Enzo García lesiona os ligamentos do joelho — 91 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 91 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Os salários ultrapassaram as receitas e a contabilidade começou a aparecer em reuniões a que antes mandava desculpas. Numa época destas, a ambição vem em segundo.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Omer Melikson será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Pakhtakor as despedidas começaram em silêncio.
99 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Pakhtakor perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
O que se dizia à porta fechada passou a dizer-se diante de um microfone. Em Pakhtakor toda a gente sabe fazer a conta, incluindo o homem a quem se dirige.
Nada foi anunciado e toda a gente percebe o que significa. Uma direção que convoca todo o departamento de futebol numa terça de manhã é uma direção que deixou de acreditar que o problema se resolve sozinho.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Pakhtakor, e não vai ser retirado.
Entre clubes está tudo fechado e o que falta são papéis e uma fotografia. Em Pakhtakor já falam dele no passado.
Plantel02/12/2047
Palavras no treino do Pakhtakor sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Andrew Smith está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Pakhtakor coisas que levam mais de uma semana a retirar.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Avi Atzili e o Pakhtakor acertam mais 3 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Pakhtakor sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
Enzo García lesiona os ligamentos do joelho — 107 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 107 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Lá em cima ninguém disse nada, que é a coisa mais barulhenta que podiam fazer. Os resultados compram silêncio neste ofício; a conta do Pakhtakor está a esgotar-se.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Darren Griffin será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Pakhtakor as despedidas começaram em silêncio.
«Disseram-me qual seria o meu papel e assinei por causa disso. Não aconteceu.» Uma queixa com data marcada é a mais difícil de resolver.
Plantel25/11/2047
Avi Atzili consegue a transferência que sempre quis
Perguntam tantas vezes aos futebolistas pelo clube da infância que ninguém ouve a resposta. Avi Atzili acabou de assinar pelo Pakhtakor e, por uma vez, a resposta importava.
Plantel25/11/2047
Andrew Smith desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Enzo García lesiona os ligamentos do joelho — 116 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 116 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Eldor Komilov será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Pakhtakor as despedidas começaram em silêncio.
Há futebolistas que fazem uma boa temporada e futebolistas por quem uma temporada é recordada; aos segundos leem-lhes o nome num salão no verão. No Pakhtakor estarão discretamente encantados e, em privado, nervosos.
124 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Pakhtakor perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Os salários ultrapassaram as receitas e a contabilidade começou a aparecer em reuniões a que antes mandava desculpas. Numa época destas, a ambição vem em segundo.
Entre clubes está tudo fechado e o que falta são papéis e uma fotografia. Em Pakhtakor já falam dele no passado.
Plantel11/11/2047
Andrew Smith desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Idan Dadya esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
A direcção disse em público o que já dizia em privado. Os resultados daqui até à próxima reunião decidem tudo, e no clube toda a gente sabe fazer as contas.
Nada foi anunciado e toda a gente percebe o que significa. Uma direção que convoca todo o departamento de futebol numa terça de manhã é uma direção que deixou de acreditar que o problema se resolve sozinho.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Andrew Smith e o Pakhtakor acertam mais 2 anos.
Saar Elkayam esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel04/11/2047
Palavras no treino do Pakhtakor sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Andrew Smith está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Darren Griffin será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Pakhtakor as despedidas começaram em silêncio.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Pakhtakor coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Em resumo
PlantelJariyah Shah desentende-se com um colega por causa das exigências
Saar Elkayam esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Em resumo
PlantelPalavras no treino do Pakhtakor sobre quem trabalha
Os salários ultrapassaram as receitas e a contabilidade começou a aparecer em reuniões a que antes mandava desculpas. Numa época destas, a ambição vem em segundo.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Pakhtakor ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Pakhtakor coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel14/10/2047
Andrew Smith desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Plantel14/10/2047
Jakub Sykora tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Pakhtakor dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Em resumo
MercadoEldor Komilov colocado na lista de transferências
O que se dizia à porta fechada passou a dizer-se diante de um microfone. Em Pakhtakor toda a gente sabe fazer a conta, incluindo o homem a quem se dirige.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Sardor Mirzaev será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Pakhtakor as despedidas começaram em silêncio.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Junaid Seedat e o Pakhtakor acertam mais 2 anos.
Saar Elkayam esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel07/10/2047
Palavras no treino do Pakhtakor sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Jariyah Shah está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Pakhtakor sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Pakhtakor ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Pakhtakor coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel30/09/2047
Andrew Smith desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Plantel30/09/2047
Junaid Seedat tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Pakhtakor dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Pakhtakor podem fingir não ter ouvido.
Já são 3 vitórias seguidas, e a pergunta deixou de ser se a série acaba para passar a ser quem a acaba. Confiança assim não se compra; ganha-se exatamente desta maneira.
O Navbahor obrigou o Pakhtakor a suar, mas no fim o marcador dizia 3‑2 e a tabela não pergunta como.
Plantel23/09/2047
Palavras no treino do Pakhtakor sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Andrew Smith está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
O Neftchi vai querer esquecer isto depressa: 7‑1, todos os duelos perdidos e uma viagem longa para casa. O Pakhtakor foi impiedoso como as boas equipas sabem ser.
Os salários ultrapassaram as receitas e a contabilidade começou a aparecer em reuniões a que antes mandava desculpas. Numa época destas, a ambição vem em segundo.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Pakhtakor ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Houve 6 defesas pelo meio e pelo menos três que não tinham nada que ser defesas. Os dez jogadores de campo devem-lhe um copo, e sabem-no.
Notas dos jogadores16/09/2047
Andrew Smith, 34 anos, faz recuar o relógio — 8.29
Há uma idade a partir da qual toda a boa tarde é descrita como uma recordação do passado, o que é injusto e também exato. 8.29 aos 34, e ninguém no campo esteve melhor.
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 6 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
Uma média de 7.24 na época, com 22 golos a sustentá-la. Os adversários começaram a planear jogos a pensar nele, que é o elogio mais sincero que o futebol faz.
A proposta do Sogdiana por Jaloliddin Abdullaev foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Mercado09/09/2047
Tão perto: a transferência de Eldor Komilov morre em cima da hora
O valor estava acertado e o voo já tinha sido visto — e então o telefone deixou de tocar. O Navbahor seguiu em frente, Eldor Komilov apresenta-se de volta no Pakhtakor, e todos fingem que segunda-feira é só uma segunda-feira.
Perguntam tantas vezes aos futebolistas pelo clube da infância que ninguém ouve a resposta. Fernando Gamarra acabou de assinar pelo Pakhtakor e, por uma vez, a resposta importava.
Saar Elkayam esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
O comunicado da direção tinha três frases e uma delas mencionava resultados. Dostonbek Ismailov treina há tempo suficiente para traduzir: ganhar depressa, ou o próximo comunicado será mais curto.
1‑2 frente ao Navbahor, e a estrada acaba aqui. As eliminações da taça são mortes rápidas — sem segunda mão, sem próxima semana, só o campeonato daqui até maio.
