124 dias de fora para Ivan Ordets depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Kryvbas vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Kryvbas coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Pavlo Orikhovskyi desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Dribles concretizados: 15. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
Outro tem estado melhor, o treinador disse-o com uma ficha de jogo, e não há discussão possível. Vai recuperar a camisola da única maneira que ela se recupera.
133 dias de fora para Ivan Ordets depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Kryvbas vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
É a ambição mais legítima do desporto e a mais difícil de satisfazer para a maioria dos clubes. Iván Franco quer futebol continental; se o Kryvbas o consegue oferecer é uma pergunta sobre as próximas duas épocas, não sobre ele.
Iván Franco e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Plantel11/10/2032
Dmitriy Girs desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Todos os desenhos têm posições e este não tem a dele. O Kryvbas vai mudar o desenho, mudar-lhe a função ou mudar-lhe o clube, e ele está à espera de saber qual.
Segue-se o Polissia, e há um homem no balneário do Kryvbas que conhece o centro de treinos deles melhor do que o seu. A receção vai dizer-lhe o que pensavam dele.
141 dias de fora para Ivan Ordets depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Kryvbas vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Aos 20 anos passou um mês a ser melhor do que todos os da sua idade na liga, o que é diferente e mais difícil do que uma boa tarde. No Kryvbas vão esforçar-se muito por não fazer disto um caso.
Disseram uma coisa a Pavlo Orikhovskyi e depois aconteceu. Neste meio, isso passa por notável, e o balneário reparou mais depressa do que qualquer adepto podia.
Há tardes em que um guarda-redes é a defesa inteira. 10 defesas, várias do género que ninguém espera ver feitas, e dez jogadores de campo que lhe devem uma bebida.
Plantel27/09/2032
149 dias de fora para Ivan Ordets depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Kryvbas vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Stefan Alaba será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Kryvbas as despedidas começaram em silêncio.
Maksym Zaderaka e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Pavlo Orikhovskyi está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
O treinador prendeu-os no balneário e disse o que tinha a dizer. Espera-se resposta no sábado e, se não vier, as perguntas sobem um andar.
O banco27/09/2032
A vista do banco
“Vamos analisar, vamos aprender com isto, e vamos outra vez.” As três frases que todos os treinadores guardam para uma derrota por 0‑4, ditas por Volodymyr Kravets a uma sala que já as tinha ouvido.
Em resumo
O bancoNeste momento há alguém melhor do que Roman Zhmurko
157 dias de fora para Ivan Ordets depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Kryvbas vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Dribles concretizados: 29. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
O mais difícil de ter 20 anos numa equipa principal é que ninguém perdoa nada. Ivan Malynovskyi não precisou: 7.65, e parecia o homem mais à vontade no relvado.
Já são 3 vitórias seguidas, e a pergunta deixou de ser se a série acaba para passar a ser quem a acaba. Confiança assim não se compra; ganha-se exatamente desta maneira.
Maksym Zaderaka e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Dynamo Kyiv fica com o seu homem, e o Kryvbas volta a uma lista com um nome riscado.
“O treinador não usou muitas palavras, e não precisou delas.” Pavlo Orikhovskyi tem a sua resposta do Kryvbas; o que fizer com ela é a história da próxima janela.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 165 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Notas dos jogadores13/09/2032
Ivan Malynovskyi, 20 anos, joga como se cá estivesse há anos — 7.72
Um 7.72 significa uma coisa ao lado do nome de um jogador de vinte e nove anos e algo completamente diferente ao lado do de um de 20. Ninguém no estádio precisou que lhe explicassem.
«Dei tudo aqui e preciso de um desafio novo.» O pedido é formal, e a relação nunca mais vai ser exatamente a mesma.
Direção13/09/2032
Fecha o mercado: 27 entradas, 28 saídas no Kryvbas
O prazo passou e o plantel é o plantel. Chegaram 27, saíram 28, e tudo o resto que se imprimiu sobre este clube no último mês foi um rumor que ficou rumor.
O negócio que levaria Danylo Khmelovskyi para o Chornomorets caiu na fase final e ele reapresenta-se no Kryvbas com um verão para esquecer e uma época inteira para jogar. Ninguém diz quem se levantou da mesa.
Iván Franco e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Ludogorets fica com o seu homem, e o Kryvbas volta a uma lista com um nome riscado.
172 dias de fora para Ivan Ordets depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Kryvbas vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
O Kryvbas ofereceu $2.3M; o Metalist disse que nem perto. Ao treinador dirão que o dinheiro continua lá para o jogador certo, que é o que se diz aos treinadores.
Exames médicos, uma assinatura, uma camisola levantada à frente de um painel de patrocinadores. O Kryvbas fez a parte difícil com o Deportivo La Coruña, e a parte que falta é a única que os adeptos veem.
Iván Franco e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel06/09/2032
Pavlo Orikhovskyi desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Aos 20 anos passou um mês a ser melhor do que todos os da sua idade na liga, o que é diferente e mais difícil do que uma boa tarde. No Kryvbas vão esforçar-se muito por não fazer disto um caso.
O Victoriia Sumy segue em frente e o Kryvbas vai para casa, com um 2‑3 a decidir tudo. O balneário vai agora dizer que a prioridade é o campeonato, porque é isso que os balneários dizem.
3‑0, e a margem não enganou ninguém — aguentava mais um golo ou dois sem protesto. É por tardes assim que as pessoas continuam a vir.
Notas dos jogadores30/08/2032
Stefan Alaba não podia pedir mais na estreia — 7.69
As estreias sobrevivem-se, não se desfrutam. Esta desfrutou-se: 7.69, 1 golos, e um treinador a quem já perguntam se ele é titular outra vez para a semana.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Kryvbas já se começa a dizer o nome dele no passado.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Kryvbas, e não vai ser retirado.
As regras permitem-no e dói na mesma. Stefan Alaba acertou condições com o Kolos para o verão e, até lá, veste esta camisola como quem já escolheu a seguinte.
Em resumo
Notas dos jogadoresJhoel Maya passa por eles um de cada vez
21 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Kryvbas perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Há tardes em que um guarda-redes é a defesa inteira. 7 defesas, várias do género que ninguém espera ver feitas, e dez jogadores de campo que lhe devem uma bebida.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Kryvbas coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Dynamo Kyiv fica com o seu homem, e o Kryvbas volta a uma lista com um nome riscado.
