O Bukovyna vai querer esquecer isto depressa: 4‑0, todos os duelos perdidos e uma viagem longa para casa. O Oleksandriya foi impiedoso como as boas equipas sabem ser.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Oleksandriya ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Já são 4 vitórias seguidas, e a pergunta deixou de ser se a série acaba para passar a ser quem a acaba. Confiança assim não se compra; ganha-se exatamente desta maneira.
Viktor Tsukanov esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Oleksandriya ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Já são 3 vitórias seguidas, e a pergunta deixou de ser se a série acaba para passar a ser quem a acaba. Confiança assim não se compra; ganha-se exatamente desta maneira.
Viktor Tsukanov e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
9 jogos sem perder em casa. As equipas visitantes chegam já a falar do ambiente, o que costuma ser sinal de que perderam meio jogo antes do pontapé de saída.
Plantel11/12/2028
Palavras no treino do Oleksandriya sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Danil Skorko está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O Oleksandriya pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.
Viktor Tsukanov e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Dmytro Myshniov e o Oleksandriya acertam mais 2 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Plantel04/12/2028
Danil Skorko desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Não há forma mais cruel de perder um jogo. O Oleksandriya marcou aos 95, o pontapé de saída mal chegou a acontecer, e a bancada visitante ainda estava de pé quando soou o apito.
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 7 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Vladyslav Pryimak será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Oleksandriya as despedidas começaram em silêncio.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Oleksandriya coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Bryan Castillo. 3‑2 sobre o Metalist, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
Aos 22 anos é cantado por pessoas com o dobro da idade, um carinho que um reforço demora anos a merecer e que um miúdo da casa recebe por aparecer. É também a coisa mais difícil de corresponder no futebol.
Dribles concretizados: 19. Havia sempre um defesa à frente dele, e nunca houve um defesa à frente dele por muito tempo.
Jogo25/11/2028
O Oleksandriya torna a sua casa um sítio difícil de visitar
8 sem derrota no seu relvado. O campo não mudou; a bancada sim — mais barulhenta mais cedo e mais rápida a perceber quando o adversário preferia estar noutro lado.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Oleksandriya, e não vai ser retirado.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Artem Kulakovskyi será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Oleksandriya as despedidas começaram em silêncio.
Plantel20/11/2028
Danil Skorko desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Dmytro Myshniov esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Bryan Castillo está nela.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Oleksandriya sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
O Oleksandriya fez saber ao mercado que Rostyslav Taranukha está disponível. O anúncio não traz preço, mas toda a gente do ramo sabe mais ou menos o que lá diz.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Oleksandriya, e não vai ser retirado.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Andrii Yakymiv será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Oleksandriya as despedidas começaram em silêncio.
«Quero ganhar coisas e gostava de o fazer aqui.» Não se exigiu nada nem se ameaçou nada, mas uma direção como a de Oleksandriya ouve uma frase destas exatamente como foi construída.
Plantel13/11/2028
Danil Skorko desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Dmytro Myshniov e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
«Dei tudo a isto, mas a minha família não está aqui — e eu também não, na verdade.» A um futebolista corrige-se a má fase. Disto nunca ninguém foi corrigido, e no Oleksandriya sabem-no.
Dribles concretizados: 17. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Volodymyr Brazhko produziu-o, e o 8.46 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
Há uma idade a partir da qual toda a boa tarde é descrita como uma recordação do passado, o que é injusto e também exato. 8.17 aos 33, e ninguém no campo esteve melhor.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Taras Dmytruk será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Oleksandriya as despedidas começaram em silêncio.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Oleksandriya podem fingir não ter ouvido.
Dmytro Myshniov e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel06/11/2028
Gabriel Otegbayo desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Não há pior forma de perder um futebolista. Vladyslav Pryimak pré-acordou a saída, o que significa que cada jogo daqui até junho é feito por um homem que o clube já não pode vender, e alguém lá em cima vai ter de explicar como se chegou aqui.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Oleksandriya coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel30/10/2028
Danil Skorko desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Denys Bezborodko e o Oleksandriya acertam mais 1 anos.
“Hoje não fomos suficientemente bons e não vou enfeitar isto.” Volodymyr Karavayev depois do 0‑1, no tom de quem sabe qual é a pergunta seguinte e não tenciona responder-lhe.
O banco30/10/2028
Cyriel Dessers tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Oleksandriya dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Andrii Yakymiv, e o treinador deixou.
Vai jogar aqui até ao verão e depois sair pela porta de graça, tendo já assinado noutro lado. Os adeptos aguentam a primeira parte desta frase; é com a segunda que vão ter dificuldade.
Viktor Tsukanov esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Danil Skorko estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Bryan Castillo. 2‑1 sobre o Metalist, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Viktor Dolhyi, e o treinador deixou.
“Tentei. Tentei mesmo, e todos os dias acordo no sítio errado.” No Oleksandriya ninguém consegue treinar isso para fora de um homem, e ninguém lá finge que consegue.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Andrii Yakymiv será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Oleksandriya as despedidas começaram em silêncio.
Viktor Tsukanov e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel16/10/2028
Danil Skorko desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Dmytro Myshniov, e o treinador deixou.
O banco16/10/2028
Viktor Dolhyi tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Oleksandriya dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Cyriel Dessers. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Oleksandriya podem fingir não ter ouvido.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Oleksandriya ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Viktor Tsukanov e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel09/10/2028
Danil Skorko desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Tem 22 anos e o estádio já canta o nome dele, coisa que acontece aos miúdos da terra e quase nunca aos reforços. Tudo a partir daqui se mede contra um carinho que não fez nada para merecer, a não ser ser daqui.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 19 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Oleksandriya podem fingir não ter ouvido.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Taras Dmytruk será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Oleksandriya as despedidas começaram em silêncio.
Plantel02/10/2028
Danil Skorko desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Oleksandriya coisas que levam mais de uma semana a retirar.
O treinador reorganizou as ideias e Denys Sliusar saiu delas mais abaixo. Vão dizer-lhe que é temporário, e os jogadores que já ouviram isso antes vão desviar o olhar.
«Disseram-mo com clareza, e prefiro assim.» O treinador de Oleksandriya foi explícito quanto à situação de Vladyslav Pryimak, o que é mais do que muitos recebem.
O banco02/10/2028
Cyriel Dessers tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Oleksandriya dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Taras Dmytruk, e o treinador deixou.
27 dias de fora para Cyriel Dessers depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Oleksandriya vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Oleksandriya podem fingir não ter ouvido.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Oleksandriya ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
«Quero ganhar coisas e gostava de o fazer aqui.» Não se exigiu nada nem se ameaçou nada, mas uma direção como a de Oleksandriya ouve uma frase destas exatamente como foi construída.
Dribles concretizados: 23. Cada vez que recebia, alguém tinha de decidir, e todas as vezes a decisão foi a errada.
Plantel25/09/2028
Danil Skorko desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Dmytro Myshniov esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 35 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Há tardes em que um guarda-redes é a defesa inteira. 10 defesas, várias do género que ninguém espera ver feitas, e dez jogadores de campo que lhe devem uma bebida.
Verba acordada, salário acordado, e o UCSA à espera com uma camisola. No Oleksandriya ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O Oleksandriya pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Oleksandriya, e não vai ser retirado.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Andrii Yakymiv será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Oleksandriya as despedidas começaram em silêncio.
A proposta do Podillia por Daniil Vashchenko foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
O Oleksandriya ficou sem tempo com o Shakhtar. Os papéis estavam abertos quando o prazo passou, e uma transferência que estava quase feita é agora uma transferência que nunca aconteceu.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Oleksandriya falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Verba acordada, salário acordado, e o Chernihiv à espera com uma camisola. No Oleksandriya ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Oleksandriya, e não vai ser retirado.
A proposta seguiu esta semana para o Shakhtar, e a resposta é deles. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
«Disseram-me qual seria o meu papel e assinei por causa disso. Não aconteceu.» Uma queixa com data marcada é a mais difícil de resolver.
Direção11/09/2028
Fecha o mercado: 17 entradas, 19 saídas no Oleksandriya
O prazo passou e o plantel é o plantel. Chegaram 17, saíram 19, e tudo o resto que se imprimiu sobre este clube no último mês foi um rumor que ficou rumor.
A proposta do Poltava por Rostyslav Taranukha foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Andrii Klishchuk será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Oleksandriya as despedidas começaram em silêncio.
