Moss U20

8 Nov 2026
Domingo
Processo
14 Edição

O Arauto de Moss

02/11/2026
Do nosso correspondente de futebol Estável

Notas dos jogadores

Os dois de Oscar Aga — 8.82

2 golos, e o segundo foi o que fechou o jogo. Nota de 8.82, e com mais sorte ao primeiro poste teria tido um terceiro.

Mercado

Markus Welinder está de saída

Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Moss ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.

Jogo

Moss despacha o Åsane

Três pontos para o Moss: um 3‑1 diante do Åsane num duelo decidido por pormenores.

Direção

Em Moss, 128% das receitas vão para salários

Todos os clubes de futebol pagam aos jogadores a maior parte do que recebem. Pagar-lhes quase tudo é outro arranjo, e acabou da mesma maneira todas as vezes que alguém tentou.

Notas dos jogadores

Um daqueles dias de Martin Palumbo

Todos suspeitavam que havia esta versão dele lá dentro, e aqui está a prova. 8.20, e nem uma objeção no estádio.

O banco

Um Stefan Hauge satisfeito

“O mérito é dos jogadores. Hoje o meu trabalho foi fácil.” Não foi, e toda a gente na sala o sabia; depois do 3‑1, Stefan Hauge podia dar-se ao luxo de ser generoso.

Direção

Aperta-se o cinto no Moss

As contas estão a ser lidas com mais atenção do que os resultados. Salários antes de ambição é a ordem do dia, e o treinador já foi informado.

Plantel

A braçadeira sai do braço de Lars Markmanrud

Moss vão explicá-lo como uma decisão de equipa, e talvez seja. Um balneário nunca leu isso assim, nem uma vez.

O banco

Patrik Andersen ouve do treinador

«Aqui ninguém está acima de levar um raspanete.» Não se disse nenhum nome, mas o balneário sabe contar, e quem estava a ouvir também.

Em resumo

Edições anteriores
13 Edição

O Arauto de Moss

26/10/2026
Do nosso correspondente de futebol Inquietação

Jogo

A espera do Moss continua

Já são 4 jogos sem vencer, e o estádio ganhou aquele silêncio especial de quem espera o pior. Um 1-0 feio curava quase tudo; é isso que enlouquece.

Jogo

Os golos abandonaram o Moss

4 jogos, nenhum golo e um centro de treinos que já tentou tudo. Vai acabar — as secas acabam sempre — mas ninguém no Moss sabe dizer em que semana.

Plantel

Uma zanga por causa do esforço no Moss

Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Sigurd Grønli estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.

O banco

Uma promessa cumprida a Thomas Klemetsen Jakobsen

Não dá grande título e é a razão por que os jogadores acreditam na promessa seguinte. O Moss disse a Thomas Klemetsen Jakobsen que algo iria acontecer e aconteceu, o que nesta indústria já passa por notável.

O banco

O treinador faz de Robert Marcus um exemplo

«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.

Notas dos jogadores

Lars Markmanrud encarou-os todo o jogo

Dribles concretizados: 14. Pelo minuto setenta aparece no rosto de um lateral um desespero muito próprio, e ali estava ele.

O banco

Stefan Hauge: “Temos de ser melhores”

“Não é o fim do mundo e não chega. As duas coisas são verdade.” O treinador, depois de um empate por 0‑0, disse a coisa honesta e foi dizê-la outra vez lá dentro.

Jogo

Ponto ganho ou dois perdidos para o Moss?

Noventa minutos, zero golos, e a discussão começou antes de o parque de estacionamento esvaziar: um ponto somado ou dois deitados fora contra o Egersund? Na quinta-feira ainda vai haver quem discuta.

O banco

Quando importa, Robert Marcus joga

Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.

Em resumo

12 Edição

O Arauto de Moss

19/10/2026
Do nosso correspondente de futebol Crise

O banco

Jonathan Harveg guarda os recibos

“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O Moss pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.

Plantel

Jamiu Musbaudeen é melhor futebolista do que era

Não é uma fase — é um salto a sério, mantido durante meses. Aos 22 anos faz a este nível coisas que não fazia no início da época, e a equipa técnica dir-lhe-á exatamente quais.