Os clubes gastam fortunas à procura de jogadores e de vez em quando encontram um ao fundo do corredor. Oleksandr Kovalenko é isso, e a receção na sua primeira aparição será de outra natureza que a de qualquer reforço.
Os clubes gastam fortunas à procura de jogadores e de vez em quando encontram um ao fundo do corredor. Vladyslav Makarenko é isso, e a receção na sua primeira aparição será de outra natureza que a de qualquer reforço.
Notas dos jogadoresGiovany Herbert jogou uma tarde diferente da de toda a gente
316Edição
O Diário de Kryvbas
16/08/2032
Do nosso correspondente de futebolInquietação
Plantel16/08/2032
Roman Zinchenko lesiona os ligamentos do joelho — 29 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 29 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Kryvbas já se começa a dizer o nome dele no passado.
A proposta do Probiy por Dmitriy Girs foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
É a ambição mais legítima do desporto e a mais difícil de satisfazer para a maioria dos clubes. Iván Franco quer futebol continental; se o Kryvbas o consegue oferecer é uma pergunta sobre as próximas duas épocas, não sobre ele.
Não há pior forma de perder um futebolista. Danylo Khmelovskyi pré-acordou a saída, o que significa que cada jogo daqui até junho é feito por um homem que o clube já não pode vender, e alguém lá em cima vai ter de explicar como se chegou aqui.
Iván Franco e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
37 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Kryvbas perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Maksym Zaderaka esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Anton Zhylkin, e o treinador deixou.
Plantel09/08/2032
8 caras novas e o Kryvbas ainda se está a conhecer
Um plantel reconstruído num único mercado paga-o numa moeda que ninguém orça. O futebol não é pior do que a soma dos jogadores: é pior do que a soma dos jogadores que já jogaram juntos.
“Hoje não fomos suficientemente bons e não vou enfeitar isto.” Volodymyr Kravets depois do 2‑3, no tom de quem sabe qual é a pergunta seguinte e não tenciona responder-lhe.
45 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Kryvbas perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Notas dos jogadores02/08/2032
Ivan Malynovskyi, 20 anos, joga como se cá estivesse há anos — 7.62
Um 7.62 significa uma coisa ao lado do nome de um jogador de vinte e nove anos e algo completamente diferente ao lado do de um de 20. Ninguém no estádio precisou que lhe explicassem.
A proposta do Metalurh Zaporizhzhia por Danylo Khmelovskyi foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Maksym Zaderaka e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
7 miúdos sobem, e algures no edifício as pessoas que os treinaram aos doze anos estão a ter, em silêncio, a melhor manhã do seu ano de trabalho. Nada disto aparece num resultado, e é para isto que a formação existe.
Tem 20 anos e o estádio já canta o nome dele, coisa que acontece aos miúdos da terra e quase nunca aos reforços. Tudo a partir daqui se mede contra um carinho que não fez nada para merecer, a não ser ser daqui.
A formação existe exatamente para esta manhã. Roman Popov passou por todos os escalões do clube e tem agora um número de equipa principal; os mais orgulhosos do edifício serão os que o treinaram aos doze anos.
Roman Zinchenko lesiona os ligamentos do joelho — 54 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 54 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Aos 19 anos faz esta época coisas que não conseguia fazer na época passada, e fá-las todas as semanas. A forma vai e vem; isto já ficou tempo suficiente para se lhe chamar outra coisa.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Pavlo Orikhovskyi estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Roman Zinchenko lesiona os ligamentos do joelho — 61 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 61 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Kryvbas já se começa a dizer o nome dele no passado.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Kryvbas, e não vai ser retirado.
Jhoel Maya esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
O Kryvbas já telefonou ao Lechia. Sem verba, uma parte do salário, e uma camisola a mais na posição em que o plantel esteve mais curto a época inteira.
69 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Kryvbas perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Kryvbas ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Aos 23 anos faz esta época coisas que não conseguia fazer na época passada, e fá-las todas as semanas. A forma vai e vem; isto já ficou tempo suficiente para se lhe chamar outra coisa.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Kryvbas coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel12/07/2032
Uma transferência que Oleksii Bets teria feito de graça
Há uma versão de cada carreira em que o jogador acaba onde escolheu e não onde o escolheram. Oleksii Bets está a viver essa versão no Kryvbas, e costuma notar-se no primeiro mês.
O bancoJhoel Maya tornou-se um homem de confiança do treinador
310Edição
O Diário de Kryvbas
05/07/2032
Do nosso correspondente de futebolInquietação
Plantel05/07/2032
Roman Zinchenko lesiona os ligamentos do joelho — 76 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 76 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 17 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Verba acordada, salário acordado, e o Rukh à espera com uma camisola. No Kryvbas ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
A proposta do UCSA por Artur Komarenyts foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Exames médicos, uma assinatura, uma camisola levantada à frente de um painel de patrocinadores. O Kryvbas fez a parte difícil com o LNZ, e a parte que falta é a única que os adeptos veem.
Jhoel Maya e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Aos 28 a evolução devia ter acabado. Não acabou: 3 pontos acima da marca do início do ano, o que acontece aos jogadores que levam a sério as partes aborrecidas do ofício.
O Kryvbas perguntou e o Vorskla disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
83 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Kryvbas perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Verba acordada, salário acordado, e o Veres à espera com uma camisola. No Kryvbas ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Kryvbas falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Kryvbas, e não vai ser retirado.
Todos os futebolistas têm uma resposta para a pergunta sobre o clube da infância, e a maioria nunca chega a agir sobre ela. Daniil Yeromenko agiu, no Kryvbas, e o primeiro mês vai mostrar o que isso faz a um homem.
Não acontece nada durante meses e depois ele simplesmente chega, a custo zero, tendo assinado um pré-contrato enquanto ainda jogava por outro. É a forma menos dramática de contratar um futebolista e muitas vezes a mais esperta.
90 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Kryvbas perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Kryvbas falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
A proposta do Inhulets por Artem Plysiuk foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Kryvbas coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Jhoel Maya estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Ferencvaros fica com o seu homem, e o Kryvbas volta a uma lista com um nome riscado.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 40 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Kryvbas, e não vai ser retirado.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Artem Plysiuk será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Kryvbas as despedidas começaram em silêncio.
