Noventa minutos de muito pouco e depois tudo de uma vez. O golo chegou aos 88, e o Crystal Palace passou o resto do jogo a reclamar com o árbitro em vez de perseguir a bola.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Nottingham Forest, e não vai ser retirado.
A versão geral desta queixa é que um jogador quer mais. A versão concreta dá-lhe nome: quer entrar sob os holofotes contra clubes de outros países, e deixou de fingir o contrário.
Chris Wood e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Dilane Bakwa, e o treinador deixou.
O banco01/11/2027
O veredicto do treinador
“Não me vou entusiasmar, e também não os deixo entusiasmar a eles. Foi um bom dia. Virão outros mais difíceis.” Joshua Davis foi breve depois da vitória por 2‑1, que é o que os treinadores fazem quando estão contentes.
“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O Nottingham Forest pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.
Dribles concretizados: 15. Havia sempre um defesa à frente dele, e nunca houve um defesa à frente dele por muito tempo.
O banco25/10/2027
A vista do banco
“Não perdemos. Há semanas em que é só isso que se consegue, e prefiro ter o ponto a não o ter.” Joshua Davis escolheu a versão do copo meio cheio do 0‑0; os adeptos saíram com a outra.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Chris Wood está nela.
Plantel25/10/2027
Kanye Bradshaw desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Nottingham Forest sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
As bancadas esperaram por um golo que nunca chegou. O Fulham defendeu com muita gente e levou aquilo que veio buscar, e as duas equipas podiam ainda estar a jogar sem incomodar o marcador.
O Ipswich Town vai querer esquecer isto depressa: 4‑0, todos os duelos perdidos e uma viagem longa para casa. O Nottingham Forest foi impiedoso como as boas equipas sabem ser.
Há um calor muito próprio que um estádio guarda para um jovem de 23 anos que sente como seu. Omari Hutchinson tem-no agora, e tudo o que fizer no resto do tempo aqui será medido contra a boa vontade que lhe deram de graça.
Há uma impotência muito própria em sofrer 2 vezes antes do minuto vinte. O Ipswich Town tentou reorganizar-se, o Nottingham Forest não deixou, e o resultado estava escrito muito antes de ser confirmado.
Jens Petter Hauge e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Esapa Osong está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Quero jogar por troféus enquanto as pernas mo permitirem.” Nada nessa frase é um pedido de transferência, e ninguém no Nottingham Forest a ouviu como outra coisa.
Gustavo Sá esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Esapa Osong está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Basima Balagizi e o Nottingham Forest acertam mais 3 anos.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Stephy Mavididi está nela.
Segue-se o Ipswich Town, e há um homem no balneário do Nottingham Forest que conhece o centro de treinos deles melhor do que o seu. A receção vai dizer-lhe o que pensavam dele.
Emprestados11/10/2027
O empréstimo de Aaron Bott mede-se pelo que não acontece
6 balizas a zeros em 9 jogos no Newport County. É o ofício inteiro de um guarda-redes bem cumprido, e está a ser cumprido muito longe do clube que o detém.
«Quero ganhar coisas e gostava de o fazer aqui.» Não se exigiu nada nem se ameaçou nada, mas uma direção como a de Nottingham Forest ouve uma frase destas exatamente como foi construída.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Matz Sels e o Nottingham Forest acertam mais 2 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
O Nottingham Forest perguntou e o Chelsea disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Esapa Osong está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Xaver Schlager, e o treinador deixou.
O negócio que levaria Ola Aina para o Exeter City caiu na fase final e ele reapresenta-se no Nottingham Forest com um verão para esquecer e uma época inteira para jogar. Ninguém diz quem se levantou da mesa.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Manchester City fica com o seu homem, e o Nottingham Forest volta a uma lista com um nome riscado.
A versão geral desta queixa é que um jogador quer mais. A versão concreta dá-lhe nome: quer entrar sob os holofotes contra clubes de outros países, e deixou de fingir o contrário.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Esapa Osong estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
9 contratações em três meses. Cada uma pode ser uma melhoria e a equipa pode ser pior durante um tempo na mesma, que é a parte de uma reconstrução que nunca aparece nos balanços de mercado.
O negócio que levaria Murillo para o Watford caiu na fase final e ele reapresenta-se no Nottingham Forest com um verão para esquecer e uma época inteira para jogar. Ninguém diz quem se levantou da mesa.
Um negócio que à hora de almoço estava a um telefonema de fechar estava morto à meia-noite. O Nottingham Forest vai tentar outra vez quando o mercado abrir; nessa altura o Derby County pode já não estar a vender.
«Quero ganhar coisas e gostava de o fazer aqui.» Não se exigiu nada nem se ameaçou nada, mas uma direção como a de Nottingham Forest ouve uma frase destas exatamente como foi construída.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Nottingham Forest coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Manchester United fica com o seu homem, e o Nottingham Forest volta a uma lista com um nome riscado.
Dribles concretizados: 19. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
Verba acordada, salário acordado, e o Watford à espera com uma camisola. No Nottingham Forest ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
$58.9M era o máximo que o clube pagaria, e o Liverpool pedia mais. Negócios destes ressuscitam na última semana do mercado mais ou menos metade das vezes, e todos os envolvidos o sabem.
Alvos de mercado06/09/2027
$14.4M põem os clubes de acordo sobre Derry Murkin
O Derby County aceitou o dinheiro. O que o Nottingham Forest ainda não tem é o homem, e entre aqui e a fotografia há uma conversa sobre salários que os dois lados temem.
“Ouvi, pensei, e fico. É essa a história toda.” Os clubes tinham acordado uma verba. Esapa Osong não tinha acordado ir, e afinal era essa a parte que contava.
“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O Nottingham Forest pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.
12 entradas e 26 saídas, e nenhuma mudança durante meses. O treinador tem o que tem, os adeptos têm a sua opinião sobre isso, e a tabela terá a última palavra.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Arsenal fica com o seu homem, e o Nottingham Forest volta a uma lista com um nome riscado.
A perseguição a Jens Petter Hauge terminou com $26.5M a mudar de mãos e o FCSB sem razões para dizer que não. Os adeptos julgarão o valor da única maneira que conta: aos sábados.
“Ouvi, pensei, e fico. É essa a história toda.” Os clubes tinham acordado uma verba. Neco Williams não tinha acordado ir, e afinal era essa a parte que contava.
