Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Mamelodi Sundowns já se começa a dizer o nome dele no passado.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Mamelodi Sundowns podem fingir não ter ouvido.
Isto não é profundidade de plantel e ninguém finge que seja. Pagaram-se $4.9M porque Khama Mahlangu é simplesmente melhor do que o que já cá estava, e o clube decidiu deixar de esperar.
Perguntam tantas vezes aos futebolistas pelo clube da infância que ninguém ouve a resposta. Khama Mahlangu acabou de assinar pelo Mamelodi Sundowns e, por uma vez, a resposta importava.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Mamelodi Sundowns ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Mamelodi Sundowns coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Não é uma fase — é um salto a sério, mantido durante meses. Aos 21 anos faz a este nível coisas que não fazia no início da época, e a equipa técnica dir-lhe-á exatamente quais.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Henrik Meister, e o treinador deixou.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Gift Hlatshwayo estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Verba acordada, salário acordado, e o Bidvest Wits à espera com uma camisola. No Mamelodi Sundowns ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
Os clubes tinham acordado e o jogador não. Uma nega, e pública: o Racing Club fica com ele, e os adeptos daqui ficam a perguntar-se o que lhe terão dito sobre esta casa.
O Wycombe Wanderers queria mais do que $8.9M e a direção não foi por aí. Levantou-se da mesa, por agora, o que em pleno mercado quer dizer até alguém pestanejar.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Mamelodi Sundowns podem fingir não ter ouvido.
A proposta seguiu esta semana para o Ajax Cape Town, e a resposta é deles. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
O Mamelodi Sundowns perguntou e o Coventry City disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Fawaaz Basadien será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Mamelodi Sundowns as despedidas começaram em silêncio.
Ronwen Williams e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Verba acordada, salário acordado, e o Bloemfontein Celtic à espera com uma camisola. No Mamelodi Sundowns ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
$8.3M em cima da mesa do Wycombe Wanderers. O treinador queria-o, a direção acertou um número, e as únicas vozes que faltam ouvir são as do outro clube.
O Mamelodi Sundowns tinha feito tudo menos convencer o próprio. Fica no Northampton Town, e o treinador volta à estaca zero com o dinheiro ainda no banco.
Ronwen Williams e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel17/06/2030
Wandile Duba melhorou aos 26, o que ninguém esperava
As carreiras devem estagnar e depois cair, e quem ignora isso é sempre quem estava a ouvir no treino. 3 pontos, ao longo de meses, numa idade em que a direção costuma ser só uma.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Teboho Mokoena está nela.
Verba acordada, salário acordado, e o Kaizer Chiefs à espera com uma camisola. No Mamelodi Sundowns ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
O Mamelodi Sundowns e o Racing Club acertaram em $4.7M. O resto pertence ao jogador e ao empresário, e um adepto que já viu uma destas sabe que ainda não é altura de comprar a camisola.
A proposta seguiu esta semana para o Northampton Town, e a resposta é deles. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Mamelodi Sundowns podem fingir não ter ouvido.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Kaizer Chiefs fica com o seu homem, e o Mamelodi Sundowns volta a uma lista com um nome riscado.
Ronwen Williams esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Marcelo Allende estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
5 convocatórias são um elogio ao plantel e uma dor de cabeça para quem o dirige. Vai recebê-los de volta daqui a quinze dias, cansados e em vários estados de conservação.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Mamelodi Sundowns podem fingir não ter ouvido.
«Tenho ambições e gostava que o clube as partilhasse.» Ninguém pediu para sair nem foi mandado embora — mas um jogador escolhe essa frase com cuidado, e uma administração ouve-a exactamente como foi pensada.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Mamelodi Sundowns coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel03/06/2030
Marcelo Allende desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
O treinador reorganizou as ideias e Iqraam Rayners saiu delas mais abaixo. Vão dizer-lhe que é temporário, e os jogadores que já ouviram isso antes vão desviar o olhar.
«Disseram-mo com clareza, e prefiro assim.» O treinador de Mamelodi Sundowns foi explícito quanto à situação de Peter Shalulile, o que é mais do que muitos recebem.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Fawaaz Basadien será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Mamelodi Sundowns as despedidas começaram em silêncio.
Um prémio individual é coisa estranha num desporto de equipa, e os melhores não se discutem. Teve o tipo de ano que acaba com o seu nome lido em voz alta, e o Mamelodi Sundowns beneficiou disso.
Vai jogar aqui até ao verão e depois sair pela porta de graça, tendo já assinado noutro lado. Os adeptos aguentam a primeira parte desta frase; é com a segunda que vão ter dificuldade.
Ronwen Williams e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
«Tenho ambições e gostava que o clube as partilhasse.» Ninguém pediu para sair nem foi mandado embora — mas um jogador escolhe essa frase com cuidado, e uma administração ouve-a exactamente como foi pensada.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Jody Ah Shene e o Mamelodi Sundowns acertam mais 4 anos.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Em resumo
O bancoHenrik Meister tornou-se um homem de confiança do treinador
PlantelJody February desentende-se com um colega por causa das exigências
Uma média de 7.77 na época, com 32 golos a sustentá-la. Os adversários começaram a planear jogos a pensar nele, que é o elogio mais sincero que o futebol faz.
O painel já tinha subido, os protestos já tinham começado, e então a bola entrou ao minuto 123. O Ajax Cape Town vai rever cada segundo do tempo extra durante uma semana.
Em resumo
Notas dos jogadoresBis, e a tarde é de Henrik Meister — 9.12
Notas dos jogadoresTeboho Mokoena, 33 anos, faz recuar o relógio — 7.82
Notas dos jogadoresNtando Nkosi aparece na área certa — 7.75
“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O Mamelodi Sundowns pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Mamelodi Sundowns ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Ronwen Williams esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
«Tenho ambições e gostava que o clube as partilhasse.» Ninguém pediu para sair nem foi mandado embora — mas um jogador escolhe essa frase com cuidado, e uma administração ouve-a exactamente como foi pensada.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Marcelo Allende está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Willy Kumado, e o treinador deixou.
“Quero jogar por troféus enquanto as pernas mo permitirem.” Nada nessa frase é um pedido de transferência, e ninguém no Mamelodi Sundowns a ouviu como outra coisa.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Jody February será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Mamelodi Sundowns as despedidas começaram em silêncio.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Teboho Mokoena e o Mamelodi Sundowns acertam mais 2 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Mamelodi Sundowns coisas que levam mais de uma semana a retirar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Teboho Mokoena, e o treinador deixou.
Ninguém faz um documentário sobre um isquiotibial e toda a gente nisto o teme. No Mamelodi Sundowns vão ter cuidado com a data de regresso, porque a segunda é sempre pior do que a primeira.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Ronwen Williams está nela.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Josh Cullen treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Jody February estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Ronwen Williams e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Marcelo Allende está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Marshall Munetsi, e o treinador deixou.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Iqraam Rayners está nela.
Nada por escrito e nada em público: uma palavra sobre minutos, dada cara a cara no Mamelodi Sundowns. As fichas de jogo do próximo mês dirão se valia a pena tê-la.
83 pontos, e o resto da divisão a olhar para cima. Todas as equipas que acabam em primeiro passam a época a fingir que não pensam nisso, e esta começou a fingir.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Mamelodi Sundowns ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Ronwen Williams e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Marcelo Allende estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Ronwen Williams esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Kegan Johannes, e o treinador deixou.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Plantel15/04/2030
Jody February desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Nada por escrito e nada em público: uma palavra sobre minutos, dada cara a cara no Mamelodi Sundowns. As fichas de jogo do próximo mês dirão se valia a pena tê-la.
Não é uma queixa nem uma exigência: quer jogar futebol europeu, e deixou de o esconder. Se o Mamelodi Sundowns lho pode dar é uma pergunta sobre o clube, não sobre ele.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Mamelodi Sundowns ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Mamelodi Sundowns coisas que levam mais de uma semana a retirar.
«Quero ganhar coisas e gostava de o fazer aqui.» Não se exigiu nada nem se ameaçou nada, mas uma direção como a de Mamelodi Sundowns ouve uma frase destas exatamente como foi construída.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Marcelo Allende estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Um plantel reconstruído num único mercado paga-o numa moeda que ninguém orça. O futebol não é pior do que a soma dos jogadores: é pior do que a soma dos jogadores que já jogaram juntos.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Ronwen Williams está nela.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Ronwen Williams e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Marcelo Allende está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Henrik Meister, e o treinador deixou.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
O treinador reorganizou as ideias e Lwandiso Radebe saiu delas mais abaixo. Vão dizer-lhe que é temporário, e os jogadores que já ouviram isso antes vão desviar o olhar.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Mamelodi Sundowns, e não vai ser retirado.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Mamelodi Sundowns ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Ronwen Williams e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
«Tenho ambições e gostava que o clube as partilhasse.» Ninguém pediu para sair nem foi mandado embora — mas um jogador escolhe essa frase com cuidado, e uma administração ouve-a exactamente como foi pensada.