Não há pior forma de perder um futebolista. Artem Plysiuk pré-acordou a saída, o que significa que cada jogo daqui até junho é feito por um homem que o clube já não pode vender, e alguém lá em cima vai ter de explicar como se chegou aqui.
Plantel14/06/2032
Jhoel Maya desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Myroslav Trofymiuk esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Mykhailo Khromei, e o treinador deixou.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Kryvbas falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Kiril Popov será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Kryvbas as despedidas começaram em silêncio.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Maksym Zaderaka e o Kryvbas acertam mais 2 anos.
Jhoel Maya e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Ante Bekavac está nela.
O treinador reorganizou as ideias e Yaroslav Shevchenko saiu delas mais abaixo. Vão dizer-lhe que é temporário, e os jogadores que já ouviram isso antes vão desviar o olhar.
“O treinador não usou muitas palavras, e não precisou delas.” Yaroslav Shevchenko tem a sua resposta do Kryvbas; o que fizer com ela é a história da próxima janela.
Ante Bekavac e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel31/05/2032
Jhoel Maya desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
5 contratações em três meses. Cada uma pode ser uma melhoria e a equipa pode ser pior durante um tempo na mesma, que é a parte de uma reconstrução que nunca aparece nos balanços de mercado.
A lesão mais comum do futebol e aquela de que mais se volta à pressa. O Kryvbas vai falar em 14 dias e vai ter cuidado, porque a segunda é sempre pior do que a primeira.
Jhoel Maya esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Uma conversa no gabinete do treinador, e um compromisso que saiu dela. Promessas assim são baratas de fazer e caras de quebrar, e Ivan Ordets apontou a data.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Kryvbas coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Pavlo Orikhovskyi está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Kryvbas sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Kryvbas, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Kryvbas ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Kryvbas, e não vai ser retirado.
Jhoel Maya e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Ivan Chaban está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Kryvbas, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Perguntou pelo seu futuro e recebeu uma resposta com minutos lá dentro. O treinador fez uma promessa num edifício onde as promessas não se esquecem, e o relógio já começou a contar.
“Fiz tudo o que me pediram nos treinos e ao sábado não mudou nada.” A queixa mais conhecida do futebol, e uma a que o Kryvbas terá de responder com minutos ou com uma transferência.
Maksym Zaderaka e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Ivan Chaban estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Todos os desenhos têm posições e este não tem a dele. O Kryvbas vai mudar o desenho, mudar-lhe a função ou mudar-lhe o clube, e ele está à espera de saber qual.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Ivan Chaban, e o treinador deixou.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Lucca Kakai está nela.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Kryvbas, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Jhoel Maya esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Pavlo Orikhovskyi está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Plantel26/04/2032
Uma lesão muscular afasta Artem Plysiuk durante 14 dias
Ninguém faz um documentário sobre um isquiotibial e toda a gente nisto o teme. No Kryvbas vão ter cuidado com a data de regresso, porque a segunda é sempre pior do que a primeira.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Neffer Díaz, e o treinador deixou.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Kryvbas, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Nada por escrito e nada em público: uma palavra sobre minutos, dada cara a cara no Kryvbas. As fichas de jogo do próximo mês dirão se valia a pena tê-la.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Kryvbas coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Pavlo Orikhovskyi estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Giovany Herbert treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Kryvbas ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Kryvbas, e não vai ser retirado.
Jhoel Maya e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
7 contratações em três meses. Cada uma pode ser uma melhoria e a equipa pode ser pior durante um tempo na mesma, que é a parte de uma reconstrução que nunca aparece nos balanços de mercado.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Myroslav Trofymiuk. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Ivan Kononykhin treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Perguntou pelo seu futuro e recebeu uma resposta com minutos lá dentro. O treinador fez uma promessa num edifício onde as promessas não se esquecem, e o relógio já começou a contar.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Kryvbas, e não vai ser retirado.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Pavlo Orikhovskyi estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Lucca Kakai está nela.
Jhoel Maya esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
O banco29/03/2032
Giovany Herbert tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Kryvbas dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Dmitriy Girs está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Uma conversa no gabinete do treinador, e um compromisso que saiu dela. Promessas assim são baratas de fazer e caras de quebrar, e Giovany Herbert apontou a data.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Kryvbas, e não vai ser retirado.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Kryvbas coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Ivan Chaban está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Jhoel Maya está nela.
Uma paragem ao serviço da seleção, e uma camisola do Kryvbas que por uns dias também faz de anúncio. Uma convocatória elogia o jogador e o clube que o formou na mesma frase.
Uma paragem ao serviço da seleção, e uma camisola do Kryvbas que por uns dias também faz de anúncio. Uma convocatória elogia o jogador e o clube que o formou na mesma frase.
Perguntou pelo seu futuro e recebeu uma resposta com minutos lá dentro. O treinador fez uma promessa num edifício onde as promessas não se esquecem, e o relógio já começou a contar.
Em resumo
MercadoStefan Alaba colocado na lista de transferências
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Kiril Popov será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Kryvbas as despedidas começaram em silêncio.
Maksym Zaderaka e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Pavlo Orikhovskyi estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“Continuamos a reunir-nos, e continuamos a sair da sala com os mesmos números com que entrámos.” Mais uma ronda de conversas no Kryvbas, mais uma semana sem a assinatura de Roman Zhmurko.
7 reforços numa só janela. Cada um pode ser uma melhoria e a equipa pode ainda assim ser pior durante uns tempos, que é a parte de uma reconstrução de que os veredictos nunca falam.
O banco15/03/2032
Ante Bekavac tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Kryvbas dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Pavlo Orikhovskyi treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
O negócio que levaria Artem Plysiuk para o Oleksandriya caiu na fase final e ele reapresenta-se no Kryvbas com um verão para esquecer e uma época inteira para jogar. Ninguém diz quem se levantou da mesa.
Jhoel Maya e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Perguntam tantas vezes aos futebolistas pelo clube da infância que ninguém ouve a resposta. Tymur Zavoritnyi acabou de assinar pelo Kryvbas e, por uma vez, a resposta importava.
