Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 27 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Pastoreo coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Aos 21 anos é cantado por pessoas com o dobro da idade, um carinho que um reforço demora anos a merecer e que um miúdo da casa recebe por aparecer. É também a coisa mais difícil de corresponder no futebol.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Alberto Martínez estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Plantel14/08/2028
7 caras novas e o Pastoreo ainda se está a conhecer
Um plantel reconstruído num único mercado paga-o numa moeda que ninguém orça. O futebol não é pior do que a soma dos jogadores: é pior do que a soma dos jogadores que já jogaram juntos.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
“Não é o fim do mundo e não chega. As duas coisas são verdade.” O treinador, depois de um empate por 0‑0, disse a coisa honesta e foi dizê-la outra vez lá dentro.
A série sem derrotas chega aos 12 jogos. Uns foram vitórias e outros fugas, mas uma equipa que se recusa a perder é uma equipa de que os outros balneários falam.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Pastoreo falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Junior Barreto e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
O prémio de melhor jovem do mês vai para um jogador de 21 anos do Pastoreo que pareceu um produto acabado durante quatro jornadas seguidas. As quatro seguintes é que decidem se é.
Faz aos sábados coisas a que ninguém à sua volta consegue responder: durante uma temporada é lisonjeiro e depois é um problema. O Pastoreo não o segura a fingir o contrário.
Ninguém no Pastoreo dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 41 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
As regras permitem-no e dói na mesma. Carlos Mora acertou condições com o 2 de Mayo para o verão e, até lá, veste esta camisola como quem já escolheu a seguinte.
Rodolfo Argüello e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Perguntam tantas vezes aos futebolistas pelo clube da infância que ninguém ouve a resposta. Christian Jensen acabou de assinar pelo Pastoreo e, por uma vez, a resposta importava.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Alberto Martínez estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Em resumo
Notas dos jogadoresNinguém em campo chegou perto de Edgar González
O bancoAldo Parra tornou-se um homem de confiança do treinador
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Alberto Martínez será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Pastoreo as despedidas começaram em silêncio.
Já são 10 jogos sem perder. Uns foram conquistados, outros sobrevividos, mas está a formar-se um hábito — e hábitos são a coisa mais difícil de defrontar no futebol.
O prazo passou e o plantel é o plantel. Chegaram 0, saíram 8, e tudo o resto que se imprimiu sobre este clube no último mês foi um rumor que ficou rumor.
Exames médicos, uma assinatura, uma camisola levantada à frente de um painel de patrocinadores. O Pastoreo fez a parte difícil com o Cerro Porteno, e a parte que falta é a única que os adeptos veem.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Pastoreo coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Os salários ultrapassaram as receitas e a contabilidade começou a aparecer em reuniões a que antes mandava desculpas. Numa época destas, a ambição vem em segundo.
Há um número a partir do qual uma massa salarial deixa de ser ambiciosa e passa a ser a razão de mais nada ser possível, e este clube chegou lá. Não sobra nada para um reforço, para uma bancada ou para uma tarde de chuva.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Já são 9 jogos sem perder. Uns foram conquistados, outros sobrevividos, mas está a formar-se um hábito — e hábitos são a coisa mais difícil de defrontar no futebol.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Pastoreo, e não vai ser retirado.
Exames médicos, uma assinatura, uma camisola levantada à frente de um painel de patrocinadores. O Pastoreo fez a parte difícil com o Olimpia, e a parte que falta é a única que os adeptos veem.
Rodolfo Argüello esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
O Pastoreo perguntou e o 2 de Mayo disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Gustavo Medina. 2‑0 sobre o Independiente CG, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Pastoreo perdeu-o em tudo menos nos papéis.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Pastoreo, e não vai ser retirado.
A série sem derrotas chega aos 8 jogos. Uns foram vitórias e outros fugas, mas uma equipa que se recusa a perder é uma equipa de que os outros balneários falam.
Rodolfo Argüello e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Alberto Martínez estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Dribles concretizados: 18. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
Rodolfo Argüello e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Cerro Porteno fica com o seu homem, e o Pastoreo volta a uma lista com um nome riscado.
Plantel03/07/2028
Alberto Martínez desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Pastoreo, e não vai ser retirado.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Alberto Martínez será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Pastoreo as despedidas começaram em silêncio.
Gustavo Medina esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
A série sem derrotas chega aos 6 jogos. Uns foram vitórias e outros fugas, mas uma equipa que se recusa a perder é uma equipa de que os outros balneários falam.
Nenhum clube fica com muito do que ganha; a maior parte vai para os jogadores. Ficar quase sem nada é um arranjo diferente, e sempre que alguém o experimentou terminou da mesma forma.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Alberto Martínez, e o treinador deixou.
Dribles concretizados: 16. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Pastoreo já se começa a dizer o nome dele no passado.
Noventa minutos de muito pouco e depois tudo de uma vez. O golo chegou aos 86, e o Resistencia passou o resto do jogo a reclamar com o árbitro em vez de perseguir a bola.
Os clubes tinham acordado e o jogador não. Uma nega, e pública: o Libertad fica com ele, e os adeptos daqui ficam a perguntar-se o que lhe terão dito sobre esta casa.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Pastoreo coisas que levam mais de uma semana a retirar.
A abordagem foi feita e a resposta veio numa frase. Não há número em cima da mesa porque não havia número que chegasse.
Plantel19/06/2028
Alberto Martínez desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Francisco Pacher. 1‑0 sobre o Resistencia, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
Verba acordada, salário acordado, e o Sol de America à espera com uma camisola. No Pastoreo ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
Gustavo Medina e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Nacional fica com o seu homem, e o Pastoreo volta a uma lista com um nome riscado.
Plantel12/06/2028
Alberto Martínez desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Toda a gente deixou de fingir: o Floresta vai fazer a chamada por Ricardo Benítez esta semana. O Pastoreo tem um número em mente, e o número não é tímido.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Pastoreo, e não vai ser retirado.
Rodolfo Argüello e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Notas dos jogadores05/06/2028
Kevin Lezcano jogou uma tarde diferente da de toda a gente
9.68. Há exibições que um adepto descreve a quem não esteve lá e não consegue transmitir; esta foi uma, e o número também não ajuda.
Toda a gente deixou de fingir: o Sol de America vai fazer a chamada por Alberto Martínez esta semana. O Pastoreo tem um número em mente, e o número não é tímido.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Pastoreo coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Alberto Martínez estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Nenhum clube fica com muito do que ganha; a maior parte vai para os jogadores. Ficar quase sem nada é um arranjo diferente, e sempre que alguém o experimentou terminou da mesma forma.
Há um calor muito próprio que um estádio guarda para um jovem de 22 anos que sente como seu. Luis Larré tem-no agora, e tudo o que fizer no resto do tempo aqui será medido contra a boa vontade que lhe deram de graça.
Aos 35 anos, 3 pontos abaixo de onde esteve, e um corpo que começou a cobrar juros. Acontece a todos, e continua a ser o parágrafo mais difícil desta página.
“Merecemos. Pedi-lhes uma reação e tive-a, e agora quero o mesmo outra vez no sábado.” Juan Cubas sobre uma tarde de 1‑0 que lhe agradou mais do que estava disposto a mostrar.
Rodolfo Argüello esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel22/05/2028
Alberto Martínez desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Metade do calendário jogado, 7.º lugar, 21 pontos somados. Multiplicar por dois é a conta que todos os adeptos já fizeram e a única que ninguém no clube fará em voz alta.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
O banco22/05/2028
O veredicto do treinador
“Estou frustrado, sinceramente. Fizemos o suficiente para ganhar e não ganhámos.” Juan Cubas não o escondia depois do 0‑0, e no balneário do Pastoreo também ninguém o escondia.
As bancadas esperaram por um golo que nunca chegou. O Fernando de la Mora defendeu com muita gente e levou aquilo que veio buscar, e as duas equipas podiam ainda estar a jogar sem incomodar o marcador.
