Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O River Plate vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No River Plate ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no River Plate coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Em resumo
PlantelUma zanga por causa do esforço no River Plate
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O River Plate vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Matías Vecino esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Em resumo
Plantel10 caras novas e o River Plate ainda se está a conhecer
Os adeptos organizam-se contra a direção do River Plate
Um ambiente mau espera-se que passe. Um grupo de pessoas a reunir-se depois do jogo para decidir o que fazer não passa à espera, e toda a gente no clube sabe em que fase isto está.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 56 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Gerónimo Blanco será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no River Plate as despedidas começaram em silêncio.
Matías Vecino e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel25/01/2027
Felipe Chiappini desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no River Plate falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Matías Vecino e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Felipe Chiappini estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Em resumo
O bancoDiego Sánchez tornou-se um homem de confiança do treinador
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no River Plate falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no River Plate coisas que levam mais de uma semana a retirar.
O River Plate perguntou e o Gimnasia La Plata disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Não há verba, não há apresentação, não há empresário na escadaria. Rodrigo Coates está neste clube desde miúdo e faz agora parte, formalmente, do plantel principal — o que, para um leitor local, vale mais do que qualquer contratação.
Lá em cima ninguém disse nada, que é a coisa mais barulhenta que podiam fazer. Os resultados compram silêncio neste ofício; a conta do River Plate está a esgotar-se.
Plantel04/01/2027
43 dias de fora para Ahmed Njankouo depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O River Plate vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Chega um momento em que um clube apoia a sua ambição ou admite que não a tem. O River Plate pagou $1.3M por Sebastián da Silva, que é a forma mais barulhenta de dizer qual das duas escolheu.
Ignacio Pereira esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
O interesse é real o suficiente para ter chegado aos jornais. O River Plate nada diz, o que em pleno mercado também é uma resposta.
Plantel04/01/2027
Palavras no treino do River Plate sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Felipe Chiappini está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Plantel04/01/2027
Demasiada mudança demasiado depressa no River Plate
14 contratações em três meses. Cada uma pode ser uma melhoria e a equipa pode ser pior durante um tempo na mesma, que é a parte de uma reconstrução que nunca aparece nos balanços de mercado.
O River Plate já telefonou ao Gimnasia La Plata. Sem verba, uma parte do salário, e uma camisola a mais na posição em que o plantel esteve mais curto a época inteira.
O bancoJosé Arbío pede uma conversa com o treinador
22Edição
A Gazeta de River Plate
28/12/2026
Do nosso correspondente de futebolInquietação
As bancadas28/12/2026
Os adeptos organizam-se contra a direção do River Plate
Um ambiente mau espera-se que passe. Um grupo de pessoas a reunir-se depois do jogo para decidir o que fazer não passa à espera, e toda a gente no clube sabe em que fase isto está.
Plantel28/12/2026
53 dias de fora para Ahmed Njankouo depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O River Plate vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Verba acordada, salário acordado, e o Miramar Misiones à espera com uma camisola. No River Plate ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
O valor aprovado não chegava. A direção foi consultada de novo e subiu a sua própria proposta para $1.9M — um clube que quer Nicolás Sosa ao ponto de perguntar duas vezes.
Ignacio Pereira e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Barracas Central fica com o seu homem, e o River Plate volta a uma lista com um nome riscado.
Em resumo
PlantelFelipe Chiappini desentende-se com um colega por causa das exigências
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O River Plate perdeu-o em tudo menos nos papéis.
O Liverpool Montevideo não queria vender e o número é a razão por que o fez. $680.0K por Gonzalo de Mello, e a expectativa que chega com ele não é suavizada por nenhum período de adaptação.
O Liverpool Montevideo queria mais do que $820.0K e a direção não foi por aí. Levantou-se da mesa, por agora, o que em pleno mercado quer dizer até alguém pestanejar.
Matías Vecino e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
O River Plate foi ao Nacional com uma proposta, e os adeptos foram à internet com uma opinião sobre ela. Se alguma das duas muda alguma coisa, decide o clube vendedor.
Todos os desenhos têm posições e este não tem a dele. O River Plate vai mudar o desenho, mudar-lhe a função ou mudar-lhe o clube, e ele está à espera de saber qual.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Há uma versão de cada carreira em que o jogador acaba onde escolheu e não onde o escolheram. Sebastián Guerrero está a viver essa versão no River Plate, e costuma notar-se no primeiro mês.
O Fenix não queria vender e o número é a razão por que o fez. $1.7M por Sebastián Guerrero, e a expectativa que chega com ele não é suavizada por nenhum período de adaptação.
