Lewis Ferguson e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Colete de aquecimento, noventa minutos a ver, e um aperto de mão no fim que não enganou ninguém. Os jogos grandes dizem em quem o treinador confia; este disse-o a Igor Jesus.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Callum Hudson-Odoi produziu-o, e o 8.66 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
A versão geral desta queixa é que um jogador quer mais. A versão concreta dá-lhe nome: quer entrar sob os holofotes contra clubes de outros países, e deixou de fingir o contrário.
“Tentei. Tentei mesmo, e todos os dias acordo no sítio errado.” No Nottingham Forest ninguém consegue treinar isso para fora de um homem, e ninguém lá finge que consegue.
Chris Wood esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Murillo está nela.
“Merecemos. Pedi-lhes uma reação e tive-a, e agora quero o mesmo outra vez no sábado.” John Mitchell sobre uma tarde de 3‑0 que lhe agradou mais do que estava disposto a mostrar.
«Disseram-mo com clareza, e prefiro assim.» O treinador de Nottingham Forest foi explícito quanto à situação de Willy Boly, o que é mais do que muitos recebem.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Nottingham Forest, e não vai ser retirado.
É a ambição mais legítima do desporto e a mais difícil de satisfazer para a maioria dos clubes. Ousmane Diomande quer futebol continental; se o Nottingham Forest o consegue oferecer é uma pergunta sobre as próximas duas épocas, não sobre ele.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Matz Sels e o Nottingham Forest acertam mais 2 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Matz Sels esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
“Tentei. Tentei mesmo, e todos os dias acordo no sítio errado.” No Nottingham Forest ninguém consegue treinar isso para fora de um homem, e ninguém lá finge que consegue.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Nottingham Forest, e não vai ser retirado.
“Tentei. Tentei mesmo, e todos os dias acordo no sítio errado.” No Nottingham Forest ninguém consegue treinar isso para fora de um homem, e ninguém lá finge que consegue.
É a ambição mais legítima do desporto e a mais difícil de satisfazer para a maioria dos clubes. Lewis Ferguson quer futebol continental; se o Nottingham Forest o consegue oferecer é uma pergunta sobre as próximas duas épocas, não sobre ele.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Lorenzo Lucca, e o treinador deixou.
Todas as carreiras longas chegam à semana em que se pensa na última. Ele gostava que fosse onde começou, e o Nottingham Forest sabe agora que esse pensamento chegou.
Saiu para defender uma baliza todas as semanas e voltou com 3 jogos, 2 deles sem sofrer. Alguém no Nottingham Forest defendeu este empréstimo no verão passado; agora não o defende ninguém.
“Não é o fim do mundo e não chega. As duas coisas são verdade.” O treinador, depois de um empate por 0‑0, disse a coisa honesta e foi dizê-la outra vez lá dentro.
É a ambição mais legítima do desporto e a mais difícil de satisfazer para a maioria dos clubes. Daniel Muñoz quer futebol continental; se o Nottingham Forest o consegue oferecer é uma pergunta sobre as próximas duas épocas, não sobre ele.
Defender era opcional e ninguém exerceu a opção. 6 golos entre o Nottingham Forest e o Liverpool, e nem um dos que pagaram bilhete vai pedir o dinheiro de volta.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Liam Delap. 4‑2 sobre o Liverpool, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
O painel já tinha subido, os protestos já tinham começado, e então a bola entrou ao minuto 93. O Manchester United vai rever cada segundo do tempo extra durante uma semana.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Lorenzo Lucca produziu-o, e o 8.30 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
«Quero ganhar coisas e gostava de o fazer aqui.» Não se exigiu nada nem se ameaçou nada, mas uma direção como a de Nottingham Forest ouve uma frase destas exatamente como foi construída.
Dribles concretizados: 21. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
Uma média de 7.24 na época, com 11 golos a sustentá-la. Os adversários começaram a planear jogos a pensar nele, que é o elogio mais sincero que o futebol faz.
“Quero jogar por troféus enquanto as pernas mo permitirem.” Nada nessa frase é um pedido de transferência, e ninguém no Nottingham Forest a ouviu como outra coisa.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Callum Hudson-Odoi e o Nottingham Forest acertam mais 4 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Não é uma queixa nem uma exigência: quer jogar futebol europeu, e deixou de o esconder. Se o Nottingham Forest lho pode dar é uma pergunta sobre o clube, não sobre ele.
