Henrique Machado lesiona os ligamentos do joelho — 27 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 27 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O Rosario Central pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Rosario Central coisas que levam mais de uma semana a retirar.
O Rosario Central fez saber ao mercado que Runar Adalsteinsson está disponível. O anúncio não traz preço, mas toda a gente do ramo sabe mais ou menos o que lá diz.
Henrique Machado lesiona os ligamentos do joelho — 34 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 34 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Deixou de ser um ambiente nas bancadas e passou a ser algo organizado. As direções podem ignorar um mau ambiente durante muito tempo; esta fase não a conseguem ignorar por muito.
“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O Rosario Central pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Santino Giacopetti e o Rosario Central acertam mais 2 anos.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Rosario Central, e não vai ser retirado.
“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O Rosario Central pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Rosario Central coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Franco Varela será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Rosario Central as despedidas começaram em silêncio.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Rosario Central podem fingir não ter ouvido.
Santino Giacopetti esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
A proposta do Gimnasia y Esgrima por Runar Adalsteinsson foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Plantel22/06/2048
Henrique Machado desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Diego Godoy esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Toda a gente deixou de fingir: o Mitre vai fazer a chamada por Franco Varela esta semana. O Rosario Central tem um número em mente, e o número não é tímido.
Deixou de ser um ambiente nas bancadas e passou a ser algo organizado. As direções podem ignorar um mau ambiente durante muito tempo; esta fase não a conseguem ignorar por muito.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Rosario Central, e não vai ser retirado.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Santino Giacopetti está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Leonardo Cardozo, e o treinador deixou.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Rosario Central podem fingir não ter ouvido.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Rosario Central coisas que levam mais de uma semana a retirar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Leonardo Cardozo lesiona os ligamentos do joelho — 14 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 14 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Santino Giacopetti está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Ezequiel Ramírez, e o treinador deixou.
Leonardo Cardozo lesiona os ligamentos do joelho — 21 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 21 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Rosario Central coisas que levam mais de uma semana a retirar.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Runar Adalsteinsson e o Rosario Central acertam mais 1 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Plantel18/05/2048
Ezequiel Ibáñez desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Rosario Central sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
Leonardo Cardozo lesiona os ligamentos do joelho — 28 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 28 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Deixou de ser um ambiente nas bancadas e passou a ser algo organizado. As direções podem ignorar um mau ambiente durante muito tempo; esta fase não a conseguem ignorar por muito.
Santino Giacopetti esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Dribles concretizados: 20. Pelo minuto setenta aparece no rosto de um lateral um desespero muito próprio, e ali estava ele.
Plantel11/05/2048
Henrique Machado desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
15 vezes se meteu no caminho. Escreve-se sobre os centrais quando erram e ignoram-se quando não erram, por isso uma tarde destas tem de ser dita em voz alta: é ele a razão de o marcador dizer o que diz.
Notas dos jogadoresTomás Ramos podia ter feito três
1136Edição
O Correio de Rosario Central
04/05/2048
Do nosso correspondente de futebolInquietação
Plantel04/05/2048
Leonardo Cardozo lesiona os ligamentos do joelho — 35 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 35 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Rosario Central, e não vai ser retirado.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Tomás Ramos produziu-o, e o 8.86 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
“Quero jogar por troféus enquanto as pernas mo permitirem.” Nada nessa frase é um pedido de transferência, e ninguém no Rosario Central a ouviu como outra coisa.
A série sem derrotas chega aos 7 jogos. Uns foram vitórias e outros fugas, mas uma equipa que se recusa a perder é uma equipa de que os outros balneários falam.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Leonardo Cardozo e o Rosario Central acertam mais 2 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Há um calor muito próprio que um estádio guarda para um jovem de 22 anos que sente como seu. Tomás Ramos tem-no agora, e tudo o que fizer no resto do tempo aqui será medido contra a boa vontade que lhe deram de graça.
42 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Rosario Central perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Um desempate por grandes penalidades fica na memória pelo fim, e este acaba em Julián López: 1 travadas, e uma bancada que vai descrever cada uma delas nos próximos vinte anos.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Aos 22 anos é cantado por pessoas com o dobro da idade, um carinho que um reforço demora anos a merecer e que um miúdo da casa recebe por aparecer. É também a coisa mais difícil de corresponder no futebol.
Diego Godoy esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Em resumo
Notas dos jogadoresDiego Godoy falha aos onze metros
49 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Rosario Central perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Santino Giacopetti esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
3 jogos sem golo. Os avançados deixam de levantar a cabeça, os médios dão o toque a mais, e cada remate que passa por cima é seguido de um lamento que se acumula desde o último golo.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Em resumo
PlantelPalavras no treino do Rosario Central sobre quem trabalha
56 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Rosario Central perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Adeptos que cantam quando corre mal são adeptos. Adeptos que se juntam à saída são um problema, e dentro do edifício toda a gente sabe qual das duas coisas isto é agora.
Jogo11/04/2048
Não se vê o fim da espera do Rosario Central por uma vitória
Já são 7 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Rosario Central tem de arrancar um resultado de algum lado.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Nicolás Sánchez esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
“O treinador não usou muitas palavras, e não precisou delas.” Julián López tem a sua resposta do Rosario Central; o que fizer com ela é a história da próxima janela.
