Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Cassius Mailula produziu-o, e o 8.40 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Orlando Pirates, e não vai ser retirado.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Orlando Pirates ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Orlando Pirates coisas que levam mais de uma semana a retirar.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«Há manhãs em que acordas e tudo o que conheces continua longíssimo.» Não é o futebol e nunca foi: o Orlando Pirates lida com um homem que quer outro país.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Thato Mabena será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Orlando Pirates as despedidas começaram em silêncio.
Cassius Mailula esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Relebohile Mofokeng está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Disseram-mo com clareza, e prefiro assim.» O treinador de Orlando Pirates foi explícito quanto à situação de Andre de Jong, o que é mais do que muitos recebem.
«Aqui ninguém está acima de levar um raspanete.» Não se disse nenhum nome, mas o balneário sabe contar, e quem estava a ouvir também.
O banco24/09/2029
Thalente Mbatha tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Orlando Pirates dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
“Não é o fim do mundo e não chega. As duas coisas são verdade.” O treinador, depois de um empate por 0‑0, disse a coisa honesta e foi dizê-la outra vez lá dentro.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Orlando Pirates podem fingir não ter ouvido.
A versão geral desta queixa é que um jogador quer mais. A versão concreta dá-lhe nome: quer entrar sob os holofotes contra clubes de outros países, e deixou de fingir o contrário.
Thalente Mbatha e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Deon Hotto estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Deon Hotto, e o treinador deixou.
Todas as séries acabam numa tarde que alguém tinha dado como rotina. Esta durou 4 jogos, o suficiente para uma cidade ter deixado de contar, e pouco o suficiente para se lembrar exatamente de quem a parou.
“O treinador não usou muitas palavras, e não precisou delas.” Selaelo Rasebotja tem a sua resposta do Orlando Pirates; o que fizer com ela é a história da próxima janela.
O Platinum Stars está fora e o Orlando Pirates segue em frente, com um 3‑2 como palavra final. O quadro abre-se um pouco, e toda a gente se permite espreitá-lo.
O painel já tinha subido, os protestos já tinham começado, e então a bola entrou ao minuto 116. O Platinum Stars vai rever cada segundo do tempo extra durante uma semana.
O mais difícil de ter 20 anos numa equipa principal é que ninguém perdoa nada. Thulani Grobler não precisou: 8.17, e parecia o homem mais à vontade no relvado.
Aos 36 devia estar a gerir os seus minutos. Em vez disso foi avaliado com 8.40 e pareceu, durante noventa minutos, exatamente o jogador de que toda a gente se lembra.
Já são 4 vitórias seguidas, e a pergunta deixou de ser se a série acaba para passar a ser quem a acaba. Confiança assim não se compra; ganha-se exatamente desta maneira.
Cassius Mailula e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Relebohile Mofokeng estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Orlando Pirates, e não vai ser retirado.
Direção03/09/2029
O Orlando Pirates fecha o mercado com um plantel feito por si
15 entradas e 12 saídas, e nenhuma mudança durante meses. O treinador tem o que tem, os adeptos têm a sua opinião sobre isso, e a tabela terá a última palavra.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Orlando Pirates ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Orlando Pirates coisas que levam mais de uma semana a retirar.
O Orlando Pirates ofereceu $57.0K; o Golden Arrows disse que nem perto. Ao treinador dirão que o dinheiro continua lá para o jogador certo, que é o que se diz aos treinadores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Relebohile Mofokeng está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Orlando Pirates podem fingir não ter ouvido.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Orlando Pirates ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Thalente Mbatha esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Perguntam tantas vezes aos futebolistas pelo clube da infância que ninguém ouve a resposta. Roraigh Browne acabou de assinar pelo Orlando Pirates e, por uma vez, a resposta importava.
Plantel27/08/2029
Deon Hotto desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Quero jogar por troféus enquanto as pernas mo permitirem.” Nada nessa frase é um pedido de transferência, e ninguém no Orlando Pirates a ouviu como outra coisa.
Os clubes tinham acordado e o jogador não. Uma nega, e pública: o Olimpija Ljubljana fica com ele, e os adeptos daqui ficam a perguntar-se o que lhe terão dito sobre esta casa.
Cassius Mailula e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Thalente Mbatha estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Orlando Pirates já se começa a dizer o nome dele no passado.
As condições foram oferecidas e recusadas. Se foi o salário, a função ou a cidade, no Livorno ninguém diz, e no Orlando Pirates ninguém gosta de estar a adivinhar.
Não há pior forma de perder um futebolista. Ben Musaka pré-acordou a saída, o que significa que cada jogo daqui até junho é feito por um homem que o clube já não pode vender, e alguém lá em cima vai ter de explicar como se chegou aqui.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Masindi Nemtajela e o Orlando Pirates acertam mais 5 anos.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Orlando Pirates ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Cassius Mailula e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Dribles concretizados: 21. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Thalente Mbatha estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Em resumo
Notas dos jogadoresRamahlwe Mkhize jogou uma tarde diferente da de toda a gente
Verba acordada, salário acordado, e o Tusker à espera com uma camisola. No Orlando Pirates ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Takalani Mazhamba será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Orlando Pirates as despedidas começaram em silêncio.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Orlando Pirates coisas que levam mais de uma semana a retirar.
5 miúdos sobem, e algures no edifício as pessoas que os treinaram aos doze anos estão a ter, em silêncio, a melhor manhã do seu ano de trabalho. Nada disto aparece num resultado, e é para isto que a formação existe.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Deon Hotto está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Não há verba, não há apresentação, não há empresário na escadaria. Lebogang Mokoena está neste clube desde miúdo e faz agora parte, formalmente, do plantel principal — o que, para um leitor local, vale mais do que qualquer contratação.
Não há verba, não há apresentação, não há empresário na escadaria. Bongani Williams está neste clube desde miúdo e faz agora parte, formalmente, do plantel principal — o que, para um leitor local, vale mais do que qualquer contratação.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Orlando Pirates ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Cassius Mailula esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Aos 19 anos faz esta época coisas que não conseguia fazer na época passada, e fá-las todas as semanas. A forma vai e vem; isto já ficou tempo suficiente para se lhe chamar outra coisa.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Thalente Mbatha está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Livorno fica com o seu homem, e o Orlando Pirates volta a uma lista com um nome riscado.
O telefone voltou a tocar por causa de Gideon Manaseh, e desta vez do outro lado está o Tusker. No Orlando Pirates ouvem com educação e não prometem nada.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Orlando Pirates ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Exames médicos, uma assinatura, uma camisola levantada à frente de um painel de patrocinadores. O Orlando Pirates fez a parte difícil com o Mamelodi Sundowns, e a parte que falta é a única que os adeptos veem.
Não é uma queixa nem uma exigência: quer jogar futebol europeu, e deixou de o esconder. Se o Orlando Pirates lho pode dar é uma pergunta sobre o clube, não sobre ele.
