Há uma idade a partir da qual toda a boa tarde é descrita como uma recordação do passado, o que é injusto e também exato. 8.20 aos 34, e ninguém no campo esteve melhor.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Maksym Zaderaka estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Bence Tóth e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Quatro ou cinco jornadas de regularidade, medidas contra todos os da divisão que fazem o seu trabalho. Marko Matanović sai dessa comparação dentro da equipa, e o Kisvárda beneficiou de cada uma dessas tardes.
“O mérito é dos jogadores. Hoje o meu trabalho foi fácil.” Não foi, e toda a gente na sala o sabia; depois do 1‑0, Bence Lisztes podia dar-se ao luxo de ser generoso.
Não está a ser deixado de fora. Simplesmente não há, no sistema que o Kisvárda joga, sítio onde pôr um homem que faz o que ele faz, o que é mais difícil de ouvir do que qualquer ficha de jogo.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Os centrais têm licença para subir duas vezes por época e são julgados pelo que fazem quando lá chegam. Andrija Milić marcou, foi avaliado com 7.71 e voltou antes de alguém dar pela falta.
Joel Fameyeh e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel26/10/2026
Maksym Zaderaka desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Um golo aos 88 minutos transformou três pontos num e uma boa tarde numa discussão sobre gestão de jogo que vai durar até sábado.
Plantel26/10/2026
7 caras novas e o Kisvárda ainda se está a conhecer
Um plantel reconstruído num único mercado paga-o numa moeda que ninguém orça. O futebol não é pior do que a soma dos jogadores: é pior do que a soma dos jogadores que já jogaram juntos.
Joel Fameyeh esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Não é uma fase — é um salto a sério, mantido durante meses. Aos 20 anos faz a este nível coisas que não fazia no início da época, e a equipa técnica dir-lhe-á exatamente quais.
Plantel19/10/2026
Palavras no treino do Kisvárda sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Vladimir Ilić está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Há coisas de que gostei e coisas que vamos repetir na terça-feira até saírem bem.” 0‑0, e um treinador que já tinha decidido como seria a terça-feira.
As bancadas esperaram por um golo que nunca chegou. O ZTE defendeu com muita gente e levou aquilo que veio buscar, e as duas equipas podiam ainda estar a jogar sem incomodar o marcador.
“Tentei. Tentei mesmo, e todos os dias acordo no sítio errado.” No Kisvárda ninguém consegue treinar isso para fora de um homem, e ninguém lá finge que consegue.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Kisvárda coisas que levam mais de uma semana a retirar.
A forma vai e vem; esta não foi. Illia Popovych tem 20 anos, e a versão que treina agora não teria entrado na equipa em que estava há um ano.
Plantel12/10/2026
Maksym Zaderaka desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Bogdan Melnyk está nela.
Segue-se o ZTE, e há um homem no balneário do Kisvárda que conhece o centro de treinos deles melhor do que o seu. A receção vai dizer-lhe o que pensavam dele.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Soma Novothny treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Joel Fameyeh e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Já são 6 jogos sem perder. Uns foram conquistados, outros sobrevividos, mas está a formar-se um hábito — e hábitos são a coisa mais difícil de defrontar no futebol.
Plantel05/10/2026
Maksym Zaderaka desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Há um número a partir do qual uma massa salarial deixa de ser ambiciosa e passa a ser a razão de mais nada ser possível, e este clube chegou lá. Não sobra nada para um reforço, para uma bancada ou para uma tarde de chuva.
Um mês é longo o suficiente para ninguém entrar por acaso. Joel Fameyeh está no melhor onze da divisão, o que é um elogio mais discreto do que um prémio e mais fiável.
O banco05/10/2026
A vista do banco
“Não perdemos. Há semanas em que é só isso que se consegue, e prefiro ter o ponto a não o ter.” Bence Lisztes escolheu a versão do copo meio cheio do 0‑0; os adeptos saíram com a outra.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Martin Chlumecký, e o treinador deixou.
Há uma idade a partir da qual toda a boa tarde é descrita como uma recordação do passado, o que é injusto e também exato. 8.26 aos 34, e ninguém no campo esteve melhor.
200 jogos com esta camisola, através de treinadores, descidas e tudo o resto. Uma entrega assim está a desaparecer do futebol, e a bancada sabe o que está a ver.
