Rodrigo Morínigo e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel26/11/2029
Franco Paredes desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Juan Saborido está nela.
“O treinador não usou muitas palavras, e não precisou delas.” Mauricio Jiménez tem a sua resposta do Libertad; o que fizer com ela é a história da próxima janela.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Faustino Barone treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Perguntou pelo seu futuro e recebeu uma resposta com minutos lá dentro. O treinador fez uma promessa num edifício onde as promessas não se esquecem, e o relógio já começou a contar.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Víctor Rojas será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Libertad as despedidas começaram em silêncio.
Não é uma queixa nem uma exigência: quer jogar futebol europeu, e deixou de o esconder. Se o Libertad lho pode dar é uma pergunta sobre o clube, não sobre ele.
Rodrigo Morínigo e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel19/11/2029
Franco Paredes desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Felipe Salomoni, e o treinador deixou.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Tobías Reinhart está nela.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Rodrigo Morínigo. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
0‑1 perante o nível do Boston River. Ninguém vai fingir que isto é um escândalo: a distância é real, é mensurável, e encurtá-la é um projeto e não uma palestra.
5 jogos, nenhum golo e um centro de treinos que já tentou tudo. Vai acabar — as secas acabam sempre — mas ninguém no Libertad sabe dizer em que semana.
Rodrigo Morínigo esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Uma média de 7.30 na época, com 10 golos a sustentá-la. Os adversários começaram a planear jogos a pensar nele, que é o elogio mais sincero que o futebol faz.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Matías Espinoza estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
337 jogos ao longo de 12 épocas e uma só camisola. Já ninguém constrói uma carreira assim de propósito; acontece a certo tipo de jogador em certo tipo de clube.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Libertad ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Agustín Lagos e o Libertad acertam mais 5 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Agustín Lagos e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel05/11/2029
Palavras no treino do Libertad sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Franco Paredes está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Juan Pablo Freytes está nela.
0‑2 frente ao Boston River. O futebol continental não perdoa aquilo que uma liga interna deixa passar, e esta foi uma noite passada a descobrir quais dessas coisas o clube ainda arrasta.
Rodrigo Morínigo e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
As ocasiões aparecem e algo acontece entre criá-las e finalizá-las. Já vão 4 jogos, e a inquietação nas bancadas chega um pouco mais cedo a cada semana.
12 golos e uma média de 7.25 na época têm esse efeito. O espaço que ele costumava encontrar desapareceu; continua a marcar na mesma, que é a marca dos verdadeiros.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Plantel29/10/2029
Franco Paredes desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Um médio mede-se por saber se a equipa funciona quando ele está em campo, algo quase impossível de ver e completamente óbvio em retrospetiva. 9 ações, 7.04, e um treinador que não o vai substituir tão cedo.
Rodrigo Morínigo e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Matías Espinoza estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
O banco22/10/2029
Tomás O'Connor tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Libertad dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Rodrigo Morínigo. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
Uma conversa no gabinete do treinador, e um compromisso que saiu dela. Promessas assim são baratas de fazer e caras de quebrar, e Juan Saborido apontou a data.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Libertad, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Do centro de treinos dizem que foi o mais afiado da semana inteira. É a notícia mais silenciosa de um jornal e costuma sair na semana anterior a alguém entrar no onze.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 17 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Rodrigo Morínigo esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Franco Paredes estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“O treinador não usou muitas palavras, e não precisou delas.” Willian Riquelme tem a sua resposta do Libertad; o que fizer com ela é a história da próxima janela.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Willian Riquelme treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 28 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Ángel González será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Libertad as despedidas começaram em silêncio.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Libertad coisas que levam mais de uma semana a retirar.
As ocasiões aparecem e algo acontece entre criá-las e finalizá-las. Já vão 3 jogos, e a inquietação nas bancadas chega um pouco mais cedo a cada semana.
Plantel08/10/2029
Palavras no treino do Libertad sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Matías Espinoza está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Libertad vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Rodrigo Morínigo e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel01/10/2029
Palavras no treino do Libertad sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Matías Espinoza está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
A despromoção que um clube nunca anuncia e um balneário nota sempre. Mateo Del Blanco está mais longe da equipa do que estava, e a razão só lhe será dada quando perguntar.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Juan Saborido está nela.
«Disseram-mo com clareza, e prefiro assim.» O treinador de Libertad foi explícito quanto à situação de Víctor Rojas, o que é mais do que muitos recebem.
Perguntou pelo seu futuro e recebeu uma resposta com minutos lá dentro. O treinador fez uma promessa num edifício onde as promessas não se esquecem, e o relógio já começou a contar.
Em resumo
O bancoGustavo Viera pede uma conversa com o treinador
MercadoContinua sem haver assinatura de Tiago Benzi
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 42 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Víctor Rojas será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Libertad as despedidas começaram em silêncio.
Rodrigo Morínigo e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Uma média de 7.30 na época, com 10 golos a sustentá-la. Os adversários começaram a planear jogos a pensar nele, que é o elogio mais sincero que o futebol faz.
Plantel24/09/2029
Franco Paredes desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Os adeptos têm todo o direito de estar zangados. Eu também estou. Vamos corrigir isto.” 0‑1, um treinador a dizer as coisas necessárias, e um balneário que ouviu outra versão delas.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Tomás O'Connor está nela.
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Libertad vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Rodrigo Morínigo esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Uma média de 7.25 na época, com 12 golos a sustentá-la. Os adversários começaram a planear jogos a pensar nele, que é o elogio mais sincero que o futebol faz.
Plantel17/09/2029
Palavras no treino do Libertad sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Franco Paredes está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
O banco17/09/2029
A vista do banco
“Vamos analisar, vamos aprender com isto, e vamos outra vez.” As três frases que todos os treinadores guardam para uma derrota por 0‑1, ditas por Adrian Balbuena a uma sala que já as tinha ouvido.
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Libertad vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Libertad ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Mateo Del Blanco e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
É a ambição mais legítima do desporto e a mais difícil de satisfazer para a maioria dos clubes. Daniel Mancini quer futebol continental; se o Libertad o consegue oferecer é uma pergunta sobre as próximas duas épocas, não sobre ele.
Plantel10/09/2029
Matías Espinoza desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Juan Pablo Freytes está nela.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Diego Vargas, e o treinador deixou.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Libertad falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Mateo Del Blanco esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel03/09/2029
Franco Paredes desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
A despromoção que um clube nunca anuncia e um balneário nota sempre. Franco Paredes está mais longe da equipa do que estava, e a razão só lhe será dada quando perguntar.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Juan Saborido está nela.
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Libertad vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Libertad coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel27/08/2029
Palavras no treino do Libertad sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Franco Paredes está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Tomás O'Connor está nela.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Rodrigo Morínigo. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Libertad, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Perguntou pelo seu futuro e recebeu uma resposta com minutos lá dentro. O treinador fez uma promessa num edifício onde as promessas não se esquecem, e o relógio já começou a contar.
Posição 2, 43 pontos, e o resultado que todos procuram primeiro agora é o deles. A palavra continua a não se dizer à volta do estádio — e é assim que se sabe que todos a pensam.
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Libertad vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Mateo Del Blanco e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel20/08/2029
Matías Espinoza desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Tobías Reinhart está nela.
“Continuamos a reunir-nos, e continuamos a sair da sala com os mesmos números com que entrámos.” Mais uma ronda de conversas no Libertad, mais uma semana sem a assinatura de Néstor Giménez.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Faustino Barone treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Os números não ficam secretos num balneário. Não está a pedir mais do que vale; está a perguntar porque é que alguém ao lado dele vale mais, e o Libertad não tem uma boa resposta.