Cassius Mailula e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Todos os futebolistas têm uma resposta para a pergunta sobre o clube da infância, e a maioria nunca chega a agir sobre ela. Sharif Shuaib agiu, no Orlando Pirates, e o primeiro mês vai mostrar o que isso faz a um homem.
Aos 27 a evolução devia ter acabado. Não acabou: 4 pontos acima da marca do início do ano, o que acontece aos jogadores que levam a sério as partes aborrecidas do ofício.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Orlando Pirates ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Aos 22 anos faz esta época coisas que não conseguia fazer na época passada, e fá-las todas as semanas. A forma vai e vem; isto já ficou tempo suficiente para se lhe chamar outra coisa.
Cassius Mailula e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Aos 28 a evolução devia ter acabado. Não acabou: 3 pontos acima da marca do início do ano, o que acontece aos jogadores que levam a sério as partes aborrecidas do ofício.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Yanela Mbuthuma e o Orlando Pirates acertam mais 5 anos.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Mamelodi Sundowns fica com o seu homem, e o Orlando Pirates volta a uma lista com um nome riscado.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Selaelo Rasebotja está nela.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Orlando Pirates podem fingir não ter ouvido.
«Tenho ambições e gostava que o clube as partilhasse.» Ninguém pediu para sair nem foi mandado embora — mas um jogador escolhe essa frase com cuidado, e uma administração ouve-a exactamente como foi pensada.
Não é uma fase — é um salto a sério, mantido durante meses. Aos 23 anos faz a este nível coisas que não fazia no início da época, e a equipa técnica dir-lhe-á exatamente quais.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Deon Hotto e o Orlando Pirates acertam mais 2 anos.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Orlando Pirates coisas que levam mais de uma semana a retirar.
O Orlando Pirates perguntou e o AEK disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Orlando Pirates podem fingir não ter ouvido.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Deon Hotto e o Orlando Pirates acertam mais 2 anos.
Cassius Mailula esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
As carreiras devem estagnar e depois cair, e quem ignora isso é sempre quem estava a ouvir no treino. 3 pontos, ao longo de meses, numa idade em que a direção costuma ser só uma.
O Orlando Pirates perguntou e o Hajduk Split disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Uma sondagem ao Benfica para um empréstimo: cobertura, ou uma vista de olhos a alguém que o clube ainda não pode comprar. De qualquer maneira, a resposta chega dentro de uma semana.
O Mamelodi Sundowns aceitou o dinheiro. O que o Orlando Pirates ainda não tem é o homem, e entre aqui e a fotografia há uma conversa sobre salários que os dois lados temem.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Orlando Pirates ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Thalente Mbatha e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Aos 21 anos faz esta época coisas que não conseguia fazer na época passada, e fá-las todas as semanas. A forma vai e vem; isto já ficou tempo suficiente para se lhe chamar outra coisa.
As carreiras devem estagnar e depois cair, e quem ignora isso é sempre quem estava a ouvir no treino. 3 pontos, ao longo de meses, numa idade em que a direção costuma ser só uma.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Deon Hotto está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
O Orlando Pirates perguntou e o Dynamo Kyiv disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
“Não era o certo para mim. Não vou explicar porquê a ninguém, a não ser às pessoas a quem devo uma explicação.” Um negócio acordado entre dois clubes, e um jogador que se recusou a fazer parte dele.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Orlando Pirates ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Cassius Mailula e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Mamelodi Sundowns fica com o seu homem, e o Orlando Pirates volta a uma lista com um nome riscado.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Thalente Mbatha está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Perguntou-se ao Dynamo Kyiv se o emprestaria. Os empréstimos acertam-se depressa ou não se acertam, e este será uma coisa ou outra até ao fim de semana.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Não está a ser deixado de fora. Simplesmente não há, no sistema que o Orlando Pirates joga, sítio onde pôr um homem que faz o que ele faz, o que é mais difícil de ouvir do que qualquer ficha de jogo.
“Quero jogar por troféus enquanto as pernas mo permitirem.” Nada nessa frase é um pedido de transferência, e ninguém no Orlando Pirates a ouviu como outra coisa.
Não há pior forma de perder um futebolista. Falakhe Tshanini pré-acordou a saída, o que significa que cada jogo daqui até junho é feito por um homem que o clube já não pode vender, e alguém lá em cima vai ter de explicar como se chegou aqui.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Orlando Pirates coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Há uma versão de cada carreira em que o jogador acaba onde escolheu e não onde o escolheram. Sebastián Berbesi está a viver essa versão no Orlando Pirates, e costuma notar-se no primeiro mês.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Thalente Mbatha está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Bidvest Wits fica com o seu homem, e o Orlando Pirates volta a uma lista com um nome riscado.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Orlando Pirates podem fingir não ter ouvido.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Thato Mabena será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Orlando Pirates as despedidas começaram em silêncio.
Thalente Mbatha esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Deon Hotto estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Gomolemo Kekana, e o treinador deixou.
O Orlando Pirates já telefonou ao Koper. Sem verba, uma parte do salário, e uma camisola a mais na posição em que o plantel esteve mais curto a época inteira.
Em resumo
O bancoMasindi Nemtajela tornou-se um homem de confiança do treinador
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Dillan Solomons será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Orlando Pirates as despedidas começaram em silêncio.
Cassius Mailula e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Todos os futebolistas têm uma resposta para a pergunta sobre o clube da infância, e a maioria nunca chega a agir sobre ela. Emmanuel Okoko agiu, no Orlando Pirates, e o primeiro mês vai mostrar o que isso faz a um homem.
Plantel28/05/2029
Thalente Mbatha desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Emmanuel Okoko e o Orlando Pirates acertam mais 3 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Monnapule Saleng, e o treinador deixou.
O banco28/05/2029
Thalente Mbatha tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Orlando Pirates dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Thalente Mbatha assinar alguma coisa — um contrato no Orlando Pirates ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
Perguntou pelo seu futuro e recebeu uma resposta com minutos lá dentro. O treinador fez uma promessa num edifício onde as promessas não se esquecem, e o relógio já começou a contar.
O Mamelodi Sundowns segue em frente e o Orlando Pirates vai para casa, com um 1‑3 a decidir tudo. O balneário vai agora dizer que a prioridade é o campeonato, porque é isso que os balneários dizem.
Uma média de 7.53 na época, com 23 golos a sustentá-la. Os adversários começaram a planear jogos a pensar nele, que é o elogio mais sincero que o futebol faz.
Há futebolistas que fazem uma boa temporada e futebolistas por quem uma temporada é recordada; aos segundos leem-lhes o nome num salão no verão. No Orlando Pirates estarão discretamente encantados e, em privado, nervosos.
Há uma idade a partir da qual toda a boa tarde é descrita como uma recordação do passado, o que é injusto e também exato. 7.93 aos 37, e ninguém no campo esteve melhor.
Thalente Mbatha e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
“Hoje não fomos suficientemente bons e não vou enfeitar isto.” Luther Hlatshwayo depois do 1‑3, no tom de quem sabe qual é a pergunta seguinte e não tenciona responder-lhe.