Direção02/09/2047
O silêncio lá de cima começa a ouvir-se em Pakhtakor
Ninguém na direção disse nada contra o treinador — e é esse o problema: também já não dizem nada a favor.
441 jogos ao longo de 14 épocas com estas cores. Carreiras assim já não se constroem, e o Pakhtakor sabe bem o que tem.
Mercado02/09/2047
Tão perto: a transferência de Idan Dadya morre em cima da hora
O valor estava acertado e o voo já tinha sido visto — e então o telefone deixou de tocar. O Mashal seguiu em frente, Idan Dadya apresenta-se de volta no Pakhtakor, e todos fingem que segunda-feira é só uma segunda-feira.
Os centrais têm licença para subir duas vezes por época e são julgados pelo que fazem quando lá chegam. Petr Sykora marcou, foi avaliado com 7.64 e voltou antes de alguém dar pela falta.
21 golos e uma média de 7.22 na época têm esse efeito. O espaço que ele costumava encontrar desapareceu; continua a marcar na mesma, que é a marca dos verdadeiros.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Pakhtakor podem fingir não ter ouvido.
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 6 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
20 golos e uma média de 7.21 na época têm esse efeito. O espaço que ele costumava encontrar desapareceu; continua a marcar na mesma, que é a marca dos verdadeiros.
Saar Elkayam esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 6 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
Uma média de 7.20 na época, com 19 golos a sustentá-la. Os adversários começaram a planear jogos a pensar nele, que é o elogio mais sincero que o futebol faz.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Pakhtakor falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Pakhtakor, e não vai ser retirado.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Pakhtakor coisas que levam mais de uma semana a retirar.
0‑1 para o Qizilqum, e nenhuma queixa que valha a pena imprimir. A exibição não pediu mais do que aquilo que recebeu.
Plantel12/08/2047
Palavras no treino do Pakhtakor sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Idan Dadya está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Pakhtakor falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
450 jogos ao longo de 13 épocas e uma só camisola. Já ninguém constrói uma carreira assim de propósito; acontece a certo tipo de jogador em certo tipo de clube.
Direção05/08/2047
O silêncio lá de cima começa a ouvir-se em Pakhtakor
Ninguém na direção disse nada contra o treinador — e é esse o problema: também já não dizem nada a favor.
A proposta do Andijon por Tomasz Zielinski foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
O telefone voltou a tocar por causa de Darren Griffin, e desta vez do outro lado está o Metallurg. No Pakhtakor ouvem com educação e não prometem nada.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Jariyah Shah e o Pakhtakor acertam mais 2 anos.
Em resumo
Notas dos jogadoresNoventa minutos de Petr Sykora no seu melhor
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 30 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
A proposta do Bunyodkor por Jaloliddin Abdullaev foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Pakhtakor coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Ambas as partes esperam falar nos próximos dias. O Pakhtakor vai pedir um valor, e tudo o que vier depois é aritmética.
Plantel29/07/2047
Jariyah Shah desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 37 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Petr Sykora produziu-o, e o 8.29 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 6 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Pakhtakor, e não vai ser retirado.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Pakhtakor falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Pakhtakor podem fingir não ter ouvido.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Pakhtakor ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Pakhtakor coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel15/07/2047
Jariyah Shah desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Notas dos jogadoresOmer Melikson encarou-os todo o jogo
1093Edição
A Sentinela de Pakhtakor
08/07/2047
Do nosso correspondente de futebolOtimismo
Plantel08/07/2047
Dor Glazer lesiona os ligamentos do joelho — 18 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 18 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 53 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
A proposta do Sogdiana por Omer Melikson foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Pakhtakor podem fingir não ter ouvido.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Darren Griffin será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Pakhtakor as despedidas começaram em silêncio.
“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O Pakhtakor pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.
Mercado08/07/2047
Tão perto: a transferência de Eldor Komilov morre em cima da hora
O valor estava acertado e o voo já tinha sido visto — e então o telefone deixou de tocar. O Kokand 1912 seguiu em frente, Eldor Komilov apresenta-se de volta no Pakhtakor, e todos fingem que segunda-feira é só uma segunda-feira.
26 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Pakhtakor perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 62 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 6 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Pakhtakor, e não vai ser retirado.
A proposta do Bukhara por Manor Hemed foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Vitória por 2‑2 sobre o Mashal, um lugar na ronda seguinte e a aritmética silenciosa que todos os adeptos fazem a caminho de casa: quantos faltam até uma final?
33 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Pakhtakor perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 69 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Um desempate por grandes penalidades fica na memória pelo fim, e este acaba em Rivaldo Mahlangu: 1 travadas, e uma bancada que vai descrever cada uma delas nos próximos vinte anos.
Dor Glazer lesiona os ligamentos do joelho — 41 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 41 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Pakhtakor falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Pakhtakor podem fingir não ter ouvido.
Idan Dadya esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Dor Glazer lesiona os ligamentos do joelho — 48 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 48 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Pakhtakor falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Saar Elkayam esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Notas dos jogadoresKeagan Jali podia ter feito três
Notas dos jogadoresNinguém conseguiu chegar a Andrew Smith
1088Edição
A Sentinela de Pakhtakor
03/06/2047
Do nosso correspondente de futebolEstável
Plantel03/06/2047
Dor Glazer lesiona os ligamentos do joelho — 55 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 55 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 94 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Pakhtakor podem fingir não ter ouvido.
A série sem derrotas chega aos 12 jogos. Uns foram vitórias e outros fugas, mas uma equipa que se recusa a perder é uma equipa de que os outros balneários falam.
A proposta do Andijon por Pavlo Vanat foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Dor Glazer lesiona os ligamentos do joelho — 62 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 62 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Pakhtakor falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
A série sem derrotas chega aos 11 jogos. Uns foram vitórias e outros fugas, mas uma equipa que se recusa a perder é uma equipa de que os outros balneários falam.
Aos 34 devia estar a gerir os seus minutos. Em vez disso foi avaliado com 8.09 e pareceu, durante noventa minutos, exatamente o jogador de que toda a gente se lembra.
Os centrais têm licença para subir duas vezes por época e são julgados pelo que fazem quando lá chegam. Petr Sykora marcou, foi avaliado com 7.96 e voltou antes de alguém dar pela falta.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Pakhtakor, e não vai ser retirado.
70 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Pakhtakor perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 37 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Pakhtakor coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Em resumo
Notas dos jogadoresNinguém conseguiu chegar a Keagan Jali
77 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Pakhtakor perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 44 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 7 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Pakhtakor podem fingir não ter ouvido.
Saar Elkayam esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Dor Glazer lesiona os ligamentos do joelho — 85 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 85 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Pakhtakor falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Pakhtakor ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
A série sem derrotas chega aos 8 jogos. Uns foram vitórias e outros fugas, mas uma equipa que se recusa a perder é uma equipa de que os outros balneários falam.