Jogo

Os golos abandonaram o Moss

3 jogos, nenhum golo e um centro de treinos que já tentou tudo. Vai acabar — as secas acabam sempre — mas ninguém no Moss sabe dizer em que semana.

Notas dos jogadores

Sigurd Grønli estava imparável

Dribles concretizados: 20. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.

Plantel

Uma zanga por causa do esforço no Moss

Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Sigurd Grønli estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.

Jogo

Tarde má para o Moss diante do Kongsvinger

0‑1 para o Kongsvinger, e nenhuma queixa que valha a pena imprimir. A exibição não pediu mais do que aquilo que recebeu.

O banco

O veredicto do treinador

“A culpa é minha. Sou eu que escolho a equipa e escolhi mal.” Os treinadores dizem isto quando o sentem e quando precisam que se veja que o dizem, e depois do 0‑1 Stefan Hauge saiu da sala antes que alguém pudesse perguntar qual dos dois casos era.

O banco

Não há esconderijo para Markus Welinder

“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Markus Welinder, e o treinador deixou.

O banco

Leonardo Rossi é escolhido quando conta

Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Leonardo Rossi está nela.

Em resumo

11 Edição

O Arauto de Moss

12/10/2026
Do nosso correspondente de futebol Estável

Plantel

O salto de Aksel Engesvik é a sério

Aos 22 anos faz esta época coisas que não conseguia fazer na época passada, e fá-las todas as semanas. A forma vai e vem; isto já ficou tempo suficiente para se lhe chamar outra coisa.

Plantel

Os ânimos aquecem no Moss

Sigurd Grønli esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.

Plantel

Uma zanga por causa do esforço no Moss

Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Mikkel Lassen estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.

O banco

Sigurd Prestmo é escolhido quando conta

Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Sigurd Prestmo está nela.

Antevisão

Um reencontro para Edvard Race

Vestiu a outra camisola. No sábado joga contra o Kongsvinger com esta, e tudo o que disser esta semana sobre ser um jogo como os outros será mentira.

O banco

Edvard Race bate à porta do treinador

«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Moss, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.

Mercado

A história de Oscar Aga recusa-se a morrer

Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Oscar Aga assinar alguma coisa — um contrato no Moss ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.

Plantel

Håkon Vold Krohg: “Não sou um suplente”

“Fiz tudo o que me pediram nos treinos e ao sábado não mudou nada.” A queixa mais conhecida do futebol, e uma a que o Moss terá de responder com minutos ou com uma transferência.

Mercado

Markus Welinder deixa correr o contrato

Faltam 3 meses e não há acordo à vista. Cada semana sem assinatura custa dinheiro ao Moss.

Em resumo

10 Edição

O Arauto de Moss

05/10/2026
Do nosso correspondente de futebol Crise

Mercado

Markus Welinder está de saída

Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Moss ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.

Plantel

Troca de palavras no Moss

Martin Palumbo e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.

Plantel

Jonathan Harveg é melhor futebolista do que era

Não é uma fase — é um salto a sério, mantido durante meses. Aos 17 anos faz a este nível coisas que não fazia no início da época, e a equipa técnica dir-lhe-á exatamente quais.

Direção

Aperta-se o cinto no Moss

As contas estão a ser lidas com mais atenção do que os resultados. Salários antes de ambição é a ordem do dia, e o treinador já foi informado.

Plantel

Palavras no treino do Moss sobre quem trabalha

Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Sigurd Grønli está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.

Direção

Os salários levam 147% do que Moss recebem

Há um número a partir do qual uma massa salarial deixa de ser ambiciosa e passa a ser a razão de mais nada ser possível, e este clube chegou lá. Não sobra nada para um reforço, para uma bancada ou para uma tarde de chuva.

Jogo

Tarde má para o Moss diante do Lyn

0‑2 para o Lyn, e nenhuma queixa que valha a pena imprimir. A exibição não pediu mais do que aquilo que recebeu.

Plantel

No Moss ainda são estranhos uns para os outros

9 reforços numa só janela. Cada um pode ser uma melhoria e a equipa pode ainda assim ser pior durante uns tempos, que é a parte de uma reconstrução de que os veredictos nunca falam.