O Olimpia segue em frente e o Pastoreo vai para casa, com um 1‑2 a decidir tudo. O balneário vai agora dizer que a prioridade é o campeonato, porque é isso que os balneários dizem.
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 7 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
Rodolfo Argüello e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Dribles concretizados: 17. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
O banco15/05/2028
A vista do banco
“Vamos analisar, vamos aprender com isto, e vamos outra vez.” As três frases que todos os treinadores guardam para uma derrota por 0‑1, ditas por Juan Cubas a uma sala que já as tinha ouvido.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Aldo Parra está nela.
Já são 13 jogos sem perder. Uns foram conquistados, outros sobrevividos, mas está a formar-se um hábito — e hábitos são a coisa mais difícil de defrontar no futebol.
Gustavo Medina e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel08/05/2028
Palavras no treino do Pastoreo sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Alberto Martínez está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Aos 21 anos foi melhor do que todos da sua idade na divisão durante quatro semanas seguidas, o que é mais difícil do que uma boa tarde. O Pastoreo vai tentar não fazer disso um caso.
“Um ponto é um ponto e fico com ele, mas devíamos ter levado os três.” Juan Cubas depois do empate por 0‑0, e a frase que todos os treinadores do país disseram a certa altura deste fim de semana.
Já são 12 jogos sem perder. Uns foram conquistados, outros sobrevividos, mas está a formar-se um hábito — e hábitos são a coisa mais difícil de defrontar no futebol.
Jogo29/04/2028
O Pastoreo torna a sua casa um sítio difícil de visitar
14 sem derrota no seu relvado. O campo não mudou; a bancada sim — mais barulhenta mais cedo e mais rápida a perceber quando o adversário preferia estar noutro lado.
Gustavo Medina esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel01/05/2028
Alberto Martínez desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Nenhum clube fica com muito do que ganha; a maior parte vai para os jogadores. Ficar quase sem nada é um arranjo diferente, e sempre que alguém o experimentou terminou da mesma forma.
Há um calor muito próprio que um estádio guarda para um jovem de 21 anos que sente como seu. Jonatan Resquin tem-no agora, e tudo o que fizer no resto do tempo aqui será medido contra a boa vontade que lhe deram de graça.
A série sem derrotas chega aos 11 jogos. Uns foram vitórias e outros fugas, mas uma equipa que se recusa a perder é uma equipa de que os outros balneários falam.
13 jogos sem perder em casa. As equipas visitantes chegam já a falar do ambiente, o que costuma ser sinal de que perderam meio jogo antes do pontapé de saída.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Pastoreo coisas que levam mais de uma semana a retirar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Ricardo Benítez, e o treinador deixou.
Recuperou e depois fez alguma coisa com isso, que são dois trabalhos e a razão de o marcador ter o aspeto que tem. 10 ações combinadas e uma nota de 7.19, e nenhuma delas entrará num resumo.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
O banco24/04/2028
O veredicto do treinador
“Estou frustrado, sinceramente. Fizemos o suficiente para ganhar e não ganhámos.” Juan Cubas não o escondia depois do 0‑0, e no balneário do Pastoreo também ninguém o escondia.
15 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Pastoreo perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Já são 10 jogos sem perder. Uns foram conquistados, outros sobrevividos, mas está a formar-se um hábito — e hábitos são a coisa mais difícil de defrontar no futebol.
Rodolfo Argüello e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
As contas estão a ser lidas com mais atenção do que os resultados. Salários antes de ambição é a ordem do dia, e o treinador já foi informado.
Plantel17/04/2028
Palavras no treino do Pastoreo sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Israel Barro está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
O banco17/04/2028
Aldo Parra tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Pastoreo dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
O banco17/04/2028
A vista do banco
“Não perdemos. Há semanas em que é só isso que se consegue, e prefiro ter o ponto a não o ter.” Juan Cubas escolheu a versão do copo meio cheio do 0‑0; os adeptos saíram com a outra.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Augusto Melgarejo, e o treinador deixou.
23 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Pastoreo perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Pastoreo, e não vai ser retirado.
12 jogos sem perder em casa. As equipas visitantes chegam já a falar do ambiente, o que costuma ser sinal de que perderam meio jogo antes do pontapé de saída.
Rodolfo Argüello e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Todos suspeitavam que havia esta versão dele lá dentro, e aqui está a prova. 8.24, e nem uma objeção no estádio.
Plantel10/04/2028
Palavras no treino do Pastoreo sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Israel Barro está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
MercadoSantino Robles está livre para procurar outro sítio
88Edição
O Correio de Pastoreo
03/04/2028
Do nosso correspondente de futebolInquietação
Plantel03/04/2028
Blas Maciel lesiona os ligamentos do joelho — 32 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 32 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Já são 8 jogos sem perder. Uns foram conquistados, outros sobrevividos, mas está a formar-se um hábito — e hábitos são a coisa mais difícil de defrontar no futebol.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Pastoreo coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Há um número a partir do qual uma massa salarial deixa de ser ambiciosa e passa a ser a razão de mais nada ser possível, e este clube chegou lá. Não sobra nada para um reforço, para uma bancada ou para uma tarde de chuva.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
“Continuamos a reunir-nos, e continuamos a sair da sala com os mesmos números com que entrámos.” Mais uma ronda de conversas no Pastoreo, mais uma semana sem a assinatura de Santiago Mejía.
Plantel03/04/2028
Palavras no treino do Pastoreo sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Juan Duarte está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
A despromoção que um clube nunca anuncia e um balneário nota sempre. Blas Maciel está mais longe da equipa do que estava, e a razão só lhe será dada quando perguntar.
«Disseram-mo com clareza, e prefiro assim.» O treinador de Pastoreo foi explícito quanto à situação de Fernando Rolón, o que é mais do que muitos recebem.
39 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Pastoreo perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Rodolfo Argüello esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel27/03/2028
Palavras no treino do Pastoreo sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Alberto Martínez está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Rodolfo Argüello está nela.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Santiago Mejía treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
«Disseram-mo com clareza, e prefiro assim.» O treinador de Pastoreo foi explícito quanto à situação de Lucas Wagner, o que é mais do que muitos recebem.
Todos os plantéis têm um jogo destes para alguém, todas as épocas. Este é o de Kevin Lezcano: o clube que o conheceu primeiro, os adeptos que vão decidir no primeiro minuto se aplaudem, e o Pastoreo a precisar que ele jogue como se nada disso importasse.
Nada por escrito e nada em público: uma palavra sobre minutos, dada cara a cara no Pastoreo. As fichas de jogo do próximo mês dirão se valia a pena tê-la.
Blas Maciel lesiona os ligamentos do joelho — 46 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 46 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
11 jogos sem perder em casa. As equipas visitantes chegam já a falar do ambiente, o que costuma ser sinal de que perderam meio jogo antes do pontapé de saída.
A série sem derrotas chega aos 7 jogos. Uns foram vitórias e outros fugas, mas uma equipa que se recusa a perder é uma equipa de que os outros balneários falam.
Gustavo Medina e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Alberto Martínez estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Dribles concretizados: 19. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Ricardo Benítez, e o treinador deixou.
53 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Pastoreo perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
2 defendidos dos onze metros, e um estádio que vai descrever cada um deles durante vinte anos. Um guarda-redes precisa de uma noite assim numa carreira, e foi esta.
Recuperou e depois fez alguma coisa com isso, que são dois trabalhos e a razão de o marcador ter o aspeto que tem. 16 ações combinadas e uma nota de 7.76, e nenhuma delas entrará num resumo.
Gustavo Medina e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
A série sem derrotas chega aos 6 jogos. Uns foram vitórias e outros fugas, mas uma equipa que se recusa a perder é uma equipa de que os outros balneários falam.
Um 1‑0 sobre o Deportivo Santani, conquistado e não oferecido, e o tipo de tarde que manda toda a gente para casa a falar da próxima semana em vez desta.
Em resumo
Notas dos jogadoresNoventa minutos de Kevin Lezcano no seu melhor
60 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Pastoreo perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Francisco Pacher e o Pastoreo acertam mais 4 anos.
