Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no PAOK falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no PAOK coisas que levam mais de uma semana a retirar.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Vincent Ibrahimović e o PAOK acertam mais 2 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Dimitrios Tsadjaris está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no PAOK falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Haris Mvogo produziu-o, e o 8.31 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
3 vitórias seguidas mudam a forma como o adversário aquece: mais calado, mais olhares de esguelha. As séries acabam, toda a gente o sabe — mas neste balneário ninguém conta com isso.
15 golos e uma média de 7.32 na época têm esse efeito. O espaço que ele costumava encontrar desapareceu; continua a marcar na mesma, que é a marca dos verdadeiros.
Joshua Davies esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
5‑4 frente ao Lech, sob os holofotes, contra gente que não fala a mesma língua que a bancada. É nestas noites que um clube mede a sua década, e nunca são tantas quantas se espera.
3 atrás e sem rumo, até Frenkie Dumfries decidir o contrário. O Lech tinha feito a parte difícil e depois viu-a desfazer-se, e o barulho no apito final foi daqueles que um estádio guarda.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do PAOK, e não vai ser retirado.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Konstantinos Tzolis será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no PAOK as despedidas começaram em silêncio.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no PAOK coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Jogo18/02/2048
Mais uma trazida de fora
4 seguidas na estrada para o PAOK. Os autocarros saem cedo, chegam de noite a estádios pouco simpáticos, e voltam sempre com três pontos.
12 golos e uma média de 7.33 na época têm esse efeito. O espaço que ele costumava encontrar desapareceu; continua a marcar na mesma, que é a marca dos verdadeiros.
Em resumo
PlantelPalavras no treino do PAOK sobre quem trabalha
Notas dos jogadoresNinguém conseguiu chegar a Haris Mvogo
Uma média de 7.43 na época, com 21 golos a sustentá-la. Os adversários começaram a planear jogos a pensar nele, que é o elogio mais sincero que o futebol faz.
Defender era opcional e ninguém exerceu a opção. 7 golos entre o PAOK e o Panserraikos, e nem um dos que pagaram bilhete vai pedir o dinheiro de volta.
Há um calor muito próprio que um estádio guarda para um jovem de 22 anos que sente como seu. Konstantinos Tzolis tem-no agora, e tudo o que fizer no resto do tempo aqui será medido contra a boa vontade que lhe deram de graça.
20 golos e uma média de 7.42 na época têm esse efeito. O espaço que ele costumava encontrar desapareceu; continua a marcar na mesma, que é a marca dos verdadeiros.
«Tenho ambições e gostava que o clube as partilhasse.» Ninguém pediu para sair nem foi mandado embora — mas um jogador escolhe essa frase com cuidado, e uma administração ouve-a exactamente como foi pensada.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no PAOK coisas que levam mais de uma semana a retirar.
A proposta do Panetolikos por Stephan Zagadou foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
O valor estava acertado e o voo já tinha sido visto — e então o telefone deixou de tocar. O Aris Thessaloniki seguiu em frente, Edimilson Gavranovic apresenta-se de volta no PAOK, e todos fingem que segunda-feira é só uma segunda-feira.
Uma média de 7.33 na época, com 15 golos a sustentá-la. Os adversários começaram a planear jogos a pensar nele, que é o elogio mais sincero que o futebol faz.
Joshua Davies esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do PAOK, e não vai ser retirado.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no PAOK coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No PAOK ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Dimitrios Tsadjaris está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Uma média de 7.23 na época, com 9 golos a sustentá-la. Os adversários começaram a planear jogos a pensar nele, que é o elogio mais sincero que o futebol faz.
A proposta do OFI por Sergio Costa foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Dimitrios Tsadjaris produziu-o, e o 8.46 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
Uma média de 7.44 na época, com 19 golos a sustentá-la. Os adversários começaram a planear jogos a pensar nele, que é o elogio mais sincero que o futebol faz.
Henri Lefebvre esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Toda a gente deixou de fingir: o Aris Thessaloniki vai fazer a chamada por Dimitrios Tsadjaris esta semana. O PAOK tem um número em mente, e o número não é tímido.
Em resumo
PlantelDimitrios Tsadjaris desentende-se com um colega por causa das exigências
A proposta ficou muito aquém e em PAOK não precisaram de pensar muito. Ninguém neste negócio lê uma primeira recusa como um fim.
Plantel13/01/2048
Deniz Yildiz consegue a transferência que sempre quis
Perguntam tantas vezes aos futebolistas pelo clube da infância que ninguém ouve a resposta. Deniz Yildiz acabou de assinar pelo PAOK e, por uma vez, a resposta importava.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no PAOK coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Dimitrios Tsadjaris está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Dimitrios Tsadjaris, e o treinador deixou.
«Quero ganhar coisas e gostava de o fazer aqui.» Não se exigiu nada nem se ameaçou nada, mas uma direção como a de PAOK ouve uma frase destas exatamente como foi construída.
Ninguém no clube vai dizer em voz alta para quem é esta contratação, que é exatamente como se percebe para quem é. Deniz Yildiz chegou para ficar com uma camisola que alguém ainda veste.
Toda a gente deixou de fingir: o Panetolikos vai fazer a chamada por Stephan Zagadou esta semana. O PAOK tem um número em mente, e o número não é tímido.
Em resumo
Notas dos jogadoresSergio Costa encarou-os todo o jogo
Notas dos jogadoresA única coisa que Dominik Krüger não conseguiu
O PAOK torna a sua casa um sítio difícil de visitar
25 sem derrota no seu relvado. O campo não mudou; a bancada sim — mais barulhenta mais cedo e mais rápida a perceber quando o adversário preferia estar noutro lado.
