Não é uma fase — é um salto a sério, mantido durante meses. Aos 23 anos faz a este nível coisas que não fazia no início da época, e a equipa técnica dir-lhe-á exatamente quais.
Dimitris Stamatakis esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Dribles concretizados: 17. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
“Há coisas de que gostei e coisas que vamos repetir na terça-feira até saírem bem.” 0‑0, e um treinador que já tinha decidido como seria a terça-feira.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Segue-se o Unionistas, e há um homem no balneário do Osasuna Promesas que conhece o centro de treinos deles melhor do que o seu. A receção vai dizer-lhe o que pensavam dele.
15 jogos sem vencer é o tipo de série que muda a forma como uma cidade fala do seu clube, e o Bilbao Athletic foi a tarde em que parou. Um resultado não resolve nada, e um resultado faz tudo parecer diferente.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Osasuna Promesas coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Tem 22 anos e o estádio já canta o nome dele, coisa que acontece aos miúdos da terra e quase nunca aos reforços. Tudo a partir daqui se mede contra um carinho que não fez nada para merecer, a não ser ser daqui.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Martín Pedroarena. 1‑0 sobre o Bilbao Athletic, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
“Merecemos. Pedi-lhes uma reação e tive-a, e agora quero o mesmo outra vez no sábado.” Mario Cortés sobre uma tarde de 1‑0 que lhe agradou mais do que estava disposto a mostrar.
Já são 14 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Osasuna Promesas tem de arrancar um resultado de algum lado.
Não é uma fase — é um salto a sério, mantido durante meses. Aos 22 anos faz a este nível coisas que não fazia no início da época, e a equipa técnica dir-lhe-á exatamente quais.
Mauro Echegoyen e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
0‑1 para o Racing Ferrol, e nenhuma queixa que valha a pena imprimir. A exibição não pediu mais do que aquilo que recebeu.
O banco21/12/2026
A vista do banco
“Vamos analisar, vamos aprender com isto, e vamos outra vez.” As três frases que todos os treinadores guardam para uma derrota por 0‑1, ditas por Mario Cortés a uma sala que já as tinha ouvido.
Já são 13 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Osasuna Promesas tem de arrancar um resultado de algum lado.
Dribles concretizados: 18. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
“Há coisas de que gostei e coisas que vamos repetir na terça-feira até saírem bem.” 0‑0, e um treinador que já tinha decidido como seria a terça-feira.
“Não assinei para ver. Ninguém assina.” A queixa mais antiga do futebol, e o Osasuna Promesas vai ter de lhe responder com minutos ou com uma transferência.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
«De fora não vem ninguém salvar-nos.» Foi curto, foi incómodo e, segundo todos, o vestiário do Osasuna Promesas ficou depois mais calado do que em toda a temporada.
Em resumo
Notas dos jogadoresRockson Yeboah passa a tarde a fazer faltas
Já são 12 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Osasuna Promesas tem de arrancar um resultado de algum lado.
Tem 20 anos e o estádio já canta o nome dele, coisa que acontece aos miúdos da terra e quase nunca aos reforços. Tudo a partir daqui se mede contra um carinho que não fez nada para merecer, a não ser ser daqui.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Miguel Auria e o Osasuna Promesas acertam mais 3 anos.
“Os adeptos têm todo o direito de estar zangados. Eu também estou. Vamos corrigir isto.” 1‑3, um treinador a dizer as coisas necessárias, e um balneário que ouviu outra versão delas.
Quatro ou cinco jornadas de regularidade, medidas contra todos os da divisão que fazem o seu trabalho. Mauro Echegoyen sai dessa comparação dentro da equipa, e o Osasuna Promesas beneficiou de cada uma dessas tardes.
100 jogos com a camisola. Ninguém se propõe construir um registo assim; acontece a um certo tipo de jogador num certo tipo de clube, e esta cidade sabe o que tem.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Osasuna Promesas coisas que levam mais de uma semana a retirar.
O banco30/11/2026
A vista do banco
“Vamos analisar, vamos aprender com isto, e vamos outra vez.” As três frases que todos os treinadores guardam para uma derrota por 0‑1, ditas por Mario Cortés a uma sala que já as tinha ouvido.
Noventa minutos concretos pediam outro tipo de jogador, e o treinador escolheu um. Não está em má forma e não está na equipa, e as duas coisas são verdade.
“Não peço a ninguém que seja melhor do que é. Peço a todos que sejam tão bons como são, todas as semanas.” Dito em voz alta, à frente de todos, e o balneário do Osasuna Promesas ficou diferente depois.
