«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Otabek Suyunov e o Metallurg acertam mais 3 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Ninguém no Metallurg dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Metallurg, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Doniyor Komilov, e o treinador deixou.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Islom Shomurodov treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
17 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Metallurg perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Metallurg podem fingir não ter ouvido.
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 24 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Metallurg falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Islom Fayzullaev será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Metallurg as despedidas começaram em silêncio.
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 31 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Metallurg falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 38 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Metallurg falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Ninguém faz um documentário sobre um isquiotibial e toda a gente nisto o teme. No Metallurg vão ter cuidado com a data de regresso, porque a segunda é sempre pior do que a primeira.
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 45 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Metallurg falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Metallurg, e não vai ser retirado.
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 52 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Metallurg falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Islom Fayzullaev será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Metallurg as despedidas começaram em silêncio.
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 59 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Metallurg falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 66 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Metallurg falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Shohruh Ismailov e o Metallurg acertam mais 4 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 73 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Metallurg falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 80 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Metallurg falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 87 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Metallurg falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 94 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Metallurg falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Há um calor muito próprio que um estádio guarda para um jovem de 23 anos que sente como seu. Islom Shomurodov tem-no agora, e tudo o que fizer no resto do tempo aqui será medido contra a boa vontade que lhe deram de graça.
Ninguém no Metallurg dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Em resumo
DireçãoA formação do Metallurg continua a produzir
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 101 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Metallurg falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Há um silêncio muito próprio: o de um estádio a ver dissolver-se uma posição vencedora. O Lokomotiv continuou a vir porque nada o travou, e ao Metallurg vão perguntar pela última meia hora a semana inteira.
O mais difícil de ter 21 anos numa equipa principal é que ninguém perdoa nada. Ulugbek Mirzaev não precisou: 8.26, e parecia o homem mais à vontade no relvado.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Metallurg podem fingir não ter ouvido.
Jogo15/09/2046
Não se vê o fim da espera do Metallurg por uma vitória
Já são 4 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Metallurg tem de arrancar um resultado de algum lado.
Aos 21 anos é cantado por pessoas com o dobro da idade, um carinho que um reforço demora anos a merecer e que um miúdo da casa recebe por aparecer. É também a coisa mais difícil de corresponder no futebol.
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 108 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Metallurg falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
O negócio que levaria Amir Hasanov para o Mashal caiu na fase final e ele reapresenta-se no Metallurg com um verão para esquecer e uma época inteira para jogar. Ninguém diz quem se levantou da mesa.
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 115 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Metallurg falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
A lesão que volta sempre, de que se regressa sempre à pressa e que em silêncio custa mais carreiras do que as dramáticas. 16 dias é a estimativa; o número honesto depende de haver paciência.
Quatro ou cinco jornadas de regularidade, medidas contra todos os da divisão que fazem o seu trabalho. Ulugbek Ganiev sai dessa comparação dentro da equipa, e o Metallurg beneficiou de cada uma dessas tardes.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Metallurg falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Metallurg falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Minuto 93. Sardor Shomurodov encontrou a finalização num tempo que só existia por causa das paragens anteriores, e o Sogdiana passou do ponto ao nada num só movimento.
Aos 16 anos é cantado por pessoas com o dobro da idade, um carinho que um reforço demora anos a merecer e que um miúdo da casa recebe por aparecer. É também a coisa mais difícil de corresponder no futebol.
10 ações combinadas e 6.74. O trabalho dele aparece sob a forma de outros parecerem bons, e a única maneira fiável de o notar é ver o que acontece nas tardes em que ele falta.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Farhod Nematov e o Metallurg acertam mais 3 anos.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Metallurg falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Amir Hasanov será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Metallurg as despedidas começaram em silêncio.
Toda a gente deixou de fingir: o Navbahor vai fazer a chamada por Islom Fayzullaev esta semana. O Metallurg tem um número em mente, e o número não é tímido.
Um jogador que contava ser titular assistiu de fora. O treinador vai chamar-lhe uma decisão pela equipa; Rustam Abdullaev chama-lhe outra coisa em privado.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Metallurg falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Islom Fayzullaev e o Metallurg acertam mais 3 anos.
Quatro ou cinco jornadas de regularidade, medidas contra todos os da divisão que fazem o seu trabalho. Ulugbek Mirzaev sai dessa comparação dentro da equipa, e o Metallurg beneficiou de cada uma dessas tardes.