Exames médicos, uma assinatura, uma camisola levantada à frente de um painel de patrocinadores. O Nottingham Forest fez a parte difícil com o Norwich City, e a parte que falta é a única que os adeptos veem.
Não é uma queixa nem uma exigência: quer jogar futebol europeu, e deixou de o esconder. Se o Nottingham Forest lho pode dar é uma pergunta sobre o clube, não sobre ele.
A proposta seguiu esta semana para o FCSB, e a resposta é deles. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
A proposta seguiu esta semana para o Feyenoord, e a resposta é deles. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
A proposta do Leicester City por Murillo foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
O negócio que levaria Ibrahim Sangaré para o Lincoln City caiu na fase final e ele reapresenta-se no Nottingham Forest com um verão para esquecer e uma época inteira para jogar. Ninguém diz quem se levantou da mesa.
$8.9M era o máximo que o clube pagaria, e o Leeds United pedia mais. Negócios destes ressuscitam na última semana do mercado mais ou menos metade das vezes, e todos os envolvidos o sabem.
O nome de Esapa Osong apareceu em conversas de que o Nottingham Forest não fez parte. Nada formal, nada assinado — mas também nada de acidental.
Direção23/08/2027
7 jogadores da formação sobem à equipa principal do Nottingham Forest
Números de equipa principal entregues a miúdos que os treinadores conhecem desde os doze anos. A maioria não vai lá chegar, e todos já fizeram a parte difícil.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Nottingham Forest podem fingir não ter ouvido.
O Nottingham Forest foi ao Leeds United com uma proposta, e os adeptos foram à internet com uma opinião sobre ela. Se alguma das duas muda alguma coisa, decide o clube vendedor.
O Nottingham Forest perguntou e o Manchester United disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Nottingham Forest coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Esapa Osong estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
A abordagem foi feita e a resposta veio numa frase. Não há número em cima da mesa porque não havia número que chegasse.
Plantel09/08/2027
Dilane Bakwa sofre uma lesão muscular — 14 dias de fora
A lesão que volta sempre, de que se regressa sempre à pressa e que em silêncio custa mais carreiras do que as dramáticas. 14 dias é a estimativa; o número honesto depende de haver paciência.
Plantel09/08/2027
Esapa Osong desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Vejo todos os jogos do Nottingham Forest daqui. Isso diz tudo sobre onde está a minha cabeça.” O empréstimo no Newport County segue o seu curso, mas o coração nunca fez a viagem.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Nottingham Forest, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
«Disseram-mo com clareza, e prefiro assim.» O treinador de Nottingham Forest foi explícito quanto à situação de Ryan Yates, o que é mais do que muitos recebem.
Em resumo
O bancoO treinador ainda não acabou de esquecer o erro de Ben Gannon Doak
A proposta do Reading por Nikola Milenković foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
«Tenho ambições e gostava que o clube as partilhasse.» Ninguém pediu para sair nem foi mandado embora — mas um jogador escolhe essa frase com cuidado, e uma administração ouve-a exactamente como foi pensada.
O Nottingham Forest perguntou e o Manchester City disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Luca Netz, e o treinador deixou.
14 reforços numa só janela. Cada um pode ser uma melhoria e a equipa pode ainda assim ser pior durante uns tempos, que é a parte de uma reconstrução de que os veredictos nunca falam.
«Agradeço os jogos, mas não me fiz futebolista para ser a peça sobresselente de alguém.» Quer estar em Nottingham Forest, e 0 jogos em 5 dizem que merece ser ouvido.
A versão geral desta queixa é que um jogador quer mais. A versão concreta dá-lhe nome: quer entrar sob os holofotes contra clubes de outros países, e deixou de fingir o contrário.
Chris Wood esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Dan Ndoye, e o treinador deixou.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Liverpool fica com o seu homem, e o Nottingham Forest volta a uma lista com um nome riscado.
«Respeito o treinador e não vou ficar aqui a fingir que estou contente.» É a frase mais repetida do futebol e nunca foi o fim de uma história.
Plantel26/07/2027
Esapa Osong desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
A proposta do Bristol City por Ibrahim Sangaré foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Nottingham Forest coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Manchester United fica com o seu homem, e o Nottingham Forest volta a uma lista com um nome riscado.
O nome de Dan Ndoye não para de aparecer nas páginas desportivas alheias. O Nottingham Forest nada diz, o que já diz muito.
O banco19/07/2027
Nicolò Savona tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Nottingham Forest dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Uma conversa no gabinete do treinador, e um compromisso que saiu dela. Promessas assim são baratas de fazer e caras de quebrar, e Chris Wood apontou a data.
Daniel Muñoz fez a conta e não gosta do resultado. Nada corrói um grupo mais depressa, e nenhum clube resolveu isto explicando a um futebolista a estrutura salarial.
A proposta do Rotherham United por Ola Aina foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
A versão geral desta queixa é que um jogador quer mais. A versão concreta dá-lhe nome: quer entrar sob os holofotes contra clubes de outros países, e deixou de fingir o contrário.
«Tenho ambições e gostava que o clube as partilhasse.» Ninguém pediu para sair nem foi mandado embora — mas um jogador escolhe essa frase com cuidado, e uma administração ouve-a exactamente como foi pensada.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Arnaud Kalimuendo e o Nottingham Forest acertam mais 5 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Shae Cahill esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
«Quero ganhar coisas e gostava de o fazer aqui.» Não se exigiu nada nem se ameaçou nada, mas uma direção como a de Nottingham Forest ouve uma frase destas exatamente como foi construída.
“Tentei. Tentei mesmo, e todos os dias acordo no sítio errado.” No Nottingham Forest ninguém consegue treinar isso para fora de um homem, e ninguém lá finge que consegue.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Eric da Silva Moreira e o Nottingham Forest acertam mais 5 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Gustavo Sá e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Um plantel reconstruído num único mercado paga-o numa moeda que ninguém orça. O futebol não é pior do que a soma dos jogadores: é pior do que a soma dos jogadores que já jogaram juntos.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Nottingham Forest podem fingir não ter ouvido.
O Nottingham Forest perguntou e o Sunderland disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Exames médicos, uma assinatura, uma camisola levantada à frente de um painel de patrocinadores. O Nottingham Forest fez a parte difícil com o Hull City, e a parte que falta é a única que os adeptos veem.
