A raiva no Kuressaare transborda para fora do estádio
Deixou de ser um ambiente nas bancadas e passou a ser algo organizado. As direções podem ignorar um mau ambiente durante muito tempo; esta fase não a conseguem ignorar por muito.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Kuressaare perdeu-o em tudo menos nos papéis.
Direção31/07/2028
O silêncio lá de cima começa a ouvir-se em Kuressaare
Ninguém na direção disse nada contra o treinador — e é esse o problema: também já não dizem nada a favor.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Kuressaare, e não vai ser retirado.
Exames médicos, uma assinatura, uma camisola levantada à frente de um painel de patrocinadores. O Kuressaare fez a parte difícil com o Flora, e a parte que falta é a única que os adeptos veem.
A proposta seguiu esta semana para o Nomme Kalju, e a resposta é deles. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Kevin Kauber esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel24/07/2028
Palavras no treino do Kuressaare sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Roland Lukas está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Em resumo
O bancoAston Visse tornou-se um homem de confiança do treinador
Verba acordada, salário acordado, e o FC Tallinn à espera com uma camisola. No Kuressaare ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Kuressaare coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Flora fica com o seu homem, e o Kuressaare volta a uma lista com um nome riscado.
Plantel17/07/2028
Palavras no treino do Kuressaare sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Zakaria Beglarishvili está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
O Kuressaare já telefonou ao Flora. Sem verba, uma parte do salário, e uma camisola a mais na posição em que o plantel esteve mais curto a época inteira.
Toda a gente deixou de fingir: o FC Tallinn vai fazer a chamada por Sander Ristna esta semana. O Kuressaare tem um número em mente, e o número não é tímido.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Não dá grande título e é a razão por que os jogadores acreditam na promessa seguinte. O Kuressaare disse a Taavi Jürisoo que algo iria acontecer e aconteceu, o que nesta indústria já passa por notável.
O último jogo do campeonato está jogado e a tabela parou de mexer: 19 pontos. O verão começa na segunda-feira, e com ele a discussão sobre o que tudo isto quis dizer.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Kuressaare perdeu-o em tudo menos nos papéis.
Karl-Romet Nõmm e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Há um calor muito próprio que um estádio guarda para um jovem de 21 anos que sente como seu. Egor Zaytsev tem-no agora, e tudo o que fizer no resto do tempo aqui será medido contra a boa vontade que lhe deram de graça.
A raiva no Kuressaare transborda para fora do estádio
Deixou de ser um ambiente nas bancadas e passou a ser algo organizado. As direções podem ignorar um mau ambiente durante muito tempo; esta fase não a conseguem ignorar por muito.
Verba acordada, salário acordado, e o FC Tallinn à espera com uma camisola. No Kuressaare ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
Karl-Romet Nõmm e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Flora fica com o seu homem, e o Kuressaare volta a uma lista com um nome riscado.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Kuressaare podem fingir não ter ouvido.
O Kuressaare e o Nomme Kalju acertaram em $310.0K. O resto pertence ao jogador e ao empresário, e um adepto que já viu uma destas sabe que ainda não é altura de comprar a camisola.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Aston Visse será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Kuressaare as despedidas começaram em silêncio.
Karl-Romet Nõmm esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Zakaria Beglarishvili estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“Hoje não fomos suficientemente bons e não vou enfeitar isto.” Artur Teniste depois do 0‑1, no tom de quem sabe qual é a pergunta seguinte e não tenciona responder-lhe.
Em resumo
Notas dos jogadoresAndero Kivi encarou-os todo o jogo
Andero Kivi ganha-o quando o apito já devia ter soado
Minuto 91. Andero Kivi encontrou a finalização num tempo que só existia por causa das paragens anteriores, e o FCI Levadia U21 passou do ponto ao nada num só movimento.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Kuressaare perdeu-o em tudo menos nos papéis.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Kuressaare coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Um 2‑1 sobre o FCI Levadia U21, conquistado e não oferecido, e o tipo de tarde que manda toda a gente para casa a falar da próxima semana em vez desta.
Notas dos jogadores19/06/2028
Andero Kivi jogou uma tarde diferente da de toda a gente
8.59. Há exibições que um adepto descreve a quem não esteve lá e não consegue transmitir; esta foi uma, e o número também não ajuda.
Dribles concretizados: 18. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Zakaria Beglarishvili estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Kuressaare perdeu-o em tudo menos nos papéis.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Kuressaare, e não vai ser retirado.
O Kuressaare foi ao Tallinna Kalev com uma proposta, e os adeptos foram à internet com uma opinião sobre ela. Se alguma das duas muda alguma coisa, decide o clube vendedor.
Kevin Kauber e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Os adeptos organizam-se contra a direção do Kuressaare
Um ambiente mau espera-se que passe. Um grupo de pessoas a reunir-se depois do jogo para decidir o que fazer não passa à espera, e toda a gente no clube sabe em que fase isto está.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Kuressaare, e não vai ser retirado.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Flora fica com o seu homem, e o Kuressaare volta a uma lista com um nome riscado.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Kevin Kauber. 1‑0 sobre o Tammeka U21, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
Dribles concretizados: 17. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
Nota 7.76 numa tarde que correu do primeiro ao último apito. Falhasse o que falhasse ao Kuressaare, o melhor em campo era deles.
Plantel05/06/2028
Palavras no treino do Kuressaare sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Zakaria Beglarishvili está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Um mês é longo o suficiente para ninguém entrar por acaso. Marco Lukka está no melhor onze da divisão, o que é um elogio mais discreto do que um prémio e mais fiável.
94 golos. Os dois bancos passaram a segunda parte a olhar um para o outro mais do que para o relvado. Os puristas vão queixar-se do Kuressaare e do Tallinna Kalev U21 por igual; os restantes divertiram-se imenso.
Não se vê o fim da espera do Kuressaare por uma vitória
Já são 9 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Kuressaare tem de arrancar um resultado de algum lado.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Kuressaare, e não vai ser retirado.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Kuressaare coisas que levam mais de uma semana a retirar.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Zakaria Beglarishvili e o Kuressaare acertam mais 2 anos.
Karl-Romet Nõmm e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Hoje não fomos suficientemente bons e não vou enfeitar isto.” Artur Teniste depois do 0‑2, no tom de quem sabe qual é a pergunta seguinte e não tenciona responder-lhe.
Os clubes prometem constantemente e o jornal costuma só saber quando falham. Esta foi cumprida, e o balneário notou-o mais depressa do que qualquer adepto.
Em resumo
Notas dos jogadoresAndero Kivi passa por eles um de cada vez
A raiva no Kuressaare transborda para fora do estádio
Deixou de ser um ambiente nas bancadas e passou a ser algo organizado. As direções podem ignorar um mau ambiente durante muito tempo; esta fase não a conseguem ignorar por muito.