2 atrás e sem rumo, até Sergio Costa decidir o contrário. O Panetolikos tinha feito a parte difícil e depois viu-a desfazer-se, e o barulho no apito final foi daqueles que um estádio guarda.
Posição 2, 44 pontos, e o resultado que todos procuram primeiro agora é o deles. A palavra continua a não se dizer à volta do estádio — e é assim que se sabe que todos a pensam.
A proposta do OFI por Dimitrios Tsadjaris foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Há futebolistas que fazem uma boa temporada e futebolistas por quem uma temporada é recordada; aos segundos leem-lhes o nome num salão no verão. No PAOK estarão discretamente encantados e, em privado, nervosos.
17 golos e uma média de 7.38 na época têm esse efeito. O espaço que ele costumava encontrar desapareceu; continua a marcar na mesma, que é a marca dos verdadeiros.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do PAOK, e não vai ser retirado.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Jonathan Araujo e o PAOK acertam mais 3 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
3 golos de vantagem e depois uma rendição lenta de tudo o que fora ganho. Joshua Davies não será o apontado, mas ninguém no PAOK escapa à conversa que se segue a um colapso destes.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Joshua Davies produziu-o, e o 8.39 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no PAOK coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel30/12/2047
Landon Emenalo desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
24 jogos sem perder em casa. As equipas visitantes chegam já a falar do ambiente, o que costuma ser sinal de que perderam meio jogo antes do pontapé de saída.
Henri Lefebvre esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Landon Emenalo está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Sergio Costa assinar alguma coisa — um contrato no PAOK ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
23 jogos sem perder em casa. As equipas visitantes chegam já a falar do ambiente, o que costuma ser sinal de que perderam meio jogo antes do pontapé de saída.
Os jogos da taça esperam que alguém os agarre, e Dominik Krüger agarrou este contra o Panetolikos. 2‑1 no fim, e no sorteio da próxima ronda está o nome do PAOK.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Sergio Costa produziu-o, e o 8.84 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
Um 8.09 significa uma coisa ao lado do nome de um jogador de vinte e nove anos e algo completamente diferente ao lado do de um de 21. Ninguém no estádio precisou que lhe explicassem.
5 vitórias seguidas mudam a forma como o adversário aquece: mais calado, mais olhares de esguelha. As séries acabam, toda a gente o sabe — mas neste balneário ninguém conta com isso.
15 golos e uma média de 7.37 na época têm esse efeito. O espaço que ele costumava encontrar desapareceu; continua a marcar na mesma, que é a marca dos verdadeiros.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no PAOK coisas que levam mais de uma semana a retirar.
PlantelPalavras no treino do PAOK sobre quem trabalha
Notas dos jogadoresNinguém conseguiu chegar a Jacob Ellis
1115Edição
A Gazeta de PAOK
09/12/2047
Do nosso correspondente de futebolOtimismo
Jogo07/12/2047
O PAOK torna a sua casa um sítio difícil de visitar
21 sem derrota no seu relvado. O campo não mudou; a bancada sim — mais barulhenta mais cedo e mais rápida a perceber quando o adversário preferia estar noutro lado.
O Levadiakos vai querer esquecer isto depressa: 5‑0, todos os duelos perdidos e uma viagem longa para casa. O PAOK foi impiedoso como as boas equipas sabem ser.
Sergio Costa esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
13 golos e uma média de 7.31 na época têm esse efeito. O espaço que ele costumava encontrar desapareceu; continua a marcar na mesma, que é a marca dos verdadeiros.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
3 golos em vinte minutos com Frenkie Dumfries no meio de tudo, e o Levadiakos sem conseguir chegar à bola tempo suficiente para mudar seja o que for. Há jogos que se ganham antes da primeira bebida.
Em resumo
Notas dos jogadoresSergio Costa em notas de excelência
Os dérbis fazem nomes, e Konstantinos Tzolis fez o seu contra o Olympiacos. 3‑2, o orgulho está seguro — e a outra metade da cidade vai estar farta de ouvir falar dele já na terça-feira.
1‑4 frente ao AZ. A leitura honesta não é que os jogadores estiveram mal: é que a distância entre este clube e aquele se mede hoje em coisas que o dinheiro leva anos a comprar.
350 jogos ao longo de 17 épocas e uma só camisola. Já ninguém constrói uma carreira assim de propósito; acontece a certo tipo de jogador em certo tipo de clube.
Um defesa no marcador, coisa rara o suficiente para que toda a gente no estádio se lembre de quem marcou o canto. 1 para ele e uma nota de 7.68 para o resto.
«Tenho ambições e gostava que o clube as partilhasse.» Ninguém pediu para sair nem foi mandado embora — mas um jogador escolhe essa frase com cuidado, e uma administração ouve-a exactamente como foi pensada.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no PAOK coisas que levam mais de uma semana a retirar.
18 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O PAOK perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Já são 12 jogos sem perder. Uns foram conquistados, outros sobrevividos, mas está a formar-se um hábito — e hábitos são a coisa mais difícil de defrontar no futebol.
Aos 33 devia estar a gerir os seus minutos. Em vez disso foi avaliado com 7.80 e pareceu, durante noventa minutos, exatamente o jogador de que toda a gente se lembra.
Joshua Davies esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
10 golos num jogo, Konstantinos Tzolis na ficha e um resultado que vai parecer uma gralha. Os neutros não podiam pedir mais ao PAOK nem ao Panathinaikos.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Landon Emenalo está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
20 jogos sem perder em casa. As equipas visitantes chegam já a falar do ambiente, o que costuma ser sinal de que perderam meio jogo antes do pontapé de saída.
25 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O PAOK perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
A série sem derrotas chega aos 11 jogos. Uns foram vitórias e outros fugas, mas uma equipa que se recusa a perder é uma equipa de que os outros balneários falam.