Não há pior forma de perder um futebolista. Andrii Klishchuk pré-acordou a saída, o que significa que cada jogo daqui até junho é feito por um homem que o clube já não pode vender, e alguém lá em cima vai ter de explicar como se chegou aqui.
Alvos de mercadoO mercado fecha em cima do negócio de Oleksii Sydorov
PlantelUma zanga por causa do esforço no Oleksandriya
110Edição
A Sentinela de Oleksandriya
04/09/2028
Do nosso correspondente de futebolEstável
Plantel04/09/2028
50 dias de fora para Cyriel Dessers depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Oleksandriya vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Vitória por 2‑1 sobre o Ahrobiznes, um lugar na ronda seguinte e a aritmética silenciosa que todos os adeptos fazem a caminho de casa: quantos faltam até uma final?
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Oleksandriya já se começa a dizer o nome dele no passado.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Denys Bezborodko produziu-o, e o 8.75 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
“Ouvi, pensei, e fico. É essa a história toda.” Os clubes tinham acordado uma verba. Denys Bezborodko não tinha acordado ir, e afinal era essa a parte que contava.
A proposta do UCSA por Taras Dmytruk foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Viktor Tsukanov e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel04/09/2028
Palavras no treino do Oleksandriya sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Fernando Henrique está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 58 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
A proposta do Umraniyespor por Danylo Kravchuk foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Viktor Tsukanov e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
O Dynamo Kyiv levou os pontos após um 2‑3 que será difícil de explicar nas bancadas.
Plantel28/08/2028
Palavras no treino do Oleksandriya sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Fernando Henrique está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Oleksandriya falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Verba acordada, salário acordado, e o UCSA à espera com uma camisola. No Oleksandriya ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Taras Dmytruk será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Oleksandriya as despedidas começaram em silêncio.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Oleksandriya podem fingir não ter ouvido.
A proposta do Polissia por Denys Bezborodko foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
«Dei tudo a isto, mas a minha família não está aqui — e eu também não, na verdade.» A um futebolista corrige-se a má fase. Disto nunca ninguém foi corrigido, e no Oleksandriya sabem-no.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Metalist fica com o seu homem, e o Oleksandriya volta a uma lista com um nome riscado.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 74 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Verba acordada, salário acordado, e o Podillia à espera com uma camisola. No Oleksandriya ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Oleksandriya podem fingir não ter ouvido.
Aos 26 a evolução devia ter acabado. Não acabou: 3 pontos acima da marca do início do ano, o que acontece aos jogadores que levam a sério as partes aborrecidas do ofício.
Plantel14/08/2028
Palavras no treino do Oleksandriya sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Fernando Henrique está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 81 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Oleksandriya perdeu-o em tudo menos nos papéis.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Oleksandriya podem fingir não ter ouvido.
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 7 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
«Quero ganhar coisas e gostava de o fazer aqui.» Não se exigiu nada nem se ameaçou nada, mas uma direção como a de Oleksandriya ouve uma frase destas exatamente como foi construída.
Jogo05/08/2028
Não se vê o fim da espera do Oleksandriya por uma vitória
Já são 4 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Oleksandriya tem de arrancar um resultado de algum lado.
Aos 24 a evolução devia ter acabado. Não acabou: 4 pontos acima da marca do início do ano, o que acontece aos jogadores que levam a sério as partes aborrecidas do ofício.
Recuperou e depois fez alguma coisa com isso, que são dois trabalhos e a razão de o marcador ter o aspeto que tem. 12 ações combinadas e uma nota de 6.98, e nenhuma delas entrará num resumo.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 88 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Oleksandriya, e não vai ser retirado.
“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O Oleksandriya pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.
Notas dos jogadores31/07/2028
Um golo de defesa dá a vitória ao Oleksandriya — 7.92
1 para Volodymyr Brazhko, avaliado com 7.92, e o nome de um central na parte da crónica a que normalmente só chega por engano. No balneário não o vão deixar esquecer durante um mês.
A proposta seguiu esta semana para o Chornomorets, e a resposta é deles. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Exames médicos, uma assinatura, uma camisola levantada à frente de um painel de patrocinadores. O Oleksandriya fez a parte difícil com o Slavia Prague, e a parte que falta é a única que os adeptos veem.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Oleksandriya falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Oleksandriya perdeu-o em tudo menos nos papéis.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Oleksandriya podem fingir não ter ouvido.
O Oleksandriya perguntou e o Metalist disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
O valor aprovado não chegava. A direção foi consultada de novo e subiu a sua própria proposta para $122.4K — um clube que quer Giorgi Maisuradze ao ponto de perguntar duas vezes.
Viktor Tsukanov esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
O Oleksandriya foi ao Polissia com uma proposta, e os adeptos foram à internet com uma opinião sobre ela. Se alguma das duas muda alguma coisa, decide o clube vendedor.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 102 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Verba acordada, salário acordado, e o UCSA à espera com uma camisola. No Oleksandriya ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
Alvos de mercado17/07/2028
$350.0K põem os clubes de acordo sobre Alagie Wally
O Veres aceitou o dinheiro. O que o Oleksandriya ainda não tem é o homem, e entre aqui e a fotografia há uma conversa sobre salários que os dois lados temem.
O Oleksandriya perguntou e o Prykarpattia disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Oleksandriya podem fingir não ter ouvido.
A proposta do Veres por Denys Bezborodko foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Aos 22 anos faz esta época coisas que não conseguia fazer na época passada, e fá-las todas as semanas. A forma vai e vem; isto já ficou tempo suficiente para se lhe chamar outra coisa.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Oleksandriya coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Aos 26 a evolução devia ter acabado. Não acabou: 3 pontos acima da marca do início do ano, o que acontece aos jogadores que levam a sério as partes aborrecidas do ofício.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Oleksandriya falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Oleksandriya ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Aos 23 anos faz esta época coisas que não conseguia fazer na época passada, e fá-las todas as semanas. A forma vai e vem; isto já ficou tempo suficiente para se lhe chamar outra coisa.
O Oleksandriya ofereceu $590.0K; o Metalist disse que nem perto. Ao treinador dirão que o dinheiro continua lá para o jogador certo, que é o que se diz aos treinadores.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Oleksandriya coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Mercado10/07/2028
Como se nunca tivesse saído: Andrii Busko regressa
Algumas transferências precisam de uma campanha de imprensa. Esta precisava de uma camisola com o número antigo. Andrii Busko volta a ser jogador do Oleksandriya, e a cidade tem a sua história do verão.
Plantel10/07/2028
Viktor Dolhyi melhorou aos 24, o que ninguém esperava
As carreiras devem estagnar e depois cair, e quem ignora isso é sempre quem estava a ouvir no treino. 3 pontos, ao longo de meses, numa idade em que a direção costuma ser só uma.
Viktor Tsukanov e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Fernando Henrique estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Slavia Prague fica com o seu homem, e o Oleksandriya volta a uma lista com um nome riscado.
«Estamos muito longe um do outro, e fingir o contrário não ajuda ninguém.» Nada se moveu, e o calendário não joga a favor do clube.
Plantel03/07/2028
6 caras novas e o Oleksandriya ainda se está a conhecer
Um plantel reconstruído num único mercado paga-o numa moeda que ninguém orça. O futebol não é pior do que a soma dos jogadores: é pior do que a soma dos jogadores que já jogaram juntos.
Assinaram hoje, ninguém os vai ver durante anos, e um deles pode um dia ser a razão de o clube existir. É este todo o argumento a favor de uma formação, e é um bom argumento.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Oleksandriya perdeu-o em tudo menos nos papéis.
O Dynamo Kyiv aceitou o dinheiro. O que o Oleksandriya ainda não tem é o homem, e entre aqui e a fotografia há uma conversa sobre salários que os dois lados temem.
“Quero jogar por troféus enquanto as pernas mo permitirem.” Nada nessa frase é um pedido de transferência, e ninguém no Oleksandriya a ouviu como outra coisa.
O Oleksandriya ofereceu $290.0K; o Livyi Bereh disse que nem perto. Ao treinador dirão que o dinheiro continua lá para o jogador certo, que é o que se diz aos treinadores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Fernando Henrique estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Dynamo Kyiv fica com o seu homem, e o Oleksandriya volta a uma lista com um nome riscado.
