Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No OH Leuven ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Óscar Gil e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel01/11/2032
Palavras no treino do OH Leuven sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Robin Mirisola está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Isaac Mbenza, e o treinador deixou.
“Continuamos a reunir-nos, e continuamos a sair da sala com os mesmos números com que entrámos.” Mais uma ronda de conversas no OH Leuven, mais uma semana sem a assinatura de Isaac Mbenza.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que OH Leuven podem fingir não ter ouvido.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Isaac Mbenza estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Javi Moreno e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Um 1‑0 sobre o Waasland-Beveren, conquistado e não oferecido, e o tipo de tarde que manda toda a gente para casa a falar da próxima semana em vez desta.
Não dá grande título e é a razão por que os jogadores acreditam na promessa seguinte. O OH Leuven disse a Quentin Daubin que algo iria acontecer e aconteceu, o que nesta indústria já passa por notável.
Em resumo
PlantelDemasiada mudança demasiado depressa no OH Leuven
Há tardes em que um guarda-redes é a defesa inteira. 7 defesas, várias do género que ninguém espera ver feitas, e dez jogadores de campo que lhe devem uma bebida.
É a ambição mais legítima do desporto e a mais difícil de satisfazer para a maioria dos clubes. Parfait Guiagon quer futebol continental; se o OH Leuven o consegue oferecer é uma pergunta sobre as próximas duas épocas, não sobre ele.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No OH Leuven ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no OH Leuven coisas que levam mais de uma semana a retirar.
O Club Brugge levou os pontos após um 2‑3 que será difícil de explicar nas bancadas.
Plantel18/10/2032
Isaac Mbenza desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Aaron Leya Iseka, e o treinador deixou.
Dribles concretizados: 19. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Matheus Peixoto será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no OH Leuven as despedidas começaram em silêncio.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no OH Leuven coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel11/10/2032
Robin Mirisola desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Tentei. Tentei mesmo, e todos os dias acordo no sítio errado.” No OH Leuven ninguém consegue treinar isso para fora de um homem, e ninguém lá finge que consegue.
O banco11/10/2032
Robin Mirisola tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no OH Leuven dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Aaron Leya Iseka treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Faltam 3 meses, e ambos os lados sabem o que isso significa: cada semana sem assinatura baixa o valor que o OH Leuven pode pedir e sobe o salário que Leonel Wamba pode exigir.
O KV Mechelen vai querer esquecer isto depressa: 3‑0, todos os duelos perdidos e uma viagem longa para casa. O OH Leuven foi impiedoso como as boas equipas sabem ser.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No OH Leuven ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
«Quero ganhar coisas e gostava de o fazer aqui.» Não se exigiu nada nem se ameaçou nada, mas uma direção como a de OH Leuven ouve uma frase destas exatamente como foi construída.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Isaac Mbenza estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Isaac Mbenza, e o treinador deixou.
0‑3 para o Standard Liege, e foi exatamente tão mau como o número sugere. Há derrotas que se discutem e derrotas pelas quais se pede desculpa; esta foi do segundo tipo.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Leonel Wamba será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no OH Leuven as despedidas começaram em silêncio.
Há tardes em que um guarda-redes é a defesa inteira. 7 defesas, várias do género que ninguém espera ver feitas, e dez jogadores de campo que lhe devem uma bebida.
As regras permitem-no e dói na mesma. Leonel Wamba acertou condições com o KV Oostende para o verão e, até lá, veste esta camisola como quem já escolheu a seguinte.
Óscar Gil esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Isaac Mbenza estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Dribles concretizados: 16. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
Plantel27/09/2032
8 caras novas e o OH Leuven ainda se está a conhecer
Um plantel reconstruído num único mercado paga-o numa moeda que ninguém orça. O futebol não é pior do que a soma dos jogadores: é pior do que a soma dos jogadores que já jogaram juntos.
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 6 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no OH Leuven coisas que levam mais de uma semana a retirar.
«Há manhãs em que acordas e tudo o que conheces continua longíssimo.» Não é o futebol e nunca foi: o OH Leuven lida com um homem que quer outro país.
Plantel20/09/2032
Palavras no treino do OH Leuven sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Robin Mirisola está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Disseram-mo com clareza, e prefiro assim.» O treinador de OH Leuven foi explícito quanto à situação de Laurens Vermijl, o que é mais do que muitos recebem.
“O mérito é dos jogadores. Hoje o meu trabalho foi fácil.” Não foi, e toda a gente na sala o sabia; depois do 1‑0, Jorge Suárez podia dar-se ao luxo de ser generoso.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 20 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Parfait Guiagon produziu-o, e o 8.28 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Rémi Roux será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no OH Leuven as despedidas começaram em silêncio.
Óscar Gil e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
O Lokeren obrigou o OH Leuven a suar, mas no fim o marcador dizia 4‑2 e a tabela não pergunta como.
Plantel13/09/2032
Isaac Mbenza desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
O OH Leuven perguntou e o Racing Genk disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
O OH Leuven ficou sem tempo com o KV Mechelen. Os papéis estavam abertos quando o prazo passou, e uma transferência que estava quase feita é agora uma transferência que nunca aconteceu.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no OH Leuven falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Entre clubes está tudo fechado e o que falta são papéis e uma fotografia. Em OH Leuven já falam dele no passado.
Direção06/09/2032
Fecha o mercado: 29 entradas, 27 saídas no OH Leuven
O prazo passou e o plantel é o plantel. Chegaram 29, saíram 27, e tudo o resto que se imprimiu sobre este clube no último mês foi um rumor que ficou rumor.
Aos 20 anos faz esta época coisas que não conseguia fazer na época passada, e fá-las todas as semanas. A forma vai e vem; isto já ficou tempo suficiente para se lhe chamar outra coisa.
Plantel06/09/2032
Uma transferência que Michy Doku teria feito de graça
Há uma versão de cada carreira em que o jogador acaba onde escolheu e não onde o escolheram. Michy Doku está a viver essa versão no OH Leuven, e costuma notar-se no primeiro mês.
O KV Kortrijk vai continuar a utilizá-lo até junho e não receberá nada por ele depois. Precious Ogbeiwi pré-acordou a mudança para o OH Leuven, e os únicos que perdem nesse arranjo são os que deixaram o contrato correr.
O relógio fez o que o Westerlo não quis fazer, e acabou com aquilo. Os adeptos que seguiram a contagem decrescente vão passar o próximo mercado a fazê-lo outra vez.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Standard Liege fica com o seu homem, e o OH Leuven volta a uma lista com um nome riscado.
Um desempate por grandes penalidades fica na memória pelo fim, e este acaba em Thomas Openda: 3 travadas, e uma bancada que vai descrever cada uma delas nos próximos vinte anos.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 36 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Aos 33 devia estar a gerir os seus minutos. Em vez disso foi avaliado com 7.84 e pareceu, durante noventa minutos, exatamente o jogador de que toda a gente se lembra.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No OH Leuven ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Óscar Gil esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Robin Mirisola estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
44 dias de fora para Tobe Leysen depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O OH Leuven vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no OH Leuven coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel23/08/2032
Palavras no treino do OH Leuven sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Isaac Mbenza está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
O OH Leuven perguntou e o Charleroi disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Nader Saad, e o treinador deixou.
Mousa Tielemans tem 20 anos, e o OH Leuven contratou-o pelo jogador que virá a ser, não pelo que já é. A equipa principal pode esperar; o sentido de um negócio destes são os anos que compra.