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 6 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no PAOK coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel18/11/2047
Landon Emenalo desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 33 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Martin Ponsot esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Um jogador que contava ser titular assistiu de fora. O treinador vai chamar-lhe uma decisão pela equipa; Henri Lefebvre chama-lhe outra coisa em privado.
19 jogos sem perder em casa. As equipas visitantes chegam já a falar do ambiente, o que costuma ser sinal de que perderam meio jogo antes do pontapé de saída.
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 40 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Aos 36 devia estar a gerir os seus minutos. Em vez disso foi avaliado com 8.53 e pareceu, durante noventa minutos, exatamente o jogador de que toda a gente se lembra.
«Quero ganhar coisas e gostava de o fazer aqui.» Não se exigiu nada nem se ameaçou nada, mas uma direção como a de PAOK ouve uma frase destas exatamente como foi construída.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no PAOK coisas que levam mais de uma semana a retirar.
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 47 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
1‑0 frente ao Shirak, sob os holofotes, contra gente que não fala a mesma língua que a bancada. É nestas noites que um clube mede a sua década, e nunca são tantas quantas se espera.
18 jogos sem perder em casa. As equipas visitantes chegam já a falar do ambiente, o que costuma ser sinal de que perderam meio jogo antes do pontapé de saída.
A série sem derrotas chega aos 7 jogos. Uns foram vitórias e outros fugas, mas uma equipa que se recusa a perder é uma equipa de que os outros balneários falam.
Joshua Davies esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Landon Emenalo está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 54 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no PAOK coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Dimitrios Tsadjaris está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
62 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O PAOK perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Posição 1, 21 pontos, e o resultado que todos procuram primeiro agora é o deles. A palavra continua a não se dizer à volta do estádio — e é assim que se sabe que todos a pensam.
16 jogos sem perder em casa. As equipas visitantes chegam já a falar do ambiente, o que costuma ser sinal de que perderam meio jogo antes do pontapé de saída.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Dimitrios Tsadjaris produziu-o, e o 8.56 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
Henri Lefebvre esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Em resumo
Notas dos jogadoresUm daqueles dias de Axel Vanaken
69 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O PAOK perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
1‑1 frente ao Universitatea Craiova, sob os holofotes, contra gente que não fala a mesma língua que a bancada. É nestas noites que um clube mede a sua década, e nunca são tantas quantas se espera.
«Tenho ambições e gostava que o clube as partilhasse.» Ninguém pediu para sair nem foi mandado embora — mas um jogador escolhe essa frase com cuidado, e uma administração ouve-a exactamente como foi pensada.
Notas dos jogadores07/10/2047
Um golo e uma assistência para Sergio Costa — 7.55
Participação em 2 golos, de um jogador que passou noventa minutos a fazer aquilo que um treinador quer mesmo: estar onde a bola ia acabar. 7.55 ao lado do nome.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Frenkie Dumfries. 2‑0 sobre o Panetolikos, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
78 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O PAOK perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
15 jogos sem perder em casa. As equipas visitantes chegam já a falar do ambiente, o que costuma ser sinal de que perderam meio jogo antes do pontapé de saída.
Sergio Costa esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
85 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O PAOK perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
2 golos, e o segundo foi o que fechou o jogo. Nota de 8.70, e com mais sorte ao primeiro poste teria tido um terceiro.
Jogo21/09/2047
O PAOK torna a sua casa um sítio difícil de visitar
14 sem derrota no seu relvado. O campo não mudou; a bancada sim — mais barulhenta mais cedo e mais rápida a perceber quando o adversário preferia estar noutro lado.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do PAOK, e não vai ser retirado.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no PAOK coisas que levam mais de uma semana a retirar.
7 golos. Os dois bancos passaram a segunda parte a olhar um para o outro mais do que para o relvado. Os puristas vão queixar-se do PAOK e do Kifisia por igual; os restantes divertiram-se imenso.
Em resumo
PlantelPalavras no treino do PAOK sobre quem trabalha
92 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O PAOK perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
13 jogos sem perder em casa. As equipas visitantes chegam já a falar do ambiente, o que costuma ser sinal de que perderam meio jogo antes do pontapé de saída.
7.92, 1 na ficha e a comédia muito própria de um jogador da linha defensiva a festejar como quem faz isto todas as semanas. Não faz, e é exatamente por isso que o estádio reagiu como reagiu.
Henri Lefebvre esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Defender era opcional e ninguém exerceu a opção. 6 golos entre o PAOK e o Aris Thessaloniki, e nem um dos que pagaram bilhete vai pedir o dinheiro de volta.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Sergio Costa. 4‑2 sobre o Aris Thessaloniki, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
99 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O PAOK perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
7 vitórias seguidas mudam a forma como o adversário aquece: mais calado, mais olhares de esguelha. As séries acabam, toda a gente o sabe — mas neste balneário ninguém conta com isso.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Martin Ponsot e o PAOK acertam mais 2 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no PAOK coisas que levam mais de uma semana a retirar.
3‑1 frente ao Olympiacos, e os cânticos continuaram muito depois do apito. As classificações vêm e vão; dias assim contam-se aos jantares de família durante anos.
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 107 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
6 vitórias seguidas mudam a forma como o adversário aquece: mais calado, mais olhares de esguelha. As séries acabam, toda a gente o sabe — mas neste balneário ninguém conta com isso.
Henri Lefebvre esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do PAOK, e não vai ser retirado.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no PAOK coisas que levam mais de uma semana a retirar.
A direção prendeu por mais tempo o homem do banco, e isso diz mais do que qualquer comunicado de apoio. A estabilidade promete-se com facilidade e mantém-se a peso de ouro.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Konstantinos Tzolis. 5‑4 sobre o Panathinaikos, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no PAOK coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Dimitrios Tsadjaris está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Quero ganhar coisas e gostava de o fazer aqui.» Não se exigiu nada nem se ameaçou nada, mas uma direção como a de PAOK ouve uma frase destas exatamente como foi construída.