Perguntou pelo seu futuro e recebeu uma resposta com minutos lá dentro. O treinador fez uma promessa num edifício onde as promessas não se esquecem, e o relógio já começou a contar.
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Libertad vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Libertad ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Mateo Del Blanco e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel13/08/2029
Franco Paredes desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Ninguém no Libertad dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Willian Riquelme, e o treinador deixou.
Nada por escrito e nada em público: uma palavra sobre minutos, dada cara a cara no Libertad. As fichas de jogo do próximo mês dirão se valia a pena tê-la.
Juan Saborido fez a conta e não gosta do resultado. Nada corrói um grupo mais depressa, e nenhum clube resolveu isto explicando a um futebolista a estrutura salarial.
Mateo Del Blanco esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Todos os futebolistas têm uma resposta para a pergunta sobre o clube da infância, e a maioria nunca chega a agir sobre ela. Laureano Martínez agiu, no Libertad, e o primeiro mês vai mostrar o que isso faz a um homem.
Plantel06/08/2029
Franco Paredes desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
A direcção pôs dinheiro em cima da mesa em vez de uma palavra de incentivo. O que lhe acontece a partir de agora é problema de outro, e trabalho de outro.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
«Disseram-mo com clareza, e prefiro assim.» O treinador de Libertad foi explícito quanto à situação de Diego Vargas, o que é mais do que muitos recebem.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Diego Martinez, e o treinador deixou.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Libertad ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Rodrigo Morínigo e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
O Libertad perguntou e o Olimpia disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Plantel30/07/2029
Matías Espinoza desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Tomás O'Connor está nela.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Rodrigo Morínigo. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Libertad, e não vai ser retirado.
O prazo passou e o plantel é o plantel. Chegaram 0, saíram 1, e tudo o resto que se imprimiu sobre este clube no último mês foi um rumor que ficou rumor.
Mercado23/07/2029
Tão perto: a transferência de Rodrigo Frutos morre em cima da hora
O valor estava acertado e o voo já tinha sido visto — e então o telefone deixou de tocar. O Sportivo Trinidense seguiu em frente, Rodrigo Frutos apresenta-se de volta no Libertad, e todos fingem que segunda-feira é só uma segunda-feira.
Mateo Del Blanco e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Franco Paredes estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Libertad perdeu-o em tudo menos nos papéis.
A proposta do General Caballero por Hugo Fernández foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Ángel González será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Libertad as despedidas começaram em silêncio.
Mateo Del Blanco e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel16/07/2029
Franco Paredes desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Ninguém no Libertad dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
O General Caballero vai querer esquecer isto depressa: 3‑0, todos os duelos perdidos e uma viagem longa para casa. O Libertad foi impiedoso como as boas equipas sabem ser.
Verba acordada, salário acordado, e o Atletico Venezuela à espera com uma camisola. No Libertad ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
2.º lugar com 43 pontos. Todas as épocas são uma história e esta é a última linha dela, e agora o clube tem três meses para decidir de que fala a próxima.
Mateo Del Blanco esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Notas dos jogadores09/07/2029
Faustino Barone jogou uma tarde diferente da de toda a gente
9.04. Há exibições que um adepto descreve a quem não esteve lá e não consegue transmitir; esta foi uma, e o número também não ajuda.
Há um calor muito próprio que um estádio guarda para um jovem de 23 anos que sente como seu. Faustino Barone tem-no agora, e tudo o que fizer no resto do tempo aqui será medido contra a boa vontade que lhe deram de graça.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Libertad coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel02/07/2029
Palavras no treino do Libertad sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Franco Paredes está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Olimpia fica com o seu homem, e o Libertad volta a uma lista com um nome riscado.
Posição 3, 40 pontos, e o resultado que todos procuram primeiro agora é o deles. A palavra continua a não se dizer à volta do estádio — e é assim que se sabe que todos a pensam.
Mateo Del Blanco e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Franco Paredes estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
O Libertad perguntou e o Olimpia disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Uma média de 7.27 na época, com 12 golos a sustentá-la. Os adversários começaram a planear jogos a pensar nele, que é o elogio mais sincero que o futebol faz.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Mateo Del Blanco produziu-o, e o 8.87 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Libertad, e não vai ser retirado.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Libertad perdeu-o em tudo menos nos papéis.
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 6 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Libertad coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Um desempate por grandes penalidades fica na memória pelo fim, e este acaba em Rodrigo Morínigo: 2 travadas, e uma bancada que vai descrever cada uma delas nos próximos vinte anos.
Vitória por 0‑0 sobre o Nacional, um lugar na ronda seguinte e a aritmética silenciosa que todos os adeptos fazem a caminho de casa: quantos faltam até uma final?
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Libertad perdeu-o em tudo menos nos papéis.
“Não era o certo para mim. Não vou explicar porquê a ninguém, a não ser às pessoas a quem devo uma explicação.” Um negócio acordado entre dois clubes, e um jogador que se recusou a fazer parte dele.
Dribles concretizados: 28. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
Rodrigo Morínigo e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel11/06/2029
Palavras no treino do Libertad sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Franco Paredes está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Libertad, e não vai ser retirado.
1 para Tobías Reinhart, avaliado com 7.95, e o nome de um central na parte da crónica a que normalmente só chega por engano. No balneário não o vão deixar esquecer durante um mês.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Libertad ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Já são 3 vitórias seguidas, e a pergunta deixou de ser se a série acaba para passar a ser quem a acaba. Confiança assim não se compra; ganha-se exatamente desta maneira.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Libertad coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Franco Paredes estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Olimpia fica com o seu homem, e o Libertad volta a uma lista com um nome riscado.
Aos 33 devia estar a gerir os seus minutos. Em vez disso foi avaliado com 7.85 e pareceu, durante noventa minutos, exatamente o jogador de que toda a gente se lembra.
Mateo Del Blanco e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Tobías Reinhart. 1‑0 sobre o Sportivo Trinidense, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
Plantel28/05/2029
Palavras no treino do Libertad sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Matías Espinoza está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Uma exibição de 8.40 não aparece com frequência e, quando aparece, o resto da equipa passa a cenário. Esteve magnífico.
O banco28/05/2029
O veredicto do treinador
“Não me vou entusiasmar, e também não os deixo entusiasmar a eles. Foi um bom dia. Virão outros mais difíceis.” Adrian Balbuena foi breve depois da vitória por 1‑0, que é o que os treinadores fazem quando estão contentes.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Aqui não há queixa possível e todos os envolvidos sabem, o que não encurta o caminho até ao banco. A forma é a única moeda do futebol sobre a qual não se pode pedir emprestado.
Mateo Del Blanco e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel21/05/2029
Palavras no treino do Libertad sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Franco Paredes está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Há um calor muito próprio que um estádio guarda para um jovem de 18 anos que sente como seu. Roberto Valdez tem-no agora, e tudo o que fizer no resto do tempo aqui será medido contra a boa vontade que lhe deram de graça.
Notas dos jogadores21/05/2029
Tobías Reinhart jogou uma tarde diferente da de toda a gente
8.33. Há exibições que um adepto descreve a quem não esteve lá e não consegue transmitir; esta foi uma, e o número também não ajuda.
200 jogos com esta camisola, através de treinadores, descidas e tudo o resto. Uma entrega assim está a desaparecer do futebol, e a bancada sabe o que está a ver.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Libertad falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Libertad coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Franco Paredes estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
As ocasiões aparecem e algo acontece entre criá-las e finalizá-las. Já vão 3 jogos, e a inquietação nas bancadas chega um pouco mais cedo a cada semana.
Dribles concretizados: 19. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Faustino Barone, e o treinador deixou.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Libertad falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Rodrigo Frutos será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Libertad as despedidas começaram em silêncio.