O banco

A vista do banco

“Vamos analisar, vamos aprender com isto, e vamos outra vez.” As três frases que todos os treinadores guardam para uma derrota por 0‑2, ditas por Stefan Hauge a uma sala que já as tinha ouvido.

Em resumo

9 Edição

O Arauto de Moss

28/09/2026
Do nosso correspondente de futebol Crise

Plantel

Os ânimos aquecem no Moss

Mathias Enger Eriksen esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.

Jogo

Moss fica aquém diante do Aalesund

O Aalesund levou os pontos após um 0‑1 que será difícil de explicar nas bancadas.

Plantel

Uma zanga por causa do esforço no Moss

Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Mikkel Lassen estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.

Notas dos jogadores

Ninguém conseguiu chegar a Robin Hermanstad

Dribles concretizados: 17. Cada vez que recebia, alguém tinha de decidir, e todas as vezes a decisão foi a errada.

O banco

A vista do banco

“Vamos analisar, vamos aprender com isto, e vamos outra vez.” As três frases que todos os treinadores guardam para uma derrota por 0‑1, ditas por Stefan Hauge a uma sala que já as tinha ouvido.

Plantel

O melhor da divisão no último fim de semana foi um jogador do Moss

É uma honra pequena e não é coisa nenhuma: alguém viu todos os jogos da divisão e decidiu que Oscar Aga foi o melhor de qualquer um deles.

O banco

Quando importa, Robert Marcus joga

Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.

Mercado

A história de Martin Palumbo recusa-se a morrer

Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Martin Palumbo assinar alguma coisa — um contrato no Moss ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.

O banco

O plano não tinha lugar para Markus Welinder

Ninguém no Moss sugere que esteja em má fase. O treinador quis simplesmente outras qualidades para noventa minutos concretos, e contra isso um jogador não pode treinar nada.

Em resumo

8 Edição

O Arauto de Moss

21/09/2026
Do nosso correspondente de futebol Otimismo

Plantel

Um dia que Oscar Aga não vai esquecer

4 golos num só jogo. O primeiro foi bem apontado, o segundo com fome, e ao terceiro a bancada já só esperava que a bola lhe chegasse.

Jogo

Moss cumpre diante do Raufoss

Um 5‑4 sobre o Raufoss, conquistado e não oferecido, e o tipo de tarde que manda toda a gente para casa a falar da próxima semana em vez desta.

Plantel

Troca de palavras no Moss

Mathias Enger Eriksen e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.

Jogo

Ninguém conseguiu parar de marcar

9 golos. Os dois bancos passaram a segunda parte a olhar um para o outro mais do que para o relvado. Os puristas vão queixar-se do Moss e do Raufoss por igual; os restantes divertiram-se imenso.

Direção

O Moss antecipa-se ao mercado e tira Simo Lampinen-Skaug ao Stromsgodset

O Stromsgodset vai continuar a utilizá-lo até junho e não receberá nada por ele depois. Simo Lampinen-Skaug pré-acordou a mudança para o Moss, e os únicos que perdem nesse arranjo são os que deixaram o contrato correr.

Plantel

Uma zanga por causa do esforço no Moss

Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Mikkel Lassen estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.

Notas dos jogadores

Martin Palumbo jogou uma tarde diferente da de toda a gente

8.04. Há exibições que um adepto descreve a quem não esteve lá e não consegue transmitir; esta foi uma, e o número também não ajuda.

O banco

O treinador ainda não acabou de esquecer o erro de Oscar Aga

Em público está ultrapassado para toda a gente. Não está para quem faz a equipa, e o único sítio onde isso se vê é uma ficha de jogo. Vai ter outra oportunidade: vai tê-la num jogo que importe menos.

Notas dos jogadores

O erro de Oscar Aga decide

Dez homens e um guarda-redes atrás dele, e ainda assim acabou na rede. Soube-o antes de lho dizerem, e no Moss ninguém teve de o fazer.

Em resumo

7 Edição

O Arauto de Moss

14/09/2026
Do nosso correspondente de futebol Estável

Plantel

Palavras no treino do Moss sobre quem trabalha

Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Sigurd Grønli está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.