Não acontece nada durante meses e depois ele simplesmente chega, a custo zero, tendo assinado um pré-contrato enquanto ainda jogava por outro. É a forma menos dramática de contratar um futebolista e muitas vezes a mais esperta.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Pavlo Orikhovskyi estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Kryvbas perdeu-o em tudo menos nos papéis.
Dribles concretizados: 31. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
As condições foram oferecidas e recusadas. Se foi o salário, a função ou a cidade, no Shakhtar ninguém diz, e no Kryvbas ninguém gosta de estar a adivinhar.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Kryvbas coisas que levam mais de uma semana a retirar.
O Karpaty vai continuar a utilizá-lo até junho e não receberá nada por ele depois. Ihor Kit pré-acordou a mudança para o Kryvbas, e os únicos que perdem nesse arranjo são os que deixaram o contrato correr.
“Sei o que as pessoas vão dizer. Sei o que quero, e é aqui.” O Veres tinha a verba acordada e a camisola pronta; não tinha o jogador, e agora não o vai ter.
«Disseram-me coisas antes de eu assinar. Não as vou repetir, mas lembro-me de todas.» Kryvbas nada responderam, o que também é uma resposta.
Notas dos jogadores23/02/2032
Ivan Malynovskyi, 20 anos, joga como se cá estivesse há anos — 7.71
Um 7.71 significa uma coisa ao lado do nome de um jogador de vinte e nove anos e algo completamente diferente ao lado do de um de 20. Ninguém no estádio precisou que lhe explicassem.
As regras permitem-no e dói na mesma. Peter Dakka acertou condições com o Nyva para o verão e, até lá, veste esta camisola como quem já escolheu a seguinte.
O aperto de mão com o Kudrivka está dado; o do jogador ainda não. Seguem-se as condições pessoais, e é nas condições pessoais que morrem mais negócios do que alguém imprime.
O Kryvbas ofereceu $180.0K; o Metalist disse que nem perto. Ao treinador dirão que o dinheiro continua lá para o jogador certo, que é o que se diz aos treinadores.
O Kryvbas perguntou e o Vorskla disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Plantel16/02/2032
Uma transferência que Stefan Alaba teria feito de graça
Há uma versão de cada carreira em que o jogador acaba onde escolheu e não onde o escolheram. Stefan Alaba está a viver essa versão no Kryvbas, e costuma notar-se no primeiro mês.
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 10 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
O Vorskla aceitou o dinheiro. O que o Kryvbas ainda não tem é o homem, e entre aqui e a fotografia há uma conversa sobre salários que os dois lados temem.
O valor aprovado não chegava. A direção foi consultada de novo e subiu a sua própria proposta para $200.0K — um clube que quer João Grando ao ponto de perguntar duas vezes.
O Kryvbas foi ao Metalist com uma proposta, e os adeptos foram à internet com uma opinião sobre ela. Se alguma das duas muda alguma coisa, decide o clube vendedor.
Jhoel Maya e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
$160.0K era o máximo que o clube pagaria, e o Vorskla pedia mais. Negócios destes ressuscitam na última semana do mercado mais ou menos metade das vezes, e todos os envolvidos o sabem.
Maksym Sudakov lesiona os ligamentos do joelho — 16 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 16 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Verba acordada, salário acordado, e o Polissia à espera com uma camisola. No Kryvbas ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Kryvbas, e não vai ser retirado.
As condições foram oferecidas e recusadas. Se foi o salário, a função ou a cidade, no Shakhtar ninguém diz, e no Kryvbas ninguém gosta de estar a adivinhar.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Kryvbas coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Não acontece nada durante meses e depois ele simplesmente chega, a custo zero, tendo assinado um pré-contrato enquanto ainda jogava por outro. É a forma menos dramática de contratar um futebolista e muitas vezes a mais esperta.
Plantel02/02/2032
Pavlo Orikhovskyi desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
O Kryvbas perguntou e o Dynamo Kyiv disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
26 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Kryvbas perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 7 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Kryvbas, e não vai ser retirado.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Vladlen Yurchenko será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Kryvbas as despedidas começaram em silêncio.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Kryvbas coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel26/01/2032
Jhoel Maya desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 7 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
Dmytro Matsapura e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Jhoel Maya estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Dribles concretizados: 19. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
Jhoel Maya e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Ivan Malynovskyi está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Aqui ninguém está acima de levar um raspanete.» Não se disse nenhum nome, mas o balneário sabe contar, e quem estava a ouvir também.
O banco12/01/2032
O veredicto do treinador
“A culpa é minha. Sou eu que escolho a equipa e escolhi mal.” Os treinadores dizem isto quando o sentem e quando precisam que se veja que o dizem, e depois do 2‑3 Volodymyr Kravets saiu da sala antes que alguém pudesse perguntar qual dos dois casos era.
Em resumo
O bancoJhoel Maya tornou-se um homem de confiança do treinador
Notas dos jogadoresGiovany Herbert passa por eles um de cada vez
Ante Bekavac esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel05/01/2032
Jhoel Maya desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«Dei tudo a isto, mas a minha família não está aqui — e eu também não, na verdade.» A um futebolista corrige-se a má fase. Disto nunca ninguém foi corrigido, e no Kryvbas sabem-no.
Tem 20 anos e o estádio já canta o nome dele, coisa que acontece aos miúdos da terra e quase nunca aos reforços. Tudo a partir daqui se mede contra um carinho que não fez nada para merecer, a não ser ser daqui.
Em resumo
Notas dos jogadoresGiovany Herbert jogou uma tarde diferente da de toda a gente
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Vladlen Yurchenko será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Kryvbas as despedidas começaram em silêncio.
Plantel29/12/2031
Jhoel Maya desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Ivan Ordets e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Em resumo
Notas dos jogadoresGiovany Herbert passa por eles um de cada vez
Ante Bekavac e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
1‑3 para o Metalist, e nenhuma queixa que valha a pena imprimir. A exibição não pediu mais do que aquilo que recebeu.
Plantel22/12/2031
Ivan Malynovskyi desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Dmytro Matsapura, e o treinador deixou.
15 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Kryvbas perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Jogo13/12/2031
Não se vê o fim da espera do Kryvbas por uma vitória
Já são 9 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Kryvbas tem de arrancar um resultado de algum lado.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Yehor Korobka será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Kryvbas as despedidas começaram em silêncio.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Jhoel Maya está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Sofrer é uma coisa; a resposta é o que fala de um balneário. Giovany Herbert pôs o Kryvbas de novo em igualdade em 1 minutos, e o Chornomorets nunca chegou a jogar com vantagem.