Mateo Del Blanco esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Não é uma queixa nem uma exigência: quer jogar futebol europeu, e deixou de o esconder. Se o Libertad lho pode dar é uma pergunta sobre o clube, não sobre ele.
0‑1 para o Sportivo Luqueno, e nenhuma queixa que valha a pena imprimir. A exibição não pediu mais do que aquilo que recebeu.
Plantel07/05/2029
Palavras no treino do Libertad sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Matías Espinoza está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Aos 18 anos passou um mês a ser melhor do que todos os da sua idade na liga, o que é diferente e mais difícil do que uma boa tarde. No Libertad vão esforçar-se muito por não fazer disto um caso.
A direcção pôs dinheiro em cima da mesa em vez de uma palavra de incentivo. O que lhe acontece a partir de agora é problema de outro, e trabalho de outro.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Libertad falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Libertad coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel30/04/2029
Franco Paredes desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
O banco30/04/2029
O veredicto do treinador
“Estou frustrado, sinceramente. Fizemos o suficiente para ganhar e não ganhámos.” Adrian Balbuena não o escondia depois do 0‑0, e no balneário do Libertad também ninguém o escondia.
O General Caballero vai querer esquecer isto depressa: 4‑0, todos os duelos perdidos e uma viagem longa para casa. O Libertad foi impiedoso como as boas equipas sabem ser.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 41 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Jogo21/04/2029
Ninguém quer jogar contra o Libertad neste momento
3 vitórias seguidas mudam a forma como o adversário aquece: mais calado, mais olhares de esguelha. As séries acabam, toda a gente o sabe — mas neste balneário ninguém conta com isso.
Rodrigo Morínigo esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel23/04/2029
Franco Paredes desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Metade do calendário jogado, 2.º lugar, 23 pontos somados. Multiplicar por dois é a conta que todos os adeptos já fizeram e a única que ninguém no clube fará em voz alta.
Em resumo
PlantelNo Libertad ainda são estranhos uns para os outros
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Libertad falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Libertad coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Matías Espinoza estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
16 ações defensivas e uma baliza a zero no fim delas. A tarde de um defesa só se pode contar pelo que não aconteceu, e é por isso que ninguém faz um resumo com ela e qualquer treinador da divisão a assinava.
56 dias de fora para Hugo Benítez depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Libertad vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Notas dos jogadores09/04/2029
Roberto Valdez, 18 anos, joga como se cá estivesse há anos — 7.87
Um 7.87 significa uma coisa ao lado do nome de um jogador de vinte e nove anos e algo completamente diferente ao lado do de um de 18. Ninguém no estádio precisou que lhe explicassem.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Libertad, e não vai ser retirado.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Rodrigo Frutos será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Libertad as despedidas começaram em silêncio.
Mateo Del Blanco esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel09/04/2029
Palavras no treino do Libertad sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Franco Paredes está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Aos 18 anos é cantado por pessoas com o dobro da idade, um carinho que um reforço demora anos a merecer e que um miúdo da casa recebe por aparecer. É também a coisa mais difícil de corresponder no futebol.
Notas dos jogadoresNinguém conseguiu chegar a Hugo Fernández
140Edição
A Gazeta de Libertad
02/04/2029
Do nosso correspondente de futebolEstável
Plantel02/04/2029
64 dias de fora para Hugo Benítez depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Libertad vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Libertad coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel02/04/2029
Palavras no treino do Libertad sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Tobías Reinhart está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Disseram uma coisa a Matías Rojas e depois aconteceu. Neste meio, isso passa por notável, e o balneário reparou mais depressa do que qualquer adepto podia.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Matías Rojas está nela.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Tiago Benzi, e o treinador deixou.
Todos os plantéis têm um jogo destes para alguém, todas as épocas. Este é o de Christian Martínez: o clube que o conheceu primeiro, os adeptos que vão decidir no primeiro minuto se aplaudem, e o Libertad a precisar que ele jogue como se nada disso importasse.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 72 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Libertad, e não vai ser retirado.
Rodrigo Morínigo esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Há uma versão de cada carreira em que o jogador acaba onde escolheu e não onde o escolheram. Alessandro Milani está a viver essa versão no Libertad, e costuma notar-se no primeiro mês.
Plantel26/03/2029
Palavras no treino do Libertad sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Tobías Reinhart está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Um ponto arrancado aos 92 minutos vale exatamente um ponto e consideravelmente mais do que isso para um balneário. Esta equipa não para, e essa reputação vale mais do que o resultado.
Ninguém no Libertad dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
0‑0 frente ao Olimpia, sob os holofotes, contra gente que não fala a mesma língua que a bancada. É nestas noites que um clube mede a sua década, e nunca são tantas quantas se espera.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Libertad falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
1 defendidos dos onze metros, e um estádio que vai descrever cada um deles durante vinte anos. Um guarda-redes precisa de uma noite assim numa carreira, e foi esta.
Rodrigo Morínigo e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Dribles concretizados: 21. Pelo minuto setenta aparece no rosto de um lateral um desespero muito próprio, e ali estava ele.
Plantel19/03/2029
Franco Paredes desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Rodrigo Morínigo, e o treinador deixou.
17 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Libertad perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Libertad falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Rodrigo Morínigo e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel12/03/2029
Palavras no treino do Libertad sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Matías Espinoza está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
O novo treinador do Libertad já trabalhou com Néstor Giménez e correu bem. Chega com uma ideia formada do jogador, o que vale mais do que qualquer pré-época.
Dribles concretizados: 15. Havia sempre um defesa à frente dele, e nunca houve um defesa à frente dele por muito tempo.
O banco12/03/2029
Tomás O'Connor tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Libertad dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Víctor Barrera, e o treinador deixou.
Mauricio Jiménez lesiona os ligamentos do joelho — 25 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 25 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 95 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Franco Paredes e o Libertad acertam mais 4 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Libertad coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Há um calor muito próprio que um estádio guarda para um jovem de 18 anos que sente como seu. Roberto Valdez tem-no agora, e tudo o que fizer no resto do tempo aqui será medido contra a boa vontade que lhe deram de graça.
33 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Libertad perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Plantel26/02/2029
103 dias de fora para Hugo Benítez depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Libertad vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
0‑1 perante o nível do Olimpia. Ninguém vai fingir que isto é um escândalo: a distância é real, é mensurável, e encurtá-la é um projeto e não uma palestra.
Há tardes em que um guarda-redes é a defesa inteira. 7 defesas, várias do género que ninguém espera ver feitas, e dez jogadores de campo que lhe devem uma bebida.
Rodrigo Morínigo esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
41 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Libertad perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
1‑4 para o Olimpia, e foi exatamente tão mau como o número sugere. Há derrotas que se discutem e derrotas pelas quais se pede desculpa; esta foi do segundo tipo.
Plantel19/02/2029
111 dias de fora para Hugo Benítez depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Libertad vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Os centrais têm licença para subir duas vezes por época e são julgados pelo que fazem quando lá chegam. Tobías Reinhart marcou, foi avaliado com 7.92 e voltou antes de alguém dar pela falta.
Rodrigo Morínigo e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel19/02/2029
Ignacio Campo consegue a transferência que sempre quis
Perguntam tantas vezes aos futebolistas pelo clube da infância que ninguém ouve a resposta. Ignacio Campo acabou de assinar pelo Libertad e, por uma vez, a resposta importava.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Nicolás Freire, e o treinador deixou.
Em público está ultrapassado para toda a gente. Não está para quem faz a equipa, e o único sítio onde isso se vê é uma ficha de jogo. Vai ter outra oportunidade: vai tê-la num jogo que importe menos.
Em resumo
O bancoA vista do banco
O bancoNéstor Giménez volta a ter um treinador que o conhece
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 123 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Rodrigo Frutos será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Libertad as despedidas começaram em silêncio.