É a ambição mais legítima do desporto e a mais difícil de satisfazer para a maioria dos clubes. Daniel Muñoz quer futebol continental; se o Nottingham Forest o consegue oferecer é uma pergunta sobre as próximas duas épocas, não sobre ele.
Sidiki Chérif esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Stephy Mavididi, e o treinador deixou.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Dan Ndoye treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Em resumo
O bancoChris Wood tornou-se um homem de confiança do treinador
Verba acordada, salário acordado, e o Milton Keynes Dons à espera com uma camisola. No Nottingham Forest ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
O Colchester United paga $150.0K, e o negócio está fechado. O número lê-se bem num balanço; se se lê bem dentro de campo é pergunta para a próxima época.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
O Nottingham Forest já telefonou ao Brighton. Sem verba, uma parte do salário, e uma camisola a mais na posição em que o plantel esteve mais curto a época inteira.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Nottingham Forest, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
O Universidad Catolica pagou $46.0M e o Nottingham Forest aceitou, o que é a história toda numa frase. A versão longa fala do orçamento salarial e vai ser contada a época inteira.
O Nottingham Forest ofereceu $10.5M; o Sunderland disse que nem perto. Ao treinador dirão que o dinheiro continua lá para o jogador certo, que é o que se diz aos treinadores.
Morgan Gibbs-White foi-se, as contas têm $46.0M a mais, e os adeptos ficaram com a sensação de que também lhes venderam alguma coisa. Um bom negócio e uma boa decisão nem sempre são a mesma coisa.
“Quero jogar por troféus enquanto as pernas mo permitirem.” Nada nessa frase é um pedido de transferência, e ninguém no Nottingham Forest a ouviu como outra coisa.
Com 6 jogadores ao serviço das seleções, os treinos são pequenos e o treinador até consegue ouvir-se. É a única pausa da época, e nunca sabe bem a uma.
12 golos em 30 jogos no Eintracht Frankfurt — números que viajam para casa mais depressa do que ele. No Nottingham Forest alguém atualiza uma folha de cálculo todas as segundas, e cada semana lê-se melhor.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Nottingham Forest podem fingir não ter ouvido.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Ipswich Town fica com o seu homem, e o Nottingham Forest volta a uma lista com um nome riscado.
Verba acordada, salário acordado, e o Stockport County à espera com uma camisola. No Nottingham Forest ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
A proposta seguiu esta semana para o Sunderland, e a resposta é deles. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
O nome de Morgan Gibbs-White apareceu em conversas de que o Nottingham Forest não fez parte. Nada formal, nada assinado — mas também nada de acidental.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Luca Netz e o Nottingham Forest acertam mais 4 anos.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Chris Wood esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
35 jogos e 0 golos longe daqui, e um homem que o treinador não tinha no verão passado. O empréstimo fez o que os empréstimos devem fazer e quase nunca fazem.
2 jogos, 0 balizas a zeros e um guarda-redes que não está um passo à frente do dia em que saiu. Se isso é dele, do clube que o acolheu ou de quem tratou do negócio é a discussão que o Nottingham Forest vai ter este mês.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Zach Abbott treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Chris Wood está nela.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Andreas Jungdal, e o treinador deixou.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Steven Benda estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Ibrahim Sangaré assinar alguma coisa — um contrato no Nottingham Forest ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
13.º lugar com 41 pontos. Todas as épocas são uma história e esta é a última linha dela, e agora o clube tem três meses para decidir de que fala a próxima.
Os centrais têm licença para subir duas vezes por época e são julgados pelo que fazem quando lá chegam. Murillo marcou, foi avaliado com 7.62 e voltou antes de alguém dar pela falta.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Nottingham Forest coisas que levam mais de uma semana a retirar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Já teve barulho que chegue. Se o Nottingham Forest pode ser um sítio mais calmo para ele, ou se a única cura é sair para onde os programas de rádio são mais brandos, decide-se nos próximos meses.
O banco24/05/2027
A vista do banco
“Vamos analisar, vamos aprender com isto, e vamos outra vez.” As três frases que todos os treinadores guardam para uma derrota por 1‑2, ditas por Joshua Davis a uma sala que já as tinha ouvido.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Morgan Gibbs-White assinar alguma coisa — um contrato no Nottingham Forest ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
Em resumo
O bancoO treinador ainda não acabou de esquecer o erro de John Victor
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Kanye Bradshaw e o Nottingham Forest acertam mais 3 anos.
Kanye Bradshaw e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
O banco17/05/2027
O veredicto do treinador
“Estou frustrado, sinceramente. Fizemos o suficiente para ganhar e não ganhámos.” Joshua Davis não o escondia depois do 0‑0, e no balneário do Nottingham Forest também ninguém o escondia.
Ninguém o confirma e as fichas de jogo confirmam-no todas as semanas. Um erro comprou-lhe um período como segunda opção que já é mais longo do que o erro merecia.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e James McAtee treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Nottingham Forest podem fingir não ter ouvido.
Não é uma queixa nem uma exigência: quer jogar futebol europeu, e deixou de o esconder. Se o Nottingham Forest lho pode dar é uma pergunta sobre o clube, não sobre ele.
Vai jogar aqui até ao verão e depois sair pela porta de graça, tendo já assinado noutro lado. Os adeptos aguentam a primeira parte desta frase; é com a segunda que vão ter dificuldade.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Nottingham Forest ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Kanye Bradshaw e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
“Vejo todos os jogos do Nottingham Forest daqui. Isso diz tudo sobre onde está a minha cabeça.” O empréstimo no Exeter City segue o seu curso, mas o coração nunca fez a viagem.
10 golos em 36 jogos no AC Milan — números que viajam para casa mais depressa do que ele. No Nottingham Forest alguém atualiza uma folha de cálculo todas as segundas, e cada semana lê-se melhor.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Nottingham Forest podem fingir não ter ouvido.
“Tentei. Tentei mesmo, e todos os dias acordo no sítio errado.” No Nottingham Forest ninguém consegue treinar isso para fora de um homem, e ninguém lá finge que consegue.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Lorenzo Lucca, e o treinador deixou.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Dan Ndoye treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
“O treinador não usou muitas palavras, e não precisou delas.” Esapa Osong tem a sua resposta do Nottingham Forest; o que fizer com ela é a história da próxima janela.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Ibrahim Sangaré assinar alguma coisa — um contrato no Nottingham Forest ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
Não é uma queixa nem uma exigência: quer jogar futebol europeu, e deixou de o esconder. Se o Nottingham Forest lho pode dar é uma pergunta sobre o clube, não sobre ele.