Jogo06/05/2028
Não se vê o fim da espera do Kuressaare por uma vitória
Já são 7 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Kuressaare tem de arrancar um resultado de algum lado.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Kuressaare ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Karl-Romet Nõmm e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
A perder, e batido em qualquer leitura honesta, até ao minuto 86. O Flora U21 tinha os pontos no bolso e um canto do estádio ainda acreditava, que é geralmente quando acontece.
Metade do calendário jogado, 9.º lugar, 6 pontos somados. Multiplicar por dois é a conta que todos os adeptos já fizeram e a única que ninguém no clube fará em voz alta.
Plantel08/05/2028
Palavras no treino do Kuressaare sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Zakaria Beglarishvili está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Kuressaare podem fingir não ter ouvido.
Karl-Romet Nõmm esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Defender era opcional e ninguém exerceu a opção. 7 golos entre o Kuressaare e o Nomme Kalju U21, e nem um dos que pagaram bilhete vai pedir o dinheiro de volta.
“Os adeptos têm todo o direito de estar zangados. Eu também estou. Vamos corrigir isto.” 2‑5, um treinador a dizer as coisas necessárias, e um balneário que ouviu outra versão delas.
3 defesas não encerram a discussão sobre de quem foi a culpa, e a discussão vai durar a semana toda. Os guarda-redes carregam estes resultados, cause-os quem os causar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Oskar Droździk, e o treinador deixou.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Kuressaare podem fingir não ter ouvido.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Aston Visse será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Kuressaare as despedidas começaram em silêncio.
Jogo22/04/2028
Não se vê o fim da espera do Kuressaare por uma vitória
Já são 5 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Kuressaare tem de arrancar um resultado de algum lado.
Fadiga Badjie esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Zakaria Beglarishvili estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
O banco24/04/2028
O veredicto do treinador
“A culpa é minha. Sou eu que escolho a equipa e escolhi mal.” Os treinadores dizem isto quando o sentem e quando precisam que se veja que o dizem, e depois do 0‑1 Artur Teniste saiu da sala antes que alguém pudesse perguntar qual dos dois casos era.
Isto não é rotação. Zakaria Beglarishvili está fora dos planos do treinador há algum tempo, e ninguém no Kuressaare finge o contrário.
Plantel17/04/2028
Palavras no treino do Kuressaare sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Zakaria Beglarishvili está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Foi preciso Egor Zaytsev marcar para trazer alguma coisa para casa: 1‑1 com o FCI Levadia U21, e metade do balneário vai chamar-lhe um ponto ganho.
O banco17/04/2028
O veredicto do treinador
“Estou frustrado, sinceramente. Fizemos o suficiente para ganhar e não ganhámos.” Artur Teniste não o escondia depois do 1‑1, e no balneário do Kuressaare também ninguém o escondia.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Kuressaare, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Dribles concretizados: 13. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
A raiva no Kuressaare transborda para fora do estádio
Deixou de ser um ambiente nas bancadas e passou a ser algo organizado. As direções podem ignorar um mau ambiente durante muito tempo; esta fase não a conseguem ignorar por muito.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Sander Ristna será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Kuressaare as despedidas começaram em silêncio.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Fadiga Badjie e o Kuressaare acertam mais 4 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Karl-Romet Nõmm e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Guilherme Miranda, e o treinador deixou.
“O treinador não usou muitas palavras, e não precisou delas.” Tomasz Rapińczuk tem a sua resposta do Kuressaare; o que fizer com ela é a história da próxima janela.
Karl-Romet Nõmm esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
«Aqui ninguém está acima de levar um raspanete.» Não se disse nenhum nome, mas o balneário sabe contar, e quem estava a ouvir também.
Plantel03/04/2028
Palavras no treino do Kuressaare sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Daniil Rudenko está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Disseram-mo com clareza, e prefiro assim.» O treinador de Kuressaare foi explícito quanto à situação de Daniil Rudenko, o que é mais do que muitos recebem.
A despromoção que um clube nunca anuncia e um balneário nota sempre. Kevin Kauber está mais longe da equipa do que estava, e a razão só lhe será dada quando perguntar.
O banco03/04/2028
O veredicto do treinador
“A culpa é minha. Sou eu que escolho a equipa e escolhi mal.” Os treinadores dizem isto quando o sentem e quando precisam que se veja que o dizem, e depois do 0‑2 Artur Teniste saiu da sala antes que alguém pudesse perguntar qual dos dois casos era.
Dribles concretizados: 15. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
Um mês é longo o suficiente para ninguém entrar por acaso. Vladislav Kreida está no melhor onze da divisão, o que é um elogio mais discreto do que um prémio e mais fiável.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Kuressaare podem fingir não ter ouvido.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Kuressaare coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel27/03/2028
Palavras no treino do Kuressaare sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Zakaria Beglarishvili está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
O banco27/03/2028
Mathias Palts tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Kuressaare dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Plantel27/03/2028
O melhor da divisão no último fim de semana foi um jogador do Kuressaare
É uma honra pequena e não é coisa nenhuma: alguém viu todos os jogos da divisão e decidiu que Andero Kivi foi o melhor de qualquer um deles.
Todos os plantéis têm um jogo destes para alguém, todas as épocas. Este é o de Andre Paju: o clube que o conheceu primeiro, os adeptos que vão decidir no primeiro minuto se aplaudem, e o Kuressaare a precisar que ele jogue como se nada disso importasse.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Kuressaare sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
Aos 33 devia estar a gerir os seus minutos. Em vez disso foi avaliado com 10.00 e pareceu, durante noventa minutos, exatamente o jogador de que toda a gente se lembra.
Notas dos jogadoresUsalifa Indi jogou uma tarde diferente da de toda a gente
85Edição
A Crónica de Kuressaare
13/03/2028
Do nosso correspondente de futebolCrise
Jogo11/03/2028
Não se vê o fim da espera do Kuressaare por uma vitória
Já são 13 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Kuressaare tem de arrancar um resultado de algum lado.
As bancadas13/03/2028
A raiva no Kuressaare transborda para fora do estádio
Deixou de ser um ambiente nas bancadas e passou a ser algo organizado. As direções podem ignorar um mau ambiente durante muito tempo; esta fase não a conseguem ignorar por muito.
Há tardes em que um guarda-redes é a defesa inteira. 10 defesas, várias do género que ninguém espera ver feitas, e dez jogadores de campo que lhe devem uma bebida.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Kuressaare ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Karl-Romet Nõmm e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Zakaria Beglarishvili estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Kuressaare podem fingir não ter ouvido.