Santino Giacopetti esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
22 ações defensivas e uma baliza a zero no fim delas. A tarde de um defesa só se pode contar pelo que não aconteceu, e é por isso que ninguém faz um resumo com ela e qualquer treinador da divisão a assinava.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Gustavo Medina e o Rosario Central acertam mais 4 anos.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Sergio Miranda. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Ezequiel Ibáñez está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“O treinador não usou muitas palavras, e não precisou delas.” Diego Godoy tem a sua resposta do Rosario Central; o que fizer com ela é a história da próxima janela.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Rosario Central coisas que levam mais de uma semana a retirar.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Rosario Central, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Alguns jogos decidem-se num instante; este decidiu-se num homem. 7.88 na ficha, e os adeptos do Rosario Central saíram a repetir um nome.
Plantel30/03/2048
Manuel Machado desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Não dá grande título e é a razão por que os jogadores acreditam na promessa seguinte. O Rosario Central disse a Tomás Ramos que algo iria acontecer e aconteceu, o que nesta indústria já passa por notável.
16 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Rosario Central perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
«Disseram-me coisas antes de eu assinar. Não as vou repetir, mas lembro-me de todas.» Rosario Central nada responderam, o que também é uma resposta.
Jogo21/03/2048
Não se vê o fim da espera do Rosario Central por uma vitória
Já são 4 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Rosario Central tem de arrancar um resultado de algum lado.
4 jogos sem golo. Os avançados deixam de levantar a cabeça, os médios dão o toque a mais, e cada remate que passa por cima é seguido de um lamento que se acumula desde o último golo.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Santino Giacopetti está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Adeptos que cantam quando corre mal são adeptos. Adeptos que se juntam à saída são um problema, e dentro do edifício toda a gente sabe qual das duas coisas isto é agora.
23 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Rosario Central perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
3 jogos, nenhum golo e um centro de treinos que já tentou tudo. Vai acabar — as secas acabam sempre — mas ninguém no Rosario Central sabe dizer em que semana.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Valentín López e o Rosario Central acertam mais 3 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Rosario Central coisas que levam mais de uma semana a retirar.
30 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Rosario Central perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Santino Giacopetti esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
37 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Rosario Central perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Juan Miranda e o Rosario Central acertam mais 1 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
44 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Rosario Central perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Santino Giacopetti esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Juan Miranda e o Rosario Central acertam mais 1 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Adeptos que cantam quando corre mal são adeptos. Adeptos que se juntam à saída são um problema, e dentro do edifício toda a gente sabe qual das duas coisas isto é agora.
14 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Rosario Central perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Rosario Central coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Há um calor muito próprio que um estádio guarda para um jovem de 22 anos que sente como seu. Tomás Ramos tem-no agora, e tudo o que fizer no resto do tempo aqui será medido contra a boa vontade que lhe deram de graça.
2 golos em vinte minutos com Santino Giacopetti no meio de tudo, e o Colón sem conseguir chegar à bola tempo suficiente para mudar seja o que for. Há jogos que se ganham antes da primeira bebida.
21 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Rosario Central perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 6 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O Rosario Central pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.
40 dias com a cadeira livre, uma lista de nomes que cresce e encolhe todos os dias, e nem uma assinatura. Cada semana que passa retira dela os melhores candidatos.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Santino Giacopetti está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Cabeceamentos, cortes, desarmes, interceções: 19 no total, e nem um golo às suas costas. Daquelas exibições que nunca entram nos melhores momentos e ganham jogos.
«Disseram-mo com clareza, e prefiro assim.» O treinador de Rosario Central foi explícito quanto à situação de Fernando Ospina, o que é mais do que muitos recebem.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Sergio Miranda. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
Em resumo
Notas dos jogadoresTomás Ramos encarou-os todo o jogo
28 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Rosario Central perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
“Quero jogar por troféus enquanto as pernas mo permitirem.” Nada nessa frase é um pedido de transferência, e ninguém no Rosario Central a ouviu como outra coisa.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Dribles concretizados: 22. Pelo minuto setenta aparece no rosto de um lateral um desespero muito próprio, e ali estava ele.
Direção03/02/2048
13 jogadores da formação recebem número de equipa principal no Rosario Central
A manhã em que o percurso deixa de ser um folheto e passa a ser uma ficha de jogo. A maioria não estará cá daqui a três anos; todos já fizeram a parte difícil, que era chegar a hoje.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Nicolás Sánchez. 2‑1 sobre o Chaco For Ever, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
Os clubes gastam fortunas à procura de jogadores e de vez em quando encontram um ao fundo do corredor. Gael Lucero é isso, e a receção na sua primeira aparição será de outra natureza que a de qualquer reforço.
Não há verba, não há apresentação, não há empresário na escadaria. Jorge Giménez está neste clube desde miúdo e faz agora parte, formalmente, do plantel principal — o que, para um leitor local, vale mais do que qualquer contratação.
Não há verba, não há apresentação, não há empresário na escadaria. Joaquín Pérez está neste clube desde miúdo e faz agora parte, formalmente, do plantel principal — o que, para um leitor local, vale mais do que qualquer contratação.