Plantel06/05/2047
Petr Sykora consegue a transferência que sempre quis
Perguntam tantas vezes aos futebolistas pelo clube da infância que ninguém ouve a resposta. Petr Sykora acabou de assinar pelo Pakhtakor e, por uma vez, a resposta importava.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Pakhtakor coisas que levam mais de uma semana a retirar.
As bancadas esperaram por um golo que nunca chegou. O Nasaf defendeu com muita gente e levou aquilo que veio buscar, e as duas equipas podiam ainda estar a jogar sem incomodar o marcador.
Oportunidades criadas: 7. Alguém tem de abrir a porta antes de outro a atravessar, e ele passou a tarde a abrir portas.
Em resumo
MercadoO Pakhtakor faz compras onde não custa nada
DireçãoA formação do Pakhtakor continua a produzir
1083Edição
A Sentinela de Pakhtakor
29/04/2047
Do nosso correspondente de futebolOtimismo
Plantel29/04/2047
Dor Glazer lesiona os ligamentos do joelho — 92 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 92 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Pakhtakor falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Noventa minutos de muito pouco e depois tudo de uma vez. O golo chegou aos 85, e o Qizilqum passou o resto do jogo a reclamar com o árbitro em vez de perseguir a bola.
Aos 34 devia estar a gerir os seus minutos. Em vez disso foi avaliado com 8.07 e pareceu, durante noventa minutos, exatamente o jogador de que toda a gente se lembra.
Já são 7 jogos sem perder. Uns foram conquistados, outros sobrevividos, mas está a formar-se um hábito — e hábitos são a coisa mais difícil de defrontar no futebol.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Pakhtakor ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
100 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Pakhtakor perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 69 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 6 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
Já são 6 jogos sem perder. Uns foram conquistados, outros sobrevividos, mas está a formar-se um hábito — e hábitos são a coisa mais difícil de defrontar no futebol.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Pakhtakor coisas que levam mais de uma semana a retirar.
107 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Pakhtakor perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Andrew Smith produziu-o, e o 8.48 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Pakhtakor ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Já são 3 vitórias seguidas, e a pergunta deixou de ser se a série acaba para passar a ser quem a acaba. Confiança assim não se compra; ganha-se exatamente desta maneira.
Saar Elkayam esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Em resumo
Notas dos jogadoresA única coisa que Keagan Jali não conseguiu
114 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Pakhtakor perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Os jogos da taça esperam que alguém os agarre, e Faisal Al-Mansour agarrou este contra o Shortan. 3‑0 no fim, e no sorteio da próxima ronda está o nome do Pakhtakor.
Dois golos e um 7.76 a acompanhar. Os avançados são julgados por tardes como esta e recordados por muito menos delas do que se imagina.
Notas dos jogadores08/04/2047
Andrew Smith, 34 anos, faz recuar o relógio — 7.93
Há uma idade a partir da qual toda a boa tarde é descrita como uma recordação do passado, o que é injusto e também exato. 7.93 aos 34, e ninguém no campo esteve melhor.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Eldor Komilov será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Pakhtakor as despedidas começaram em silêncio.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Andrew Smith e o Pakhtakor acertam mais 2 anos.
21 vezes se meteu no caminho. Escreve-se sobre os centrais quando erram e ignoram-se quando não erram, por isso uma tarde destas tem de ser dita em voz alta: é ele a razão de o marcador dizer o que diz.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Pakhtakor coisas que levam mais de uma semana a retirar.
121 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Pakhtakor perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
2 golos de vantagem e depois uma rendição lenta de tudo o que fora ganho. Keagan Jali não será o apontado, mas ninguém no Pakhtakor escapa à conversa que se segue a um colapso destes.
Aos 34 devia estar a gerir os seus minutos. Em vez disso foi avaliado com 8.09 e pareceu, durante noventa minutos, exatamente o jogador de que toda a gente se lembra.
Saar Elkayam esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel01/04/2047
Idan Dadya desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
128 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Pakhtakor perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 6 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
27 vezes se meteu no caminho. Escreve-se sobre os centrais quando erram e ignoram-se quando não erram, por isso uma tarde destas tem de ser dita em voz alta: é ele a razão de o marcador dizer o que diz.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Pakhtakor ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Pakhtakor coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Dor Glazer lesiona os ligamentos do joelho — 136 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 136 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Pakhtakor ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Pakhtakor podem fingir não ter ouvido.
Saar Elkayam esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
O AGMK levou os pontos após um 1‑2 que será difícil de explicar nas bancadas.
Plantel18/03/2047
Idan Dadya desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Dor Glazer lesiona os ligamentos do joelho — 143 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 143 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Jogo09/03/2047
Idan Dadya ganha-o quando o apito já devia ter soado
Minuto 94. Idan Dadya encontrou a finalização num tempo que só existia por causa das paragens anteriores, e o Obod passou do ponto ao nada num só movimento.
Notas dos jogadores11/03/2047
Andrew Smith, 34 anos, faz recuar o relógio — 8.33
Há uma idade a partir da qual toda a boa tarde é descrita como uma recordação do passado, o que é injusto e também exato. 8.33 aos 34, e ninguém no campo esteve melhor.
Os centrais têm licença para subir duas vezes por época e são julgados pelo que fazem quando lá chegam. Saar Elkayam marcou, foi avaliado com 7.69 e voltou antes de alguém dar pela falta.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Pakhtakor ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Dribles concretizados: 19. Cada vez que recebia, alguém tinha de decidir, e todas as vezes a decisão foi a errada.
Plantel11/03/2047
Palavras no treino do Pakhtakor sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Idan Dadya está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
151 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Pakhtakor perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Um defesa no marcador, coisa rara o suficiente para que toda a gente no estádio se lembre de quem marcou o canto. 1 para ele e uma nota de 7.34 para o resto.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Junaid Seedat e o Pakhtakor acertam mais 2 anos.
A camisola ainda lhe serve. Denis Nemec está de volta ao Pakhtakor, e metade do estádio ainda o lembra com estas cores. Há contratações que é preciso vender à cidade; esta vendeu-se sozinha.
13 miúdos sobem, e algures no edifício as pessoas que os treinaram aos doze anos estão a ter, em silêncio, a melhor manhã do seu ano de trabalho. Nada disto aparece num resultado, e é para isto que a formação existe.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Pakhtakor coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel25/02/2047
Palavras no treino do Pakhtakor sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Idan Dadya está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Plantel25/02/2047
Junaid Seedat tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Pakhtakor dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Enzo García, e o treinador deixou.
Lá em cima ninguém disse nada, que é a coisa mais barulhenta que podiam fazer. Os resultados compram silêncio neste ofício; a conta do Pakhtakor está a esgotar-se.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Pakhtakor ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Saar Elkayam esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel18/02/2047
Idan Dadya desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«Dei tudo a isto, mas a minha família não está aqui — e eu também não, na verdade.» A um futebolista corrige-se a má fase. Disto nunca ninguém foi corrigido, e no Pakhtakor sabem-no.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 22 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Eldor Komilov será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Pakhtakor as despedidas começaram em silêncio.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Pakhtakor podem fingir não ter ouvido.