A história da ambição ao contrário, e a que ninguém conta: um futebolista que quer um estádio mais pequeno, menos câmaras e uma bancada que não se vira. Não é fraqueza, e raramente é noticiada como outra coisa.
Perguntou-se ao Standard Liege se o emprestaria. Os empréstimos acertam-se depressa ou não se acertam, e este será uma coisa ou outra até ao fim de semana.
Exames médicos, uma assinatura, uma camisola levantada à frente de um painel de patrocinadores. O OH Leuven fez a parte difícil com o Anderlecht, e a parte que falta é a única que os adeptos veem.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No OH Leuven ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Óscar Gil e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Três pontos para o OH Leuven: um 3‑2 diante do Mouscron num duelo decidido por pormenores.
Plantel16/08/2032
Isaac Mbenza desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Aaron Leya Iseka, e o treinador deixou.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No OH Leuven ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
As regras permitem-no e dói na mesma. Joris Kayembe acertou condições com o Charleroi para o verão e, até lá, veste esta camisola como quem já escolheu a seguinte.
Aos 20 anos faz esta época coisas que não conseguia fazer na época passada, e fá-las todas as semanas. A forma vai e vem; isto já ficou tempo suficiente para se lhe chamar outra coisa.
Plantel09/08/2032
Marco Vicente consegue a transferência que sempre quis
Perguntam tantas vezes aos futebolistas pelo clube da infância que ninguém ouve a resposta. Marco Vicente acabou de assinar pelo OH Leuven e, por uma vez, a resposta importava.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Standard Liege fica com o seu homem, e o OH Leuven volta a uma lista com um nome riscado.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que OH Leuven podem fingir não ter ouvido.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do OH Leuven já se começa a dizer o nome dele no passado.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Matheus Peixoto será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no OH Leuven as despedidas começaram em silêncio.
A versão geral desta queixa é que um jogador quer mais. A versão concreta dá-lhe nome: quer entrar sob os holofotes contra clubes de outros países, e deixou de fingir o contrário.
As regras permitem-no e dói na mesma. Matheus Peixoto acertou condições com o Mouscron para o verão e, até lá, veste esta camisola como quem já escolheu a seguinte.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Aaron Leya Iseka e o OH Leuven acertam mais 2 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Óscar Gil esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Isaac Mbenza estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Não há pior forma de perder um futebolista. Özcan Şahan pré-acordou a saída, o que significa que cada jogo daqui até junho é feito por um homem que o clube já não pode vender, e alguém lá em cima vai ter de explicar como se chegou aqui.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no OH Leuven coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Todos os futebolistas têm uma resposta para a pergunta sobre o clube da infância, e a maioria nunca chega a agir sobre ela. Tony Mendy agiu, no OH Leuven, e o primeiro mês vai mostrar o que isso faz a um homem.
Direção26/07/2032
9 jogadores da formação sobem à equipa principal do OH Leuven
Números de equipa principal entregues a miúdos que os treinadores conhecem desde os doze anos. A maioria não vai lá chegar, e todos já fizeram a parte difícil.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Isaac Mbenza estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Club Brugge fica com o seu homem, e o OH Leuven volta a uma lista com um nome riscado.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Parfait Guiagon, e o treinador deixou.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que OH Leuven podem fingir não ter ouvido.
O negócio com o Ajax está feito em todos os sentidos menos no que o põe em campo. Nesta fase nada corre mal, exceto nas vezes em que corre.
Plantel19/07/2032
Isaac Mbenza desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Ajax fica com o seu homem, e o OH Leuven volta a uma lista com um nome riscado.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no OH Leuven coisas que levam mais de uma semana a retirar.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em OH Leuven, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que OH Leuven podem fingir não ter ouvido.
Não há pior forma de perder um futebolista. Ryane Redouane pré-acordou a saída, o que significa que cada jogo daqui até junho é feito por um homem que o clube já não pode vender, e alguém lá em cima vai ter de explicar como se chegou aqui.
Aos 20 anos faz esta época coisas que não conseguia fazer na época passada, e fá-las todas as semanas. A forma vai e vem; isto já ficou tempo suficiente para se lhe chamar outra coisa.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Isaac Mbenza estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
O OH Leuven perguntou e o Standard Liege disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Aos 24 a evolução devia ter acabado. Não acabou: 3 pontos acima da marca do início do ano, o que acontece aos jogadores que levam a sério as partes aborrecidas do ofício.
A direcção disse em público o que já dizia em privado. Os resultados daqui até à próxima reunião decidem tudo, e no clube toda a gente sabe fazer as contas.
Todo o departamento de futebol numa sala, numa manhã de dia de semana. Nada foi anunciado depois, que é o que uma direção anuncia quando a paciência acabou.
«Tenho ambições e gostava que o clube as partilhasse.» Ninguém pediu para sair nem foi mandado embora — mas um jogador escolhe essa frase com cuidado, e uma administração ouve-a exactamente como foi pensada.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Rémi Roux será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no OH Leuven as despedidas começaram em silêncio.
Óscar Gil esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Não é uma fase — é um salto a sério, mantido durante meses. Aos 20 anos faz a este nível coisas que não fazia no início da época, e a equipa técnica dir-lhe-á exatamente quais.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Isaac Mbenza estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que OH Leuven podem fingir não ter ouvido.
Não há pior forma de perder um futebolista. Erwan Antonin pré-acordou a saída, o que significa que cada jogo daqui até junho é feito por um homem que o clube já não pode vender, e alguém lá em cima vai ter de explicar como se chegou aqui.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no OH Leuven coisas que levam mais de uma semana a retirar.
As carreiras devem estagnar e depois cair, e quem ignora isso é sempre quem estava a ouvir no treino. 3 pontos, ao longo de meses, numa idade em que a direção costuma ser só uma.
A forma vai e vem; esta não foi. Lorenzo Neri tem 23 anos, e a versão que treina agora não teria entrado na equipa em que estava há um ano.
Plantel28/06/2032
Isaac Mbenza desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
O OH Leuven perguntou e o Racing Genk disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
O OH Leuven já telefonou ao Standard Liege. Sem verba, uma parte do salário, e uma camisola a mais na posição em que o plantel esteve mais curto a época inteira.
Aos 23 anos faz esta época coisas que não conseguia fazer na época passada, e fá-las todas as semanas. A forma vai e vem; isto já ficou tempo suficiente para se lhe chamar outra coisa.
Não há pior forma de perder um futebolista. Diesse Kasuku pré-acordou a saída, o que significa que cada jogo daqui até junho é feito por um homem que o clube já não pode vender, e alguém lá em cima vai ter de explicar como se chegou aqui.
Óscar Gil e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Isaac Mbenza estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Uma sondagem ao Standard Liege para um empréstimo: cobertura, ou uma vista de olhos a alguém que o clube ainda não pode comprar. De qualquer maneira, a resposta chega dentro de uma semana.
Em resumo
O bancoJoris Kayembe pede uma conversa com o treinador
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que OH Leuven podem fingir não ter ouvido.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O KAA Gent fica com o seu homem, e o OH Leuven volta a uma lista com um nome riscado.
Plantel14/06/2032
Palavras no treino do OH Leuven sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Isaac Mbenza está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Disseram-mo com clareza, e prefiro assim.» O treinador de OH Leuven foi explícito quanto à situação de Adrian Şut, o que é mais do que muitos recebem.
O OH Leuven já telefonou ao Standard Liege. Sem verba, uma parte do salário, e uma camisola a mais na posição em que o plantel esteve mais curto a época inteira.