Kevin Kauber esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Direção06/03/2028
2 jogadores da formação recebem número de equipa principal no Kuressaare
A manhã em que o percurso deixa de ser um folheto e passa a ser uma ficha de jogo. A maioria não estará cá daqui a três anos; todos já fizeram a parte difícil, que era chegar a hoje.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Andre Paju e o Kuressaare acertam mais 2 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Zakaria Beglarishvili estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Não há verba, não há apresentação, não há empresário na escadaria. Sander Ojamaa está neste clube desde miúdo e faz agora parte, formalmente, do plantel principal — o que, para um leitor local, vale mais do que qualquer contratação.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Kuressaare, e não vai ser retirado.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Aston Visse será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Kuressaare as despedidas começaram em silêncio.
Aos 21 anos faz esta época coisas que não conseguia fazer na época passada, e fá-las todas as semanas. A forma vai e vem; isto já ficou tempo suficiente para se lhe chamar outra coisa.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Kuressaare coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Aos 37 anos, 3 pontos abaixo de onde esteve, e um corpo que começou a cobrar juros. Acontece a todos, e continua a ser o parágrafo mais difícil desta página.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Em resumo
O bancoMathias Palts tornou-se um homem de confiança do treinador
PlantelPalavras no treino do Kuressaare sobre quem trabalha
Karl-Romet Nõmm e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel21/02/2028
Palavras no treino do Kuressaare sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Zakaria Beglarishvili está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Kuressaare sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
Adeptos que cantam quando corre mal são adeptos. Adeptos que se juntam à saída são um problema, e dentro do edifício toda a gente sabe qual das duas coisas isto é agora.
Direção14/02/2028
O silêncio lá de cima começa a ouvir-se em Kuressaare
Ninguém na direção disse nada contra o treinador — e é esse o problema: também já não dizem nada a favor.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Kuressaare podem fingir não ter ouvido.
Karl-Romet Nõmm e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel14/02/2028
Palavras no treino do Kuressaare sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Zakaria Beglarishvili está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Paide fica com o seu homem, e o Kuressaare volta a uma lista com um nome riscado.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Em resumo
MercadoA história de Andero Kivi recusa-se a morrer
O comunicado da direção tinha três frases e uma delas mencionava resultados. Artur Teniste treina há tempo suficiente para traduzir: ganhar depressa, ou o próximo comunicado será mais curto.
Todo o departamento de futebol numa sala, numa manhã de dia de semana. Nada foi anunciado depois, que é o que uma direção anuncia quando a paciência acabou.
«Dei tudo aqui e preciso de um desafio novo.» O pedido é formal, e a relação nunca mais vai ser exatamente a mesma.
Direção07/02/2028
O Kuressaare fecha o mercado com um plantel feito por si
1 entradas e 2 saídas, e nenhuma mudança durante meses. O treinador tem o que tem, os adeptos têm a sua opinião sobre isso, e a tabela terá a última palavra.
Karl-Romet Nõmm esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Daniil Rudenko estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Um negócio que à hora de almoço estava a um telefonema de fechar estava morto à meia-noite. O Kuressaare vai tentar outra vez quando o mercado abrir; nessa altura o Tallinna Kalev pode já não estar a vender.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Kuressaare podem fingir não ter ouvido.
Verba acordada, salário acordado, e o FC Tallinn à espera com uma camisola. No Kuressaare ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Kuressaare coisas que levam mais de uma semana a retirar.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Uma sondagem ao Flora para um empréstimo: cobertura, ou uma vista de olhos a alguém que o clube ainda não pode comprar. De qualquer maneira, a resposta chega dentro de uma semana.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Kuressaare, e não vai ser retirado.
A proposta do FC Tallinn por Sander Ristna foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Karl-Romet Nõmm e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Adeptos que cantam quando corre mal são adeptos. Adeptos que se juntam à saída são um problema, e dentro do edifício toda a gente sabe qual das duas coisas isto é agora.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Kuressaare perdeu-o em tudo menos nos papéis.
Kevin Kauber e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel17/01/2028
Marco Lukka desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«Dei tudo a isto, mas a minha família não está aqui — e eu também não, na verdade.» A um futebolista corrige-se a má fase. Disto nunca ninguém foi corrigido, e no Kuressaare sabem-no.
Uma sondagem ao Flora para um empréstimo: cobertura, ou uma vista de olhos a alguém que o clube ainda não pode comprar. De qualquer maneira, a resposta chega dentro de uma semana.
Taijo Kallaste lesiona os ligamentos do joelho — 20 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 20 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Kevin Kauber esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel10/01/2028
Palavras no treino do Kuressaare sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Zakaria Beglarishvili está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Paide fica com o seu homem, e o Kuressaare volta a uma lista com um nome riscado.
O Kuressaare já telefonou ao Paide. Sem verba, uma parte do salário, e uma camisola a mais na posição em que o plantel esteve mais curto a época inteira.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Karl-Romet Nõmm está nela.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Kuressaare, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
O comunicado da direção tinha três frases e uma delas mencionava resultados. Artur Teniste treina há tempo suficiente para traduzir: ganhar depressa, ou o próximo comunicado será mais curto.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Kuressaare, e não vai ser retirado.
Karl-Romet Nõmm esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Zakaria Beglarishvili estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Mathias Palts está nela.
«Disseram-mo com clareza, e prefiro assim.» O treinador de Kuressaare foi explícito quanto à situação de Mattis Karis, o que é mais do que muitos recebem.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Kuressaare, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Kuressaare ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Karl-Romet Nõmm e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Em resumo
PlantelPalavras no treino do Kuressaare sobre quem trabalha
O bancoGregor Rõivassepp tornou-se um homem de confiança do treinador
A raiva no Kuressaare transborda para fora do estádio
Deixou de ser um ambiente nas bancadas e passou a ser algo organizado. As direções podem ignorar um mau ambiente durante muito tempo; esta fase não a conseguem ignorar por muito.
Karl-Romet Nõmm e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel20/12/2027
Palavras no treino do Kuressaare sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Zakaria Beglarishvili está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Aston Visse, e o treinador deixou.
Não dá grande título e é a razão por que os jogadores acreditam na promessa seguinte. O Kuressaare disse a Aleksander Ojamets que algo iria acontecer e aconteceu, o que nesta indústria já passa por notável.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Kuressaare sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Kuressaare, e não vai ser retirado.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Kuressaare coisas que levam mais de uma semana a retirar.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Não há verba, não há apresentação, não há empresário na escadaria. Joonas Pikk está neste clube desde miúdo e faz agora parte, formalmente, do plantel principal — o que, para um leitor local, vale mais do que qualquer contratação.