5 convocatórias são um elogio ao plantel e uma dor de cabeça para quem o dirige. Vai recebê-los de volta daqui a quinze dias, cansados e em vários estados de conservação.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Jayden Adams, e o treinador deixou.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Siyabonga Mbongo será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Mamelodi Sundowns as despedidas começaram em silêncio.
Ronwen Williams esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Marcelo Allende está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Mamelodi Sundowns coisas que levam mais de uma semana a retirar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Teboho Mokoena, e o treinador deixou.
Plantel11/03/2030
Fawaaz Basadien desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
6 reforços numa só janela. Cada um pode ser uma melhoria e a equipa pode ainda assim ser pior durante uns tempos, que é a parte de uma reconstrução de que os veredictos nunca falam.
Há um número a partir do qual uma massa salarial deixa de ser ambiciosa e passa a ser a razão de mais nada ser possível, e este clube chegou lá. Não sobra nada para um reforço, para uma bancada ou para uma tarde de chuva.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Já são 9 vitórias seguidas, e a pergunta deixou de ser se a série acaba para passar a ser quem a acaba. Confiança assim não se compra; ganha-se exatamente desta maneira.
1.º lugar com 83 pontos. Todas as épocas são uma história e esta é a última linha dela, e agora o clube tem três meses para decidir de que fala a próxima.
17 golos e uma média de 7.68 na época têm esse efeito. O espaço que ele costumava encontrar desapareceu; continua a marcar na mesma, que é a marca dos verdadeiros.
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 7 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
Aos 34 devia estar a gerir os seus minutos. Em vez disso foi avaliado com 8.47 e pareceu, durante noventa minutos, exatamente o jogador de que toda a gente se lembra.
Vitória por 3‑0 sobre o Maritzburg United, um lugar na ronda seguinte e a aritmética silenciosa que todos os adeptos fazem a caminho de casa: quantos faltam até uma final?
10 triunfos consecutivos como visitante. As equipas que ganham fora costumam saber defender e contra-atacar, e a tabela começou a refletir o que essas viagens renderam.
8 vitórias seguidas mudam a forma como o adversário aquece: mais calado, mais olhares de esguelha. As séries acabam, toda a gente o sabe — mas neste balneário ninguém conta com isso.
80 pontos, e o resto da divisão a olhar para cima. Todas as equipas que acabam em primeiro passam a época a fingir que não pensam nisso, e esta começou a fingir.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Mamelodi Sundowns ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Uma média de 7.77 na época, com 32 golos a sustentá-la. Os adversários começaram a planear jogos a pensar nele, que é o elogio mais sincero que o futebol faz.
Já são 6 vitórias seguidas, e a pergunta deixou de ser se a série acaba para passar a ser quem a acaba. Confiança assim não se compra; ganha-se exatamente desta maneira.
Aos 34 devia estar a gerir os seus minutos. Em vez disso foi avaliado com 7.87 e pareceu, durante noventa minutos, exatamente o jogador de que toda a gente se lembra.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Siyabonga Mbongo será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Mamelodi Sundowns as despedidas começaram em silêncio.
Ronwen Williams esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
“Quero jogar por troféus enquanto as pernas mo permitirem.” Nada nessa frase é um pedido de transferência, e ninguém no Mamelodi Sundowns a ouviu como outra coisa.
20 golos e uma média de 7.79 na época têm esse efeito. O espaço que ele costumava encontrar desapareceu; continua a marcar na mesma, que é a marca dos verdadeiros.
Já são 5 vitórias seguidas, e a pergunta deixou de ser se a série acaba para passar a ser quem a acaba. Confiança assim não se compra; ganha-se exatamente desta maneira.
«Tenho ambições e gostava que o clube as partilhasse.» Ninguém pediu para sair nem foi mandado embora — mas um jogador escolhe essa frase com cuidado, e uma administração ouve-a exactamente como foi pensada.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Jody February será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Mamelodi Sundowns as despedidas começaram em silêncio.
Ronwen Williams e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Uma média de 7.70 na época, com 28 golos a sustentá-la. Os adversários começaram a planear jogos a pensar nele, que é o elogio mais sincero que o futebol faz.
O Golden Arrows vai querer esquecer isto depressa: 6‑1, todos os duelos perdidos e uma viagem longa para casa. O Mamelodi Sundowns foi impiedoso como as boas equipas sabem ser.
As condições foram oferecidas e recusadas. Se foi o salário, a função ou a cidade, no Al Ahly ninguém diz, e no Mamelodi Sundowns ninguém gosta de estar a adivinhar.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Mamelodi Sundowns, e não vai ser retirado.
Aos 34 devia estar a gerir os seus minutos. Em vez disso foi avaliado com 8.28 e pareceu, durante noventa minutos, exatamente o jogador de que toda a gente se lembra.
26 golos e uma média de 7.64 na época têm esse efeito. O espaço que ele costumava encontrar desapareceu; continua a marcar na mesma, que é a marca dos verdadeiros.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Mamelodi Sundowns podem fingir não ter ouvido.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Henrik Meister produziu-o, e o 9.06 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Inter Miami CF fica com o seu homem, e o Mamelodi Sundowns volta a uma lista com um nome riscado.
Há uma idade a partir da qual toda a boa tarde é descrita como uma recordação do passado, o que é injusto e também exato. 8.22 aos 33, e ninguém no campo esteve melhor.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Percy Zungu será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Mamelodi Sundowns as despedidas começaram em silêncio.
Verba acordada, salário acordado, e o Bidvest Wits à espera com uma camisola. No Mamelodi Sundowns ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
Dois golos e um 8.45 a acompanhar. Os avançados são julgados por tardes como esta e recordados por muito menos delas do que se imagina.
Notas dos jogadores21/01/2030
Themba Zwane, 40 anos, faz recuar o relógio — 8.25
Há uma idade a partir da qual toda a boa tarde é descrita como uma recordação do passado, o que é injusto e também exato. 8.25 aos 40, e ninguém no campo esteve melhor.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Mamelodi Sundowns ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Ronwen Williams e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Mamelodi Sundowns já se começa a dizer o nome dele no passado.
Uma média de 7.51 na época, com 18 golos a sustentá-la. Os adversários começaram a planear jogos a pensar nele, que é o elogio mais sincero que o futebol faz.
Ronwen Williams e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel14/01/2030
Marcelo Allende desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
420 jogos ao longo de 17 épocas com uma só camisola. Carreiras assim já não se constroem de propósito, e o Mamelodi Sundowns sabe exatamente o que tem.
“Sei o que as pessoas vão dizer. Sei o que quero, e é aqui.” O Polokwane City tinha a verba acordada e a camisola pronta; não tinha o jogador, e agora não o vai ter.
Um prémio individual é coisa estranha num desporto de equipa, e os melhores não se discutem. Teve o tipo de ano que acaba com o seu nome lido em voz alta, e o Mamelodi Sundowns beneficiou disso.
Uma média de 7.49 na época, com 17 golos a sustentá-la. Os adversários começaram a planear jogos a pensar nele, que é o elogio mais sincero que o futebol faz.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Mamelodi Sundowns coisas que levam mais de uma semana a retirar.
A primeira derrota em 8 jogos. O treinador dirá que tinha de chegar; o balneário dirá que não tinha de chegar contra o Kaizer Chiefs; os adeptos dirão as duas coisas, por essa ordem, a semana inteira.
19 jogos sem perder em casa. As equipas visitantes chegam já a falar do ambiente, o que costuma ser sinal de que perderam meio jogo antes do pontapé de saída.
Já são 8 vitórias seguidas, e a pergunta deixou de ser se a série acaba para passar a ser quem a acaba. Confiança assim não se compra; ganha-se exatamente desta maneira.
Aos 34 devia estar a gerir os seus minutos. Em vez disso foi avaliado com 8.36 e pareceu, durante noventa minutos, exatamente o jogador de que toda a gente se lembra.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Mamelodi Sundowns ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Ronwen Williams esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
«Quero ganhar coisas e gostava de o fazer aqui.» Não se exigiu nada nem se ameaçou nada, mas uma direção como a de Mamelodi Sundowns ouve uma frase destas exatamente como foi construída.
Uma média de 7.76 na época, com 18 golos a sustentá-la. Os adversários começaram a planear jogos a pensar nele, que é o elogio mais sincero que o futebol faz.
Aos 40 devia estar a gerir os seus minutos. Em vez disso foi avaliado com 8.12 e pareceu, durante noventa minutos, exatamente o jogador de que toda a gente se lembra.
