Eliminado, 0‑4 com o Vitoria Guimaraes, e a longa discussão sobre qual dos pequenos momentos o decidiu. Agora só resta o campeonato, e toda a gente o sabe.
Rodriguinho e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Carlos Marafona, e o treinador deixou.
A perder, e batido em qualquer leitura honesta, até ao minuto 94. O Vizela tinha os pontos no bolso e um canto do estádio ainda acreditava, que é geralmente quando acontece.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Pacos de Ferreira coisas que levam mais de uma semana a retirar.
500 jogos com esta camisola, através de treinadores, descidas e tudo o resto. Uma entrega assim está a desaparecer do futebol, e a bancada sabe o que está a ver.
Dribles concretizados: 18. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Lucas Allosa e o Pacos de Ferreira acertam mais 2 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Roberto treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
17 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Pacos de Ferreira perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Pacos de Ferreira coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Há um calor muito próprio que um estádio guarda para um jovem de 23 anos que sente como seu. Leandro Dias tem-no agora, e tudo o que fizer no resto do tempo aqui será medido contra a boa vontade que lhe deram de graça.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Diegão e o Pacos de Ferreira acertam mais 4 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
“O mérito é dos jogadores. Hoje o meu trabalho foi fácil.” Não foi, e toda a gente na sala o sabia; depois do 3‑2, Rodrigo Fernandes podia dar-se ao luxo de ser generoso.
25 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Pacos de Ferreira perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Dribles concretizados: 24. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
Roberto e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Rafael Vieira, e o treinador deixou.
“Há coisas de que gostei e coisas que vamos repetir na terça-feira até saírem bem.” 1‑1, e um treinador que já tinha decidido como seria a terça-feira.
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 7 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
Rodriguinho e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Dribles concretizados: 17. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
16 dias, diz o exame, e os exames são mais simpáticos do que a realidade. Os jogos desse período acabaram de passar a ser trabalho de outro.
O banco23/11/2026
A vista do banco
“Vamos analisar, vamos aprender com isto, e vamos outra vez.” As três frases que todos os treinadores guardam para uma derrota por 3‑4, ditas por Rodrigo Fernandes a uma sala que já as tinha ouvido.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Pacos de Ferreira coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Os clubes prometem constantemente e o jornal costuma só saber quando falham. Esta foi cumprida, e o balneário notou-o mais depressa do que qualquer adepto.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Renan estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Rodriguinho produziu-o, e o 8.03 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Pacos de Ferreira coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Rodriguinho. 2‑1 sobre o Benfica B, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
Tem 22 anos e o estádio já canta o nome dele, coisa que acontece aos miúdos da terra e quase nunca aos reforços. Tudo a partir daqui se mede contra um carinho que não fez nada para merecer, a não ser ser daqui.
Um médio mede-se por saber se a equipa funciona quando ele está em campo, algo quase impossível de ver e completamente óbvio em retrospetiva. 9 ações, 7.44, e um treinador que não o vai substituir tão cedo.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Renan está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Os jogos da taça esperam que alguém os agarre, e Douglas agarrou este contra o Alverca. 1‑0 no fim, e no sorteio da próxima ronda está o nome do Pacos de Ferreira.
0‑3 para o Leiria, e foi exatamente tão mau como o número sugere. Há derrotas que se discutem e derrotas pelas quais se pede desculpa; esta foi do segundo tipo.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Carlos Marafona, e o treinador deixou.
Rodriguinho e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Dois dos golos tinham o nome dele algures, que é a tarde que um treinador quer de quem lhe pede para criar e finalizar. 7.93 e 2 participações.
Plantel26/10/2026
Uma transferência que Thierry Henry teria feito de graça
Há uma versão de cada carreira em que o jogador acaba onde escolheu e não onde o escolheram. Thierry Henry está a viver essa versão no Pacos de Ferreira, e costuma notar-se no primeiro mês.
Um ponto arrancado aos 89 minutos vale exatamente um ponto e consideravelmente mais do que isso para um balneário. Esta equipa não para, e essa reputação vale mais do que o resultado.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Rafael Vieira, e o treinador deixou.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Renan está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Tem 19 anos e ninguém em Pacos de Ferreira o contratou para esta época. Negócios destes julgam-se daqui a quatro anos, por gente que talvez já não esteja na casa.