Dmytro Myshniov esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
$2.6M era o máximo que o clube pagaria, e o LNZ pedia mais. Negócios destes ressuscitam na última semana do mercado mais ou menos metade das vezes, e todos os envolvidos o sabem.
“Tentei. Tentei mesmo, e todos os dias acordo no sítio errado.” No Oleksandriya ninguém consegue treinar isso para fora de um homem, e ninguém lá finge que consegue.
O Oleksandriya perguntou e o Inhulets disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Giedrius Matulevičius e o Oleksandriya acertam mais 3 anos.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Fernando Henrique estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Oleksandriya coisas que levam mais de uma semana a retirar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Fernando Henrique, e o treinador deixou.
Verba acordada, salário acordado, e o Metropolitanos à espera com uma camisola. No Oleksandriya ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Oleksandriya ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Plantel12/06/2028
Fernando Henrique desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Nailson esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
O banco12/06/2028
Viktor Dolhyi tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Oleksandriya dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Uma conversa no gabinete do treinador, e um compromisso que saiu dela. Promessas assim são baratas de fazer e caras de quebrar, e Viktor Dolhyi apontou a data.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Oleksandriya podem fingir não ter ouvido.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Fernando Henrique estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
O Metalist vai continuar a utilizá-lo até junho e não receberá nada por ele depois. Stephen Nenè pré-acordou a mudança para o Oleksandriya, e os únicos que perdem nesse arranjo são os que deixaram o contrato correr.
Etiosa Ighodaro esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
A despromoção que um clube nunca anuncia e um balneário nota sempre. Etiosa Ighodaro está mais longe da equipa do que estava, e a razão só lhe será dada quando perguntar.
Um prémio individual é coisa estranha num desporto de equipa, e os melhores não se discutem. Teve o tipo de ano que acaba com o seu nome lido em voz alta, e o Oleksandriya beneficiou disso.
Plantel29/05/2028
Fernando Henrique desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Danylo Kravchuk e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Ostap Prytula treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Bryan Castillo está nela.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Oleksandriya podem fingir não ter ouvido.
Fernando Henrique e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Viktor Dolhyi, e o treinador deixou.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Artem Kulakovskyi estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
O banco22/05/2028
Cyriel Dessers tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Oleksandriya dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Oleksandriya, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Perguntou pelo seu futuro e recebeu uma resposta com minutos lá dentro. O treinador fez uma promessa num edifício onde as promessas não se esquecem, e o relógio já começou a contar.
Do centro de treinos dizem que foi o mais afiado da semana inteira. É a notícia mais silenciosa de um jornal e costuma sair na semana anterior a alguém entrar no onze.
Em resumo
EmprestadosAproxima-se a hora de decidir sobre Ostap Prytula
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 15 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Taras Dmytruk será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Oleksandriya as despedidas começaram em silêncio.
“Tentei. Tentei mesmo, e todos os dias acordo no sítio errado.” No Oleksandriya ninguém consegue treinar isso para fora de um homem, e ninguém lá finge que consegue.
Plantel15/05/2028
Palavras no treino do Oleksandriya sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Fernando Henrique está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Dmytro Myshniov e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Viktor Dolhyi está nela.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Hussayn Touati assinar alguma coisa — um contrato no Oleksandriya ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
Uma conversa no gabinete do treinador, e um compromisso que saiu dela. Promessas assim são baratas de fazer e caras de quebrar, e Hussayn Touati apontou a data.
Em resumo
DireçãoA formação do Oleksandriya continua a produzir
23 dias de fora para Serhiy Buletsa depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Oleksandriya vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Oleksandriya, e não vai ser retirado.
Emprestados08/05/2028
Os golos continuam a chegar do exílio de Ostap Prytula
18 golos em 30 jogos no Nyva — números que viajam para casa mais depressa do que ele. No Oleksandriya alguém atualiza uma folha de cálculo todas as segundas, e cada semana lê-se melhor.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Dmytro Myshniov e o Oleksandriya acertam mais 2 anos.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Fernando Henrique estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Oleksandriya coisas que levam mais de uma semana a retirar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Hussayn Touati treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
30 dias de fora para Serhiy Buletsa depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Oleksandriya vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Fernando Henrique e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Não acontece nada durante meses e depois ele simplesmente chega, a custo zero, tendo assinado um pré-contrato enquanto ainda jogava por outro. É a forma menos dramática de contratar um futebolista e muitas vezes a mais esperta.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Artem Kulakovskyi estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Oleksandriya, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
“Continuamos a reunir-nos, e continuamos a sair da sala com os mesmos números com que entrámos.” Mais uma ronda de conversas no Oleksandriya, mais uma semana sem a assinatura de Andrii Klishchuk.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Ninguém confirmará isto e nada mais explica as escolhas do último mês. Um erro caro compra a um jogador um período de suplência que dura sempre mais do que o erro.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 38 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Oleksandriya, e não vai ser retirado.
Plantel24/04/2028
Fernando Henrique desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«Há manhãs em que acordas e tudo o que conheces continua longíssimo.» Não é o futebol e nunca foi: o Oleksandriya lida com um homem que quer outro país.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Oleksandriya falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O Oleksandriya pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.
“Tentei. Tentei mesmo, e todos os dias acordo no sítio errado.” No Oleksandriya ninguém consegue treinar isso para fora de um homem, e ninguém lá finge que consegue.
Plantel17/04/2028
Palavras no treino do Oleksandriya sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Fernando Henrique está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Oleksandriya falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O Oleksandriya pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Oleksandriya, e não vai ser retirado.
Fernando Henrique esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Não acontece nada durante meses e depois ele simplesmente chega, a custo zero, tendo assinado um pré-contrato enquanto ainda jogava por outro. É a forma menos dramática de contratar um futebolista e muitas vezes a mais esperta.
Plantel10/04/2028
Artem Kulakovskyi desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«Disseram-mo com clareza, e prefiro assim.» O treinador de Oleksandriya foi explícito quanto à situação de Andrii Storchous, o que é mais do que muitos recebem.
60 dias de fora para Serhiy Buletsa depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Oleksandriya vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Plantel03/04/2028
Palavras no treino do Oleksandriya sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Fernando Henrique está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
O Rukh vai continuar a utilizá-lo até junho e não receberá nada por ele depois. Esdras pré-acordou a mudança para o Oleksandriya, e os únicos que perdem nesse arranjo são os que deixaram o contrato correr.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Oleksandriya coisas que levam mais de uma semana a retirar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Andrii Yakymiv, e o treinador deixou.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Papa Ndiaga Yade treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Ninguém confirmará isto e nada mais explica as escolhas do último mês. Um erro caro compra a um jogador um período de suplência que dura sempre mais do que o erro.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Oleksandriya falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Oleksandriya, e não vai ser retirado.
Plantel27/03/2028
Fernando Henrique desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
A papelada fica pronta muito antes do jogador. João Vitor acertou vir quando o contrato atual terminar, o que significa que o Oleksandriya substituiu um orçamento de verão por um telefonema.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Oleksandriya coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Os clubes prometem constantemente e o jornal costuma só saber quando falham. Esta foi cumprida, e o balneário notou-o mais depressa do que qualquer adepto.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Papa Ndiaga Yade treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 76 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Taras Dmytruk será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Oleksandriya as despedidas começaram em silêncio.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Oleksandriya coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel20/03/2028
Danil Skorko desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
A papelada fica pronta muito antes do jogador. Aldo acertou vir quando o contrato atual terminar, o que significa que o Oleksandriya substituiu um orçamento de verão por um telefonema.
O banco20/03/2028
A vista do banco
“Vamos analisar, vamos aprender com isto, e vamos outra vez.” As três frases que todos os treinadores guardam para uma derrota por 0‑1, ditas por Volodymyr Karavayev a uma sala que já as tinha ouvido.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Oleksandriya falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Oleksandriya, e não vai ser retirado.
“Tentei. Tentei mesmo, e todos os dias acordo no sítio errado.” No Oleksandriya ninguém consegue treinar isso para fora de um homem, e ninguém lá finge que consegue.
Plantel13/03/2028
Palavras no treino do Oleksandriya sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Fernando Henrique está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
O Vorskla vai continuar a utilizá-lo até junho e não receberá nada por ele depois. Mitch Clark pré-acordou a mudança para o Oleksandriya, e os únicos que perdem nesse arranjo são os que deixaram o contrato correr.