Sergio Costa esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Há uma versão de cada carreira em que o jogador acaba onde escolheu e não onde o escolheram. Evangelos Lampropoulos está a viver essa versão no PAOK, e costuma notar-se no primeiro mês.
Qualquer balneário sabe ler uma contratação destas. Evangelos Lampropoulos não veio esperar indefinidamente, e o homem cujo lugar ele foi comprado para ocupar sabe-o melhor do que ninguém.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no PAOK coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Toda a gente deixou de fingir: o Panserraikos vai fazer a chamada por Dimitrios Tsadjaris esta semana. O PAOK tem um número em mente, e o número não é tímido.
A proposta do Kifisia por Dimitrios Tsadjaris foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Henri Lefebvre esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Perguntam tantas vezes aos futebolistas pelo clube da infância que ninguém ouve a resposta. Patrick Dumfries acabou de assinar pelo PAOK e, por uma vez, a resposta importava.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
16 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O PAOK perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no PAOK coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Dimitrios Tsadjaris está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Plantel22/07/2047
Sergio Costa tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no PAOK dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Ibrahim Faik lesiona os ligamentos do joelho — 24 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 24 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
O telefone voltou a tocar por causa de Dimitrios Tsadjaris, e desta vez do outro lado está o Panetolikos. No PAOK ouvem com educação e não prometem nada.
Henri Lefebvre esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«Quero ganhar coisas e gostava de o fazer aqui.» Não se exigiu nada nem se ameaçou nada, mas uma direção como a de PAOK ouve uma frase destas exatamente como foi construída.
MercadoLevadiakos estão prestes a pegar no telefone
1093Edição
A Gazeta de PAOK
08/07/2047
Do nosso correspondente de futebolOtimismo
Plantel08/07/2047
Ibrahim Faik lesiona os ligamentos do joelho — 31 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 31 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no PAOK coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Rafael Moreira será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no PAOK as despedidas começaram em silêncio.
Em resumo
PlantelPalavras no treino do PAOK sobre quem trabalha
Ibrahim Faik lesiona os ligamentos do joelho — 38 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 38 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Henri Lefebvre esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Não é uma fase — é um salto a sério, mantido durante meses. Aos 21 anos faz a este nível coisas que não fazia no início da época, e a equipa técnica dir-lhe-á exatamente quais.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Landon Emenalo está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Ibrahim Faik lesiona os ligamentos do joelho — 45 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 45 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
A proposta do Kifisia por Dimitrios Tsadjaris foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do PAOK, e não vai ser retirado.
O telefone voltou a tocar por causa de Sergio Costa, e desta vez do outro lado está o Panetolikos. No PAOK ouvem com educação e não prometem nada.
Plantel24/06/2047
Martin Ponsot sofre uma lesão muscular — 18 dias de fora
A lesão que volta sempre, de que se regressa sempre à pressa e que em silêncio custa mais carreiras do que as dramáticas. 18 dias é a estimativa; o número honesto depende de haver paciência.
PlantelPalavras no treino do PAOK sobre quem trabalha
1090Edição
A Gazeta de PAOK
17/06/2047
Do nosso correspondente de futebolOtimismo
Plantel17/06/2047
Ibrahim Faik lesiona os ligamentos do joelho — 52 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 52 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Martin Ponsot esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Há uma versão de cada carreira em que o jogador acaba onde escolheu e não onde o escolheram. Christos Siovas está a viver essa versão no PAOK, e costuma notar-se no primeiro mês.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Qualquer balneário sabe ler uma contratação destas. Christos Siovas não veio esperar indefinidamente, e o homem cujo lugar ele foi comprado para ocupar sabe-o melhor do que ninguém.
Ibrahim Faik lesiona os ligamentos do joelho — 59 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 59 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Os contabilistas vão chamar-lhe bom negócio e terão razão, o que não é o assunto de ninguém fora da administração. Afonso Santos era uma das razões por que as pessoas vinham, e $4.4M não substitui isso sozinho.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no PAOK coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Ibrahim Faik lesiona os ligamentos do joelho — 66 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 66 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
«Quero ganhar coisas e gostava de o fazer aqui.» Não se exigiu nada nem se ameaçou nada, mas uma direção como a de PAOK ouve uma frase destas exatamente como foi construída.
Joshua Davies esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
A direção respondeu com dinheiro em vez de incentivo, que é a única resposta que um treinador quer ouvir. Gastá-lo bem passa a ser problema exclusivamente dele.
Em resumo
As bancadasAs bancadas também ouviram falar de Afonso Santos
Ibrahim Faik lesiona os ligamentos do joelho — 73 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 73 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Posição 2, 56 pontos, e o resultado que todos procuram primeiro agora é o deles. A palavra continua a não se dizer à volta do estádio — e é assim que se sabe que todos a pensam.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no PAOK falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no PAOK coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No PAOK ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Plantel27/05/2047
Adnan Vanaken consegue a transferência que sempre quis
Perguntam tantas vezes aos futebolistas pelo clube da infância que ninguém ouve a resposta. Adnan Vanaken acabou de assinar pelo PAOK e, por uma vez, a resposta importava.
É esta a época com que a cidade vai medir as vinte seguintes. O troféu viaja para casa com o plantel, e o percurso pelas ruas está combinado há dias.
Plantel20/05/2047
Ibrahim Faik lesiona os ligamentos do joelho — 80 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 80 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
O apuramento está feito e na próxima época os holofotes acendem-se para algo maior. Um palco para os jogadores, oxigénio para as contas e um passaporte para os restantes.