Jogo04/03/2028
O Pastoreo torna a sua casa um sítio difícil de visitar
10 sem derrota no seu relvado. O campo não mudou; a bancada sim — mais barulhenta mais cedo e mais rápida a perceber quando o adversário preferia estar noutro lado.
Gustavo Medina esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel06/03/2028
Alberto Martínez desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Nenhum clube fica com muito do que ganha; a maior parte vai para os jogadores. Ficar quase sem nada é um arranjo diferente, e sempre que alguém o experimentou terminou da mesma forma.
68 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Pastoreo perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Miguel Busto e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
9 jogos sem derrota aqui. A cada treinador visitante perguntam-lhe por isso na semana anterior, que é exatamente a razão por que a série continua.
Plantel28/02/2028
Palavras no treino do Pastoreo sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Israel Barro está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Alguns jogos decidem-se num instante; este decidiu-se num homem. 7.91 na ficha, e os adeptos do Pastoreo saíram a repetir um nome.
Plantel28/02/2028
No Pastoreo ainda são estranhos uns para os outros
6 reforços numa só janela. Cada um pode ser uma melhoria e a equipa pode ainda assim ser pior durante uns tempos, que é a parte de uma reconstrução de que os veredictos nunca falam.
“Um ponto é um ponto e fico com ele, mas devíamos ter levado os três.” Juan Cubas depois do empate por 1‑1, e a frase que todos os treinadores do país disseram a certa altura deste fim de semana.
Blas Maciel lesiona os ligamentos do joelho — 75 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 75 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Pastoreo coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Tem 23 anos e o estádio já canta o nome dele, coisa que acontece aos miúdos da terra e quase nunca aos reforços. Tudo a partir daqui se mede contra um carinho que não fez nada para merecer, a não ser ser daqui.
Três pontos para o Pastoreo: um 1‑0 diante do Encarnacion num duelo decidido por pormenores.
Plantel21/02/2028
Juan Duarte desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Em resumo
Notas dos jogadoresGustavo Medina em notas de excelência
Blas Maciel lesiona os ligamentos do joelho — 82 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 82 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Miguel Busto esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
8 jogos sem perder em casa. As equipas visitantes chegam já a falar do ambiente, o que costuma ser sinal de que perderam meio jogo antes do pontapé de saída.
Acontece a todos e continua a ser o parágrafo mais difícil que um jornal local tem de escrever. 36 anos, 3 pontos abaixo do que era, e um corpo que começou a cobrar juros sobre uma carreira.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Juan Duarte estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
A única versão de ficar de fora contra a qual um jogador não pode argumentar, e a que pior aceita. Outro tem estado melhor e a ficha de jogo di-lo, em público, todas as semanas até mudar.
“Um ponto é um ponto e fico com ele, mas devíamos ter levado os três.” Juan Cubas depois do empate por 0‑0, e a frase que todos os treinadores do país disseram a certa altura deste fim de semana.
89 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Pastoreo perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Pastoreo, e não vai ser retirado.
Algumas transferências precisam de uma campanha de imprensa. Esta precisava de uma camisola com o número antigo. Mauro Coronel volta a ser jogador do Pastoreo, e a cidade tem a sua história do verão.
5 miúdos sobem, e algures no edifício as pessoas que os treinaram aos doze anos estão a ter, em silêncio, a melhor manhã do seu ano de trabalho. Nada disto aparece num resultado, e é para isto que a formação existe.
Não há verba, não há apresentação, não há empresário na escadaria. Cristian Santa Cruz está neste clube desde miúdo e faz agora parte, formalmente, do plantel principal — o que, para um leitor local, vale mais do que qualquer contratação.
Os clubes gastam fortunas à procura de jogadores e de vez em quando encontram um ao fundo do corredor. Jorge Gomez é isso, e a receção na sua primeira aparição será de outra natureza que a de qualquer reforço.
Blas Maciel lesiona os ligamentos do joelho — 97 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 97 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Miguel Busto e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
5 contratações em três meses. Cada uma pode ser uma melhoria e a equipa pode ser pior durante um tempo na mesma, que é a parte de uma reconstrução que nunca aparece nos balanços de mercado.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Luis Larré, e o treinador deixou.
6.º lugar com 45 pontos, e os lugares que dão bilhete para a Europa estão perto o suficiente para se contarem. Épocas assim decidem-se em dois resultados em abril, e o clube sabe quais.
Blas Maciel lesiona os ligamentos do joelho — 104 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 104 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Pastoreo coisas que levam mais de uma semana a retirar.
112 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Pastoreo perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Pastoreo coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Alberto Martínez estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Em resumo
MercadoGuillermo Ríos colocado na lista de transferências
119 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Pastoreo perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Onde jogava antes fala por ele quase todo o tempo no Pastoreo. O balneário respeita-o, os miúdos estudam-no, e a única coisa capaz de o furar é um mau mês.
Blas Maciel lesiona os ligamentos do joelho — 126 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 126 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Exames médicos, uma assinatura, uma camisola levantada à frente de um painel de patrocinadores. O Pastoreo fez a parte difícil com o 2 de Mayo, e a parte que falta é a única que os adeptos veem.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Miguel Busto e o Pastoreo acertam mais 2 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
O Pastoreo perguntou e o Guarani disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
A despromoção que um clube nunca anuncia e um balneário nota sempre. Augusto Melgarejo está mais longe da equipa do que estava, e a razão só lhe será dada quando perguntar.
6.º lugar, 45 pontos, e uma reta final que decide se a próxima época tem noites de quinta-feira. Ninguém lhe chama ainda uma corrida, que é o que se diz durante uma.
Uma conversa no gabinete do treinador, e um compromisso que saiu dela. Promessas assim são baratas de fazer e caras de quebrar, e Augusto Melgarejo apontou a data.
Os clubes tinham acordado e o jogador não. Uma nega, e pública: o Guarani fica com ele, e os adeptos daqui ficam a perguntar-se o que lhe terão dito sobre esta casa.
Miguel Busto esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
As contas estão a ser lidas com mais atenção do que os resultados. Salários antes de ambição é a ordem do dia, e o treinador já foi informado.
Plantel27/12/2027
Alberto Martínez desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Pastoreo, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Não dá grande título e é a razão por que os jogadores acreditam na promessa seguinte. O Pastoreo disse a Luis Larré que algo iria acontecer e aconteceu, o que nesta indústria já passa por notável.
«Disseram-mo com clareza, e prefiro assim.» O treinador de Pastoreo foi explícito quanto à situação de Guillermo Ríos, o que é mais do que muitos recebem.
Em resumo
MercadoPaul Bashi colocado na lista de transferências
Exames médicos, uma assinatura, uma camisola levantada à frente de um painel de patrocinadores. O Pastoreo fez a parte difícil com o Recoleta, e a parte que falta é a única que os adeptos veem.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Pastoreo coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Toda a gente no Pastoreo viu antes de alguém o dizer, que é como isto vai sempre. Aos 34 o declínio é real e mensurável — 3 pontos — e só falta saber como o clube trata alguém a quem deve muitíssimo.
A papelada fica pronta muito antes do jogador. Luis Vélez acertou vir quando o contrato atual terminar, o que significa que o Pastoreo substituiu um orçamento de verão por um telefonema.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Santiago Mejía treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Pastoreo ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
As regras permitem-no e dói na mesma. Santiago Mejía acertou condições com o River Plate para o verão e, até lá, veste esta camisola como quem já escolheu a seguinte.
Miguel Busto e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
O Pastoreo ofereceu $210.0K; o Libertad disse que nem perto. Ao treinador dirão que o dinheiro continua lá para o jogador certo, que é o que se diz aos treinadores.
“O treinador não usou muitas palavras, e não precisou delas.” Paul Bashi tem a sua resposta do Pastoreo; o que fizer com ela é a história da próxima janela.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Luis Larré, e o treinador deixou.