Dmytro Myshniov e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Oleksandriya falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Oleksandriya podem fingir não ter ouvido.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Volodymyr Brazhko produziu-o, e o 8.35 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
23 golos e uma média de 7.42 na época têm esse efeito. O espaço que ele costumava encontrar desapareceu; continua a marcar na mesma, que é a marca dos verdadeiros.
«Disseram-me qual seria o meu papel e assinei por causa disso. Não aconteceu.» Uma queixa com data marcada é a mais difícil de resolver.
Emprestados06/03/2028
Os golos continuam a chegar do exílio de Ostap Prytula
17 golos em 29 jogos no Nyva — números que viajam para casa mais depressa do que ele. No Oleksandriya alguém atualiza uma folha de cálculo todas as segundas, e cada semana lê-se melhor.
Defender era opcional e ninguém exerceu a opção. 6 golos entre o Oleksandriya e o Kryvbas, e nem um dos que pagaram bilhete vai pedir o dinheiro de volta.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Oleksandriya, e não vai ser retirado.
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 7 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
Direção28/02/2028
O Oleksandriya fecha o mercado com um plantel feito por si
4 entradas e 3 saídas, e nenhuma mudança durante meses. O treinador tem o que tem, os adeptos têm a sua opinião sobre isso, e a tabela terá a última palavra.
Plantel28/02/2028
Uma transferência que Michal Rosiak teria feito de graça
Há uma versão de cada carreira em que o jogador acaba onde escolheu e não onde o escolheram. Michal Rosiak está a viver essa versão no Oleksandriya, e costuma notar-se no primeiro mês.
Fernando Henrique e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Danil Skorko estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Oleksandriya, e não vai ser retirado.
Exames médicos, uma assinatura, uma camisola levantada à frente de um painel de patrocinadores. O Oleksandriya fez a parte difícil com o Vorskla, e a parte que falta é a única que os adeptos veem.
O valor aprovado não chegava. A direção foi consultada de novo e subiu a sua própria proposta para $250.3K — um clube que quer Michal Rosiak ao ponto de perguntar duas vezes.
Não há pior forma de perder um futebolista. Maksym Kartashev pré-acordou a saída, o que significa que cada jogo daqui até junho é feito por um homem que o clube já não pode vender, e alguém lá em cima vai ter de explicar como se chegou aqui.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Oleksandriya coisas que levam mais de uma semana a retirar.
O Oleksandriya perguntou e o Prykarpattia disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Dribles concretizados: 18. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
Aos 33 devia estar a gerir os seus minutos. Em vez disso foi avaliado com 10.00 e pareceu, durante noventa minutos, exatamente o jogador de que toda a gente se lembra.
21 golos e uma média de 7.40 na época têm esse efeito. O espaço que ele costumava encontrar desapareceu; continua a marcar na mesma, que é a marca dos verdadeiros.
A perseguição a Danylo Kravchuk terminou com $2.5M a mudar de mãos e o LNZ sem razões para dizer que não. Os adeptos julgarão o valor da única maneira que conta: aos sábados.
Jogo12/02/2028
Ninguém quer jogar contra o Oleksandriya neste momento
3 vitórias seguidas mudam a forma como o adversário aquece: mais calado, mais olhares de esguelha. As séries acabam, toda a gente o sabe — mas neste balneário ninguém conta com isso.
O Oleksandriya ofereceu $740.0K; o Vorskla disse que nem perto. Ao treinador dirão que o dinheiro continua lá para o jogador certo, que é o que se diz aos treinadores.
«Há manhãs em que acordas e tudo o que conheces continua longíssimo.» Não é o futebol e nunca foi: o Oleksandriya lida com um homem que quer outro país.
Participação em 2 golos, de um jogador que passou noventa minutos a fazer aquilo que um treinador quer mesmo: estar onde a bola ia acabar. 7.85 ao lado do nome.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Oleksandriya, e não vai ser retirado.
O Oleksandriya e o LNZ acertaram em $2.5M. O resto pertence ao jogador e ao empresário, e um adepto que já viu uma destas sabe que ainda não é altura de comprar a camisola.
17 golos e uma média de 7.32 na época têm esse efeito. O espaço que ele costumava encontrar desapareceu; continua a marcar na mesma, que é a marca dos verdadeiros.
As regras permitem-no e dói na mesma. Ihor Ustynov acertou condições com o Metalurh Zaporizhzhia para o verão e, até lá, veste esta camisola como quem já escolheu a seguinte.
Fernando Henrique e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Danil Skorko estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Oleksandriya, e não vai ser retirado.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Oleksandriya perdeu-o em tudo menos nos papéis.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Cyriel Dessers produziu-o, e o 9.15 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
A proposta do Kryvbas por Papa Ndiaga Yade foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Os centrais têm licença para subir duas vezes por época e são julgados pelo que fazem quando lá chegam. Volodymyr Brazhko marcou, foi avaliado com 7.89 e voltou antes de alguém dar pela falta.
15 golos e uma média de 7.25 na época. Uma forma destas nota-se muito para lá desta cidade.
Plantel31/01/2028
Palavras no treino do Oleksandriya sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Fernando Henrique está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
1‑4 para o Metalist, e foi exatamente tão mau como o número sugere. Há derrotas que se discutem e derrotas pelas quais se pede desculpa; esta foi do segundo tipo.
Entre clubes está tudo fechado e o que falta são papéis e uma fotografia. Em Oleksandriya já falam dele no passado.
Plantel24/01/2028
Fernando Henrique desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Dmytro Myshniov e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Yurii Kopyna, e o treinador deixou.
Soube como os outros, uma hora antes, por uma folha colada na parede. Ninguém em Oleksandriya fingiu que fosse outra coisa que não uma decisão sobre ele.
Fernando Henrique esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
200 vezes com estas cores, com qualquer tempo e sob quatro ou cinco treinadores diferentes. Este tipo de serviço está a desaparecer do futebol sem fazer barulho.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Artem Kulakovskyi estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Cyriel Dessers está nela.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Papa Ndiaga Yade treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Vitória por 1‑0 sobre o Chornomorets, um lugar na ronda seguinte e a aritmética silenciosa que todos os adeptos fazem a caminho de casa: quantos faltam até uma final?
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Oleksandriya já se começa a dizer o nome dele no passado.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Oleksandriya podem fingir não ter ouvido.
Um defesa no marcador, coisa rara o suficiente para que toda a gente no estádio se lembre de quem marcou o canto. 1 para ele e uma nota de 7.84 para o resto.
“Tentei. Tentei mesmo, e todos os dias acordo no sítio errado.” No Oleksandriya ninguém consegue treinar isso para fora de um homem, e ninguém lá finge que consegue.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Fernando Henrique estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
19 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Oleksandriya perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
0‑3 para o Shakhtar, e foi exatamente tão mau como o número sugere. Há derrotas que se discutem e derrotas pelas quais se pede desculpa; esta foi do segundo tipo.
Todas as séries acabam numa tarde que alguém tinha dado como rotina. Esta durou 8 jogos, o suficiente para uma cidade ter deixado de contar, e pouco o suficiente para se lembrar exatamente de quem a parou.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Fernando Henrique estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Ninguém faz um documentário sobre um isquiotibial e toda a gente nisto o teme. No Oleksandriya vão ter cuidado com a data de regresso, porque a segunda é sempre pior do que a primeira.
Nailson e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Direção03/01/2028
Ninguém saiu depressa do balneário de Oleksandriya
A porta ficou fechada muito depois do apito final. O que ali se disse é com eles; se resultou, decide-se no sábado.
Denys Bezborodko lesiona os ligamentos do joelho — 26 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 26 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Aos 33 devia estar a gerir os seus minutos. Em vez disso foi avaliado com 7.87 e pareceu, durante noventa minutos, exatamente o jogador de que toda a gente se lembra.
A série sem derrotas chega aos 8 jogos. Uns foram vitórias e outros fugas, mas uma equipa que se recusa a perder é uma equipa de que os outros balneários falam.
Fernando Henrique esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Artem Kulakovskyi estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Um clube do seu país fez a pergunta, e ele nunca fingiu que não queria que lha fizessem. O Oleksandriya tem pela frente uma conversa que não vai ganhar com dinheiro.