Jogo22/12/2029
Mais uma trazida de fora
6 seguidas na estrada para o Mamelodi Sundowns. Os autocarros saem cedo, chegam de noite a estádios pouco simpáticos, e voltam sempre com três pontos.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Mamelodi Sundowns ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Ronwen Williams e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
«Quero ganhar coisas e gostava de o fazer aqui.» Não se exigiu nada nem se ameaçou nada, mas uma direção como a de Mamelodi Sundowns ouve uma frase destas exatamente como foi construída.
Plantel24/12/2029
Marcelo Allende desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
18 jogos sem perder em casa. As equipas visitantes chegam já a falar do ambiente, o que costuma ser sinal de que perderam meio jogo antes do pontapé de saída.
Aos 34 devia estar a gerir os seus minutos. Em vez disso foi avaliado com 10.00 e pareceu, durante noventa minutos, exatamente o jogador de que toda a gente se lembra.
6 vitórias seguidas mudam a forma como o adversário aquece: mais calado, mais olhares de esguelha. As séries acabam, toda a gente o sabe — mas neste balneário ninguém conta com isso.
Uma média de 7.65 na época, com 14 golos a sustentá-la. Os adversários começaram a planear jogos a pensar nele, que é o elogio mais sincero que o futebol faz.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Mamelodi Sundowns, e não vai ser retirado.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Iqraam Rayners produziu-o, e o 9.82 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
Já são 5 vitórias seguidas, e a pergunta deixou de ser se a série acaba para passar a ser quem a acaba. Confiança assim não se compra; ganha-se exatamente desta maneira.
15 golos e uma média de 7.42 na época têm esse efeito. O espaço que ele costumava encontrar desapareceu; continua a marcar na mesma, que é a marca dos verdadeiros.
5 triunfos consecutivos como visitante. As equipas que ganham fora costumam saber defender e contra-atacar, e a tabela começou a refletir o que essas viagens renderam.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Mamelodi Sundowns coisas que levam mais de uma semana a retirar.
O Maritzburg United vai querer esquecer isto depressa: 3‑0, todos os duelos perdidos e uma viagem longa para casa. O Mamelodi Sundowns foi impiedoso como as boas equipas sabem ser.
Uma média de 7.72 na época, com 17 golos a sustentá-la. Os adversários começaram a planear jogos a pensar nele, que é o elogio mais sincero que o futebol faz.
“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O Mamelodi Sundowns pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.
«Quero ganhar coisas e gostava de o fazer aqui.» Não se exigiu nada nem se ameaçou nada, mas uma direção como a de Mamelodi Sundowns ouve uma frase destas exatamente como foi construída.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Siyabonga Mbongo será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Mamelodi Sundowns as despedidas começaram em silêncio.
Ronwen Williams e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
6 golos. Os dois bancos passaram a segunda parte a olhar um para o outro mais do que para o relvado. Os puristas vão queixar-se do Mamelodi Sundowns e do University of Pretoria por igual; os restantes divertiram-se imenso.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Henrik Meister. 4‑2 sobre o University of Pretoria, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
Jogo24/11/2029
Mais uma trazida de fora
4 seguidas na estrada para o Mamelodi Sundowns. Os autocarros saem cedo, chegam de noite a estádios pouco simpáticos, e voltam sempre com três pontos.
Aos 40 devia estar a gerir os seus minutos. Em vez disso foi avaliado com 7.90 e pareceu, durante noventa minutos, exatamente o jogador de que toda a gente se lembra.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Mamelodi Sundowns ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Ronwen Williams e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
«Tenho ambições e gostava que o clube as partilhasse.» Ninguém pediu para sair nem foi mandado embora — mas um jogador escolhe essa frase com cuidado, e uma administração ouve-a exactamente como foi pensada.
A série sem derrotas chega aos 28 jogos. Uns foram vitórias e outros fugas, mas uma equipa que se recusa a perder é uma equipa de que os outros balneários falam.
14 jogos sem derrota aqui. A cada treinador visitante perguntam-lhe por isso na semana anterior, que é exatamente a razão por que a série continua.
Notas dos jogadores12/11/2029
Themba Zwane, 40 anos, faz recuar o relógio — 7.99
Há uma idade a partir da qual toda a boa tarde é descrita como uma recordação do passado, o que é injusto e também exato. 7.99 aos 40, e ninguém no campo esteve melhor.
“Quero jogar por troféus enquanto as pernas mo permitirem.” Nada nessa frase é um pedido de transferência, e ninguém no Mamelodi Sundowns a ouviu como outra coisa.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Mamelodi Sundowns coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Marcelo Allende estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
A primeira derrota em 6 jogos. O treinador dirá que tinha de chegar; o balneário dirá que não tinha de chegar contra o Ajax Cape Town; os adeptos dirão as duas coisas, por essa ordem, a semana inteira.
17 golos e uma média de 7.72 na época têm esse efeito. O espaço que ele costumava encontrar desapareceu; continua a marcar na mesma, que é a marca dos verdadeiros.
Já são 6 vitórias seguidas, e a pergunta deixou de ser se a série acaba para passar a ser quem a acaba. Confiança assim não se compra; ganha-se exatamente desta maneira.
«Quero ganhar coisas e gostava de o fazer aqui.» Não se exigiu nada nem se ameaçou nada, mas uma direção como a de Mamelodi Sundowns ouve uma frase destas exatamente como foi construída.
Ronwen Williams esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
A camisola ainda lhe serve. Terrence Mashego está de volta ao Mamelodi Sundowns, e metade do estádio ainda o lembra com estas cores. Há contratações que é preciso vender à cidade; esta vendeu-se sozinha.
Em resumo
PlantelTerrence Mashego consegue a transferência que sempre quis
16 golos e uma média de 7.69 na época têm esse efeito. O espaço que ele costumava encontrar desapareceu; continua a marcar na mesma, que é a marca dos verdadeiros.
5 vitórias seguidas mudam a forma como o adversário aquece: mais calado, mais olhares de esguelha. As séries acabam, toda a gente o sabe — mas neste balneário ninguém conta com isso.
13 jogos sem perder em casa. As equipas visitantes chegam já a falar do ambiente, o que costuma ser sinal de que perderam meio jogo antes do pontapé de saída.
Ronwen Williams e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O Mamelodi Sundowns pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.
4 vitórias seguidas mudam a forma como o adversário aquece: mais calado, mais olhares de esguelha. As séries acabam, toda a gente o sabe — mas neste balneário ninguém conta com isso.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Mamelodi Sundowns ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Ronwen Williams e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel22/10/2029
Marcelo Allende desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Uma média de 7.39 na época, com 7 golos a sustentá-la. Os adversários começaram a planear jogos a pensar nele, que é o elogio mais sincero que o futebol faz.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Mamelodi Sundowns falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Há tardes em que um guarda-redes é a defesa inteira. 6 defesas, várias do género que ninguém espera ver feitas, e dez jogadores de campo que lhe devem uma bebida.
12 jogos sem perder em casa. As equipas visitantes chegam já a falar do ambiente, o que costuma ser sinal de que perderam meio jogo antes do pontapé de saída.
«Quero ganhar coisas e gostava de o fazer aqui.» Não se exigiu nada nem se ameaçou nada, mas uma direção como a de Mamelodi Sundowns ouve uma frase destas exatamente como foi construída.
Henrik Meister e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Já são 23 jogos sem perder. Uns foram conquistados, outros sobrevividos, mas está a formar-se um hábito — e hábitos são a coisa mais difícil de defrontar no futebol.
14 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Mamelodi Sundowns perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
O Platinum Stars vai querer esquecer isto depressa: 5‑0, todos os duelos perdidos e uma viagem longa para casa. O Mamelodi Sundowns foi impiedoso como as boas equipas sabem ser.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 29 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Há uma idade a partir da qual toda a boa tarde é descrita como uma recordação do passado, o que é injusto e também exato. 9.48 aos 33, e ninguém no campo esteve melhor.
15 golos e uma média de 7.62 na época têm esse efeito. O espaço que ele costumava encontrar desapareceu; continua a marcar na mesma, que é a marca dos verdadeiros.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Mamelodi Sundowns ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
A série sem derrotas chega aos 22 jogos. Uns foram vitórias e outros fugas, mas uma equipa que se recusa a perder é uma equipa de que os outros balneários falam.
22 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Mamelodi Sundowns perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
O Chippa United vai querer esquecer isto depressa: 3‑0, todos os duelos perdidos e uma viagem longa para casa. O Mamelodi Sundowns foi impiedoso como as boas equipas sabem ser.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 38 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Aos 33 devia estar a gerir os seus minutos. Em vez disso foi avaliado com 8.73 e pareceu, durante noventa minutos, exatamente o jogador de que toda a gente se lembra.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Mamelodi Sundowns podem fingir não ter ouvido.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Siyabonga Mbongo será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Mamelodi Sundowns as despedidas começaram em silêncio.