Ninguém no Metallurg dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 20 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Metallurg falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 27 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Metallurg falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Odil Nematov. 2‑0 sobre o Shortan, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 34 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Rustam Shomurodov produziu-o, e o 8.18 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
7 golos num jogo, Rustam Shomurodov na ficha e um resultado que vai parecer uma gralha. Os neutros não podiam pedir mais ao Metallurg nem ao Obod.
Plantel16/07/2046
Uma lesão muscular afasta Otabek Suyunov durante 18 dias
Ninguém faz um documentário sobre um isquiotibial e toda a gente nisto o teme. No Metallurg vão ter cuidado com a data de regresso, porque a segunda é sempre pior do que a primeira.
Ninguém no Metallurg dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Akmal Komilov, e o treinador deixou.
Em resumo
Notas dos jogadoresNinguém conseguiu chegar a Odil Nematov
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 41 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Odil Ismailov, e o treinador deixou.
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 48 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
A proposta do Navbahor por Islom Fayzullaev foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Odil Nematov. 3‑1 sobre o Bukhara, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
7 chegadas, uma média de idades que ninguém chamaria plantel, e pais a quem mostram um edifício onde os filhos passarão mais tempo do que em casa. A prospeção já aconteceu; hoje é só papelada.
Plantel02/07/2046
Odil Nematov tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Metallurg dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
52 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Metallurg perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Metallurg, e não vai ser retirado.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Islom Fayzullaev treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Dribles concretizados: 28. Cada vez que recebia, alguém tinha de decidir, e todas as vezes a decisão foi a errada.
Jogo16/06/2046
Não se vê o fim da espera do Metallurg por uma vitória
Já são 5 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Metallurg tem de arrancar um resultado de algum lado.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Metallurg podem fingir não ter ouvido.
Toda a gente deixou de fingir: o Navbahor vai fazer a chamada por Islom Fayzullaev esta semana. O Metallurg tem um número em mente, e o número não é tímido.
Ninguém no Metallurg dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Ninguém no Metallurg dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
A proposta do Navbahor por Islom Fayzullaev foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Ulugbek Tukhtasinov, e o treinador deixou.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Metallurg ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Metallurg podem fingir não ter ouvido.
Ninguém no Metallurg dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 7 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Rustam Shomurodov. 1‑0 sobre o Neftchi, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Cabeceamentos, cortes, desarmes, interceções: 14 no total, e nem um golo às suas costas. Daquelas exibições que nunca entram nos melhores momentos e ganham jogos.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Rustam Shomurodov produziu-o, e o 7.90 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Rustam Abdullaev e o Metallurg acertam mais 2 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Um mês é longo o suficiente para ninguém entrar por acaso. Ulugbek Nematov está no melhor onze da divisão, o que é um elogio mais discreto do que um prémio e mais fiável.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Há uma idade a partir da qual toda a boa tarde é descrita como uma recordação do passado, o que é injusto e também exato. 8.70 aos 33, e ninguém no campo esteve melhor.
Sofrer é uma coisa; a resposta é o que fala de um balneário. Aziz Ismailov pôs o Metallurg de novo em igualdade em 1 minutos, e o Pakhtakor nunca chegou a jogar com vantagem.
Ninguém no Metallurg dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
A única versão de ficar de fora contra a qual um jogador não pode argumentar, e a que pior aceita. Outro tem estado melhor e a ficha de jogo di-lo, em público, todas as semanas até mudar.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Rustam Abdullaev treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Em resumo
Notas dos jogadoresAkmal Komilov encarou-os todo o jogo
O Mashal levou os pontos após um 1‑3 que será difícil de explicar nas bancadas.
Plantel16/04/2046
O treinador ainda não acabou de esquecer o erro de Rustam Shomurodov
Em público está ultrapassado para toda a gente. Não está para quem faz a equipa, e o único sítio onde isso se vê é uma ficha de jogo. Vai ter outra oportunidade: vai tê-la num jogo que importe menos.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
O Bunyodkor segue em frente e o Metallurg vai para casa, com um 1‑1 a decidir tudo. O balneário vai agora dizer que a prioridade é o campeonato, porque é isso que os balneários dizem.
Um desempate por grandes penalidades fica na memória pelo fim, e este acaba em Islom Fayzullaev: 1 travadas, e uma bancada que vai descrever cada uma delas nos próximos vinte anos.