Plantel28/09/2026
Vladimir Ilić desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Andrija Milić, e o treinador deixou.
“Merecemos. Pedi-lhes uma reação e tive-a, e agora quero o mesmo outra vez no sábado.” Bence Lisztes sobre uma tarde de 1‑0 que lhe agradou mais do que estava disposto a mostrar.
Segue-se o Nyíregyháza, e há um homem no balneário do Kisvárda que conhece o centro de treinos deles melhor do que o seu. A receção vai dizer-lhe o que pensavam dele.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Maksym Zaderaka assinar alguma coisa — um contrato no Kisvárda ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Maksym Zaderaka estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Bence Tóth esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguns jogos decidem-se num instante; este decidiu-se num homem. 7.91 na ficha, e os adeptos do Kisvárda saíram a repetir um nome.
O banco21/09/2026
O veredicto do treinador
“Não me vou entusiasmar, e também não os deixo entusiasmar a eles. Foi um bom dia. Virão outros mais difíceis.” Bence Lisztes foi breve depois da vitória por 1‑0, que é o que os treinadores fazem quando estão contentes.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Szilárd Szabó, e o treinador deixou.
Segue-se o Paksi, e há um homem no balneário do Kisvárda que conhece o centro de treinos deles melhor do que o seu. A receção vai dizer-lhe o que pensavam dele.
Em resumo
O bancoIstván Soltész tornou-se um homem de confiança do treinador
Estava tudo acordado até deixar de estar, e Máté Gyurkó regressa a Kisvárda com um verão para esquecer. Nenhum dos clubes diz quem se levantou da mesa.
Um negócio que à hora de almoço estava a um telefonema de fechar estava morto à meia-noite. O Kisvárda vai tentar outra vez quando o mercado abrir; nessa altura o Ferencvaros pode já não estar a vender.
Plantel14/09/2026
Palavras no treino do Kisvárda sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Maksym Zaderaka está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Aleksandar Jovičić e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Um golo aos 95 minutos transformou três pontos num e uma boa tarde numa discussão sobre gestão de jogo que vai durar até sábado.
Plantel14/09/2026
No Kisvárda ainda são estranhos uns para os outros
7 reforços numa só janela. Cada um pode ser uma melhoria e a equipa pode ainda assim ser pior durante uns tempos, que é a parte de uma reconstrução de que os veredictos nunca falam.
“Um ponto é um ponto e fico com ele, mas devíamos ter levado os três.” Bence Lisztes depois do empate por 1‑1, e a frase que todos os treinadores do país disseram a certa altura deste fim de semana.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Kisvárda, e não vai ser retirado.
A proposta seguiu esta semana para o Ferencvaros, e a resposta é deles. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Direção07/09/2026
O prazo passa com 19 contratações e 16 saídas
Está feito o negócio no Kisvárda até o mercado voltar a abrir. Se chegou, responde-se aos sábados e não numa coluna, e o primeiro sábado está perto.
Joel Fameyeh e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Austria Wien fica com o seu homem, e o Kisvárda volta a uma lista com um nome riscado.
O relógio fez o que o BVSC-Zugló não quis fazer, e acabou com aquilo. Os adeptos que seguiram a contagem decrescente vão passar o próximo mercado a fazê-lo outra vez.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Vladimir Ilić estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Aleksandar Jovičić, e o treinador deixou.
Os contabilistas vão chamar-lhe bom negócio e terão razão, o que não é o assunto de ninguém fora da administração. Raúl Stefan era uma das razões por que as pessoas vinham, e $760.0K não substitui isso sozinho.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Sporting Cristal fica com o seu homem, e o Kisvárda volta a uma lista com um nome riscado.
Dribles concretizados: 25. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
O Szeged-Csanád GA não queria vender e o número é a razão por que o fez. $610.0K por Bence Tóth, e a expectativa que chega com ele não é suavizada por nenhum período de adaptação.
Exames médicos, uma assinatura, uma camisola levantada à frente de um painel de patrocinadores. O Kisvárda fez a parte difícil com o BVSC-Zugló, e a parte que falta é a única que os adeptos veem.
Raúl Stefan parte para o Csákvár num negócio de $760.0K. Os contabilistas estão satisfeitos; os adeptos, menos.