35 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Rosario Central perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Santino Giacopetti esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Em resumo
PlantelPalavras no treino do Rosario Central sobre quem trabalha
Adeptos que cantam quando corre mal são adeptos. Adeptos que se juntam à saída são um problema, e dentro do edifício toda a gente sabe qual das duas coisas isto é agora.
42 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Rosario Central perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Rosario Central falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Rosario Central coisas que levam mais de uma semana a retirar.
49 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Rosario Central perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Posição 14 e 7 pontos, e nesta parte da cidade a classificação lê-se de baixo para cima. O calendário deixou de ser um programa e passou a ser uma contagem decrescente.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Rosario Central falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Mercado13/01/2048
Tão perto: a transferência de Agustín Aguirre morre em cima da hora
O valor estava acertado e o voo já tinha sido visto — e então o telefone deixou de tocar. O Gimnasia La Plata seguiu em frente, Agustín Aguirre apresenta-se de volta no Rosario Central, e todos fingem que segunda-feira é só uma segunda-feira.
Santino Giacopetti esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Perguntam tantas vezes aos futebolistas pelo clube da infância que ninguém ouve a resposta. André Fernandes acabou de assinar pelo Rosario Central e, por uma vez, a resposta importava.
O fim chegou numa terça-feira, como costuma acontecer: uma reunião curta, um comunicado mais curto, e Shinji Endo a esvaziar o gabinete antes do meio-dia. O ritual mais cruel do futebol, cumprido a horas.
56 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Rosario Central perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
A equipa técnica esvaziou-se por completo e não havia ninguém internamente para promover, por isso o clube nomeou um nome que quase nenhum adepto reconhecerá. Recupera-se disto; ninguém gosta de o explicar.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Rosario Central falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Rosario Central coisas que levam mais de uma semana a retirar.
A proposta do Almagro por Runar Adalsteinsson foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
63 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Rosario Central perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Rosario Central ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Adeptos que cantam quando corre mal são adeptos. Adeptos que se juntam à saída são um problema, e dentro do edifício toda a gente sabe qual das duas coisas isto é agora.
Plantel23/12/2047
Juan Miranda lesiona os ligamentos do joelho — 73 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 73 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Rosario Central podem fingir não ter ouvido.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Rosario Central falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Rosario Central coisas que levam mais de uma semana a retirar.
PlantelGuilherme Correia desentende-se com um colega por causa das exigências
1116Edição
O Correio de Rosario Central
16/12/2047
Do nosso correspondente de futebolCrise
Plantel16/12/2047
Juan Miranda lesiona os ligamentos do joelho — 80 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 80 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Posição 14 e 7 pontos, e nesta parte da cidade a classificação lê-se de baixo para cima. O calendário deixou de ser um programa e passou a ser uma contagem decrescente.
Não um mês, não uma série — uma época inteira a ser o melhor futebolista de 20 anos que alguém nesta divisão podia pôr em campo. Este é o galardão que será referido durante o resto da sua carreira.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Rosario Central falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Rosario Central podem fingir não ter ouvido.
Santino Giacopetti esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Juan Miranda lesiona os ligamentos do joelho — 87 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 87 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
A proposta do Colón por Guilherme Correia foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Rosario Central falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Santino Giacopetti e o Rosario Central acertam mais 2 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
95 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Rosario Central perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 41 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O Rosario Central pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Santino Giacopetti e o Rosario Central acertam mais 2 anos.
As notícias comerciais não têm cânticos e é com elas que se paga tudo o resto. A direção vai chamar-lhe parceria; a contabilidade vai chamar-lhe a diferença entre este plantel e um mais pequeno.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Tomás Ramos. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
Adeptos que cantam quando corre mal são adeptos. Adeptos que se juntam à saída são um problema, e dentro do edifício toda a gente sabe qual das duas coisas isto é agora.
102 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Rosario Central perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 48 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
109 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Rosario Central perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Posição 14 e 7 pontos, e nesta parte da cidade a classificação lê-se de baixo para cima. O calendário deixou de ser um programa e passou a ser uma contagem decrescente.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 55 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
116 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Rosario Central perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 62 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Juan Miranda lesiona os ligamentos do joelho — 126 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 126 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Lá em cima ninguém disse nada, que é a coisa mais barulhenta que podiam fazer. Os resultados compram silêncio neste ofício; a conta do Rosario Central está a esgotar-se.
O que se dizia à porta fechada passou a dizer-se diante de um microfone. Em Rosario Central toda a gente sabe fazer a conta, incluindo o homem a quem se dirige.
«Tenho ambições e gostava que o clube as partilhasse.» Ninguém pediu para sair nem foi mandado embora — mas um jogador escolhe essa frase com cuidado, e uma administração ouve-a exactamente como foi pensada.
Santino Giacopetti esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Tomás Ramos, e o treinador deixou.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Manuel Machado está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
134 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Rosario Central perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Adeptos que cantam quando corre mal são adeptos. Adeptos que se juntam à saída são um problema, e dentro do edifício toda a gente sabe qual das duas coisas isto é agora.