A perder, e batido em qualquer leitura honesta, até ao minuto 85. O Newcastle United tinha os pontos no bolso e um canto do estádio ainda acreditava, que é geralmente quando acontece.
«Disseram-mo com clareza, e prefiro assim.» O treinador de Nottingham Forest foi explícito quanto à situação de Nicolás Domínguez, o que é mais do que muitos recebem.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Foi preciso Chris Wood marcar para trazer alguma coisa para casa: 1‑1 com o Newcastle United, e metade do balneário vai chamar-lhe um ponto ganho.
O banco26/04/2027
O veredicto do treinador
“Estou frustrado, sinceramente. Fizemos o suficiente para ganhar e não ganhámos.” Joshua Davis não o escondia depois do 1‑1, e no balneário do Nottingham Forest também ninguém o escondia.
Ninguém confirmará isto e nada mais explica as escolhas do último mês. Um erro caro compra a um jogador um período de suplência que dura sempre mais do que o erro.
7.97, 1 na ficha e a comédia muito própria de um jogador da linha defensiva a festejar como quem faz isto todas as semanas. Não faz, e é exatamente por isso que o estádio reagiu como reagiu.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Nottingham Forest coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Os clubes prometem constantemente e o jornal costuma só saber quando falham. Esta foi cumprida, e o balneário notou-o mais depressa do que qualquer adepto.
33 jogos longe de casa e 9 golos de colheita. Cada um deles torna a conversa do próximo verão um pouco mais cara.
O banco19/04/2027
O treinador ainda não acabou de esquecer o erro de Ben Gannon Doak
Em público está ultrapassado para toda a gente. Não está para quem faz a equipa, e o único sítio onde isso se vê é uma ficha de jogo. Vai ter outra oportunidade: vai tê-la num jogo que importe menos.
Chris Wood esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
“Vejo todos os jogos do Nottingham Forest daqui. Isso diz tudo sobre onde está a minha cabeça.” O empréstimo no Exeter City segue o seu curso, mas o coração nunca fez a viagem.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Nikola Milenković treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
“O mérito é dos jogadores. Hoje o meu trabalho foi fácil.” Não foi, e toda a gente na sala o sabia; depois do 2‑0, Joshua Davis podia dar-se ao luxo de ser generoso.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Nottingham Forest podem fingir não ter ouvido.
Aos 22 anos faz esta época coisas que não conseguia fazer na época passada, e fá-las todas as semanas. A forma vai e vem; isto já ficou tempo suficiente para se lhe chamar outra coisa.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Nikola Milenković, e o treinador deixou.
Não é uma queixa nem uma exigência: quer jogar futebol europeu, e deixou de o esconder. Se o Nottingham Forest lho pode dar é uma pergunta sobre o clube, não sobre ele.
«Agradeço os jogos, mas não me fiz futebolista para ser a peça sobresselente de alguém.» Quer estar em Nottingham Forest, e 14 jogos em 34 dizem que merece ser ouvido.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Nottingham Forest, e não vai ser retirado.
“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O Nottingham Forest pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Não dá grande título e é a razão por que os jogadores acreditam na promessa seguinte. O Nottingham Forest disse a James McAtee que algo iria acontecer e aconteceu, o que nesta indústria já passa por notável.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Nottingham Forest, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Todos os plantéis têm um jogo destes para alguém, todas as épocas. Este é o de Stephy Mavididi: o clube que o conheceu primeiro, os adeptos que vão decidir no primeiro minuto se aplaudem, e o Nottingham Forest a precisar que ele jogue como se nada disso importasse.
5 golos em 19 jogos no Vasco da Gama — números que viajam para casa mais depressa do que ele. No Nottingham Forest alguém atualiza uma folha de cálculo todas as segundas, e cada semana lê-se melhor.
Os números não ficam secretos num balneário. Não está a pedir mais do que vale; está a perguntar porque é que alguém ao lado dele vale mais, e o Nottingham Forest não tem uma boa resposta.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Matz Sels, e o treinador deixou.
“Os adeptos têm todo o direito de estar zangados. Eu também estou. Vamos corrigir isto.” 0‑2, um treinador a dizer as coisas necessárias, e um balneário que ouviu outra versão delas.
4 convocatórias são um elogio ao plantel e uma dor de cabeça para quem o dirige. Vai recebê-los de volta daqui a quinze dias, cansados e em vários estados de conservação.
Scott Hamilton e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Cada toque pesado, cada frase dissecada, cada erro repetido. Há jogadores que crescem com isso; há outros que acabam com isso, sem alarido; e só depois se sabe quais.
Em resumo
O bancoO treinador ainda não acabou de esquecer o erro de Ben Gannon Doak
Os centrais têm licença para subir duas vezes por época e são julgados pelo que fazem quando lá chegam. Ibrahim Sangaré marcou, foi avaliado com 7.86 e voltou antes de alguém dar pela falta.
“Tentei. Tentei mesmo, e todos os dias acordo no sítio errado.” No Nottingham Forest ninguém consegue treinar isso para fora de um homem, e ninguém lá finge que consegue.
“Vejo todos os jogos do Nottingham Forest daqui. Isso diz tudo sobre onde está a minha cabeça.” O empréstimo no Exeter City segue o seu curso, mas o coração nunca fez a viagem.
A história da ambição ao contrário, a que ninguém conta: um futebolista a pedir um palco mais pequeno, menos câmaras e uma bancada que não se vire. Não é fraqueza e é quase sempre contada como se fosse.
A única versão de ficar de fora contra a qual um jogador não pode argumentar, e a que pior aceita. Outro tem estado melhor e a ficha de jogo di-lo, em público, todas as semanas até mudar.
“Há coisas de que gostei e coisas que vamos repetir na terça-feira até saírem bem.” 1‑1, e um treinador que já tinha decidido como seria a terça-feira.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Nottingham Forest podem fingir não ter ouvido.
312 jogos ao longo de 12 épocas e uma só camisola. Já ninguém constrói uma carreira assim de propósito; acontece a certo tipo de jogador em certo tipo de clube.
A versão geral desta queixa é que um jogador quer mais. A versão concreta dá-lhe nome: quer entrar sob os holofotes contra clubes de outros países, e deixou de fingir o contrário.