Há exatamente uma destas por carreira e normalmente não corre assim. 0 no marcador, 7.22 ao lado do nome e uma bancada que nunca o tinha visto a cantá-lo no final.
O mais difícil de ter 18 anos numa equipa principal é que ninguém perdoa nada. Ulugbek Nematov não precisou: 7.61, e parecia o homem mais à vontade no relvado.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Metallurg podem fingir não ter ouvido.
Aos 18 anos é cantado por pessoas com o dobro da idade, um carinho que um reforço demora anos a merecer e que um miúdo da casa recebe por aparecer. É também a coisa mais difícil de corresponder no futebol.
2 golos em vinte minutos com Rustam Shomurodov no meio de tudo, e o Shortan sem conseguir chegar à bola tempo suficiente para mudar seja o que for. Há jogos que se ganham antes da primeira bebida.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Ulugbek Tukhtasinov e o Metallurg acertam mais 2 anos.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Islom Fayzullaev, e o treinador deixou.
Quatro ou cinco jornadas de regularidade, medidas contra todos os da divisão que fazem o seu trabalho. Ulugbek Nematov sai dessa comparação dentro da equipa, e o Metallurg beneficiou de cada uma dessas tardes.
“O treinador não usou muitas palavras, e não precisou delas.” Odil Nematov tem a sua resposta do Metallurg; o que fizer com ela é a história da próxima janela.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Metallurg ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Recuperou e depois fez alguma coisa com isso, que são dois trabalhos e a razão de o marcador ter o aspeto que tem. 16 ações combinadas e uma nota de 6.92, e nenhuma delas entrará num resumo.
Batido 5 vezes, com 3 defesas por companhia. Os guarda-redes carregam estes resultados no currículo seja de quem for a culpa, e essa é a injustiça silenciosa do ofício.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Metallurg, e não vai ser retirado.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Doniyor Komilov e o Metallurg acertam mais 3 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Ninguém no Metallurg dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
O desenho queria outro perfil frente a este adversário, o que é uma resposta futebolística a sério e nenhum consolo para o visado. Não fez nada de errado e não jogou.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Bobur Nematov será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Metallurg as despedidas começaram em silêncio.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Odil Nematov e o Metallurg acertam mais 2 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Ninguém no Metallurg dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Aqui não há queixa possível e todos os envolvidos sabem, o que não encurta o caminho até ao banco. A forma é a única moeda do futebol sobre a qual não se pode pedir emprestado.
Noventa minutos, zero golos, e a discussão começou antes de o parque de estacionamento esvaziar: um ponto somado ou dois deitados fora contra o Andijon? Na quinta-feira ainda vai haver quem discuta.
A direção prendeu por mais tempo o homem do banco, e isso diz mais do que qualquer comunicado de apoio. A estabilidade promete-se com facilidade e mantém-se a peso de ouro.
11 miúdos sobem, e algures no edifício as pessoas que os treinaram aos doze anos estão a ter, em silêncio, a melhor manhã do seu ano de trabalho. Nada disto aparece num resultado, e é para isto que a formação existe.
Não há verba, não há apresentação, não há empresário na escadaria. Doniyor Komilov está neste clube desde miúdo e faz agora parte, formalmente, do plantel principal — o que, para um leitor local, vale mais do que qualquer contratação.
Não há verba, não há apresentação, não há empresário na escadaria. Dostonbek Ahmedov está neste clube desde miúdo e faz agora parte, formalmente, do plantel principal — o que, para um leitor local, vale mais do que qualquer contratação.
Os clubes gastam fortunas à procura de jogadores e de vez em quando encontram um ao fundo do corredor. Nodir Ismailov é isso, e a receção na sua primeira aparição será de outra natureza que a de qualquer reforço.
A formação existe exatamente para esta manhã. Sardor Ahmedov passou por todos os escalões do clube e tem agora um número de equipa principal; os mais orgulhosos do edifício serão os que o treinaram aos doze anos.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Metallurg falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Islom Fayzullaev será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Metallurg as despedidas começaram em silêncio.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Metallurg falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Metallurg podem fingir não ter ouvido.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Ulugbek Fayzullaev e o Metallurg acertam mais 3 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Metallurg falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Metallurg ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Nodir Hasanov e o Metallurg acertam mais 2 anos.
Ninguém no Metallurg dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Farhod Nematov, e o treinador deixou.
Em resumo
MercadoContinua sem haver assinatura de Bobur Nematov
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Metallurg falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
O telefone voltou a tocar por causa de Islom Fayzullaev, e desta vez do outro lado está o Lokomotiv. No Metallurg ouvem com educação e não prometem nada.
