20 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Kolkheti perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
«Agradeço os jogos, mas não me fiz futebolista para ser a peça sobresselente de alguém.» Quer estar em Kolkheti, e 0 jogos em 9 dizem que merece ser ouvido.
Giorgi Putkaradze esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Ninguém no Kolkheti dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Giorgi Kharebashvili treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Segue-se o Lokomotivi, e há um homem no balneário do Kolkheti que conhece o centro de treinos deles melhor do que o seu. A receção vai dizer-lhe o que pensavam dele.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Kolkheti sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
27 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Kolkheti perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Vagner Gonçalves Nogueira e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Aos 19 anos é cantado por pessoas com o dobro da idade, um carinho que um reforço demora anos a merecer e que um miúdo da casa recebe por aparecer. É também a coisa mais difícil de corresponder no futebol.
34 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Kolkheti perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
A lesão mais comum do futebol e aquela de que mais se volta à pressa. O Kolkheti vai falar em 15 dias e vai ter cuidado, porque a segunda é sempre pior do que a primeira.
Vagner Gonçalves Nogueira e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel15/03/2027
Palavras no treino do Kolkheti sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Elguja Grigalashvili está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
A única versão de ficar de fora contra a qual um jogador não pode argumentar, e a que pior aceita. Outro tem estado melhor e a ficha de jogo di-lo, em público, todas as semanas até mudar.
“Não é o fim do mundo e não chega. As duas coisas são verdade.” O treinador, depois de um empate por 0‑0, disse a coisa honesta e foi dizê-la outra vez lá dentro.
Antevisão15/03/2027
O Kolkheti mede-se com a equipa que todos perseguem
O Sioni chega como líder. Uma equipa no topo perde mais ou menos uma vez por mês, e o clube que o consegue ganha uma semana de que se lembra durante um ano.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Vagner Gonçalves Nogueira produziu-o, e o 8.30 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Elguja Grigalashvili e o Kolkheti acertam mais 2 anos.
Vagner Gonçalves Nogueira esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Direção08/03/2027
4 jogadores da formação sobem à equipa principal do Kolkheti
Números de equipa principal entregues a miúdos que os treinadores conhecem desde os doze anos. A maioria não vai lá chegar, e todos já fizeram a parte difícil.
Aos 22 anos é cantado por pessoas com o dobro da idade, um carinho que um reforço demora anos a merecer e que um miúdo da casa recebe por aparecer. É também a coisa mais difícil de corresponder no futebol.
Não há verba, não há apresentação, não há empresário na escadaria. Levan Tsitaishvili está neste clube desde miúdo e faz agora parte, formalmente, do plantel principal — o que, para um leitor local, vale mais do que qualquer contratação.
A formação existe exatamente para esta manhã. Beka Okriashvili passou por todos os escalões do clube e tem agora um número de equipa principal; os mais orgulhosos do edifício serão os que o treinaram aos doze anos.
Não há verba, não há apresentação, não há empresário na escadaria. Davit Chakvetadze está neste clube desde miúdo e faz agora parte, formalmente, do plantel principal — o que, para um leitor local, vale mais do que qualquer contratação.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Kolkheti coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel01/03/2027
Palavras no treino do Kolkheti sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Elguja Grigalashvili está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Levan Kharabadze está nela.
O treinador reorganizou as ideias e Temur Lomadze saiu delas mais abaixo. Vão dizer-lhe que é temporário, e os jogadores que já ouviram isso antes vão desviar o olhar.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Kolkheti ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Vagner Gonçalves Nogueira e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Ninguém no Kolkheti dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Kolkheti sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
Vagner Gonçalves Nogueira e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel15/02/2027
7 caras novas e o Kolkheti ainda se está a conhecer
Um plantel reconstruído num único mercado paga-o numa moeda que ninguém orça. O futebol não é pior do que a soma dos jogadores: é pior do que a soma dos jogadores que já jogaram juntos.