Lorenzo Lucca e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
A abordagem foi feita e a resposta veio numa frase. Não há número em cima da mesa porque não havia número que chegasse.
Alvos de mercado08/02/2027
O mercado fecha em cima do negócio de Jason Steele
O Nottingham Forest ficou sem tempo com o Brighton. Os papéis estavam abertos quando o prazo passou, e uma transferência que estava quase feita é agora uma transferência que nunca aconteceu.
«Agradeço os jogos, mas não me fiz futebolista para ser a peça sobresselente de alguém.» Quer estar em Nottingham Forest, e 3 jogos em 26 dizem que merece ser ouvido.
Isto não é profundidade de plantel e ninguém finge que seja. Pagaram-se $25.7M porque Lewis Ferguson é simplesmente melhor do que o que já cá estava, e o clube decidiu deixar de esperar.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Nottingham Forest, e não vai ser retirado.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O West Ham United fica com o seu homem, e o Nottingham Forest volta a uma lista com um nome riscado.
Verba acordada, salário acordado, e o Exeter City à espera com uma camisola. No Nottingham Forest ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
2 entradas e 7 saídas, e nenhuma mudança durante meses. O treinador tem o que tem, os adeptos têm a sua opinião sobre isso, e a tabela terá a última palavra.
O Nottingham Forest foi ao Brighton com uma proposta, e os adeptos foram à internet com uma opinião sobre ela. Se alguma das duas muda alguma coisa, decide o clube vendedor.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Crystal Palace fica com o seu homem, e o Nottingham Forest volta a uma lista com um nome riscado.
O Al Ahli não queria vender e o número é a razão por que o fez. $24.4M por Saeed Al Shamsi, e a expectativa que chega com ele não é suavizada por nenhum período de adaptação.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Nottingham Forest perdeu-o em tudo menos nos papéis.
Há tardes em que um guarda-redes é a defesa inteira. 8 defesas, várias do género que ninguém espera ver feitas, e dez jogadores de campo que lhe devem uma bebida.
Há uma versão de cada carreira em que o jogador acaba onde escolheu e não onde o escolheram. Saeed Al Shamsi está a viver essa versão no Nottingham Forest, e costuma notar-se no primeiro mês.
Aos 23 anos é cantado por pessoas com o dobro da idade, um carinho que um reforço demora anos a merecer e que um miúdo da casa recebe por aparecer. É também a coisa mais difícil de corresponder no futebol.
O Nottingham Forest perguntou e o Crystal Palace disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Nottingham Forest perdeu-o em tudo menos nos papéis.
Já são 6 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Nottingham Forest tem de arrancar um resultado de algum lado.
Mais um nome na lista: o PSV fez a pergunta que todo o futebol anda a fazer sobre Ibrahim Sangaré. A resposta do Nottingham Forest não mudou — para já.
6 golos. Os dois bancos passaram a segunda parte a olhar um para o outro mais do que para o relvado. Os puristas vão queixar-se do Nottingham Forest e do Brighton por igual; os restantes divertiram-se imenso.
«Agradeço os jogos, mas não me fiz futebolista para ser a peça sobresselente de alguém.» Quer estar em Nottingham Forest, e 0 jogos em 21 dizem que merece ser ouvido.
O Nottingham Forest foi ao Al Ahli com uma proposta, e os adeptos foram à internet com uma opinião sobre ela. Se alguma das duas muda alguma coisa, decide o clube vendedor.
Já são 5 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Nottingham Forest tem de arrancar um resultado de algum lado.
O valor aprovado não chegava. A direção foi consultada de novo e subiu a sua própria proposta para $11.0M — um clube que quer Ilyas Ansah ao ponto de perguntar duas vezes.
A versão geral desta queixa é que um jogador quer mais. A versão concreta dá-lhe nome: quer entrar sob os holofotes contra clubes de outros países, e deixou de fingir o contrário.
«Disseram-mo com clareza, e prefiro assim.» O treinador de Nottingham Forest foi explícito quanto à situação de Murillo, o que é mais do que muitos recebem.
Metade do calendário jogado, 11.º lugar, 24 pontos somados. Multiplicar por dois é a conta que todos os adeptos já fizeram e a única que ninguém no clube fará em voz alta.
O Nottingham Forest foi ao Aston Villa com uma proposta, e os adeptos foram à internet com uma opinião sobre ela. Se alguma das duas muda alguma coisa, decide o clube vendedor.