A proposta seguiu esta semana para o Liverpool Montevideo, e a resposta é deles. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
A proposta seguiu esta semana para o Liverpool Montevideo, e a resposta é deles. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no River Plate coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Sebastián Guerrero era o nome em todos os programas de rádio, e o clube foi buscá-lo por $1.7M. Durante uma semana a direção não faz nada de errado, e é uma semana que a maioria das direções nunca tem.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Plantel14/12/2026
Palavras no treino do River Plate sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Felipe Chiappini está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
A proposta do Penarol por Lautaro Pertusatti foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Direção07/12/2026
O silêncio lá de cima começa a ouvir-se em River Plate
Ninguém na direção disse nada contra o treinador — e é esse o problema: também já não dizem nada a favor.
O River Plate foi ao Danubio com uma proposta, e os adeptos foram à internet com uma opinião sobre ela. Se alguma das duas muda alguma coisa, decide o clube vendedor.
Matías Vecino esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
O Deportivo Maldonado vai continuar a utilizá-lo até junho e não receberá nada por ele depois. Bruno Centeno pré-acordou a mudança para o River Plate, e os únicos que perdem nesse arranjo são os que deixaram o contrato correr.
O interesse é real o suficiente para ter chegado aos jornais. O River Plate nada diz, o que em pleno mercado também é uma resposta.
Plantel07/12/2026
Felipe Chiappini desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Nicolás dos Santos e o River Plate acertam mais 4 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Plantel07/12/2026
9 caras novas e o River Plate ainda se está a conhecer
Um plantel reconstruído num único mercado paga-o numa moeda que ninguém orça. O futebol não é pior do que a soma dos jogadores: é pior do que a soma dos jogadores que já jogaram juntos.
21 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O River Plate perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Adeptos que cantam quando corre mal são adeptos. Adeptos que se juntam à saída são um problema, e dentro do edifício toda a gente sabe qual das duas coisas isto é agora.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No River Plate ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Rodrigo Hernández, e o treinador deixou.
Nada por escrito e nada em público: uma palavra sobre minutos, dada cara a cara no River Plate. As fichas de jogo do próximo mês dirão se valia a pena tê-la.
«Não vim para aqui aquecer à frente das pessoas.» O contrato acaba um dia, sabe contar as semanas, e o River Plate terá de lhe dar um motivo para ficar ou uma saída.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Yonatan Irrazábal treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
29 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O River Plate perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Ignacio Pereira e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel23/11/2026
Palavras no treino do River Plate sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Felipe Chiappini está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Pablo Olivera lesiona os ligamentos do joelho — 37 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 37 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No River Plate ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no River Plate coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Felipe Chiappini estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Tomás Bugallo e o River Plate acertam mais 3 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
O banco16/11/2026
Diego Sánchez tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no River Plate dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
46 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O River Plate perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Ignacio Pereira esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel09/11/2026
No River Plate ainda são estranhos uns para os outros
7 reforços numa só janela. Cada um pode ser uma melhoria e a equipa pode ainda assim ser pior durante uns tempos, que é a parte de uma reconstrução de que os veredictos nunca falam.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em River Plate, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Uma conversa no gabinete do treinador, e um compromisso que saiu dela. Promessas assim são baratas de fazer e caras de quebrar, e Maximiliano Burruzo apontou a data.
Em resumo
PlantelAlguém anda atrás da camisola de Matías Vecino
Pablo Olivera lesiona os ligamentos do joelho — 55 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 55 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
As bancadas02/11/2026
A raiva no River Plate transborda para fora do estádio
Deixou de ser um ambiente nas bancadas e passou a ser algo organizado. As direções podem ignorar um mau ambiente durante muito tempo; esta fase não a conseguem ignorar por muito.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que River Plate podem fingir não ter ouvido.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No River Plate ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Matías Vecino e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel02/11/2026
Felipe Chiappini desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Perguntou pelo seu futuro e recebeu uma resposta com minutos lá dentro. O treinador fez uma promessa num edifício onde as promessas não se esquecem, e o relógio já começou a contar.
63 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O River Plate perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do River Plate, e não vai ser retirado.
Ignacio Pereira e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
16 dias, diz o departamento médico, e os departamentos médicos são otimistas por profissão. A ficha de jogo vai parecer errada sem ele.
Plantel26/10/2026
Palavras no treino do River Plate sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Felipe Chiappini está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Inti López treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
“Continuamos a reunir-nos, e continuamos a sair da sala com os mesmos números com que entrámos.” Mais uma ronda de conversas no River Plate, mais uma semana sem a assinatura de Agustín Dávila.
Nada por escrito e nada em público: uma palavra sobre minutos, dada cara a cara no River Plate. As fichas de jogo do próximo mês dirão se valia a pena tê-la.
Em resumo
MercadoO River Plate faz compras onde não custa nada
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no River Plate coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel19/10/2026
Santiago Romero desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em River Plate, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
O banco19/10/2026
Diego Sánchez tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no River Plate dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Lautaro Pertusatti será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no River Plate as despedidas começaram em silêncio.
