Michael Schlager lesiona os ligamentos do joelho — 112 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 112 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Pascal Köpke estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Mattersburg coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Michael Schlager lesiona os ligamentos do joelho — 120 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 120 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Jakob Schöller e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Julian Onisiwo e o Mattersburg acertam mais 4 anos.
Ninguém o confirma e as fichas de jogo confirmam-no todas as semanas. Um erro comprou-lhe um período como segunda opção que já é mais longo do que o erro merecia.
Em resumo
PlantelPalavras no treino do Mattersburg sobre quem trabalha
Palavras no treino do Mattersburg sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Pascal Köpke está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Wolfgang Wimmer e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Mattersburg, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Marcel Wimmer está nela.
“Fiz tudo o que me pediram nos treinos e ao sábado não mudou nada.” A queixa mais conhecida do futebol, e uma a que o Mattersburg terá de responder com minutos ou com uma transferência.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Mattersburg coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel07/12/2026
Palavras no treino do Mattersburg sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Pascal Köpke está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Nem contrato novo nem número novo: um lugar novo na cabeça do treinador, que é a única promoção no futebol que conta de verdade. Maximilian Schlager subiu nela.
O banco07/12/2026
Guido Laimer tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Mattersburg dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Eliminado, 0‑4 com o Red Bull Salzburg, e a longa discussão sobre qual dos pequenos momentos o decidiu. Agora só resta o campeonato, e toda a gente o sabe.
Jogo25/11/2026
Não se vê o fim da espera do Mattersburg por uma vitória
Já são 7 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Mattersburg tem de arrancar um resultado de algum lado.
0-4, e muito antes do fim a bancada visitante tinha passado do incentivo para algo bastante mais afiado. Ninguém liga para um programa de rádio por perder por pouco.
Jakob Schöller e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
PlantelPalavras no treino do Mattersburg sobre quem trabalha
17Edição
A Sentinela de Mattersburg
23/11/2026
Do nosso correspondente de futebolInquietação
Jogo23/11/2026
Para o Mattersburg, cada ponto é agora uma discussão
Posição 8 e 17 pontos, e nesta parte da cidade a classificação lê-se de baixo para cima. O calendário deixou de ser um programa e passou a ser uma contagem decrescente.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Mattersburg ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Jakob Schöller e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Pascal Köpke estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Ninguém confirmará isto e nada mais explica as escolhas do último mês. Um erro caro compra a um jogador um período de suplência que dura sempre mais do que o erro.
“Não é o fim do mundo e não chega. As duas coisas são verdade.” O treinador, depois de um empate por 1‑1, disse a coisa honesta e foi dizê-la outra vez lá dentro.
Há tardes em que um guarda-redes é a defesa inteira. 6 defesas, várias do género que ninguém espera ver feitas, e dez jogadores de campo que lhe devem uma bebida.
“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O Mattersburg pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.
Jogo14/11/2026
Não se vê o fim da espera do Mattersburg por uma vitória
Já são 5 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Mattersburg tem de arrancar um resultado de algum lado.
Jakob Schöller esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Pascal Köpke estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“Não é o fim do mundo e não chega. As duas coisas são verdade.” O treinador, depois de um empate por 1‑1, disse a coisa honesta e foi dizê-la outra vez lá dentro.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Xaver Fuchs, e o treinador deixou.
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 9 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
As ocasiões aparecem e algo acontece entre criá-las e finalizá-las. Já vão 4 jogos, e a inquietação nas bancadas chega um pouco mais cedo a cada semana.
Wolfgang Wimmer e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Dois clubes atolados, um jogo entre eles, e um estádio que vai estar mais barulhento e mais assustado do que em qualquer outro momento da época. O Mattersburg sabe o que está em jogo, e toda a gente na bancada visitante também.
Ninguém confirmará isto e nada mais explica as escolhas do último mês. Um erro caro compra a um jogador um período de suplência que dura sempre mais do que o erro.
“Não é o fim do mundo e não chega. As duas coisas são verdade.” O treinador, depois de um empate por 0‑0, disse a coisa honesta e foi dizê-la outra vez lá dentro.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Martin Dragovic estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Jakob Schöller e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel02/11/2026
Palavras no treino do Mattersburg sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Pascal Köpke está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
3 jogos, nenhum golo e um centro de treinos que já tentou tudo. Vai acabar — as secas acabam sempre — mas ninguém no Mattersburg sabe dizer em que semana.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Não dá grande título e é a razão por que os jogadores acreditam na promessa seguinte. O Mattersburg disse a Pascal Köpke que algo iria acontecer e aconteceu, o que nesta indústria já passa por notável.