Estava tudo acordado até deixar de estar, e Michal Sima regressa a Pakhtakor com um verão para esquecer. Nenhum dos clubes diz quem se levantou da mesa.
O que se dizia à porta fechada passou a dizer-se diante de um microfone. Em Pakhtakor toda a gente sabe fazer a conta, incluindo o homem a quem se dirige.
Posição 2, 59 pontos, e o resultado que todos procuram primeiro agora é o deles. A palavra continua a não se dizer à volta do estádio — e é assim que se sabe que todos a pensam.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 29 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Nada foi anunciado e toda a gente percebe o que significa. Uma direção que convoca todo o departamento de futebol numa terça de manhã é uma direção que deixou de acreditar que o problema se resolve sozinho.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Pakhtakor podem fingir não ter ouvido.
Mercado04/02/2047
Tão perto: a transferência de Ivo Motev morre em cima da hora
O valor estava acertado e o voo já tinha sido visto — e então o telefone deixou de tocar. O Kokand 1912 seguiu em frente, Ivo Motev apresenta-se de volta no Pakhtakor, e todos fingem que segunda-feira é só uma segunda-feira.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Edgar Barrios e o Pakhtakor acertam mais 3 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Pakhtakor falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Pakhtakor ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Lá em cima ninguém disse nada, que é a coisa mais barulhenta que podiam fazer. Os resultados compram silêncio neste ofício; a conta do Pakhtakor está a esgotar-se.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 45 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
As bancadas21/01/2047
Os adeptos revoltam-se com a venda de Jakub Sima por $11.5M
Vai para o NK Maribor, o clube tem $11.5M que não tinha na sexta-feira, e os programas de rádio já decidiram como se sentem quanto a isso. Vender bem e vender alguém que amavam não são a mesma competência.
O negócio que levaria Sardor Mirzaev para o Kokand 1912 caiu na fase final e ele reapresenta-se no Pakhtakor com um verão para esquecer e uma época inteira para jogar. Ninguém diz quem se levantou da mesa.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Pakhtakor coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 54 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Pakhtakor coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Toda a gente deixou de fingir: o Lokomotiv vai fazer a chamada por Franko Hećimović esta semana. O Pakhtakor tem um número em mente, e o número não é tímido.
Em resumo
PlantelPalavras no treino do Pakhtakor sobre quem trabalha
A direcção disse em público o que já dizia em privado. Os resultados daqui até à próxima reunião decidem tudo, e no clube toda a gente sabe fazer as contas.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 61 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Posição 2, 59 pontos, e o resultado que todos procuram primeiro agora é o deles. A palavra continua a não se dizer à volta do estádio — e é assim que se sabe que todos a pensam.
Nada foi anunciado e toda a gente percebe o que significa. Uma direção que convoca todo o departamento de futebol numa terça de manhã é uma direção que deixou de acreditar que o problema se resolve sozinho.
Há futebolistas que fazem uma boa temporada e futebolistas por quem uma temporada é recordada; aos segundos leem-lhes o nome num salão no verão. No Pakhtakor estarão discretamente encantados e, em privado, nervosos.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Jariyah Shah e o Pakhtakor acertam mais 2 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Pakhtakor falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Os salários ultrapassaram as receitas e a contabilidade começou a aparecer em reuniões a que antes mandava desculpas. Numa época destas, a ambição vem em segundo.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Pakhtakor, e não vai ser retirado.
Há futebolistas que fazem uma boa temporada e futebolistas por quem uma temporada é recordada; aos segundos leem-lhes o nome num salão no verão. No Pakhtakor estarão discretamente encantados e, em privado, nervosos.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Pavlo Vanat será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Pakhtakor as despedidas começaram em silêncio.
Idan Dadya esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Pakhtakor falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Pakhtakor ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Saar Elkayam esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel24/12/2046
Idan Dadya desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Pakhtakor sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Pakhtakor falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Pakhtakor coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel17/12/2046
Palavras no treino do Pakhtakor sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Idan Dadya está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 91 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Posição 2, 59 pontos, e o resultado que todos procuram primeiro agora é o deles. A palavra continua a não se dizer à volta do estádio — e é assim que se sabe que todos a pensam.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Pakhtakor ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Pakhtakor falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
O que se dizia à porta fechada passou a dizer-se diante de um microfone. Em Pakhtakor toda a gente sabe fazer a conta, incluindo o homem a quem se dirige.
É sentimental, é completamente sincero e é o princípio de uma saída que ninguém anunciou. O clube pode ser elegante quanto a isso ou pode fingir que não ouviu.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Pakhtakor coisas que levam mais de uma semana a retirar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Jakub Sima, e o treinador deixou.
O treinador pode falar com quem quiser e não pode pagar a ninguém. Um plantel sobrevive a um mercado destes com empréstimos, com miúdos da casa e com a esperança de que as lesões caiam noutro sítio.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Hlompho Mokotjo e o Pakhtakor acertam mais 4 anos.
Em resumo
PlantelPalavras no treino do Pakhtakor sobre quem trabalha
21 jogos sem perder em casa. As equipas visitantes chegam já a falar do ambiente, o que costuma ser sinal de que perderam meio jogo antes do pontapé de saída.
Uma média de 7.58 na época, com 29 golos a sustentá-la. Os adversários começaram a planear jogos a pensar nele, que é o elogio mais sincero que o futebol faz.
A qualificação está garantida, e para a época que vem as grandes noites de holofotes são continentais. Para os jogadores é um palco; para as contas, uma tábua de salvação; para os adeptos, passaportes.
Vitória por 3‑0 sobre o Bunyodkor, um lugar na ronda seguinte e a aritmética silenciosa que todos os adeptos fazem a caminho de casa: quantos faltam até uma final?
Há futebolistas que fazem uma boa temporada e futebolistas por quem uma temporada é recordada; aos segundos leem-lhes o nome num salão no verão. No Pakhtakor estarão discretamente encantados e, em privado, nervosos.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Tomer Weissman será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Pakhtakor as despedidas começaram em silêncio.
Saar Elkayam esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Omer Melikson será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Pakhtakor as despedidas começaram em silêncio.
Plantel12/11/2046
Palavras no treino do Pakhtakor sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Paizinho está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Pakhtakor podem fingir não ter ouvido.
«Nunca quis estar noutro sítio. Ainda há trabalho por acabar aqui.» Muhammadyusuf Sobirov compromete-se com o Pakhtakor por mais 2 anos.