Todos os desenhos têm posições e este não tem a dele. O Kolkheti vai mudar o desenho, mudar-lhe a função ou mudar-lhe o clube, e ele está à espera de saber qual.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Kolkheti já se começa a dizer o nome dele no passado.
Perguntam tantas vezes aos futebolistas pelo clube da infância que ninguém ouve a resposta. Alexandr Kokotun acabou de assinar pelo Kolkheti e, por uma vez, a resposta importava.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Kolkheti coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Nikita Chevankov tem 19 anos, e o Kolkheti contratou-o pelo jogador que virá a ser, não pelo que já é. A equipa principal pode esperar; o sentido de um negócio destes são os anos que compra.
Tem 20 anos e ninguém em Kolkheti o contratou para esta época. Negócios destes julgam-se daqui a quatro anos, por gente que talvez já não esteja na casa.
O prazo passou e o plantel é o plantel. Chegaram 3, saíram 2, e tudo o resto que se imprimiu sobre este clube no último mês foi um rumor que ficou rumor.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Kolkheti coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel01/02/2027
Palavras no treino do Kolkheti sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Elguja Grigalashvili está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
O Kolkheti perguntou e o Torpedo Kutaisi disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Revaz Tevdoradze, e o treinador deixou.
«Dei tudo a isto, mas a minha família não está aqui — e eu também não, na verdade.» A um futebolista corrige-se a má fase. Disto nunca ninguém foi corrigido, e no Kolkheti sabem-no.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Vagner Gonçalves Nogueira e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Qizilqum fica com o seu homem, e o Kolkheti volta a uma lista com um nome riscado.
Perguntou-se ao Dinamo Batumi se o emprestaria. Os empréstimos acertam-se depressa ou não se acertam, e este será uma coisa ou outra até ao fim de semana.
Ninguém no Kolkheti dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Vagner Gonçalves Nogueira e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Dinamo Batumi fica com o seu homem, e o Kolkheti volta a uma lista com um nome riscado.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Elguja Grigalashvili estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Perguntou-se ao Qizilqum se o emprestaria. Os empréstimos acertam-se depressa ou não se acertam, e este será uma coisa ou outra até ao fim de semana.
Plantel18/01/2027
No Kolkheti ainda são estranhos uns para os outros
5 reforços numa só janela. Cada um pode ser uma melhoria e a equipa pode ainda assim ser pior durante uns tempos, que é a parte de uma reconstrução de que os veredictos nunca falam.
Verba acordada, salário acordado, e o Chikhura à espera com uma camisola. No Kolkheti ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
Vagner Gonçalves Nogueira esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
O Kolkheti perguntou e o Torpedo Kutaisi disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Uma cara nova na sua posição e, de repente, Vagner Gonçalves Nogueira tem de reconquistar o que julgava seu. O Kolkheti não prometeu nada — nesta fase raramente promete.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Kolkheti coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Dinamo Tbilisi fica com o seu homem, e o Kolkheti volta a uma lista com um nome riscado.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Max Edwards-Stryjewski e o Kolkheti acertam mais 3 anos.
Uma sondagem ao Dinamo Tbilisi para um empréstimo: cobertura, ou uma vista de olhos a alguém que o clube ainda não pode comprar. De qualquer maneira, a resposta chega dentro de uma semana.
Uma sondagem ao Dinamo Tbilisi para um empréstimo: cobertura, ou uma vista de olhos a alguém que o clube ainda não pode comprar. De qualquer maneira, a resposta chega dentro de uma semana.
Uma sondagem ao Torpedo Kutaisi para um empréstimo: cobertura, ou uma vista de olhos a alguém que o clube ainda não pode comprar. De qualquer maneira, a resposta chega dentro de uma semana.
Ninguém no Kolkheti dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Perguntam tantas vezes aos futebolistas pelo clube da infância que ninguém ouve a resposta. Max Edwards-Stryjewski acabou de assinar pelo Kolkheti e, por uma vez, a resposta importava.
Vagner Gonçalves Nogueira e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Elguja Grigalashvili estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Ninguém no Kolkheti dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Kolkheti sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Elguja Grigalashvili estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Revaz Tevdoradze, e o treinador deixou.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Kisley Zita está nela.