Rodrigo Morínigo e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Defender era opcional e ninguém exerceu a opção. 7 golos entre o Libertad e o Sportivo Luqueno, e nem um dos que pagaram bilhete vai pedir o dinheiro de volta.
21 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Libertad perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 130 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Roberto Valdez produziu-o, e o 8.39 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Libertad coisas que levam mais de uma semana a retirar.
6 miúdos sobem, e algures no edifício as pessoas que os treinaram aos doze anos estão a ter, em silêncio, a melhor manhã do seu ano de trabalho. Nada disto aparece num resultado, e é para isto que a formação existe.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Roberto Valdez. 2‑1 sobre o 12 de Octubre, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
Aos 18 anos é cantado por pessoas com o dobro da idade, um carinho que um reforço demora anos a merecer e que um miúdo da casa recebe por aparecer. É também a coisa mais difícil de corresponder no futebol.
Rodrigo Frutos lesiona os ligamentos do joelho — 30 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 30 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Plantel29/01/2029
138 dias de fora para Hugo Benítez depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Libertad vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Rodrigo Morínigo esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Matías Espinoza estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Em resumo
O bancoNéstor Giménez volta a ter um treinador que o conhece
39 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Libertad perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Rodrigo Morínigo e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel22/01/2029
Matías Espinoza desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
O novo treinador do Libertad já trabalhou com Néstor Giménez e correu bem. Chega com uma ideia formada do jogador, o que vale mais do que qualquer pré-época.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Matías Rojas está nela.
Faltam 6 meses, e ambos os lados sabem o que isso significa: cada semana sem assinatura baixa o valor que o Libertad pode pedir e sobe o salário que Robert Rojas pode exigir.
Perguntou pelo seu futuro e recebeu uma resposta com minutos lá dentro. O treinador fez uma promessa num edifício onde as promessas não se esquecem, e o relógio já começou a contar.
46 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Libertad perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
“Sei o que as pessoas vão dizer. Sei o que quero, e é aqui.” O Carabobo tinha a verba acordada e a camisola pronta; não tinha o jogador, e agora não o vai ter.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Libertad ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Rodrigo Morínigo e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
O novo treinador do Libertad já trabalhou com Néstor Giménez e correu bem. Chega com uma ideia formada do jogador, o que vale mais do que qualquer pré-época.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Todos os desenhos têm posições e este não tem a dele. O Libertad vai mudar o desenho, mudar-lhe a função ou mudar-lhe o clube, e ele está à espera de saber qual.
A lista é um documento discreto com um significado ruidoso. Víctor Barrera pode falar com quem perguntar, e no clube toda a gente sabe o que isso quer dizer.
O telefone voltou a tocar por causa de Hugo Fernández, e desta vez do outro lado está o General Caballero. No Libertad ouvem com educação e não prometem nada.
Os clubes tinham acordado e o jogador não. Uma nega, e pública: o Cerro Porteno fica com ele, e os adeptos daqui ficam a perguntar-se o que lhe terão dito sobre esta casa.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Libertad coisas que levam mais de uma semana a retirar.
O Libertad perguntou e o Olimpia disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Plantel08/01/2029
Palavras no treino do Libertad sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Matías Espinoza está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Willian Riquelme e o Libertad acertam mais 4 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Faz aos sábados coisas a que ninguém à sua volta consegue responder: durante uma temporada é lisonjeiro e depois é um problema. O Libertad não o segura a fingir o contrário.
O novo treinador do Libertad já trabalhou com Néstor Giménez e correu bem. Chega com uma ideia formada do jogador, o que vale mais do que qualquer pré-época.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Libertad já se começa a dizer o nome dele no passado.
Há futebolistas que fazem uma boa temporada e futebolistas por quem uma temporada é recordada; aos segundos leem-lhes o nome num salão no verão. No Libertad estarão discretamente encantados e, em privado, nervosos.
Rodrigo Morínigo esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Não é uma queixa nem uma exigência: quer jogar futebol europeu, e deixou de o esconder. Se o Libertad lho pode dar é uma pergunta sobre o clube, não sobre ele.
A abordagem foi feita e a resposta veio numa frase. Não há número em cima da mesa porque não havia número que chegasse.
Plantel01/01/2029
Matías Espinoza desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Em resumo
Plantel7 caras novas e o Libertad ainda se está a conhecer
O bancoNéstor Giménez volta a ter um treinador que o conhece
A perseguição a Felipe Salomoni terminou com $2.9M a mudar de mãos e o Guarani sem razões para dizer que não. Os adeptos julgarão o valor da única maneira que conta: aos sábados.
O valor aprovado não chegava. A direção foi consultada de novo e subiu a sua própria proposta para $1.9M — um clube que quer Mateo Klimowicz ao ponto de perguntar duas vezes.
Rodrigo Morínigo e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
2‑3 frente ao Atletico Nacional. O futebol continental não perdoa aquilo que uma liga interna deixa passar, e esta foi uma noite passada a descobrir quais dessas coisas o clube ainda arrasta.
O Guarani aceitou o dinheiro. O que o Libertad ainda não tem é o homem, e entre aqui e a fotografia há uma conversa sobre salários que os dois lados temem.
Há tardes em que um guarda-redes é a defesa inteira. 7 defesas, várias do género que ninguém espera ver feitas, e dez jogadores de campo que lhe devem uma bebida.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Libertad, e não vai ser retirado.
A proposta do General Caballero por Santiago Del Valle foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Libertad ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
A verba é $300.0K, o contrato está assinado, e a discussão sobre se ele vale o preço pode começar. O Sportivo Trinidense negociou duro; o tempo dirá quem ganhou.
Rodrigo Morínigo e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Kolos fica com o seu homem, e o Libertad volta a uma lista com um nome riscado.
Em resumo
PlantelPalavras no treino do Libertad sobre quem trabalha
“Não era o certo para mim. Não vou explicar porquê a ninguém, a não ser às pessoas a quem devo uma explicação.” Um negócio acordado entre dois clubes, e um jogador que se recusou a fazer parte dele.
Chegou por uma verba e sai por uma fração dela. $9.5M do que o Libertad pagou por Luis Vázquez é dinheiro que o clube não volta a ver, e a direção será interpelada sobre isso durante duas épocas.
Há futebolistas que fazem uma boa temporada e futebolistas por quem uma temporada é recordada; aos segundos leem-lhes o nome num salão no verão. No Libertad estarão discretamente encantados e, em privado, nervosos.
As bancadas11/12/2028
Os adeptos revoltam-se com a venda de Luis Vázquez por $10.5M
Vai para o Olimpia, o clube tem $10.5M que não tinha na sexta-feira, e os programas de rádio já decidiram como se sentem quanto a isso. Vender bem e vender alguém que amavam não são a mesma competência.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Libertad coisas que levam mais de uma semana a retirar.
3‑2 frente ao O'Higgins, e uma exibição que será descrita durante o resto da época a quem não esteve lá. Marcelo Fernández está no centro dessa descrição.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Ángel Benítez será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Libertad as despedidas começaram em silêncio.
Jogo28/11/2028
Ninguém quer jogar contra o Libertad neste momento
3 vitórias seguidas mudam a forma como o adversário aquece: mais calado, mais olhares de esguelha. As séries acabam, toda a gente o sabe — mas neste balneário ninguém conta com isso.