Plantel05/11/2046
Palavras no treino do Pakhtakor sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Muhammadyusuf Sobirov está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
É dinheiro que mantém as luzes acesas, não dinheiro que compra um central, e essa diferença é a história toda. Um clube que vive do dono e não do futebol tem apenas uma conversa pela frente.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Pakhtakor, e não vai ser retirado.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Pakhtakor coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Em resumo
DireçãoNenhuma contratação autorizada em Pakhtakor
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Tomer Weissman será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Pakhtakor as despedidas começaram em silêncio.
Plantel22/10/2046
Paizinho desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Saar Elkayam esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Todos os clubes de futebol pagam aos jogadores a maior parte do que recebem. Pagar-lhes quase tudo é outro arranjo, e acabou da mesma maneira todas as vezes que alguém tentou.
O endividamento passou o que o banco tinha autorizado, e é aí que uma dívida deixa de ser a forma como o futebol se financia e passa a ser um problema. Todos os programas de adeptos desta cidade vão citar o número nos próximos cinco anos.
Bobur Abdullaev lesiona os ligamentos do joelho — 16 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 16 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Omer Melikson será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Pakhtakor as despedidas começaram em silêncio.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
24 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Pakhtakor perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Perguntam tantas vezes aos futebolistas pelo clube da infância que ninguém ouve a resposta. Mandla Vilakazi acabou de assinar pelo Pakhtakor e, por uma vez, a resposta importava.
Plantel08/10/2046
Palavras no treino do Pakhtakor sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Muhammadyusuf Sobirov está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
É dinheiro que mantém as luzes acesas, não dinheiro que compra um central, e essa diferença é a história toda. Um clube que vive do dono e não do futebol tem apenas uma conversa pela frente.
Bobur Abdullaev lesiona os ligamentos do joelho — 32 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 32 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Pakhtakor, e não vai ser retirado.
Entre clubes está tudo fechado e o que falta são papéis e uma fotografia. Em Pakhtakor já falam dele no passado.
Plantel01/10/2046
Uma transferência que Lior David teria feito de graça
Há uma versão de cada carreira em que o jogador acaba onde escolheu e não onde o escolheram. Lior David está a viver essa versão no Pakhtakor, e costuma notar-se no primeiro mês.
Plantel01/10/2046
Palavras no treino do Pakhtakor sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Paizinho está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
O treinador pode falar com quem quiser e não pode pagar a ninguém. Um plantel sobrevive a um mercado destes com empréstimos, com miúdos da casa e com a esperança de que as lesões caiam noutro sítio.
«Disseram-mo com clareza, e prefiro assim.» O treinador de Pakhtakor foi explícito quanto à situação de Tomer Weissman, o que é mais do que muitos recebem.
Bobur Abdullaev lesiona os ligamentos do joelho — 39 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 39 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Entre clubes está tudo fechado e o que falta são papéis e uma fotografia. Em Pakhtakor já falam dele no passado.
Plantel24/09/2046
Palavras no treino do Pakhtakor sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Muhammadyusuf Sobirov está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
O endividamento passou o que o banco tinha autorizado, e é aí que uma dívida deixa de ser a forma como o futebol se financia e passa a ser um problema. Todos os programas de adeptos desta cidade vão citar o número nos próximos cinco anos.
Todos os clubes de futebol pagam aos jogadores a maior parte do que recebem. Pagar-lhes quase tudo é outro arranjo, e acabou da mesma maneira todas as vezes que alguém tentou.
O Pakhtakor torna a sua casa um sítio difícil de visitar
20 sem derrota no seu relvado. O campo não mudou; a bancada sim — mais barulhenta mais cedo e mais rápida a perceber quando o adversário preferia estar noutro lado.
47 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Pakhtakor perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Uma média de 7.59 na época, com 29 golos a sustentá-la. Os adversários começaram a planear jogos a pensar nele, que é o elogio mais sincero que o futebol faz.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Jakub Sima produziu-o, e o 8.96 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
A série sem derrotas chega aos 10 jogos. Uns foram vitórias e outros fugas, mas uma equipa que se recusa a perder é uma equipa de que os outros balneários falam.
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 6 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Omer Melikson será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Pakhtakor as despedidas começaram em silêncio.
Bobur Abdullaev lesiona os ligamentos do joelho — 55 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 55 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Keagan Jali produziu-o, e o 8.64 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 7 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
Já são 9 jogos sem perder. Uns foram conquistados, outros sobrevividos, mas está a formar-se um hábito — e hábitos são a coisa mais difícil de defrontar no futebol.
Estava tudo acordado até deixar de estar, e Harrison Murphy regressa a Pakhtakor com um verão para esquecer. Nenhum dos clubes diz quem se levantou da mesa.
Nota de 7.97. Há um tipo de avançado cujo valor só aparece quando se conta aquilo em que participou em vez daquilo que finalizou, e este é o dia em que esse argumento se demonstra sozinho.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Pakhtakor ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Defender era opcional e ninguém exerceu a opção. 6 golos entre o Pakhtakor e o Bukhara, e nem um dos que pagaram bilhete vai pedir o dinheiro de volta.
63 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Pakhtakor perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
19 jogos sem perder em casa. As equipas visitantes chegam já a falar do ambiente, o que costuma ser sinal de que perderam meio jogo antes do pontapé de saída.
O Mashal está fora e o Pakhtakor segue em frente, com um 1‑0 como palavra final. O quadro abre-se um pouco, e toda a gente se permite espreitá-lo.
Mercado03/09/2046
Tão perto: a transferência de Franko Hećimović morre em cima da hora
O valor estava acertado e o voo já tinha sido visto — e então o telefone deixou de tocar. O Lokomotiv seguiu em frente, Franko Hećimović apresenta-se de volta no Pakhtakor, e todos fingem que segunda-feira é só uma segunda-feira.
A série sem derrotas chega aos 8 jogos. Uns foram vitórias e outros fugas, mas uma equipa que se recusa a perder é uma equipa de que os outros balneários falam.
A proposta do Andijon por Sardor Mirzaev foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Andrew Smith e o Pakhtakor acertam mais 2 anos.
70 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Pakhtakor perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
27 golos e uma média de 7.55 na época têm esse efeito. O espaço que ele costumava encontrar desapareceu; continua a marcar na mesma, que é a marca dos verdadeiros.
Ser difícil de bater não é o mesmo que ganhar, mas 6 jogos sem derrota são uma base que o Pakhtakor não tinha no outono.
Plantel27/08/2046
Palavras no treino do Pakhtakor sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Muhammadyusuf Sobirov está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Notas dos jogadoresAndrew Smith encarou-os todo o jogo
1047Edição
A Sentinela de Pakhtakor
20/08/2046
Do nosso correspondente de futebolInquietação
Plantel20/08/2046
Bobur Abdullaev lesiona os ligamentos do joelho — 78 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 78 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Aos 33 devia estar a gerir os seus minutos. Em vez disso foi avaliado com 7.91 e pareceu, durante noventa minutos, exatamente o jogador de que toda a gente se lembra.
«Dei tudo aqui e preciso de um desafio novo.» O pedido é formal, e a relação nunca mais vai ser exatamente a mesma.