O Nottingham Forest foi ao Slavia Prague com uma proposta, e os adeptos foram à internet com uma opinião sobre ela. Se alguma das duas muda alguma coisa, decide o clube vendedor.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Nottingham Forest podem fingir não ter ouvido.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Stoke City fica com o seu homem, e o Nottingham Forest volta a uma lista com um nome riscado.
Não é uma queixa nem uma exigência: quer jogar futebol europeu, e deixou de o esconder. Se o Nottingham Forest lho pode dar é uma pergunta sobre o clube, não sobre ele.
«Dei tudo a isto, mas a minha família não está aqui — e eu também não, na verdade.» A um futebolista corrige-se a má fase. Disto nunca ninguém foi corrigido, e no Nottingham Forest sabem-no.
Recuperou e depois fez alguma coisa com isso, que são dois trabalhos e a razão de o marcador ter o aspeto que tem. 13 ações combinadas e uma nota de 7.15, e nenhuma delas entrará num resumo.
Neco Williams esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
O banco28/12/2026
O veredicto do treinador
“A culpa é minha. Sou eu que escolho a equipa e escolhi mal.” Os treinadores dizem isto quando o sentem e quando precisam que se veja que o dizem, e depois do 1‑2 John Mitchell saiu da sala antes que alguém pudesse perguntar qual dos dois casos era.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Morgan Gibbs-White assinar alguma coisa — um contrato no Nottingham Forest ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
A única versão de ficar de fora contra a qual um jogador não pode argumentar, e a que pior aceita. Outro tem estado melhor e a ficha de jogo di-lo, em público, todas as semanas até mudar.
O banco28/12/2026
Ola Aina tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Nottingham Forest dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Em resumo
Notas dos jogadoresA única coisa que Liam Delap não conseguiu
É a ambição mais legítima do desporto e a mais difícil de satisfazer para a maioria dos clubes. Daniel Muñoz quer futebol continental; se o Nottingham Forest o consegue oferecer é uma pergunta sobre as próximas duas épocas, não sobre ele.
200 vezes com estas cores, com qualquer tempo e sob quatro ou cinco treinadores diferentes. Este tipo de serviço está a desaparecer do futebol sem fazer barulho.
Um ponto arrancado aos 87 minutos vale exatamente um ponto e consideravelmente mais do que isso para um balneário. Esta equipa não para, e essa reputação vale mais do que o resultado.
8 golos e uma média de 7.21 na época têm esse efeito. O espaço que ele costumava encontrar desapareceu; continua a marcar na mesma, que é a marca dos verdadeiros.
«Agradeço os jogos, mas não me fiz futebolista para ser a peça sobresselente de alguém.» Quer estar em Nottingham Forest, e 0 jogos em 17 dizem que merece ser ouvido.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Nottingham Forest, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Aos 35 devia estar a gerir os seus minutos. Em vez disso foi avaliado com 8.17 e pareceu, durante noventa minutos, exatamente o jogador de que toda a gente se lembra.
Já são 3 vitórias seguidas, e a pergunta deixou de ser se a série acaba para passar a ser quem a acaba. Confiança assim não se compra; ganha-se exatamente desta maneira.
Tem 23 anos e o estádio já canta o nome dele, coisa que acontece aos miúdos da terra e quase nunca aos reforços. Tudo a partir daqui se mede contra um carinho que não fez nada para merecer, a não ser ser daqui.
Dribles concretizados: 36. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
A versão geral desta queixa é que um jogador quer mais. A versão concreta dá-lhe nome: quer entrar sob os holofotes contra clubes de outros países, e deixou de fingir o contrário.
“Merecemos. Pedi-lhes uma reação e tive-a, e agora quero o mesmo outra vez no sábado.” John Mitchell sobre uma tarde de 1‑0 que lhe agradou mais do que estava disposto a mostrar.
Aqui não há queixa possível e todos os envolvidos sabem, o que não encurta o caminho até ao banco. A forma é a única moeda do futebol sobre a qual não se pode pedir emprestado.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Os clubes prometem constantemente e o jornal costuma só saber quando falham. Esta foi cumprida, e o balneário notou-o mais depressa do que qualquer adepto.
A versão geral desta queixa é que um jogador quer mais. A versão concreta dá-lhe nome: quer entrar sob os holofotes contra clubes de outros países, e deixou de fingir o contrário.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Nikola Milenković, e o treinador deixou.