Em resumo
Plantel5 caras novas e o OH Leuven ainda se está a conhecer
O bancoRobin Mirisola tornou-se um homem de confiança do treinador
A direcção disse em público o que já dizia em privado. Os resultados daqui até à próxima reunião decidem tudo, e no clube toda a gente sabe fazer as contas.
Todo o departamento de futebol numa sala, numa manhã de dia de semana. Nada foi anunciado depois, que é o que uma direção anuncia quando a paciência acabou.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do OH Leuven, e não vai ser retirado.
Óscar Gil esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel07/06/2032
Palavras no treino do OH Leuven sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Isaac Mbenza está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Girona fica com o seu homem, e o OH Leuven volta a uma lista com um nome riscado.
“O treinador não usou muitas palavras, e não precisou delas.” Mauro Lenaerts tem a sua resposta do OH Leuven; o que fizer com ela é a história da próxima janela.
“Continuamos a reunir-nos, e continuamos a sair da sala com os mesmos números com que entrámos.” Mais uma ronda de conversas no OH Leuven, mais uma semana sem a assinatura de Joris Kayembe.
«Disseram-me coisas antes de eu assinar. Não as vou repetir, mas lembro-me de todas.» OH Leuven nada responderam, o que também é uma resposta.
Plantel31/05/2032
Uma transferência que Roméo Fecondo teria feito de graça
Há uma versão de cada carreira em que o jogador acaba onde escolheu e não onde o escolheram. Roméo Fecondo está a viver essa versão no OH Leuven, e costuma notar-se no primeiro mês.
Não é uma queixa nem uma exigência: quer jogar futebol europeu, e deixou de o esconder. Se o OH Leuven lho pode dar é uma pergunta sobre o clube, não sobre ele.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No OH Leuven ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Vai jogar aqui até ao verão e depois sair pela porta de graça, tendo já assinado noutro lado. Os adeptos aguentam a primeira parte desta frase; é com a segunda que vão ter dificuldade.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Isaac Mbenza estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Roméo Fecondo e o OH Leuven acertam mais 3 anos.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no OH Leuven coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Óscar Gil e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel24/05/2032
Isaac Mbenza desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em OH Leuven, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Nada por escrito e nada em público: uma palavra sobre minutos, dada cara a cara no OH Leuven. As fichas de jogo do próximo mês dirão se valia a pena tê-la.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Juan Pablo Habib será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no OH Leuven as despedidas começaram em silêncio.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Michal Fukala e o OH Leuven acertam mais 3 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Plantel17/05/2032
Palavras no treino do OH Leuven sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Isaac Mbenza está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Uma conversa no gabinete do treinador, e um compromisso que saiu dela. Promessas assim são baratas de fazer e caras de quebrar, e Joris Kayembe apontou a data.
Em resumo
PlantelLeonel Wamba já sabe quanto ganha o do lado
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Parfait Guiagon e o OH Leuven acertam mais 4 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Óscar Gil esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Isaac Mbenza estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Rémi Roux, e o treinador deixou.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em OH Leuven, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Os números não ficam em segredo num vestiário e nunca ficaram. Não pede mais do que vale: pergunta por que o do lado vale mais, e no OH Leuven essa pergunta é mais difícil de responder.
A direcção disse em público o que já dizia em privado. Os resultados daqui até à próxima reunião decidem tudo, e no clube toda a gente sabe fazer as contas.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No OH Leuven ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no OH Leuven coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel03/05/2032
Isaac Mbenza desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Parfait Guiagon treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Lá em cima ninguém disse nada, que é a coisa mais barulhenta que podiam fazer. Os resultados compram silêncio neste ofício; a conta do OH Leuven está a esgotar-se.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no OH Leuven coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel26/04/2032
Isaac Mbenza desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em OH Leuven, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No OH Leuven ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Óscar Gil e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel19/04/2032
Isaac Mbenza desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Palavras no treino do OH Leuven sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Isaac Mbenza está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Juan Pablo Habib esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Robin Mirisola está nela.
Perguntou pelo seu futuro e recebeu uma resposta com minutos lá dentro. O treinador fez uma promessa num edifício onde as promessas não se esquecem, e o relógio já começou a contar.
O que era notícia de canto de página passou a ser assunto das bancadas, e as bancadas não fazem nuances. OH Leuven gostariam de resolver isto antes de ser a única pergunta.
O comunicado da direção tinha três frases e uma delas mencionava resultados. Jorge Suárez treina há tempo suficiente para traduzir: ganhar depressa, ou o próximo comunicado será mais curto.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No OH Leuven ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
«Quero ganhar coisas e gostava de o fazer aqui.» Não se exigiu nada nem se ameaçou nada, mas uma direção como a de OH Leuven ouve uma frase destas exatamente como foi construída.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no OH Leuven coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Isaac Mbenza estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“Continuamos a reunir-nos, e continuamos a sair da sala com os mesmos números com que entrámos.” Mais uma ronda de conversas no OH Leuven, mais uma semana sem a assinatura de Isaac Mbenza.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Tidjane Sissoko e o OH Leuven acertam mais 3 anos.
7 contratações em três meses. Cada uma pode ser uma melhoria e a equipa pode ser pior durante um tempo na mesma, que é a parte de uma reconstrução que nunca aparece nos balanços de mercado.
Uma mudança no banco não é uma história, são vinte e cinco. Esta é a de Parfait Guiagon: era o jogador de alguém e agora tem de ser o de outra pessoa, a começar do zero.
Não é uma queixa nem uma exigência: quer jogar futebol europeu, e deixou de o esconder. Se o OH Leuven lho pode dar é uma pergunta sobre o clube, não sobre ele.
Óscar Gil e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel29/03/2032
Palavras no treino do OH Leuven sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Isaac Mbenza está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Deni Aslachanov e o OH Leuven acertam mais 3 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
“Continuamos a reunir-nos, e continuamos a sair da sala com os mesmos números com que entrámos.” Mais uma ronda de conversas no OH Leuven, mais uma semana sem a assinatura de Özcan Şahan.
Perguntou pelo seu futuro e recebeu uma resposta com minutos lá dentro. O treinador fez uma promessa num edifício onde as promessas não se esquecem, e o relógio já começou a contar.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No OH Leuven ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Óscar Gil e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel22/03/2032
Palavras no treino do OH Leuven sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Isaac Mbenza está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em OH Leuven, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Faltam 5 meses, e ambos os lados sabem o que isso significa: cada semana sem assinatura baixa o valor que o OH Leuven pode pedir e sobe o salário que Parfait Guiagon pode exigir.
Uma conversa no gabinete do treinador, e um compromisso que saiu dela. Promessas assim são baratas de fazer e caras de quebrar, e Quentin Daubin apontou a data.
O encolher de ombros desapareceu, a língua vai chegando, e discute nos treinos como alguém que conta estar aqui no próximo ano. Metade do valor de um reforço é isto, e nada disso aparece na verba.
17 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O OH Leuven perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no OH Leuven coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Isaac Mbenza estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“Tentei. Tentei mesmo, e todos os dias acordo no sítio errado.” No OH Leuven ninguém consegue treinar isso para fora de um homem, e ninguém lá finge que consegue.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Ilan Hurtevent, e o treinador deixou.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Robin Mirisola está nela.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Isaac Mbenza treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Tobe Leysen assinar alguma coisa — um contrato no OH Leuven ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
Faltam 4 meses, e ambos os lados sabem o que isso significa: cada semana sem assinatura baixa o valor que o OH Leuven pode pedir e sobe o salário que Özcan Şahan pode exigir.