Jogo26/10/2047
Não se vê o fim da espera do Rosario Central por uma vitória
Já são 6 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Rosario Central tem de arrancar um resultado de algum lado.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Rosario Central coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel28/10/2047
Guilherme Correia desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Juan Miranda lesiona os ligamentos do joelho — 142 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 142 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Santino Giacopetti esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Guilherme Correia está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
O golo que pôs o Central Córdoba SdE na frente ainda passava nos ecrãs do corredor quando o Rosario Central empatou, 3 minutos depois. Uma vantagem vale o que se fizer com ela.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Agustín Aguirre e o Rosario Central acertam mais 5 anos.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Rosario Central coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Derrota por 1‑2, e justa. O treinador foi curto nas palavras no final, o que provavelmente foi sensato.
Plantel14/10/2047
Manuel Machado desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Aqui não há queixa possível e todos os envolvidos sabem, o que não encurta o caminho até ao banco. A forma é a única moeda do futebol sobre a qual não se pode pedir emprestado.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Rosario Central, e não vai ser retirado.
Lá em cima ninguém disse nada, que é a coisa mais barulhenta que podiam fazer. Os resultados compram silêncio neste ofício; a conta do Rosario Central está a esgotar-se.
“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O Rosario Central pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.
Santino Giacopetti esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Guilherme Correia está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Gustavo Ferrari, e o treinador deixou.
Adeptos que cantam quando corre mal são adeptos. Adeptos que se juntam à saída são um problema, e dentro do edifício toda a gente sabe qual das duas coisas isto é agora.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Rosario Central coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel30/09/2047
Guilherme Correia desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Sofrer é uma coisa; a resposta é o que fala de um balneário. Fernando Ospina pôs o Rosario Central de novo em igualdade em 4 minutos, e o Banfield nunca chegou a jogar com vantagem.
Santino Giacopetti esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Fernando Ospina, e o treinador deixou.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Manuel Machado está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Sergio Miranda. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
Plantel23/09/2047
O treinador ainda não acabou de esquecer o erro de Leonardo Cardozo
Em público está ultrapassado para toda a gente. Não está para quem faz a equipa, e o único sítio onde isso se vê é uma ficha de jogo. Vai ter outra oportunidade: vai tê-la num jogo que importe menos.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Rosario Central coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel16/09/2047
Guilherme Correia desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Julián López e o Rosario Central acertam mais 1 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
«Dei tudo aqui e preciso de um desafio novo.» O pedido é formal, e a relação nunca mais vai ser exatamente a mesma.
Notas dos jogadores09/09/2047
Tomás Ramos, 21 anos, joga como se cá estivesse há anos — 7.63
Um 7.63 significa uma coisa ao lado do nome de um jogador de vinte e nove anos e algo completamente diferente ao lado do de um de 21. Ninguém no estádio precisou que lhe explicassem.
Santino Giacopetti esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Fernando Ospina e o Rosario Central acertam mais 3 anos.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Guilherme Correia está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Adeptos que cantam quando corre mal são adeptos. Adeptos que se juntam à saída são um problema, e dentro do edifício toda a gente sabe qual das duas coisas isto é agora.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Rosario Central coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Santino Giacopetti esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Guilherme Correia está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Fernando Arias lesiona os ligamentos do joelho — 17 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 17 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
1‑4 para o Newell's Old Boys, e foi exatamente tão mau como o número sugere. Há derrotas que se discutem e derrotas pelas quais se pede desculpa; esta foi do segundo tipo.
Santino Giacopetti esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Guilherme Correia está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Fernando Arias lesiona os ligamentos do joelho — 24 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 24 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
7.06, 1 na ficha e a comédia muito própria de um jogador da linha defensiva a festejar como quem faz isto todas as semanas. Não faz, e é exatamente por isso que o estádio reagiu como reagiu.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Rosario Central coisas que levam mais de uma semana a retirar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Um erro na defesa é um momento; um erro na baliza é um golo. Máximo Casalnuovo sabe-o, a bancada percebeu-o de imediato, e não havia mais ninguém atrás dele para o transformar noutra coisa.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Tomás Ramos assinar alguma coisa — um contrato no Rosario Central ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
32 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Rosario Central perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
«Tenho ambições e gostava que o clube as partilhasse.» Ninguém pediu para sair nem foi mandado embora — mas um jogador escolhe essa frase com cuidado, e uma administração ouve-a exactamente como foi pensada.
Santino Giacopetti esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Guilherme Correia está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
O mais difícil de ter 21 anos numa equipa principal é que ninguém perdoa nada. Tomás Ramos não precisou: 7.65, e parecia o homem mais à vontade no relvado.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Rosario Central coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel29/07/2047
Guilherme Correia desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Vejo todos os jogos do Rosario Central daqui. Isso diz tudo sobre onde está a minha cabeça.” O empréstimo no Juventus segue o seu curso, mas o coração nunca fez a viagem.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Sergio Miranda assinar alguma coisa — um contrato no Rosario Central ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Julián Godoy, e o treinador deixou.
Santino Giacopetti esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
4 jogos sem golo. Os avançados deixam de levantar a cabeça, os médios dão o toque a mais, e cada remate que passa por cima é seguido de um lamento que se acumula desde o último golo.