Joanderson esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Kolkheti coisas que levam mais de uma semana a retirar.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Todos os desenhos têm posições e este não tem a dele. O Kolkheti vai mudar o desenho, mudar-lhe a função ou mudar-lhe o clube, e ele está à espera de saber qual.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Thiago Souza treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Vagner Gonçalves Nogueira e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Vagner Gonçalves Nogueira está nela.
Vagner Gonçalves Nogueira e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Luka Nozadze estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Em resumo
O bancoKisley Zita tornou-se um homem de confiança do treinador
Vagner Gonçalves Nogueira esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Kolkheti coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Todos os futebolistas têm uma resposta para a pergunta sobre o clube da infância, e a maioria nunca chega a agir sobre ela. Temur Lomadze agiu, no Kolkheti, e o primeiro mês vai mostrar o que isso faz a um homem.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Temur Lomadze e o Kolkheti acertam mais 3 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Luka Nozadze estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Kolkheti sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
Palavras no treino do Kolkheti sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Luka Nozadze está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Mikheil Kiteishvili esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Kolkheti, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Kisley Zita está nela.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Bachana Arabuli assinar alguma coisa — um contrato no Kolkheti ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
3 jogos, nenhum golo e um centro de treinos que já tentou tudo. Vai acabar — as secas acabam sempre — mas ninguém no Kolkheti sabe dizer em que semana.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Oto Goshadze, e o treinador deixou.
Plantel19/10/2026
No Kolkheti ainda são estranhos uns para os outros
19 reforços numa só janela. Cada um pode ser uma melhoria e a equipa pode ainda assim ser pior durante uns tempos, que é a parte de uma reconstrução de que os veredictos nunca falam.
O banco19/10/2026
A vista do banco
“Vamos analisar, vamos aprender com isto, e vamos outra vez.” As três frases que todos os treinadores guardam para uma derrota por 0‑2, ditas por Lasha Janelidze a uma sala que já as tinha ouvido.
Mikheil Kiteishvili e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
A ficha de jogo di-lo em público todas as semanas até mudar. A única versão de ficar de fora que um futebolista não consegue contestar, e a que lhe custa mais.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Kolkheti coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel12/10/2026
Palavras no treino do Kolkheti sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Luka Nozadze está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Levan Kharabadze está nela.
Segue-se a equipa do topo da tabela, e a medida honesta de onde esta equipa realmente está. Qualquer um ganha ao clube que tem abaixo; a pergunta é o que acontece contra o Torpedo Kutaisi.
Dribles concretizados: 22. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
Vagner Gonçalves Nogueira e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Todos os clubes de futebol pagam aos jogadores a maior parte do que recebem. Pagar-lhes quase tudo é outro arranjo, e acabou da mesma maneira todas as vezes que alguém tentou.
Um mês é longo o suficiente para ninguém entrar por acaso. Levan Kharabadze está no melhor onze da divisão, o que é um elogio mais discreto do que um prémio e mais fiável.
Aqui não há queixa possível e todos os envolvidos sabem, o que não encurta o caminho até ao banco. A forma é a única moeda do futebol sobre a qual não se pode pedir emprestado.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Vagner Gonçalves Nogueira está nela.
«Aqui ninguém está acima de levar um raspanete.» Não se disse nenhum nome, mas o balneário sabe contar, e quem estava a ouvir também.
O banco05/10/2026
A vista do banco
“Não perdemos. Há semanas em que é só isso que se consegue, e prefiro ter o ponto a não o ter.” Lasha Janelidze escolheu a versão do copo meio cheio do 0‑0; os adeptos saíram com a outra.
As bancadas esperaram por um golo que nunca chegou. O Dinamo Batumi defendeu com muita gente e levou aquilo que veio buscar, e as duas equipas podiam ainda estar a jogar sem incomodar o marcador.