Avaliado com 7.98. Pergunte a qualquer pessoa à saída do estádio o que decidiu aquilo e receberá um nome, que é o único prémio que alguma vez contou a sério.
22 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Kryvbas perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Há tardes em que um guarda-redes é a defesa inteira. 7 defesas, várias do género que ninguém espera ver feitas, e dez jogadores de campo que lhe devem uma bebida.
Maksym Zaderaka esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel08/12/2031
Jhoel Maya desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 12 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
30 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Kryvbas perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
1‑4 para o Shakhtar, e foi exatamente tão mau como o número sugere. Há derrotas que se discutem e derrotas pelas quais se pede desculpa; esta foi do segundo tipo.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Kryvbas ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Kryvbas, e não vai ser retirado.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Kryvbas coisas que levam mais de uma semana a retirar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Ifeanyi Okechukwu estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Em resumo
DireçãoNinguém saiu depressa do balneário de Kryvbas
38 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Kryvbas perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Dribles concretizados: 23. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
Dmytro Matsapura e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel24/11/2031
Jhoel Maya desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Recuperou e depois fez alguma coisa com isso, que são dois trabalhos e a razão de o marcador ter o aspeto que tem. 9 ações combinadas e uma nota de 7.12, e nenhuma delas entrará num resumo.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Kryvbas ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Jhoel Maya estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Roman Mysak, e o treinador deixou.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Ante Bekavac está nela.
Segue-se o Metalist, e há um homem no balneário do Kryvbas que conhece o centro de treinos deles melhor do que o seu. A receção vai dizer-lhe o que pensavam dele.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Myroslav Trofymiuk. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Kryvbas, e não vai ser retirado.
Aos 37 devia estar a gerir os seus minutos. Em vez disso foi avaliado com 7.96 e pareceu, durante noventa minutos, exatamente o jogador de que toda a gente se lembra.
Os centrais têm licença para subir duas vezes por época e são julgados pelo que fazem quando lá chegam. Mykhailo Khromei marcou, foi avaliado com 7.67 e voltou antes de alguém dar pela falta.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Kryvbas ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Kryvbas coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Vladlen Yurchenko será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Kryvbas as despedidas começaram em silêncio.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Kryvbas, e não vai ser retirado.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Kryvbas coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Jhoel Maya estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Lucca Kakai, e o treinador deixou.
Entre clubes está tudo fechado e o que falta são papéis e uma fotografia. Em Kryvbas já falam dele no passado.
Notas dos jogadores27/10/2031
Ivan Malynovskyi, 19 anos, joga como se cá estivesse há anos — 8.48
Um 8.48 significa uma coisa ao lado do nome de um jogador de vinte e nove anos e algo completamente diferente ao lado do de um de 19. Ninguém no estádio precisou que lhe explicassem.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Ivan Ordets e o Kryvbas acertam mais 2 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Kryvbas coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Participação em 2 golos, de um jogador que passou noventa minutos a fazer aquilo que um treinador quer mesmo: estar onde a bola ia acabar. 7.95 ao lado do nome.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Jhoel Maya está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Tem 19 anos e o estádio já canta o nome dele, coisa que acontece aos miúdos da terra e quase nunca aos reforços. Tudo a partir daqui se mede contra um carinho que não fez nada para merecer, a não ser ser daqui.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Em resumo
Notas dos jogadoresNoventa minutos de Jhoel Maya no seu melhor
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Yehor Korobka será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Kryvbas as despedidas começaram em silêncio.
Maksym Zaderaka e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Dmytro Matsapura, e o treinador deixou.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Ifeanyi Okechukwu estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
O banco20/10/2031
O veredicto do treinador
“A culpa é minha. Sou eu que escolho a equipa e escolhi mal.” Os treinadores dizem isto quando o sentem e quando precisam que se veja que o dizem, e depois do 1‑2 Volodymyr Kravets saiu da sala antes que alguém pudesse perguntar qual dos dois casos era.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Ante Bekavac está nela.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Kryvbas ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Dmytro Matsapura esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel13/10/2031
Jhoel Maya desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Lucca Kakai está nela.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Kryvbas, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
“Continuamos a reunir-nos, e continuamos a sair da sala com os mesmos números com que entrámos.” Mais uma ronda de conversas no Kryvbas, mais uma semana sem a assinatura de Roman Mysak.
Aos 19 anos foi o melhor de todos da sua idade na divisão durante um fim de semana. Ninguém devia construir uma carreira em cima disso, e toda a gente o faz sem dizer.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Kryvbas ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Kryvbas coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Jhoel Maya está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Anton Zhylkin será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Kryvbas as despedidas começaram em silêncio.
Ante Bekavac e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Ifeanyi Okechukwu está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Kryvbas ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Plantel22/09/2031
Jhoel Maya desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Myroslav Trofymiuk e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
“Hoje não fomos suficientemente bons e não vou enfeitar isto.” Volodymyr Kravets depois do 1‑2, no tom de quem sabe qual é a pergunta seguinte e não tenciona responder-lhe.
Em resumo
Plantel5 caras novas e o Kryvbas ainda se está a conhecer
Verba acordada, salário acordado, e o LNZ à espera com uma camisola. No Kryvbas ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
Há tardes em que um guarda-redes é a defesa inteira. 8 defesas, várias do género que ninguém espera ver feitas, e dez jogadores de campo que lhe devem uma bebida.
O mais difícil de ter 19 anos numa equipa principal é que ninguém perdoa nada. Ivan Malynovskyi não precisou: 7.94, e parecia o homem mais à vontade no relvado.
Há uma idade a partir da qual toda a boa tarde é descrita como uma recordação do passado, o que é injusto e também exato. 8.08 aos 37, e ninguém no campo esteve melhor.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Kryvbas ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
A proposta do Bukovyna por Valentyn Horokh foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Dmytro Matsapura esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Um negócio que à hora de almoço estava a um telefonema de fechar estava morto à meia-noite. O Kryvbas vai tentar outra vez quando o mercado abrir; nessa altura o Chornomorets pode já não estar a vender.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Kryvbas já se começa a dizer o nome dele no passado.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Kryvbas podem fingir não ter ouvido.