O negócio que levaria Amir Hasanov para o Shortan caiu na fase final e ele reapresenta-se no Metallurg com um verão para esquecer e uma época inteira para jogar. Ninguém diz quem se levantou da mesa.
A direcção pôs dinheiro em cima da mesa em vez de uma palavra de incentivo. O que lhe acontece a partir de agora é problema de outro, e trabalho de outro.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Metallurg falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Metallurg ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Metallurg, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
A lista é um documento discreto com um significado ruidoso. Bobur Nematov pode falar com quem perguntar, e no clube toda a gente sabe o que isso quer dizer.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Metallurg falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Metallurg, e não vai ser retirado.
Toda a gente deixou de fingir: o Lokomotiv vai fazer a chamada por Islom Fayzullaev esta semana. O Metallurg tem um número em mente, e o número não é tímido.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Metallurg falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Ninguém no Metallurg dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Metallurg falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
A proposta do Kokand 1912 por Islom Fayzullaev foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Metallurg, e não vai ser retirado.
400 jogos ao longo de 11 épocas e uma só camisola. Já ninguém constrói uma carreira assim de propósito; acontece a certo tipo de jogador em certo tipo de clube.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Bobur Nematov será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Metallurg as despedidas começaram em silêncio.
Ninguém faz um documentário sobre um isquiotibial e toda a gente nisto o teme. No Metallurg vão ter cuidado com a data de regresso, porque a segunda é sempre pior do que a primeira.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Metallurg falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 59 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Ninguém no Metallurg dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Metallurg, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 66 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Odil Nematov e o Metallurg acertam mais 3 anos.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Bobur Nematov será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Metallurg as despedidas começaram em silêncio.
A lesão que volta sempre, de que se regressa sempre à pressa e que em silêncio custa mais carreiras do que as dramáticas. 17 dias é a estimativa; o número honesto depende de haver paciência.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Islom Shomurodov, e o treinador deixou.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 18 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
A direção respondeu com dinheiro em vez de incentivo, que é a única resposta que um treinador quer ouvir. Gastá-lo bem passa a ser problema exclusivamente dele.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 25 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Ninguém no Metallurg dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 32 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Plantel20/11/2045
O veredicto de uma época sobre Ulugbek Nematov: o melhor da sua idade
O Metallurg tem um jogador de 18 anos que a divisão acabou de eleger o seu melhor jovem. O próximo problema do clube é que agora toda a gente também sabe.
Ninguém no Metallurg dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 39 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
19 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Metallurg perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 46 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Metallurg podem fingir não ter ouvido.
DireçãoA formação do Metallurg continua a produzir
1005Edição
O Arauto de Metallurg
30/10/2045
Do nosso correspondente de futebolEstável
Plantel30/10/2045
Akmal Abdullaev lesiona os ligamentos do joelho — 18 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 18 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 53 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Akmal Abdullaev lesiona os ligamentos do joelho — 25 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 25 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 60 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Akmal Abdullaev lesiona os ligamentos do joelho — 32 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 32 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 67 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Akmal Abdullaev lesiona os ligamentos do joelho — 39 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 39 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 74 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Metallurg, e não vai ser retirado.
Em resumo
PlantelAkmal Komilov: não foi isto que me prometeram
DireçãoA formação do Metallurg continua a produzir
1001Edição
O Arauto de Metallurg
02/10/2045
Do nosso correspondente de futebolEstável
Plantel02/10/2045
Akmal Abdullaev lesiona os ligamentos do joelho — 46 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 46 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 81 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Akmal Abdullaev lesiona os ligamentos do joelho — 53 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 53 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 88 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Odil Suyunov. 2‑1 sobre o Kokand 1912, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
Aos 23 anos é cantado por pessoas com o dobro da idade, um carinho que um reforço demora anos a merecer e que um miúdo da casa recebe por aparecer. É também a coisa mais difícil de corresponder no futebol.
Há uma impotência muito própria em sofrer 2 vezes antes do minuto vinte. O Kokand 1912 tentou reorganizar-se, o Metallurg não deixou, e o resultado estava escrito muito antes de ser confirmado.
Akmal Abdullaev lesiona os ligamentos do joelho — 60 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 60 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Bobur Nematov será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Metallurg as despedidas começaram em silêncio.
