3 defendidos dos onze metros, e um estádio que vai descrever cada um deles durante vinte anos. Um guarda-redes precisa de uma noite assim numa carreira, e foi esta.
O Olympique de Marseille está fora e o Nimes segue em frente, com um 0‑0 como palavra final. O quadro abre-se um pouco, e toda a gente se permite espreitá-lo.
Dribles concretizados: 22. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
Plantel23/11/2026
Stanis Idumbo desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Lucas Benaducci e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Um penálti é o único momento do futebol em que não há onde esconder-se, e ele não o marcou. O caminho de volta foi longo, e a semana vai ser mais longa ainda.
Em resumo
PlantelNo Nimes ainda são estranhos uns para os outros
Notas dos jogadoresNinguém em campo chegou perto de Paul Pogba
MercadoDiaby Doucouré está livre para procurar outro sítio
Stanis Idumbo e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Paul Pogba estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Keba Sylla está nela.
Nada por escrito e nada em público: uma palavra sobre minutos, dada cara a cara no Nimes. As fichas de jogo do próximo mês dirão se valia a pena tê-la.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Nimes, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
O Nimes fez saber ao mercado que Mouhamed Coulibaly está disponível. O anúncio não traz preço, mas toda a gente do ramo sabe mais ou menos o que lá diz.
A língua chegou, o encolher de ombros foi-se, e discute nos treinos como um homem que conta estar cá para o ano. Nada disto aparece num valor de transferência, e tudo isto aparece no relvado.
Duas horas por semana com um professor, que é a coisa menos glamorosa do Nimes e a que decide se um reforço estrangeiro ainda cá está daqui a dois anos.
O Stade Lavallois vai querer esquecer isto depressa: 3‑0, todos os duelos perdidos e uma viagem longa para casa. O Nimes foi impiedoso como as boas equipas sabem ser.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Paul Pogba produziu-o, e o 8.53 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
Vincent Pirès e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel09/11/2026
Paul Pogba desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«Agradeço os jogos, mas não me fiz futebolista para ser a peça sobresselente de alguém.» Quer estar em Nimes, e 2 jogos em 9 dizem que merece ser ouvido.
Há uma idade a partir da qual toda a boa tarde é descrita como uma recordação do passado, o que é injusto e também exato. 8.34 aos 33, e ninguém no campo esteve melhor.
Uma média de 7.02 numa equipa principal para a qual lhe sobram vários anos de juventude. Nimes têm alguma coisa, e a esta altura o escalão inteiro já reparou.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Stanis Idumbo estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Lucas Benaducci e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Tem 23 anos e o estádio já canta o nome dele, coisa que acontece aos miúdos da terra e quase nunca aos reforços. Tudo a partir daqui se mede contra um carinho que não fez nada para merecer, a não ser ser daqui.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Nimes falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Dribles concretizados: 33. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Nimes coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel26/10/2026
Paul Pogba desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Alan Cardoso, e o treinador deixou.
17 contratações em três meses. Cada uma pode ser uma melhoria e a equipa pode ser pior durante um tempo na mesma, que é a parte de uma reconstrução que nunca aparece nos balanços de mercado.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 27 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Rominigue Kouamé e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Paul Pogba está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Todas as séries acabam numa tarde que alguém tinha dado como rotina. Esta durou 6 jogos, o suficiente para uma cidade ter deixado de contar, e pouco o suficiente para se lembrar exatamente de quem a parou.
Duas equipas do topo da tabela, uma tarde, e um mês de conversa decidido em noventa minutos. O Nimes não vai usar a palavra título esta semana e não vai deixar de a pensar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Othmane Benhamza, e o treinador deixou.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 34 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Noah Nartey estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
A lesão mais comum do futebol e aquela de que mais se volta à pressa. O Nimes vai falar em 14 dias e vai ter cuidado, porque a segunda é sempre pior do que a primeira.
Aos 39 anos, 3 pontos abaixo de onde esteve, e um corpo que começou a cobrar juros. Acontece a todos, e continua a ser o parágrafo mais difícil desta página.
«Agradeço os jogos, mas não me fiz futebolista para ser a peça sobresselente de alguém.» Quer estar em Nimes, e 1 jogos em 5 dizem que merece ser ouvido.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Matías Maidana tem 39 e já não tem nada a provar. O que lhe resta é saber onde se colocar, quando baixar o ritmo e o que dizer ao intervalo, e nada disso aparece num gráfico físico.