Plantel13/12/2027
Alberto Martínez desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
A proposta do Guairena por Fernando Rolón foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Exames médicos, uma assinatura, uma camisola levantada à frente de um painel de patrocinadores. O Pastoreo fez a parte difícil com o 2 de Mayo, e a parte que falta é a única que os adeptos veem.
«Disseram-mo com clareza, e prefiro assim.» O treinador de Pastoreo foi explícito quanto à situação de Jorge Samaniego, o que é mais do que muitos recebem.
Há um nível em que um futebolista deixa de ser posto à prova e passa apenas a ser contido, e ele chegou lá há algum tempo. No Pastoreo sabem-no, e também todos os que o veem.
Plantel06/12/2027
Palavras no treino do Pastoreo sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Alberto Martínez está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
A lista é um documento discreto com um significado ruidoso. Ricardo Cantero pode falar com quem perguntar, e no clube toda a gente sabe o que isso quer dizer.
Um mês em que todos os rumores são possíveis e a maioria é disparate. O treinador tem uma lista, a direção tem um número, e nenhum conta ao outro a história toda.
Uma cara nova na posição dele e uma camisola que julgava sua de repente em discussão. O Pastoreo não prometeu nada, que é o que os clubes prometem nesta fase.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Pastoreo coisas que levam mais de uma semana a retirar.
O banco29/11/2027
Aldo Parra tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Pastoreo dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Pastoreo coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel22/11/2027
Palavras no treino do Pastoreo sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Alberto Martínez está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Nada por escrito e nada em público: uma palavra sobre minutos, dada cara a cara no Pastoreo. As fichas de jogo do próximo mês dirão se valia a pena tê-la.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Pastoreo coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel15/11/2027
Alberto Martínez desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Pastoreo, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Nenhum clube fica com muito do que ganha; a maior parte vai para os jogadores. Ficar quase sem nada é um arranjo diferente, e sempre que alguém o experimentou terminou da mesma forma.
Miguel Busto esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
“Continuamos a reunir-nos, e continuamos a sair da sala com os mesmos números com que entrámos.” Mais uma ronda de conversas no Pastoreo, mais uma semana sem a assinatura de Santiago Mejía.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
As contas são de leitura incómoda. Primeiro os salários, depois a ambição: é essa a ordem no Pastoreo.
Plantel01/11/2027
Palavras no treino do Pastoreo sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Lucas Wagner está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Lá em cima ninguém disse nada, que é a coisa mais barulhenta que podiam fazer. Os resultados compram silêncio neste ofício; a conta do Pastoreo está a esgotar-se.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Pastoreo coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Miguel Busto e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Ricardo Cantero e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Nenhum clube fica com muito do que ganha; a maior parte vai para os jogadores. Ficar quase sem nada é um arranjo diferente, e sempre que alguém o experimentou terminou da mesma forma.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Ricardo Cantero, e o treinador deixou.
Plantel11/10/2027
Palavras no treino do Pastoreo sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Alberto Martínez está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Perguntou pelo seu futuro e recebeu uma resposta com minutos lá dentro. O treinador fez uma promessa num edifício onde as promessas não se esquecem, e o relógio já começou a contar.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Lucas Wagner treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Miguel Busto esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel04/10/2027
Juan Duarte desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Aldo Parra está nela.
Lá em cima ninguém disse nada, que é a coisa mais barulhenta que podiam fazer. Os resultados compram silêncio neste ofício; a conta do Pastoreo está a esgotar-se.
Gustavo Medina e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
«Disseram-mo com clareza, e prefiro assim.» O treinador de Pastoreo foi explícito quanto à situação de Ricardo Cantero, o que é mais do que muitos recebem.
Plantel27/09/2027
Palavras no treino do Pastoreo sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Juan Duarte está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Miguel Busto e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
«Foram honestos comigo, e prefiro saber.» Santino Robles foi informado de que não entra nos planos do treinador do Pastoreo.
Plantel20/09/2027
Palavras no treino do Pastoreo sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Alberto Martínez está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Ricardo Cantero treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Julio Cañete está nela.
Toda a gente o viu antes de alguém o dizer. Aos 34 anos, os números dizem 3 pontos abaixo do que foi, e a pergunta para o Pastoreo é como lidar com um homem a quem deve muito.
Há um número a partir do qual uma massa salarial deixa de ser ambiciosa e passa a ser a razão de mais nada ser possível, e este clube chegou lá. Não sobra nada para um reforço, para uma bancada ou para uma tarde de chuva.
Plantel13/09/2027
Juan Duarte desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“O treinador não usou muitas palavras, e não precisou delas.” Carlos Mora tem a sua resposta do Pastoreo; o que fizer com ela é a história da próxima janela.
Miguel Busto esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel06/09/2027
Palavras no treino do Pastoreo sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Juan Duarte está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
A despromoção que um clube nunca anuncia e um balneário nota sempre. Luis Larré está mais longe da equipa do que estava, e a razão só lhe será dada quando perguntar.
Quatro ou cinco fins de semana de regularidade, medidos contra todos os outros da divisão. Um elogio mais discreto do que um prémio, e mais fiável.
O banco06/09/2027
Aldo Parra tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Pastoreo dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Segue-se o Sportivo Ameliano, e há um homem no balneário do Pastoreo que conhece o centro de treinos deles melhor do que o seu. A receção vai dizer-lhe o que pensavam dele.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Kevin Lezcano produziu-o, e o 9.11 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
A série sem derrotas chega aos 10 jogos. Uns foram vitórias e outros fugas, mas uma equipa que se recusa a perder é uma equipa de que os outros balneários falam.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Pastoreo coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel30/08/2027
Lucas Wagner desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Já são 9 jogos sem perder. Uns foram conquistados, outros sobrevividos, mas está a formar-se um hábito — e hábitos são a coisa mais difícil de defrontar no futebol.
Ricardo Cantero e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel23/08/2027
Lucas Wagner desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Tem 21 anos e o estádio já canta o nome dele, coisa que acontece aos miúdos da terra e quase nunca aos reforços. Tudo a partir daqui se mede contra um carinho que não fez nada para merecer, a não ser ser daqui.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Luis Larré, e o treinador deixou.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Pastoreo, e não vai ser retirado.
A série sem derrotas chega aos 8 jogos. Uns foram vitórias e outros fugas, mas uma equipa que se recusa a perder é uma equipa de que os outros balneários falam.
Nenhum clube fica com muito do que ganha; a maior parte vai para os jogadores. Ficar quase sem nada é um arranjo diferente, e sempre que alguém o experimentou terminou da mesma forma.
“Há coisas de que gostei e coisas que vamos repetir na terça-feira até saírem bem.” 1‑1, e um treinador que já tinha decidido como seria a terça-feira.
Noventa minutos concretos pediam outro tipo de jogador, e o treinador escolheu um. Não está em má forma e não está na equipa, e as duas coisas são verdade.
Vestiu a outra camisola. No sábado joga contra o Sportivo Carapegua com esta, e tudo o que disser esta semana sobre ser um jogo como os outros será mentira.
Em resumo
O bancoJulio Cañete tornou-se um homem de confiança do treinador
A série sem derrotas chega aos 7 jogos. Uns foram vitórias e outros fugas, mas uma equipa que se recusa a perder é uma equipa de que os outros balneários falam.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Encarnacion fica com o seu homem, e o Pastoreo volta a uma lista com um nome riscado.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Lucas Wagner estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Há um calor muito próprio que um estádio guarda para um jovem de 23 anos que sente como seu. Kevin Lezcano tem-no agora, e tudo o que fizer no resto do tempo aqui será medido contra a boa vontade que lhe deram de graça.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Ricardo Cantero, e o treinador deixou.
Dribles concretizados: 18. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
Avaliado com 7.86. Pergunte a qualquer pessoa à saída do estádio o que decidiu aquilo e receberá um nome, que é o único prémio que alguma vez contou a sério.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Gustavo Medina produziu-o, e o 8.27 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Pastoreo coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Já são 6 jogos sem perder. Uns foram conquistados, outros sobrevividos, mas está a formar-se um hábito — e hábitos são a coisa mais difícil de defrontar no futebol.