Jogo

Moss fica aquém diante do Sogndal

O Sogndal levou os pontos após um 1‑2 que será difícil de explicar nas bancadas.

O banco

Mathias Enger Eriksen ouve do treinador

«Aqui ninguém está acima de levar um raspanete.» Não se disse nenhum nome, mas o balneário sabe contar, e quem estava a ouvir também.

O banco

Uma promessa cumprida a Kristian Strande

Não dá grande título e é a razão por que os jogadores acreditam na promessa seguinte. O Moss disse a Kristian Strande que algo iria acontecer e aconteceu, o que nesta indústria já passa por notável.

O banco

Stefan Hauge enfrenta as perguntas

“Hoje não fomos suficientemente bons e não vou enfeitar isto.” Stefan Hauge depois do 1‑2, no tom de quem sabe qual é a pergunta seguinte e não tenciona responder-lhe.

Notas dos jogadores

Thomas Klemetsen Jakobsen passa por eles um de cada vez

Dribles concretizados: 12. Havia sempre um defesa à frente dele, e nunca houve um defesa à frente dele por muito tempo.

O banco

William Kvale é escolhido quando conta

Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que William Kvale está nela.

Antevisão

Edvard Race defronta o antigo clube

Segue-se o Raufoss, e há um homem no balneário do Moss que conhece o centro de treinos deles melhor do que o seu. A receção vai dizer-lhe o que pensavam dele.

Mercado

A história de Oscar Aga recusa-se a morrer

Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Oscar Aga assinar alguma coisa — um contrato no Moss ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.

Em resumo

6 Edição

O Arauto de Moss

07/09/2026
Do nosso correspondente de futebol Estável

Mercado

Só falta a fotografia para Markus Welinder

Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Markus Welinder será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Moss as despedidas começaram em silêncio.

Direção

Rasmus Christiansen vai juntar-se ao Moss a custo zero

A papelada fica pronta muito antes do jogador. Rasmus Christiansen acertou vir quando o contrato atual terminar, o que significa que o Moss substituiu um orçamento de verão por um telefonema.

Plantel

Uma zanga por causa do esforço no Moss

Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Sigurd Grønli estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.

Plantel

10 caras novas e o Moss ainda se está a conhecer

Um plantel reconstruído num único mercado paga-o numa moeda que ninguém orça. O futebol não é pior do que a soma dos jogadores: é pior do que a soma dos jogadores que já jogaram juntos.

Direção

Moss a fazer contas

As contas são de leitura incómoda. Primeiro os salários, depois a ambição: é essa a ordem no Moss.

Plantel

O Moss tira a braçadeira a Kristoffer Lassen Harrison

Será explicado como uma mudança pela equipa, e até pode ser. Ninguém que já usou uma acredita nisso, e o homem a quem acabaram de a tirar também não.

O banco

Kristoffer Lassen Harrison bate à porta do treinador

“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Kristoffer Lassen Harrison treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.

Plantel

Uma promoção para Martin Palumbo

Nem contrato novo nem número novo: um lugar novo na cabeça do treinador, que é a única promoção no futebol que conta de verdade. Martin Palumbo subiu nela.

O banco

Leonardo Rossi é escolhido quando conta

Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Leonardo Rossi está nela.

Em resumo

5 Edição

O Arauto de Moss

31/08/2026
Do nosso correspondente de futebol Otimismo

Mercado

Kristoffer Lassen Harrison entrega um pedido por escrito

«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Moss podem fingir não ter ouvido.

Direção

O Moss vai perder Michee Mayonga de graça

Não há pior forma de perder um futebolista. Michee Mayonga pré-acordou a saída, o que significa que cada jogo daqui até junho é feito por um homem que o clube já não pode vender, e alguém lá em cima vai ter de explicar como se chegou aqui.

Alvos de mercado

O Luzern avisa o Moss: Renato Embolo não está à venda

A abordagem foi feita e a resposta veio numa frase. Não há número em cima da mesa porque não havia número que chegasse.

O banco

O treinador faz de Thomas Klemetsen Jakobsen um exemplo

«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.

Jogo

Moss despacha o IK Start

Três pontos para o Moss: um 1‑0 diante do IK Start num duelo decidido por pormenores.