Alvos de mercado08/09/2031
$960.0K põem os clubes de acordo sobre Alagie Wally
O Chornomorets aceitou o dinheiro. O que o Kryvbas ainda não tem é o homem, e entre aqui e a fotografia há uma conversa sobre salários que os dois lados temem.
O telefone voltou a tocar por causa de Anton Zhylkin, e desta vez do outro lado está o LNZ. No Kryvbas ouvem com educação e não prometem nada.
Direção08/09/2031
O Kryvbas fecha o mercado com um plantel feito por si
30 entradas e 19 saídas, e nenhuma mudança durante meses. O treinador tem o que tem, os adeptos têm a sua opinião sobre isso, e a tabela terá a última palavra.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Kryvbas coisas que levam mais de uma semana a retirar.
O Kryvbas perguntou e o Vorskla disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Os jogos da taça esperam que alguém os agarre, e Lucca Kakai agarrou este contra o Ahrobiznes. 4‑0 no fim, e no sorteio da próxima ronda está o nome do Kryvbas.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Kryvbas já se começa a dizer o nome dele no passado.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Kryvbas, e não vai ser retirado.
Notas dos jogadores01/09/2031
Ivan Malynovskyi, 19 anos, joga como se cá estivesse há anos — 7.83
Um 7.83 significa uma coisa ao lado do nome de um jogador de vinte e nove anos e algo completamente diferente ao lado do de um de 19. Ninguém no estádio precisou que lhe explicassem.
O Kryvbas e o Vorskla acertaram em $370.0K. O resto pertence ao jogador e ao empresário, e um adepto que já viu uma destas sabe que ainda não é altura de comprar a camisola.
Os centrais têm licença para subir duas vezes por época e são julgados pelo que fazem quando lá chegam. Danylo Davydenko marcou, foi avaliado com 7.75 e voltou antes de alguém dar pela falta.
“Ouvi, pensei, e fico. É essa a história toda.” Os clubes tinham acordado uma verba. Ivan Kononykhin não tinha acordado ir, e afinal era essa a parte que contava.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Kryvbas, e não vai ser retirado.
Os clubes tinham acordado e o jogador não. Uma nega, e pública: o Vorskla fica com ele, e os adeptos daqui ficam a perguntar-se o que lhe terão dito sobre esta casa.
O Kryvbas ofereceu $51.0K; o Podillia disse que nem perto. Ao treinador dirão que o dinheiro continua lá para o jogador certo, que é o que se diz aos treinadores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Jhoel Maya estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Em resumo
Alvos de mercadoPorta fechada: Dmytro Kryskiv fica onde está
“Ouvi, pensei, e fico. É essa a história toda.” Os clubes tinham acordado uma verba. Kiril Popov não tinha acordado ir, e afinal era essa a parte que contava.
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 8 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Kryvbas ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Kryvbas coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Kryvbas já se começa a dizer o nome dele no passado.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Vladlen Yurchenko será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Kryvbas as despedidas começaram em silêncio.
As regras permitem-no e dói na mesma. Yuriy Pavlyukovets acertou condições com o Polissia para o verão e, até lá, veste esta camisola como quem já escolheu a seguinte.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Kryvbas coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Não é uma fase — é um salto a sério, mantido durante meses. Aos 23 anos faz a este nível coisas que não fazia no início da época, e a equipa técnica dir-lhe-á exatamente quais.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 19 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Kryvbas perdeu-o em tudo menos nos papéis.
Há tardes em que um guarda-redes é a defesa inteira. 9 defesas, várias do género que ninguém espera ver feitas, e dez jogadores de campo que lhe devem uma bebida.
Não é uma fase — é um salto a sério, mantido durante meses. Aos 22 anos faz a este nível coisas que não fazia no início da época, e a equipa técnica dir-lhe-á exatamente quais.
Ante Bekavac e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Vorskla fica com o seu homem, e o Kryvbas volta a uma lista com um nome riscado.
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 13 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 17 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
1‑12 para o Shakhtar, e foi exatamente tão mau como o número sugere. Há derrotas que se discutem e derrotas pelas quais se pede desculpa; esta foi do segundo tipo.
Plantel28/07/2031
27 dias de fora para Kiril Popov depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Kryvbas vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
O Kryvbas e o Rukh acertaram em $340.0K. O resto pertence ao jogador e ao empresário, e um adepto que já viu uma destas sabe que ainda não é altura de comprar a camisola.
25 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Kryvbas perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Kryvbas falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Kryvbas, e não vai ser retirado.
“Sei o que as pessoas vão dizer. Sei o que quero, e é aqui.” O UCSA tinha a verba acordada e a camisola pronta; não tinha o jogador, e agora não o vai ter.
Exames médicos, uma assinatura, uma camisola levantada à frente de um painel de patrocinadores. O Kryvbas fez a parte difícil com o Dynamo Kyiv, e a parte que falta é a única que os adeptos veem.
Ante Bekavac esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Dynamo Kyiv fica com o seu homem, e o Kryvbas volta a uma lista com um nome riscado.
32 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Kryvbas perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Kryvbas falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Kryvbas, e não vai ser retirado.
Há uma versão de cada carreira em que o jogador acaba onde escolheu e não onde o escolheram. Boluwatife Ibukunoluwa Adesanya está a viver essa versão no Kryvbas, e costuma notar-se no primeiro mês.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Kryvbas coisas que levam mais de uma semana a retirar.
O Kryvbas perguntou e o Dynamo Kyiv disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
39 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Kryvbas perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Plantel07/07/2031
49 dias de fora para Kiril Popov depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Kryvbas vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Kiril Popov será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Kryvbas as despedidas começaram em silêncio.
Jhoel Maya esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
O Kryvbas perguntou e o Dynamo Kyiv disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 46 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Kryvbas falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Kryvbas perdeu-o em tudo menos nos papéis.
Exames médicos, uma assinatura, uma camisola levantada à frente de um painel de patrocinadores. O Kryvbas fez a parte difícil com o Rukh, e a parte que falta é a única que os adeptos veem.
Não é uma fase — é um salto a sério, mantido durante meses. Aos 23 anos faz a este nível coisas que não fazia no início da época, e a equipa técnica dir-lhe-á exatamente quais.