Em resumo
O bancoCarlos Júnior pede uma conversa com o treinador
Roberto esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Não é uma fase — é um salto a sério, mantido durante meses. Aos 23 anos faz a este nível coisas que não fazia no início da época, e a equipa técnica dir-lhe-á exatamente quais.
Notas dos jogadores19/10/2026
Paulinho Boia jogou uma tarde diferente da de toda a gente
8.02. Há exibições que um adepto descreve a quem não esteve lá e não consegue transmitir; esta foi uma, e o número também não ajuda.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Nuno Cunha, e o treinador deixou.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Renan estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“Há coisas de que gostei e coisas que vamos repetir na terça-feira até saírem bem.” 2‑2, e um treinador que já tinha decidido como seria a terça-feira.
Segue-se o Académico de Viseu, e há um homem no balneário do Pacos de Ferreira que conhece o centro de treinos deles melhor do que o seu. A receção vai dizer-lhe o que pensavam dele.
Onde jogava antes fala por ele quase todo o tempo no Pacos de Ferreira. O balneário respeita-o, os miúdos estudam-no, e a única coisa capaz de o furar é um mau mês.
“Não assinei para ver. Ninguém assina.” A queixa mais antiga do futebol, e o Pacos de Ferreira vai ter de lhe responder com minutos ou com uma transferência.
Não há forma mais cruel de perder um jogo. O Pacos de Ferreira marcou aos 90, o pontapé de saída mal chegou a acontecer, e a bancada visitante ainda estava de pé quando soou o apito.
Há um calor muito próprio que um estádio guarda para um jovem de 22 anos que sente como seu. Miguel Falé tem-no agora, e tudo o que fizer no resto do tempo aqui será medido contra a boa vontade que lhe deram de graça.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Tiago Cerveira e o Pacos de Ferreira acertam mais 1 anos.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Renan estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Um plantel reconstruído num único mercado paga-o numa moeda que ninguém orça. O futebol não é pior do que a soma dos jogadores: é pior do que a soma dos jogadores que já jogaram juntos.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Plantel28/09/2026
Renan desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Os adeptos têm todo o direito de estar zangados. Eu também estou. Vamos corrigir isto.” 1‑2, um treinador a dizer as coisas necessárias, e um balneário que ouviu outra versão delas.
Vestiu a outra camisola. No sábado joga contra o Lusitânia Lourosa com esta, e tudo o que disser esta semana sobre ser um jogo como os outros será mentira.
Roberto esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
“Um ponto é um ponto e fico com ele, mas devíamos ter levado os três.” Rodrigo Fernandes depois do empate por 0‑0, e a frase que todos os treinadores do país disseram a certa altura deste fim de semana.
Ninguém no Pacos de Ferreira sugere que esteja em má fase. O treinador quis simplesmente outras qualidades para noventa minutos concretos, e contra isso um jogador não pode treinar nada.
Noventa minutos, zero golos, e a discussão começou antes de o parque de estacionamento esvaziar: um ponto somado ou dois deitados fora contra o Portimonense? Na quinta-feira ainda vai haver quem discuta.
Aos 28 anos está na equipa por mérito e outro está a ver. No Pacos de Ferreira os lugares ganham-se em silêncio e perdem-se com barulho, e este foi ganho.
O painel já tinha subido, os protestos já tinham começado, e então a bola entrou ao minuto 91. O Porto B vai rever cada segundo do tempo extra durante uma semana.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Pacos de Ferreira coisas que levam mais de uma semana a retirar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
7.75, e nenhuma discussão séria de quem lá esteve. O Pacos de Ferreira tinha onze homens em campo e um deles decidiu como aquilo correu.
Plantel14/09/2026
Renan desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Pacos de Ferreira, e não vai ser retirado.
O prazo passou e o plantel é o plantel. Chegaram 19, saíram 2, e tudo o resto que se imprimiu sobre este clube no último mês foi um rumor que ficou rumor.
O valor aprovado não chegava. A direção foi consultada de novo e subiu a sua própria proposta para $155.8K — um clube que quer Rodrigo Guedes ao ponto de perguntar duas vezes.
As condições foram oferecidas e recusadas. Se foi o salário, a função ou a cidade, no Botafogo ninguém diz, e no Pacos de Ferreira ninguém gosta de estar a adivinhar.
O Pacos de Ferreira ofereceu $150.0K; o Académico de Viseu disse que nem perto. Ao treinador dirão que o dinheiro continua lá para o jogador certo, que é o que se diz aos treinadores.