DireçãoA formação do OH Leuven continua a produzir
293Edição
O Arauto de OH Leuven
08/03/2032
Do nosso correspondente de futebolInquietação
Plantel08/03/2032
Radja Fellaini lesiona os ligamentos do joelho — 25 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 25 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
O último jogo do campeonato está jogado e a tabela parou de mexer: 28 pontos. O verão começa na segunda-feira, e com ele a discussão sobre o que tudo isto quis dizer.
Francisco Domingues e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Isaac Mbenza estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“Continuamos a reunir-nos, e continuamos a sair da sala com os mesmos números com que entrámos.” Mais uma ronda de conversas no OH Leuven, mais uma semana sem a assinatura de Isaac Mbenza.
33 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O OH Leuven perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 10 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
Direção01/03/2032
O silêncio lá de cima começa a ouvir-se em OH Leuven
Ninguém na direção disse nada contra o treinador — e é esse o problema: também já não dizem nada a favor.
0‑3 para o Charleroi, e foi exatamente tão mau como o número sugere. Há derrotas que se discutem e derrotas pelas quais se pede desculpa; esta foi do segundo tipo.
Parfait Guiagon esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel01/03/2032
Palavras no treino do OH Leuven sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Isaac Mbenza está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
40 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O OH Leuven perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Robin Mirisola produziu-o, e o 9.40 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
Todos os futebolistas têm uma resposta para a pergunta sobre o clube da infância, e a maioria nunca chega a agir sobre ela. Thomas Openda agiu, no OH Leuven, e o primeiro mês vai mostrar o que isso faz a um homem.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que OH Leuven podem fingir não ter ouvido.
Uma média de 7.26 na época, com 14 golos a sustentá-la. Os adversários começaram a planear jogos a pensar nele, que é o elogio mais sincero que o futebol faz.
Plantel23/02/2032
Isaac Mbenza desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
48 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O OH Leuven perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Robin Mirisola produziu-o, e o 9.30 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
Há golos que ganham jogos e golos que os tiram a alguém. Robin Mirisola marcou ao minuto 87, o Westerlo já pensava na viagem de regresso, e o OH Leuven levou tudo.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no OH Leuven coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Três pontos para o OH Leuven: um 3‑2 diante do Westerlo num duelo decidido por pormenores.
Plantel16/02/2032
Isaac Mbenza desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que OH Leuven podem fingir não ter ouvido.
Óscar Gil esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Aaron Leya Iseka. 4‑3 sobre o Waasland-Beveren, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
Defender era opcional e ninguém exerceu a opção. 7 golos entre o OH Leuven e o Waasland-Beveren, e nem um dos que pagaram bilhete vai pedir o dinheiro de volta.
Plantel09/02/2032
Palavras no treino do OH Leuven sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Isaac Mbenza está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Notas dos jogadores09/02/2032
Robin Mirisola jogou uma tarde diferente da de toda a gente
9.13. Há exibições que um adepto descreve a quem não esteve lá e não consegue transmitir; esta foi uma, e o número também não ajuda.
A direcção disse em público o que já dizia em privado. Os resultados daqui até à próxima reunião decidem tudo, e no clube toda a gente sabe fazer as contas.
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 7 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
Direção02/02/2032
Fecha o mercado: 6 entradas, 7 saídas no OH Leuven
O prazo passou e o plantel é o plantel. Chegaram 6, saíram 7, e tudo o resto que se imprimiu sobre este clube no último mês foi um rumor que ficou rumor.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Racing Genk fica com o seu homem, e o OH Leuven volta a uma lista com um nome riscado.
Plantel02/02/2032
Palavras no treino do OH Leuven sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Isaac Mbenza está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Há uma idade a partir da qual toda a boa tarde é descrita como uma recordação do passado, o que é injusto e também exato. 8.91 aos 34, e ninguém no campo esteve melhor.
Não é uma queixa nem uma exigência: quer jogar futebol europeu, e deixou de o esconder. Se o OH Leuven lho pode dar é uma pergunta sobre o clube, não sobre ele.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No OH Leuven ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Óscar Gil e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Dribles concretizados: 21. Cada vez que recebia, alguém tinha de decidir, e todas as vezes a decisão foi a errada.
Plantel26/01/2032
Isaac Mbenza desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do OH Leuven já se começa a dizer o nome dele no passado.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do OH Leuven, e não vai ser retirado.
A proposta seguiu esta semana para o KV Oostende, e a resposta é deles. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no OH Leuven coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel19/01/2032
Isaac Mbenza desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Galatasaray fica com o seu homem, e o OH Leuven volta a uma lista com um nome riscado.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Em resumo
PlantelNão há lugar para Leonel Wamba no desenho novo
DireçãoNinguém saiu depressa do balneário de OH Leuven
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do OH Leuven já se começa a dizer o nome dele no passado.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do OH Leuven, e não vai ser retirado.
Os clubes tinham acordado e o jogador não. Uma nega, e pública: o Standard Liege fica com ele, e os adeptos daqui ficam a perguntar-se o que lhe terão dito sobre esta casa.
Plantel12/01/2032
Uma transferência que Lorenzo Neri teria feito de graça
Há uma versão de cada carreira em que o jogador acaba onde escolheu e não onde o escolheram. Lorenzo Neri está a viver essa versão no OH Leuven, e costuma notar-se no primeiro mês.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Parfait Guiagon estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Francisco Domingues e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
A papelada fica pronta muito antes do jogador. Bruno Gaspar acertou vir quando o contrato atual terminar, o que significa que o OH Leuven substituiu um orçamento de verão por um telefonema.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Rémi Roux será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no OH Leuven as despedidas começaram em silêncio.
“Quero jogar por troféus enquanto as pernas mo permitirem.” Nada nessa frase é um pedido de transferência, e ninguém no OH Leuven a ouviu como outra coisa.
Exames médicos, uma assinatura, uma camisola levantada à frente de um painel de patrocinadores. O OH Leuven fez a parte difícil com o Standard Liege, e a parte que falta é a única que os adeptos veem.
6 golos. Os dois bancos passaram a segunda parte a olhar um para o outro mais do que para o relvado. Os puristas vão queixar-se do OH Leuven e do Lokeren por igual; os restantes divertiram-se imenso.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Bahliseny Fofana será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no OH Leuven as despedidas começaram em silêncio.
Óscar Gil e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel29/12/2031
Isaac Mbenza desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
O banco29/12/2031
O veredicto do treinador
“A culpa é minha. Sou eu que escolho a equipa e escolhi mal.” Os treinadores dizem isto quando o sentem e quando precisam que se veja que o dizem, e depois do 0‑1 Jorge Suárez saiu da sala antes que alguém pudesse perguntar qual dos dois casos era.
Outro tem estado melhor, o treinador disse-o com uma ficha de jogo, e não há discussão possível. Vai recuperar a camisola da única maneira que ela se recupera.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no OH Leuven coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel22/12/2031
Palavras no treino do OH Leuven sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Parfait Guiagon está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Sofrer é uma coisa; a resposta é o que fala de um balneário. Mauro Lenaerts pôs o OH Leuven de novo em igualdade em 2 minutos, e o Zulte Waregem nunca chegou a jogar com vantagem.
Aqui não há queixa possível e todos os envolvidos sabem, o que não encurta o caminho até ao banco. A forma é a única moeda do futebol sobre a qual não se pode pedir emprestado.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Oleg Reabciuk será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no OH Leuven as despedidas começaram em silêncio.