A série sem derrotas chega aos 21 jogos. Uns foram vitórias e outros fugas, mas uma equipa que se recusa a perder é uma equipa de que os outros balneários falam.
31 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Mamelodi Sundowns perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Plantel24/09/2029
45 dias de fora para Jayden Adams depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Mamelodi Sundowns vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Dribles concretizados: 33. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Mamelodi Sundowns ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Ronwen Williams e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
A primeira derrota em 8 jogos. O treinador dirá que tinha de chegar; o balneário dirá que não tinha de chegar contra o Kaizer Chiefs; os adeptos dirão as duas coisas, por essa ordem, a semana inteira.
11 golos e uma média de 7.44 na época têm esse efeito. O espaço que ele costumava encontrar desapareceu; continua a marcar na mesma, que é a marca dos verdadeiros.
“Quero jogar por troféus enquanto as pernas mo permitirem.” Nada nessa frase é um pedido de transferência, e ninguém no Mamelodi Sundowns a ouviu como outra coisa.
Solly Khunyedi lesiona os ligamentos do joelho — 38 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 38 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
8 vitórias seguidas mudam a forma como o adversário aquece: mais calado, mais olhares de esguelha. As séries acabam, toda a gente o sabe — mas neste balneário ninguém conta com isso.
Plantel17/09/2029
53 dias de fora para Jayden Adams depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Mamelodi Sundowns vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Noventa minutos de muito pouco e depois tudo de uma vez. O golo chegou aos 88, e o Orlando Pirates passou o resto do jogo a reclamar com o árbitro em vez de perseguir a bola.
Marcelo Allende e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Solly Khunyedi lesiona os ligamentos do joelho — 46 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 46 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
O Black Aces está fora e o Mamelodi Sundowns segue em frente, com um 3‑1 como palavra final. O quadro abre-se um pouco, e toda a gente se permite espreitá-lo.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 61 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Wandile Duba produziu-o, e o 8.73 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
Verba acordada, salário acordado, e o Bloemfontein Celtic à espera com uma camisola. No Mamelodi Sundowns ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
Há uma idade a partir da qual toda a boa tarde é descrita como uma recordação do passado, o que é injusto e também exato. 8.17 aos 36, e ninguém no campo esteve melhor.
Estava tudo acordado até deixar de estar, e Ismail Watenga regressa a Mamelodi Sundowns com um verão para esquecer. Nenhum dos clubes diz quem se levantou da mesa.
55 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Mamelodi Sundowns perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Mamelodi Sundowns falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Mamelodi Sundowns já se começa a dizer o nome dele no passado.
“Sei o que as pessoas vão dizer. Sei o que quero, e é aqui.” O Maritzburg United tinha a verba acordada e a camisola pronta; não tinha o jogador, e agora não o vai ter.
Aos 33 devia estar a gerir os seus minutos. Em vez disso foi avaliado com 8.72 e pareceu, durante noventa minutos, exatamente o jogador de que toda a gente se lembra.
Já são 5 vitórias seguidas, e a pergunta deixou de ser se a série acaba para passar a ser quem a acaba. Confiança assim não se compra; ganha-se exatamente desta maneira.
14 entradas e 10 saídas, e nenhuma mudança durante meses. O treinador tem o que tem, os adeptos têm a sua opinião sobre isso, e a tabela terá a última palavra.
77 dias de fora para Jayden Adams depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Mamelodi Sundowns vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Hajduk Split fica com o seu homem, e o Mamelodi Sundowns volta a uma lista com um nome riscado.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Ismail Watenga será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Mamelodi Sundowns as despedidas começaram em silêncio.
“Quero jogar por troféus enquanto as pernas mo permitirem.” Nada nessa frase é um pedido de transferência, e ninguém no Mamelodi Sundowns a ouviu como outra coisa.
Ronwen Williams e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
JogoO Mamelodi Sundowns torna a sua casa um sítio difícil de visitar
160Edição
A Sentinela de Mamelodi Sundowns
20/08/2029
Do nosso correspondente de futebolTriunfo
Plantel20/08/2029
86 dias de fora para Jayden Adams depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Mamelodi Sundowns vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
O Pisa não queria vender e o número é a razão por que o fez. $15.3M por Henrik Meister, e a expectativa que chega com ele não é suavizada por nenhum período de adaptação.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Mamelodi Sundowns já se começa a dizer o nome dele no passado.
As condições foram oferecidas e recusadas. Se foi o salário, a função ou a cidade, no Ceuta ninguém diz, e no Mamelodi Sundowns ninguém gosta de estar a adivinhar.
Perguntam tantas vezes aos futebolistas pelo clube da infância que ninguém ouve a resposta. Henrik Meister acabou de assinar pelo Mamelodi Sundowns e, por uma vez, a resposta importava.
A proposta do Medeama por Tebogo Moreri foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Já são 3 vitórias seguidas, e a pergunta deixou de ser se a série acaba para passar a ser quem a acaba. Confiança assim não se compra; ganha-se exatamente desta maneira.
6‑0, e a margem não enganou ninguém — aguentava mais um golo ou dois sem protesto. É por tardes assim que as pessoas continuam a vir.
Plantel13/08/2029
93 dias de fora para Jayden Adams depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Mamelodi Sundowns vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Já são 14 jogos sem perder. Uns foram conquistados, outros sobrevividos, mas está a formar-se um hábito — e hábitos são a coisa mais difícil de defrontar no futebol.
O Mamelodi Sundowns foi ao Pisa com uma proposta, e os adeptos foram à internet com uma opinião sobre ela. Se alguma das duas muda alguma coisa, decide o clube vendedor.
Verba acordada, salário acordado, e o Free State Stars à espera com uma camisola. No Mamelodi Sundowns ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
O Mamelodi Sundowns perguntou e o Modena disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Em resumo
Notas dos jogadoresIqraam Rayners dos velhos tempos — 8.56
101 dias de fora para Jayden Adams depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Mamelodi Sundowns vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
$6.3M era o máximo que o clube pagaria, e o Zamalek pedia mais. Negócios destes ressuscitam na última semana do mercado mais ou menos metade das vezes, e todos os envolvidos o sabem.
“Quero jogar por troféus enquanto as pernas mo permitirem.” Nada nessa frase é um pedido de transferência, e ninguém no Mamelodi Sundowns a ouviu como outra coisa.
Ronwen Williams e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Aos 17 anos faz esta época coisas que não conseguia fazer na época passada, e fá-las todas as semanas. A forma vai e vem; isto já ficou tempo suficiente para se lhe chamar outra coisa.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Marshall Munetsi e o Mamelodi Sundowns acertam mais 2 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Direção06/08/2029
7 jogadores da formação sobem à equipa principal do Mamelodi Sundowns
Números de equipa principal entregues a miúdos que os treinadores conhecem desde os doze anos. A maioria não vai lá chegar, e todos já fizeram a parte difícil.
A formação existe exatamente para esta manhã. Thamsanqa Hlatshwayo passou por todos os escalões do clube e tem agora um número de equipa principal; os mais orgulhosos do edifício serão os que o treinaram aos doze anos.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Mamelodi Sundowns falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
O Mamelodi Sundowns ofereceu $12.9M; o Pisa disse que nem perto. Ao treinador dirão que o dinheiro continua lá para o jogador certo, que é o que se diz aos treinadores.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Mamelodi Sundowns perdeu-o em tudo menos nos papéis.
Não é uma fase — é um salto a sério, mantido durante meses. Aos 20 anos faz a este nível coisas que não fazia no início da época, e a equipa técnica dir-lhe-á exatamente quais.
Aos 32 a evolução devia ter acabado. Não acabou: 3 pontos acima da marca do início do ano, o que acontece aos jogadores que levam a sério as partes aborrecidas do ofício.
118 dias de fora para Jayden Adams depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Mamelodi Sundowns vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
O Mamelodi Sundowns ofereceu $15.9M; o Monza disse que nem perto. Ao treinador dirão que o dinheiro continua lá para o jogador certo, que é o que se diz aos treinadores.
O Mamelodi Sundowns foi ao Pisa com uma proposta, e os adeptos foram à internet com uma opinião sobre ela. Se alguma das duas muda alguma coisa, decide o clube vendedor.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Newcastle United fica com o seu homem, e o Mamelodi Sundowns volta a uma lista com um nome riscado.
