridis e o Kifisia acertam mais 3 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Os clubes gastam fortunas à procura de jogadores e de vez em quando encontram um ao fundo do corredor. Michalis Mitroglou é isso, e a receção na sua primeira aparição será de outra natureza que a de qualquer reforço.
Os clubes gastam fortunas à procura de jogadores e de vez em quando encontram um ao fundo do corredor. Evangelos Torosidis é isso, e a receção na sua primeira aparição será de outra natureza que a de qualquer reforço.
A formação existe exatamente para esta manhã. Georgios Tsimikas passou por todos os escalões do clube e tem agora um número de equipa principal; os mais orgulhosos do edifício serão os que o treinaram aos doze anos.
Jorge Pombo e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Angelo Sagal está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Faltam 49 meses e lá de cima só silêncio — sem proposta, sem conversas, nada a que os representantes possam responder. Os clubes que deixam o calendário negociar por eles acabam quase sempre a negociar com o calendário.
Plantel03/08/2026
9 caras novas e o Kifisia ainda se está a conhecer
Um plantel reconstruído num único mercado paga-o numa moeda que ninguém orça. O futebol não é pior do que a soma dos jogadores: é pior do que a soma dos jogadores que já jogaram juntos.
O Kifisia já telefonou ao Cagliari. Sem verba, uma parte do salário, e uma camisola a mais na posição em que o plantel esteve mais curto a época inteira.