“Tentei. Tentei mesmo, e todos os dias acordo no sítio errado.” No Nottingham Forest ninguém consegue treinar isso para fora de um homem, e ninguém lá finge que consegue.
Dribles concretizados: 16. Pelo minuto setenta aparece no rosto de um lateral um desespero muito próprio, e ali estava ele.
O banco30/11/2026
A vista do banco
“Vamos analisar, vamos aprender com isto, e vamos outra vez.” As três frases que todos os treinadores guardam para uma derrota por 1‑3, ditas por John Mitchell a uma sala que já as tinha ouvido.
A única versão de ficar de fora contra a qual um jogador não pode argumentar, e a que pior aceita. Outro tem estado melhor e a ficha de jogo di-lo, em público, todas as semanas até mudar.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Callum Hudson-Odoi assinar alguma coisa — um contrato no Nottingham Forest ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
Jair e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
“O mérito é dos jogadores. Hoje o meu trabalho foi fácil.” Não foi, e toda a gente na sala o sabia; depois do 1‑0, John Mitchell podia dar-se ao luxo de ser generoso.
A ficha de jogo di-lo em público todas as semanas até mudar. A única versão de ficar de fora que um futebolista não consegue contestar, e a que lhe custa mais.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Ryan Yates, e o treinador deixou.
Não é uma queixa nem uma exigência: quer jogar futebol europeu, e deixou de o esconder. Se o Nottingham Forest lho pode dar é uma pergunta sobre o clube, não sobre ele.
Plantel16/11/2026
Lesão muscular e 16 dias de fora para Daniel Muñoz
A lesão mais comum do futebol e aquela de que mais se volta à pressa. O Nottingham Forest vai falar em 16 dias e vai ter cuidado, porque a segunda é sempre pior do que a primeira.
John Victor e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
«Prefiro dizer-lho na cara do que ler no jornal.» A reunião foi pedida pelo jogador, e isso diz quase tudo.
O banco16/11/2026
O treinador ainda não acabou de esquecer o erro de Jair
Em público está ultrapassado para toda a gente. Não está para quem faz a equipa, e o único sítio onde isso se vê é uma ficha de jogo. Vai ter outra oportunidade: vai tê-la num jogo que importe menos.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Nottingham Forest sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Donnell McNeilly fez a conta e não gosta do resultado. Nada corrói um grupo mais depressa, e nenhum clube resolveu isto explicando a um futebolista a estrutura salarial.
Vitória por 2‑2 sobre o Blackpool, um lugar na ronda seguinte e a aritmética silenciosa que todos os adeptos fazem a caminho de casa: quantos faltam até uma final?
3‑0, e a margem não enganou ninguém — aguentava mais um golo ou dois sem protesto. É por tardes assim que as pessoas continuam a vir.
Notas dos jogadores09/11/2026
Donnell McNeilly, 21 anos, joga como se cá estivesse há anos — 8.04
Um 8.04 significa uma coisa ao lado do nome de um jogador de vinte e nove anos e algo completamente diferente ao lado do de um de 21. Ninguém no estádio precisou que lhe explicassem.
Há uma idade a partir da qual toda a boa tarde é descrita como uma recordação do passado, o que é injusto e também exato. 7.95 aos 35, e ninguém no campo esteve melhor.
«Tenho ambições e gostava que o clube as partilhasse.» Ninguém pediu para sair nem foi mandado embora — mas um jogador escolhe essa frase com cuidado, e uma administração ouve-a exactamente como foi pensada.
Dan Ndoye e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Tem 21 anos e o estádio já canta o nome dele, coisa que acontece aos miúdos da terra e quase nunca aos reforços. Tudo a partir daqui se mede contra um carinho que não fez nada para merecer, a não ser ser daqui.
Já são 50 pelo clube, cada um arquivado na memória de alguém com uma data e um resultado. É sobre números assim que os adeptos vão discutir daqui a vinte anos.
«Quero ganhar coisas e gostava de o fazer aqui.» Não se exigiu nada nem se ameaçou nada, mas uma direção como a de Nottingham Forest ouve uma frase destas exatamente como foi construída.
Dribles concretizados: 23. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Donnell McNeilly e o Nottingham Forest acertam mais 4 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Notas dos jogadores02/11/2026
Dan Ndoye jogou uma tarde diferente da de toda a gente
8.06. Há exibições que um adepto descreve a quem não esteve lá e não consegue transmitir; esta foi uma, e o número também não ajuda.