Óscar Gil esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
A lesão que volta sempre, de que se regressa sempre à pressa e que em silêncio custa mais carreiras do que as dramáticas. 15 dias é a estimativa; o número honesto depende de haver paciência.
Plantel15/12/2031
Palavras no treino do OH Leuven sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Parfait Guiagon está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
15 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O OH Leuven perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 17 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Rémi Roux será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no OH Leuven as despedidas começaram em silêncio.
“Hoje não fomos suficientemente bons e não vou enfeitar isto.” Jorge Suárez depois do 1‑2, no tom de quem sabe qual é a pergunta seguinte e não tenciona responder-lhe.
Em resumo
O bancoNeste momento há alguém melhor do que Joris Kayembe
O bancoRobin Mirisola tornou-se um homem de confiança do treinador
24 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O OH Leuven perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que OH Leuven podem fingir não ter ouvido.
Há tardes em que um guarda-redes é a defesa inteira. 8 defesas, várias do género que ninguém espera ver feitas, e dez jogadores de campo que lhe devem uma bebida.
Faltavam 85 minutos e o KV Oostende tinha o ponto praticamente guardado. O futebol raramente lê o ambiente, e o OH Leuven não parou para dar explicações.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 25 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Óscar Gil e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Tobe Leysen, e o treinador deixou.
36 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O OH Leuven perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
1‑4 para o Anderlecht, e foi exatamente tão mau como o número sugere. Há derrotas que se discutem e derrotas pelas quais se pede desculpa; esta foi do segundo tipo.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no OH Leuven falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
7.82, 1 na ficha e a comédia muito própria de um jogador da linha defensiva a festejar como quem faz isto todas as semanas. Não faz, e é exatamente por isso que o estádio reagiu como reagiu.
A versão geral desta queixa é que um jogador quer mais. A versão concreta dá-lhe nome: quer entrar sob os holofotes contra clubes de outros países, e deixou de fingir o contrário.
Parfait Guiagon e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Aaron Leya Iseka, e o treinador deixou.
Kenan Karatoprak lesiona os ligamentos do joelho — 44 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 44 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O OH Leuven vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Oleg Reabciuk será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no OH Leuven as despedidas começaram em silêncio.
«Disseram-me coisas antes de eu assinar. Não as vou repetir, mas lembro-me de todas.» OH Leuven nada responderam, o que também é uma resposta.
Plantel17/11/2031
Isaac Mbenza desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no OH Leuven coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Tobe Leysen. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
“Observei este plantel. Há nele mais do que a tabela diz.” Primeira conferência de imprensa, primeira promessa — Jorge Suárez fez a que todos os treinadores novos fazem, e agora vem a parte em que ela é verificada.
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O OH Leuven vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Rémi Roux será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no OH Leuven as despedidas começaram em silêncio.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Parfait Guiagon estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Emmanuel Antwi, e o treinador deixou.
“Hoje não fomos suficientemente bons e não vou enfeitar isto.” Jorge Suárez depois do 0‑2, no tom de quem sabe qual é a pergunta seguinte e não tenciona responder-lhe.
O fim chegou numa terça-feira, como costuma acontecer: uma reunião curta, um comunicado mais curto, e Interim Coach a esvaziar o gabinete antes do meio-dia. O ritual mais cruel do futebol, cumprido a horas.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que OH Leuven podem fingir não ter ouvido.
Direção03/11/2031
O OH Leuven não tem ninguém para dirigir os treinos
Não é uma nomeação interina — é uma instituição com o gabinete técnico vazio. Esta semana as sessões serão dirigidas por alguém desconhecido, e a pergunta de como um clube chega a este estado será feita à direção e ficará sem resposta.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no OH Leuven falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Nada foi anunciado e toda a gente percebe o que significa. Uma direção que convoca todo o departamento de futebol numa terça de manhã é uma direção que deixou de acreditar que o problema se resolve sozinho.
“Não penso para lá de sábado, e não aconselharia ninguém a fazê-lo.” A primeira regra do interino é fingir que o trabalho é pequeno; Interim Coach recitou-a na perfeição.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No OH Leuven ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Há um silêncio muito próprio: o de um estádio a ver dissolver-se uma posição vencedora. O Westerlo continuou a vir porque nada o travou, e ao OH Leuven vão perguntar pela última meia hora a semana inteira.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no OH Leuven falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no OH Leuven coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Isaac Mbenza estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Tobe Leysen, e o treinador deixou.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Tobe Leysen está nela.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 73 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Óscar Gil esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel20/10/2031
Parfait Guiagon desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
“Hoje não fomos suficientemente bons e não vou enfeitar isto.” Interim Coach depois do 0‑2, no tom de quem sabe qual é a pergunta seguinte e não tenciona responder-lhe.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em OH Leuven, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Em resumo
As bancadasOs holofotes estão em cima de Tobe Leysen
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 80 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Óscar Gil e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel13/10/2031
Parfait Guiagon desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«Há uma distância, e fingir que não há não ajuda ninguém.» Nenhuma das partes se mexeu, e o calendário trabalha para uma delas apenas.
Plantel13/10/2031
No OH Leuven ainda são estranhos uns para os outros
7 reforços numa só janela. Cada um pode ser uma melhoria e a equipa pode ainda assim ser pior durante uns tempos, que é a parte de uma reconstrução de que os veredictos nunca falam.
O que se dizia à porta fechada passou a dizer-se diante de um microfone. Em OH Leuven toda a gente sabe fazer a conta, incluindo o homem a quem se dirige.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do OH Leuven, e não vai ser retirado.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no OH Leuven falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Nada foi anunciado e toda a gente percebe o que significa. Uma direção que convoca todo o departamento de futebol numa terça de manhã é uma direção que deixou de acreditar que o problema se resolve sozinho.
“Quero jogar por troféus enquanto as pernas mo permitirem.” Nada nessa frase é um pedido de transferência, e ninguém no OH Leuven a ouviu como outra coisa.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No OH Leuven ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 94 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Há uma idade a partir da qual toda a boa tarde é descrita como uma recordação do passado, o que é injusto e também exato. 8.09 aos 37, e ninguém no campo esteve melhor.
Um defesa no marcador, coisa rara o suficiente para que toda a gente no estádio se lembre de quem marcou o canto. 1 para ele e uma nota de 7.77 para o resto.
Joris Kayembe esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel29/09/2031
Isaac Mbenza desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Adrian Şut. 2‑1 sobre o KV Mechelen, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
Não se vê o fim da espera do OH Leuven por uma vitória
Já são 11 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no OH Leuven tem de arrancar um resultado de algum lado.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 101 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Oleg Reabciuk será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no OH Leuven as despedidas começaram em silêncio.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que OH Leuven podem fingir não ter ouvido.
Óscar Gil esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
6 golos num jogo, Adrian Şut na ficha e um resultado que vai parecer uma gralha. Os neutros não podiam pedir mais ao OH Leuven nem ao Standard Liege.
Plantel22/09/2031
Isaac Mbenza desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Notas dos jogadores22/09/2031
Adrian Şut jogou uma tarde diferente da de toda a gente
8.12. Há exibições que um adepto descreve a quem não esteve lá e não consegue transmitir; esta foi uma, e o número também não ajuda.