Ignacio Pereira esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Santiago Romero estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
A papelada fica pronta muito antes do jogador. Bruno Hernández acertou vir quando o contrato atual terminar, o que significa que o River Plate substituiu um orçamento de verão por um telefonema.
Perguntou pelo seu futuro e recebeu uma resposta com minutos lá dentro. O treinador fez uma promessa num edifício onde as promessas não se esquecem, e o relógio já começou a contar.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No River Plate ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Ignacio Pereira e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Felipe Chiappini estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Um mês é longo o suficiente para ninguém entrar por acaso. Inti López está no melhor onze da divisão, o que é um elogio mais discreto do que um prémio e mais fiável.
Uma conversa no gabinete do treinador, e um compromisso que saiu dela. Promessas assim são baratas de fazer e caras de quebrar, e Maximiliano Burruzo apontou a data.
Ignacio Pereira e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
«Aqui ninguém está acima de levar um raspanete.» Não se disse nenhum nome, mas o balneário sabe contar, e quem estava a ouvir também.
Plantel28/09/2026
Demasiada mudança demasiado depressa no River Plate
15 contratações em três meses. Cada uma pode ser uma melhoria e a equipa pode ser pior durante um tempo na mesma, que é a parte de uma reconstrução que nunca aparece nos balanços de mercado.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em River Plate, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Uma conversa no gabinete do treinador, e um compromisso que saiu dela. Promessas assim são baratas de fazer e caras de quebrar, e Vitinho apontou a data.
O bancoO treinador crava a sua bandeira em Inti López
8Edição
A Gazeta de River Plate
21/09/2026
Do nosso correspondente de futebolCrise
Jogo19/09/2026
Não se vê o fim da espera do River Plate por uma vitória
Já são 8 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no River Plate tem de arrancar um resultado de algum lado.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No River Plate ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no River Plate coisas que levam mais de uma semana a retirar.
As ocasiões aparecem e algo acontece entre criá-las e finalizá-las. Já vão 3 jogos, e a inquietação nas bancadas chega um pouco mais cedo a cada semana.
Derrota por 0‑2, e justa. O treinador foi curto nas palavras no final, o que provavelmente foi sensato.
Plantel21/09/2026
Felipe Chiappini desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Hoje não fomos suficientemente bons e não vou enfeitar isto.” Leonardo Torres depois do 0‑2, no tom de quem sabe qual é a pergunta seguinte e não tenciona responder-lhe.
Todos os desenhos têm posições e este não tem a dele. O River Plate vai mudar o desenho, mudar-lhe a função ou mudar-lhe o clube, e ele está à espera de saber qual.
O banco21/09/2026
Diego Sánchez tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no River Plate dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Dribles concretizados: 31. Cada vez que recebia, alguém tinha de decidir, e todas as vezes a decisão foi a errada.
Jogo12/09/2026
Não se vê o fim da espera do River Plate por uma vitória
Já são 7 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no River Plate tem de arrancar um resultado de algum lado.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Lautaro Pertusatti será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no River Plate as despedidas começaram em silêncio.
Vai jogar aqui até ao verão e depois sair pela porta de graça, tendo já assinado noutro lado. Os adeptos aguentam a primeira parte desta frase; é com a segunda que vão ter dificuldade.
O Albion vai continuar a utilizá-lo até junho e não receberá nada por ele depois. Francisco Ginella pré-acordou a mudança para o River Plate, e os únicos que perdem nesse arranjo são os que deixaram o contrato correr.
Plantel14/09/2026
Felipe Chiappini desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Gerónimo Blanco esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Todos os desenhos têm posições e este não tem a dele. O River Plate vai mudar o desenho, mudar-lhe a função ou mudar-lhe o clube, e ele está à espera de saber qual.
“Não é o fim do mundo e não chega. As duas coisas são verdade.” O treinador, depois de um empate por 0‑0, disse a coisa honesta e foi dizê-la outra vez lá dentro.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No River Plate ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Ignacio Pereira e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
O treinador reorganizou as ideias e Cristian Techera saiu delas mais abaixo. Vão dizer-lhe que é temporário, e os jogadores que já ouviram isso antes vão desviar o olhar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Facundo Pérez, e o treinador deixou.
“Continuamos a reunir-nos, e continuamos a sair da sala com os mesmos números com que entrámos.” Mais uma ronda de conversas no River Plate, mais uma semana sem a assinatura de Lautaro Pertusatti.
Quando isto acontece nada se anuncia, e toda a gente sabe. É uma parte maior do plano do River Plate do que era há um mês, e o centro de treinos percebeu-o antes de a ficha de jogo o dizer.
Todos os plantéis têm um jogo destes para alguém, todas as épocas. Este é o de Carlos Rodríguez: o clube que o conheceu primeiro, os adeptos que vão decidir no primeiro minuto se aplaudem, e o River Plate a precisar que ele jogue como se nada disso importasse.