O banco21/05/2029
Kyle Jurgens tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Orlando Pirates dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
«Quero ganhar coisas e gostava de o fazer aqui.» Não se exigiu nada nem se ameaçou nada, mas uma direção como a de Orlando Pirates ouve uma frase destas exatamente como foi construída.
Thalente Mbatha esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Deon Hotto estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Relebohile Mofokeng está nela.
Uma conversa no gabinete do treinador, e um compromisso que saiu dela. Promessas assim são baratas de fazer e caras de quebrar, e Gomolemo Kekana apontou a data.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Thato Mabena será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Orlando Pirates as despedidas começaram em silêncio.
Não é uma queixa nem uma exigência: quer jogar futebol europeu, e deixou de o esconder. Se o Orlando Pirates lho pode dar é uma pergunta sobre o clube, não sobre ele.
As regras permitem-no e dói na mesma. Dillan Solomons acertou condições com o Kaizer Chiefs para o verão e, até lá, veste esta camisola como quem já escolheu a seguinte.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Orlando Pirates coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel07/05/2029
Thalente Mbatha desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Chisom Ogbun e o Orlando Pirates acertam mais 4 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Ninguém no Orlando Pirates dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Orlando Pirates ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Cassius Mailula e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Thalente Mbatha está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Chisom Ogbun e o Orlando Pirates acertam mais 4 anos.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Thalente Mbatha assinar alguma coisa — um contrato no Orlando Pirates ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
Não dá grande título e é a razão por que os jogadores acreditam na promessa seguinte. O Orlando Pirates disse a Chisom Ogbun que algo iria acontecer e aconteceu, o que nesta indústria já passa por notável.
Williams Modiba lesiona os ligamentos do joelho — 67 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 67 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O Orlando Pirates pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.
Thalente Mbatha e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Deon Hotto está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Perguntou pelo seu futuro e recebeu uma resposta com minutos lá dentro. O treinador fez uma promessa num edifício onde as promessas não se esquecem, e o relógio já começou a contar.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Orlando Pirates sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
75 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Orlando Pirates perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Orlando Pirates falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Cassius Mailula esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Thalente Mbatha estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Ninguém no Orlando Pirates dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Uma conversa no gabinete do treinador, e um compromisso que saiu dela. Promessas assim são baratas de fazer e caras de quebrar, e Gomolemo Kekana apontou a data.
83 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Orlando Pirates perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Plantel09/04/2029
23 dias de fora para Luther Dolly depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Orlando Pirates vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O Orlando Pirates pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Orlando Pirates, e não vai ser retirado.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Orlando Pirates coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Thalente Mbatha estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
93 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Orlando Pirates perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Plantel02/04/2029
31 dias de fora para Luther Dolly depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Orlando Pirates vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O Orlando Pirates pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Takalani Mazhamba será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Orlando Pirates as despedidas começaram em silêncio.
“Quero jogar por troféus enquanto as pernas mo permitirem.” Nada nessa frase é um pedido de transferência, e ninguém no Orlando Pirates a ouviu como outra coisa.
Thalente Mbatha e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel02/04/2029
Deon Hotto desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Yanela Mbuthuma treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
100 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Orlando Pirates perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 39 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Cassius Mailula e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Selaelo Rasebotja, e o treinador deixou.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Kyle Jurgens está nela.
Perguntou pelo seu futuro e recebeu uma resposta com minutos lá dentro. O treinador fez uma promessa num edifício onde as promessas não se esquecem, e o relógio já começou a contar.
Williams Modiba lesiona os ligamentos do joelho — 107 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 107 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Orlando Pirates falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Posição 3, 66 pontos, e o resultado que todos procuram primeiro agora é o deles. A palavra continua a não se dizer à volta do estádio — e é assim que se sabe que todos a pensam.
É a ambição mais legítima do desporto e a mais difícil de satisfazer para a maioria dos clubes. Cassius Mailula quer futebol continental; se o Orlando Pirates o consegue oferecer é uma pergunta sobre as próximas duas épocas, não sobre ele.
Cassius Mailula esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Relebohile Mofokeng está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Nada por escrito e nada em público: uma palavra sobre minutos, dada cara a cara no Orlando Pirates. As fichas de jogo do próximo mês dirão se valia a pena tê-la.
114 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Orlando Pirates perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 55 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Orlando Pirates coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Deon Hotto está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Ninguém no Orlando Pirates dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Takalani Mazhamba, e o treinador deixou.
121 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Orlando Pirates perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Plantel05/03/2029
62 dias de fora para Luther Dolly depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Orlando Pirates vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
«Tenho ambições e gostava que o clube as partilhasse.» Ninguém pediu para sair nem foi mandado embora — mas um jogador escolhe essa frase com cuidado, e uma administração ouve-a exactamente como foi pensada.
Cassius Mailula e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Um desempate por grandes penalidades fica na memória pelo fim, e este acaba em Sipho Chaine: 3 travadas, e uma bancada que vai descrever cada uma delas nos próximos vinte anos.
Plantel26/02/2029
Williams Modiba lesiona os ligamentos do joelho — 129 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 129 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
A desvantagem de 2 golos foi real e a recuperação também. Gomolemo Kekana esteve no centro, o Chippa United no fim, e quem saiu cedo vai ouvir falar desta tarde durante anos.
Plantel26/02/2029
70 dias de fora para Luther Dolly depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Orlando Pirates vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
3.º lugar com 66 pontos. Todas as épocas são uma história e esta é a última linha dela, e agora o clube tem três meses para decidir de que fala a próxima.
Cassius Mailula e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Aos 22 anos é cantado por pessoas com o dobro da idade, um carinho que um reforço demora anos a merecer e que um miúdo da casa recebe por aparecer. É também a coisa mais difícil de corresponder no futebol.
137 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Orlando Pirates perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Plantel19/02/2029
78 dias de fora para Luther Dolly depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Orlando Pirates vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Uma média de 7.53 na época, com 23 golos a sustentá-la. Os adversários começaram a planear jogos a pensar nele, que é o elogio mais sincero que o futebol faz.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Williams Modiba lesiona os ligamentos do joelho — 145 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 145 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Plantel12/02/2029
86 dias de fora para Luther Dolly depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Orlando Pirates vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Thato Mabena será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Orlando Pirates as despedidas começaram em silêncio.
Já são 3 vitórias seguidas, e a pergunta deixou de ser se a série acaba para passar a ser quem a acaba. Confiança assim não se compra; ganha-se exatamente desta maneira.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Jogo10/02/2029
O Orlando Pirates torna a sua casa um sítio difícil de visitar
9 sem derrota no seu relvado. O campo não mudou; a bancada sim — mais barulhenta mais cedo e mais rápida a perceber quando o adversário preferia estar noutro lado.
O relógio fez o que o Mamelodi Sundowns não quis fazer, e acabou com aquilo. Os adeptos que seguiram a contagem decrescente vão passar o próximo mercado a fazê-lo outra vez.