Plantel02/08/2027
Palavras no treino do Pastoreo sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Lucas Wagner está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Aos 21 anos é cantado por pessoas com o dobro da idade, um carinho que um reforço demora anos a merecer e que um miúdo da casa recebe por aparecer. É também a coisa mais difícil de corresponder no futebol.
Um 2‑0 sobre o Guarani de Fram, conquistado e não oferecido, e o tipo de tarde que manda toda a gente para casa a falar da próxima semana em vez desta.
O prazo passou e o plantel é o plantel. Chegaram 0, saíram 0, e tudo o resto que se imprimiu sobre este clube no último mês foi um rumor que ficou rumor.
Miguel Busto e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
«Não vim para aqui aquecer à frente das pessoas.» O contrato acaba um dia, sabe contar as semanas, e o Pastoreo terá de lhe dar um motivo para ficar ou uma saída.
“Um ponto é um ponto e fico com ele, mas devíamos ter levado os três.” Juan Cubas depois do empate por 0‑0, e a frase que todos os treinadores do país disseram a certa altura deste fim de semana.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Pastoreo, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Lucas Wagner estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Nenhum clube fica com muito do que ganha; a maior parte vai para os jogadores. Ficar quase sem nada é um arranjo diferente, e sempre que alguém o experimentou terminou da mesma forma.
Há um calor muito próprio que um estádio guarda para um jovem de 23 anos que sente como seu. Gustavo Medina tem-no agora, e tudo o que fizer no resto do tempo aqui será medido contra a boa vontade que lhe deram de graça.
Exames médicos, uma assinatura, uma camisola levantada à frente de um painel de patrocinadores. O Pastoreo fez a parte difícil com o Sportivo Luqueno, e a parte que falta é a única que os adeptos veem.
Miguel Busto esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Encarnacion fica com o seu homem, e o Pastoreo volta a uma lista com um nome riscado.
Plantel12/07/2027
Palavras no treino do Pastoreo sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Lucas Wagner está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Lá em cima ninguém disse nada, que é a coisa mais barulhenta que podiam fazer. Os resultados compram silêncio neste ofício; a conta do Pastoreo está a esgotar-se.
Ricardo Cantero esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
O Pastoreo perguntou e o Libertad disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
8.18. Há exibições que um adepto descreve a quem não esteve lá e não consegue transmitir; esta foi uma, e o número também não ajuda.
Plantel05/07/2027
Palavras no treino do Pastoreo sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Juan Duarte está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
As condições foram oferecidas e recusadas. Se foi o salário, a função ou a cidade, no Nacional ninguém diz, e no Pastoreo ninguém gosta de estar a adivinhar.
As ocasiões aparecem e algo acontece entre criá-las e finalizá-las. Já vão 4 jogos, e a inquietação nas bancadas chega um pouco mais cedo a cada semana.
Miguel Busto e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
O Pastoreo perguntou e o Sol de America disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Plantel28/06/2027
Lucas Wagner desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Uma sondagem ao Sol de America para um empréstimo: cobertura, ou uma vista de olhos a alguém que o clube ainda não pode comprar. De qualquer maneira, a resposta chega dentro de uma semana.
Em resumo
Notas dos jogadoresNinguém em campo chegou perto de Francisco Pacher
Luis Larré esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
As ocasiões aparecem e algo acontece entre criá-las e finalizá-las. Já vão 3 jogos, e a inquietação nas bancadas chega um pouco mais cedo a cada semana.
O Pastoreo perguntou e o Sportivo Luqueno disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Plantel21/06/2027
Lucas Wagner desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Nenhum clube fica com muito do que ganha; a maior parte vai para os jogadores. Ficar quase sem nada é um arranjo diferente, e sempre que alguém o experimentou terminou da mesma forma.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Dribles concretizados: 29. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
Os clubes tinham acordado e o jogador não. Uma nega, e pública: o Libertad fica com ele, e os adeptos daqui ficam a perguntar-se o que lhe terão dito sobre esta casa.
Miguel Busto esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
O Pastoreo já telefonou ao Nacional. Sem verba, uma parte do salário, e uma camisola a mais na posição em que o plantel esteve mais curto a época inteira.
O Pastoreo já telefonou ao Olimpia. Sem verba, uma parte do salário, e uma camisola a mais na posição em que o plantel esteve mais curto a época inteira.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Santino Robles, e o treinador deixou.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
“Não é o fim do mundo e não chega. As duas coisas são verdade.” O treinador, depois de um empate por 0‑0, disse a coisa honesta e foi dizê-la outra vez lá dentro.
15 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Pastoreo perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Pastoreo coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel07/06/2027
Lucas Wagner desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Continuamos a reunir-nos, e continuamos a sair da sala com os mesmos números com que entrámos.” Mais uma ronda de conversas no Pastoreo, mais uma semana sem a assinatura de Santiago Mejía.
Uma sondagem ao Sol de America para um empréstimo: cobertura, ou uma vista de olhos a alguém que o clube ainda não pode comprar. De qualquer maneira, a resposta chega dentro de uma semana.
Perguntou-se ao Sportivo Luqueno se o emprestaria. Os empréstimos acertam-se depressa ou não se acertam, e este será uma coisa ou outra até ao fim de semana.
23 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Pastoreo perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Miguel Busto e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel31/05/2027
Palavras no treino do Pastoreo sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Lucas Wagner está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Empate aos 94 minutos, depois de uma tarde que o Pastoreo tinha praticamente arrumada. O Tacuary vai chamar-lhe um ponto ganho; o balneário da casa vai chamar-lhe dois oferecidos, e ambos têm razão.
Dribles concretizados: 16. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
Foi preciso Aldo Parra marcar para trazer alguma coisa para casa: 1‑1 com o Tacuary, e metade do balneário vai chamar-lhe um ponto ganho.
O banco31/05/2027
A vista do banco
“Não perdemos. Há semanas em que é só isso que se consegue, e prefiro ter o ponto a não o ter.” Juan Cubas escolheu a versão do copo meio cheio do 1‑1; os adeptos saíram com a outra.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Pastoreo, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
30 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Pastoreo perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Todos os clubes de futebol pagam aos jogadores a maior parte do que recebem. Pagar-lhes quase tudo é outro arranjo, e acabou da mesma maneira todas as vezes que alguém tentou.
Há um calor muito próprio que um estádio guarda para um jovem de 21 anos que sente como seu. Ricardo Benítez tem-no agora, e tudo o que fizer no resto do tempo aqui será medido contra a boa vontade que lhe deram de graça.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Metade do calendário jogado, 10.º lugar, 19 pontos somados. Multiplicar por dois é a conta que todos os adeptos já fizeram e a única que ninguém no clube fará em voz alta.
37 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Pastoreo perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Pastoreo coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel17/05/2027
Lucas Wagner desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Ricardo Cantero, e o treinador deixou.
Dribles concretizados: 16. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
“Os adeptos têm todo o direito de estar zangados. Eu também estou. Vamos corrigir isto.” 0‑1, um treinador a dizer as coisas necessárias, e um balneário que ouviu outra versão delas.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Plantel17/05/2027
O melhor da divisão no último fim de semana foi um jogador do Pastoreo
É uma honra pequena e não é coisa nenhuma: alguém viu todos os jogos da divisão e decidiu que Francisco Pacher foi o melhor de qualquer um deles.
44 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Pastoreo perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Já são 3 vitórias seguidas, e a pergunta deixou de ser se a série acaba para passar a ser quem a acaba. Confiança assim não se compra; ganha-se exatamente desta maneira.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Pastoreo coisas que levam mais de uma semana a retirar.
A lesão mais comum do futebol e aquela de que mais se volta à pressa. O Pastoreo vai falar em 18 dias e vai ter cuidado, porque a segunda é sempre pior do que a primeira.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Lucas Wagner estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Há um calor muito próprio que um estádio guarda para um jovem de 23 anos que sente como seu. Gustavo Medina tem-no agora, e tudo o que fizer no resto do tempo aqui será medido contra a boa vontade que lhe deram de graça.