Rodrigo Morínigo esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Nicolás Freire e o Libertad acertam mais 2 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Rodrigo Morínigo e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Mercado27/11/2028
Como se nunca tivesse saído: Alan Benítez regressa
Algumas transferências precisam de uma campanha de imprensa. Esta precisava de uma camisola com o número antigo. Alan Benítez volta a ser jogador do Libertad, e a cidade tem a sua história do verão.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Alan Benítez e o Libertad acertam mais 2 anos.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Rodrigo Morínigo e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Luis Vázquez está nela.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Rodrigo Morínigo assinar alguma coisa — um contrato no Libertad ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
Nada por escrito e nada em público: uma palavra sobre minutos, dada cara a cara no Libertad. As fichas de jogo do próximo mês dirão se valia a pena tê-la.
Contrato liquidado, apertos de mão, nenhuma verba a mudar de mãos. Jorge Rojas deixa o Libertad pela porta discreta, e a folha salarial respira um pouco melhor.
A língua chegou, o encolher de ombros foi-se, e discute nos treinos como um homem que conta estar cá para o ano. Nada disto aparece num valor de transferência, e tudo isto aparece no relvado.
Em resumo
PlantelJuan Saborido é a conversa do centro de treinos
O painel já tinha subido, os protestos já tinham começado, e então a bola entrou ao minuto 92. O Penarol vai rever cada segundo do tempo extra durante uma semana.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Libertad podem fingir não ter ouvido.
Notas dos jogadores13/11/2028
Víctor Barrera, 21 anos, joga como se cá estivesse há anos — 7.60
Um 7.60 significa uma coisa ao lado do nome de um jogador de vinte e nove anos e algo completamente diferente ao lado do de um de 21. Ninguém no estádio precisou que lhe explicassem.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Libertad coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Emprestados13/11/2028
O empréstimo de Ángel González mede-se pelo que não acontece
13 balizas a zeros em 22 jogos no 12 de Octubre. É o ofício inteiro de um guarda-redes bem cumprido, e está a ser cumprido muito longe do clube que o detém.
“Vejo todos os jogos do Libertad daqui. Isso diz tudo sobre onde está a minha cabeça.” O empréstimo no Sportivo Trinidense segue o seu curso, mas o coração nunca fez a viagem.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Ángel Benítez será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Libertad as despedidas começaram em silêncio.
Rodrigo Morínigo esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
O banco06/11/2028
Tomás O'Connor tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Libertad dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Luis Vázquez assinar alguma coisa — um contrato no Libertad ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
“Fiz tudo o que me pediram nos treinos e ao sábado não mudou nada.” A queixa mais conhecida do futebol, e uma a que o Libertad terá de responder com minutos ou com uma transferência.
Perguntou pelo seu futuro e recebeu uma resposta com minutos lá dentro. O treinador fez uma promessa num edifício onde as promessas não se esquecem, e o relógio já começou a contar.
50 pontos e ninguém por cima. A palavra ainda não se diz à volta do estádio, e pensa-se em todas as cadeiras.
Jogo24/10/2028
Luis Vázquez ganha-o quando o apito já devia ter soado
Minuto 91. Luis Vázquez encontrou a finalização num tempo que só existia por causa das paragens anteriores, e o Penarol passou do ponto ao nada num só movimento.
Rodrigo Morínigo e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
É a ambição mais legítima do desporto e a mais difícil de satisfazer para a maioria dos clubes. Daniel Mancini quer futebol continental; se o Libertad o consegue oferecer é uma pergunta sobre as próximas duas épocas, não sobre ele.
Dribles concretizados: 20. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
Há um calor muito próprio que um estádio guarda para um jovem de 21 anos que sente como seu. Víctor Barrera tem-no agora, e tudo o que fizer no resto do tempo aqui será medido contra a boa vontade que lhe deram de graça.
Rodrigo Morínigo e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel23/10/2028
Uma lesão muscular afasta Rodrigo Frutos durante 15 dias
Ninguém faz um documentário sobre um isquiotibial e toda a gente nisto o teme. No Libertad vão ter cuidado com a data de regresso, porque a segunda é sempre pior do que a primeira.
O banco23/10/2028
Luis Vázquez tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Libertad dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Uma conversa no gabinete do treinador, e um compromisso que saiu dela. Promessas assim são baratas de fazer e caras de quebrar, e Mario Briceño apontou a data.
O encolher de ombros desapareceu, a língua vai chegando, e discute nos treinos como alguém que conta estar aqui no próximo ano. Metade do valor de um reforço é isto, e nada disso aparece na verba.
Em resumo
PlantelJuan Saborido é a conversa do centro de treinos
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Libertad ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Libertad coisas que levam mais de uma semana a retirar.
22 jogos no 12 de Octubre e os golos deixaram de entrar. O Libertad emprestou um guarda-redes e vê a época de outro clube melhorar todas as semanas.
Plantel16/10/2028
No Libertad ainda são estranhos uns para os outros
8 reforços numa só janela. Cada um pode ser uma melhoria e a equipa pode ainda assim ser pior durante uns tempos, que é a parte de uma reconstrução de que os veredictos nunca falam.
«Agradeço os jogos, mas não me fiz futebolista para ser a peça sobresselente de alguém.» Quer estar em Libertad, e 11 jogos em 41 dizem que merece ser ouvido.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Tobías Reinhart está nela.
Uma conversa no gabinete do treinador, e um compromisso que saiu dela. Promessas assim são baratas de fazer e caras de quebrar, e Mario Briceño apontou a data.
1‑2 perante o nível do Atletico Nacional. Ninguém vai fingir que isto é um escândalo: a distância é real, é mensurável, e encurtá-la é um projeto e não uma palestra.
Rodrigo Morínigo esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Luis Vázquez assinar alguma coisa — um contrato no Libertad ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
312 jogos ao longo de 11 épocas e uma só camisola. Já ninguém constrói uma carreira assim de propósito; acontece a certo tipo de jogador em certo tipo de clube.
Rodrigo Morínigo e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
A despromoção que um clube nunca anuncia e um balneário nota sempre. Daniel Mancini está mais longe da equipa do que estava, e a razão só lhe será dada quando perguntar.
O banco02/10/2028
Juan Saborido tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Libertad dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Rodrigo Morínigo. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
Nada por escrito e nada em público: uma palavra sobre minutos, dada cara a cara no Libertad. As fichas de jogo do próximo mês dirão se valia a pena tê-la.
3‑0 frente ao O'Higgins, e uma exibição que vai mudar a forma como o resto da competição fala deste clube. No futebol continental as reputações constroem-se em noites soltas, e esta foi uma.
19 golos e uma média de 7.51 na época têm esse efeito. O espaço que ele costumava encontrar desapareceu; continua a marcar na mesma, que é a marca dos verdadeiros.
Já são 3 vitórias seguidas, e a pergunta deixou de ser se a série acaba para passar a ser quem a acaba. Confiança assim não se compra; ganha-se exatamente desta maneira.
Rodrigo Morínigo e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Há um calor muito próprio que um estádio guarda para um jovem de 17 anos que sente como seu. Roberto Valdez tem-no agora, e tudo o que fizer no resto do tempo aqui será medido contra a boa vontade que lhe deram de graça.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Libertad coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Todos os futebolistas têm uma resposta para a pergunta sobre o clube da infância, e a maioria nunca chega a agir sobre ela. Mauro Matorras agiu, no Libertad, e o primeiro mês vai mostrar o que isso faz a um homem.
Emprestados18/09/2028
O empréstimo de Ángel González mede-se pelo que não acontece
13 balizas a zeros em 22 jogos no 12 de Octubre. É o ofício inteiro de um guarda-redes bem cumprido, e está a ser cumprido muito longe do clube que o detém.
8 contratações em três meses. Cada uma pode ser uma melhoria e a equipa pode ser pior durante um tempo na mesma, que é a parte de uma reconstrução que nunca aparece nos balanços de mercado.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
«Disseram-mo com clareza, e prefiro assim.» O treinador de Libertad foi explícito quanto à situação de Christian Martínez, o que é mais do que muitos recebem.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Libertad, e não vai ser retirado.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Ángel Benítez será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Libertad as despedidas começaram em silêncio.