Dribles concretizados: 25. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
Ignacio Pereira e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Aos 22 anos é cantado por pessoas com o dobro da idade, um carinho que um reforço demora anos a merecer e que um miúdo da casa recebe por aparecer. É também a coisa mais difícil de corresponder no futebol.
Plantel31/08/2026
14 caras novas e o River Plate ainda se está a conhecer
Um plantel reconstruído num único mercado paga-o numa moeda que ninguém orça. O futebol não é pior do que a soma dos jogadores: é pior do que a soma dos jogadores que já jogaram juntos.
Avaliado com 7.19. Pergunte a qualquer pessoa à saída do estádio o que decidiu aquilo e receberá um nome, que é o único prémio que alguma vez contou a sério.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Brian Ferrarés, e o treinador deixou.
“Um ponto é um ponto e fico com ele, mas devíamos ter levado os três.” Leonardo Torres depois do empate por 0‑0, e a frase que todos os treinadores do país disseram a certa altura deste fim de semana.
Em resumo
JogoPonto ganho ou dois perdidos para o River Plate?
O bancoPablo Olivera pede uma conversa com o treinador
Não se vê o fim da espera do River Plate por uma vitória
Já são 5 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no River Plate tem de arrancar um resultado de algum lado.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no River Plate coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Dribles concretizados: 20. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Carlos Rodríguez, e o treinador deixou.
O banco24/08/2026
O veredicto do treinador
“A culpa é minha. Sou eu que escolho a equipa e escolhi mal.” Os treinadores dizem isto quando o sentem e quando precisam que se veja que o dizem, e depois do 1‑2 Leonardo Torres saiu da sala antes que alguém pudesse perguntar qual dos dois casos era.
«Prefiro dizer-lho na cara do que ler no jornal.» A reunião foi pedida pelo jogador, e isso diz quase tudo.
O banco24/08/2026
Diego Sánchez tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no River Plate dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Segue-se o Cerro Largo, e há um homem no balneário do River Plate que conhece o centro de treinos deles melhor do que o seu. A receção vai dizer-lhe o que pensavam dele.
Um desempate por grandes penalidades fica na memória pelo fim, e este acaba em Damián Frascarelli: 2 travadas, e uma bancada que vai descrever cada uma delas nos próximos vinte anos.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Nicolás dos Santos será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no River Plate as despedidas começaram em silêncio.
Não há pior forma de perder um futebolista. Nicolás dos Santos pré-acordou a saída, o que significa que cada jogo daqui até junho é feito por um homem que o clube já não pode vender, e alguém lá em cima vai ter de explicar como se chegou aqui.
Ignacio Pereira esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Aos 23 anos é cantado por pessoas com o dobro da idade, um carinho que um reforço demora anos a merecer e que um miúdo da casa recebe por aparecer. É também a coisa mais difícil de corresponder no futebol.
Não há pior forma de perder um futebolista. Vitinho pré-acordou a saída, o que significa que cada jogo daqui até junho é feito por um homem que o clube já não pode vender, e alguém lá em cima vai ter de explicar como se chegou aqui.
Ignacio Pereira e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
A formação existe exatamente para esta manhã. Fernando Rivera passou por todos os escalões do clube e tem agora um número de equipa principal; os mais orgulhosos do edifício serão os que o treinaram aos doze anos.
Não há verba, não há apresentação, não há empresário na escadaria. Jonathan Rivera está neste clube desde miúdo e faz agora parte, formalmente, do plantel principal — o que, para um leitor local, vale mais do que qualquer contratação.
Os clubes gastam fortunas à procura de jogadores e de vez em quando encontram um ao fundo do corredor. Joaquin Rossi é isso, e a receção na sua primeira aparição será de outra natureza que a de qualquer reforço.
Não está a ser deixado de fora. Simplesmente não há, no sistema que o River Plate joga, sítio onde pôr um homem que faz o que ele faz, o que é mais difícil de ouvir do que qualquer ficha de jogo.
“Os adeptos têm todo o direito de estar zangados. Eu também estou. Vamos corrigir isto.” 0‑2, um treinador a dizer as coisas necessárias, e um balneário que ouviu outra versão delas.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Carlos Rodríguez e o River Plate acertam mais 2 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Alejandro García esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Pablo Olivera estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Plantel03/08/2026
Demasiada mudança demasiado depressa no River Plate
13 contratações em três meses. Cada uma pode ser uma melhoria e a equipa pode ser pior durante um tempo na mesma, que é a parte de uma reconstrução que nunca aparece nos balanços de mercado.
“Os adeptos têm todo o direito de estar zangados. Eu também estou. Vamos corrigir isto.” 2‑3, um treinador a dizer as coisas necessárias, e um balneário que ouviu outra versão delas.