Dribles concretizados: 19. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
Em resumo
Notas dos jogadoresJuan Duarte em notas de excelência
52 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Pastoreo perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Pastoreo, e não vai ser retirado.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Pastoreo coisas que levam mais de uma semana a retirar.
A lesão mais comum do futebol e aquela de que mais se volta à pressa. O Pastoreo vai falar em 14 dias e vai ter cuidado, porque a segunda é sempre pior do que a primeira.
59 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Pastoreo perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Miguel Busto e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel26/04/2027
Alberto Martínez desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Aos 23 anos é cantado por pessoas com o dobro da idade, um carinho que um reforço demora anos a merecer e que um miúdo da casa recebe por aparecer. É também a coisa mais difícil de corresponder no futebol.
Nenhum clube fica com muito do que ganha; a maior parte vai para os jogadores. Ficar quase sem nada é um arranjo diferente, e sempre que alguém o experimentou terminou da mesma forma.
Dribles concretizados: 16. Havia sempre um defesa à frente dele, e nunca houve um defesa à frente dele por muito tempo.
O banco26/04/2027
A vista do banco
“Controlámos o jogo. Houve períodos de que não gostei e vamos vê-los, mas o grupo mostrou-me alguma coisa.” Juan Cubas, sobre uma vitória por 1‑0 que já ia a desmontar a caminho da sala de imprensa.
66 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Pastoreo perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Lucas Wagner estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Ricardo Cantero, e o treinador deixou.
“Hoje não fomos suficientemente bons e não vou enfeitar isto.” Juan Cubas depois do 0‑2, no tom de quem sabe qual é a pergunta seguinte e não tenciona responder-lhe.
Aqui não há queixa possível e todos os envolvidos sabem, o que não encurta o caminho até ao banco. A forma é a única moeda do futebol sobre a qual não se pode pedir emprestado.
Fernando Rolón lesiona os ligamentos do joelho — 73 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 73 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Miguel Busto e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Aos 23 anos é cantado por pessoas com o dobro da idade, um carinho que um reforço demora anos a merecer e que um miúdo da casa recebe por aparecer. É também a coisa mais difícil de corresponder no futebol.
A perder, e batido em qualquer leitura honesta, até ao minuto 95. O Rubio Nu tinha os pontos no bolso e um canto do estádio ainda acreditava, que é geralmente quando acontece.
Avaliado com 7.69. Pergunte a qualquer pessoa à saída do estádio o que decidiu aquilo e receberá um nome, que é o único prémio que alguma vez contou a sério.
1‑1, e os dois balneários vão falar de dois pontos perdidos. Um empate que fez muitas perguntas e não respondeu a nenhuma.
O banco12/04/2027
Aldo Parra tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Pastoreo dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
81 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Pastoreo perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Pastoreo coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Alberto Martínez estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Toda a gente no Pastoreo viu antes de alguém o dizer, que é como isto vai sempre. Aos 38 o declínio é real e mensurável — 3 pontos — e só falta saber como o clube trata alguém a quem deve muitíssimo.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
“Não é o fim do mundo e não chega. As duas coisas são verdade.” O treinador, depois de um empate por 0‑0, disse a coisa honesta e foi dizê-la outra vez lá dentro.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Alberto Martínez treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
A ficha de jogo di-lo em público todas as semanas até mudar. A única versão de ficar de fora que um futebolista não consegue contestar, e a que lhe custa mais.
Noventa minutos, zero golos, e a discussão começou antes de o parque de estacionamento esvaziar: um ponto somado ou dois deitados fora contra o Independiente CG? Na quinta-feira ainda vai haver quem discuta.
Notas dos jogadoresA tarde passou toda por Juan Duarte
35Edição
O Correio de Pastoreo
29/03/2027
Do nosso correspondente de futebolInquietação
Plantel29/03/2027
Fernando Rolón lesiona os ligamentos do joelho — 88 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 88 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Pastoreo coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel29/03/2027
Lucas Wagner desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
O banco29/03/2027
Lucas Wagner volta a ter um treinador que o conhece
O novo treinador do Pastoreo já trabalhou com Lucas Wagner e correu bem. Chega com uma ideia formada do jogador, o que vale mais do que qualquer pré-época.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Luis Larré, e o treinador deixou.
Nenhum clube fica com muito do que ganha; a maior parte vai para os jogadores. Ficar quase sem nada é um arranjo diferente, e sempre que alguém o experimentou terminou da mesma forma.
Todos os plantéis têm um jogo destes para alguém, todas as épocas. Este é o de Kevin Lezcano: o clube que o conheceu primeiro, os adeptos que vão decidir no primeiro minuto se aplaudem, e o Pastoreo a precisar que ele jogue como se nada disso importasse.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Nada por escrito e nada em público: uma palavra sobre minutos, dada cara a cara no Pastoreo. As fichas de jogo do próximo mês dirão se valia a pena tê-la.
95 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Pastoreo perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
9 jogos sem vencer é o tipo de série que muda a forma como uma cidade fala do seu clube, e o Fernando de la Mora foi a tarde em que parou. Um resultado não resolve nada, e um resultado faz tudo parecer diferente.
Dribles concretizados: 20. Pelo minuto setenta aparece no rosto de um lateral um desespero muito próprio, e ali estava ele.
O banco22/03/2027
Lucas Wagner volta a ter um treinador que o conhece
O novo treinador do Pastoreo já trabalhou com Lucas Wagner e correu bem. Chega com uma ideia formada do jogador, o que vale mais do que qualquer pré-época.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Aldo Parra. 1‑0 sobre o Fernando de la Mora, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
Alguns jogos decidem-se num instante; este decidiu-se num homem. 7.92 na ficha, e os adeptos do Pastoreo saíram a repetir um nome.
Plantel22/03/2027
No Pastoreo ainda são estranhos uns para os outros
6 reforços numa só janela. Cada um pode ser uma melhoria e a equipa pode ainda assim ser pior durante uns tempos, que é a parte de uma reconstrução de que os veredictos nunca falam.
102 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Pastoreo perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Jogo13/03/2027
Não se vê o fim da espera do Pastoreo por uma vitória
Já são 9 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Pastoreo tem de arrancar um resultado de algum lado.
Dribles concretizados: 22. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Pastoreo coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Alberto Martínez estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
O banco15/03/2027
Lucas Wagner volta a ter um treinador que o conhece
O novo treinador do Pastoreo já trabalhou com Lucas Wagner e correu bem. Chega com uma ideia formada do jogador, o que vale mais do que qualquer pré-época.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Lucas Wagner, e o treinador deixou.
Ninguém o confirma e as fichas de jogo confirmam-no todas as semanas. Um erro comprou-lhe um período como segunda opção que já é mais longo do que o erro merecia.
Fernando Rolón lesiona os ligamentos do joelho — 109 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 109 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
1‑2 frente ao River Plate, e a estrada acaba aqui. As eliminações da taça são mortes rápidas — sem segunda mão, sem próxima semana, só o campeonato daqui até maio.
Jogo06/03/2027
Não se vê o fim da espera do Pastoreo por uma vitória
Já são 8 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Pastoreo tem de arrancar um resultado de algum lado.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Pastoreo coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel08/03/2027
Palavras no treino do Pastoreo sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Lucas Wagner está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
O banco08/03/2027
Lucas Wagner volta a ter um treinador que o conhece
O novo treinador do Pastoreo já trabalhou com Lucas Wagner e correu bem. Chega com uma ideia formada do jogador, o que vale mais do que qualquer pré-época.
Aos 22 anos é cantado por pessoas com o dobro da idade, um carinho que um reforço demora anos a merecer e que um miúdo da casa recebe por aparecer. É também a coisa mais difícil de corresponder no futebol.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
116 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Pastoreo perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Miguel Busto esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
O banco01/03/2027
Lucas Wagner volta a ter um treinador que o conhece
O novo treinador do Pastoreo já trabalhou com Lucas Wagner e correu bem. Chega com uma ideia formada do jogador, o que vale mais do que qualquer pré-época.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Luis Larré, e o treinador deixou.