O Mamelodi Sundowns tinha feito tudo menos convencer o próprio. Fica no Queens Park Rangers, e o treinador volta à estaca zero com o dinheiro ainda no banco.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Ismail Watenga será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Mamelodi Sundowns as despedidas começaram em silêncio.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Mamelodi Sundowns coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Não é uma fase — é um salto a sério, mantido durante meses. Aos 21 anos faz a este nível coisas que não fazia no início da época, e a equipa técnica dir-lhe-á exatamente quais.
O Mamelodi Sundowns foi ao Monza com uma proposta, e os adeptos foram à internet com uma opinião sobre ela. Se alguma das duas muda alguma coisa, decide o clube vendedor.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Ajax Cape Town fica com o seu homem, e o Mamelodi Sundowns volta a uma lista com um nome riscado.
O Mamelodi Sundowns foi ao Queens Park Rangers com uma proposta, e os adeptos foram à internet com uma opinião sobre ela. Se alguma das duas muda alguma coisa, decide o clube vendedor.
A perseguição a Kermit Furman terminou com $1.6M a mudar de mãos e o Orlando Pirates sem razões para dizer que não. Os adeptos julgarão o valor da única maneira que conta: aos sábados.
Todos os futebolistas têm uma resposta para a pergunta sobre o clube da infância, e a maioria nunca chega a agir sobre ela. Kermit Furman agiu, no Mamelodi Sundowns, e o primeiro mês vai mostrar o que isso faz a um homem.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Mamelodi Sundowns ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Não há pior forma de perder um futebolista. Terrence Mashego pré-acordou a saída, o que significa que cada jogo daqui até junho é feito por um homem que o clube já não pode vender, e alguém lá em cima vai ter de explicar como se chegou aqui.
Ronwen Williams esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Mamelodi Sundowns, e não vai ser retirado.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Mamelodi Sundowns perdeu-o em tudo menos nos papéis.
“Não era o certo para mim. Não vou explicar porquê a ninguém, a não ser às pessoas a quem devo uma explicação.” Um negócio acordado entre dois clubes, e um jogador que se recusou a fazer parte dele.
«Tenho ambições e gostava que o clube as partilhasse.» Ninguém pediu para sair nem foi mandado embora — mas um jogador escolhe essa frase com cuidado, e uma administração ouve-a exactamente como foi pensada.
Ronwen Williams e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Não é uma fase — é um salto a sério, mantido durante meses. Aos 19 anos faz a este nível coisas que não fazia no início da época, e a equipa técnica dir-lhe-á exatamente quais.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Marcelo Allende estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Mamelodi Sundowns perdeu-o em tudo menos nos papéis.
O Mamelodi Sundowns foi ao Ajax Cape Town com uma proposta, e os adeptos foram à internet com uma opinião sobre ela. Se alguma das duas muda alguma coisa, decide o clube vendedor.
“Sei o que as pessoas vão dizer. Sei o que quero, e é aqui.” O Maritzburg United tinha a verba acordada e a camisola pronta; não tinha o jogador, e agora não o vai ter.
O Mamelodi Sundowns foi ao Orlando Pirates com uma proposta, e os adeptos foram à internet com uma opinião sobre ela. Se alguma das duas muda alguma coisa, decide o clube vendedor.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Mamelodi Sundowns, e não vai ser retirado.
$1.3M era o máximo que o clube pagaria, e o Orlando Pirates pedia mais. Negócios destes ressuscitam na última semana do mercado mais ou menos metade das vezes, e todos os envolvidos o sabem.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Ronwen Williams e o Mamelodi Sundowns acertam mais 2 anos.
Verba acordada, salário acordado, e o Bidvest Wits à espera com uma camisola. No Mamelodi Sundowns ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Stevenage fica com o seu homem, e o Mamelodi Sundowns volta a uma lista com um nome riscado.
“Não era o certo para mim. Não vou explicar porquê a ninguém, a não ser às pessoas a quem devo uma explicação.” Um negócio acordado entre dois clubes, e um jogador que se recusou a fazer parte dele.
O Zamalek queria mais do que $4.5M e a direção não foi por aí. Levantou-se da mesa, por agora, o que em pleno mercado quer dizer até alguém pestanejar.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Mamelodi Sundowns, e não vai ser retirado.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Mamelodi Sundowns coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Não é uma fase — é um salto a sério, mantido durante meses. Aos 21 anos faz a este nível coisas que não fazia no início da época, e a equipa técnica dir-lhe-á exatamente quais.
Em resumo
PlantelUma lesão muscular afasta Ebou Adams durante 15 dias
O Mamelodi Sundowns ofereceu $28.4M; o Minnesota United FC disse que nem perto. Ao treinador dirão que o dinheiro continua lá para o jogador certo, que é o que se diz aos treinadores.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Mamelodi Sundowns perdeu-o em tudo menos nos papéis.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Kaizer Chiefs fica com o seu homem, e o Mamelodi Sundowns volta a uma lista com um nome riscado.
“Ouvi, pensei, e fico. É essa a história toda.” Os clubes tinham acordado uma verba. Thato Moalusi não tinha acordado ir, e afinal era essa a parte que contava.
Plantel18/06/2029
Josh Cullen consegue a transferência que sempre quis
Perguntam tantas vezes aos futebolistas pelo clube da infância que ninguém ouve a resposta. Josh Cullen acabou de assinar pelo Mamelodi Sundowns e, por uma vez, a resposta importava.
Ronwen Williams esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Josh Cullen e o Mamelodi Sundowns acertam mais 3 anos.
Em resumo
PlantelMarcelo Allende desentende-se com um colega por causa das exigências
O bancoIqraam Rayners tornou-se um homem de confiança do treinador
O Mamelodi Sundowns foi ao Minnesota United FC com uma proposta, e os adeptos foram à internet com uma opinião sobre ela. Se alguma das duas muda alguma coisa, decide o clube vendedor.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Leeds United fica com o seu homem, e o Mamelodi Sundowns volta a uma lista com um nome riscado.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Mamelodi Sundowns já se começa a dizer o nome dele no passado.
O aperto de mão com o Burnley está dado; o do jogador ainda não. Seguem-se as condições pessoais, e é nas condições pessoais que morrem mais negócios do que alguém imprime.
$6.8M era o máximo que o clube pagaria, e o Orlando Pirates pedia mais. Negócios destes ressuscitam na última semana do mercado mais ou menos metade das vezes, e todos os envolvidos o sabem.
“Sei o que as pessoas vão dizer. Sei o que quero, e é aqui.” O Bloemfontein Celtic tinha a verba acordada e a camisola pronta; não tinha o jogador, e agora não o vai ter.
Ronwen Williams e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Marcelo Allende está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
O centro de treinos fica sossegado durante quinze dias. 8 homens partiram para serem jogadores de outros, e o treinador fica com os que ninguém chamou.
“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O Mamelodi Sundowns pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Mamelodi Sundowns, e não vai ser retirado.
Ronwen Williams e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
A proposta do Ashanti Gold por Lwandiso Radebe foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
«Quero ganhar coisas e gostava de o fazer aqui.» Não se exigiu nada nem se ameaçou nada, mas uma direção como a de Mamelodi Sundowns ouve uma frase destas exatamente como foi construída.
Mais um nome na lista: o Smouha fez a pergunta que todo o futebol anda a fazer sobre Ismail Watenga. A resposta do Mamelodi Sundowns não mudou — para já.
O treinador reorganizou as ideias e Peter Shalulile saiu delas mais abaixo. Vão dizer-lhe que é temporário, e os jogadores que já ouviram isso antes vão desviar o olhar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Grant Kekana está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Thapelo Morena, e o treinador deixou.
Ronwen Williams esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Marcelo Allende estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Antonio Van Wyk e o Mamelodi Sundowns acertam mais 5 anos.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Marcelo Allende está nela.
O tipo de ano que acaba com um nome a ser lido num salão. O Mamelodi Sundowns aproveitou-o todas as semanas e tem agora o problema de todos os outros saberem.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Thato Sibiya será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Mamelodi Sundowns as despedidas começaram em silêncio.
“Quero jogar por troféus enquanto as pernas mo permitirem.” Nada nessa frase é um pedido de transferência, e ninguém no Mamelodi Sundowns a ouviu como outra coisa.
Peter Shalulile e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
O único prémio que mais ninguém no relvado pode ganhar vai para Ronwen Williams, com 19 balizas a zeros ao longo da época. Há guarda-redes que esperam uma carreira inteira por uma época assim.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Thapelo Morena estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
«Quero ganhar coisas e gostava de o fazer aqui.» Não se exigiu nada nem se ameaçou nada, mas uma direção como a de Mamelodi Sundowns ouve uma frase destas exatamente como foi construída.
Ronwen Williams e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Kegan Johannes, e o treinador deixou.
Plantel14/05/2029
Grant Kekana desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
O banco14/05/2029
Ronwen Williams tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Mamelodi Sundowns dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Mamelodi Sundowns, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Uma conversa no gabinete do treinador, e um compromisso que saiu dela. Promessas assim são baratas de fazer e caras de quebrar, e Wandile Duba apontou a data.