Plantel02/11/2026
8 caras novas e o Mattersburg ainda se está a conhecer
Um plantel reconstruído num único mercado paga-o numa moeda que ninguém orça. O futebol não é pior do que a soma dos jogadores: é pior do que a soma dos jogadores que já jogaram juntos.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Mattersburg ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Dribles concretizados: 23. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Pascal Köpke estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Wolfgang Wimmer esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
“Um ponto é um ponto e fico com ele, mas devíamos ter levado os três.” Peter Grillitsch depois do empate por 0‑0, e a frase que todos os treinadores do país disseram a certa altura deste fim de semana.
14 vezes se meteu no caminho. Escreve-se sobre os centrais quando erram e ignoram-se quando não erram, por isso uma tarde destas tem de ser dita em voz alta: é ele a razão de o marcador dizer o que diz.
14 ações defensivas e uma baliza a zero no fim delas. A tarde de um defesa só se pode contar pelo que não aconteceu, e é por isso que ninguém faz um resumo com ela e qualquer treinador da divisão a assinava.
0‑3 para o Austria Wien, e foi exatamente tão mau como o número sugere. Há derrotas que se discutem e derrotas pelas quais se pede desculpa; esta foi do segundo tipo.
Jakob Schöller esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Aos 22 anos faz esta época coisas que não conseguia fazer na época passada, e fá-las todas as semanas. A forma vai e vem; isto já ficou tempo suficiente para se lhe chamar outra coisa.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 9 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
Aos 33 devia estar a gerir os seus minutos. Em vez disso foi avaliado com 8.04 e pareceu, durante noventa minutos, exatamente o jogador de que toda a gente se lembra.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Mattersburg coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel12/10/2026
Pascal Köpke desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Disseram uma coisa a Jakob Schöller e depois aconteceu. Neste meio, isso passa por notável, e o balneário reparou mais depressa do que qualquer adepto podia.
Há tardes em que um guarda-redes é a defesa inteira. 6 defesas, várias do género que ninguém espera ver feitas, e dez jogadores de campo que lhe devem uma bebida.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Mattersburg, e não vai ser retirado.
Jakob Schöller e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Dois ou mais sofridos em cada um dos últimos 5 jogos. Não é um erro a repetir-se, o que seria mais fácil de corrigir; é um diferente todas as semanas.
Plantel05/10/2026
Palavras no treino do Mattersburg sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Pascal Köpke está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
As ocasiões aparecem e algo acontece entre criá-las e finalizá-las. Já vão 3 jogos, e a inquietação nas bancadas chega um pouco mais cedo a cada semana.
Segue-se o Grodig, e as duas equipas sabem fazer a conta. Ganhar, e a tabela fica com outro aspeto; perder, e fica com o aspeto que toda a gente temia.
Há tardes em que um guarda-redes é a defesa inteira. 10 defesas, várias do género que ninguém espera ver feitas, e dez jogadores de campo que lhe devem uma bebida.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Marcel Wimmer será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Mattersburg as despedidas começaram em silêncio.
Jogo26/09/2026
Não se vê o fim da espera do Mattersburg por uma vitória
Já são 4 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Mattersburg tem de arrancar um resultado de algum lado.
Jakob Schöller e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Pascal Köpke estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Jakob Schöller, e o treinador deixou.
“Hoje não fomos suficientemente bons e não vou enfeitar isto.” Peter Grillitsch depois do 0‑3, no tom de quem sabe qual é a pergunta seguinte e não tenciona responder-lhe.
Antevisão21/09/2026
O Mattersburg mede-se com a equipa que todos perseguem
O Red Bull Salzburg chega como líder. Uma equipa no topo perde mais ou menos uma vez por mês, e o clube que o consegue ganha uma semana de que se lembra durante um ano.
Segue-se o Red Bull Salzburg, e há um homem no balneário do Mattersburg que conhece o centro de treinos deles melhor do que o seu. A receção vai dizer-lhe o que pensavam dele.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Mattersburg coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Defender era opcional e ninguém exerceu a opção. 6 golos entre o Mattersburg e o Admira Wacker, e nem um dos que pagaram bilhete vai pedir o dinheiro de volta.
21 dias, diz o exame, e os exames são mais simpáticos do que a realidade. Os jogos desse período acabaram de passar a ser trabalho de outro.
Plantel14/09/2026
Palavras no treino do Mattersburg sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Pascal Köpke está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Mattersburg, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
A proposta ficou longe e foi recusada quase sem discussão. Se a segunda for recusada com a mesma rapidez já é outra conversa.