Não é uma queixa nem uma exigência: quer jogar futebol europeu, e deixou de o esconder. Se o Libertad lho pode dar é uma pergunta sobre o clube, não sobre ele.
Rodrigo Morínigo e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Matías Rojas está nela.
Os números não ficam em segredo num vestiário e nunca ficaram. Não pede mais do que vale: pergunta por que o do lado vale mais, e no Libertad essa pergunta é mais difícil de responder.
Emprestados11/09/2028
Os golos continuam a chegar do exílio de Amín Molinas
4 golos em 22 jogos no 12 de Octubre — números que viajam para casa mais depressa do que ele. No Libertad alguém atualiza uma folha de cálculo todas as segundas, e cada semana lê-se melhor.
Nada por escrito e nada em público: uma palavra sobre minutos, dada cara a cara no Libertad. As fichas de jogo do próximo mês dirão se valia a pena tê-la.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Libertad, e não vai ser retirado.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Juan Saborido e o Libertad acertam mais 3 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Rodrigo Morínigo esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Há um nível em que um futebolista deixa de ser posto à prova e passa apenas a ser contido, e ele chegou lá há algum tempo. No Libertad sabem-no, e também todos os que o veem.
O centro de treinos fica sossegado durante quinze dias. 4 homens partiram para serem jogadores de outros, e o treinador fica com os que ninguém chamou.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Nicolás Freire está nela.
Não é uma queixa nem uma exigência: quer jogar futebol europeu, e deixou de o esconder. Se o Libertad lho pode dar é uma pergunta sobre o clube, não sobre ele.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Libertad coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
A lista é um documento discreto com um significado ruidoso. Luis Vázquez pode falar com quem perguntar, e no clube toda a gente sabe o que isso quer dizer.
Uma conversa no gabinete do treinador, e um compromisso que saiu dela. Promessas assim são baratas de fazer e caras de quebrar, e Mauricio Jiménez apontou a data.
A língua vai chegando, as piadas acertam e há alguém no cabide ao lado com quem falar. Nada disto aparece num relatório de observação e tudo isto se vê em campo.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Libertad ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Rodrigo Morínigo e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
«Não fui para ficar a ver. Quero voltar ao Libertad e lutar pelo meu lugar.» 11 jogos em 33 no Sportivo Trinidense dizem o resto.
Plantel21/08/2028
No Libertad ainda são estranhos uns para os outros
6 reforços numa só janela. Cada um pode ser uma melhoria e a equipa pode ainda assim ser pior durante uns tempos, que é a parte de uma reconstrução de que os veredictos nunca falam.
O banco21/08/2028
Tobías Reinhart tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Libertad dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Não está a ser deixado de fora. Simplesmente não há, no sistema que o Libertad joga, sítio onde pôr um homem que faz o que ele faz, o que é mais difícil de ouvir do que qualquer ficha de jogo.
Uma cara nova na sua posição e, de repente, Luis Vázquez tem de reconquistar o que julgava seu. O Libertad não prometeu nada — nesta fase raramente promete.
Todos os futebolistas têm uma resposta para a pergunta sobre o clube da infância, e a maioria nunca chega a agir sobre ela. Franco Paredes agiu, no Libertad, e o primeiro mês vai mostrar o que isso faz a um homem.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Libertad, e não vai ser retirado.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Libertad ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Rodrigo Morínigo e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Faz todos os sábados coisas a que ninguém à volta dele consegue responder. É lisonjeiro durante uma época e um problema a partir daí, e o Libertad sabe em que fase está.
«Nunca quis estar noutro sítio. Ainda há trabalho por acabar aqui.» Emilio Crespo compromete-se com o Libertad por mais 2 anos.
O banco14/08/2028
Matías Rojas tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Libertad dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Matías Villarreal, e o treinador deixou.
50 pontos, e o resto da divisão a olhar para cima. Todas as equipas que acabam em primeiro passam a época a fingir que não pensam nisso, e esta começou a fingir.
Rodrigo Morínigo esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Todos os futebolistas têm uma resposta para a pergunta sobre o clube da infância, e a maioria nunca chega a agir sobre ela. Emilio Crespo agiu, no Libertad, e o primeiro mês vai mostrar o que isso faz a um homem.
Aos 21 anos passou um mês a ser melhor do que todos os da sua idade na liga, o que é diferente e mais difícil do que uma boa tarde. No Libertad vão esforçar-se muito por não fazer disto um caso.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Nicolás Freire está nela.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Mauricio Jiménez, e o treinador deixou.
O Libertad ofereceu $2.7M; o Olimpia disse que nem perto. Ao treinador dirão que o dinheiro continua lá para o jogador certo, que é o que se diz aos treinadores.
Os clubes tinham acordado e o jogador não. Uma nega, e pública: o Olimpia fica com ele, e os adeptos daqui ficam a perguntar-se o que lhe terão dito sobre esta casa.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Libertad coisas que levam mais de uma semana a retirar.
«Nunca quis estar noutro sítio. Ainda há trabalho por acabar aqui.» Diego Vargas compromete-se com o Libertad por mais 5 anos.
O banco31/07/2028
Luis Vázquez tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Libertad dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Libertad, e não vai ser retirado.
Não há pior forma de perder um futebolista. José Estigarribia pré-acordou a saída, o que significa que cada jogo daqui até junho é feito por um homem que o clube já não pode vender, e alguém lá em cima vai ter de explicar como se chegou aqui.
Rodrigo Morínigo e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Libertad, e não vai ser retirado.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Ángel Benítez será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Libertad as despedidas começaram em silêncio.
Rodrigo Morínigo e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Universidad Catolica fica com o seu homem, e o Libertad volta a uma lista com um nome riscado.
Plantel17/07/2028
Matías Espinoza desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Uma sondagem ao Olimpia para um empréstimo: cobertura, ou uma vista de olhos a alguém que o clube ainda não pode comprar. De qualquer maneira, a resposta chega dentro de uma semana.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Matías Rojas está nela.
O último jogo do campeonato está jogado e a tabela parou de mexer: 50 pontos. O verão começa na segunda-feira, e com ele a discussão sobre o que tudo isto quis dizer.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Libertad perdeu-o em tudo menos nos papéis.
“Não era o certo para mim. Não vou explicar porquê a ninguém, a não ser às pessoas a quem devo uma explicação.” Um negócio acordado entre dois clubes, e um jogador que se recusou a fazer parte dele.
Há tardes em que um guarda-redes é a defesa inteira. 6 defesas, várias do género que ninguém espera ver feitas, e dez jogadores de campo que lhe devem uma bebida.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Luis Vázquez produziu-o, e o 9.64 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Libertad, e não vai ser retirado.
Verba acordada, salário acordado, e o Guarani à espera com uma camisola. No Libertad ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
Dribles concretizados: 28. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
Uma média de 7.46 na época, com 18 golos a sustentá-la. Os adversários começaram a planear jogos a pensar nele, que é o elogio mais sincero que o futebol faz.
A proposta do Estudiantes de Merida por Víctor Rojas foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
As condições foram oferecidas e recusadas. Se foi o salário, a função ou a cidade, no Olimpia ninguém diz, e no Libertad ninguém gosta de estar a adivinhar.
“Sei o que as pessoas vão dizer. Sei o que quero, e é aqui.” O Olimpia tinha a verba acordada e a camisola pronta; não tinha o jogador, e agora não o vai ter.
Não é uma queixa nem uma exigência: quer jogar futebol europeu, e deixou de o esconder. Se o Libertad lho pode dar é uma pergunta sobre o clube, não sobre ele.