“Continuamos a reunir-nos, e continuamos a sair da sala com os mesmos números com que entrámos.” Mais uma ronda de conversas no Pastoreo, mais uma semana sem a assinatura de Miguel Busto.
Fernando Rolón lesiona os ligamentos do joelho — 123 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 123 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Alberto Martínez estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
O banco22/02/2027
Lucas Wagner volta a ter um treinador que o conhece
O novo treinador do Pastoreo já trabalhou com Lucas Wagner e correu bem. Chega com uma ideia formada do jogador, o que vale mais do que qualquer pré-época.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Alberto Martínez, e o treinador deixou.
131 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Pastoreo perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Jogo13/02/2027
Não se vê o fim da espera do Pastoreo por uma vitória
Já são 4 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Pastoreo tem de arrancar um resultado de algum lado.
Miguel Busto e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Lucas Wagner estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
O banco15/02/2027
Lucas Wagner volta a ter um treinador que o conhece
O novo treinador do Pastoreo já trabalhou com Lucas Wagner e correu bem. Chega com uma ideia formada do jogador, o que vale mais do que qualquer pré-época.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Empate aos 89 minutos, depois de uma tarde que o Pastoreo tinha praticamente arrumada. O Resistencia vai chamar-lhe um ponto ganho; o balneário da casa vai chamar-lhe dois oferecidos, e ambos têm razão.
“Fiz tudo o que me pediram nos treinos e ao sábado não mudou nada.” A queixa mais conhecida do futebol, e uma a que o Pastoreo terá de responder com minutos ou com uma transferência.
Em resumo
Notas dos jogadoresUm momento caríssimo de Carlos Mora
Fernando Rolón lesiona os ligamentos do joelho — 139 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 139 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Ricardo Cantero esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
2 miúdos sobem, e algures no edifício as pessoas que os treinaram aos doze anos estão a ter, em silêncio, a melhor manhã do seu ano de trabalho. Nada disto aparece num resultado, e é para isto que a formação existe.
1‑2 para o Tacuary, e nenhuma queixa que valha a pena imprimir. A exibição não pediu mais do que aquilo que recebeu.
O banco08/02/2027
Lucas Wagner volta a ter um treinador que o conhece
O novo treinador do Pastoreo já trabalhou com Lucas Wagner e correu bem. Chega com uma ideia formada do jogador, o que vale mais do que qualquer pré-época.
A formação existe exatamente para esta manhã. Pablo Lopez passou por todos os escalões do clube e tem agora um número de equipa principal; os mais orgulhosos do edifício serão os que o treinaram aos doze anos.
Não há verba, não há apresentação, não há empresário na escadaria. Diego Gomez está neste clube desde miúdo e faz agora parte, formalmente, do plantel principal — o que, para um leitor local, vale mais do que qualquer contratação.
O banco08/02/2027
O veredicto do treinador
“A culpa é minha. Sou eu que escolho a equipa e escolhi mal.” Os treinadores dizem isto quando o sentem e quando precisam que se veja que o dizem, e depois do 1‑2 Juan Cubas saiu da sala antes que alguém pudesse perguntar qual dos dois casos era.
O banco08/02/2027
Neste momento há alguém melhor do que Lucas Wagner
A ficha de jogo di-lo em público todas as semanas até mudar. A única versão de ficar de fora que um futebolista não consegue contestar, e a que lhe custa mais.
Fernando Rolón lesiona os ligamentos do joelho — 146 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 146 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Miguel Busto esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel01/02/2027
Alberto Martínez desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
O banco01/02/2027
Lucas Wagner volta a ter um treinador que o conhece
O novo treinador do Pastoreo já trabalhou com Lucas Wagner e correu bem. Chega com uma ideia formada do jogador, o que vale mais do que qualquer pré-época.
Quando isto acontece nada se anuncia, e toda a gente sabe. É uma parte maior do plano do Pastoreo do que era há um mês, e o centro de treinos percebeu-o antes de a ficha de jogo o dizer.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
153 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Pastoreo perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Luis Larré esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
O banco25/01/2027
Lucas Wagner volta a ter um treinador que o conhece
O novo treinador do Pastoreo já trabalhou com Lucas Wagner e correu bem. Chega com uma ideia formada do jogador, o que vale mais do que qualquer pré-época.
31 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Pastoreo perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Miguel Busto e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
O banco18/01/2027
Lucas Wagner volta a ter um treinador que o conhece
O novo treinador do Pastoreo já trabalhou com Lucas Wagner e correu bem. Chega com uma ideia formada do jogador, o que vale mais do que qualquer pré-época.
Em resumo
O bancoO treinador faz uma promessa a Lucas Wagner
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Pastoreo coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Olimpia fica com o seu homem, e o Pastoreo volta a uma lista com um nome riscado.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Lucas Wagner estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
O banco11/01/2027
Lucas Wagner volta a ter um treinador que o conhece
O novo treinador do Pastoreo já trabalhou com Lucas Wagner e correu bem. Chega com uma ideia formada do jogador, o que vale mais do que qualquer pré-época.
Não está a ser deixado de fora. Simplesmente não há, no sistema que o Pastoreo joga, sítio onde pôr um homem que faz o que ele faz, o que é mais difícil de ouvir do que qualquer ficha de jogo.
Exames médicos, uma assinatura, uma camisola levantada à frente de um painel de patrocinadores. O Pastoreo fez a parte difícil com o Olimpia, e a parte que falta é a única que os adeptos veem.
$350.0K era o máximo que o clube pagaria, e o Olimpia pedia mais. Negócios destes ressuscitam na última semana do mercado mais ou menos metade das vezes, e todos os envolvidos o sabem.
Miguel Busto esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Sol de America fica com o seu homem, e o Pastoreo volta a uma lista com um nome riscado.
Plantel04/01/2027
Lucas Wagner desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
O banco04/01/2027
Lucas Wagner volta a ter um treinador que o conhece
O novo treinador do Pastoreo já trabalhou com Lucas Wagner e correu bem. Chega com uma ideia formada do jogador, o que vale mais do que qualquer pré-época.
“Continuamos a reunir-nos, e continuamos a sair da sala com os mesmos números com que entrámos.” Mais uma ronda de conversas no Pastoreo, mais uma semana sem a assinatura de Edgar González.
Quando isto acontece nada se anuncia, e toda a gente sabe. É uma parte maior do plano do Pastoreo do que era há um mês, e o centro de treinos percebeu-o antes de a ficha de jogo o dizer.
Uma conversa no gabinete do treinador, e um compromisso que saiu dela. Promessas assim são baratas de fazer e caras de quebrar, e Lucas Wagner apontou a data.
A abordagem foi feita e a resposta veio numa frase. Não há número em cima da mesa porque não havia número que chegasse.
O banco28/12/2026
Lucas Wagner volta a ter um treinador que o conhece
O novo treinador do Pastoreo já trabalhou com Lucas Wagner e correu bem. Chega com uma ideia formada do jogador, o que vale mais do que qualquer pré-época.
Plantel28/12/2026
No Pastoreo ainda são estranhos uns para os outros
13 reforços numa só janela. Cada um pode ser uma melhoria e a equipa pode ainda assim ser pior durante uns tempos, que é a parte de uma reconstrução de que os veredictos nunca falam.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Santino Robles e o Pastoreo acertam mais 4 anos.
Ninguém vende um lugar anual com uma contratação destas. Qualquer treinador que tenha passado um mau outubro quer uma assim, e o Pastoreo foi buscar a sua cedo.
Ricardo Cantero e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
A abordagem foi feita e a resposta veio numa frase. Não há número em cima da mesa porque não havia número que chegasse.