Plantel20/08/2046
Palavras no treino do Pakhtakor sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Paizinho está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
86 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Pakhtakor perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Pakhtakor, e não vai ser retirado.
Defender era opcional e ninguém exerceu a opção. 6 golos entre o Pakhtakor e o Qizilqum, e nem um dos que pagaram bilhete vai pedir o dinheiro de volta.
Plantel13/08/2046
Palavras no treino do Pakhtakor sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Muhammadyusuf Sobirov está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Bobur Abdullaev lesiona os ligamentos do joelho — 94 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 94 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
16 jogos sem perder em casa. As equipas visitantes chegam já a falar do ambiente, o que costuma ser sinal de que perderam meio jogo antes do pontapé de saída.
405 jogos ao longo de 13 épocas e uma só camisola. Já ninguém constrói uma carreira assim de propósito; acontece a certo tipo de jogador em certo tipo de clube.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Pakhtakor podem fingir não ter ouvido.
O buraco voltou a ser tapado lá de cima. Os adeptos têm direito a ficar aliviados e direito a perguntar o que acontece no mês em que não for tapado, e os dois sentimentos costumam chegar juntos.
Bobur Abdullaev lesiona os ligamentos do joelho — 101 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 101 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Uma média de 7.54 na época, com 23 golos a sustentá-la. Os adversários começaram a planear jogos a pensar nele, que é o elogio mais sincero que o futebol faz.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Pakhtakor podem fingir não ter ouvido.
O negócio que levaria Sardor Mirzaev para o Nasaf caiu na fase final e ele reapresenta-se no Pakhtakor com um verão para esquecer e uma época inteira para jogar. Ninguém diz quem se levantou da mesa.
Plantel30/07/2046
Paizinho desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
109 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Pakhtakor perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Posição 2, 45 pontos, e o resultado que todos procuram primeiro agora é o deles. A palavra continua a não se dizer à volta do estádio — e é assim que se sabe que todos a pensam.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Pakhtakor podem fingir não ter ouvido.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Pakhtakor podem fingir não ter ouvido.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Jathob Al-Dhafieri será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Pakhtakor as despedidas começaram em silêncio.
Mais um nome na lista: o Obod fez a pergunta que todo o futebol anda a fazer sobre Darren Griffin. A resposta do Pakhtakor não mudou — para já.
Plantel16/07/2046
Palavras no treino do Pakhtakor sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Muhammadyusuf Sobirov está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Saar Elkayam esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Todos os clubes de futebol pagam aos jogadores a maior parte do que recebem. Pagar-lhes quase tudo é outro arranjo, e acabou da mesma maneira todas as vezes que alguém tentou.
O endividamento passou o que o banco tinha autorizado, e é aí que uma dívida deixa de ser a forma como o futebol se financia e passa a ser um problema. Todos os programas de adeptos desta cidade vão citar o número nos próximos cinco anos.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Viktor Hiljemark produziu-o, e o 8.85 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
Uma média de 7.51 na época, com 21 golos a sustentá-la. Os adversários começaram a planear jogos a pensar nele, que é o elogio mais sincero que o futebol faz.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Paizinho e o Pakhtakor acertam mais 2 anos.
Plantel09/07/2046
Palavras no treino do Pakhtakor sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Paizinho está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
O treinador pode falar com quem quiser e não pode pagar a ninguém. Um plantel sobrevive a um mercado destes com empréstimos, com miúdos da casa e com a esperança de que as lesões caiam noutro sítio.
Em resumo
MercadoKokand 1912 estão prestes a pegar no telefone
A proposta do Andijon por Jaloliddin Abdullaev foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
«Nunca quis estar noutro sítio. Ainda há trabalho por acabar aqui.» Paizinho compromete-se com o Pakhtakor por mais 2 anos.
Plantel02/07/2046
Palavras no treino do Pakhtakor sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Muhammadyusuf Sobirov está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
É dinheiro que mantém as luzes acesas, não dinheiro que compra um central, e essa diferença é a história toda. Um clube que vive do dono e não do futebol tem apenas uma conversa pela frente.
«Dei tudo a isto, mas a minha família não está aqui — e eu também não, na verdade.» A um futebolista corrige-se a má fase. Disto nunca ninguém foi corrigido, e no Pakhtakor sabem-no.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Posição 1, 41 pontos, e o resultado que todos procuram primeiro agora é o deles. A palavra continua a não se dizer à volta do estádio — e é assim que se sabe que todos a pensam.
Aos 33 devia estar a gerir os seus minutos. Em vez disso foi avaliado com 9.46 e pareceu, durante noventa minutos, exatamente o jogador de que toda a gente se lembra.
A proposta ficou longe e foi recusada quase sem discussão. Se a segunda for recusada com a mesma rapidez já é outra conversa.
Jogo23/06/2046
O Pakhtakor torna a sua casa um sítio difícil de visitar
13 sem derrota no seu relvado. O campo não mudou; a bancada sim — mais barulhenta mais cedo e mais rápida a perceber quando o adversário preferia estar noutro lado.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Pakhtakor podem fingir não ter ouvido.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Já são 22 jogos sem perder. Uns foram conquistados, outros sobrevividos, mas está a formar-se um hábito — e hábitos são a coisa mais difícil de defrontar no futebol.
Vitória por 2‑0 sobre o Kokand 1912, um lugar na ronda seguinte e a aritmética silenciosa que todos os adeptos fazem a caminho de casa: quantos faltam até uma final?
12 jogos sem derrota aqui. A cada treinador visitante perguntam-lhe por isso na semana anterior, que é exatamente a razão por que a série continua.
Plantel18/06/2046
Paizinho desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Pakhtakor coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Todos os clubes de futebol pagam aos jogadores a maior parte do que recebem. Pagar-lhes quase tudo é outro arranjo, e acabou da mesma maneira todas as vezes que alguém tentou.
21 golos e uma média de 7.51 na época têm esse efeito. O espaço que ele costumava encontrar desapareceu; continua a marcar na mesma, que é a marca dos verdadeiros.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Pakhtakor, e não vai ser retirado.
«Disseram-me qual seria o meu papel e assinei por causa disso. Não aconteceu.» Uma queixa com data marcada é a mais difícil de resolver.
Jogo09/06/2046
O Pakhtakor torna a sua casa um sítio difícil de visitar
11 sem derrota no seu relvado. O campo não mudou; a bancada sim — mais barulhenta mais cedo e mais rápida a perceber quando o adversário preferia estar noutro lado.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Pakhtakor, e não vai ser retirado.
Uma média de 7.45 na época, com 19 golos a sustentá-la. Os adversários começaram a planear jogos a pensar nele, que é o elogio mais sincero que o futebol faz.
“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O Pakhtakor pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.
Plantel04/06/2046
Palavras no treino do Pakhtakor sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Muhammadyusuf Sobirov está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Jariyah Shah e o Pakhtakor acertam mais 2 anos.