Mercado22/07/2047
Tão perto: a transferência de Edwin Barrios morre em cima da hora
O valor estava acertado e o voo já tinha sido visto — e então o telefone deixou de tocar. O Gimnasia La Plata seguiu em frente, Edwin Barrios apresenta-se de volta no Rosario Central, e todos fingem que segunda-feira é só uma segunda-feira.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Manuel Machado está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O Rosario Central pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Rosario Central coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel15/07/2047
Guilherme Correia desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Tomás Ramos assinar alguma coisa — um contrato no Rosario Central ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
Santino Giacopetti esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Edwin Barrios será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Rosario Central as despedidas começaram em silêncio.
Há uma versão de cada carreira em que o jogador acaba onde escolheu e não onde o escolheram. Chino está a viver essa versão no Rosario Central, e costuma notar-se no primeiro mês.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Guilherme Correia está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Nicolás Sánchez e o Rosario Central acertam mais 3 anos.
11 chegadas, uma média de idades que ninguém chamaria plantel, e pais a quem mostram um edifício onde os filhos passarão mais tempo do que em casa. A prospeção já aconteceu; hoje é só papelada.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Rosario Central podem fingir não ter ouvido.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Rosario Central coisas que levam mais de uma semana a retirar.
As regras permitem-no e dói na mesma. Luis Alberto Escobar acertou condições com o Central Córdoba SdE para o verão e, até lá, veste esta camisola como quem já escolheu a seguinte.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Máximo Casalnuovo e o Rosario Central acertam mais 1 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Rosario Central, e não vai ser retirado.
Santino Giacopetti esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Guilherme Correia está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Toda a gente deixou de fingir: o Madryn vai fazer a chamada por Mario Russo esta semana. O Rosario Central tem um número em mente, e o número não é tímido.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Alejandro Ospina, e o treinador deixou.
Em resumo
PlantelJuan Miranda tornou-se um homem de confiança do treinador
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Rosario Central coisas que levam mais de uma semana a retirar.
A proposta ficou longe e foi recusada quase sem discussão. Se a segunda for recusada com a mesma rapidez já é outra conversa.
Plantel17/06/2047
Guilherme Correia desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Plantel17/06/2047
Uma lesão muscular afasta Lucas Aguirre durante 14 dias
Ninguém faz um documentário sobre um isquiotibial e toda a gente nisto o teme. No Rosario Central vão ter cuidado com a data de regresso, porque a segunda é sempre pior do que a primeira.
Toda a gente deixou de fingir: o Quilmes vai fazer a chamada por Edwin Barrios esta semana. O Rosario Central tem um número em mente, e o número não é tímido.
Em resumo
MercadoA história de Tomás Ramos recusa-se a morrer
Santino Giacopetti esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Jogo05/06/2047
Não se vê o fim da espera do Rosario Central por uma vitória
Já são 4 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Rosario Central tem de arrancar um resultado de algum lado.
A série sem derrotas chega aos 6 jogos. Uns foram vitórias e outros fugas, mas uma equipa que se recusa a perder é uma equipa de que os outros balneários falam.
As ocasiões aparecem e algo acontece entre criá-las e finalizá-las. Já vão 3 jogos, e a inquietação nas bancadas chega um pouco mais cedo a cada semana.
Há um calor muito próprio que um estádio guarda para um jovem de 19 anos que sente como seu. Agustín Aguirre tem-no agora, e tudo o que fizer no resto do tempo aqui será medido contra a boa vontade que lhe deram de graça.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Rosario Central, e não vai ser retirado.
Santino Giacopetti esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Guilherme Correia está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Em resumo
PlantelJuan Miranda tornou-se um homem de confiança do treinador
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Rosario Central coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Vicente Maximiliano será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Rosario Central as despedidas começaram em silêncio.
Santino Giacopetti esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Guilherme Correia está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Runar Adalsteinsson e o Rosario Central acertam mais 1 anos.
Noventa minutos, dois guarda-redes de luvas limpas e nem um remate digno de arquivo. O Independiente Rivadavia será quem sai mais contente com o ponto.
«Tenho ambições e gostava que o clube as partilhasse.» Ninguém pediu para sair nem foi mandado embora — mas um jogador escolhe essa frase com cuidado, e uma administração ouve-a exactamente como foi pensada.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Santino Giacopetti e o Rosario Central acertam mais 2 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Rosario Central coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel06/05/2047
Guilherme Correia desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Cabeceamentos, cortes, desarmes, interceções: 19 no total, e nem um golo às suas costas. Daquelas exibições que nunca entram nos melhores momentos e ganham jogos.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Sergio Miranda assinar alguma coisa — um contrato no Rosario Central ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
O Colegiales está fora e o Rosario Central segue em frente, com um 4‑3 como palavra final. O quadro abre-se um pouco, e toda a gente se permite espreitá-lo.
Ficar 3 atrás faz algo a uma equipa, e normalmente o que faz é acabar com ela. Aqui não. O Rosario Central reconstruiu a tarde golo a golo, e o Colegiales não teve resposta para nada disso.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Andrés Ferrari produziu-o, e o 8.11 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
Santino Giacopetti esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Acabou 2‑2, e de certa forma sempre pareceu que ia acabar assim. Uma daquelas tardes em que a tabela mexe menos do que os nervos.