O Kryvbas perguntou e o Vorskla disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Jhoel Maya está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Não há verba, não há apresentação, não há empresário na escadaria. Taras Shevchenko está neste clube desde miúdo e faz agora parte, formalmente, do plantel principal — o que, para um leitor local, vale mais do que qualquer contratação.
53 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Kryvbas perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Kryvbas falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Verba acordada, salário acordado, e o Vorskla à espera com uma camisola. No Kryvbas ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
Não há pior forma de perder um futebolista. Andrii Pustovit pré-acordou a saída, o que significa que cada jogo daqui até junho é feito por um homem que o clube já não pode vender, e alguém lá em cima vai ter de explicar como se chegou aqui.
Ante Bekavac e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel23/06/2031
Jhoel Maya desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
62 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Kryvbas perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 72 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Ante Bekavac e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Dynamo Kyiv fica com o seu homem, e o Kryvbas volta a uma lista com um nome riscado.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Ifeanyi Okechukwu está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Perguntou-se ao Panathinaikos se o emprestaria. Os empréstimos acertam-se depressa ou não se acertam, e este será uma coisa ou outra até ao fim de semana.
Em resumo
O bancoGiovany Herbert tornou-se um homem de confiança do treinador
70 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Kryvbas perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 79 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Kryvbas coisas que levam mais de uma semana a retirar.
«Aqui ninguém está acima de levar um raspanete.» Não se disse nenhum nome, mas o balneário sabe contar, e quem estava a ouvir também.
O banco09/06/2031
Jhoel Maya tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Kryvbas dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Kryvbas, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Kiril Popov. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 77 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 87 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Kryvbas ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Ante Bekavac esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Jhoel Maya estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
A papelada fica pronta muito antes do jogador. Oleksandr Andriievskyi acertou vir quando o contrato atual terminar, o que significa que o Kryvbas substituiu um orçamento de verão por um telefonema.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 84 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Kryvbas vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Kryvbas ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Maksym Zaderaka e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Bohdan-Yulian Vyshynskyi estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 91 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Kryvbas falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Jhoel Maya estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Kryvbas coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Giovany Herbert está nela.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Valentyn Horokh treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
99 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Kryvbas perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Kryvbas falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Kryvbas ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Jhoel Maya está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Kiril Popov. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
Yevhenii Isaienko lesiona os ligamentos do joelho — 106 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 106 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Kryvbas vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Valentyn Horokh será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Kryvbas as despedidas começaram em silêncio.
Ante Bekavac esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
«Dei tudo a isto, mas a minha família não está aqui — e eu também não, na verdade.» A um futebolista corrige-se a má fase. Disto nunca ninguém foi corrigido, e no Kryvbas sabem-no.
“Continuamos a reunir-nos, e continuamos a sair da sala com os mesmos números com que entrámos.” Mais uma ronda de conversas no Kryvbas, mais uma semana sem a assinatura de Valentyn Horokh.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Valentyn Horokh está nela.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Yevhenii Isaienko treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
114 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Kryvbas perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 104 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Kryvbas ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Jhoel Maya estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Ante Bekavac está nela.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Vladlen Yurchenko treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
121 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Kryvbas perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Kryvbas vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Ivan Zhelizko esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Jhoel Maya está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
O banco21/04/2031
Giovany Herbert tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Kryvbas dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Kryvbas falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Kryvbas coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel14/04/2031
10 caras novas e o Kryvbas ainda se está a conhecer
Um plantel reconstruído num único mercado paga-o numa moeda que ninguém orça. O futebol não é pior do que a soma dos jogadores: é pior do que a soma dos jogadores que já jogaram juntos.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Maksym Shevchenko está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Kiril Popov. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Kryvbas vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Maksym Zaderaka e o Kryvbas acertam mais 2 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Maksym Zaderaka esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Jhoel Maya está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 134 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Jhoel Maya estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Ante Bekavac está nela.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Yehor Korobka, e o treinador deixou.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Valentyn Horokh treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
«Não vim para aqui aquecer à frente das pessoas.» O contrato acaba um dia, sabe contar as semanas, e o Kryvbas terá de lhe dar um motivo para ficar ou uma saída.
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Kryvbas vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Ivan Zhelizko esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Bohdan-Yulian Vyshynskyi está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Giovany Herbert está nela.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Giovany Herbert treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Um ano depois, a cidade não se abriu, a língua não chegou, e o almoço come-se sozinho mais vezes do que alguém no Kryvbas admitiria. Nota-se aos sábados.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Kryvbas falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Maksym Shevchenko será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Kryvbas as despedidas começaram em silêncio.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Kryvbas coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Jhoel Maya estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Plantel17/03/2031
10 caras novas e o Kryvbas ainda se está a conhecer
Um plantel reconstruído num único mercado paga-o numa moeda que ninguém orça. O futebol não é pior do que a soma dos jogadores: é pior do que a soma dos jogadores que já jogaram juntos.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Jhoel Maya está nela.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Kryvbas, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
11.º lugar com 30 pontos. Todas as épocas são uma história e esta é a última linha dela, e agora o clube tem três meses para decidir de que fala a próxima.
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Kryvbas vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Valentyn Horokh será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Kryvbas as despedidas começaram em silêncio.
Ante Bekavac esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Todos os futebolistas têm uma resposta para a pergunta sobre o clube da infância, e a maioria nunca chega a agir sobre ela. Peter Dakka agiu, no Kryvbas, e o primeiro mês vai mostrar o que isso faz a um homem.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Jhoel Maya está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
O Karpaty vai continuar a utilizá-lo até junho e não receberá nada por ele depois. Anatolii Romanchenko pré-acordou a mudança para o Kryvbas, e os únicos que perdem nesse arranjo são os que deixaram o contrato correr.
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 8 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Kryvbas falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Todos os futebolistas têm uma resposta para a pergunta sobre o clube da infância, e a maioria nunca chega a agir sobre ela. Ivan Malynovskyi agiu, no Kryvbas, e o primeiro mês vai mostrar o que isso faz a um homem.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Kryvbas ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Kryvbas coisas que levam mais de uma semana a retirar.