Já são 18 jogos sem perder. Uns foram conquistados, outros sobrevividos, mas está a formar-se um hábito — e hábitos são a coisa mais difícil de defrontar no futebol.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Pakhtakor ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Jogo26/05/2046
O Pakhtakor torna a sua casa um sítio difícil de visitar
10 sem derrota no seu relvado. O campo não mudou; a bancada sim — mais barulhenta mais cedo e mais rápida a perceber quando o adversário preferia estar noutro lado.
Plantel28/05/2046
Palavras no treino do Pakhtakor sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Paizinho está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Pakhtakor coisas que levam mais de uma semana a retirar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
A única versão de ficar de fora contra a qual um jogador não pode argumentar, e a que pior aceita. Outro tem estado melhor e a ficha de jogo di-lo, em público, todas as semanas até mudar.
Em resumo
Notas dos jogadoresUma tarde de defesa para Saar Elkayam
Notas dos jogadoresA única coisa que Jakub Sima não conseguiu
A desvantagem de 2 golos foi real e a recuperação também. Andrew Smith esteve no centro, o Sogdiana no fim, e quem saiu cedo vai ouvir falar desta tarde durante anos.
Uma média de 7.43 na época, com 17 golos a sustentá-la. Os adversários começaram a planear jogos a pensar nele, que é o elogio mais sincero que o futebol faz.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Darren Griffin será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Pakhtakor as despedidas começaram em silêncio.
O Sogdiana obrigou o Pakhtakor a suar, mas no fim o marcador dizia 4‑3 e a tabela não pergunta como.
Plantel21/05/2046
Palavras no treino do Pakhtakor sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Muhammadyusuf Sobirov está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Pakhtakor, e não vai ser retirado.
15 golos e uma média de 7.36 na época têm esse efeito. O espaço que ele costumava encontrar desapareceu; continua a marcar na mesma, que é a marca dos verdadeiros.
Jogo12/05/2046
Ninguém quer jogar contra o Pakhtakor neste momento
3 vitórias seguidas mudam a forma como o adversário aquece: mais calado, mais olhares de esguelha. As séries acabam, toda a gente o sabe — mas neste balneário ninguém conta com isso.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
9 jogos sem perder em casa. As equipas visitantes chegam já a falar do ambiente, o que costuma ser sinal de que perderam meio jogo antes do pontapé de saída.
O treinador pode falar com quem quiser e não pode pagar a ninguém. Um plantel sobrevive a um mercado destes com empréstimos, com miúdos da casa e com a esperança de que as lesões caiam noutro sítio.
A série sem derrotas chega aos 15 jogos. Uns foram vitórias e outros fugas, mas uma equipa que se recusa a perder é uma equipa de que os outros balneários falam.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Pakhtakor podem fingir não ter ouvido.
Aos 33 devia estar a gerir os seus minutos. Em vez disso foi avaliado com 7.82 e pareceu, durante noventa minutos, exatamente o jogador de que toda a gente se lembra.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Pakhtakor ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Plantel07/05/2046
Uma transferência que Keagan Jali teria feito de graça
Há uma versão de cada carreira em que o jogador acaba onde escolheu e não onde o escolheram. Keagan Jali está a viver essa versão no Pakhtakor, e costuma notar-se no primeiro mês.
É dinheiro que mantém as luzes acesas, não dinheiro que compra um central, e essa diferença é a história toda. Um clube que vive do dono e não do futebol tem apenas uma conversa pela frente.
Saar Elkayam esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Andrew Smith. 2‑1 sobre o Nasaf, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
Em resumo
Notas dos jogadoresNinguém conseguiu chegar a Jakub Sima
PlantelIdan Dadya desentende-se com um colega por causa das exigências
13 golos e uma média de 7.32 na época têm esse efeito. O espaço que ele costumava encontrar desapareceu; continua a marcar na mesma, que é a marca dos verdadeiros.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Viktor Hiljemark esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Já são 13 jogos sem perder. Uns foram conquistados, outros sobrevividos, mas está a formar-se um hábito — e hábitos são a coisa mais difícil de defrontar no futebol.
Entre clubes está tudo fechado e o que falta são papéis e uma fotografia. Em Pakhtakor já falam dele no passado.
Plantel23/04/2046
Palavras no treino do Pakhtakor sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Muhammadyusuf Sobirov está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Saar Elkayam esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
«Dei tudo a isto, mas a minha família não está aqui — e eu também não, na verdade.» A um futebolista corrige-se a má fase. Disto nunca ninguém foi corrigido, e no Pakhtakor sabem-no.
«Tenho ambições e gostava que o clube as partilhasse.» Ninguém pediu para sair nem foi mandado embora — mas um jogador escolhe essa frase com cuidado, e uma administração ouve-a exactamente como foi pensada.
Já são 12 jogos sem perder. Uns foram conquistados, outros sobrevividos, mas está a formar-se um hábito — e hábitos são a coisa mais difícil de defrontar no futebol.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Pakhtakor, e não vai ser retirado.
«Disseram-me coisas antes de eu assinar. Não as vou repetir, mas lembro-me de todas.» Pakhtakor nada responderam, o que também é uma resposta.
Plantel16/04/2046
Palavras no treino do Pakhtakor sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Paizinho está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Pakhtakor coisas que levam mais de uma semana a retirar.
O treinador pode falar com quem quiser e não pode pagar a ninguém. Um plantel sobrevive a um mercado destes com empréstimos, com miúdos da casa e com a esperança de que as lesões caiam noutro sítio.
Em resumo
Notas dos jogadoresNoventa minutos de Jakub Sima no seu melhor
20 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Pakhtakor perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
A série sem derrotas chega aos 11 jogos. Uns foram vitórias e outros fugas, mas uma equipa que se recusa a perder é uma equipa de que os outros balneários falam.
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 6 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Pakhtakor podem fingir não ter ouvido.
Há uma idade a partir da qual toda a boa tarde é descrita como uma recordação do passado, o que é injusto e também exato. 7.85 aos 33, e ninguém no campo esteve melhor.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Jaloliddin Abdullaev será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Pakhtakor as despedidas começaram em silêncio.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Muhammadyusuf Sobirov e o Pakhtakor acertam mais 2 anos.
29 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Pakhtakor perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
406 jogos ao longo de 12 épocas e uma só camisola. Já ninguém constrói uma carreira assim de propósito; acontece a certo tipo de jogador em certo tipo de clube.
A série sem derrotas chega aos 9 jogos. Uns foram vitórias e outros fugas, mas uma equipa que se recusa a perder é uma equipa de que os outros balneários falam.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Pakhtakor ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Muhammadyusuf Sobirov e o Pakhtakor acertam mais 2 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
O buraco voltou a ser tapado lá de cima. Os adeptos têm direito a ficar aliviados e direito a perguntar o que acontece no mês em que não for tapado, e os dois sentimentos costumam chegar juntos.