Ninguém no Metallurg dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
14 ações defensivas e uma baliza a zero no fim delas. A tarde de um defesa só se pode contar pelo que não aconteceu, e é por isso que ninguém faz um resumo com ela e qualquer treinador da divisão a assinava.
Não dá grande título e é a razão por que os jogadores acreditam na promessa seguinte. O Metallurg disse a Sardor Shomurodov que algo iria acontecer e aconteceu, o que nesta indústria já passa por notável.
Akmal Abdullaev lesiona os ligamentos do joelho — 67 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 67 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Metallurg, e não vai ser retirado.
Aqui não há queixa possível e todos os envolvidos sabem, o que não encurta o caminho até ao banco. A forma é a única moeda do futebol sobre a qual não se pode pedir emprestado.
Ninguém no Metallurg dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
MercadoFechou o mercado e Amir Hasanov continua cá
997Edição
O Arauto de Metallurg
04/09/2045
Do nosso correspondente de futebolEstável
Plantel04/09/2045
Akmal Abdullaev lesiona os ligamentos do joelho — 74 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 74 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Há uma idade a partir da qual toda a boa tarde é descrita como uma recordação do passado, o que é injusto e também exato. 8.07 aos 33, e ninguém no campo esteve melhor.
Há um calor muito próprio que um estádio guarda para um jovem de 17 anos que sente como seu. Ulugbek Nematov tem-no agora, e tudo o que fizer no resto do tempo aqui será medido contra a boa vontade que lhe deram de graça.
Há uma impotência muito própria em sofrer 2 vezes antes do minuto vinte. O Bunyodkor tentou reorganizar-se, o Metallurg não deixou, e o resultado estava escrito muito antes de ser confirmado.
O prémio de melhor jovem do mês vai para um jogador de 17 anos do Metallurg que pareceu um produto acabado durante quatro jornadas seguidas. As quatro seguintes é que decidem se é.
A direcção pôs dinheiro em cima da mesa em vez de uma palavra de incentivo. O que lhe acontece a partir de agora é problema de outro, e trabalho de outro.
Akmal Abdullaev lesiona os ligamentos do joelho — 81 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 81 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Akmal Abdullaev lesiona os ligamentos do joelho — 88 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 88 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Ninguém no Metallurg dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
PlantelUm jovem do Metallurg leva o prémio de melhor sub-21
994Edição
O Arauto de Metallurg
14/08/2045
Do nosso correspondente de futebolOtimismo
Plantel14/08/2045
Akmal Abdullaev lesiona os ligamentos do joelho — 95 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 95 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Rustam Shomurodov produziu-o, e o 8.24 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Metallurg, e não vai ser retirado.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Otabek Suyunov e o Metallurg acertam mais 3 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Akmal Abdullaev lesiona os ligamentos do joelho — 102 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 102 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
A direcção pôs dinheiro em cima da mesa em vez de uma palavra de incentivo. O que lhe acontece a partir de agora é problema de outro, e trabalho de outro.
Um mês é longo o suficiente para ninguém entrar por acaso. Jaloliddin Mirzaev está no melhor onze da divisão, o que é um elogio mais discreto do que um prémio e mais fiável.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Akmal Abdullaev lesiona os ligamentos do joelho — 109 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 109 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Islom Fayzullaev treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Noventa minutos, zero golos, e a discussão começou antes de o parque de estacionamento esvaziar: um ponto somado ou dois deitados fora contra o Mashal? Na quinta-feira ainda vai haver quem discuta.
Notas dos jogadoresOdil Suyunov tinha sempre o passe
991Edição
O Arauto de Metallurg
24/07/2045
Do nosso correspondente de futebolEstável
Plantel24/07/2045
Akmal Abdullaev lesiona os ligamentos do joelho — 116 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 116 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
4‑1, e Rustam Shomurodov ficou com os títulos numa tarde em que tudo correu bem ao Metallurg. Tardes assim contam-se o inverno inteiro.
Notas dos jogadores24/07/2045
Ulugbek Nematov, 17 anos, joga como se cá estivesse há anos — 7.61
Um 7.61 significa uma coisa ao lado do nome de um jogador de vinte e nove anos e algo completamente diferente ao lado do de um de 17. Ninguém no estádio precisou que lhe explicassem.
Toda a gente deixou de fingir: o Navbahor vai fazer a chamada por Islom Fayzullaev esta semana. O Metallurg tem um número em mente, e o número não é tímido.