A formação existe exatamente para esta manhã. Markus Pikk passou por todos os escalões do clube e tem agora um número de equipa principal; os mais orgulhosos do edifício serão os que o treinaram aos doze anos.
A formação existe exatamente para esta manhã. Erik Vassiljev passou por todos os escalões do clube e tem agora um número de equipa principal; os mais orgulhosos do edifício serão os que o treinaram aos doze anos.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
O banco13/12/2027
Karl-Romet Nõmm tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Kuressaare dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Um treinador perdoa um mau sábado muito mais depressa do que uma má terça, porque um explica-se e o outro escolheu-o. Os relatos desta semana não foram bons.
Em resumo
O bancoO treinador crava a sua bandeira em Mathias Palts
Agora é aritmética, e a aritmética está feita. Um verão de perguntas difíceis começa mais cedo no Kuressaare, e o calendário da próxima época lê-se de outra maneira.
O que se dizia à porta fechada passou a dizer-se diante de um microfone. Em Kuressaare toda a gente sabe fazer a conta, incluindo o homem a quem se dirige.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Kuressaare podem fingir não ter ouvido.
Nada foi anunciado e toda a gente percebe o que significa. Uma direção que convoca todo o departamento de futebol numa terça de manhã é uma direção que deixou de acreditar que o problema se resolve sozinho.
“Tentei. Tentei mesmo, e todos os dias acordo no sítio errado.” No Kuressaare ninguém consegue treinar isso para fora de um homem, e ninguém lá finge que consegue.
Karl-Romet Nõmm esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Todos os plantéis são metade jogadores que o treinador escolheu e metade jogadores que herdou. Vladislav Kreida foi escolhido, o homem que o escolheu foi-se, e ele recomeça do zero com o próximo.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Mathias Palts está nela.
Plantel06/12/2027
Roland Lukas desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Kevin Kauber e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel29/11/2027
Palavras no treino do Kuressaare sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Zakaria Beglarishvili está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Ninguém no Kuressaare dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Ninguém faz um título sobre um explicador. Também não é preciso explicar a ninguém o que acontece a um reforço que passa dois anos a ser o homem com quem ninguém pode falar ao almoço.
Adeptos que cantam quando corre mal são adeptos. Adeptos que se juntam à saída são um problema, e dentro do edifício toda a gente sabe qual das duas coisas isto é agora.
Kevin Kauber e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Zakaria Beglarishvili estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Guilherme Miranda, e o treinador deixou.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Kuressaare sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 19 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Kuressaare coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel15/11/2027
Palavras no treino do Kuressaare sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Marco Lukka está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 27 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
O que se dizia à porta fechada passou a dizer-se diante de um microfone. Em Kuressaare toda a gente sabe fazer a conta, incluindo o homem a quem se dirige.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Kuressaare, e não vai ser retirado.
Karl-Romet Nõmm esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Zakaria Beglarishvili estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Mathias Palts está nela.
Um ano depois, a cidade não se abriu, a língua não chegou, e o almoço come-se sozinho mais vezes do que alguém no Kuressaare admitiria. Nota-se aos sábados.
Todo o plantel tem homens contratados por um treinador concreto e homens que foram simplesmente herdados. Johann Vahermägi está no primeiro grupo, e quem o quis aqui já não está no edifício.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 34 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Sander Ristna será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Kuressaare as despedidas começaram em silêncio.
Karl-Romet Nõmm e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel01/11/2027
Palavras no treino do Kuressaare sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Zakaria Beglarishvili está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Ninguém no Kuressaare dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
“O treinador não usou muitas palavras, e não precisou delas.” Antoni Kociniewski tem a sua resposta do Kuressaare; o que fizer com ela é a história da próxima janela.
Adeptos que cantam quando corre mal são adeptos. Adeptos que se juntam à saída são um problema, e dentro do edifício toda a gente sabe qual das duas coisas isto é agora.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Kuressaare falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Lá em cima ninguém disse nada, que é a coisa mais barulhenta que podiam fazer. Os resultados compram silêncio neste ofício; a conta do Kuressaare está a esgotar-se.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Kuressaare podem fingir não ter ouvido.
Karl-Romet Nõmm e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel25/10/2027
Guilherme Miranda desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Daniil Rudenko está nela.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Daniil Rudenko treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Em resumo
MercadoA conversa sobre Kaspar Laur não desaparece
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 48 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Plantel18/10/2027
Andre Paju lesiona os ligamentos do joelho — 16 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 16 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Kuressaare coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Em resumo
PlantelUma zanga por causa do esforço no Kuressaare
55 dias de fora para Daniil Rudenko depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Kuressaare vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
25 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Kuressaare perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Kuressaare, e não vai ser retirado.
Kevin Kauber esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Mathias Palts está nela.
O bancoO treinador crava a sua bandeira em Mathias Palts
62Edição
A Crónica de Kuressaare
04/10/2027
Do nosso correspondente de futebolCrise
Plantel04/10/2027
62 dias de fora para Daniil Rudenko depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Kuressaare vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Plantel04/10/2027
Andre Paju lesiona os ligamentos do joelho — 32 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 32 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
O comunicado da direção tinha três frases e uma delas mencionava resultados. Artur Teniste treina há tempo suficiente para traduzir: ganhar depressa, ou o próximo comunicado será mais curto.
Kevin Kauber e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel04/10/2027
Palavras no treino do Kuressaare sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Marco Lukka está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“O treinador não usou muitas palavras, e não precisou delas.” Zakaria Beglarishvili tem a sua resposta do Kuressaare; o que fizer com ela é a história da próxima janela.
Adeptos que cantam quando corre mal são adeptos. Adeptos que se juntam à saída são um problema, e dentro do edifício toda a gente sabe qual das duas coisas isto é agora.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Kuressaare falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Plantel27/09/2027
Andre Paju lesiona os ligamentos do joelho — 39 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 39 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Karl-Romet Nõmm e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Guilherme Miranda treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Em resumo
MercadoA conversa sobre Kaspar Laur não desaparece
MercadoMathias Palts colocado na lista de transferências
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Kuressaare falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Kuressaare, e não vai ser retirado.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Kuressaare coisas que levam mais de uma semana a retirar.
A abordagem foi feita e a resposta veio numa frase. Não há número em cima da mesa porque não havia número que chegasse.
Plantel20/09/2027
Palavras no treino do Kuressaare sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Zakaria Beglarishvili está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Karl-Romet Nõmm está nela.
“O treinador não usou muitas palavras, e não precisou delas.” Taavi Jürisoo tem a sua resposta do Kuressaare; o que fizer com ela é a história da próxima janela.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 84 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Kuressaare podem fingir não ter ouvido.