Vitória por 4‑3 sobre o Olympiacos, um lugar na ronda seguinte e a aritmética silenciosa que todos os adeptos fazem a caminho de casa: quantos faltam até uma final?
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 22 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Ibrahim Faik lesiona os ligamentos do joelho — 87 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 87 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 29 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no PAOK coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Em resumo
PlantelPalavras no treino do PAOK sobre quem trabalha
Ibrahim Faik lesiona os ligamentos do joelho — 94 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 94 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 36 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Sergio Costa esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
“O treinador não usou muitas palavras, e não precisou delas.” Nikolaos Mitroglou tem a sua resposta do PAOK; o que fizer com ela é a história da próxima janela.
Ibrahim Faik lesiona os ligamentos do joelho — 101 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 101 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 45 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Adam Matysek lesiona os ligamentos do joelho — 58 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 58 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no PAOK falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
66 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O PAOK perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no PAOK falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no PAOK coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Em resumo
PlantelPalavras no treino do PAOK sobre quem trabalha
Nick Homan lesiona os ligamentos do joelho — 14 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 14 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no PAOK falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Nick Homan lesiona os ligamentos do joelho — 21 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 21 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Nick Homan lesiona os ligamentos do joelho — 30 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 30 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no PAOK falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Henri Lefebvre esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Em resumo
PlantelDimitrios Tsadjaris desentende-se com um colega por causa das exigências
Nick Homan lesiona os ligamentos do joelho — 37 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 37 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 91 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 98 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Martin Ponsot esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Em resumo
PlantelDimitrios Tsadjaris desentende-se com um colega por causa das exigências
Os jogos da taça esperam que alguém os agarre, e Luc Prévost agarrou este contra o Aris Thessaloniki. 3‑2 no fim, e no sorteio da próxima ronda está o nome do PAOK.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no PAOK falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 8 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Henri Lefebvre e o PAOK acertam mais 2 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Há uma versão de cada carreira em que o jogador acaba onde escolheu e não onde o escolheram. Eleftherios Siopis está a viver essa versão no PAOK, e costuma notar-se no primeiro mês.
«Tenho ambições e gostava que o clube as partilhasse.» Ninguém pediu para sair nem foi mandado embora — mas um jogador escolhe essa frase com cuidado, e uma administração ouve-a exactamente como foi pensada.
3 vitórias seguidas mudam a forma como o adversário aquece: mais calado, mais olhares de esguelha. As séries acabam, toda a gente o sabe — mas neste balneário ninguém conta com isso.
10 jogos sem perder em casa. As equipas visitantes chegam já a falar do ambiente, o que costuma ser sinal de que perderam meio jogo antes do pontapé de saída.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no PAOK falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Joshua Davies esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no PAOK coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Dimitrios Tsadjaris está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Uma média de 7.51 na época, com 25 golos a sustentá-la. Os adversários começaram a planear jogos a pensar nele, que é o elogio mais sincero que o futebol faz.
Henri Lefebvre esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
«Nunca quis estar noutro sítio. Ainda há trabalho por acabar aqui.» Dimitrios Tsadjaris compromete-se com o PAOK por mais 4 anos.
Jogo09/02/2047
O PAOK torna a sua casa um sítio difícil de visitar
9 sem derrota no seu relvado. O campo não mudou; a bancada sim — mais barulhenta mais cedo e mais rápida a perceber quando o adversário preferia estar noutro lado.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Sergio Costa. 2‑1 sobre o Asteras, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
«Quero ganhar coisas e gostava de o fazer aqui.» Não se exigiu nada nem se ameaçou nada, mas uma direção como a de PAOK ouve uma frase destas exatamente como foi construída.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 19 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Posição 2, 50 pontos, e o resultado que todos procuram primeiro agora é o deles. A palavra continua a não se dizer à volta do estádio — e é assim que se sabe que todos a pensam.
O negócio que levaria Philipp Maybach para o Asteras caiu na fase final e ele reapresenta-se no PAOK com um verão para esquecer e uma época inteira para jogar. Ninguém diz quem se levantou da mesa.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no PAOK coisas que levam mais de uma semana a retirar.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Martin Ponsot e o PAOK acertam mais 2 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
«Quero ganhar coisas e gostava de o fazer aqui.» Não se exigiu nada nem se ameaçou nada, mas uma direção como a de PAOK ouve uma frase destas exatamente como foi construída.
Jogo02/02/2047
O PAOK torna a sua casa um sítio difícil de visitar
8 sem derrota no seu relvado. O campo não mudou; a bancada sim — mais barulhenta mais cedo e mais rápida a perceber quando o adversário preferia estar noutro lado.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no PAOK falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
A proposta do Panetolikos por Dimitrios Tsadjaris foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Sergio Costa esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
«Quero ganhar coisas e gostava de o fazer aqui.» Não se exigiu nada nem se ameaçou nada, mas uma direção como a de PAOK ouve uma frase destas exatamente como foi construída.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no PAOK falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 6 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Sergio Costa. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no PAOK coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no PAOK falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
A proposta do Panserraikos por Afonso Santos foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Henri Lefebvre esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
«Quero ganhar coisas e gostava de o fazer aqui.» Não se exigiu nada nem se ameaçou nada, mas uma direção como a de PAOK ouve uma frase destas exatamente como foi construída.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 49 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Frenkie Dumfries tinha feito a sua parte na construção de um colchão de 2 golos. O que veio depois foi coletivo, e ao Panetolikos deixaram voltar a um jogo que estava arrumado.
A proposta do Aris Thessaloniki por Sergio Costa foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Posição 2, 43 pontos, e o resultado que todos procuram primeiro agora é o deles. A palavra continua a não se dizer à volta do estádio — e é assim que se sabe que todos a pensam.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Frenkie Dumfries produziu-o, e o 8.50 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Philipp Maybach será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no PAOK as despedidas começaram em silêncio.