Plantel29/04/2047
Henrique Machado desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Rosario Central coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Rosario Central ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
4 jogos, nenhum golo e um centro de treinos que já tentou tudo. Vai acabar — as secas acabam sempre — mas ninguém no Rosario Central sabe dizer em que semana.
Plantel22/04/2047
Guilherme Correia desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Simon Isak, e o treinador deixou.
Aqui não há queixa possível e todos os envolvidos sabem, o que não encurta o caminho até ao banco. A forma é a única moeda do futebol sobre a qual não se pode pedir emprestado.
Noventa minutos, zero golos, e a discussão começou antes de o parque de estacionamento esvaziar: um ponto somado ou dois deitados fora contra o Platense? Na quinta-feira ainda vai haver quem discuta.
Santino Giacopetti esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
3 jogos sem golo. Os avançados deixam de levantar a cabeça, os médios dão o toque a mais, e cada remate que passa por cima é seguido de um lamento que se acumula desde o último golo.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Guilherme Correia está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Axel Borja, e o treinador deixou.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Manuel Machado e o Rosario Central acertam mais 4 anos.
17 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Rosario Central perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Rosario Central coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Aos 19 anos passou um mês a ser melhor do que todos os da sua idade na liga, o que é diferente e mais difícil do que uma boa tarde. No Rosario Central vão esforçar-se muito por não fazer disto um caso.
18 vezes se meteu no caminho. Escreve-se sobre os centrais quando erram e ignoram-se quando não erram, por isso uma tarde destas tem de ser dita em voz alta: é ele a razão de o marcador dizer o que diz.
17 vezes se meteu no caminho. Escreve-se sobre os centrais quando erram e ignoram-se quando não erram, por isso uma tarde destas tem de ser dita em voz alta: é ele a razão de o marcador dizer o que diz.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Sergio Miranda assinar alguma coisa — um contrato no Rosario Central ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
Edwin Barrios lesiona os ligamentos do joelho — 25 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 25 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Santino Giacopetti esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Guilherme Correia está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“O treinador não usou muitas palavras, e não precisou delas.” Fernando Ospina tem a sua resposta do Rosario Central; o que fizer com ela é a história da próxima janela.
Edwin Barrios lesiona os ligamentos do joelho — 32 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 32 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
O mais difícil de ter 21 anos numa equipa principal é que ninguém perdoa nada. Tomás Ramos não precisou: 7.96, e parecia o homem mais à vontade no relvado.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Rosario Central coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Vicente Maximiliano será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Rosario Central as despedidas começaram em silêncio.
Plantel25/03/2047
Guilherme Correia desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Edwin Barrios lesiona os ligamentos do joelho — 39 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 39 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Rosario Central falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Notas dos jogadores18/03/2047
Agustín Aguirre, 19 anos, joga como se cá estivesse há anos — 8.18
Um 8.18 significa uma coisa ao lado do nome de um jogador de vinte e nove anos e algo completamente diferente ao lado do de um de 19. Ninguém no estádio precisou que lhe explicassem.
Santino Giacopetti esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Há um calor muito próprio que um estádio guarda para um jovem de 19 anos que sente como seu. Agustín Aguirre tem-no agora, e tudo o que fizer no resto do tempo aqui será medido contra a boa vontade que lhe deram de graça.
47 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Rosario Central perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Rosario Central falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Rosario Central coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Em resumo
PlantelGuilherme Correia desentende-se com um colega por causa das exigências
Edwin Barrios lesiona os ligamentos do joelho — 55 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 55 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 30 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Notas dos jogadores04/03/2047
Tomás Ramos, 21 anos, joga como se cá estivesse há anos — 7.70
Um 7.70 significa uma coisa ao lado do nome de um jogador de vinte e nove anos e algo completamente diferente ao lado do de um de 21. Ninguém no estádio precisou que lhe explicassem.
Santino Giacopetti esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Edwin Barrios lesiona os ligamentos do joelho — 62 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 62 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 37 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
O mais difícil de ter 19 anos numa equipa principal é que ninguém perdoa nada. Agustín Aguirre não precisou: 7.70, e parecia o homem mais à vontade no relvado.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Rosario Central coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Rosario Central ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
70 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Rosario Central perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Rosario Central falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Santino Giacopetti esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Edwin Barrios lesiona os ligamentos do joelho — 78 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 78 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 9 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
0‑3 para o Atlético Tucumán, e foi exatamente tão mau como o número sugere. Há derrotas que se discutem e derrotas pelas quais se pede desculpa; esta foi do segundo tipo.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 53 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Rosario Central coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Edwin Barrios lesiona os ligamentos do joelho — 85 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 85 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 19 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Aos 37 devia estar a gerir os seus minutos. Em vez disso foi avaliado com 8.10 e pareceu, durante noventa minutos, exatamente o jogador de que toda a gente se lembra.
«Tenho ambições e gostava que o clube as partilhasse.» Ninguém pediu para sair nem foi mandado embora — mas um jogador escolhe essa frase com cuidado, e uma administração ouve-a exactamente como foi pensada.
13 miúdos sobem, e algures no edifício as pessoas que os treinaram aos doze anos estão a ter, em silêncio, a melhor manhã do seu ano de trabalho. Nada disto aparece num resultado, e é para isto que a formação existe.