Plantel21/12/2026
Palavras no treino do Pastoreo sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Lucas Wagner está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
O banco21/12/2026
Lucas Wagner volta a ter um treinador que o conhece
O novo treinador do Pastoreo já trabalhou com Lucas Wagner e correu bem. Chega com uma ideia formada do jogador, o que vale mais do que qualquer pré-época.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
O Pastoreo já telefonou ao River Plate. Sem verba, uma parte do salário, e uma camisola a mais na posição em que o plantel esteve mais curto a época inteira.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Ángel Cristaldo e o Pastoreo acertam mais 4 anos.
Perguntam tantas vezes aos futebolistas pelo clube da infância que ninguém ouve a resposta. Gustavo Medina acabou de assinar pelo Pastoreo e, por uma vez, a resposta importava.
O aperto de mão com o Guarani está dado; o do jogador ainda não. Seguem-se as condições pessoais, e é nas condições pessoais que morrem mais negócios do que alguém imprime.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Pastoreo coisas que levam mais de uma semana a retirar.
O Pastoreo perguntou e o Olimpia disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
O banco14/12/2026
Lucas Wagner volta a ter um treinador que o conhece
O novo treinador do Pastoreo já trabalhou com Lucas Wagner e correu bem. Chega com uma ideia formada do jogador, o que vale mais do que qualquer pré-época.
Perguntou-se ao Sol de America se o emprestaria. Os empréstimos acertam-se depressa ou não se acertam, e este será uma coisa ou outra até ao fim de semana.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Cerro Porteno fica com o seu homem, e o Pastoreo volta a uma lista com um nome riscado.
O banco07/12/2026
Lucas Wagner volta a ter um treinador que o conhece
O novo treinador do Pastoreo já trabalhou com Lucas Wagner e correu bem. Chega com uma ideia formada do jogador, o que vale mais do que qualquer pré-época.
O treinador reorganizou as ideias e Fernando Rolón saiu delas mais abaixo. Vão dizer-lhe que é temporário, e os jogadores que já ouviram isso antes vão desviar o olhar.
Ricardo Cantero e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
O banco30/11/2026
Lucas Wagner volta a ter um treinador que o conhece
O novo treinador do Pastoreo já trabalhou com Lucas Wagner e correu bem. Chega com uma ideia formada do jogador, o que vale mais do que qualquer pré-época.
Plantel30/11/2026
7 caras novas e o Pastoreo ainda se está a conhecer
Um plantel reconstruído num único mercado paga-o numa moeda que ninguém orça. O futebol não é pior do que a soma dos jogadores: é pior do que a soma dos jogadores que já jogaram juntos.
Ricardo Cantero e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
O banco23/11/2026
Lucas Wagner volta a ter um treinador que o conhece
O novo treinador do Pastoreo já trabalhou com Lucas Wagner e correu bem. Chega com uma ideia formada do jogador, o que vale mais do que qualquer pré-época.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Carlos Martínez Guillén esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
O banco16/11/2026
Lucas Wagner volta a ter um treinador que o conhece
O novo treinador do Pastoreo já trabalhou com Lucas Wagner e correu bem. Chega com uma ideia formada do jogador, o que vale mais do que qualquer pré-época.
Uma conversa no gabinete do treinador, e um compromisso que saiu dela. Promessas assim são baratas de fazer e caras de quebrar, e Lucas Wagner apontou a data.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Pastoreo coisas que levam mais de uma semana a retirar.
O banco09/11/2026
Lucas Wagner volta a ter um treinador que o conhece
O novo treinador do Pastoreo já trabalhou com Lucas Wagner e correu bem. Chega com uma ideia formada do jogador, o que vale mais do que qualquer pré-época.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Nahuel Valiñas, e o treinador deixou.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Miguel Busto e o Pastoreo acertam mais 2 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Pastoreo, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
PlantelMiguel Busto já ficou grande para esta divisão
14Edição
O Correio de Pastoreo
02/11/2026
Do nosso correspondente de futebolEstável
O banco02/11/2026
Lucas Wagner volta a ter um treinador que o conhece
O novo treinador do Pastoreo já trabalhou com Lucas Wagner e correu bem. Chega com uma ideia formada do jogador, o que vale mais do que qualquer pré-época.
O treinador reorganizou as ideias e Sandino Sosa saiu delas mais abaixo. Vão dizer-lhe que é temporário, e os jogadores que já ouviram isso antes vão desviar o olhar.
Plantel02/11/2026
No Pastoreo ainda são estranhos uns para os outros
17 reforços numa só janela. Cada um pode ser uma melhoria e a equipa pode ainda assim ser pior durante uns tempos, que é a parte de uma reconstrução de que os veredictos nunca falam.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Juan Gómez e o Pastoreo acertam mais 1 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Pastoreo, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Juan Gómez tem 37 e já não tem nada a provar. O que lhe resta é saber onde se colocar, quando baixar o ritmo e o que dizer ao intervalo, e nada disso aparece num gráfico físico.
Em resumo
O bancoO treinador faz uma promessa a Lucas Wagner
Sandino Sosa e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
O banco26/10/2026
Lucas Wagner volta a ter um treinador que o conhece
O novo treinador do Pastoreo já trabalhou com Lucas Wagner e correu bem. Chega com uma ideia formada do jogador, o que vale mais do que qualquer pré-época.
Uma conversa no gabinete do treinador, e um compromisso que saiu dela. Promessas assim são baratas de fazer e caras de quebrar, e Lucas Wagner apontou a data.
Sandino Sosa esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
O banco19/10/2026
Lucas Wagner volta a ter um treinador que o conhece
O novo treinador do Pastoreo já trabalhou com Lucas Wagner e correu bem. Chega com uma ideia formada do jogador, o que vale mais do que qualquer pré-época.
Aos 36 anos, 3 pontos abaixo de onde esteve, e um corpo que começou a cobrar juros. Acontece a todos, e continua a ser o parágrafo mais difícil desta página.
Todos os futebolistas têm uma resposta para a pergunta sobre o clube da infância, e a maioria nunca chega a agir sobre ela. Juan Duarte agiu, no Pastoreo, e o primeiro mês vai mostrar o que isso faz a um homem.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Jorge Samaniego e o Pastoreo acertam mais 1 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Pastoreo coisas que levam mais de uma semana a retirar.
O banco12/10/2026
Lucas Wagner volta a ter um treinador que o conhece
O novo treinador do Pastoreo já trabalhou com Lucas Wagner e correu bem. Chega com uma ideia formada do jogador, o que vale mais do que qualquer pré-época.
Não há verba, não há apresentação, não há empresário na escadaria. Pablo Santa Cruz está neste clube desde miúdo e faz agora parte, formalmente, do plantel principal — o que, para um leitor local, vale mais do que qualquer contratação.
A formação existe exatamente para esta manhã. Fernando Martinez passou por todos os escalões do clube e tem agora um número de equipa principal; os mais orgulhosos do edifício serão os que o treinaram aos doze anos.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Sandino Sosa e o Pastoreo acertam mais 1 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Sandino Sosa e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
O banco05/10/2026
Lucas Wagner volta a ter um treinador que o conhece
O novo treinador do Pastoreo já trabalhou com Lucas Wagner e correu bem. Chega com uma ideia formada do jogador, o que vale mais do que qualquer pré-época.
Perguntou pelo seu futuro e recebeu uma resposta com minutos lá dentro. O treinador fez uma promessa num edifício onde as promessas não se esquecem, e o relógio já começou a contar.
O encolher de ombros desapareceu, a língua vai chegando, e discute nos treinos como alguém que conta estar aqui no próximo ano. Metade do valor de um reforço é isto, e nada disso aparece na verba.
A lesão mais comum do futebol e aquela de que mais se volta à pressa. O Pastoreo vai falar em 14 dias e vai ter cuidado, porque a segunda é sempre pior do que a primeira.
Faz o seu trabalho e não se está a instalar. O Pastoreo devia ser um passo em frente nas contas dele, e as contas dele foram revistas desde que chegou.
Faz aos sábados coisas a que ninguém à sua volta consegue responder: durante uma temporada é lisonjeiro e depois é um problema. O Pastoreo não o segura a fingir o contrário.