Yanela Mbuthuma e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 93 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
O prazo passou e o plantel é o plantel. Chegaram 5, saíram 6, e tudo o resto que se imprimiu sobre este clube no último mês foi um rumor que ficou rumor.
“Quero jogar por troféus enquanto as pernas mo permitirem.” Nada nessa frase é um pedido de transferência, e ninguém no Orlando Pirates a ouviu como outra coisa.
Todos os futebolistas têm uma resposta para a pergunta sobre o clube da infância, e a maioria nunca chega a agir sobre ela. Gape Mohutsiwa agiu, no Orlando Pirates, e o primeiro mês vai mostrar o que isso faz a um homem.
Cassius Mailula e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
A série sem derrotas chega aos 6 jogos. Uns foram vitórias e outros fugas, mas uma equipa que se recusa a perder é uma equipa de que os outros balneários falam.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Relebohile Mofokeng está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Tem 20 anos e o estádio já canta o nome dele, coisa que acontece aos miúdos da terra e quase nunca aos reforços. Tudo a partir daqui se mede contra um carinho que não fez nada para merecer, a não ser ser daqui.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Orlando Pirates falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Minuto 94. Ramahlwe Mkhize encontrou a finalização num tempo que só existia por causa das paragens anteriores, e o Bloemfontein Celtic passou do ponto ao nada num só movimento.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Orlando Pirates, e não vai ser retirado.
Thalente Mbatha e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
O Orlando Pirates perguntou e o Kaizer Chiefs disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Deon Hotto estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 109 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Orlando Pirates, e não vai ser retirado.
O Orlando Pirates e o Mamelodi Sundowns acertaram em $660.0K. O resto pertence ao jogador e ao empresário, e um adepto que já viu uma destas sabe que ainda não é altura de comprar a camisola.
Cassius Mailula esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Thalente Mbatha estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
O Orlando Pirates perguntou e o Mamelodi Sundowns disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 117 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Uma média de 7.50 na época, com 20 golos a sustentá-la. Os adversários começaram a planear jogos a pensar nele, que é o elogio mais sincero que o futebol faz.
Os contabilistas vão chamar-lhe bom negócio e terão razão, o que não é o assunto de ninguém fora da administração. Melusi Buthelezi era uma das razões por que as pessoas vinham, e $1.2M não substitui isso sozinho.
A proposta do Mamelodi Sundowns por Luke Le Roux foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Orlando Pirates, e não vai ser retirado.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Orlando Pirates ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Em resumo
JogoNinguém quer jogar contra o Orlando Pirates neste momento
O University of Pretoria vai querer esquecer isto depressa: 6‑0, todos os duelos perdidos e uma viagem longa para casa. O Orlando Pirates foi impiedoso como as boas equipas sabem ser.
Verba acordada, salário acordado, e o Bidvest Wits à espera com uma camisola. No Orlando Pirates ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
Uma média de 7.44 na época, com 18 golos a sustentá-la. Os adversários começaram a planear jogos a pensar nele, que é o elogio mais sincero que o futebol faz.
É a ambição mais legítima do desporto e a mais difícil de satisfazer para a maioria dos clubes. Cassius Mailula quer futebol continental; se o Orlando Pirates o consegue oferecer é uma pergunta sobre as próximas duas épocas, não sobre ele.
Thalente Mbatha e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O Orlando Pirates pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.
Há futebolistas que fazem uma boa temporada e futebolistas por quem uma temporada é recordada; aos segundos leem-lhes o nome num salão no verão. No Orlando Pirates estarão discretamente encantados e, em privado, nervosos.
Aos 37 devia estar a gerir os seus minutos. Em vez disso foi avaliado com 8.08 e pareceu, durante noventa minutos, exatamente o jogador de que toda a gente se lembra.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Orlando Pirates, e não vai ser retirado.
“Quero jogar por troféus enquanto as pernas mo permitirem.” Nada nessa frase é um pedido de transferência, e ninguém no Orlando Pirates a ouviu como outra coisa.
Thalente Mbatha e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Deon Hotto estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
16 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Orlando Pirates perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Cassius Mailula esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel25/12/2028
Thalente Mbatha desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«Aqui ninguém está acima de levar um raspanete.» Não se disse nenhum nome, mas o balneário sabe contar, e quem estava a ouvir também.
O banco25/12/2028
A vista do banco
“Vamos analisar, vamos aprender com isto, e vamos outra vez.” As três frases que todos os treinadores guardam para uma derrota por 0‑2, ditas por Luther Hlatshwayo a uma sala que já as tinha ouvido.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Relebohile Mofokeng está nela.
Em resumo
Notas dos jogadoresThalente Mbatha passa por eles um de cada vez
23 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Orlando Pirates perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Orlando Pirates coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Deon Hotto estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Duas equipas do topo da tabela, uma tarde, e um mês de conversa decidido em noventa minutos. O Orlando Pirates não vai usar a palavra título esta semana e não vai deixar de a pensar.
Todas as séries acabam numa tarde que alguém tinha dado como rotina. Esta durou 4 jogos, o suficiente para uma cidade ter deixado de contar, e pouco o suficiente para se lembrar exatamente de quem a parou.
30 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Orlando Pirates perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Orlando Pirates ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Uma média de 7.35 na época, com 15 golos a sustentá-la. Os adversários começaram a planear jogos a pensar nele, que é o elogio mais sincero que o futebol faz.
Cassius Mailula e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Aos 21 anos é cantado por pessoas com o dobro da idade, um carinho que um reforço demora anos a merecer e que um miúdo da casa recebe por aparecer. É também a coisa mais difícil de corresponder no futebol.
39 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Orlando Pirates perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
O Golden Arrows está fora e o Orlando Pirates segue em frente, com um 4‑3 como palavra final. O quadro abre-se um pouco, e toda a gente se permite espreitá-lo.
«Tenho ambições e gostava que o clube as partilhasse.» Ninguém pediu para sair nem foi mandado embora — mas um jogador escolhe essa frase com cuidado, e uma administração ouve-a exactamente como foi pensada.
Já são 3 vitórias seguidas, e a pergunta deixou de ser se a série acaba para passar a ser quem a acaba. Confiança assim não se compra; ganha-se exatamente desta maneira.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Deon Hotto e o Orlando Pirates acertam mais 2 anos.
Cassius Mailula e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Thalente Mbatha esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Deon Hotto está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
12 golos e uma média de 7.27 na época têm esse efeito. O espaço que ele costumava encontrar desapareceu; continua a marcar na mesma, que é a marca dos verdadeiros.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Monnapule Saleng, e o treinador deixou.
O banco27/11/2028
O veredicto do treinador
“Não me vou entusiasmar, e também não os deixo entusiasmar a eles. Foi um bom dia. Virão outros mais difíceis.” Luther Hlatshwayo foi breve depois da vitória por 2‑0, que é o que os treinadores fazem quando estão contentes.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Orlando Pirates coisas que levam mais de uma semana a retirar.