0‑3 para o Racing Genk, e foi exatamente tão mau como o número sugere. Há derrotas que se discutem e derrotas pelas quais se pede desculpa; esta foi do segundo tipo.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Rémi Roux será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no OH Leuven as despedidas começaram em silêncio.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Isaac Mbenza estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Emmanuel Antwi, e o treinador deixou.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que OH Leuven podem fingir não ter ouvido.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No OH Leuven ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Óscar Gil e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Algumas transferências precisam de uma campanha de imprensa. Esta precisava de uma camisola com o número antigo. Laurens Vermijl volta a ser jogador do OH Leuven, e a cidade tem a sua história do verão.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Isaac Mbenza estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Club Brugge fica com o seu homem, e o OH Leuven volta a uma lista com um nome riscado.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
2 defendidos dos onze metros, e um estádio que vai descrever cada um deles durante vinte anos. Um guarda-redes precisa de uma noite assim numa carreira, e foi esta.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que OH Leuven podem fingir não ter ouvido.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O OH Leuven perdeu-o em tudo menos nos papéis.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O KAA Gent fica com o seu homem, e o OH Leuven volta a uma lista com um nome riscado.
Aos 33 devia estar a gerir os seus minutos. Em vez disso foi avaliado com 8.27 e pareceu, durante noventa minutos, exatamente o jogador de que toda a gente se lembra.
Direção01/09/2031
O prazo passa com 27 contratações e 13 saídas
Está feito o negócio no OH Leuven até o mercado voltar a abrir. Se chegou, responde-se aos sábados e não numa coluna, e o primeiro sábado está perto.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no OH Leuven coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Em resumo
PlantelUma zanga por causa do esforço no OH Leuven
A proposta do Westerlo por Jonathan Afolabi foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Oleg Reabciuk será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no OH Leuven as despedidas começaram em silêncio.
Óscar Gil esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Há uma versão de cada carreira em que o jogador acaba onde escolheu e não onde o escolheram. Victor Ikechukwu está a viver essa versão no OH Leuven, e costuma notar-se no primeiro mês.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Isaac Mbenza estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
O OH Leuven perguntou e o Racing Genk disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Mauro Lenaerts produziu-o, e o 9.10 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do OH Leuven já se começa a dizer o nome dele no passado.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Standard Liege fica com o seu homem, e o OH Leuven volta a uma lista com um nome riscado.
Um golo de defesa dá a vitória ao OH Leuven — 7.77
1 para Adrian Şut, avaliado com 7.77, e o nome de um central na parte da crónica a que normalmente só chega por engano. No balneário não o vão deixar esquecer durante um mês.
$7.6M era o máximo que o clube pagaria, e o Standard Liege pedia mais. Negócios destes ressuscitam na última semana do mercado mais ou menos metade das vezes, e todos os envolvidos o sabem.
Ethan Pye e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel11/08/2031
Uma transferência que Elói Ferreira teria feito de graça
Há uma versão de cada carreira em que o jogador acaba onde escolheu e não onde o escolheram. Elói Ferreira está a viver essa versão no OH Leuven, e costuma notar-se no primeiro mês.
Plantel11/08/2031
Isaac Mbenza desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do OH Leuven, e não vai ser retirado.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O OH Leuven perdeu-o em tudo menos nos papéis.
A proposta seguiu esta semana para o Standard Liege, e a resposta é deles. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 6 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Sofian Bouzian será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no OH Leuven as despedidas começaram em silêncio.
O telefone voltou a tocar por causa de Jonathan Afolabi, e desta vez do outro lado está o Westerlo. No OH Leuven ouvem com educação e não prometem nada.
As regras permitem-no e dói na mesma. Oleg Reabciuk acertou condições com o KAA Gent para o verão e, até lá, veste esta camisola como quem já escolheu a seguinte.
15 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O OH Leuven perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
«Disseram-me qual seria o meu papel e assinei por causa disso. Não aconteceu.» Uma queixa com data marcada é a mais difícil de resolver.
Plantel28/07/2031
Uma transferência que Erwan Antonin teria feito de graça
Há uma versão de cada carreira em que o jogador acaba onde escolheu e não onde o escolheram. Erwan Antonin está a viver essa versão no OH Leuven, e costuma notar-se no primeiro mês.
Óscar Gil esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Não é uma fase — é um salto a sério, mantido durante meses. Aos 22 anos faz a este nível coisas que não fazia no início da época, e a equipa técnica dir-lhe-á exatamente quais.
Direção28/07/2031
10 jogadores da formação recebem número de equipa principal no OH Leuven
A manhã em que o percurso deixa de ser um folheto e passa a ser uma ficha de jogo. A maioria não estará cá daqui a três anos; todos já fizeram a parte difícil, que era chegar a hoje.
22 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O OH Leuven perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do OH Leuven, e não vai ser retirado.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do OH Leuven já se começa a dizer o nome dele no passado.
O OH Leuven perguntou e o Standard Liege disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No OH Leuven ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
O Standard Liege queria mais do que $7.7M e a direção não foi por aí. Levantou-se da mesa, por agora, o que em pleno mercado quer dizer até alguém pestanejar.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Bahliseny Fofana será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no OH Leuven as despedidas começaram em silêncio.
Não há pior forma de perder um futebolista. Noam Ferro pré-acordou a saída, o que significa que cada jogo daqui até junho é feito por um homem que o clube já não pode vender, e alguém lá em cima vai ter de explicar como se chegou aqui.
Óscar Gil e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Isaac Mbenza estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
O OH Leuven perguntou e o Barcelona disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O OH Leuven perdeu-o em tudo menos nos papéis.
O comunicado da direção tinha três frases e uma delas mencionava resultados. Interim Coach treina há tempo suficiente para traduzir: ganhar depressa, ou o próximo comunicado será mais curto.
Todo o departamento de futebol numa sala, numa manhã de dia de semana. Nada foi anunciado depois, que é o que uma direção anuncia quando a paciência acabou.
O OH Leuven foi ao Standard Liege com uma proposta, e os adeptos foram à internet com uma opinião sobre ela. Se alguma das duas muda alguma coisa, decide o clube vendedor.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Fraser Horsfall será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no OH Leuven as despedidas começaram em silêncio.
Óscar Gil e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 19 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
O OH Leuven perguntou e o Anderlecht disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Oleg Reabciuk será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no OH Leuven as despedidas começaram em silêncio.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que OH Leuven podem fingir não ter ouvido.
«Dei tudo a isto, mas a minha família não está aqui — e eu também não, na verdade.» A um futebolista corrige-se a má fase. Disto nunca ninguém foi corrigido, e no OH Leuven sabem-no.
Rodrigo Villalba e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Isaac Mbenza estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que OH Leuven podem fingir não ter ouvido.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no OH Leuven falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
O OH Leuven foi ao Standard Liege com uma proposta, e os adeptos foram à internet com uma opinião sobre ela. Se alguma das duas muda alguma coisa, decide o clube vendedor.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Rémi Roux será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no OH Leuven as despedidas começaram em silêncio.
Ethan Pye esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel23/06/2031
Isaac Mbenza desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Club Brugge fica com o seu homem, e o OH Leuven volta a uma lista com um nome riscado.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O OH Leuven perdeu-o em tudo menos nos papéis.
A proposta seguiu esta semana para o Anderlecht, e a resposta é deles. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
O Standard Liege queria mais do que $7.9M e a direção não foi por aí. Levantou-se da mesa, por agora, o que em pleno mercado quer dizer até alguém pestanejar.
O OH Leuven foi ao Anderlecht com uma proposta, e os adeptos foram à internet com uma opinião sobre ela. Se alguma das duas muda alguma coisa, decide o clube vendedor.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que OH Leuven podem fingir não ter ouvido.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Sofian Bouzian será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no OH Leuven as despedidas começaram em silêncio.