Há um calor muito próprio que um estádio guarda para um jovem de 23 anos que sente como seu. Otabek Suyunov tem-no agora, e tudo o que fizer no resto do tempo aqui será medido contra a boa vontade que lhe deram de graça.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Ulugbek Ganiev e o Metallurg acertam mais 3 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Akmal Abdullaev lesiona os ligamentos do joelho — 123 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 123 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Metallurg podem fingir não ter ouvido.
Aos 33 devia estar a gerir os seus minutos. Em vez disso foi avaliado com 8.05 e pareceu, durante noventa minutos, exatamente o jogador de que toda a gente se lembra.
7.48, 1 na ficha e a comédia muito própria de um jogador da linha defensiva a festejar como quem faz isto todas as semanas. Não faz, e é exatamente por isso que o estádio reagiu como reagiu.
130 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Metallurg perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Ninguém no Metallurg dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Akmal Komilov, e o treinador deixou.
Contrato liquidado, apertos de mão, nenhuma verba a mudar de mãos. Shohruh Fayzullaev deixa o Metallurg pela porta discreta, e a folha salarial respira um pouco melhor.
Contrato liquidado, apertos de mão, nenhuma verba a mudar de mãos. Mirzo Hasanov deixa o Metallurg pela porta discreta, e a folha salarial respira um pouco melhor.
Em resumo
DireçãoA formação do Metallurg continua a produzir
137 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Metallurg perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
A proposta do Navbahor por Islom Fayzullaev foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Jogo01/07/2045
Não se vê o fim da espera do Metallurg por uma vitória
Já são 6 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Metallurg tem de arrancar um resultado de algum lado.
Ninguém faz um documentário sobre um isquiotibial e toda a gente nisto o teme. No Metallurg vão ter cuidado com a data de regresso, porque a segunda é sempre pior do que a primeira.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Rustam Shomurodov, e o treinador deixou.
A direcção pôs dinheiro em cima da mesa em vez de uma palavra de incentivo. O que lhe acontece a partir de agora é problema de outro, e trabalho de outro.
7 chegadas, uma média de idades que ninguém chamaria plantel, e pais a quem mostram um edifício onde os filhos passarão mais tempo do que em casa. A prospeção já aconteceu; hoje é só papelada.
Quatro ou cinco jornadas de regularidade, medidas contra todos os da divisão que fazem o seu trabalho. Timur Akhmedov sai dessa comparação dentro da equipa, e o Metallurg beneficiou de cada uma dessas tardes.
78 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Metallurg perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Metallurg podem fingir não ter ouvido.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
85 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Metallurg perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Mais um nome na lista: o Navbahor fez a pergunta que todo o futebol anda a fazer sobre Islom Fayzullaev. A resposta do Metallurg não mudou — para já.
Jogo17/06/2045
Não se vê o fim da espera do Metallurg por uma vitória
Já são 4 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Metallurg tem de arrancar um resultado de algum lado.
Os clubes prometem constantemente e o jornal costuma só saber quando falham. Esta foi cumprida, e o balneário notou-o mais depressa do que qualquer adepto.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Islom Shomurodov, e o treinador deixou.
Ninguém no Metallurg dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
A lista é um documento discreto com um significado ruidoso. Ulugbek Nematov pode falar com quem perguntar, e no clube toda a gente sabe o que isso quer dizer.
92 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Metallurg perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Metallurg podem fingir não ter ouvido.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Ninguém no Metallurg dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
99 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Metallurg perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
A direcção pôs dinheiro em cima da mesa em vez de uma palavra de incentivo. O que lhe acontece a partir de agora é problema de outro, e trabalho de outro.
Não dá grande título e é a razão por que os jogadores acreditam na promessa seguinte. O Metallurg disse a Rustam Shomurodov que algo iria acontecer e aconteceu, o que nesta indústria já passa por notável.
«Disseram-mo com clareza, e prefiro assim.» O treinador de Metallurg foi explícito quanto à situação de Ulugbek Nematov, o que é mais do que muitos recebem.
Em resumo
MercadoAkmal Nematov colocado na lista de transferências
106 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Metallurg perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
O mais difícil de ter 17 anos numa equipa principal é que ninguém perdoa nada. Ulugbek Nematov não precisou: 7.86, e parecia o homem mais à vontade no relvado.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Timur Hasanov e o Metallurg acertam mais 2 anos.
Aziz Tukhtasinov lesiona os ligamentos do joelho — 42 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 42 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 19 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
O mais difícil de ter 17 anos numa equipa principal é que ninguém perdoa nada. Ulugbek Nematov não precisou: 7.93, e parecia o homem mais à vontade no relvado.