A série sem derrotas chega aos 6 jogos. Uns foram vitórias e outros fugas, mas uma equipa que se recusa a perder é uma equipa de que os outros balneários falam.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Deon Hotto está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Sofrer é uma coisa; a resposta é o que fala de um balneário. Cassius Mailula pôs o Orlando Pirates de novo em igualdade em 3 minutos, e o Platinum Stars nunca chegou a jogar com vantagem.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Ramahlwe Mkhize produziu-o, e o 9.26 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
4 vitórias seguidas mudam a forma como o adversário aquece: mais calado, mais olhares de esguelha. As séries acabam, toda a gente o sabe — mas neste balneário ninguém conta com isso.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Orlando Pirates, e não vai ser retirado.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Takalani Mazhamba será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Orlando Pirates as despedidas começaram em silêncio.
Cassius Mailula e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Thalente Mbatha estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O Orlando Pirates pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.
Thalente Mbatha e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel06/11/2028
Deon Hotto desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
100 jogos com esta camisola, através de treinadores, descidas e tudo o resto. Uma entrega assim está a desaparecer do futebol, e a bancada sabe o que está a ver.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Nenhum clube fica com muito do que ganha; a maior parte vai para os jogadores. Ficar quase sem nada é um arranjo diferente, e sempre que alguém o experimentou terminou da mesma forma.
“Quero jogar por troféus enquanto as pernas mo permitirem.” Nada nessa frase é um pedido de transferência, e ninguém no Orlando Pirates a ouviu como outra coisa.
Cassius Mailula esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Deon Hotto desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Segue-se o Kaizer Chiefs, e as duas equipas para que a divisão olha encontram-se. A quem ganhar dirão que nada está decidido no mesmo fôlego em que lhe dão os parabéns.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Ramahlwe Mkhize produziu-o, e o 8.85 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O Orlando Pirates pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Orlando Pirates coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Thalente Mbatha estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O Orlando Pirates pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Orlando Pirates podem fingir não ter ouvido.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Takalani Mazhamba será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Orlando Pirates as despedidas começaram em silêncio.
Thalente Mbatha e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Há uma versão de cada carreira em que o jogador acaba onde escolheu e não onde o escolheram. Sinakhokonke Mthembu está a viver essa versão no Orlando Pirates, e costuma notar-se no primeiro mês.
Plantel16/10/2028
Deon Hotto desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Monnapule Saleng, e o treinador deixou.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Deon Hotto estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Orlando Pirates coisas que levam mais de uma semana a retirar.
100 jogos com a camisola. Ninguém se propõe construir um registo assim; acontece a um certo tipo de jogador num certo tipo de clube, e esta cidade sabe o que tem.
Posição 2, 21 pontos, e o resultado que todos procuram primeiro agora é o deles. A palavra continua a não se dizer à volta do estádio — e é assim que se sabe que todos a pensam.
Cassius Mailula esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Thalente Mbatha está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Segue-se o Black Aces, e as duas equipas para que a divisão olha encontram-se. A quem ganhar dirão que nada está decidido no mesmo fôlego em que lhe dão os parabéns.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Orlando Pirates ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Orlando Pirates coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Deon Hotto está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Cassius Mailula e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Deon Hotto está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Relebohile Mofokeng está nela.
Vitória por 2‑0 sobre o Black Aces, um lugar na ronda seguinte e a aritmética silenciosa que todos os adeptos fazem a caminho de casa: quantos faltam até uma final?
Há tardes em que um guarda-redes é a defesa inteira. 6 defesas, várias do género que ninguém espera ver feitas, e dez jogadores de campo que lhe devem uma bebida.
“Quero jogar por troféus enquanto as pernas mo permitirem.” Nada nessa frase é um pedido de transferência, e ninguém no Orlando Pirates a ouviu como outra coisa.
Dribles concretizados: 23. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
Cassius Mailula esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Thalente Mbatha está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Está feito o negócio no Orlando Pirates até o mercado voltar a abrir. Se chegou, responde-se aos sábados e não numa coluna, e o primeiro sábado está perto.
Thalente Mbatha e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel04/09/2028
Deon Hotto desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Há um calor muito próprio que um estádio guarda para um jovem de 23 anos que sente como seu. Relebohile Mofokeng tem-no agora, e tudo o que fizer no resto do tempo aqui será medido contra a boa vontade que lhe deram de graça.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Boitumelo Radiopane e o Orlando Pirates acertam mais 3 anos.
Quatro ou cinco jornadas de regularidade, medidas contra todos os da divisão que fazem o seu trabalho. Sipho Chaine sai dessa comparação dentro da equipa, e o Orlando Pirates beneficiou de cada uma dessas tardes.
Verba acordada, salário acordado, e o Black Aces à espera com uma camisola. No Orlando Pirates ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
Cassius Mailula e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Aos 24 a evolução devia ter acabado. Não acabou: 3 pontos acima da marca do início do ano, o que acontece aos jogadores que levam a sério as partes aborrecidas do ofício.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Deon Hotto está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Todas as séries acabam numa tarde que alguém tinha dado como rotina. Esta durou 4 jogos, o suficiente para uma cidade ter deixado de contar, e pouco o suficiente para se lembrar exatamente de quem a parou.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Orlando Pirates ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Aos 20 anos faz esta época coisas que não conseguia fazer na época passada, e fá-las todas as semanas. A forma vai e vem; isto já ficou tempo suficiente para se lhe chamar outra coisa.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Thalente Mbatha estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Yanela Mbuthuma e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Orlando Pirates já se começa a dizer o nome dele no passado.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Thato Mabena será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Orlando Pirates as despedidas começaram em silêncio.
Thalente Mbatha esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Orlando Pirates perdeu-o em tudo menos nos papéis.
A direção prendeu por mais tempo o homem do banco, e isso diz mais do que qualquer comunicado de apoio. A estabilidade promete-se com facilidade e mantém-se a peso de ouro.
Cassius Mailula e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel07/08/2028
Deon Hotto melhorou aos 36, o que ninguém esperava
As carreiras devem estagnar e depois cair, e quem ignora isso é sempre quem estava a ouvir no treino. 3 pontos, ao longo de meses, numa idade em que a direção costuma ser só uma.
Direção07/08/2028
5 jogadores da formação recebem número de equipa principal no Orlando Pirates
A manhã em que o percurso deixa de ser um folheto e passa a ser uma ficha de jogo. A maioria não estará cá daqui a três anos; todos já fizeram a parte difícil, que era chegar a hoje.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Deon Hotto está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
A proposta do Southampton por Masindi Nemtajela foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Orlando Pirates podem fingir não ter ouvido.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Orlando Pirates ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Não é uma fase — é um salto a sério, mantido durante meses. Aos 23 anos faz a este nível coisas que não fazia no início da época, e a equipa técnica dir-lhe-á exatamente quais.