Em resumo
EmprestadosOs golos continuam a chegar do exílio de Ostap Prytula
Denys Bezborodko lesiona os ligamentos do joelho — 35 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 35 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
A série sem derrotas chega aos 7 jogos. Uns foram vitórias e outros fugas, mas uma equipa que se recusa a perder é uma equipa de que os outros balneários falam.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Fernando Henrique estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Dmytro Myshniov e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
“Tentei. Tentei mesmo, e todos os dias acordo no sítio errado.” No Oleksandriya ninguém consegue treinar isso para fora de um homem, e ninguém lá finge que consegue.
Um ponto arrancado aos 96 minutos vale exatamente um ponto e consideravelmente mais do que isso para um balneário. Esta equipa não para, e essa reputação vale mais do que o resultado.
43 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Oleksandriya perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
O Kudrivka vai querer esquecer isto depressa: 3‑0, todos os duelos perdidos e uma viagem longa para casa. O Oleksandriya foi impiedoso como as boas equipas sabem ser.
14 jogos sem perder em casa. As equipas visitantes chegam já a falar do ambiente, o que costuma ser sinal de que perderam meio jogo antes do pontapé de saída.
«Há manhãs em que acordas e tudo o que conheces continua longíssimo.» Não é o futebol e nunca foi: o Oleksandriya lida com um homem que quer outro país.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Fernando Henrique estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
2 golos em vinte minutos com Dmytro Myshniov no meio de tudo, e o Kudrivka sem conseguir chegar à bola tempo suficiente para mudar seja o que for. Há jogos que se ganham antes da primeira bebida.
53 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Oleksandriya perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Há uma idade a partir da qual toda a boa tarde é descrita como uma recordação do passado, o que é injusto e também exato. 8.50 aos 33, e ninguém no campo esteve melhor.
Fernando Henrique e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Artem Kulakovskyi estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“O mérito é dos jogadores. Hoje o meu trabalho foi fácil.” Não foi, e toda a gente na sala o sabia; depois do 3‑2, Volodymyr Karavayev podia dar-se ao luxo de ser generoso.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Oleksandriya ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Plantel29/11/2027
Palavras no treino do Oleksandriya sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Fernando Henrique está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Artem Kulakovskyi esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
9 ações combinadas e 7.20. O trabalho dele aparece sob a forma de outros parecerem bons, e a única maneira fiável de o notar é ver o que acontece nas tardes em que ele falta.
«Dei tudo aqui e preciso de um desafio novo.» O pedido é formal, e a relação nunca mais vai ser exatamente a mesma.
Plantel22/11/2027
Palavras no treino do Oleksandriya sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Fernando Henrique está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Daniil Vashchenko e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
“Não é o fim do mundo e não chega. As duas coisas são verdade.” O treinador, depois de um empate por 1‑1, disse a coisa honesta e foi dizê-la outra vez lá dentro.
Fernando Henrique e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel15/11/2027
Palavras no treino do Oleksandriya sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Artem Kulakovskyi está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
13 jogos longe de casa e 10 golos de colheita. Cada um deles torna a conversa do próximo verão um pouco mais cara.
O banco15/11/2027
Cyriel Dessers tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Oleksandriya dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Papa Ndiaga Yade treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Vitória por 2‑1 sobre o Metalist, um lugar na ronda seguinte e a aritmética silenciosa que todos os adeptos fazem a caminho de casa: quantos faltam até uma final?
12 jogos sem perder em casa. As equipas visitantes chegam já a falar do ambiente, o que costuma ser sinal de que perderam meio jogo antes do pontapé de saída.
“Tentei. Tentei mesmo, e todos os dias acordo no sítio errado.” No Oleksandriya ninguém consegue treinar isso para fora de um homem, e ninguém lá finge que consegue.
Plantel08/11/2027
Palavras no treino do Oleksandriya sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Fernando Henrique está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Dmytro Myshniov esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Tem 22 anos e o estádio já canta o nome dele, coisa que acontece aos miúdos da terra e quase nunca aos reforços. Tudo a partir daqui se mede contra um carinho que não fez nada para merecer, a não ser ser daqui.
Um ponto arrancado aos 93 minutos vale exatamente um ponto e consideravelmente mais do que isso para um balneário. Esta equipa não para, e essa reputação vale mais do que o resultado.
Entre clubes está tudo fechado e o que falta são papéis e uma fotografia. Em Oleksandriya já falam dele no passado.
Plantel01/11/2027
Fernando Henrique desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Dmytro Myshniov e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Não dá grande título e é a razão por que os jogadores acreditam na promessa seguinte. O Oleksandriya disse a Hussayn Touati que algo iria acontecer e aconteceu, o que nesta indústria já passa por notável.
O banco01/11/2027
O veredicto do treinador
“A culpa é minha. Sou eu que escolho a equipa e escolhi mal.” Os treinadores dizem isto quando o sentem e quando precisam que se veja que o dizem, e depois do 1‑2 Volodymyr Karavayev saiu da sala antes que alguém pudesse perguntar qual dos dois casos era.
Em resumo
Notas dos jogadoresSerhiy Buletsa passa por eles um de cada vez
Há uma idade a partir da qual toda a boa tarde é descrita como uma recordação do passado, o que é injusto e também exato. 7.94 aos 33, e ninguém no campo esteve melhor.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Oleksandriya coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Artem Kulakovskyi estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
A perder, e batido em qualquer leitura honesta, até ao minuto 94. O Chornomorets tinha os pontos no bolso e um canto do estádio ainda acreditava, que é geralmente quando acontece.
Foi preciso Oleksandr Kozak marcar para trazer alguma coisa para casa: 1‑1 com o Chornomorets, e metade do balneário vai chamar-lhe um ponto ganho.
O banco25/10/2027
O veredicto do treinador
“Estou frustrado, sinceramente. Fizemos o suficiente para ganhar e não ganhámos.” Volodymyr Karavayev não o escondia depois do 1‑1, e no balneário do Oleksandriya também ninguém o escondia.
A ficha de jogo di-lo em público todas as semanas até mudar. A única versão de ficar de fora que um futebolista não consegue contestar, e a que lhe custa mais.
10 jogos sem perder em casa. As equipas visitantes chegam já a falar do ambiente, o que costuma ser sinal de que perderam meio jogo antes do pontapé de saída.
Plantel18/10/2027
Fernando Henrique desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Oleksandriya coisas que levam mais de uma semana a retirar.
«Dei tudo a isto, mas a minha família não está aqui — e eu também não, na verdade.» A um futebolista corrige-se a má fase. Disto nunca ninguém foi corrigido, e no Oleksandriya sabem-no.
“Tentei. Tentei mesmo, e todos os dias acordo no sítio errado.” No Oleksandriya ninguém consegue treinar isso para fora de um homem, e ninguém lá finge que consegue.
Plantel11/10/2027
Palavras no treino do Oleksandriya sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Fernando Henrique está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Artem Kulakovskyi e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
«Nunca quis estar noutro sítio. Ainda há trabalho por acabar aqui.» Daniil Vashchenko compromete-se com o Oleksandriya por mais 4 anos.
Emprestados11/10/2027
Os golos continuam a chegar do exílio de Ostap Prytula
9 golos em 9 jogos no Nyva — números que viajam para casa mais depressa do que ele. No Oleksandriya alguém atualiza uma folha de cálculo todas as segundas, e cada semana lê-se melhor.
«Aqui ninguém está acima de levar um raspanete.» Não se disse nenhum nome, mas o balneário sabe contar, e quem estava a ouvir também.
O banco11/10/2027
O treinador ainda não acabou de esquecer o erro de Yurii Kopyna
Em público está ultrapassado para toda a gente. Não está para quem faz a equipa, e o único sítio onde isso se vê é uma ficha de jogo. Vai ter outra oportunidade: vai tê-la num jogo que importe menos.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Artem Kulakovskyi está nela.
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 6 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Taras Dmytruk será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Oleksandriya as despedidas começaram em silêncio.
Dribles concretizados: 25. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
Fernando Henrique esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O Oleksandriya pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Oleksandriya perdeu-o em tudo menos nos papéis.
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 7 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
9 jogos sem derrota aqui. A cada treinador visitante perguntam-lhe por isso na semana anterior, que é exatamente a razão por que a série continua.
Plantel27/09/2027
Palavras no treino do Oleksandriya sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Fernando Henrique está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
A perder, e batido em qualquer leitura honesta, até ao minuto 94. O Metalist tinha os pontos no bolso e um canto do estádio ainda acreditava, que é geralmente quando acontece.