Não há verba, não há apresentação, não há empresário na escadaria. Joaquín Lucero está neste clube desde miúdo e faz agora parte, formalmente, do plantel principal — o que, para um leitor local, vale mais do que qualquer contratação.
93 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Rosario Central perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 26 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Rosario Central coisas que levam mais de uma semana a retirar.
100 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Rosario Central perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Rosario Central falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Alejandro Ospina lesiona os ligamentos do joelho — 16 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 16 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Rosario Central falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Rosario Central coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alejandro Ospina lesiona os ligamentos do joelho — 23 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 23 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 90 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Santino Giacopetti esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
O valor estava acertado e o voo já tinha sido visto — e então o telefone deixou de tocar. O Defensa y Justicia seguiu em frente, Santiago Santa Cruz apresenta-se de volta no Rosario Central, e todos fingem que segunda-feira é só uma segunda-feira.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Guilherme Correia está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Ante Petkov tem 20 anos, e o Rosario Central contratou-o pelo jogador que virá a ser, não pelo que já é. A equipa principal pode esperar; o sentido de um negócio destes são os anos que compra.
31 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Rosario Central perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
As bancadas31/12/2046
Os adeptos revoltam-se com a venda de Juan Paz por $1.4M
Vai para o Independiente, o clube tem $1.4M que não tinha na sexta-feira, e os programas de rádio já decidiram como se sentem quanto a isso. Vender bem e vender alguém que amavam não são a mesma competência.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Rosario Central, e não vai ser retirado.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Rosario Central coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Não há pior forma de perder um futebolista. Vicente Maximiliano pré-acordou a saída, o que significa que cada jogo daqui até junho é feito por um homem que o clube já não pode vender, e alguém lá em cima vai ter de explicar como se chegou aqui.
Não acontece nada durante meses e depois ele simplesmente chega, a custo zero, tendo assinado um pré-contrato enquanto ainda jogava por outro. É a forma menos dramática de contratar um futebolista e muitas vezes a mais esperta.
Alejandro Ospina lesiona os ligamentos do joelho — 39 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 39 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Agustín Nogueira será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Rosario Central as despedidas começaram em silêncio.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Rosario Central podem fingir não ter ouvido.
Santino Giacopetti esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Não há pior forma de perder um futebolista. Agustín Nogueira pré-acordou a saída, o que significa que cada jogo daqui até junho é feito por um homem que o clube já não pode vender, e alguém lá em cima vai ter de explicar como se chegou aqui.
Alejandro Ospina lesiona os ligamentos do joelho — 46 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 46 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Rosario Central coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Não há pior forma de perder um futebolista. Santiago Santa Cruz pré-acordou a saída, o que significa que cada jogo daqui até junho é feito por um homem que o clube já não pode vender, e alguém lá em cima vai ter de explicar como se chegou aqui.
A papelada fica pronta muito antes do jogador. Miguel Benítez acertou vir quando o contrato atual terminar, o que significa que o Rosario Central substituiu um orçamento de verão por um telefonema.
Plantel17/12/2046
Guilherme Correia desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
54 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Rosario Central perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Santino Giacopetti esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Toda a gente deixou de fingir: o Talleres vai fazer a chamada por Agustín Nogueira esta semana. O Rosario Central tem um número em mente, e o número não é tímido.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Elías Sapaya está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
O Rosario Central fez saber ao mercado que Agustín Nogueira está disponível. O anúncio não traz preço, mas toda a gente do ramo sabe mais ou menos o que lá diz.
62 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Rosario Central perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Santino Giacopetti esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Entre clubes está tudo fechado e o que falta são papéis e uma fotografia. Em Rosario Central já falam dele no passado.
Plantel03/12/2046
Henrique Machado desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
69 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Rosario Central perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Rosario Central ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Rosario Central, e não vai ser retirado.
«É um clube com história a sério, e não tive de pensar muito.» O novo treinador assume e todos recomeçam do zero.
Plantel19/11/2046
Alejandro Ospina lesiona os ligamentos do joelho — 77 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 77 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Rosario Central, e não vai ser retirado.
Santino Giacopetti esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Guilherme Correia está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Nada reinicia uma carreira como alguém que não escolheu a equipa na época passada. Santino Giacopetti percebeu a deixa, e o Rosario Central está a receber uma versão dele que o regime anterior tinha deixado de ver.
Alejandro Ospina lesiona os ligamentos do joelho — 84 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 84 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Rosario Central coisas que levam mais de uma semana a retirar.
«Disseram-mo com clareza, e prefiro assim.» O treinador de Rosario Central foi explícito quanto à situação de Ezequiel Ramírez, o que é mais do que muitos recebem.
Plantel12/11/2046
José Alonso sofre uma lesão muscular — 15 dias de fora
A lesão que volta sempre, de que se regressa sempre à pressa e que em silêncio custa mais carreiras do que as dramáticas. 15 dias é a estimativa; o número honesto depende de haver paciência.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Santino Giacopetti treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Em resumo
MercadoA história de Tomás Ramos recusa-se a morrer
Alejandro Ospina lesiona os ligamentos do joelho — 91 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 91 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
“Quero jogar por troféus enquanto as pernas mo permitirem.” Nada nessa frase é um pedido de transferência, e ninguém no Rosario Central a ouviu como outra coisa.