Karl-Romet Nõmm esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel13/09/2027
Marco Lukka desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Hubert Liiv e o Kuressaare acertam mais 3 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Mathias Palts está nela.
91 dias de fora para Daniil Rudenko depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Kuressaare vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
A direcção disse em público o que já dizia em privado. Os resultados daqui até à próxima reunião decidem tudo, e no clube toda a gente sabe fazer as contas.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Kuressaare, e não vai ser retirado.
Isto não é rotação. Zakaria Beglarishvili está fora dos planos do treinador há algum tempo, e ninguém no Kuressaare finge o contrário.
Direção06/09/2027
O Kuressaare fecha o mercado com um plantel feito por si
11 entradas e 2 saídas, e nenhuma mudança durante meses. O treinador tem o que tem, os adeptos têm a sua opinião sobre isso, e a tabela terá a última palavra.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Kuressaare ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Karl-Romet Nõmm e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Zakaria Beglarishvili estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Adeptos que cantam quando corre mal são adeptos. Adeptos que se juntam à saída são um problema, e dentro do edifício toda a gente sabe qual das duas coisas isto é agora.
Plantel30/08/2027
98 dias de fora para Daniil Rudenko depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Kuressaare vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Direção30/08/2027
O silêncio lá de cima começa a ouvir-se em Kuressaare
Ninguém na direção disse nada contra o treinador — e é esse o problema: também já não dizem nada a favor.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Kuressaare podem fingir não ter ouvido.
Verba acordada, salário acordado, e o FC Tallinn à espera com uma camisola. No Kuressaare ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
Kevin Kauber e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Daniil Rudenko está nela.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Kuressaare sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 107 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Kuressaare, e não vai ser retirado.
O aperto de mão com o Nomme Kalju está dado; o do jogador ainda não. Seguem-se as condições pessoais, e é nas condições pessoais que morrem mais negócios do que alguém imprime.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Kuressaare coisas que levam mais de uma semana a retirar.
A abordagem foi feita e a resposta veio numa frase. Não há número em cima da mesa porque não havia número que chegasse.
Plantel23/08/2027
Palavras no treino do Kuressaare sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Marco Lukka está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
A lista é um documento discreto com um significado ruidoso. Usalifa Indi pode falar com quem perguntar, e no clube toda a gente sabe o que isso quer dizer.
115 dias de fora para Daniil Rudenko depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Kuressaare vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Kuressaare, e não vai ser retirado.
A proposta seguiu esta semana para o Nomme Kalju, e a resposta é deles. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Kevin Kauber esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Mathias Palts está nela.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Kuressaare falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Kuressaare podem fingir não ter ouvido.
A proposta seguiu esta semana para o Nomme Kalju, e a resposta é deles. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Karl-Romet Nõmm e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel09/08/2027
Palavras no treino do Kuressaare sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Zakaria Beglarishvili está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Tentei. Tentei mesmo, e todos os dias acordo no sítio errado.” No Kuressaare ninguém consegue treinar isso para fora de um homem, e ninguém lá finge que consegue.
A raiva no Kuressaare transborda para fora do estádio
Deixou de ser um ambiente nas bancadas e passou a ser algo organizado. As direções podem ignorar um mau ambiente durante muito tempo; esta fase não a conseguem ignorar por muito.
O que se dizia à porta fechada passou a dizer-se diante de um microfone. Em Kuressaare toda a gente sabe fazer a conta, incluindo o homem a quem se dirige.
Direção02/08/2027
O silêncio lá de cima começa a ouvir-se em Kuressaare
Ninguém na direção disse nada contra o treinador — e é esse o problema: também já não dizem nada a favor.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Kuressaare perdeu-o em tudo menos nos papéis.
Karl-Romet Nõmm e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
“O treinador não usou muitas palavras, e não precisou delas.” Alari Verev tem a sua resposta do Kuressaare; o que fizer com ela é a história da próxima janela.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Mattis Karis e o Kuressaare acertam mais 3 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Kuressaare coisas que levam mais de uma semana a retirar.
O Kuressaare perguntou e o Nomme Kalju disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Plantel26/07/2027
Palavras no treino do Kuressaare sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Zakaria Beglarishvili está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Karl-Romet Nõmm está nela.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Oskar Droździk, e o treinador deixou.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Kuressaare, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
O Kuressaare foi ao Nomme Kalju com uma proposta, e os adeptos foram à internet com uma opinião sobre ela. Se alguma das duas muda alguma coisa, decide o clube vendedor.
Karl-Romet Nõmm esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Nomme Kalju fica com o seu homem, e o Kuressaare volta a uma lista com um nome riscado.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Não dá grande título e é a razão por que os jogadores acreditam na promessa seguinte. O Kuressaare disse a Usalifa Indi que algo iria acontecer e aconteceu, o que nesta indústria já passa por notável.
O banco19/07/2027
Mathias Palts tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Kuressaare dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Não se vê o fim da espera do Kuressaare por uma vitória
Já são 11 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Kuressaare tem de arrancar um resultado de algum lado.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Kuressaare, e não vai ser retirado.
O Kuressaare foi ao Nomme Kalju com uma proposta, e os adeptos foram à internet com uma opinião sobre ela. Se alguma das duas muda alguma coisa, decide o clube vendedor.
4 jogos, nenhum golo e um centro de treinos que já tentou tudo. Vai acabar — as secas acabam sempre — mas ninguém no Kuressaare sabe dizer em que semana.
Adeptos que cantam quando corre mal são adeptos. Adeptos que se juntam à saída são um problema, e dentro do edifício toda a gente sabe qual das duas coisas isto é agora.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Kuressaare já se começa a dizer o nome dele no passado.
Lá em cima ninguém disse nada, que é a coisa mais barulhenta que podiam fazer. Os resultados compram silêncio neste ofício; a conta do Kuressaare está a esgotar-se.
Kevin Kauber e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
3 jogos, nenhum golo e um centro de treinos que já tentou tudo. Vai acabar — as secas acabam sempre — mas ninguém no Kuressaare sabe dizer em que semana.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Kuressaare coisas que levam mais de uma semana a retirar.
O Kuressaare perguntou e o Nomme Kalju disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Plantel28/06/2027
Palavras no treino do Kuressaare sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Zakaria Beglarishvili está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
O telefone voltou a tocar por causa de Sander Ristna, e desta vez do outro lado está o FC Tallinn. No Kuressaare ouvem com educação e não prometem nada.
Soube como os outros, uma hora antes, por uma folha colada na parede. Ninguém em Kuressaare fingiu que fosse outra coisa que não uma decisão sobre ele.