37 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Pakhtakor perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Já são 8 vitórias seguidas, e a pergunta deixou de ser se a série acaba para passar a ser quem a acaba. Confiança assim não se compra; ganha-se exatamente desta maneira.
Aos 38 devia estar a gerir os seus minutos. Em vez disso foi avaliado com 8.28 e pareceu, durante noventa minutos, exatamente o jogador de que toda a gente se lembra.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Pakhtakor ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Defender era opcional e ninguém exerceu a opção. 6 golos entre o Pakhtakor e o Shortan, e nem um dos que pagaram bilhete vai pedir o dinheiro de volta.
4 vitórias seguidas fora de casa. Os adeptos que viajam são os mais verdadeiros, e esta época estão a ser pagos na única moeda que conta.
Plantel26/03/2046
Palavras no treino do Pakhtakor sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Paizinho está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Plantel26/03/2046
7 caras novas e o Pakhtakor ainda se está a conhecer
Um plantel reconstruído num único mercado paga-o numa moeda que ninguém orça. O futebol não é pior do que a soma dos jogadores: é pior do que a soma dos jogadores que já jogaram juntos.
44 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Pakhtakor perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Pakhtakor falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Já são 7 vitórias seguidas, e a pergunta deixou de ser se a série acaba para passar a ser quem a acaba. Confiança assim não se compra; ganha-se exatamente desta maneira.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Pakhtakor ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Aos 38 devia estar a gerir os seus minutos. Em vez disso foi avaliado com 8.35 e pareceu, durante noventa minutos, exatamente o jogador de que toda a gente se lembra.
Plantel19/03/2046
Palavras no treino do Pakhtakor sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Muhammadyusuf Sobirov está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Saar Elkayam esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
«Tenho ambições e gostava que o clube as partilhasse.» Ninguém pediu para sair nem foi mandado embora — mas um jogador escolhe essa frase com cuidado, e uma administração ouve-a exactamente como foi pensada.
Em resumo
DireçãoOs salários levam 90% do que Pakhtakor recebem
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 28 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Ficar 2 atrás faz algo a uma equipa, e normalmente o que faz é acabar com ela. Aqui não. O Pakhtakor reconstruiu a tarde golo a golo, e o Obod não teve resposta para nada disso.
Já são 6 vitórias seguidas, e a pergunta deixou de ser se a série acaba para passar a ser quem a acaba. Confiança assim não se compra; ganha-se exatamente desta maneira.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Pakhtakor ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Em resumo
JogoMais uma trazida de fora
DireçãoNenhuma contratação autorizada em Pakhtakor
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 35 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Aos 33 devia estar a gerir os seus minutos. Em vez disso foi avaliado com 7.94 e pareceu, durante noventa minutos, exatamente o jogador de que toda a gente se lembra.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Pakhtakor ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Avaliado com 9.85. Há carreiras inteiras sem uma única tarde assim, e ele acabou de ter uma à frente de todo o Pakhtakor.
Direção05/03/2046
14 jogadores da formação recebem número de equipa principal no Pakhtakor
A manhã em que o percurso deixa de ser um folheto e passa a ser uma ficha de jogo. A maioria não estará cá daqui a três anos; todos já fizeram a parte difícil, que era chegar a hoje.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 42 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Darren Griffin será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Pakhtakor as despedidas começaram em silêncio.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Pakhtakor coisas que levam mais de uma semana a retirar.
«Dei tudo a isto, mas a minha família não está aqui — e eu também não, na verdade.» A um futebolista corrige-se a má fase. Disto nunca ninguém foi corrigido, e no Pakhtakor sabem-no.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Pakhtakor sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Pakhtakor falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Jathob Al-Dhafieri será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Pakhtakor as despedidas começaram em silêncio.
Plantel19/02/2046
Palavras no treino do Pakhtakor sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Muhammadyusuf Sobirov está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Saar Elkayam esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Lá em cima ninguém disse nada, que é a coisa mais barulhenta que podiam fazer. Os resultados compram silêncio neste ofício; a conta do Pakhtakor está a esgotar-se.
Plantel12/02/2046
Akmal Ganiev lesiona os ligamentos do joelho — 15 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 15 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Pakhtakor falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
A proposta do Kokand 1912 por Pavlo Vanat foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Plantel12/02/2046
Palavras no treino do Pakhtakor sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Paizinho está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Pakhtakor coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Os clubes de futebol endividam-se; isso não é notícia. Endividarem-se acima do que lhes foi concedido é, porque a partir daqui é o dinheiro do dono ou a decisão de outra pessoa, e nenhuma das duas coisas pertence à direção.
“Continuamos a reunir-nos, e continuamos a sair da sala com os mesmos números com que entrámos.” Mais uma ronda de conversas no Pakhtakor, mais uma semana sem a assinatura de Tomasz Zielinski.
Em resumo
MercadoO Pakhtakor faz compras onde não custa nada
Akmal Ganiev lesiona os ligamentos do joelho — 22 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 22 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
A direcção disse em público o que já dizia em privado. Os resultados daqui até à próxima reunião decidem tudo, e no clube toda a gente sabe fazer as contas.
Nada foi anunciado e toda a gente percebe o que significa. Uma direção que convoca todo o departamento de futebol numa terça de manhã é uma direção que deixou de acreditar que o problema se resolve sozinho.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Pakhtakor falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
396 jogos ao longo de 10 épocas e uma só camisola. Já ninguém constrói uma carreira assim de propósito; acontece a certo tipo de jogador em certo tipo de clube.
É dinheiro que mantém as luzes acesas, não dinheiro que compra um central, e essa diferença é a história toda. Um clube que vive do dono e não do futebol tem apenas uma conversa pela frente.
Akmal Ganiev lesiona os ligamentos do joelho — 29 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 29 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
A proposta do AGMK por Jathob Al-Dhafieri foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Pakhtakor coisas que levam mais de uma semana a retirar.
37 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Pakhtakor perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
A proposta ficou longe e foi recusada quase sem discussão. Se a segunda for recusada com a mesma rapidez já é outra conversa.
Plantel22/01/2046
Paizinho desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Pakhtakor coisas que levam mais de uma semana a retirar.
46 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Pakhtakor perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Direção15/01/2046
O silêncio lá de cima começa a ouvir-se em Pakhtakor
Ninguém na direção disse nada contra o treinador — e é esse o problema: também já não dizem nada a favor.
A proposta do Bukhara por Jaloliddin Abdullaev foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Pakhtakor podem fingir não ter ouvido.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Pakhtakor coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Os clubes de futebol endividam-se; isso não é notícia. Endividarem-se acima do que lhes foi concedido é, porque a partir daqui é o dinheiro do dono ou a decisão de outra pessoa, e nenhuma das duas coisas pertence à direção.
“Quero jogar por troféus enquanto as pernas mo permitirem.” Nada nessa frase é um pedido de transferência, e ninguém no Pakhtakor a ouviu como outra coisa.
Em resumo
MercadoA conversa sobre Carlos Godoy está a chegar