Há uma idade a partir da qual toda a boa tarde é descrita como uma recordação do passado, o que é injusto e também exato. 7.87 aos 33, e ninguém no campo esteve melhor.
Há um calor muito próprio que um estádio guarda para um jovem de 23 anos que sente como seu. Otabek Suyunov tem-no agora, e tudo o que fizer no resto do tempo aqui será medido contra a boa vontade que lhe deram de graça.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Ulugbek Nematov. 2‑0 sobre o Bunyodkor, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
Cabeceamentos, cortes, desarmes, interceções: 20 no total, e nem um golo às suas costas. Daquelas exibições que nunca entram nos melhores momentos e ganham jogos.
Há uma impotência muito própria em sofrer 2 vezes antes do minuto vinte. O Bunyodkor tentou reorganizar-se, o Metallurg não deixou, e o resultado estava escrito muito antes de ser confirmado.
MercadoBobur Nematov colocado na lista de transferências
981Edição
O Arauto de Metallurg
15/05/2045
Do nosso correspondente de futebolOtimismo
Plantel15/05/2045
Aziz Tukhtasinov lesiona os ligamentos do joelho — 49 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 49 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 26 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Islom Fayzullaev será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Metallurg as despedidas começaram em silêncio.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Metallurg podem fingir não ter ouvido.
Jogo13/05/2045
O Metallurg torna a sua casa um sítio difícil de visitar
12 sem derrota no seu relvado. O campo não mudou; a bancada sim — mais barulhenta mais cedo e mais rápida a perceber quando o adversário preferia estar noutro lado.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Aziz Tukhtasinov lesiona os ligamentos do joelho — 56 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 56 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 33 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Metallurg podem fingir não ter ouvido.
A direcção pôs dinheiro em cima da mesa em vez de uma palavra de incentivo. O que lhe acontece a partir de agora é problema de outro, e trabalho de outro.
Aziz Tukhtasinov lesiona os ligamentos do joelho — 63 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 63 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 40 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Rustam Shomurodov produziu-o, e o 8.15 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O Metallurg pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.
Jogo29/04/2045
O Metallurg torna a sua casa um sítio difícil de visitar
11 sem derrota no seu relvado. O campo não mudou; a bancada sim — mais barulhenta mais cedo e mais rápida a perceber quando o adversário preferia estar noutro lado.
Aos 23 anos é cantado por pessoas com o dobro da idade, um carinho que um reforço demora anos a merecer e que um miúdo da casa recebe por aparecer. É também a coisa mais difícil de corresponder no futebol.
Notas dos jogadoresOdil Suyunov jogou uma tarde diferente da de toda a gente
978Edição
O Arauto de Metallurg
24/04/2045
Do nosso correspondente de futebolEstável
Plantel24/04/2045
Aziz Tukhtasinov lesiona os ligamentos do joelho — 70 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 70 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 47 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
10 jogos sem perder em casa. As equipas visitantes chegam já a falar do ambiente, o que costuma ser sinal de que perderam meio jogo antes do pontapé de saída.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Sardor Shomurodov, e o treinador deixou.
MercadoMirzo Ismailov colocado na lista de transferências
977Edição
O Arauto de Metallurg
17/04/2045
Do nosso correspondente de futebolEstável
Plantel17/04/2045
Aziz Tukhtasinov lesiona os ligamentos do joelho — 77 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 77 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 54 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Islom Fayzullaev será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Metallurg as despedidas começaram em silêncio.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Metallurg podem fingir não ter ouvido.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Otabek Suyunov, e o treinador deixou.
Notas dos jogadoresOdil Suyunov encarou-os todo o jogo
976Edição
O Arauto de Metallurg
10/04/2045
Do nosso correspondente de futebolOtimismo
Plantel10/04/2045
Aziz Tukhtasinov lesiona os ligamentos do joelho — 84 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 84 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
O Sogdiana segue em frente e o Metallurg vai para casa, com um 1‑2 a decidir tudo. O balneário vai agora dizer que a prioridade é o campeonato, porque é isso que os balneários dizem.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 61 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Cabeceamentos, cortes, desarmes, interceções: 24 no total, e nem um golo às suas costas. Daquelas exibições que nunca entram nos melhores momentos e ganham jogos.
9 jogos sem perder em casa. As equipas visitantes chegam já a falar do ambiente, o que costuma ser sinal de que perderam meio jogo antes do pontapé de saída.