«Dei tudo a isto, mas a minha família não está aqui — e eu também não, na verdade.» A um futebolista corrige-se a má fase. Disto nunca ninguém foi corrigido, e no Nottingham Forest sabem-no.
25 jogos longe de casa e 11 golos de colheita. Cada um deles torna a conversa do próximo verão um pouco mais cara.
O banco08/03/2027
A vista do banco
“Vamos analisar, vamos aprender com isto, e vamos outra vez.” As três frases que todos os treinadores guardam para uma derrota por 0‑1, ditas por Joshua Davis a uma sala que já as tinha ouvido.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Nottingham Forest, e não vai ser retirado.
“Tentei. Tentei mesmo, e todos os dias acordo no sítio errado.” No Nottingham Forest ninguém consegue treinar isso para fora de um homem, e ninguém lá finge que consegue.
Chris Wood e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Todas as carreiras longas chegam à semana em que se pensa na última. Ele gostava que fosse onde começou, e o Nottingham Forest sabe agora que esse pensamento chegou.
1 para James Garner, avaliado com 7.72, e o nome de um central na parte da crónica a que normalmente só chega por engano. No balneário não o vão deixar esquecer durante um mês.
É a ambição mais legítima do desporto e a mais difícil de satisfazer para a maioria dos clubes. Daniel Muñoz quer futebol continental; se o Nottingham Forest o consegue oferecer é uma pergunta sobre as próximas duas épocas, não sobre ele.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Nottingham Forest coisas que levam mais de uma semana a retirar.
“Hoje não fomos suficientemente bons e não vou enfeitar isto.” Joshua Davis depois do 2‑3, no tom de quem sabe qual é a pergunta seguinte e não tenciona responder-lhe.
26 jogos longe de casa e 9 golos de colheita. Cada um deles torna a conversa do próximo verão um pouco mais cara.
O banco22/02/2027
O treinador ainda não acabou de esquecer o erro de Ben Gannon Doak
Em público está ultrapassado para toda a gente. Não está para quem faz a equipa, e o único sítio onde isso se vê é uma ficha de jogo. Vai ter outra oportunidade: vai tê-la num jogo que importe menos.
A proposta do Chelsea por Morgan Gibbs-White foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
7.75, 1 na ficha e a comédia muito própria de um jogador da linha defensiva a festejar como quem faz isto todas as semanas. Não faz, e é exatamente por isso que o estádio reagiu como reagiu.
«Quero ganhar coisas e gostava de o fazer aqui.» Não se exigiu nada nem se ameaçou nada, mas uma direção como a de Nottingham Forest ouve uma frase destas exatamente como foi construída.
Chris Wood esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
O Nottingham Forest perguntou e o Brighton disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Nottingham Forest podem fingir não ter ouvido.
«Quero ganhar coisas e gostava de o fazer aqui.» Não se exigiu nada nem se ameaçou nada, mas uma direção como a de Nottingham Forest ouve uma frase destas exatamente como foi construída.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Callum Hudson-Odoi e o Nottingham Forest acertam mais 4 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
O Nottingham Forest perguntou e o Burnley disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
É a ambição mais legítima do desporto e a mais difícil de satisfazer para a maioria dos clubes. Nicolás Domínguez quer futebol continental; se o Nottingham Forest o consegue oferecer é uma pergunta sobre as próximas duas épocas, não sobre ele.
9 golos em 21 jogos no Eintracht Frankfurt — números que viajam para casa mais depressa do que ele. No Nottingham Forest alguém atualiza uma folha de cálculo todas as segundas, e cada semana lê-se melhor.
Em resumo
O bancoMeio satisfeito: Joshua Davis sobre o empate
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Nottingham Forest, e não vai ser retirado.
A bola do jogo é de Lorenzo Lucca, cujos 3 golos transformaram uma tarde difícil num passeio.
As bancadas01/02/2027
Os adeptos revoltam-se com a venda de Liam Delap por $75.9M
Vai para o Liverpool, o clube tem $75.9M que não tinha na sexta-feira, e os programas de rádio já decidiram como se sentem quanto a isso. Vender bem e vender alguém que amavam não são a mesma competência.
“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O Nottingham Forest pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.
O prazo passou e o plantel é o plantel. Chegaram 2, saíram 5, e tudo o resto que se imprimiu sobre este clube no último mês foi um rumor que ficou rumor.
O Nottingham Forest foi ao Fulham com uma proposta, e os adeptos foram à internet com uma opinião sobre ela. Se alguma das duas muda alguma coisa, decide o clube vendedor.
A proposta do Wolverhampton por Liam Delap foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Os contabilistas vão chamar-lhe bom negócio e terão razão, o que não é o assunto de ninguém fora da administração. Igor Jesus era uma das razões por que as pessoas vinham, e $76.8M não substitui isso sozinho.
O valor aprovado não chegava. A direção foi consultada de novo e subiu a sua própria proposta para $11.0M — um clube que quer Timothy Castagne ao ponto de perguntar duas vezes.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Leicester City fica com o seu homem, e o Nottingham Forest volta a uma lista com um nome riscado.
Saiu miúdo e regressa a saber ainda onde fica a bancada dos visitantes. A maioria dos reforços tem de ser explicada à cidade; a este bastou uma fotografia.
O painel já tinha subido, os protestos já tinham começado, e então a bola entrou ao minuto 91. O Brighton vai rever cada segundo do tempo extra durante uma semana.
Às direções dizem-lhes durante anos o que fazem mal e não ouvem nada nos dias em que acertam. Este é um desses dias: James Garner do Everton por $57.0M, e uma bilheteira a ter uma manhã excelente.
Aos 23 anos é cantado por pessoas com o dobro da idade, um carinho que um reforço demora anos a merecer e que um miúdo da casa recebe por aparecer. É também a coisa mais difícil de corresponder no futebol.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Xaver Schlager, e o treinador deixou.
O Nottingham Forest perguntou e o Racing Genk disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
O Aston Villa pagou $25.0M e o Nottingham Forest aceitou, o que é a história toda numa frase. A versão longa fala do orçamento salarial e vai ser contada a época inteira.
O Brentford queria mais do que $2.8M e a direção não foi por aí. Levantou-se da mesa, por agora, o que em pleno mercado quer dizer até alguém pestanejar.
Não é uma fase — é um salto a sério, mantido durante meses. Aos 23 anos faz a este nível coisas que não fazia no início da época, e a equipa técnica dir-lhe-á exatamente quais.