Rodrigo Morínigo e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Dribles concretizados: 19. Cada vez que recebia, alguém tinha de decidir, e todas as vezes a decisão foi a errada.
Emprestados26/06/2028
O empréstimo de Ángel González mede-se pelo que não acontece
13 balizas a zeros em 20 jogos no 12 de Octubre. É o ofício inteiro de um guarda-redes bem cumprido, e está a ser cumprido muito longe do clube que o detém.
Plantel26/06/2028
Matías Espinoza desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Verba acordada, salário acordado, e o Deportivo La Guaira à espera com uma camisola. No Libertad ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
A proposta do General Caballero por Néstor Giménez foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
16 golos e uma média de 7.41 na época têm esse efeito. O espaço que ele costumava encontrar desapareceu; continua a marcar na mesma, que é a marca dos verdadeiros.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Ángel Benítez será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Libertad as despedidas começaram em silêncio.
Rodrigo Morínigo e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Lanús fica com o seu homem, e o Libertad volta a uma lista com um nome riscado.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Libertad já se começa a dizer o nome dele no passado.
“Não era o certo para mim. Não vou explicar porquê a ninguém, a não ser às pessoas a quem devo uma explicação.” Um negócio acordado entre dois clubes, e um jogador que se recusou a fazer parte dele.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Libertad, e não vai ser retirado.
Dribles concretizados: 22. Havia sempre um defesa à frente dele, e nunca houve um defesa à frente dele por muito tempo.
Plantel05/06/2028
Uma transferência que Mario Briceño teria feito de graça
Há uma versão de cada carreira em que o jogador acaba onde escolheu e não onde o escolheram. Mario Briceño está a viver essa versão no Libertad, e costuma notar-se no primeiro mês.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Libertad coisas que levam mais de uma semana a retirar.
O Libertad perguntou e o Cerro Porteno disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Mais um nome na lista: o Olimpia fez a pergunta que todo o futebol anda a fazer sobre Alan Benítez. A resposta do Libertad não mudou — para já.
Plantel05/06/2028
Matías Espinoza desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
14 golos e uma média de 7.38 na época têm esse efeito. O espaço que ele costumava encontrar desapareceu; continua a marcar na mesma, que é a marca dos verdadeiros.
Defender era opcional e ninguém exerceu a opção. 6 golos entre o Libertad e o Sportivo Trinidense, e nem um dos que pagaram bilhete vai pedir o dinheiro de volta.
Rodrigo Morínigo e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
«Nunca quis estar noutro sítio. Ainda há trabalho por acabar aqui.» Lucas Chacana compromete-se com o Libertad por mais 1 anos.
Plantel29/05/2028
Palavras no treino do Libertad sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Matías Espinoza está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
O General Diaz vai querer esquecer isto depressa: 3‑0, todos os duelos perdidos e uma viagem longa para casa. O Libertad foi impiedoso como as boas equipas sabem ser.
Rodrigo Morínigo e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Rodrigo Morínigo esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
O Olimpia levou os pontos após um 0‑1 que será difícil de explicar nas bancadas.
Plantel15/05/2028
Matías Espinoza desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Podia falar de decisões e podia falar de sorte. Não vou. Perdemos.” O treinador, o 0‑1, e uma conferência de imprensa que durou quatro minutos.
O banco15/05/2028
Tobías Reinhart tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Libertad dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
É a ambição mais legítima do desporto e a mais difícil de satisfazer para a maioria dos clubes. Matías Rojas quer futebol continental; se o Libertad o consegue oferecer é uma pergunta sobre as próximas duas épocas, não sobre ele.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Matías Rojas e o Libertad acertam mais 3 anos.
A série sem derrotas chega aos 7 jogos. Uns foram vitórias e outros fugas, mas uma equipa que se recusa a perder é uma equipa de que os outros balneários falam.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Libertad coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Rodrigo Morínigo e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Todas as séries acabam numa tarde que alguém tinha dado como rotina. Esta durou 5 jogos, o suficiente para uma cidade ter deixado de contar, e pouco o suficiente para se lembrar exatamente de quem a parou.
“Um ponto é um ponto e fico com ele, mas devíamos ter levado os três.” Adrian Balbuena depois do empate por 0‑0, e a frase que todos os treinadores do país disseram a certa altura deste fim de semana.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Luis Vázquez está nela.
Em resumo
PlantelO melhor da divisão no último fim de semana foi um jogador do Libertad
EmprestadosO empréstimo de Ángel González mede-se pelo que não acontece
O General Caballero vai querer esquecer isto depressa: 6‑0, todos os duelos perdidos e uma viagem longa para casa. O Libertad foi impiedoso como as boas equipas sabem ser.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Tomás O'Connor produziu-o, e o 8.25 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Libertad, e não vai ser retirado.
Já são 5 vitórias seguidas, e a pergunta deixou de ser se a série acaba para passar a ser quem a acaba. Confiança assim não se compra; ganha-se exatamente desta maneira.
É a ambição mais legítima do desporto e a mais difícil de satisfazer para a maioria dos clubes. Daniel Mancini quer futebol continental; se o Libertad o consegue oferecer é uma pergunta sobre as próximas duas épocas, não sobre ele.
Defender era opcional e ninguém exerceu a opção. 6 golos entre o Libertad e o General Caballero, e nem um dos que pagaram bilhete vai pedir o dinheiro de volta.
O Nacional vai querer esquecer isto depressa: 4‑0, todos os duelos perdidos e uma viagem longa para casa. O Libertad foi impiedoso como as boas equipas sabem ser.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Tomás O'Connor produziu-o, e o 8.23 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
Jogo15/04/2028
Ninguém quer jogar contra o Libertad neste momento
4 vitórias seguidas mudam a forma como o adversário aquece: mais calado, mais olhares de esguelha. As séries acabam, toda a gente o sabe — mas neste balneário ninguém conta com isso.
Rodrigo Morínigo esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Matías Espinoza estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Dribles concretizados: 35. Pelo minuto setenta aparece no rosto de um lateral um desespero muito próprio, e ali estava ele.
Jogo08/04/2028
Ninguém quer jogar contra o Libertad neste momento
3 vitórias seguidas mudam a forma como o adversário aquece: mais calado, mais olhares de esguelha. As séries acabam, toda a gente o sabe — mas neste balneário ninguém conta com isso.
Segue-se o Nacional, e as duas equipas para que a divisão olha encontram-se. A quem ganhar dirão que nada está decidido no mesmo fôlego em que lhe dão os parabéns.
Matías Espinoza e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Álvaro Campuzano, e o treinador deixou.
O banco10/04/2028
A vista do banco
“Controlámos o jogo. Houve períodos de que não gostei e vamos vê-los, mas o grupo mostrou-me alguma coisa.” Adrian Balbuena, sobre uma vitória por 2‑0 que já ia a desmontar a caminho da sala de imprensa.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Tobías Reinhart está nela.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Matías Rojas produziu-o, e o 8.37 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Matías Rojas. 3‑1 sobre o Guarani, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
Não é uma queixa nem uma exigência: quer jogar futebol europeu, e deixou de o esconder. Se o Libertad lho pode dar é uma pergunta sobre o clube, não sobre ele.
Rodrigo Morínigo e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Matías Espinoza estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
A direcção pôs dinheiro em cima da mesa em vez de uma palavra de incentivo. O que lhe acontece a partir de agora é problema de outro, e trabalho de outro.
O banco03/04/2028
O veredicto do treinador
“Não me vou entusiasmar, e também não os deixo entusiasmar a eles. Foi um bom dia. Virão outros mais difíceis.” Adrian Balbuena foi breve depois da vitória por 3‑1, que é o que os treinadores fazem quando estão contentes.