«Disseram-mo com clareza, e prefiro assim.» O treinador de Nottingham Forest foi explícito quanto à situação de Nicolás Domínguez, o que é mais do que muitos recebem.
O banco02/11/2026
O veredicto do treinador
“A culpa é minha. Sou eu que escolho a equipa e escolhi mal.” Os treinadores dizem isto quando o sentem e quando precisam que se veja que o dizem, e depois do 1‑2 John Mitchell saiu da sala antes que alguém pudesse perguntar qual dos dois casos era.
Há um calor muito próprio que um estádio guarda para um jovem de 23 anos que sente como seu. Liam Delap tem-no agora, e tudo o que fizer no resto do tempo aqui será medido contra a boa vontade que lhe deram de graça.
Nicolás Domínguez e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
«Não fui para ficar a ver. Quero voltar ao Nottingham Forest e lutar pelo meu lugar.» 0 jogos em 9 no Northampton Town dizem o resto.
O banco26/10/2026
A vista do banco
“Controlámos o jogo. Houve períodos de que não gostei e vamos vê-los, mas o grupo mostrou-me alguma coisa.” John Mitchell, sobre uma vitória por 2‑0 que já ia a desmontar a caminho da sala de imprensa.
A ficha de jogo di-lo em público todas as semanas até mudar. A única versão de ficar de fora que um futebolista não consegue contestar, e a que lhe custa mais.
O Crystal Palace chega como líder. Uma equipa no topo perde mais ou menos uma vez por mês, e o clube que o consegue ganha uma semana de que se lembra durante um ano.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Nottingham Forest, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Aos 21 anos faz esta época coisas que não conseguia fazer na época passada, e fá-las todas as semanas. A forma vai e vem; isto já ficou tempo suficiente para se lhe chamar outra coisa.
É a ambição mais legítima do desporto e a mais difícil de satisfazer para a maioria dos clubes. Daniel Muñoz quer futebol continental; se o Nottingham Forest o consegue oferecer é uma pergunta sobre as próximas duas épocas, não sobre ele.
Derrota por 0‑1, e justa. O treinador foi curto nas palavras no final, o que provavelmente foi sensato.
O banco19/10/2026
A vista do banco
“Vamos analisar, vamos aprender com isto, e vamos outra vez.” As três frases que todos os treinadores guardam para uma derrota por 0‑1, ditas por John Mitchell a uma sala que já as tinha ouvido.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Murillo. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Ousmane Diomande e o Nottingham Forest acertam mais 5 anos.
Aos 24 a evolução devia ter acabado. Não acabou: 3 pontos acima da marca do início do ano, o que acontece aos jogadores que levam a sério as partes aborrecidas do ofício.
A versão geral desta queixa é que um jogador quer mais. A versão concreta dá-lhe nome: quer entrar sob os holofotes contra clubes de outros países, e deixou de fingir o contrário.
7 reforços numa só janela. Cada um pode ser uma melhoria e a equipa pode ainda assim ser pior durante uns tempos, que é a parte de uma reconstrução de que os veredictos nunca falam.
Segue-se o Liverpool, e há um homem no balneário do Nottingham Forest que conhece o centro de treinos deles melhor do que o seu. A receção vai dizer-lhe o que pensavam dele.
Não é uma fase — é um salto a sério, mantido durante meses. Aos 23 anos faz a este nível coisas que não fazia no início da época, e a equipa técnica dir-lhe-á exatamente quais.
A versão geral desta queixa é que um jogador quer mais. A versão concreta dá-lhe nome: quer entrar sob os holofotes contra clubes de outros países, e deixou de fingir o contrário.
O golo que pôs o Manchester United na frente ainda passava nos ecrãs do corredor quando o Nottingham Forest empatou, 3 minutos depois. Uma vantagem vale o que se fizer com ela.
5 convocatórias são um elogio ao plantel e uma dor de cabeça para quem o dirige. Vai recebê-los de volta daqui a quinze dias, cansados e em vários estados de conservação.
“Os adeptos têm todo o direito de estar zangados. Eu também estou. Vamos corrigir isto.” 2‑3, um treinador a dizer as coisas necessárias, e um balneário que ouviu outra versão delas.