Um prémio individual é coisa estranha num desporto de equipa, e os melhores não se discutem. Teve o tipo de ano que acaba com o seu nome lido em voz alta, e o PAOK beneficiou disso.
7.73, 1 na ficha e a comédia muito própria de um jogador da linha defensiva a festejar como quem faz isto todas as semanas. Não faz, e é exatamente por isso que o estádio reagiu como reagiu.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 56 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Henri Lefebvre esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
A série sem derrotas chega aos 6 jogos. Uns foram vitórias e outros fugas, mas uma equipa que se recusa a perder é uma equipa de que os outros balneários falam.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Joshua Davies está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 63 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 9 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no PAOK coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Philipp Maybach está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Sergio Costa. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 70 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
2‑1 frente ao Cherno More, e uma exibição que será descrita durante o resto da época a quem não esteve lá. Dimitrios Tsadjaris está no centro dessa descrição.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Dimitrios Tsadjaris produziu-o, e o 8.31 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 7 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
19 golos e uma média de 7.45 na época têm esse efeito. O espaço que ele costumava encontrar desapareceu; continua a marcar na mesma, que é a marca dos verdadeiros.
Aos 33 devia estar a gerir os seus minutos. Em vez disso foi avaliado com 8.28 e pareceu, durante noventa minutos, exatamente o jogador de que toda a gente se lembra.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 77 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Posição 2, 35 pontos, e o resultado que todos procuram primeiro agora é o deles. A palavra continua a não se dizer à volta do estádio — e é assim que se sabe que todos a pensam.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no PAOK coisas que levam mais de uma semana a retirar.
«Quero ganhar coisas e gostava de o fazer aqui.» Não se exigiu nada nem se ameaçou nada, mas uma direção como a de PAOK ouve uma frase destas exatamente como foi construída.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Sergio Costa. 4‑3 sobre o Levadiakos, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no PAOK falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
0‑2 perante o nível do Galatasaray. Ninguém vai fingir que isto é um escândalo: a distância é real, é mensurável, e encurtá-la é um projeto e não uma palestra.
Uma média de 7.36 na época, com 16 golos a sustentá-la. Os adversários começaram a planear jogos a pensar nele, que é o elogio mais sincero que o futebol faz.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No PAOK ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no PAOK coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no PAOK falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Henri Lefebvre esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
«Quero ganhar coisas e gostava de o fazer aqui.» Não se exigiu nada nem se ameaçou nada, mas uma direção como a de PAOK ouve uma frase destas exatamente como foi construída.
15 golos e uma média de 7.34 na época têm esse efeito. O espaço que ele costumava encontrar desapareceu; continua a marcar na mesma, que é a marca dos verdadeiros.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Joshua Davies está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no PAOK falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 6 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
Aos 33 devia estar a gerir os seus minutos. Em vez disso foi avaliado com 8.44 e pareceu, durante noventa minutos, exatamente o jogador de que toda a gente se lembra.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no PAOK coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 106 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
2‑6 frente ao Admira Wacker. A leitura honesta não é que os jogadores estiveram mal: é que a distância entre este clube e aquele se mede hoje em coisas que o dinheiro leva anos a comprar.
Posição 2, 28 pontos, e o resultado que todos procuram primeiro agora é o deles. A palavra continua a não se dizer à volta do estádio — e é assim que se sabe que todos a pensam.
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 7 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
Henri Lefebvre esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
14 golos e uma média de 7.32 na época têm esse efeito. O espaço que ele costumava encontrar desapareceu; continua a marcar na mesma, que é a marca dos verdadeiros.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 113 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no PAOK coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 120 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
0‑5. Há um nível que se joga todas as semanas, e é jogado por clubes que o fazem há cinquenta anos; uma noite destas é o que se sente ao chegar lá sem o ter feito.
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 6 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
Henri Lefebvre esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
«Tenho ambições e gostava que o clube as partilhasse.» Ninguém pediu para sair nem foi mandado embora — mas um jogador escolhe essa frase com cuidado, e uma administração ouve-a exactamente como foi pensada.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 127 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no PAOK coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Philipp Maybach está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
A lesão que volta sempre, de que se regressa sempre à pressa e que em silêncio custa mais carreiras do que as dramáticas. 15 dias é a estimativa; o número honesto depende de haver paciência.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 134 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Henri Lefebvre tinha feito a sua parte na construção de um colchão de 2 golos. O que veio depois foi coletivo, e ao AEK deixaram voltar a um jogo que estava arrumado.
1 para Joshua Davies, avaliado com 7.99, e o nome de um central na parte da crónica a que normalmente só chega por engano. No balneário não o vão deixar esquecer durante um mês.
Derrota por 5‑6, e justa. O treinador foi curto nas palavras no final, o que provavelmente foi sensato.
Plantel15/10/2046
Uma transferência que Virgil De Ligt teria feito de graça
Há uma versão de cada carreira em que o jogador acaba onde escolheu e não onde o escolheram. Virgil De Ligt está a viver essa versão no PAOK, e costuma notar-se no primeiro mês.
Martin Ponsot esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Em resumo
PlantelPalavras no treino do PAOK sobre quem trabalha
4‑0. É por noites destas que os clubes passam décadas a tentar qualificar-se para esta competição, e elas chegam talvez duas vezes nesse período. Quem esteve no estádio vai descrevê-la mal durante anos.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no PAOK falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Já são 6 vitórias seguidas, e a pergunta deixou de ser se a série acaba para passar a ser quem a acaba. Confiança assim não se compra; ganha-se exatamente desta maneira.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no PAOK coisas que levam mais de uma semana a retirar.
«Quero ganhar coisas e gostava de o fazer aqui.» Não se exigiu nada nem se ameaçou nada, mas uma direção como a de PAOK ouve uma frase destas exatamente como foi construída.