O valor aprovado não chegava. A direção foi consultada de novo e subiu a sua própria proposta para $3.3M — um clube que quer Viktor Johansson ao ponto de perguntar duas vezes.
Tem 20 anos e ninguém em Nottingham Forest o contratou para esta época. Negócios destes julgam-se daqui a quatro anos, por gente que talvez já não esteja na casa.
A proposta seguiu esta semana para o Zenit, e a resposta é deles. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
O aperto de mão com o Coventry City está dado; o do jogador ainda não. Seguem-se as condições pessoais, e é nas condições pessoais que morrem mais negócios do que alguém imprime.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Nottingham Forest, e não vai ser retirado.
O Nottingham Forest foi ao Stoke City com uma proposta, e os adeptos foram à internet com uma opinião sobre ela. Se alguma das duas muda alguma coisa, decide o clube vendedor.
Não é uma queixa nem uma exigência: quer jogar futebol europeu, e deixou de o esconder. Se o Nottingham Forest lho pode dar é uma pergunta sobre o clube, não sobre ele.
8 jogos sem vencer é o tipo de série que muda a forma como uma cidade fala do seu clube, e o Everton foi a tarde em que parou. Um resultado não resolve nada, e um resultado faz tudo parecer diferente.
«Dei tudo a isto, mas a minha família não está aqui — e eu também não, na verdade.» A um futebolista corrige-se a má fase. Disto nunca ninguém foi corrigido, e no Nottingham Forest sabem-no.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Nottingham Forest coisas que levam mais de uma semana a retirar.
A ficha de jogo di-lo em público todas as semanas até mudar. A única versão de ficar de fora que um futebolista não consegue contestar, e a que lhe custa mais.
Um 1‑1 com o Leeds United deixa o balneário entre o alívio e a frustração.
O banco28/12/2026
A vista do banco
“Não perdemos. Há semanas em que é só isso que se consegue, e prefiro ter o ponto a não o ter.” Joshua Davis escolheu a versão do copo meio cheio do 1‑1; os adeptos saíram com a outra.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Morgan Gibbs-White assinar alguma coisa — um contrato no Nottingham Forest ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Nicolò Savona está nela.
Em resumo
PlantelUm clube mais pequeno assentaria agora a John Victor
1‑4 para o Manchester City, e foi exatamente tão mau como o número sugere. Há derrotas que se discutem e derrotas pelas quais se pede desculpa; esta foi do segundo tipo.
Há tardes em que um guarda-redes é a defesa inteira. 7 defesas, várias do género que ninguém espera ver feitas, e dez jogadores de campo que lhe devem uma bebida.
É a ambição mais legítima do desporto e a mais difícil de satisfazer para a maioria dos clubes. Daniel Muñoz quer futebol continental; se o Nottingham Forest o consegue oferecer é uma pergunta sobre as próximas duas épocas, não sobre ele.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Morgan Gibbs-White, e o treinador deixou.
200 vezes com estas cores, com qualquer tempo e sob quatro ou cinco treinadores diferentes. Este tipo de serviço está a desaparecer do futebol sem fazer barulho.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 15 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Vitória por 1‑1 sobre o Bournemouth, um lugar na ronda seguinte e a aritmética silenciosa que todos os adeptos fazem a caminho de casa: quantos faltam até uma final?
A lesão mais comum do futebol e aquela de que mais se volta à pressa. O Nottingham Forest vai falar em 17 dias e vai ter cuidado, porque a segunda é sempre pior do que a primeira.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 24 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
A versão geral desta queixa é que um jogador quer mais. A versão concreta dá-lhe nome: quer entrar sob os holofotes contra clubes de outros países, e deixou de fingir o contrário.
O golo que pôs o West Ham United na frente ainda passava nos ecrãs do corredor quando o Nottingham Forest empatou, 1 minutos depois. Uma vantagem vale o que se fizer com ela.
A despromoção que um clube nunca anuncia e um balneário nota sempre. Ousmane Diomande está mais longe da equipa do que estava, e a razão só lhe será dada quando perguntar.
A história da ambição ao contrário, e a que ninguém conta: um futebolista que quer um estádio mais pequeno, menos câmaras e uma bancada que não se vira. Não é fraqueza, e raramente é noticiada como outra coisa.
A única versão de ficar de fora contra a qual um jogador não pode argumentar, e a que pior aceita. Outro tem estado melhor e a ficha de jogo di-lo, em público, todas as semanas até mudar.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Nottingham Forest falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 7 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
A versão geral desta queixa é que um jogador quer mais. A versão concreta dá-lhe nome: quer entrar sob os holofotes contra clubes de outros países, e deixou de fingir o contrário.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Nikola Milenković, e o treinador deixou.
Ninguém o confirma e as fichas de jogo confirmam-no todas as semanas. Um erro comprou-lhe um período como segunda opção que já é mais longo do que o erro merecia.
A história da ambição ao contrário, e a que ninguém conta: um futebolista que quer um estádio mais pequeno, menos câmaras e uma bancada que não se vira. Não é fraqueza, e raramente é noticiada como outra coisa.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Nottingham Forest falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
«Aqui ninguém está acima de levar um raspanete.» Não se disse nenhum nome, mas o balneário sabe contar, e quem estava a ouvir também.
O banco23/11/2026
O veredicto do treinador
“A culpa é minha. Sou eu que escolho a equipa e escolhi mal.” Os treinadores dizem isto quando o sentem e quando precisam que se veja que o dizem, e depois do 1‑3 Joshua Davis saiu da sala antes que alguém pudesse perguntar qual dos dois casos era.
Segue-se a equipa do topo da tabela, e a medida honesta de onde esta equipa realmente está. Qualquer um ganha ao clube que tem abaixo; a pergunta é o que acontece contra o Arsenal.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Nottingham Forest sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
O banco23/11/2026
Chris Wood tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Nottingham Forest dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
49 dias de fora para Daniel Muñoz depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Nottingham Forest vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Não é uma queixa nem uma exigência: quer jogar futebol europeu, e deixou de o esconder. Se o Nottingham Forest lho pode dar é uma pergunta sobre o clube, não sobre ele.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Nottingham Forest, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Nottingham Forest sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
O banco16/11/2026
Nicolò Savona tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Nottingham Forest dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Nottingham Forest falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
“Quero jogar por troféus enquanto as pernas mo permitirem.” Nada nessa frase é um pedido de transferência, e ninguém no Nottingham Forest a ouviu como outra coisa.