Plantel

Palavras no treino do Moss sobre quem trabalha

Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Mikkel Lassen está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.

Notas dos jogadores

Oscar Aga fica com as honras

Nota 7.63 numa tarde que correu do primeiro ao último apito. Falhasse o que falhasse ao Moss, o melhor em campo era deles.

O banco

Um Stefan Hauge satisfeito

“O mérito é dos jogadores. Hoje o meu trabalho foi fácil.” Não foi, e toda a gente na sala o sabia; depois do 1‑0, Stefan Hauge podia dar-se ao luxo de ser generoso.

O banco

Thomas Klemetsen Jakobsen fica de fora por razões táticas no Moss

O desenho queria outro perfil frente a este adversário, o que é uma resposta futebolística a sério e nenhum consolo para o visado. Não fez nada de errado e não jogou.

Em resumo

4 Edição

O Arauto de Moss

24/08/2026
Do nosso correspondente de futebol Crise

Jogo

Moss eliminado da taça

O Bodo/Glimt fechou tudo por 0‑1. A época reduz-se ao campeonato, e no estádio já se sabia muito antes do apito final.

Plantel

Palavras no treino do Moss sobre quem trabalha

Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Sigurd Grønli está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.

Alvos de mercado

O Viking avisa o Moss: Ola Visted não está à venda

A abordagem foi feita e a resposta veio numa frase. Não há número em cima da mesa porque não havia número que chegasse.

Jogo

Ranheim leva os pontos ao Moss

Derrota por 0‑2, e justa. O treinador foi curto nas palavras no final, o que provavelmente foi sensato.

Plantel

Jonathan Harveg em bate-boca com um colega

Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Moss coisas que levam mais de uma semana a retirar.

O banco

Stefan Hauge responde por isto

“Os adeptos têm todo o direito de estar zangados. Eu também estou. Vamos corrigir isto.” 0‑2, um treinador a dizer as coisas necessárias, e um balneário que ouviu outra versão delas.

Plantel

Esta liga é pequena para Martin Palumbo

Faz aos sábados coisas a que ninguém à sua volta consegue responder: durante uma temporada é lisonjeiro e depois é um problema. O Moss não o segura a fingir o contrário.

O banco

Markus Welinder ouve do treinador

«Aqui ninguém está acima de levar um raspanete.» Não se disse nenhum nome, mas o balneário sabe contar, e quem estava a ouvir também.

Notas dos jogadores

Thomas Klemetsen Jakobsen encarou-os todo o jogo

Dribles concretizados: 14. Pelo minuto setenta aparece no rosto de um lateral um desespero muito próprio, e ali estava ele.

Em resumo

3 Edição

O Arauto de Moss

17/08/2026
Do nosso correspondente de futebol Otimismo

Mercado

O Moss faz de Martin Palumbo o nome mais caro da sua história

$4.8M. Valores assim compram um futebolista e alugam um debate: cada toque será medido contra o número durante pelo menos uma época.

Jogo

Moss segue em frente na taça

Vitória por 2‑1 sobre o Lyn, e pela primeira vez em muito tempo o sorteio da próxima ronda vê-se com algum interesse.

Notas dos jogadores

Bis, e a tarde é de Oscar Aga — 8.57

Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Oscar Aga produziu-o, e o 8.57 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.

Notas dos jogadores

Sigurd Prestmo, 19 anos, joga como se cá estivesse há anos — 7.85

Um 7.85 significa uma coisa ao lado do nome de um jogador de vinte e nove anos e algo completamente diferente ao lado do de um de 19. Ninguém no estádio precisou que lhe explicassem.

Direção

O prazo passa com 3 contratações e 3 saídas

Está feito o negócio no Moss até o mercado voltar a abrir. Se chegou, responde-se aos sábados e não numa coluna, e o primeiro sábado está perto.

Mercado

Moss recusa o Mjondalen por Jerry Ogbole

A proposta ficou longe e foi recusada quase sem discussão. Se a segunda for recusada com a mesma rapidez já é outra conversa.