Já são 5 vitórias seguidas, e a pergunta deixou de ser se a série acaba para passar a ser quem a acaba. Confiança assim não se compra; ganha-se exatamente desta maneira.
Henri Lefebvre esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
«Quero ganhar coisas e gostava de o fazer aqui.» Não se exigiu nada nem se ameaçou nada, mas uma direção como a de PAOK ouve uma frase destas exatamente como foi construída.
Terminou 4‑2, e a tarde foi de Dimitrios Tsadjaris: marcou quando era preciso, e é a razão de os pontos ficarem com o PAOK.
Plantel01/10/2046
Biel Prieto consegue a transferência que sempre quis
Perguntam tantas vezes aos futebolistas pelo clube da infância que ninguém ouve a resposta. Biel Prieto acabou de assinar pelo PAOK e, por uma vez, a resposta importava.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Em resumo
Notas dos jogadoresUm daqueles dias de Joshua Davies
PlantelDemasiada mudança demasiado depressa no PAOK
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Sergio Costa produziu-o, e o 8.78 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no PAOK coisas que levam mais de uma semana a retirar.
22 ações defensivas e uma baliza a zero no fim delas. A tarde de um defesa só se pode contar pelo que não aconteceu, e é por isso que ninguém faz um resumo com ela e qualquer treinador da divisão a assinava.
Plantel24/09/2046
Joshua Davies desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
O Aris Thessaloniki vai querer esquecer isto depressa: 6‑1, todos os duelos perdidos e uma viagem longa para casa. O PAOK foi impiedoso como as boas equipas sabem ser.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Philipp Maybach será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no PAOK as despedidas começaram em silêncio.
Henri Lefebvre esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
7 golos num jogo, Sergio Costa na ficha e um resultado que vai parecer uma gralha. Os neutros não podiam pedir mais ao PAOK nem ao Aris Thessaloniki.
Plantel17/09/2046
Adam Matysek consegue a transferência que sempre quis
Perguntam tantas vezes aos futebolistas pelo clube da infância que ninguém ouve a resposta. Adam Matysek acabou de assinar pelo PAOK e, por uma vez, a resposta importava.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Joshua Davies está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Em resumo
Notas dos jogadoresAfonso Santos jogou uma tarde diferente da de toda a gente
2 golos de vantagem e depois uma rendição lenta de tudo o que fora ganho. Dimitrios Tsadjaris não será o apontado, mas ninguém no PAOK escapa à conversa que se segue a um colapso destes.
A proposta do Kifisia por Dimitrios Tsadjaris foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no PAOK coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Theodoros Tsimikas será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no PAOK as despedidas começaram em silêncio.
Há uma versão de cada carreira em que o jogador acaba onde escolheu e não onde o escolheram. Laurent Castagne está a viver essa versão no PAOK, e costuma notar-se no primeiro mês.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Efthymios Nikolaou e o PAOK acertam mais 4 anos.
«Tenho ambições e gostava que o clube as partilhasse.» Ninguém pediu para sair nem foi mandado embora — mas um jogador escolhe essa frase com cuidado, e uma administração ouve-a exactamente como foi pensada.
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 11 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
44 jogos ao longo de 15 épocas e uma só camisola. Já ninguém constrói uma carreira assim de propósito; acontece a certo tipo de jogador em certo tipo de clube.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No PAOK ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Sergio Costa esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 11 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Dimitrios Tsadjaris produziu-o, e o 8.27 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no PAOK coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel27/08/2046
Sergio Costa desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Direção27/08/2046
12 jogadores da formação recebem número de equipa principal no PAOK
A manhã em que o percurso deixa de ser um folheto e passa a ser uma ficha de jogo. A maioria não estará cá daqui a três anos; todos já fizeram a parte difícil, que era chegar a hoje.
A formação existe exatamente para esta manhã. Nikos Tzolis passou por todos os escalões do clube e tem agora um número de equipa principal; os mais orgulhosos do edifício serão os que o treinaram aos doze anos.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no PAOK falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Posição 2, 57 pontos, e o resultado que todos procuram primeiro agora é o deles. A palavra continua a não se dizer à volta do estádio — e é assim que se sabe que todos a pensam.
Henri Lefebvre esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no PAOK falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
A proposta do Panetolikos por Mario Mvogo foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Vai jogar aqui até ao verão e depois sair pela porta de graça, tendo já assinado noutro lado. Os adeptos aguentam a primeira parte desta frase; é com a segunda que vão ter dificuldade.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no PAOK falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Henri Lefebvre esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Theodoros Tsimikas será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no PAOK as despedidas começaram em silêncio.
Não é uma fase — é um salto a sério, mantido durante meses. Aos 20 anos faz a este nível coisas que não fazia no início da época, e a equipa técnica dir-lhe-á exatamente quais.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 38 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Plantel30/07/2046
Uma transferência que Nick Homan teria feito de graça
Há uma versão de cada carreira em que o jogador acaba onde escolheu e não onde o escolheram. Nick Homan está a viver essa versão no PAOK, e costuma notar-se no primeiro mês.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no PAOK coisas que levam mais de uma semana a retirar.
«Quero ganhar coisas e gostava de o fazer aqui.» Não se exigiu nada nem se ameaçou nada, mas uma direção como a de PAOK ouve uma frase destas exatamente como foi construída.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No PAOK ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Plantel30/07/2046
Sergio Costa desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no PAOK falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
A proposta ficou muito aquém e em PAOK não precisaram de pensar muito. Ninguém neste negócio lê uma primeira recusa como um fim.