Nailson esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Em resumo
PlantelNo Oleksandriya ainda são estranhos uns para os outros
Há tardes em que um guarda-redes é a defesa inteira. 8 defesas, várias do género que ninguém espera ver feitas, e dez jogadores de campo que lhe devem uma bebida.
Aos 23 anos faz esta época coisas que não conseguia fazer na época passada, e fá-las todas as semanas. A forma vai e vem; isto já ficou tempo suficiente para se lhe chamar outra coisa.
A abordagem foi feita e a resposta veio numa frase. Não há número em cima da mesa porque não havia número que chegasse.
Plantel20/09/2027
Palavras no treino do Oleksandriya sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Fernando Henrique está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Oleksandriya coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Dribles concretizados: 17. Havia sempre um defesa à frente dele, e nunca houve um defesa à frente dele por muito tempo.
O banco20/09/2027
A vista do banco
“Vamos analisar, vamos aprender com isto, e vamos outra vez.” As três frases que todos os treinadores guardam para uma derrota por 0‑2, ditas por Volodymyr Karavayev a uma sala que já as tinha ouvido.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Bryan Castillo, e o treinador deixou.
Em resumo
O bancoCyriel Dessers tornou-se um homem de confiança do treinador
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Oleksandriya podem fingir não ter ouvido.
Mercado13/09/2027
Tão perto: a transferência de Papa Ndiaga Yade morre em cima da hora
O valor estava acertado e o voo já tinha sido visto — e então o telefone deixou de tocar. O JS Kabylie seguiu em frente, Papa Ndiaga Yade apresenta-se de volta no Oleksandriya, e todos fingem que segunda-feira é só uma segunda-feira.
Direção13/09/2027
O prazo passa com 20 contratações e 17 saídas
Está feito o negócio no Oleksandriya até o mercado voltar a abrir. Se chegou, responde-se aos sábados e não numa coluna, e o primeiro sábado está perto.
Fernando Henrique e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
8 jogos sem derrota aqui. A cada treinador visitante perguntam-lhe por isso na semana anterior, que é exatamente a razão por que a série continua.
Plantel13/09/2027
Palavras no treino do Oleksandriya sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Artem Kulakovskyi está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Artur Andreychyk e o Oleksandriya acertam mais 4 anos.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Oleksandriya ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
A perseguição a Rostyslav Taranukha terminou com $360.0K a mudar de mãos e o Bukovyna sem razões para dizer que não. Os adeptos julgarão o valor da única maneira que conta: aos sábados.
«Dei tudo a isto, mas a minha família não está aqui — e eu também não, na verdade.» A um futebolista corrige-se a má fase. Disto nunca ninguém foi corrigido, e no Oleksandriya sabem-no.
Plantel06/09/2027
Fernando Henrique desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Bryan Castillo e o Oleksandriya acertam mais 4 anos.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Oleksandriya coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 11 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
O Oleksandriya perguntou e o Wrexham disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
O Bukovyna aceitou o dinheiro. O que o Oleksandriya ainda não tem é o homem, e entre aqui e a fotografia há uma conversa sobre salários que os dois lados temem.
Em resumo
JogoAo fim de 11 jogos, o Oleksandriya volta a perder
Notas dos jogadoresUm golo de defesa dá a vitória ao Oleksandriya — 7.73
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Oleksandriya perdeu-o em tudo menos nos papéis.
Jogo21/08/2027
Aconteça o que acontecer, o Oleksandriya não perde
Já são 10 jogos sem perder. Uns foram conquistados, outros sobrevividos, mas está a formar-se um hábito — e hábitos são a coisa mais difícil de defrontar no futebol.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Oleksandriya podem fingir não ter ouvido.
Saiu miúdo e regressa a saber ainda onde fica a bancada dos visitantes. A maioria dos reforços tem de ser explicada à cidade; a este bastou uma fotografia.
Fernando Henrique e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Não é uma fase — é um salto a sério, mantido durante meses. Aos 23 anos faz a este nível coisas que não fazia no início da época, e a equipa técnica dir-lhe-á exatamente quais.
Plantel23/08/2027
Palavras no treino do Oleksandriya sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Denys Sliusar está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Bryan Castillo, e o treinador deixou.
Dribles concretizados: 16. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
Em resumo
PlantelDemasiada mudança demasiado depressa no Oleksandriya
Papa Ndiaga Yade tinha feito a sua parte na construção de um colchão de 2 golos. O que veio depois foi coletivo, e ao LNZ deixaram voltar a um jogo que estava arrumado.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Oleksandriya, e não vai ser retirado.
A série sem derrotas chega aos 9 jogos. Uns foram vitórias e outros fugas, mas uma equipa que se recusa a perder é uma equipa de que os outros balneários falam.
Perguntam tantas vezes aos futebolistas pelo clube da infância que ninguém ouve a resposta. Andrii Yakymiv acabou de assinar pelo Oleksandriya e, por uma vez, a resposta importava.
A perseguição a Andrii Yakymiv terminou com $550.0K a mudar de mãos e o Livyi Bereh sem razões para dizer que não. Os adeptos julgarão o valor da única maneira que conta: aos sábados.
A primeira derrota em 8 jogos. O treinador dirá que tinha de chegar; o balneário dirá que não tinha de chegar contra o LNZ; os adeptos dirão as duas coisas, por essa ordem, a semana inteira.
«Há manhãs em que acordas e tudo o que conheces continua longíssimo.» Não é o futebol e nunca foi: o Oleksandriya lida com um homem que quer outro país.
Em resumo
PlantelFernando Henrique desentende-se com um colega por causa das exigências
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Oleksandriya já se começa a dizer o nome dele no passado.
Jogo07/08/2027
Ninguém quer jogar contra o Oleksandriya neste momento
8 vitórias seguidas mudam a forma como o adversário aquece: mais calado, mais olhares de esguelha. As séries acabam, toda a gente o sabe — mas neste balneário ninguém conta com isso.
A proposta do Jablonec por Bryan Castillo foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
O valor aprovado não chegava. A direção foi consultada de novo e subiu a sua própria proposta para $606.5K — um clube que quer Andrii Yakymiv ao ponto de perguntar duas vezes.
A proposta seguiu esta semana para o Livyi Bereh, e a resposta é deles. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
«Dei tudo a isto, mas a minha família não está aqui — e eu também não, na verdade.» A um futebolista corrige-se a má fase. Disto nunca ninguém foi corrigido, e no Oleksandriya sabem-no.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Oleksandriya, e não vai ser retirado.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Oleksandriya perdeu-o em tudo menos nos papéis.
A direção prendeu por mais tempo o homem do banco, e isso diz mais do que qualquer comunicado de apoio. A estabilidade promete-se com facilidade e mantém-se a peso de ouro.
67 por cento de certeza, dizia a pasta que chegou à secretária do diretor desportivo. O Kaizer Chiefs deixou-o sair, o Oleksandriya não hesitou, e o departamento ganhou direito a quinze dias de vaidade.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Oleksandriya coisas que levam mais de uma semana a retirar.
6 miúdos sobem, e algures no edifício as pessoas que os treinaram aos doze anos estão a ter, em silêncio, a melhor manhã do seu ano de trabalho. Nada disto aparece num resultado, e é para isto que a formação existe.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Oleksandriya já se começa a dizer o nome dele no passado.
O Oleksandriya ofereceu $12.4M; o Leyton Orient disse que nem perto. Ao treinador dirão que o dinheiro continua lá para o jogador certo, que é o que se diz aos treinadores.
O interesse é real o suficiente para ter chegado aos jornais. O Oleksandriya nada diz, o que em pleno mercado também é uma resposta.
Plantel26/07/2027
Palavras no treino do Oleksandriya sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Fernando Henrique está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Oleksandriya coisas que levam mais de uma semana a retirar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Denys Sliusar, e o treinador deixou.
“Fiz tudo o que me pediram nos treinos e ao sábado não mudou nada.” A queixa mais conhecida do futebol, e uma a que o Oleksandriya terá de responder com minutos ou com uma transferência.
Verba acordada, salário acordado, e o Chernihiv à espera com uma camisola. No Oleksandriya ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
O Oleksandriya foi ao Leyton Orient com uma proposta, e os adeptos foram à internet com uma opinião sobre ela. Se alguma das duas muda alguma coisa, decide o clube vendedor.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Oleksandriya podem fingir não ter ouvido.