A capitania foi retirada a Morgan Gibbs-White. O Nottingham Forest vai chamar-lhe uma decisão de equipa; um balneário lê-a como um veredicto sobre um homem.
Em resumo
As bancadasOs holofotes estão em cima de Matz Sels
A versão geral desta queixa é que um jogador quer mais. A versão concreta dá-lhe nome: quer entrar sob os holofotes contra clubes de outros países, e deixou de fingir o contrário.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
«Dei tudo a isto, mas a minha família não está aqui — e eu também não, na verdade.» A um futebolista corrige-se a má fase. Disto nunca ninguém foi corrigido, e no Nottingham Forest sabem-no.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Nottingham Forest coisas que levam mais de uma semana a retirar.
“Vejo todos os jogos do Nottingham Forest daqui. Isso diz tudo sobre onde está a minha cabeça.” O empréstimo no Northampton Town segue o seu curso, mas o coração nunca fez a viagem.
O banco28/09/2026
A vista do banco
“Vamos analisar, vamos aprender com isto, e vamos outra vez.” As três frases que todos os treinadores guardam para uma derrota por 1‑2, ditas por John Mitchell a uma sala que já as tinha ouvido.
Plantel28/09/2026
Um clube mais pequeno assentaria agora a Matz Sels
Já teve barulho que chegue. Se o Nottingham Forest pode ser um sítio mais calmo para ele, ou se a única cura é sair para onde os programas de rádio são mais brandos, decide-se nos próximos meses.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Nottingham Forest falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Nottingham Forest coisas que levam mais de uma semana a retirar.
“Hoje não fomos suficientemente bons e não vou enfeitar isto.” John Mitchell depois do 0‑1, no tom de quem sabe qual é a pergunta seguinte e não tenciona responder-lhe.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Murillo. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
6 tentativas, nenhuma lá dentro. Esteve nos sítios certos a tarde toda, que é a parte difícil, e fez mal a parte fácil: com isso um treinador consegue viver.
A lista é um documento discreto com um significado ruidoso. Ola Aina pode falar com quem perguntar, e no clube toda a gente sabe o que isso quer dizer.
Deslocado, substituído antes da hora, a correr o que é dos outros: Morgan Gibbs-White está farto de ser útil e gostava de ser titular. Em Nottingham Forest sabem, e sabem há semanas.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 24 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
O Nottingham Forest ficou sem tempo com o Derby County. Os papéis estavam abertos quando o prazo passou, e uma transferência que estava quase feita é agora uma transferência que nunca aconteceu.
7 reforços numa só janela. Cada um pode ser uma melhoria e a equipa pode ainda assim ser pior durante uns tempos, que é a parte de uma reconstrução de que os veredictos nunca falam.
O banco14/09/2026
O veredicto do treinador
“Não me vou entusiasmar, e também não os deixo entusiasmar a eles. Foi um bom dia. Virão outros mais difíceis.” John Mitchell foi breve depois da vitória por 2‑1, que é o que os treinadores fazem quando estão contentes.
Outro tem estado melhor, o treinador disse-o com uma ficha de jogo, e não há discussão possível. Vai recuperar a camisola da única maneira que ela se recupera.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Nottingham Forest falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Exames médicos, uma assinatura, uma camisola levantada à frente de um painel de patrocinadores. O Nottingham Forest fez a parte difícil com o Derby County, e a parte que falta é a única que os adeptos veem.
O prazo passou e o plantel é o plantel. Chegaram 3, saíram 11, e tudo o resto que se imprimiu sobre este clube no último mês foi um rumor que ficou rumor.
Todos os plantéis têm um jogo destes para alguém, todas as épocas. Este é o de Morgan Gibbs-White: o clube que o conheceu primeiro, os adeptos que vão decidir no primeiro minuto se aplaudem, e o Nottingham Forest a precisar que ele jogue como se nada disso importasse.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Liam Delap assinar alguma coisa — um contrato no Nottingham Forest ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
Nottingham Forest passaram um mês a tentar colocá-lo e ninguém devolveu a chamada. Treina com um plantel que já lhe disse onde está, e ambos começam a contagem para o seguinte.
O Manchester United voltou a observar Murillo no fim de semana, e desta vez nem se deu ao trabalho de o esconder. Os clubes só deixam de se esconder quando querem que o preço comece a mexer.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 40 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Nottingham Forest podem fingir não ter ouvido.