JogoPonto ganho ou dois perdidos para o Kuressaare?
47Edição
A Crónica de Kuressaare
21/06/2027
Do nosso correspondente de futebolCrise
Jogo19/06/2027
Não se vê o fim da espera do Kuressaare por uma vitória
Já são 8 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Kuressaare tem de arrancar um resultado de algum lado.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Sander Ristna será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Kuressaare as despedidas começaram em silêncio.
Karl-Romet Nõmm esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Toda a gente o viu antes de alguém o dizer. Aos 37 anos, os números dizem 3 pontos abaixo do que foi, e a pergunta para o Kuressaare é como lidar com um homem a quem deve muito.
O Kuressaare perguntou e o Nomme Kalju disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Plantel21/06/2027
Palavras no treino do Kuressaare sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Marco Lukka está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Aleksander Ojamets, e o treinador deixou.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Kuressaare, e não vai ser retirado.
«Dei tudo a isto, mas a minha família não está aqui — e eu também não, na verdade.» A um futebolista corrige-se a má fase. Disto nunca ninguém foi corrigido, e no Kuressaare sabem-no.
Karl-Romet Nõmm e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Zakaria Beglarishvili estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
A raiva no Kuressaare transborda para fora do estádio
Deixou de ser um ambiente nas bancadas e passou a ser algo organizado. As direções podem ignorar um mau ambiente durante muito tempo; esta fase não a conseguem ignorar por muito.
Verba acordada, salário acordado, e o FC Tallinn à espera com uma camisola. No Kuressaare ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
6 jogos, nenhum golo e um centro de treinos que já tentou tudo. Vai acabar — as secas acabam sempre — mas ninguém no Kuressaare sabe dizer em que semana.
Karl-Romet Nõmm e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
O Kuressaare perguntou e o Paide disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Não se vê o fim da espera do Kuressaare por uma vitória
Já são 5 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Kuressaare tem de arrancar um resultado de algum lado.
5 jogos sem golo. Os avançados deixam de levantar a cabeça, os médios dão o toque a mais, e cada remate que passa por cima é seguido de um lamento que se acumula desde o último golo.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Kuressaare coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel31/05/2027
Palavras no treino do Kuressaare sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Marco Lukka está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
A ficha de jogo di-lo em público todas as semanas até mudar. A única versão de ficar de fora que um futebolista não consegue contestar, e a que lhe custa mais.
«Aqui ninguém está acima de levar um raspanete.» Não se disse nenhum nome, mas o balneário sabe contar, e quem estava a ouvir também.
O banco31/05/2027
A vista do banco
“Não perdemos. Há semanas em que é só isso que se consegue, e prefiro ter o ponto a não o ter.” Artur Teniste escolheu a versão do copo meio cheio do 0‑0; os adeptos saíram com a outra.
14 ações defensivas e uma baliza a zero no fim delas. A tarde de um defesa só se pode contar pelo que não aconteceu, e é por isso que ninguém faz um resumo com ela e qualquer treinador da divisão a assinava.
4 jogos, nenhum golo e um centro de treinos que já tentou tudo. Vai acabar — as secas acabam sempre — mas ninguém no Kuressaare sabe dizer em que semana.
Kevin Kauber esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel24/05/2027
Palavras no treino do Kuressaare sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Zakaria Beglarishvili está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Karl-Romet Nõmm, e o treinador deixou.
O banco24/05/2027
O veredicto do treinador
“A culpa é minha. Sou eu que escolho a equipa e escolhi mal.” Os treinadores dizem isto quando o sentem e quando precisam que se veja que o dizem, e depois do 0‑2 Artur Teniste saiu da sala antes que alguém pudesse perguntar qual dos dois casos era.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Karl-Romet Nõmm está nela.
Ninguém no Kuressaare sugere que esteja em má fase. O treinador quis simplesmente outras qualidades para noventa minutos concretos, e contra isso um jogador não pode treinar nada.
3 jogos, nenhum golo e um centro de treinos que já tentou tudo. Vai acabar — as secas acabam sempre — mas ninguém no Kuressaare sabe dizer em que semana.
Plantel17/05/2027
Palavras no treino do Kuressaare sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Zakaria Beglarishvili está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Vladislav Kreida, e o treinador deixou.
O Paide levou os pontos após um 0‑1 que será difícil de explicar nas bancadas.
O banco17/05/2027
A vista do banco
“Vamos analisar, vamos aprender com isto, e vamos outra vez.” As três frases que todos os treinadores guardam para uma derrota por 0‑1, ditas por Artur Teniste a uma sala que já as tinha ouvido.
Aqui não há queixa possível e todos os envolvidos sabem, o que não encurta o caminho até ao banco. A forma é a única moeda do futebol sobre a qual não se pode pedir emprestado.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Daniil Rudenko está nela.
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 9 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Sander Ristna será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Kuressaare as despedidas começaram em silêncio.
Kevin Kauber e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel10/05/2027
Palavras no treino do Kuressaare sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Marco Lukka está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Kuressaare vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Kuressaare coisas que levam mais de uma semana a retirar.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
“Hoje não fomos suficientemente bons e não vou enfeitar isto.” Artur Teniste depois do 0‑1, no tom de quem sabe qual é a pergunta seguinte e não tenciona responder-lhe.
Ninguém no Kuressaare dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 25 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Gregor Rõivassepp produziu-o, e o 8.75 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
8 jogos sem vencer é o tipo de série que muda a forma como uma cidade fala do seu clube, e o Tammeka foi a tarde em que parou. Um resultado não resolve nada, e um resultado faz tudo parecer diferente.
Karl-Romet Nõmm esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Zakaria Beglarishvili estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Há um calor muito próprio que um estádio guarda para um jovem de 21 anos que sente como seu. Gregor Rõivassepp tem-no agora, e tudo o que fizer no resto do tempo aqui será medido contra a boa vontade que lhe deram de graça.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Andre Paju, e o treinador deixou.
“Merecemos. Pedi-lhes uma reação e tive-a, e agora quero o mesmo outra vez no sábado.” Artur Teniste sobre uma tarde de 2‑1 que lhe agradou mais do que estava disposto a mostrar.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 33 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
4 jogos sem golo. Os avançados deixam de levantar a cabeça, os médios dão o toque a mais, e cada remate que passa por cima é seguido de um lamento que se acumula desde o último golo.
Karl-Romet Nõmm esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel19/04/2027
Palavras no treino do Kuressaare sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Marco Lukka está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Markus Allast, e o treinador deixou.
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Kuressaare vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Jogo10/04/2027
Não se vê o fim da espera do Kuressaare por uma vitória
Já são 7 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Kuressaare tem de arrancar um resultado de algum lado.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Kuressaare ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Kuressaare coisas que levam mais de uma semana a retirar.