Cassius Mailula e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Aos 24 a evolução devia ter acabado. Não acabou: 3 pontos acima da marca do início do ano, o que acontece aos jogadores que levam a sério as partes aborrecidas do ofício.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Thalente Mbatha está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
A proposta do Sheffield Wednesday por Relebohile Mofokeng foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Orlando Pirates podem fingir não ter ouvido.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Orlando Pirates ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
“Quero jogar por troféus enquanto as pernas mo permitirem.” Nada nessa frase é um pedido de transferência, e ninguém no Orlando Pirates a ouviu como outra coisa.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Orlando Pirates coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Aos 20 anos faz esta época coisas que não conseguia fazer na época passada, e fá-las todas as semanas. A forma vai e vem; isto já ficou tempo suficiente para se lhe chamar outra coisa.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Deon Hotto está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Aos 26 a evolução devia ter acabado. Não acabou: 3 pontos acima da marca do início do ano, o que acontece aos jogadores que levam a sério as partes aborrecidas do ofício.
O banco24/07/2028
Thalente Mbatha tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Orlando Pirates dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Orlando Pirates perdeu-o em tudo menos nos papéis.
A camisola ainda lhe serve. Monnapule Saleng está de volta ao Orlando Pirates, e metade do estádio ainda o lembra com estas cores. Há contratações que é preciso vender à cidade; esta vendeu-se sozinha.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Orlando Pirates podem fingir não ter ouvido.
Cassius Mailula esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Aos 27 a evolução devia ter acabado. Não acabou: 3 pontos acima da marca do início do ano, o que acontece aos jogadores que levam a sério as partes aborrecidas do ofício.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Lebone Seema e o Orlando Pirates acertam mais 3 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Monnapule Saleng era o nome em todos os programas de rádio, e o clube foi buscá-lo por $1.4M. Durante uma semana a direção não faz nada de errado, e é uma semana que a maioria das direções nunca tem.
O Orlando Pirates perguntou e o SuperSport United disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Cassius Mailula e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel10/07/2028
Thalente Mbatha desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Aos 27 a evolução devia ter acabado. Não acabou: 3 pontos acima da marca do início do ano, o que acontece aos jogadores que levam a sério as partes aborrecidas do ofício.
Toda a gente deixou de fingir: o Jomo Cosmos vai fazer a chamada por Thabiso Sesane esta semana. O Orlando Pirates tem um número em mente, e o número não é tímido.
$39.7M era o máximo que o clube pagaria, e o Benfica pedia mais. Negócios destes ressuscitam na última semana do mercado mais ou menos metade das vezes, e todos os envolvidos o sabem.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Orlando Pirates, e não vai ser retirado.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Thabiso Sesane será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Orlando Pirates as despedidas começaram em silêncio.
A proposta do Ashanti Gold por Samukelo Zikalala foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Thalente Mbatha e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Nkosinathi Sibisi e o Orlando Pirates acertam mais 2 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
A proposta seguiu esta semana para o Benfica, e a resposta é deles. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Orlando Pirates, e não vai ser retirado.
Cemran Dansin foi-se, as contas têm $2.8M a mais, e os adeptos ficaram com a sensação de que também lhes venderam alguma coisa. Um bom negócio e uma boa decisão nem sempre são a mesma coisa.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Orlando Pirates ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Orlando Pirates coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Aos 23 anos faz esta época coisas que não conseguia fazer na época passada, e fá-las todas as semanas. A forma vai e vem; isto já ficou tempo suficiente para se lhe chamar outra coisa.
Aos 28 a evolução devia ter acabado. Não acabou: 3 pontos acima da marca do início do ano, o que acontece aos jogadores que levam a sério as partes aborrecidas do ofício.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Deon Hotto está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Verba acordada, salário acordado, e o Black Aces à espera com uma camisola. No Orlando Pirates ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
A camisola ainda lhe serve. Zeke May está de volta ao Orlando Pirates, e metade do estádio ainda o lembra com estas cores. Há contratações que é preciso vender à cidade; esta vendeu-se sozinha.
Cassius Mailula esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Ramahlwe Mkhize era o nome em todos os programas de rádio, e o clube foi buscá-lo por $9.3M. Durante uma semana a direção não faz nada de errado, e é uma semana que a maioria das direções nunca tem.
Plantel19/06/2028
Thalente Mbatha desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Há um nível em que um futebolista deixa de ser posto à prova e passa apenas a ser contido, e ele chegou lá há algum tempo. No Orlando Pirates sabem-no, e também todos os que o veem.
7 contratações em três meses. Cada uma pode ser uma melhoria e a equipa pode ser pior durante um tempo na mesma, que é a parte de uma reconstrução que nunca aparece nos balanços de mercado.
O aperto de mão com o Ajax Cape Town está dado; o do jogador ainda não. Seguem-se as condições pessoais, e é nas condições pessoais que morrem mais negócios do que alguém imprime.
Verba acordada, salário acordado, e o University of Pretoria à espera com uma camisola. No Orlando Pirates ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
Isto não é profundidade de plantel e ninguém finge que seja. Pagaram-se $1.3M porque Gomolemo Kekana é simplesmente melhor do que o que já cá estava, e o clube decidiu deixar de esperar.
Cassius Mailula e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Solly Khunyedi era o nome em todos os programas de rádio, e o clube foi buscá-lo por $2.2M. Durante uma semana a direção não faz nada de errado, e é uma semana que a maioria das direções nunca tem.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Deon Hotto está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
O aperto de mão com o Bidvest Wits está dado; o do jogador ainda não. Seguem-se as condições pessoais, e é nas condições pessoais que morrem mais negócios do que alguém imprime.
Cassius Mailula e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Yanela Mbuthuma e o Orlando Pirates acertam mais 4 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Deon Hotto está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
O treinador reorganizou as ideias e Samukelo Zikalala saiu delas mais abaixo. Vão dizer-lhe que é temporário, e os jogadores que já ouviram isso antes vão desviar o olhar.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Takalani Mazhamba será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Orlando Pirates as despedidas começaram em silêncio.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Orlando Pirates coisas que levam mais de uma semana a retirar.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Evidence Makgopa assinar alguma coisa — um contrato no Orlando Pirates ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
O tipo de ano que acaba com um nome a ser lido num salão. O Orlando Pirates aproveitou-o todas as semanas e tem agora o problema de todos os outros saberem.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Thato Mabena será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Orlando Pirates as despedidas começaram em silêncio.
Cassius Mailula esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Deon Hotto está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Posição 3, 69 pontos, e o resultado que todos procuram primeiro agora é o deles. A palavra continua a não se dizer à volta do estádio — e é assim que se sabe que todos a pensam.
«Disseram-me qual seria o meu papel e assinei por causa disso. Não aconteceu.» Uma queixa com data marcada é a mais difícil de resolver.
Plantel15/05/2028
Deon Hotto desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Orlando Pirates coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Relebohile Mofokeng está nela.