Dan Ndoye e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Há um calor muito próprio que um estádio guarda para um jovem de 23 anos que sente como seu. Liam Delap tem-no agora, e tudo o que fizer no resto do tempo aqui será medido contra a boa vontade que lhe deram de graça.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Nottingham Forest falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Há um silêncio muito próprio: o de um estádio a ver dissolver-se uma posição vencedora. O Crystal Palace continuou a vir porque nada o travou, e ao Nottingham Forest vão perguntar pela última meia hora a semana inteira.
Já são 5 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Nottingham Forest tem de arrancar um resultado de algum lado.
«Quero ganhar coisas e gostava de o fazer aqui.» Não se exigiu nada nem se ameaçou nada, mas uma direção como a de Nottingham Forest ouve uma frase destas exatamente como foi construída.
Notas dos jogadores02/11/2026
Igor Jesus jogou uma tarde diferente da de toda a gente
9.94. Há exibições que um adepto descreve a quem não esteve lá e não consegue transmitir; esta foi uma, e o número também não ajuda.
Dribles concretizados: 15. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
77 dias de fora para Daniel Muñoz depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Nottingham Forest vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
4 jogos, nenhum golo e um centro de treinos que já tentou tudo. Vai acabar — as secas acabam sempre — mas ninguém no Nottingham Forest sabe dizer em que semana.
“Os adeptos têm todo o direito de estar zangados. Eu também estou. Vamos corrigir isto.” 0‑1, um treinador a dizer as coisas necessárias, e um balneário que ouviu outra versão delas.
A única versão de ficar de fora contra a qual um jogador não pode argumentar, e a que pior aceita. Outro tem estado melhor e a ficha de jogo di-lo, em público, todas as semanas até mudar.
7 golos em 7 jogos no Eintracht Frankfurt — números que viajam para casa mais depressa do que ele. No Nottingham Forest alguém atualiza uma folha de cálculo todas as segundas, e cada semana lê-se melhor.
84 dias de fora para Daniel Muñoz depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Nottingham Forest vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
É a ambição mais legítima do desporto e a mais difícil de satisfazer para a maioria dos clubes. Daniel Muñoz quer futebol continental; se o Nottingham Forest o consegue oferecer é uma pergunta sobre as próximas duas épocas, não sobre ele.
Não é uma fase — é um salto a sério, mantido durante meses. Aos 21 anos faz a este nível coisas que não fazia no início da época, e a equipa técnica dir-lhe-á exatamente quais.
3 jogos, nenhum golo e um centro de treinos que já tentou tudo. Vai acabar — as secas acabam sempre — mas ninguém no Nottingham Forest sabe dizer em que semana.
“Hoje não fomos suficientemente bons e não vou enfeitar isto.” Joshua Davis depois do 0‑1, no tom de quem sabe qual é a pergunta seguinte e não tenciona responder-lhe.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 92 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Aos 20 anos faz esta época coisas que não conseguia fazer na época passada, e fá-las todas as semanas. A forma vai e vem; isto já ficou tempo suficiente para se lhe chamar outra coisa.
“O treinador não usou muitas palavras, e não precisou delas.” Nicolás Domínguez tem a sua resposta do Nottingham Forest; o que fizer com ela é a história da próxima janela.
Um plantel reconstruído num único mercado paga-o numa moeda que ninguém orça. O futebol não é pior do que a soma dos jogadores: é pior do que a soma dos jogadores que já jogaram juntos.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Daniel Muñoz. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Nicolás Domínguez treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
4 golos em 5 jogos no Eintracht Frankfurt — números que viajam para casa mais depressa do que ele. No Nottingham Forest alguém atualiza uma folha de cálculo todas as segundas, e cada semana lê-se melhor.
101 dias de fora para Daniel Muñoz depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Nottingham Forest vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Aos 18 anos faz esta época coisas que não conseguia fazer na época passada, e fá-las todas as semanas. A forma vai e vem; isto já ficou tempo suficiente para se lhe chamar outra coisa.
A versão geral desta queixa é que um jogador quer mais. A versão concreta dá-lhe nome: quer entrar sob os holofotes contra clubes de outros países, e deixou de fingir o contrário.
Dribles concretizados: 19. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
5 convocatórias são um elogio ao plantel e uma dor de cabeça para quem o dirige. Vai recebê-los de volta daqui a quinze dias, cansados e em vários estados de conservação.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 109 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Aos 22 anos faz esta época coisas que não conseguia fazer na época passada, e fá-las todas as semanas. A forma vai e vem; isto já ficou tempo suficiente para se lhe chamar outra coisa.
A versão geral desta queixa é que um jogador quer mais. A versão concreta dá-lhe nome: quer entrar sob os holofotes contra clubes de outros países, e deixou de fingir o contrário.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Chris Wood esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
“Hoje não fomos suficientemente bons e não vou enfeitar isto.” Joshua Davis depois do 0‑2, no tom de quem sabe qual é a pergunta seguinte e não tenciona responder-lhe.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Igor Jesus produziu-o, e o 8.70 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
Dan Ndoye e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel21/09/2026
Xaver Schlager sofre uma lesão muscular — 14 dias de fora
A lesão que volta sempre, de que se regressa sempre à pressa e que em silêncio custa mais carreiras do que as dramáticas. 14 dias é a estimativa; o número honesto depende de haver paciência.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Igor Jesus. 3‑2 sobre o Tottenham, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
O golo que pôs o Tottenham na frente ainda passava nos ecrãs do corredor quando o Nottingham Forest empatou, 4 minutos depois. Uma vantagem vale o que se fizer com ela.
“Vejo todos os jogos do Nottingham Forest daqui. Isso diz tudo sobre onde está a minha cabeça.” O empréstimo no Exeter City segue o seu curso, mas o coração nunca fez a viagem.
“O mérito é dos jogadores. Hoje o meu trabalho foi fácil.” Não foi, e toda a gente na sala o sabia; depois do 3‑2, Joshua Davis podia dar-se ao luxo de ser generoso.
Um fim de semana, avaliado contra o de todos os outros. Igor Jesus ficou por cima, e para a maioria dos futebolistas um prémio semanal é o único troféu que uma carreira produz.
“Hoje não fomos suficientemente bons e não vou enfeitar isto.” Joshua Davis depois do 2‑3, no tom de quem sabe qual é a pergunta seguinte e não tenciona responder-lhe.