As bancadas23/07/2046
Os adeptos revoltam-se com a venda de Christos Donis por $20.3M
Vai para o Borussia Dortmund, o clube tem $20.3M que não tinha na sexta-feira, e os programas de rádio já decidiram como se sentem quanto a isso. Vender bem e vender alguém que amavam não são a mesma competência.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no PAOK falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do PAOK, e não vai ser retirado.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No PAOK ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no PAOK coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Em resumo
PlantelSergio Costa desentende-se com um colega por causa das exigências
PlantelDemasiada mudança demasiado depressa no PAOK
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no PAOK falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do PAOK, e não vai ser retirado.
«Tenho ambições e gostava que o clube as partilhasse.» Ninguém pediu para sair nem foi mandado embora — mas um jogador escolhe essa frase com cuidado, e uma administração ouve-a exactamente como foi pensada.
Martin Ponsot esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Em resumo
PlantelPalavras no treino do PAOK sobre quem trabalha
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 68 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. David Jereb será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no PAOK as despedidas começaram em silêncio.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no PAOK coisas que levam mais de uma semana a retirar.
«Tenho ambições e gostava que o clube as partilhasse.» Ninguém pediu para sair nem foi mandado embora — mas um jogador escolhe essa frase com cuidado, e uma administração ouve-a exactamente como foi pensada.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 75 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No PAOK ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Henri Lefebvre esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 82 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Perguntam tantas vezes aos futebolistas pelo clube da infância que ninguém ouve a resposta. Alexandros Fortounis acabou de assinar pelo PAOK e, por uma vez, a resposta importava.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no PAOK coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Joel Janssen será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no PAOK as despedidas começaram em silêncio.
Plantel18/06/2046
Sergio Costa desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 89 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No PAOK ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Henri Lefebvre esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
«Tenho ambições e gostava que o clube as partilhasse.» Ninguém pediu para sair nem foi mandado embora — mas um jogador escolhe essa frase com cuidado, e uma administração ouve-a exactamente como foi pensada.
Não há pior forma de perder um futebolista. Helmut Hahn pré-acordou a saída, o que significa que cada jogo daqui até junho é feito por um homem que o clube já não pode vender, e alguém lá em cima vai ter de explicar como se chegou aqui.
Há uma versão de cada carreira em que o jogador acaba onde escolheu e não onde o escolheram. Mathieu Bertrand está a viver essa versão no PAOK, e costuma notar-se no primeiro mês.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 96 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
A proposta do Atromitos por Afonso Santos foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no PAOK coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No PAOK ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
As regras permitem-no e dói na mesma. Joel Janssen acertou condições com o Panathinaikos para o verão e, até lá, veste esta camisola como quem já escolheu a seguinte.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 103 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Posição 2, 57 pontos, e o resultado que todos procuram primeiro agora é o deles. A palavra continua a não se dizer à volta do estádio — e é assim que se sabe que todos a pensam.
Plantel28/05/2046
Uma lesão muscular afasta Daichi Miyoshi durante 15 dias
Ninguém faz um documentário sobre um isquiotibial e toda a gente nisto o teme. No PAOK vão ter cuidado com a data de regresso, porque a segunda é sempre pior do que a primeira.
Vai jogar aqui até ao verão e depois sair pela porta de graça, tendo já assinado noutro lado. Os adeptos aguentam a primeira parte desta frase; é com a segunda que vão ter dificuldade.
Joshua Davies esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Perguntam tantas vezes aos futebolistas pelo clube da infância que ninguém ouve a resposta. Quincy Bergwijn acabou de assinar pelo PAOK e, por uma vez, a resposta importava.
Qualquer balneário sabe ler uma contratação destas. Arnaut De Ligt não veio esperar indefinidamente, e o homem cujo lugar ele foi comprado para ocupar sabe-o melhor do que ninguém.
Quincy Bergwijn tem 34 e já não tem nada a provar. O que lhe resta é saber onde se colocar, quando baixar o ritmo e o que dizer ao intervalo, e nada disso aparece num gráfico físico.
A qualificação está garantida, e para a época que vem as grandes noites de holofotes são continentais. Para os jogadores é um palco; para as contas, uma tábua de salvação; para os adeptos, passaportes.
Um prémio individual é coisa estranha num desporto de equipa, e os melhores não se discutem. Teve o tipo de ano que acaba com o seu nome lido em voz alta, e o PAOK beneficiou disso.
As regras permitem-no e dói na mesma. Angelos Manolas acertou condições com o Asteras para o verão e, até lá, veste esta camisola como quem já escolheu a seguinte.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no PAOK coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Philipp Maybach está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Zachary Athekame será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no PAOK as despedidas começaram em silêncio.
Henri Lefebvre esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
«Quero ganhar coisas e gostava de o fazer aqui.» Não se exigiu nada nem se ameaçou nada, mas uma direção como a de PAOK ouve uma frase destas exatamente como foi construída.
Em resumo
PlantelPalavras no treino do PAOK sobre quem trabalha
«Dei tudo aqui e preciso de um desafio novo.» O pedido é formal, e a relação nunca mais vai ser exatamente a mesma.
Plantel07/05/2046
Uma lesão muscular afasta Landon Emenalo durante 15 dias
Ninguém faz um documentário sobre um isquiotibial e toda a gente nisto o teme. No PAOK vão ter cuidado com a data de regresso, porque a segunda é sempre pior do que a primeira.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No PAOK ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no PAOK coisas que levam mais de uma semana a retirar.
18 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O PAOK perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Petros Georgiadis será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no PAOK as despedidas começaram em silêncio.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no PAOK coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel23/04/2046
Sergio Costa desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
25 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O PAOK perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Henri Lefebvre esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Sergio Costa está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Tenho ambições e gostava que o clube as partilhasse.» Ninguém pediu para sair nem foi mandado embora — mas um jogador escolhe essa frase com cuidado, e uma administração ouve-a exactamente como foi pensada.