0‑3 para o Dila, e foi exatamente tão mau como o número sugere. Há derrotas que se discutem e derrotas pelas quais se pede desculpa; esta foi do segundo tipo.
Vagner Gonçalves Nogueira e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
O treinador prendeu-os no balneário e disse o que tinha a dizer. Espera-se resposta no sábado e, se não vier, as perguntas sobem um andar.
O banco28/09/2026
O veredicto do treinador
“A culpa é minha. Sou eu que escolho a equipa e escolhi mal.” Os treinadores dizem isto quando o sentem e quando precisam que se veja que o dizem, e depois do 0‑3 Lasha Janelidze saiu da sala antes que alguém pudesse perguntar qual dos dois casos era.
A única versão de ficar de fora contra a qual um jogador não pode argumentar, e a que pior aceita. Outro tem estado melhor e a ficha de jogo di-lo, em público, todas as semanas até mudar.
O banco28/09/2026
Kisley Zita tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Kolkheti dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Aos 19 anos está a ser medido contra os restantes jovens da divisão e sai à frente. A versão sénior deste prémio é onde o clube gostaria que isto levasse.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Luka Rekhviashvili produziu-o, e o 8.32 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
Vagner Gonçalves Nogueira esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Um 3‑1 sobre o Shukura, conquistado e não oferecido, e o tipo de tarde que manda toda a gente para casa a falar da próxima semana em vez desta.
Plantel21/09/2026
Luka Nozadze desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Tem 19 anos e o estádio já canta o nome dele, coisa que acontece aos miúdos da terra e quase nunca aos reforços. Tudo a partir daqui se mede contra um carinho que não fez nada para merecer, a não ser ser daqui.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Oto Goshadze, e o treinador deixou.
O Guria vai querer esquecer isto depressa: 3‑0, todos os duelos perdidos e uma viagem longa para casa. O Kolkheti foi impiedoso como as boas equipas sabem ser.
Dribles concretizados: 21. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
Plantel14/09/2026
Palavras no treino do Kolkheti sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Luka Nozadze está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Os clubes gastam fortunas à procura de jogadores e de vez em quando encontram um ao fundo do corredor. Sandro Mchedlidze é isso, e a receção na sua primeira aparição será de outra natureza que a de qualquer reforço.
A formação existe exatamente para esta manhã. Saba Gamsakhurdia passou por todos os escalões do clube e tem agora um número de equipa principal; os mais orgulhosos do edifício serão os que o treinaram aos doze anos.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
O Kolkheti ficou sem tempo com o Dinamo Batumi. Os papéis estavam abertos quando o prazo passou, e uma transferência que estava quase feita é agora uma transferência que nunca aconteceu.
“Ouvi, pensei, e fico. É essa a história toda.” Os clubes tinham acordado uma verba. Mikheil Kiteishvili não tinha acordado ir, e afinal era essa a parte que contava.
Direção07/09/2026
O prazo passa com 30 contratações e 1 saídas
Está feito o negócio no Kolkheti até o mercado voltar a abrir. Se chegou, responde-se aos sábados e não numa coluna, e o primeiro sábado está perto.
Exames médicos, uma assinatura, uma camisola levantada à frente de um painel de patrocinadores. O Kolkheti fez a parte difícil com o Dinamo Batumi, e a parte que falta é a única que os adeptos veem.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Thiago Souza e o Kolkheti acertam mais 3 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Todos os desenhos têm posições e este não tem a dele. O Kolkheti vai mudar o desenho, mudar-lhe a função ou mudar-lhe o clube, e ele está à espera de saber qual.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Kolkheti coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Quatro ou cinco jornadas de regularidade, medidas contra todos os da divisão que fazem o seu trabalho. Kisley Zita sai dessa comparação dentro da equipa, e o Kolkheti beneficiou de cada uma dessas tardes.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Verba acordada, salário acordado, e o Saburtalo à espera com uma camisola. No Kolkheti ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
Notas dos jogadores31/08/2026
Kisley Zita, 21 anos, joga como se cá estivesse há anos — 8.06
Um 8.06 significa uma coisa ao lado do nome de um jogador de vinte e nove anos e algo completamente diferente ao lado do de um de 21. Ninguém no estádio precisou que lhe explicassem.