A camisola ainda lhe serve. Roman Savchenko está de volta ao Oleksandriya, e metade do estádio ainda o lembra com estas cores. Há contratações que é preciso vender à cidade; esta vendeu-se sozinha.
Plantel19/07/2027
Fernando Henrique desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Andrii Storchous esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Oleksandriya, e não vai ser retirado.
Fernando Henrique esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
O Oleksandriya perguntou e o Shakhtar disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Aos 25 a evolução devia ter acabado. Não acabou: 3 pontos acima da marca do início do ano, o que acontece aos jogadores que levam a sério as partes aborrecidas do ofício.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Em resumo
PlantelNo Oleksandriya ainda são estranhos uns para os outros
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Oleksandriya, e não vai ser retirado.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Oleksandriya ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Exames médicos, uma assinatura, uma camisola levantada à frente de um painel de patrocinadores. O Oleksandriya fez a parte difícil com o Probiy, e a parte que falta é a única que os adeptos veem.
«Há manhãs em que acordas e tudo o que conheces continua longíssimo.» Não é o futebol e nunca foi: o Oleksandriya lida com um homem que quer outro país.
Algumas transferências precisam de uma campanha de imprensa. Esta precisava de uma camisola com o número antigo. Denys Bezborodko volta a ser jogador do Oleksandriya, e a cidade tem a sua história do verão.
O Oleksandriya perguntou e o Ahrobiznes disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Plantel05/07/2027
Fernando Henrique desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
20 jogos e 10 golos longe daqui, e um jogador que o treinador não tinha em agosto. Os empréstimos são feitos à espera exatamente disto e a maioria não o entrega.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Oleksandriya perdeu-o em tudo menos nos papéis.
A perseguição a Volodymyr Brazhko terminou com $7.5M a mudar de mãos e o Dynamo Kyiv sem razões para dizer que não. Os adeptos julgarão o valor da única maneira que conta: aos sábados.
A perseguição a Ardit Tahiri terminou com $770.0K a mudar de mãos e o Kolos sem razões para dizer que não. Os adeptos julgarão o valor da única maneira que conta: aos sábados.
Aos 28 a evolução devia ter acabado. Não acabou: 3 pontos acima da marca do início do ano, o que acontece aos jogadores que levam a sério as partes aborrecidas do ofício.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Victoriia Sumy fica com o seu homem, e o Oleksandriya volta a uma lista com um nome riscado.
O Ahrobiznes queria mais do que $96.0K e a direção não foi por aí. Levantou-se da mesa, por agora, o que em pleno mercado quer dizer até alguém pestanejar.
Plantel28/06/2027
Palavras no treino do Oleksandriya sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Fernando Henrique está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Fabian Sowiecki e o Oleksandriya acertam mais 4 anos.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Oleksandriya coisas que levam mais de uma semana a retirar.
O aperto de mão com o Dynamo Kyiv está dado; o do jogador ainda não. Seguem-se as condições pessoais, e é nas condições pessoais que morrem mais negócios do que alguém imprime.
O valor aprovado não chegava. A direção foi consultada de novo e subiu a sua própria proposta para $108.1K — um clube que quer Roman Pidkivka ao ponto de perguntar duas vezes.
Fernando Henrique e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Não é uma fase — é um salto a sério, mantido durante meses. Aos 21 anos faz a este nível coisas que não fazia no início da época, e a equipa técnica dir-lhe-á exatamente quais.
Aos 25 a evolução devia ter acabado. Não acabou: 3 pontos acima da marca do início do ano, o que acontece aos jogadores que levam a sério as partes aborrecidas do ofício.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
«Há manhãs em que acordas e tudo o que conheces continua longíssimo.» Não é o futebol e nunca foi: o Oleksandriya lida com um homem que quer outro país.
Plantel14/06/2027
Palavras no treino do Oleksandriya sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Fernando Henrique está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Dmytro Myshniov e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
“O treinador não usou muitas palavras, e não precisou delas.” Papa Ndiaga Yade tem a sua resposta do Oleksandriya; o que fizer com ela é a história da próxima janela.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Papa Ndiaga Yade, e o treinador deixou.
18 jogos no Carabobo e os golos não param. No Oleksandriya acompanham isto mais de perto do que o clube que o tem gostaria.
O banco14/06/2027
Cyriel Dessers tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Oleksandriya dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
“Tentei. Tentei mesmo, e todos os dias acordo no sítio errado.” No Oleksandriya ninguém consegue treinar isso para fora de um homem, e ninguém lá finge que consegue.
Plantel07/06/2027
Palavras no treino do Oleksandriya sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Fernando Henrique está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Dmytro Myshniov e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
A despromoção que um clube nunca anuncia e um balneário nota sempre. Mateus Amaral está mais longe da equipa do que estava, e a razão só lhe será dada quando perguntar.
Mateus Amaral e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
27 jogos e 2 golos longe daqui, e um homem que o treinador não tinha no verão passado. O empréstimo fez o que os empréstimos devem fazer e quase nunca fazem.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Andrii Storchous, e o treinador deixou.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Oleksandriya, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Fernando Henrique assinar alguma coisa — um contrato no Oleksandriya ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
Danylo Ignatenko desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Dmytro Myshniov esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
“Não assinei para ver. Ninguém assina.” A queixa mais antiga do futebol, e o Oleksandriya vai ter de lhe responder com minutos ou com uma transferência.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Andrii Storchous está nela.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Papa Ndiaga Yade. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
Nada por escrito e nada em público: uma palavra sobre minutos, dada cara a cara no Oleksandriya. As fichas de jogo do próximo mês dirão se valia a pena tê-la.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Andrii Storchous treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Fernando Henrique esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Danylo Ignatenko estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
O banco17/05/2027
Cyriel Dessers tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Oleksandriya dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
8 golos em 14 jogos no Carabobo — números que viajam para casa mais depressa do que ele. No Oleksandriya alguém atualiza uma folha de cálculo todas as segundas, e cada semana lê-se melhor.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Cyriel Dessers. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
Nada por escrito e nada em público: uma palavra sobre minutos, dada cara a cara no Oleksandriya. As fichas de jogo do próximo mês dirão se valia a pena tê-la.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Oleksandriya ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Oleksandriya coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel10/05/2027
Denys Sliusar desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
7 golos em 13 jogos no Carabobo — números que viajam para casa mais depressa do que ele. No Oleksandriya alguém atualiza uma folha de cálculo todas as segundas, e cada semana lê-se melhor.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Anton Drozd está nela.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Hussayn Touati assinar alguma coisa — um contrato no Oleksandriya ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
Um treinador perdoa um mau sábado muito mais depressa do que uma má terça, porque um explica-se e o outro escolheu-o. Os relatos desta semana não foram bons.
Umas palavras na língua, um amigo no cabide ao lado, e um centro de treinos que deixou de parecer estrangeiro. Nada mensurável, e tudo visível aos sábados.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Oleksandriya podem fingir não ter ouvido.
«Dei tudo a isto, mas a minha família não está aqui — e eu também não, na verdade.» A um futebolista corrige-se a má fase. Disto nunca ninguém foi corrigido, e no Oleksandriya sabem-no.
Plantel03/05/2027
Danylo Ignatenko desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Oleksandriya coisas que levam mais de uma semana a retirar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Oleksandriya, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Fernando Henrique assinar alguma coisa — um contrato no Oleksandriya ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
«Disseram-me qual seria o meu papel e assinei por causa disso. Não aconteceu.» Uma queixa com data marcada é a mais difícil de resolver.
Plantel26/04/2027
Danylo Ignatenko desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Dmytro Myshniov esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Papa Ndiaga Yade treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Andrii Storchous está nela.
Danylo Ignatenko e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Plantel19/04/2027
Palavras no treino do Oleksandriya sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Denys Sliusar está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Plantel19/04/2027
5 caras novas e o Oleksandriya ainda se está a conhecer
Um plantel reconstruído num único mercado paga-o numa moeda que ninguém orça. O futebol não é pior do que a soma dos jogadores: é pior do que a soma dos jogadores que já jogaram juntos.
O banco19/04/2027
Cyriel Dessers tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Oleksandriya dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Oleksandriya, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Oleksandriya sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
6 golos em 10 jogos no Carabobo — números que viajam para casa mais depressa do que ele. No Oleksandriya alguém atualiza uma folha de cálculo todas as segundas, e cada semana lê-se melhor.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Oleksandriya ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
«Disseram-me qual seria o meu papel e assinei por causa disso. Não aconteceu.» Uma queixa com data marcada é a mais difícil de resolver.