Dimitris Stamatakis e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Há um calor muito próprio que um estádio guarda para um jovem de 23 anos que sente como seu. Raúl Chasco tem-no agora, e tudo o que fizer no resto do tempo aqui será medido contra a boa vontade que lhe deram de graça.
“Um ponto é um ponto e fico com ele, mas devíamos ter levado os três.” Mario Cortés depois do empate por 0‑0, e a frase que todos os treinadores do país disseram a certa altura deste fim de semana.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Osasuna Promesas, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Osasuna Promesas coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Aos 18 anos está a ser medido contra os restantes jovens da divisão e sai à frente. A versão sénior deste prémio é onde o clube gostaria que isto levasse.
Os números não ficam secretos num balneário. Não está a pedir mais do que vale; está a perguntar porque é que alguém ao lado dele vale mais, e o Osasuna Promesas não tem uma boa resposta.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Íñigo Arguibide e o Osasuna Promesas acertam mais 5 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Asier Bonel e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
“Um ponto é um ponto e fico com ele, mas devíamos ter levado os três.” Mario Cortés depois do empate por 1‑1, e a frase que todos os treinadores do país disseram a certa altura deste fim de semana.
Um amarelo a mais e Rockson Yeboah fica de fora. O Osasuna Promesas perde-o pelo tipo de motivo evitável que faz a semana de um treinador render menos.
Asier Bonel tem 18 anos e, por um fim de semana, foi o melhor de todos os da sua idade na divisão. Ninguém devia construir uma carreira sobre isso, e toda a gente o faz em silêncio.
0‑3 para o Tenerife, e foi exatamente tão mau como o número sugere. Há derrotas que se discutem e derrotas pelas quais se pede desculpa; esta foi do segundo tipo.
Mauro Echegoyen e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
A porta ficou fechada muito depois do apito final. O que ali se disse é com eles; se resultou, decide-se no sábado.
O banco02/11/2026
A vista do banco
“Não perdemos. Há semanas em que é só isso que se consegue, e prefiro ter o ponto a não o ter.” Mario Cortés escolheu a versão do copo meio cheio do 0‑0; os adeptos saíram com a outra.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Mikel García, e o treinador deixou.
Nem contrato novo nem número novo: um lugar novo na cabeça do treinador, que é a única promoção no futebol que conta de verdade. Diego Espejo subiu nela.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Dimitris Stamatakis, e o treinador deixou.
Segue-se a equipa do topo da tabela, e a medida honesta de onde esta equipa realmente está. Qualquer um ganha ao clube que tem abaixo; a pergunta é o que acontece contra o Tenerife.
Festejou como quem andava com aquilo às costas há meses, porque andava. Osasuna Promesas têm o reforço desbloqueado e uma pergunta a menos em cada conferência.
Ninguém no Osasuna Promesas sugere que esteja em má fase. O treinador quis simplesmente outras qualidades para noventa minutos concretos, e contra isso um jogador não pode treinar nada.
Em resumo
O bancoMikel García pede uma conversa com o treinador
Já são 5 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Osasuna Promesas tem de arrancar um resultado de algum lado.
Não é uma fase — é um salto a sério, mantido durante meses. Aos 18 anos faz a este nível coisas que não fazia no início da época, e a equipa técnica dir-lhe-á exatamente quais.
Tem 20 anos e o estádio já canta o nome dele, coisa que acontece aos miúdos da terra e quase nunca aos reforços. Tudo a partir daqui se mede contra um carinho que não fez nada para merecer, a não ser ser daqui.
“Há coisas de que gostei e coisas que vamos repetir na terça-feira até saírem bem.” 1‑1, e um treinador que já tinha decidido como seria a terça-feira.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Rockson Yeboah treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Aos 20 anos está a ser medido contra os restantes jovens da divisão e sai à frente. A versão sénior deste prémio é onde o clube gostaria que isto levasse.
Aos 23 anos faz esta época coisas que não conseguia fazer na época passada, e fá-las todas as semanas. A forma vai e vem; isto já ficou tempo suficiente para se lhe chamar outra coisa.
Mikel García e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Rockson Yeboah treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Não é uma fase — é um salto a sério, mantido durante meses. Aos 22 anos faz a este nível coisas que não fazia no início da época, e a equipa técnica dir-lhe-á exatamente quais.
4 jogos, nenhum golo e um centro de treinos que já tentou tudo. Vai acabar — as secas acabam sempre — mas ninguém no Osasuna Promesas sabe dizer em que semana.