Damián Bogado tem 39 e já não tem nada a provar. O que lhe resta é saber onde se colocar, quando baixar o ritmo e o que dizer ao intervalo, e nada disso aparece num gráfico físico.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Nimes, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Nimes falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Não há forma mais cruel de perder um jogo. O Nimes marcou aos 90, o pontapé de saída mal chegou a acontecer, e a bancada visitante ainda estava de pé quando soou o apito.
18 pontos, e o resto da divisão a olhar para cima. Todas as equipas que acabam em primeiro passam a época a fingir que não pensam nisso, e esta começou a fingir.
6 vitórias seguidas mudam a forma como o adversário aquece: mais calado, mais olhares de esguelha. As séries acabam, toda a gente o sabe — mas neste balneário ninguém conta com isso.
Aos 22 anos faz esta época coisas que não conseguia fazer na época passada, e fá-las todas as semanas. A forma vai e vem; isto já ficou tempo suficiente para se lhe chamar outra coisa.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Nimes coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Uma média de 7.00 numa equipa principal para a qual lhe sobram vários anos de juventude. Nimes têm alguma coisa, e a esta altura o escalão inteiro já reparou.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 51 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
3‑0, e a margem não enganou ninguém — aguentava mais um golo ou dois sem protesto. É por tardes assim que as pessoas continuam a vir.
Notas dos jogadores28/09/2026
Stanis Idumbo, 21 anos, joga como se cá estivesse há anos — 8.13
Um 8.13 significa uma coisa ao lado do nome de um jogador de vinte e nove anos e algo completamente diferente ao lado do de um de 21. Ninguém no estádio precisou que lhe explicassem.
Não é uma fase — é um salto a sério, mantido durante meses. Aos 21 anos faz a este nível coisas que não fazia no início da época, e a equipa técnica dir-lhe-á exatamente quais.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Nimes coisas que levam mais de uma semana a retirar.
4 triunfos consecutivos como visitante. As equipas que ganham fora costumam saber defender e contra-atacar, e a tabela começou a refletir o que essas viagens renderam.
Tem 23 anos e o estádio já canta o nome dele, coisa que acontece aos miúdos da terra e quase nunca aos reforços. Tudo a partir daqui se mede contra um carinho que não fez nada para merecer, a não ser ser daqui.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 59 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Os jogos da taça esperam que alguém os agarre, e Jules Kalczynski agarrou este contra o FC Metz. 2‑1 no fim, e no sorteio da próxima ronda está o nome do Nimes.
O mais difícil de ter 19 anos numa equipa principal é que ninguém perdoa nada. Jules Kalczynski não precisou: 8.20, e parecia o homem mais à vontade no relvado.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Noah Nartey estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Há um calor muito próprio que um estádio guarda para um jovem de 21 anos que sente como seu. Stanis Idumbo tem-no agora, e tudo o que fizer no resto do tempo aqui será medido contra a boa vontade que lhe deram de graça.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Nimes falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Aos 33 anos, todas as boas tardes são chamadas de regresso ao passado, e esta foi: 8.16, e ninguém melhor em campo.
Plantel14/09/2026
Noah Nartey desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Aos 20 anos é cantado por pessoas com o dobro da idade, um carinho que um reforço demora anos a merecer e que um miúdo da casa recebe por aparecer. É também a coisa mais difícil de corresponder no futebol.
PlantelDemasiada mudança demasiado depressa no Nimes
O bancoNeste momento há alguém melhor do que João Gonçalves
6Edição
O Arauto de Nimes
07/09/2026
Do nosso correspondente de futebolEstável
Plantel07/09/2026
76 dias de fora para Jared Khasa depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Nimes vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
O prazo passou e o plantel é o plantel. Chegaram 24, saíram 1, e tudo o resto que se imprimiu sobre este clube no último mês foi um rumor que ficou rumor.
Exames médicos, uma assinatura, uma camisola levantada à frente de um painel de patrocinadores. O Nimes fez a parte difícil com o Eintracht Frankfurt, e a parte que falta é a única que os adeptos veem.