O Pacos de Ferreira perguntou e o Flamengo disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Steven Baseya e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
“Continuamos a reunir-nos, e continuamos a sair da sala com os mesmos números com que entrámos.” Mais uma ronda de conversas no Pacos de Ferreira, mais uma semana sem a assinatura de Alexandre Guedes.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Renan estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Em resumo
Plantel13 caras novas e o Pacos de Ferreira ainda se está a conhecer
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Pacos de Ferreira podem fingir não ter ouvido.
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 6 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
A proposta do Leiria por Diegão foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
O Pacos de Ferreira foi ao Académico de Viseu com uma proposta, e os adeptos foram à internet com uma opinião sobre ela. Se alguma das duas muda alguma coisa, decide o clube vendedor.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Benfica fica com o seu homem, e o Pacos de Ferreira volta a uma lista com um nome riscado.
Todos os desenhos têm posições e este não tem a dele. O Pacos de Ferreira vai mudar o desenho, mudar-lhe a função ou mudar-lhe o clube, e ele está à espera de saber qual.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Pacos de Ferreira, e não vai ser retirado.
As condições foram oferecidas e recusadas. Se foi o salário, a função ou a cidade, no São Paulo ninguém diz, e no Pacos de Ferreira ninguém gosta de estar a adivinhar.
Dribles concretizados: 18. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
O valor aprovado não chegava. A direção foi consultada de novo e subiu a sua própria proposta para $6.7M — um clube que quer Vitor Carvalho ao ponto de perguntar duas vezes.
O Pacos de Ferreira tinha feito tudo menos convencer o próprio. Fica no Atlético Mineiro, e o treinador volta à estaca zero com o dinheiro ainda no banco.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Pacos de Ferreira coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Minuto 91, frente ao Felgueiras, e um golo que soube a vitória a toda a gente que ficou. Foi um empate. Ninguém à saída do estádio o vai descrever assim.
Todos os desenhos têm posições e este não tem a dele. O Pacos de Ferreira vai mudar o desenho, mudar-lhe a função ou mudar-lhe o clube, e ele está à espera de saber qual.
O Farense pagou $1.5M e o Pacos de Ferreira aceitou, o que é a história toda numa frase. A versão longa fala do orçamento salarial e vai ser contada a época inteira.
As condições foram oferecidas e recusadas. Se foi o salário, a função ou a cidade, no Grêmio ninguém diz, e no Pacos de Ferreira ninguém gosta de estar a adivinhar.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Francisco Ramos e o Pacos de Ferreira acertam mais 3 anos.
A formação existe exatamente para esta manhã. Ricardo Mota passou por todos os escalões do clube e tem agora um número de equipa principal; os mais orgulhosos do edifício serão os que o treinaram aos doze anos.
Os clubes gastam fortunas à procura de jogadores e de vez em quando encontram um ao fundo do corredor. Afonso Miranda é isso, e a receção na sua primeira aparição será de outra natureza que a de qualquer reforço.
A formação existe exatamente para esta manhã. Felipe Carvalho passou por todos os escalões do clube e tem agora um número de equipa principal; os mais orgulhosos do edifício serão os que o treinaram aos doze anos.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Leandro Dias, e o treinador deixou.
Não está a ser deixado de fora. Simplesmente não há, no sistema que o Pacos de Ferreira joga, sítio onde pôr um homem que faz o que ele faz, o que é mais difícil de ouvir do que qualquer ficha de jogo.
Roberto e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Saiu miúdo e regressa a saber ainda onde fica a bancada dos visitantes. A maioria dos reforços tem de ser explicada à cidade; a este bastou uma fotografia.
Todos os desenhos têm posições e este não tem a dele. O Pacos de Ferreira vai mudar o desenho, mudar-lhe a função ou mudar-lhe o clube, e ele está à espera de saber qual.
«Estamos muito longe um do outro, e fingir o contrário não ajuda ninguém.» Nada se moveu, e o calendário não joga a favor do clube.
Plantel03/08/2026
Diegão desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Uma sondagem ao Atlético Mineiro para um empréstimo: cobertura, ou uma vista de olhos a alguém que o clube ainda não pode comprar. De qualquer maneira, a resposta chega dentro de uma semana.
Uma sondagem ao Grêmio para um empréstimo: cobertura, ou uma vista de olhos a alguém que o clube ainda não pode comprar. De qualquer maneira, a resposta chega dentro de uma semana.