O valor aprovado não chegava. A direção foi consultada de novo e subiu a sua própria proposta para $4.9M — um clube que quer Arayik Eloyan ao ponto de perguntar duas vezes.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no OH Leuven coisas que levam mais de uma semana a retirar.
A proposta seguiu esta semana para o Standard Liege, e a resposta é deles. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O OH Leuven perdeu-o em tudo menos nos papéis.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No OH Leuven ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que OH Leuven podem fingir não ter ouvido.
Óscar Gil e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Isaac Mbenza estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
O Charleroi vai continuar a utilizá-lo até junho e não receberá nada por ele depois. Alberto Solís pré-acordou a mudança para o OH Leuven, e os únicos que perdem nesse arranjo são os que deixaram o contrato correr.
O OH Leuven perguntou e o Barcelona disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
O comunicado da direção tinha três frases e uma delas mencionava resultados. Interim Coach treina há tempo suficiente para traduzir: ganhar depressa, ou o próximo comunicado será mais curto.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Fraser Horsfall será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no OH Leuven as despedidas começaram em silêncio.
«Nunca quis estar noutro sítio. Ainda há trabalho por acabar aqui.» Adrian Şut compromete-se com o OH Leuven por mais 4 anos.
Plantel02/06/2031
Palavras no treino do OH Leuven sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Isaac Mbenza está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
A papelada fica pronta muito antes do jogador. Vincent Rolland acertou vir quando o contrato atual terminar, o que significa que o OH Leuven substituiu um orçamento de verão por um telefonema.
Lá em cima ninguém disse nada, que é a coisa mais barulhenta que podiam fazer. Os resultados compram silêncio neste ofício; a conta do OH Leuven está a esgotar-se.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No OH Leuven ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Óscar Gil esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Emile Samyn estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Mamadou Doucouré, e o treinador deixou.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Plantel26/05/2031
Os relatórios de treino sobre Enrikè Fiore não são bons
Um sábado mau perdoa-se; uma terça-feira má é uma escolha. O nível baixou, e numa casa onde toda a gente observa toda a gente, deu-se por isso.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que OH Leuven podem fingir não ter ouvido.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Sofian Bouzian será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no OH Leuven as despedidas começaram em silêncio.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no OH Leuven coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel19/05/2031
Palavras no treino do OH Leuven sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Isaac Mbenza está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em OH Leuven, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Tobe Leysen assinar alguma coisa — um contrato no OH Leuven ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
Nada por escrito e nada em público: uma palavra sobre minutos, dada cara a cara no OH Leuven. As fichas de jogo do próximo mês dirão se valia a pena tê-la.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que OH Leuven podem fingir não ter ouvido.
Rodrigo Villalba e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel12/05/2031
Palavras no treino do OH Leuven sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Isaac Mbenza está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em OH Leuven, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
O que se dizia à porta fechada passou a dizer-se diante de um microfone. Em OH Leuven toda a gente sabe fazer a conta, incluindo o homem a quem se dirige.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que OH Leuven podem fingir não ter ouvido.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Fraser Horsfall será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no OH Leuven as despedidas começaram em silêncio.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Joris Kayembe, e o treinador deixou.
“Continuamos a reunir-nos, e continuamos a sair da sala com os mesmos números com que entrámos.” Mais uma ronda de conversas no OH Leuven, mais uma semana sem a assinatura de Joris Kayembe.
Plantel05/05/2031
Emile Samyn desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Todos os plantéis são metade jogadores que o treinador escolheu e metade jogadores que herdou. Nikolas Sattlberger foi escolhido, o homem que o escolheu foi-se, e ele recomeça do zero com o próximo.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Rémi Roux será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no OH Leuven as despedidas começaram em silêncio.
Óscar Gil esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
“Tentei. Tentei mesmo, e todos os dias acordo no sítio errado.” No OH Leuven ninguém consegue treinar isso para fora de um homem, e ninguém lá finge que consegue.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Isaac Mbenza estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Ninguém no OH Leuven dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No OH Leuven ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no OH Leuven coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Isaac Mbenza estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que OH Leuven podem fingir não ter ouvido.
Óscar Gil e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Emile Samyn estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
O banco14/04/2031
Ewoud Pletinckx tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no OH Leuven dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
“Continuamos a reunir-nos, e continuamos a sair da sala com os mesmos números com que entrámos.” Mais uma ronda de conversas no OH Leuven, mais uma semana sem a assinatura de Oleg Reabciuk.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em OH Leuven, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
O que se dizia à porta fechada passou a dizer-se diante de um microfone. Em OH Leuven toda a gente sabe fazer a conta, incluindo o homem a quem se dirige.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do OH Leuven, e não vai ser retirado.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No OH Leuven ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Ewoud Pletinckx e o OH Leuven acertam mais 3 anos.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Isaac Mbenza estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do OH Leuven, e não vai ser retirado.
Óscar Gil esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel31/03/2031
Palavras no treino do OH Leuven sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Isaac Mbenza está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em OH Leuven, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Ninguém no OH Leuven dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no OH Leuven coisas que levam mais de uma semana a retirar.
«Aqui ninguém está acima de levar um raspanete.» Não se disse nenhum nome, mas o balneário sabe contar, e quem estava a ouvir também.
Plantel24/03/2031
Emile Samyn desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Tobe Leysen está nela.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Tobe Leysen assinar alguma coisa — um contrato no OH Leuven ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
“Fiz tudo o que me pediram nos treinos e ao sábado não mudou nada.” A queixa mais conhecida do futebol, e uma a que o OH Leuven terá de responder com minutos ou com uma transferência.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No OH Leuven ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do OH Leuven, e não vai ser retirado.
Ethan Pye e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel17/03/2031
Isaac Mbenza desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
A enfermaria confirma 50 dias de paragem para Eden Vanaken, e um plano construído à volta dele tem de ser refeito.
Plantel17/03/2031
No OH Leuven ainda são estranhos uns para os outros
6 reforços numa só janela. Cada um pode ser uma melhoria e a equipa pode ainda assim ser pior durante uns tempos, que é a parte de uma reconstrução de que os veredictos nunca falam.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Adam Taggart treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do OH Leuven, e não vai ser retirado.
Há tardes em que um guarda-redes é a defesa inteira. 7 defesas, várias do género que ninguém espera ver feitas, e dez jogadores de campo que lhe devem uma bebida.
As regras permitem-no e dói na mesma. Fraser Horsfall acertou condições com o Club Brugge para o verão e, até lá, veste esta camisola como quem já escolheu a seguinte.
Óscar Gil e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel10/03/2031
Isaac Mbenza desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Notas dos jogadores10/03/2031
Ilan Hurtevent jogou uma tarde diferente da de toda a gente
8.26. Há exibições que um adepto descreve a quem não esteve lá e não consegue transmitir; esta foi uma, e o número também não ajuda.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Ilan Hurtevent, e o treinador deixou.
O comunicado da direção tinha três frases e uma delas mencionava resultados. Interim Coach treina há tempo suficiente para traduzir: ganhar depressa, ou o próximo comunicado será mais curto.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No OH Leuven ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que OH Leuven podem fingir não ter ouvido.
Óscar Gil esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
“Continuamos a reunir-nos, e continuamos a sair da sala com os mesmos números com que entrámos.” Mais uma ronda de conversas no OH Leuven, mais uma semana sem a assinatura de Isaac Mbenza.
Em resumo
PlantelUma zanga por causa do esforço no OH Leuven
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do OH Leuven, e não vai ser retirado.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No OH Leuven ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no OH Leuven coisas que levam mais de uma semana a retirar.