3 jogos, nenhum golo e um centro de treinos que já tentou tudo. Vai acabar — as secas acabam sempre — mas ninguém no Kuressaare sabe dizer em que semana.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Em resumo
Plantel8 caras novas e o Kuressaare ainda se está a conhecer
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 48 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Eliminado, 0‑2 com o Harju JK Laagri, e a longa discussão sobre qual dos pequenos momentos o decidiu. Agora só resta o campeonato, e toda a gente o sabe.
Kevin Kauber e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
“Tentei. Tentei mesmo, e todos os dias acordo no sítio errado.” No Kuressaare ninguém consegue treinar isso para fora de um homem, e ninguém lá finge que consegue.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
O banco05/04/2027
O veredicto do treinador
“A culpa é minha. Sou eu que escolho a equipa e escolhi mal.” Os treinadores dizem isto quando o sentem e quando precisam que se veja que o dizem, e depois do 0‑2 Artur Teniste saiu da sala antes que alguém pudesse perguntar qual dos dois casos era.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 55 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Kevin Kauber e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel29/03/2027
Marco Lukka desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Karl-Romet Nõmm está nela.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Kuressaare vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
«Dei tudo aqui e preciso de um desafio novo.» O pedido é formal, e a relação nunca mais vai ser exatamente a mesma.
Jogo20/03/2027
Não se vê o fim da espera do Kuressaare por uma vitória
Já são 4 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Kuressaare tem de arrancar um resultado de algum lado.
Kevin Kauber esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Kuressaare vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Kuressaare coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel15/03/2027
Palavras no treino do Kuressaare sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Zakaria Beglarishvili está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Nota 7.28 numa tarde que correu do primeiro ao último apito. Falhasse o que falhasse ao Kuressaare, o melhor em campo era deles.
O banco15/03/2027
Mathias Palts tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Kuressaare dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
O banco15/03/2027
O veredicto do treinador
“Estou frustrado, sinceramente. Fizemos o suficiente para ganhar e não ganhámos.” Artur Teniste não o escondia depois do 0‑0, e no balneário do Kuressaare também ninguém o escondia.
Em resumo
Notas dos jogadoresVladislav Kreida passa por eles um de cada vez
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Kuressaare vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Kevin Kauber e o Kuressaare acertam mais 3 anos.
Karl-Romet Nõmm e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
3 miúdos sobem, e algures no edifício as pessoas que os treinaram aos doze anos estão a ter, em silêncio, a melhor manhã do seu ano de trabalho. Nada disto aparece num resultado, e é para isto que a formação existe.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Marco Lukka estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Os clubes gastam fortunas à procura de jogadores e de vez em quando encontram um ao fundo do corredor. Ken Marin é isso, e a receção na sua primeira aparição será de outra natureza que a de qualquer reforço.
Os clubes gastam fortunas à procura de jogadores e de vez em quando encontram um ao fundo do corredor. Sander Kallaste é isso, e a receção na sua primeira aparição será de outra natureza que a de qualquer reforço.
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Kuressaare vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Karl-Romet Nõmm e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
«Dei tudo a isto, mas a minha família não está aqui — e eu também não, na verdade.» A um futebolista corrige-se a má fase. Disto nunca ninguém foi corrigido, e no Kuressaare sabem-no.
Plantel01/03/2027
Palavras no treino do Kuressaare sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Zakaria Beglarishvili está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 91 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Karl-Romet Nõmm esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Perguntam tantas vezes aos futebolistas pelo clube da infância que ninguém ouve a resposta. Antoni Kociniewski acabou de assinar pelo Kuressaare e, por uma vez, a resposta importava.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Tem 19 anos, e os relatórios dos observadores concordam na única linha que importa: o teto. Contratações assim são bilhetes de lotaria preenchidos por profissionais.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Fadiga Badjie, e o treinador deixou.
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Kuressaare vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Kuressaare coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel15/02/2027
Palavras no treino do Kuressaare sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Marco Lukka está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Aleksander Ojamets, e o treinador deixou.
Plantel15/02/2027
Demasiada mudança demasiado depressa no Kuressaare
8 contratações em três meses. Cada uma pode ser uma melhoria e a equipa pode ser pior durante um tempo na mesma, que é a parte de uma reconstrução que nunca aparece nos balanços de mercado.
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Kuressaare vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Verba acordada, salário acordado, e o FC Tallinn à espera com uma camisola. No Kuressaare ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
Kevin Kauber e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Há uma versão de cada carreira em que o jogador acaba onde escolheu e não onde o escolheram. Guilherme Miranda está a viver essa versão no Kuressaare, e costuma notar-se no primeiro mês.
Plantel08/02/2027
Palavras no treino do Kuressaare sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Zakaria Beglarishvili está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Faz o seu trabalho e não se está a instalar. O Kuressaare devia ser um passo em frente nas contas dele, e as contas dele foram revistas desde que chegou.
Tem 20 anos e ninguém em Kuressaare o contratou para esta época. Negócios destes julgam-se daqui a quatro anos, por gente que talvez já não esteja na casa.
Tem 20 anos e ninguém em Kuressaare o contratou para esta época. Negócios destes julgam-se daqui a quatro anos, por gente que talvez já não esteja na casa.
O banco08/02/2027
Mathias Palts tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Kuressaare dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 114 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Kuressaare, e não vai ser retirado.
Direção01/02/2027
O Kuressaare fecha o mercado com um plantel feito por si
4 entradas e 0 saídas, e nenhuma mudança durante meses. O treinador tem o que tem, os adeptos têm a sua opinião sobre isso, e a tabela terá a última palavra.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Zakaria Beglarishvili estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Flora fica com o seu homem, e o Kuressaare volta a uma lista com um nome riscado.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Kaspar Laur, e o treinador deixou.
Faz todos os sábados coisas a que ninguém à volta dele consegue responder. É lisonjeiro durante uma época e um problema a partir daí, e o Kuressaare sabe em que fase está.
O banco01/02/2027
Karl-Romet Nõmm tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Kuressaare dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 123 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Karl-Romet Nõmm esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Às direções dizem-lhes durante anos o que fazem mal e não ouvem nada nos dias em que acertam. Este é um desses dias: Vladislav Kreida do Flora por $710.0K, e uma bilheteira a ter uma manhã excelente.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Marco Lukka estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Faz o seu trabalho e não se está a instalar. O Kuressaare devia ser um passo em frente nas contas dele, e as contas dele foram revistas desde que chegou.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Kuressaare falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
O aperto de mão com o Flora está dado; o do jogador ainda não. Seguem-se as condições pessoais, e é nas condições pessoais que morrem mais negócios do que alguém imprime.