Direção

Moss volta à direção por Dennis Torp-Helland

O valor aprovado não chegava. A direção foi consultada de novo e subiu a sua própria proposta para $22.2K — um clube que quer Dennis Torp-Helland ao ponto de perguntar duas vezes.

Plantel

Um desentendimento no Moss

Mathias Enger Eriksen e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.

Alvos de mercado

O Moss recua perante o preço de Dennis Torp-Helland

O Ranheim queria mais do que $22.0K e a direção não foi por aí. Levantou-se da mesa, por agora, o que em pleno mercado quer dizer até alguém pestanejar.

Em resumo

2 Edição

O Arauto de Moss

10/08/2026
Do nosso correspondente de futebol Crise

Alvos de mercado

Verba fechada, faltam as condições de Martin Palumbo

O Moss e o Avellino acertaram em $4.8M. O resto pertence ao jogador e ao empresário, e um adepto que já viu uma destas sabe que ainda não é altura de comprar a camisola.

Mercado

Markus Welinder está de saída

Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Moss ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.

Notas dos jogadores

Subiu ao canto e Lars Markmanrud resolveu — 7.42

Os centrais têm licença para subir duas vezes por época e são julgados pelo que fazem quando lá chegam. Lars Markmanrud marcou, foi avaliado com 7.42 e voltou antes de alguém dar pela falta.

Direção

Markus Welinder aceitou deixar o Moss a custo zero

Vai jogar aqui até ao verão e depois sair pela porta de graça, tendo já assinado noutro lado. Os adeptos aguentam a primeira parte desta frase; é com a segunda que vão ter dificuldade.

Plantel

Mathias Enger Eriksen assina renovação

«Nunca quis estar noutro sítio. Ainda há trabalho por acabar aqui.» Mathias Enger Eriksen compromete-se com o Moss por mais 2 anos.

Plantel

Os ânimos aquecem no Moss

Mathias Enger Eriksen esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.

Alvos de mercado

Caro demais: o Moss desiste de Vetle Auklend

$360.0K era o máximo que o clube pagaria, e o Viking pedia mais. Negócios destes ressuscitam na última semana do mercado mais ou menos metade das vezes, e todos os envolvidos o sabem.

Jogo

Moss fica aquém diante do Lillestrom

O Lillestrom levou os pontos após um 2‑3 que será difícil de explicar nas bancadas.

Mercado

Mjondalen entra na fila por Jerry Ogbole

Mais um nome na lista: o Mjondalen fez a pergunta que todo o futebol anda a fazer sobre Jerry Ogbole. A resposta do Moss não mudou — para já.

Em resumo

1 Edição

O Arauto de Moss

03/08/2026
Do nosso correspondente de futebol Crise

Alvos de mercado

O Moss oferece $310.0K por Vetle Auklend

A proposta seguiu esta semana para o Viking, e a resposta é deles. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.

Plantel

Kristian Strande assina renovação

«Nunca quis estar noutro sítio. Ainda há trabalho por acabar aqui.» Kristian Strande compromete-se com o Moss por mais 4 anos.

Plantel

Mathias Enger Eriksen em bate-boca com um colega

Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Moss coisas que levam mais de uma semana a retirar.

Plantel

Palavras no treino do Moss sobre quem trabalha

Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Sigurd Grønli está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.

Alvos de mercado

O Brann avisa o Moss: Julian Lægreid não está à venda

A abordagem foi feita e a resposta veio numa frase. Não há número em cima da mesa porque não havia número que chegasse.

Jogo

Tarde má para o Moss diante do Mjondalen

1‑2 para o Mjondalen, e nenhuma queixa que valha a pena imprimir. A exibição não pediu mais do que aquilo que recebeu.

O banco

O treinador faz de Mathias Enger Eriksen um exemplo

«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.

Plantel

Jamiu Musbaudeen tem a cabeça em casa

«Há manhãs em que acordas e tudo o que conheces continua longíssimo.» Não é o futebol e nunca foi: o Moss lida com um homem que quer outro país.

Mercado

Em Moss ninguém pegou no telefone para Sigurd Grønli

Faltam 49 meses e nem uma palavra de proposta. Um clube que deixa o calendário negociar por si costuma acabar a perder para o calendário.

Em resumo