Santino Giacopetti esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Rosario Central ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Plantel05/11/2046
Agustín Nogueira desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“O treinador não usou muitas palavras, e não precisou delas.” Leonardo Cardozo tem a sua resposta do Rosario Central; o que fizer com ela é a história da próxima janela.
Alejandro Ospina lesiona os ligamentos do joelho — 98 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 98 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Rosario Central ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O Rosario Central pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Rosario Central podem fingir não ter ouvido.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Rosario Central coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Agustín Nogueira está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Alejandro Ospina lesiona os ligamentos do joelho — 105 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 105 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Rosario Central, e não vai ser retirado.
Santino Giacopetti esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Agustín Aguirre e o Rosario Central acertam mais 5 anos.
Plantel22/10/2046
Henrique Machado desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Faltam 2 meses, e ambos os lados sabem o que isso significa: cada semana sem assinatura baixa o valor que o Rosario Central pode pedir e sobe o salário que Agustín Nogueira pode exigir.
Alejandro Ospina lesiona os ligamentos do joelho — 112 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 112 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Rosario Central coisas que levam mais de uma semana a retirar.
14 dias com a cadeira livre, uma lista de nomes que cresce e encolhe todos os dias, e nem uma assinatura. Cada semana que passa retira dela os melhores candidatos.
Plantel15/10/2046
Elías Sapaya desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Tomás Ramos e o Rosario Central acertam mais 5 anos.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Tomás Ramos assinar alguma coisa — um contrato no Rosario Central ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
O comunicado agradeceu o trabalho e desejou sorte, por esta ordem e mais ou menos com estas palavras. A procura começa de imediato.
Plantel08/10/2046
Alejandro Ospina lesiona os ligamentos do joelho — 119 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 119 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Não é uma nomeação interina — é uma instituição com o gabinete técnico vazio. Esta semana as sessões serão dirigidas por alguém desconhecido, e a pergunta de como um clube chega a este estado será feita à direção e ficará sem resposta.
Nada foi anunciado e toda a gente percebe o que significa. Uma direção que convoca todo o departamento de futebol numa terça de manhã é uma direção que deixou de acreditar que o problema se resolve sozinho.
Santino Giacopetti esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alejandro Ospina lesiona os ligamentos do joelho — 126 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 126 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Rosario Central, e não vai ser retirado.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Rosario Central coisas que levam mais de uma semana a retirar.
O pedido está em cima da mesa do Djoliba e a resposta é de outros. Estas coisas resolvem-se em privado e contam-se em público, normalmente por essa ordem.
Aos 21 anos é cantado por pessoas com o dobro da idade, um carinho que um reforço demora anos a merecer e que um miúdo da casa recebe por aparecer. É também a coisa mais difícil de corresponder no futebol.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Henrique Machado está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Alejandro Ospina lesiona os ligamentos do joelho — 135 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 135 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Lá em cima ninguém disse nada, que é a coisa mais barulhenta que podiam fazer. Os resultados compram silêncio neste ofício; a conta do Rosario Central está a esgotar-se.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 16 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Santino Giacopetti esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Elías Sapaya está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Faltam 3 meses, e ambos os lados sabem o que isso significa: cada semana sem assinatura baixa o valor que o Rosario Central pode pedir e sobe o salário que Agustín Nogueira pode exigir.
2 à frente e em controlo total, e acabou com o Atlético Tucumán como a equipa mais feliz. Não há versão desta tarde que o Rosario Central goste de rever.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 25 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Rosario Central, e não vai ser retirado.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Rosario Central coisas que levam mais de uma semana a retirar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 14 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Santino Giacopetti esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Rosario Central ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Gustavo Medina e o Rosario Central acertam mais 3 anos.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Agustín Nogueira, e o treinador deixou.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 23 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
O comunicado da direção tinha três frases e uma delas mencionava resultados. o treinador treina há tempo suficiente para traduzir: ganhar depressa, ou o próximo comunicado será mais curto.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Agustín Nogueira será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Rosario Central as despedidas começaram em silêncio.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Rosario Central coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Elías Sapaya desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
O prémio de melhor jovem do mês vai para um jogador de 20 anos do Rosario Central que pareceu um produto acabado durante quatro jornadas seguidas. As quatro seguintes é que decidem se é.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Rosario Central falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Jogo25/08/2046
Não se vê o fim da espera do Rosario Central por uma vitória
Já são 10 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Rosario Central tem de arrancar um resultado de algum lado.
Os centrais têm licença para subir duas vezes por época e são julgados pelo que fazem quando lá chegam. Agustín Aguirre marcou, foi avaliado com 7.52 e voltou antes de alguém dar pela falta.
Ninguém faz um documentário sobre um isquiotibial e toda a gente nisto o teme. No Rosario Central vão ter cuidado com a data de regresso, porque a segunda é sempre pior do que a primeira.
Santino Giacopetti esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Rosario Central falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Rosario Central coisas que levam mais de uma semana a retirar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Henrique Machado está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
A lista é um documento discreto com um significado ruidoso. Vicente Maximiliano pode falar com quem perguntar, e no clube toda a gente sabe o que isso quer dizer.