As condições foram oferecidas e recusadas. Se foi o salário, a função ou a cidade, no Flora ninguém diz, e no Kuressaare ninguém gosta de estar a adivinhar.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Kuressaare coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Nõmme United fica com o seu homem, e o Kuressaare volta a uma lista com um nome riscado.
Plantel18/01/2027
Marco Lukka desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«Dei tudo a isto, mas a minha família não está aqui — e eu também não, na verdade.» A um futebolista corrige-se a má fase. Disto nunca ninguém foi corrigido, e no Kuressaare sabem-no.
O banco18/01/2027
Daniil Rudenko tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Kuressaare dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Em resumo
O bancoMarco Lukka pede uma conversa com o treinador
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Kuressaare vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Kuressaare, e não vai ser retirado.
Verba acordada, salário acordado, e o FC Tallinn à espera com uma camisola. No Kuressaare ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
Os clubes tinham acordado e o jogador não. Uma nega, e pública: o Vaprus fica com ele, e os adeptos daqui ficam a perguntar-se o que lhe terão dito sobre esta casa.
Karl-Romet Nõmm e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Aleksander Ojamets, e o treinador deixou.
Uma sondagem ao Flora para um empréstimo: cobertura, ou uma vista de olhos a alguém que o clube ainda não pode comprar. De qualquer maneira, a resposta chega dentro de uma semana.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Mathias Palts está nela.
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Kuressaare vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Karl-Romet Nõmm e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
“Tentei. Tentei mesmo, e todos os dias acordo no sítio errado.” No Kuressaare ninguém consegue treinar isso para fora de um homem, e ninguém lá finge que consegue.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Kaspar Laur, e o treinador deixou.
Uma sondagem ao Narva Trans para um empréstimo: cobertura, ou uma vista de olhos a alguém que o clube ainda não pode comprar. De qualquer maneira, a resposta chega dentro de uma semana.
Uma sondagem ao Vaprus para um empréstimo: cobertura, ou uma vista de olhos a alguém que o clube ainda não pode comprar. De qualquer maneira, a resposta chega dentro de uma semana.
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Kuressaare vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Kevin Kauber esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Aos 19 anos faz esta época coisas que não conseguia fazer na época passada, e fá-las todas as semanas. A forma vai e vem; isto já ficou tempo suficiente para se lhe chamar outra coisa.
Em resumo
PlantelPalavras no treino do Kuressaare sobre quem trabalha
O bancoGregor Rõivassepp tornou-se um homem de confiança do treinador
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 53 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Kuressaare coisas que levam mais de uma semana a retirar.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Fadiga Badjie e o Kuressaare acertam mais 3 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Kuressaare vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Kevin Kauber e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel14/12/2026
Marco Lukka desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 67 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Karl-Romet Nõmm e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Em resumo
PlantelPalavras no treino do Kuressaare sobre quem trabalha
O bancoKarl-Romet Nõmm tornou-se um homem de confiança do treinador
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Kuressaare vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Karl-Romet Nõmm esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Gregor Rõivassepp está nela.
Em resumo
O bancoMarco Lukka pede uma conversa com o treinador
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Kuressaare vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Kuressaare coisas que levam mais de uma semana a retirar.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Kuressaare vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Karl-Romet Nõmm e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
O Tammeka vai continuar a utilizá-lo até junho e não receberá nada por ele depois. David Epton pré-acordou a mudança para o Kuressaare, e os únicos que perdem nesse arranjo são os que deixaram o contrato correr.
Em resumo
PlantelUma zanga por causa do esforço no Kuressaare
O bancoMathias Palts tornou-se um homem de confiança do treinador
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Kuressaare falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Ítalo estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Kuressaare vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Kuressaare coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel02/11/2026
Palavras no treino do Kuressaare sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Mathias Palts está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Kuressaare coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Marco Lukka estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Plantel26/10/2026
No Kuressaare ainda são estranhos uns para os outros
21 reforços numa só janela. Cada um pode ser uma melhoria e a equipa pode ainda assim ser pior durante uns tempos, que é a parte de uma reconstrução de que os veredictos nunca falam.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Kuressaare falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Karl-Romet Nõmm e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Aos 17 anos faz esta época coisas que não conseguia fazer na época passada, e fá-las todas as semanas. A forma vai e vem; isto já ficou tempo suficiente para se lhe chamar outra coisa.
Em resumo
PlantelTiaguinho desentende-se com um colega por causa das exigências
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Kuressaare falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Karl-Romet Nõmm e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel12/10/2026
Palavras no treino do Kuressaare sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Marco Lukka está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
O bancoKarl-Romet Nõmm tornou-se um homem de confiança do treinador
10Edição
A Crónica de Kuressaare
05/10/2026
Do nosso correspondente de futebolEstável
Plantel05/10/2026
31 dias de fora para Pa Modou Sohna depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Kuressaare vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Karl-Romet Nõmm esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel05/10/2026
Marco Lukka desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Aos 37 anos, 3 pontos abaixo de onde esteve, e um corpo que começou a cobrar juros. Acontece a todos, e continua a ser o parágrafo mais difícil desta página.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Kuressaare falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Kuressaare coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Aos 19 anos faz esta época coisas que não conseguia fazer na época passada, e fá-las todas as semanas. A forma vai e vem; isto já ficou tempo suficiente para se lhe chamar outra coisa.
Em resumo
PlantelDemasiada mudança demasiado depressa no Kuressaare
46 dias de fora para Pa Modou Sohna depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Kuressaare vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
53 dias de fora para Pa Modou Sohna depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Kuressaare vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Tiaguinho e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
A papelada fica pronta muito antes do jogador. Mattis Karis acertou vir quando o contrato atual terminar, o que significa que o Kuressaare substituiu um orçamento de verão por um telefonema.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Marco Lukka estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Não há verba, não há apresentação, não há empresário na escadaria. Joonas Kait está neste clube desde miúdo e faz agora parte, formalmente, do plantel principal — o que, para um leitor local, vale mais do que qualquer contratação.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Kuressaare falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
14 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Kuressaare perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Direção07/09/2026
Fecha o mercado: 25 entradas, 9 saídas no Kuressaare
O prazo passou e o plantel é o plantel. Chegaram 25, saíram 9, e tudo o resto que se imprimiu sobre este clube no último mês foi um rumor que ficou rumor.
A proposta do FC Tallinn por Sander Ristna foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Karl-Romet Nõmm esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel07/09/2026
Tiaguinho desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Em resumo
O bancoGregor Rõivassepp tornou-se um homem de confiança do treinador