Thalente Mbatha e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Kamogelo Sebelebele está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Masindi Nemtajela está nela.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Melusi Buthelezi, e o treinador deixou.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Thalente Mbatha assinar alguma coisa — um contrato no Orlando Pirates ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Orlando Pirates, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Os números não ficam em segredo num vestiário e nunca ficaram. Não pede mais do que vale: pergunta por que o do lado vale mais, e no Orlando Pirates essa pergunta é mais difícil de responder.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Orlando Pirates coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Deon Hotto está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
O treinador reorganizou as ideias e Luke Le Roux saiu delas mais abaixo. Vão dizer-lhe que é temporário, e os jogadores que já ouviram isso antes vão desviar o olhar.
Ninguém no Orlando Pirates dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Evidence Makgopa assinar alguma coisa — um contrato no Orlando Pirates ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Orlando Pirates ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Cassius Mailula esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Deon Hotto está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Thalente Mbatha está nela.
Nada por escrito e nada em público: uma palavra sobre minutos, dada cara a cara no Orlando Pirates. As fichas de jogo do próximo mês dirão se valia a pena tê-la.
“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O Orlando Pirates pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.
Thalente Mbatha e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Thabiso Sesane, e o treinador deixou.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Relebohile Mofokeng está nela.
“O treinador não usou muitas palavras, e não precisou delas.” Tshepo Mhlambi tem a sua resposta do Orlando Pirates; o que fizer com ela é a história da próxima janela.
Uma conversa no gabinete do treinador, e um compromisso que saiu dela. Promessas assim são baratas de fazer e caras de quebrar, e Luke Le Roux apontou a data.
Cassius Mailula e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Deon Hotto está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Masindi Nemtajela está nela.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Thalente Mbatha assinar alguma coisa — um contrato no Orlando Pirates ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
Os números não ficam secretos num balneário. Não está a pedir mais do que vale; está a perguntar porque é que alguém ao lado dele vale mais, e o Orlando Pirates não tem uma boa resposta.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Orlando Pirates, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
A língua chegou, o encolher de ombros foi-se, e discute nos treinos como um homem que conta estar cá para o ano. Nada disto aparece num valor de transferência, e tudo isto aparece no relvado.
“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O Orlando Pirates pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Orlando Pirates ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Orlando Pirates coisas que levam mais de uma semana a retirar.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Luke Le Roux e o Orlando Pirates acertam mais 4 anos.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Deon Hotto está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Evidence Makgopa está nela.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Evidence Makgopa assinar alguma coisa — um contrato no Orlando Pirates ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
Perguntou pelo seu futuro e recebeu uma resposta com minutos lá dentro. O treinador fez uma promessa num edifício onde as promessas não se esquecem, e o relógio já começou a contar.
Masindi Nemtajela fez a conta e não gosta do resultado. Nada corrói um grupo mais depressa, e nenhum clube resolveu isto explicando a um futebolista a estrutura salarial.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Thato Mabena será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Orlando Pirates as despedidas começaram em silêncio.
Thalente Mbatha esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Kamogelo Sebelebele estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Plantel27/03/2028
Uma lesão muscular afasta Andre de Jong durante 14 dias
Ninguém faz um documentário sobre um isquiotibial e toda a gente nisto o teme. No Orlando Pirates vão ter cuidado com a data de regresso, porque a segunda é sempre pior do que a primeira.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Thalente Mbatha está nela.
Posição 3, 69 pontos, e o resultado que todos procuram primeiro agora é o deles. A palavra continua a não se dizer à volta do estádio — e é assim que se sabe que todos a pensam.
Cassius Mailula e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Deon Hotto estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
O Ajax Cape Town vai continuar a utilizá-lo até junho e não receberá nada por ele depois. Pule Mmodi pré-acordou a mudança para o Orlando Pirates, e os únicos que perdem nesse arranjo são os que deixaram o contrato correr.
Ninguém no Orlando Pirates dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Andre de Jong, e o treinador deixou.
Nada por escrito e nada em público: uma palavra sobre minutos, dada cara a cara no Orlando Pirates. As fichas de jogo do próximo mês dirão se valia a pena tê-la.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Orlando Pirates falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Cassius Mailula e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Deon Hotto estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Thalente Mbatha assinar alguma coisa — um contrato no Orlando Pirates ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
Uma conversa no gabinete do treinador, e um compromisso que saiu dela. Promessas assim são baratas de fazer e caras de quebrar, e Luke Le Roux apontou a data.
Os números não ficam em segredo num vestiário e nunca ficaram. Não pede mais do que vale: pergunta por que o do lado vale mais, e no Orlando Pirates essa pergunta é mais difícil de responder.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Orlando Pirates, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Orlando Pirates vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Takalani Mazhamba será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Orlando Pirates as despedidas começaram em silêncio.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Kamogelo Sebelebele e o Orlando Pirates acertam mais 4 anos.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Orlando Pirates coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Kamogelo Sebelebele está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
O Black Aces vai continuar a utilizá-lo até junho e não receberá nada por ele depois. Erick Mothiba pré-acordou a mudança para o Orlando Pirates, e os únicos que perdem nesse arranjo são os que deixaram o contrato correr.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Evidence Makgopa está nela.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 35 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
3.º lugar com 69 pontos. Todas as épocas são uma história e esta é a última linha dela, e agora o clube tem três meses para decidir de que fala a próxima.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Orlando Pirates ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Cassius Mailula esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Deon Hotto está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Tem 23 anos e o estádio já canta o nome dele, coisa que acontece aos miúdos da terra e quase nunca aos reforços. Tudo a partir daqui se mede contra um carinho que não fez nada para merecer, a não ser ser daqui.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 42 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Uma média de 7.69 na época, com 23 golos a sustentá-la. Os adversários começaram a planear jogos a pensar nele, que é o elogio mais sincero que o futebol faz.
Posição 3, 66 pontos, e o resultado que todos procuram primeiro agora é o deles. A palavra continua a não se dizer à volta do estádio — e é assim que se sabe que todos a pensam.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Tshepo Mhlambi e o Orlando Pirates acertam mais 4 anos.
Cassius Mailula e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Orlando Pirates vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
24 golos e uma média de 7.69 na época têm esse efeito. O espaço que ele costumava encontrar desapareceu; continua a marcar na mesma, que é a marca dos verdadeiros.
A série sem derrotas chega aos 9 jogos. Uns foram vitórias e outros fugas, mas uma equipa que se recusa a perder é uma equipa de que os outros balneários falam.
Cassius Mailula e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Kamogelo Sebelebele estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Libertad fica com o seu homem, e o Orlando Pirates volta a uma lista com um nome riscado.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Orlando Pirates falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Há uma idade a partir da qual toda a boa tarde é descrita como uma recordação do passado, o que é injusto e também exato. 7.80 aos 36, e ninguém no campo esteve melhor.
O prazo passou e o plantel é o plantel. Chegaram 1, saíram 3, e tudo o resto que se imprimiu sobre este clube no último mês foi um rumor que ficou rumor.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 64 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Thato Mabena será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Orlando Pirates as despedidas começaram em silêncio.
Já são 7 jogos sem perder. Uns foram conquistados, outros sobrevividos, mas está a formar-se um hábito — e hábitos são a coisa mais difícil de defrontar no futebol.