As condições foram oferecidas e recusadas. Se foi o salário, a função ou a cidade, no Real Madrid ninguém diz, e no Nimes ninguém gosta de estar a adivinhar.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Nimes coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Braga fica com o seu homem, e o Nimes volta a uma lista com um nome riscado.
O Nimes já telefonou ao KAA Gent. Sem verba, uma parte do salário, e uma camisola a mais na posição em que o plantel esteve mais curto a época inteira.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 83 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
A proposta do CR Belouizdad por Simon Kalambayi foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Rominigue Kouamé está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Perguntou-se ao Eintracht Frankfurt se o emprestaria. Os empréstimos acertam-se depressa ou não se acertam, e este será uma coisa ou outra até ao fim de semana.
92 dias de fora para Jared Khasa depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Nimes vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Jean-Luc Roger produziu-o, e o 8.49 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
O mais difícil de ter 21 anos numa equipa principal é que ninguém perdoa nada. Stanis Idumbo não precisou: 7.89, e parecia o homem mais à vontade no relvado.
Chega um momento em que um clube apoia a sua ambição ou admite que não a tem. O Nimes pagou $2.7M por Telli Siwe, que é a forma mais barulhenta de dizer qual das duas escolheu.
Os clubes tinham acordado e o jogador não. Uma nega, e pública: o Middlesbrough fica com ele, e os adeptos daqui ficam a perguntar-se o que lhe terão dito sobre esta casa.
Plantel24/08/2026
Rominigue Kouamé desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Olympique Lyonnais fica com o seu homem, e o Nimes volta a uma lista com um nome riscado.
99 dias de fora para Jared Khasa depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Nimes vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
O Nimes e o AJ Auxerre acertaram em $2.7M. O resto pertence ao jogador e ao empresário, e um adepto que já viu uma destas sabe que ainda não é altura de comprar a camisola.
Plantel17/08/2026
Uma lesão muscular afasta Pablo Martinez durante 18 dias
Ninguém faz um documentário sobre um isquiotibial e toda a gente nisto o teme. No Nimes vão ter cuidado com a data de regresso, porque a segunda é sempre pior do que a primeira.
O valor aprovado não chegava. A direção foi consultada de novo e subiu a sua própria proposta para $80.1K — um clube que quer Sékou Doucouré ao ponto de perguntar duas vezes.
Rominigue Kouamé e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
O Nimes ofereceu $75.0K; o FC Nantes disse que nem perto. Ao treinador dirão que o dinheiro continua lá para o jogador certo, que é o que se diz aos treinadores.
“Continuamos a reunir-nos, e continuamos a sair da sala com os mesmos números com que entrámos.” Mais uma ronda de conversas no Nimes, mais uma semana sem a assinatura de João Gonçalves.
Em resumo
O bancoO treinador ainda não acabou de esquecer o erro de Ayman Kari
PlantelNo Nimes ainda são estranhos uns para os outros
O Nimes perguntou e o AJ Auxerre disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Os clubes tinham acordado e o jogador não. Uma nega, e pública: o Benevento fica com ele, e os adeptos daqui ficam a perguntar-se o que lhe terão dito sobre esta casa.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Nimes coisas que levam mais de uma semana a retirar.
O Nimes foi ao FC Nantes com uma proposta, e os adeptos foram à internet com uma opinião sobre ela. Se alguma das duas muda alguma coisa, decide o clube vendedor.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Rominigue Kouamé está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Os clubes gastam fortunas à procura de jogadores e de vez em quando encontram um ao fundo do corredor. Paul Mathieu é isso, e a receção na sua primeira aparição será de outra natureza que a de qualquer reforço.
Mercado10/08/2026
Um dos nossos: Jean Faure junta-se à equipa principal do Nimes
Os clubes gastam fortunas à procura de jogadores e de vez em quando encontram um ao fundo do corredor. Jean Faure é isso, e a receção na sua primeira aparição será de outra natureza que a de qualquer reforço.
67 jogos ao longo de 11 épocas e uma só camisola. Já ninguém constrói uma carreira assim de propósito; acontece a certo tipo de jogador em certo tipo de clube.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Nimes coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Rominigue Kouamé está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Braga fica com o seu homem, e o Nimes volta a uma lista com um nome riscado.
Avaliado com 7.73. Pergunte a qualquer pessoa à saída do estádio o que decidiu aquilo e receberá um nome, que é o único prémio que alguma vez contou a sério.