Ebou Adams fez a conta e não gosta do resultado. Nada corrói um grupo mais depressa, e nenhum clube resolveu isto explicando a um futebolista a estrutura salarial.
“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O Mamelodi Sundowns pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.
“Quero jogar por troféus enquanto as pernas mo permitirem.” Nada nessa frase é um pedido de transferência, e ninguém no Mamelodi Sundowns a ouviu como outra coisa.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Aubrey Modiba e o Mamelodi Sundowns acertam mais 2 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Ronwen Williams e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Marcelo Allende estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
O banco07/05/2029
Themba Zwane tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Mamelodi Sundowns dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Uma conversa no gabinete do treinador, e um compromisso que saiu dela. Promessas assim são baratas de fazer e caras de quebrar, e Marshall Munetsi apontou a data.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Tashreeq Matthews assinar alguma coisa — um contrato no Mamelodi Sundowns ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
82 pontos, e o resto da divisão a olhar para cima. Todas as equipas que acabam em primeiro passam a época a fingir que não pensam nisso, e esta começou a fingir.
Ronwen Williams esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel30/04/2029
Marcelo Allende desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
O banco30/04/2029
Marcelo Allende tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Mamelodi Sundowns dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Iqraam Rayners assinar alguma coisa — um contrato no Mamelodi Sundowns ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
Em resumo
O bancoO treinador faz uma promessa a Ntando Nkosi
“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O Mamelodi Sundowns pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Mamelodi Sundowns coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel23/04/2029
Grant Kekana desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Iqraam Rayners está nela.
Ronwen Williams e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
«Quero ganhar coisas e gostava de o fazer aqui.» Não se exigiu nada nem se ameaçou nada, mas uma direção como a de Mamelodi Sundowns ouve uma frase destas exatamente como foi construída.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Marcelo Allende está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Perguntou pelo seu futuro e recebeu uma resposta com minutos lá dentro. O treinador fez uma promessa num edifício onde as promessas não se esquecem, e o relógio já começou a contar.
Ronwen Williams e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Marcelo Allende está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Ebou Adams, e o treinador deixou.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Themba Zwane está nela.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Marshall Munetsi treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Tashreeq Matthews assinar alguma coisa — um contrato no Mamelodi Sundowns ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
Perguntou pelo seu futuro e recebeu uma resposta com minutos lá dentro. O treinador fez uma promessa num edifício onde as promessas não se esquecem, e o relógio já começou a contar.
Os números não ficam secretos num balneário. Não está a pedir mais do que vale; está a perguntar porque é que alguém ao lado dele vale mais, e o Mamelodi Sundowns não tem uma boa resposta.
82 pontos, e o resto da divisão a olhar para cima. Todas as equipas que acabam em primeiro passam a época a fingir que não pensam nisso, e esta começou a fingir.
«Tenho ambições e gostava que o clube as partilhasse.» Ninguém pediu para sair nem foi mandado embora — mas um jogador escolhe essa frase com cuidado, e uma administração ouve-a exactamente como foi pensada.
Ronwen Williams esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Plantel02/04/2029
Grant Kekana desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
O banco02/04/2029
Marcelo Allende tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Mamelodi Sundowns dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Mamelodi Sundowns, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
A capitania foi retirada a Marcelo Allende. O Mamelodi Sundowns vai chamar-lhe uma decisão de equipa; um balneário lê-a como um veredicto sobre um homem.
14 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Mamelodi Sundowns perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O Mamelodi Sundowns pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Mamelodi Sundowns coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Marcelo Allende estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
O centro de treinos fica sossegado durante quinze dias. 6 homens partiram para serem jogadores de outros, e o treinador fica com os que ninguém chamou.
21 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Mamelodi Sundowns perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Ronwen Williams e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel19/03/2029
Marcelo Allende desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Ronwen Williams está nela.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Ronwen Mabunda, e o treinador deixou.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Kegan Johannes treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Zuko Mdunyelwa lesiona os ligamentos do joelho — 29 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 29 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Ronwen Williams e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
«Nunca quis estar noutro sítio. Ainda há trabalho por acabar aqui.» Lwandiso Radebe compromete-se com o Mamelodi Sundowns por mais 4 anos.
Plantel12/03/2029
Grant Kekana desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Kegan Johannes treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Tashreeq Matthews assinar alguma coisa — um contrato no Mamelodi Sundowns ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
37 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Mamelodi Sundowns perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Marcelo Allende e o Mamelodi Sundowns acertam mais 4 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Ronwen Williams esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Antonio Van Wyk, e o treinador deixou.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Marcelo Allende está nela.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Iqraam Rayners assinar alguma coisa — um contrato no Mamelodi Sundowns ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
Zuko Mdunyelwa lesiona os ligamentos do joelho — 45 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 45 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
A série sem derrotas chega aos 13 jogos. Uns foram vitórias e outros fugas, mas uma equipa que se recusa a perder é uma equipa de que os outros balneários falam.
O último jogo do campeonato está jogado e a tabela parou de mexer: 82 pontos. O verão começa na segunda-feira, e com ele a discussão sobre o que tudo isto quis dizer.
Um 8.07 significa uma coisa ao lado do nome de um jogador de vinte e nove anos e algo completamente diferente ao lado do de um de 20. Ninguém no estádio precisou que lhe explicassem.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Thato Sibiya será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Mamelodi Sundowns as despedidas começaram em silêncio.
Uma média de 7.43 na época, com 15 golos a sustentá-la. Os adversários começaram a planear jogos a pensar nele, que é o elogio mais sincero que o futebol faz.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Mamelodi Sundowns coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Marcelo Allende estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
52 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Mamelodi Sundowns perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Todas as séries acabam numa tarde que alguém tinha dado como rotina. Esta durou 11 jogos, o suficiente para uma cidade ter deixado de contar, e pouco o suficiente para se lembrar exatamente de quem a parou.
“Quero jogar por troféus enquanto as pernas mo permitirem.” Nada nessa frase é um pedido de transferência, e ninguém no Mamelodi Sundowns a ouviu como outra coisa.
Ronwen Williams e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
60 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Mamelodi Sundowns perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Uma média de 7.45 na época, com 18 golos a sustentá-la. Os adversários começaram a planear jogos a pensar nele, que é o elogio mais sincero que o futebol faz.
«Tenho ambições e gostava que o clube as partilhasse.» Ninguém pediu para sair nem foi mandado embora — mas um jogador escolhe essa frase com cuidado, e uma administração ouve-a exactamente como foi pensada.
Estava tudo acordado até deixar de estar, e Ismail Watenga regressa a Mamelodi Sundowns com um verão para esquecer. Nenhum dos clubes diz quem se levantou da mesa.
Ronwen Williams e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel12/02/2029
Marcelo Allende desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«Agradeço os jogos, mas não me fiz futebolista para ser a peça sobresselente de alguém.» Quer estar em Mamelodi Sundowns, e 3 jogos em 27 dizem que merece ser ouvido.
10 vitórias seguidas mudam a forma como o adversário aquece: mais calado, mais olhares de esguelha. As séries acabam, toda a gente o sabe — mas neste balneário ninguém conta com isso.
68 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Mamelodi Sundowns perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
22 golos e uma média de 7.71 na época têm esse efeito. O espaço que ele costumava encontrar desapareceu; continua a marcar na mesma, que é a marca dos verdadeiros.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Mamelodi Sundowns perdeu-o em tudo menos nos papéis.
76 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Mamelodi Sundowns perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Já são 9 vitórias seguidas, e a pergunta deixou de ser se a série acaba para passar a ser quem a acaba. Confiança assim não se compra; ganha-se exatamente desta maneira.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Mamelodi Sundowns podem fingir não ter ouvido.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Teboho Mokoena produziu-o, e o 8.55 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Mamelodi Sundowns perdeu-o em tudo menos nos papéis.
Aos 33 devia estar a gerir os seus minutos. Em vez disso foi avaliado com 8.11 e pareceu, durante noventa minutos, exatamente o jogador de que toda a gente se lembra.
A proposta do USM Alger por Jody Ah Shene foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
83 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Mamelodi Sundowns perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
O Free State Stars vai querer esquecer isto depressa: 4‑0, todos os duelos perdidos e uma viagem longa para casa. O Mamelodi Sundowns foi impiedoso como as boas equipas sabem ser.
“Não era o certo para mim. Não vou explicar porquê a ninguém, a não ser às pessoas a quem devo uma explicação.” Um negócio acordado entre dois clubes, e um jogador que se recusou a fazer parte dele.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Mamelodi Sundowns ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Uma média de 7.39 na época, com 14 golos a sustentá-la. Os adversários começaram a planear jogos a pensar nele, que é o elogio mais sincero que o futebol faz.