Plantel12/04/2027
Palavras no treino do Oleksandriya sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Danylo Ignatenko está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Tentei. Tentei mesmo, e todos os dias acordo no sítio errado.” No Oleksandriya ninguém consegue treinar isso para fora de um homem, e ninguém lá finge que consegue.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Oleksandriya coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Anton Drozd está nela.
Os números não ficam em segredo num vestiário e nunca ficaram. Não pede mais do que vale: pergunta por que o do lado vale mais, e no Oleksandriya essa pergunta é mais difícil de responder.
«Dei tudo a isto, mas a minha família não está aqui — e eu também não, na verdade.» A um futebolista corrige-se a má fase. Disto nunca ninguém foi corrigido, e no Oleksandriya sabem-no.
Plantel05/04/2027
Danylo Ignatenko desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Dmytro Myshniov e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Fernando Henrique esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Aos 23 anos faz esta época coisas que não conseguia fazer na época passada, e fá-las todas as semanas. A forma vai e vem; isto já ficou tempo suficiente para se lhe chamar outra coisa.
Plantel29/03/2027
Denys Sliusar desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Ninguém no Oleksandriya dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Oleksandriya sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
«Disseram-me qual seria o meu papel e assinei por causa disso. Não aconteceu.» Uma queixa com data marcada é a mais difícil de resolver.
Plantel22/03/2027
Palavras no treino do Oleksandriya sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Danylo Ignatenko está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Nailson e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Hussayn Touati, e o treinador deixou.
Plantel22/03/2027
5 caras novas e o Oleksandriya ainda se está a conhecer
Um plantel reconstruído num único mercado paga-o numa moeda que ninguém orça. O futebol não é pior do que a soma dos jogadores: é pior do que a soma dos jogadores que já jogaram juntos.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Cyriel Dessers está nela.
“Não assinei para ver. Ninguém assina.” A queixa mais antiga do futebol, e o Oleksandriya vai ter de lhe responder com minutos ou com uma transferência.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Oleksandriya sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
27 golos e uma média de 7.54 na época têm esse efeito. O espaço que ele costumava encontrar desapareceu; continua a marcar na mesma, que é a marca dos verdadeiros.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Denys Sliusar será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Oleksandriya as despedidas começaram em silêncio.
Danylo Ignatenko e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel15/03/2027
Palavras no treino do Oleksandriya sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Fernando Henrique está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Uma média de 7.52 na época, com 26 golos a sustentá-la. Os adversários começaram a planear jogos a pensar nele, que é o elogio mais sincero que o futebol faz.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Cyriel Dessers produziu-o, e o 9.24 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
Jogo06/03/2027
Ninguém quer jogar contra o Oleksandriya neste momento
5 vitórias seguidas mudam a forma como o adversário aquece: mais calado, mais olhares de esguelha. As séries acabam, toda a gente o sabe — mas neste balneário ninguém conta com isso.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Andrii Klishchuk e o Oleksandriya acertam mais 2 anos.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Oleksandriya coisas que levam mais de uma semana a retirar.
$57.0K era o máximo que o clube pagaria, e o Obolon pedia mais. Negócios destes ressuscitam na última semana do mercado mais ou menos metade das vezes, e todos os envolvidos o sabem.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Oleksandriya, e não vai ser retirado.
Chega um momento em que um clube apoia a sua ambição ou admite que não a tem. O Oleksandriya pagou $2.5M por Vladyslav Pryimak, que é a forma mais barulhenta de dizer qual das duas escolheu.
Perguntam tantas vezes aos futebolistas pelo clube da infância que ninguém ouve a resposta. Vladyslav Pryimak acabou de assinar pelo Oleksandriya e, por uma vez, a resposta importava.
Já são 4 vitórias seguidas, e a pergunta deixou de ser se a série acaba para passar a ser quem a acaba. Confiança assim não se compra; ganha-se exatamente desta maneira.
Direção01/03/2027
O prazo passa com 5 contratações e 2 saídas
Está feito o negócio no Oleksandriya até o mercado voltar a abrir. Se chegou, responde-se aos sábados e não numa coluna, e o primeiro sábado está perto.
O valor aprovado não chegava. A direção foi consultada de novo e subiu a sua própria proposta para $61.2K — um clube que quer Oleksandr Chernov ao ponto de perguntar duas vezes.
«Dei tudo a isto, mas a minha família não está aqui — e eu também não, na verdade.» A um futebolista corrige-se a má fase. Disto nunca ninguém foi corrigido, e no Oleksandriya sabem-no.
15 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Oleksandriya perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Há tardes em que um guarda-redes é a defesa inteira. 6 defesas, várias do género que ninguém espera ver feitas, e dez jogadores de campo que lhe devem uma bebida.
Um médio mede-se por saber se a equipa funciona quando ele está em campo, algo quase impossível de ver e completamente óbvio em retrospetiva. 13 ações, 7.82, e um treinador que não o vai substituir tão cedo.
Ihor Ustynov lesiona os ligamentos do joelho — 23 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 23 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Verba acordada, salário acordado, e o Ahrobiznes à espera com uma camisola. No Oleksandriya ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
O painel já tinha subido, os protestos já tinham começado, e então a bola entrou ao minuto 91. O Kudrivka vai rever cada segundo do tempo extra durante uma semana.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Oleksandriya ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
O mais difícil de ter 21 anos numa equipa principal é que ninguém perdoa nada. Anton Drozd não precisou: 7.74, e parecia o homem mais à vontade no relvado.
Notas dos jogadores15/02/2027
Um golo de defesa dá a vitória ao Oleksandriya — 7.97
1 para Danylo Ignatenko, avaliado com 7.97, e o nome de um central na parte da crónica a que normalmente só chega por engano. No balneário não o vão deixar esquecer durante um mês.
30 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Oleksandriya perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
A proposta do Chernihiv por Jota Pereira foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Aos 33 devia estar a gerir os seus minutos. Em vez disso foi avaliado com 7.94 e pareceu, durante noventa minutos, exatamente o jogador de que toda a gente se lembra.
7.95, 1 na ficha e a comédia muito própria de um jogador da linha defensiva a festejar como quem faz isto todas as semanas. Não faz, e é exatamente por isso que o estádio reagiu como reagiu.
6 jogos sem vencer é o tipo de série que muda a forma como uma cidade fala do seu clube, e o Obolon foi a tarde em que parou. Um resultado não resolve nada, e um resultado faz tudo parecer diferente.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Nailson e o Oleksandriya acertam mais 2 anos.
Plantel08/02/2027
Palavras no treino do Oleksandriya sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Danylo Ignatenko está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Dei tudo a isto, mas a minha família não está aqui — e eu também não, na verdade.» A um futebolista corrige-se a má fase. Disto nunca ninguém foi corrigido, e no Oleksandriya sabem-no.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Oleksandriya já se começa a dizer o nome dele no passado.
“Ouvi, pensei, e fico. É essa a história toda.” Os clubes tinham acordado uma verba. Artem Shulianskyi não tinha acordado ir, e afinal era essa a parte que contava.
“Tentei. Tentei mesmo, e todos os dias acordo no sítio errado.” No Oleksandriya ninguém consegue treinar isso para fora de um homem, e ninguém lá finge que consegue.
Plantel01/02/2027
Nazar Baida consegue a transferência que sempre quis
Perguntam tantas vezes aos futebolistas pelo clube da infância que ninguém ouve a resposta. Nazar Baida acabou de assinar pelo Oleksandriya e, por uma vez, a resposta importava.
Danylo Ignatenko esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Uma média de 7.37 na época, com 19 golos a sustentá-la. Os adversários começaram a planear jogos a pensar nele, que é o elogio mais sincero que o futebol faz.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Oleksandriya podem fingir não ter ouvido.
Danylo Ignatenko e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Daniil Vashchenko, e o treinador deixou.
Um 1‑1 com o Kryvbas deixa o balneário entre o alívio e a frustração.
O banco25/01/2027
A vista do banco
“Não perdemos. Há semanas em que é só isso que se consegue, e prefiro ter o ponto a não o ter.” Volodymyr Karavayev escolheu a versão do copo meio cheio do 1‑1; os adeptos saíram com a outra.