“Tentei. Tentei mesmo, e todos os dias acordo no sítio errado.” No OH Leuven ninguém consegue treinar isso para fora de um homem, e ninguém lá finge que consegue.
Já ia em 6 jogos. Os jogadores não festejaram como quem ganhou um jogo; festejaram como quem acabou de ser libertado de alguma coisa.
Plantel24/02/2031
Palavras no treino do OH Leuven sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Isaac Mbenza está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No OH Leuven ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Óscar Gil e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel17/02/2031
Isaac Mbenza desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Dribles concretizados: 16. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
Plantel17/02/2031
Um clube mais pequeno assentaria agora a Óscar Gil
Já teve barulho que chegue. Se o OH Leuven pode ser um sítio mais calmo para ele, ou se a única cura é sair para onde os programas de rádio são mais brandos, decide-se nos próximos meses.
6 contratações em três meses. Cada uma pode ser uma melhoria e a equipa pode ser pior durante um tempo na mesma, que é a parte de uma reconstrução que nunca aparece nos balanços de mercado.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Há tardes em que um guarda-redes é a defesa inteira. 7 defesas, várias do género que ninguém espera ver feitas, e dez jogadores de campo que lhe devem uma bebida.
O OH Leuven ficou sem tempo com o Anderlecht. Os papéis estavam abertos quando o prazo passou, e uma transferência que estava quase feita é agora uma transferência que nunca aconteceu.
Jogo08/02/2031
Não se vê o fim da espera do OH Leuven por uma vitória
Já são 5 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no OH Leuven tem de arrancar um resultado de algum lado.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No OH Leuven ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
A papelada fica pronta muito antes do jogador. Mons Bassouamina acertou vir quando o contrato atual terminar, o que significa que o OH Leuven substituiu um orçamento de verão por um telefonema.
O OH Leuven perguntou e o Club Brugge disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
O OH Leuven e o Anderlecht acertaram em $6.4M. O resto pertence ao jogador e ao empresário, e um adepto que já viu uma destas sabe que ainda não é altura de comprar a camisola.
Direção03/02/2031
O silêncio lá de cima começa a ouvir-se em OH Leuven
Ninguém na direção disse nada contra o treinador — e é esse o problema: também já não dizem nada a favor.
O OH Leuven fecha o mercado com um plantel feito por si
5 entradas e 6 saídas, e nenhuma mudança durante meses. O treinador tem o que tem, os adeptos têm a sua opinião sobre isso, e a tabela terá a última palavra.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No OH Leuven ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Rodrigo Villalba esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Isaac Mbenza estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do OH Leuven já se começa a dizer o nome dele no passado.
O OH Leuven perguntou e o Anderlecht disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Bahliseny Fofana será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no OH Leuven as despedidas começaram em silêncio.
Joris Kayembe esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel27/01/2031
Isaac Mbenza desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
A papelada fica pronta muito antes do jogador. Vicente Prado acertou vir quando o contrato atual terminar, o que significa que o OH Leuven substituiu um orçamento de verão por um telefonema.
O OH Leuven e o Charleroi acertaram em $8.5M. O resto pertence ao jogador e ao empresário, e um adepto que já viu uma destas sabe que ainda não é altura de comprar a camisola.
Verba acordada, salário acordado, e o KV Mechelen à espera com uma camisola. No OH Leuven ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
Óscar Gil e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
O OH Leuven perguntou e o West Ham United disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
O treinador prendeu-os no balneário e disse o que tinha a dizer. Espera-se resposta no sábado e, se não vier, as perguntas sobem um andar.
Plantel20/01/2031
Palavras no treino do OH Leuven sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Emile Samyn está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que OH Leuven podem fingir não ter ouvido.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O OH Leuven perdeu-o em tudo menos nos papéis.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Charleroi fica com o seu homem, e o OH Leuven volta a uma lista com um nome riscado.
Há uma versão de cada carreira em que o jogador acaba onde escolheu e não onde o escolheram. Laurent Tielemans está a viver essa versão no OH Leuven, e costuma notar-se no primeiro mês.
Plantel13/01/2031
Isaac Mbenza desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Óscar Gil esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel06/01/2031
Uma transferência que Radja Fellaini teria feito de graça
Há uma versão de cada carreira em que o jogador acaba onde escolheu e não onde o escolheram. Radja Fellaini está a viver essa versão no OH Leuven, e costuma notar-se no primeiro mês.
Plantel06/01/2031
Isaac Mbenza desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no OH Leuven coisas que levam mais de uma semana a retirar.
3 jogos sem golo. Os avançados deixam de levantar a cabeça, os médios dão o toque a mais, e cada remate que passa por cima é seguido de um lamento que se acumula desde o último golo.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Derrota por 0‑1, e justa. O treinador foi curto nas palavras no final, o que provavelmente foi sensato.
Plantel30/12/2030
Palavras no treino do OH Leuven sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Emile Samyn está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
O banco30/12/2030
A vista do banco
“Vamos analisar, vamos aprender com isto, e vamos outra vez.” As três frases que todos os treinadores guardam para uma derrota por 0‑1, ditas por Interim Coach a uma sala que já as tinha ouvido.
O banco30/12/2030
Ewoud Pletinckx tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no OH Leuven dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Outro tem estado melhor, o treinador disse-o com uma ficha de jogo, e não há discussão possível. Vai recuperar a camisola da única maneira que ela se recupera.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Maxim Deman será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no OH Leuven as despedidas começaram em silêncio.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do OH Leuven, e não vai ser retirado.
Óscar Gil e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
«Há manhãs em que acordas e tudo o que conheces continua longíssimo.» Não é o futebol e nunca foi: o OH Leuven lida com um homem que quer outro país.
Plantel23/12/2030
Palavras no treino do OH Leuven sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Isaac Mbenza está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
O Zulte Waregem levou os pontos após um 0‑1 que será difícil de explicar nas bancadas.
O banco23/12/2030
A vista do banco
“Vamos analisar, vamos aprender com isto, e vamos outra vez.” As três frases que todos os treinadores guardam para uma derrota por 0‑1, ditas por Interim Coach a uma sala que já as tinha ouvido.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Ethan Pye treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Em resumo
Notas dos jogadoresHugo Siquet encarou-os todo o jogo
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no OH Leuven coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel16/12/2030
Palavras no treino do OH Leuven sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Isaac Mbenza está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
100 jogos com esta camisola, através de treinadores, descidas e tudo o resto. Uma entrega assim está a desaparecer do futebol, e a bancada sabe o que está a ver.
«Aqui ninguém está acima de levar um raspanete.» Não se disse nenhum nome, mas o balneário sabe contar, e quem estava a ouvir também.
O banco16/12/2030
Tobe Leysen tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no OH Leuven dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
“Continuamos a reunir-nos, e continuamos a sair da sala com os mesmos números com que entrámos.” Mais uma ronda de conversas no OH Leuven, mais uma semana sem a assinatura de Oleg Reabciuk.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em OH Leuven, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Não é uma queixa nem uma exigência: quer jogar futebol europeu, e deixou de o esconder. Se o OH Leuven lho pode dar é uma pergunta sobre o clube, não sobre ele.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Mauro Lenaerts e o OH Leuven acertam mais 4 anos.
Isaac Mbenza esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Mamadou Doucouré, e o treinador deixou.
“Continuamos a reunir-nos, e continuamos a sair da sala com os mesmos números com que entrámos.” Mais uma ronda de conversas no OH Leuven, mais uma semana sem a assinatura de Mamadou Doucouré.