Zuko Mdunyelwa lesiona os ligamentos do joelho — 92 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 92 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
O Platinum Stars vai querer esquecer isto depressa: 5‑0, todos os duelos perdidos e uma viagem longa para casa. O Mamelodi Sundowns foi impiedoso como as boas equipas sabem ser.
“Sei o que as pessoas vão dizer. Sei o que quero, e é aqui.” O Orlando Pirates tinha a verba acordada e a camisola pronta; não tinha o jogador, e agora não o vai ter.
As condições foram oferecidas e recusadas. Se foi o salário, a função ou a cidade, no Al-Nassr ninguém diz, e no Mamelodi Sundowns ninguém gosta de estar a adivinhar.
7 vitórias seguidas mudam a forma como o adversário aquece: mais calado, mais olhares de esguelha. As séries acabam, toda a gente o sabe — mas neste balneário ninguém conta com isso.
19 golos e uma média de 7.62 na época têm esse efeito. O espaço que ele costumava encontrar desapareceu; continua a marcar na mesma, que é a marca dos verdadeiros.
Verba acordada, salário acordado, e o Golden Arrows à espera com uma camisola. No Mamelodi Sundowns ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
O Orlando Pirates queria mais do que $5.6M e a direção não foi por aí. Levantou-se da mesa, por agora, o que em pleno mercado quer dizer até alguém pestanejar.
101 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Mamelodi Sundowns perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Os clubes tinham acordado e o jogador não. Uma nega, e pública: o Deportes Tolima fica com ele, e os adeptos daqui ficam a perguntar-se o que lhe terão dito sobre esta casa.
A proposta seguiu esta semana para o Al-Nassr, e a resposta é deles. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Já são 6 vitórias seguidas, e a pergunta deixou de ser se a série acaba para passar a ser quem a acaba. Confiança assim não se compra; ganha-se exatamente desta maneira.
18 golos e uma média de 7.59 na época têm esse efeito. O espaço que ele costumava encontrar desapareceu; continua a marcar na mesma, que é a marca dos verdadeiros.
108 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Mamelodi Sundowns perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Mamelodi Sundowns, e não vai ser retirado.
“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O Mamelodi Sundowns pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.
Um prémio individual é coisa estranha num desporto de equipa, e os melhores não se discutem. Teve o tipo de ano que acaba com o seu nome lido em voz alta, e o Mamelodi Sundowns beneficiou disso.
Aos 35 devia estar a gerir os seus minutos. Em vez disso foi avaliado com 7.99 e pareceu, durante noventa minutos, exatamente o jogador de que toda a gente se lembra.
Um defesa no marcador, coisa rara o suficiente para que toda a gente no estádio se lembre de quem marcou o canto. 1 para ele e uma nota de 7.61 para o resto.
«Tenho ambições e gostava que o clube as partilhasse.» Ninguém pediu para sair nem foi mandado embora — mas um jogador escolhe essa frase com cuidado, e uma administração ouve-a exactamente como foi pensada.
Themba Zwane esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
116 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Mamelodi Sundowns perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
O Orlando Pirates vai querer esquecer isto depressa: 5‑0, todos os duelos perdidos e uma viagem longa para casa. O Mamelodi Sundowns foi impiedoso como as boas equipas sabem ser.
Verba acordada, salário acordado, e o Deportes Tolima à espera com uma camisola. No Mamelodi Sundowns ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Tashreeq Matthews produziu-o, e o 8.82 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
15 golos e uma média de 7.53 na época têm esse efeito. O espaço que ele costumava encontrar desapareceu; continua a marcar na mesma, que é a marca dos verdadeiros.
«Tenho ambições e gostava que o clube as partilhasse.» Ninguém pediu para sair nem foi mandado embora — mas um jogador escolhe essa frase com cuidado, e uma administração ouve-a exactamente como foi pensada.
123 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Mamelodi Sundowns perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Já são 3 vitórias seguidas, e a pergunta deixou de ser se a série acaba para passar a ser quem a acaba. Confiança assim não se compra; ganha-se exatamente desta maneira.
Ronwen Williams e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Uma média de 7.33 na época, com 11 golos a sustentá-la. Os adversários começaram a planear jogos a pensar nele, que é o elogio mais sincero que o futebol faz.
O jogo que o resto da divisão espera com mais vontade do que qualquer das duas equipas envolvidas. Ambas sabem que uma vitória muda a época e uma derrota não a acaba, e é isso que o torna difícil de jogar.
130 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Mamelodi Sundowns perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Marcelo Allende produziu-o, e o 8.33 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
Uma média de 7.50 na época, com 13 golos a sustentá-la. Os adversários começaram a planear jogos a pensar nele, que é o elogio mais sincero que o futebol faz.
Ronwen Williams esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Marcelo Allende estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
O Black Aces vai querer esquecer isto depressa: 6‑1, todos os duelos perdidos e uma viagem longa para casa. O Mamelodi Sundowns foi impiedoso como as boas equipas sabem ser.
Aos 35 devia estar a gerir os seus minutos. Em vez disso foi avaliado com 9.92 e pareceu, durante noventa minutos, exatamente o jogador de que toda a gente se lembra.
5 triunfos consecutivos como visitante. As equipas que ganham fora costumam saber defender e contra-atacar, e a tabela começou a refletir o que essas viagens renderam.
Já são 10 vitórias seguidas, e a pergunta deixou de ser se a série acaba para passar a ser quem a acaba. Confiança assim não se compra; ganha-se exatamente desta maneira.
O Maritzburg United vai querer esquecer isto depressa: 5‑0, todos os duelos perdidos e uma viagem longa para casa. O Mamelodi Sundowns foi impiedoso como as boas equipas sabem ser.
16 jogos sem perder em casa. As equipas visitantes chegam já a falar do ambiente, o que costuma ser sinal de que perderam meio jogo antes do pontapé de saída.
Aos 35 devia estar a gerir os seus minutos. Em vez disso foi avaliado com 8.48 e pareceu, durante noventa minutos, exatamente o jogador de que toda a gente se lembra.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Mamelodi Sundowns ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Ronwen Williams e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Jayden Adams produziu-o, e o 8.03 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
Há uma idade a partir da qual toda a boa tarde é descrita como uma recordação do passado, o que é injusto e também exato. 9.57 aos 35, e ninguém no campo esteve melhor.
Ronwen Williams e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
4 triunfos consecutivos como visitante. As equipas que ganham fora costumam saber defender e contra-atacar, e a tabela começou a refletir o que essas viagens renderam.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Marcelo Allende está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Em resumo
Notas dos jogadoresNoventa minutos de Teboho Mokoena no seu melhor
Notas dos jogadoresNoventa minutos de Antonio Van Wyk no seu melhor
Já são 8 vitórias seguidas, e a pergunta deixou de ser se a série acaba para passar a ser quem a acaba. Confiança assim não se compra; ganha-se exatamente desta maneira.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Tashreeq Matthews produziu-o, e o 9.45 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
15 jogos sem derrota aqui. A cada treinador visitante perguntam-lhe por isso na semana anterior, que é exatamente a razão por que a série continua.
Notas dos jogadores13/11/2028
Themba Zwane, 39 anos, faz recuar o relógio — 7.91
Há uma idade a partir da qual toda a boa tarde é descrita como uma recordação do passado, o que é injusto e também exato. 7.91 aos 39, e ninguém no campo esteve melhor.
“Quero jogar por troféus enquanto as pernas mo permitirem.” Nada nessa frase é um pedido de transferência, e ninguém no Mamelodi Sundowns a ouviu como outra coisa.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Mamelodi Sundowns ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Ronwen Williams esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Marcelo Allende estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Já são 7 vitórias seguidas, e a pergunta deixou de ser se a série acaba para passar a ser quem a acaba. Confiança assim não se compra; ganha-se exatamente desta maneira.
385 jogos ao longo de 16 épocas com uma só camisola. Carreiras assim já não se constroem de propósito, e o Mamelodi Sundowns sabe exatamente o que tem.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Marcelo Allende produziu-o, e o 8.19 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
«Quero ganhar coisas e gostava de o fazer aqui.» Não se exigiu nada nem se ameaçou nada, mas uma direção como a de Mamelodi Sundowns ouve uma frase destas exatamente como foi construída.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Mamelodi Sundowns coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Tashreeq Matthews produziu-o, e o 9.43 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
6 vitórias seguidas mudam a forma como o adversário aquece: mais calado, mais olhares de esguelha. As séries acabam, toda a gente o sabe — mas neste balneário ninguém conta com isso.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Ethan Garcia será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Mamelodi Sundowns as despedidas começaram em silêncio.