O Chicago Fire queria mais do que $6.2M e a direção não foi por aí. Levantou-se da mesa, por agora, o que em pleno mercado quer dizer até alguém pestanejar.
O Nottingham Forest perguntou e o Wrexham disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
6 convocatórias são um elogio ao plantel e uma dor de cabeça para quem o dirige. Vai recebê-los de volta daqui a quinze dias, cansados e em vários estados de conservação.
As bancadasAs bancadas também ouviram falar de Murillo
4Edição
A Sentinela de Nottingham Forest
24/08/2026
Do nosso correspondente de futebolCrise
Plantel24/08/2026
50 dias de fora para Xaver Schlager depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Nottingham Forest vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
O Nottingham Forest foi ao Chicago Fire com uma proposta, e os adeptos foram à internet com uma opinião sobre ela. Se alguma das duas muda alguma coisa, decide o clube vendedor.
A perseguição a George Thomason terminou com $5.2M a mudar de mãos e o Wrexham sem razões para dizer que não. Os adeptos julgarão o valor da única maneira que conta: aos sábados.
Há uma versão de cada carreira em que o jogador acaba onde escolheu e não onde o escolheram. George Thomason está a viver essa versão no Nottingham Forest, e costuma notar-se no primeiro mês.
Não é uma queixa nem uma exigência: quer jogar futebol europeu, e deixou de o esconder. Se o Nottingham Forest lho pode dar é uma pergunta sobre o clube, não sobre ele.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Nikola Milenković e o Nottingham Forest acertam mais 4 anos.
59 dias de fora para Xaver Schlager depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Nottingham Forest vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
O Nottingham Forest perguntou e o Aston Villa disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
O West Ham United aceitou o dinheiro. O que o Nottingham Forest ainda não tem é o homem, e entre aqui e a fotografia há uma conversa sobre salários que os dois lados temem.
O Wolverhampton pagou $5.8M e o Nottingham Forest aceitou, o que é a história toda numa frase. A versão longa fala do orçamento salarial e vai ser contada a época inteira.
2 miúdos sobem, e algures no edifício as pessoas que os treinaram aos doze anos estão a ter, em silêncio, a melhor manhã do seu ano de trabalho. Nada disto aparece num resultado, e é para isto que a formação existe.
A formação existe exatamente para esta manhã. Edward King passou por todos os escalões do clube e tem agora um número de equipa principal; os mais orgulhosos do edifício serão os que o treinaram aos doze anos.
Direção17/08/2026
O estádio vai crescer
Os planos estão aprovados para uma lotação de 41893. Decisões destas julgam-se vinte anos depois, por gente que não estava na sala.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 66 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
O Brentford queria mais do que $12.2M e a direção não foi por aí. Levantou-se da mesa, por agora, o que em pleno mercado quer dizer até alguém pestanejar.
“Quero jogar por troféus enquanto as pernas mo permitirem.” Nada nessa frase é um pedido de transferência, e ninguém no Nottingham Forest a ouviu como outra coisa.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Murillo e o Nottingham Forest acertam mais 4 anos.
Mais um nome na lista: o FC Nantes fez a pergunta que todo o futebol anda a fazer sobre John Victor. A resposta do Nottingham Forest não mudou — para já.
A versão geral desta queixa é que um jogador quer mais. A versão concreta dá-lhe nome: quer entrar sob os holofotes contra clubes de outros países, e deixou de fingir o contrário.
«Há manhãs em que acordas e tudo o que conheces continua longíssimo.» Não é o futebol e nunca foi: o Nottingham Forest lida com um homem que quer outro país.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Nottingham Forest coisas que levam mais de uma semana a retirar.
O Nottingham Forest já telefonou ao Arsenal. Sem verba, uma parte do salário, e uma camisola a mais na posição em que o plantel esteve mais curto a época inteira.
A proposta seguiu esta semana para o Brentford, e a resposta é deles. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
«Quero ganhar coisas e gostava de o fazer aqui.» Não se exigiu nada nem se ameaçou nada, mas uma direção como a de Nottingham Forest ouve uma frase destas exatamente como foi construída.
A versão geral desta queixa é que um jogador quer mais. A versão concreta dá-lhe nome: quer entrar sob os holofotes contra clubes de outros países, e deixou de fingir o contrário.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Xaver Schlager e o Nottingham Forest acertam mais 4 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Matz Sels e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.