Direção07/09/2026
Fecha o mercado: 7 entradas, 2 saídas no Mattersburg
O prazo passou e o plantel é o plantel. Chegaram 7, saíram 2, e tudo o resto que se imprimiu sobre este clube no último mês foi um rumor que ficou rumor.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Mattersburg, e não vai ser retirado.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Sevilla fica com o seu homem, e o Mattersburg volta a uma lista com um nome riscado.
3 vitórias seguidas fora de casa. Os adeptos que viajam são os mais verdadeiros, e esta época estão a ser pagos na única moeda que conta.
Plantel07/09/2026
Florian Brügmann desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Mattersburg coisas que levam mais de uma semana a retirar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para René Zia, e o treinador deixou.
Os jogos da taça esperam que alguém os agarre, e Marcel Wimmer agarrou este contra o Admira Wacker. 3‑2 no fim, e no sorteio da próxima ronda está o nome do Mattersburg.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Mattersburg, e não vai ser retirado.
O mais difícil de ter 18 anos numa equipa principal é que ninguém perdoa nada. Andreas Prass não precisou: 7.67, e parecia o homem mais à vontade no relvado.
Dribles concretizados: 25. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Mattersburg ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
$5.4M é muito dinheiro, e dinheiro não joga a ponta de lança. No balneário toda a gente sabe para quem se olhava quando as coisas corriam mal.
As bancadas24/08/2026
Os adeptos revoltam-se com a venda de Dominik Trimmel por $5.4M
Vai para o Red Bull Salzburg, o clube tem $5.4M que não tinha na sexta-feira, e os programas de rádio já decidiram como se sentem quanto a isso. Vender bem e vender alguém que amavam não são a mesma competência.
A perseguição a Erkin Yalcin terminou com $580.0K a mudar de mãos e o Altach sem razões para dizer que não. Os adeptos julgarão o valor da única maneira que conta: aos sábados.
Wolfgang Wimmer e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O SV Ried fica com o seu homem, e o Mattersburg volta a uma lista com um nome riscado.
As bancadas24/08/2026
O Mattersburg gasta $580.0K na contratação que a cidade queria
É a sequência mais rara do futebol: os adeptos pedem uma coisa e o clube vai e fá-la. $580.0K por Erkin Yalcin, e durante uma semana ninguém se queixa de nada.
Plantel24/08/2026
Pascal Köpke desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Mattersburg já se começa a dizer o nome dele no passado.
“Ouvi, pensei, e fico. É essa a história toda.” Os clubes tinham acordado uma verba. Michael Lienhart não tinha acordado ir, e afinal era essa a parte que contava.
Houve 7 defesas pelo meio e pelo menos três que não tinham nada que ser defesas. Os dez jogadores de campo devem-lhe um copo, e sabem-no.
Alvos de mercado17/08/2026
$580.0K põem os clubes de acordo sobre Erkin Yalcin
O Altach aceitou o dinheiro. O que o Mattersburg ainda não tem é o homem, e entre aqui e a fotografia há uma conversa sobre salários que os dois lados temem.
Os contabilistas vão chamar-lhe bom negócio e terão razão, o que não é o assunto de ninguém fora da administração. Patrick Dragovic era uma das razões por que as pessoas vinham, e $10.4M não substitui isso sozinho.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Rapid Wien fica com o seu homem, e o Mattersburg volta a uma lista com um nome riscado.
Não há forma mais cruel de perder um jogo. O Mattersburg marcou aos 91, o pontapé de saída mal chegou a acontecer, e a bancada visitante ainda estava de pé quando soou o apito.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Michael Lienhart produziu-o, e o 8.37 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Mattersburg perdeu-o em tudo menos nos papéis.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Valentino Wober e o Mattersburg acertam mais 3 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Dominik Trimmel e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
$420.0K era o máximo que o clube pagaria, e o SV Ried pedia mais. Negócios destes ressuscitam na última semana do mercado mais ou menos metade das vezes, e todos os envolvidos o sabem.
Há tardes em que um guarda-redes é a defesa inteira. 7 defesas, várias do género que ninguém espera ver feitas, e dez jogadores de campo que lhe devem uma bebida.
“Quero jogar por troféus enquanto as pernas mo permitirem.” Nada nessa frase é um pedido de transferência, e ninguém no Mattersburg a ouviu como outra coisa.
Patrick Dragovic e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Florian Ilsanker e o Mattersburg acertam mais 2 anos.