O treinador reorganizou as ideias e Matías Villarreal saiu delas mais abaixo. Vão dizer-lhe que é temporário, e os jogadores que já ouviram isso antes vão desviar o olhar.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Libertad ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Rodrigo Morínigo e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Matías Espinoza estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Lucas Chacana e o Libertad acertam mais 1 anos.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
«Disseram-mo com clareza, e prefiro assim.» O treinador de Libertad foi explícito quanto à situação de Marcelo Garcete, o que é mais do que muitos recebem.
Todos os desenhos têm posições e este não tem a dele. O Libertad vai mudar o desenho, mudar-lhe a função ou mudar-lhe o clube, e ele está à espera de saber qual.
1‑4. Há um nível que se joga todas as semanas, e é jogado por clubes que o fazem há cinquenta anos; uma noite destas é o que se sente ao chegar lá sem o ter feito.
17 pontos, e o resto da divisão a olhar para cima. Todas as equipas que acabam em primeiro passam a época a fingir que não pensam nisso, e esta começou a fingir.
Matías Espinoza e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Notas dos jogadores20/03/2028
Tomás O'Connor jogou uma tarde diferente da de toda a gente
8.01. Há exibições que um adepto descreve a quem não esteve lá e não consegue transmitir; esta foi uma, e o número também não ajuda.
100 jogos com a camisola. Ninguém se propõe construir um registo assim; acontece a um certo tipo de jogador num certo tipo de clube, e esta cidade sabe o que tem.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Libertad coisas que levam mais de uma semana a retirar.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” José Buhring e o Libertad acertam mais 4 anos.
Plantel13/03/2028
Matías Espinoza desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Um ponto é um ponto e fico com ele, mas devíamos ter levado os três.” Adrian Balbuena depois do empate por 1‑1, e a frase que todos os treinadores do país disseram a certa altura deste fim de semana.
Dribles concretizados: 13. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
A versão geral desta queixa é que um jogador quer mais. A versão concreta dá-lhe nome: quer entrar sob os holofotes contra clubes de outros países, e deixou de fingir o contrário.
Rodrigo Morínigo e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
O prémio de melhor jovem do mês vai para um jogador de 17 anos do Libertad que pareceu um produto acabado durante quatro jornadas seguidas. As quatro seguintes é que decidem se é.
Plantel06/03/2028
Matías Espinoza desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Tobías Reinhart está nela.
“Um ponto é um ponto e fico com ele, mas devíamos ter levado os três.” Adrian Balbuena depois do empate por 0‑0, e a frase que todos os treinadores do país disseram a certa altura deste fim de semana.
0‑3. Há um nível que se joga todas as semanas, e é jogado por clubes que o fazem há cinquenta anos; uma noite destas é o que se sente ao chegar lá sem o ter feito.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Libertad, e não vai ser retirado.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Libertad ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Matías Espinoza esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Rodrigo Morínigo, e o treinador deixou.
Já são 4 vitórias seguidas, e a pergunta deixou de ser se a série acaba para passar a ser quem a acaba. Confiança assim não se compra; ganha-se exatamente desta maneira.
A versão geral desta queixa é que um jogador quer mais. A versão concreta dá-lhe nome: quer entrar sob os holofotes contra clubes de outros países, e deixou de fingir o contrário.
Rodrigo Morínigo esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Aos 23 anos é cantado por pessoas com o dobro da idade, um carinho que um reforço demora anos a merecer e que um miúdo da casa recebe por aparecer. É também a coisa mais difícil de corresponder no futebol.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Matías Espinoza estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Notas dos jogadoresUm daqueles dias de Luis Vázquez
Notas dos jogadoresNoventa minutos de Tomás O'Connor no seu melhor
81Edição
A Gazeta de Libertad
14/02/2028
Do nosso correspondente de futebolOtimismo
Jogo12/02/2028
Ninguém quer jogar contra o Libertad neste momento
3 vitórias seguidas mudam a forma como o adversário aquece: mais calado, mais olhares de esguelha. As séries acabam, toda a gente o sabe — mas neste balneário ninguém conta com isso.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Libertad coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Matías Espinoza estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“O mérito é dos jogadores. Hoje o meu trabalho foi fácil.” Não foi, e toda a gente na sala o sabia; depois do 2‑1, Adrian Balbuena podia dar-se ao luxo de ser generoso.
O banco14/02/2028
Nicolás Freire tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Libertad dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Há exatamente uma destas por carreira e normalmente não corre assim. 1 no marcador, 7.90 ao lado do nome e uma bancada que nunca o tinha visto a cantá-lo no final.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Libertad, e não vai ser retirado.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Tobías Reinhart e o Libertad acertam mais 4 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
5 miúdos sobem, e algures no edifício as pessoas que os treinaram aos doze anos estão a ter, em silêncio, a melhor manhã do seu ano de trabalho. Nada disto aparece num resultado, e é para isto que a formação existe.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Libertad coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Aos 17 anos é cantado por pessoas com o dobro da idade, um carinho que um reforço demora anos a merecer e que um miúdo da casa recebe por aparecer. É também a coisa mais difícil de corresponder no futebol.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Libertad falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Libertad ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Não é uma queixa nem uma exigência: quer jogar futebol europeu, e deixou de o esconder. Se o Libertad lho pode dar é uma pergunta sobre o clube, não sobre ele.
Rodrigo Morínigo e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel31/01/2028
Matías Espinoza desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
O banco31/01/2028
Matías Espinoza tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Libertad dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Libertad, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 26 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Rodrigo Morínigo esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel24/01/2028
Palavras no treino do Libertad sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Matías Espinoza está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Roberto Valdez e o Libertad acertam mais 4 anos.
O banco24/01/2028
Tobías Reinhart tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Libertad dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 36 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Matías Espinoza e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Racing Club fica com o seu homem, e o Libertad volta a uma lista com um nome riscado.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Matías Rojas está nela.
“Fiz tudo o que me pediram nos treinos e ao sábado não mudou nada.” A queixa mais conhecida do futebol, e uma a que o Libertad terá de responder com minutos ou com uma transferência.
Perguntou pelo seu futuro e recebeu uma resposta com minutos lá dentro. O treinador fez uma promessa num edifício onde as promessas não se esquecem, e o relógio já começou a contar.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Libertad falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Os clubes tinham acordado e o jogador não. Uma nega, e pública: o Estudiantes fica com ele, e os adeptos daqui ficam a perguntar-se o que lhe terão dito sobre esta casa.
Perguntam tantas vezes aos futebolistas pelo clube da infância que ninguém ouve a resposta. Mauricio Jiménez acabou de assinar pelo Libertad e, por uma vez, a resposta importava.
Rodrigo Morínigo e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Boca Juniors fica com o seu homem, e o Libertad volta a uma lista com um nome riscado.
Não há verba, não há apresentação, não há empresário na escadaria. Pablo Santa Cruz está neste clube desde miúdo e faz agora parte, formalmente, do plantel principal — o que, para um leitor local, vale mais do que qualquer contratação.
Não há verba, não há apresentação, não há empresário na escadaria. Hugo Barrios está neste clube desde miúdo e faz agora parte, formalmente, do plantel principal — o que, para um leitor local, vale mais do que qualquer contratação.
A formação existe exatamente para esta manhã. Roberto Valdez passou por todos os escalões do clube e tem agora um número de equipa principal; os mais orgulhosos do edifício serão os que o treinaram aos doze anos.
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Libertad vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Ángel Benítez será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Libertad as despedidas começaram em silêncio.
Não é uma queixa nem uma exigência: quer jogar futebol europeu, e deixou de o esconder. Se o Libertad lho pode dar é uma pergunta sobre o clube, não sobre ele.
Rodrigo Morínigo e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
O Libertad perguntou e o Rosario Central disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.