Cassius Mailula esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel31/01/2028
Deon Hotto desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Tem 23 anos e o estádio já canta o nome dele, coisa que acontece aos miúdos da terra e quase nunca aos reforços. Tudo a partir daqui se mede contra um carinho que não fez nada para merecer, a não ser ser daqui.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Orlando Pirates falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Posição 2, 59 pontos, e o resultado que todos procuram primeiro agora é o deles. A palavra continua a não se dizer à volta do estádio — e é assim que se sabe que todos a pensam.
Uma média de 7.61 na época, com 20 golos a sustentá-la. Os adversários começaram a planear jogos a pensar nele, que é o elogio mais sincero que o futebol faz.
A proposta do OB por Relebohile Mofokeng foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Thalente Mbatha e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
A série sem derrotas chega aos 6 jogos. Uns foram vitórias e outros fugas, mas uma equipa que se recusa a perder é uma equipa de que os outros balneários falam.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Kamogelo Sebelebele está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Olimpia fica com o seu homem, e o Orlando Pirates volta a uma lista com um nome riscado.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 80 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Os clubes tinham acordado e o jogador não. Uma nega, e pública: o Atletico Nacional fica com ele, e os adeptos daqui ficam a perguntar-se o que lhe terão dito sobre esta casa.
Já são 3 vitórias seguidas, e a pergunta deixou de ser se a série acaba para passar a ser quem a acaba. Confiança assim não se compra; ganha-se exatamente desta maneira.
Cassius Mailula e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Relebohile Mofokeng está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 87 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Thalente Mbatha produziu-o, e o 8.38 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Orlando Pirates perdeu-o em tudo menos nos papéis.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Takalani Mazhamba será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Orlando Pirates as despedidas começaram em silêncio.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Orlando Pirates coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 95 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Há futebolistas que fazem uma boa temporada e futebolistas por quem uma temporada é recordada; aos segundos leem-lhes o nome num salão no verão. No Orlando Pirates estarão discretamente encantados e, em privado, nervosos.
Uma média de 7.52 na época, com 16 golos a sustentá-la. Os adversários começaram a planear jogos a pensar nele, que é o elogio mais sincero que o futebol faz.
A proposta do Maritzburg United por Cemran Dansin foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
O Orlando Pirates perguntou e o Ajax Cape Town disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Orlando Pirates falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Uma média de 7.45 na época, com 13 golos a sustentá-la. Os adversários começaram a planear jogos a pensar nele, que é o elogio mais sincero que o futebol faz.
Cassius Mailula e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Deon Hotto estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Minuto 90, frente ao Mamelodi Sundowns, e um golo que soube a vitória a toda a gente que ficou. Foi um empate. Ninguém à saída do estádio o vai descrever assim.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Orlando Pirates falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Cassius Mailula e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Deon Hotto estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Segue-se o Mamelodi Sundowns, e as duas equipas para que a divisão olha encontram-se. A quem ganhar dirão que nada está decidido no mesmo fôlego em que lhe dão os parabéns.
Ninguém no Orlando Pirates dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
“Há coisas de que gostei e coisas que vamos repetir na terça-feira até saírem bem.” 0‑0, e um treinador que já tinha decidido como seria a terça-feira.
Em resumo
Notas dos jogadoresDaniel Msendami passa por eles um de cada vez
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 118 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Takalani Mazhamba será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Orlando Pirates as despedidas começaram em silêncio.
Thalente Mbatha esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Todos os futebolistas têm uma resposta para a pergunta sobre o clube da infância, e a maioria nunca chega a agir sobre ela. Connor Wilson agiu, no Orlando Pirates, e o primeiro mês vai mostrar o que isso faz a um homem.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Masindi Nemtajela, e o treinador deixou.
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Orlando Pirates vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Eliminado, 2‑3 com o Polokwane City, e a longa discussão sobre qual dos pequenos momentos o decidiu. Agora só resta o campeonato, e toda a gente o sabe.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Orlando Pirates coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Deon Hotto estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Há um calor muito próprio que um estádio guarda para um jovem de 23 anos que sente como seu. Relebohile Mofokeng tem-no agora, e tudo o que fizer no resto do tempo aqui será medido contra a boa vontade que lhe deram de graça.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Sipho Chaine, e o treinador deixou.
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Orlando Pirates vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Minuto 86, meio estádio já a caminho da saída, e Yanela Mbuthuma decidiu que ninguém ia a lado nenhum. O Free State Stars não teve tempo para responder.
13 golos e uma média de 7.51 na época têm esse efeito. O espaço que ele costumava encontrar desapareceu; continua a marcar na mesma, que é a marca dos verdadeiros.
Cassius Mailula e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Deon Hotto está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
23 golos e uma média de 7.72 na época têm esse efeito. O espaço que ele costumava encontrar desapareceu; continua a marcar na mesma, que é a marca dos verdadeiros.
Já são 12 jogos sem perder. Uns foram conquistados, outros sobrevividos, mas está a formar-se um hábito — e hábitos são a coisa mais difícil de defrontar no futebol.
“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O Orlando Pirates pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.
Thalente Mbatha e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Perguntam tantas vezes aos futebolistas pelo clube da infância que ninguém ouve a resposta. Evidence Mabunda acabou de assinar pelo Orlando Pirates e, por uma vez, a resposta importava.
Luke Le Roux desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Em resumo
Notas dos jogadoresRelebohile Mofokeng jogou uma tarde diferente da de toda a gente
Notas dos jogadoresCassius Mailula passa por eles um de cada vez
Uma média de 7.65 na época, com 21 golos a sustentá-la. Os adversários começaram a planear jogos a pensar nele, que é o elogio mais sincero que o futebol faz.
“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O Orlando Pirates pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Takalani Mazhamba será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Orlando Pirates as despedidas começaram em silêncio.
Cassius Mailula esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
A série sem derrotas chega aos 10 jogos. Uns foram vitórias e outros fugas, mas uma equipa que se recusa a perder é uma equipa de que os outros balneários falam.
12 golos e uma média de 7.43 na época têm esse efeito. O espaço que ele costumava encontrar desapareceu; continua a marcar na mesma, que é a marca dos verdadeiros.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Orlando Pirates coisas que levam mais de uma semana a retirar.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Aos 23 anos é cantado por pessoas com o dobro da idade, um carinho que um reforço demora anos a merecer e que um miúdo da casa recebe por aparecer. É também a coisa mais difícil de corresponder no futebol.
Um ponto arrancado aos 88 minutos vale exatamente um ponto e consideravelmente mais do que isso para um balneário. Esta equipa não para, e essa reputação vale mais do que o resultado.
Um plantel reconstruído num único mercado paga-o numa moeda que ninguém orça. O futebol não é pior do que a soma dos jogadores: é pior do que a soma dos jogadores que já jogaram juntos.
Em resumo
O bancoSipho Chaine tornou-se um homem de confiança do treinador