Ronwen Williams e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel30/10/2028
Marcelo Allende desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Ronwen Williams e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Marcelo Allende estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
O Golden Arrows vai querer esquecer isto depressa: 3‑0, todos os duelos perdidos e uma viagem longa para casa. O Mamelodi Sundowns foi impiedoso como as boas equipas sabem ser.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Teboho Mokoena produziu-o, e o 8.54 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
Já são 4 vitórias seguidas, e a pergunta deixou de ser se a série acaba para passar a ser quem a acaba. Confiança assim não se compra; ganha-se exatamente desta maneira.
Todos os futebolistas têm uma resposta para a pergunta sobre o clube da infância, e a maioria nunca chega a agir sobre ela. Ebou Adams agiu, no Mamelodi Sundowns, e o primeiro mês vai mostrar o que isso faz a um homem.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Mamelodi Sundowns ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Ronwen Williams esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Tem 22 anos e o estádio já canta o nome dele, coisa que acontece aos miúdos da terra e quase nunca aos reforços. Tudo a partir daqui se mede contra um carinho que não fez nada para merecer, a não ser ser daqui.
Raras vezes este jogo viu exibição assim: 3‑0 frente ao Free State Stars, e podiam ter sido mais.
Notas dos jogadores09/10/2028
Themba Zwane, 39 anos, faz recuar o relógio — 8.18
Há uma idade a partir da qual toda a boa tarde é descrita como uma recordação do passado, o que é injusto e também exato. 8.18 aos 39, e ninguém no campo esteve melhor.
12 sem derrota no seu relvado. O campo não mudou; a bancada sim — mais barulhenta mais cedo e mais rápida a perceber quando o adversário preferia estar noutro lado.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Aubrey Modiba e o Mamelodi Sundowns acertam mais 2 anos.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Mamelodi Sundowns coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel09/10/2028
Marcelo Allende desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
8 convocatórias são um elogio ao plantel e uma dor de cabeça para quem o dirige. Vai recebê-los de volta daqui a quinze dias, cansados e em vários estados de conservação.
Notas dos jogadores09/10/2028
Iqraam Rayners jogou uma tarde diferente da de toda a gente
8.62. Há exibições que um adepto descreve a quem não esteve lá e não consegue transmitir; esta foi uma, e o número também não ajuda.
301 jogos ao longo de 12 épocas e uma só camisola. Já ninguém constrói uma carreira assim de propósito; acontece a certo tipo de jogador em certo tipo de clube.
“Quero jogar por troféus enquanto as pernas mo permitirem.” Nada nessa frase é um pedido de transferência, e ninguém no Mamelodi Sundowns a ouviu como outra coisa.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Aubrey Modiba e o Mamelodi Sundowns acertam mais 2 anos.
Ronwen Williams e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel02/10/2028
Marcelo Allende desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Tashreeq Matthews. 2‑0 sobre o Platinum Stars, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
Há uma idade a partir da qual toda a boa tarde é descrita como uma recordação do passado, o que é injusto e também exato. 7.91 aos 33, e ninguém no campo esteve melhor.
11 jogos sem perder em casa. As equipas visitantes chegam já a falar do ambiente, o que costuma ser sinal de que perderam meio jogo antes do pontapé de saída.
“Quero jogar por troféus enquanto as pernas mo permitirem.” Nada nessa frase é um pedido de transferência, e ninguém no Mamelodi Sundowns a ouviu como outra coisa.
Ronwen Williams e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Há uma versão de cada carreira em que o jogador acaba onde escolheu e não onde o escolheram. Tshepang Moremi está a viver essa versão no Mamelodi Sundowns, e costuma notar-se no primeiro mês.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Teboho Mokoena. 2‑1 sobre o Chippa United, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
«Quero ganhar coisas e gostava de o fazer aqui.» Não se exigiu nada nem se ameaçou nada, mas uma direção como a de Mamelodi Sundowns ouve uma frase destas exatamente como foi construída.
Ronwen Williams esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Marcelo Allende está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Vitória por 6‑0 sobre o Black Aces, um lugar na ronda seguinte e a aritmética silenciosa que todos os adeptos fazem a caminho de casa: quantos faltam até uma final?
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Jody Ah Shene produziu-o, e o 9.17 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 14 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Já são 5 vitórias seguidas, e a pergunta deixou de ser se a série acaba para passar a ser quem a acaba. Confiança assim não se compra; ganha-se exatamente desta maneira.
O Orlando Pirates queria mais do que $4.5M e a direção não foi por aí. Levantou-se da mesa, por agora, o que em pleno mercado quer dizer até alguém pestanejar.
Aos 35 devia estar a gerir os seus minutos. Em vez disso foi avaliado com 8.05 e pareceu, durante noventa minutos, exatamente o jogador de que toda a gente se lembra.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Mamelodi Sundowns falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Verba acordada, salário acordado, e o Free State Stars à espera com uma camisola. No Mamelodi Sundowns ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
O Mamelodi Sundowns foi ao Orlando Pirates com uma proposta, e os adeptos foram à internet com uma opinião sobre ela. Se alguma das duas muda alguma coisa, decide o clube vendedor.
Direção04/09/2028
O prazo passa com 17 contratações e 17 saídas
Está feito o negócio no Mamelodi Sundowns até o mercado voltar a abrir. Se chegou, responde-se aos sábados e não numa coluna, e o primeiro sábado está perto.
Já são 3 vitórias seguidas, e a pergunta deixou de ser se a série acaba para passar a ser quem a acaba. Confiança assim não se compra; ganha-se exatamente desta maneira.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Mamelodi Sundowns coisas que levam mais de uma semana a retirar.
9 sem derrota no seu relvado. O campo não mudou; a bancada sim — mais barulhenta mais cedo e mais rápida a perceber quando o adversário preferia estar noutro lado.
“Sei o que as pessoas vão dizer. Sei o que quero, e é aqui.” O USM Alger tinha a verba acordada e a camisola pronta; não tinha o jogador, e agora não o vai ter.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Mamelodi Sundowns falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Verba acordada, salário acordado, e o Gor Mahia à espera com uma camisola. No Mamelodi Sundowns ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Orlando Pirates fica com o seu homem, e o Mamelodi Sundowns volta a uma lista com um nome riscado.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Ntando Nkosi será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Mamelodi Sundowns as despedidas começaram em silêncio.
3‑0, e Antonio Van Wyk ficou com os títulos numa tarde em que tudo correu bem ao Mamelodi Sundowns. Tardes assim contam-se o inverno inteiro.
Plantel21/08/2028
42 dias de fora para Tapelo Xoki depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Mamelodi Sundowns vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Mamelodi Sundowns já se começa a dizer o nome dele no passado.
Não é uma fase — é um salto a sério, mantido durante meses. Aos 23 anos faz a este nível coisas que não fazia no início da época, e a equipa técnica dir-lhe-á exatamente quais.
Ronwen Williams e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Aos 31 a evolução devia ter acabado. Não acabou: 3 pontos acima da marca do início do ano, o que acontece aos jogadores que levam a sério as partes aborrecidas do ofício.
8 sem derrota no seu relvado. O campo não mudou; a bancada sim — mais barulhenta mais cedo e mais rápida a perceber quando o adversário preferia estar noutro lado.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Mamelodi Sundowns falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Orlando Pirates fica com o seu homem, e o Mamelodi Sundowns volta a uma lista com um nome riscado.
A proposta do Kaizer Chiefs por Thato Sibiya foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
“Quero jogar por troféus enquanto as pernas mo permitirem.” Nada nessa frase é um pedido de transferência, e ninguém no Mamelodi Sundowns a ouviu como outra coisa.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Mamelodi Sundowns ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Ronwen Williams e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Aos 24 a evolução devia ter acabado. Não acabou: 3 pontos acima da marca do início do ano, o que acontece aos jogadores que levam a sério as partes aborrecidas do ofício.
O University of Pretoria vai querer esquecer isto depressa: 3‑0, todos os duelos perdidos e uma viagem longa para casa. O Mamelodi Sundowns foi impiedoso como as boas equipas sabem ser.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 57 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Aos 39 devia estar a gerir os seus minutos. Em vez disso foi avaliado com 8.10 e pareceu, durante noventa minutos, exatamente o jogador de que toda a gente se lembra.
Já são 4 vitórias seguidas, e a pergunta deixou de ser se a série acaba para passar a ser quem a acaba. Confiança assim não se compra; ganha-se exatamente desta maneira.
“Quero jogar por troféus enquanto as pernas mo permitirem.” Nada nessa frase é um pedido de transferência, e ninguém no Mamelodi Sundowns a ouviu como outra coisa.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Mamelodi Sundowns ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Mamelodi Sundowns coisas que levam mais de uma semana a retirar.