Aziz Tukhtasinov lesiona os ligamentos do joelho — 91 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 91 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 68 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
2 à frente e em controlo total, e acabou com o Obod como a equipa mais feliz. Não há versão desta tarde que o Metallurg goste de rever.
Notas dos jogadores03/04/2045
Ulugbek Nematov, 17 anos, joga como se cá estivesse há anos — 8.07
Um 8.07 significa uma coisa ao lado do nome de um jogador de vinte e nove anos e algo completamente diferente ao lado do de um de 17. Ninguém no estádio precisou que lhe explicassem.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Metallurg coisas que levam mais de uma semana a retirar.
A direção respondeu com dinheiro em vez de incentivo, que é a única resposta que um treinador quer ouvir. Gastá-lo bem passa a ser problema exclusivamente dele.
“O treinador não usou muitas palavras, e não precisou delas.” Amir Hasanov tem a sua resposta do Metallurg; o que fizer com ela é a história da próxima janela.
Em resumo
Notas dos jogadoresNinguém conseguiu chegar a Otabek Suyunov
DireçãoA formação do Metallurg continua a produzir
Aziz Tukhtasinov lesiona os ligamentos do joelho — 98 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 98 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 75 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Há um calor muito próprio que um estádio guarda para um jovem de 17 anos que sente como seu. Ulugbek Nematov tem-no agora, e tudo o que fizer no resto do tempo aqui será medido contra a boa vontade que lhe deram de graça.
Jogo25/03/2045
O Metallurg torna a sua casa um sítio difícil de visitar
8 sem derrota no seu relvado. O campo não mudou; a bancada sim — mais barulhenta mais cedo e mais rápida a perceber quando o adversário preferia estar noutro lado.
Cabeceamentos, cortes, desarmes, interceções: 18 no total, e nem um golo às suas costas. Daquelas exibições que nunca entram nos melhores momentos e ganham jogos.
Notas dos jogadoresOtabek Suyunov encarou-os todo o jogo
973Edição
O Arauto de Metallurg
20/03/2045
Do nosso correspondente de futebolEstável
Plantel20/03/2045
Aziz Tukhtasinov lesiona os ligamentos do joelho — 105 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 105 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 82 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Metallurg ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Metallurg podem fingir não ter ouvido.
Notas dos jogadoresOtabek Suyunov encarou-os todo o jogo
972Edição
O Arauto de Metallurg
13/03/2045
Do nosso correspondente de futebolEstável
Plantel13/03/2045
Aziz Tukhtasinov lesiona os ligamentos do joelho — 112 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 112 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 89 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Aos 18 anos é cantado por pessoas com o dobro da idade, um carinho que um reforço demora anos a merecer e que um miúdo da casa recebe por aparecer. É também a coisa mais difícil de corresponder no futebol.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 96 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Os centrais têm licença para subir duas vezes por época e são julgados pelo que fazem quando lá chegam. Shohruh Masharipov marcou, foi avaliado com 7.47 e voltou antes de alguém dar pela falta.
A direção prendeu por mais tempo o homem do banco, e isso diz mais do que qualquer comunicado de apoio. A estabilidade promete-se com facilidade e mantém-se a peso de ouro.
Jogo04/03/2045
Não se vê o fim da espera do Metallurg por uma vitória
Já são 4 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Metallurg tem de arrancar um resultado de algum lado.
Direção06/03/2045
9 jogadores da formação recebem número de equipa principal no Metallurg
A manhã em que o percurso deixa de ser um folheto e passa a ser uma ficha de jogo. A maioria não estará cá daqui a três anos; todos já fizeram a parte difícil, que era chegar a hoje.
Os clubes gastam fortunas à procura de jogadores e de vez em quando encontram um ao fundo do corredor. Jaloliddin Masharipov é isso, e a receção na sua primeira aparição será de outra natureza que a de qualquer reforço.
Não há verba, não há apresentação, não há empresário na escadaria. Timur Hasanov está neste clube desde miúdo e faz agora parte, formalmente, do plantel principal — o que, para um leitor local, vale mais do que qualquer contratação.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 103 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Otabek Suyunov, e o treinador deixou.
Ninguém no Metallurg dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 110 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Metallurg ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 117 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Islom Fayzullaev treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Em resumo
PlantelRustam Abdullaev tornou-se um homem de confiança do treinador
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 124 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Islom Shomurodov e o Metallurg acertam mais 3 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.