As bancadas31/08/2026
O Kisvárda gasta $610.0K na contratação que a cidade queria
É a sequência mais rara do futebol: os adeptos pedem uma coisa e o clube vai e fá-la. $610.0K por Bence Tóth, e durante uma semana ninguém se queixa de nada.
O Kisvárda e o Szeged-Csanád GA acertaram em $610.0K. O resto pertence ao jogador e ao empresário, e um adepto que já viu uma destas sabe que ainda não é altura de comprar a camisola.
Plantel24/08/2026
Uma transferência que Vladimir Ilić teria feito de graça
Há uma versão de cada carreira em que o jogador acaba onde escolheu e não onde o escolheram. Vladimir Ilić está a viver essa versão no Kisvárda, e costuma notar-se no primeiro mês.
O valor aprovado não chegava. A direção foi consultada de novo e subiu a sua própria proposta para $200.0K — um clube que quer Bence Komlósi ao ponto de perguntar duas vezes.
Os clubes tinham acordado e o jogador não. Uma nega, e pública: o Cremonese fica com ele, e os adeptos daqui ficam a perguntar-se o que lhe terão dito sobre esta casa.
O Karcag pagou $99.0K e o Kisvárda aceitou, o que é a história toda numa frase. A versão longa fala do orçamento salarial e vai ser contada a época inteira.
Plantel24/08/2026
Maksym Zaderaka desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
O Kisvárda perguntou e o ETO Győr disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Joel Fameyeh esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
A proposta seguiu esta semana para o Diosgyor, e a resposta é deles. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
O Kisvárda perguntou e o Fehervar disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
O Paksi queria mais do que $170.0K e a direção não foi por aí. Levantou-se da mesa, por agora, o que em pleno mercado quer dizer até alguém pestanejar.
Todos os futebolistas têm uma resposta para a pergunta sobre o clube da infância, e a maioria nunca chega a agir sobre ela. Ilarion Tuhai agiu, no Kisvárda, e o primeiro mês vai mostrar o que isso faz a um homem.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Kisvárda coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Dribles concretizados: 17. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
Não está a ser deixado de fora. Simplesmente não há, no sistema que o Kisvárda joga, sítio onde pôr um homem que faz o que ele faz, o que é mais difícil de ouvir do que qualquer ficha de jogo.
Todos os futebolistas têm uma resposta para a pergunta sobre o clube da infância, e a maioria nunca chega a agir sobre ela. Maksym Zaderaka agiu, no Kisvárda, e o primeiro mês vai mostrar o que isso faz a um homem.
O Puskas Akademia não queria vender e o número é a razão por que o fez. $620.0K por Joel Fameyeh, e a expectativa que chega com ele não é suavizada por nenhum período de adaptação.
O valor aprovado não chegava. A direção foi consultada de novo e subiu a sua própria proposta para $180.0K — um clube que quer Márk Gyetván ao ponto de perguntar duas vezes.
O Kisvárda foi ao Paksi com uma proposta, e os adeptos foram à internet com uma opinião sobre ela. Se alguma das duas muda alguma coisa, decide o clube vendedor.
Saiu miúdo e regressa a saber ainda onde fica a bancada dos visitantes. A maioria dos reforços tem de ser explicada à cidade; a este bastou uma fotografia.
Joel Fameyeh era o nome em todos os programas de rádio, e o clube foi buscá-lo por $620.0K. Durante uma semana a direção não faz nada de errado, e é uma semana que a maioria das direções nunca tem.
O Kisvárda perguntou e o Diosgyor disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Dribles concretizados: 20. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
O Kisvárda perguntou e o Universitatea Craiova disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
O telefone voltou a tocar por causa de Kevin Körmendi, e desta vez do outro lado está o Kozármisleny. No Kisvárda ouvem com educação e não prometem nada.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Jasmin Mešanović e o Kisvárda acertam mais 2 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Soma Novothny esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel03/08/2026
Szilárd Szabó desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Há coisas de que gostei e coisas que vamos repetir na terça-feira até saírem bem.” 0‑0, e um treinador que já tinha decidido como seria a terça-feira.
Segue-se a equipa do topo da tabela, e a medida honesta de onde esta equipa realmente está. Qualquer um ganha ao clube que tem abaixo; a pergunta é o que acontece contra o Debrecen.