A papelada fica pronta muito antes do jogador. Valerii Kucherov acertou vir quando o contrato atual terminar, o que significa que o Kryvbas substituiu um orçamento de verão por um telefonema.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Yevhenii Isaienko, e o treinador deixou.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 60 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Verba acordada, salário acordado, e o Kolos à espera com uma camisola. No Kryvbas ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
Direção24/02/2031
O prazo passa com 7 contratações e 7 saídas
Está feito o negócio no Kryvbas até o mercado voltar a abrir. Se chegou, responde-se aos sábados e não numa coluna, e o primeiro sábado está perto.
17 golos e uma média de 7.22 na época têm esse efeito. O espaço que ele costumava encontrar desapareceu; continua a marcar na mesma, que é a marca dos verdadeiros.
Ante Bekavac e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Jhoel Maya está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Shakhtar fica com o seu homem, e o Kryvbas volta a uma lista com um nome riscado.
O Kryvbas ficou sem tempo com o Vorskla. Os papéis estavam abertos quando o prazo passou, e uma transferência que estava quase feita é agora uma transferência que nunca aconteceu.
Verba acordada, salário acordado, e o Metalist à espera com uma camisola. No Kryvbas ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 68 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Os contabilistas vão chamar-lhe bom negócio e terão razão, o que não é o assunto de ninguém fora da administração. Bar Lin era uma das razões por que as pessoas vinham, e $5.0M não substitui isso sozinho.
As condições foram oferecidas e recusadas. Se foi o salário, a função ou a cidade, no Shakhtar ninguém diz, e no Kryvbas ninguém gosta de estar a adivinhar.
As regras permitem-no e dói na mesma. Maksym Shevchenko acertou condições com o Polissia para o verão e, até lá, veste esta camisola como quem já escolheu a seguinte.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Maksym Shevchenko será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Kryvbas as despedidas começaram em silêncio.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Kryvbas coisas que levam mais de uma semana a retirar.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Kryvbas perdeu-o em tudo menos nos papéis.
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Kryvbas vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Kryvbas, e não vai ser retirado.
Já são 4 jogos sem vencer, e o estádio ganhou aquele silêncio especial de quem espera o pior. Um 1-0 feio curava quase tudo; é isso que enlouquece.
Mercado10/02/2031
Como se nunca tivesse saído: Artur Drobot regressa
Algumas transferências precisam de uma campanha de imprensa. Esta precisava de uma camisola com o número antigo. Artur Drobot volta a ser jogador do Kryvbas, e a cidade tem a sua história do verão.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Kryvbas coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Kryvbas vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
6 golos. Os dois bancos passaram a segunda parte a olhar um para o outro mais do que para o relvado. Os puristas vão queixar-se do Kryvbas e do Polissia por igual; os restantes divertiram-se imenso.
Ante Bekavac e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O AEK fica com o seu homem, e o Kryvbas volta a uma lista com um nome riscado.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Kryvbas coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Mykhailo Khromei está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Os adeptos têm todo o direito de estar zangados. Eu também estou. Vamos corrigir isto.” 2‑4, um treinador a dizer as coisas necessárias, e um balneário que ouviu outra versão delas.
14 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Kryvbas perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
O Oleksandriya segue em frente e o Kryvbas vai para casa, com um 2‑3 a decidir tudo. O balneário vai agora dizer que a prioridade é o campeonato, porque é isso que os balneários dizem.
Dribles concretizados: 32. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Myroslav Trofymiuk produziu-o, e o 8.60 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Kryvbas falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
O mais difícil de ter 21 anos numa equipa principal é que ninguém perdoa nada. Artem Plysiuk não precisou: 7.76, e parecia o homem mais à vontade no relvado.
Ihor Kulach lesiona os ligamentos do joelho — 22 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 22 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 27 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Valentyn Horokh será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Kryvbas as despedidas começaram em silêncio.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Yevhenii Isaienko e o Kryvbas acertam mais 3 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
31 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Kryvbas perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 37 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Maksym Zaderaka e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Giovany Herbert. 2‑0 sobre o Epicentr, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Valentyn Horokh, e o treinador deixou.
“Merecemos. Pedi-lhes uma reação e tive-a, e agora quero o mesmo outra vez no sábado.” Volodymyr Kravets sobre uma tarde de 2‑0 que lhe agradou mais do que estava disposto a mostrar.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 45 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Kryvbas ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
7 jogos sem vencer é o tipo de série que muda a forma como uma cidade fala do seu clube, e o Kudrivka foi a tarde em que parou. Um resultado não resolve nada, e um resultado faz tudo parecer diferente.
«Dei tudo a isto, mas a minha família não está aqui — e eu também não, na verdade.» A um futebolista corrige-se a má fase. Disto nunca ninguém foi corrigido, e no Kryvbas sabem-no.
Maksym Kulish esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
“O mérito é dos jogadores. Hoje o meu trabalho foi fácil.” Não foi, e toda a gente na sala o sabia; depois do 1‑0, Volodymyr Kravets podia dar-se ao luxo de ser generoso.
19 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Kryvbas perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
0‑4 para o Metalist, e foi exatamente tão mau como o número sugere. Há derrotas que se discutem e derrotas pelas quais se pede desculpa; esta foi do segundo tipo.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 53 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Maksym Hrodzinskyi será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Kryvbas as despedidas começaram em silêncio.
5 jogos sem golo. Os avançados deixam de levantar a cabeça, os médios dão o toque a mais, e cada remate que passa por cima é seguido de um lamento que se acumula desde o último golo.
26 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Kryvbas perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 61 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
As ocasiões aparecem e algo acontece entre criá-las e finalizá-las. Já vão 4 jogos, e a inquietação nas bancadas chega um pouco mais cedo a cada semana.
35 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Kryvbas perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Kryvbas falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Ante Bekavac e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
As ocasiões aparecem e algo acontece entre criá-las e finalizá-las. Já vão 3 jogos, e a inquietação nas bancadas chega um pouco mais cedo a cada semana.
Kiril Popov lesiona os ligamentos do joelho — 43 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 43 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Kryvbas falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Kryvbas ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Jogo23/11/2030
Não se vê o fim da espera do Kryvbas por uma vitória
Já são 4 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Kryvbas tem de arrancar um resultado de algum lado.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Kryvbas coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Dribles concretizados: 17. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.