O Kolkheti perguntou e o Tskhinvali disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Luka Nozadze estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Tem 21 anos e o estádio já canta o nome dele, coisa que acontece aos miúdos da terra e quase nunca aos reforços. Tudo a partir daqui se mede contra um carinho que não fez nada para merecer, a não ser ser daqui.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Kisley Zita. 2‑0 sobre o Chikhura, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
Eliminado, 1‑2 com o Torpedo Kutaisi, e a longa discussão sobre qual dos pequenos momentos o decidiu. Agora só resta o campeonato, e toda a gente o sabe.
Vagner Gonçalves Nogueira esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Dila fica com o seu homem, e o Kolkheti volta a uma lista com um nome riscado.
O interesse é real o suficiente para ter chegado aos jornais. O Kolkheti nada diz, o que em pleno mercado também é uma resposta.
Plantel24/08/2026
18 caras novas e o Kolkheti ainda se está a conhecer
Um plantel reconstruído num único mercado paga-o numa moeda que ninguém orça. O futebol não é pior do que a soma dos jogadores: é pior do que a soma dos jogadores que já jogaram juntos.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Bachana Arabuli produziu-o, e o 8.74 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Kisley Zita produziu-o, e o 8.51 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Vagner Gonçalves Nogueira produziu-o, e o 8.29 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
Há tardes em que um guarda-redes é a defesa inteira. 7 defesas, várias do género que ninguém espera ver feitas, e dez jogadores de campo que lhe devem uma bebida.
Os clubes tinham acordado e o jogador não. Uma nega, e pública: o outro clube fica com ele, e os adeptos daqui ficam a perguntar-se o que lhe terão dito sobre esta casa.
Isto não é profundidade de plantel e ninguém finge que seja. Pagaram-se $150.0K porque Oto Goshadze é simplesmente melhor do que o que já cá estava, e o clube decidiu deixar de esperar.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Kolkheti coisas que levam mais de uma semana a retirar.
O mais difícil de ter 21 anos numa equipa principal é que ninguém perdoa nada. Davit Gotsiridze não precisou: 7.81, e parecia o homem mais à vontade no relvado.
Vagner Gonçalves Nogueira e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
A abordagem foi feita e a resposta veio numa frase. Não há número em cima da mesa porque não havia número que chegasse.
Plantel10/08/2026
Palavras no treino do Kolkheti sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Luka Nozadze está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Os clubes gastam fortunas à procura de jogadores e de vez em quando encontram um ao fundo do corredor. Khvicha Qazaishvili é isso, e a receção na sua primeira aparição será de outra natureza que a de qualquer reforço.
A formação existe exatamente para esta manhã. Revaz Ananidze passou por todos os escalões do clube e tem agora um número de equipa principal; os mais orgulhosos do edifício serão os que o treinaram aos doze anos.
Os clubes gastam fortunas à procura de jogadores e de vez em quando encontram um ao fundo do corredor. Saba Mchedlidze é isso, e a receção na sua primeira aparição será de outra natureza que a de qualquer reforço.
A camisola ainda lhe serve. Giorgi Akhaladze está de volta ao Kolkheti, e metade do estádio ainda o lembra com estas cores. Há contratações que é preciso vender à cidade; esta vendeu-se sozinha.
Saiu miúdo e regressa a saber ainda onde fica a bancada dos visitantes. A maioria dos reforços tem de ser explicada à cidade; a este bastou uma fotografia.
Vagner Gonçalves Nogueira e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Jogo01/08/2026
Ninguém conseguiu parar de marcar
9 golos. Os dois bancos passaram a segunda parte a olhar um para o outro mais do que para o relvado. Os puristas vão queixar-se do Kolkheti e do Dinamo Tbilisi por igual; os restantes divertiram-se imenso.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Samtredia fica com o seu homem, e o Kolkheti volta a uma lista com um nome riscado.