Dimitris Stamatakis e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Dribles concretizados: 15. Cada vez que recebia, alguém tinha de decidir, e todas as vezes a decisão foi a errada.
O banco05/10/2026
O veredicto do treinador
“Estou frustrado, sinceramente. Fizemos o suficiente para ganhar e não ganhámos.” Mario Cortés não o escondia depois do 0‑0, e no balneário do Osasuna Promesas também ninguém o escondia.
As ocasiões aparecem e algo acontece entre criá-las e finalizá-las. Já vão 3 jogos, e a inquietação nas bancadas chega um pouco mais cedo a cada semana.
Aos 23 anos é cantado por pessoas com o dobro da idade, um carinho que um reforço demora anos a merecer e que um miúdo da casa recebe por aparecer. É também a coisa mais difícil de corresponder no futebol.
Dimitris Stamatakis e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
7.33, e nenhuma discussão séria de quem lá esteve. O Osasuna Promesas tinha onze homens em campo e um deles decidiu como aquilo correu.
O banco28/09/2026
A vista do banco
“Não perdemos. Há semanas em que é só isso que se consegue, e prefiro ter o ponto a não o ter.” Mario Cortés escolheu a versão do copo meio cheio do 0‑0; os adeptos saíram com a outra.
As bancadas esperaram por um golo que nunca chegou. O Real Avilés defendeu com muita gente e levou aquilo que veio buscar, e as duas equipas podiam ainda estar a jogar sem incomodar o marcador.
«De fora não vem ninguém salvar-nos.» Foi curto, foi incómodo e, segundo todos, o vestiário do Osasuna Promesas ficou depois mais calado do que em toda a temporada.
“Hoje não fomos suficientemente bons e não vou enfeitar isto.” Mario Cortés depois do 0‑1, no tom de quem sabe qual é a pergunta seguinte e não tenciona responder-lhe.
Ninguém no Osasuna Promesas sugere que esteja em má fase. O treinador quis simplesmente outras qualidades para noventa minutos concretos, e contra isso um jogador não pode treinar nada.
“Não peço a ninguém que seja melhor do que é. Peço a todos que sejam tão bons como são, todas as semanas.” Dito em voz alta, à frente de todos, e o balneário do Osasuna Promesas ficou diferente depois.
“Há coisas de que gostei e coisas que vamos repetir na terça-feira até saírem bem.” 0‑0, e um treinador que já tinha decidido como seria a terça-feira.
Ninguém no Osasuna Promesas sugere que esteja em má fase. O treinador quis simplesmente outras qualidades para noventa minutos concretos, e contra isso um jogador não pode treinar nada.
«Se nos vão ganhar, que não seja porque alguém aqui não se quis chatear.» Levantou-se e disse-o à frente de todos, e isso é algo que um grupo recorda de um homem durante anos.
A jogar fora da posição, substituído à hora de jogo, obrigado a ser alguém que não é — os detalhes variam e o humor não. O Osasuna Promesas tem um jogador a fazer o seu trabalho sob protesto.
Quando isto acontece nada se anuncia, e toda a gente sabe. É uma parte maior do plano do Osasuna Promesas do que era há um mês, e o centro de treinos percebeu-o antes de a ficha de jogo o dizer.
Uma cara nova na posição dele e uma camisola que julgava sua de repente em discussão. O Osasuna Promesas não prometeu nada, que é o que os clubes prometem nesta fase.
Segue-se, em casa, o Ourense CF, que chega no 16.º lugar. O tipo de jogo sobre o qual uma época se constrói em silêncio, ou em que perde a forma em silêncio.
«De fora não vem ninguém salvar-nos.» Foi curto, foi incómodo e, segundo todos, o vestiário do Osasuna Promesas ficou depois mais calado do que em toda a temporada.
A proposta do Mirandés por Asier Bonel foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Osasuna Promesas coisas que levam mais de uma semana a retirar.
O desenho queria outro perfil frente a este adversário, o que é uma resposta futebolística a sério e nenhum consolo para o visado. Não fez nada de errado e não jogou.
Dimitris Stamatakis esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Uma cara nova na sua posição e, de repente, Diego Espejo tem de reconquistar o que julgava seu. O Osasuna Promesas não prometeu nada — nesta fase raramente promete.
A proposta do SJK por Carlos Lumbreras foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Roberto Arroyo esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Ander Yoldi e o Osasuna Promesas acertam mais 4 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Osasuna Promesas coisas que levam mais de uma semana a retirar.