A história da ambição ao contrário, a que ninguém conta: um futebolista a pedir um palco mais pequeno, menos câmaras e uma bancada que não se vire. Não é fraqueza e é quase sempre contada como se fosse.
Fora do onze ao apito inicial e a história do jogo no fim. O Nottingham Forest não ia a lado nenhum até ele entrar, e meia hora foi tudo o que precisou.
O Nottingham Forest perguntou e o Brentford disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
O Nottingham Forest ficou sem tempo com o Wrexham. Os papéis estavam abertos quando o prazo passou, e uma transferência que estava quase feita é agora uma transferência que nunca aconteceu.
8 entradas e 10 saídas, e nenhuma mudança durante meses. O treinador tem o que tem, os adeptos têm a sua opinião sobre isso, e a tabela terá a última palavra.
O telefone voltou a tocar por causa de Steven Benda, e desta vez do outro lado está o Stevenage. No Nottingham Forest ouvem com educação e não prometem nada.
A despromoção que um clube nunca anuncia e um balneário nota sempre. Xaver Schlager está mais longe da equipa do que estava, e a razão só lhe será dada quando perguntar.
Um plantel reconstruído num único mercado paga-o numa moeda que ninguém orça. O futebol não é pior do que a soma dos jogadores: é pior do que a soma dos jogadores que já jogaram juntos.
Um mês é longo o suficiente para ninguém entrar por acaso. Ben Gannon Doak está no melhor onze da divisão, o que é um elogio mais discreto do que um prémio e mais fiável.
Nem contrato novo nem número novo: um lugar novo na cabeça do treinador, que é a única promoção no futebol que conta de verdade. Daniel Muñoz subiu nela.
O Nottingham Forest perguntou e o Derby County disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Morgan Gibbs-White produziu-o, e o 8.10 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Nottingham Forest podem fingir não ter ouvido.
6 golos. Os dois bancos passaram a segunda parte a olhar um para o outro mais do que para o relvado. Os puristas vão queixar-se do Nottingham Forest e do Aston Villa por igual; os restantes divertiram-se imenso.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
O Nottingham Forest e o Leicester City acertaram em $10.7M. O resto pertence ao jogador e ao empresário, e um adepto que já viu uma destas sabe que ainda não é altura de comprar a camisola.
“Não era o certo para mim. Não vou explicar porquê a ninguém, a não ser às pessoas a quem devo uma explicação.” Um negócio acordado entre dois clubes, e um jogador que se recusou a fazer parte dele.
O Nottingham Forest perguntou e o Southampton disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Nottingham Forest podem fingir não ter ouvido.
Não é uma queixa nem uma exigência: quer jogar futebol europeu, e deixou de o esconder. Se o Nottingham Forest lho pode dar é uma pergunta sobre o clube, não sobre ele.
100 jogos com a camisola. Ninguém se propõe construir um registo assim; acontece a um certo tipo de jogador num certo tipo de clube, e esta cidade sabe o que tem.
“Há coisas de que gostei e coisas que vamos repetir na terça-feira até saírem bem.” 0‑0, e um treinador que já tinha decidido como seria a terça-feira.
A proposta do SC Freiburg por Dan Ndoye foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Tem 20 anos, e os relatórios dos observadores concordam na única linha que importa: o teto. Contratações assim são bilhetes de lotaria preenchidos por profissionais.
Qualquer balneário sabe ler uma contratação destas. Andreas Jungdal não veio esperar indefinidamente, e o homem cujo lugar ele foi comprado para ocupar sabe-o melhor do que ninguém.
O Nottingham Forest ofereceu $820.0K; o Danubio disse que nem perto. Ao treinador dirão que o dinheiro continua lá para o jogador certo, que é o que se diz aos treinadores.
Direção17/08/2026
5 jogadores da formação recebem número de equipa principal no Nottingham Forest
A manhã em que o percurso deixa de ser um folheto e passa a ser uma ficha de jogo. A maioria não estará cá daqui a três anos; todos já fizeram a parte difícil, que era chegar a hoje.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Murillo, e o treinador deixou.
Todos os desenhos têm posições e este não tem a dele. O Nottingham Forest vai mudar o desenho, mudar-lhe a função ou mudar-lhe o clube, e ele está à espera de saber qual.
É a forma mais silenciosa de um clube dizer quais são as suas ambições. Pediu-se o dinheiro, negou-se o dinheiro, e quem trabalha ali todos os dias já sabe exatamente com o que conta.
O Bournemouth aceitou o dinheiro. O que o Nottingham Forest ainda não tem é o homem, e entre aqui e a fotografia há uma conversa sobre salários que os dois lados temem.
$7.7M era o máximo que o clube pagaria, e o Everton pedia mais. Negócios destes ressuscitam na última semana do mercado mais ou menos metade das vezes, e todos os envolvidos o sabem.
“Quero jogar por troféus enquanto as pernas mo permitirem.” Nada nessa frase é um pedido de transferência, e ninguém no Nottingham Forest a ouviu como outra coisa.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Murillo e o Nottingham Forest acertam mais 4 anos.
O valor aprovado não chegava. A direção foi consultada de novo e subiu a sua própria proposta para $24.0M — um clube que quer Ben Gannon Doak ao ponto de perguntar duas vezes.
Chris Wood esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Igor Jesus, e o treinador deixou.
Um plantel reconstruído num único mercado paga-o numa moeda que ninguém orça. O futebol não é pior do que a soma dos jogadores: é pior do que a soma dos jogadores que já jogaram juntos.
«Quero ganhar coisas e gostava de o fazer aqui.» Não se exigiu nada nem se ameaçou nada, mas uma direção como a de Nottingham Forest ouve uma frase destas exatamente como foi construída.
O Nottingham Forest foi ao Danubio com uma proposta, e os adeptos foram à internet com uma opinião sobre ela. Se alguma das duas muda alguma coisa, decide o clube vendedor.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Xaver Schlager e o Nottingham Forest acertam mais 4 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Liam Delap e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
É a ambição mais legítima do desporto e a mais difícil de satisfazer para a maioria dos clubes. Nicolás Domínguez quer futebol continental; se o Nottingham Forest o consegue oferecer é uma pergunta sobre as próximas duas épocas, não sobre ele.
«93 internacionalizações são 93 mais do que o miúdo do início alguma vez esperou.» Aos 34 acabou com o seu país e não acabou nada com Nottingham Forest.